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      <title>Meu padlet ousado by </title>
      <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-31 13:09:23 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-25 23:46:12 UTC</lastBuildDate>
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         <title>11/02 - UTI (conceito e estrutura)</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497745425</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Unidade de Terapia Intensiva</strong> é um setor especializado do hospital destinado ao atendimento de pacientes em estado grave ou potencialmente grave, que requerem <strong>monitoramento contínuo, suporte avançado de vida e cuidados intensivos</strong>.</p><p><br/></p><p><strong>O que caracteriza uma UTI?</strong></p><ul><li><p>Atendimento a pacientes com risco de morte iminente.</p></li><li><p>Uso de equipamentos de alta tecnologia para monitoramento e suporte vital.</p></li><li><p>Equipe multiprofissional altamente qualificada.</p></li><li><p>Controle rigoroso de infecção hospitalar.</p><p><br/></p></li></ul><p>🏥 <strong>Estrutura de uma UTI</strong></p><p>A estrutura pode variar conforme o hospital (público ou privado), mas em geral, uma UTI conta com:</p><p><br/></p><p><strong>1. Leitos</strong></p><ul><li><p>Leitos individualizados ou em espaços compartilhados, mas com separações.</p></li><li><p>Cama hospitalar ajustável.</p></li><li><p>Grades de proteção, colchão especial (antiescaras) e pontos de acesso rápido ao paciente.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>2. Equipamentos por leito</strong></p><ul><li><p><strong>Monitor multiparamétrico</strong>: acompanha sinais vitais (frequência cardíaca, pressão, saturação, respiração etc.).</p></li><li><p><strong>Ventilador mecânico</strong>: auxilia ou substitui a respiração.</p></li><li><p><strong>Bomba de infusão</strong>: controla a administração de medicamentos intravenosos com precisão.</p></li><li><p><strong>Aspirador de secreções</strong>: ajuda na limpeza das vias aéreas.</p></li><li><p><strong>Sistemas de oxigênio e vácuo</strong>: embutidos nas paredes ou painéis de cabeceira.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>3. Sala de prescrição médica / posto de enfermagem</strong></p><ul><li><p>Local de trabalho da equipe médica e de enfermagem, com visão direta ou monitoramento dos pacientes.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>4. Área de higienização e paramentação</strong></p><ul><li><p>Local onde os profissionais realizam a higiene das mãos e usam EPI antes de entrar na UTI.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>5. Farmácia satélite (em algumas UTIs)</strong></p><ul><li><p>Armazena medicamentos e insumos de uso rápido e contínuo.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Equipe da UTI</strong></p><ul><li><p><strong>Médicos intensivistas</strong></p></li><li><p><strong>Enfermeiros e técnicos de enfermagem</strong></p></li><li><p><strong>Fisioterapeutas </strong></p></li><li><p><strong>Nutricionistas</strong></p></li><li><p><strong>Psicólogos e assistentes sociais</strong></p></li><li><p><strong>Farmacêuticos clínicos (em UTIs de maior porte)</strong></p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>Tipos de UTI</p><ul><li><p><strong>UTI adulto</strong></p></li><li><p><strong>UTI pediátrica</strong></p></li><li><p><strong>UTI neonatal </strong></p></li><li><p><strong>UTI coronariana</strong> (focada em pacientes com problemas cardíacos)</p></li><li><p><strong>UTI pós-operatória</strong> (cirurgias de grande porte).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 14:31:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497745425</guid>
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         <title>13/02 Admissão, Alta, Transferência e Obito na UTI</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497745497</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>1. Admissão na UTI</strong></p><p>📌 <strong>Objetivo:</strong></p><p>Garantir suporte imediato a pacientes em <strong>estado crítico ou instável</strong>, com risco de morte iminente.</p><p><br/></p><p>🔍 <strong>Critérios para admissão:</strong></p><ul><li><p>Instabilidade hemodinâmica (pressão muito baixa, arritmias graves etc.)</p></li><li><p>Insuficiência respiratória (com ou sem necessidade de ventilação mecânica)</p></li><li><p>Pós-operatório de alto risco</p></li><li><p>Estado de coma ou rebaixamento de consciência</p></li><li><p>Sepse, trauma grave, choque, infarto grave, AVC agudo</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p> <strong>Procedimentos:</strong></p><ul><li><p>Avaliação médica inicial urgente</p></li><li><p>Monitorização contínua dos sinais vitais</p></li><li><p>Instalação de dispositivos (cateter venoso, sonda, oxigenação)</p></li><li><p>Início de terapias intensivas (medicações, suporte ventilatório, etc.)</p></li><li><p>Registro da condição e plano terapêutico</p></li><li><p>Comunicação com a família</p></li></ul><p> </p><p><br/></p><p><strong>2. Alta da UTI</strong></p><p>📌 <strong>Objetivo:</strong></p><p>Liberar o leito de UTI com segurança, após <strong>melhora clínica estável</strong> do paciente.</p><p>🔍 <strong>Critérios para alta:</strong></p><ul><li><p>Sinais vitais estáveis</p></li><li><p>Ausência de necessidade de suporte intensivo (ex: respirador, drogas vasoativas)</p></li><li><p>Melhora do quadro infeccioso ou neurológico</p></li><li><p>Condições de ser assistido em unidade de menor complexidade (enfermaria ou quarto)</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p> <strong>Procedimentos:</strong></p><ul><li><p>Avaliação médica e de enfermagem</p></li><li><p>Planejamento da continuidade do cuidado (medicações, dieta, fisioterapia)</p></li><li><p>Comunicação clara com o setor de destino e com os familiares</p></li><li><p>Transferência segura com prontuário e orientações completas</p><p><br/></p></li></ul><p> <strong>3. Transferência da UTI</strong></p><p>📌 <strong>Objetivo:</strong></p><p>Realocar o paciente para outro local, por <strong>motivos clínicos, técnicos ou administrativos</strong>.</p><p><br/></p><p>🔍 <strong>Tipos de transferência:</strong></p><ul><li><p><strong>Intra-hospitalar</strong>: para outro setor (ex: centro cirúrgico, hemodinâmica, enfermaria)</p></li><li><p><strong>Inter-hospitalar</strong>: para outra unidade de saúde (ex: hospital de maior complexidade ou UTI especializada)</p><p><br/></p></li></ul><p>🔍 <strong>Motivos comuns:</strong></p><ul><li><p>Quadro clínico mais leve (vai para enfermaria)</p></li><li><p>Necessidade de cuidados especializados (ex: UTI neonatal, UTI coronariana)</p></li><li><p>Falta de recursos específicos no local atual</p></li><li><p>Encaminhamento por regulação do SUS</p><p><br/></p></li></ul><p> <strong>Procedimentos:</strong></p><ul><li><p>Estabilização antes da transferência</p></li><li><p>Comunicação com equipe que vai receber</p></li><li><p>Transporte com profissional treinado</p></li><li><p>Relatório completo do estado do paciente</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>4. Óbito na UTI</strong></p><p>📌 <strong>Objetivo:</strong></p><p>Encerrar com dignidade e responsabilidade o atendimento de um paciente que <strong>não respondeu aos cuidados intensivos</strong>.</p><p><br/></p><p>🔍 <strong>Tipos de óbito:</strong></p><ul><li><p><strong>Parada cardiorrespiratória irreversível</strong></p></li><li><p><strong>Morte encefálica</strong> (confirmada por exames específicos; pode estar associada à doação de órgãos)</p></li></ul><p> <strong>Procedimentos:</strong></p><p><br/></p><p>    •Registro do óbito com anotação de enfermagem</p><ul><li><p>Comunicação respeitosa com a família</p></li><li><p>Retirada de dispositivos e preparo do corpo</p></li><li><p>Liberação para o serviço funerário ou IML (quando necessário)</p></li><li><p>Em caso de morte encefálica: seguir protocolo de doação de órgãos (se autorizado)</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 14:31:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497745497</guid>
      </item>
      <item>
         <title>18/02- Assistência ao Paciente em Estado Crítico </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497745581</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🛌 <strong>Quem é o paciente em estado crítico?</strong></p><p>É aquele que apresenta <strong>risco iminente de morte</strong> e requer <strong>monitoramento contínuo, intervenções imediatas</strong> e suporte de uma ou mais funções vitais.</p><p>Geralmente está internado em unidades como:</p><ul><li><p>UTI (Unidade de Terapia Intensiva)</p></li><li><p>Unidade de emergência ou semi-intensiva</p></li></ul><p><br/></p><p>🧑‍⚕️ <strong>Objetivos da assistência ao paciente crítico:</strong></p><p><br/></p><ol><li><p><strong>Manter as funções vitais (respiração, circulação, consciência etc.)</strong></p></li><li><p><strong>Prevenir agravamentos e complicações</strong></p></li><li><p><strong>Garantir conforto e segurança</strong></p></li><li><p><strong>Promover reabilitação precoce, se possível</strong></p></li><li><p><strong>Acolher o paciente e seus familiares de forma humanizada</strong></p><p><br/></p></li></ol><p>🩺 <strong>Principais cuidados na assistência ao paciente crítico:</strong></p><p><br/></p><p>🔹 <strong>1. Monitoramento contínuo</strong></p><ul><li><p>Monitor multiparamétrico (pressão, frequência cardíaca, oximetria, respiração, ECG)</p></li><li><p>Balanço hídrico rigoroso (entradas e saídas de líquidos)</p></li><li><p>Controle da glicemia capilar</p><p><br/></p></li></ul><p>🔹 <strong>2. Suporte respiratório</strong></p><ul><li><p>Oxigenoterapia ou ventilação mecânica (invasiva ou não)</p></li><li><p>Aspiração de vias aéreas, higiene brônquica</p></li><li><p>Mudança de decúbito para prevenir pneumonia associada à ventilação</p><p><br/></p></li></ul><p>🔹 <strong>3. Suporte circulatório</strong></p><ul><li><p>Administração de drogas vasoativas (noradrenalina, dopamina etc.)</p></li><li><p>Controle de hemorragias</p></li><li><p>Acesso venoso central e periférico</p></li><li><p>Controle rigoroso da pressão arterial e frequência cardíaca</p><p><br/></p></li></ul><p>🔹 <strong>4. Cuidados neurológicos</strong></p><ul><li><p>Avaliação do nível de consciência (Escala de Glasgow)</p></li><li><p>Monitoramento de sinais de hipertensão intracraniana</p></li><li><p>Prevenção de delírio e confusão mental</p><p><br/></p></li></ul><p>🔹 <strong>5. Cuidados de enfermagem intensivos</strong></p><ul><li><p>Higiene corporal, troca de curativos, prevenção de lesões por pressão (úlceras)</p></li><li><p>Cuidados com sondas (nasogástrica, vesical, traqueal)</p></li><li><p>Mudança de decúbito a cada 2 horas</p></li><li><p>Avaliação da pele e dos dispositivos invasivos</p><p><br/></p></li></ul><p>🔹 <strong>6. Nutrição</strong></p><ul><li><p>Suporte nutricional adequado (enteral ou parenteral)</p></li><li><p>Avaliação pelo nutricionista e controle da glicemia</p><p><br/></p></li></ul><p>🔹 <strong>7. Cuidados humanizados</strong></p><ul><li><p>Comunicação com o paciente (mesmo inconsciente)</p></li><li><p>Acolhimento e orientação aos familiares</p></li><li><p>Respeito à dignidade do paciente, valores e cultura</p><p><br/></p></li></ul><p>🧑‍🤝‍🧑 <strong>Equipe envolvida na assistência:</strong></p><ul><li><p>Médicos intensivistas</p></li><li><p>Enfermeiros e técnicos de enfermagem</p></li><li><p>Fisioterapeutas respiratórios</p></li><li><p>Nutricionistas</p></li><li><p>Psicólogos e assistentes sociais</p></li><li><p>Farmacêuticos clínicos</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 14:31:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497745581</guid>
