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      <title>6º B - VÁ EM PAZ LIVRO 1 by Thallys Rosa</title>
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      <description>Aqui vamos entender o capítulo 2 do livro 1. (Você pode completar sua coluna com: conceitos, fotos, vídeos, músicas, links de sites)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-14 13:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>COMO OCORRE O MOVIMENTO DE ROTAÇAO</title>
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         <description><![CDATA[<div>Gabriel Dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 15:10:39 UTC</pubDate>
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         <title>VIDEO DE EXPLICAÇAO</title>
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         <pubDate>2021-05-15 15:18:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Como é o Sistema Solar</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 19:00:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>A ORIGEM DO SISTEMA SOLAR</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 19:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>pesquisa sobre o futuro do sistema solar. by icaro</title>
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         <description><![CDATA[<div>Bom, nos já sabemos que a terra tem uma estimativa de 5 bilhões de anos de vida restantes, mas suponhamos por um tempo que ela tem um período de vida indefinido e e então vamos observar o futuro do universo.<br>A primeira mudança vai acontecer no céu, as constelações vão ficar irreconhecíveis com o tempo já que elas irão se mover pela força gravitacional de cada uma (ponto para a astronomia)<br><br></div><div>Ainda no céu a gigante vermelha beretgeuse em cerca de 1 milhão de anos ira se tornar uma super nova e se tornará a estrela mais brilhante no céu. O que abre uma pergunta será que o mesmo irá acontecer com o sol?<br><br></div><div>O sol tem uma estimativa de 10 bilhões de anos de vida restantes, e os primeiros 5 serão bem tranquilos o problema e os outros cinco, e enquanto o sol tiver hidrogênio em seu núcleo ele não irá ceder para a força da gravidade mas quando acabar o hidrogênio dentro do sol o hélio irá a começar a se fundir quebrando o equilíbrio entre ambas as forças,&nbsp; o que fará o sol ser duas vezes maior do que é hoje, entrando na fase de gigante vermelha, até agora mercúrio e vênus já terão sido engolidas e a terra será inabitável, mas suponhamos que nos a empurremos a uma distância segura do sol.<br><br></div><div>Se nós vivermos o suficiente nos poderemos ver a colisão da nossa galáxia com a galáxia de andrômeda e caso uma estrela passe perto o suficiente do nos teríamos duas opções ou sermos jogados para o vazio do espaço ou a nossa nova galáxia será inabitável e mesmo que nos sobrevivamos a tudo isso há uma coisa que não podemos escapar.<br><br></div><div>O fim do universo já que muitas estrelas não morrem em super novas e sim se tornam anãs brancas, buracos negros ou pulsares que não devolvem a sua matéria ao espaço e com isso o fim do universo é inevitável. O futuro do sistema solar by Ícaro.<br><br>vídeo de explicação: https://youtu.be/LAFW9_rOGKs<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 21:09:46 UTC</pubDate>
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         <title>O que é o movimento de translação?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Translação</strong> é o <strong>movimento</strong> que a Terra realiza em torno do Sol e assim percorrendo uma órbita elíptica. O <strong>movimento de translação</strong> é realizado em aproximadamente 365 dias, 5 horas e 48 minutos. A velocidade média é de aproximadamente 107.000 km.<br><br>LINK: <br><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/movimentos-terra.htm#:~:text=A%20Transla%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20o%20movimento,%C3%A9%20de%20aproximadamente%20107.000%20km.">https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/movimentos-terra.htm#:~:text=A%20Transla%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20o%20movimento,%C3%A9%20de%20aproximadamente%20107.000%20km.<br></a><br><br>Aluna: Gabrielly Silva dos Anjos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 18:43:43 UTC</pubDate>
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         <title>A teoria do big-bang </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/wf9ejgz1vqie4o7/wish/1528970217</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Georges_Lema%C3%AEtre"><br>Georges Lemaître</a> propôs o que ficou conhecido como a teoria Big Bang da origem do universo, embora ele tenha chamado como "<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3tese">hipótese</a> do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81tomo">átomo</a> primordial". O quadro para o modelo se baseia na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_relatividade">teoria da relatividade</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein">Albert Einstein</a> e em hipóteses simplificadoras (como <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mistura_homog%C3%AAnea">homogeneidade</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Isotropia">isotropia</a> do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%A7o_sideral">espaço</a>). As equações principais foram formuladas por <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alexander_Friedmann">Alexander Friedmann</a>. Depois <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Edwin_Hubble">Edwin Hubble</a> descobriu em 1929 que as distâncias de galáxias distantes eram geralmente proporcionais aos seus <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Desvio_para_o_vermelho">desvios para o vermelho</a>, como sugerido por Lemaître em 1927. Esta observação foi feita para indicar que todas as galáxias e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aglomerado_de_gal%C3%A1xias">aglomerado de galáxias</a> muito distantes têm uma <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Velocidade">velocidade</a> aparente diretamente fora do nosso ponto de vista: quanto mais distante, maior a velocidade aparente.