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      <title>DEDICO  by Sheila Queiroz</title>
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      <description>DEDICO das aulas do Componente Saúde Cuidado e Qualidade de Vida</description>
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      <pubDate>2021-04-12 19:39:29 UTC</pubDate>
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         <title>O corpo como fenômeno cultural</title>
         <author>sqlima1407</author>
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         <description><![CDATA[<div>O quão difícil é ser escutado e compreendido em um atendimento médico?&nbsp;<br><br></div><div>O texto “O corpo Sígnico” da autora Jaqueline Ferreira, traz uma abordagem sobre representações de como o corpo do paciente fala ao médico através dos sintomas e sinais. Em uma consulta clínica, as demandas de saúde precisam ser ouvidas, enxergadas, compreendidas, diagnosticadas e traduzidas pelo médico para o paciente, pois tão importante quanto prescrever um medicamento, é fundamental possuir a habilidade de comunicação, ética e empatia pela pessoa que é escutada, desta forma, é possível proporcionar um atendimento adequado e humanizado.&nbsp;<br><br></div><div>Nossos corpos são moldados pelos hábitos e heranças culturais, somos reflexos da sociedade na qual estamos inseridos, à vista disso, expressamos sentimentos e transmitimos informações. Como forma de contextualizar a importância da atenção ao paciente com um atendimento acolhedor, apresento um fragmento do Documentário “Na Hora Certa”, produzido para a cadeira de Projeto Experimental de TV do Curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS, este documentário traz reflexões sobre o parto humanizado e o quão valoroso é ser um médico humano atendendo outro ser humano.&nbsp;<br>Vídeo disponível neste link: <br>https://www.canva.com/design/DAEbeWXaD7g/fNzRtgYqWp9rolGO54RA-Q/watch?utm_content=DAEbeWXaD7g&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link&amp;utm_source=sharebutton&nbsp;<br><br></div><div>Referências<br><br></div><div>FERREIRA, Jaqueline. <strong>O corpo sígnico</strong>. In MCS Minayo &amp; PC Alves (orgs.). Saúde, doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998.<br><br></div><div>ROEHLS, Douglas. <strong>Na Hora Certa – Documentário sobre o parto humanizado.</strong> 2014. Disponível em: &lt;https://www.youtube.com/watch?v=fkGfzptCaME&amp;ab_channel=DouglasRoehrs&gt;. Acesso em: 08 mar. 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 19:39:48 UTC</pubDate>
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         <title>O que esperamos do Componente?</title>
         <author>sqlima1407</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Receita de Ano Novo<br><br></div><div>(...)<br><br></div><div>Não precisa<br><br></div><div>fazer lista de boas intenções<br><br></div><div>para arquivá-las na gaveta.<br><br></div><div>Não precisa chorar arrependido<br><br></div><div>pelas besteiras consumidas<br><br></div><div>nem parvamente acreditar<br><br></div><div>que por decreto de esperança<br><br></div><div>a partir de janeiro as coisas mudem<br><br></div><div>e seja tudo claridade, recompensa,<br><br></div><div>justiça entre os homens e as nações,<br><br></div><div>liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,<br><br></div><div>direitos respeitados, começando<br><br></div><div>pelo direito augusto de viver.<br><br></div><div>Para ganhar um Ano Novo<br><br></div><div>que mereça este nome,<br><br></div><div>você, meu caro, tem de merecê-lo,<br><br></div><div>tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,<br><br></div><div>mas tente, experimente, consciente.<br><br></div><div>É dentro de você que o Ano Novo<br><br></div><div>cochila e espera desde sempre.<br><br></div><div>Carlos Drummond de Andrade<br><br></div><div>&nbsp;No poema acima, somos apresentados à uma sugestão para que o ano novo seja diferente e melhor. No lugar de propor metas exorbitantes e difíceis de serem alcançadas, Drummond opta por simplesmente responsabilizar cada pessoa pelo ano que virá.