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      <title>Linha do tempo by Daizi Prawutzki</title>
      <link>https://padlet.com/daizietomas/wdkhwsy0xgcobtgb</link>
      <description>Trabalho de portfólio apresentado para o 
curso de Licenciatura em História da UNINTER.
Aluna: Daizi Elena Zeferino Prawutzki
RU: 4063566</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-11 18:30:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-06-13 00:14:08 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1860</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 07 de agosto de 1860,em Jerumenha, município do Piauí, nascia Amélia Carolina de Freitas Beviláqua, a primeira escritora a se candidatar à Academia Brasileira de Letras e pioneira na luta pelos direitos das mulheres no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 18:43:20 UTC</pubDate>
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         <title>1891</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Constituição de 1891 foi a primeira a ser elaborada na república brasileira e esteve em vigor até a Revolução de 1930. Excluía: mulheres, analfabetos, mendigos, religiosos que faziam votos de obediência e militares de baixa patente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 19:32:22 UTC</pubDate>
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         <title>1934</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1934 era promulgada a nova Constituição brasileira. Essa nova constituição foi defendida na Revolução Constitucionalista em 1932, um movimento armado, iniciado pelo estado de São Paulo e que de início contava com os estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Ambos se retiraram depois, deixando o estado de São Paulo sozinho. Nessa nova Constituição, as mulheres seriam então consideradas eleitoras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 20:26:18 UTC</pubDate>
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         <title>1930</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amélia Beviláqua faz história, sendo a primeira mulher a se candidatar a uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, sendo&nbsp;rejeitada, sob a justificativa de que o vocábulo “brasileiros” restringiria suas vagas apenas ao sexo masculino, ficou claro que a Academia relacionava valor literário a gênero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 20:46:44 UTC</pubDate>
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         <title>1935</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1935, Rachel de Queiroz precisa mudar-se para Maceió para fugir da perseguição por ser esquerdista. Poucos anos depois, veria seus livros serem queimados junto dos livros de &nbsp;Jorge Amado, José Lins do Rego e Graciliano Ramos por serem considerados subversivos. Rachel de Queiroz viria a ser a primeira mulher aceita na Academia Brasileira de Letras mas, isso aconteceria apenas em 1977, quando a Academia já possuía 80 anos de existência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 17:37:42 UTC</pubDate>
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         <title>1937</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1937, o então presidente Getúlio Vargas outorgava uma nova Constituição, onde se implantava a ditadura do Estado Novo, conhecida como Polaca, já que havia sido baseada na constituição da Polônia, por ter caráter autoritário. Foi a primeira constituição com caráter autoritário, para atender interesses de grupos políticos, tinha um caráter fascista e durou de 1937 a 1945. Algumas das medidas nesta constituição eram: eleições indiretas para presidente, fim do liberalismo, admissão da pena de morte, retirou o direito de greve, instituição do voto secreto, voto obrigatório para maiores de dezoito anos, voto feminino, justiça de trabalho e justiça eleitoral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 18:54:23 UTC</pubDate>
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         <title>1939</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1939, Dinah Silveira Queiroz estreava o seu primeiro livro, um romance bastante premiado e com um enorme êxito entre leitores, chamado de Floradas na Serra.&nbsp; Junto com o romance A Muralha, foram seus trabalhos mais conhecidos, pois tiveram numerosas adaptações para o cinema e também para a televisão. Foi a segunda mulher na história a tentar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, que assim como Amélia Beviláqua, teve sua candidatura rejeitada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 19:06:08 UTC</pubDate>
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         <title>1946</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Constituição brasileira de 1946 foi promulgada em 18 de setembro de 1946, no primeiro ano de governo do militar Eurico Gaspar Dutra (1946-1951). Um dos seus principais aspectos foi a retomada da democracia, após o fim do autoritarismo do Estado Novo de Getúlio Vargas. A Constituição Brasileira de 1946, bastante avançada para a época, foi notadamente um avanço da democracia e das liberdades individuais do cidadão. A Carta seguinte significou um retrocesso nos direitos civis e políticos. Esta também foi a primeira Constituição a estender o voto para todas as mulheres, contrastando com a Constituição de 1934, que só permitia o voto para mulheres em exercício remunerado de funções públicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 19:34:38 UTC</pubDate>
