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      <title>Louco, quem? Eu? by oNroy XD</title>
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         <author>isabelplancha</author>
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         <title>louco, sempre foi aquele visto como fora do normal. a necessidade de uma explicação para o comportamento deste indivíduos levou ao inicio do estudo da ciência chamada de psicologia.</title>
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         <description><![CDATA[<div>12ºC Nº23 Marta Lopes</div>]]></description>
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         <title>A loucura por ser a tentativa de explicação para coisas que no passado estavam longe da nossa compreensão, foi ligado pela população ao lado oculto e divino da vida . Sendo os loucos visto como pontes para o inexplicável.</title>
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         <pubDate>2021-06-05 10:59:34 UTC</pubDate>
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         <title>Uma das prevenções mais básica em certos tipo de doenças mentais ou de perturbações emocionais, e o acompanhamento diário e a ligação as pessoas e as interações sociais.</title>
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         <pubDate>2021-06-05 11:03:00 UTC</pubDate>
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         <title>Desde um distúrbio mental a simplesmente um ato mais fora do comum a loucura pode tomar vários significados. Segundo o dicionário online Priberam de português, a definição de loucura varia entre: alienação mental; insensatez ou imprudência; extravagância; doidice, ato descontrolado ou irrefletido. Ao procurar em outras fontes, apesar de variarem relativamente, as definições de loucura acabam por cair numa das em cima numeradas. A loucura é então como que um termo geral para aquilo que sai dos padrões impostos pela sociedade. Quando analisada de um ponto de vista psiquiátrico a loucura ganha outras nomenclaturas dividindo-se em várias “caixas”. O louco passa a ser então esquizofrénico, por exemplo. Assim a loucura é estudada no enquadramento da saúde mental.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>12ºC Joana Ferreira Nº16</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 17:01:34 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº17 Joana Silva</title>
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         <description><![CDATA[<div>Definir loucura é algo bastante difícil, pois existem diversas formas de manifestação e estas nem sempre são constantes.&nbsp;</div><div>Uma das definições possíveis para este tema é a privação do uso da razão ou do bom senso, podendo também ser definida como um distúrbio mental grave que impede alguém de viver em sociedade, de ser mentalmente capaz de agir, sentir ou pensar como o suposto ou esperado pela sociedade.</div><div>Segundo a Psicologia, esta condição é caracterizada por pensamentos considerados anormais e resulta de algum transtorno mental.</div><div>A loucura pode ser entendida de diversas maneiras, tais como a perda de consciência de nós próprios, da nossa existência e do nosso lugar no mundo, como um estado mental decorrente de uma alteração no cérebro, como um desequilíbrio ou desvio em relação às normas sociais ou como dificuldades emocionais decorrentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 15:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº17 Joana Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os significados de loucura mudaram ao longo da História, sendo que até aos finais do século XIX a loucura estava associada ao incumprimento das normas sociais e, dado isto, algumas doenças como a epilepsia eram consideradas uma demonstração de loucura.</div><div>Para Homero (Grécia Antiga), a loucura era vista como algo imposto pelos deuses, sendo os Homens uma espécie de fantoche nas mãos destes. Para ele, ser louco significava que se estava possuído por uma força exterior.</div><div>Na visão de Sócrates, filósofo da Grécia Antiga, a loucura podia ser dividida em quatro tipos, sendo estes a loucura profética, a loucura ritualística, a loucura amorosa e a loucura poética.</div><div>A profética era aquela em que os deuses comunicavam com os Homens possuindo o corpo de um deles; a ritualística era quando o “louco” se expressava e demonstrava esta loucura através de rituais e danças; a amorosa produzida por Afrodite (deusa do amor, da beleza e da sexualidade) e por fim; a poética que era aquela produzida pelas musas (entidades a quem eram atribuídas a capacidade de inspirar a criação artística ou científica).</div><div>Na Idade Média a loucura passou a ser atribuída ao “demónio” sendo esta produto do pecado.</div><div>Por fim, na Idade Moderna Philippe Pinel mudou completamente este significado anexando a loucura à razão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 15:32:00 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº17 Joana Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Além do desporto e exercício físico ajudarem na prevenção de doenças cardiovasculares e no nosso bem-estar físico, são também bastante importantes na manutenção de uma boa saúde mental.</div><div>A atividade física faz com que o nosso cérebro liberte endorfina, que é uma substância química utilizada pelos neurónios na comunicação do sistema nervoso que melhora a nossa memória, provoca um bom humor e de entre outras coisas aumenta a disposição mental, sendo por isso considerada a hormona da felicidade. Esta substância exerce efeitos analgésicos e ansiolíticos sobre o nosso corpo, sendo responsável pela diminuição da nossa perceção de dor e pela anulação de emoções e sentimentos negativos.</div><div>Dado tudo isto, a atividade física traz inúmeras vantagens para a saúde mental, tais como o aumento da autoestima, a redução de stress, a prevenção de depressão, aumento da memória e atenção, redução da agressividade e promoção da socialização.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 15:34:14 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº5, Beatriz Rodrigues</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura é um nome obsoleto para doença mental ou insanidade legal, isto é,&nbsp; uma condição da mente que sujeita a pessoa à incapacidade de ser responsável pelos seus atos criminais.&nbsp;<br>A loucura inclui, por outro lado, a dificuldade de gerir emoções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:19:49 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº 5, Beatriz Rodrigues</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Definição da doença mental de Van Gogh pelo próprio: <br><em>"Mental or nervous fever or madness, I don´t know quite what to say or how to name it" <br><br></em>Mas qual a doença de Van Gogh?&nbsp;<br>Os médicos de hoje concordam que Van Gogh sofria de psicose (quando o cérebro não executa as suas funções devidamente e a pessoa perde o contacto com a realidade. Pode ter delírios e/ou alucinações. A psicose não é uma doença, mas pode ser provocada por doenças que atingem o cérebro, como a bipolaridade, a esquizofrenia e depressão. Pode também ser desencadeada pelo uso de drogas e outras substâncias. Pode ser uma condição genética do cérebro, resultado de problemas de formação ou desencadeado por situações desafiantes ao longo da vida do indivíduo). Há um grande número de doenças que podiam ser a de Van Gogh: transtorno bipolar, epilepsia do lobo temporal, sífilis, transtorno de personalidade, psicose ciclóide e esquizofrenia.<br><br>Aprofundo algumas destas e outras:</div><ul><li><mark>Esquizofrenia</mark></li></ul><div>A Esquizofrenia é uma doença mental grave e crónica que, sem tratamento, impossibilita a pessoa de se comportar "normalmente". Os sintomas incluem: alucinações, delírios ou falsas crenças patológicas que não são corrigíveis pela razão, pensamento desorganizado, alterações dos afetos, das emoções, do juízo crítico e de vontade.</div><ul><li><mark>Bipolaridade:</mark></li></ul><div>&nbsp;Doença Bipolar é&nbsp; uma doença mental caracterizada por oscilações do humor, havendo períodos de extrema exaltação e outros de depressão profunda. A fase maníaca manifesta-se por um comportamento hiperactivo, com euforia ou irritabilidade, insónia, discurso e pensamento rápido e, por vezes, ideias de grandeza.</div><ul><li><mark>Perturbação de Pânico:</mark></li></ul><div>&nbsp;A Perturbação do Pânico é caracterizada pelo aparecimento repentino de um sentimento de terror (pânico), sem causa aparente. Durante o ataque de pânico, a pulsação aumenta, a respiração torna-se rápida e o doente pode suar ou ficar com vertigens. A pessoa passa a recear constantemente que as crises se repitam.</div><ul><li><mark>Perturbação Obsessivo-Compulsiva:</mark></li></ul><div>Quem sofre de Doença Obsessivo-Compulsiva tem pensamentos repetitivos, persistentes, involuntários, de conteúdo estranho ao Eu e a propensão a comportamentos ritualizados, que o doente não consegue controlar, tais como lavar constantemente as mãos, verificar repetidas vezes, contar, arrumar etc..</div><ul><li><mark>Perturbações do comportamento alimentar</mark></li></ul><div>A Anorexia Nervosa e a Bulimia são doenças do comportamento alimentar, em ligação com a imagem corporal e o controlo do impulso alimentar.</div><div>Na Anorexia o doente não come, chegando a passar fome, devido a uma distorcida imagem corporal, que lhe causa aversão à comida.</div><div>A Bulimia são ciclos de consumo de grandes quantidades de comida e ciclos de indução do vómito.</div><div>&nbsp;90% dos doentes com Anorexia e Bulimia são do sexo feminino.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:24:20 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº5, Beatriz Rodrigues</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(Sobre a doença de Van Gogh)<br>Uma das características&nbsp; da famosa pintura de Van Gogh “A Noite Estrelada” é a coroa amarela ao redor de cada estrela. O uso do amarelo caracteriza muitas das suas pinturas, e existem muitas especulações à volta do fascínio de Van Gogh pela cor.<br>Várias teorias foram propostas.<br>A primeira afirma que é devido à quantidade de absinto que consumia, o que fazia com que o artista visse os objetos com uma tonalidade amarela.<br>No entanto, especialistas chegaram à conclusão de que uma pessoa deve beber 182 litros de absinto para produzir este efeito visual, sendo a teoria descartada.&nbsp;<br>Uma segunda e mais provável explicação envolve medicação excessiva com digitalis. Pessoas que tomavam grandes e repetidas doses desta droga costumavam ver o mundo com uma tonalidade verde-amarelada. Reclamavam ver manchas amarelas rodeadas por coroas, muito parecidas com as de “A Noite Estrelada”. O médico do artista, Paul-Ferdinand Gachet, pode ter tratado a epilepsia de Van Gogh com este medicamento, uma prática comum na época.<br>Aliás, num dos retratos do médico, ele segurava esta medicação (planta roxa).<br><br><br></div>]]></description>
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         <title>12ºD, nº3, Ana Rita Neto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Louco- é um adjetivo, significa alguém que perdeu a razão, alienado, demente, insensato ou imprudente.<br>Loucura- Alienação mental, ato próprio de louco, temeridade, extravagância; aquele que sofre de perturbação mental ou toda a alteração de espirito que afeta a inteligência, raciocínio, afetividade e comportamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:52:08 UTC</pubDate>
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         <title>12º D, nº3, Ana Rita Neto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Um psicopata é considerado louco e vice versa.<br>O louco é visto como alguém que diverge da uma "pessoa normal" anatómica e psicologicamente. O cérebro do louco tem uma quebra na ligação do sistema límbico este é responsável pela empatia, afeto... Com essa descoberta foi feito um estudo para saber se dá para prever se uma criança poderá virar um psicopata ou seja louca. com isto mostrou-se que o meio ambiente tem um papel extremamente importante. &nbsp;<br>"Há três fatores que determinam o comportamento: biológicos, psicológicos e sociais.<br>Nos biológicos, o código genético dá uma predisposição á pessoa com isto acrescenta-se o segundo fator ,o psicológico, o mundo à sua volta é vista através de um filtro que mostra aquilo que ele sente em relação ao meio que o rodeia. Por fim , a socialização, as experiências de vida é uma manifestação complexa dos fatores."<br><br>No caso de um assassino em serie por exemplo o código genético é como se carrega-se a arma, a psicologia aponta-a e por fim o meio em redor prime o gatilho.<br><br>São loucos ou doentes?<br>Tendo em conta que é uma alteração anatómica (em alguns casos) deveria ser-se visto como uma doença mental&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:57:47 UTC</pubDate>
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         <title>12º D, nº3, Ana Rita Neto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Evolução da assistência em saúde mental:<br>Por volta de 1786 pôs-se os doentes a serem observados e com isso percebeu se em fim que o comportamento era devido a transtornos mentais como resultado das tensões sociais e psicológicas excessivas, de causa hereditária ou, ainda, originadas de acidentes físicos. “Acredita-se que essa intervenção sobre a loucura e o hospital representa o primeiro e mais importante passo histórico para a medicalização do hospital, transformando a instituição médica”<br><br></div><div>Porem mesmo assim o louco tinha de ser submetido à vontade do outro e ao seu comportamento<br><br></div><div>“Tudo o que possa agir sobre o cérebro, direta ou indiretamente, e modificar nosso ser pensante, tudo o que possa dominar e dirigir as paixões, será objeto do tratamento moral”. Resumindo o tratamento que davam era fazer de tudo para este voltar a ter um comportamento normal utilizando tratamentos eticamente incorretos na maioria dos casos.&nbsp;<br><br></div><div>Foi depois da Segunda Guerra Mundial que houve uma procura para ter uma sociedade mais livre, igualitária e mais solidári que se começou a falar da psicanálise e da saúde pública nas instituições da psiquiatria</div><div>“Se a doença é colocada entre parênteses, o olhar deixa de ser exclusivamente técnico e clínico. Então, é o doente o objetivo do trabalho, e não a doença. Desta forma o ênfase não é mais colocada no processo de cura, mas no processo de reinvenção da saúde e de reprodução social do presente”<br>“O doente mental que necessitava de ser isolado para ser recuperado, passou a ser uma pessoa porém com diferente dos padrões culturais e que, ainda assim, pode ter direitos de cidadania, muito mais amplos do que as modificações nas instituições que tratam os doentes mentais”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 17:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº25 Marta Sousa</title>
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         <description><![CDATA[<div>Na época medieval era possível distinguir os considerados "loucos"&nbsp; dos "normais" através do seu corte de cabelo.&nbsp; A cabeça dos primeiros era raspada de forma a ser possível identificá-los, mas também era uma forma de proteger o sujeito do seu próprio ataque de fúria. ( pois poderiam arrancar os seus próprios cabelos com as mãos).<br><br>"O corpo humano era um lugar de conflitos de forças invisíveis, que ameaçavam o equilíbrio do individuo. Isto através de "lutas" entre forças opostas."<br>Os "males" que estes indivíduos possuíam eram de origens sobrenaturais. (originados por perturbações com o divino).<br><br>Existiam diferentes tipos de "loucos".<br>Os que não tinham um grau de loucura muito "grave", eram fechados em hospitais especiais para se tratarem.&nbsp;<br>Em casos mais graves, dizia-se que necessitavam mais de padres que de médicos para se poderem "libertar" dos males. ( nestes casos seria-lhes realizado um exorcismo.)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 19:18:00 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº25, Marta Sousa</title>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura é considerada o oposto da razão. Perda de juízo, desordem do pensamento...<br><br>Os doentes mentais são, portanto indivíduos marginais, ou seja seres que não estam em conformidade com as normais de uma determinada sociedade a que pertencem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 19:38:48 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº25, Marta Sousa</title>
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         <description><![CDATA[<div>Todas as formas de arte (desenho, escultura, música, fotografia, dança..) servem como forma de prevenir doenças e promover a saúde mental.<br>A prática artística pode ser uma forma de reduzir o stress acumulado do dia a dia, contribuindo para uma melhor qualidade de vida e um bem-estar psicológico.<br><br>"A arte permite a expressão de emoções e vivências interiores de uma forma não-verbal e não-convencional."<br>A arteterapia é um método terapêutico que usa a arte para permitir que o sujeito se expresse de forma mais espontânea. (sem recorrer às palavras).&nbsp; Este processo artístico atua como meio de comunicação entre o sujeito e o terapeuta facilitando tanto o diagnóstico como a terapia em si.&nbsp;<br><br><br><br><br>&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:07:12 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº24, Raquel Mendes</title>
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         <description><![CDATA[<div>O termo loucura pode ser definido por insanidade, alienismo. Segundo a psicologia, a loucura é uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido, distúrbio mental grave que impede alguém de viver em sociedade, definida pela incapacidade mental de agir, de sentir ou de pensar como suposto. Outro significado para loucura, segundo algumas visões, é que o sujeito não está doente da mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade. Alguns sinónimos que são dados ao conceito de loucura são: delírio, insânia, distúrbio, insensatez, algo extravagante, uma paixão muito intensa que resulta também numa alegria excêntrica e por último uma exaltação descontrolada.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-09 12:13:49 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº8, Catarina Neves </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em crítica ao filme Joker, este relata a vida de um homem com transtornos mentais, levando-o a que não consiga transmitir as emoções como as sente, tendo sempre como fuga o riso, independentemente da situação.&nbsp;<br>Joker&nbsp;apresenta ao longo do filme comportamentos de criança, delírio, vergonha, entre outros que se agravam com a sua saída do psicólogo por falta de dinheiro.</div><div>Ora, apesar de considerar um bom filme e bastante complexo, sinto que não transmite a mensagem correta ao espectador, pois através da personagem que criaram de joker, esta passou a ser vista como um símbolo de revolta, de oposição e como um herói, normalizando e apoiando a loucura pelo lado negativo, nunca dando ênfase a doença apresentada. O facto de quem o vê em todo o filme sentir algum desconforto não sabendo se é uma situação cômica ou se é&nbsp; algo preocupante, corresponde a maneira que convivemos em sociedade, e ao facto de no meio em que estamos inseridos qualquer um de nós poder ser louco por falta de meios de tratamento ou por estes serem tão escassos, não tendo como atenuar a doença.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 14:53:45 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº8, Catarina Neves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>David Rosenhan, um jovem americano resolveu fingir-se de louco com o objetivo de realizar um estudo pioneiro, avaliando a capacidade do diagnóstico de distúrbios mentais, e em 1972 dirigiu-se a um hospital psiquiátrico alegando que ouvia vozes dentro da sua cabeça. Esta foi a única mentira que contou, em todo o seu percurso comportou-se de maneira calma respondendo a perguntas pessoais sobre a sua vida e os seus relacionamentos. Outros 8 voluntários repetiram o processo em instituições diferentes, sendo que todos expecto 1 foram diagnosticados com esquizofrenia levando-os ao internamento.<br>Ironicamente, os pacientes reais duvidavam com frequência da condição dos novos colegas, mas em nenhum documento médico mencionaram a desconfiança em relação à doença e/ou ao paciente.<br>David Rosenhan no seu estudo após se deparar com estas situações escreveu uma crítica a desconcertar a psiquiatria americana “Agora sabemos que somos incapazes de distinguir insanidade de sanidade” levantando este estudo inúmeras questões acerca do diagnóstico e da sua fiabilidade em relação a doenças mentais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:01:01 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº24, Raquel Mendes</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo da História, o termo loucura tem vindo a sofrer várias alterações. Entre os gregos a visão de louco era como uma conexão direta aos deuses e começou por volta do séc.4 a.c. Hipócrates propôs, na época, uma teoria que ligava os tratamentos mentais a questões fisiológicas: Por exemplo, o funcionamento de órgãos como o fígado influenciava o estado mental das pessoas…<br>No séc.XVII começou o fenómeno de encarceramento do louco, pois na altura os loucos eram vistos como animais, incapazes de pensar e por isso mesmo deviam ser colocados à parte, por outras palavras, deveriam ser “encarcerados”. No decorrer deste período, as pessoas acometidas por este mal eram consideradas como hereges à sociedade, como se estivessem associadas a demónios ou a deuses. A loucura era então considerada como uma manifestação divina e os doentes eram vistos como profetas, e por isso mesmo eram deportadas para os manicómios, mortas ou abandonadas nas ruas. Os manicómios, hospitais psiquiátricos ou ainda hospícios, eram vistos, inicialmente, como instituições que visavam ao cuidado e ao tratamento dos doentes, mas que acabaram por ser depósitos humanos de “indesejados sociais”, onde se faziam atrocidades inimagináveis. No final do séc.XVIII, no mundo ocidental, mais especificamente em França, a loucura&nbsp; começou a ser vista como doença, e este facto deveu-se a Philippe Pinel, que partindo dos seus trabalhos, tornou este conceito de loucura uma doença mental através da implementação do estudo da psiquiatria contemporânea. A psiquiatria pode então ser considerada filha da Revolução Francesa, cujo o tutor foi Pinel. Mais tarde surgiu a psicanálise que é um método de tratamento de transtornos mentais, moldado pela teoria psicanalítica. Fundada por Sigmund Freud, enfatiza processos mentais inconscientes e é algumas vezes descrita como a “psicologia profunda”. Contudo, o “louco” ainda era considerado como uma ameaça para a sociedade e continuava a ser internado nos manicómios, onde os tratamentos incluíam coma induzido e lobotomia (uma cirurgia no cérebro). Só a partir do séc.XX é que toda esta situação começou a mudar com a psicofarmacologia. Começou a nascer a possibilidade de o paciente receber um tratamento psiquiátrico, ao invés de permanecer numa instituição uma vida inteira.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 16:13:06 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº24, Raquel Mendes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme: “Nise - O coração da loucura”, retrata uma história verídica de uma médica brasileira, Nise Da Silveira que apostou no tratamento psiquiátrico aliado à terapia ocupacional e expressiva. Basicamente, nos anos 1950, ao voltar a trabalhar num hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro, após sair da prisão, a doutora Nise propõe uma nova forma de tratamento aos pacientes que sofriam da esquizofrenia, eliminando o eletrochoque e lobotomia. Os seus colegas de trabalho discordavam do seu meio de tratamento e isolaram-na, restando-lhe assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início a uma nova forma de lidar com os pacientes, através do amor e da arte. Consequentemente, uma grande quantidade de obras de arte foi produzida, o que culminou na criação do museu Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, em 1952, que em pleno século XXI ainda continua aberto ao público.&nbsp;<br>Na minha opinião, Nise da Silveira teve um pepel importantíssimo na sociedade da altura, pois incentivou a romper com o preconceito entre os “loucos” e os ditos normais e teve um papel fulcral no início do fim da utilização de tratamentos execráveis feitos aos pacientes. Foi de facto um grande avanço na medicina psiquiátrica e na humanidade. Assim, este filme demonstra que o amor e a arte são dois conceitos que se correlacionam e aos quais todos nós conseguimos chegar, quer estejamos num hospital psiquiátrico ou vaguear pelas ruas na nossa cidade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 16:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>A loucura na pintura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>(Matilde Ribeiro nº17 12ºN)<br></strong><br></div><div>Desde os inícios dos tempos que arte tem o propósito de representar a vida e os seus diversos temas: o amor, a violência, a sexualidade, a guerra, a natureza e a loucura. Não é tarefa fácil retratar tantos diversos assuntos, especialmente quando são tão subjetivos e pessoais, porém, a loucura destaca-se como a mais dura de representar.<br>Isto justifica-se na sua natureza complexa, a loucura e a sua definição depende de cada pessoa, de cada vida e de cada experiência. Um retrato claro, objetivo e universal de tão intrincado termo é ainda desconhecido… Contudo, muitos artistas expressam a sua interpretação, eis alguns quadros que representam a loucura:<br><br><strong>A Extração da Pedra da Loucura:<br></strong>O pintor holandês Hieronymus Bosch demonstra, neste célebre quadro, a perspetiva cruel e ingénua da loucura, na Idade Média. Neste quadro está a decorrer uma operação médica invasiva, onde se retira uma espécie de pedra da cabeça de um homem. Esta mítica pedra era pensada ser a origem da loucura e só os loucos a tinham. <br><a href="https://santhatela.com.br/wp-content/uploads/2019/02/bosch-pedra-loucura-c.jpg">https://santhatela.com.br/wp-content/uploads/2019/02/bosch-pedra-loucura-c.jpg</a> (imagem da pintura)<br><br><strong>A woman addicted to gambling, Portraits of the insane:<br></strong>Jean-Louis André Théodore Géricault pintou 10 retratos, dos quais 5 ainda existem, de doentes mentais do seu amigo Dr. Etienne-Jean Georget. Este quadro, em particular, retrata uma mulher cuja pobreza, tristeza e perturbação mental é quase visível. Fugindo dos preconceitos do século IXX, Géricault retrata a doença mental como um fragmento da condição humana e não como uma aberração para ser temida. Este quadro provoca empatia e compaixão no público que se coloca no lugar da “louca”.<br><a href="http://hekint.org/images/Fig-1_Portrait-of-A-Woman-Addicted-to-Gambling_Gericault-web_001.jpg">http://hekint.org/images/Fig-1_Portrait-of-A-Woman-Addicted-to-Gambling_Gericault-web_001.jpg</a> (imagem da pintura)<br><br><strong>O grito:<br></strong>Edvard Munch, neste famoso quadro, retrata um grito de uma criatura assemelhada a um ser humano. A “louca” necessidade de gritar e libertar a tensão que a vida moderna nos provoca é universal. Todos nós podemos ver-nos representados neste quadro, o problema é que se gritar significa que somos “loucos”, então a loucura é global e não há forma de ser humano sem ela. <br><a href="https://queesarte.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Grito_opt.jpg">https://queesarte.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Grito_opt.jpg</a> (imagem da pintura)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:36:06 UTC</pubDate>
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         <title>Os tratamentos bárbaros das doenças mentais</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>(Matilde Ribeiro 12ºN nº17)<br></strong>Hoje em dia, temos um conhecimento vasto e aprofundado das diversas doenças mentais e da designada "loucura". Porém, nem sempre foi assim, ao longo da história o conhecimento sobre este tema era limitado e preenchido de dogmas religiosas. Surgem assim vários tratamentos bárbaros e questionáveis que afirmavam tirar a loucura dos "loucos".<br><br><strong>Trepanação:<br></strong>Na Idade Média, a trepanação era considerada um procedimento cirúrgico invasivo e era aplicada a pessoas cujo comportamento era considerado anormal, com o objetivo de remover o que se acreditava serem espíritos malignos. O tratamento resultava, em grande parte, na morte.<br><br><strong>Lobotomia:</strong><br>Desenvolvida pelo médico português António Egaz Moniz, é uma intervenção cirúrgica no cérebro em que são cortadas as ligações dos lobos frontais ao tálamo. Era utilizada em graves casos de doenças mentais e hostilidade. Contudo, este procedimento criava dormência e passividade no paciente que perdia a sua identidade.<br><strong><br>Hidroterapia:<br></strong>Muitos psiquiatras do início do século XX acreditavam no elemento curativo da água. Era acreditado que banhos extremamente quentes ou frios podiam tratar um leque de doenças mentais. Em prática o paciente deitava-se numa banheira com temperaturas extremas. Em alguns casos este tratamento era um sucesso, mas outros resultavam em queimaduras de 3º grau e casos extremos de hipotermia. <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:49:02 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº2, Ana Catarina Agostinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1596701797</link>