&nbsp;<br><br></div><div>Em uma analogia ao nosso primeiro dia de aula, em que conhecemos o plano de curso do Componente Saúde Cuidado e Qualidade de Vida, nos foi dada a missão de buscar fazer algo diferente, pois em tempos de pandemia, professores e alunos estão experimentando algo novo com as aulas remotas, entendo que esse é o momento de união para que o conhecimento seja construído em conjunto, ainda que não seja presencialmente, é possível enfrentar os novos desafios se todos estiverem dispostos.<br><br></div><div>O poema de Carlos Drummond de Andrade é um chamado à responsabilização das pessoas pelo destino que as espera.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 18:47:58 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia da morte</title>
         <author>sqlima1407</author>
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         <description><![CDATA[<div>A morte chega cedo<br>&nbsp;<br>&nbsp;A morte chega cedo,<br>&nbsp;Pois breve é toda vida<br>&nbsp;O instante é o arremedo<br>&nbsp;De uma coisa perdida.<br>&nbsp;O amor foi começado,<br>&nbsp;O ideal não acabou,<br>&nbsp;E quem tenha alcançado<br>&nbsp;Não sabe o que alcançou.<br>&nbsp;<br>&nbsp;E tudo isto a morte<br>&nbsp;Risca por não estar certo<br>&nbsp;No caderno da sorte<br>&nbsp;Que Deus deixou aberto.<br><br></div><div>Fernando Pessoa<a href="https://www.pensador.com/autor/fernando_pessoa/"><br></a><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Para onde iremos? O que será do meu futuro? A morte é o fim?<br><br></div><div>Estas indagações sempre permearam o imaginário humano, desde os primórdios, a morte sempre foi considerada como um aspecto que fascina e, ao mesmo tempo, aterroriza a Humanidade, seus supostos eventos que a sucedem são, historicamente, fonte de inspiração para doutrinas filosóficas e religiosas, bem como uma inesgotável fonte de temores, angústias e ansiedades para os seres humanos.<br><br></div><div>A Antropologia da Morte trata da diversidade cultural das relações do homem com a Morte. Seu objetivo é estudar as representações coletivas associadas à morte em determinada cultura, e observar como as práticas coletivas e individuais são utilizadas para responder à angustia da morte. Através dos ritos funerários, a Antropologia da Morte descreve o tratamento cultural da morte e interpreta seus ritos.<br><br></div><div>Referência:&nbsp;<br><br></div><div>PEREIRA. Américo José. <strong>A MORTE COMO HORIZONTE ANTROPOLÓGICO. </strong>Rio de Janeiro, Brasil. 2017.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 18:53:03 UTC</pubDate>
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         <title>Processo saúde-doença</title>
         <author>sqlima1407</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Há doenças piores que as doenças."<br>– Fernando Pessoa&nbsp;<br><br>Doença e Saúde são opostas?&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>A doença tem um caráter social, engloba dimensões históricas e estruturais, ou de acordo com a perspectiva do indivíduo (quando julgada da pelo próprio doente, ou por parentes, amigos e profissionais).&nbsp; A doença não pode ser compreendida apenas por meio das medições fisiopatológicas, pois quem estabelece o estado da doença é o sofrimento, a dor, o prazer, enfim os valores sentimentos expressos pelo corpo subjetivo que adoece. (CANGUILEM; CAPONI. 1995. In. BRÊTAS; GAMBA, 2016).&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com a OMS “a saúde deve ser entendida em sentido mais amplo, como componente da qualidade de vida, e, assim não é um bem de troca, mas um bem comum, e um direito social”. Diante destes pressupostos, entende-se que é preciso não fazer da saúde e da doença princípios distintos, pois o processo saúde-doença representa o conjunto de relações variáveis que produzem e condicionam o estado de saúde-doença de uma população.&nbsp;<br><br>Referência:<br>&nbsp;NUNES, Everardo. D. A doença como processo social. In: CANESQUI, Ana. M. (Org). Ciências Sociais e Saúde para o ensino médico. Fapesp, 2000.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 18:59:31 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia da saúde e da doença: as pesquisas brasileiras</title>
         <author>sqlima1407</author>
         <link>https://padlet.com/sqlima1407/wfrwc6m7kg9ni8td/wish/1482831271</link>