      </item>
      <item>
         <title>20/02 - Pacientes Criticos e Más Notícias. </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497752270</link>
         <description><![CDATA[<p>🩺 <strong>1. Pacientes Críticos</strong></p><p>📌 <strong>Quem são:</strong></p><p>São pacientes com <strong>risco iminente de morte</strong>, que apresentam uma ou mais funções vitais (respiratória, cardíaca, renal, neurológica) gravemente comprometidas.</p><p>🔍 <strong>Características comuns:</strong></p><ul><li><p>Instabilidade hemodinâmica (pressão baixa, arritmias, choque)</p></li><li><p>Necessidade de <strong>ventilação mecânica</strong></p></li><li><p>Uso de <strong>drogas vasoativas</strong> (para manter a pressão e a circulação)</p></li><li><p>Distúrbios graves da consciência (coma, delírio)</p></li><li><p>Sepse, politrauma, infarto agudo, AVC extenso, falência múltipla de órgãos</p><p><br/></p></li></ul><p>🧑‍⚕️ <strong>Cuidados essenciais com o paciente crítico:</strong></p><ul><li><p><strong>Monitoramento contínuo dos sinais vitais</strong></p></li><li><p>Suporte vital (ventilador, medicações, hemodiálise, etc.)</p></li><li><p>Cuidados de enfermagem de alta complexidade (prevenção de úlceras, aspiração de vias aéreas, controle glicêmico)</p></li><li><p>Apoio emocional à família (muito importante!)</p></li><li><p>Avaliação diária e condutas interdisciplinares (médico, enfermagem, fisioterapia, nutrição etc.)</p><p><br/></p></li></ul><p>🗣️ <strong>2. Comunicação de Más Notícias</strong></p><p>📌 <strong>O que são más notícias:</strong></p><p>São informações que alteram negativamente a perspectiva de vida do paciente ou da família, como:</p><ul><li><p>Diagnóstico de doença grave</p></li><li><p>Agravamento clínico</p></li><li><p>Internação prolongada na UTI</p></li><li><p>Declaração de morte encefálica ou óbito</p><p><br/></p></li></ul><p>🤝 <strong>Como comunicar com empatia e ética:</strong></p><p>🧠 <strong>Usar o protocolo SPIKES</strong> (muito usado por profissionais da saúde):</p><p><br/></p><ol><li><p><strong>S – Setting (Ambiente)</strong><br>Escolher um lugar reservado, tranquilo e com tempo disponível. Preservar a dignidade.</p></li><li><p><strong>P – Perception (Percepção)</strong><br>Investigar o que o paciente ou familiar já sabe sobre a situação.</p></li><li><p><strong>I – Invitation (Convite)</strong><br>Perguntar se a pessoa está preparada para ouvir os detalhes (“Podemos conversar sobre a situação atual do seu familiar?”).</p></li><li><p><strong>K – Knowledge (Conhecimento)</strong><br>Informar de forma clara, direta, mas com sensibilidade. Evitar termos técnicos.</p></li><li><p><strong>E – Emotions (Emoções)</strong><br>Reconhecer e acolher as emoções da pessoa (“Entendo que isso seja muito difícil de ouvir...”)</p></li><li><p><strong>S – Strategy and Summary (Estratégia e Resumo)</strong><br>Explicar os próximos passos (ex: cuidados paliativos, tempo de internação, exames complementares).</p><p><br/></p></li></ol><p>⚠️ <strong>O que evitar:</strong></p><ul><li><p>Falar de forma fria ou apressada</p></li><li><p>Mentir, omitir informações importantes ou dar "falsas esperanças"</p></li><li><p>Usar termos técnicos que dificultem a compreensão</p></li><li><p>Deixar o paciente ou familiar sozinho após dar a notícia</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 14:53:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497752270</guid>
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         <title>27/02- Monitorização Hemodinâmica </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497753372</link>
         <description><![CDATA[<p>🩺 <strong>O que é Monitorização Hemodinâmica?</strong></p><p>É o conjunto de métodos usados para <strong>avaliar e acompanhar a circulação do sangue no corpo</strong>, ou seja, como o coração está funcionando e como o sangue está sendo distribuído para os órgãos.</p><p>Ela ajuda a identificar:</p><ul><li><p>Débito cardíaco (quanto o coração está bombeando)</p></li><li><p>Pressão arterial (sistêmica e pulmonar)</p></li><li><p>Perfusão tecidual (se os órgãos estão recebendo oxigênio suficiente)</p></li><li><p>Risco de choque ou falência circulatória</p><p><br/></p></li></ul><p>📌 <strong>Objetivos da monitorização hemodinâmica:</strong></p><p><br/></p><ol><li><p><strong>Detectar precocemente alterações circulatórias</strong></p></li><li><p><strong>Guiar a administração de líquidos, vasopressores e inotrópicos</strong></p></li><li><p><strong>Avaliar resposta ao tratamento</strong></p></li><li><p><strong>Prevenir e tratar choque, insuficiência cardíaca e falência de órgãos</strong></p></li></ol><p><br/></p><p><br/></p><p>🔍 <strong>Tipos de Monitorização Hemodinâmica</strong></p><p><br/></p><p>🔹 1. <strong>Monitorização não invasiva</strong></p><ul><li><p><strong>Pressão arterial (PA) com manguito</strong></p></li><li><p><strong>Frequência cardíaca (FC)</strong></p></li><li><p><strong>Saturação de oxigênio (SpO₂)</strong></p></li><li><p><strong>Temperatura</strong></p></li><li><p>Utiliza equipamentos como monitores multiparamétricos</p></li></ul><p>🟢 <em>Vantagens:</em> fácil, rápida e segura<br>🔴 <em>Limitações:</em> menos precisa em casos graves</p><p><br/></p><p>🔹 2. <strong>Monitorização invasiva</strong></p><p>🩸 <strong>Cateter arterial (PA invasiva)</strong></p><ul><li><p>Inserido em uma artéria (geralmente radial ou femoral)</p></li><li><p>Mede a <strong>pressão arterial de forma contínua e precisa</strong></p></li><li><p>Permite coleta de gasometria arterial</p><p><br/></p></li></ul><p>💉 <strong>Cateter venoso central (AVC)</strong></p><ul><li><p>Inserido em veia subclávia, jugular ou femoral</p></li><li><p>Mede a <strong>pressão venosa central (PVC)</strong> → indica o volume circulante e retorno venoso ao coração</p><p><br/></p></li></ul><p>❤️ <strong>Cateter de artéria pulmonar (Swan-Ganz)</strong></p><p>(Muito usado em UTIs cardiológicas)</p><ul><li><p>Mede <strong>pressão da artéria pulmonar, débito cardíaco, resistência vascular</strong></p></li><li><p>Uso mais restrito e técnico</p></li></ul><p>🧪 <strong>Parâmetros hemodinâmicos mais importantes:</strong></p><p>Parâmetro Valor Normal Indica o quê? Pressão arterial (PA) 90–120 × 60–80 mmHg Perfusão sistêmica Pressão venosa central (PVC) 6–12 cmH₂O Volume circulante e retorno venoso Débito cardíaco (DC) 4–8 L/min Eficiência do coração em bombear sangue Saturação venosa central (ScvO₂) &gt;70% Oxigenação dos tecidos Frequência cardíaca (FC) 60–100 bpm Estado circulatório e resposta ao estresse</p><p><br/></p><p>🧑‍⚕️ <strong>Responsabilidades da equipe de enfermagem:</strong></p><ul><li><p><strong>Montar e calibrar os equipamentos corretamente</strong></p></li><li><p><strong>Observar sinais de infecção ou sangramento nos acessos</strong></p></li><li><p><strong>Anotar e interpretar parâmetros hemodinâmicos</strong></p></li><li><p><strong>Comunicar imediatamente alterações à equipe médica</strong></p></li><li><p><strong>Auxiliar na coleta de gasometria e exames laboratoriais</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 14:56:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497753372</guid>
      </item>
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         <title>11/03- Monitorização Cardiaca e Função Eletrofisiologica do Coração </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497755216</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>❤️ <strong>1. Funcionamento Eletrofisiológico do Coração</strong></p><p>O coração tem um <strong>sistema elétrico próprio</strong> que gera e conduz impulsos para fazer os músculos cardíacos se contraírem de forma coordenada. Esse processo é o que garante o <strong>batimento cardíaco regular</strong>.</p><p><br/></p><p>📌 <strong>Principais estruturas do sistema elétrico do coração:</strong></p><p>Estrutura Função Principal <strong>Nódulo sinoatrial (SA)</strong> Marca-passo natural do coração (inicia o impulso) <strong>Nódulo atrioventricular (AV)</strong> Retarda levemente o impulso para que os átrios se contraiam antes dos ventrículos <strong>Feixe de His</strong> Leva o impulso para os ventrículos <strong>Fibras de Purkinje</strong> Distribuem o impulso aos músculos dos ventrículos</p><p><br/></p><p>➡️ O impulso segue este <strong>caminho elétrico</strong>: <strong>Nódulo SA → Átrios → Nódulo AV → Feixe de His → Ramos → Purkinje → </strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Ventrículos</strong></p><p>🧠 Esse processo gera as <strong>ondas do eletrocardiograma (ECG)</strong>:</p><ul><li><p><strong>P</strong> = contração dos átrios</p></li><li><p><strong>QRS</strong> = contração dos ventrículos</p></li><li><p><strong>T</strong> = repolarização dos ventrículos</p></li></ul><p><br/></p><p>🩺 <strong>2. Monitorização Cardíaca</strong></p><p>A monitorização cardíaca é o acompanhamento contínuo da atividade elétrica do coração por meio de eletrodos ligados a um <strong>monitor multiparamétrico</strong>.