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Big_Bang#cite_note-Hubble-15"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>Se a distância entre os aglomerados de galáxias está aumentando atualmente, todos deveriam estar mais próximos no passado. Esta ideia tem sido considerada em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Densidade">densidades</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Temperatura">temperaturas</a> extremas, sendo que grandes <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aceleradores_de_part%C3%ADculas">aceleradores de partículas</a> têm sido construídos para experimentar e testar tais condições, resultando em significativa confirmação da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Teoria#Teoria_cient%C3%ADfica">teoria</a>. No entanto, estes equipamentos científicos têm capacidades limitadas para pesquisas em tais <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica_de_part%C3%ADculas">regimes de alta energia</a>. Sem nenhuma evidência associada com a maior brevidade instantânea da expansão, a teoria do Big Bang não pode e não fornece qualquer explicação para essa condição inicial, mas descreve e explica a evolução geral do universo desde aquele instante. As abundâncias observadas de elementos leves em todo o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cosmo">cosmos</a> se aproximam das previsões calculadas para a formação destes elementos de processos nucleares na expansão rápida e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Arrefecimento">arrefecimento</a> dos minutos iniciais do universo, como lógica e quantitativamente detalhado de acordo com a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nucleoss%C3%ADntese_primordial">nucleossíntese do Big Bang</a>.<br><br></div><div><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Fred_Hoyle"><br>Fred Hoyle</a> é creditado como o criador do termo <em>Big Bang</em> durante uma transmissão de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1dio_(comunica%C3%A7%C3%A3o)">rádio</a> de 1949. Popularmente é relatado que Hoyle, que favoreceu um modelo cosmológico alternativo chamado "<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Teoria_do_estado_estacion%C3%A1rio">teoria do estado estacionário</a>", tinha por objetivo criar um termo pejorativo, mas Hoyle explicitamente negou isso e disse que era apenas um termo impressionante para destacar a diferença entre os dois modelos. Hoyle mais tarde auxiliou consideravelmente na compreensão da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nucleoss%C3%ADntese_estelar">nucleossíntese estelar</a>, a via nuclear para a construção de alguns elementos mais pesados até os mais leves. Após a descoberta da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_c%C3%B3smica_de_fundo_em_micro-ondas">radiação cósmica de fundo em micro-ondas</a> em 1964, e especialmente quando seu espectro (ou seja, a quantidade de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o">radiação</a> medida em cada <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Comprimento_de_onda">comprimento de onda</a>) traçou uma curva de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Corpo_negro">corpo negro</a>, muitos cientistas ficaram razoavelmente convencidos pelas evidências de que alguns dos cenários propostos pela teoria do Big Bang devem ter ocorrido. A importância da descoberta da radiação cósmica de fundo é que ela representa um "fóssil" de uma época em que o universo era muito novo, sendo a maior evidência da existência do Big Bang. Ela é proveniente da separação da interação entre a radiação e matéria (época chamada de recombinação).<br><br>Ana Luisa Vasconcelos Braga&nbsp;<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Big_Bang#cite_note-22"><sup><br></sup></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 19:52:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Evelyn Cristine</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 13:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>Via Láctea </title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O que é a Via Láctea<br>A Via Láctea é onde se encontra o Sistema Solar e, consequentemente, o planeta Terra<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Origem da Via Láctea<br><strong>Como o </strong><a href="https://www.bbc.co.uk/portuguese/topics/84915d8d-467d-4c5e-88f7-bbb1bb5cf0dc">espaço sideral</a><strong> é uma máquina do tempo e também uma sucessão de fusões, junções e separações, cada nova descoberta tem o poder de contar um pouquinho mais sobre a formação dele e, em última instância, de nós mesmos.</strong></div><div>E a descoberta mais recente é de que a Via Láctea, galáxia onde está o Sistema Solar - e onde nós estamos -, se fundiu a outra galáxia, uma parceira chamada Gaia-Enceladus, 10 bilhões de anos atrás. A pesquisa a respeito, que ajuda a compreender um pouco sobre os movimentos e as formações naturais do espaço, está na última edição da revista científica Nature.<br>Essa fusão com Gaia-Enceladus deu origem à maior parte do halo da Via Láctea. Também teria sido responsável por moldar o seu disco, dando a ele uma certa forma inflada. Quem descobriu e descreveu precisamente como ocorreu essa megafusão espacial foi a astrônoma Amina Helmi e sua equipe, todos cientistas da Universidade de Groningen, na Holanda.<br>&nbsp; <strong>Comportamento estelar da Via&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Láctea&nbsp;</strong></div><div>Helmi observa sistematicamente a organização da Via Láctea desde os últimos 20 anos. "Esperávamos que as estrelas se fundissem com os satélites no halo", afirma. "O que não esperávamos encontrar era o fato de que a maioria das estrelas-halo de fato tivesse uma origem compartilhada, em uma fusão muito grande", diz.</div><div>Os cientistas identificaram que a "assinatura química" de muitas estrelas do halo são claramente diferentes das estrelas "nativas" da Via Láctea. "Estas são grupos bastante homogêneo, o que indica que eles compartilham uma origem comum", comenta, sobre as "nativas".</div><div>"As estrelas mais jovens da Gaia-Encefalodus são na verdade mais jovens do que as estrelas nativas, sobretudo na região hoje do disco principal", diz Helmi. "Isso significa que o progenitor desse fenômeno já estava presente quando a fusão aconteceu, e Gaia-Encefalodus, por causa de suas dimensões diferentes, balançou e encheu-se."</div><div>Em estudo anterior, a astrônoma Helmi já havia descrito o fenômeno. Ao analisar um conjunto de estrelas de origem comum, ela concluiu que as estrelas dessa bolha no halo são escombros da fusão da Via Láctea com uma galáxia que era um pouco mais massiva.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Beatriz Gabriel Machado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 19:33:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-05-17 20:38:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/wf9ejgz1vqie4o7/wish/1533102294</link>