         <description><![CDATA[<div>É possível que as práticas populares se articulem com a biomedicina?<br><br></div><div>Sobre a aula “Antropologia da saúde e da doença: as pesquisas brasileiras” vale ressaltar que as práticas terapêuticas populares no campo da saúde podem proporcionar novas formas de <strong>tratamento e cura</strong> articulados com a cultura na qual o sujeito está inserido, sendo capaz de possibilitar o resgate de valores culturais e promover uma boa relação médico/paciente.&nbsp;<br><br></div><div>Destaco aqui duas citações do texto:&nbsp; Antropologia da saúde e da doença: contribuições para a construção de novas práticas em saúde.<br><br></div><div>Atualmente, apesar da biomedicina ainda se justificar como saber hegemônico, foi com o fortalecimento da antropologia da saúde e da doença nas últimas duas décadas no Brasil que se passou a defender um relativismo relacionado ao processo saúde/doença e às práticas de saúde, onde os saberes e práticas de qualquer sistema médico são percebidos como construções socioculturais (LANGDON, 2009).<br><br></div><div>O modelo biomédico, apesar de possuir ainda muitos adeptos, atua lado a lado com um sistema cultural de saúde que inclui especialistas não reconhecidos pela biomedicina (LANGDON; WIIK, 2010), como por exemplo, benzedeiras, curandeiros, xamãs, pajés, pastores, padres, pais de santo, dentre outros, cujas terapêuticas de cura são produtos de variados tipos de bricolage que têm raízes em práticas milenares de diferentes tradições filosóficas, teóricas, mágicas e de misticismo (MAUÉS, 2009, p. 125).&nbsp;<br><br></div><div>Referência:<br><br></div><div>SANTOS, A. C. B. dos. Antropologia da saúde e da doença: contribuições para a construção de novas práticas em saúde. Rev. NUFEN [online]. v.4, n.2, jul./dez. 2012, p. 11-21. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rnufen/v 4n2/a03.pdf&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-02 18:02:13 UTC</pubDate>
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         <title>Autoatenção e Intermedicalidade: Noções Antropológicas sobre a Saúde</title>
         <author>sqlima1407</author>
         <link>https://padlet.com/sqlima1407/wfrwc6m7kg9ni8td/wish/1557311428</link>
         <description><![CDATA[<div>Os povos indígenas no Brasil apresentam um complexo e dinâmico quadro de saúde que, associado às particularidades socioculturais de cada etnia, está diretamente relacionado a processos históricos de mudanças sociais, econômicas e ambientais atreladas à expansão de frentes demográficas e econômicas da sociedade nacional, nas diversas regiões do país.<br>Ao longo dos séculos, essas frentes exerceram importante influência sobre os determinantes dos perfis da saúde indígena, quer seja por meio da introdução de novos patógenos, especialmente vírus, ocasionando graves epidemias; quer seja pela usurpação de territórios, dificultando ou inviabilizando a subsistência, e/ou pela perseguição e morte de indivíduos ou mesmo de comunidades inteiras. No presente, emergem outros <strong>desafios à saúde dos povos indígenas</strong>, que incluem as <strong>doenças crônicas não transmissíveis, a contaminação ambiental e a dificuldades de sustentabilidade alimentar.</strong> Toda a intervenção médica implica em mudança de comportamento seja no uso de remédios ou nos esforços de mudar os hábitos vistos, sob a ótica da biomedicina, como fatores contribuindo à má saúde.<br><br>Referência:<br>COIMBRA JR., C. E. A., SANTOS, R. V., and CARDOSO, A. M. Processo saúde–doença. In: BARROS, D. C., SILVA, D. O., and GUGELMIN, S. Â., orgs. Vigilância alimentar e nutricional para a saúde Indígena [online]. Vol. 1. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2007, pp. 47-74. ISBN: 978-85-7541-587-0. Disponível em: <a href="http://books.scielo.org/id/fyyqb/pdf/barros-9788575415870-04.pdf">http://books.scielo.org/id/fyyqb/pdf/barros-9788575415870-04.pdf</a>&nbsp;<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 12:26:50 UTC</pubDate>
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         <title>Itinerários terapêuticos, projetos de cuidado e tecnologias do cuidado em saúde.</title>
         <author>sqlima1407</author>