         <description><![CDATA[<div>Estamos rodeados da palavra "loucura" até nas coisas que não parecem significativas como "aquele ali é louco", "estás completamente louco", ou até "estou louco de amores", o que nos faz perceber que, por vezes, desvalorizamos o significado da palavra ou damos-lhe espaço para se colocar em situações do dia a dia.&nbsp;<br>Mas, qual é a verdadeira essência da palavra "loucura"? Desde muito cedo aprendemos a distinguir "louco" de "são". Uma das definições mais sucintas sobre a "loucura" é que esta é a privação de razão ou do bom senso. A "loucura" é catalogada pela comunidade científica como o momento em que o indivíduo deixa de agir, de pensar e de utilizar as suas faculdades como até então é o seu costume e como até então todos o conheceram. Hoje em dia, é muito mais a maneira como se coloca o ponto de vista da doença, isto é, são rotulados como loucos todos aqueles que saem do padrão normal de pensamento e atitude.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 19:27:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12ºD, nº2, Ana Catarina Agostinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1596729480</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na <strong>antiguidade</strong>, acreditava-se que as doenças mentais eram causadas por ações mágicas ou demoníacas. O louco era visto como alguém excêntrico, ou possuído pelo demónio, devido ao seu comportamento que sempre se distanciava do que era considerado o padrão para um determinado grupo de pessoas.</li><li>Na <strong>Grécia Antiga</strong>, os loucos eram valorizados pela sociedade, considerados como escolhidos pelo Divino. Os gregos antigos acreditavam que as crises de agitação estavam relacionadas às forças sobrenaturais.&nbsp;</li><li>Na <strong>Roma Antiga</strong>, tanto os nobres como os plebeus tinham permissão para sacrificar filhos que nasciam com alguma deficiência.</li><li>Durante a <strong>Idade Média</strong>, os loucos andavam livremente pela sociedade, sendo muitas vezes considerados sagrados.</li><li>No <strong>Renascimento, entre os séculos XIV e XVI, </strong>a loucura era vista como saber esotérico sobre a natureza da vida. Os loucos "conhecidos" eram tolerados mas os loucos "estranhos", como os bêbedos, eram confinados em navios numa espécie de exílio ritualístico.</li><li>O <strong>início da Idade Moderna, entre os séculos XVI e XVII</strong>, é marcado pelo filósofo René Descartes, que entende a loucura como algo que não faz parte da razão e, por isso, nos conduz ao erro. Sendo assim, começou a separar-se o que era racional e verdadeiro do que era equivocado e falso, retirando a loucura do aspeto racional e incluindo-a no aspeto institucional. No <strong>final da Idade Moderna</strong>, alguns filósofos e psiquiatras começaram a ver o confinamento do louco como uma maldade, deixando de ver a loucura como um crime e começando a olhar para ela como uma doença. Deste modo, surge a ideia de um ser normal, anterior à doença, e passa-se a ver o louco como um doente, fora da normalidade.</li><li>Do século XVIII em diante, a loucura começa a ser entendida como doença mental, e que, portanto, deve ser submetida a um tratamento.</li></ul><div><br>Apesar da evolução na História da loucura, em todos os momentos da mesma encontramos uma semelhança: o louco encontra-se sempre perante uma situação que o força a ser distinto, ou até mais do que isso, uma situação que o exclui, em que os olhares que o veem também o julgam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 19:41:59 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº27, Mercedes Spranger</title>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura está definida no dicionário como alienação mental, insensatez, extravagância , doídice e ato descontrolado ou irrefletido, no entanto vai um pouco para além disso.</div><div>Também está relacionada com a demência, um termo de origem latina que significa “desligado ou alheio da mente”. Esta doença consiste na ausência ou na perda das funções cognitivas, que geralmente impede de realizar atividades quotidianas.</div><div>Atualmente, a noção de loucura está relacionada com um desequilíbrio mental que se manifesta numa percepção distorcida da realidade, na perda de autocontrolo, em alucinações e em comportamentos absurdos ou que não se justificam.</div><div>E a loucura caracteriza-se pelo afastamento do indivíduo de seu modo habitual de pensar e de agir. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 07:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº27, Mercedes Spranger</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos tempos da Inquisição, a loucura foi entendida como manifestação do sobrenatural, demoníaco e até satânico, e classificada como expressão de bruxaria, cujo tratamento caracterizou-se pela perseguição aos seus portadores, tal como se praticava com os hereges. Assim, os chamados hereges e os divergentes da ideologia cristã dominante eram considerados loucos, bruxos e feiticeiros, servidores do mal e de forças malignas.</div><div>No período Renascentista, os loucos eram atirados rio abaixo, como cargas insanas em embarcações que recebiam o nome de Nau dos Loucos. Essas embarcações dispunham de um valor simbólico, como um ritual que libertava a sociedade dos doidos.&nbsp;</div><div>É a partir do século XV que a loucura se insere num universo moral. É nesse universo de ideias e imagens culturais que a loucura se revela de várias formas, as fraquezas humanas se fazem presentes e seus excessos penalizam os homens, que eram confrontados com a sua verdade moral, com as regras próprias à sua natureza e às suas verdades.</div><div>Já em meados do século XVII, foram criados, em território europeu, os primeiros estabelecimentos para internação, destinados a receber os loucos. Essas casas de internamento eram verdadeiros estabelecimentos que aprisionavam uma série de indivíduos, portadores de doenças venéreas, mendigos, vagabundos, bandidos, eclesiásticos em infração, os próprios loucos, todos aqueles que, em relação à ordem da razão, da moral e da sociedade, demonstravam fonte de desordem e desorganização moral. Instaurava-se, em relação à loucura, uma ideia de animalidade. O louco era visto como um animal, desprovido de sua racionalidade, de sua fragilidade humana e de sensibilidade à dor física. Como a animalidade, a loucura era sinal de humilhação e sofrimento. Os loucos aparentemente mais furiosos eram expostos como animais ao público, para evidenciar a verdade e a virtude pela razão, eram também utilizados nas lavouras em substituição às bestas de carga</div><div>Assim, no final do século XVIII, a loucura era vista como ausência de liberdade, e o ato de prender os loucos repressivamente apenas fazia aumentar sua loucura. Dessa forma, o internamento deixava de querer a repressão e passava a buscar a libertação, o que, a princípio, contribuiu para o fim do internamento e o surgimento dos asilos.</div><div>Avançando uns séculos à frente, há quem acredite que a&nbsp; loucura é a privação do uso da razão ou do bom senso. Até finais do século XIX, a loucura estava relacionada com o incumprimento das normas sociais estabelecidas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 08:10:14 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC Nº22, Maria Patatas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A palavra loucura pode estar associada a diversos significados, de acordo com o contexto em que está integrada, no entanto temos uma tendência constante para encontra-la quando nos deparamos com o conceito de doença mental. Os transtornos mentais (psiquiátricos ou psicológicos) são caracterizados como alterações comportamentais a nível emocional, social e intelectual, estas alterações influenciam significantemente a vida de uma pessoa, daí ser lhes atribuído o estatuto de doença. Os efeitos de uma doença mental podem ser duradouros ou temporários.<br><br></div><div>Existem diferentes tipos de doenças mentais entre elas os transtornos alimentares. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), entende-se por distúrbio ou transtorno alimentar qualquer alteração do comportamento alimentar que pode provocar prejuízos à saúde de um indivíduo. Estas alterações podem dever-se a factores metabólicos ou psicológicos.<br><br></div><div>Os transtornos alimentares são uma das doenças mentais que cada vez afeta mais os jovens na fase da adolescência, numa sociedade que exige um padrão para o perfecionismo e para o sentimento de aceitação pelos outros, existem certos moldes em que todos nós tentamos nos integrar para nos sentirmos aceites. Muitas destas exigências por parte de um mundo superficial, em que a aparência é um dos factores significantes é o desejo constante pela busca de um “corpo ideal”.&nbsp;<br><br></div><div>Na minha opinião, os media são uma das maiores fontes da origem dos transtornos alimentares nos jovens dos dias de hoje. No caminho para a vida adulta, somos deparados com um conjunto de mudanças e emoções que provoca em nós uma constante insegurança. Muitas vezes esta insegurança geral e o medo por não conseguir ser integrado nos padrões sociais de hoje em dia leva ao encontrar do controlo da comida com o objectivo de conseguir controlar algo na sua vida.<br><br></div><div>Os transtornos alimentares mais comuns são a anorexia, a bulimia, o transtorno de compulsão alimentar… Apesar destes transtornos implicarem por vezes alterações físicas, visíveis no doente, muitas vezes não são identificáveis de forma superficial. O constante pensamento sobre a comida e alimentação afeta gravemente a vida de um destes pacientes e muitos dos tratamentos associados a transtornos compulsivos recorrem por parte da psiquiatria a medicações intensas e excessivas.&nbsp;<br><br></div><div>A meu ver, o recorrer constante por parte da psiquiatria, da cura para a doença mental procurado em algum tipo de tratamento físico é inútil, às vezes o melhor método encontrado neste tipo de doenças pode ser encontrado no conforto, acompanhamento psicológico e não no controlo constante e na atribuição de rótulos de incapacitados e inferiores ao paciente.&nbsp;<br><br></div><div>Por mais que os tempos de hoje, tenham evoluído e as terapias tenham sido humanizadas, ainda encontramos a constante discriminação do estatuto de doença mental. A doença é um factor que pode afectar a vida de qualquer um e não é pelo aparecer da mesma a alguém que devemos associar a doença mental e o louco ao preconceito que deve ser visto com medo, inferior, incapacitado, sem noção da razão…&nbsp;<br><br></div><div>Resumindo, a humanidade tem um longo caminho a percorrer na aceitação de diferentes fatores entre eles o da doença mental e do louco. Em vez da constante fuga à loucura e a procura para nos integrarmos com os padrões da sociedade, devemos aprender a aceitar a individualidade de cada um e tentar perceber e compreender o que a pessoa está a sentir, pois não é a integração na sociedade e na imagem criada pela mesma que nos vai fazer felizes, o caminho para a felicidade é encontrado no amor próprio e na entreajuda e ligações pessoais estabelecidas com os nossos significantes. Por isso chamem-me de louca por não querer pertencer ao ordinário e banal e procurar viver sem a constante insegurança pela visão que os outros tem de mim.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 08:54:23 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº27, Mercedes Spranger</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1598103709</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento antimanicomial&nbsp; é um movimento importante para a defesa de tratamentos justos e dignos para pessoas com problemas de saúde mental, que defende a valorização do fator humano e a importância da dignidade. Ainda hoje há gente que se manifesta, assinalando o mês de maio como o mês dedicado a este movimento.</div><div>Quem deu o primeiro passo para a reforma do sistema de saúde mental foi o psiquiatra italiano Franco Basaglia, que durante os anos 60 foi diretor do Hospital Psiquiátrico de Gorizia, onde presenciou diversos abusos no tratamento dos doentes mentais.</div><div>Por esta razão decidiu que devia haver alterações nos tratamentos dos pacientes, esse movimento ficou conhecido como “negação à psiquiatria”, responsável por dar origem à luta antimanicomial.</div><div>O médico percebeu que a internação em manicômios e o isolamento só agravavam ainda mais as condições dos pacientes. Devido a isto, seria preciso mudar totalmente a estrutura psiquiátrica que até então era conhecida.</div><div>Assim, o tratamento manicomial deveria ser através de atendimentos terapêuticos, que poderiam ser realizados em centros de convivências, comunitários ou até em ambulatórios. Franco Basaglia revolucionou ao propor que o paciente não fosse mais tratado como objeto, sem direitos enquanto humano e cidadão.<br>Em 1968, ele publicou o livro “A instituição Negada”, onde revelou uma grande parte das suas estratégias que foram feitas no Hospital Psiquiátrico de Gorizia. Depois de feita a reformulação no tratamento psiquiátrico, Basaglia ficou responsável por dirigir o Hospital Psiquiátrico de Trieste, que se tornou referência na luta antimanicomial.<br>No entanto, apenas em 1978 foi aprovada, em Itália, a Lei da Reforma Italiana, conhecida como Lei 180, que serviu como modelo para a reformulação do sistema Psiquiátrico no Brasil.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 08:55:42 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC Nº22 Maria Patatas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando pensamos em loucura, a nossa mente dirige-se para chamar louco a alguém que vê algo que os outros não veem, ou alguém com pensamentos e lógicas diferentes das ordinárias. Daqui podemos concluir que muitos dos visionários e inventores, que marcam a história dos nossos dias, tais como Da Vinci, Darwin, Galileu… terem sido chamados de loucos nas suas épocas de vida.<br><br></div><div>Segundo o dicionário a palavra loucura tem como sinónimo alienação mental e louco alguém que perdeu a razão, apresenta distúrbios mentais, com comportamento absurdo… No meu ponto de vista a loucura é um conceito subjectivo, filtrado e criado pelos olhos da nossa sociedade.&nbsp; Por outro lado existem casos em que a maioria da população concorda e aplica o termo loucura, como por exemplo em psiquiatria o termo psicoses e as doenças mentais associadas a estes distúrbios assumem em pessoas casos extremos de alteração comportamental por isso chamamos a estes doentes de loucos.&nbsp;<br><br></div><div>Por mais que continuemos a procurar pelo significado desta palavra, nunca o iremos encontrar em um grupo restrito de pessoas, a loucura não se limita às pessoas que sofrem de doenças mentais. A meu ver, esta pode ser encontrada em todos os que decidem arriscar, sair do padrão, das regras e comportamentos impostos pelos que nos rodeiam. O simples ato de sonhar com o impossível ou arriscar no improvável também é loucura. Cada vez mais procuro saber quem sou e não o que os outros pensam ou definem para mim, desafiar-me a fazer as escolhas que me fazem feliz e não que me são impostas… Afinal o que é viver sem um pouco de loucura?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 08:58:31 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC Nº22 Maria Patatas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo da história, o conceito do termo loucura não foi algo uniforme, este foi-se alterando de acordo com a experiência que se tem com ela e com as práticas destinadas à mesma. Hoje em dia, o próprio termo de loucura não é algo objectivo este está sempre rodeado do contexto e da perspectiva do próprio sujeito face aos comportamentos e hábitos em que foi moldado pela sociedade. Esta busca pelo “o que é a loucura?” inicia-se no tempo da Grécia antiga e continua até aos dias de hoje.<br><br></div><div>Na Grécia Antiga a loucura não era considerada algo negativo, muito menos associada a uma doença mental. Mentes brilhantes como Sócrates e Platão eram considerados uma mistura de loucura e divindade, sendo assim os loucos aqueles privilegiados do que chamavam as verdades divinas.<br><br></div><div>Na Antiguidade Clássica, a loucura afasta-se do papel de “portadores de verdade” e sabedoria entrando numa vertente mais critica e associada à arte. A alternidade mais radical deste conceito surge então na Idade Média, os loucos começaram a ser excluídos da sociedade tal como os leprosos e portadores de doenças contagiosas. A estas pessoas que fugiam ao padrão do considerado normal, era aplicado o isolamento do convívio social.<br><br></div><div>Ao longo dos anos, com a valorização da ciência e do conhecimento ocorre o surgimento de hospitais e da procura direccionada para o estudo do que levava a esta loucura. No entanto muitos destes estudos impunham medidas extremas sobre os pacientes sem qualquer controlo ou consideração pela humanidade no chamado louco, ou seja, o único objectivo era tentar reprimir e eliminar o que eles pensavam ser um perigo para a sociedade.<br><br></div><div>No período da Idade Moderna, começam a surgir questionamentos para como os loucos deviam ser tratados, no século XVIII em Paris surgiram-se reformas em diferentes sectores entre eles o da psiquiatria. Mais tarde formaram assim os hospitais psiquiátricos com vista a internar doentes mentais, ou seja, aqueles chamados de loucos começaram a ser atribuídos rótulos de doentes que precisavam de um tratamento. No entanto muitos destes tratamentos até aos dias de hoje não procuram a cura da doença mas sim reprimir, excluir e isolar o que o homem não consegue perceber.<br><br></div><div>O sere humano sempre foi imperfeito, o Homem procura constantemente a sua própria sobrevivência, logo ao seremos deparados com comportamentos fora do normal a tendência vai para associar o desconhecido ao perigoso. Na minha opinião o medo que temos do desconhecido e de novas mentalidades é capaz de ter sido o principal travão para o conhecimento e a valorização do outro por parte da humanidade. Podemos admitir que cada vez as mentalidades das novas gerações são mais abertas, no entanto continua a existir a exclusão, o preconceito e o medo pela individualidade e a loucura (desvio do normal) por parte da humanidade.<br><br></div><div>Concluímos assim que a história é algo que influencia a forma como vemos e analisamos o mundo, o tempo em que crescemos e o ambiente e aprendizagens que nos são implantados, moldam os nossos comportamentos e percepções relativamente ao mundo à nossa volta. Nos dias de hoje, o próprio termo louco está associado muitas vezes a algo negativo, por outro lado também podemos encontrar uma vertente positiva da palavra, ou seja, tudo depende do seu contexto.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 09:01:33 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº2, Ana Catarina Agostinho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A "Alegoria da Caverna", escrita por Platão, apresenta-nos uma história sobre indivíduos que viviam, desde sempre, acorrentados numa caverna e que apenas viam sombras projetadas na parede em frente a eles, sombras essas que apareciam devido à passagem de pessoas e objetos em frente ao fogo que se encontrava atrás deles, o qual não conseguiam ver.<br>Um dos indivíduos acaba por se conseguir soltar das correntes e percebe que as sombras não constituiam a realidade em absoluto. Ao fazer esta descoberta, o indivíduo tenta passar este conhecimento aos outros que estão acorrentados porém, estes não acreditam e chamam-no de LOUCO.&nbsp;<br>Mas porque é que tiveram esta reação? Ao estarem perante a realidade das sombras desde sempre, tudo o que lhes dissessem fora desse padrão era falso, anormal e uma loucura.&nbsp;<br>Já Artaud dizia : "Os loucos são os que sabem olhar o mundo com os olhos da realidade, e por isso mesmo são reprimidos pela sociedade". </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 11:53:22 UTC</pubDate>
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         <title>12.ºN Patrícia Pinhão n°22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1598463018</link>
         <description><![CDATA[<div>É muito difícil falarmos da prevenção ou dos métodos preventivos que devem ser utilizados quando se trata da “loucura” pois existem várias condições psicológicas ou de saúde mental e, como tal, nem todas podem ser tratadas da mesma forma. Temos o exemplo do filme que nos foi apresentado nas aulas de psicologia (Voando sobre um ninho de cucos) em que não havia esta distinção entre os vários tipos de doenças mentais, devido, sobretudo, à mentalidade retrógrada da época e ao atraso na medicina, e, como tal, todos os pacientes eram tratados de maneira igual, com o mesmo tipo de tratamento psicológico.</div><div>No entanto, há várias atividades que ajudam o indivíduo a manter ou preservar a sua saúde mental como, por exemplo, a atividade ou exercício físico, a arte (música, pintura, cinema, desenho, dança, etc) ou até mesmo o recurso a terapias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 13:04:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1598740199</link>
         <description><![CDATA[<div>12°N, nº2, Ana Carolina Godinho <br>Esquizofrenia é uma perturbação mental caracterizada por episódios contínuos ou recorrentes de psicose (perturbação da mente que causa dificuldades em determinar o que é ou não real). A esquizofrenia afeta de forma profunda a forma de pensar da pessoa, a sua vida emocional e o seu comportamento em geral.&nbsp;</div><div>O filme “Uma Mente Brilhante” mostra o percurso de John Nash, um génio da matemática que procura criar uma teoria revolucionária que o faça destacar-se no mundo da matemática.</div><div>John entra na universidade de Princeton, porém não era uma pessoa muito sociável e os colegas acabavam por gozar com ele embora admirassem a sua inteligência.&nbsp;</div><div>John considerava que as aulas da universidade eram chatas e destruíam a verdadeira criatividade dos alunos por isso decidiu não as frequentar.&nbsp;</div><div>Tempos mais tarde John Nash é chamado para fazer um trabalho em criptografia para o governo dos EUA uma vez que estes o consideravam o melhor descodificador de sempre e é aí que&nbsp; começa a ser atormentado por delírios e alucinações consecutivas. Diagnosticado como esquizofrénico, John é internado e procura usar toda a sua racionalidade para conseguir distinguir o real do imaginário e voltar a ter uma vida normal.</div><div>O filme mostra que para além do doente, todos os que o rodeiam acabam por sofrer com esta patologia (como a mulher de John, Alicia), dadas as dificuldades de relacionamento social, familiar e profissional que ela provoca e que pessoas com esta perturbação mental e outras ao contrário do que se pensa, podem sim ser bastante inteligentes e aplicadas como era o casa de John.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 14:41:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>12ºN, nº 16, Marta Joaquim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1598776405</link>
         <description><![CDATA[<div>Loucura é um termo que descreve um espectro de comportamentos individuais e de grupo que são caracterizados por certos padrões mentais ou comportamentais anormais. A insanidade pode manifestar-se como violação das normas sociais, incluindo uma pessoa ou pessoas a tornarem-se um perigo para si próprias ou para outras pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 14:53:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12ºN, nº 16, Marta Joaquim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1598800657</link>
         <description><![CDATA[<div>A nossa compreensão das doenças mentais mudou drasticamente nos últimos tempos e continua a evoluir.&nbsp;<br>Na antiguidade, as pessoas não pensavam em "loucura" (um termo que usavam indiscriminadamente para todas as formas de psicose) em termos de desordem mental, mas sim de castigo divino ou possessão demoníaca. As provas disso vêm do Antigo Testamento, e mais particularmente do Primeiro Livro de Samuel, que relata como o rei Saul ficou "louco" depois de negligenciar os seus deveres religiosos e de irar Deus. Nada é mais revelador da loucura de Saul do que a história da sua matança sem sentido dos oitenta e cinco sacerdotes. O facto de David tocar a sua harpa para fazer Saul sentir-se melhor sugere que, mesmo na antiguidade, as pessoas acreditavam que as perturbações psicóticas, ou psicose, podiam ser tratadas com sucesso.<br>Na Idade Média, a religião tornou-se central para a cura, e, juntamente com os asilos medievais como o de Bethlehem (um asilo infame em Londres que está na origem da expressão, "como um dia mau no Bedlam"), alguns mosteiros transformaram-se em centros de tratamento de distúrbios mentais. Isto não quer dizer que as teorias de Hipócrates tivessem sido suplantadas, mas apenas que tinham sido incorporadas no dogma cristão dominante, com tratamentos mais antigos, tais como purgantes e sangrias, continuando a acompanhar as orações e confissões.<br>A partir do século XV, descobertas científicas como o sistema heliocêntrico do astrónomo Galileo (1564-1642) começaram a desafiar a autoridade da Igreja. O homem, não Deus, tornou-se o foco de atenção e estudo. O primeiro desafio sério à anatomia galénica e trouxe ao seu autor considerável fama e fortuna.&nbsp;<br>Apesar dos desenvolvimentos científicos da Renascença, as teorias humorísticas de Hipócrates perduravam nos séculos XVII e XVIII, para serem ridicularizadas Pensadores empíricos como John Locke (1632-1704) em Inglaterra e Denis Diderot (1713-1784) em França desafiaram este status quo, argumentando, na mesma linha de Cícero, que a psique surge das sensações para produzir razão e emoções.<br>Também em França começou-se a falar de perturbações mentais como resultado da exposição a fatores de stress psicológico e social e, em menor grau, de hereditariedade e danos fisiológicos. Um marco na história da psiquiatria, a Traité Médico-philosophique sur l'aliénation mentale ou la manie (Um tratado sobre a insanidade) de Pinel apelou a uma abordagem mais humana ao tratamento da desordem mental. Este "tratamento moral", como já tinha sido apelidado, incluía respeito pelo doente, uma relação de confiança e confidência médico-paciente, diminuição dos estímulos, atividade e ocupação de rotina, e o abandono de tratamentos hipocráticos antiquados.&nbsp;<br>No século XIX, as esperanças de curas bem sucedidas levaram ao surgimento de hospitais psiquiátricos. Ao contrário dos asilos medievais, estes hospitais trataram os "pobres loucos" de acordo com os princípios do tratamento moral.&nbsp;<br>No início do século XX, o psiquiatra e filósofo Karl Jaspers (1883-1969) trouxe para o campo da psiquiatria clínica os métodos da fenomenologia - a investigação direta e a descrição dos fenómenos como conscientemente experimentados. Esta chamada psicopatologia descritiva criou uma base científica para a prática da psiquiatria, e enfatizou que os sintomas da desordem mental devem ser diagnosticados de acordo com a sua forma e não com o seu conteúdo. Isto significa, por exemplo, que uma crença é uma ilusão não porque seja considerada implausível por uma pessoa numa posição de autoridade, mas porque está em conformidade com a definição de ilusão, ou seja, "uma crença fortemente sustentada que não é passível de lógica ou persuasão e que está fora do contexto ou cultura do seu detentor".<br>Atualmente, as perturbações mentais são vistas principalmente como uma perturbação biológica do cérebro, embora também se reconheça que os fatores de stress psicológico e social podem desempenhar papéis importantes no desencadear de episódios de doença, e que diferentes abordagens ao tratamento devem ser vistas não como concorrentes, mas como complementares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 15:02:07 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, Leonor Pinto, Nº18</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1598849286</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura era considerada uma manifestação divina e os doentes mentais eram vistos como profetas.<br><strong>Antiguidade grega:</strong> a loucura tinha um carácter mitológico que se misturava à normalidade. O "louco" era uma espécie de ponte com o oculto. Mas Hipócrates foi quem pela primeira vez separou a doença mental dos deusas e mitos. Defendia que a bílis afetava o comportamento e causava a loucura, também dizia que o pânico era causado pelo deslocamento do cérebro, por sua vez aquecido pela bílis vinda da corrente sanguínea. Mais tarde Platão apresenta a teoria das 3 mentes (racional, emotiva e instintiva), se uma delas se desequilibrasse, surgia a desordem mental.<br><strong>Idade média:</strong> nesta época a loucura relaciona-se com o diabo em carne e osso. Isto porque segundo Santo Agostinho, o que separava o homem do animal era o dom da razão (se o homem perdesse a razão, reduzia-se a animal e era marcado como possuído pelo demónio). A mente era um conceito filosófico, moral. E nessa época, a moral provinha de Deus. Caso a pessoa fosse possuída pelo demónio existiam práticas inquisitoriais padrão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 15:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, Leonor Pinto, Nº18</title>
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         <description><![CDATA[<div>A série Ratched é inspirada na enfermeira Ratched do filme apresentado em aula "Um ninho de cucos". Esta série passa-se em 1947 e retrata não só a vida da enfermeira e de como esta é manipuladora e fria, mas também alguns tratamentos que eram feitos na altura (ex: lobotomia) para tratar doenças mentais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 15:37:33 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, Leonor Pinto, Nº18</title>
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         <description><![CDATA[<div>Existem diversos transtornos psicóticos que podem levar um indivíduo à loucura. Alguns deles são:<br><strong>Esquizofrenia:</strong> é uma doença mental que afeta a zona central do "eu" e altera a estrutura vivencial. O portador de esquizofrenia, quando está no momento do surto, costuma agir em função dos seus delírios e alucinações, perdendo a liberdade de escapar a essas vivências.<br><strong>Transtorno delirante:</strong> é caracterizado pela ocorrência de ideias delirantes, pois o indivíduo pensa que está a ser perseguido, que está a ser alvo de crítica ou ainda que as pessoas o querem prejudicar intencionalmente. O delírio tende a ser persistente e algumas vezes crônico. Pode haver alucinações auditivas (ouve vozes que na realidade não existem) e visuais (Vê imagens que na realidade não existem).<br><strong>Transtorno esquizoafetivo: </strong>manifesta-se pela ocorrência de episódios de humor, quando são graves podem também ocorrer sintomas psicóticos. Existe o depressivo, onde os episódios de humor são sempre depressivos e o misto, onde ocorrem episódios depressivos, maníacos, hipomaníacos e mistos.<br><strong>Transtornos psicóticos agudos:</strong> têm frequentemente um início repentino, desenvolvendo-se em geral rapidamente no espaço de poucos dias e desaparecendo também em geral rapidamente, sem reaparecer. Quando os sintomas persistem, o diagnóstico deve ser modificado para esquizofrenia ou transtorno delirante persistente.<br><strong>Transtorno bipolar:</strong> é uma doença mental em que o paciente alterna estados de euforia e depressão, além de fases de "normalidade" intercaladas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 15:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº2, Ana Catarina Agostinho</title>
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         <description><![CDATA[<div>NORMALIDADE E LOUCURA - CONCEITOS DISTINTOS OU INSEPARÁVEIS?<br><br>Os conceitos normalidade e loucura parecem ser distintos porém, não se podem separar pois o "anormal" só existe porque tem uma relação entrelaçada com o "normal". Podemos designar o louco como sendo aquele indivíduo cuja sua maneira de ser é relativa a outra maneira de ser (a maneira de ser "padrão"). Dito isto, é crucial designar o que é normalidade, antes de dar uma definição para o que é loucura.&nbsp;<br>Desde sempre que as pessoas são o que as suas sociedades são pois, afinal, se tal sociedade valoriza algo ou é contra algo, a partir do momento em que alguém vai contra isso, começa a ser considerado fora do normal e aqui encaixa-se a frase " A loucura será sempre uma ameaça presente numa sociedade que tem horror ao diferente"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 15:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº4, Ana Rita Vitorino</title>