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         <pubDate>2021-05-17 20:38:42 UTC</pubDate>
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         <title>O Sistema Solar corresponde a um conjunto formado pelo sol, asteroides, satélites, meteoros, cometas e oito planetas com formas esféricas os quais descrevem órbitas elípticas. Os nomes dos planetas do sistema solar em sua ordem são:    Mercúrio    Vênus    Terra    Marte    Júpiter    Saturno    Urano    Netuno</title>
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         <pubDate>2021-05-17 22:36:25 UTC</pubDate>
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         <title>As estações do ano </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As estações do ano são os períodos em que o ano é dividido de acordo com suas características climáticas.<br>Existem quatro estações do ano: primavera, verão, outono e inverno. Elas ocorrem ao longo do período de um ano.<br>Em algumas regiões, não é possível distinguir as estações do ano, e a primavera e o outono podem não ser bem definidos.<br><br>O movimento de translação e as diferenças de inclinação da Terra em relação ao Sol determinam as estações do ano.</div><div>Enquanto o equinócio marca o início do outono e da primavera, o solstício marca o início do verão e do inverno.<br>&nbsp;Outono:<br>O outono sucede o verão e antecede o inverno. Ele se caracteriza pela temperatura amena, tempo mais fresco e queda das folhas das árvores. Inicialmente, os dias e noites possuem a mesma duração.<br>Inverno:<br>O inverno é a época mais fria do ano, quando as temperaturas são baixas e com presença de neve em algumas localidades. Ela antecede a primavera e sucede o outono.<br>Primavera:<br>A primavera sucede o inverno e antecede o verão. Nesse período, as temperaturas voltam a ficar amenas, as flores florescem e os dias e noites têm a mesma duração.<br>Verão:<br>O verão sucede a primavera e antecede o outono, é um período marcado pelas altas temperaturas e dias mais longos.<br>O calor resulta em uma evaporação mais rápida da água acumulada nos solos, resultando em chuvas constantes.<br><br>Isabella Sophie Palheta Rodrigues</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-18 00:39:57 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento de Rotação. Gabriel Fonseca Garcia</title>
         <author>gabrielgarciabonitao10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Características do movimento de rotação: O movimento de rotação é aquele que a<strong> Terra realiza em torno do seu próprio eixo</strong>. Esse deslocamento provoca a alternância entre os períodos de insolação nas regiões do planeta. A rotação terrestre ocorre no <strong>sentido anti-horário</strong>, de oeste para leste, característica essa que explica o nascer do Sol a leste e o poente a oeste.<br> Duração do movimento de rotação: A rotação terrestre dura aproximadamente <strong>23 horas, 56 minutos e 4 segundos</strong>. Essa duração refere-se ao dia sideral e tem como referência um corpo celeste distante, como as estrelas. Quando se usa o Sol como referência para o movimento de rotação, a duração é em média 24 horas.<br>Velocidade do movimento de rotação: O movimento de rotação é realizado a uma velocidade de aproximadamente <strong>1.669 quilômetros</strong> por hora.<br><br>Link das informações obtidas:<br><br>https://brasilescola.uol.com.br/geografia/movimento-rotacao.htm<br><br>Aluno: Gabriel Fonseca Garcia<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Zonas Climáticas<br>Como resultado do aquecimento que ocorre com maior intensidade na região equatorial, e do quecimento de menor intensidade na região dos polos, a superfície terrestre foi dividida em zonas climaticas ou zonas térmicas. As principais são: Zonas Polares ou Glaciais (Norte e Sul), Zonas Temperadas (Norte e Sul) e Zonas Tropicais ou Intertropicais( Norte e Sul)<br>(Gustavo M. Lopes)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 20:43:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Zonas Polares:</strong> os raios solares atingem a superfície terrestre de maneira bastante inclinada, portanto, as temperaturas são as mais baixas da Terra.<br><br></div><div><strong>Zonas temperadas:</strong> os raios incidem à superfície de forma relativamente inclinada em relação à zona intertropical, desse modo as temperaturas são mais amenas.<br><br></div><div><strong>Zona tropical:</strong> áreas que recebem luz solar de forma praticamente vertical em sua superfície, o fato produz regiões com temperaturas elevadas, conhecida como zona tórrida do planeta.<br><br> (Gustavo M. Lopes)</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-18 20:49:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vídeo Explicativo&nbsp; (Gustavo M. Lopes)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 21:04:16 UTC</pubDate>
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         <title>𝙰 𝙻𝚞𝚊 ☽︎シ︎</title>
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         <description><![CDATA[<div>A lua é um satélite natural do planeta Terra, até agora, ela foi o único corpo celeste a receber seres humanos. A Lua&nbsp; fica aproximadamente à 384.405 km da Terra, longe né?<br>𝙰𝚕𝚐𝚞𝚖𝚊𝚜 𝚙𝚎𝚚𝚞𝚎𝚗𝚊𝚜 𝚌𝚞𝚛𝚒𝚘𝚜𝚒𝚍𝚊𝚍𝚎𝚜<br>( ˘ ³˘)♥︎ <br>★O diâmetro da Lua é de aproximadamente 3.500 km, por esse motivo, seu tamanho é 80 vezes inferior ao do planeta Terra! <br>★A face da Lua quando iluminada apresenta uma temperatura de aproximadamente 127°C, enquanto que a face não iluminada gira em torno de 170°C.<br>★Ao contrário do planeta Terra, a Lua não possui atmosfera. A superfície lunar permanece ilesa por milhões de anos! (exceto as crateras causadas pelas colisões de meteoritos, claro).<br>𝑨𝒔 𝒇𝒂𝒔𝒆𝒔 𝒅𝒂 𝒍𝒖𝒂☽︎シ︎<br>Conforme a Lua se desloca em torno da Terra durante o mês, ela apresenta quatro aspectos diferentes, que são as <strong>fases da Lua</strong>. De acordo com a luminosidade, a Lua pode ser classificada em: <strong>cheia, minguante, nova ou crescente. </strong>Esse fenômeno ocorre em razão do ângulo em que nós observamos a face da Lua que está sendo pelo Sol, cada fase da Lua tem duração de aproximadamente <strong>sete dias.<br></strong>𝑪𝒐𝒎𝒐 𝒆𝒍𝒂𝒔 𝒐𝒄𝒐𝒓𝒓𝒆𝒎? ¯\_(ಠ_ಠ)_/¯<br>➪𝙇𝙪𝙖 𝙘𝙝𝙚𝙞𝙖<strong>: </strong>(Considerada por muitos como a fase mais bela), a Lua cheia se dá quando o Sol ilumina totalmente a parte da Lua voltada para a Terra.