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>🎯 <strong>Objetivos da monitorização:</strong></p><ul><li><p>Detectar <strong>arritmias cardíacas</strong> precocemente</p></li><li><p>Observar alterações de ritmo, condução e frequência</p></li><li><p>Avaliar efeitos de medicamentos cardiológicos</p></li><li><p>Auxiliar no diagnóstico de isquemia, infarto, bradicardia ou taquicardia</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p> <strong>Como é feita:</strong></p><p>📌 <strong>Monitor cardíaco</strong></p><ul><li><p>Usado na UTI, emergência, centro cirúrgico</p></li><li><p>Mostra em tempo real o <strong>traçado do ECG</strong>, batimentos por minuto e alarmes automáticos</p></li><li><p>Pode detectar arritmias letais como <strong>fibrilação ventricular</strong> e <strong>assistolia</strong></p></li></ul><p><br/></p><p>📌 <strong>Eletrocardiograma (ECG de 12 derivações)</strong></p><ul><li><p>Avaliação completa e pontual do ritmo cardíaco e lesões cardíacas</p></li><li><p>Realizado por enfermeiros, técnicos ou médicos</p><p><br/></p></li></ul><p>⚠️ <strong>Principais ritmos detectados:</strong></p><p>Ritmo Significado <strong>Sinusal</strong> Ritmo normal do coração <strong>Taquicardia sinusal</strong> Ritmo acelerado (pode ser febre, dor, etc.) <strong>Bradicardia sinusal</strong> Ritmo lento (pode ser fisiológico ou grave) <strong>Fibrilação atrial</strong> Átrios batem de forma desorganizada <strong>Fibrilação ventricular</strong> Ventrículos tremem, sem bombear sangue <strong>Assistolia</strong> Ausência total de atividade elétrica (parada cardíaca)</p><p><br/></p><p>👩‍⚕️ <strong>Cuidados da enfermagem na monitorização cardíaca:</strong></p><ul><li><p>Verificar a <strong>colocação correta dos eletrodos</strong> (pele limpa e seca)</p></li><li><p>Monitorar <strong>alarmas e alterações</strong> no traçado</p></li><li><p>Registrar frequência cardíaca, ritmo e eventos</p></li><li><p><strong>Notificar a equipe médica</strong> sobre arritmias ou alterações agudas</p></li><li><p>Trocar eletrodos periodicamente (geralmente a cada 24–48h)</p></li><li><p>Avaliar sinais clínicos do paciente (cor, pulso, consciência)</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 15:00:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>13/03- Arritmias, tipos e tratamentos</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497756404</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>❤️ <strong>O que são Arritmias Cardíacas?</strong></p><p>Arritmias são <strong>alterações no ritmo ou frequência dos batimentos do coração</strong>. Elas ocorrem quando há falhas na geração ou na condução do impulso elétrico cardíaco.</p><p>➤ Podem ser:</p><ul><li><p><strong>Muito rápidas</strong> (taquiarritmias)</p></li><li><p><strong>Muito lentas</strong> (bradiarritmias)</p></li><li><p><strong>Irregulares</strong> (descompassadas)</p></li></ul><p>⚠️ <strong>Causas Comuns de Arritmia:</strong></p><ul><li><p>Infarto do miocárdio</p></li><li><p>Insuficiência cardíaca</p></li><li><p>Desequilíbrios eletrolíticos (potássio, cálcio, magnésio)</p></li><li><p>Hipóxia (falta de oxigênio)</p></li><li><p>Uso de drogas ou medicamentos</p></li><li><p>Doenças das válvulas cardíacas</p></li><li><p>Estresse emocional ou físico intenso</p></li><li><p>Problemas na condução elétrica do coração</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p>🩺 <strong>Classificação das Arritmias</strong></p><p><br></p><p>🔹 <strong>1. Arritmias Supraventriculares</strong></p><p>(ocorrem nos átrios ou no nó AV)</p><p>Tipo Características <strong>Taquicardia sinusal</strong> FC &gt; 100 bpm, ritmo regular, fisiológica ou por febre, dor, ansiedade <strong>Fibrilação atrial (FA)</strong> Ritmo <strong>irregular</strong> e rápido dos átrios, risco de trombo (AVC) <strong>Flutter atrial</strong> Contrações atriais rápidas e regulares (em forma de "dente de serra") <strong>Taquicardia supraventricular (TSV)</strong> Ritmo rápido e regular, súbito, acima de 150 bpm</p><p><br></p><p>🔹 <strong>2. Arritmias Ventriculares</strong></p><p>(ocorrem nos ventrículos — mais perigosas)</p><p>Tipo Características <strong>Taquicardia ventricular (TV)</strong> Ritmo rápido e regular, origina nos ventrículos, pode causar parada cardíaca <strong>Fibrilação ventricular (FV)</strong> Ritmo caótico e desorganizado, sem pulso — parada cardíaca súbita <strong>Extrassístoles ventriculares</strong> Batidas “extras” que surgem isoladas ou em grupos</p><p><br></p><p>🔹 <strong>3. Bradiarritmias (ritmos lentos)</strong></p><p><br></p><p>Tipo Características <strong>Bradicardia sinusal</strong> FC &lt; 60 bpm, pode ser normal (em atletas) ou patológica <strong>Bloqueios atrioventriculares (BAV)</strong> O impulso elétrico não passa do átrio para o ventrículo (3 graus diferentes)</p><p><br></p><p>💊 <strong>Tratamento das Arritmias</strong></p><p>O tratamento depende do <strong>tipo de arritmia, sintomas e risco para o paciente</strong>.</p><p><br></p><p>✅ <strong>1. Medicações Antiarrítmicas</strong></p><ul><li><p><strong>Amiodarona</strong>: usada em FA, TV e FV</p></li><li><p><strong>Beta-bloqueadores (atenolol, propranolol)</strong>: controlam frequência</p></li><li><p><strong>Digoxina</strong>: usada em FA com IC</p></li><li><p><strong>Bloqueadores de canal de cálcio (verapamil, diltiazem)</strong>: em taquiarritmias supraventriculares</p></li></ul><p><br></p><p>✅ <strong>2. Cardioversão elétrica</strong></p><ul><li><p>Choque sincronizado com o ciclo cardíaco (indicado em FA, flutter e TV com pulso)</p></li><li><p>Usado quando medicação falha ou em urgências</p></li></ul><p><br></p><p>✅ <strong>3. Desfibrilação</strong></p><ul><li><p>Choque elétrico <strong>não sincronizado</strong>, usado <strong>em FV e TV sem pulso</strong></p></li><li><p>É medida de <strong>reanimação imediata (RCP)</strong></p></li></ul><p><br></p><p>✅ <strong>4. Marca-passo</strong></p><ul><li><p>Dispositivo implantado para regular ritmos lentos (em BAV ou bradicardias graves)</p></li></ul><p><br></p><p>✅ <strong>5. Ablação por cateter</strong></p><ul><li><p>Técnica que <strong>queima o foco da arritmia</strong> com radiofrequência (muito usada em FA e TSV)</p></li></ul><p><br></p><p>✅ <strong>6. Anticoagulação</strong></p><ul><li><p>Em pacientes com FA e risco de AVC, usa-se anticoagulantes (varfarina, rivaroxabana, apixabana)</p></li></ul><p>👩‍⚕️ Cuidados de Enfermagem:</p><ul><li><p>Monitorar sinais vitais e ECG continuamente</p></li><li><p>Reconhecer padrões de arritmia e comunicar ao médico</p></li><li><p>Preparar para cardioversão/desfibrilação se necessário</p></li><li><p>Controlar acesso venoso e administração de medicamentos</p></li><li><p>Apoiar emocionalmente o paciente</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 15:03:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497756404</guid>
      </item>
      <item>
         <title>20/03- Ventilação Mecânica </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497760405</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>🫁 <strong>O que é Ventilação Mecânica?</strong></p><p>É o uso de um <strong>ventilador (respirador artificial)</strong> para ajudar ou assumir totalmente a respiração de um paciente.<br>Ela pode ser <strong>invasiva</strong> (por tubo traqueal) ou <strong>não invasiva</strong> (com máscara facial ou nasal).</p><p><br></p><p>🎯 <strong>Objetivos da Ventilação Mecânica:</strong></p><ol><li><p>Garantir <strong>troca gasosa adequada</strong> (oxigênio e eliminação de CO₂)</p></li><li><p>Reduzir o <strong>trabalho respiratório do paciente</strong></p></li><li><p>Corrigir ou prevenir <strong>hipóxia (falta de oxigênio)</strong> e <strong>acidose respiratória</strong></p></li><li><p>Permitir tempo de recuperação pulmonar ou neurológica</p></li></ol><p><br></p><p><br></p><p>🔹 <strong>Tipos de Ventilação Mecânica</strong></p><p><br></p><p>✅ <strong>1. Ventilação Mecânica Invasiva (VMI)</strong></p><ul><li><p>Feita por <strong>intubação orotraqueal</strong> ou <strong>traqueostomia</strong></p></li><li><p>Indicada em casos graves:</p><ul><li><p>Insuficiência respiratória aguda</p></li><li><p>Parada cardiorrespiratória</p></li><li><p>Coma ou rebaixamento de consciência</p></li><li><p>Pós-operatório complexo</p></li><li><p>Choque séptico</p></li></ul></li></ul><p>✅ <strong>2. Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI)</strong></p><ul><li><p>Feita com <strong>máscara facial ou nasal</strong> (sem intubação)</p></li><li><p>Usada em:</p><ul><li><p>DPOC descompensado</p></li><li><p>Edema agudo de pulmão</p></li><li><p>Apneia do sono</p></li><li><p>Casos leves a moderados, com consciência preservada</p><p><br></p></li></ul></li></ul><p>⚙️ <strong>Principais modos de ventilação (invasiva):</strong></p><p>Modo Características Indicação <strong>VCV</strong> (Volume Controlado) Volume fixo de ar a cada respiração Controle total da ventilação <strong>PCV</strong> (Pressão Controlada) Pressão fixa, volume varia Proteção pulmonar (ex: lesão pulmonar aguda) <strong>SIMV</strong> (Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada) Combina respiração espontânea e mecânica Desmame ventilatório <strong>PSV</strong> (Suporte de Pressão) Auxilia respiração espontânea do paciente Etapas de desmame <strong>CPAP</strong> (Pressão positiva contínua) Mantém vias aéreas abertas VMNI, apneia do sono, desmame</p><p>🧪 <strong>Parâmetros básicos regulados no ventilador:</strong></p><ul><li><p><strong>FiO₂</strong>: Fração de oxigênio inspirado (21–100%)</p></li><li><p><strong>PEEP</strong>: Pressão positiva ao final da expiração (mantém os alvéolos abertos)</p></li><li><p><strong>Volume corrente (VT)</strong>: Quantidade de ar em cada inspiração (~6–8 mL/kg)</p></li><li><p><strong>Frequência respiratória (FR)</strong>: Número de respirações por minuto</p></li><li><p><strong>Pressão de suporte (PS)</strong>: Auxílio dado ao esforço do paciente</p><p><br></p></li></ul><p>👩‍⚕️ <strong>Cuidados de Enfermagem com Paciente em Ventilação Mecânica</strong></p><p>✔️ Monitorização e segurança</p><ul><li><p>Monitorar sinais vitais e padrão respiratório</p></li><li><p>Observar parâmetros no ventilador</p></li><li><p>Checar alarme e funcionamento do aparelho</p></li><li><p>Garantir fixação segura do tubo traqueal</p></li></ul><p>✔️ Higiene e prevenção de complicações</p><ul><li><p><strong>Aspiração traqueal</strong> com técnica estéril</p></li><li><p>Higiene oral frequente (previne pneumonia associada à VM)</p></li><li><p>Mudança de decúbito e fisioterapia respiratória</p></li><li><p>Prevenção de úlceras de pressão</p></li></ul><p>✔️ Comunicação e acolhimento</p><ul><li><p>Pacientes intubados não falam — garantir formas alternativas de comunicação</p></li><li><p>Apoiar emocionalmente o paciente e familiares</p></li><li><p>Registrar intercorrências e condutas</p><p><br></p></li></ul><p>⚠️ <strong>Complicações possíveis da Ventilação Mecânica</strong></p><ul><li><p><strong>Pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV)</strong></p></li><li><p>Lesões traqueais (por pressão do tubo)</p></li><li><p>Barotrauma (ruptura pulmonar por excesso de pressão)</p></li><li><p>Hipotensão (por pressão intratorácica alta)</p></li><li><p>Dependência prolongada do respirador</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 15:14:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3497760405</guid>
      </item>
      <item>