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         <description><![CDATA[<div>Algumas visões sobre a loucura defendem que o sujeito não está doente da mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade.</div><div>Entramos assim nos tipos de pensamentos dos diferentes psicólogos ao longo da história:</div><div>-<strong>Homero</strong>: os homens não passariam de bonecos à mercê dos deuses e teriam o seu destino conduzido pelas “moiras” o que criava uma aparência de estarem possuídos por estas.</div><div>-<strong>Sócrates</strong>: este gera 4 tipos de loucura: -profética- os deuses se comunicariam com os homens possuindo o corpo de um deles;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -ritual- o louco se vê conduzido ao êxtase através&nbsp; de danças e rituais, ao qual seria possuído por forças exterior; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -amorosa- produzida por Afrodite;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -poética- produzida pelas Musas.</div><div>-<strong>Philippe Pinel</strong>: alterou o significado de loucura anexando-a à razão.</div><div>-<strong>Michel Foucault</strong>: nas suas obras apresenta uma tese geral de que, “a loucura não é um fato da natureza, mas da civilização”. A sociedade carrega esse preconceito até aos dias de hoje, as conceções remotas de loucura ainda estão impregnadas na civilização atual. Apresenta o domínio da razão sobre a desrazão, situando a razão como norma, e levando a loucura ao exílio. Foucault traz que tudo o que foi feito contra a loucura – exclusão –, é onde podemos encontrar o caminho para a razão ou seja, a razão se fortalece a custa da desrazão.</div><div>-<strong>Hegel</strong>: afirma que a loucura não seria a perda abstrata da razão, “A loucura é um simples desarranjo, uma simples contradição no interior da razão, que continua presente”. A loucura deixou de ser o oposto da razão ou a sua ausência, tornando possível pensá-la como “dentro do sujeito”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 17:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº4, Ana Rita Vitorino</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde meados da década de 70 do século XX, um movimento denominado Reforma Psiquiátrica começou a questionar este modelo de tratamento estigmatizante, culminando com o estabelecimento de uma lei nacional que reorientou as diretrizes de tratamento, em 2001. Além de propor políticas públicas de prevenção, de tratamento precoce e de humanização do atendimento, este marco define que os hospícios deviam ser gradativamente substituídos por serviços de saúde mental inseridos na comunidade, no mesmo modelo de todas as outras especialidades médicas.</div><div>Existem assim variadas formas do indivíduo cuidar da sua saúde mental como definir pequenas metas diárias, ter momentos de lazer, gostar de cuidar de nós sem comparações, praticar exercício físico, sonhar, fazer planos e até mesmo de procurar ajuda através de terapias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 17:48:16 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº4, Ana Rita Vitorino</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Foucault, na História da Loucura, faz uma análise das modificações dos discursos sobre loucura através do tempo. Segundo ele apenas no século XVII a definição de loucura sofreu uma grande transformação.</div><div>&nbsp;Até o século XVII, a imagem que se tinha da loucura era sua representação medieval de algo místico, desconhecido, considerado o lugar imaginário da passagem da vida à morte. A partir desse século, passou-se a definir a loucura através de uma separação vertical entre a razão e a desrazão: ela constitui, portanto, não mais como aquela zona indeterminada que daria acesso às forças do desconhecido, mas como o outro da razão segundo o discurso da própria razão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 18:37:52 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, nº21, Nina Barbosa</title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme “Melhor é impossível” relata a vida de um escritor portador de transtorno obsessivo compulsivo (TOC), que, após a hospitalização do seu vizinho Simon (em consequência de um assalto à sua casa em que é espancado), fica a cargo do seu cão, Verdell. Apesar de inicialmente não gostar de deste, Melvin acaba por criar laços ele. Ao mesmo tempo, conhece Carol Connelly, uma empregada de um restaurante, por quem se apaixona.&nbsp;<br><br></div><div>Ao longo do filme é evidenciado o seu Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC): tranca e destranca a porta e liga e desliga as luzes várias vezes, contando-as; usa vários sabonetes cada vez que lava as mãos; vai sempre ao mesmo restaurante e para comer utiliza sempre talheres de plástico que leva consigo (acredita que os talheres do restaurante estão contaminados); senta-se sempre na mesma mesa; quando anda na rua não pisa as juntas do chão; não aceita ser atendido por outra empregada senão Carol; utiliza ironias e sarcasmos; não gosta de ter contacto físico (desvia-se das pessoas na rua para que não lhe toquem) e social com outras pessoas. Melvin não toma remédios e não frequenta as sessões de psiquiatria. Porém, estes comportamentos começam a sofrer alterações ao longo do filme, quando este se apaixona por Carol (tenta ser um homem melhor por ela, largando alguns comportamentos que interferiam na sua vida): Melvin começa a respeitar as pessoas que antes tratava com desprezo e indelicadeza; aceita a sua doença e procurar ajuda; deixa de lado os seus costumes de trancar a porta várias vezes; e no final do filme até chega a pisar em uma linha da calçada.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Sobre o TOC:&nbsp;</strong></div><div>O transtorno obsessivo-compulsivo é caracterizado por obsessões, compulsões ou ambas. As obsessões são ideias, imagens ou impulsos recorrentes, persistentes, indesejados, que provocam ansiedade e são intrusivos. As compulsões (também conhecidas como rituais) são determinadas ações ou atos mentais que a pessoa se sente impelida a praticar para tentar diminuir ou evitar a ansiedade causada pelas obsessões.&nbsp;<br><br></div><div>Indivíduos que não sofram de TOC também podem ter pensamentos perturbadores ou alguns comportamentos repetitivos, mas regra geral, o seu comportamento não tem um impacto significativo no quotidiano. Para as pessoas que têm este distúrbio, os pensamentos indesejáveis são persistentes e os comportamentos, rígidos, não havendo grande margem para lhes fugir, pelo já mencionado aumento de stress que não executar estes “rituais” acarreta.<br><br></div><div>Algumas das obsessões comuns passam pelo medo de ser contaminado por pessoas ou pelo ambiente; pensamentos de teor sexual perturbadores; preocupação extrema com a ordem, a simetria ou a precisão das coisas; medo de ter comportamentos agressivos e/ ou violentos; pensamentos intrusivos e recorrentes acerca de sons, imagens, palavras ou números; medo de perder algo ou alguém que considerem importante.<br><br></div><div>Compulsões mais vulgares passam por fazer a higienização, lavar os dentes, as mãos, tomar banho repetidas vezes; excessiva limpeza de objetos de casa; colocar as coisas numa determinada forma ou ordená-las; verificar repetidamente fechaduras, interruptores ou eletrodomésticos; procurar constantemente a aprovação do outro; contar várias vezes até um certo número.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 18:54:42 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, nº21, Nina Barbosa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura está relacionada com um desequilíbrio mental que se manifesta numa perceção distorcida da realidade, na perda de autocontrolo, em alucinações e em comportamentos absurdos ou que não se justificam.<br><br></div><div>O senso comum, exibe uma tendência em julgar a sanidade da pessoa, através dos seus comportamentos, das suas características ou da sua adequação às conveniências socioculturais. É bastante normal as pessoas julgarem os outros como “loucos” por fazerem coisas que elas não entendem. Para a maioria das pessoas, louco é aquele que é diferente, aquele que não corresponde às expectativas que a sociedade tem dele, aquele que, de alguma forma, não se encaixa na sociedade onde está inserido.<br><br></div><div>A loucura pode ser entendida não só como uma perda de consciência de si, da sua existência e lugar no mundo; como também pode ser entendida como uma doença, um estado mental decorrente de uma alteração do cérebro; um desequilíbrio ou desvio em relação às normas sociais; dificuldades emocionais decorrentes de um contexto familiar ou social problemático; uma fuga ou evitação de seus compromissos; ou uma tomada de consciência de si de maneira mais profunda.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 18:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>12º N, nº21, Nina Barbosa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na <strong>Antiguidade</strong>, a loucura era entendida como manifestação do sobrenatural, do demoníaco, cujo tratamento se caracterizou pela perseguição dos seus praticantes. Em virtude do forte poder da Igreja, os divergentes da ideologia cristã eram considerados loucos, bruxos e feiticeiros, servidores das forças malignas. No séc. XVII, o poder eclesiástico foi abalado, permitindo um novo olhar sobre a doença e o portador de transtorno mental.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No <strong>período Renascentista</strong>, os loucos eram atirados ao rio, como cargas, em embarcações, que recebiam o nome de “Nau dos Loucos”. Essas embarcações dispunham de um valor simbólico, como um ritual que libertava a sociedade dos doidos.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No <strong>século XVII</strong>, foram criados, em território europeu, os primeiros estabelecimentos para internação, destinados a receber os loucos, os excluídos que perturbavam a ordem social. As casas de internamento eram verdadeiros cárceres que aprisionavam uma série de indivíduos (portadores de doenças sexuais, mendigos, vagabundos, os próprios loucos, entre outros), criadas com a pretensão de implantar a prática da correção e do controlo sobre os ociosos. Em 1676, foram ampliadas as instituições de internação por toda a França, mediante uma ordem real, quando foi estabelecido em cada cidade do reino um Hospital Geral, dando origem ao período conhecido como a Grande Internação.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No final do <strong>século XVIII</strong>, os internados eram separados por sexo, alas masculina e feminina. Eram agrupados e aglomerados sem espaço e sem quaisquer condições. Não havia consciência da necessidade de cuidados médicos diários para os doentes. Além disso, a falta de assistência médica dava-se pelo medo da contaminação pelo mal e como tentativa de impedir o contágio. Instaurava-se, em relação à loucura, uma ideia de animalidade. O louco era visto como um animal, desprovido de razão, de fragilidade humana e de sensibilidade à dor física.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No <strong>séc. XIX</strong>, o mundo ocidental havia aceitado que os transtornos mentais eram semelhantes a doenças médicas, o que levou a tentativas de remediar doenças mentais usando experimentos médicos, hoje reconhecidos como tortura (os pacientes mentais, por exemplo, eram colocados em gaiolas e lançados à água; ou eram girados até que vomitassem e esvaziassem os intestinos, como forma de "levar as pessoas de volta à sanidade").&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No <strong>séc. XX</strong>, a terapia de choque elétrico e as lobotomias – onde parte do cérebro de um paciente é removida – foram testadas em presidiários, o que foi possível porque os loucos eram vistos como quase mortos em vida. “Eles haviam perdido todos os seus direitos. A loucura era uma condição tão desesperadora que qualquer tipo de remédio desesperado poderia ser tentado”.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Hoje em dia</strong>, a atenção à saúde mental é tão importante como a física. Os “loucos” são tratados em hospícios, onde são acompanhados por médicos especializados.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 18:56:59 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº29 Rosa Maria </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1599652296</link>
         <description><![CDATA[<div>A psicologia define loucura como uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido . É resultado de algum transtorno transtorno mental.&nbsp;<br>&nbsp;Algumas visões sobra a loucura dependem que o sujeito não está doente da mente , mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade .&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Na profissão médica (medicina ) , o termo " loucura" é evitado em favor de diagnósticos&nbsp; específicos de perturbações mentais , a presença de delírios ou alucinações que referida como psicose .&nbsp;<br><br>"Maluco " é uma pessoa normal , dependente de um mundo &nbsp; completamente vazio do seu ser . Tem coragem de enfrentar qualquer coisa ou situação do mundo exterior , mas morre de medo do seu eu " Intro-Psíquico" .<br><br>Doido é a pessoa que perdeu o uso de razão , que não tem sanidade mental , louco , demente    ou é a pessoa  que age  de forma insensata , sem refletir ou ponderar .</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 21:30:52 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº29 Rosa Maria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Psicose é uma perturbação mental que causa dificuldades em determinar o que é ou não real . Os sintomas mais comuns são os delírios ( certeza que a sua ideia é verdadeira , apesar das evidencias do contrário ) e&nbsp; alucinações (ver , ouvir ou sentir sem um estimulo percetível por outros ) .Outros sintomas são um discurso incoerente e comportamento inapropriado .&nbsp;<br>Doenças psiquiátricas são com uma condição de anormalidade na ordem psíquica , mental ou cognitiva e podem ter causas determinadas ou não .&nbsp;<br>&nbsp;Principais doenças psiquiátricas :<br>- transtorno bipolar ;<br>- transtorno obsessivo-compulsivo ;<br>- desturbios alimentares ;<br>- transtorno de ansiedade ;<br>- esquizofrenia ;<br>-somatização .<br>Transtorno bipolar :&nbsp;<br>- antigamente esta doença tinha o nome de psicose maníaco-depressivo ;<br>- é uma condição de origem psiquiátrica que se carateriza por alterações de humor , que vão de um extremo ao outro , com comprometimento da capacidade funcional .<br>- o paciente bipolar alterna episódios de euforia , humor expansivo e elevada energia (fase de hipomania ) , com períodos de depressão , profunda tristeza e falta de interesse em tudo ( fase depressiva ) ;<br>-Na fase depressiva , o paciente comporta-se de forma semelhante ás pessoas com " depressão major " ( depressão unipolar ) , apresentando um risco de suicídio .Já nas fases maníacas , o individuo não fica só feliz e energético , ele costuma apresentar comportamentos irresponsáveis e inconsequentes , como por exemplo : procurar aventuras que ponham a sua vida em risco , além de poder ter episódios de psicose .&nbsp;<br>Principais fatores de risco :&nbsp;<br>- historia familiar ,&nbsp;<br>-abuso ou maus tratos na infancia ,- consumo excessivo de bebidas alcoólicas ,<br>-uso de drogas ( maconha e cocaína )&nbsp;<br>-períodos de elevado stresse , como a morte de um ente querido .<br>Sintoma :<br>-Mania&nbsp;<br>-Hipomania&nbsp;<br>-depressão <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 21:42:46 UTC</pubDate>
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         <title>12º N, n 16, Marta Joaquim</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de ter sido hospitalizado para o Verão depois de o seu melhor amigo se ter suicidado, Charlie que sofre de Transtorno de Stress Pós Traumático (PTSD), está prestes a embarcar no seu primeiro ano no secundário. Teme ser conhecido como o miúdo estranho que foi hospitalizado durante o Verão e que não tem amigos. A ansiedade de Charlie remonta ao primeiro acontecimento traumático da sua vida, a morte da sua tia Helen. A tia de Charlie morreu num acidente de carro quando ele era um rapazinho. Ela estava a caminho para lhe fazer uma surpresa e ele sempre sentiu que a culpa era dele por ela estar no carro.&nbsp; Ele idolatrava a sua tia e desejava que ela estivesse lá para o consolar enquanto ele lutava para começar o liceu. No seu primeiro dia de escola, conhece o Sr. Anderson, um professor de inglês, que se torna o seu mentor e lhe dá livros para ler.&nbsp; Muitos dos seus velhos conhecidos agem como se ele não existisse e ele almoça sozinho todos os dias até ir a um jogo de futebol onde conhece Patrick e Sam.&nbsp; Charlie é instantaneamente atraído por Sam.<br>Patrick e Sam apresentam Charlie ao seu grupo de amigos e ele começa a sentir-se como se pertencesse. O seu novo grupo de amigos apresenta-o às drogas e ao álcool. Ele começa eventualmente a namorar com Mary Elizabeth, uma amiga de Sam e Patrick, depois de ela lhe ter convidado para a festa de Sadie Hawkins. Uma noite, enquanto tocava verdade ou ousadia, Charlie atreve-se a beijar a rapariga mais bonita da sala. Em vez de beijar Mary Elizabeth, ele beija Sam, o que resulta no ostracismo de Charlie por todo o grupo.<br>Ao longo do filme, Charlie tem flashbacks da sua tia quando algo perturbador acontece, como a sua irmã ser atropelada pelo namorado. Os flashbacks de Charlie assemelhavam-se mais a dissociações do que ao que se consideraria um verdadeiro flashback. Depois de ser evitado pelo grupo, ele começa a ter mais flashbacks da sua tia e a sua saúde mental começa a deteriorar-se rapidamente.&nbsp; Um dia, enquanto estava sentado ao almoço, Patrick entra numa luta e Charlie intervém para ajudar. Uma vez que ele protegeu Patrick de ser espancado por um membro da equipa de futebol, o grupo perdoou-o por ter beijado Sam e todos eles se tornaram novamente amigos.<br>Charlie sente-se melhor depois de estar reunido com os seus amigos e de os flashbacks da sua tia Helen pararem. Só quando Sam parte para a faculdade depois de terem tido sexo juntos é que os flashbacks voltam e Charlie tem um esgotamento. Ele chama a sua irmã a divagar sobre como a morte da sua tia é culpa sua e ele tem um apagão. Este episódio faz com que ele seja readmitido no hospital psiquiátrico onde conhece o Dr. Burton.&nbsp; Com a ajuda do Dr. Burton, Charlie é capaz de revisitar as memórias que tem vindo a suprimir sobre como a sua tia abusou sexualmente dele quando era um rapazinho. Charlie não entra em pormenores sobre ser hospitalizado, mas diz que o pior dia é quando o médico conta aos pais o que a tia Helen lhe fez. Volta para casa para a sua família e continua a ver o Dr. Burton em tratamento ambulatório. Sam e Patrick visitam Charlie e Sam diz a Charlie que a situação melhora.<br>Ao longo do filme, vemos o Charlie a desenvolver amizades. É quando o seu grupo de apoio é o mais forte que os seus sintomas diminuem. Quando o seu grupo de apoio o abandona, vemos ele a lutar mais com flashbacks.&nbsp; Charlie sentiu-se mais próximo de Sam porque parece que foi abusada sexualmente quando era jovem. Assim, a relação sexual com Sam desencadeou muito provavelmente a memória do que a sua tia lhe fez, o que resultou no seu apagão e hospitalização.<br>Os critérios diagnósticos do DSM-5 para o TEPT exigem que um indivíduo experimente pessoalmente ou testemunhe um acontecimento traumático.&nbsp; O diagnóstico requer a presença dos seguintes grupos de sintomas: sintomas intrusivos (ou seja, reações dissociativas), sintomas de evasão, alterações negativas na cognição e no humor (ou seja, dificuldade em lembrar aspetos do trauma) e alterações marcantes na excitação e reatividade associadas ao trauma.&nbsp; Charlie experimentou sintomas intrusivos associados ao trauma que experimentou quando criança, incluindo memórias perturbadoras, reações dissociativas (por exemplo, flashbacks), angústia na exposição a sinais que se assemelham ao seu trauma, e reações fisiológicas.&nbsp; Charlie também demonstrou evitar os estímulos associados ao evento.&nbsp; Evitou situações em que tinha de discutir o trauma.&nbsp; Experimentou alterações na cognição e no humor, incluindo a incapacidade de recordar aspetos do trauma e crenças negativas sobre si próprio relacionadas com a morte da sua tia e sentimentos de desprendimento dos outros.&nbsp; Finalmente, Charlie mostrou alterações na excitação e reatividade, incluindo explosões de raiva e uma resposta exagerada de sobressalto.&nbsp; O PTSD é uma doença crónica e debilitante que pode estar associada a perturbações do uso de substâncias.&nbsp; Ao longo do filme, vemos Charlie fazer experiências com uma variedade de drogas.&nbsp; Charlie é tratado com psicoterapia no final do filme, levando-o a recuperar o controlo sobre a sua vida. &nbsp;<br>Em geral, Perks of Being a Wallflower retrata com precisão os sintomas do TEPT num adolescente que sofreu o trauma do abuso sexual quando criança.&nbsp; Também fornece uma imagem positiva da psiquiatria e de um hospital psiquiátrico. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 21:51:01 UTC</pubDate>
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         <title>A palavra loucura e as consequências do seu uso</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>O que é a loucura?</div><div><br></div><div>No dicionário, o seguinte termo é descrito das seguintes maneiras:</div><div>* Qualidade de louco, desprovido da razão&nbsp;</div><div>* Distúrbio mental grave que impede alguém de viver em sociedade, definido pela incapacidade mental de agir, de sentir ou de pensar como o suposto; insanidade mental</div><div>* Extravagância&nbsp;</div><div>* Imprudência</div><div><br></div><div>A meu ver, estas características associadas ao termo da loucura revelam-se pejorativas perante alguém que sofre ou sofreu de deficiências ou doenças mentais. A verdade é que o termo louco não só se foi banalizando e passado a usar em contextos sociais informais, mas como também, foi adquirindo um significado negativo. Como tal, as palavras loucura e loucos deviam ser jamais usadas para descrever pessoas com certo tipo de perturbação mental. Afinal, alguém que é diagnosticado com doença ou deficiência mental, não pode ser reduzida de tal forma que seja considerada pela sociedade como: alguém desprovido da razão, simplesmente têm um conjunto de faculdades intelectuais que trabalham de maneira diferente e, por isso, podem parecer estranhas para outros;alguém que mostra incapacidade de conseguir viver em sociedade, pois, afinal, a sociedade deve-se adaptar a todos os elementos que a constitui; alguém que não age ou pensa ou sente como o suposto, sem esquecer, que cada indivíduo é dotado de uma maneira singular e individual de autopercecionar o mundo e de se manifestar nele e, consequentemente, não existe forma universal que revele a maneira ideal de sentir, agir ou pensar; alguém extravagante ou imprudente não é louca, são meros traços de personalidade.</div><div>Por isso, alguém que descreva pessoas com peculiaridades diferentes da própria como louco está, de facto, a ter uma atitude preconceituosa. O modo de como as pessoas são aceites numa certa sociedade revela a sociedade em si e, como tal, uma sociedade que se caracteriza por manifestar termos depreciativos sobre alguém é uma sociedade que apoia algo sistémico que descredibiliza, rebaixa e limita certas pessoas que, por alguma razão, não são o modelo aceite. A nossa missão como jovens é trabalhar na evolução da sociedade de maneira a que as pessoas se consigam integrar nessa mesma da melhor maneira possível devido aos recursos que esta disponibiliza. Consequentemente, esta deixa de se sentir limitada por certa condição.</div><div><br><strong>Maria Ferreira N°14 12°N</strong></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-11 12:06:36 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº14, Inês Trindade</title>
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         <description><![CDATA[<div>O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é uma doença mental caracterizada pela presença de 2 tipos de comportamento:</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Obsessões</strong>: são pensamentos impróprios ou desagradáveis, recorrentes e persistentes, que surgem de forma indesejada, causando ansiedade e sofrimento, como por exemplo, sobre doenças, acidentes ou perda de pessoas queridas;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Compulsões</strong>: são comportamentos ou atos mentais repetitivos, como lavar as mãos, organizar objetos, verificar fechaduras, orar ou contar, que não conseguem ser evitados, pois além de ser uma forma de reduzir a ansiedade, a pessoa acredita que algo ruim pode acontecer se não fizer.</div><div>Este transtorno pode apresentar padrões diferentes em cada pessoa, como associados ao medo de contaminações, necessidades de verificações recorrentes ou manter a simetria, por exemplo.</div><div><br>Atualmente, sabe-se que existem determinados fatores que tornam o individuo mais suscetível a possuir esta doença sendo estas:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A genética: – Vários estudos indicam que os parentes em primeiro grau (filhos ou pais) de pessoas com TOC têm mais probabilidades de ter a doença;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A história pessoal: A vivência de abuso físico ou sexual ou de outro trauma durante a infância aumenta o risco de desenvolver a patologia.<br>Um individuo que possuía esta doença era inventor e engenheiro mecânico sérvio, Nikola Tesla. Este apresentava comportamentos característicos deste transtorno mental, por exemplo: antes de tocar em qualquer comida, ele precisava de ter certeza de que a mesma tinha sido fervida anteriormente, lavava as mãos inúmeras vezes ao longo do dia, e recusava-se a cumprimentar as pessoas com apertos de mão;<br><br></div><div>Algo fascinava também Tesla a respeito do<a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/por-que-666-e-o-numero-da-besta.phtml"> </a>número 3,visto que esta era a quantidade de vezes que andava à volta de um prédio antes de entrar no mesmo, e também dobrava sempre 18 guardanapos antes de comer por este ser um número divisível por 3.<br><br></div><div>Este transtorno interferia também com os seus conhecimentos matemáticos. Tesla tinha o hábito de calcular a massa cúbica de todos os alimentos que colocava no prato, com vista a estimar o número de dentadas necessárias para que cada alimento fosse digerido corretamente.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 13:20:49 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº14, Inês Trindade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro " Mil vezes adeus", escrito por John Green, retrata a investigação que a personagem principal, Aza Holmes, e a sua melhor amiga, Daisy, fazem para procurar o desaparecido bilionário Russell Pickett. No entanto, ao longo do livro é possível ver que Aza se debate com alguns problemas interiores. A protagonista sofre de transtorno obsessivo-compulsivo, afetando o seu comportamento diário.</div><div>&nbsp;A sua obsessão é essencialmente o medo de contrair bactérias, especificamente a bactéria <em>C. diff</em>, responsável por causar problemas ao nível do estômago e do cólon. Com medo de poder contrair essa bactéria, a jovem adota vários comportamentos a fim de se proteger da mesma, tais como: o uso compulsivo de desinfetante, tanto nas mãos como na boca; o cuidado com o que come em espaços públicos; e, o mais peculiar de todos, reabre uma ferida no seu polegar diariamente, para verificar se ainda tem o sangue a circular e para sentir alguma coisa que lhe confirmasse que ela é real.</div><div>Estas compulsões retratam as dificuldades que a personagem passa no dia a dia, mas não só. Como referido anteriormente, Aza tem medo de não ser real e de que a doença a controle. Esta caracteriza os seus receios como uma “<em>espiral de pensamentos</em>”, já que, quando fica obsessiva em relação a alguma coisa, não consegue sair desse ciclo e deixa de ser ela mesma. Assim, considero que esta personagem escrita por John Green consegue retratar bem a realidade de alguém que sofre deste distúrbio.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 13:51:25 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº26, Rita Paraíso</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo dos tempos, o que não faltaram foram pessoas ostracizadas e consideradas loucas sem realmente o serem, ora vejamos:<br>&gt; Ignaz Phillip Semmelweis, médico Húngaro que trabalhava numa maternidade em 1846, começou a questionar-se sobre o porquê de a taxa de mortalidade nos pacientes tratados por médicos ser muito mais elevada quando comparada com os pacientes tratados pelas parteiras. Os&nbsp; médicos realizavam autópsias antes de tratarem estes pacientes e não lavavam as mãos. Então Semmelweis sugere que existiriam partículas invísiveis nas mãos destes médicos que de alguma forma prejudicavam o tratamento dos pacientes.<br>“Ninguém quis pensar que a responsabilidade pela morte de todas aquelas mulheres era dos médicos”, “Ninguém gostou disso. Especialmente porque a enfermaria com as parteiras tinha uma taxa de mortalidade baixa, quando os médicos deveriam saber mais do que elas.”&nbsp;<br>Com isto, Semmelweis, foi internado num manicómio pouco tempo depois.<br>&gt;Mulheres revolucionárias que não se resignaram perante o regime autoritário em itália e passaram a sua vida num manicómio e eram submetidas a uma terapia de aprisionamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 09:16:01 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC Nº26 Rita Paraíso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&gt; Gary webb, jornalista norte-Americano que investigou atos de corrupção no governo americano e divulgou que a CIA estava envolvida no contrabando de cocaína. O jornalista perdeu o seu emprego, toda a sua credibilidade e foi considerado louco e paranóico. A CIA deciciu conduzir uma investigação interna que veio a revelar que a CIA estava, efetivamente, envolvida no tráfico de droga.<br>E estes foram penas alguns.<br>"Aqueles que dançavam foram considerados loucos por aqueles que não conseguiam ouvir a música"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 09:28:59 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC nº26 Rita Paraíso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No artigo "Reflexão sobre a autonomia civil das pessoas portadoras de transtornos mentais" da "Revista bioética" consta que o conceito de saúde deixou de ser exclusivamente entendido como a ausência de doença e passou a incluir o bem-estar biopsicossocial.<br>A psicanálise, a psicofarmacologia, a psiquiatria biológica, psicologia e ciência sociais possiblitaram que o conceito de saúde mental evoluisse de tal forma que tivesse repercussões sobre o campo da justiça, na elaboração e aplicação de leis.<br>Raquel Dodge afirma que "As políticas públicas de saúde precisam estar baseadas na equidade, pois os seres humanos devem ser tratados como únicos, de modo que os que tiverem maiores necessidades de saúde deverão ter direito à prestação de serviços diferenciados e adequados a cada situação".<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/163/168" />
         <pubDate>2021-06-12 10:45:41 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC nº26 Rita Paraíso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Temos de falar sobre o kevin" conta a história de uma relação perturbadora e imprevisível entre uma mãe, Eva, e o seu primeiro filho, Kevin.&nbsp;<br>Eva não queria ser mãe e desde o nascimento de kevin que nunca se conseguiu relacionar com este.<br>Ao longo do filme, vemos como tudo isto comprometeu a vida dos dois. Eva vive triste e só sem conseguir deixar de se sentir culpada e Kevin tem uma série de comportamentos cruéis e frios que não parecem afetá-lo, exclusivamente com o objetivo de atingir a sua mãe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 13:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº20, Maria Almeida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“Será que as características que levam alguém a ser chamado de louco estão mesmo no indivíduo ou estão no ambiente e contexto em que o observador está inserido?”&nbsp;<br><br></div><div>Essa pergunta faz ainda mais sentido quando comparamos os diferentes conceitos de loucura ao longo da história. Homens cujo estado de espírito difere drasticamente da média dos demais existem desde as épocas mais remotas – assim como tratamentos para curá-los. No entanto, por séculos, acreditava-se que a loucura era causada pela vontade dos deuses sendo, portanto, parte do destino de alguns. Fosse para punir ou até mesmo para recompensar – o Alcorão conta como Maomé achava veneráveis os loucos, já que tinham sido abençoados com loucura por Alá, que lhes tirava o juízo para que não pecassem – fato é que a loucura estava associada com a ideia de destino e participava da vida social assim como outras formas de perceção da realidade. “A definição de loucura em termos de ‘doença’ é uma operação recente na história da civilização ocidental”, escreveu João Frayze-Pereira, no livro O que é a loucura.&nbsp;<br><br></div><div>E mesmo vista como doença mental, a relação que se desenvolve com ela pode variar muito de cultura para cultura. Na Malásia, é comum mulheres mais velhas apresentarem um quadro psíquico conhecido como latah. É uma condição que faz com que a pessoa fique completamente alterada por um bom tempo, gritando e falando palavrões. Mas, em vez de serem excluídas socialmente, elas são celebradas e costumam animar festas com o seu pequeno espetáculo de excentricidades. Conclui-se que os próprios exemplos do que configura um estado alterado de consciência mudam radicalmente de acordo com o lugar, o tempo ou a cultura.&nbsp; Por exemplo, em 1958, um jovem negro americano foi levado a um hospital psiquiátrico depois de se inscrever para a Universidade do Mississippi pois qualquer negro que pensasse que pudesse estudar ali estava obviamente maluco.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 13:50:15 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº20, Maria Almeida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1602524129</link>
