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      <title>Mural das Diferenças by Felipe Tsuzuki</title>
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      <description>Comente as situações e compartilhe alguma outra experiência!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-24 23:16:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipetsuzuki20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em determinado espaço escolar, eu estava atuando com um pequeno grupo de estudantes que era formado por jovens e adultos no período noturno. Ao lecionar, eu sentia a necessidade de dinamizar as atividades considerando que muitos deles trabalhavam durante o dia e chegavam cansados para estudar. Entretanto, nos momentos em que as minhas propostas eram em grupo havia sempre uma estudante, que até então era reconhecida como um rapaz, que era deixada de lado. Por vezes eu notei que este comportamento dos demais estudantes se dava ao fato da estudante ir sempre maquiada, perfumada e performar o gênero feminino, embora usasse o nome de registro e frequentasse o banheiro masculino. Que possíveis ações eu poderia tomar?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 02:14:47 UTC</pubDate>
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         <author>felipetsuzuki20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conheci um estudante indígena que me relatou ter dificuldades com a disciplina de biologia, pois esta matéria só era lecionada no Ensino Médio. Curioso, eu o questionei qual era a relação entre essa dificuldade e o nível de ensino. Ao que ele me respondeu que na Terra Indígena na qual ele mora a escola da aldeia ofertava apenas o Ensino Fundamental 1 e 2, assim, no Ensino Médio os estudantes daquela aldeia precisavam se deslocar até um distrito localizado na zona rural. E esta escola se mostrava extremamente hostil aos indígenas por causa dos conflitos pela a posse e ocupação de terras entre os indígenas e os pais agricultores dos demais estudantes, que os excluíam e até os humilhavam com apoio de alguns docentes.<br>Se você fosse o/a docente desta escola, como você agiria?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 02:23:01 UTC</pubDate>
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         <author>felipetsuzuki20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Embora a gente organize assim, por colunas separadas, as pessoas são bem mais complexas que isso. Não somos apenas uma ou outra coisa e a pluralidade já começa aí. Falar de educação é também falar de gente em todas as suas dimensões. Por isso deixo a história da Ana Lúcia para vocês conhecerem.<br>Ana ressalta que na escola ela já foi proibida veementemente de falar a sua língua materna e que isso a marcou negativamente. Sabendo disso, como poderíamos fazer da experiência escolar dessa estudante bilíngue mais positiva?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 02:54:08 UTC</pubDate>
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         <author>felipetsuzuki20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para refletir, deixo a apresentação da personagem Natasha da série "Segunda Chamada". Nesta pequena introdução, podemos observar que a Natasha não é bem-vinda no banheiro masculino e que alguns estudantes insistem em utilizar seu nome de registro. Este é um problema recorrente para estudantes transsexuais e travestis, o que poderíamos fazer para evitar tais situações de transfobia?<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rc3jMkVO7NI" />
         <pubDate>2020-08-25 03:05:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipetsuzuki20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para pensar esta categoria, convido vocês a assistir e debater o documentário produzido por um estudante da UEL. Nesta produção existe algo em comum em todas as falas: a violência e a hostilidade do ambiente escolar para com essas pessoas, contudo após esses momentos tempestuosos fica a promessa do arco-íris. Considerando este cenário, como podemos tornar a experiência escolar mais acolhedora para estes e estas estudantes?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=g_RAbnK61N8" />
         <pubDate>2020-08-25 03:52:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipetsuzuki20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Deixo aqui uma reportagem produzida em 2019 com as estatísticas do IBGE que relacionam a evasão escolar com a pobreza, dentre outros fatores. Assim, como educadores, de que forma poderíamos intervir para que esse ciclo de pobreza, reprovação e evasão não se perpetue?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=5o7P_Pri-F8" />
         <pubDate>2020-08-25 03:57:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipetsuzuki20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Anexo aqui uma reportagem sobre a experiência de emigrantes com a educação  e de algumas escolas no acolhimento destas pessoas. Considerando as experiências apresentadas neste material, que recursos seriam necessários para que pudéssemos promover esses acolhimentos na maioria das escolas e não apenas em instituições de referência?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=N-pCYngWKAw" />