<br>➪𝙇𝙪𝙖 𝙢𝙞𝙣𝙜𝙪𝙖𝙣𝙩𝙚<strong>: </strong>Essa fase é marcada pela perda de luminosidade da Lua, na qual, observamos apenas uma face iluminada (que forma uma letra C ao contrário).<br>➪𝙇𝙪𝙖 𝙣𝙤𝙫𝙖<strong>: </strong>É marcada por pouca luminosidade, pois sua face voltada para a Terra não está sendo iluminada pelo Sol.<br>➪𝙇𝙪𝙖 𝙘𝙧𝙚𝙨𝙘𝙚𝙣𝙩𝙚<strong>: </strong>(Considerada a fase de transição da Lua nova para a Lua cheia), a Lua crescente é caracterizada por receber luminosidade em apenas uma face (no lado oposto da minguante).<br>&nbsp; &nbsp;𝑳𝒊𝒏𝒌𝒔 𝒖𝒔𝒂𝒅𝒐𝒔 ☂︎:<br>https://escolakids.uol.com.br/geografia/fases-da-lua.htm <br>https://brasilescola.uol.com.br/geografia/lua.htm<br>&nbsp;<br><em>𝐸 𝑒𝑠𝑠𝑒 𝑎𝑞𝑢𝑖 𝑓𝑜𝑖 𝑜 𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑜 𝑑𝑎 𝑎𝑙𝑢𝑛𝑎 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎 𝐸𝑑𝑢𝑎𝑟𝑑𝑎 𝑑𝑒 𝑂𝑙𝑖𝑣𝑒𝑖𝑟𝑎 𝐴𝑔𝑢𝑖𝑎𝑟, 𝑒𝑠𝑝𝑒𝑟𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑡𝑒𝑛ℎ𝑎 𝑓𝑖𝑐𝑎𝑑𝑜 𝑏𝑜𝑚 𝐾𝐾𝐾</em></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 読んでくれてありがとう,<em>さよなら </em>😔🤝❤</div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-19 17:04:50 UTC</pubDate>
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         <title>Estações do ano 🌿☀️🍁❄</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O ano tem quatro estações são elas: Primavera, verão, outono e inverno. Elas acontecem por causa da inclinação da terra em relação ao sol e o movimento do nosso planeta em torno do sol, dura cerca de um ano.<br>As estações possuem características bem definidas e específicas, diferenciando-se nos Hemisférios Sul e Norte de acordo com a inclinação do eixo da Terra e com os movimentrotação e translação.&nbsp;<br>Os países localizados na faixa tropical do planeta não possuem as quatro estações bem definidas, sendo predominantes somente o verão e inverno.&nbsp;<br>Ass:Júlia Samily🍄</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 23:58:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 23:58:52 UTC</pubDate>
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         <title>Quais as caratecristicas de um movimento eliptico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tal <strong>movimento</strong> não é retilíneo em seu trajeto, que possui configuração circular, na verdade é realizado de forma <strong>elíptica</strong>. Em decorrência do <strong>movimento elíptico</strong>, ocorrem variações durante o ano quanto à distância entre o Sol e a Terra.<br>Aluno:Guilherme F. F. Costa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 11:25:33 UTC</pubDate>
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         <title>Solstícios e equinócios:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/wf9ejgz1vqie4o7/wish/1543410676</link>
         <description><![CDATA[<div>- A entrada de&nbsp; cada uma das estações do ano deve-se a fenômenos astronômicos diretamente relacionados com o movimento da terra: Os solstícios e os equinócios. Eles delimitam a posição do sol em relação á terra e marcam o início das estações do ano nos hemisférios.<br><br>Solstício; Na astronomia, solstício é o momento em que o sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em junho e dezembro. O dia e a hora exatos variam de um ano para o outro. Quando ocorrem no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.<br><br>Equinócio: Na astronomia, o equinócio é definido como o instante em que o sol, em sua órbita aparente, cruza o equador celeste .No referencial da terra, o sol se move ao longo do ano sobre a Eclíptica, que se estende sobre as treze constelações que formam o Zodíaco incluindo a constelação de Ofiúco. Entre o plano eclíptico e o plano equatorial celeste há um ângulo esférico de 23,5 graus aproximadamente, e estes planos interceptam - se definindo uma reta. Esta reta intercepta a esfera celeste em dois pontos. Em definição equivalente, o equinócio corresponde ao momento em que o sol, em sua trajetória ao longo do Zodíaco, encontra - se sobre um dos pontos definidos pela interseção entre o plano eclíptico, o plano equatorial terrestre e a esfera celeste.<br>aluna: Maria Eduarda Cordeiro Figueira Trajano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 12:02:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 12:55:05 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades sobre o sistema solar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/wf9ejgz1vqie4o7/wish/1550550118</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Davi&nbsp;<br>O Sistema Solar é o conjunto de planetas, planetas anões, asteroides e demais corpos celestes que orbitam ao redor do Sol. Vamos aos fatos curiosos sobre o nosso endereço cósmico?<br>	<br>1. Idade do Sistema Solar:<br>	Os dados mais recentes da Astronomia indicam que a idade do Sistema Solar é de cerca de 4,6 bilhões de anos. Ao todo, são oito planetas, cinco planetas anões, 181 luas, 552.894 asteroides e 3.083 cometas, espalhados ao longo de 18,75 trilhões de quilômetros. Em termos de massa, o Sol apresenta 99,8 % de toda a massa do Sistema Solar.<br>		2. Planetas gasosos e planetas sólidos<br><br>	Você sabia que nem todos os planetas do Sistema Solar são sólidos? Na verdade, esse tipo de planeta (sólido), chamado de planeta telúrico, representa metade dos planetas do Sistema Solar. Apenas Mercúrio, Vênus, Terra e Marte são rochosos.<br>	Os gigantes gasosos, como Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, são compostos majoritariamente por gases de hidrogênio, hélio e metano e são geralmente muito frios, de massas gigantescas. Júpiter, por exemplo, tem volume de 1.321 “Terras” e massa 317 vezes maior que a do nosso planeta. Além disso, sua massa é cerca de 2,5 vezes maior que a massa de todos os demais planetas do Sistema Solar juntos.<br>Júpiter é um dos gigantes gasosos. Em razão da grande pressão, o seu núcleo é formado por hidrogênio metálico<br>	3. O planeta mais quente do Sistema Solar<br><br>É natural imaginarmos que o planeta mais quente do Sistema Solar seja o mais próximo ao Sol, no entanto, isso não é verdade. O planeta mais quente do Sistema Solar é o segundo em distância relativa ao Sol: Vênus. Mesmo estando muito mais distante do Sol que Mercúrio, Vênus apresenta uma atmosfera densa e turbulenta, rica em gases como o dióxido de carbono, responsável por um constante efeito estufa. Dessa forma, as temperaturas em Vênus atingem facilmente os 470 °C.