         <title>25/03 VM Invasiva e não Invasiva, e Oxigenoterapia</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3498980791</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>🫁 <strong>VENTILAÇÃO MECÂNICA</strong></p><p>✅ 1. <strong>Ventilação Mecânica Invasiva (VMI)</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>É quando o paciente é conectado a um ventilador mecânico através de um tubo inserido nas vias aéreas (geralmente por intubação endotraqueal ou traqueostomia).</p><p><strong>Indicações principais:</strong></p><ul><li><p>Insuficiência respiratória grave</p></li><li><p>Parada respiratória</p></li><li><p>Ventilação ineficaz (como no coma, DPOC grave, trauma grave)</p></li><li><p>Pós-operatório de grandes cirurgias</p></li></ul><p><strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Monitorar parâmetros respiratórios e sinais vitais</p></li><li><p>Observar pressão do cuff do tubo (para evitar aspiração ou lesão traqueal)</p></li><li><p>Higiene oral rigorosa</p></li><li><p>Prevenção de úlceras de pressão, VAP (pneumonia associada à ventilação), lesão de mucosas</p></li><li><p>Mudança de decúbito a cada 2h</p></li></ul><p>✅ 2. <strong>Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI)</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>É o suporte ventilatório feito <strong>sem intubação</strong>, usando máscaras (nasal, orofacial ou capacete).</p><p><strong>Modalidades comuns:</strong></p><ul><li><p>CPAP (Pressão positiva contínua)</p></li><li><p>BiPAP (Pressão positiva em dois níveis – inspiração e expiração)</p></li></ul><p><strong>Indicações principais:</strong></p><ul><li><p>DPOC exacerbado</p></li><li><p>Edema agudo de pulmão</p></li><li><p>Apneia do sono</p></li><li><p>COVID-19 leve a moderada (em fases precoces)</p></li></ul><p><strong>Contraindicações:</strong></p><ul><li><p>Rebaixamento do nível de consciência</p></li><li><p>Vômitos frequentes</p></li><li><p>Instabilidade hemodinâmica</p></li><li><p>Falha na VMNI (leva à VMI)</p></li></ul><p><strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Verificar vedação da máscara</p></li><li><p>Observar desconforto ou lesões por pressão</p></li><li><p>Hidratar mucosas</p></li><li><p>Monitorar saturação e frequência respiratória</p></li></ul><p>🌬️ <strong>OXIGENOTERAPIA</strong></p><p>✅ 1. <strong>Baixo Fluxo</strong></p><p><strong>Características:</strong></p><ul><li><p><strong>Não garante</strong> fração de oxigênio inspirada (FiO₂) precisa, pois mistura com o ar ambiente.</p></li><li><p>Indicada para pacientes com padrão ventilatório <strong>espontâneo e regular</strong>.</p></li></ul><p><strong>Dispositivos comuns:</strong> | Dispositivo | Fluxo (L/min) | FiO₂ aproximada | |------------------------|---------------|------------------| | Cateter nasal | 1 a 6 L/min | 24 a 44% | | Máscara simples | 5 a 10 L/min | 40 a 60% | | Máscara com reservatório (NRM) | 10 a 15 L/min | até 95% |</p><p><strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Hidratação das vias aéreas (umidificador se necessário)</p></li><li><p>Evitar ressecamento nasal</p></li><li><p>Monitorar saturação e sinais de hipóxia</p></li></ul><p>✅ 2. <strong>Alto Fluxo</strong></p><p><strong>Características:</strong></p><ul><li><p>Fornece <strong>FiO₂ precisa e controlada</strong>.</p></li><li><p><strong>Atende a toda a demanda inspiratória</strong> do paciente.</p></li><li><p>Indicado para pacientes com insuficiência respiratória aguda moderada a grave.</p></li></ul><p><strong>Dispositivos comuns:</strong> | Dispositivo | Fluxo | FiO₂ controlada? | |-----------------------------------|----------------|------------------| | Máscara de Venturi | 4 a 15 L/min | Sim (24 a 60%) | | Cateter nasal de alto fluxo (HFNC)| até 60 L/min | Sim (até 100%) |</p><p><strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Garantir umidificação e aquecimento adequados</p></li><li><p>Monitorar o conforto e saturação do paciente</p></li><li><p>Ajustar a cânula de forma correta para evitar desconforto ou lesões</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 07:43:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3498980791</guid>
      </item>
      <item>
         <title>27/03- PAI, Capnografo, Oximetro de Pulso, Balao Inta-ortico, cateteres swen ganz,  Pressao Venosa Central, Monitorização Hemodinâmica e Monitor Cardiaco.</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3498985651</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>🫀 MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA: CONCEITO GERAL</p><p>É o <strong>acompanhamento contínuo</strong> do funcionamento cardiovascular e respiratório para avaliar o estado clínico do paciente — perfusão, débito cardíaco, oxigenação, trocas gasosas e pressão circulatória.</p><p>✅ 1. <strong>Pressão Arterial Invasiva (PAI)</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>Monitoramento contínuo da pressão arterial <strong>através de um cateter arterial</strong> (geralmente na artéria radial, femoral ou braquial), conectado a um transdutor de pressão.</p><p><strong>Vantagens:</strong></p><ul><li><p>Medida <strong>batimento a batimento</strong></p></li><li><p>Mais precisa que o esfigmomanômetro</p></li><li><p>Permite coleta de gasometria arterial</p></li></ul><p><strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Verificar permeabilidade do sistema (flush)</p></li><li><p>Observar sinais de infecção e isquemia</p></li><li><p>Evitar dobras e tração do cateter</p></li></ul><p>✅ 2. <strong>Capnógrafo</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>Monitor que mede a quantidade de <strong>dióxido de carbono (CO₂)</strong> no ar expirado — especialmente o valor chamado <strong>ETCO₂ (End-Tidal CO₂)</strong>.</p><p><strong>Indicações:</strong></p><ul><li><p>Monitorar a ventilação durante VM ou sedação</p></li><li><p>Confirmação de intubação correta</p></li><li><p>Parada cardiorrespiratória (PCR): guia para qualidade da RCP</p></li></ul><p><strong>Valores normais:</strong></p><ul><li><p>ETCO₂ = <strong>35–45 mmHg</strong></p></li></ul><p><strong>Alterações comuns:</strong></p><ul><li><p>Aumento: hipoventilação, febre, acidose</p></li><li><p>Queda: hiperventilação, embolia, PCR</p></li></ul><p>✅ 3. <strong>Oxímetro de Pulso</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>Dispositivo que mede a <strong>saturação de oxigênio (SpO₂)</strong> no sangue e a frequência cardíaca, geralmente no dedo.</p><p><strong>Valores normais:</strong></p><ul><li><p>SpO₂ ≥ <strong>95%</strong></p></li></ul><p><strong>Cuidados:</strong></p><ul><li><p>Evitar unhas com esmalte/gel</p></li><li><p>Observar perfusão periférica (frio pode afetar leitura)</p></li><li><p>Verificar posicionamento</p></li></ul><p>✅ 4. <strong>Balão Intra-Aórtico (BIA ou IABP)</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>Dispositivo <strong>introduzido na aorta descendente</strong> para ajudar o coração a bombear o sangue. Ele <strong>infla e desinfla sincronizado ao ciclo cardíaco</strong>.</p><p><strong>Função:</strong></p><ul><li><p>Aumenta a perfusão coronariana (ao inflar na diástole)</p></li><li><p>Reduz a pós-carga (ao desinflar na sístole)</p></li></ul><p><strong>Indicações:</strong></p><ul><li><p>Choque cardiogênico</p></li><li><p>Infarto grave</p></li><li><p>Pós-operatório de cirurgia cardíaca</p></li></ul><p><strong>Cuidados:</strong></p><ul><li><p>Monitorar pulso periférico e perfusão (risco de isquemia)</p></li><li><p>Manter o paciente em decúbito</p></li><li><p>Anticoagulação</p></li></ul><p>✅ 5. <strong>Cateter de Swan-Ganz (Cateter de Artéria Pulmonar)</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>Cateter introduzido geralmente pela veia subclávia ou jugular até a <strong>artéria pulmonar</strong>.</p><p><strong>Mede:</strong></p><ul><li><p>Pressão capilar pulmonar (PCP)</p></li><li><p>Débito cardíaco</p></li><li><p>Saturação venosa mista (SvO₂)</p></li><li><p>Pressão nas câmaras cardíacas</p></li></ul><p><strong>Indicações:</strong></p><ul><li><p>Avaliação completa da função cardíaca e hemodinâmica</p></li><li><p>Choques, IC grave, cirurgia cardíaca</p></li></ul><p>✅ 6. <strong>Pressão Venosa Central (PVC)</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>Mede a pressão dentro da veia cava superior, refletindo a <strong>pré-carga do coração direito</strong> (volume circulante).</p><p><strong>Cateter:</strong></p><ul><li><p>Cateter central (subclávia, jugular ou femoral)</p></li></ul><p><strong>Valor normal:</strong></p><ul><li><p>5 a 10 cmH₂O (ou 2 a 6 mmHg)</p></li></ul><p><strong>Interpretação:</strong></p><ul><li><p>Baixa: hipovolemia, vasodilatação</p></li><li><p>Alta: hipervolemia, ICC, tamponamento cardíaco</p></li></ul><p><strong>Cuidados:</strong></p><ul><li><p>Nivelar transdutor na linha média axilar</p></li><li><p>Zerar sistema antes da leitura</p></li><li><p>Observar sinais de infecção e complicações do cateter</p></li></ul><p>✅ 7. <strong>Monitorização Hemodinâmica Avançada</strong></p><p><strong>Inclui:</strong></p><ul><li><p>Pressão arterial invasiva</p></li><li><p>PVC</p></li><li><p>Cateter de artéria pulmonar</p></li><li><p>Débito cardíaco contínuo</p></li><li><p>Variações de volume sistólico</p></li></ul><p><strong>Objetivo:</strong><br>Avaliar como o <strong>coração está lidando com o volume de sangue</strong> e a <strong>eficácia das intervenções</strong> (drogas vasoativas, volume, ventilação).</p><p>✅ 8. <strong>Monitor Cardíaco (Cardioscópio)</strong></p><p><strong>O que é?</strong><br>Equipamento que permite <strong>visualizar continuamente o ritmo cardíaco</strong> e os sinais vitais.</p><p><strong>Funções:</strong></p><ul><li><p>ECG contínuo (3 ou 5 derivações)</p></li><li><p>Frequência cardíaca</p></li><li><p>Alarmes de arritmias</p></li><li><p>Pode integrar dados de outros sensores (PAI, SpO₂, capnografia)</p></li></ul><p><strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Verificar eletrodos (aderência, troca a cada 24h ou conforme protocolo)</p></li><li><p>Configurar alarmes de forma adequada</p></li><li><p>Interpretar o traçado básico (taquicardia, bradicardia, assistolia, FV, TV.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 07:47:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3498985651</guid>
      </item>
      <item>