         <pubDate>2020-08-25 04:08:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipetsuzuki20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma outra história que se popularizou nas redes sociais, foi a entrevista de Dona Maria, uma mulher idosa, negra e que faz parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.<br>Ao falar da pobreza em que vive e das dificuldades que enfrenta para estudar, Dona Maria enfatiza que ainda tem dificuldade para realizar suas tarefas e que necessita de ajuda dos filhos para realizá-las. Como docentes cientes dessa dificuldade, que outras atividades ou modos de avaliar poderíamos propôr para ela?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Fb_Z-Ty1Eh4" />
         <pubDate>2020-08-25 04:11:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Acredito que é sempre importante entender essas questões como problemas estruturais e dessa forma trabalhar o assunto coletivamente. É importante realizarmos ações pedagógicas e coletivas na sala . Penso também que é importante não nos atarmos a noções punitivistas para resolver a problamética, por exemplo castigos, julgamentos morais e &quot;cancelamentos públicos&quot; não resolverão a situação, pelo contrário criarão mais tensão e mais retaliação, ou então veremos uma mudança de comportamento somente nos espaços onde o comportamento é &quot;proíbido&quot; sem haver um real entendimento e descontrução. Nesse sentido, acreidto que seria importante trabalhar dimensões de gênero através de textos, filmes, músicas durante a disciplina e incentivar que os alunos trabalhassem em grupos distintos com distintas pessoas em cada atividade. Também compreendo ser interessante o trabalho em grupos menores, pelo fato de que abriria mais espaço de conversa entre os alunos para que pudessem entender melhor as relações de cada um com as dimensões de gênero.É importante pensar também em toda a diversidade que deve ser representada e trabalhada durante os conteúdos (sejam eles especificamente sobre gênero ou não), a representação exclusivamente Cis e bigenerificada não contríbui para uma aula que apresente e trabalhe as diferenças. Por esse motivo é importante procurar materiais que vinculem pessoas diversas. Mas é importante garantir, que esses materiais não só as vinculem por conta de suas dimensões de gênero ( por ex mulheres cis falando de machismo, pessoa trans falando de transfobia etc)mas sim, as vinculem em diversos momentos, espaços e vivências.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 11:25:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um papel importante que acredito que o professor deva assumir é de prezar pela interculturalidade de sua sala de aula. Isto é, dar espaço e voz para todas as culturas ali presentes. Sorteio para a formação de grupos é uma boa saída já que é capaz de proporcionar uma aproximação entre pessoas bastante diferentes. Eu mesma já fiz amizades em grupos de sorteio que nunca imaginei fazendo. Muitas vezes ficamos tão confortáveis em nossos círculos sociais que esquecemos que existe mais gente ao redor, e é importante que o professor tente dinamizar as relações interpessoais em suas aulas. Quanto a questão do banheiro, seria importante uma conversa com toda a gestão da escola e talvez uma palestra sobre as dimensões de gênero para toda comunidade escolar, incluindo alunos e gestores.</title>
         <author>marinabatochio</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 14:09:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marinabatochio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em situações como essa o professor fica numa situação muito complicada, mas não mais complicada e vulnerável que o aluno que sofre esses ataques. Faz-se necessário intervenção tanto do professor, através de aulas informativas e talvez até dinâmicas sobre o assunto, reiterando sempre a existência das diferentes culturas, tanto quanto da gestão escolar que precisa amparar esses alunos. É um esforço conjunto de toda comunidade perceber e acompanhar tais ataques para intervir sempre que necessário, mostrando e explicando que a escola preza por respeito e pela diversidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 14:15:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um dos fatores contribuintes para tal evasão é a discriminação que muitas vezes ocorre dentro da própria sala de aula, somada a um um conjunto de fatores desincentivadores que fazem com que esses alunos abandonem a escola. É de grande ajuda que levemos para dentro da comunidade escolar a ideia de coletividade em detrimento a ideia &quot;os outros e eu&quot;. Atividades ou materiais que despertem o interesse pelo que é comum a todos, aflorem o senso colaborativo em detrimento da individualidade.</title>
         <author>marinabatochio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 14:32:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giovannacesar</author>
