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      <title>O uso das Tics na Educação do mundo. by Tecnologias TFPS</title>
      <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7</link>
      <description>Pesquisa - Cambuí</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-01 19:59:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-24 14:10:14 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Home / Notícias / O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO MELHORIA O DESEMPENHO ESCOLAR EM 15 A 27%</title>
         <author>claudetevilaca</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/239980978</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com um estudo de monitoramento e avaliação realizado pela corporação <a href="http://www.educatic.org.bo/">Educatic-Bolívia</a> em diferentes unidades educacionais, o desempenho escolar dos estudantes que aplicam o uso de novas tecnologias melhorou 15 a 27%.<br><br></div><div> Assim informou o diretor-executivo da "Educatic" Keiko Ignacio Campero, que observou que um sistema de monitoramento em diferentes níveis de ensino foi criado para fazer uma linha desempenho escolar base, ele observou que verificou-se que os alunos que concordaram em metodologias inovadoras aumentaram o desempenho escolar entre 15 a 27%.<br><br></div><div>Ele mencionou o uso de metodologias inovadoras através do uso da tecnologia, contribuindo para aqueles assuntos que, para alguns, é difícil entender como a matemática pode ser aprendida de maneira mais simples e divertida.<br><br></div><div>Ele afirmou que, embora o aprendizado dos alunos seja desenvolvido através de um currículo que os professores elaborem, o uso de material tecnológico apoia o processo ensino-aprendizagem para ser mais divertido e compreendido pelos alunos.<br><br></div><div>No entanto, ele afirmou que o sucesso da aplicação tecnológica depende não apenas dos alunos, mas também dos professores que devem ser treinados para aplicar seus próprios materiais, com base no que é necessário fortalecer em um determinado assunto.<br><br></div><div>"O uso apropriado de tecnologias pode melhorar significativamente a qualidade educacional, mas depende de recursos humanos, professores que devem ser treinados para aplicar esse tipo de materiais e habilidades necessárias e suficientes para fazer uso desses processos, faça isso algo que vale a pena ", enfatizou.<br><br></div><div>Ele anunciou que, até à data, 2.500 professores foram treinados para aplicar diferentes estratégias e usar novas tecnologias, não apenas computadores, mas também celulares.<br><br></div><div>Ele também apontou que eles estão olhando não só para reproduzir o material educacional existente, mas também para desenvolver seus próprios conteúdos.<br><br></div><div>Ele disse que também é importante ter as condições nas unidades educacionais, ou seja, ter um gabinete de computadores, embora existam algumas escolas que não possuem esse material, mas os professores carregam seus laptops e através de dados que explicam aos alunos. <br><a href="http://www.educatic.org.bo/notas-de-actualidad/255-uso-de-la-tecnologia-en-educacion-mejora-rendimiento-escolar-en-15-a-27">http://www.educatic.org.bo/notas-de-actualidad/255-uso-de-la-tecnologia-en-educacion-mejora-rendimiento-escolar-pt-15-a-27<br></a><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-09 01:24:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O uso das TIC nas salas de aula argentinas </title>
         <author>marcoaliza</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/239981952</link>
         <description><![CDATA[<div>Um relatório da Universidade Internacional de Valência deu dados interessantes sobre o uso das TIC na educação em cinco países europeus e cinco países latino-americanos, entre os quais o nosso país.<br>Um <a href="http://www.viu.es/download/noticias/Informe%20investigaci%C3%B3n%20VIU%20-%20Equipamiento%20y%20utilizaci%C3%B3n%20de%20las%20TIC.pdf"><strong>relatório</strong></a> recente&nbsp; elaborado pela <a href="http://www.viu.es/"><strong>Universidade Internacional de Valência</strong></a>&nbsp; (VIU), denominado "Equipamento e uso das TIC nos centros educacionais europeus e latino-americanos", mostra-nos o grau de implementação do uso de novas tecnologias em centros educacionais em um global Na Argentina, com a implementação em 2010 do <a href="http://www.conectarigualdad.gob.ar/">Programa Connect Equality</a> , professores e alunos de educação secundária e especial receberam um computador para cada um. No final de 2014, com 4.705.613 netbooks entregues, o universo foi concluído.<br><a href="http://noticias.universia.com.ar/educacion/noticia/2015/03/27/1122317/uso-tic-aulas-argentinas.html">http://noticias.universia.com.ar/educacion/noticia/2015/03/27/1122317/uso-tic-aulas-argentinas.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-09 01:29:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O uso das TIC nas salas de aula leva alunos de São Gonçalo do Sapucaí ao Reino Unido!</title>
         <author>vanusaeugenio</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/239984328</link>
         <description><![CDATA[<div>Leia a reportagem no site do <a href="http://www.brasilmetropole.com.br/index.php/noticias/sul-de-minas/item/26697-equipe-lego-bros-e-a-vencedora-da-categoria-programacao-do-torneio-de-robotica-fll">Brasil Metrópole</a> ou no site do CNI:</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.brasilmetropole.com.br/index.php/noticias/sul-de-minas/item/26697-equipe-lego-bros-e-a-vencedora-da-categoria-programacao-do-torneio-de-robotica-fll" />
         <pubDate>2018-03-09 01:41:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/239984328</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O COMPUTADOR NA SALA DE AULA: UMA PESQUISA EM 03 ESCOLAS BRASILEIRAS DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO NA PROVÍNCIA DE SAITAMA-KEN JAPÃO</title>
         <author>perlamatos</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240496080</link>
         <description><![CDATA[<div>A importância da utilização da tecnologia computacional<br>na área educacional é indiscutível e necessária, seja no<br>sentido pedagógico, seja no sentido social. Não cabe<br>mais à escola preparar o aluno apenas nas habilidades<br>de lingüística e lógico-matemática, apresentar o<br>conhecimento dividido em partes, fazer do professor<br>o grande detentor de todo o conhecimento e valorizar<br>apenas a memorização. Hoje, com o novo conceito de<br>inteligência, em que podemos desenvolver as pessoas em<br>suas diversas habilidades, o computador aparece num<br>momento bastante oportuno, inclusive para facilitar o<br>desenvolvimento dessas habilidades – lógico-matemática,<br>lingüística, interpessoal, intrapessoal, espacial, musical,<br>corpo-cinestésica, naturista e pictórica (TAJRA, 2000).</div>]]></description>
         <enclosure url="http://m.monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-computador-na-sala-aula-uma-pesquisa-03-escolas-brasileiras.htm" />
         <pubDate>2018-03-10 21:21:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240496080</guid>
      </item>
      <item>
         <title>52% DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO BÁSICA USAM CELULAR EM ATIVIDADES ESCOLARES, APONTA ESTUDO DA CETIC             De 2015 para 2016, número de professores que usam a internet do celular em atividades com os alunos cresceu em 10%.                               Por Clara Campoli, G1 03/08/2017 11h11  Atualizado 03/08/2017 16h47 O celular, antes tão mal visto no ambiente escolar, vai ocupando cada vez mais espaço na sala de aula: em 2016, 52% das escolas utilizavam o aparelho em atividades com os alunos. É o que aponta a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic), divulgado nesta quinta-feira (3).</title>
         <author>klydiassiq</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240557508</link>
         <description><![CDATA[<div>O estudo mostra dados sobre utilização da internet e de celulares em sala de aula, em escolas públicas e particulares em áreas urbanas de todo o país. Foram coletados dados de 1.106 escolas, em turmas de 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 2º ano do ensino médio. Participaram das entrevistas 935 diretores, 922 coordenadores pedagógicos, 1.854 professores de diversas disciplinas e 11.069 estudantes. A pesquisa aconteceu entre agosto e dezembro de 2016.</div><div>A popularização dos aparelhos pode ter relação com essa nova realidade. Dos estudantes que têm acesso à internet, 77% usam a rede por meio do celular. O segundo aparelho mais utilizado, o computador de mesa, tem apenas 9% de participação nesta estatística. O acesso dos professores à tecnologia aumentou ao longo dos anos: em 2011, apenas 15% deles possuíam um smartphone. Em 2016, o número atingiu os 91%.<br>Os maiores usuários de smartphones, entre os alunos que usam a internet, são os adolescentes: do total de estudantes do 9º ano do ensino fundamental, 33% dizem usar os aparelhos na escola, contra 49% dos alunos do 2° ano do ensino médio. Entre as crianças, a utilização é menor: apenas 7% dos estudantes do 5º ano do ensino fundamental usam a tecnologia na escola.</div><div>Estes números quase se invertem quando se trata do uso do smartphone por parte dos professores em atividades escolares. Em 2016, 61% dos professores declararam que utilizam a tecnologia para lecionar nas turmas de 5º ano, contra 42% e 41% dos docentes de 8º e 2º ano, respectivamente. A utilização é maior nas escolas particulares que nas públicas: são 61% de usuários contra 46%.<br>Em 2015, 87% das escolas declararam ter acesso à rede sem fio. O número aumentou para 92% no ano seguinte. No entanto, nos dois períodos, apenas 10% delas declararam ter uso livre para todos. No último ano, 21% das instituições informaram que o uso é restrito, com senha disponível para os alunos, enquanto 61% não liberam o acesso para os estudantes.</div><div><br></div><div><strong>Acesso</strong></div><div><br></div><div>As escolas públicas e particulares apresentam números altos de máquinas disponíveis em sala de aula: 98% e 96% têm computadores de mesa, enquanto 86% e 92% também contam com computadores portáteis, respectivamente. A internet está disponível na maioria das escolas urbanas: 98% das instituições particulares e 95% das públicas declararam possuir o serviço.</div><div>Os tradicionais laboratórios de informática são bastante utilizados em escolas particulares, embora estejam em desuso. Do total de instituições que responderam à pesquisa, 47% tem as salas de aula para a atividade, e 46% as utilizam. Na rede pública, o número de laboratórios não aproveitados é bem maior: 81% das escolas possuem o ambiente, mas apenas 59% o usam.</div><div>"Embora os laboratórios estejam bastante presentes nas escolas públicas, o uso é baixo. Nas particulares, esse espaço se desloca para a sala de aula, biblioteca... isso mostra um avanço das particulares nesse aspecto", comentou, em coletiva de imprensa, o gerente do Cetic, Alexandre Barbosa.<br><strong>Avaliação</strong></div><div><br></div><div>A pesquisa do Cetic buscou conhecer a percepção dos professores sobre o uso das tecnologias nas escolas. A perspectiva dos profissionais é, em sua maioria, bastante positiva. Segundo o estudo, 67% agora têm contato com professores e especialistas de outras escolas, 77% passaram a se comunicar com os estudantes com maior facilidade e 94% garantem que agora têm acesso a materiais mais diversificados ou de melhor qualidade.</div><div>Algumas necessidades de mudança foram observadas na pesquisa. Questionados sobre, diretores e coordenadores pedagógicos das redes pública e privada divergiram sobre o que é prioridade. Para os diretores de escolas públicas, o mais importante é aumentar o número de computadores por aluno. Os colegas da rede privada, no entanto, vêem como prioridade o desenvolvimento de práticas de ensino que envolvam uso de computador e internet.</div><div>Consultados, os coordenadores pedagógicos da rede também divergem entre si. Na rede pública, as atenções se dividem entre as duas categorias citadas. Os funcionários da rede privada, no entanto, concordam com os diretores de suas escolas e vêem o desenvolvimento de novas práticas de ensino como a maior prioridade no momento.<br><strong>"Essa diferença entre o uso do laboratório em públicas e em privadas traz indícios de novas práticas pedagógicas, mas também de uma apropriação da cultura digital nas salas de aula. Estamos saindo de uma educação expositiva para uma educação compartilhada." Leila Iannone, coordenadora da pesquisa<br></strong>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/educacao/noticia/52-das-instituicoes-de-educacao-basica-usam-celular-em-atividades-escolares-aponta-estudo-da-cetic.ghtml">https://g1.globo.com/educacao/noticia/52-das-instituicoes-de-educacao-basica-usam-celular-em-atividades-escolares-aponta-estudo-da-cetic.ghtml</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 12:38:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento das Tecnologias da Comunicação em Cuba, Silenciadas pela mídia (I)Publicado em 25 de Junho de 2012 por tudoparaminhacubaFonte: CUBAINFORMACION       Artigo de Omar Pérez Solomon                       La Pupila Insomne         Enquanto o vizinho do Norte faz até o impossível para impedir o acesso de Cuba para as tecnologias de informação e comunicação e são campanhas de mídia que apresentaram a revolução cubana como inimigo da Internet e a utilização das TIC, Cuba neste fim-de-semana foi palco de uma série de acções para a promoção da sua utilização, dependendo do crescimento cultural e educacional de seus habitantes.Festivais de conhecimento baseados em tecnologia da informação em todos os municípios do país, a distribuição gratuita de conteúdo digital de alto valor cultural e muitas acções mais tive lugar, de um extremo a outro da ilha. Embora pouco difundido fora da ilha, não é algo novo. Em 1984, Fidel Castro expressou:“Acho que é essencial, desde que chegaram a estas conquistas, porque podemos ter vindo de tão longe, olhar a longo prazo e prestar mais atenção à educação e o uso de técnicas de computador, para isso deve ser preparado professores, deve começar pelas universidades será impossível no futuro para melhorar alguma coisa sem o uso de computadores.”Hoje, existe a possibilidade de ter ao dia cada dado, cada dígito, cada coisa, cada ramo e informações constantemente actualizadas por meio de programas de computador.É um paradoxo que acusem a Cuba de limitar o acesso às TIC, quando desde os primeiros anos da revolução, deram os passos para fabricar computadores no país e introduzir o ensino do computador em diferentes níveis de ensino; quando todos os alunos de todos os ensinamentos têm acesso diário a vários materiais e informações úteis através de computadores instalados em todas as escolas, no caso de universidades, através da rede de redes e mais de 600 Jovens Clubes de Computação  se formaram mais de 3 milhões de pessoas em cursos que visam dotar a Comunidade com uma cultura da computação, com prioridade para crianças, adolescentes e jovens, mas também a pessoas com deficiência ou idosos.A ilha possui recursos humanos altamente qualificados nas TIC  – terceiro lugar entre todos os países de acordo com o último relatório da União Internacional de Telecomunicações – priorizando a conexão social à rede para assegurar seu uso social, e que pode ser usado correctamente por médicos, cientistas, estudantes, profissionais, jornalistas, artistas e escritores, empresas, centros de investigação e muitos mais, em meio as restrições económicas que o país enfrenta.</title>
         <author>miccoelho</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240595044</link>
         <description><![CDATA[<div>Informação que contraria a exposição da mídia sobre  a ilha de Cuba. O informe para o mundo é de processos obsoletos em todas as áreas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 17:10:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Países árabes e da América do Sul querem mais integração em educação ensino do árabe nas nações sul-americanas e do espanhol e português em países árabes.                                    Foi  considerado uma meta nesta sexta-feira em Lima pelos ministros da Educação de ambos os blocos, como uma forma de aproximar ambas as regiões.A decisão foi adotada na II Reunião de ministros da Educação da América do Sul e dos Países Árabes (ASPA), que em seus dois primeiros dias, quarta e quinta-feira, foi realizada por especialistas em educação.No dia final do encontro, que teve a participação de ministros árabes e sul-americanos, foi aprovada a proposta de promover a aprendizagem dos três idiomas por meio da criação de centros de estudos, informou a ministra da Educação do Peru, Patricia Salas. A secretária-geral adjunta da Liga dos Estados Árabes, Faeqa Alsaleh, destacou a importância deste acordo ao ressaltar que com o ensino dos idiomas, as distâncias geográficas serão encurtadas.&quot;Temos semelhanças em questões culturais com as nações sul-americanas e queremos ter uma ligação maior por meio do idioma&quot;, ressaltou a representante árabe.A ideia é criar centros de estudos para o ensino dos idiomas nas universidades em uma primeira etapa.Os ministros estabeleceram também a criação da Rede Educativa e Científica conjunta do bloco ASPA para a troca de informações em temas de educação.Um outro viés, para o uso da tecnologia. agora, com uma proposta que traz em seu bojo a responsabilidade de encurtar distâncias entre culturas, compartilhar aprendizagens e saberes mundiais Fontehttp://noticias.terra.com.br/mundo/orientemedio/ministros-da-america-do-sul-e-dos-paises-arabes-promovem-ensino-comum-de-seus-idiomas,f47f6b45a3481410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html</title>
         <author>miccoelho</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240599560</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 17:38:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>TIC na educação do Brasil</title>