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         <title>1952</title>
         <author>daizietomas</author>
         <link>https://padlet.com/daizietomas/wdkhwsy0xgcobtgb/wish/2218745781</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 28 de março de 1952, aos 50 anos de idade, falece precocemente Antonieta de Barros. Nascida em Florianópolis, aos 11 de julho de 1901, filha de uma lavadeira ex-escrava e de um funcionário dos Correios. Quando sua mãe transformou a casa da família em uma pensão para estudantes, esse contato direto com os estudos estimulou Antonieta e sua irmã Leonor na própria alfabetização. Se tornaram professoras e deram aulas para dois governadores catarinenses. Além de professora, atuou como jornalista e escritora, destaca-se pela coragem de expressar suas ideias dentro de um contexto histórico que não permitia às mulheres a livre expressão. Participou ativamente da vida cultural do estado, fundou e dirigiu o jornal A Semana, sendo assim considerada primeira mulher negra a trabalhar na imprensa catarinense. Em 1934, acontece a primeira eleição em que mulheres puderam votar e serem votadas para o Executivo e Legislativo no Brasil. Antonieta concorreu para uma das vagas de Deputada Estadual à Assembleia Legislativa catarinense filiada ao&nbsp; Partido Liberal Catarinense (PLC), o que a tornaria suplente. Como Leônidas Coelho de Souza nem chegou a tomar posse por ter sido nomeado prefeito de Caçador, Antonieta assumiu a titularidade do mandato na 1ª legislatura (1935-1937). Foi a primeira deputada estadual mulher e negra do país e uma pioneira no combate à discriminação dos negros e das mulheres, foi uma ativa defensora da emancipação feminina, de uma educação de qualidade para todos e pelo reconhecimento da cultura negra, em especial no Sul do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 20:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>1967</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na década de 60, uma série de golpes militares derrubaram regimes democráticos na América Latina. O medo que o comunismo se instalasse no continente, após a Revolução Cubana, fez os Estados Unidos apoiarem direta ou indiretamente uma série de governos militares na região.<br>A direita brasileira e os militares se uniram para derrubar o presidente João Goulart. Acusado de querer implantar o comunismo internacional no país, o presidente foi deposto em 1º de abril de 1964 dando ao início à ditadura militar que só terminaria em 1985. A constituição de 1967 buscou institucionalizar e legalizar o regime militar, aumentando o controle do Poder Executivo sobre o Legislativo e Judiciário e criando desta forma, uma hierarquia constitucional centralizadora.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 20:41:23 UTC</pubDate>
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         <title>1976</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>1976 foi o ano em que 14 obras de Cassandra Rios (pseudônimo de Odette Pérez Ríos) foram censuradas em um período de seis meses. Dos 50 livros publicados em toda a sua vida, 36 foram censurados, foi considerada a escritora brasileira mais censurada e perseguida durante a ditadura militar. Ficou conhecida popularmente como a "escritora maldita" daquela época, foi à primeira escritora no país a escrever romances eróticos voltados ao universo homossexual feminino. Seus contos eróticos eram o principal motivo de incômodo dos militares, pois era contrário a 'moral e aos bons costumes' da época. Mesmo com toda a perseguição e censura, chegou a vender mais de um milhão de exemplares, superando grandes nomes da literatura nacional da época, como&nbsp; Jorge Amado, Clarice Lispector e Érico Veríssimo. Considerada pioneira em temas ligados ao público LGBT, a escritora se assumiu lésbica abertamente ainda jovem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 21:05:15 UTC</pubDate>
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         <title>1988</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após 21 anos de ditadura militar(1964-1985) no país, era instalada no Congresso Nacional, no dia 1º de fevereiro de 1987, a Assembleia Nacional Constituinte, com a finalidade de elaborar uma Constituição democrática para o Brasil. Composta por 250 artigos, é a segunda maior constituição do mundo, ficando atrás apenas da Índia. Segundo especialistas a Constituição de 1988 trouxe avanços no reconhecimento dos direitos individuais e sociais das mulheres. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 23:43:21 UTC</pubDate>
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         <title>1989</title>
         <author>daizietomas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1989, Nélida Piñon aceita as sugestões de seus colegas acadêmicos e realiza sua candidatura para a Academia Brasileira de Letras. Se torna a 4ª mulher a ocupar uma cadeira na Academia. As conquistas de Nélida não pararam, em meados de 1996/1997 ela se torna a 1ª mulher a ocupar a Presidência da Academia Brasileira de Letras. Em seus 125 anos de história, 293 escritores já passaram pelas 40 cadeiras da Academia e destes somente 8 foram mulheres. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 00:02:12 UTC</pubDate>
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