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         <description><![CDATA[<div>No ambiente escolar, a ideia de respeito e conhecimento sobre a diversidade entre os alunos é um assunto que sempre deve ser discutido, a fim de criar uma mentalidade mais consciente. Especificamente sobre a situação apresentada, acredito que discussões e materiais que tenham como foco abordar questões de gênero e diversidade são fundamentais para que os alunos possam construir um pensamento mais inclusivo e respeitoso. A questão de grupos formados por sorteio também pode ser muito positiva, já que possibilita o contato entre todos os alunos, além de promover a inclusão sem que isso ocorra com um foco muito forte em certos estudantes, o que poderia gerar algum constrangimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-02 19:31:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giovannacesar</author>
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         <description><![CDATA[<div>Além da repreensão dos comportamentos hostis voltados aos estudantes indígenas, discussões e debates com auxílio de filmes, vídeos ou textos sobre diversidade cultural e, também, sobre a questão de conflitos de ocupação de terras seriam necessários para que os estudantes construíssem uma visão mais ampla e de respeito a esses alunos indígenas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-02 19:33:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giovannacesar</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/716088232</link>
         <description><![CDATA[<div>Acho que se faz necessária a discussão sobre os temas englobados pela sexualidade, com documentários que destaquem o ponto de vista desses indivíduos, demonstrando a importância do respeito a essas pessoas, que são pertencentes à escola e à sociedade como todos os outros, e não devem ser vítimas de formas de violência devido à sua sexualidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-02 19:34:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Que situação triste! Bem, uma atitude a ser tomada é trabalhar, baseado em uma pedagogia que visa a relação multicultural, questões em torno de gênero. Assim, ao longo do trabalho uma nova visão será incorporado e uma retirada de crenças preconceituosas será alcançado por você em relação a turma.</title>
         <author>alanantoniocarmo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-03 01:33:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gente, que vergonha esses docentes validando o preconceito da turma para com os indígenas no ambiente escolar. Lamentável!Bem, nessa situação eu colheria os conhecimentos prévios desse aluno e de toda a turma e trabalharia uma biologia aplicada. Voltada a cultura dos indivíduos. E sempre mostrando como eles sabem muito do conhecimento na prática. </title>
         <author>alanantoniocarmo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-03 01:35:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Que bela produção esse vídeo! Bem, para um ambiente mais acolhedor, é necessário antes de tudo trabalhar com os alunos afim de levá-los ao entendimento que não faz sentido a exclusão de qualquer pessoa que seja. Para tal, uma pedagogia voltada a tratar de questões como sexualidade se faz necessária. Além dos alunos, tem que olhar e trabalhar os docentes também, pois muitas vezes eles contribuem para a existência da exclusão de alguma aluna/o em sala de aula.</title>
         <author>alanantoniocarmo</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/716769043</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-03 02:15:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Muito triste essa realidade Nacional! Para agir sobre esse problema que é de todos/as brasileiros/as, faz-se necessário a aplicação de políticas públicas cirúrgica e voltadas a obtenção de resultados perenes. Políticas públicas que realmente resolva o problema e não políticas, o que é comum no país, voltadas a manutenção de eleitorado. Até porque estamos falando de crianças e adolescentes com sonhos e futuros podados.</title>
         <author>alanantoniocarmo</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/717510500</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-03 11:03:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O acolhimento dessas pessoas não deveria ser em locais específicos, mas sim nas escolas regulares (exceto os adultos que já concluíram o ensino básico). Pensar estratégias como contratação de intérprete para facilitar a adaptação dessas crianças estrangeiras e até o trabalho com os brasileiros voltados a normalização dessas crianças nas escolas (o  que, infelizmente, ainda não é uma realidade) são medidas iniciais para que esses pequenos estrangeiros possam estudar em escolas públicas de ensino regular, e assim trazer uma cultura rica e nova para as escolas públicas e para o dia a dia das nossas crianças.</title>
         <author>alanantoniocarmo</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/717520275</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-03 11:14:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giovannaprado</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/719076760</link>