         <author>wolkmar</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240607662</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo abaixo me chamou a atenção, pois sei que existe a intenção de melhora, estamos engatinhando neste sentido. Grifei dois parágrafos que me chamou atenção. O primeiro foi mostrar a importância das Tic na educação e depois mostrar a situação do país, que isto foi confirmado nos nossos relatos da atividade 1.<br><br>Vou deixar vocês lerem, não percam a leitura.<br><br>TIC bi educação do Brasil: Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) exercem um papel cada vez mais importante na forma de nos comunicarmos, aprendermos e vivermos.<br><br></div><div>O desafio é equipar essas tecnologias efetivamente de forma a atender aos interesses dos aprendizes e da grande comunidade de ensino e aprendizagem.<br><br></div><div><strong><mark>A UNESCO acredita que as TIC podem contribuir com o acesso universal da educação, a equidade na educação, a qualidade de ensino e aprendizagem, o desenvolvimento profissional de professores, bem como melhorar a gestão, a governança e a administração educacional ao fornecer a mistura certa e organizada de políticas, tecnologias e capacidades.<br></mark></strong><br></div><div>A UNESCO aborda as TIC para a educação de forma abrangente por meio de uma plataforma intersetorial própria, focada no trabalho conjunto dos setores de Comunicação e informação, Educação, e Ciências, onde as questões sobre acesso, inclusão, equidade e qualidade na educação são tratadas.<br><br></div><div>A UNESCO – seus escritórios nacionais, recionais e institutos – em colaboração com seus parceiros, desenvolve recursos que podem ajudar os países a elaborarem TIC nas políticas, estratégias e atividades educacionais de forma efetiva, incluindo a garantia de que essas estratégias enfrentem desafios causados pela exclusão digital das populações mais desfavorecidas.<br><br></div><div><strong>Seu programa inclui:<br></strong><br></div><ul><li>Capacitação e aconselhamento de políticas públicas para o uso de tecnologias na educação, particularmente nos domínios emergentes como a aprendizagem móvel.</li><li>&nbsp;Garantia de que professores tenham as habilidades necessárias para usar as TIC em todos os aspectos da prática de sua profissão por meio de ferramentas como o Marco Político de Padrões de Competência em TIC para Professores.</li><li>Apoio do uso e desenvolvimento de recursos e softwares educacionais plurilíngues, que sejam disponíveis para uso e reuso como resultado de licenças abertas (recursos educacionais abertos – REA; software livre e aberto [free and open source software – FOSS]).</li><li>Promoção de ITC para educação inclusiva, que inclua pessoas com deficiências e proporcione a igualdade de gênero.</li><li>Coleta de dados estatísticos e desenvolvimento de indicadores sobre o uso de TIC na educação.</li><li>Provisão de apoio à políticas públicas que garantem que o potencial de ITC seja aplicado efetivamente por todo o sistema educacional.<br>O Instituto de Tecnologias de Informação para a Educação (UNESCO Institute for Information Technologies in Education – IITE), com sede em Moscou, se especializa em intercâmbio de informações, pesquisa e treinamento sobre a integração das TIC em educação.</li></ul><div>A UNESCO trabalha com comunidades educacionais do mundo todo – Ministérios da Educação, institutos especializados, professores, aprendizes e participantes em capacitações – para alavancar efetivamente o potencial das TIC de forma a elevar a qualidade do ensino e da aprendizagem.<br><br></div><div><strong>O uso de TIC na educação do Brasil<br></strong><br></div><div><strong>O Brasil precisa melhorar a competência dos professores em utilizar as tecnologias de comunicação e informação na educação. A forma como o sistema educacional incorpora as TIC afeta diretamente a diminuição da exclusão digital existente no país.<br></strong><br></div><div>Vários pontos devem ser levados em conta quando se procura responder a questões como: Como as TIC podem ser utilizadas para acelerar o desenvolvimento em direção à meta de "educação para todos e ao longo da vida"? Como elas podem propiciar melhor equilíbrio entre ampla cobertura e excelência na educação? Como ela podem contribuir para reconciliar universalidade e especificidade local do conhecimento? Como pode a educação preparar os indivíduos e a sociedade de forma a que eles dominem as tecnologias que permeiam crescentemente todos os setores da vida e possam tirar proveito delas?<br><br></div><ul><li>Primeiro, as TICs são apenas uma parte de um contínuo desenvolvimento de tecnologias, a começar pelo giz e os livros, todos podendo apoiar e enriquecer a aprendizagem.</li><li>Segundo, as TIC, como qualquer ferramenta, devem ser usadas e adaptadas para servir a fins educacionais.</li><li>Terceiro, várias questões éticas e legais, como as vinculadas à propriedade do conhecimento, ao crescente tratamento da educação como uma mercadoria, à globalização da educação face à diversidade cultural, interferem no amplo uso das TIC na educação.</li></ul><div>Na busca de soluções a essas questões, a UNESCO coopera com o governo brasileiro na promoção de ações de disseminação de TIC nas escolas com o objetivo de melhorar a qualidade do processo ensino-aprendizagem, entendendo que o letramento digital é uma decorrência natural da utilização frequente dessas tecnologias. O <a href="http://www.mec.gov.br/">Ministério da Educação</a> tem a meta de universalizar os laboratórios de informática em todas as escolas públicas até 2010, incluindo as rurais. A UNESCO também coopera com o Programa <a href="http://portal.mec.gov.br/tvescola/">TV Escola</a>, para explorar a convergência das mídias digitais na ampliação da interatividade dos conteúdos televisivos utilizados no ensino presencial e a distância.<br><br></div><div>A UNESCO no Brasil conta com a permanente parceria das Cátedras UNESCO em Educação a Distância em várias universidades brasileiras, que utilizam as TIC para promover a democratização do acesso ao conhecimento no país.<br><br><br>REFERÊNCIA<br><a href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-and-information/access-to-knowledge/ict-in-education/">http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-and-information/access-to-knowledge/ict-in-education/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 18:27:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240607662</guid>
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         <title>Educação com uso de TIC´s na Finlândia. </title>
         <author>marianasenra</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240611274</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso das TIC´s em sala de aula vem agregar a qualidade das aulas, sendo essas ferramentas mais uma, dentre tantas outras que podem ser utilizadas no processo educacional. O uso das TIC´s não se sobrepõem ao professor, livros, etc. Pelo contrário, elas adicionam possibilidades de pesquisas e fontes de informação. Na reportagem cita uma atividade interativa entre uma escola na Finlândia e uma escola na Alemanha por meio de uma conferência em vídeo, assunto tratado: Imigração na Europa. Acredito ser uma real maneira para de tratar o assunto já que imigração inclui contato com outros países e cultura. <br><br><strong>Fonte</strong>:</div><div>https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2017/06/10/revolucao-educacional-na-finlandia-quer-preparar-alunos-para-era-digital.htm<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2017/06/10/revolucao-educacional-na-finlandia-quer-preparar-alunos-para-era-digital.htm" />
         <pubDate>2018-03-11 18:49:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CHILE E URUGUAI INVESTEM EM TECNOLOGIA EM CLASSE</title>
         <author>xavier_pmedeiros</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240647283</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando o assunto é tecnologia de informação e comunicação (TIC's) em sala de aula os uruguaios e chilenos estão à nossa frente. Enquanto o Brasil sequer definiu uma política integrada de validação e aplicação de práticas pedagógicas envolvendo tecnologia, o Chile já criou um método que avalia o impacto do uso de tecnologias em sala de aula e o Uruguai através da implementação do Plano Ceibal já distribui computadores a quase 100% de alunos e professores do primário da rede pública de ensino. Além disso, estes países não estão preocupados apenas em capacitar continuamente seus professores e disponibilizar uma boa infraestrutura mas, principalmente em avaliar se o uso da TIC está sendo realmente efetivo no processo de ensino aprendizagem.<br>Fonte:</div><div>&nbsp;<a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html">http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-03-11 22:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Professor do Gana mostra que é possível ensinar informática sem um computador</title>
         <author>s_oliveira61</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240657805</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando se fala da utilização das TICs na educação e da forma como o mundo se apresenta em quase todas como áreas, globalizado, conectado, é quase impossível pensar sem ensino sem uso de ferramentas e equipamentos que sirvam para facilitar a aprendizagem eo conhecimento dos alunos.</div><div>No Brasil, boa parte dos estudantes tem acesso às TICs, através da utilização de computadores ou celulares. Mas o que pensar do ensino da informática, em sala de aula, sem usar qualquer equipamento informático?</div><div>Na era das TICs, um professor não Gana apresenta essa capacidade ao ensinar como crianças de informática, sem usar um computador ou celular. Utilize um quadro negro e colorido para simular uma tela de um computador garantindo que seus alunos tenham uma ideia daquilo que irão ver quando tiverem uma possibilidade de usar um computador.&nbsp;</div><div>Para este professor, uma utilização das TICs na educação, sobretudo, com muita imaginação e vontade de fornecer seus conhecimentos sobre a sua sobra.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://zap.aeiou.pt/professor-gana-informatica-sem-computador-193849">https://zap.aeiou.pt/professor-gana-informatica-sem-computador-193849</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-03-12 00:21:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologias a professores e idosos</title>
         <author>elisamariarodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240846724</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentro da proposta atual de educação, onde o professor deixa de ser mero transmissor de conhecimentos e passa a ser mediador da aprendizagem, onde não só ensina, mas também aprende com os outros, vemos na Finlândia uma iniciativa que talvez seja parte da solução de alguns problemas que enfrentamos por aqui, que é a dificuldade de trabalhar com determinadas tecnologias.<br><br></div><div>Com essa iniciativa, os alunos se empoderam do seu conhecimento e se sentem parte importante dessa aprendizagem, proporcionando aos professores e idosos conhecer mais sobre as tecnologias. Esse “efeito ao contrário” faz com que os professores tenham a oportunidade de vivenciar uma troca de experiências não só no aspecto técnico, mas comportamental e social da aprendizagem. Vale a pena conferir e “copiar” a ideia!<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.claudiawallin.com.br/2017/11/28/na-finlandia-alunos-agora-ensinam-tecnologia-professores-e-idosos/" />
         <pubDate>2018-03-12 13:31:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GERNOT MÜLLER INTEGRAÇÃO CURRICULAR DAS TIC NO SISTEMA DE ENSINO EMMOÇAMBIQUE: INICIATIVAS EM CURSO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240884680</link>
         <description><![CDATA[<div> Estão sendo desenvolvidas várias ações que iniciam com a introdução de TIC´s em várias atividades economicas e sociais e também no sistema educacional Moçambicano. Desta forma o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) tem desenvolvido uma série de ações para promover a utilização de TIC´s, ainda de forma embrionária. Mas interessante ver a percepção da necessidade desta inclusão na formação dos indivíduos.<br>Fonte:<a href="http://ticeduca.ie.ul.pt/atas/pdf/281.pdf">http://ticeduca.ie.ul.pt/atas/pdf/281.pdf</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-03-12 14:23:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>França vai proibir uso de celulares para alunos do ensino fundamental</title>
         <author>elisamariarodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/240902937</link>
         <description><![CDATA[<div>Em pleno século XXI, com todo o avanço tecnológico, ainda vemos atitudes radicais e conservadoras, inclusive em países considerados avançados, como a França. Com o intuito de manter os alunos dentro do que eles consideram comportamento ideal, a França estuda proibir o uso dos Smartphone na sala de aula e locais previstos por cada escola. A justificativa é de que as crianças e adolescentes acessam de tudo pela internet, sem pensar nos problemas que poderão surgir. A iniciativa gera polêmicas e divide opiniões, uma vez que proibir seja apenas um método curativo e não preventivo para todos esses problemas apresentados, já que as crianças e adolescentes não acessam a internet somente na escola. Penso que a escola poderia aproveitar a oportunidade e desenvolver um trabalho de conscientização com os alunos, proporcionando a eles refletirem sobre o uso correto, ultrapassando os muros da escola.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/educacao/noticia/franca-vai-proibir-uso-de-celulares-para-alunos-do-ensino-fundamental.ghtml" />
         <pubDate>2018-03-12 14:50:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tecnologias estão mais presentes nas salas de aula na América Latina</title>
         <author>leikorggo</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241044969</link>
         <description><![CDATA[<div>No lugar do lápis e do caderno, os tablets e os smartphones aparecem cada vez mais nas salas de aula de diferentes países da América Latina. Pesquisadores apontam que este fenômeno estaria em seu impulso definitivo e que até poderia ser chamada de uma revolução tecnológica. Porém, tamanho aumento tem demonstrado carências e deficiências que a região ainda enfrenta. Entre os mais variados lugares, há iniciativas promissoras e inovadoras, mas o impacto das tecnologias no processo de aprendizagem ainda é um desafio sem resultado concreto.</div><div>No Chile, por exemplo, onde pelo menos 81% dos estabelecimentos de ensino possuem acesso a internet, o site “Rede de Professores Inovadores de Educar Chile” coloca a tecnologia a serviço do ensino. Lá, profissionais de todo o país trocam métodos e experiências.&nbsp;</div><div>Outra iniciativa chilena inovadora foi feita através da Fundação Telefônica, que lançou um curso de robótica nas escolas técnicas profissionais. Além de aprender conceitos básicos de programação e eletrônica, os alunos desenvolvem competências e habilidades sociais, tais como trabalho em equipe, raciocínio crítico, entre outros. <br>Já no Peru, os quadros interativos, os computadores e os softwares educacionais são algumas das ferramentas cada vez mais usadas em escolas. No país andino, os métodos de ensino estão passando por uma metamorfose para se adaptarem às atuais mudanças tecnológicas. Para o consultor educacional Ivan Montes, apesar do avanço, os novos dispositivos por si só não melhoram a qualidade do ensino.<br>No Brasil, o governo federal também possui uma iniciativa chamada de “Tablet educacional”, que faz parte do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo Integrado). Todas as escolas indicadas pelos estados receberão um projetor para cada quatro salas e dois tablets de 9,7 polegadas.<br>Na Colômbia, o governo federal também atuou para unir tecnologia e educação. O projeto “Computadores para Educar” beneficiou oito milhões de crianças em seus 15 anos de existência. É um programa conjunto do Ministério da Tecnologia da Informação (MINTIC), o Ministério da Educação e empresas privadas, que visa a melhorar a conectividade das escolas públicas e fornecer computadores e tablets de qualidade.<br>Já na Argentina, vários projetos refletem o potencial dos avanços tecnológicos aplicados à educação. Uma das primeiras instituições que aderiu a essa nova realidade foi a escola Belgrano Day School, no bairro de Belgrano. Lá, o processo começou em 2003 com a formação de professores, implantação da conectividade e compra de equipamentos (pendrive, câmeras digitais, projetores). Isto tudo como forma de preparação para aplicar a aula virtual.<br><br><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:420,&quot;url&quot;:&quot;https://ogimg.infoglobo.com.br/in/16047355-209-9c2/FT1086A/420/xgdatecnologia2.jpg.pagespeed.ic.hPZCc-4VQd.jpg&quot;,&quot;width&quot;:699}" data-trix-content-type="image"><img src="https://ogimg.infoglobo.com.br/in/16047355-209-9c2/FT1086A/420/xgdatecnologia2.jpg.pagespeed.ic.hPZCc-4VQd.jpg" width="699" height="420"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><br><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334">https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-03-12 18:16:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Adriana Souza Campos</title>
         <author>dri_4612</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241100915</link>
         <description><![CDATA[<div>Título&nbsp; <strong>Experiências avaliativas de tecnologias digitais na Educação<br></strong>&nbsp;A pesquisa solicitada pelos professores colocou-me uma preciosidade nas mãos.&nbsp; Uma publicação da Fundação Telefônica/vivo e da Unesco com o titulo da minha postagem. São experiências de profissionais da educação na França e dos países da América Latina. Baixei... acho que vou precisar para monografia.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://unesdoc.unesco.org/images/0024/002473/247332POR.pdf" />
         <pubDate>2018-03-12 19:59:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O futuro da aprendizagem móvel</title>