</div><blockquote>&nbsp;</blockquote><div>4 Nós vivemos “dentro” do Sol<br>	Apesar de estar a uma distância média em relação à Terra de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, nosso planeta encontra-se dentro da atmosfera solar, em uma região conhecida por heliosfera. A heliosfera é muito grande: estende-se além da órbita de Plutão, a mais de 100 unidades astronômicas, ou seja, mais de 16 bilhões de quilômetros. Dentro dessa região, é possível sentir a influência dos ventos solares, responsáveis por interferências nos sistemas de telecomunicações e fenômenos como as auroras polares, também observadas em outros planetas, como em Júpiter, Urano e Netuno.<br>	5 Grande mancha vermelha de Júpiter<br>A maior tempestade do Sistema Solar encontra-se em Júpiter e foi observada pela primeira vez no ano de 1831. Quando descoberta, a grande mancha estendia-se por incríveis 48.000 km. Em 1979, no entanto, as medidas feitas pela sonda Voyager indicaram um novo diâmetro de 23.000 km. Os dados sugerem que a tempestade está perdendo forças e diminuindo cerca de 900 km por ano, mas ainda assim sua área é duas vezes maior que a área da Terra.<br>&nbsp;<br>6 Muito além dos planetas<br>	Além dos oito planetas conhecidos do Sistema Solar, existem muitos outros corpos que orbitam o nosso Sol. Dentre eles, podemos destacar diversos planetas anões, como Ceres e Plutão, centenas de luas (sozinho, Júpiter é orbitado por 79 luas), um grande cinturão de asteroides formado por bilhões deles e que fica localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter e, por fim, o Cinturão de Kuiper, localizado na margem do Sistema Solar, após a órbita de Netuno, formado por trilhões de rochas gélidas e cometas. O maior objeto encontrado no Cinturão de Kuiper é Plutão.<br><strong><em>7 Girando no sentido oposto</em></strong><br>	Todos os planetas do Sistema Solar apresentam luas e giram no mesmo sentido, à exceção de um: Vênus. Esse é o único planeta do Sistema Solar de rotação retrógrada e que não apresenta qualquer lua, o que sugere um passado violento. Estudos indicam que Vênus colidiu-se com um grande asteroide, o qual alterou o seu sentido de rotação no Sistema Solar.<br>	<strong><em>8 O Sol não está mais onde ele parece estar</em></strong><br>	 Sol encontra-se a cerca de 150 milhões de quilômetros da Terra. Essa grande distância torna a viagem da luz solar até nós um pouco demorada: pouco mais de oito minutos, mesmo com a luz propagando-se a 300.000 quilômetros por segundo. O caso mais dramático é o de Plutão: a luz solar leva cerca de 5 horas e meia para chegar no planeta anão!<br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 21:43:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Curiosidades sobre o sistema solar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Davi<br>O Sistema Solar é o conjunto de planetas, planetas anões, asteroides e demais corpos celestes que orbitam ao redor do Sol. Vamos aos fatos curiosos sobre o nosso endereço cósmico?<br>	<strong><em><mark>1. Idade do Sistema Solar:</mark></em></strong><br>	Os dados mais recentes da Astronomia indicam que a idade do Sistema Solar é de cerca de 4,6 bilhões de anos. Ao todo, são oito planetas, cinco planetas anões, 181 luas, 552.894 asteroides e 3.083 cometas, espalhados ao longo de 18,75 trilhões de quilômetros. Em termos de massa, o Sol apresenta 99,8 % de toda a massa do Sistema Solar.<br>	<strong><em><mark>2. Planetas gasosos e planetas sólidos</mark></em></strong><br>	Você sabia que nem todos os planetas do Sistema Solar são sólidos? Na verdade, esse tipo de planeta (sólido), chamado de planeta telúrico, representa metade dos planetas do Sistema Solar. Apenas Mercúrio, Vênus, Terra e Marte são rochosos.<br>	Os gigantes gasosos, como Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, são compostos majoritariamente por gases de hidrogênio, hélio e metano e são geralmente muito frios, de massas gigantescas. Júpiter, por exemplo, tem volume de 1.321 “Terras” e massa 317 vezes maior que a do nosso planeta. Além disso, sua massa é cerca de 2,5 vezes maior que a massa de todos os demais planetas do Sistema Solar juntos.<br>Júpiter é um dos gigantes gasosos. Em razão da grande pressão, o seu núcleo é formado por hidrogênio metálico<br>	<strong><em><mark>3. O planeta mais quente do Sistema Solar</mark></em></strong><br>É natural imaginarmos que o planeta mais quente do Sistema Solar seja o mais próximo ao Sol, no entanto, isso não é verdade. O planeta mais quente do Sistema Solar é o segundo em distância relativa ao Sol: Vênus. Mesmo estando muito mais distante do Sol que Mercúrio, Vênus apresenta uma atmosfera densa e turbulenta, rica em gases como o dióxido de carbono, responsável por um constante efeito estufa. Dessa forma, as temperaturas em Vênus atingem facilmente os 470 °C.<br><strong><em><mark>4 Nós vivemos “dentro” do Sol</mark></em></strong><br>	Apesar de estar a uma distância média em relação à Terra de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, nosso planeta encontra-se dentro da atmosfera solar, em uma região conhecida por heliosfera. A heliosfera é muito grande: estende-se além da órbita de Plutão, a mais de 100 unidades astronômicas, ou seja, mais de 16 bilhões de quilômetros. Dentro dessa região, é possível sentir a influência dos ventos solares, responsáveis por interferências nos sistemas de telecomunicações e fenômenos como as auroras polares, também observadas em outros planetas, como em Júpiter, Urano e Netuno.<br><strong><em><mark>5 Grande mancha vermelha de Júpiter</mark></em></strong><br>A maior tempestade do Sistema Solar encontra-se em Júpiter e foi observada pela primeira vez no ano de 1831. Quando descoberta, a grande mancha estendia-se por incríveis 48.000 km. Em 1979, no entanto, as medidas feitas pela sonda Voyager indicaram um novo diâmetro de 23.000 km. Os dados sugerem que a tempestade está perdendo forças e diminuindo cerca de 900 km por ano, mas ainda assim sua área é duas vezes maior que a área da Terra.<br><strong><em><mark>6 Muito além dos planetas</mark></em></strong><br>	Além dos oito planetas conhecidos do Sistema Solar, existem muitos outros corpos que orbitam o nosso Sol. Dentre eles, podemos destacar diversos planetas anões, como Ceres e Plutão, centenas de luas (sozinho, Júpiter é orbitado por 79 luas), um grande cinturão de asteroides formado por bilhões deles e que fica localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter e, por fim, o Cinturão de Kuiper, localizado na margem do Sistema Solar, após a órbita de Netuno, formado por trilhões de rochas gélidas e cometas. O maior objeto encontrado no Cinturão de Kuiper é Plutão.