         <description><![CDATA[<div>Ora, se a loucura – as suas razões, interpretações e definições – podem mudar tão drasticamente diante de conceitos como geografia e tempo, como é que é possível afirmar que a loucura seja um distúrbio da mente e não apenas um desvio social?<br><br></div><div>Hoje, a ciência faz uma distinção clara entre loucura e doenças mentais. “Talvez pareça desconcertante, mas os psiquiatras não se utilizam de termos como louco ou loucura e nenhuma das atuais classificações dos distúrbios psiquiátricos os inclui”.&nbsp; A loucura que a psiquiatria trata é chamada de psicose, uma distorção do pensamento e do senso de realidade, que pode prejudicar drasticamente a vida do paciente. De facto, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, cinco entre as dez maiores causas de incapacidade no mundo são problemas mentais. O ranking é feito levando em conta dois fatores: o número de anos de vida e o número de anos produtivos que a doença rouba do paciente.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 13:58:02 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC nº19 Maria Carolina Preto </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Diferentes significados da palavra “loucura” no vocabulário de hoje em dia</strong><br><br></div><div>&nbsp;Sem chegar ao nível clínico ou patológico, considera-se loucura qualquer ação descabida, desacertada ou que, pelas suas características anómalas, surpreende. Por exemplo: “Cometi uma loucura: discuti com o meu chefe e insultei-o”, “Gastaste todas as tuas poupanças numa aposta? Isso é uma loucura!”.<br><br></div><div>Por outro lado, o advérbio “loucamente” significa algo parecido com “muitíssimo”: “Amo-te loucamente”.<br><br></div><div>A palavra loucura, quando usada em sentido figurado, pode tanto descrever quando uma pessoa irrita ou tira a outra do sério ou também quando uma pessoa cativa muito uma pessoa, por exemplo: “não gosto de conversar com aquela pessoa, ela sempre traz conversas que me levam à loucura” ou (no segundo caso) “parece que o Manel está loucamente apaixonado pela Maria”.<br><br></div><div>Nesse sentido, “loucura” pode ser usada ainda como sinónimo de imprudência, insanidade ou mesmo de insensatez. Outro exemplo: “isso que estás a fazer é uma grande loucura” é como quem diz “isso que estás a fazer é uma grande imprudência”.<br><br></div><div>Por fim, tudo o que termina por “louca” (equivalente à expressão “de arromba”) refere-se a acontecimentos extraordinários ou fora do comum: “Foi uma noite louca, acabámos todos a dançar na praia”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 16:58:02 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC nº19 Maria Carolina Preto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“Terapia alternativa” é o nome normalmente referido a qualquer prática que não se enquadre no tratamento médico convencional.</div><div>É correto afirmar que as terapias alternativas são opções possíveis para <strong>complementar</strong> o tratamento e a prevenção de transtornos mentais. Elas são capazes de manter a saúde mental e física sempre regular.</div><div>No tratamento psicológico, muitas vezes é mencionado o conceito de “mente sã, corpo são”, o qual promove o equilíbrio emocional, psicológico e físico.&nbsp;</div><div>Por exemplo, ingerir alimentos mais saudáveis e praticar atividades físicas são recomendações comuns para todos os pacientes. Neste aspeto, as terapias alternativas são um aliado do tratamento principal.<br><br></div><div>As terapias alternativas, acima de tudo, envolvem uma visão diferente do ser humano e dos medicamentos. Algumas são mais voltadas para o interior do indivíduo, tratando das suas crenças, perceções de si mesmo e feridas do passado.&nbsp;<br>Outras focam no físico, como a quiropraxia e a massoterapia. Estas ajudam a melhorar a postura corporal e a remover a tensão de músculos e regiões doridas como, por exemplo, a lombar e a cervical.&nbsp;<br><br></div><div>As terapias abaixo são alguns exemplos de ótimos complementos para quadros de depressão, ansiedade e outros transtornos mentais.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Acupuntura</strong><br>Tradicionalmente chinesa, esta terapia caracteriza-se pelo estímulo de pontos distribuídos pelo corpo através de uma agulha. A acupuntura consiste no equilíbrio da energia corporal, pois desbloqueia os pontos que carregam energia pelos nossos membros. A dor, na visão da acupuntura, é causada por um desequilíbrio energético. Ao harmonizar novamente os pontos, ela desaparece. É eficaz no controlo da ansiedade, insónia e stress. <br><br><strong>Homeopatia</strong><br>É um método terapêutico que, através do histórico detalhado do paciente, introduz uma pequena quantidade de um remédio para curar um problema. Uma das ideias centrais da homeopatia é que as substâncias naturais que podem desenvolver sintomas e doenças também conseguem curá-las.&nbsp;<br>Da mesma forma, a homeopatia também trabalha no equilíbrio energético, impulsionando a energia vital do indivíduo. No tratamento homeopático, trabalha-se na diminuição das sensações negativas ao trabalhar o interior do indivíduo.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Fitoterapia</strong><br>A fitoterapia é o estudo das plantas medicinais. Consiste na utilização externa e interna de vegetais in natura ou na forma de medicamentos para a prevenção e tratamento de doenças.&nbsp;<br>A fitoterapia baseia-se na harmonia do homem com a natureza, pois acredita que a interação com o ambiente é importante na saúde das pessoas. Essa prática é disseminada por diversas culturas tradicionais. Algumas plantas medicinais bastantes conhecidas são: gengibre, alecrim e açafrão.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Meditação</strong><br>A meditação consiste em mudar o foco do indivíduo para o seu interior. Como a atenção da pessoa se volta para o momento presente, elas deixam de dar tanta importância para os seus problemas (na maioria, criados por elas mesmas). Silenciar a mente também melhora a nossa concentração e memória uma vez que aumenta o foco no dia a dia. <br><br><strong>Ondas magnéticas</strong><br>A Estimulação Magnética consiste no uso de ondas eletromagnéticas no cérebro. Isso é possível porque a condução de informações entre os neurónios também é feita de maneira elétrica.&nbsp;<br>Na depressão, a frequência elétrica do neurónio é aumentada nos locais do cérebro onde essas informações são processadas. Logo, a necessidade de ingerir medicamentos é reduzida e os sintomas, ao longo do tratamento, desaparecem. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 17:02:15 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Mariana Oliveira nº22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>-Loucura na Grécia Antiga: A desrazão valorizada&nbsp;<br>A desrazão é entendida como tudo aquilo que uma sociedade enxerga como estranho ou uma ameaça.<br>A loucura nem sempre foi considerada algo negativo muito menos uma doença. Pelo contrário, na Grécia Antiga ela era até considerada um privilégio. Filósofos como Sócrates e Platão ressaltaram a existência de uma forma de loucura como divina e algo delirante. Era através do delírio que alguns privilegiados podiam ter acesso a verdades divinas. Apesar disto, não significava que essas pessoas fossem consideradas normais ou iguais, mas sim que eram portadoras de uma desrazão, como tal, deveriam ser mantidas à distância.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 17:02:29 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Mariana Oliveira nº22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>-Loucura associada a doenças mentais<br>A loucura atualmente é resultante de alguma doença mental. Nessa visão, fica implícito a distinção do normal e do patológico, com determinadas características.&nbsp;<br>A loucura é diagnosticada por profissionais e o seu tratamento baseia-se na supressão dos sintomas e na contenção do paciente que se encontra em surto.&nbsp;<br>Existem várias doenças mentais associadas à loucura como:<br>-Esquizofrenia: consiste na alteração do pensamento, alucinações, delírios e embotamento emocional com perda de contacto com a realidade, podendo causar um disfuncionamento social crónico.<br>-Psicose: é um termo psiquiátrico genérico que se refere a um estado mental no qual existe uma perda de contacto com a realidade.<br>-Neurose: consiste nas desordens de sentidos e movimento causadas por efeitos gerais do sistema nervoso.<br>-Afetivo Bipolar: em que as pessoas alternam ciclos mais ou menos de depressão e humor exaltado. Podem existir, ou não, características psicóticas, dependendo da intensidade do distúrbio, tratamento e evolução.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 17:13:40 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC nº19 Maria Carolina Preto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A literatura, a pintura e a sétima arte transmitem distintas perceções da experiência extravagante da loucura.<br><br></div><div>Descartes, na obra Méditations, preconiza a loucura como uma das materializações da extravagância ao fazer o seguinte comentário: “são loucos, e eu não seria menos extravagante, se seguisse o exemplo deles”. A existência deste fenómeno, na perspetiva de Michel Foucault, decorre do apego do homem por si mesmo, através das ilusões que alimenta incessantemente. Por consequência, o homem assume como verdade a mentira e a ilusão/o sonho como realidade.<br><br></div><div>Independentemente da tipologia de loucura, estabelecida em qualquer quadro nosográfico (nosografia=classificação e descrição das doenças), o certo é que, ao longo dos tempos, esta se definiu no próprio âmbito da razão, uma vez que é um ser pensante – e, portanto, -não louco – que pensa a loucura como algo fora da norma. A história da perceção da loucura traçada por Michel Foucault revela que a atitude da comunidade e da sociedade para com os loucos não se alterou com a passagem do tempo. Os loucos, como antigamente os leprosos, são excluídos da sociedade, encerrados num espaço para não perturbarem a ordem.<br><br></div><div>No plano da linguagem o estatuto do louco reveste-se de alguma curiosidade, visto que, por um lado, tal como Gérard Dessons admite, o estilo de loucura é designado por referência negativa - falta, ilógica, contraditória - a um modelo geral que transcende a singularidade dos discursos, não pode constituir a historicidade do discurso louco(“style de la folie est désigné par référence négative – le manque, l’illogisme, la contradiction – à un modele général transcendant la singularité des discours, il ne peut constituer l’historicité du dire-fou”); mas, por outro, ao louco coube no teatro do séc. XVI um papel primordial, ele profere de forma simbólica a verdade que os homens não vêem e contribui para o desfecho do enredo (por exemplo, o papel que cabe a Joane, o parvo, na obra de Gil Vicente, O Auto da Barca do Inferno). Deste modo, o louco dava voz à verdade sem, no entanto, ser responsável ou conhecedor da verdade que transmite.<br><br></div><div>Durante muito tempo, o louco é banido por ser considerado em função da sua ausência de razão. Mais tarde, a exclusão social mantém-se, mas modifica-se a perceção da loucura. O louco é, doravante, visto como o outro da razão e internado para que os homens, responsáveis pela sua exclusão da esfera da “normalidade”, dele se distingam e se reintegrem na norma que eles mesmos definiram. Finalmente, o louco passou a ser encarado como doente, dotado de um estatuto científico e terapêutico. A experiência da loucura é entendida, agora, como uma alteração da faculdade humana e como uma alienação da verdade do homem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 17:14:39 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Mariana Oliveira nº22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Auto-retratos de Van Gogh</strong>&nbsp;</div><div>Como é de conhecimento de muita gente os auto-retratos belíssimos de Van Gogh estão associados aos seus problemas psicológicos. É importante ter em atenção a saúde física e mental deste na interpretação das suas obras. Van Gogh tinha experimentando um surto psicótico na altura em que fez alguns dos seus auto-retratos, o que o levou isolar-se do mundo exterior e evitar o contato visual. Era exatamente assim que este se retratava e como se sentia na época: mentalmente e fisicamente exausto.&nbsp;</div><div>&nbsp;A sua condição estava associada à noção de loucura, ou seja, uma perda de perceção de realidade e comportamentos fora do normal. O pintor deixou de perceber quem era, o que o levou a tentar encontrar-se retratando-se numa tela. Nestes auto-retratos encontramos bastantes provas do seu estado como o fundo giratório e caótico com linhas compactas, enroladas e onduladas que demonstram a compulsividade e inquietação de Van Gogh. Esta imagem tensa transmite também a confusão mental e desorientação do pintor que é a evidência de que a pintura foi feita&nbsp; num estado psicótico.&nbsp;</div><div>Van Gogh tentou curar-se através da arte e nas suas pinturas encontramos vestígios da sua loucura. Sendo também a sua forma de refúgio pois este se encontrava num asilo, onde se internou após o seu colapso mental.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 17:58:08 UTC</pubDate>
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         <title>A arteterapia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(Matilde Ribeiro 12ºN nº17)<br>A Arteterapia é uma combinação das áreas das artes e da psicologia e utiliza recursos artísticos como elementos terapêuticos. Este uso da arte com aplicações terapêuticas foi incentivado no início do século XIX, pelo médico alemão Johann Christian Reil, que instituiu um protocolo terapêutico, com finalidade de cura psiquiátrica.<br><br></div><div>A Arteterapia tem como objetivo favorecer o processo terapêutico, incentivando o indivíduo a entrar em contato com conteúdos emocionais internos e muitas vezes inconscientes, normalmente bloqueados por algum motivo psicológico, e assim expressa sentimentos reprimidos.<br><br></div><div>Em prática a arteterapia incentiva o paciente a explorar a sua mente através da expressão artística (pintura, desenho, modelagem, escultura, poesia, dança…).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 18:23:10 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda nº6 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma condição mental humana caracterizada por pensamentos ou ações ‘’anormais’’. É um termo popular. A sociedade estabelece padrões e quem estiver fora dos mesmos pode ser considerado ‘’louco’’.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;As pessoas consideradas loucas, maioritariamente sofrem de psicose – perturbação mental que causa dificuldades para distinguir o real do não real. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 20:03:25 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12º N</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vou começar então por dar uma breve introdução a estes dois temas. A genialidade provém de uma pessoa com grande capacidade mental. Ou seja, o termo génio aplica-se a alguém que seja um polímata, ou seja, alguém habilidoso em muitas áreas intelectuais. O termo aplica-se com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado relativamente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; A loucura&nbsp; é uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de atos sem qualquer sentido.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Algumas visões sobre loucura defendem que o sujeito não está doente da mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; Nunca foi totalmente comprovado a ligação direta de genialidade e loucura, mas podemos afirmar que os génios não tinham limites quanto à criatividade utilizada nas suas ações, artes ou trabalho. E por isso eram nomeados “fora do comum”, pois faziam coisas que outros, considerados normais, não arriscariam nem sequer tentar fazer.<br><br></div><div><br>&nbsp; Alguns psicólogos acreditam que a genialidade está completamente ligada à criatividade. Pois no caminho criativo vamos do normal ao anormal para encontrar soluções diferentes ou criar meios alternativos de fazer algo já existente.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; A criatividade então pode ser considerada uma espécie de transtorno de comportamento, pois foge do trivial, mas por outro lado alcança níveis satisfatórios e positivos.<br><br></div><div><br>&nbsp; De acordo com um dos pontos do livro “Origins of Genius” de Dean Simonton: “ A criatividade não está necessariamente associada ao fato de atingir altos níveis de educação formal, mas não prescinde de leitura e aprendizado. Muitas vezes esse aprendizado não se dá dentro das escolas formais, burocráticas e repetitivas”.<br><br></div><div><br>&nbsp; Por muito tempo acreditou-se então que o criativo era considerado certamente louco. E a história acabou então por nos dar muitos exemplos disso, como por exemplo:&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; - Beethoven, segundo alguns autores, tinha transtorno bipolar com períodos de grande excitação seguidos de devasta depressão; começaram a considerá-lo louco quando a meio de uma crise, após descobrir então o seu estado de surdez, que acabou por se tornar irreversível. Achavam-no louco por ser fora do normal, afinal quando esta crise passara, Beethoven descobrira que conseguia continuar a sua carreira como compositor mesmo com todos os seus problemas, e existir um compositor surdo não era algo normal de se ver, especialmente um génio como o mesmo. Porém, enquanto os outros o chamavam de louco pelo uso da sua criatividade, o compositor referia-se à sua criatividade como o seu único resguardo, como podemos ver na seguinte citação “ foi a arte, e só a arte, que me salvou “.<br><br></div><div><br>&nbsp; - O aviador e produtor de filmes Howard Hughes tinha uma estranha fobia de germes e mania exagerada de limpeza, por causa do transtorno tornou-se recluso e viciou-se em codeína ( tratamento da dor de leve à moderada e como antitússico ); Howard pretendia estar sempre um passo à frente de toda a sociedade, assustando assim a mesma pela sua genialidade para a época em que vivia;<br><br></div><div><br>- John Nash era um génio da matemática que sofria de esquizofrenia, sendo assim considerado louco não só pela sua imensa inteligência mas também porque a sua tamanha inteligência chega a ser incompreendida, pelo facto de sofrer então este distúrbio, muitos o julgavam mais uma vez por não pertencer ao que a sociedade considerava comum.<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; Por fim vou então deixar uma citação de Platão: <em>“Criatividade é uma loucura divina, um presente dos deuses”. Platão, também por viver noutros tempos, considerava a loucura uma dádiva, pois era na loucura que se encontrava a arte e era a arte que dava sentido à vida.<br></em><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 20:08:06 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda nº6 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1602778600</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Idade Antiga</strong>&nbsp;</div><div>Na Grécia Antiga, a loucura era vista como um ‘’saber divino’’ e os loucos eram o meio de comunicação com os deuses.&nbsp;</div><div>A loucura passou de dom para castigo na Idade Média. As pessoas com problemas mentais passaram a ser vistas como possuídas por seres do mal e sentença de morte.&nbsp;</div><div><strong>Renascimento</strong>&nbsp;</div><div>O período do Renascimento traz dois momentos: o primeiro, a exaltação do insano, principalmente na arte, onde a loucura passa a expressar as forças da natureza. Depois é o reverso da razão e ganha um carácter moral. A loucura é vista como um conjunto de vícios e torna-se um adjetivo desqualificador.&nbsp;</div><div><strong>Século XVII</strong>&nbsp;</div><div>No contexto da Revolução Industrial, todas as pessoas que não se encaixavam no padrão de produtivos e disciplinados eram considerados loucos. Surgiu hospitais para interna-los, não com o objetivo de curá-los, mas sim isolá-los e excluí-los do convívio social. &nbsp;</div><div><strong>Século XVIII</strong>&nbsp;</div><div>Com as tentativas de avanço da ciência, a loucura passa a ser vista como uma doença, ou seja, algo de ordem médica e não social. Os loucos passaram a ser vigiados constantemente e qualquer comportamento diferente era punido como tentativa de controlar e educar. &nbsp;</div><div><strong>Século XX</strong>&nbsp;</div><div>O século XX traz a mudança nos tratamentos médicos, surgindo eletrochoques, comas induzidos, banhos gelados… Após a 2ªGuerra Mundial, surgiu os medicamentos antipsicóticos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 20:08:56 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12º N</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1602781371</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura é a privação do uso da razão ou do bom senso. A loucura caracteriza-se pelo afastamento do indivíduo de seu modo habitual de pensar e de agir.<br><br></div><div>A loucura também está relacionada com a demência, um termo de origem latina que significa “desligado ou alheio da mente”. Esta doença consiste na ausência ou na perda das funções cognitivas, que geralmente impede de realizar atividades quotidianas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 20:14:02 UTC</pubDate>
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         <title>Mafalda Henriques 12D nº18</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1602787764</link>
         <description><![CDATA[<div>A história da loucura descortina que na Grécia Antiga, por exemplo, ser louco poderia ser quase um privilégio, uma vez que se acreditava que este tinha a capacidade de comunicar com as divindades.<br>Já na Idade Média, a loucura passa a ser entendida como uma manifestação demoníaca do sobrenatural, sendo muitas vezes relacionada com a bruxaria. Neste período, pessoas como estas eram consideradas bruxos e hereges pela igreja católica sendo perseguidos e punidos de forma severa.<br>No entanto, na Idade Moderna, a loucura volta a ser vista de um novo ângulo, do ponto de vista médico, estando nisto presente o dualismo corpo-mente, pressuposto por Descartes, que afirmava que “Se alguém pensa não pode ser louco, e se alguém é louco não pode pensar”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 20:24:19 UTC</pubDate>
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         <title>Mafalda Henriques 12D nº18</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1602791876</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura é, segundo a psicologia, uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou pela realização de coisas sem sentido. É resultado de um transtorno mental.<br>No entanto, nem sempre a loucura foi um problema, doença, erro ou disfunção. E se as interpretações e definições da loucura mudam tão drasticamente diante a geografia e tempo, será possível afirmar que esta seja um distúrbio da mente e não apenas um desvio social? Sendo assim, como se faz o diagnostico de uma pessoa louca?<br>David Rosehan decidiu fazer um estudo de caso e dirigiu-se, tal como oito outros voluntários, a um hospital psiquiátrico, onde todos afirmaram ouvir vozes e sons mas, à parte disto, comportaram-se com total normalidade. No fim, todos foram diagnosticados como esquizofrénicos, sendo imediatamente internados.<br>Depois de serem admitidos, agiram sempre normalmente e foram tomando notas do tempo que lá passaram e das atitudes dos funcionários das instituições. Quando regressaram á sua vida normal, pesquisaram os arquivos sobre as suas estadias nos hospitais e em nenhum havia referência a qualquer tipo de desconfiança perante o comportamento destes pacientes. Este estudo mostra assim que o verdadeiro problema não está nas mentes das pessoas, mas sim na forma pouco eficiente de se tratar e diagnosticar um doente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 20:31:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mafalda Henriques 12D nº18</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1602794357</link>
         <description><![CDATA[<div>Um número considerável de pessoas mentalmente doentes não vivem inseridas na comunidade, mas em vez disso estão presos ou são sem-abrigos, enquanto outras destas vivem em instituições psiquiátricas com condições pouco humanizadas, o que traz ao de cima a perspetiva da desinstitucionalização. Esta é definida pela substituição dos hospitais psiquiátricos para internamento prolongado por serviços alternativos de menor dimensão, menos isolados e com base na comunidade, para cuidar das pessoas com doença mental.<br>Isto seria possível através da criação de residências terapêuticas que promovessem a criação de figuras familiares de acolhimento, cuidadores informais, terapias que deixassem de ser constituídas apenas pela prescrição de medicamentos e a passagem dos doentes na comunidade terapêutica apenas durante o dia, voltando a noite para as suas residências habituais.<br>Deste modo, as residências terapêuticas iriam adquirir um novo sentido e passariam a existir novas formas de tratar o indivíduo na sua vida, através de um comportamento ético, contrário ao estigma, exclusão e violência.&nbsp;<br>Para isto, é necessária uma abordagem à saúde mental na comunidade como uma prioridade, realçando a urgência da importância de integrar o doente mental na sociedade, promover a sua autonomia e prepará-los para a sua integração no mercado de trabalho.<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 20:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>Concussion (2015)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>O seguinte filme é baseado na história verídica do médico que através de ciência provocou o confronto entre a ganância empresarial desportiva, que só visa lucrar, e o conhecimento científico</strong>.</div><div><br></div><div>Will Smith dá vida ao Dr. Bennet Omalu, um neuropatologista nigeriano, que descobriu que atletas de desportos violentos,neste caso futebol americano, após sofrerem lesões constantes na cabeça&nbsp; têm altas probalidades de desenvolverem CTE ( Encefalopatia Traumática Crónica), uma doença degenerativa.</div><div><br></div><div>Tudo começa quando Mike Webster, ex-jogador dos Pittsburgh Steelers, morre de enfarte cardíaco. Webster tinha apenas 50 anos, no entanto, estava ligado a um extenso histórico de loucura que incluía automutilação, a sensação de ouvir vozes e ataques de raiva e desespero. Este caso chama a atenção de Omalu, que insiste em investigar a causa da sua morte.&nbsp;</div><div><br></div><div>Porém, a ETC não se revelou apenas uma descoberta académica, mas sim, uma&nbsp; luta contra uma grande corporação que movimenta bilhões por ano, a NFL,&nbsp; a liga de futebol americano .</div><div>Nos anos seguintes, Omalu deparou-se com a morte de três outros ex-jogadores , Terry Long, Justin Strzelczyk e Andre Waters, cujo os quais tinham sintomas muito semelhantes aos de Webster. A NFL tentou sabotar ao máximo ao investigação de Omalu, chegando até a ameaçar o seu emprego e a sua família. A verdade é que tal descoberta iria colocar em causa o desporto em si.&nbsp;</div><div><br></div><div>No entanto, após o suicídio de outro ex-jogador, Dave Duerson, em que este deixa para trás um carta que admite que Omalu se encontrava certo e os seus estudos mereciam ser aprofundados, ECT recebe o reconhecimento esperado. Devido ao escândalo provocado pela carta, NFL vê-se obrigada a tratar o assunto com a seriedade devida e várias conferências acerca de concussões e ETC são realizadas.&nbsp;</div><div>Em conclusão, este filme encaixa-se perfeitamente na temática da loucura, pois demonstra como a loucura, a perda da noção da realidade, tem causas e, como tal, as diferentes perturbações merecem ser estudadas. Omalu provocou o debate acerca do impacto dos desportes violentos na vida dos atletas, que praticados a longo prazo podem provocar consequências irremediáveis a nível cerebral. Consequentemente, várias&nbsp;</div><div>técnicas e movimentos de jogo mais agressivos foram impedidos de ser jogados e, mais importante, jogadores de futebol americano têm atualmente a oportunidade de se encontrar informados acerca das consequências da sua prática.<br><br><strong>Maria Ferreira N°14 12°N</strong><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 22:03:51 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda nº6 12ºN</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ugolino and His Sons, Jean-Baptiste Carpeaux<br><br></div><div>O tema desta obra romântica muito intensa é derivado do canto 33 do Inferno de Dante, em que o poeta descreve como o conde Ugolino della Gherardesca, traidor pisano, seus filhos e seus netos foram encarcerados em 1288, e acabaram morrendo de fome. Carpeaux capturou a angústia do pai mordendo as mãos por desespero e o gesto de seus filhos que oferecem a ele seus próprios corpos como alimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 00:10:07 UTC</pubDate>
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         <title>12D Nº19 Margarida Miranda</title>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura é relatada, inicialmente, na Antiguidade grega e romana, (junto com outras doenças classificadas como práticas mitológicas), manifestações sobrenaturais motivadas por deuses e demónios. Nessa época, a loucura era identificada pela influência da ideologia religiosa e pela força dos preconceitos sagrados.<br>Nos tempos da<strong> Inquisição,</strong> a loucura foi entendida como uma manifestação sobrenatural, algo demoníaco e até satânico, e classificada como expressão de bruxaria. Em virtude do forte poder da Igreja, o movimento de caça às bruxas, liderado pela Inquisição, objetivava manter a aceitação e a concordância da crença religiosa. Assim, os chamados hereges e os divergentes da ideologia cristã dominante eram considerados loucos, bruxos e feiticeiros, servidores do mal e de forças malignas.<br>Dessa forma, a loucura, nessa época, identificava-se com os perfis e com os papéis dos feiticeiros portadores de supostas doenças mentais, repercutida pela relação do poder da igreja e da burguesia. Entretanto, com o desenvolvimento histórico, o poder eclesiástico foi abalado, o que permitiu um novo olhar sobre a doença e sobre o portador do transtorno mental.<br>No <strong>Período Renascentista,</strong> os loucos eram atirados ao rio, como cargas insanas em embarcações que <strong>recebiam o nome de Nau dos Loucos.</strong> Essas embarcações dispunham de um valor simbólico, como um ritual que libertava a sociedade dos doidos. Confiar o louco aos marinheiros, era a certeza de evitar que iriam ficar nas cidades e também de que iriam para longe, era torná-los prisioneiros da sua própria partida.</div><div>Como ocorreu na Renascença, em várias cidades da Europa, especialmente em França, instaurava-se, em relação à loucura, uma <strong>ideia de animalidade</strong>. O louco era visto como um animal, desprovido da sua racionalidade, da sua fragilidade humana e da sensibilidade à dor física. Como a animalidade, a loucura era sinal de humilhação e sofrimento.<br><strong>O que conhece não pode estar louco, assim como o eu que não pensa, não existe.</strong> Excluída pelo sujeito que duvida, a loucura é a condição de impossibilidade do pensamento. Ou seja, a partir do racionalismo moderno, a sabedoria e a loucura separam-se. Os perigos que a loucura poderia oferecer para influenciar a relação entre o sujeito e as verdades são afastados.<br><br></div><div>Em meados do século XVII, foram criados os primeiros estabelecimentos para internação, destinados a receber os loucos. Essas casas de internamento eram verdadeiros cárceres que aprisionavam uma série de indivíduos, portadores de doenças venéreas, mendigos, os próprios loucos, enfim, todos aqueles que, em relação à ordem da razão, da moral e da sociedade, demonstravam fonte de desordem e desorganização moral.<br>No final do século XVIII, a loucura era vista como a ausência de liberdade, e o ato de aprisionar os loucos, repressivamente, apenas fazia aumentar a sua loucura. Dessa forma, o internamento deixava de desejar a repressão e passava a ir em busca da libertação, o que, em princípio, contribuiu para o fim do internamento e o surgimento dos asilos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 10:26:18 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº20, Maria Almeida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No dicionário a palavra loucura refere-se à alienação mental; insensatez; imprudência; extravagância; doidice, ato descontrolado ou irrefletido.&nbsp;<br><br></div><div>Já segundo a psicologia, a loucura é uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido. Esta pode ser resultado de algum transtorno mental.&nbsp;</div><div>Algumas visões sobre loucura defendem que o sujeito não está doente da mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 10:27:25 UTC</pubDate>
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         <title>12D Nº19 Margarida Miranda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>"Nunca existiu uma grande inteligência sem uma veia de loucura</em>", <em>Aristóteles</em>.&nbsp;<br><br>Pode ser definida como um distúrbio ou alteração mental caracterizada pelo afastamento do indivíduo dos seus métodos habituais de pensar, sentir e agir. A loucura ou insânia pode ser uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados “anormais” pela sociedade. É um resultado de uma doença mental, quando não é classificada como a própria doença. Nesta visão fica implícita a distinção do normal e do patológico, com determinadas características. É uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade. A loucura faz parte de toda uma discussão que abrange algumas ciências e saberes, como a Filosofia, Direito, Medicina Psiquiatria, Psicologia e Biologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 10:36:55 UTC</pubDate>
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         <title>12D Nº19 Margarida Miranda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603269474</link>
         <description><![CDATA[<div>Ocorreram avanços extraordinários no tratamento das doenças mentais. Como resultado, atualmente, é possível tratar muitos transtornos de saúde mental quase com tanto êxito como os físicos.<br><br>A maioria dos métodos para tratar os transtornos de saúde mental pode ser classificada como</div><ul><li>Somáticos</li><li>Psicoterapêuticos</li></ul><div><br></div><div>Os <strong>tratamentos somáticos</strong> incluem medicamentos, eletroconvulsoterapia e outros tipos de terapia que estimulam o cérebro (por exemplo, estimulação magnética transcraniana e estimulação do nervo vago).<br><br></div><div>Os <strong>tratamentos psicoterapêuticos</strong> incluem psicoterapia (individual, de grupo ou familiar e conjugal), técnicas de terapia comportamental (por exemplo, métodos de relaxamento ou terapia de exposição) e hipnoterapia.<br><br></div><div>Grande parte dos estudos sugere que, para transtornos de saúde mental importantes, uma abordagem terapêutica que contemple tanto medicamentos como psicoterapia é mais eficaz do que qualquer um dos métodos de tratamento utilizados isoladamente.<br>Os psiquiatras não são os únicos profissionais de saúde mental preparados para tratar a doença mental. Outros profissionais incluem psicólogos clínicos, enfermeiros com formação avançada e assistentes sociais. Entretanto, psiquiatras (e enfermeiros práticos de psiquiatria em alguns estados) são os únicos profissionais de cuidados com a saúde mental com permissão para receitar medicamentos. Outros profissionais da saúde mental trabalham, sobretudo, com psicoterapia. Muitos clínicos gerais e outras categorias de médicos também receitam medicamentos para tratamento de transtornos de saúde mental.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 10:50:59 UTC</pubDate>
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         <title>12.ºN Patrícia Pinhão n°22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603314115</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura, segundo o dicionário, é um distúrbio mental grave que impede alguém de viver em sociedade, definido pela incapacidade mental de agir, de sentir ou de pensar como o suposto.&nbsp;</div><div>Na minha opinião, a palavra “loucura” ou “louco/a” tem sido cada vez mais descontextualizada ou vista como algo comum. Por exemplo, eu não sou “louca” por saltar de pára-quedas ou por decidir ir dar um mergulho ao mar à noite. Deste modo, tem sido cada vez mais comum usar a palavra “louco” para descrever algo banal quando, na verdade, a loucura é, segundo a psicologia, uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido, sendo, então, resultado de algum transtorno mental que deverá ser tratado com os devidos cuidados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 12:07:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603524448</link>
         <description><![CDATA[<div>Até finais do século XIX, a loucura estava relacionada com o incumprimento das normas sociais estabelecidas. Aliás, certas doenças como a epilepsia eram associadas à loucura.<br><br></div><div>Atualmente, a noção de loucura está relacionada com um desequilíbrio mental que se manifesta numa percepção distorcida da realidade, na perda de autocontrolo, em alucinações e em comportamentos absurdos ou que não se justificam.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:10:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603525944</link>