         <author>janine_fct</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241147882</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisando sobre o uso das Tics na Educação, encontrei este documento super interessante da Unesco que é parte de uma&nbsp; série intitulada “Documentos de trabalho sobre aprendizagem móvel”. Dentre os inúmeros exemplos, o presente texto publicado em 2013 na França traz novidades como a ferramenta <a href="https://scratch.mit.edu/"><strong><em>Scratch </em></strong></a>do Massachusetts<br>Technology Institute (MIT), que permite aos estudantes adquirir habilidades autênticas de programação criando suas próprias histórias interativas, <em>games</em>, música e arte. Através de uma linguagem inovadora de programação, os usuários arrastam e soltam elementos de código em vez de digitá-los. Outro exemplo de tecnologia que promete otimizar os processos de estudo e revisão da informação é o <a href="https://www.supermemo.com/pt-br/frontpage"><strong><em>SuperMemo</em></strong></a>. Seus desenvolvedores buscaram várias ideias de teorias de aprendizagem altamente especializadas para criar o aplicativo que busca facilitar a transferência da informação da memória de curto prazo para a de longo prazo. <br><br><strong>Referência</strong><br> <strong>O Futuro da aprendizagem móvel</strong>: implicações para planejadores e gestores de políticas. Brasília: UNESCO, 2014. 64 p. (Documentos de trabalho da UNESCO sobre aprendizagem móvel). Incl. Bibl. ISBN: 978-85-7652-188-4&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002280/228074por.pdf" />
         <pubDate>2018-03-12 22:58:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lições globais do governo da Estônia, com experiência em tecnologia</title>
         <author>taniareginagabriel</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241188410</link>
         <description><![CDATA[<div>As TICs estão sendo utilizadas na educação em diversos lugares do mundo e um exemplo bem sucedido é a Estônia, com uma inovação tecnológica massiva e revolução digital.&nbsp; Os principais aspectos da <em>e</em>-Estonia são:</div><ul><li>os grandes investimentos em infraestrutura de computadores e redes.</li><li>no final dos anos 90, todas as escolas estonianas estavam <em>online</em>.</li><li>a formação gratuita em informática para a população adulta.</li><li>as crianças estonianas aprendem programação de computadores a partir dos 7 anos de idade.</li><li>em 2016, 91,4% dos estonianos usavam a internet.</li><li>a parceria e cooperação entre o setor privado, instituições acadêmicas e cidadãos fortalecendo a educação.</li><li>a robótica, os clubes de codificação e a programação são populares.</li><li>os programas educacionais são conduzidos pela Fundação de Tecnologia da Informação para a Educação.</li><li>criado o sistema nacional para ensinar crianças em idade escolar, dos 7 aos 19 anos, a como codificar, a criar conteúdo digital e tecnológico.</li><li>na Estônia foi criado o Skype.</li><li>a Estônia é o único país onde os processos de elaboração da legislação e de coordenação interministerial são transparentes.</li></ul><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:459,&quot;url&quot;:&quot;https://ru.unesco.org/sites/default/files/bd_estonia_s._de_luigi_02.jpg&quot;,&quot;width&quot;:688}" data-trix-content-type="image"><img src="https://ru.unesco.org/sites/default/files/bd_estonia_s._de_luigi_02.jpg" width="688" height="459"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>As crianças começam cedo com os computadores: uma aula de programação na Escola Secundária Gustav Adolph (fundada em 1631), em Talin, Estônia.</div><div><br><br><strong>REFERÊNCIA</strong><br>UNESCO. Lições globais do governo da Estônia, com experiência em tecnologia. <strong>O Correio da UNESCO</strong>. v. 1, p. 27-30, abr./jun. 2017. Disponível em: &lt;http://unesdoc.unesco.org/images/0024/002481/248106por.pdf&gt;. Acesso em: 10 mar. 2018.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/263790749/6e35260fd063ef774699c5023a59733b/O_correio_da_UNESCO_Abr_Jun_2017.pdf" />
         <pubDate>2018-03-13 02:58:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>edson_bjunior</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241350466</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7#share" />
         <pubDate>2018-03-13 13:22:51 UTC</pubDate>
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         <title>España a la cabeza de Europa en el uso de las TIC en el aula</title>
         <author>edson_bjunior</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241352582</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Un nuevo estudio español donde se analizan 10 países, 5 europeos y 5 latinoamericanos, asegura que tanto España como Reino Unido se encuentran a la cabeza en el uso de las tecnologías en el aula, por encima de la media comunitaria.<br><br>Las tecnologías en el aula han comenzado a adquirir fuerza en el mundo y España no se ha quedado atrás. De hecho, un nuevo estudio realizado por la <a href="http://www.viu.es/"><strong>Universidad Internacional de Valencia (VIU)</strong></a>, afirma <strong>Reino Unido y nuestro país se encuentran por encima de la media europea</strong> con respecto al número de ordenadores por alumno en clase. <br><br>El estudio analiza la presencia de las tecnologías de información en comunicación (TIC) en 10 países, 5 europeos (Finlandia, Francia, Alemania, Reino Unido y España) y 5 latinoamericanos (Brasil, Argentina, Uruguay, Chile y Costa Rica). Concretamente en nuestro país <strong>hay 32 ordenadores por cada 100 estudiantes de Primaria</strong> y 31 por cada 100 de Secundaria, notoriamente por encima de la media europea.&nbsp;</div><div><br>Resulta muy llamativo que Finlandia, país donde se obtienen los mejores resultados del Informe PISA de Europa y considerado uno de los países con el mejor sistema educativo del mundo, sea el país de la Unión Europea (UE) con la tasa más baja de uso semanal de las TICs en el aula, con apenas un 27%. A éste le sigue Alemania, la meca de la tecnología europea, con tan sólo un 31%. Entretanto, <strong>Reino Unido registra valores del 71%</strong>.&nbsp; <br>El estudio, denominado “Equipamiento y uso de las Tecnologías de la Información y la Comunicación en los centros europeos y latinoamericanos”, revela que España y Reino Unido son los países de Europa donde se utilizan más frecuentemente las TICs en el aula, y <strong>donde hay más centros de conexión a Internet</strong>. El estudio pretende ofrecer una perspectiva en cuanto a la integración de las TICS en los diferentes sistemas educativos a partir de 3 indicadores diferentes: el equipamiento de los centros, integración curricular de las TIC y uso de las mismas.</div><div><br>Con respecto al uso de las TICS por el cuerpo docente, el informe sostiene que 8 de cada 10 profesores han utilizado las tecnologías en el aula, y <strong>9 de cada 10 han utilizado las herramientas digitales para preparar los contenidos de las lecciones</strong>. La mayoría de los países utilizan las TICS para todas las asignaturas de forma transversal. Asimismo, en todos los países del estudio, menos Finlandia, en Secundaria las TICS ya forman parte de la currícula como un contenido independiente.<br><br><a href="http://noticias.universia.es/educacion/noticia/2015/03/23/1122050/espana-cabeza-europa-uso-tic-aula.html">http://noticias.universia.es/educacion/noticia/2015/03/23/1122050/espana-cabeza-europa-uso-tic-aula.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 13:24:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241352582</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TIC na educação do Brasil</title>
         <author>eng_brunocarmelito</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241417478</link>
         <description><![CDATA[<div>A UNESCO aborda as TIC para a educação de forma abrangente por meio de uma plataforma intersetorial própria, focada no trabalho conjunto dos setores de Comunicação e informação, Educação, e Ciências, onde as questões sobre acesso, inclusão, equidade e qualidade na educação são tratadas. </div><div>A UNESCO – seus escritórios nacionais, recionais e institutos – em colaboração com seus parceiros, desenvolve recursos que podem ajudar os países a elaborarem TIC nas políticas, estratégias e atividades educacionais de forma efetiva, incluindo a garantia de que essas estratégias enfrentem desafios causados pela exclusão digital das populações mais desfavorecidas. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-and-information/access-to-knowledge/ict-in-education/" />
         <pubDate>2018-03-13 14:54:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241417478</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Educação e o Impacto da Tecnologia na NigériaSETEMBRO 7, 2016</title>
         <author>rodriguesdg</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241538096</link>
         <description><![CDATA[<div><br>(...)</div><div><br>Na Nigéria, as escolas públicas e privadas abraçaram a tecnologia como um jogador aguerrido,  através do uso de dispositivos com internet que tornam a leitura, escrita e a aprendizagem interessante, e uma experiência excitante e notável para os professores e estudantes. Actualmente,  os professores tem acesso a material didático relevante proveniente de outras partes do mundo que podem ser adoptadas e adaptadas a realidade em causa. Não é raro encontrar professores e estudantes, quer no ensino público ou privado que demonstram competências excepcionais no uso dos aparelhos tecnológicos mais recentes. Os pais estão cada vez mais inclinados a inscrever os seus filhos em acampamentos de verão no <a href="http://cchubnigeria.com/">CCHUB</a> (Co-Creation Hub): “um centro de inovação social dedicado a aceleração da aplicação do capital social e tecnologia para a prosperidade económica.” Aqui, eles aprendem conhecimentos básicos de codificação, desenvolvimento de aplicações, desenho gráfico e de websites. A maior parte das escolas estão equipadas para dar as crianças um conhecimento sólido no uso e aplicação de softwares e apps de A a Z, para melhorar a sua educação e explorar as maravilhas infinitas que a tecnologia tem para oferecer.<br><br></div><div>Existem ainda, filantropos individuais bem como organizações corporativas focadas em actividades de responsabilidade social que tem um orçamento para fornecer laboratórios de informática as escolas públicas na Nigéria. Os <em>gostos</em> nas páginas da <a href="http://foundation.mtnonline.com/education">MTN</a><a href="http://etisalat.com.ng/corporate-social-responsibility/">, Etisalat</a>, Airtel, <a href="http://www.oandofoundation.org/EducationProgram.html#prettyPhoto%5B3%5D/0/">Oando Foundation</a> e Multichoice também faz com que estas empresas adoptem escolas públicas como parte da sua comunidade beneficiaria fornecendo a estas especificamente apoio na formação em TICs, em parceria com instituições como a Microsoft, British Council e a Google. A srª Funmi Adebajo, da Kindle África, uma organização que fornece apoio educacional e vocacional, deu a sua opinião sobre o impacto da tecnologia na educação. Ela afirmou que, “sem dúvida, a educação é uma ferramenta singular e mais efectiva na erradicação da pobreza enquanto a ciência e tecnologia é usada para medir o crescimento, desenvolvimento e sucesso de qualquer nação. Enquanto a tecnologia é o alicerce do desenvolvimento, não é errado dizer que a educação é o alicerce da tecnologia uma vez que o conhecimento tecnológico e competências só podem ser transferidas  através da educação.” A tecnologia permite aos nigerianos tomar iniciativas e traçar o seu próprio caminho.<br><br></div><div>Mais adiante, Adebajo defendeu que “as tecnologias electrónicas tem um grande impacto na educação em todo o mundo, mas na Nigéria, incorporamos as TICs no curriculum educacional para as escolas secundárias na edição de 2004 da Política Nacional de Educação. O uso das TICs na educação trouxe melhorias no ensino, aprendizagem e pesquisa no sistema educacional da Nigéria, especialmente em termos de melhoramento das condições de acesso e resultado da educação. Em tempos recentes, os cursos online provaram ser muito eficientes devido a alternativa mais económica para a educação superior para a juventude da Nigéria.” Ela também notou que “as TICs também facilitaram aos pesquisadores, acesso a materiais de pesquisa e oportunidades para um trabalho comparativo de pesquisa internacional. Apesar das tecnologias electrónicas e a Internet continuarem ser muito caras e não acessíveis a pessoas com baixo rendimento, a classe média da Nigeriana tem tido acesso aos benefícios das TICs e outras formas de tecnologia na educação, e-commerce, agricultura e outros sectores.” A tecnologia é um facilitador para que a Nigéria dê o salto tecnológico e possa fornecer oportunidades a todos na arena da educação e ciência. O mais importante é que as infraestruturas tecnológicas precisam de ser reforçadas de modo a que seja uma música de vitória inclusive para todos.<br><br></div><div>Por Babatunde Aribido, Gestor Sénior de Contas, Nigéria<br><br>Referência:<br><a href="http://www.djembecommunications.com/language/pt/educacao-e-o-impacto-da-tecnologia-na-nigeria/#">http://www.djembecommunications.com/language/pt/educacao-e-o-impacto-da-tecnologia-na-nigeria/#</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 17:48:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241538096</guid>
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      <item>
         <title>TIC: mitos, desafios, passado e futuro </title>
         <author>maripradoquito</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241568835</link>
         <description><![CDATA[<div>Notícia de Sara R. Oliveira de&nbsp; 22/01/2018<br><br>Resumo: apontamentos sobre as TICs na aprendizagem e alguns pontos vivenciados em Portugal.<br><br>&nbsp;Link da notícia: <a href="https://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=119084&amp;langid=1">https://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=119084&amp;langid=1</a>. Acesso em 11 de março de 2018.<br><br></div><div>António Dias de Figueiredo, professor catedrático, investigador na área das TIC na aprendizagem, avisa que as escolas estão a produzir mais seguidores do que líderes, mais imitadores do que criadores, mais ouvintes do que concretizadores. E que há ideias feitas e metodologias que chocam com o mundo de hoje. <br><br>&nbsp;Se as TIC (Tecnologias da Informação e da Comunicação) continuam a ser tema de debate então é porque ainda não estão verdadeiramente integradas e envolvidas na educação. “Como acontece com o manípulo de uma porta - quando temos de falar sobre ele é porque está a dificultar-nos a passagem. O que sinto, hoje, é que quando falamos de TIC na educação tendemos, como há trinta anos, a privilegiar as tecnologias e a secundarizar a educação”, escreve António Dias de Figueiredo no texto “Histórias, Mitos e Aspirações na Educação em Portugal», que integra o mais recente relatório sobre o estado da educação do Conselho Nacional de Educação (CNE). <br><br>O professor catedrático do departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra, investigador na área das TIC na aprendizagem, entre outros assuntos, que foi consultor da Comissão Europeia para questões de estratégia no uso das TIC na educação, esmiúça este assunto. Recupera histórias, desconstrói mitos, fala em desafios, aponta caminhos, debruça-se sobre o passado, o presente e o futuro. E tira conclusões. <br><br>“Trinta anos depois da introdução das TIC na educação em Portugal, seria desejável que se ultrapassassem as questões menores do seu uso instrumental na educação e se partisse para o projeto ambicioso de uma educação mais alargada, sustentável, duradoura, transformativa e cidadã que convocasse as tecnologias na medida exata em que elas fazem parte do mundo de hoje, mas não mais do que isso. Uma educação certamente com TIC, mas uma educação muito para além das TIC. Uma educação para um futuro ao nosso alcance, para um Portugal na vanguarda da educação europeia”, escreve.<br><br>Na sua opinião, a questão que hoje se coloca não é integrar as TIC na aprendizagem, mas sim preparar os cidadãos para um “mundo globalizado, complexo, de mudança, centrado no conhecimento, onde todos podem competir e colaborar com todos, sem fronteiras, e onde a sobrevivência de cada um depende da sua capacidade para aprender e para criar valor, com determinação, resiliência e inovação”. E as TIC são fundamentais neste desafio. <br><br>O problema é consolidar a inovação em sistemas sociais complexos. Daí, a integração das TIC, de uma forma global, ter falhado, em seu entender. E passar de um modelo sem TIC para um modelo com TIC não é a questão central. “O grande desafio é reconhecer que as sociedades e as economias estão a mudar a um ritmo vertiginoso, e que não fazemos ideia nenhuma sobre como irão evoluir. Num mundo em rápida mudança, como deverá ser a educação? Que fazer, para que acompanhe e antecipe essa mudança?”, questiona. “Para assegurar a coerência, dinamismo e sentido estratégico da ação era indispensável que os projetos decorressem no seio de um movimento agregador nacional de incentivo à renovação da educação”, acrescenta. <br><br>É preciso pensar de uma forma mais global, numa educação do século XXI. O professor catedrático da Universidade de Coimbra dá algumas sugestões e fala em projetos abrangentes que recuperem a autoestima dos professores e os mobilizem para uma educação de qualidade. “Caberia, no âmbito da suas funções, promover uma estratégia coerente de mudança cultural que estimulasse processos sustentáveis de inovação incremental no próprio sistema e iniciativas de inovação disruptiva desenvolvidas na periferia do sistema. Seria apoiado por um processo orgânico e coerente de acompanhamento reflexivo”, sugere. Projetos conduzidos por equipas mistas de investigadores e de professores das escolas.<br><br>“Esses projetos seriam, por sua vez, avaliados tendo em conta a sua contribuição para a mudança cultural do sistema, o enriquecimento sustentado das pedagogias e das didáticas e a consolidação de práticas escolares inovadoras.<br>Ofereceriam, além disso, alternativas contextuais e autênticas para a formação de professores (hoje quase confinadas a ações formatadas), oportunidades para mestrados e doutoramentos ‘no terreno’ e ensejos genuínos para a avaliação dos professores numa perspetiva de carreira.” E estariam assentes em parcerias duradouras entre unidades de investigação e comunidades escolares. <br><br><strong>Escolas e mercado de trabalho: um diálogo de surdos </strong><br>São quatro os mitos que, em seu entender, dificultam e afetam a renovação da educação no nosso país. O mito da educação para a cognição como uma visão rudimentar de que a aprendizagem não é mais do que um processo de apropriação cognitiva. O que choca com o mundo de hoje. “Quando um recrutador contrata, hoje, um profissional, não lhe interessa saber o que ele, cognitivamente, sabe, mas sim que competências tem para fazer, persistir e aprender”, repara. <br>&nbsp;<br>“O desajuste entre a visão da sociedade e dos mercados de trabalho, mobilizados para a intervenção e a ação, e a visão da escola, virada para a acumulação de saberes, traduz-se num diálogo de surdos. Quando as empresas e organizações pedem à escola que lhes envie graduados com um leque alargado de saberes, competências, comportamentos e atitudes, a escola responde defendendo disciplinas e conteúdos, que raramente garantem, na prática, o que o graduado irá fazer e com que comportamentos e atitudes o fará”, observa. <br><br>Há outro mito, o da uniformização em que ainda assentam os modelos das escolas, de uniformização maciça. “O resultado é que, com todos os jovens a saberem o mesmo, e a fazerem as mesmas coisas das mesmas maneiras, os recrutadores podem baixar os salários tanto quanto quiserem - se um jovem recusar, outro, com competências idênticas, mas mais necessitado, aceitará, e os salários descerão tanto quanto for legalmente permitido.”