<br><strong><em><mark>7 Girando no sentido oposto</mark></em></strong><br>	odos os planetas do Sistema Solar apresentam luas e giram no mesmo sentido, à exceção de um: Vênus. Esse é o único planeta do Sistema Solar de rotação retrógrada e que não apresenta qualquer lua, o que sugere um passado violento. Estudos indicam que Vênus colidiu-se com um grande asteroide, o qual alterou o seu sentido de rotação no Sistema Solar.<br><strong><em><mark>8 O Sol não está mais onde ele parece estar</mark></em></strong><br>	 Sol encontra-se a cerca de 150 milhões de quilômetros da Terra. Essa grande distância torna a viagem da luz solar até nós um pouco demorada: pouco mais de oito minutos, mesmo com a luz propagando-se a 300.000 quilômetros por segundo. O caso mais dramático é o de Plutão: a luz solar leva cerca de 5 horas e meia para chegar no planeta anão!<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 21:59:21 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema solar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(Bruno Matheus Ferreira Sousa)<br><br>sobre no geral<br><br>O Sistema Solar é um conjunto de corpos celestes que gravitam na órbita de um sol (uma estrela). O nosso sistema solar é formado por oito planetas, dezenas de satélites naturais, milhares de asteroides, meteoros, meteoroides e cometas que giram em torno do Sol.<br><br>Origem<br>O Sistema Solar formou-se há cerca de 4,7 bilhões de anos. Contudo, sua origem ainda é questionada, visto que não há uma teoria que satisfaça inteiramente todas as questões que perpassam a formação do Sol e dos planetas. Entretanto, atualmente, há uma teoria mais aceita entre a comunidade científica e astronômica: a teoria da nebulosa solar<br><br>Quantos planetas existem no Sistema Solar?<br>Atualmente, o Sistema Solar é oficialmente constituído por oito planetas e cinco planetas anões<br><br>Planetas:Mercúrio,Vênus,Terra,Marte,Júpiter,Saturno,Urano e Netuno<br><br>Planetas anões:Ceres,Plutão,Haumea,Makemake,Éris<br><br>Plutão, um planeta anão<br>Plutão era considerado um planeta do Sistema Solar. Porém, as novas descobertas astronômicas constataram a existência de corpos com características semelhantes às de Plutão. Isso gerou intensas discussões acerca da classificação desse astro. Portanto, seria necessário ou aumentar o número de planetas do Sistema Solar ou criar uma nova classificação para os corpos celestes semelhantes a Plutão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 13:06:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A estação outono<br>Aluna:Julia Mira de Almeida<br>A chegada do <strong>outono é</strong> marcada pela presença dos equinócios, tanto no Sul quanto no Norte. O equinócio de <strong>outono</strong>, no Hemisfério Sul, ocorre nos <strong>dias</strong> 20 <strong>e</strong> 21 de março; no Hemisfério Norte, 22 <strong>e</strong> 23 de setembro. Nesses <strong>dias</strong>, os <strong>dias e</strong> as noites estão equilibrados, com o mesmo tempo de duração.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-18 13:16:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/wf9ejgz1vqie4o7/wish/1614409290</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A lua é um satélite natural da planeta Terra. Ela é o único corpo celeste a receber seres humanos.<br>A lua é o satélite natural do planeta Terra, distanciados por&nbsp;<br>Aproximadamente 384.405 km. Estimase que existe um número superior a 150 Lunas no sistema solar , somente Netuno possui treze;Saturno, quarenta e oito ; e Júpiter, sessenta e duas. A maior Lua do sistema solar é Titãn, seu tamanho é duas vezes superior ao da Lua terráquea. A nossa Lua é o único corpo celeste a receber seres humanos. O seu diâmetro é de aproximadamente 3.5oo km, por essa razão seu tamanho é 8o vezes inferior ao do planeta Terra. Ao longo da superfície Lunar não são identificados gases, como nitrogênio, oxigênio ou mesmo água&nbsp;<br>Esse corpo celeste é visto da Terra e exibe várias fases, mesmo assim expõe sempre a mesma face. O tempo gasto para realização do movimento de rotação é o mesmo para o de translação. No movimento de rotação a lua gira em torno de si mesma, sendo necessários 27 dias e 7 horas (tempo igualmente gasto para o movimento de translação deslocamento nem torno do Sol).<br>A face da lua ilumina apresenta uma temperatura de aproximadamente 127°C, enquanto que a face não iluminada gira em torno de -170°C<br>Ao contrário do planeta Terra, a Lua não possui atmosfera. A superfície Lunar permanece ilesa por milhões de anos, exceto as crateras causadas pelas colisões de meteoritos&nbsp;<br>A Lua interfere diretamente nas marés, em razão das águas oceânicas serem atraídas durante o deslocamento orbital desse corpo celeste.&nbsp;<br>E esse aqui foi o trabalho da aluna Geovana Pedroso Capiberibe&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-18 14:22:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Zona polar e quando a linha imaginaria passa de forma muito enclinada por isso é considerado frio nessas areas&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; HEITOR</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-25 12:59:17 UTC</pubDate>
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         <title>S o l s t i c i o ✨</title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;É cada uma das duas datas do ano em que o Sol atinge o maior grau de afastamento angular do equador, no seu aparente movimento no céu, e que são 21 ou 23 de junho (solstício de inverno no hemisfério sul e de verão, no hemisfério norte) e 21 ou 23 de dezembro (solstício de verão no hemisfério sul e de inverno, no hemisfério norte).<br><br>E q u i n o c i o✨<br>É momento em que o Sol, em seu movimento anual aparente e ele corta o equador celeste, fazendo com que o dia e a noite tenham igual duração.