         <description><![CDATA[<div>A saúde mental e a saúde física são duas vertentes fundamentais e indissociáveis da saúde<br><br></div><div>É sentirmo-nos bem connosco próprios e na relação que mantemos com os outros.<br>É sermos capazes de lidar de forma positiva com as adversidades.<br>É termos confiança e não temermos o futuro.<br><br></div><div><strong>Mente sã em corpo são!</strong><br>A saúde mental e a saúde física são duas vertentes fundamentais e indissociáveis da saúde.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:12:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12º N</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603526975</link>
         <description><![CDATA[<div>- <strong>Problemas de saúde mental mais frequentes<br></strong><br></div><ul><li>Ansiedade</li><li>Mal-estar psicológico ou stress continuado</li><li>Depressão</li><li>Dependência de álcool e outras drogas</li><li>Perturbações psicóticas, como a esquizofrenia</li><li>Atraso mental</li><li>Demências</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:14:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603529165</link>
         <description><![CDATA[<div>A jornalista Daniela Arbex compara o maior hospício que já existiu no Brasil com o genocídio ocorrido durante a II Guerra Mundial. Segundo estimativas da autora, 60 mil pessoas morreram em colónia, manicómio localizado na cidade mineira de Barbacena. No livro reportagem, além de descrever a cruel rotina do lugar, Daniela conta como o hospício era um verdadeiro depósito de pessoas incômodas e indesejadas. Grande parte das pessoas era internada à força e sem diagnostico de doença mental. Órfãos, mulheres que perderam a virgindade antes do casamento, homossexuais e mendigos eram trancafiados em colónia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:17:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12º N</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603531561</link>
         <description><![CDATA[<div>A maioria dos loucos e sãos que chegavam ao Hospício de Barbacena fazia o caminho até a cidade por uma das muitas linhas de trem que passavam pela região. O conto de Guimarães Rosa, pertencente ao livro " Primeiras Estórias ", narra a história de Sorôco, homem viúvo que se encaminha com sua mãe e filha para embarca-las no comboio que as levaria para o manicómio.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603539113</link>
         <description><![CDATA[<div>Mylia, Ernst, Kaas, Theodor, Hinnerk. As personagens têm em comum o fato de terem suas vidas entrelaçadas pelo Hospício Georg Rosemberg. Em Jerusalém vemos os limites entre a loucura e a razão. O livro do escritor português Gonçalo Tavares recebeu críticas elogiosas e foi vencedor do prémio literário José Saramago.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:30:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603541290</link>
         <description><![CDATA[<div>Certo dia, por intermédio de sua esposa, Vitangelo Moscarda descobre que seu nariz cai levemente para a direita. A conversa despretensiosa o leva a perceber que ele não é quem pensa que é. A partir daí, o poeta, dramaturgo e romancista Luigi Pirandello nos leva a refletir sobre como somos um ser diferente para cada pessoa que nos vê e sobre nossa impotência diante da imagem que cada um forma de nós. Tal reflexão é levada ao extremo pela personagem que, ao tentar desconstruir as imagens criadas sobre ele, começa a ser taxado de louco por amigos, familiares e moradores da cidade em que vive.<br>Certo dia, por intermédio de sua esposa, Vitangelo Moscarda descobre que seu nariz cai levemente para a direita. A conversa despretensiosa o leva a perceber que ele não é quem pensa que é. A partir daí, o poeta, dramaturgo e romancista Luigi Pirandello nos leva a refletir sobre como somos um ser diferente para cada pessoa que nos vê e sobre nossa impotência diante da imagem que cada um forma de nós. Tal reflexão é levada ao extremo pela personagem que, ao tentar desconstruir as imagens criadas sobre ele, começa a ser taxado de louco por amigos, familiares e moradores da cidade em que vive.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:33:28 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603544654</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura ou insanidade é segundo a psicologia uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido. É resultado de algum transtorno mental (os temas transtorno, distúrbio e doença combinam-se aos termos mental, psíquico e psiquiátrico para descrever qualquer normalidade, sofrimento ou comprometimento de ordem psicológica ou mental).&nbsp;<br>A Loucura atravessa o tempo e o espaço. Tal como o inconsciente, ela é atemporal e não-espacial e tem sido encarada pelas notícias constantes de crimes e atos que nos deixam perplexos e muitas vezes assustados. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:38:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12º N</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603545504</link>
         <description><![CDATA[<div>A psicoterapia pode trazer enormes benefícios que, nem sempre, chegam ao conhecimento de quem ainda não passou por esse processo.<br><br></div><div>Estão aqui alguns destes benefícios:<br><br></div><ul><li>Desenvolvimento pessoal,</li><li>Tolerância à frustração,</li><li>Autoconhecimento (quando adquirido, é uma libertação pessoal),</li><li>Superação de conflitos internos (questões que te deixam estagnado, e que talvez ainda não tivesses tomado consciência),</li><li>Aumento da Autoestima (de uma forma literalmente popular “Ser mais tu próprio”),</li><li>Superação de traumas e abusos ( tanto aqueles vivenciados na fase infantil, como na fase adulta),</li><li>Segurança nas decisões,</li><li>Autonomia (caminha lado a lado com o Autoconhecimento).</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:39:18 UTC</pubDate>
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         <title>12º D, Carolina Neri, Nº 1</title>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>transtorno obsessivo-compulsivo </strong>é uma perturbação mental em que se têm pensamentos, ideias ou sensações indesejadas e recorrentes, que são as <strong>obsessões</strong>, que fazem as pessoas sentir-se obrigadas a fazer algo repetidamente, as <strong>compulsões</strong>. Por outras palavras, a ansiedade leva ao envolvimento num comportamento repetitivo (uma compulsão), que proporciona um alívio temporário. Mais tarde, ocorre um pensamento recorrente (uma obsessão) que causa ansiedade crescente. O envolvimento na compulsão alivia a ansiedade e, assim, o ciclo repete-se. O indivíduo poderá ter consciência de que as suas obsessões não são realistas, no entanto, tem dificuldade em resistir aos pensamentos obsessivos ou aos comportamentos compulsivos, realçando o papel da <strong>psicose</strong> (perda de contacto com a realidade) neste transtorno, pois, há uma perda de controle dos pensamentos, emoções e impulsos. Segundo o livro ABC da mente humana, apesar de os doentes percepcionarem estes comportamentos como produto da sua mente, excessivos, inadequados ou irracionais, estes corresponderam em alguns momentos das suas vidas à melhor solução para lidar com conflitos que de outra forma se tornariam insuportáveis, por isso, sentem a obrigação de os fazer. De qualquer forma, a angústia causada por estes pensamentos intrusivos não pode ser resolvida pela lógica ou pelo raciocínio. Exemplos comuns de obsessões são o medo de ser contaminado por outras pessoas ou pelo meio ambiente e a preocupação extrema com a ordem, a simetria e a precisão. As compulsões são comportamentos repetitivos ou atos mentais que uma pessoa se sente impelida a realizar em resposta a uma obsessão. Normalmente estes comportamentos previnem ou reduzem o sofrimento relacionado com a obsessão e podem ser respostas exageradas diretamente ligadas a esta -&nbsp; como por exemplo, a lavagem excessiva das mãos, a limpeza repetida de objetos ou a sua organização de uma forma simétrica específica. Desta forma, sintomas obsessivo-compulsivos são comuns, visto que muitas pessoas afirmam ter algum tipo destes comportamentos, no entanto, ser um doente com TOC não é tão comum, pois um diagnóstico de TOC requer que as obsessões e compulsões consumam tempo (podendo chegar a várias horas por dia), causem sofrimento significativo e prejudiquem o trabalho ou funcionamento social do indivíduo. Claro que, verificar uma segunda vez se o fogão está desligado antes de sair de casa é normal, mas fazê-lo trinta vezes já não seria tão razoável.&nbsp;</div><div>Como a ansiedade é a perturbação predominante quando se tenta evitar fazer as compulsões a que as obsessões obrigam, o TOC inclui-se no grupo dos <strong>distúrbios de ansiedade</strong>. Os pacientes com TOC que recebem tratamento, normalmente notam resultados positivos, como melhoria da qualidade de vida. Os tratamentos podem ser a <strong>terapia cognitivo-comportamental (TCC)</strong> ou <strong>medicamentos</strong>, nomeadamente alguns antidepressivos. A <strong>TCC</strong>, também conhecida como prevenção de exposição e resposta, consiste numa série de sessões em que os doentes são sujeitos a situações de medo ou imagens que expressam as suas obsessões, o que leva, inicialmente, ao aumento da ansiedade. Os indivíduos são instruídos a evitar realizar as compulsões. Desta forma, permanecem numa situação de medo sem que nada terrível aconteça, o que faz com que os indivíduos reconheçam que as suas obsessões são apenas pensamentos, e não realidade. Assim, aprendem que podem lidar com as obsessões sem recorrer a comportamentos ritualísticos, o que faz com que a ansiedade diminua com o tempo. As sessões costumam começar com níveis baixos de ansiedade que vão aumentando progressivamente. Por causa da ansiedade associada ao tratamento, há doentes que não concordam em participar nesta terapia, apesar dos resultados positivos que pode apresentar. A utilização de <strong>medicamentos</strong> está relacionada com uma classe dos mesmos, conhecida como inibidores seletivos de recaptação da <strong>serotonina</strong>, o químico do bom humor, (ISRS). Estes também são utilizados no combate à depressão, mas nesta as doses são menores. Os pacientes com sintomas graves de TOC podem ter que recorrer a ambos os tratamentos referidos acima.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 19:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>Inês Pires, nº14, 12ºC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Há uma grande confusão quando se trata de distinguir o conceito de deficiência e doença mental, impedindo assim que haja uma visão correta não só das necessidades, mas também das formas de tratamento e cada situação.<br><br></div><div>A deficiência mental é uma condição interrompida/incompleta do desenvolvimento da mente, que origina limitações a nível cognitivo que pode resultar num funcionamento intelectual abaixo da média e incapacidade de adaptação ás exigências culturais da sociedade como por exemplo, os meninos selvagens.&nbsp; Apesar de não ser uma doença, esta pode resultar de uma afeção orgânica ou uma alteração genética, podendo ocorrer á nascença ou na infância.</div><div>É possível aumentar as competências das pessoas que a possuem através de aprendizagem e reabilitação, mas nunca irá atinge um funcionamento intelectual e social completo.</div><div>Ao contrário da deficiência mental que tem um conceito exato, a doença mental já é mais difícil de definir, isto porque, abrange perturbações que afetam o funcionamento e o comportamento emocional, social e intelectual. As doenças mentais manifestam se em determinados momentos da vida, antes do qual não existem alterações ou perda de capacidades.</div><div>Segundo a organização mundial de saúde, “A perturbação mental caracteriza se por alterações do modo de pensar e das emoções, ou por desadequação ou deterioração do funcionamento psicológico e social. Resulta de fatores biológicos, psicológicos e sociais.”, sendo assim, existe uma alteração, com diversos graus de gravidade (aguda ou crônica), podendo ser tratada e curada (em alguns casos). Quando se verifica uma deterioração das capacidades é um resultado da doença e não uma condição inicial.</div><div>A saúde mental é uma área que a psicologia trabalha para proporcionar um estado de bem-estar à pessoa, tendo um conceito mais lato, sendo definido pela OMS como: um estado de bem-estar subjetivo, capacidade de comunicação e relacionamento interpessoal, competências na vida social e pessoal, capacidades de autonomia e escolha de um projeto de vida, autorrealização intelectual e emocional e adequação à realidade. Esta depende tanto de fatores pessoais como ambientais, podendo ser promovida através de programas adequados, da melhoria das condições sociais e prevenindo o stress e outros fatores de risco e da luta contra o estigma.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 19:16:27 UTC</pubDate>
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         <title>Inês Pires, n°14, 12°C</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603630801</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura é considerada o oposto da razão, a perda do juízo e desordem do pensamento, contudo na idade média a loucura era encarada como o diabo em carne e osso. Quando uma pessoa tinha algum tipo de doença mental dizia-se que estava possuída. Assim, nesta época a pessoa com alguma deficiência ou comportamento considerado anormal (como as doenças mentais como a depressão) era considerada louca.<br>Este tipo de realidade que se vivia naquela época era influenciada não só pelo medo que se vivia em relação ao diabo como também pela ignorância por assim dizer das pessoas em relação a ciência. Não conseguiam explicar de outra maneira, isto porque, não tinham o conhecimento que por exemplo nos temos hoje em dia, como os tratamentos. Os loucos eram vistos como animais que mereciam, por isso, estar a parte da sociedade, havendo esta mentalidade, as pessoas que sofriam destas doenças eram tratadas abaixo de cão como se costuma dizer, eram espancados, havia uma privação de alimentos, eram torturados e eram aprisionavam os doentes em locais escures e muito pouco higiénicos para que estes se livrassem dessa possessão. Resumindo viviam em manicómios sem as mínimas condições para a sua sobrevivência.<br>Para além disso eles relacionavam a loucura e as possessões como já disse anteriormente e ao género. Era relaciona no género no sentido em que se a mulher apresenta-se uma coisa mínima que não fosse considerado normal perante a sociedade na altura, era muito mais grave do que se fosse com um homem, por exemplo, uma mulher era considerada bruxa se fosse velha e estéril mas ao mesmo tempo era&nbsp; também considerada bruxa se fosse jovem e fértil. As ações anormais que as mulheres tinham nesta altura eram pouco toleradas, uma vez que eram vistas como pessoas que tinham de cuidar da casa e ter filhos, se apresentassem comportamentos inadequados ou excêntricos para os padrões sociais vigentes, como, não estarem casadas, não terem filhos nem quererem ter e o desejo de ter uma vida para alem de cuidar da casa, eram também consideradas loucas.<br>As pessoas nesta altura não tinham qualquer tipo de tratamento, primeiro havia uma tentativa de exorcismo e se eventualmente não melhorassem seriam queimadas vivas. A histeria e a psicose eram doenças mentais muito comuns na idade media por esse motivo várias mulheres foram queimadas vivas apos evidenciarem esse problema.<br>O que ainda achei mais bizarro foi terem várias escalas de demónios, ou seja, várias escalas de loucura, os de graus mais altos eram mais intelectuais, no sentido que faziam na sua cabeça situações imaginarias, como alucinações, já os demônios de graus mais baixos teriam a mente similar a de um animal, ou seja, um comportamento mais primitivo, mais brutos, mais insensíveis, não pensavam de uma maneira logica nem agiam de acordo com a etiqueta da altura, que hoje em dia podia se associar a doenças como a esquizofrenia e a síndrome de hulk.<br>Concluindo a partir do que já falamos ate agora e do que já sabemos em relação á loucura, percebemos que nós, sociedade, é que damos significado “mau” a palavra louco e consequentemente loucura uma vez que, naquela altura as mulheres não se intitulavam de bruxas, mas sim as pessoas em seu redor e hoje em dia, apesar de as pessoas terem conhecimento que sofrem de uma doença mental, não se “assumem” como doentes mentais, mas são intituladas como tal pela sociedade.&nbsp;<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 19:34:40 UTC</pubDate>
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         <title>Miriam Azevedo,12ºN,Nº18</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603646072</link>
         <description><![CDATA[<div>No âmbito do Trabalho de psicologia sobre a “loucura”, e das escolas de ensino especial serem um espaço de enquadramento dos “loucos”,&nbsp; foram propostas questões relacionadas com o tema há um professor de ensino especial.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>-Qual o papel das escolas de ensino especial na vida destas crianças/ jovens?&nbsp;</div><div>R:As escolas de ensino especial aparecem como último recurso para as crianças/ jovens com necessidades educativas especiais, sendo uma resposta mais adequada aos alunos. É crucial no desenvolvimento de capacidades que o ensino regular não consegue.&nbsp;</div><div><br></div><div>-Que tipo de trabalho é feito com estas crianças /jovens?&nbsp;</div><div>Dependendo do aluno e/ ou da sua patologia, pode passar por realizar-se atividades de autonomia,&nbsp; por um trabalho de reconhecimento das emoções, valorização do aluno e das suas características. É realizado um trabalho que possa enriquecer as crianças/ jovens de currículo as pessoa&nbsp;</div><div><br></div><div>-Como funciona o ensino destas crianças (as disciplinas, tipo de atividades realizadas, etc.)?&nbsp;</div><div>Depois de ser feito um levantamento das necessidades dos alunos, as atividades curriculares desenvolvidas vão ao encontro das suas necessidades, sendo também importante começar a definir algumas características que se venham a poder aplicar posteriormente na sua vida ativa caso não seja possível o regresso ao ensino regular.</div><div><br></div><div>-qual o relacionamento entre a escola e a família?&nbsp;</div><div>Geralmente a relação com as famílias é positiva.&nbsp;</div><div><br></div><div>-Como se dá a inclusão de novos alunos nas salas de ensino especial?&nbsp;</div><div>A maior parte dos alunos entra numa turma que já tem dinâmicas e interações próprias pelo que normalmente a inclusão é facilitada quando a partilha do seu percurso e reconhecimento das dificuldades sentidas no ensino regular que de forma geral foi sentida por todos os colegas.</div><div><br></div><div>-Qual a sua opinião sobre a inclusão de crianças /jovens com necessidades educativas especiais na sala de aula regular?&nbsp;</div><div>Cada caso é um caso, embora essa inclusão fosse o ideal, nem a escola, nem a sociedade estão prontas para incluir todos.</div><div>&nbsp;Apesar de desejável muitas vezes esta inclusão Promove o maior e do lamento explosão por não serem promovidas atividades que incluam todos.</div><div>&nbsp;</div><div>-Práticas educativas que respondam às necessidades educativas destas crianças /jovens?&nbsp;</div><div>Todas as que vão ao encontro das suas necessidades, individualização do trabalho, promoção do trabalho autônomo, valorização das conquistas, identificação de comportamentos adequados, etc.</div><div><br></div><div>-Obstáculos identificados no desenvolvimento do trabalho com os alunos?&nbsp;</div><div>Muitas vezes as Patologias/ dificuldade/ trauma são o maior obstáculo.</div><div><br></div><div>-Como é que as crianças /jovens são integradas na sociedade? Obstáculos a esta integração?&nbsp;</div><div>Para estas crianças/ jovens e existe que têm acordos para que estas possam tirar cursos de forma poderá integrar a vida ativa de forma positiva, infelizmente esta não é possível para todos porque nem todos desenvolvem as capacidades necessárias para frequentar estes estabelecimentos.</div><div><br></div><div>-Qual a relação entre as necessidades especiais e a indisciplina destas crianças?&nbsp;</div><div>A dificuldade da aquisição dos conteúdos que estão a ser trabalhados em sala de aula leva a que os alunos desmotivem e se sintam frustrados, não conseguindo controlar os seus comportamentos o que na sua grande maioria se valem distração e indisciplina.</div><div><br></div><div>texto</div><div><br></div><div>&nbsp; As escolas de ensino especial apresenta um papel fundamental na integração de jovens com doenças mentais na sociedade e na sua educação. Estas aparecem como último recurso para as crianças/ jovens com necessidades educativas especiais, sendo uma resposta mais adequada aos alunos,é crucial no desenvolvimento de capacidades que o ensino regular não consegue. O ideal seria a inclusão destes jovens/crianças nas escolas de ensino regular, contudo cada caso é um caso e nem as escolas, nem a sociedade estão prontas para incluir todos, o que não significa que seja impossível. Apesar de desejável, muitas vezes esta inclusão promove o maior isolamento e a exclusão por não serem promovidas atividades que incluam todos.</div><div>&nbsp; Nestas escolas o funcionamento das atividades escolares é planeado consoante o levantamento das necessidades dos alunos, de forma a que as atividades curriculares desenvolvidas vão ao encontro das suas necessidades, sendo também importante começar a definir algumas características que se venham a poder aplicar posteriormente na sua vida ativa caso não seja possível o regresso ao ensino regular. O trabalho realizado com estas crianças/ jovens, depende do aluno e/ ou da sua patologia, pode passar por realizar-se atividades de autonomia, por um trabalho de reconhecimento das emoções, valorização dos alunos e das suas características. é realizado um trabalho que possa enriquecer as crianças/ jovens de forma curricular assim como pessoal.&nbsp;</div><div>&nbsp; Sabe-se que por vezes as relações entre os agentes família e escola são tensas devido a confrontos de valores. Contudo, nas escolas de ensino especial a relação entre a escola e a família é geralmente positiva.&nbsp;</div><div>&nbsp; A inclusão de um novo aluno numa sala de aula por vezes pode ser difícil, tanto no ensino regular como no ensino especial. No ensino especial, a maior parte dos alunos entra numa turma que já tem dinâmica e interações próprias, pelo que, normalmente, a inclusão é facilitada quando a partilha do seu percurso e reconhecimento das dificuldades sentidas no ensino regular&nbsp; que, de forma geral, foi sentida por todos os colegas.</div><div>&nbsp; Nestas salas de aula a dificuldade da aquisição dos conteúdos que estão a ser trabalhados leva a que os alunos desmotivem e se sintam frustrados, não conseguindo controlar os seus comportamentos o que na sua grande maioria se vela em distração e indisciplina.</div><div>&nbsp; A integração destas crianças/ jovens na sociedade pode ser difícil devido às suas dificuldades, Contudo, para promover esta integração, existem instituições que têm acordos para que estes possam tirar cursos de forma a poderem integrar a vida ativa de forma positiva, infelizmente tal não é possível para todos porque nem todos desenvolvem as capacidades necessárias para frequentar estes estabelecimentos.&nbsp;</div><div>&nbsp; Tanto no desenvolvimento do trabalho do aluno quanto na sua integração na sociedade, os maiores obstáculos que estas crianças/ jovens enfrentam são as suas patologias/ dificuldades/ traumas.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 19:58:01 UTC</pubDate>
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         <title>Miriam Azevedo,12ºN,Nº18</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603646632</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a antiguidade clássica a loucura era tida como uma doença mental, contudo tinha origens sobrenaturais. Os antigos acreditavam que as doenças mentais tinham origens divinas. Por causa desta ligação mística atribuída à loucura as pessoas achavam inseguro tratar delas, então deixavam o seu tratamento nas mãos de sacerdotes que&nbsp; os&nbsp; tentavam tratar através de meios religiosos. Platão e Homero suportam esta visão da loucura como um assunto místico. Hipócrates contesta Elabora uma&nbsp; conceptualização Médica da loucura&nbsp; com base em explicações racionais, e segundo as quais as doenças mentais seriam causas naturais( concentrava-se na existência de quatro humores corporais que, quando em sintonia significava o “bom” funcionamento da personalidade, um descontrole desta harmonia, ex:permanência de um dos humores por muito tempo,&nbsp; seria visto como um confronto e levava a um “mal” funcionamento da personalidade, insanidade mental). Para este, tratava-se a “loucura” com drogas, regimes específicos ou ambos.</div><div>&nbsp; Durante a idade média manteve-se as&nbsp; concessões místicas para explicar as doenças mentais. O “louco” é visto como uma Encarnação do mal. Os “loucos” eram escorraçados das cidades.</div><div>&nbsp; Com o renascimento o prestígio da morte foi substituído pela “loucura” de forma a que as pessoas dessem importância a efemeridade mental( tentativa de aliviar o pensamento sobre as pestes e as guerras). no século XVII os “loucos” voltam a ser completamente rejeitado pela sociedade Por causa de Descartes&nbsp; que apresenta a loucura e a razão como duas forças opostas. Havia ordens para aprisionar todos os que parecessem loucos em hospitais onde eram castigados e maltratados fisicamente. Estes hospitais distanciaram-se de estabelecimentos médicos e aproximaram-se de prisões, as pessoas enviadas para lá eram sujeitas a julgamento. Contudo acreditava-se que havia tratamento para estes “loucos” internados: as sangrias, purgatório, e por vezes vesicatórias e banhos. Considerava-se a loucura contagiosa, sendo esta uma razão significativa para a presença médica nestas instituições. Os manicómios passaram a ser vistos como protetores da sociedade contra a loucura. No final do século XVIII&nbsp; acreditava-se no tratamento por isolamento.</div><div>&nbsp; &nbsp;durante o século XIX&nbsp; os manicómios e os seus sistemas degradar-se. Tentou-se então procurar uma ligação entre as ciências neurológicas e a Psicologia. Esta tentativa viu os seus primeiros resultados neste mesmo século, passou-se então a ver a doença psiquiátrica com uma doença do cérebro e assim inaugura-se uma nova era. Daí em diante foram-se associando as loucuras a patologias. Foram-se também encontrando curas para certas doenças. Nesta altura, sem cura, muitas doenças eram tratadas através da indução do sono para impedir a invasão de estímulos que fizessem as pessoas ter atitudes negativas. A partir, mais ou menos, dos anos 70 entra-se numa época da psiquiatria, em que começaram a estudar se mais aprofundadamente as doenças mentais e a desenvolverem-se novos métodos para tentar controlar ou curar as patologias, é o caso da medicação, da psicoterapia, da neuroquímica, da neuro conversa, do diálogo orientado e da terapia clínica.</div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 19:58:59 UTC</pubDate>
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         <title>Miriam Azevedo,12ºN,Nº18</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603647134</link>
         <description><![CDATA[<div>Infopédia- estado de louco, alienação mental, ato próprio de louco, temeridade,&nbsp; imprudência, Extravagância,&nbsp; exagero.</div><div><br></div><div>&nbsp;Priberam-&nbsp; alienação mental, insensatez,&nbsp; imprudência, Extravagância;doidice- a tudo descontrolado ou irrefletido.</div><div><br></div><div>Dicio- diz desprezo desprovido, qualidade de louco, insensatez, imprudência, exagero.&nbsp; medicina: distúrbio mental grave que impede alguém de viver em sociedade, definido pela incapacidade mental de agir, de sentir ou de pensar como o suposto, insanidade mental.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 19:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº11, Fernando Gouveia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603690311</link>
         <description><![CDATA[<div>Na pré-história, os povos como os índios americanos demonstravam respeito e veneração pelos perturbados mentais, o louco era considerado um ser sagrado. As suas atitudes anormais eram explicadas por ações de deuses no modo de agir do homem.<br><br></div><div>Na antiguidade, desde 4000AC, até cerca de 470, a definição de loucura sofre uma grande rotura e mudança. O prestígio que os perturbados mentais tinham foi perdido. A ideia quanto ao sobrenatural manteve-se, mas agora ligavam a loucura a visões diabólicas e malignas. Os loucos eram confinados, de forma a serem escondidos da sociedade.&nbsp;<br><br></div><div>Na idade média, que durou até cerca de 1450, a loucura teve duas fases. Na primeira fase, passou-se a ideia de loucura livre, os loucos estavam presentes na sociedade e podiam participar em todos os acontecimentos sociais, sem sofrerem nenhuma forma de segregação. Na segunda fase, os loucos voltaram a ser considerados possessões malignas e diabólicas, a partir da leitura equivocada de escrituras sagradas. Os loucos eram submetidos a práticas violentas de castigo pelos seus comportamentos, e eram também excluídos da sociedade, essa exclusão supostamente seria responsável pela sua salvação.<br><br></div><div>Na idade moderna, que durou até 1800, a loucura também teve fases, até ao século XVI, a loucura era mais tolerada, os loucos eram mais livres e podiam viver sem tantas restrições. A partir do século XVI, as raízes da medicina cruzaram-se com as da loucura, e isso veio dar lugar de novo à segregação e ao preconceito. O individuo com perturbações mentais passaram a ser vistos como doentes mentais. Com isso surgiram os primeiros estabelecimentos direcionados à educação e correção dos indivíduos com problemas mentais, as denominadas “Santas casas”.<br><br></div><div>A idade contemporânea, que vem até aos dias de hoje, representa uma mudança no modo de tratar os loucos, representou-se o fim do tratamento supersticioso e começou a expansão do tratamento científico. A revolução francesa (1789-1799) representou uma mudança no mundo inteiro, os homens e mulheres passaram a lutar pelos seus direitos, dando origem a novas concepções acerca de valores éticos e morais, atingindo também a noção de loucura e as suas origens.</div><div>No fim do século XVII, marcou-se a necessidade de criação de estabelecimentos de internamento de pessoas com problemas mentais, mesmo que o isolamento já tenha sido pensado antes.&nbsp;</div><div>No século XX, a reforma psiquiátrica, foi um movimento que procurou a liberdade e dignidade dos doentes mentais, permitindo uma aproximação entre médico e paciente, e diminuindo a exclusão social dos doentes mentais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 21:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>Inês Pires, nº14, 12ºC</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1603726461</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura pode ser vista como uma condição da mente humana que se caracteriza por pensamentos considerados anormais perante a sociedade ou ações que para essas mesmas pessoas não fazem sentido, sendo o resultado de algum transtorno mental. Por isso atualmente a palavra loucura esta relacionada com um desequilíbrio mental que se manifesta numa perceção distorcida da realidade, na perda de autocontrolo, em alucinações e em comportamentos considerados absurdos ou que não se justificam.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 22:01:19 UTC</pubDate>