<br><br>Uniformização leva ao descartável, ao trabalho precário. “A uniformização das escolas está a produzir, assim, a precariedade de que nos queixamos, ao mesmo tempo que adestra os jovens para serem mais ouvintes do que concretizadores, mais seguidores do que líderes, mais conservadores do que inovadores, mais imitadores do que criadores, mais analistas do que projetistas e mais dependentes do que autónomos no cultivo de competências que eram valorizadas há cem anos mas que hoje os desvalorizam cada vez mais”, avisa.<br><br><strong>“Regar no deserto” </strong><br>Há ainda o mito do instrumento e a utilização das TIC é um bom exemplo. Se há tecnologias então porque não explorar o seu potencial no ensino? “O problema é que a confusão entre meios e fins desvirtua em geral a função pedagógica.” “A insistência na procura de aplicações para as tecnologias na educação recorda-nos o homem das cavernas na sua exploração das primeiras ferramentas. Enquanto não consolidou o uso dessas ferramentas em práticas socioculturais plenas, com a descoberta da agricultura, manteve-se primitivo.” <br><br>“Ora a maioria dos projetos pedagógicos e de investigação atuais e dos últimos trinta anos na área da educação com TIC continua a denunciar, nos seus próprios títulos, uma estreita visão instrumental.” Há mais avisos à navegação. “Enquanto as experiências pedagógicas ditas inovadoras se centrarem na exploração pedagógica, mais ou menos instrumental, de computadores, tablets, telemóveis, linguagens de programação, robôs, plataformas online ou redes sociais, e não numa educação mais alargada, mais sustentável, mais transformadora, mais cidadã, que apele às tecnologias na justa medida em que elas fazem parte do mundo de hoje, mas não mais do que isso, as TIC na educação continuarão a dominar artificialmente as agendas pedagógicas e de investigação e a adiar a urgente renovação das pedagogias e da educação”, refere.<br><br>E, por último, o mito da inovação incremental. Não é com experiências avulsas que a educação se renovará, segundo António Dias de Figueiredo. Na sua opinião, os alunos, professores, encarregados de educação, sindicatos, editoras, manuais, sistemas de formação de professores são protagonistas desta história. E se um deles tenta alterar comportamentos, os restantes unem-se para que o sistema se mantenha sem mudança. “É como regar no deserto”, aponta. A abordagem disruptiva acaba por não ter efeito e os sistemas não mudam. “De facto, só com enquadramentos estratégicos muito cuidados e acompanhamento operacional rigoroso é possível levar a bom termo projetos de inovação incremental em sistemas sociais muito conservadores, como são os da educação”, sublinha.<br><strong><br>MINERVA, o projeto fora da caixa </strong><br>António Dias Figueiredo liderou as bases de um projeto nacional, em parceria com algumas universidades, para a introdução das TIC na prática educativa e para a formação de professores e formadores de professores nesse contexto. As suas ideias foram aprovadas pelo então ministro da Educação, João de Deus Pinheiro em 1985. E assim surgia o MINERVA, acrónimo de Meios Informáticos Na Educação, Racionalização, Valorização, Atualização.&nbsp;<br><br>O MINERVA poderia contribuir para viabilizar uma indústria nacional de computadores, como acontecia em outros países, como o Reino Unido, França, Holanda e Suécia. O mentor do projeto não cedeu a pressões e abandonou esse objetivo. “O governo francês, por exemplo, enviou a Portugal o adjunto do seu ministro da Educação com a incumbência de me convencer a adotar o equipamento daquele país. Anos mais tarde, uma grande multinacional colocou idênticas pressões sobre o Governo da altura, propondo um monopólio para o fornecimento de equipamentos para a educação em Portugal. Também nesse caso, a nossa recusa foi perentória”, recorda.<br><br>A estratégia do projeto MINERVA tinha um caminho próprio, distinto de outros projetos europeus. Havia indicações para que se mantivesse ágil e liberto da burocracia da administração pública e, por isso, a sua liderança estava fora da alçada do Ministério. E, além disso, os erros estratégicos e organizacionais de projetos europeus funcionavam como um exemplo do que não deveria ser feito. E o projeto nacional era original, diferente dos tradicionais.<br><br>“Por outro lado, ainda, e ao contrário dos modelos tradicionais, que impunham rigorosa uniformidade de políticas e práticas, o projeto MINERVA cultivava abertamente a diversidade. Defendia, além disso, não o fecho sobre si próprio, mas a abertura a novas ideias surgidas no seu interior e exterior. Finalmente, no que se referia à implantação no terreno, defendia um modelo de difusão gradual, em vez do modelo de ‘big bang’ que era praticado nos outros países”, lembra o professor.&nbsp;<br><br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 18:35:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tecnologias de Informação e Comunicação Revolucionam Desenvolvimento de Cunho Nacional em África.</title>
         <author>marluciocandido</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241579251</link>
         <description><![CDATA[<div>A reportagem demonstra que as Inovações em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) dão origem a soluções desenvolvidas internamente em África, que transformam os negócios e estimulam o espírito empreendedor e o crescimento económico. Isso pode ser visto no relatório conjunto publicado pelo Banco Mundial e Banco Africano de Desenvolvimento (BAfD), com o apoio da União Africana.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div>Tal relatório <em>eTransform Africa: The Transformational Use of Information and Communication Technologies in Africa</em>, fornece dados novos na revolução tecnológica que está acontecendo na África, que também é fundamental no desenvolvimento do continente. No início de 2012, havia cerca de 650 milhões de assinantes de telemóveis, tornando o mercado de telefones celulares maior do que o da UE ou dos Estados Unidos. Cerca de 68 000 km de cabo submarino e mais de 615 000 km de redes nacionais de fibra ótica foram instalados, aumentando significativamente a conectividade em África. A Internet de banda larga à disposição dos mil milhões de cidadãos de África cresceu vinte vezes desde 2008. O relatório ainda enfatiza a necessidade de construir um mercado competitivo na indústria TIC para promover inovação, criação de emprego e impulsionar o potencial de exportação das companhias africanas.&nbsp;<br><br></div><div>Como aspectos interessantes da reportagem identifica-se as melhores práticas na utilização das TIC em oito setores principais, a saber:<br><br></div><ul><li>Agricultura: No Quénia, o projeto Kilimo Salama faculta seguro de colheitas aos agricultores, através do portal de pagamento M-PESA, ajudando-os a gerir melhor os riscos naturais, como a seca ou chuvas excessivas;</li><li>Adaptação às alterações climáticas: No Malawi, um projeto de desflorestação ensina as comunidades locais a mapearem as suas aldeias com recurso de dispositivos GPS, dando-lhes capacidade para desenvolverem estratégias de adaptação localizadas através da participação das comunidades;</li><li>Serviços Financeiros: No Senegal, a SONATEL (uma subsidiária da Orange) é um dos últimos operadores de comunicações no continente e lançou um serviço de transferência de dinheiro, que permite aos 200 000 assinantes enviar e receber dinheiro através de telemóveis; &nbsp;</li><li>Saúde: No Mali, a telemedicina ajuda a ultrapassar a falta de especialistas e trabalhadores da saúde experientes nas áreas rurais, sendo de referir especificamente o programa de teleradiologia IKON.</li></ul><div>O relatório não só evidencia o curso que África já segue, mas incentiva também o pensamento criativo continuado sobre o modo como utilizar as TIC com vista a beneficiar mais africanos, revela o modo como países, designadamente o Quênia e Senegal, estão a implementar iniciativas para facilitação do comércio, apoiadas nas TIC, e descreve o papel-chave que as Comunidades Econômicas Regionais Africanas podem desempenhar no apoio a uma maior integração regional para aumento do crescimento econômico e redução dos custos.<br><br></div><div>http://www.worldbank.org/pt/news/press-release/2012/12/10/information-communication-technology-revolutionizing-development-africa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 18:53:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DO CHILE LANÇA AÇÕES EM 2018 PARA SEU PLANO ENLACES</title>
         <author>sidipteofilo</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/241700322</link>
         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://brechazero.com.br/wp-content/uploads/2018/02/classroom-1910011_640.jpg" width="640" height="426"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div>Os planos que buscam organizar a inclusão das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) na educação têm diferentes arestas que vão desde a entrega de dispositivos até a conectividade dos estabelecimentos ou a formação dos corpos docentes. Entre elas, destaca-se a necessidade de atualizar em diferentes projetos que confirmam esta iniciativa. Assim, podem corrigir e aprimorar suas experiências.<br><br></div><div>Nesse sentido, o <a href="https://www.mineduc.cl/">Ministério de Educação do Chile</a> lançará quatro novos projetos durante 2018 no que se refere às suas políticas associadas ao seu plano <a href="http://www.enlaces.cl/">Enlaces</a>. Esta iniciativa iniciou-se em 1992 a fim de contribuir na melhoria da educação a partir da inclusão da informática e do desenvolvimento de uma cultura digital. Nela entram todos os colégios subvencionados do Chile, dos quais recebem estratégias de ensino com o uso da tecnologia, capacitação para os professores, workshops para estudantes, recursos educacionais digitais e infraestrutura.<br><br></div><div>Entre as mudanças alcançadas pelo programa Enlaces desde o seu lançamento, destaca-se a redução da exclusão digital com professores, a partir da incorporação destes para as TIC, capacitando mais de 210.852 docentes. Também contribuiu para modificar a percepção no papel das TIC na educação, mudando para que exista uma grande demanda de todo o sistema educativo para implementar as diversas políticas realizadas pelo Enlaces.<br><br></div><div>Assim, por meio desta crescente presença de infraestrutura tecnologia digital nas escolas buscou-se melhorar algumas das “competências essenciais do século XXI”. Entre elas, destacam-se as competências digitais, e aquelas relacionadas com a busca e seleção de informação, a comunicação e o trabalho em equipe, a análise crítica e a resolução de problemas. Além disso, conseguiu que 66% dos estudantes mais vulneráveis tivessem acesso às tecnologias na escola.<br><br></div><div>Para melhorar a iniciativa o programa Enlaces lançou uma série de projetos a serem realizados em 2018. O primeiro deles é o “Meu Workshop Digital de Programação”, cujo objetivo é que os alunos aprendam elementos básicos de programação de computadores usando a plataforma “Jovens Programadores”, pertencente ao programa Biblioredes do DIBAM. Lá, os alunos usarão Scratch, um ambiente de programação projetado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), para que eles possam criar histórias, jogos e animações interativas, usando blocos de programação ou “peças encaixáveis”, o que lhes permitirá aprender a programar fácil e eficiente.<br><br></div><div>Outra das propostas do programa é o “Padrão de Equipamentos em Centros de Educação Integrado de Adultos”. Isso busca fornecer aos Centros de Educação Integrada de Adultos ferramentas tecnológicas, com o objetivo de complementar a aprendizagem de jovens e adultos sem escolaridade ou com escolaridade incompleta. Além disso, com sua implementação, os professores são treinados em habilidades de TIC para a aprendizagem (HTPA) e metodologias para transferi-las para seus alunos.<br><br></div><div>O programa Enlaces também propõe a iniciativa “Tecnologias de acesso universal para a educação”. O objetivo é que os estabelecimentos educacionais usem eficientemente a tecnologia entregue, melhorem suas práticas pedagógicas, apliquem propostas metodológicas e didáticas que favoreçam os alunos à comunicação, a participação, a aprendizagem e o acesso ao currículo nacional atual, contribuindo para o desenvolvimento de uma educação inclusiva e sustentável. Para participar desta iniciativa particular, os estabelecimentos de ensino devem fazer parte de uma das duas categorias destacadas abaixo: a) TIC e múltiplos desafios: escolas especiais orientadas que atendem estudantes com múltiplas incapacidades; b) Tiflotecnologias para a Educação: orientadas para escolas especiais e estabelecimentos de ensino regulares com o Programa de Integração Escolar (PIE), voltado para estudantes cegos ou com baixa visão, das regiões de Magallanes e Antártica Chilena e Metropolitana.<br><br></div><div>Por fim, a iniciativa “Iluminação Wifi”, que fornece estabelecimentos educacionais com uma solução tecnológica sem fio (WIFI). Seu objetivo é melhorar a conectividade das instalações educacionais e, assim, apoiar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos.<br><br></div><div>A conectividade é um ponto de grande importância no desenvolvimento dos diferentes planos para incluir as TIC na educação. A possibilidade de proporcionar acesso às escolas deve estar dentro dos objetivos de qualquer plano a nível nacional, embora para isso seja necessário que haja trabalho conjunto entre as áreas de telecomunicações e educação dos Estados. Em outras palavras, criar condições para a conectividade no país resultará em melhores opções para incluir as TIC nas escolas.<br><br></div><div>Neste contexto, o trabalho desenvolvido para aumentar o acesso à banda larga nos países é importante, principalmente a partir de regulamentos que permitem o acesso à banda larga móvel e sem fio, que, devido às suas condições, possibilita a cobertura em áreas remotas de centros urbanos ou rurais. Nessa estrutura, as estratégias que disponibilizam à indústria uma maior quantidade de espectro radioelétrico são necessárias para encorajar o acesso ao mercado.<br><br></div><div>Da mesma forma, é importante que os requisitos burocráticos para a instalação da infraestrutura de telecomunicações sejam facilitados. Além da redução de impostos no que se refere aos terminais de acesso e aos componentes da rede, facilitando assim a cobertura dos serviços e as opções de conectividade dos habitantes.<br><br></div><div>Como pode ser visto, as iniciativas concretizadas pelo plano Enlaces são de grande importância para aumentar a inclusão das TIC na educação. Embora seja necessário que estas sejam acompanhadas de políticas que busquem aumentar a conectividade dos serviços de banda larga móvel no mercado, a fim de aumentar seus efeitos.<br><br></div><div>Fonte : <a href="http://brechazero.com.br/ministerio-de-educacao-do-chile-lanca-projetos-em-2018-para-seu-plano-enlaces/">http://brechazero.com.br/ministerio-de-educacao-do-chile-lanca-projetos-em-2018-para-seu-plano-enlaces/</a> acessado em 13/03/2018<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 03:18:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Uruguai é líder no desenvolvimento das TIC na América Latina</title>
         <author>marlenebrodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/242123955</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>De aco</strong><strong><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:200,&quot;url&quot;:&quot;http://www.uruguayxxi.gub.uy/investimentos/wp-content/uploads/sites/5/2014/11/consultas-inversiones-300x200.jpg&quot;,&quot;width&quot;:300}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.uruguayxxi.gub.uy/investimentos/wp-content/uploads/sites/5/2014/11/consultas-inversiones-300x200.jpg" width="300" height="200"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></strong><strong>rdo com o Índice de Desenvolvimento de Tecnologias da Informação e das Comunicações da ONU, o Uruguai é novamente o país latino-americano melhor posicionado por quinto ano consecutivo.<br></strong><br></div><div>Este informe é baseado em 11 indicadores quantitativos e comparativos de acesso, uso e habilidades em relação à tecnologia da informação. Uruguai obteve uma pontuação (6,32) significativamente maior do que a média regional (4,86), e ainda maior em relação à média dos países em desenvolvimento (3,84).<br><br></div><div>O Uruguai está particularmente bem posicionado na penetração no nível de escolas, liderando em América latina com <strong>presença em 96% das escolas</strong>, enquanto que países como a Argentina, Brasil e Costa Rica têm taxas inferiores a 50%. Isso é explicado pelo desenvolvimento de políticas e projetos que o governo empreendeu para melhorar o nível de conectividade, como o<strong> Plano Ceibal</strong>. Através deste plano, foi possível dar acesso a um laptop para cada criança da escola no país.<br><br></div><div>O país também destacou em relação à banda larga fixa, registrando o maior aumento e as mais altas taxas da América Latina, com uma penetração de 21%. Com uma política de promoção constante, poderá em breve chegar a 27%, situando-se em pé de igualdade com os países desenvolvidos.<br><br></div><div><a href="http://www.uruguayxxi.gub.uy/investimentos/uruguai-e-lider-no-desenvolvimento-das-tic-na-america-latina/">http://www.uruguayxxi.gub.uy/investimentos/uruguai-e-lider-no-desenvolvimento-das-tic-na-america-latina/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 21:59:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marluciocandido</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/wg2knd35o8n7/wish/242163362</link>
         <description><![CDATA[Uruguai é líder no desenvolvimento das TIC na América Latina