         <description><![CDATA[<div>A violência nas escolas se expressa de diferentes maneiras e cabe ao professor construir um ambiente onde o respeito e a igualdade estejam presentes.<br>Uma solução seriam os debates, relatos e dinâmicas com a sala  sobre os temas de diversidade. A proposta de sorteios para a realização de trabalhos em equipes é uma ótima solução, pois assim os alunos conseguem sair do comodismo de seus grupinhos e passem a interagir com pessoas de pensamentos diferentes do que aqueles que estão acostumados. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-03 18:31:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>giovannaprado</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/719162122</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor deve repreender os alunos que atacaram e acolher o que foi atacado, bem como levar esse caso para a gestão escolar e também ao conhecimento dos pais. Para mostrar que o Brasil é um país heterogêneo pode trazer aulas e atividades sobre a importância das reservas indígenas e dessa cultura, visto que nosso país foi habitado primariamente por essa população, além de que todas as culturas devem ser respeitadas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-03 18:54:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>larissadiasc28</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/721326781</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos, filhos de agricultores, são influenciados pelos pais, chegando na escola com uma visão do “outro” como fonte de apenas coisas ruins. Eu, como docente, faria reuniões em grupos com os alunos, onde cada um falasse sobre sua construção cultural,em busca de causar comoção e identificação entre os alunos. Também faria questão de valorizar todas as culturas e conhecimentos ali presentes, para que todos os alunos sintam uma aproximação entre suas experiências socioculturais e a escola. </div><div>Entretanto, no caso relatado, os próprios docentes fazem parte do grupo de pessoas que hostilizam os alunos, então, seria necessário fazer reuniões com esses profissionais e levar uma discussão cultural para eles também, para que seja feita uma reforma em toda a escola e,posteriormente, poderá alcançar toda a comunidade envolvida por meio das relações familiares desses alunos. </div><div>É claro, que nesse caso não é tão simples, pois envolve agricultores preocupados com sua fonte de renda e será mais difícil levar a eles uma compreensão da importância daquelas terras para os indígenas, que muitas vezes dependem diretamente da apropriação e do uso da natureza, não só por sua sobrevivência física, mas também para sua identidade cultural e sua autodeterminação social. Por isso, é importante romper a visão romântica sobre o diálogo intercultural e enfrentar os conflitos e desafios envolvidos nessa questão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-04 16:09:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>larissadiasc28</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/721542414</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Que documentário incrível! </div><div>Primeiramente, acho importante levarmos em consideração a questão religiosa envolvida nesse contexto, algo que é levado tão a sério e a risca por algumas pessoas, que leva os alunos à uma visão preconceituosa e extremamente agressiva em nome de um deus que em teoria é amor. Deve ser levada uma discussão com os alunos, uma reflexão do porquê eles agem dessa forma. Por que seria certo fazer uma pessoa se odiar? Por que seria aceitável maltratar tanto uma pessoa a ponto de ela não suportar mais? É necessário trabalhar a empatia desses alunos, fazê-los perceber que seu modo de ser não é superior e nem inferior a outros e que não se pode impor a alguém a forma como ela deve ser.</div><div> É importante promover processos educacionais que permitam a identificação de suposições que eles podem ter sobre a comunidade LGBTQIA+, que não estejam permitindo uma aproximação aberta e empática com sua realidade e, assim, trabalhar na desconstrução dessas suposições.</div><div>É preciso desnaturalizar alguns comportamentos realizados nas escolas, como a negação da existência do preconceito e da homofobia, é preciso intervir e trabalhar essas questões, tanto no diálogo interpessoal como em momentos de reflexão coletiva e, trabalhar para a construção de uma visão do outro sem estereótipos, visando um reconhecimento mútuo e a construção de um ambiente baseado no respeito e empatia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-04 17:11:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anacarolinaoliveira01</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de situações semelhantes serem muito presentes em nossa realidade, acredito que tais não devem ser vistas como “normais”, devendo ser trabalhadas dentro da sala de aula, com exposições sobre as diversas faces que a vida assume. A interculturalidade deve ser uma questão sempre presente nesses ambientes, sendo trabalhada constantemente, seja através de filmes, palestras, conversas, trabalhos (com rotatividade de integrantes), entre outras coisas. A escola e o docente devem respeitar as diferenças e incentivar os alunos a mostrarem suas “peculiaridades”, buscando tornar os diferenciais de cada indivíduo uma característica e não um “defeito”, essa diversidade é que deve ser “normal”. Assim, trabalhando essas questões em sala de aula, ajudaria os alunos a compreender as diferenças existentes ali e no mundo, e ajudaria a diminuir o preconceito existente na nossa sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-08 16:03:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anacarolinaoliveira01</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/727897381</link>