         <title>08/04- Prevenção de Infecção na UTI (respiratória,  Urinária,  Corrente Sanguinea)</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3498998008</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🦠 <strong>1. INFECÇÃO RESPIRATÓRIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO (PAV)</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>PAV (Pneumonia Associada à Ventilação) ocorre após <strong>48h de ventilação mecânica</strong>.</p><p>🔎 <strong>Causas principais:</strong></p><ul><li><p>Biofilme no tubo endotraqueal</p></li><li><p>Aspiração de secreções orais e gástricas</p></li><li><p>Técnica de aspiração inadequada</p></li></ul><p>✅ <strong>Medidas de prevenção:</strong></p><ol><li><p><strong>Higiene oral com clorexidina 0,12% 2x ao dia</strong></p></li><li><p><strong>Cabeceira elevada entre 30°–45°</strong></p></li><li><p><strong>Aspiração subglótica</strong> (tubos com esse sistema)</p></li><li><p><strong>Evitar desconexões do ventilador</strong></p></li><li><p><strong>Cuidar da técnica de aspiração</strong> (sistema fechado preferencialmente)</p></li><li><p><strong>Desmame precoce da ventilação mecânica</strong></p></li><li><p><strong>Evitar sedação excessiva</strong></p></li><li><p><strong>Circuito do ventilador: trocar apenas se sujo ou danificado</strong></p></li></ol><p>💧 <strong>2. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO RELACIONADA A CATETER (ITU-AC)</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>Infecção urinária relacionada à permanência de <strong>sonda vesical de demora</strong> por mais de 48h.</p><p>🔎 <strong>Fatores de risco:</strong></p><ul><li><p>Tempo prolongado com sonda</p></li><li><p>Técnica asséptica inadequada</p></li><li><p>Obstruções ou refluxo de urina no sistema</p></li></ul><p>✅ <strong>Medidas de prevenção:</strong></p><ol><li><p><strong>Avaliar diariamente a real necessidade da sonda</strong></p></li><li><p><strong>Técnica asséptica rigorosa na inserção</strong></p></li><li><p><strong>Fixar adequadamente a sonda para evitar tração</strong></p></li><li><p><strong>Manter o coletor abaixo do nível da bexiga</strong></p></li><li><p><strong>Evitar desconexões e drenagens do sistema fechado</strong></p></li><li><p><strong>Higiene íntima diária</strong></p></li><li><p><strong>Realizar trocas apenas se indicado (não de rotina)</strong></p></li></ol><p>🩸 <strong>3. INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUÍNEA RELACIONADA A CATETER (ICSRC ou ICS-AC)</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>Infecção causada por microrganismos que entram na circulação através de <strong>cateter venoso central</strong>, periférico ou de uso prolongado.</p><p>🔎 <strong>Fatores de risco:</strong></p><ul><li><p>Técnica de inserção sem assepsia</p></li><li><p>Manipulação frequente do sistema</p></li><li><p>Permanência prolongada do cateter</p></li><li><p>Falta de curativo adequado</p></li></ul><p>✅ <strong>Medidas de prevenção:</strong></p><ol><li><p><strong>Higiene das mãos antes e depois de manipular o cateter</strong></p></li><li><p><strong>Inserção com técnica estéril (uso de campos, gorro, máscara, luvas estéreis)</strong></p></li><li><p><strong>Desinfecção rigorosa dos hubs e conexões</strong></p></li><li><p><strong>Curativo com gaze ou filme transparente (trocar se úmido ou sujo)</strong></p></li><li><p><strong>Trocar equipos a cada 96h (exceto nutrição parenteral)</strong></p></li><li><p><strong>Avaliar diariamente a necessidade do cateter</strong></p></li><li><p><strong>Uso de checklists de segurança</strong></p></li></ol><p>🛡️ <strong>PRINCÍPIOS GERAIS PARA EVITAR INFECÇÕES NA UTI</strong></p><p>Prática Objetivo <strong>Higiene das mãos</strong> Prevenir todas as infecções <strong>Uso racional de antibióticos</strong> Evitar resistência bacteriana <strong>Isolamento de precauções</strong> Controlar disseminação de patógenos multirresistentes <strong>Educação e treinamento da equipe</strong> Atualizar protocolos de prevenção <strong>Limpeza e desinfecção do ambiente e equipamentos</strong> Evitar fontes indiretas de contaminação</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 08:00:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17/04 e 22/04 - Tipos e Manutenção de Cateteres </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499001260</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🩸 <strong>TIPOS DE CATETERES</strong></p><p>✅ 1. <strong>Cateter Venoso Periférico (CVP)</strong></p><p><strong>Uso:</strong> curto prazo (até 72 a 96h)<br><strong>Locais:</strong> mão, antebraço, dorso do pé<br><strong>Indicações:</strong></p><ul><li><p>Administração de medicamentos e soros</p></li><li><p>Coleta de sangue</p></li></ul><p><strong>Cuidados de manutenção:</strong></p><ul><li><p>Trocar o cateter a cada 96h (ou antes se sinais de flebite)</p></li><li><p>Observar diariamente o local de inserção (rubor, dor, edema)</p></li><li><p>Manter curativo limpo, seco e trocado se sujo</p></li><li><p>Higienizar as mãos antes e após manipular</p></li></ul><p>✅ 2. <strong>Cateter Venoso Central (CVC)</strong></p><p><strong>Uso:</strong> médio a longo prazo<br><strong>Locais:</strong> veia subclávia, jugular interna ou femoral<br><strong>Indicações:</strong></p><ul><li><p>Drogas vasoativas</p></li><li><p>Nutrição parenteral</p></li><li><p>Medicações irritantes</p></li><li><p>Monitorização hemodinâmica (PVC)</p></li></ul><p><strong>Cuidados de manutenção:</strong></p><ul><li><p>Técnica estéril na inserção e manuseio</p></li><li><p>Curativo com gaze (trocar a cada 24h) ou filme transparente (trocar a cada 7 dias ou se sujo)</p></li><li><p>Desinfecção das conexões antes de acessar</p></li><li><p>Lavagem com SF 0,9% (salinização) antes/depois do uso</p></li></ul><p>✅ 3. <strong>Cateter Central de Inserção Periférica (PICC)</strong></p><p><strong>Uso:</strong> longo prazo (semanas a meses)<br><strong>Inserção:</strong> por veia periférica (basílica ou cefálica), avançado até veia cava<br><strong>Indicações:</strong></p><ul><li><p>Antibióticos de longo prazo</p></li><li><p>Nutrição parenteral</p></li><li><p>Medicações irritantes</p></li></ul><p><strong>Cuidados de manutenção:</strong></p><ul><li><p>Salinização com técnica asséptica</p></li><li><p>Curativo com filme transparente (troca semanal ou se sujo)</p></li><li><p>Checar permeabilidade (aspirar sangue, depois lavar com SF)</p></li><li><p>Evitar tração acidental</p></li></ul><p>✅ 4. <strong>Cateter de Duplo Lúmen / Multilúmen</strong></p><p><strong>Uso:</strong> acesso venoso central com múltiplos canais<br><strong>Indicações:</strong></p><ul><li><p>Administração simultânea de diferentes soluções (ex: nutrição + drogas vasoativas)</p></li></ul><p><strong>Cuidados:</strong></p><ul><li><p>Cada lúmen deve ser manipulado individualmente com seringa e técnica estéril</p></li><li><p>Marcar cada via para uso específico (ex: nutrição, medicação)</p></li></ul><p>✅ 5. <strong>Cateter de Artéria (Arterial ou PAI)</strong></p><p><strong>Inserção:</strong> artéria radial, femoral ou braquial<br><strong>Uso:</strong></p><ul><li><p>Monitorização contínua da pressão arterial</p></li><li><p>Coleta de gasometria</p></li></ul><p><strong>Cuidados de manutenção:</strong></p><ul><li><p>Verificar refluxo sanguíneo e pulso distal</p></li><li><p>Sistema de pressão contínua (flush)</p></li><li><p>Trocar curativo conforme protocolo (semana ou se sujo)</p></li><li><p>Observar sinais de isquemia local</p></li></ul><p>✅ 6. <strong>Cateter de Swan-Ganz (Artéria pulmonar)</strong></p><p><strong>Inserção:</strong> via subclávia ou jugular até a artéria pulmonar<br><strong>Uso:</strong></p><ul><li><p>Monitorização avançada (pressões cardíacas, débito cardíaco)</p></li></ul><p><strong>Cuidados:</strong></p><ul><li><p>Sistema fechado e monitorado</p></li><li><p>Técnica estéril para manipulação</p></li><li><p>Observar pressão dos balonetes e conexões</p></li></ul><p>✅ 7. <strong>Cateteres de Diálise (Duplo lúmen para hemodiálise)</strong></p><p><strong>Uso:</strong> curto ou longo prazo<br><strong>Locais:</strong> veia jugular, subclávia ou femoral</p><p><strong>Cuidados:</strong></p><ul><li><p>Manter sempre heparinizado (conforme prescrição)</p></li><li><p>Nunca usar para medicamentos (exceto com autorização nefro)</p></li><li><p>Técnica 100% estéril para acesso</p></li><li><p>Trocar curativo com técnica asséptica</p></li></ul><p>🧼 <strong>CUIDADOS DE MANUTENÇÃO GERAIS PARA TODOS OS CATETERES</strong></p><p>Cuidados Importância Higiene das mãos Previne infecção cruzada Curativos limpos e secos Evita porta de entrada para microrganismos Técnica asséptica Reduz risco de infecção de corrente sanguínea Salinização e heparinização Evita obstrução Avaliação diária Detecta precocemente sinais de infecção ou flebite Registro e sinalização Ajuda na identificação e cuidado multiprofissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 08:04:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499001260</guid>
      </item>
      <item>
         <title>24/04 -Cateteres Swan Ganz e Pressão Venosa Central. </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499003490</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🩸 <strong>1. CATETER DE SWAN-GANZ (Cateter de Artéria Pulmonar)</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>É um <strong>cateter intravascular flexível, de múltiplos lúmens</strong>, inserido geralmente por via venosa central (jugular interna ou subclávia), avançado até alcançar a <strong>artéria pulmonar</strong>.</p><p>Foi criado por Swan e Ganz em 1970 para medir <strong>pressões intracardíacas e débito cardíaco</strong>.</p><p>🎯 <strong>Objetivo principal:</strong></p><p>Monitorar <strong>função cardíaca direita e esquerda</strong>, perfusão pulmonar e oxigenação tecidual.</p><p>⚙️ <strong>Como funciona:</strong></p><p>O cateter é inserido através de uma veia central → passa pela veia cava superior → átrio direito → ventrículo direito → e se aloja na artéria pulmonar.</p><p>Possui <strong>vários lúmens com funções distintas</strong>:</p><p>Lúmen Função principal <strong>Distal</strong> Mede pressão da artéria pulmonar (PAP) <strong>Proximal</strong> Mede PVC, infunde soluções <strong>Balonete</strong> Insufla para medir a pressão capilar pulmonar (PCP) <strong>Termistor</strong> Mede temperatura para cálculo do débito cardíaco</p><p>🧪 <strong>Parâmetros que podem ser obtidos com o Swan-Ganz:</strong></p><ul><li><p>PVC (Pressão Venosa Central)</p></li><li><p>PAP (Pressão da Artéria Pulmonar)</p></li><li><p>PCP (Pressão Capilar Pulmonar – estimativa da pressão no átrio esquerdo)</p></li><li><p>SvO₂ (Saturação venosa mista de O₂)</p></li><li><p>DC (Débito Cardíaco)</p></li></ul><p>⚠️ <strong>Riscos e cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Risco de arritmias na inserção (principalmente quando passa pelo VD)</p></li><li><p>Risco de perfuração cardíaca ou artéria pulmonar</p></li><li><p>Embolismo aéreo se manipulado incorretamente</p></li><li><p>Infecção (precaução máxima com curativo e manipulação)</p></li></ul><p><strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Técnica estéril sempre</p></li><li><p>Observar sinais de infecção e sangramento</p></li><li><p>Monitorar perfusão distal (ex: membro superior)</p></li><li><p>Checar fixação e calibração do transdutor</p></li></ul><p>🧯 <strong>2. PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC)</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>É a pressão medida na veia cava superior (ou átrio direito), através de um <strong>cateter venoso central comum</strong>.