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         <title>A mulher na Janela</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1604738368</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Ariana Ferrão 12N nº3</div><div><br></div><div>&nbsp;Este filme fala sobre a psicóloga infantil Anna, que tem agorafobia ( fobia de sair de casa) e não consegue sair de casa há meses. Anna bebe diariamente e toma fortes medicações, o que prejudica ainda mais a sua fobia, a deixa tensa e preocupada e lhe causa alucinações. Enquanto vive trancada do mundo exterior, ela observa a vizinhança pela janela.</div><div>No entanto, tudo muda quando ela testemunha um crime na casa dos vizinhos que se mudaram recentemente. Por causa de sua condição mental, ela fica com dúvidas se aquilo realmente aconteceu, e quem vê o filme fica também, pois tudo podia não ter passado de uma alucinação, o que a própria Anna passa a acreditar, quando os vizinhos a fazem acreditar nisto, a própria passa a duvidar do que tinha visto, pois pensa que está “maluca”. No final vimos que tudo tinha realmente acontecido, e os polícias que tinham duvidado de Anna pedem desculpa por terem duvidado da sua sanidade mental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 09:55:42 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, nº24, Ricardo Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1604931892</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Hoje em dia, os manicómios são lugares onde indivíduos, que possuíam de problemas mentais são tratados e reabilitados para um dia eles puderem voltar para a sociedade sem transtornos mentais.<br>&nbsp;No entanto, até muito recentemente, estas praticadas que a sociedade de hoje&nbsp; utiliza não eram praticadas devido á psicologia ainda não ter-se desenvolvido o suficiente, e no seu lugar, os psicólogos usavam praticas muito mais severas e cruéis. Em vez de reabilitarem os pacientes, eles os confinavam nos manicómios, onde era provável que eles nunca mais sairiam. Os tratamentos, que hoje são considerados cruéis e nem sequer dignos de ser usados em ser humanos, incluíam capar os órgãos genitais, radiação, choques elétricos e até mesmo a lobotomia.<br>Os médicos tratavam os pacientes como seres abaixo do humano, e meramente os punham submissos com o uso de drogas em forma de comprimidos, mesmo quando os indivíduos não tinham qualquer problema ou doença mental mas apenas não se conformavam com as normas da sociedade, como por exemplo as pessoas que desejavam trocar de género, estes indivíduos eram vistos como anormais e loucos na sociedade e muitos eram mandados pelas famílias e até voluntariamente&nbsp; para os manicómios.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 12:26:41 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, nº24, Ricardo Reis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A histeria feminina era um diagnostico comum para as mulheres durante muito tempo. Apesar de ser considerado uma doença mental, era caracterizada uniformemente pela instabilidade emocional do sexo feminino. As mulheres consideradas histéricas apresentavam os seguintes sintomas: ansiedade, desmaios, nervosismo, desejo sexual, insónia, irritabilidade e uma "tendência para causar problemas para os outros". Em casos extremos até houve mulheres que foram forçadas a manicómios.<br> Apesar de hoje em dia a histeria feminina já não ser considerada uma doença legitima, ainda traz consigo implicações sociais duradoras.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 12:51:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda, nº6, 12ºN e Nicole Rossas, nº20, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ata de Trabalho na disciplina de Psicologia B no âmbito da loucura</strong><br>&nbsp; Ao vigésimo sexto dia do mês de março de dois mil e vinte e um às onze horas e vinte minutos da manhã durante o ensino à distância sobre a temática da Loucura da disciplina de Psicologia B, as alunas Cátia Corda, número seis e Nicole Rossas, número vinte do décimo segundo ano, da turma N reuniram-se para a elaboração do formulário “ A Loucura “ com o objetivo de obter oitenta diferentes perspetivas das diversas faixas etárias jovens sobre o assunto. Quando as alunas obtiveram a ideia deste trabalho, propuseram o mesmo à professora Isabel Plancha e ao receberem a aprovação começaram a fazer as pesquisas para formular este questionário.<br>&nbsp; No dia cinco de abril de dois mil e vinte um, as alunas solicitaram a cooperação da associação de estudantes da escola secundária António Damásio para a compartilha do questionário pelos alunos e professores entre os quinze e os trinta e cinco anos, isto por uma semana, obtendo assim sessenta e uma respostas. De seguida, dia nove de abril de dois mil e vinte um, no decorrer da aula de Psicologia B, procedeu-se à recolha de novas perspetivas dentro da turma, ao qual as alunas conseguiram receber mais dezanove respostas. Sendo assim, obteram ao todo oitenta diferentes concepções.&nbsp;<br>Em ambos os questionários pudemos observar que sessenta e cinco raparigas e quinze rapazes participaram maioritariamente entre as idades de quinze a dezoito ( sessenta e sete pessoas ), e dos dezoito aos vinte e cinco ( treze ). Na primeira questão, em que perguntámos o significado da loucura, trinta e sete pessoas submeteram que seria então um distúrbio mental, trinta e quatro opinam que é um descontrolo emocional e&nbsp; cinco que é um estado de diversão, outras quatro pessoas decidiram interferir com a sua própria opinião, escolhendo assim a opção outro ( " pode se aplicar aos 3 ", " um meio termo entre estado de diversão e descontrolo emocional ", " Depende muito do tipo de loucura " e " Transtorno " ).<br>A segunda questão consiste na identificação de um ato de loucura, no qual a maioria das pessoas que participaram tiveram como resposta " consequência de um distúrbio mental " ( trinta e quatro pessoas ), outras vinte seis pessoais apontaram o assasínio, oito pessoas identificaram o ato de amor/amizade, os restantes optaram pela opção Outro.&nbsp;<br>Na terceira questão tentámos alcançar o íntimo, questionando assim como é que os participantes agiam quando se sentiam loucos, obtivemos então como resposta principal o gritar ( vinte cinco ), em segundo lugar está a opção "nunca me senti louco" ( vinte e três ) e doze pessoas optaram pelo "fui criativo", entre outras em que optaram por escrever exemplos como, agressividade perante os outros, automutilação e isolamento.<br>Na próxima questão tentámos descobrir qual era a opinião dos participantes quanto à diferença e à semelhança de um distúrbio mental a um ato de loucura, quarenta e nove pessoas identificaram os mesmos como "parcialmente iguais", vinte e sete pessoas optaram por "totalmente diferentes" e quatro pessoas obtaram pela opção " sim, são iguais ".<br>Na pergunta cinco tentámos integrar os dias de hoje, pela pandemia em que vivemos, questionámos oque poderia levar alguém à loucura. Nesta questão obtemos vinte e seis respostas da escolha " isolamento ", vinte e dois outros participantes optaram pela " pressão social ", seis responderam " redes sociais " e outros seis selecionaram " pandemia ".<br>A nossa penúltima questão dirige-se às instituições que poderiam ajudar os loucos, quarenta e sete pessoas responderam " Hospitais ", vinte e uma pessoas escolheu a opção " Grupos criativos ", onze pessoas indicaram a opção " Centros artísticos " e somente uma pessoa selecionou " escola ".<br>Em suma, a nossa última questão pretende alcançar todo o objetivo do nosso trabalho que no quesito é observar o conhecimento dos interrogados perante a temática.&nbsp;<br>Alguns dos participantes preferiram deixar esta pergunta em branco, enquanto outros nos ajudaram a formular uma conclusão sobre A Loucura.&nbsp;<br><br>A loucura pode ser provocada por diversos fatores: atos desesperados, irracionalidade, impulsividade, inconformismo, distúrbios, adrenalina, estado de êxtase, descontrolo emocional, ambiente social, vícios, dissociação da realidade, incapacidade de funcionar de forma normal e regulada, delírios e alucinações, ato de amor, inconsciência, atos de agressividade, desequilíbrio mental, insanidade mental, traumas e acidentes.<br>Com isto, podemos concluir que dependendo dos contextos, a Loucura está permanentemente associada ao foro psicológico e como este é afetado pelas pressões sociais impostas pela sociedade com os padrões do normal ( conformismo ). Este tipo de pressões acaba então por gerar transtornos mentais como ansiedade e a depressão que podem então gerar o stress. Não devemos generalizar os distúrbios mentais e dar-lhes o nome de "Loucura", até porque nos dias de hoje, esta temática acaba por ser banalizada, generalizando a loucura ao ponto de todos sermos loucos. Porém, existem sim, distúrbios mentais que podem fazer parte desta temática e por isso devem imediatamente de ser acompanhados psicologicamente por diversos profissionais da psicologia ( em casos extremos devem de se internar em hospitais psiquiátricos ).&nbsp;<br>A loucura não tem só aspetos negativos, pode ser benéfica para o desenvolvimento da criatividade dos loucos, tendo como exemplo o pintor Vincent Van Gogh ou o poeta Fernando Pessoa.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 16:42:58 UTC</pubDate>
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         <title>História da definição de loucura  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Beatriz Campos nº5&nbsp; 12ºC<br></strong>Para Sócrates, existiriam quatro tipos de loucuras: a <em>profética</em>, em que os deuses se comunicariam com os homens possuindo o corpo de um deles, o oráculo. O <em>ritual</em>, em que o louco se via conduzido ao êxtase através de danças e rituais, ao fim dos quais seria possuído por uma força exterior. A loucura <em>amorosa</em>, produzida por Afrodite, e a loucura <em>poética</em>, produzida pelas musas.</div><div>Philippe Pinel alterou significativamente a noção de loucura ao anexá-la à razão. Segundo Michel Foucault, ao diferenciar louco do criminoso, o aspecto de julgamento moral que constituía até então o principal parâmetro da definição da loucura. Este aspecto moral deixou de ser parâmetro, mas persistiu como uma sensibilidade, um paradigma envolto nos fenómenos designados "da loucura". Assim, ainda hoje, a diagnose, a gnoseologia que perscruta e prescreve os comportamentos e afetos daqueles que são designados como loucos, traz consigo, uma série sem fim de paradigmas abscônditos, onde devém a mesma abjeção que se impõe sobre a loucura ou os loucos.&nbsp;<br><br></div><div>Louco é aquele sujeito que perdeu a razão, que tem pensamentos e ações sem sentido, tem comportamentos distorcidos que fogem à regra: é a "alienação mental" de Philippe Pinel, o pai da psiquiatria moderna - cujo sobrenome virou sinônimo de loucura -, que atuou na França entre o final do século XVIII e o começo do século XIX</div><div>&nbsp;Hoje em dia, podemos dizer que os sintomas psicóticos são o equivalente à loucura empregada nos meios psiquiátricos no passado.</div><div><strong>Definição atual:</strong> o termo loucura faz parte do vocabulário popular e não do cientifico é muito comum chamarmos alguém de louco por uma atitude que julgamos fora dos padrões considerados normais, mas afinal o que é a loucura? A loucura que a psiquiatria trata é chamada de psicose é uma distorção do pensamento e da noção da realidade que pode prejudicar drasticamente a vida do paciente ela se caracteriza pela diminuição do contacto com a realidade e é uma condição doentia da mente humana, que abala o convívio social, rendimento profissional e a capacidade de se relacionar com outras pessoas, por ex: a esquizofrenia.&nbsp; <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 17:11:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12ºN Ana Carolina Godinho nº2 e Patrícia Pinhão nº22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aqui está um pequeno e bastante interessante vídeo que aborda o tema da prevenção da saúde mental em tempos de Covid-19.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Q5MLenIfMPM" />
         <pubDate>2021-06-14 17:43:50 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD, nº16, Joana Fernandes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A LOUCURA COMO UM PROBLEMA JURÍDICO</div><div>ABORDAGEM DO TRANSTORNO MENTAL EM DIREITO</div><div>Interdição e inimputabilidade</div><div>&nbsp;</div><div>Constando-se a situação de loucura ou insanidade mental por parte de especialistas em psicopatologia, é muito importante enquadrar o indivíduo portador de transtorno mental na sociedade, por forma a que constitua por si só um contributo para a aceitação e compreensão, por todos nós, destas patologias.</div><div>No passado, os indivíduos diagnosticados com desvios mentais eram liminarmente excluídos da sociedade, internados em instituições (manicómios) onde eram tratados com o mínimo de dignidade, sem quaisquer direitos, independentemente da patologia.</div><div>No entanto importa definir procedimentos jurídicos adequados ao tratamento do individuo portador de transtorno mental na Sociedade , como por exemplo a interdição ou inimputabilidade.</div><div>A interdição visa a proteção do doente mental, ao determinar que o mesmo não tem capacidade de administrar os próprios bens, na estrutura social em que se insere. Assim é nomeado um curador para o efeito.</div><div>A inimputabilidade de um indivíduo, resulta do facto de, por força da anomalia psíquica de que é portador, no momento da prática de um acto condenável, é incapaz de avaliar a ilicitude deste ou até mesmo de determinar juízo ou consciência da prática do mesmo.</div><div>Todos os indivíduos fazem parte integrante da Sociedade, que se pretende tolerante e aberta, aceitando a diferença.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 18:51:04 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, Nº5, Catarina Vozone</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>AS MÚLTIPLAS DIMENSÕES DA LOUCURA</strong><br><br></div><div>A loucura é uma palavra com múltiplas dimensões.&nbsp;<br><br></div><div>A partir de uma perspetiva médica é uma doença mental, uma formação destrutiva do funcionamento da mente e na forma da pessoa se inserir em cultura e sociedade.<br><br></div><div>Pode também ser vista de uma forma romântica. Uma libertação, não se deixar resumir aos parâmetros sociais, pode ser uma inspiração.<br><br></div><div>Podemos também ver na loucura algo de trágico.<br><br></div><div>Ex. Mito de Ajáx<br><br></div><div>Ajáx é um personagem da mitologia grega. Este, tomado de uma raiva por não ter sido o vencedor das armas de Aquiles que foram oferecidas a Ulisses, ele quer matar os seus colegas e os deuses vendo o seu desespero fazem com que esta raiva seja passada para os carneiros que estão à volta do seu acampamento. Ajáx mata todos os carneiros e dá-se conta da sua loucura.</div><div>&nbsp;</div><div>Nestas múltiplas dimensões da loucura nós temos possibilidades muito interessantes de conhecimento e investigação. E estes passam por dois temas essenciais:</div><div>&nbsp;</div><div>1-Quando falamos de loucura pensamos logo no que é a realidade.</div><div>&nbsp;</div><div>2-Quando pensamos em loucura também pensamos na nossa capacidade de lidar com as nossas próprias tendências, impulsos e paixões.&nbsp;<br><br></div><div>A loucura coloca na mesa estas duas dimensões, como é que lidamos com o mundo e com as paixões.<br><br></div><div>Em relação a lidar com a realidade, esta é muito interpelada pela loucura, porque temos a tendência a imaginar que a realidade é aquilo que vemos à nossa frente e que todos estamos de acordo, pensamos que a realidade vem diretamente do real<br><br></div><div>Ora, a realidade é muito diferente do real. A realidade pressupõe que estejamos todos de acordo com aquilo que vemos para ser o real<br><br></div><div>Ex. Acreditar em Deus? Loucura ou não?<br><br></div><div>Depende do contexto.<br><br></div><div>Se mais ou menos uma maioria está de acordo com esta leitura da realidade ou não.<br><br></div><div>Neste sentido, a loucura seria afastarmo-nos demasiado da conceção da realidade<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 22:09:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12ºN, Nº5, Catarina Vozone</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1606110446</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A GRADE&nbsp;DA LICENÇA POÉTICA<br></strong><br></div><div>A loucura quando pode ser uma experiência horrível, de desespero, de total impossibilidade de sobreviver no mundo.<br><br></div><div>Mas a loucura também ajuda a ver o mundo com outros olhos. Uma dimensão da loucura é a que é vista através da contribuição da loucura para a arte. É como poder ver o mundo com outros olhos, totalmente inusitados.<br><br></div><div>Quando colocamos a licença da grade poética que a arte nos permite, o olhar do artista leva-nos a mudar os recortes de como vemos o mundo, a realidade, que é sempre da mesma forma.<br><br></div><div>&nbsp;O artista traz-nos essa criatividade de um outro olhar que revela uma realidade de outra perspetiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 22:18:32 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, Nº5, Catarina Vozone</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1606117169</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>REALIDADE VS REAL</strong></div><blockquote><strong>"They only see what they wanna see"- The sixth sense<br></strong><br></blockquote><div>Afinal, o que é o real?<br><br></div><div>Quando olhamos para o mundo temos tendência para pensar que aquilo que vemos é o real, é tudo o que existe e há para descobrir e que então as pessoas à nossa volta terão uma leitura parecida.<br><br></div><div>Mas a realidade é muito diferente do real. A realidade pressupõe que estejamos todos de acordo com aquilo que vemos para ser o real.<br><br></div><div>Ex. Acreditar em Deus? Loucura ou não?<br><br></div><div>Depende do contexto.<br><br></div><div>Se mais ou menos uma maioria está de acordo com esta leitura da realidade ou não.<br><br></div><div>Neste sentido, a loucura seria afastarmo-nos demasiado da conceção da realidade<br><br></div><div>Ex. Filme do Sexto Sentido (M. Night Shyamalan, 1999)<br><br></div><div>No filme, o protagonista vê mortos que caminham pelo mundo a pedir ajuda, ele é o único que os vê.<br><br></div><div>O problema é que estes mortos existem mesmo, mas apenas este personagem os vê. Sem outra referência, este homem é um paciente identificado, é o “louco”.<br><br></div><div>O problema que é colocado no filme é que todos compartilhamos um certo olhar da realidade que diz “não existem mortos-vivos pedindo ajuda por aí” e havia apenas um que via, e esse via o real.<br><br></div><div>Ele era o único capaz de ver o real sem os olhos cegados pela realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 22:25:27 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, Nº5, Catarina Vozone</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1606125841</link>
         <description><![CDATA[<div>No âmbito do trabalho da disciplina de psicologia sobre a loucura, o professor, escritor e psicólogo Mário Eduardo da Costa Pereira foi uma das minhas referências mais significativas, tal como uma instituição bastante conhecida a "Casa do Saber" que contém cursos e vídeos explicativos sobre os mais derivados assuntos da psicologia e filosofia&nbsp;<br><br>https://casadosaber.com.br/home/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/user/casadosaber/videos" />
         <pubDate>2021-06-14 22:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC Joana Ferreira nº16</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1606264887</link>
         <description><![CDATA[<div>O tratamento das doenças mentais é crucial para a saúde mental de um indivíduo. Existem diversos tipos de tratamentos diferentes para transtornos mentais, sejam eles somáticos ou psicoterapêuticos, sendo que diferentes tratamentos se adequam a diferentes doenças e pacientes. Contudo, para que uma doença mental seja tratada é necessária a sua identificação e acompanhamento por parte de um profissional, tal como aconteceria com qualquer doença física. É aqui então que entra a avaliação psicológica de rotina.&nbsp;<br><br></div><div>Quando os indivíduos têm queixas ou preocupações mentais ou apresentam um comportamento alterado em diversos contextos é importante que se proceda a uma avaliação do seu estado mental. Num exame do estado mental são então analisados vários domínios da função mental. Assim existem diversos aspetos a que se devem tomar atenção relativamente à possível presença de uma doença mental, sendo estes: a aparência geral, o discurso, a expressão emocional, o pensamento e as perceções e as funções cognitivas.<br><br></div><div>A aparência geral pode indicar várias coisas acerca de uma pessoa, mas para a avaliação da saúde mental de um indivíduo os aspetos mais importantes são a sua capacidade de cuidar de si mesmos, de respeitar as normas sociais, o abuso de substâncias prejudiciais à saúde ou sinais de autoagressão.<br><br></div><div>A espontaneidade, sintaxe, velocidade e volume do discurso são elementos analisados no âmbito da deteção de uma doença mental. Por exemplo, um sujeito com depressão pode falar de forma lenta ou suave e anormalidades no discurso podem indicar para causas físicas na alteração do estado mental, como um traumatismo craniano.<br><br></div><div>A expressão emocional pode ser avaliada quando o indivíduo descreve os seus sentimentos. Nesta situação observar o tom de voz, a postura, os gestos e expressões faciais podem ajudar na identificação de uma doença mental. O humor e o afeto também são bons indicativos da saúde mental de um indivíduo.<br><br></div><div>Através da análise do que é comunicado e como é comunicado pelo sujeito podem-se avaliar os pensamentos e perceções. No caso do sujeito se encontrar de facto doente poderão surgir algumas das seguintes anomalias: delírios, ideias de referência (noções de que ocorrências diárias têm um significado especial ou significância pessoalmente intencional ou direcionado para o paciente) e obsessões. Pode ainda ser observado se o discurso está organizado de forma coerente e as ideias do mesmo estão conectadas de forma lógica.<br><br></div><div>Por fim, algumas doenças mentais, como a demência por exemplo, apresentam ainda uma irregularidade no desempenho das funções cognitivas. Estas constem no nível de alerta; a atenção ou concentração; a orientação em relação a pessoas, espaço e tempo; a memória imediata de curto e longo prazo; o raciocínio abstrato; o discernimento e o julgamento.<br><br></div><div>Através da observação de todos estes aspetos de um indivíduo é possível então a identificação de uma doença mental. Claramente, esta identificação deverá ser feita por um profissional mas se forem identificadas algumas anomalias em relação a alguns destes tópicos é sempre importante recorrer a um profissional para saber se o indivíduo se encontra saudável e, se não, obter ajuda no tratamento da doença mental.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 00:25:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12ºC Joana Ferreira nº16</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A representação da loucura através da arte está presente nos dias de hoje, sendo que esta pode ser encontrada em filmes, livros, pinturas, músicas, entre outros. Quando falamos na loucura na arte existem portanto vários exemplos desta. Podemos então falar por exemplo, do filme Joker (2019) e da música Sharpener, de Cavetown.<br><br></div><div>O filme Joker, lançado em 2019 e realizado por Todd Phillips, acompanha a história de Arthur Fleck, que sofre de uma deficiência mental explorando como esta influência a sua interação com o mundo. O filme introduz uma perspetiva um pouco mais extrema de como os distúrbios mentais, quando não são tratados corretamente, afetam o indivíduo e todos os que o rodeiam. Abaixo pode observar-se uma imagem retirada do filme.<br><br>Um exemplo da doença mental representada na música é a canção Sharpener, escrita, produzida e cantada por Cavetown. A música retrata uma das consequências da depressão que várias pessoas passam, a autoagressão, sendo “Sharpener” o instrumento para a realizar. A música explora este aspeto da doença e de como este é uma forma de cooperar com a mesma, ainda que não seja saudável. Para além da música o videoclipe da mesma é uma animação que também ilustra muito bem o tema.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 01:26:23 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº6, Beatriz Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Loucura</strong>&nbsp;</div><div>Assim como o filme Joker, de Todd Philips mostra, a loucura surge de uma relação ambígua entre o psicológico e o social. Este caráter social acaba por suscitar comportamentos ditos fora do normal, pois, neste caso, o louco tinha uma doença mental, acabando no final por perceber não só que existia apesar de não ser igual aos outros e da sua invisibilidade na sociedade, e, especialmente, no sistema governamental, como também conclui, afirmando " não ias compreender", que o seu mundo não é o mundo do dito comum mortal. Mas até que ponto a comunidade atual deve tratar com tamanha crueldade (invisibilidade e ignorância) os ditos loucos? Este filme traz-nos uma nova perspetiva da noção de loucura. Examinando a história da loucura, o seu desenvolvimento e tratamentos, nomeadamente na cultura ocidental como é que passamos de valorizar os loucos e a sua sabedoria na época medieval e renascentista (ainda que frequentemente marginalizados e maltratados) para um papel onde o seu discurso não chega a ser considerado discurso? Foucault começa por nos mostrar esta triste realidade no seu trabalho. A resposta que este propõe para esta separação e confinamento dos loucos do resto da sociedade baseia-se no advento do racionalismo iluminista, por sua vez marcado por uma definição rígida do que é racional e do que não é, assim este iniciaria esta distinção. Infelizmente, observa-se a continuidade deste processo nas sociedades contemporâneas-modernas, na terminologia de Foucault- através de um controlo de discurso mais intenso. Em suma, admite-se que o Homem moderno não comunica com o louco por nele não encontrar verdade, algo racional. Assim, reaparece o papel das sociedades, nas quais a solução mais fácil é considerada a melhor, onde o acompanhamento dos ditos loucos (pessoas com doenças mentais, pobres, pessoas vulneráveis) é visto como um luxo, uma raridade, piorando a questão onde o controlo do discurso pelas estruturas de poder condenam os loucos a um estatuto de não-existência através do seu silenciamento e invisibilização, mostrando assim a crueldade para com o louco.&nbsp;</div><div>Este confinamento não necessita de ser numa clínica, basta apenas o silenciamento, o que os faz esforçar para interiorizar certas normas comuns,&nbsp;</div><div>"normais" da sociedade que o ignora, e não lhe reconhece nenhuma verdade.&nbsp;</div><div>Portanto, o louco já não é um doente mental, é todo aquele que se vê silenciado (sem qualquer participação social = participar num jogo que não conhece, um mundo diferente) e com a sua dignidade ameaçada. Concluindo, onde estão os loucos agora, se parte da sua origem é na sociedade e nas normas e características do Estado?&nbsp;</div><div>Cada vez mais a saúde mental se encontra na ordem do dia, assim surgem diversas questões sobre o louco, a loucura e as doenças mentais. A loucura hoje em dia não está apenas associada a doenças como distúrbios alimentares, transtornos obsessivos compulsivos, esquizofrenias, psicoses variadas, bipolaridade, entre outras. Isto, uma vez que, como se vê na série Freud a sociedade não compreende como lidar com o desconhecido, o que acabou no passado em tortura física como choques elétricos, pessoas agarradas a coletes de forças apenas por serem incompreendidas, como Alice, em Alice, o outro lado da história, representado no Centro hospitalar psiquiátrico de Lisboa. Contudo, isto foi antes de Freud ter insistido na psicanálise. Assim, fomos evoluindo na incompreensão, fazendo com que o termo loucura dê-se mais lugar a doenças mentais, ainda sendo um estigma para todos aqueles que vivem/vivam uma, que acumulam sofrimento da condição com memórias, que conscientemente ou inconscientemente, escondem verdades hediondas só para si. A loucura não escolhe a quem atacar, não adiantando questionar como e porquê. Portanto, porquê chamá- los loucos?" Loucos são os que lhes infligem tamanhos sofrimentos. Loucos ficam quando o mundo lhes vira as costas. E, se loucos são, é por loucura ser a verdade do seu mundo.", disse Sara Filipe na revista Visão.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:13:11 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, nº1, Ana Beatriz </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Experiência de Rosenhan foi um estudo sobre a validade do diagnóstico psiquiátrico que o psicólogo David Rosenhan realizou entre 1969 e 1972 e consistia em colocar pessoas saudáveis ​​em hospitais psiquiátricos e observar como estes reagiam, se reparavam na mentira ou não.</div><div>O estudo de Rosenhan teve duas partes:</div><div>A primeira parte usou colaboradores saudáveis, chamados de pseudopacientes, que simularam alucinações auditivas (o único sintoma que relatavam era que ouviam vozes), numa tentativa de obter a admissão em doze hospitais psiquiátricos de cinco estados dos Estados Unidos. Todos os pseudopacientes foram internados, maioritariamente com diagnóstico de esquizofrenia e com psicose maníaco-depressiva, ficando internados entre 7 e 52 dias.</div><div>A segunda parte do estudo consistiu em pedir às instituições psiquiátricas que tentassem detetar os pseudopacientes.</div><div>No primeiro caso, nenhum pseudopaciente foi detetado. No segundo, o hospital catalogou de impostores ou suspeitos, uma grande quantidade de pacientes reais.&nbsp;</div><div>Rosenhan fez um acordo com os hospitais: durante um período de três meses, um ou mais pseudopacientes tentariam ser admitidos e o hospital tentaria classificar cada paciente que fosse admitido quanto à probabilidade de ser um impostor.&nbsp;</div><div>Como resultado disto, de 193 pacientes, 41 foram considerados impostores e outros 42 foram considerados suspeitos. Mas, na realidade, Rosenhan não enviou nenhum pseudopaciente – todos os pacientes considerados suspeitos ou impostores pelo hospital eram pacientes comuns. Isso levou à conclusão que "qualquer processo de diagnóstico que leva tão rapidamente a erros significativos desse modo, não pode ser muito confiável".</div><div>Portanto, Rosenhan afirmou que o estudo demonstrou que os psiquiatras não podem afirmar com segurança a diferença entre pessoas saudáveis ​​e insanas. A fase inicial da experiência demonstrou uma falha em detetar a sanidade, e a segunda fase demonstrou uma falha na deteção da insanidade.</div><div>Este estudo de Rosenhan levou a que muitas instituições psiquiátricas fechassem e mudou o diagnóstico de saúde mental nos EUA, levando à compilação de uma nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:30:42 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Foucault no seu livro "História da Loucura" dá-nos o registo da loucura e conta a evolução do seu tratamento desde a Idade Antiga, indicando a relação de poder e o incómodo causado pelos "desarrazoados" bem como a variação do seu conceito ao longo do tempo. Na idade média, moderna e contemporânea o ângulo pelo qual se via a loucura era variável de acordo com o poder, a crença, o interesse e o incómodo que ela causava.&nbsp;<br>No final do século XX a loucura começou a ser repensada. Discute-se os modelos institucionais instalados, a crise das instituições manicomiais em que o "louco" é um excluído, no fundo considerado um não cidadão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, nº1, Ana Beatriz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Um professor de Psicologia Social da Universidade de Stanford chamado Philip Zimbardo quis realizar uma experiência com o fim de analisar o quão ténue é a linha que separa o bem do mal.</div><div>O estudo foi financiado pelo governo, que queria entender as origens dos conflitos no sistema penitenciário americano.</div><div>Dos 70 inscritos, Zimbardo e a sua equipa selecionaram 24, que foram julgados como sendo mais estáveis psicologicamente e possuindo boa saúde.</div><div>De seguida, separaram-nos em dois grupos, dando-lhes aleatoriamente o papel de guardas ou de prisioneiros.</div><div>Os guardas foram convocados a uma reunião de orientação, mas não receberam nenhuma instrução formal, sendo-lhes apenas dito que a violência física não seria permitida. Foi-lhes dito também que seria da sua responsabilidade o funcionamento da prisão e que, para isso, eles poderiam recorrer a qualquer meio que julgassem necessário.&nbsp;</div><div>Logo no início da experiência, os "guardas" começaram a apresentar condutas abusivas que, em pouco tempo, se tornaram sádicas.</div><div>Identificavam os prisioneiros pelos números, para evitar chamá-los pelo nome, enviavam-nos constantemente para a solitária, faziam-nos tirar a roupa, obrigavam-nos a fazer flexões, a dormir no chão, colocavam sacos de papel nas suas cabeças e obrigavam-nos a fazer as suas necessidades em baldes.</div><div>Muito rapidamente, a prisão tornou-se um local doentio e sem condições de higiene e com um ambiente hostil e sinistro.</div><div>Os guardas tentaram dividir os prisioneiros e gerar inimizade entre eles, criando um bloco de celas para "bons" e um bloco de celas para "maus".</div><div>Vários dos presos começaram a apresentar problemas emocionais:</div><div>"Uma das práticas mais eficientes (dos guardas para mexer com os prisioneiros) era interromper o sono, uma técnica de tortura conhecida".</div><div>Um dos prisioneiros substitutos, com o número 416, ficou tão horrorizado com o tratamento que os guardas estavam dando que resolveu iniciar uma greve de fome. Ele foi trancado num pequeno compartimento, que servia como "solitária", durante três horas, enquanto os guardas o obrigaram a segurar as salsichas que tinha recusado comer.&nbsp;</div><div>O chamado "Experimento de Aprisionamento de Stanford" atingiu níveis tão altos de perversidade que teve de ser suspenso menos de uma semana depois de começar. O estudo, que havia sido planeado para durar duas semanas, durou apenas seis dias.</div><div>"O experimento mostra-nos que a natureza humana não está totalmente sujeita ao livre arbítrio, como gostamos de pensar, mas que a maioria de nós pode ser seduzida a se comportar de maneira totalmente atípica em relação ao que acreditamos que somos", disse à BBC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:47:08 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº 19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Fernando Pessoa foi um dos mais importantes poetas da língua portuguesa e figura central do Modernismo português.&nbsp;<br>Poeta lírico e nacionalista cultivou uma poesia voltada aos temas tradicionais do nosso país e ao seu lirismo saudosista, que expressa reflexões sobre o seu "eu profundo", as suas inquietações, solidão e o seu tédio.