         <description><![CDATA[<div>Com relação a sexualidade, acredito que o papel do professor seria o de apresentar aos alunos que isso não deve ser tratada como uma “problema”. Mostrar que não somos iguais, cada pessoa é única, sendo isso uma característica boa e não algo do que se envergonhar. O professor também poderia ser mais aberto e disponível a diálogos, trazer história de vida de pessoas LGBTQ+, para exemplificar que todos somos igualmente capazes, e também mostrar que existem leis contra preconceitos. Assim, buscando fazer com que essas pessoas, que, infelizmente, já tem alguns pré conceitos formados, tenham uma nova perspectiva a respeito do próximo, que afinal é tão humano quanto ele</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-08 16:04:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anacarolinaoliveira01</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/727907677</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de nosso país ser formado por uma grande quantidade de culturas, isso ainda é causa de preconceitos com as pessoas estrangeiras que vem, atualmente, ao Brasil, por diversos motivos. As escolas, deveriam estar preparadas para atender essa necessidade que se faz presente, promovendo uma interação entre os nativos e os estrangeiros, para que assim estes últimos não fossem excluídos ou deixados de lado, buscando dessa forma a inclusão desses novos indivíduos. Nesse caso, seria necessário instrumentos adicionais, como intérpretes e materiais acessíveis aos alunos, para que estes possam se sentir incluídos no aprendizado, uma vez que para eles seria um estudo dobrado, já que também tem que aprender nosso idioma. Também acredito ser uma boa iniciativa, o curso para os familiares, ajudando assim na integração destes na sociedade, para que possam ser vistos, pelos nativos, como iguais e serem tratados “normalmente” como residentes.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-08 16:06:54 UTC</pubDate>
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         <title>Eduarda A. Rodrigues</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-08 23:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>Eduarda A. Rodrigues</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/729464025</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom,é uma situação complicada pois vai de encontro de pessoas de diferentes idades, que é um fator importante e que pesa. Como professora eu tomaria uma atitude inicial que seria parar com as atividades em grupo por enquanto, pois jamais deixaria a aluna se sentir desconfortável, humilhada ou rejeitada. Após isso, buscaria ajuda com a equipe pedagógica da escola e relataria esse problema. Juntamente com eles, planejaria alguma oficina, palestra, algo do tipo, para conscientiza-las sobre questões de gênero, tolerância e respaldo legal para pessoas que são discriminadas, para todos assistirem. De início seria essa atitude, mas não tenho muita certeza e me falta conhecimento sobre como lidar com isso em sala de aula, se eu teria como abordar isso nas aulas mesmo, se eu teria que conversar com a aluna, com os outros alunos que estão fazendo isso, ou com todos juntos, me surge essa dúvida. Seria coerente uma aula para nós sobre. Obrigada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-09 00:01:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardarodrigues2</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/729495710</link>
         <description><![CDATA[<div>Como docente eu começaria com discussões pertinentes ao assunto sobre as diferentes abordagens de culturas, por exemplo, como cada aluno vê a sua história e a da família, de onde vieram, seus costumes e abriria esse espaço para todos relatarem de uma forma leve e dinâmica. Portanto, talvez com o relato de todos e com o relato do aluno indígena que tem uma cultura diferente dos demais, possa despertar curiosidades, e usaria isso ao meu favor na questão de abordar isso de uma forma positiva, tentando mostrar a esses alunos que o fat<br>o de ter uma cultura diferente da sua é normal e que devemos respeitá-la com empatia. No caso dos professores que são preconceituosos, também seria importante uma discussão do que está ocorrendo na escola, além de debates e outras formas de conscientiza-los. Em segundo caso, procuraria alguma ajuda com respaldo legal para ajudar nessa situação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-09 00:19:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardarodrigues2</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/733297435</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que primeiro de tudo uma educação humanizada seria o caminho para romper com esse preconceito e falta de empatia. Hoje a educação na escola é elitista, preconceituosa e voltada para dogmas religiosos, principalmente de uma só religião predominante, portanto, o passo inicial é uma educação que seja para TODOS, sem exclusões, só a partir desse passo mais humano que podemos pressupor uma consciência para todos. Quebrar esse padrão de ''normalidade'' que só impede esse desenvolvimento social.Fazer um acolhimento pedagógico para esses alunos que se sentiram desamparados é essencial para esse começo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-09 23:38:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardarodrigues2</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/733320885</link>