Marlene Barbosa
4h
Uruguai é líder no desenvolvimento das TIC na América Latina
De aco

rdo com o Índice de Desenvolvimento de Tecnologias da Informação e das Comunicações da ONU, o Uruguai é novamente o país latino-americano melhor posicionado por quinto ano consecutivo.

Este informe é baseado em 11 indicadores quantitativos e comparativos de acesso, uso e habilidades em relação à tecnologia da informação. Uruguai obteve uma pontuação (6,32) significativamente maior do que a média regional (4,86), e ainda maior em relação à média dos países em desenvolvimento (3,84).

O Uruguai está particularmente bem posicionado na penetração no nível de escolas, liderando em América latina com presença em 96% das escolas, enquanto que países como a Argentina, Brasil e Costa Rica têm taxas inferiores a 50%. Isso é explicado pelo desenvolvimento de políticas e projetos que o governo empreendeu para melhorar o nível de conectividade, como o Plano Ceibal. Através deste plano, foi possível dar acesso a um laptop para cada criança da escola no país.

O país também destacou em relação à banda larga fixa, registrando o maior aumento e as mais altas taxas da América Latina, com uma penetração de 21%. Com uma política de promoção constante, poderá em breve chegar a 27%, situando-se em pé de igualdade com os países desenvolvidos.

http://www.uruguayxxi.gub.uy/investimentos/uruguai-e-lider-no-desenvolvimento-das-tic-na-america-latina/

 

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Tecnologias de Informação e Comunicação Revolucionam Desenvolvimento de Cunho Nacional em África.

MARLÚCIO CÂNDIDO
1d
Tecnologias de Informação e Comunicação Revolucionam Desenvolvimento de Cunho Nacional em África.
A reportagem demonstra que as Inovações em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) dão origem a soluções desenvolvidas internamente em África, que transformam os negócios e estimulam o espírito empreendedor e o crescimento económico. Isso pode ser visto no relatório conjunto publicado pelo Banco Mundial e Banco Africano de Desenvolvimento (BAfD), com o apoio da União Africana.    

Tal relatório eTransform Africa: The Transformational Use of Information and Communication Technologies in Africa, fornece dados novos na revolução tecnológica que está acontecendo na África, que também é fundamental no desenvolvimento do continente. No início de 2012, havia cerca de 650 milhões de assinantes de telemóveis, tornando o mercado de telefones celulares maior do que o da UE ou dos Estados Unidos. Cerca de 68 000 km de cabo submarino e mais de 615 000 km de redes nacionais de fibra ótica foram instalados, aumentando significativamente a conectividade em África. A Internet de banda larga à disposição dos mil milhões de cidadãos de África cresceu vinte vezes desde 2008. O relatório ainda enfatiza a necessidade de construir um mercado competitivo na indústria TIC para promover inovação, criação de emprego e impulsionar o potencial de exportação das companhias africanas. 

Como aspectos interessantes da reportagem identifica-se as melhores práticas na utilização das TIC em oito setores principais, a saber:

Agricultura: No Quénia, o projeto Kilimo Salama faculta seguro de colheitas aos agricultores, através do portal de pagamento M-PESA, ajudando-os a gerir melhor os riscos naturais, como a seca ou chuvas excessivas;
Adaptação às alterações climáticas: No Malawi, um projeto de desflorestação ensina as comunidades locais a mapearem as suas aldeias com recurso de dispositivos GPS, dando-lhes capacidade para desenvolverem estratégias de adaptação localizadas através da participação das comunidades;
Serviços Financeiros: No Senegal, a SONATEL (uma subsidiária da Orange) é um dos últimos operadores de comunicações no continente e lançou um serviço de transferência de dinheiro, que permite aos 200 000 assinantes enviar e receber dinheiro através de telemóveis;  
Saúde: No Mali, a telemedicina ajuda a ultrapassar a falta de especialistas e trabalhadores da saúde experientes nas áreas rurais, sendo de referir especificamente o programa de teleradiologia IKON.
O relatório não só evidencia o curso que África já segue, mas incentiva também o pensamento criativo continuado sobre o modo como utilizar as TIC com vista a beneficiar mais africanos, revela o modo como países, designadamente o Quênia e Senegal, estão a implementar iniciativas para facilitação do comércio, apoiadas nas TIC, e descreve o papel-chave que as Comunidades Econômicas Regionais Africanas podem desempenhar no apoio a uma maior integração regional para aumento do crescimento econômico e redução dos custos.

http://www.worldbank.org/pt/news/press-release/2012/12/10/information-communication-technology-revolutionizing-development-africa

 

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Lições globais do governo da Estônia, com experiência em tecnologia

Tânia Regina
1d
Lições globais do governo da Estônia, com experiência em tecnologia
As TICs estão sendo utilizadas na educação em diversos lugares do mundo e um exemplo bem sucedido é a Estônia, com uma inovação tecnológica massiva e revolução digital.  Os principais aspectos da e-Estonia são:
os grandes investimentos em infraestrutura de computadores e redes.
no final dos anos 90, todas as escolas estonianas estavam online.
a formação gratuita em informática para a população adulta.
as crianças estonianas aprendem programação de computadores a partir dos 7 anos de idade.
em 2016, 91,4% dos estonianos usavam a internet.
a parceria e cooperação entre o setor privado, instituições acadêmicas e cidadãos fortalecendo a educação.
a robótica, os clubes de codificação e a programação são populares.
os programas educacionais são conduzidos pela Fundação de Tecnologia da Informação para a Educação.
criado o sistema nacional para ensinar crianças em idade escolar, dos 7 aos 19 anos, a como codificar, a criar conteúdo digital e tecnológico.
na Estônia foi criado o Skype.
a Estônia é o único país onde os processos de elaboração da legislação e de coordenação interministerial são transparentes.

As crianças começam cedo com os computadores: uma aula de programação na Escola Secundária Gustav Adolph (fundada em 1631), em Talin, Estônia.


REFERÊNCIA
UNESCO. Lições globais do governo da Estônia, com experiência em tecnologia. O Correio da UNESCO. v. 1, p. 27-30, abr./jun. 2017. Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0024/002481/248106por.pdf>. Acesso em: 10 mar. 2018.
 

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DO CHILE LANÇA AÇÕES EM 2018 PARA SEU PLANO ENLACES

Sidineia PTeofilo
22h
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DO CHILE LANÇA AÇÕES EM 2018 PARA SEU PLANO ENLACES

Os planos que buscam organizar a inclusão das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) na educação têm diferentes arestas que vão desde a entrega de dispositivos até a conectividade dos estabelecimentos ou a formação dos corpos docentes. Entre elas, destaca-se a necessidade de atualizar em diferentes projetos que confirmam esta iniciativa. Assim, podem corrigir e aprimorar suas experiências.

Nesse sentido, o Ministério de Educação do Chile lançará quatro novos projetos durante 2018 no que se refere às suas políticas associadas ao seu plano Enlaces. Esta iniciativa iniciou-se em 1992 a fim de contribuir na melhoria da educação a partir da inclusão da informática e do desenvolvimento de uma cultura digital. Nela entram todos os colégios subvencionados do Chile, dos quais recebem estratégias de ensino com o uso da tecnologia, capacitação para os professores, workshops para estudantes, recursos educacionais digitais e infraestrutura.

Entre as mudanças alcançadas pelo programa Enlaces desde o seu lançamento, destaca-se a redução da exclusão digital com professores, a partir da incorporação destes para as TIC, capacitando mais de 210.852 docentes. Também contribuiu para modificar a percepção no papel das TIC na educação, mudando para que exista uma grande demanda de todo o sistema educativo para implementar as diversas políticas realizadas pelo Enlaces.

Assim, por meio desta crescente presença de infraestrutura tecnologia digital nas escolas buscou-se melhorar algumas das “competências essenciais do século XXI”. Entre elas, destacam-se as competências digitais, e aquelas relacionadas com a busca e seleção de informação, a comunicação e o trabalho em equipe, a análise crítica e a resolução de problemas. Além disso, conseguiu que 66% dos estudantes mais vulneráveis tivessem acesso às tecnologias na escola.

Para melhorar a iniciativa o programa Enlaces lançou uma série de projetos a serem realizados em 2018. O primeiro deles é o “Meu Workshop Digital de Programação”, cujo objetivo é que os alunos aprendam elementos básicos de programação de computadores usando a plataforma “Jovens Programadores”, pertencente ao programa Biblioredes do DIBAM. Lá, os alunos usarão Scratch, um ambiente de programação projetado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), para que eles possam criar histórias, jogos e animações interativas, usando blocos de programação ou “peças encaixáveis”, o que lhes permitirá aprender a programar fácil e eficiente.

Outra das propostas do programa é o “Padrão de Equipamentos em Centros de Educação Integrado de Adultos”. Isso busca fornecer aos Centros de Educação Integrada de Adultos ferramentas tecnológicas, com o objetivo de complementar a aprendizagem de jovens e adultos sem escolaridade ou com escolaridade incompleta. Além disso, com sua implementação, os professores são treinados em habilidades de TIC para a aprendizagem (HTPA) e metodologias para transferi-las para seus alunos.

O programa Enlaces também propõe a iniciativa “Tecnologias de acesso universal para a educação”. O objetivo é que os estabelecimentos educacionais usem eficientemente a tecnologia entregue, melhorem suas práticas pedagógicas, apliquem propostas metodológicas e didáticas que favoreçam os alunos à comunicação, a participação, a aprendizagem e o acesso ao currículo nacional atual, contribuindo para o desenvolvimento de uma educação inclusiva e sustentável. Para participar desta iniciativa particular, os estabelecimentos de ensino devem fazer parte de uma das duas categorias destacadas abaixo: a) TIC e múltiplos desafios: escolas especiais orientadas que atendem estudantes com múltiplas incapacidades; b) Tiflotecnologias para a Educação: orientadas para escolas especiais e estabelecimentos de ensino regulares com o Programa de Integração Escolar (PIE), voltado para estudantes cegos ou com baixa visão, das regiões de Magallanes e Antártica Chilena e Metropolitana.

Por fim, a iniciativa “Iluminação Wifi”, que fornece estabelecimentos educacionais com uma solução tecnológica sem fio (WIFI). Seu objetivo é melhorar a conectividade das instalações educacionais e, assim, apoiar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos.

A conectividade é um ponto de grande importância no desenvolvimento dos diferentes planos para incluir as TIC na educação. A possibilidade de proporcionar acesso às escolas deve estar dentro dos objetivos de qualquer plano a nível nacional, embora para isso seja necessário que haja trabalho conjunto entre as áreas de telecomunicações e educação dos Estados. Em outras palavras, criar condições para a conectividade no país resultará em melhores opções para incluir as TIC nas escolas.

Neste contexto, o trabalho desenvolvido para aumentar o acesso à banda larga nos países é importante, principalmente a partir de regulamentos que permitem o acesso à banda larga móvel e sem fio, que, devido às suas condições, possibilita a cobertura em áreas remotas de centros urbanos ou rurais. Nessa estrutura, as estratégias que disponibilizam à indústria uma maior quantidade de espectro radioelétrico são necessárias para encorajar o acesso ao mercado.

Da mesma forma, é importante que os requisitos burocráticos para a instalação da infraestrutura de telecomunicações sejam facilitados. Além da redução de impostos no que se refere aos terminais de acesso e aos componentes da rede, facilitando assim a cobertura dos serviços e as opções de conectividade dos habitantes.

Como pode ser visto, as iniciativas concretizadas pelo plano Enlaces são de grande importância para aumentar a inclusão das TIC na educação. Embora seja necessário que estas sejam acompanhadas de políticas que busquem aumentar a conectividade dos serviços de banda larga móvel no mercado, a fim de aumentar seus efeitos.

Fonte : http://brechazero.com.br/ministerio-de-educacao-do-chile-lanca-projetos-em-2018-para-seu-plano-enlaces/ acessado em 13/03/2018

 

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TIC na educação do Brasil

Bruno Eduardo Carmelito
1d
TIC na educação do Brasil
A UNESCO aborda as TIC para a educação de forma abrangente por meio de uma plataforma intersetorial própria, focada no trabalho conjunto dos setores de Comunicação e informação, Educação, e Ciências, onde as questões sobre acesso, inclusão, equidade e qualidade na educação são tratadas. 
A UNESCO – seus escritórios nacionais, recionais e institutos – em colaboração com seus parceiros, desenvolve recursos que podem ajudar os países a elaborarem TIC nas políticas, estratégias e atividades educacionais de forma efetiva, incluindo a garantia de que essas estratégias enfrentem desafios causados pela exclusão digital das populações mais desfavorecidas. 

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MARLÚCIO CÂNDIDO 1d
Caro bruno, se me permite: As modificações provocadas pelo avanço da tecnologia exigem uma maior qualidade na formação do docente e consequentemente uma maior exigência em sua prática. É exigido do mesmo, muitas atribuições e um novo perfil.


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España a la cabeza de Europa en el uso de las TIC en el aula

Edson Barbosa de Oliveira Júnior
2d
España a la cabeza de Europa en el uso de las TIC en el aula

Un nuevo estudio español donde se analizan 10 países, 5 europeos y 5 latinoamericanos, asegura que tanto España como Reino Unido se encuentran a la cabeza en el uso de las tecnologías en el aula, por encima de la media comunitaria.

Las tecnologías en el aula han comenzado a adquirir fuerza en el mundo y España no se ha quedado atrás. De hecho, un nuevo estudio realizado por la Universidad Internacional de Valencia (VIU), afirma Reino Unido y nuestro país se encuentran por encima de la media europea con respecto al número de ordenadores por alumno en clase. 

El estudio analiza la presencia de las tecnologías de información en comunicación (TIC) en 10 países, 5 europeos (Finlandia, Francia, Alemania, Reino Unido y España) y 5 latinoamericanos (Brasil, Argentina, Uruguay, Chile y Costa Rica). Concretamente en nuestro país hay 32 ordenadores por cada 100 estudiantes de Primaria y 31 por cada 100 de Secundaria, notoriamente por encima de la media europea. 

Resulta muy llamativo que Finlandia, país donde se obtienen los mejores resultados del Informe PISA de Europa y considerado uno de los países con el mejor sistema educativo del mundo, sea el país de la Unión Europea (UE) con la tasa más baja de uso semanal de las TICs en el aula, con apenas un 27%. A éste le sigue Alemania, la meca de la tecnología europea, con tan sólo un 31%. Entretanto, Reino Unido registra valores del 71%.  
El estudio, denominado “Equipamiento y uso de las Tecnologías de la Información y la Comunicación en los centros europeos y latinoamericanos”, revela que España y Reino Unido son los países de Europa donde se utilizan más frecuentemente las TICs en el aula, y donde hay más centros de conexión a Internet. El estudio pretende ofrecer una perspectiva en cuanto a la integración de las TICS en los diferentes sistemas educativos a partir de 3 indicadores diferentes: el equipamiento de los centros, integración curricular de las TIC y uso de las mismas.

Con respecto al uso de las TICS por el cuerpo docente, el informe sostiene que 8 de cada 10 profesores han utilizado las tecnologías en el aula, y 9 de cada 10 han utilizado las herramientas digitales para preparar los contenidos de las lecciones. La mayoría de los países utilizan las TICS para todas las asignaturas de forma transversal. Asimismo, en todos los países del estudio, menos Finlandia, en Secundaria las TICS ya forman parte de la currícula como un contenido independiente.

http://noticias.universia.es/educacion/noticia/2015/03/23/1122050/espana-cabeza-europa-uso-tic-aula.html
 

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📎 O uso das Tics na Educação do mundo.

Edson Barbosa de Oliveira Júnior
2d


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Educação e o Impacto da Tecnologia na NigériaSETEMBRO 7, 2016

Dario Rodrigues
1d
Educação e o Impacto da Tecnologia na NigériaSETEMBRO 7, 2016

(...)

Na Nigéria, as escolas públicas e privadas abraçaram a tecnologia como um jogador aguerrido,  através do uso de dispositivos com internet que tornam a leitura, escrita e a aprendizagem interessante, e uma experiência excitante e notável para os professores e estudantes. Actualmente,  os professores tem acesso a material didático relevante proveniente de outras partes do mundo que podem ser adoptadas e adaptadas a realidade em causa. Não é raro encontrar professores e estudantes, quer no ensino público ou privado que demonstram competências excepcionais no uso dos aparelhos tecnológicos mais recentes. Os pais estão cada vez mais inclinados a inscrever os seus filhos em acampamentos de verão no CCHUB (Co-Creation Hub): “um centro de inovação social dedicado a aceleração da aplicação do capital social e tecnologia para a prosperidade económica.” Aqui, eles aprendem conhecimentos básicos de codificação, desenvolvimento de aplicações, desenho gráfico e de websites. A maior parte das escolas estão equipadas para dar as crianças um conhecimento sólido no uso e aplicação de softwares e apps de A a Z, para melhorar a sua educação e explorar as maravilhas infinitas que a tecnologia tem para oferecer.

Existem ainda, filantropos individuais bem como organizações corporativas focadas em actividades de responsabilidade social que tem um orçamento para fornecer laboratórios de informática as escolas públicas na Nigéria. Os gostos nas páginas da MTN, Etisalat, Airtel, Oando Foundation e Multichoice também faz com que estas empresas adoptem escolas públicas como parte da sua comunidade beneficiaria fornecendo a estas especificamente apoio na formação em TICs, em parceria com instituições como a Microsoft, British Council e a Google. A srª Funmi Adebajo, da Kindle África, uma organização que fornece apoio educacional e vocacional, deu a sua opinião sobre o impacto da tecnologia na educação. Ela afirmou que, “sem dúvida, a educação é uma ferramenta singular e mais efectiva na erradicação da pobreza enquanto a ciência e tecnologia é usada para medir o crescimento, desenvolvimento e sucesso de qualquer nação. Enquanto a tecnologia é o alicerce do desenvolvimento, não é errado dizer que a educação é o alicerce da tecnologia uma vez que o conhecimento tecnológico e competências só podem ser transferidas  através da educação.” A tecnologia permite aos nigerianos tomar iniciativas e traçar o seu próprio caminho.