</p><p>🎯 <strong>Objetivo:</strong></p><p>Avaliar <strong>volemia</strong> (volume de sangue circulante) e o <strong>retorno venoso</strong> ao coração direito.</p><p>📏 <strong>Valores normais:</strong></p><ul><li><p><strong>5 a 10 cmH₂O</strong> ou <strong>2 a 6 mmHg</strong></p></li></ul><p>📉📈 <strong>O que significam alterações na PVC?</strong></p><p>Valor da PVC Interpretação &lt; 5 cmH₂O Hipovolemia, hemorragia, vasodilatação &gt; 10 cmH₂O Hipervolemia, ICC, tamponamento, falência VD</p><p>⚙️ <strong>Como é medida:</strong></p><ul><li><p>Cateter venoso central inserido em veia subclávia, jugular ou femoral</p></li><li><p>Conectado a um transdutor ou manômetro de coluna d'água</p></li><li><p>Referência anatômica: <strong>linha média axilar no 4º espaço intercostal</strong> (nível do átrio direito)</p></li></ul><p>🧼 <strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><ul><li><p>Zerar o transdutor antes da medida</p></li><li><p>Posicionar o paciente em <strong>decúbito dorsal</strong> (ou semi-Fowler)</p></li><li><p>Garantir que a linha do transdutor esteja nivelada com o átrio direito</p></li><li><p>Observar local de inserção do cateter (edema, dor, secreção)</p></li><li><p>Técnica asséptica nas manipulações</p></li><li><p>Trocar curativo conforme protocolo (geralmente a cada 7 dias com filme ou 24h com gaze)</p></li></ul><p>🆘 Complicações possíveis:</p><ul><li><p>Infecção da corrente sanguínea</p></li><li><p>Trombose venosa</p></li><li><p>Pneumotórax (na inserção)</p></li><li><p>Obstrução ou deslocamento do cateter</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 08:07:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499003490</guid>
      </item>
      <item>
         <title>06/05 Estudo do Coma (Classificação da Escala de Glasgow e Neurologia)</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499007772</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🧠 <strong>1. COMA – CONCEITO E TIPOS</strong></p><p>✅ <strong>O que é o coma?</strong></p><p>Coma é um <strong>estado profundo de inconsciência</strong>, no qual o paciente:</p><ul><li><p>Não acorda nem com estímulos dolorosos</p></li><li><p>Não tem resposta verbal compreensível</p></li><li><p>Não interage com o ambiente</p></li><li><p>Não apresenta movimentos voluntários conscientes</p></li></ul><p><strong>É uma emergência neurológica.</strong></p><p>⚠️ <strong>Causas comuns de coma:</strong></p><p>Causa Exemplos <strong>Metabólicas</strong> Hipoglicemia, hipoxia, uremia, intoxicação por drogas ou álcool <strong>Neurológicas estruturais</strong> AVC, TCE, hemorragias, tumores cerebrais <strong>Infecciosas</strong> Meningite, encefalite <strong>Tóxico-metabólicas</strong> Hepatopatias, sepse, insuficiência renal</p><p>📉 <strong>Níveis de consciência (da mais leve à mais profunda):</strong></p><ol><li><p><strong>Alerta</strong> – interage normalmente</p></li><li><p><strong>Sonolento (obnubilado)</strong> – responde com lentidão, mas acorda com estímulo</p></li><li><p><strong>Torporoso</strong> – resposta mínima, requer estímulo forte</p></li><li><p><strong>Comatoso</strong> – sem resposta a estímulos</p></li></ol><p>📊 <strong>2. ESCALA DE COMA DE GLASGOW (ECG)</strong></p><p>✅ <strong>O que é?</strong></p><p>É uma escala usada para <strong>avaliar o nível de consciência</strong> de forma objetiva, principalmente em casos de <strong>traumatismo craniano</strong> ou coma.</p><p>Ela avalia 3 respostas:</p><p>Função Pontuação mínima Máxima <strong>Abertura ocular (O)</strong> 1 (nenhuma) 4 <strong>Resposta verbal (V)</strong> 1 (nenhuma) 5 <strong>Resposta motora (M)</strong> 1 (nenhuma) 6</p><p>🧾 <strong>PONTUAÇÃO DETALHADA:</strong></p><p>🔹 Abertura Ocular (O):</p><ul><li><p>4 – Espontânea</p></li><li><p>3 – Ao comando verbal</p></li><li><p>2 – Ao estímulo doloroso</p></li><li><p>1 – Nenhuma</p></li></ul><p>🔹 Resposta Verbal (V):</p><ul><li><p>5 – Orientado</p></li><li><p>4 – Confuso</p></li><li><p>3 – Palavras inapropriadas</p></li><li><p>2 – Sons incompreensíveis</p></li><li><p>1 – Nenhuma</p></li></ul><p>🔹 Resposta Motora (M):</p><ul><li><p>6 – Obedece comandos</p></li><li><p>5 – Localiza dor</p></li><li><p>4 – Retirada diante da dor</p></li><li><p>3 – Flexão anormal (decorticação)</p></li><li><p>2 – Extensão anormal (descerebração)</p></li><li><p>1 – Nenhuma</p></li></ul><p>🧮 <strong>Resultado final:</strong></p><p><strong>Soma dos 3 itens (O + V + M) → de 3 a 15 pontos</strong></p><p>Total da Escala de Glasgow Interpretação <strong>13 a 15</strong> Leve (rebaixamento leve) <strong>9 a 12</strong> Moderado <strong>≤ 8</strong> Grave (indica coma)</p><p>🧬 <strong>3. NEUROLOGIA CLÍNICA BÁSICA – AVALIAÇÃO DO PACIENTE NEUROLÓGICO</strong></p><p>🔍 <strong>O que a enfermagem e equipe avaliam?</strong></p><p>✅ <strong>1. Estado de consciência</strong></p><ul><li><p>Uso da ECG</p></li><li><p>Avaliação do despertar, orientação e interação</p></li></ul><p>✅ <strong>2. Pupilas</strong></p><ul><li><p><strong>Tamanho</strong>, <strong>simetria</strong>, <strong>reação à luz</strong></p></li><li><p>Anisocoria (diferença de tamanho) pode indicar herniação cerebral</p></li><li><p>Midríase fixa: grave</p></li></ul><p>✅ <strong>3. Respostas motoras</strong></p><ul><li><p>Obedece comandos?</p></li><li><p>Reage à dor?</p></li><li><p>Movimentos anormais: decorticação (flexão) e descerebração (extensão)</p></li></ul><p>✅ <strong>4. Reflexos</strong></p><ul><li><p>Reflexo plantar (resposta de Babinski)</p></li><li><p>Reflexos de tronco cerebral (oculocefálico, oculovestibular)</p></li></ul><p>✅ <strong>5. Sinais vitais neurológicos</strong></p><ul><li><p>Alterações na frequência respiratória, PA e FC</p></li><li><p><strong>Tríade de Cushing (HIC):</strong> hipertensão, bradicardia, padrão respiratório </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 08:11:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499007772</guid>
      </item>
      <item>
         <title>08/05 Escala de Glasgow Modificada, Escala de sedação RASS e Ramsay </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499010774</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🧠 <strong>1. ESCALA DE GLASGOW MODIFICADA</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>É uma <strong>adaptação da Escala de Coma de Glasgow</strong> para <strong>crianças, recém-nascidos ou pacientes não verbais</strong> (ex: intubados, sedados).</p><p>🍼 <strong>Versão pediátrica (Glasgow modificada para crianças pequenas):</strong></p><p>🔹 <strong>Abertura Ocular (O):</strong></p><ul><li><p>4 – Espontânea</p></li><li><p>3 – Ao som</p></li><li><p>2 – À dor</p></li><li><p>1 – Nenhuma</p></li></ul><p>🔹 <strong>Resposta Verbal (V):</strong></p><ul><li><p>5 – Balbucia, vocaliza, sorri, interage</p></li><li><p>4 – Choro consolável, irritado</p></li><li><p>3 – Choro persistente, inconsolável</p></li><li><p>2 – Gemidos, sons anormais</p></li><li><p>1 – Nenhuma</p></li></ul><p>🔹 <strong>Resposta Motora (M):</strong></p><ul><li><p>6 – Movimentos espontâneos ou obedece comandos simples</p></li><li><p>5 – Localiza dor</p></li><li><p>4 – Retirada dolorosa</p></li><li><p>3 – Flexão anormal (decorticação)</p></li><li><p>2 – Extensão anormal (descerebração)</p></li><li><p>1 – Nenhuma resposta</p></li></ul><p>➡️ <strong>Pontuação total</strong>: de <strong>3 a 15</strong>, igual à versão adulta, <strong>mas adaptada ao nível de desenvolvimento da criança</strong>.</p><p>😴 <strong>2. ESCALA DE SEDAÇÃO RASS (Richmond Agitation-Sedation Scale)</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>Escala usada para <strong>avaliar o nível de sedação ou agitação</strong> de pacientes, especialmente em <strong>ventilação mecânica e sedação contínua</strong>.</p><p>🔢 <strong>Pontuação de +4 a -5:</strong></p><p>Pontuação Nível Descrição +4 Muito agitado Agressivo, combativo, perigo à equipe +3 Agitado Puxa tubos, tenta se levantar +2 Ativo Ansioso, inquieto, movimentos frequentes +1 Alerta e calmo Leve ansiedade, mas cooperativo 0 Calmo Alerta e tranquilo -1 Sonolento Acorda ao chamado verbal leve (&gt;10s) -2 Sedação leve Acorda com estímulo verbal breve (&lt;10s) -3 Sedação moderada Movimento/olhos apenas com voz alta/tato -4 Sedação profunda Sem resposta verbal, apenas à dor -5 Sem resposta Nenhuma resposta nem à dor</p><p>📌 <strong>Objetivo da RASS:</strong></p><ul><li><p><strong>Ideal</strong>: manter pacientes entre <strong>-2 e 0</strong> (em sedação leve a alerta)</p></li><li><p><strong>Evitar oversedação (&lt; -3)</strong> e agitação excessiva (&gt; +1)</p></li></ul><p>😵 <strong>3. ESCALA DE RAMSAY DE SEDAÇÃO</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>Escala clássica e simples usada para avaliar o <strong>nível de sedação</strong>, especialmente em <strong>centro cirúrgico, anestesia e UTI</strong>.</p><p>🔢 <strong>Níveis de 1 a 6:</strong></p><p>Nível Sedação Resposta do paciente 1 Ansioso ou agitado Agitado, inquieto 2 Cooperativo, orientado Alerta e tranquilo 3 Responde a comandos Sonolento, mas responde 4 Resposta rápida à dor Dormindo, mas acorda com estímulo doloroso 5 Resposta lenta à dor Muito sedado, responde lentamente 6 Sem resposta à dor Sedação profunda, nenhuma resposta</p><p>🧾 <strong>COMPARATIVO DAS ESCALAS</strong></p><p>Escala Finalidade Pontuação Onde é mais usada <strong>Glasgow Modificada</strong> Avaliar consciência em crianças ou não verbais 3 a 15 Pediatria, emergência, UTI <strong>RASS</strong> Avaliar nível de sedação/agitação +4 (agitado) a -5 (profunda sedação) UTI, VM, sedação contínua <strong>Ramsay</strong> Avaliar nível de sedação 1 (agitado) a 6 (sem resposta) Anestesia, UTI, centro </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 08:14:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499010774</guid>
      </item>
      <item>