<br>Fernando Pessoa foi vários poetas ao mesmo tempo, tendo criado heterónimos (ou seja) - poetas com personalidades próprias que escrevem a sua poesia.&nbsp;<br>Os heterónimos são identidades variadas que existem numa só pessoa.<br>Ele sofria de transtorno de identidade que no fundo é considerado um "ato de loucura". Não é normal uma pessoa ser quatro pessoas.&nbsp;<br>E aqui, faço distinção para uma frase muito conhecida e que falamos na disciplina de português que é "Pessoa era muitas pessoas".<br>Encontrei um poema dele que me pareceu bastante integrado naquilo que é a definição de Loucura na sua visão.<br>Neste poema, o autor pretende demonstrar que sem loucura, o homem não passa de um simples ser humano sem ideais. Ser louco para Fernando Pessoa não era mau em si mas sim uma dádiva, considerava louco os homens criativos ou seja os génios.<br>Por fim, justifico a minha escolha: Eu decidi falar deste poeta pois era considerado como um "louco" para muitas pessoas pelas suas ideias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:50:30 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A psicopatologia pode ser definida como o ramo da psicologia que estuda os fenómenos patológicos ou distúrbios mentais e outros fenómenos anormais. O seu objetivo, é sobretudo, tentar estabelecer a diferença entre o normal e o patológico.&nbsp;<br>Na área da Psicologia, a Psicopatologia faz parte da Psicologia Clínica, Psicologia Geral e Psicologia ligada às neurociências entre outros. Ou seja, pode ser caracterizada como o estudo descritivo dos fenómenos psíquicos "anormais", estudando gestos, comportamentos, expressões e relatos autodescritivos do enfermo.&nbsp;<br>A palavra Psicopatologia é composta por três palavras gregas:<br>psique - alma ou mente;<br>phatos - sofrimento ou doença;<br>logo - lógica ou o conhecimento;<br>Esta junção de palavras resulta então na significação de que o paciente, passivo, emocionalmente abalado pela paixão (paixão neste caso significando a dependência pelo outro) adoece de uma causa que ele mesmo desconhece e que faz com que reaja na maioria das vezes de forma imprevista.&nbsp;<br>Resumindo, Psicopatologia pode então ser definida como a disciplina que estuda o sofrimento da mente, ou seja, o estudo a respeito de doenças psíquicas.&nbsp;<br>Esta área do conhecimento procura estudar os estados psíquicos relacionados ao sofrimento mental do indivíduo. É um estudo que pode ser compreendido por várias trajetórias, com diferentes objetivos, métodos e questões, pois para além de ter como base disciplinas como a biologia e as neurociências, ainda se constitui de outras áreas de conhecimento como psicologia, antropologia, sociologia, filosofia, linguística e história. Portanto, o sofrimento mental é compreendido pela combinação de todos esses saberes.&nbsp;<br>O termo Psicopatologia marcou a sua abertura com a psiquiatria e a primeira pessoa a utilizá-lo foi Emming Naus em 1878 como sinónimo do termo psiquiatria clínica e adquiriu o seu significado atual em 1913 por meio de Karl Jaspers (autor da obra Psicopatologia Geral Psychopatologie) na qual tenta desenvolver uma teoria geral das doenças psíquicas. &nbsp;<br>Atualmente, o termo psicopatologia é associado a diversas disciplinas que se interessam pelo estudo do sofrimento psíquico. A utilização desse termo em diferentes "visões" trouxe vários problemas, tanto no diálogo intercientifico como no confronto das suas abordagens, reduzindo o fenómeno psíquico a uma única forma discursiva. Isto significa que muitas vezes na área da saúde mental o confronto das diferentes visões clínico-teóricas das patologias podem trazer tanto na clínica privada, quanto em instituições e hospitais resultados negativos ou até mesmo catastróficos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 14:34:44 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quem é normal?<br>Uma coisa é certa, a história sempre colocou os loucos de um lado em contraposição à razão. Este lado entre o normal e o anormal deve ser questionado, até porque tem variado ao longo do tempo. Conceitos como a insensatez, uma paixão desesperada, a feitiçaria, entre outras eram loucura.&nbsp;<br>Loucura essa que não tinha remédio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 14:59:11 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nise, O coração da Loucura&nbsp;<br>Filme de 2016&nbsp;<br><br>Interpretado pela atriz Glória Pires, o filme retrata a história de Nise da Silveira, médica psiquiátrica que revolucionou os tratamentos da psiquiatria no Brasil, abordando o seu método inovador e artístico assim como as influências diretas na revitalização do Setor de Terapia Ocupacional do Centro Psiquiátrico Pedro II localizado no Rio de Janeiro.<br>De forma sensível, o filme emociona toda a gente que o assiste ao demonstrar a força por de trás do tratamento humanizado, inerente neste caso em Nise.&nbsp;<br>Trailer:<br>https://www.youtube.com/watch?v=UeAUNvcM_xk</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:08:10 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº20, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O Mentalista é uma série televisiva americana baseada na temática policial. Esta gira em torno da personagem principal, Patrick Jane. <br>&nbsp;<br>&nbsp;<strong>Agora vem a<br>grande questão... porquê incluir esta série no trabalho da loucura? <br>&nbsp;<br></strong>Patrick Jane era um consultor da unidade de combate ao crime do CBI (California Bureau of Investigation). Ele não é convencional e geralmente acaba por desafiar os procedimentos policiais, muitas vezes agindo então sem qualquer empatia aparente por suspeitos ou famílias que sofrem perdas.<br><br></div><div><br>O seu passado traumático acaba por ser revelado lentamente ao longo de cinco das sete temporadas do programa. As revelações aparecem a meio como lembranças e declarações de Jane. É revelado que Jane foi criado por um pai vigarista que o incluía no seu ato psíquico no circo , dando-lhe o nome de "o menino maravilha". Os truques que utilizava com Jane eram feitos para que pudesse forjar os seus clientes, usando até mesmo a doença de uma adolescente como modo de ficarem finalmente ricos e expandirem o negócio, o problema era que Jane era diferente, ele não desejava o mal, utilizava o seu truque para poder entreter e ver um sorriso na cara das pessoas, para além de tentar agradar o seu pai.<br><br></div><div><br>Ele casou-se com Angela Ruskin, que tinha um passado semelhante, sendo que a família da mesma faziam parte do mesmo circo, sendo praticamente os donos do mesmo. O casal teve uma filha, Charlotte. &nbsp;<br><br></div><div><br>Antes de trabalhar no CBI, Patrick sofre um colapso nervoso devido à culpa que sentia pela morte da sua mulher e família.&nbsp;<br><br></div><div><br>Jane usa&nbsp; as suas habilidades mentalistas para resolver crimes, mas o seu objetivo principal é encontrar Red John. Afirmou que tenciona matar Red John em vez de o mandar para a prisão judicial, embora a sua supervisora ​​direta, Teresa Lisbon , pareça duvidar da sua sinceridade a este respeito.<br><br></div><div><br>Jane acaba por ser considera louco por resolver os crimes de uma forma nunca antes vista e por nunca conseguir falar sobre oque sentia com ninguém, mesmo quando estava à beira de ter mais colapsos nervosos cada vez que o assassino Red John era mencionado. Apesar de o julgarem pelo seu diferente modo de nunca se acomodar com ninguém ao seu lado depois do incidente, a verdade é que a sua inteligência era incomparável à dos seus colegas de trabalho que no caso utilizavam mais a força.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Chamavam-no louco por ser fora do normal, seguir modos e métodos inconformistas, mas a verdade é que como Teresa Lisbon ( uma das restantes personagens principais ) disse: O CBI não aguentaria ficar sem o Jane, ele era a arma mais valiosa daquele lugar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:18:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1607823047</link>
         <description><![CDATA[<div>Um estudo feito um neurocientista revela 10 músicas que reduzem até 65% os níveis de stress e ansiedade.<br>Segundo a pesquisa, a música que ficou em primeiro lugar reduziu até 65% o nível de ansiedade dos envolvidos. O teste foi experimentado com participantes durante e após a tentativa de resolver difíceis puzzles, problemas matemáticos ou enigmas, responsáveis por elevar o nível de stress e ansiedade. O efeito da música sobre esse estado foi medido através da pressão dos batimentos cardíacos e do ritmo respiratório.&nbsp;<br>O resultado pode parecer falso, mas curiosamente a canção eleita como a mais relaxante do mundo, conforme mostra a lista que vou deixar em baixo, é que esta foi criada pelo grupo "Marco Union" em parceria justamente com terapeutas sonoros para incitar tal efeito de relaxamento. Esta informação não foi dividida com os participantes da pesquisa.&nbsp;<br><br>Lista das músicas:<br>1. "Weightless" de Marconi Union&nbsp;<br>2. "Electra" de Airstream&nbsp;<br>3. "Mellomaniac (Chill Out Mix)" do DJ Shah&nbsp;<br>4. "Watermark" de Enya&nbsp;<br>5. "Strawberry Swing" dos Coldplay<br>6. "Please Don't Go" de Barcelona&nbsp;<br>7. "Pure Shores" de All Saints&nbsp;<br>8. "Someone Like You" da Adele&nbsp;<br>9. "Canzonetta Sull'aria" do Mozart&nbsp;<br>10. "We Can Fly" de Rue du Soleil (Café Del Mar)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:18:24 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Benefícios da atividade física para saúde mental<br><br>1. </strong>Redução de Stress<br><strong>2. </strong>Melhor qualidade de sono<br><strong>3.</strong> Equilíbrio da produção de hormonas<br><strong>4. </strong>Melhor disposição no dia-a-dia<br><strong>5.</strong> Previnir doenças<br><strong>6.</strong> Alívio de sintomas de transtornos mentais<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:21:39 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº 20, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Atividades desportivas mais benéficas para alcançar a saúde mental:</div><ul><li>Natação;</li><li>Dança;</li><li>Ciclismo;</li><li>Caminhadas;</li><li>Hidroginástica;</li><li>Alongamentos;</li><li>Zumba;</li><li>Tabatas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:27:34 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº20, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Até 1973 a homossexualidade era considerada um "transtorno antissocial da personalidade".</strong></div><div>Mas um psiquiatra, empenhado em classificar de forma empírica as doenças mentais, tirou esta opção da lista.<br>O seu nome era Robert Spitzer, considerado o pai da classificação moderna das doenças mentais.&nbsp;<br>O psiquiatra desempenhou um papel fundamental na criação do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, utilizando assim até hoje a expressão que o mesmo seria a "Bíblia" da psiquiatria mundial.<br>Nas suas pesquisas, o médico determinou que a homossexualidade não era uma doença desde que os homossexuais se sentissem confortáveis com sua sexualidade, tendo assim a mesma lógica para os heterossexuais, afinal todo o tipo de amor é válido.<br>Em 1973, Spitzer conseguiu fazer um acordo no qual ficava estipulado que, para descrever pessoas cuja orientação sexual, seja homossexual ou heterossexual, lhes causasse angústia, o diagnóstico passaria a ser o de "distúrbio de orientação sexual".</div><div><strong>"Um transtorno médico deve estar associado a uma angústia subjetiva, sofrimento ou incapacidade da função social", Spitzer, jornal norte-americano </strong><strong><em>The Washington Post</em></strong><strong>.</strong></div><div>Apesar dos avanços creditados a Spitzer no campo da psiquiatria em geral e à retirada da homossexualidade do rol de doenças mentais, a carreira do psiquiatra também foi marcada por um revés.<br>Em 2001, ele chegou a publicar um estudo no qual apoiava as polêmicas e criticadas terapias que pretendem "converter" homossexuais em heterossexuais, há muito tempo descreditadas por psiquiatras, psicólogos e sexólogos.</div><div>A iniciativa de Spitzer foi duramente criticada por ativistas.</div><div>Dez anos mais tarde, o psiquiatra pediu desculpas e assegurou que essa pesquisa era a única coisa da sua carreira que lamentava.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:31:17 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda nº6 12ºN</title>
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         <description><![CDATA[<div>''Aparição de Santa Catarina e São Miguel Arcanjo a Santa Joana d'Arc” por Hermann Anton Stilke<br><br>Joana afirmou que desde os treze anos ouvia vozes divinas. Segundo ela, a primeira vez que escutou a voz, ela vinha da direção da igreja e acompanhada de claridade e uma sensação de medo. Dizia que às vezes não a entendia muito bem e que as ouvia duas ou três vezes por semana. Entre as mensagens que ela entendeu estavam conselhos para frequentar a igreja, que deveria ir a Paris e que deveria levantar o domínio que havia na cidade de Orléans. Posteriormente ela identificaria as vozes como sendo do arcanjo São Miguel, Santa Catarina de Alexandria e Santa Margarida de Antioquia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:35:36 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Lado Bom da Vida&nbsp;<br>Filme de 2013<br><br>Este filme fala-nos da história de Pat, ex-professor de história e recém saído de uma instituição psiquiátrica que se tem de readaptar ao quotidiano, depois de ter sido diagnosticado com transtorno bipolar e de se ter separado da sua ex-mulher.<br>Membro de uma família aparentemente comum à primeira vista, a vida de Pat muda quando ele conhece Tiffany.&nbsp;<br>É um ótimo filme, que entra dentro desta temática.&nbsp;<br>Trailer:<br>https://www.youtube.com/watch?v=ZUR7B8yw3WU </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:36:30 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda nº6 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>The Madhouse - Francisco de Goya<br><br>Regista os habitantes de um manicômio em inúmeras poses e poucas vestimentas, em um ambiente fechado e pouco iluminado, propositalmente claustrofóbico. O tema era comum nas rodas espanholas da época e, por isso, o quadro é interpretado por muitos especialistas como uma denúncia do tratamento dado às pessoas com distúrbios mentais naquele intervalo histórico. Há, ainda, quem interprete os personagens da obra como como alegórica, como uma galeria de figuras fortes da sociedade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:37:58 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº20, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Rei Carlos VI da França<br><br></strong>O Rei Carlos VI era conhecido como Carlos, o Louco. Depois de uns doze anos de reinado, os primeiros sinais da sua insanidade começaram a aparecer.<br><br></div><div>Houve episódios onde ele não se lembrava do próprio nome, nem da esposa, dos filhos ou sequer de que era rei da França. Durante cinco meses, recusou-se a tomar banho ou trocar de roupa. Além disso, teve um tempo em que acreditava ser feito de vidro, então proibia que qualquer pessoa tocasse sua figura real e fazia uso de roupas reforçadas, para evitar que se quebrasse por acidente.<br><br></div><div>Reinou de 1380 a 1422.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:46:21 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>À pergunta "Como interpreta o que está a observar?" cheguei à conclusão que o pintor olha para a realidade e a transfigura numa pintura.&nbsp;<br>Esta obra demonstra o jardim tal como o pintor se recorda, de uma forma muito pormenorizada. Também reparei que não há na natureza um "campo" igual ao da pintura pois um campo real não apresenta estas cores e formas.&nbsp;<br>Van Gogh tem um caráter subjetivo.<br>É importante sublinhar que a arte é antes de de mais uma transfiguração do real.<br>O próprio título da obra ou seja "Lírio branco" é um guião para a obra onde há uma flor que se destaca perante as outras pelo seu formato, cor e pé. Todas elas apresentam um movimento, uma vida ou uma ligeira tempestade com vento enquanto que o lírio branco se apresenta firme.&nbsp;<br>Van Gogh foi um dos pintores de vanguardas que nos trouxe uma nova maneira de ver a arte. Ele quis transmitir que se sentia isolado perante a sociedade. A sua mente dá sentido àquilo que vê e retrata, ou seja, este quadro é um autorretrato.<br>Foi quando esteve internado num hospício que decidiu elaborar este quadro.<br>No fundo, o pintor sente-se bem porque passa os dias a pintar mas ao mesmo tempo sente-se infeliz porque tal como referi à pouco, não se considera integrado na sociedade.<br>É ele que inaugura o expressionismo.<br>É um bom exemplo de loucura pois ao longo dos seus anos de vida foi ficado louco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:47:00 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº20, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Abraham Lincoln<br><br></strong>Conhecido por ser um dos dezesseis primeiros presidentes americanos mais incríveis de todos os tempos.<br><br></div><div>Apesar das suas grandes conquistas, como colocar um fim na Guerra da Secessão, introduzir medidas que colocaram um fim à escravidão nos EUA, e inclusive, ter matado alguns "vampiros", sentia o que ele próprio chamava de "tendência à melancolia".<br><br></div><div>É normal ficar triste de vez em quando, acontece a todos. No entanto, o que Lincoln vivia eram períodos de profunda e debilitante depressão. Alguns biógrafos especulam que não era raro ele contemplar a possibilidade de suicídio.<br><br></div><div>De acordo com uma revista, ele chorava desesperadamente e utilizava um senso de humor exagerado, além de uma espécie de fanatismo religioso e dedicação extrema ao trabalho para balancear sua melancolia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:49:19 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda nº6 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;A deficiência mental, a doença mental e a saúde mental são conceitos distintos que muitas vezes são confundidos. Cada um tem o seu significado.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;‘’A deficiência mental não é, em si mesma, uma doença, embora possa resultar de uma afeção orgânica ou uma alteração genética’’. É definida como uma condição interrompida ou incompleta do desenvolvimento da mente, caracterizada por algumas limitações, como por exemplo, o baixo funcionamento intelectual e a incapacidade de adaptação ás exigências da sociedade.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;A doença mental abrange todas as perturbações que afetam o funcionamento e o comportamento emocional, social e intelectual. Estas manifestam-se em determinado momento da vida como resultado da incapacidade de lidar com os desafios e rotinas comuns. Existem mais de 200 doenças mentais classificadas, por exemplo: perturbações da ansiedade, a depressão, as dependências do álcool, distúrbio do pânico, transtorno bipolar, a esquizofrenia...&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; As doenças mentais podem surgir em qualquer pessoa e em qualquer idade, apesar de não se conhecer exatamente as causas das doenças mentais são conhecidos vários fatores que parecem contribuir para o aparecimento destas (fatores genéticos, infeções, lesões cerebrais, traumatismos cranianos, fatores sociais, fatores ambientais...). Cada pessoa tem uma experiência diferente da doença, mesmo pessoas com o mesmo diagnóstico.<br>&nbsp; &nbsp;Surgem várias ideias de senso comum acerca deste tema, por exemplo que as doenças mentais surgem apenas nas pessoas fracas e preguiçosas, ou que as pessoas doentes são violentas (pelo contrário, são muitas vezes as vítimas de violência) ou até que as tentativas de suicídio que surgem são apenas uma chamada de atenção (estas devem de ser entendidas como um pedido de ajuda. A maioria das pessoas que comete suicídio tem uma doença mental, cujo o tratamento poderia aliviar o sofrimento e ajudar a pessoa a sentir-se melhor. Às vezes, é a própria doença a fazer com que a pessoa não consiga encontrar alternativas e outras soluções e por isso estes atos de autoagressão devem ser levados a sério.). A falácia mais conhecida é a que as doenças mentais são raras. São tão frequentes que 1 a 5 pessoas estão, neste momento, a passar por uma experiência de doença mental, 1 em 3 pessoas vão passar por uma experiência de doença mental na sua vida.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; Por último, a saúde mental é definida como um estado de bem-estar subjetivo, com as capacidades de comunicação, relacionamento interpessoal, de autonomia e escolha de um projeto de vida, com as competências na vida pessoal e social, a autorrealização intelectual e emocional na adequação à realidade. Existe várias formas para termos uma boa saúde mental, tudo depende das características de cada um. Esta varia ao longo da vida, no entanto, existe componentes essenciais para termos uma boa saúde mental: ‘’Mente sã em corpo são’’, ou seja, não existe saúde sem saúde mental. O corpo e a mente estão interligados e existe várias situações que o comprovam, por exemplo: as doenças mentais têm sinais/consequências no nosso corpo. O exercício físico, a nutrição, o tempo de descanso são outros 3 componentes essenciais, estes traz-nos o equilíbrio, a prevenção de doenças. A adaptação pretende ilustrar a importância de aceitar algumas circunstâncias da vida, isto é, não controlarmos tudo o que nos acontece. Isto pode ser fundamental para sermos capazes de mudar de perspetivas e sermos mais flexíveis e conseguirmo-nos adaptar a algumas circunstâncias. Por último, mas não menos importante, a ligação é muito importante por ser esta que nos conecta com a nossa família, amigos e com a comunidade. A sensação de pertença enriquece a vida, dá-lhe mais significado. As nossas relações pessoas podem ser a nossa principal fonte de felicidade e suporte. Estes componentes são os mais consensuais para uma boa saúde mental, mas cada um tem de encontrar os seus próprios constituintes.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; A saúde mental é mais do que a simples ausência de doença, é sermos capazes de usar todo o nosso potencial na nossa vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:51:03 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Rossas, nº20, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Edgar Allan Poe<br><br></strong>Um escritor conhecido pelos seus contos de horror, foi um dos primeiros a tentar construir uma carreira apenas com o seu ofício de escritor. Edgar Allan Poe era extremamente interessado por psicologia e usava o que aprendia sobre o assunto como substrato para suas obras.<br><br></div><div>Poe tinha um inimigo chamado Rufus Grinswold, de quem Edgar gostava de espalhar maldizeres, seja por escrita ou verbalmente. Então, após a morte do mesmo, Griswold decidiu escrever um obituário venenoso sobre o seu rival, referindo como as pessoas simplesmente deixavam passar a sua proeminente loucura.<br><br></div><div>Depois disso, as pessoas passaram a conjecturar que Edgar Allan Poe tinha distúrbio bipolar. O próprio Poe já tinha escrito uma carta onde contava que já havia experienciado pensamentos suicidas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:53:17 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda nº6 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Como superar uma crise de ansiedade?<br></strong><br></div><div><mark>1.Desvia a atenção dos sintomas</mark></div><div><br></div><div>Um dos principais motivos para a crise de ansiedade se tornar cada vez mais intensa é a preocupação pelos sintomas que vão surgindo. É fundamental desviar a atenção e focar-se numa atividade específica, como por exemplo o controle da respiração.<br><br></div><div><mark>2. Diminui o ritmo da respiração</mark></div><div><br></div><div>É importante inspirar e expirar lentamente e profundamente, a fim de diminuir o stress e fornecer mais oxigénio ao cérebro, aumentando a concentração. Dica: inspira pelo nariz, segura a respiração por 3 segundos e expira pela boca lentamente sempre que sentires que uma crise se está a aproximar.<br><br></div><div><mark>3. Relaxa os músculos</mark><br><br></div><div>A contração dos músculos como forma de defesa acaba por trazer mais dores e desconforto. Após de controlar a respiração, procura relaxar os músculos um a um. Começa com a cabeça e pescoço e desce para as áreas mais afetadas pelo stress.&nbsp;<br><br></div><div><mark>4. Distrai-te</mark><br><br></div><div>A descarga de adrenalina desperta o nosso sistema nervoso e deixa a mente alerta. A saída para isso é diminuir o ritmo dos pensamentos criando distrações externas a ele. Conversa com alguém, canta uma música, conta 1 a 10 repetidas vezes ou faz alguma atividade.<br><br></div><div><mark>5. Usa a imaginação</mark><br><br></div><div>Pensa num lugar em que te sintas em paz. Coloca detalhes à cena e foca-te. Ou podes apenas relembrar bons momentos. Este tipo de atividade é muito eficiente para desligar a tua mente dos sintomas da ansiedade e acalmar a mesma</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 16:22:04 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Corda nº6 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1608007856</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como posso ajudar alguém com depressão?<br></strong><br></div><div><mark>1. Sabe mais acerca da doença mental</mark><br><br></div><div>Um dos primeiros passos para ajudares alguém com depressão é aprenderes as causas e os tratamentos desta doença.<br><br></div><div><mark>2. Sê um bom ouvinte<br></mark><br></div><div>Diz, claramente, que queres ajudar, ouve os problemas do teu amigo ou familiar sem julgares. Muitas vezes, ouvir pode ser mais importante do que dar conselhos.<br><br></div><div><mark>3.&nbsp; Sê direto</mark><br><br></div><div>Pergunta ao individuo do que é que ele precisa de ti. Se este responder que não precisa de nada, respeita mas mantém-te sempre à vontade para ajudar.&nbsp;<br><br></div><div><mark>4. Encoraja-o a procurar um profissional</mark><br><br></div><div>Tal como não podes curar os diabetes de alguém sem a ajuda de um médico, tem presente que a ajuda de um especialista da área da psicologia é importante no processo de recuperação de uma depressão. Oferece-te para o acompanhares às sessões.<br><br></div><div><mark>5. Oferece ajuda em atividades básicas</mark><br><br></div><div>Uma pessoa com depressão pode sentir até dificuldade em vestir-se ou ir às compras. Mostra-te disponível para ajudar nestas questões mais práticas, mas encoraja-o também a fazê-las sozinho.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 16:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Carolina Godinho, 12°N, Nº2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1608013395</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;A loucura é segundo a psicologia uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido. É deste modo resultado de algum transtorno mental. Porém a verdadeira constatação da insanidade mental de um indivíduo só pode ser feita por especialistas em psicopatologia (área que estuda os estados psíquicos relacionados com o sofrimento mental). Até finais do século XIX, a loucura estava relacionada com o incumprimento das normas sociais estabelecidas e certas doenças como a epilepsia eram associadas à loucura.</div><div>Porém atualmente a noção de loucura está relacionada com um desequilíbrio mental que se manifesta numa perceção distorcida da realidade, na perda de autocontrole, de alucinações e comportamentos absurdos ou que não se justificam.</div><div>A loucura caracteriza-se pelo afastamento do indivíduo de seu modo habitual de pensar e de agir. A loucura também está relacionada com a demência, um termo de origem latina que significa “desligado da mente”. Esta doença consiste na ausência ou na perda das funções cognitivas, que geralmente impede a&nbsp; realização de várias atividades quotidianas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 16:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Loucura intermitente, e loucos como doentes - Philippe Pinel</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1608044584</link>
         <description><![CDATA[<div>Philippe Pinel foi um médico francês que nasceu a 1745 e faleceu a 1826, tendo sido responsável pela mudança da mentalidade quanto aos loucos, nomeadamente pela introdução da ideia que a loucura corresponde a um estado de desequilíbrio mental, a uma doença mental, que como qualquer outra é possível de ser tratada. Ao contrário de Descartes, para Pinel a loucura não é uma perda abstrata da razão, mas sim uma contradição no seio da razão sempre presente. Desta forma, o louco não estaria integralmente afastado&nbsp; do comércio afetivo e simbólico com os demais humanos, persistindo sempre uma margem de contacto, uma possibilidade de interação com o mesmo. Devido ao facto de a loucura apenas ser um “episódio” na vida do indivíduo, esta é chamada de interminente, e os loucos passam a ser vistos como doentes, a quem se pode administrar um tratamento.&nbsp;<br><strong>Mª Clara Semedo, 12ºD, nº21</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 16:52:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento Moral - Philippe Pinel</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O tipo de tratamento no qual Pinel apostou foi o tratamento moral. Além de ter introduzido a loucura no campo médico, também atuou no sentido da atitude, da postura perante os alienados se tornar mais humana, mais séria e não violenta, através desse tipo de tratamento. Ele acreditava que seria possível introduzir mudanças significativas no comportamento dos doentes por meio de atitudes humanas, mas firmes. Tratar-se-ia de uma técnica hospitalar e manejo de relação com os pacientes, iniciada no século XVIII, responsável, por exemplo, pela troca das correntes por camisas-de-força, em 1787.&nbsp;<br><strong>Mª Clara Semedo, 12ºD, nº21</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 18:23:47 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo racional e metódico do fenómeno da alienação - Philippe Pinel</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Porém, o que o método pineliano traz de novo não é uma mera preocupação humanitária e filantrópica no tratamento dos doentes, mas sim a associação da postura tolerante e humanista com o esforço de estudar racional e metodicamente o fenómeno da alienação. Nesse sentido, Pinel desenvolve um método clínico sistemático para o estudo da alienação mental, tendo como fundamento a observação demorada dos pacientes, o empirismo e o sensualismo.&nbsp;<br>Tem a tarefa de “ordenar a massa caótica de sintomas que se apresentem ao clínico”, começando dessa maneira a implementar um processo racional de aproximação do fenómeno estudado, mas que não implicaria que as entidades isoladas correspondessem a doenças biológicas expressas no campo mental. Aos olhos de Pinel, a loucura era uma doença essencialmente mental, sendo as suas bases orgânicas concebidas numa relação dinâmica com o psíquico. &nbsp;</div><div>A sua obra mais importante tem como título: <em>Traité médico-philosophique sur l’aliénation mentale ou la manie</em>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 18:53:26 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, Nº8, Lara Santos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O que entendemos por loucura? Se recorrermos ao método mais simples, que é o dicionário, entendemos que a loucura, na perspetiva da medicina, é encarada como um:</div><ul><li>&nbsp;Distúrbio mental, por sua vez grave, que impede alguém de viver em sociedade, tendo em conta a sua incapacidade mental de agir, de sentir ou de pensar como o suposto, ou seja, insanidade mental.</li></ul><div>Segundo esta linha de raciocínio a&nbsp; loucura transmite-se através de:</div><ul><li>&nbsp;Um ato ou comportamento próprio de louco; insensatez;</li><li>Ato de extravagância ou de imprudência;</li><li>Ato de amor excessivo ou exagerado .</li></ul><div>Já segundo a psicologia, a loucura define-se por uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou pela prática de coisas sem sentido. Entende-se pelo resultado de algum transtorno mental. Seguro será dizer que a verdadeira constatação da insanidade mental de um indivíduo apenas pode ser realizada por especialistas em psicopatologia.<br>Deixo um vídeo interessante que aborda o tema de "Transtorno Mental".</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/EIVpJt2Po0c" />