         <link>https://padlet.com/sqlima1407/wfrwc6m7kg9ni8td/wish/1557403331</link>
         <description><![CDATA[<div>Metamorfose<br><br></div><div>Compositor: Raul Seixas<br><br></div><div>Prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>&nbsp;Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>&nbsp;Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>&nbsp;Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br><br></div><div>Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes<br>&nbsp;Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>&nbsp;Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>&nbsp;Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br><br></div><div>Sobre o que é o amor<br>&nbsp;Sobre que eu nem sei quem sou<br>&nbsp;Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou<br>&nbsp;Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor<br>&nbsp;Lhe tenho amor<br>&nbsp;Lhe tenho horror<br>&nbsp;Lhe faço amor<br>&nbsp;Eu sou um ator<br><br></div><div>É chato chegar a um objetivo num instante<br>&nbsp;Eu quero viver nessa metamorfose ambulante<br>&nbsp;Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>&nbsp;Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br><br></div><div>Sobre o que é o amor<br>&nbsp;Sobre o que eu nem sei quem sou<br>&nbsp;Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou<br>&nbsp;Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor<br>&nbsp;Lhe tenho amor<br>&nbsp;Lhe tenho horror<br>&nbsp;Lhe faço amor<br>&nbsp;Eu sou um ator<br><br></div><div>Eu vou lhes dizer aquilo tudo que eu lhe disse antes<br>&nbsp;Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>&nbsp;Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br><br><strong><em><mark>O que é Itinerário Terapêutico? E como a Reforma Psiquiátrica possibilita novas abordagens de cuidado à loucura?&nbsp;<br></mark></em></strong><br></div><div>O termo Itinerário Terapêutico (IT) refere-se à busca de cuidados terapêuticos e procura descrever e analisar práticas individuais e socioculturais em termos dos caminhos percorridos pelos indivíduos na tentativa de solucionarem seus problemas de saúde, incluindo a lógica que direciona essa busca, que é tecida em múltiplas redes formais e informais, de apoio e de pertença. <br>A reforma psiquiátrica brasileira, através da criação dos novos dispositivos em saúde mental, assim como através da inserção das ações de saúde mental na saúde pública, possibilita novas abordagens, novos princípios, valores e olhares às pessoas em situação de sofrimento psíquico, impulsionando formas mais adequadas de cuidado à loucura no seu âmbito familiar, social e cultural. Os projetos de reforma não são homogêneos, as práticas são executadas conforme a concepção teórica dos trabalhadores de saúde mental. <br><br>Referência:<br>COSTA, Samylla Maira <em>et al</em>. Itinerário terapêutico em situações de urgência e emergência pediátrica em uma comunidade quilombola. Ciência &amp; Saúde Coletiva, 21(1):179-189, 2016. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.1590/1413-81232015211.20472014">https://doi.org/10.1590/1413-81232015211.20472014</a> &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 12:54:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cura e Tecnologias de cuidado (Igrejas Pentecostais)</title>
         <author>sqlima1407</author>
         <link>https://padlet.com/sqlima1407/wfrwc6m7kg9ni8td/wish/1557531571</link>
         <description><![CDATA[<div>Marcos 5: 24 a 34<br>Uma grande multidão acompanhava e comprimia Jesus.<br><br></div><div><strong><sup>25 </sup></strong>Entre todo aquele povo encontrava-se uma mulher que sofria, havia doze anos, de uma perda de sangue. <strong><sup>26 </sup></strong>Durante esse tempo padecera bastante às mãos de muitos médicos, e tinha gasto tanto com eles que ficara pobre, sem ver quaisquer melhoras; antes piorara. <strong><sup>27 </sup></strong>Ouvira falar tanto nos espantosos milagres de Jesus que; aproximou-se no meio da multidão por trás e tocou-lhe no manto, <strong><sup>28 </sup></strong>pois dizia: “Se ao menos eu lhe tocar no manto, ficarei curada.” <strong><sup>29 </sup></strong>De facto, logo que lhe tocou, o sangue parou de correr e percebeu que estava curada.