         <title>20/05 - Traumatismo Crânio-Encefálico, definição e Observação. </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499013276</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🧠 <strong>1. TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO (TCE)</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>O <strong>TCE</strong> é qualquer agressão física que <strong>altere a estrutura ou função do encéfalo</strong>, causada por impacto direto ou indireto no crânio (ex: quedas, acidentes de trânsito, agressões, etc.).</p><p>🔎 <strong>Tipos de TCE:</strong></p><p>✅ <strong>TCE fechado (não penetrante):</strong></p><ul><li><p>O crânio <strong>permanece íntegro</strong></p></li><li><p>Ex: batidas, quedas</p></li></ul><p>✅ <strong>TCE aberto (penetrante):</strong></p><ul><li><p>Há <strong>rompimento do crânio</strong> ou exposição do cérebro</p></li><li><p>Ex: ferimentos por armas, fraturas com exposição</p></li></ul><p>🧠 <strong>Lesões cerebrais podem ser:</strong></p><p>Lesão primária Lesão secundária Ocorre no momento do trauma Ocorre <strong>após o trauma</strong>, por complicações - Hematomas (epidural, subdural) - Hipóxia, hipotensão - Contusão cerebral - Aumento da PIC - Fratura craniana - Edema cerebral</p><p>📊 <strong>2. CLASSIFICAÇÃO DO TCE PELA ESCALA DE GLASGOW</strong></p><p>Pontuação total Gravidade do TCE 13 a 15 TCE leve 9 a 12 TCE moderado ≤ 8 TCE grave (COMA)</p><p>➡️ <strong>Pacientes com Glasgow ≤ 8 geralmente precisam de intubação e cuidados intensivos.</strong></p><p>💉 <strong>3. DERIVAÇÃO VENTRICULAR EXTERNA (DVE)</strong></p><p>📌 <strong>O que é?</strong></p><p>É um <strong>sistema de drenagem</strong> implantado no ventrículo cerebral para <strong>remover excesso de líquor</strong> e controlar a <strong>Pressão Intracraniana (PIC)</strong>.</p><p>🧠 <strong>Indicações:</strong></p><ul><li><p>Hipertensão intracraniana (HIC)</p></li><li><p>Hemorragias intraventriculares</p></li><li><p>Hidrocefalia</p></li><li><p>TCE grave com edema ou sangramento</p></li></ul><p>⚙️ <strong>Como funciona:</strong></p><ul><li><p>Um cateter é inserido nos ventrículos cerebrais</p></li><li><p>Conectado a um sistema coletor com coluna de líquido</p></li><li><p>Controla a drenagem de LCR (líquido cefalorraquidiano) e monitora a PIC</p></li></ul><p>⚠️ <strong>Cuidados com a DVE:</strong></p><p>Cuidados essenciais de enfermagem Por quê? Manter a <strong>altura da câmara de drenagem nivelada</strong> (geralmente em relação ao ouvido externo – tragus) Para evitar drenagem excessiva ou insuficiente Observar <strong>cor, aspecto e volume do líquor</strong> Identificar sangramento, infecção, obstrução <strong>Não manipular ou pinçar</strong> sem prescrição médica Evita alteração brusca de PIC ou infecção Curativo estéril no local de inserção Prevenir infecção Checar sinais de infecção: febre, rigidez de nuca Prevenção de meningite ou ventriculite</p><p>👁️ <strong>4. OBSERVAÇÃO DE ENFERMAGEM NO TCE</strong></p><p>✅ Avaliação neurológica frequente:</p><ul><li><p>Glasgow (O, V, M) a cada 1h ou conforme prescrição</p></li><li><p>Pupilas (tamanho, simetria, fotorreação)</p></li><li><p>Padrão respiratório (alterações neurológicas causam variações)</p></li><li><p>Sinais de HIC: vômitos em jato, bradicardia, hipertensão, rebaixamento do nível de consciência</p></li></ul><p>✅ Monitoramento rigoroso:</p><p>O que monitorar Por quê? Pressão intracraniana (se tiver PIC) Detectar hipertensão cerebral Temperatura Febre pode indicar infecção intracraniana Sinais vitais Instabilidade pode agravar edema cerebral Drenagem de líquor (DVE) Controle do volume e infecção</p><p>🚫 Sinais de alarme:</p><ul><li><p>Glasgow diminuindo</p></li><li><p>Pupilas desiguais ou sem reação</p></li><li><p>Vômitos frequentes</p></li><li><p>Parada respiratória ou bradicardia</p></li><li><p>Convulsões</p></li></ul><p>📝 <strong>EXEMPLO DE ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM:</strong></p><blockquote><p>"Paciente com TCE grave, Glasgow 7 (O2 V1 M4), pupilas isocóricas, reativas. DVE instalada, drenagem de LCR clara, 10 mL/h. Sinais vitais estáveis. Cabeceira a 30º, monitorização contínua de PIC. Curativo limpo e seco. Sem sinais de infecção.</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 08:17:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>27/05 Lesões Cranianas- Lesão Primária Cerebral e Lesão Secundária Cerebral.</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3499015616</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🧠 <strong>LESÕES CRANIANAS</strong></p><p>As <strong>lesões cranianas</strong> ocorrem após um impacto na cabeça e podem afetar <strong>ossos do crânio, meninges e tecido cerebral</strong>.</p><p>🔍 <strong>Classificação geral das lesões:</strong></p><p>✅ <strong>1. Lesões do crânio (ósseas):</strong></p><ul><li><p><strong>Fratura linear</strong>: simples, sem desvio</p></li><li><p><strong>Fratura cominutiva</strong>: fragmentada</p></li><li><p><strong>Fratura afundada</strong>: com deslocamento de fragmento ósseo para dentro</p></li><li><p><strong>Fratura de base de crânio</strong>: grave; pode causar saída de líquor pelo nariz (rinorreia) ou ouvido (otorreia)</p></li></ul><p>✅ <strong>2. Lesões intracranianas (dentro do cérebro ou entre meninges):</strong></p><p>Tipo de Lesão Localização Características principais <strong>Concussão</strong> Difusa, leve Confusão, perda de consciência breve, sem alteração estrutural <strong>Contusão</strong> Cérebro (foco) Hemorragia localizada, edema cerebral, alterações neurológicas <strong>Hematoma epidural</strong> Entre osso e dura-máter Associado a fratura, evolução rápida, urgência neurocirúrgica <strong>Hematoma subdural</strong> Entre dura-máter e aracnoide Evolução lenta (mais comum em idosos), pode ser crônico <strong>Hematoma intracerebral</strong> Dentro do tecido cerebral Pode evoluir com edema e HIC grave <strong>Lesão axonal difusa (LAD)</strong> Substância branca profunda Causa coma prolongado, sem lesão visível ao exame de imagem</p><p>🔴 <strong>LESÃO CEREBRAL PRIMÁRIA vs SECUNDÁRIA</strong></p><p>🧨 <strong>1. LESÃO CEREBRAL PRIMÁRIA</strong></p><p>📌 O que é?</p><p>É a lesão que ocorre <strong>no momento do trauma</strong>.</p><p>Características Exemplos Direta e imediata Fraturas, hematomas, contusão Irreversível Não pode ser "desfeita", apenas tratada para estabilizar</p><p>Exemplo:</p><blockquote><p>Um paciente bate a cabeça e desenvolve um hematoma epidural: essa é a lesão <strong>primária</strong>.</p></blockquote><p>🔥 <strong>2. LESÃO CEREBRAL SECUNDÁRIA</strong></p><p>📌 O que é?</p><p>É a lesão que <strong>se desenvolve após o trauma inicial</strong>, devido a <strong>complicações fisiológicas</strong>.</p><p>Causas principais Resultado possível Hipóxia cerebral Necrose de neurônios Hipotensão arterial Baixa perfusão cerebral Aumento da PIC (pressão intracraniana) Isquemia e herniação cerebral Hiperglicemia Aumenta dano oxidativo e edema Convulsões não controladas Danos por excesso de atividade neuronal</p><p>Exemplo:</p><blockquote><p>Um paciente com TCE entra em hipotensão e depois tem aumento da PIC: a lesão secundária é a <strong>isquemia cerebral</strong> causada por essa cascata.</p></blockquote><p>🆘 Por que é importante diferenciar?</p><ul><li><p><strong>A lesão primária não pode ser evitada</strong>, pois já ocorreu.</p></li><li><p><strong>A lesão secundária PODE ser evitada</strong>, com boa assistência:</p><ul><li><p>Oxigenação adequada</p></li><li><p>Controle da PIC</p></li><li><p>Manutenção da PA sistêmica</p></li><li><p>Monitorização neurológica </p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 08:20:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>03/06 - Tratamento e Assistência em AVCI</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3502171219</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🧠 O que é o AVCI?</p><p><strong>AVC Isquêmico Agudo (AVCI)</strong> é a obstrução de um vaso cerebral, o que impede o fluxo sanguíneo para uma área do cérebro.</p><p>🕐 Tempo é cérebro!</p><p><strong>A chave do tratamento é o tempo</strong>. Quanto mais rápido o paciente for tratado, menor será o dano cerebral.</p><p>💉 rtPA: O que é?</p><p><strong>rtPA (alteplase)</strong> é um <strong>trombolítico</strong>, ou seja, um medicamento que dissolve o coágulo que está obstruindo o vaso sanguíneo.</p><p>✅ Indicação:</p><ul><li><p>Início dos sintomas <strong>há menos de 4h30</strong>.</p></li><li><p>AVC <strong>isquêmico confirmado</strong> por <strong>TC de crânio (sem sangramento)</strong>.</p></li><li><p>Idade ≥ 18 anos.</p></li></ul><p>❌ Contraindicações:</p><ul><li><p>Qualquer <strong>sinal de sangramento</strong> ativo.</p></li><li><p>Pressão arterial muito alta e não controlada.</p></li><li><p>História de sangramento cerebral anterior.</p></li><li><p>Cirurgias recentes, coagulopatias, uso de anticoagulantes etc.</p></li></ul><p>🧾 Etapas do Tratamento com rtPA</p><ol><li><p><strong>Chegada ao hospital (emergência):</strong></p><ul><li><p>Avaliação neurológica (Escala NIHSS).</p></li><li><p>TC de crânio sem contraste para excluir AVC hemorrágico.</p></li><li><p>Coleta de exames (glicemia, eletrólitos, coagulograma).</p></li></ul></li><li><p><strong>Avaliação dos critérios de inclusão/exclusão.</strong></p></li><li><p><strong>Administração do rtPA (Alteplase):</strong></p><ul><li><p>Dose: <strong>0,9 mg/kg</strong> (máx. 90 mg).</p></li><li><p>10% em bolus IV em 1 minuto, restante em infusão por 60 minutos.</p></li></ul></li><li><p><strong>Monitoramento rigoroso:</strong></p><ul><li><p><strong>PA a cada 15 min nas 2 primeiras horas</strong>.</p></li><li><p>Monitorar sinais de sangramento, piora neurológica, vômitos ou cefaleia</p></li></ul></li></ol><p><br/></p><p>🧠 Como tratar AVC Hemorrágico?</p><p>AVC hemorrágico é causado pelo rompimento de um vaso, com extravasamento de sangue no cérebro.</p><p>🩸 Tratamento:</p><p>1. Controle da pressão arterial:</p><p>Antihipertensivos IV (ex: labetalol, nicardipina).</p><p>2. Suspender anticoagulantes se o paciente usar.</p><p>Pode ser necessário usar reversores (ex: vitamina K, plasma fresco, protamina, etc).</p><p>3. Neurocirurgia:</p><p>Quando há hematoma expansivo ou hidrocefalia.</p><p>4. Monitoramento em UTI:</p><p>PA, sinais neurológicos, função respiratória e glicemia.</p><p>---</p><p>⚕️ Assistência de Enfermagem (com ou sem rtPA)</p><p>Cuidados antes/durante o rtPA:</p><p>Monitorar sinais vitais e estado neurológico.</p><p>Manter via aérea pérvia (aspiração se necessário).</p><p>Não puncionar veias desnecessariamente.</p><p>Cuidar do acesso venoso periférico (evitar manipulações).</p><p>Cuidados após o rtPA:</p><p>Evitar qualquer punção por 24h.</p><p>Manter o paciente em repouso absoluto na cama.</p><p>Observar sinais de sangramento (gengiva, urina, fezes, local do acesso).</p><p>Controle rigoroso da PA (&lt; 180/105 mmHg).</p><p>Controle glicêmico e temperatura.</p><p>---</p><p>🧠 E nas isquemias sem uso de rtPA?</p><p>Quando o paciente chega fora da janela terapêutica (4h30) ou tem contraindicação ao rtPA:</p><p>Iniciar antiagregantes plaquetários (ex: AAS).</p><p>Manter PA adequada, oxigenação e glicemia controlada.</p><p>Iniciar reabilitação precoce (fono, físio, TO).</p><p>Avaliar causa do AVC e iniciar prevenção secundária (estatinas, controle de FA, diabetes, etc).</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:21:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>05/06 Nutrição Enteral</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3502179411</link>