<br><br>Aluna lacradora : Livya amanajas miranda ferreira 💗</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 13:08:21 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O Sistema Solar compreende o conjunto constituído pelo Sol e todos os corpos celestes que estão sob seu domínio gravitacional. A estrela central, maior componente do sistema, respondendo por mais de 99,85% da massa total, gera sua energia através da fusão de hidrogênio em hélio, dois de seus principais constituintes e tem de idade 4571 x 10^9 anos e é composto por 9 planetas júpiter, Marte, mercúrio, Saturno, netuno, vênus, Plutão, Terra e o Sol&nbsp;<br>A história de Júpiter Resumida&nbsp;<br>Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa, e é o quinto mais próximo do Sol. Possui menos de um milésimo da massa solar, contudo tem 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso, junto com Saturno, Urano e Netuno. Área da superfície: 6,142 × 10^10 km²<br>Gravidade: 24,79 m/s²<br>Massa: 1,898 × 10^27 kg (317,8 M⊕)<br>Raio: 69.911 km<br>Duração do dia: 0d 9h 56mFoi batizado com esse nome em homenagem ao governante do Olimpo, Júpiter, o deus dos deuses. Júpiter, assim como Saturno, exibe um sistema de anéis, contudo são tênues e menos brilhantes, não observáveis a partir da Terra e que só foram descobertos em 1979 pela sonda Voyager 1. É um dos quatro Gigantes Gasosos, juntamente com Saturno, Urano e Netuno. Gigantes Gasosos são compostos, principalmente pelos gases hidrogênio, hélio e metano e, ainda, um pequeno núcleo sólido no interior.<br><br>A atmosfera de Júpiter é composta por hidrogênio e hélio, tendo, ainda, traços de metano, amônia, vapor d'água e outros componentes a uma temperatura de 103ºC. O planeta, cujo formato é de uma esfera oblata, tem elevada pressão atmosférica e a intensidade provoca a quebra dos átomos hidrogênio, que se transforma em metal.<br><br>Também são encontrados na atmosfera traços de metano, vapor de água, amoníaco, sílicas, carbono, etano, sulfeto de hidrogênio, néon, oxigênio, fosfina e enxofre. Na parte externa da atmosfera há cristais de amônio congelado e traços de benzeno.<br><br>A atmosfera do planeta é dividida em diversas faixas, em várias latitudes, resultando em turbulência e tempestades. A mais conhecida é a Grande Mancha Vermelha, descoberta no século XVII e cujos ventos chegam a 500 quilômetros por hora. Essa tempestade tem um diâmetro transversal duas vezes maior do que a Terra.<br><br>Júpiter foi observado a primeira vez por Galileu Galilei, em 1610, quando também foi possível a identificação de quatro de seus 63 satélites, Io, Europa, Ganimedes e Calisto. A primeira sonda a visitar Júpiter foi a Pioneer 10 em 1973. Também foram usados como instrumentos de observação as visitas das sondas Pioneer 11, Voyager 1, 2 e Ulisses. A sonda Galileu orbitou Júpiter durante 8 anos, terminando o seu serviço em Setembro de 2003. É ainda observado regularmente pelo Telescópio Espacial Hubble.<br><br>Demora menos de 10 horas a completar uma rotação sobre si próprio. É o movimento de rotação mais rápido dos planetas do Sistema Solar. Já o movimento de translação ocorre cerca de 11,86 anos terrestres. O núcleo de Júpiter é quente, o interior irradia mais calor que recebe do Sol, mais uma característica dos Planetas Gasosos.<br>Aluno: Endrew Fernando Souza Loureiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 15:28:44 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno: Endrew&nbsp;<br><br>Sistema solar<br>O estudo sobre a física dos corpos celestes é muito importante para quem vai fazer o Enem, já que esse é um tema recorrente nas edições da prova. Por essa razão, é interessante destacarmos o conjunto de planetas do qual a Terra faz parte: o sistema solar.<br><br>Sendo composto por planetas, asteroides e cometas, a compreensão do sistema solar vai muito além de questões que se restringem à Terra, já que existem vários campos de estudos interessados por esse tema, como a física, a química e a astronomia.<br><br>Com intuito de explicar o que é sistema solar, preparamos este post para você. Acompanhe!<br><br>O que é o sistema solar?<br>O sistema solar nada mais é do que o conjunto de todos os corpos celestes que se movimentam em torno do Sol. Dentre eles podemos citar os planetas, cometas, meteoros, asteroides e vários outros astros.<br><br>É necessário ressaltar que, de todos os componentes do sistema solar, o Sol é o corpo físico que detém a maior massa, ocasionando, assim, uma elevadíssima força de atração gravitacional — é essa energia a responsável por manter todos os planetas desse sistema em órbita.<br><br>Ainda sobre o Sol, ele é cerca de 109 mil vezes maior que o planeta Terra, apresentando uma extensão de 1.392.700 km. Sua temperatura na superfície registra 5,5 mil graus Célsius, mas o calor no seu interior pode chegar a 15 milhões de graus.<br><br>Planetas do sistema solar<br>Os planetas são astros que não produzem calor nem luz, por isso giram em torno de uma estrela maior — o Sol, no caso do sistema solar — e possuem gravidade própria. Ao todo, oito planetas fazem parte desse sistema, tendo cada um a sua órbita. Eles são sempre listados de acordo com sua proximidade do Sol.<br><br>Mercúrio<br>É o menor planeta do sistema solar, com um raio de 2.439,7 km e gravidade de 3,7 m/s². Embora seja pequeno, é o planeta mais próximo ao Sol, por isso é o mais quente. Sua temperatura pode atingir 425 °C nas partes iluminadas e -170 °C nas regiões que não recebem luz solar.<br><br>Mercúrio leva 59 dias para percorrer sua própria órbita (movimento de rotação) e 81 dias para girar em torno do Sol (movimento de translação).<br><br>Apesar de sua distância, é possível avistá-lo a olho nu em alguns períodos específicos do dia, como bem cedo, ao amanhecer, e ao cair da noite.<br><br>Vênus<br>Segundo planeta do sistema solar, Vênus tem um raio de 6.051,8 km e gravidade de 8,87 m/s². Embora esteja mais distante do Sol que Mercúrio, é um planeta tão quente quanto, com temperaturas que podem chegar a 461 °C. Isso ocorre porque sua atmosfera está envolta a dióxido de carbono, responsável por reter todo o calor fornecido pelo Sol e provocar esse aquecimento.<br><br>O planeta leva 243 dias para completar uma volta em seu próprio eixo e 225 dias para girar em torno do Sol. Ele também pode ser visto a olho nu e é popularmente conhecido como estrela D’álva.<br><br>Terra<br>É o terceiro planeta do sistema solar, com um raio de 6.371 km e gravidade de 9,78 m/s². Assim como Mercúrio e Vênus, a Terra tem uma atmosfera constituída por gases liberados por meio de erupções vulcânicas. São esses gases os responsáveis por manter a temperatura adequada para a manutenção da vida.<br><br>O planeta leva aproximadamente 24 horas para realizar o movimento de rotação e 365 dias e um quarto para o de translação. É por essa razão que, a cada quatro anos, temos um dia a mais no calendário, o que chamamos de ano bissexto.<br><br>A Terra tem ainda um satélite natural, a Lua, cuja rotação está sincronizada com a do planeta.<br><br>Marte<br>Marte, também conhecido como o planeta vermelho, é o quarto do sistema solar, com raio de 3.389,5 km e gravidade de 3,71 m/s². Ele tem essa coloração porque sua superfície apresenta grandes quantidades de óxido de ferro, a mesma substância que dá cor à ferrugem e ao sangue.