Mais adiante, Adebajo defendeu que “as tecnologias electrónicas tem um grande impacto na educação em todo o mundo, mas na Nigéria, incorporamos as TICs no curriculum educacional para as escolas secundárias na edição de 2004 da Política Nacional de Educação. O uso das TICs na educação trouxe melhorias no ensino, aprendizagem e pesquisa no sistema educacional da Nigéria, especialmente em termos de melhoramento das condições de acesso e resultado da educação. Em tempos recentes, os cursos online provaram ser muito eficientes devido a alternativa mais económica para a educação superior para a juventude da Nigéria.” Ela também notou que “as TICs também facilitaram aos pesquisadores, acesso a materiais de pesquisa e oportunidades para um trabalho comparativo de pesquisa internacional. Apesar das tecnologias electrónicas e a Internet continuarem ser muito caras e não acessíveis a pessoas com baixo rendimento, a classe média da Nigeriana tem tido acesso aos benefícios das TICs e outras formas de tecnologia na educação, e-commerce, agricultura e outros sectores.” A tecnologia é um facilitador para que a Nigéria dê o salto tecnológico e possa fornecer oportunidades a todos na arena da educação e ciência. O mais importante é que as infraestruturas tecnológicas precisam de ser reforçadas de modo a que seja uma música de vitória inclusive para todos.

Por Babatunde Aribido, Gestor Sénior de Contas, Nigéria

Referência:
http://www.djembecommunications.com/language/pt/educacao-e-o-impacto-da-tecnologia-na-nigeria/#

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Dario Rodrigues 1d
Um investimento que deu resultado. Superando as dificuldades, a Nigéria investiu na aplicação das tecnologias eletrônicas (TICs) e os gestores puderam comprovar as melhorias no ensino e aprendizagem dos alunos.


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O futuro da aprendizagem móvel

Janine Neves
2d
O futuro da aprendizagem móvel
Pesquisando sobre o uso das Tics na Educação, encontrei este documento super interessante da Unesco que é parte de uma  série intitulada “Documentos de trabalho sobre aprendizagem móvel”. Dentre os inúmeros exemplos, o presente texto publicado em 2013 na França traz novidades como a ferramenta Scratch do Massachusetts
Technology Institute (MIT), que permite aos estudantes adquirir habilidades autênticas de programação criando suas próprias histórias interativas, games, música e arte. Através de uma linguagem inovadora de programação, os usuários arrastam e soltam elementos de código em vez de digitá-los. Outro exemplo de tecnologia que promete otimizar os processos de estudo e revisão da informação é o SuperMemo. Seus desenvolvedores buscaram várias ideias de teorias de aprendizagem altamente especializadas para criar o aplicativo que busca facilitar a transferência da informação da memória de curto prazo para a de longo prazo. 

Referência
 O Futuro da aprendizagem móvel: implicações para planejadores e gestores de políticas. Brasília: UNESCO, 2014. 64 p. (Documentos de trabalho da UNESCO sobre aprendizagem móvel). Incl. Bibl. ISBN: 978-85-7652-188-4 
 

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Adriana Souza Campos

dri.4612 Dri
2d
Adriana Souza Campos
Título  Experiências avaliativas de tecnologias digitais na Educação
 A pesquisa solicitada pelos professores colocou-me uma preciosidade nas mãos.  Uma publicação da Fundação Telefônica/vivo e da Unesco com o titulo da minha postagem. São experiências de profissionais da educação na França e dos países da América Latina. Baixei... acho que vou precisar para monografia. 

 

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Tecnologias estão mais presentes nas salas de aula na América Latina

Wanderley Antonio Santos
2d
Tecnologias estão mais presentes nas salas de aula na América Latina
No lugar do lápis e do caderno, os tablets e os smartphones aparecem cada vez mais nas salas de aula de diferentes países da América Latina. Pesquisadores apontam que este fenômeno estaria em seu impulso definitivo e que até poderia ser chamada de uma revolução tecnológica. Porém, tamanho aumento tem demonstrado carências e deficiências que a região ainda enfrenta. Entre os mais variados lugares, há iniciativas promissoras e inovadoras, mas o impacto das tecnologias no processo de aprendizagem ainda é um desafio sem resultado concreto.
No Chile, por exemplo, onde pelo menos 81% dos estabelecimentos de ensino possuem acesso a internet, o site “Rede de Professores Inovadores de Educar Chile” coloca a tecnologia a serviço do ensino. Lá, profissionais de todo o país trocam métodos e experiências. 
Outra iniciativa chilena inovadora foi feita através da Fundação Telefônica, que lançou um curso de robótica nas escolas técnicas profissionais. Além de aprender conceitos básicos de programação e eletrônica, os alunos desenvolvem competências e habilidades sociais, tais como trabalho em equipe, raciocínio crítico, entre outros. 
Já no Peru, os quadros interativos, os computadores e os softwares educacionais são algumas das ferramentas cada vez mais usadas em escolas. No país andino, os métodos de ensino estão passando por uma metamorfose para se adaptarem às atuais mudanças tecnológicas. Para o consultor educacional Ivan Montes, apesar do avanço, os novos dispositivos por si só não melhoram a qualidade do ensino.
No Brasil, o governo federal também possui uma iniciativa chamada de “Tablet educacional”, que faz parte do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo Integrado). Todas as escolas indicadas pelos estados receberão um projetor para cada quatro salas e dois tablets de 9,7 polegadas.
Na Colômbia, o governo federal também atuou para unir tecnologia e educação. O projeto “Computadores para Educar” beneficiou oito milhões de crianças em seus 15 anos de existência. É um programa conjunto do Ministério da Tecnologia da Informação (MINTIC), o Ministério da Educação e empresas privadas, que visa a melhorar a conectividade das escolas públicas e fornecer computadores e tablets de qualidade.
Já na Argentina, vários projetos refletem o potencial dos avanços tecnológicos aplicados à educação. Uma das primeiras instituições que aderiu a essa nova realidade foi a escola Belgrano Day School, no bairro de Belgrano. Lá, o processo começou em 2003 com a formação de professores, implantação da conectividade e compra de equipamentos (pendrive, câmeras digitais, projetores). Isto tudo como forma de preparação para aplicar a aula virtual.



https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334

 

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França vai proibir uso de celulares para alunos do ensino fundamental

Elisa Rodrigues
2d
França vai proibir uso de celulares para alunos do ensino fundamental
Em pleno século XXI, com todo o avanço tecnológico, ainda vemos atitudes radicais e conservadoras, inclusive em países considerados avançados, como a França. Com o intuito de manter os alunos dentro do que eles consideram comportamento ideal, a França estuda proibir o uso dos Smartphone na sala de aula e locais previstos por cada escola. A justificativa é de que as crianças e adolescentes acessam de tudo pela internet, sem pensar nos problemas que poderão surgir. A iniciativa gera polêmicas e divide opiniões, uma vez que proibir seja apenas um método curativo e não preventivo para todos esses problemas apresentados, já que as crianças e adolescentes não acessam a internet somente na escola. Penso que a escola poderia aproveitar a oportunidade e desenvolver um trabalho de conscientização com os alunos, proporcionando a eles refletirem sobre o uso correto, ultrapassando os muros da escola.

 

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GERNOT MÜLLER INTEGRAÇÃO CURRICULAR DAS TIC NO SISTEMA DE ENSINO EMMOÇAMBIQUE: INICIATIVAS EM CURSO

Anônimo
2d
GERNOT MÜLLER INTEGRAÇÃO CURRICULAR DAS TIC NO SISTEMA DE ENSINO EMMOÇAMBIQUE: INICIATIVAS EM CURSO
 Estão sendo desenvolvidas várias ações que iniciam com a introdução de TIC´s em várias atividades economicas e sociais e também no sistema educacional Moçambicano. Desta forma o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) tem desenvolvido uma série de ações para promover a utilização de TIC´s, ainda de forma embrionária. Mas interessante ver a percepção da necessidade desta inclusão na formação dos indivíduos.
Fonte:http://ticeduca.ie.ul.pt/atas/pdf/281.pdf
 

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Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologias a professores e idosos

Elisa Rodrigues
2d
Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologias a professores e idosos
Dentro da proposta atual de educação, onde o professor deixa de ser mero transmissor de conhecimentos e passa a ser mediador da aprendizagem, onde não só ensina, mas também aprende com os outros, vemos na Finlândia uma iniciativa que talvez seja parte da solução de alguns problemas que enfrentamos por aqui, que é a dificuldade de trabalhar com determinadas tecnologias.

Com essa iniciativa, os alunos se empoderam do seu conhecimento e se sentem parte importante dessa aprendizagem, proporcionando aos professores e idosos conhecer mais sobre as tecnologias. Esse “efeito ao contrário” faz com que os professores tenham a oportunidade de vivenciar uma troca de experiências não só no aspecto técnico, mas comportamental e social da aprendizagem. Vale a pena conferir e “copiar” a ideia!


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Tânia Regina 1d
Elisa, essa realidade na Finlândia me fez pensar sobre a questão da solidariedade e do aprender para servir, pois a única coisa que possuímos é aquilo que nós doamos.


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Professor do Gana mostra que é possível ensinar informática sem um computador

Sandra de Oliveira Soares Cardoso
3d
Professor do Gana mostra que é possível ensinar informática sem um computador
Quando se fala da utilização das TICs na educação e da forma como o mundo se apresenta em quase todas como áreas, globalizado, conectado, é quase impossível pensar sem ensino sem uso de ferramentas e equipamentos que sirvam para facilitar a aprendizagem eo conhecimento dos alunos.
No Brasil, boa parte dos estudantes tem acesso às TICs, através da utilização de computadores ou celulares. Mas o que pensar do ensino da informática, em sala de aula, sem usar qualquer equipamento informático?
Na era das TICs, um professor não Gana apresenta essa capacidade ao ensinar como crianças de informática, sem usar um computador ou celular. Utilize um quadro negro e colorido para simular uma tela de um computador garantindo que seus alunos tenham uma ideia daquilo que irão ver quando tiverem uma possibilidade de usar um computador. 
Para este professor, uma utilização das TICs na educação, sobretudo, com muita imaginação e vontade de fornecer seus conhecimentos sobre a sua sobra. 
 
https://zap.aeiou.pt/professor-gana-informatica-sem-computador-193849
 

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CHILE E URUGUAI INVESTEM EM TECNOLOGIA EM CLASSE

Maria Fernanda Xavier Pinto Medeiros
3d
CHILE E URUGUAI INVESTEM EM TECNOLOGIA EM CLASSE
Quando o assunto é tecnologia de informação e comunicação (TIC's) em sala de aula os uruguaios e chilenos estão à nossa frente. Enquanto o Brasil sequer definiu uma política integrada de validação e aplicação de práticas pedagógicas envolvendo tecnologia, o Chile já criou um método que avalia o impacto do uso de tecnologias em sala de aula e o Uruguai através da implementação do Plano Ceibal já distribui computadores a quase 100% de alunos e professores do primário da rede pública de ensino. Além disso, estes países não estão preocupados apenas em capacitar continuamente seus professores e disponibilizar uma boa infraestrutura mas, principalmente em avaliar se o uso da TIC está sendo realmente efetivo no processo de ensino aprendizagem.
Fonte:
 http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html
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Anônimo 2d
GERNOT MÜLLERQuando avaliamos a educação na AL, Chile e Uruguai acredito estarem em condições de estrutura de suas escolas melhores que as nossas, e políticas de valorização dos professores.


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TIC na educação do Brasil

wolkmar
3d
TIC na educação do Brasil
O artigo abaixo me chamou a atenção, pois sei que existe a intenção de melhora, estamos engatinhando neste sentido. Grifei dois parágrafos que me chamou atenção. O primeiro foi mostrar a importância das Tic na educação e depois mostrar a situação do país, que isto foi confirmado nos nossos relatos da atividade 1.

Vou deixar vocês lerem, não percam a leitura.

TIC bi educação do Brasil: Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) exercem um papel cada vez mais importante na forma de nos comunicarmos, aprendermos e vivermos.

O desafio é equipar essas tecnologias efetivamente de forma a atender aos interesses dos aprendizes e da grande comunidade de ensino e aprendizagem.

A UNESCO acredita que as TIC podem contribuir com o acesso universal da educação, a equidade na educação, a qualidade de ensino e aprendizagem, o desenvolvimento profissional de professores, bem como melhorar a gestão, a governança e a administração educacional ao fornecer a mistura certa e organizada de políticas, tecnologias e capacidades.

A UNESCO aborda as TIC para a educação de forma abrangente por meio de uma plataforma intersetorial própria, focada no trabalho conjunto dos setores de Comunicação e informação, Educação, e Ciências, onde as questões sobre acesso, inclusão, equidade e qualidade na educação são tratadas.

A UNESCO – seus escritórios nacionais, recionais e institutos – em colaboração com seus parceiros, desenvolve recursos que podem ajudar os países a elaborarem TIC nas políticas, estratégias e atividades educacionais de forma efetiva, incluindo a garantia de que essas estratégias enfrentem desafios causados pela exclusão digital das populações mais desfavorecidas.

Seu programa inclui:

Capacitação e aconselhamento de políticas públicas para o uso de tecnologias na educação, particularmente nos domínios emergentes como a aprendizagem móvel.
 Garantia de que professores tenham as habilidades necessárias para usar as TIC em todos os aspectos da prática de sua profissão por meio de ferramentas como o Marco Político de Padrões de Competência em TIC para Professores.
Apoio do uso e desenvolvimento de recursos e softwares educacionais plurilíngues, que sejam disponíveis para uso e reuso como resultado de licenças abertas (recursos educacionais abertos – REA; software livre e aberto [free and open source software – FOSS]).
Promoção de ITC para educação inclusiva, que inclua pessoas com deficiências e proporcione a igualdade de gênero.
Coleta de dados estatísticos e desenvolvimento de indicadores sobre o uso de TIC na educação.
Provisão de apoio à políticas públicas que garantem que o potencial de ITC seja aplicado efetivamente por todo o sistema educacional.
O Instituto de Tecnologias de Informação para a Educação (UNESCO Institute for Information Technologies in Education – IITE), com sede em Moscou, se especializa em intercâmbio de informações, pesquisa e treinamento sobre a integração das TIC em educação.
A UNESCO trabalha com comunidades educacionais do mundo todo – Ministérios da Educação, institutos especializados, professores, aprendizes e participantes em capacitações – para alavancar efetivamente o potencial das TIC de forma a elevar a qualidade do ensino e da aprendizagem.

O uso de TIC na educação do Brasil

O Brasil precisa melhorar a competência dos professores em utilizar as tecnologias de comunicação e informação na educação. A forma como o sistema educacional incorpora as TIC afeta diretamente a diminuição da exclusão digital existente no país.

Vários pontos devem ser levados em conta quando se procura responder a questões como: Como as TIC podem ser utilizadas para acelerar o desenvolvimento em direção à meta de "educação para todos e ao longo da vida"? Como elas podem propiciar melhor equilíbrio entre ampla cobertura e excelência na educação? Como ela podem contribuir para reconciliar universalidade e especificidade local do conhecimento? Como pode a educação preparar os indivíduos e a sociedade de forma a que eles dominem as tecnologias que permeiam crescentemente todos os setores da vida e possam tirar proveito delas?

Primeiro, as TICs são apenas uma parte de um contínuo desenvolvimento de tecnologias, a começar pelo giz e os livros, todos podendo apoiar e enriquecer a aprendizagem.
Segundo, as TIC, como qualquer ferramenta, devem ser usadas e adaptadas para servir a fins educacionais.
Terceiro, várias questões éticas e legais, como as vinculadas à propriedade do conhecimento, ao crescente tratamento da educação como uma mercadoria, à globalização da educação face à diversidade cultural, interferem no amplo uso das TIC na educação.
Na busca de soluções a essas questões, a UNESCO coopera com o governo brasileiro na promoção de ações de disseminação de TIC nas escolas com o objetivo de melhorar a qualidade do processo ensino-aprendizagem, entendendo que o letramento digital é uma decorrência natural da utilização frequente dessas tecnologias. O Ministério da Educação tem a meta de universalizar os laboratórios de informática em todas as escolas públicas até 2010, incluindo as rurais. A UNESCO também coopera com o Programa TV Escola, para explorar a convergência das mídias digitais na ampliação da interatividade dos conteúdos televisivos utilizados no ensino presencial e a distância.

A UNESCO no Brasil conta com a permanente parceria das Cátedras UNESCO em Educação a Distância em várias universidades brasileiras, que utilizam as TIC para promover a democratização do acesso ao conhecimento no país.


REFERÊNCIA
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-and-information/access-to-knowledge/ict-in-education/
1 comment

Janine Neves 2d
Quanta informação no site da Unesco, não é Wolkmar? Fiquei bastante surpresa com o volume das publicações!