         <description><![CDATA[<p>🍽️ O que é Nutrição Enteral?</p><p>É a administração de nutrientes diretamente no trato gastrointestinal (boca, estômago ou intestino), por sonda ou ostomias, quando o paciente não pode comer, mas o trato digestivo está funcional.</p><p>📌 Indicações:</p><p>Disfagia (ex: AVC, câncer de cabeça e pescoço).</p><p>Intubação orotraqueal (pacientes em UTI).</p><p>Inconsciência.</p><p>Desnutrição com risco de aspiração.</p><p>📎 Vias de Acesso:</p><p>Sonda nasogástrica (SNG) – curta duração.</p><p>Sonda nasoentérica (SNE) – intestino (melhor para risco de aspiração).</p><p>Gastrostomia ou jejunostomia – uso prolongado (&gt;4 semanas).</p><p>🧃 Tipos de Dieta:</p><p>Polimérica: para pacientes com digestão normal.</p><p>Oligomérica: para má absorção.</p><p>Especializada: renal, hepática, diabética, etc.</p><p>---</p><p>💡 Cuidados de Enfermagem na Nutrição Enteral</p><p>✅ Antes da dieta:</p><p>Verificar posição da sonda (teste da seringa ou Rx).</p><p>Checar resíduo gástrico (se prescrito).</p><p>Avaliar presença de náuseas, vômitos ou distensão abdominal.</p><p>✅ Durante a dieta:</p><p>Lavar a sonda com água filtrada antes e depois da dieta e dos medicamentos.</p><p>Dieta em temperatura ambiente.</p><p>Paciente em posição semi-Fowler (30-45º).</p><p>Administrar em infusão contínua (bomba) ou intermitente (bolus).</p><p>✅ Complicações:</p><p>Diarreia, vômito, constipação.</p><p>Broncoaspiração.</p><p>Obstrução da sonda.</p><p>Hiperhidratação ou desidratação.</p><p>---</p><p>💉 O que é Nutrição Parenteral?</p><p>É a administração de nutrientes diretamente na corrente sanguínea, quando o intestino não funciona ou não pode ser usado.</p><p>📌 Indicações:</p><p>Obstrução intestinal.</p><p>Síndrome do intestino curto.</p><p>Pancreatite grave.</p><p>Fístulas, perfurações ou isquemias intestinais.</p><p>Pós-operatório complicado.</p><p>📎 Vias de Acesso:</p><p>Central (mais comum): veia subclávia, jugular ou PICC.</p><p>Periférica: usada por pouco tempo e para fórmulas menos concentradas.</p><p>🧪 Composição:</p><p>Glicose, aminoácidos, lipídios, eletrólitos, vitaminas, oligoelementos e água.</p><p>---</p><p>💡 Cuidados de Enfermagem na Nutrição Parenteral</p><p>✅ Antes e durante a infusão:</p><p>Higiene rigorosa do acesso venoso.</p><p>Bomba de infusão obrigatória.</p><p>Troca diária do equipo.</p><p>Observar aparência da solução: turvação, cristais = DESCARTAR.</p><p>Verificar glicemia, eletrólitos, função hepática e renal.</p><p>✅ Monitoramento rigoroso:</p><p>Sinais de infecção (febre, calafrios).</p><p>Sinais de hiperglicemia ou hipoglicemia.</p><p>Sinais de sobrecarga hídrica (edema, dispneia).</p><p>✅ Complicações:</p><p>Sepse relacionada ao cateter.</p><p>Distúrbios hidroeletrolíticos.</p><p>Alterações glicêmicas.</p><p>Colestase/hepatite por uso prolongado.</p><p>--</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:35:00 UTC</pubDate>
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         <title>17/06- Insuficiência Renal Aguda e Crônica. </title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3502183629</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>---</p><p>🩺 INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA (IRA)</p><p>✅ O que é?</p><p>É a perda súbita e reversível da função dos rins, levando à retenção de ureia, creatinina, eletrólitos e água no organismo.</p><p>🔄 Classificação (causas):</p><p>Tipo	Causa principal</p><p>Pré-renal	Hipoperfusão (choque, desidratação, hemorragia)</p><p>Renal	Lesão direta nos rins (glomerulonefrite, sepse, drogas)</p><p>Pós-renal	Obstrução urinária (cálculo, tumor, hiperplasia)</p><p>🧪 Sintomas e sinais:</p><p>Oligúria (diurese &lt; 400 ml/dia) ou anúria.</p><p>Edema, confusão mental, náuseas, vômitos.</p><p>Hipercalemia (risco de arritmia).</p><p>Aumento da ureia e creatinina.</p><p>🧾 Tratamento:</p><p>Tratar a causa (hidratar, corrigir obstruções, suspender tóxicos).</p><p>Controle de eletrólitos (potássio, sódio, cálcio).</p><p>Diálise, se necessário.</p><p>Controle hídrico rigoroso.</p><p>👩‍⚕️ Cuidados de Enfermagem:</p><p>Controle de balanço hídrico (entradas e saídas).</p><p>Monitorar sinais de sobrecarga (edema, PA, estertores).</p><p>Observar sinais de uremia (confusão, vômitos, sonolência).</p><p>Dieta com restrição de potássio, sódio e proteínas (orientada pela equipe).</p><p>Evitar nefrotóxicos (ex: AINES, contraste iodado).</p><p>---</p><p>🩺 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC)</p><p>✅ O que é?</p><p>É a perda progressiva, lenta e irreversível da função renal, com redução do filtrado glomerular (TFG) por mais de 3 meses.</p><p>🧬 Causas principais:</p><p>Diabetes mellitus.</p><p>Hipertensão arterial.</p><p>Glomerulonefrites crônicas.</p><p>Doença policística renal.</p><p>🧪 Sintomas (muitas vezes tardios):</p><p>Cansaço, anemia, palidez.</p><p>Prurido (coceira), hálito urêmico.</p><p>Náuseas, vômitos, edema.</p><p>Hipertensão arterial.</p><p>Oligúria (fase avançada).</p><p>Osteodistrofia renal (ossos frágeis).</p><p>📊 Estadiamento:</p><p>De acordo com a taxa de filtração glomerular (TFG):</p><p>Estágio 1: TFG ≥ 90 ml/min (com lesão renal)</p><p>Estágio 5 (terminal): TFG &lt; 15 ml/min → diálise</p><p>🧾 Tratamento:</p><p>Controle rigoroso de diabetes e hipertensão.</p><p>Dieta: restrição de sal, potássio, fósforo e proteínas (moderada).</p><p>Uso de quelantes de fósforo, eritropoetina, vitaminas.</p><p>Diálise (hemodiálise ou peritoneal) ou transplante renal nos estágios finais.</p><p>---</p><p>👩‍⚕️ Cuidados de Enfermagem na IRC</p><p>Educação sobre dieta e medicação.</p><p>Observar sinais de hipercalemia (fraqueza, arritmias).</p><p>Monitorar peso diário e balanço hídrico.</p><p>Cuidados com acesso vascular (fístula arteriovenosa ou cateter).</p><p>Acompanhar exames laboratoriais (ureia, creatinina, eletrólitos).</p><p>Apoio emocional e incentivo à adesão ao tratamento.</p><p>---</p><p>🆚 Tabela Resumo: IRA x IRC</p><p>Característica	IRA (Aguda)	IRC (Crônica)</p><p>Início	Súbito	Progressivo e lento</p><p>Reversibilidade	Sim (na maioria dos casos)	Não (irreversível)</p><p>Duração	Dias a semanas	Meses a anos</p><p>Causa principal	Choque, drogas, obstruções	Diabetes, hipertensão</p><p>Tratamento	Causa base + suporte renal	Controle clínico + diálise ou transplante</p><p>Diálise	Temporária (às vezes)	Permanente (quando TFG &lt; 15 ml/min)</p><p>---</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:41:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3502183629</guid>
      </item>
      <item>
         <title>19/06 Dialise Peritonial</title>
         <author>raphaelgomes27</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3502185136</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>🩸 O que é Diálise Peritoneal?</p><p>É uma terapia de substituição renal onde a membrana peritoneal (dentro do abdômen) é usada como filtro para remover toxinas, excesso de água e eletrólitos do corpo, substituindo temporariamente a função dos rins.</p><p>---</p><p>🧬 Como funciona?</p><p>1. Um líquido estéril chamado solução de diálise (composto por água, eletrólitos e glicose) é instilado na cavidade peritoneal.</p><p>2. Por difusão e osmose, as toxinas e excesso de líquidos passam do sangue para o líquido de diálise através do peritônio.</p><p>3. Após um período chamado tempo de permanência, o líquido é drenado com as toxinas removidas.</p><p>---</p><p>🧪 Tipos de Diálise Peritoneal</p><p>1. DPA (Diálise Peritoneal Automatizada)</p><p>Utiliza uma máquina (cicladora) à noite, enquanto o paciente dorme.</p><p>Faz várias trocas automáticas.</p><p>Ideal para pacientes que querem mais liberdade durante o dia.</p><p>2. CAPD (Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua)</p><p>Manual, sem máquina.</p><p>O paciente faz 3 a 5 trocas por dia, durante o dia.</p><p>Cada troca dura cerca de 30–40 minutos.</p><p>---</p><p>💧 Tipos de Drenagem</p><p>Cada ciclo da diálise peritoneal tem 3 fases:</p><p>Fase	O que acontece</p><p>Infusão	Solução de diálise entra na cavidade.</p><p>Permanência	O líquido permanece (4–6 horas), fazendo a troca.</p><p>Drenagem	Retirada do líquido com toxinas e excesso de água.</p><p>A drenagem pode ser:</p><p>Clara: normal.</p><p>Turva: pode indicar infecção/peritonite.</p><p>Sanguinolenta: comum nos primeiros dias, mas deve ser monitorada.</p><p>---</p><p>🧷 Cateter de Diálise Peritoneal</p><p>📎 Nome: Cateter de Tenckhoff</p><p>É implantado cirurgicamente no abdômen (normalmente abaixo do umbigo).</p><p>Pode ter 1 ou 2 cuffs (anéis) de Dacron que evitam infecção e deslocamento.</p><p>Fica subcutâneo, com saída externa para conexão ao equipo.</p><p>---</p><p>🩺 Cuidados de Enfermagem</p><p>✅ Cuidados com o Cateter:</p><p>Manter o local limpo, seco e coberto com gaze estéril.</p><p>Avaliar sinais de infecção: vermelhidão, dor, secreção.</p><p>Realizar troca do curativo conforme protocolo (geralmente 1x/dia ou 3x/semana).</p><p>✅ Cuidados durante a Diálise:</p><p>Usar técnica asséptica rigorosa.</p><p>Observar o aspecto da solução drenada (cor, volume, odor).</p><p>Medir volume drenado (deve ser igual ou maior que o infundido).</p><p>Monitorar sinais vitais antes e após.</p><p>Manter o paciente em posição confortável e estimular evacuação, se necessário (prisão de ventre atrapalha a diálise).</p><p>✅ Complicações principais:</p><p>Complicação	Sinais	Conduta</p><p>Peritonite	Dor abdominal, febre, líquido turvo	Coletar amostra e iniciar antibiótico</p><p>Infecção no sítio	Vermelhidão, secreção	Cuidado local + antibiótico local</p><p>Fuga de líquido	Saída ao redor do cateter	Avaliação médica, repouso</p><p>Hiperglicemia	Por excesso de glicose na solução	Ajustar dieta/insulina</p><p>---</p><p>🆚 Diálise Peritoneal x Hemodiálise</p><p>Característica	Diálise Peritoneal	Hemodiálise</p><p>Onde é feita	Casa (geralmente)	Clínica ou hospital</p><p>Acesso	Cateter abdominal	Fístula AV ou cateter venoso</p><p>Frequência	Diária	3x por semana (em média)</p><p>Mobilidade	Mais liberdade (especialmente DPA)	Restrita a dias e horários fixos</p><p>Risco de infecção	Peritonite	Infecção do acesso venoso</p><p>---</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:43:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/raphaelgomes27/wfc6p61jzi3ut8uo/wish/3502185136</guid>
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