         <description><![CDATA[<div>Como educadores acredito que um olhar mais humano para os alunos, a flexibilização e mais empatia pela nossa parte é essencial para que esses alunos se sintam motivados a continuar. Porém, esse é um esforço que não depende só de nós, é um trabalho em conjunto. Precisamos de ações das políticas publicas para a inclusão desses jovens. Dar oportunidades que possam ser alcançadas por eles. Todos merecem uma educação de qualidade e tem direito disso, mas é compreensível que exista um certo desânimo e desistência, não é fácil deixar a escola por instabilidade financeira em casa. Por isso acho que devemos ter um olhar mais atencioso e fazer com que eles se sintam motivados a conquistar isso, para que tenham um futuro melhor e de sucesso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-09 23:53:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laurapereiragodoy</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/733338553</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiramente eu conversaria em particular com a aluna em questão, para tentar conforta-la de alguma maneira que mostrasse que ela não está sozinha ou completamente desamparada em um momento cruel como esse. Também me mostraria disponível para caso ela precisasse conversar ou desabafar sobre assuntos relacionados em outros momentos. <br> Após esse diálogo, como docente, eu levaria o ocorrido até a direção com o objetivo de criar uma ação conjunta com toda equipe escolar, que envolvesse reuniões com os docentes e coordenadores, diálogos mais humanizados em sala de aula, tratando assuntos como respeito e empatia, e também algumas questões como nome social, pronomes e formas de não se referir à pessoas trans, sessões de vídeos e filmes que tratassem questões de gênero e, se possível, tentaria organizar uma palestra ministrada por uma pessoa trans. Também acho que deveria ser frisado que esse tipo de comportamento passa a ser repudiado, e que violências e preconceitos de quaisquer tipos não serão toleradas dentro da escola.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 00:05:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardarodrigues2</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/733350556</link>
         <description><![CDATA[<div>Esses recursos necessários são de duas esferas, a intelectual e a física. Primeiramente uma inovação da linguagem,a própria observação, sensibilidade e a promoção da interação desses alunos, para um maior ensino/aprendizado. A do recurso físico necessário seria a presença de interpretes nas salas de aulas, para auxiliar a comunicação entre aluno e professor e talvez uma adaptação em livros didáticos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 00:12:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laurapereiragodoy</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/733439165</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião, é muito complicado lidar com essa situação se referindo apenas a possíveis mudanças no ambiente escolar que, muitas vezes, acabam sendo insuficientes quando levado em consideração a esfera familiar e social em que os alunos estão inseridos. Muitas vezes a família é extremamente religiosa ou os amigos e até mesmo familiares já reproduzem comportamentos e falas preconceituosas no dia a dia há muito tempo e dessa maneira, é quase impossível que os alunos não reproduzam esses comportamentos na escola. Mas, de forma bem realista, acredito que de início é muito importante encorajar os próprios professores e coordenadores das escolas a se mostrarem abertos e disponíveis para diálogos sobre esse assunto, com alunos que venham a sofrer homofobia na escola, e também motiva-los a reportar agressões que tenham vivenciado, principalmente se ocorreu dentro do ambiente escolar. Também é muito importante que se mantenham firmes diante dos pais de alunos agressores, estabelecendo consequências e deixando claro que esse tipo de comportamento não é tolerado dentro da escola, algo que muitas vezes não acontece, principalmente em escolas particulares, e assim, esse tipo de preconceito acaba sendo ainda mais naturalizado. <br>Ademais, atitudes que já foram citadas anteriormente também são muito válidas, como ministrar aulas ou práticas dinâmicas sobre respeito, empatia e pluralidade, que abordem também questões relacionadas à sexualidade; tornar o ambiente escolar mais humanizado e menos monocultural; promover palestras ou mesas redondas com pessoas LGBTQIA+; organizar rodas de conversa mais informais, com o objetivo de aproximar mais os alunos, em suas mais diversas existências, e também desmascarar alguns preconceitos; apresentar aos alunos e pais leis que envolvem a homofobia e pessoas LGBTQIA+; realizar reuniões (caso necessário) e diálogos esclarecedores com os pais ou responsáveis de alunos LGBTQIA+ que estejam sofrendo preconceitos, já que muitas vezes o preconceito também vem de casa, e também com os pais ou responsáveis pelos alunos agressores, quando ocorrer algum episódio envolvendo homofobia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 00:53:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gionevessilva</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/737067491</link>