<br><br>Ele é visível da Terra e tem dois satélites: Deimos e Fobos. Sua rotação leva 24 horas e 37 minutos, gastando 687 dias para completar uma volta em torno do Sol.<br><br>Júpiter<br>Esse é o maior planeta do sistema solar, com um raio de 69.911 km e gravidade de 24,79 m/s². Sua atmosfera é composta, majoritariamente, por metano e amônia, não possuindo, então, uma superfície sólida. Por esse motivo ele é conhecido como o gigante gasoso.<br><br>Júpiter tem 66 satélites e um anel de poeira que contorna toda a usa extensão, formado a partir da colisão de meteoritos e pequenas luas. Sua rotação leva aproximadamente 10 horas, e a translação cerca de 11 anos.<br><br>Saturno<br>É o sexto planeta do sistema solar mais próximo do Sol e o segundo maior, com raio de 58.232 km e gravidade de 10.44 m/s². A rotação de Saturno leva 10 horas e 14 minutos, e sua translação, aproximadamente, 29 anos.<br><br>Ele tem vários anéis, constituídos por pequenas e numerosas partículas de gelo, poeira e rocha, e 53 satélites naturais — Titã é o maior deles, com extensão maior que a da Lua terrestre. Há, ainda, nove luas sendo pesquisadas.<br><br>Urano<br>Terceiro maior planeta do sistema solar, tem um raio de 25.362 km e gravidade de 8,87 m/s². Sua atmosfera é envolta por gases como metano, hélio e hidrogênio, o que confere a ele uma coloração azul-esverdeada. Sua distância em relação ao Sol faz com que a temperatura chegue a -185 °C.<br><br>Urano também possui muitos satélites, mas esse número não é um consenso entre os pesquisadores, que afirmam serem mais de 18. Ele leva 17 horas e 14 minutos para girar em seu próprio eixo e 84 anos para dar a volta em torno do Sol.<br><br>Netuno<br>É o planeta mais distante do sistema solar e o quarto em tamanho, com raio de 24.622 km e gravidade de 11,15 m/s². Por estar tão longe do Sol, as temperaturas podem chegar a -200 °C.<br><br>Netuno tem 14 satélites naturais, sua rotação leva 15 horas e 45 minutos e sua translação, aproximadamente, 165 anos.<br><br>Origem do sistema solar<br>sistema solar<br>Com aproximadamente 4,5 bilhões de anos de existência, o sistema solar foi originado por uma enorme nuvem composta por gases e outros elementos químicos. Com o passar dos anos, esse corpo começou a ficar cada vez mais achatado devido ao seu peso e, após várias explosões, houve a formação do Sol em seu centro.<br><br>Logo em seguida começou um processo físico — conhecido como atração gravitacional — de aglomeração de corpos celestes menores em torno do Sol, originado, assim, os planetas do sistema solar.<br><br>Com isso, é importante frisar que é a força gravitacional do Sol que mantém todos os oito planetas e outros corpos celestes em órbita no sistema, garantindo que não ocorram colisões entre eles.<br><br>Componentes do sistema solar<br>Veja agora mais detalhes sobre os demais astros que compõe o sistema solar.<br><br>Satélites<br>Os satélites naturais são corpos físicos que orbitam ao redor dos planetas. Há uma enorme variedade deles, mas vamos citar apenas os mais conhecidos. Dentre eles estão:<br><br>a Lua (satélite natural da Terra);<br>Titã (satélite natural de Saturno);<br>Lua Miranda (satélite natural de Urano).<br>Asteroides<br>Asteroides nada mais são do que minúsculos corpos físicos — pequenos quando comparados aos planetas de maiores dimensões — que orbitam no sistema solar. Compostos basicamente por rochas e metais, os asteroides podem alcançar um diâmetro de até 1.000 km.<br><br>Cometas<br>São os menores corpos celestes presentes no sistema solar. Compostos basicamente por rochas congeladas, os cometas não possuem órbitas regulares, ou seja, é comum presenciarmos colisões entre eles e os planetas que estão em órbita.<br><br>Plutão faz parte do sistema solar?<br>Plutão foi considerado um planeta anão desde 2006, sendo desclassificado do sistema solar.<br><br>O termo Planeta Anão é utilizado para definir uma nova categoria de corpos celestes. Criado pela União Astronômica Internacional — UAI, atualmente existem cinco planetas anões: Ceres, Plutão, Haumea, Makemake e Éris.<br><br>Curiosidades sobre o sistema solar<br>Confira abaixo algumas curiosidades sobre o sistema solar que, além de serem muito interessantes, podem, facilmente, aparecer em sua prova:<br><br>a massa do Sol corresponde a 99,86% de toda a massa do sistema solar;<br>a água é encontrada nos três estados físicos da matéria apenas na Terra;<br>existem cerca de 1.600 vulcões em Vênus;<br>por ter gravidades diferentes, um peso de 68 N na Terra equivale a 1.905 N no Sol;<br>a idade do sistema solar é cerca de 4,54 bilhões de anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 15:33:07 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O Sistema Solar formou-se há cerca de 4,7 bilhões de anos. Contudo, sua origem ainda é questionada, visto que não há uma teoria que satisfaça inteiramente todas as questões que perpassam a formação do Sol e dos planetas. Entretanto, atualmente, há uma teoria mais aceita entre a comunidade científica e astronômica: a teoria da nebulosa solar.<br><br>Essa teoria foi formulada inicialmente por René Descartes no ano de 1644, sendo reformulada por Immanuel Kant em 1775 e, depois, por Pierre-Simon de Laplace em 1796. A teoria formulada por Laplace supunha hipoteticamente que o Sol formou-se a partir da rotação de uma nuvem que ao se contrair com influência da gravidade, aumentou sua velocidade entrando, então, em colapso. Assim, o sol formou-se devido à concentração central da nebulosa e os planetas formaram-se a partir dos remanescentes da nuvem molecular em colapso.<br><br><br><br>Acredita-se que o Sistema Solar tenha surgido a partir do colapso de uma nebulosa.<br><br>Essa teoria foi aperfeiçoada, continuando baseada no fato de o Sol e os planetas terem sido formados quase simultaneamente. Para a teoria, o Sol teve sua formação no centro da nebulosa. Os planetas que se formaram nas regiões mais externas, onde a temperatura é menor e as substâncias voláteis, condensaram-se.<br><br>Já os planetas formados em regiões mais internas, onde a temperatura é maior e as substâncias mais voláteis, perderam-se. Essa circunstância explica a classificação dos planetas em gasosos e rochosos.<br>Os nomes dos planetas do sistema solar em sua ordem são:<br><br>Mercúrio<br>Vênus<br>Terra<br>Marte<br>Júpiter<br>Saturno<br>Urano<br>Netuno<br><br>&nbsp;Ellen Beatriz&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-26 00:10:11 UTC</pubDate>
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