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Países árabes e da América do Sul querem mais integração em educação ensino do árabe nas nações sul-americanas e do espanhol e português em países árabes. Foi considerado uma meta nesta sexta-feira em Lima pelos ministros da Educação de ambos os blocos, como uma forma de aproximar ambas as regiões.A decisão foi adotada na II Reunião de ministros da Educação da América do Sul e dos Países Árabes (ASPA), que em seus dois primeiros dias, quarta e quinta-feira, foi realizada por especialistas em educação.No dia final do encontro, que teve a participação de ministros árabes e sul-americanos, foi aprovada a proposta de promover a aprendizagem dos três idiomas por meio da criação de centros de estudos, informou a ministra da Educação do Peru, Patricia Salas. A secretária-geral adjunta da Liga dos Estados Árabes, Faeqa Alsaleh, destacou a importância deste acordo ao ressaltar que com o ensino dos idiomas, as distâncias geográficas serão encurtadas."Temos semelhanças em questões culturais com as nações sul-americanas e queremos ter uma ligação maior por meio do idioma", ressaltou a representante árabe.A ideia é criar centros de estudos para o ensino dos idiomas nas universidades em uma primeira etapa.Os ministros estabeleceram também a criação da Rede Educativa e Científica conjunta do bloco ASPA para a troca de informações em temas de educação.Um outro viés, para o uso da tecnologia. agora, com uma proposta que traz em seu bojo a responsabilidade de encurtar distâncias entre culturas, compartilhar aprendizagens e saberes mundiais Fontehttp://noticias.terra.com.br/mundo/orientemedio/ministros-da-america-do-sul-e-dos-paises-arabes-promovem-ensino-comum-de-seus-idiomas,f47f6b45a3481410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

maria idalina coelho
3d
Países árabes e da América do Sul querem mais integração em educação ensino do árabe nas nações sul-americanas e do espanhol e português em países árabes.                                    Foi  considerado uma meta nesta sexta-feira em Lima pelos ministros da Educação de ambos os blocos, como uma forma de aproximar ambas as regiões.A decisão foi adotada na II Reunião de ministros da Educação da América do Sul e dos Países Árabes (ASPA), que em seus dois primeiros dias, quarta e quinta-feira, foi realizada por especialistas em educação.No dia final do encontro, que teve a participação de ministros árabes e sul-americanos, foi aprovada a proposta de promover a aprendizagem dos três idiomas por meio da criação de centros de estudos, informou a ministra da Educação do Peru, Patricia Salas. A secretária-geral adjunta da Liga dos Estados Árabes, Faeqa Alsaleh, destacou a importância deste acordo ao ressaltar que com o ensino dos idiomas, as distâncias geográficas serão encurtadas."Temos semelhanças em questões culturais com as nações sul-americanas e queremos ter uma ligação maior por meio do idioma", ressaltou a representante árabe.A ideia é criar centros de estudos para o ensino dos idiomas nas universidades em uma primeira etapa.Os ministros estabeleceram também a criação da Rede Educativa e Científica conjunta do bloco ASPA para a troca de informações em temas de educação.Um outro viés, para o uso da tecnologia. agora, com uma proposta que traz em seu bojo a responsabilidade de encurtar distâncias entre culturas, compartilhar aprendizagens e saberes mundiais Fontehttp://noticias.terra.com.br/mundo/orientemedio/ministros-da-america-do-sul-e-dos-paises-arabes-promovem-ensino-comum-de-seus-idiomas,f47f6b45a3481410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
 

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Educação com uso de TIC´s na Finlândia.

Mariana Gura Senra
3d
Educação com uso de TIC´s na Finlândia. 
O uso das TIC´s em sala de aula vem agregar a qualidade das aulas, sendo essas ferramentas mais uma, dentre tantas outras que podem ser utilizadas no processo educacional. O uso das TIC´s não se sobrepõem ao professor, livros, etc. Pelo contrário, elas adicionam possibilidades de pesquisas e fontes de informação. Na reportagem cita uma atividade interativa entre uma escola na Finlândia e uma escola na Alemanha por meio de uma conferência em vídeo, assunto tratado: Imigração na Europa. Acredito ser uma real maneira para de tratar o assunto já que imigração inclui contato com outros países e cultura. 

Fonte:
https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2017/06/10/revolucao-educacional-na-finlandia-quer-preparar-alunos-para-era-digital.htm

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Janine Neves 2d
Não é à toa que eles são o nº 1 na avaliação PISA, né Mariana?


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Desenvolvimento das Tecnologias da Comunicação em Cuba, Silenciadas pela mídia (I)Publicado em 25 de Junho de 2012 por tudoparaminhacubaFonte: CUBAINFORMACION Artigo de Omar Pérez Solomon La Pupila Insomne Enquanto o vizinho do Norte faz até o impossível para impedir o acesso de Cuba para as tecnologias de informação e comunicação e são campanhas de mídia que apresentaram a revolução cubana como inimigo da Internet e a utilização das TIC, Cuba neste fim-de-semana foi palco de uma série de acções para a promoção da sua utilização, dependendo do crescimento cultural e educacional de seus habitantes.Festivais de conhecimento baseados em tecnologia da informação em todos os municípios do país, a distribuição gratuita de conteúdo digital de alto valor cultural e muitas acções mais tive lugar, de um extremo a outro da ilha. Embora pouco difundido fora da ilha, não é algo novo. Em 1984, Fidel Castro expressou:“Acho que é essencial, desde que chegaram a estas conquistas, porque podemos ter vindo de tão longe, olhar a longo prazo e prestar mais atenção à educação e o uso de técnicas de computador, para isso deve ser preparado professores, deve começar pelas universidades será impossível no futuro para melhorar alguma coisa sem o uso de computadores.”Hoje, existe a possibilidade de ter ao dia cada dado, cada dígito, cada coisa, cada ramo e informações constantemente actualizadas por meio de programas de computador.É um paradoxo que acusem a Cuba de limitar o acesso às TIC, quando desde os primeiros anos da revolução, deram os passos para fabricar computadores no país e introduzir o ensino do computador em diferentes níveis de ensino; quando todos os alunos de todos os ensinamentos têm acesso diário a vários materiais e informações úteis através de computadores instalados em todas as escolas, no caso de universidades, através da rede de redes e mais de 600 Jovens Clubes de Computação se formaram mais de 3 milhões de pessoas em cursos que visam dotar a Comunidade com uma cultura da computação, com prioridade para crianças, adolescentes e jovens, mas também a pessoas com deficiência ou idosos.A ilha possui recursos humanos altamente qualificados nas TIC – terceiro lugar entre todos os países de acordo com o último relatório da União Internacional de Telecomunicações – priorizando a conexão social à rede para assegurar seu uso social, e que pode ser usado correctamente por médicos, cientistas, estudantes, profissionais, jornalistas, artistas e escritores, empresas, centros de investigação e muitos mais, em meio as restrições económicas que o país enfrenta.

maria idalina coelho
3d
Desenvolvimento das Tecnologias da Comunicação em Cuba, Silenciadas pela mídia (I)Publicado em 25 de Junho de 2012 por tudoparaminhacubaFonte: CUBAINFORMACION       Artigo de Omar Pérez Solomon                       La Pupila Insomne         Enquanto o vizinho do Norte faz até o impossível para impedir o acesso de Cuba para as tecnologias de informação e comunicação e são campanhas de mídia que apresentaram a revolução cubana como inimigo da Internet e a utilização das TIC, Cuba neste fim-de-semana foi palco de uma série de acções para a promoção da sua utilização, dependendo do crescimento cultural e educacional de seus habitantes.Festivais de conhecimento baseados em tecnologia da informação em todos os municípios do país, a distribuição gratuita de conteúdo digital de alto valor cultural e muitas acções mais tive lugar, de um extremo a outro da ilha. Embora pouco difundido fora da ilha, não é algo novo. Em 1984, Fidel Castro expressou:“Acho que é essencial, desde que chegaram a estas conquistas, porque podemos ter vindo de tão longe, olhar a longo prazo e prestar mais atenção à educação e o uso de técnicas de computador, para isso deve ser preparado professores, deve começar pelas universidades será impossível no futuro para melhorar alguma coisa sem o uso de computadores.”Hoje, existe a possibilidade de ter ao dia cada dado, cada dígito, cada coisa, cada ramo e informações constantemente actualizadas por meio de programas de computador.É um paradoxo que acusem a Cuba de limitar o acesso às TIC, quando desde os primeiros anos da revolução, deram os passos para fabricar computadores no país e introduzir o ensino do computador em diferentes níveis de ensino; quando todos os alunos de todos os ensinamentos têm acesso diário a vários materiais e informações úteis através de computadores instalados em todas as escolas, no caso de universidades, através da rede de redes e mais de 600 Jovens Clubes de Computação  se formaram mais de 3 milhões de pessoas em cursos que visam dotar a Comunidade com uma cultura da computação, com prioridade para crianças, adolescentes e jovens, mas também a pessoas com deficiência ou idosos.A ilha possui recursos humanos altamente qualificados nas TIC  – terceiro lugar entre todos os países de acordo com o último relatório da União Internacional de Telecomunicações – priorizando a conexão social à rede para assegurar seu uso social, e que pode ser usado correctamente por médicos, cientistas, estudantes, profissionais, jornalistas, artistas e escritores, empresas, centros de investigação e muitos mais, em meio as restrições económicas que o país enfrenta.
Informação que contraria a exposição da mídia sobre  a ilha de Cuba. O informe para o mundo é de processos obsoletos em todas as áreas.

 

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52% DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO BÁSICA USAM CELULAR EM ATIVIDADES ESCOLARES, APONTA ESTUDO DA CETIC De 2015 para 2016, número de professores que usam a internet do celular em atividades com os alunos cresceu em 10%. Por Clara Campoli, G1 03/08/2017 11h11 Atualizado 03/08/2017 16h47 O celular, antes tão mal visto no ambiente escolar, vai ocupando cada vez mais espaço na sala de aula: em 2016, 52% das escolas utilizavam o aparelho em atividades com os alunos. É o que aponta a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic), divulgado nesta quinta-feira (3).

klydiassiq
4d
52% DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO BÁSICA USAM CELULAR EM ATIVIDADES ESCOLARES, APONTA ESTUDO DA CETIC             De 2015 para 2016, número de professores que usam a internet do celular em atividades com os alunos cresceu em 10%.                               Por Clara Campoli, G1 03/08/2017 11h11  Atualizado 03/08/2017 16h47 O celular, antes tão mal visto no ambiente escolar, vai ocupando cada vez mais espaço na sala de aula: em 2016, 52% das escolas utilizavam o aparelho em atividades com os alunos. É o que aponta a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic), divulgado nesta quinta-feira (3).
O estudo mostra dados sobre utilização da internet e de celulares em sala de aula, em escolas públicas e particulares em áreas urbanas de todo o país. Foram coletados dados de 1.106 escolas, em turmas de 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 2º ano do ensino médio. Participaram das entrevistas 935 diretores, 922 coordenadores pedagógicos, 1.854 professores de diversas disciplinas e 11.069 estudantes. A pesquisa aconteceu entre agosto e dezembro de 2016.
A popularização dos aparelhos pode ter relação com essa nova realidade. Dos estudantes que têm acesso à internet, 77% usam a rede por meio do celular. O segundo aparelho mais utilizado, o computador de mesa, tem apenas 9% de participação nesta estatística. O acesso dos professores à tecnologia aumentou ao longo dos anos: em 2011, apenas 15% deles possuíam um smartphone. Em 2016, o número atingiu os 91%.
Os maiores usuários de smartphones, entre os alunos que usam a internet, são os adolescentes: do total de estudantes do 9º ano do ensino fundamental, 33% dizem usar os aparelhos na escola, contra 49% dos alunos do 2° ano do ensino médio. Entre as crianças, a utilização é menor: apenas 7% dos estudantes do 5º ano do ensino fundamental usam a tecnologia na escola.
Estes números quase se invertem quando se trata do uso do smartphone por parte dos professores em atividades escolares. Em 2016, 61% dos professores declararam que utilizam a tecnologia para lecionar nas turmas de 5º ano, contra 42% e 41% dos docentes de 8º e 2º ano, respectivamente. A utilização é maior nas escolas particulares que nas públicas: são 61% de usuários contra 46%.
Em 2015, 87% das escolas declararam ter acesso à rede sem fio. O número aumentou para 92% no ano seguinte. No entanto, nos dois períodos, apenas 10% delas declararam ter uso livre para todos. No último ano, 21% das instituições informaram que o uso é restrito, com senha disponível para os alunos, enquanto 61% não liberam o acesso para os estudantes.

Acesso

As escolas públicas e particulares apresentam números altos de máquinas disponíveis em sala de aula: 98% e 96% têm computadores de mesa, enquanto 86% e 92% também contam com computadores portáteis, respectivamente. A internet está disponível na maioria das escolas urbanas: 98% das instituições particulares e 95% das públicas declararam possuir o serviço.
Os tradicionais laboratórios de informática são bastante utilizados em escolas particulares, embora estejam em desuso. Do total de instituições que responderam à pesquisa, 47% tem as salas de aula para a atividade, e 46% as utilizam. Na rede pública, o número de laboratórios não aproveitados é bem maior: 81% das escolas possuem o ambiente, mas apenas 59% o usam.
"Embora os laboratórios estejam bastante presentes nas escolas públicas, o uso é baixo. Nas particulares, esse espaço se desloca para a sala de aula, biblioteca... isso mostra um avanço das particulares nesse aspecto", comentou, em coletiva de imprensa, o gerente do Cetic, Alexandre Barbosa.
Avaliação

A pesquisa do Cetic buscou conhecer a percepção dos professores sobre o uso das tecnologias nas escolas. A perspectiva dos profissionais é, em sua maioria, bastante positiva. Segundo o estudo, 67% agora têm contato com professores e especialistas de outras escolas, 77% passaram a se comunicar com os estudantes com maior facilidade e 94% garantem que agora têm acesso a materiais mais diversificados ou de melhor qualidade.
Algumas necessidades de mudança foram observadas na pesquisa. Questionados sobre, diretores e coordenadores pedagógicos das redes pública e privada divergiram sobre o que é prioridade. Para os diretores de escolas públicas, o mais importante é aumentar o número de computadores por aluno. Os colegas da rede privada, no entanto, vêem como prioridade o desenvolvimento de práticas de ensino que envolvam uso de computador e internet.
Consultados, os coordenadores pedagógicos da rede também divergem entre si. Na rede pública, as atenções se dividem entre as duas categorias citadas. Os funcionários da rede privada, no entanto, concordam com os diretores de suas escolas e vêem o desenvolvimento de novas práticas de ensino como a maior prioridade no momento.
"Essa diferença entre o uso do laboratório em públicas e em privadas traz indícios de novas práticas pedagógicas, mas também de uma apropriação da cultura digital nas salas de aula. Estamos saindo de uma educação expositiva para uma educação compartilhada." Leila Iannone, coordenadora da pesquisa
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/52-das-instituicoes-de-educacao-basica-usam-celular-em-atividades-escolares-aponta-estudo-da-cetic.ghtml
 

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TIC: mitos, desafios, passado e futuro

Marilene Izabel Prado Quito
1d
TIC: mitos, desafios, passado e futuro 
Notícia de Sara R. Oliveira de  22/01/2018

Resumo: apontamentos sobre as TICs na aprendizagem e alguns pontos vivenciados em Portugal.

 Link da notícia: https://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=119084&langid=1. Acesso em 11 de março de 2018.

António Dias de Figueiredo, professor catedrático, investigador na área das TIC na aprendizagem, avisa que as escolas estão a produzir mais seguidores do que líderes, mais imitadores do que criadores, mais ouvintes do que concretizadores. E que há ideias feitas e metodologias que chocam com o mundo de hoje. 

 Se as TIC (Tecnologias da Informação e da Comunicação) continuam a ser tema de debate então é porque ainda não estão verdadeiramente integradas e envolvidas na educação. “Como acontece com o manípulo de uma porta - quando temos de falar sobre ele é porque está a dificultar-nos a passagem. O que sinto, hoje, é que quando falamos de TIC na educação tendemos, como há trinta anos, a privilegiar as tecnologias e a secundarizar a educação”, escreve António Dias de Figueiredo no texto “Histórias, Mitos e Aspirações na Educação em Portugal», que integra o mais recente relatório sobre o estado da educação do Conselho Nacional de Educação (CNE). 

O professor catedrático do departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra, investigador na área das TIC na aprendizagem, entre outros assuntos, que foi consultor da Comissão Europeia para questões de estratégia no uso das TIC na educação, esmiúça este assunto. Recupera histórias, desconstrói mitos, fala em desafios, aponta caminhos, debruça-se sobre o passado, o presente e o futuro. E tira conclusões. 

“Trinta anos depois da introdução das TIC na educação em Portugal, seria desejável que se ultrapassassem as questões menores do seu uso instrumental na educação e se partisse para o projeto ambicioso de uma educação mais alargada, sustentável, duradoura, transformativa e cidadã que convocasse as tecnologias na medida exata em que elas fazem parte do mundo de hoje, mas não mais do que isso. Uma educação certamente com TIC, mas uma educação muito para além das TIC. Uma educação para um futuro ao nosso alcance, para um Portugal na vanguarda da educação europeia”, escreve.

Na sua opinião, a questão que hoje se coloca não é integrar as TIC na aprendizagem, mas sim preparar os cidadãos para um “mundo globalizado, complexo, de mudança, centrado no conhecimento, onde todos podem competir e colaborar com todos, sem fronteiras, e onde a sobrevivência de cada um depende da sua capacidade para aprender e para criar valor, com determinação, resiliência e inovação”. E as TIC são fundamentais neste desafio. 