         <description><![CDATA[Primeiramente o professor deveria conversar com a aluna, de forma a garantir que ela se sinta acolhida e saiba que pode contar com aquele professor para dar suporte, conversaria também sobre ela se sentir confortável em compartilhar a sua realidade com os outros alunos, de forma a promover um debate que esclareça as questões que podem gerar ações preconceituosas, a proposição de filmes, leituras e documentários também pode ser de muita ajuda para esclarecer as questões de gênero, o docente deve proporcionar ações que  promovam um convívio escolar inclusivo e sem preconceitos.]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 21:35:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gionevessilva</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/737069550</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante que o docente saiba corrigir os alunos que hostilizam o outro e saiba acolhê-lo, ele também deve trazer a importância da cultura indígena para a sociedade contemporânea e também de outras culturas, devido a grande diversidade cultural do nosso país, como docente, eu promoveria o compartilhamento de experiências culturais, para que cada um veja as particularidades do outro.<br>Todo o ambiente escolar, pois o preconceito não está apenas nos alunos, deve estar consciente e preparado para acolher devidamente esses alunos, muitas vezes a hostilidade do ambiente escolar os distancia da educação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 21:36:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gionevessilva</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/737085752</link>
         <description><![CDATA[<div>Para promover um ambiente que acolha a diversidade, primeiramente é preciso que ela seja entendida, a inclusão da sexualidade nas escolas é essencial para combater o preconceito com pessoas LGBTQIA+, deve se garantir que o ambiente escolar seja para todos, a sexualidade juntamente com os debates sobre inclusão, devem abranger os pais, alunos e funcionários da escola, para que o preconceito não aconteça.<br>A educação tem o poder transformador, humanizador, uma formação de qualidade forma cidadãos capazes de entender a diversidade e acolhê-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 21:46:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gionevessilva</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/737131378</link>
         <description><![CDATA[<div>É necessário que a escola tenha subsídio governamental para que esses alunos possam se manter nas escolas, o ambiente escolar é extremamente elitizado,os profissionais da educação precisam olhar os alunos de uma forma mais humanizada.<br>Precisam ser implantadas políticas públicas que garantam que esses alunos permaneçam na escola.<br>A comunidade escolar também pode se mobilizar para promover ações que mantenham os alunos na escola.<br>Na escola onde eu estudei existiam alunos em situação de vulnerabilidade, a escola abria mais cedo para que eles pudessem tomar café da manhã antes de estudar, eles tomavam o lanche com todo mundo e depois do horário escolar eles ficavam para almoçar, geralmente eles ficavam para o contraturno onde eles participavam do lanche a tarde e jantavam antes de ir embora, também havia um sistema de apadrinhamento, com os pais dos outros alunos, para compra de materiais escolares e uniforme, de forma a manter aquelas crianças por mais tempo na escola e para que elas tivessem um bom aproveitamento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 22:19:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gionevessilva</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/737168481</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola regular deveria ser preparado de forma a integrar esses alunos, pelos diretores, pedagogos e professores, as crianças mais jovens aprendem de forma mais fácil e dinâmica, podem ser beneficiadas pela convivência com os colegas e professores e com as dinâmicas que venham a ser introduzidas pelos professores.<br>Crianças e adolescentes podem contar com o amparo de professores em contraturno para aprender a língua portuguesa por exemplo.<br>Os adultos necessitam de classes específicas com professores que ensinem o português, para que eles possam executar atividades diárias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 22:47:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gionevessilva</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/737187170</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir dessas dificuldades, o professor deve ter a sensibilidade de buscar uma metodologia de ensino e uma metodologia avaliativa que contemple a forma como  o seu aluno entende o mundo, a forma atual de avaliação, por meio de provas, é uma forma de segregação, de forma que os alunos que não são comtemplado pela metodologia de provas é excluído por seus resultados "insatisfatórios".