<br><br></div><div><strong><sup>30 </sup></strong>Jesus de imediato sentiu que saíra de si poder e, olhando para trás, perguntou: “Quem foi que me tocou na roupa?”<br><br></div><div><strong><sup>31 </sup></strong>Os discípulos disseram-lhe: “Com toda esta gente à tua volta, ainda perguntas quem te tocou?”<br><br></div><div><strong><sup>32 </sup></strong>Ele continuou a olhar à sua volta para encontrar quem fizera aquilo. <strong><sup>33 </sup></strong>Então a mulher, amedrontada e a tremer, sabedora do que lhe tinha acontecido, chegou-se, pôs-se de joelhos diante dele e declarou o que tinha feito. <strong><sup>34 </sup></strong>Jesus disse-lhe: “Filha, a tua fé te curou! Vai em paz, estás livre do teu mal!”.&nbsp;<br><br></div><div><br><br>No Brasil existem diversos cultos religiosos que oferecem serviços de cura. Descrevi a passagem bíblica do Evangelho de Marcos demonstrando que como nos foi apresentado no texto&nbsp; "Saúde e doença: um olhar antropológico" da socióloga Maria Cecília de Souza Minayo, na visão pentecostal a doença é vista como sinal de desordem,&nbsp; percebo que quando a mulher foi curada, encontrou a paz que ela tanto almejava. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 13:27:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Racismo e Saúde</title>
         <author>sqlima1407</author>
         <link>https://padlet.com/sqlima1407/wfrwc6m7kg9ni8td/wish/1558046060</link>
         <description><![CDATA[<div>A Política Nacional de Saúde da População negra visa enfrentar o impacto do racismo na vida e na saúde das pessoas negras. De acordo com o IBGE mais da metade da população brasileira é negra. A população negra vive em piores condições em termos de moradia, piores empregos, menores salários&nbsp; estes determinantes sociais influenciam na saúde desta população. É preciso garantir para a população negra a efetivação da igualdade e o combate da discriminação e das demais formas de intolerância étnica.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 15:21:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>sqlima1407</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS foi implementada em 2013 pelo Ministério da Saúde e é composta por diretrizes cuja operacionalidade requer planos com estratégias e metas sanitárias, além de determinar pontos importantes das diretrizes do SUS: Equidade – Universalidade- Integralidade. Além de promover o respeito sem preconceito e discriminação.&nbsp;<br><br></div><div>“Esta Política reafirma o compromisso do SUS com a universalidade, a integralidade e com a efetiva participação da comunidade. Por isso, ela contempla ações voltadas para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde, além do incentivo à produção de conhecimentos e o fortalecimento da representação do segmento nas instâncias de participação popular. O respeito sem preconceito e sem discriminação é valorizado nesta Política como fundamento para a humanização na promoção, proteção, atenção e no cuidado à saúde. Para que isso se efetive, a Política LGBT articula um conjunto de ações e programas, que constituem medidas concretas a serem implementadas, em todas as esferas de gestão do SUS, particularmente nas secretarias estaduais e municipais de saúde. Este processo de implementação deve ser acompanhado, cotidianamente, pelos respectivos conselhos de saúde e apoiado, de forma permanente, pela sociedade civil.”&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 17:52:27 UTC</pubDate>
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         <title>Gravidez na adolescência</title>
         <author>sqlima1407</author>