O problema é consolidar a inovação em sistemas sociais complexos. Daí, a integração das TIC, de uma forma global, ter falhado, em seu entender. E passar de um modelo sem TIC para um modelo com TIC não é a questão central. “O grande desafio é reconhecer que as sociedades e as economias estão a mudar a um ritmo vertiginoso, e que não fazemos ideia nenhuma sobre como irão evoluir. Num mundo em rápida mudança, como deverá ser a educação? Que fazer, para que acompanhe e antecipe essa mudança?”, questiona. “Para assegurar a coerência, dinamismo e sentido estratégico da ação era indispensável que os projetos decorressem no seio de um movimento agregador nacional de incentivo à renovação da educação”, acrescenta. 

É preciso pensar de uma forma mais global, numa educação do século XXI. O professor catedrático da Universidade de Coimbra dá algumas sugestões e fala em projetos abrangentes que recuperem a autoestima dos professores e os mobilizem para uma educação de qualidade. “Caberia, no âmbito da suas funções, promover uma estratégia coerente de mudança cultural que estimulasse processos sustentáveis de inovação incremental no próprio sistema e iniciativas de inovação disruptiva desenvolvidas na periferia do sistema. Seria apoiado por um processo orgânico e coerente de acompanhamento reflexivo”, sugere. Projetos conduzidos por equipas mistas de investigadores e de professores das escolas.

“Esses projetos seriam, por sua vez, avaliados tendo em conta a sua contribuição para a mudança cultural do sistema, o enriquecimento sustentado das pedagogias e das didáticas e a consolidação de práticas escolares inovadoras.
Ofereceriam, além disso, alternativas contextuais e autênticas para a formação de professores (hoje quase confinadas a ações formatadas), oportunidades para mestrados e doutoramentos ‘no terreno’ e ensejos genuínos para a avaliação dos professores numa perspetiva de carreira.” E estariam assentes em parcerias duradouras entre unidades de investigação e comunidades escolares. 

Escolas e mercado de trabalho: um diálogo de surdos 
São quatro os mitos que, em seu entender, dificultam e afetam a renovação da educação no nosso país. O mito da educação para a cognição como uma visão rudimentar de que a aprendizagem não é mais do que um processo de apropriação cognitiva. O que choca com o mundo de hoje. “Quando um recrutador contrata, hoje, um profissional, não lhe interessa saber o que ele, cognitivamente, sabe, mas sim que competências tem para fazer, persistir e aprender”, repara. 
 
“O desajuste entre a visão da sociedade e dos mercados de trabalho, mobilizados para a intervenção e a ação, e a visão da escola, virada para a acumulação de saberes, traduz-se num diálogo de surdos. Quando as empresas e organizações pedem à escola que lhes envie graduados com um leque alargado de saberes, competências, comportamentos e atitudes, a escola responde defendendo disciplinas e conteúdos, que raramente garantem, na prática, o que o graduado irá fazer e com que comportamentos e atitudes o fará”, observa. 

Há outro mito, o da uniformização em que ainda assentam os modelos das escolas, de uniformização maciça. “O resultado é que, com todos os jovens a saberem o mesmo, e a fazerem as mesmas coisas das mesmas maneiras, os recrutadores podem baixar os salários tanto quanto quiserem - se um jovem recusar, outro, com competências idênticas, mas mais necessitado, aceitará, e os salários descerão tanto quanto for legalmente permitido.”

Uniformização leva ao descartável, ao trabalho precário. “A uniformização das escolas está a produzir, assim, a precariedade de que nos queixamos, ao mesmo tempo que adestra os jovens para serem mais ouvintes do que concretizadores, mais seguidores do que líderes, mais conservadores do que inovadores, mais imitadores do que criadores, mais analistas do que projetistas e mais dependentes do que autónomos no cultivo de competências que eram valorizadas há cem anos mas que hoje os desvalorizam cada vez mais”, avisa.

“Regar no deserto” 
Há ainda o mito do instrumento e a utilização das TIC é um bom exemplo. Se há tecnologias então porque não explorar o seu potencial no ensino? “O problema é que a confusão entre meios e fins desvirtua em geral a função pedagógica.” “A insistência na procura de aplicações para as tecnologias na educação recorda-nos o homem das cavernas na sua exploração das primeiras ferramentas. Enquanto não consolidou o uso dessas ferramentas em práticas socioculturais plenas, com a descoberta da agricultura, manteve-se primitivo.” 

“Ora a maioria dos projetos pedagógicos e de investigação atuais e dos últimos trinta anos na área da educação com TIC continua a denunciar, nos seus próprios títulos, uma estreita visão instrumental.” Há mais avisos à navegação. “Enquanto as experiências pedagógicas ditas inovadoras se centrarem na exploração pedagógica, mais ou menos instrumental, de computadores, tablets, telemóveis, linguagens de programação, robôs, plataformas online ou redes sociais, e não numa educação mais alargada, mais sustentável, mais transformadora, mais cidadã, que apele às tecnologias na justa medida em que elas fazem parte do mundo de hoje, mas não mais do que isso, as TIC na educação continuarão a dominar artificialmente as agendas pedagógicas e de investigação e a adiar a urgente renovação das pedagogias e da educação”, refere.

E, por último, o mito da inovação incremental. Não é com experiências avulsas que a educação se renovará, segundo António Dias de Figueiredo. Na sua opinião, os alunos, professores, encarregados de educação, sindicatos, editoras, manuais, sistemas de formação de professores são protagonistas desta história. E se um deles tenta alterar comportamentos, os restantes unem-se para que o sistema se mantenha sem mudança. “É como regar no deserto”, aponta. A abordagem disruptiva acaba por não ter efeito e os sistemas não mudam. “De facto, só com enquadramentos estratégicos muito cuidados e acompanhamento operacional rigoroso é possível levar a bom termo projetos de inovação incremental em sistemas sociais muito conservadores, como são os da educação”, sublinha.

MINERVA, o projeto fora da caixa 
António Dias Figueiredo liderou as bases de um projeto nacional, em parceria com algumas universidades, para a introdução das TIC na prática educativa e para a formação de professores e formadores de professores nesse contexto. As suas ideias foram aprovadas pelo então ministro da Educação, João de Deus Pinheiro em 1985. E assim surgia o MINERVA, acrónimo de Meios Informáticos Na Educação, Racionalização, Valorização, Atualização. 

O MINERVA poderia contribuir para viabilizar uma indústria nacional de computadores, como acontecia em outros países, como o Reino Unido, França, Holanda e Suécia. O mentor do projeto não cedeu a pressões e abandonou esse objetivo. “O governo francês, por exemplo, enviou a Portugal o adjunto do seu ministro da Educação com a incumbência de me convencer a adotar o equipamento daquele país. Anos mais tarde, uma grande multinacional colocou idênticas pressões sobre o Governo da altura, propondo um monopólio para o fornecimento de equipamentos para a educação em Portugal. Também nesse caso, a nossa recusa foi perentória”, recorda.

A estratégia do projeto MINERVA tinha um caminho próprio, distinto de outros projetos europeus. Havia indicações para que se mantivesse ágil e liberto da burocracia da administração pública e, por isso, a sua liderança estava fora da alçada do Ministério. E, além disso, os erros estratégicos e organizacionais de projetos europeus funcionavam como um exemplo do que não deveria ser feito. E o projeto nacional era original, diferente dos tradicionais.

“Por outro lado, ainda, e ao contrário dos modelos tradicionais, que impunham rigorosa uniformidade de políticas e práticas, o projeto MINERVA cultivava abertamente a diversidade. Defendia, além disso, não o fecho sobre si próprio, mas a abertura a novas ideias surgidas no seu interior e exterior. Finalmente, no que se referia à implantação no terreno, defendia um modelo de difusão gradual, em vez do modelo de ‘big bang’ que era praticado nos outros países”, lembra o professor. 





 

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O COMPUTADOR NA SALA DE AULA: UMA PESQUISA EM 03 ESCOLAS BRASILEIRAS DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO NA PROVÍNCIA DE SAITAMA-KEN JAPÃO

Perla TOLEDO MATOS
2d
O COMPUTADOR NA SALA DE AULA: UMA PESQUISA EM 03 ESCOLAS BRASILEIRAS DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO NA PROVÍNCIA DE SAITAMA-KEN JAPÃO
A importância da utilização da tecnologia computacional
na área educacional é indiscutível e necessária, seja no
sentido pedagógico, seja no sentido social. Não cabe
mais à escola preparar o aluno apenas nas habilidades
de lingüística e lógico-matemática, apresentar o
conhecimento dividido em partes, fazer do professor
o grande detentor de todo o conhecimento e valorizar
apenas a memorização. Hoje, com o novo conceito de
inteligência, em que podemos desenvolver as pessoas em
suas diversas habilidades, o computador aparece num
momento bastante oportuno, inclusive para facilitar o
desenvolvimento dessas habilidades – lógico-matemática,
lingüística, interpessoal, intrapessoal, espacial, musical,
corpo-cinestésica, naturista e pictórica (TAJRA, 2000).
 

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O uso das TIC nas salas de aula leva alunos de São Gonçalo do Sapucaí ao Reino Unido!

Vanusa Eugenio
6d
O uso das TIC nas salas de aula leva alunos de São Gonçalo do Sapucaí ao Reino Unido!
Leia a reportagem no site do Brasil Metrópole ou no site do CNI:
 

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O uso das TIC nas salas de aula argentinas

Marco Aurélio Liza
6d
O uso das TIC nas salas de aula argentinas 
Um relatório da Universidade Internacional de Valência deu dados interessantes sobre o uso das TIC na educação em cinco países europeus e cinco países latino-americanos, entre os quais o nosso país.
Um relatório recente  elaborado pela Universidade Internacional de Valência  (VIU), denominado "Equipamento e uso das TIC nos centros educacionais europeus e latino-americanos", mostra-nos o grau de implementação do uso de novas tecnologias em centros educacionais em um global Na Argentina, com a implementação em 2010 do Programa Connect Equality , professores e alunos de educação secundária e especial receberam um computador para cada um. No final de 2014, com 4.705.613 netbooks entregues, o universo foi concluído.
http://noticias.universia.com.ar/educacion/noticia/2015/03/27/1122317/uso-tic-aulas-argentinas.html
 

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Home / Notícias / O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO MELHORIA O DESEMPENHO ESCOLAR EM 15 A 27%

Claudete Wada Vilaca
6d
Home / Notícias / O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO MELHORIA O DESEMPENHO ESCOLAR EM 15 A 27%
De acordo com um estudo de monitoramento e avaliação realizado pela corporação Educatic-Bolívia em diferentes unidades educacionais, o desempenho escolar dos estudantes que aplicam o uso de novas tecnologias melhorou 15 a 27%.

 Assim informou o diretor-executivo da "Educatic" Keiko Ignacio Campero, que observou que um sistema de monitoramento em diferentes níveis de ensino foi criado para fazer uma linha desempenho escolar base, ele observou que verificou-se que os alunos que concordaram em metodologias inovadoras aumentaram o desempenho escolar entre 15 a 27%.

Ele mencionou o uso de metodologias inovadoras através do uso da tecnologia, contribuindo para aqueles assuntos que, para alguns, é difícil entender como a matemática pode ser aprendida de maneira mais simples e divertida.

Ele afirmou que, embora o aprendizado dos alunos seja desenvolvido através de um currículo que os professores elaborem, o uso de material tecnológico apoia o processo ensino-aprendizagem para ser mais divertido e compreendido pelos alunos.

No entanto, ele afirmou que o sucesso da aplicação tecnológica depende não apenas dos alunos, mas também dos professores que devem ser treinados para aplicar seus próprios materiais, com base no que é necessário fortalecer em um determinado assunto.

"O uso apropriado de tecnologias pode melhorar significativamente a qualidade educacional, mas depende de recursos humanos, professores que devem ser treinados para aplicar esse tipo de materiais e habilidades necessárias e suficientes para fazer uso desses processos, faça isso algo que vale a pena ", enfatizou.

Ele anunciou que, até à data, 2.500 professores foram treinados para aplicar diferentes estratégias e usar novas tecnologias, não apenas computadores, mas também celulares.

Ele também apontou que eles estão olhando não só para reproduzir o material educacional existente, mas também para desenvolver seus próprios conteúdos.

Ele disse que também é importante ter as condições nas unidades educacionais, ou seja, ter um gabinete de computadores, embora existam algumas escolas que não possuem esse material, mas os professores carregam seus laptops e através de dados que explicam aos alunos. 
http://www.educatic.org.bo/notas-de-actualidad/255-uso-de-la-tecnologia-en-educacion-mejora-rendimiento-escolar-pt-15-a-27

 

 

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         <pubDate>2018-03-15 01:50:25 UTC</pubDate>
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         <author>robertomoleculas</author>
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         <description><![CDATA[<h1>TICs para curso EaD em docência</h1><div>As tecnologias de Informação e Comunicação, que atualmente dão o norte para as principais mudanças neste tempo/mundo globalizado, digo isto ao menos para indicar as atividades que utilizam os eixos comunicacionais, com a educação, que é o maior e mais relevante processo de desenvolvimento humano. Neste sentido, as TICs unem países na troca cultural/educacional como o atual curso para formação complementar de professores nos usos das tecnologias; a Britannica Escolar oferece um curso EaD agendado para os docentes que atuam com o ensino nos anos iniciais e finais. Compartilho o link: <a href="https://escola.britannica.com.br/levels/fundamental">https://escola.britannica.com.br/levels/fundamental</a><br>O aspecto interessante desta oferta é o público-alvo e as séries/anos envolvidos, pois trata-se de cursos para professores dos Anos Inicias e Anos Finais; daí cabe a pergunta: Os ingleses conhecem os desafios de currículo e método do Brasil? </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-18 20:15:31 UTC</pubDate>
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         <title>Professor! Escolha Sua Data:</title>
         <author>robertomoleculas</author>
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         <pubDate>2018-03-18 20:20:43 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2018-03-19 13:45:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ouso das TCS no mundo</title>
         <author>raquel_cristinasc</author>
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         <pubDate>2018-03-21 13:15:42 UTC</pubDate>
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         <title>O envolvimento dos atores educativos com as TIC em Portugal</title>
         <author>jresendecosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Assim como no Brasil, o envolvimento dos professores e alunos portugueses com as TIC apresentam divergências. O potencial tecnológico dos alunos é pouco explorado. Na pesquisa realizada, os professores que não utilizam as TIC justificam sua opção por motivo pessoal e/ou profissional. O estudo aponta a necessidade de proporcionar formação mais eficaz para que os professores possam trabalhar com as TIC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-21 18:59:18 UTC</pubDate>
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         <title>MINHA EXPERIÊNCIA  </title>
         <author>wolkmar</author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha primeira experiência foi como tutora do Telecurso 2000 onde minha empresa e de minha sócia trabalhamos&nbsp; com a MAHLE&nbsp; e outras empresas da região com o ensino fundamental e&nbsp; médio em parceria com a Fundação Bradesco e a Fundação Roberto Marinho.<br><br></div><div>E nestes anos como professora da modalidade Educação Especial da APAE, e hoje da escola Novo Tempo tenho que trabalhar com as diversas tecnologias para levar aos meus alunos com deficiência, transtorno, impedimentos ou dificuldades de aprendizagem as informações necessárias para se trabalhar com o&nbsp; currículo funcional na expectativa que ocorra a aprendizagem tão sonhada.<br><br></div><div>Uma outra experiência nova para mim é o trabalho na rede municipal de ensino de Itajubá, numa sala multisseriada de pré II, primeiro e segundo ano, onde o trabalho com as novas tecnologias estão chegando.<br><br></div><div>Enfim, nestes quase trinta anos de trabalho, percebo o quanto tem sido hoje desafiador o ato de ensinar, por isso busco sempre participar de cursos para minha formação enquanto docente para poder levar mudança ao contexto no qual vivo e convivo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-13 00:12:39 UTC</pubDate>
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         <title>Minha experiência com procedimentos tecnológicos</title>
         <author>miccoelho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ela vem acontecendo aos poucos. Inicialmente, de levá-los para assistir vídeos na sala de informática. Por último, esse ano disponibilizei uma atividade com o livro virtual, via google drive, para a turma. Foi uma atividade que precisou ser realizada em tres dias, dada a dificuldade dos alunos (4º ano do ensino fundamental) com as máquinas, treino com o mouse e a manutenção da disciplina. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-18 03:17:54 UTC</pubDate>
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         <title>colega Dario</title>
         <author>miccoelho</author>
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         <description><![CDATA[<div>O seu post é importante para desmistificar a impressão que o restante do mundo tem a respeito de países de África. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-18 03:34:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[Interessante ler esse post, porque nos atualiza acerca dos informes sobre a utilização das tecnologias na América Latina e em países bem menores, em extensão que o Brasil. E com resultados surpreendentes na aprendizagem, depois desse uso.
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         <pubDate>2018-06-18 03:41:24 UTC</pubDate>
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