<br>Trabalhos colaborativos podem beneficiar os alunos, por meio da troca de informações e ao mesmo tempo que discutem, eles podem aprender com os colegas.<br>Mostrar aos alunos e aos professores que a pluralidade existe, um aluno indígena não deve ser privado de falar na sua língua de mostrar a sua cultura, assim como o aluno Trans não deve ser privado de utilizar o banheiro que lhe for mais confortável, os alunos, professores, funcionários da escola devem ser acolhidos e respeitados, todos devem ser vistos com dignidade, empatia e principalmente como seres humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 23:00:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Na minha visão, como professora eu deveria primeiramente buscar conversar com a aluna para entender melhor a situação dela em relação ao ocorrido e para que ela também se sinta acolhida e saiba que pode confiar no professor para dar suporte em relação ao ocorrido. Após se ela estivesse de acordo procuraria a coordenação da escola e explicaria o ocorrido e a necessidade de se trabalhar em cima disso  com os outros alunos, para que eles entendam a gravidade do ocorrido  e a necessidade de empatia e respeito para com o outro, passando vídeos, aulas, trabalhos, oficinas, que mostre para aqueles alunos na prática a gravidade de seus atos.</title>
         <author>priscilatiemi</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/781433121</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 14:53:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>priscilatiemi</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/781790617</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu procuraria primeiramente trabalhar com os alunos sobre a importância da comunidade indígena em todo o seu aspecto belo de diversidade, por meio de conversas, debates, apresentação de vídeos, deixaria essa aluna falar mais sobre sua comunidade, caso ela se sinta confortável, além de realizar oficinas e trabalhos para estender esse conhecimento para além, tentando trabalhar sobre isso também com os pais e familiares dessas crianças para que eles também tenham a oportunidade de entender melhor sobre a importância dessas comunidades e quem sabe mudar suas visões em relação a eles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 23:41:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>priscilatiemi</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/781794290</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao meu ver, para o combate dessas atitudes nas escolas, é necessário que haja, além das ações já citadas, de se trabalhar a questão nas escolas, de forma a promover um melhor entendimento do assunto e consequentemente uma maior empatia e respeito, que hajam ações mais firmes por meio da direção da escola, de forma com que não sejam toleradas atos que ferem  o outro em qualquer aspecto, podendo levá-los à expulsão, advertências ou conversas entre os pais, diretores, <br>alunos e professores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 23:49:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>priscilatiemi</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/781799742</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao meu ver, essa questão deveria ser melhor trabalhada primeiramente por ações governamentais. Porém enquanto isso não ocorre, como professor eu deveria trabalhar isso em sala de aula, de forma a ser o menos excludente possível, entendendo que existem alunos nessa condição e então não exigindo materiais absurdos para as aulas, que os alunos necessitassem comprar, e buscaria trabalhar mais as temáticas em sala, não dando muito trabalho, sabendo que as vezes esse aluno precisa ajudar sua família em casa. Além de dar suporte ao aluno, dando espaço para que ele tenha liberdade de conversar comigo quando sentir necessidade de falar sobre sua situação e como eu poderia ajudar, com isso trabalharia por meio de uma maior flexibilização e empatia para com o aluno, de forma a minimizar ao máximo as desistências e evasões de sala de aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-27 00:01:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iagooliveiragomes</author>
         <link>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/828779604</link>
         <description><![CDATA[<div>Como professor a primeira atitude que tomaria seria uma conversa em particular com a aluna para entender qual a perspectiva dela e para que a mesma possa se sentir acolhida. Como forma de inclusão faria o diálogo com o corpo docente, explicando a situação e pensando em métodos inclusivos. Uma alternativa seria nos trabalhos, incluir a aluna em algum grupo ou fazer o sorteio dos grupos para que ela possa participar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 14:25:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/felipetsuzuki20/wg9jvw68m8n78g0t/wish/828779604</guid>
      </item>
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