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         <description><![CDATA[<div>A gravidez na adolescência pode ocasionar <strong>consequências emocionais, sociais </strong>e<strong> econômicas</strong> para a saúde da mãe e do filho. A maioria das adolescentes que engravida <strong>abandona os estudos</strong> para cuidar do filho, o que aumenta os riscos de desemprego e dependência econômica dos familiares. Esses fatores contribuem para a perpetuação da pobreza, baixo nível de escolaridade, abuso e violência familiar, tanto à mãe como à criança.<br><br></div><div>Além disso, a ocorrência de <strong>mortes na infância</strong> é alta em filhos nascidos de mães adolescentes. A situação socioeconômica, a <strong>falta de apoio e de acompanhamento da gestação (pré-natal)</strong> contribuem para que as adolescentes não recebam informações adequadas em relação à alimentação materna apropriada, à importância da amamentação e sobre a vacinação da criança.Também é grande o número de adolescentes que se submetem a <strong>abortos inseguros</strong>, usando substâncias e remédios para abortar ou em clínicas clandestinas. Isso tem grandes riscos para a saúde da adolescente e até mesmo risco de vida, sendo uma das principais causas de morte materna.<br><br></div><div>Essas ações acarretam prejuízos às crianças, gerando um <strong>impacto na saúde pública</strong>, além da limitação no desenvolvimento pessoal, social e profissional da gestante.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 21:17:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sqlima1407</author>
         <link>https://padlet.com/sqlima1407/wfrwc6m7kg9ni8td/wish/1559408634</link>
         <description><![CDATA[<div>Os impactos da Covid-19 em grupos vulnerabilizados específicos<br><br></div><div>População Idosa:&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com o IBGE 2019 a sociedade brasileira tem se autodeclarado mais preta e parda e ao mesmo tempo aumentou-se o numero de pessoas que chegam aos 60 anos ou mais, desta forma, percebe-se que a sociedade tem se tornado mais negra e envelhecendo. Contudo, com a falta de transparência na divulgação dos boletins epidemiológicos, a população idosa negra mantém sua invisibilidade no enfrentamento da pandemia.&nbsp;<br><br></div><div>População Quilombola:<br><br></div><div>Historicamente as comunidades quilombolas são expostas a várias condições que dificultam a sua sobrevivência. Em tempos de pandemia além de enfrentar problemas como falta de Saneamento Básico, a segurança alimentar é afetada diretamente, pois&nbsp; grande parte da populçao quilombola depende da agricultura para sobeviver e impossibilitados de sair para vender seus produtos sofrem com a insegurança alimentar e econômica.&nbsp;<br><br></div><div>Pessoas em situação de rua:<br><br></div><div>Em tempos de pandemia onde a maior recomendação é de ficar em casa, como vivem aqueles que não tem onde morar? Sem água, sabão, álcool em gel, máscara, a maioria das recomendações sanitárias de enfrentamento a covid-19, são inviáveis de serem aplicadas no dia-a-dia das pessoas que vivem nas ruas.&nbsp;<br><br></div><div>População Privada de Liberdade:<br><br></div><div>Os impactos da pandemia nesta população que vive em condições de confinamento extremamente precárias incluem: Superisolamento, desconstruções dos vínculos familiares, adoecimento e morte por Covid-19, aumento de transtornos mentais, além do risco de suicídio. <br><br>SANTOS, M. P. A. dos. et. al.<strong> População negra e Covid-19: reflexões sobre racismo e saúde. </strong>Estudos Avançados, 34 (99), 2020, p. 225-243. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/scielo.php?scrip t=sci_arttext&amp;pid=S0103- 40142020000200225</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 21:55:19 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Encerramento</title>
         <author>sqlima1407</author>
         <link>https://padlet.com/sqlima1407/wfrwc6m7kg9ni8td/wish/1563437611</link>
         <description><![CDATA[<div>Encerramos esse componente gratos pelas discussões levantadas e que nos possibilitaram novos pensamentos a respeito da Saúde do Cuidado e da Qualidade de Vida. Alguns temas foram desafiadores para mim, mas com certeza contribuíram para minha formação profissional e pessoal.<br>Espero que nesse DEDICO eu possa voltar futuramente para jamais esquecer os temas que aqui foram apresentados. <br>Assim como na imagem, sinto que<mark> minha mente floresceu com as sementes plantadas no decorrer das aulas. </mark><br>Espero que todos fiquem bem e que possamos nos reencontrar logo no CCS.&nbsp;<br>Até breve, se cuidem e obrigada por acompanhar meu DEDICO. ♡</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 01:10:32 UTC</pubDate>
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