         <pubDate>2021-06-15 18:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Concussion (2015)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O seguinte filme é baseado na história verídica do médico que através de ciência provocou o confronto entre a ganância empresarial desportiva, que só visa lucrar, e o conhecimento científico.</div><div><br></div><div>Will Smith dá vida ao Dr. Bennet Omalu, um neuropatologista nigeriano, que descobriu que atletas de desportos violentos,neste caso futebol americano, após sofrerem lesões constantes na cabeça&nbsp; têm altas probalidades de desenvolverem CTE ( Encefalopatia Traumática Crónica), uma doença degenerativa.</div><div><br></div><div>Tudo começa quando Mike Webster, ex-jogador dos Pittsburgh Steelers, morre de enfarte cardíaco. Webster tinha apenas 50 anos, no entanto, estava ligado a um extenso histórico de loucura que incluía automutilação, a sensação de ouvir vozes e ataques de raiva e desespero. Este caso chama a atenção de Omalu, que insiste em investigar a causa da sua morte.&nbsp;</div><div><br></div><div>Porém, a ETC não se revelou apenas uma descoberta académica, mas sim, uma&nbsp; luta contra uma grande corporação que movimenta bilhões por ano, a NFL,&nbsp; a liga de futebol americano .</div><div>Nos anos seguintes, Omalu deparou-se com a morte de três outros ex-jogadores , Terry Long, Justin Strzelczyk e Andre Waters, cujo os quais tinham sintomas muito semelhantes aos de Webster. A NFL tentou sabotar ao máximo ao investigação de Omalu, chegando até a ameaçar o seu emprego e a sua família. A verdade é que tal descoberta iria colocar em causa o desporte em si.&nbsp;</div><div><br></div><div>No entanto, após o suicídio de outro ex-jogador, Dave Duerson, em que este deixa para trás um carta que admite que Omalu se encontrava certo e os seus estudos mereciam ser aprofundados, ECT recebe o reconhecimento esperado. Devido ao escândalo provocado pela carta, NFL vê-se obrigada a tratar o assunto com a seriedade devida e várias conferências acerca de concussões e ETC são realizadas.&nbsp;</div><div>Em conclusão, este filme encaixa-se perfeitamente na temática da loucura, pois demonstra como a loucura, a perda da noção da realidade, tem causas e, como tal, as diferentes perturbações merecem ser estudadas. Omalu provocou o debate acerca do impacto dos desportes violentos na vida dos atletas, que praticados a longo prazo podem provocar consequências irremediáveis a nível cerebral. Consequentemente, várias&nbsp;</div><div>técnicas e movimentos de jogo mais agressivos foram impedidos de ser jogados e, mais importante, jogadores de futebol americano têm atualmente a oportunidade de se encontrar informados acerca das consequências da sua prática.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:30:25 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN,nº8,Lara Santos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A superação de algo que consideramos um problema deve ser um fator encarado com a devida importância. De modo a superar da melhor forma há especialistas que aconselham vários métodos fáceis de realizar, entre estes temos:</div><ul><li>Jogar Xadrez. Como é um jogo que desafia o cérebro, consegue estimular o crescimento de dendritos – organismos que enviam sinais a partir das células neurais. Posto isto a comunicação neural, dentro do cérebro, melhora e fica mais rápida.</li><li>A prática da leitura. Há diversas pesquisas que afirmam e comprovam que ler aumenta as conexões neurais, fazendo com que o cérebro funcione de forma melhor. Há uma pesquisa feita pela Universidade Emory, dos Estados Unidos, que comprova que a redução do funcionamento do cérebro, na velhice, pode ser reduzida em cerca de 30% se a pessoa mantiver hábitos de leitura e ainda de proteger contra doenças como, por exemplo, o Alzheimer.</li><li>O Autodomínio. Sendo o responsável pelo nosso modo de defesa, de lutar ou fugir, Deste modo o Autodomínio está relacionado com nossas reações, e é o ponto de disparo para emoções como raiva, medo ou impulso.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:34:36 UTC</pubDate>
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         <title>12.ºN Patrícia Pinhão n°22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Girl, Interrupted ou Garota, Interrompida é um filme de drama biográfico norte-americano de 1999 baseado no livro Girl, Interrupted, de Susanna Kaysen, que conta os seus 18 meses de internação num hospital psiquiátrico.</div><div>&nbsp; &nbsp;Em 1967, após uma sessão com um psicanalista que nunca havia visto antes, Susanna Kaysen (Winona Ryder) foi diagnosticada como vítima de transtorno de personalidade e posteriormente enviada para um hospital psiquiátrico onde se vê de caras com um mundo completamente novo.</div><div>&nbsp; &nbsp;Os Transtornos de Personalidade são um grupo de doenças mentais em que os traços emocionais e comportamentais de uma pessoa são mal ajustados. Um transtorno é diagnosticado quando esses mesmos traços de personalidade apresentam um “desvio” significativo em relação aos outros, prejudicando a adaptação da pessoa a situações do dia-a-dia e causando sofrimento e incómodo em seus relacionamentos pessoais e outras áreas de sua vida.</div><div>&nbsp; &nbsp;O filme foca-se nas alterações que a internação da personagem vai causar no próprio hospital psiquiátrico e, consequentemente, nas outras jovens que lá vai conhecer e relacionar-se.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:44:03 UTC</pubDate>
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         <title>12º D Carolina Neri Nº1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Filme: <strong>Good Will Hunting<br><br></strong>No filme, o personagem principal <strong>Will Hunting</strong> é um jovem problemático de 20 anos que vive num bairro pobre do sul de Boston. Os seus pais morreram quando ele era jovem, o que fez com que passasse por uma série de lares adotivos, onde sofreu severos abusos físicos. Will pode contar apenas consigo mesmo e, por isso, leva uma vida de autossuficiência. Trabalha como contínuo numa universidade local, o MIT, e tem um dom para a matemática avançada. Passa o seu tempo livre com um grupo restrito de amigos ou isolado a ler. No entanto, apresenta dificuldades em relacionar-se e em confiar nos outros, talvez devido ao seu passado trágico.&nbsp;</div><div>Depois de Will ter resolvido um problema matemático bastante complexo, um professor da universidade MIT em que trabalha, <strong>Gerald Lambeau</strong>, procura-o com o objetivo de o tornar seu aprendiz. Hunting não pretende aceitar, mas a pena de prisão que enfrenta por uma briga no seu bairro leva-o a fazer um acordo com o professor. Will é libertado na condição de trabalhar academicamente com Lambeau, ao mesmo tempo que é aconselhado por um terapeuta. Will aceita mas revela-se difícil de lidar quando manipula os terapeutas que lhe são atribuídos, com o objetivo de impedir que o tentem ajudar. Acaba por se relacionar com <strong>Sean Maguire</strong>, que foi resiliente o suficiente para fazer progressos com Will e o ajudar a lidar com a sua agressividade.&nbsp;</div><div>Do ponto de vista da psicologia, podemos falar de dois transtornos - stress pós-traumático e transtorno de personalidade borderline. Em primeiro lugar, o<strong> stress pós-traumático </strong>(um transtorno de ansiedade): ao longo de todo o filme, vamos descobrindo as diferentes formas de trauma que Will sofreu por parte do seu pai adotivo e as implicações que teve no seu desenvolvimento. É explorada a ideia de que uma criança que passa pela experiência de vida de Will, fica <strong>isolada</strong> e pode nunca permitir um apego ou, quando um apego finalmente começa a ocorrer, afasta-o. Por causa do stress pós-traumático, a personagem parece <strong>incapaz de funcionar normalmente na sociedade</strong> e, por isso, planeia cuidadosamente o seu futuro para evitar contactar com muitas pessoas. Também não são raras as vezes em que Will relembra os abusos involuntariamente. O <strong>transtorno de personalidade borderline</strong> aparece especialmente em duas cenas do filme. A primeira, com a namorada <strong>Skylar</strong>. Will demonstra temer que ela o abandone (<strong>medo de abandono</strong>) e diz que não a ama, mentindo (<strong>comportamento autodestrutivo</strong>). A raiva chega a levá-lo a ser <strong>fisicamente agressivo</strong>, o que também é um sintoma deste transtorno. A segunda é a cena final, com Will e Sean. As personagens falam sobre o trauma que partilham - os abusos. Hunting acredita que o abuso que sofreu foi culpa dele, isto evidencia a <strong>instabilidade do autoconceito</strong> de Will. Aliás, isto acontece com muitas vítimas deste tipo de violência, principalmente em crianças, pois é mais fácil aceitar a responsabilidade do que viver num mundo em que as pessoas que deveriam protegê-las, as abandonam e abusam. A <strong>instabilidade das relações</strong> é outro sintoma, que é bastante salientado ao longo do filme. Só a terapia permitiu a Hunting ousar começar uma relação com Skylar. O acompanhamento de Sean deu a Will a esperança e a coragem para criar laços com alguém e ser vulnerável para esse efeito. Esta última cena é bastante marcante e emocional, não só por causa da grande direção e performances dos atores, mas principalmente porque vemos todas as barreiras que Will construiu à sua volta, serem finalmente derrubadas.&nbsp;</div><div>Em suma, este filme não só tem uma história muito cativante, como é representado por grandes atores, de uma forma excecional. Os transtornos referidos são retratados de forma bastante fiel e são muito bem enquadrados na história.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>Madalena Carvalho n° 11 - 12°N</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Filme "Uma mente brilhante"<br>&nbsp;<strong>Introdução:</strong> A esquizofrenia manifesta-se geralmente no final da adolescência ou no início da idade adulta antes dos 40 anos. O decorrer da doença é sempre crónico e tende a deteriorar a personalidade do indivíduo. Quando surgem perto da adolescência, os quadros de início agudo têm uma prognose mais propícia à recuperação, principalmente quando a personalidade se desenvolveu de modo satisfatório.O surgimento da doença é mais precoce nos homens (entre os 15 e os 25 anos) e mais tardia nas mulheres (entre os 25 e os 30 anos). A esquizofrenia possui 3 fases: aguda, estabilização e recaída. Segundo 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID 10), os transtornos esquizofrênicos se caracterizam em geral por distorções fundamentais e características do pensamento e da percepção, e por afetos inapropriados. Usualmente mantém-se clara a consciência e a capacidade intelectual, embora certos défices cognitivos possam evoluir no curso do tempo. Dessa forma, o filme Uma Mente Brilhante traz essa temática com um intuito de promover o trabalho da Psicoterapia Individual, pois inúmeros trabalhos mostram os benefícios de uma psicoterapia individual num esquizofrénico. Assim, fica evidente as características do personagem do filme John Nash, interpretado pelo ator Russell Ira Crowe.<br> <strong>&nbsp;Objetivo:</strong> O presente estudo tem por objetivo destacar a história de um professor de matemática, o qual sofria de uma doença perturbadora, a esquizofrenia, ressalta ainda, a superação do professor enquanto profissional numa universidade, pois os alunos achavam estranho determinados comportamentos de John Nash, pois muitas vezes ele tinha dificuldade em entender o que era real, isso era muito complicado, mas, através da psicoterapia individual encontrou ajuda e conseguiu levar a sua vida de aceitação, conviveu com a sua doença e tornou-se brilhante em tudo dizendo então que<em>“todos os problemas tem uma solução”</em>.&nbsp; <br> <strong>Considerações:</strong> Portanto, após fazer a análise do filme Uma mente brilhante, pecebe-se que, o tratamento da esquizofrenia tem por finalidade o prolongamento da fase estabilização, todavia, em algumas vezes é difícil evitar recaídas, retornando à fase mais aguda da doença. Os sinais de recaída são os seguintes: agressividade ou medo, agitação, ideias estranhas, discurso sem nexo, descuido da higiene pessoal ou da aparência, abuso de álcool ou outras substâncias. Será preciso o doente fazer uma intervenção farmacológica precoce devido a diminuição dos internamentos. Um dos principais motivos da recaída é o cumprimento terapêutico não realizado pelo indivíduo, pelas razões de efeitos colaterais dos medicamentos, consumo de álcool ou drogas ou relacionamento dificultoso entre o médico, a família e o paciente.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-15 20:07:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>12ºN,nº8,Lara Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1608544327</link>
         <description><![CDATA[<div>A deficiência mental, doença mental e saúde mental são conceitos distintos mas que são geralmente confundidos.<br>De modo a esclarecer:</div><ul><li>A deficiência mental ( Atraso Mental. Debilidade, Sub-Normalidade), segundo a AAMR (Associação Americana de Deficiência Mental) e DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais),encara-se como o estado de redução notável do funcionamento intelectual, que por sua vez é inferior à média. Envolve duas componentes essenciais, onde uma está relacionada com fatores de desenvolvimento (ou seja, idade biológica), por exemplo, comunicação, cuidados pessoais, competência domésticas e autonomia e a outra a fatores sócio culturais, isto é, incapacidade significativa para se adaptar às exigências culturais da sociedade como a comunicação e habilidades sociais.</li><li>Já a doença mental é uma condição de saúde que envolve mudanças na emoção, pensamento ou comportamento (ou uma combinação das mesmas). As doenças mentais estão associadas à angústia e/ou aos problemas de funcionamento em atividades sociais, de trabalho ou familiares.</li><li>Por fim, a saúde mental. Esta é uma expressão utilizada para descrever a qualidade cognitiva e emocional de um indivíduo ou para designar a inexistência de alguma doença mental.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:46:05 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, nº1, Ana Beatriz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1608552975</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Psicopatas e sociopatas sempre foram consideradas pessoas “loucas” e há muito tempo que se debate o facto de serem assim por natureza ou devido a alguma doença mental.</div><div><br>Também, muitas vezes, os dois conceitos são bastante confundidos. Sendo o termo “sociopata” um que as pessoas usam para descrever alguém sem consciência, rotulando a pessoa como odiosa ou digna de ódio. E neste sentido, o mesmo se diz quanto ao termo “psicopata”, que para muitas pessoas sugere um sociopata simplesmente mais perigoso, como um assassino em série.&nbsp;</div><div><br>Mas isto não é assim tão linear. Portanto qual é a diferença entre um psicopata e um sociopata?</div><div><br>Na realidade, do ponto de vista clinico, estas pessoas não são diagnosticadas como sociopatas ou psicopatas, mas sim como alguém com um transtorno de personalidade antissocial. Há também algum debate sobre se os psicopatas têm uma vertente mais grave deste transtorno de personalidade ou um diagnóstico separado, mas relacionado.</div><div><br>Estas pessoas com transtornos de personalidade antissocial agem de maneiras que vão contra as normas socialmente aceites. Tendem a quebrar leis e sentir pouca ou nenhuma culpa quando o fazem.</div><div><br>Os sociopatas provavelmente sabem que o que estão a fazer é errado mas não têm morais, então fazem-no na mesma. Assim, têm uma consciência mas ela não é suficiente para impedir estes comportamentos. Ao contrário disto, os especialistas não acreditam que as pessoas com psicopatia tenham uma consciência.</div><div><br>Psicopatas são pessoas que demonstram psicopatia. Isso não é um diagnóstico mas sim um conjunto de características. Os critérios para psicopatia incluem sintomas psicológicos e certos comportamentos específicos. Alguns traços comuns a um psicopata são: charme insincero, facilmente entediado, mentiroso compulsivo, manipulativo, sem remorso ou culpa, pouca reação emocional, sem empatia, problemas de comportamento que começam na infância...</div><div><br>Sociopatas têm uma maior probabilidade de ser impulsivamente agressivos, agindo de “cabeça quente”, demonstrando explosões emocionais e falta de auto controlo e tendo pouca capacidade de planear o futuro. Conseguem criar laços com outras pessoas e, em geral, gostam de estar perto delas. Para indivíduos já geneticamente vulneráveis a estes comportamentos, a sociopatia é desencadeada por fatores específicos como uma infância perturbada, relações interpessoais traumáticas ou histórias de abuso.</div><div><br>Os psicopatas agem, por outro lado, de “coração frio”. Têm baixos níveis de ansiedade e não reagem ao stress e ao castigo, tendo um bom controlo sobre os seus pensamentos e tendem a planear e organizar meticulosamente os seus atos agressivos. O comportamento psicopático resulta mais da genética ou de alguma lesão como um traumatismo craniano ao nascer ou durante a infância. Sendo extremamente manipuladores conseguem ganhar facilmente a confiança dos outros, no entanto, ao contrário dos sociopatas, não se apegam a eles.<br><br></div><div>Os psicopatas são geralmente considerados mais perigosos do que os sociopatas devido à falta de empatia e de qualquer tipo de remorsos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:54:28 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Mexer o corpo fortalece tanto a massa muscular como a cinzenta&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O exercício físico ajuda a prevenir o aparecimento de doenças mentais. Exercitar produz hormonas muito importantes para o nosso corpo como a serotonina, dopamina, e endorfina, que quando em desequilíbrio podem desencadear transtornos mentais, especialmente a depressão.<br>Apenas 15 minutos de caminhada reduzem os riscos de depressão em 26%, tal como de Alzheimer em 51%.<br>Fazer exercício também melhora a qualidade de sono, sendo este um fator muito importante para que o nosso sistema nervoso trabalhe corretamente, trazendo assim deste modo benefícios como maior facilidade de aprendizagem e concentração.<br>Concluindo, a atividade física produz equilibradamente as hormonas responsáveis pela felicidade , tornando os sintomas de transtornos mentais como a ansiedade, a depressão e o transtorno de défice de atenção menos prováveis de nos afetarem.<br><br>Inês Rita Lamelas nº13 12ºD</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 22:28:53 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN, Nº5, Catarina Vozone</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Transtorno dissociativo de identidade</strong></div><div>É uma doença mental na qual o mais que uma personalidade se alterna no controlo do indivíduo em questão. As personalidades podem se descrever como tendo idade, género, memórias e conhecimentos distintos<br><br></div><div>Apesar de aparecer como extremamente rara para o público, estimativas mostram que 1 a 3% da população mundial pode ter este transtorno.<br><br></div><div>Ter este transtorno significa que, durante a infância, a personalidade do indivíduo não se conseguiu desenvolver totalmente em apenas uma personalidade. Todos nós enquanto na infância começa com uma personalidade não-integrada e por volta dos 7/9 anos, num desenvolvimento normal, esta está formada.<br><br></div><div>Mas se há traumas repetidos ou severos antes desta idade, o cérebro não se forma desta maneira e, citando a entrevista que vou citar abaixo, é como se o cérebro dissesse “não consigo lidar com isto, isto não pode ser a minha vida, não é possível sobreviver se eu estiver ciente dos traumas”.<br><br></div><div>Então, os traumas em conjunto com a habilidade de dissociação a um alto nível e uma ligação desorganizada com as figuras paternais impede uma personalidade de se formar totalmente por causa da amnésia criada para manter aquele trauma distante.<br><br></div><div><strong>Casos Famosos</strong></div><div>Alice Jamieson-Autora da autobiografia <em>“Today I’m Alice”</em></div><div>Truddi Chase-Autora americana da autobiografia <em>“When Rabbit Howls” (1987)<br></em><br></div><div><strong>&nbsp;Sintomas</strong></div><div>Na <strong>forma de "possessão",</strong> as identidades múltiplas são facilmente visíveis para os familiares e colaboradores. Pacientes falam e agem de uma forma obviamente diferente, como se outra pessoa ou ser assumisse.</div><div>&nbsp;</div><div>Na <strong>forma de não "possessão",</strong> as diferentes identidades muitas vezes não são tão evidentes para os observadores. Em vez disso, pacientes experimentam sentimentos de despersonalização.</div><div>Podem sentir-se irreais, removidos de seu próprio eu e desconectados dos seus processos físicos e mentais. Os pacientes dizem que se sentem como um observador de suas vidas, como se estivessem em um filme sobre o qual não têm nenhum controlo.</div><div>&nbsp;</div><div>Eles podem achar que seus corpos têm uma sensação diferente. Ex. (Como a de uma criança pequena ou alguém do sexo oposto) e não pertencem a eles. Eles podem ter pensamentos repentinos, impulsos e emoções que parecem não pertencer a eles e que podem se manifestar como múltiplos fluxos de pensamento confuso ou como vozes.</div><div>&nbsp;</div><div>Algumas manifestações podem ser notadas pelos observadores. Por exemplo, atitudes, opiniões e preferências dos pacientes (p. ex., em relação a alimentos, roupas ou interesses) podem mudar subitamente, então mudar de volta.</div><div>&nbsp;</div><div><mark>Amnésia</mark></div><div>Os pacientes costumam ter amnésia dissociativa. Tipicamente ela se manifesta com</div><div>Lacunas na memória de eventos pessoais do passado (Ex., períodos de tempo durante a infância ou adolescência, morte de um parente)<br><br></div><div><mark>Lapsos na memória confiável </mark>(Ex., o que aconteceu hoje, habilidades bem aprendidas, (Ex., usar computadores)<br><br></div><div><mark>Descoberta da evidência das coisas que fizeram ou disseram, mas de que não se lembram de ter feito e/ou que parece improvável para eles mesmos</mark><br><br></div><div>Os pacientes podem descobrir objetos consigo ou exemplos de escrita à mão pelos quais eles não são se sentem responsáveis ou reconhecem. Também podem se encontrar em lugares diferentes daqueles que se lembram de estar e podem não ter ideia do porquê ou como chegaram lá. Ao contrário de pacientes com transtorno de estresse pós-traumático, pacientes com transtorno dissociativo de identidade se esquecem de eventos diários, bem como aqueles estressantes ou traumáticos.</div><div>A perceção que os pacientes têm sobre a amnésia varia. Alguns tentam escondê-la. A amnésia pode ser percebida por outras pessoas quando os pacientes não conseguem se lembrar de coisas que disseram e fizeram ou informações pessoais importantes, como o próprio nome.<br><br></div><div>Na minha pesquisa, encontrei uma entrevista com pessoas que alegam ter este transtorno e explicam como vivem com ele.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 22:45:35 UTC</pubDate>
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         <title>Leonor Silva , 12.º N , Nº 9</title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme “ Fragmentado”&nbsp; retrata a vida de Kevin Wendell Crump, vítima de abuso infantil e que possui um transtorno dissociativo de identidade ou transtorno de múltiplas personalidades. Este tipo de transtorno dissociativo é caracterizado por 2 ou mais estados de personalidade distintos ou seja é um transtorno mental em que a pessoa se comporta como se fosse duas ou mais pessoas diferentes que variam em relação ao seus pensamentos, memórias, sentimentos ou ações.&nbsp;</div><div>Kevin possui 23 personalidades diferentes, sendo 4 mais evidentes no filme: Dennis, um homem frio e metódico. A Patrícia, uma mulher misteriosa, e de certa forma tb carinhosa com as vítimas. Hedwig, uma criança de 9 anos que tem o poder “ir para a luz” quando quiser. E Barry, estilista de moda. Todas elas são diferentes: géneros diferentes, idades diferentes, pensamentos diferentes , e diferentes formas de agir e de observar o mundo.</div><div>Este transtorno apresenta incapacidade de recordar eventos diários, informações pessoais importantes e eventos traumáticos ,os quais&nbsp; não seriam normalmente esquecidos com o esquecimento normal.&nbsp;</div><div>Este desequilíbrio psicológico tb causa alterações na percepção de si mesmo, perda do domínio do seu comportamento , podendo ter a sensação de estar perdido, tendo mudanças repentinas de atitudes e opiniões ou a sensação de que o corpo não lhe pertence.</div><div>Ao vermos o filme percebemos que a personalidade que estava ao comando, Barry, perde o controlo surgindo assim a 24.ª personalidade, que é chamada de “besta”.&nbsp;</div><div>&nbsp;“A Besta”, surge com o objetivo de exterminar os impuros, pessoas que nunca sofreram na vida.</div><div>Kevin, um homem que aparentava ser normal mas que devido a uma série de eventos traumáticos da sua infância cria várias personalidades, como forma de lidar aos tais eventos.&nbsp;</div><div>Este transtorno não apenas levam a uma mudança psicológica, mas também uma mudança física: capaz de alterar o seu corpo a cada troca de personalidade.</div><div>Isso fica bastante claro quando ao longo do filme vemos uma personalidade que precisa de óculos e outra não, como também uma&nbsp; personalidade&nbsp; precisa de usar insulina enquanto as outras não.&nbsp;</div><div>Verifica se que este transtorno surge 90% em casos que têm antecedentes de abuso infantil estando os restantes casos associados à experiência da guerra ou outro tipo de inventos traumáticos. Acredita-se que a predisposição genética tenha também um papel.</div><div>O tratamento deste transtorno é orientado pelo psiquiatra e deve ser feito com psicoterapia e se necessário uso de medicamentos para aliviar a ansiedade ou a depressão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 23:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>The Queen´s Gambit</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Gambito da Rainha é uma série&nbsp; que retrata a história de Beth Harmon, uma jovem orfã sobrevivente de um trágico acidente, que no orfanato conhece o xadrez, revelando-se um prodígio. Acompanhamos a ascensão de Harmon no xadrez, desde o orfanato até a fama em um meio cheio de homens. Um fato curioso sobre a genialidade da personagem principal de Gambito da Rainha é que ela segue padrões interessantes encontrados em alguns estudos já feitos acerca de gênios.<br><br></div><div><strong>Essa série levantou um questionamento que existe há muito tempo no meio científico: quão tênue é a linha entre a genialidade e a loucura?<br></strong><br></div><div>A ideia de que a genialidade e a loucura estariam interligadas é considerada desde a antiguidade, nos tempos de Aristóteles. Inclusive, existe uma frase famosa dele e que é o primeiro registro dessa conexão sendo desenhada: “Nunca existiu uma grande inteligência sem uma veia de loucura”.<br><br><strong>Seriam apenas coincidências?<br></strong>Antes de qualquer coisa, precisamos definir o que é genialidade e o que é loucura.<br><br></div><div><strong>Genialidade:</strong> A palavra gênio vem do latim e invoca duas características que remetem à pessoas geniais: a primeira sendo a capacidade de criar, produzir algo novo e original; a segunda é a inclinação natural, a vocação para fazer isso. Pessoas geniais possuem habilidade intelectual excepcional, produtividade criativa e originalidade.<br><br></div><div><strong>Loucura: </strong>&nbsp;É, segundo a psicologia, uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido, advinda de algum transtorno mental.<br><br><strong>Qual o limite entre ambos?<br></strong><br></div><div>Agora vem a parte interessante: genialidade, de forma simplista, é a capacidade de ver. É a capacidade de conectar pontos, associar ideias, ter um raciocínio amplo, enxergar algo onde ninguém mais enxerga. Gênios criativos veem o que outros não veem.<br><br></div><div>Alguns pesquisadores acreditam que pessoas criativas têm uma inibição latente menor do que as outras, que é a capacidade inconsciente da mente de ignorar estímulos sem importância.<br><br></div><div>Curiosamente, isso pode ser observado também na loucura. Vários pesquisadores afirmam que pessoas com psicose não filtram estímulo igual pessoas comuns, assim, acabam reparando em associações que deveriam ser ignoradas inconscientemente. Ou seja, se tornam atentas a tudo, seja importante ou não, o que de fato deve ser perturbador. Isso pode ser uma explicação para a inclinação de gênios a doenças mentais.<br><br></div><div>Além disso, um estudo encontrou um gene (DARP32), que ao mesmo tempo que pode aprimorar nossa capacidade de pensar e processar informações, também pode aumentar nossos riscos de ter esquizofrenia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 23:42:12 UTC</pubDate>
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         <title>Leonor Silva , 12.º N , Nº9.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura segundo a psicologia é uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos ou realização de coisas sem sentido e consideradas anormais pela sociedade. A loucura é o resultado de algum transtorno ou doença mental.&nbsp;</div><div>Algumas visões sobre loucura defendem que o sujeito não está doente da mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade.</div><div>Um louco, é alguém que é desprovido de razão.É alguém que possuiu um distúrbio mental grave que impede alguém de viver em sociedade, definido pela incapacidade mental de agir, de sentir ou de pensar como o suposto.&nbsp;</div><div>Até finais do século XIX, a loucura estava relacionada com o incumprimento das normas sociais estabelecidas. Aliás, certas doenças como a epilepsia eram associadas à loucura.</div><div>Atualmente, a noção de loucura está relacionada com um desequilíbrio mental que se manifesta numa percepção distorcida da realidade, na perda de autocontrolo, em alucinações e em comportamentos absurdos ou que não se justificam. A loucura caracteriza-se pelo afastamento do indivíduo de seu modo habitual de pensar e de agir.</div><div>A loucura também está relacionada com a demência, um termo de origem latina que significa “desligado ou alheio da mente”. Esta doença consiste na ausência ou na perda das funções cognitivas, que geralmente impede de realizar atividades quotidianas.</div><div>Um surto psicótico trata-se de um episódio isolado de loucura, ou seja, uma mudança inesperada de comportamento e que acontece sem aviso diferente, por exemplo, de um surto de raiva em que a pessoa explode em razão de algum acontecimento.</div><div>Pessoas que fazem consumo exagerado de álcool ou fazem uso de drogas tem maior propensão a terem um surto psicótico. Cabe dizer que qualquer tipo de droga, até mesmo mesmo as licitas, podem afetar o sistema nervosos central e, assim, gerarem alterações que podem ser curtas ou longas.</div><div>Uma pessoa também pode ter um surto psicótico em decorrência de alguma lesão cerebral ou por complicações com certos tipos de medicamentos.</div><div>Sem chegar ao nível clínico ou patológico, considera-se loucura qualquer ação descabida, desacertada ou que, pelas suas características anómalas.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:14:31 UTC</pubDate>
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         <title>Leonor Silva , 12.º N , Nº9 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura através da história&nbsp;<br><a href="https://youtu.be/E3CFXoLIGNA">https://youtu.be/E3CFXoLIGNA</a>&nbsp;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:20:23 UTC</pubDate>
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         <title>Leonor Silva, 12.º N, Nº9 .</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1995 a ONU, alterou o termo deficiência mental para deficiência intelectual, com o objetivo de diferenciá-la da doença mental ( transtornos mentais que não necessariamente estão associados ao déficit intelectual). Portanto, a pessoa com deficiência intelectual caracteriza-se por ter um funcionamento intelectual significativamente inferior à média, acompanhado de limitações significativas no funcionamento em pelo menos duas destas áreas de habilidades: comunicação, autocuidados, vida doméstica, habilidades sociais, uso de recursos comunitários, autossuficiência, habilidades acadêmicas, trabalho, lazer, saúde e segurança. <br>Vídeo sobre transtornos mentais 👇<br><a href="https://youtube.com/watch?v=C-UXvNq7-PI&amp;feature=share">https://youtube.com/watch?v=C-UXvNq7-PI&amp;feature=share</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:50:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Catarina Silva, 12C, Nº10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Definição de dois dicionários, publicados em séculos distintos:<br><br><em>Atual (priberam)<br>1&nbsp; </em>Alienação mental -alucinar, enlouquecer<br>2 Insensatez; imprudência - falta de senso comum<br>3 Extravagância - ação fora do comum, esquisita<br>4 Doidice, ato descontrolado ou irrefletido - palavras ou atos próprios de loucos, disparate<br><br><em>De 1974</em><br>- Praticamente igual ao dicionário&nbsp; atual, no entanto, muito mais extenso e com ênfase à alienação mental.<br>- Inclusive, refere situações onde as pessoas com esta "demência" são tratadas de maneira diferente. Por exemplo: segundo este dicionário, "caso o autor de um crime fôr demente, a pena é suspensa e o alienado é internado em estabelecimento próprio".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 11:58:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Catarina Silva, 12C, Nº10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1609789553</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o dicionário de língua portuguesa, Priberam, a loucura apresenta a seguinte definição:<br><br><em>1&nbsp; </em>Alienação mental -alucinar, enlouquecer<br>2 Insensatez; imprudência - falta de senso comum<br>3 Extravagância - ação fora do comum, esquisita<br>4 Doidice, ato descontrolado ou irrefletido - palavras ou atos próprios de loucos, disparate<br><br>Eu decidi fazer uma experiência com a minha família, sobre o significado que a palavra "loucura" tem para cada um de nós. Será que a idade, o género e a personalidade afetou a resposta de cada um quando perguntei "Numa frase, o que é a loucura para ti?"? Sim, a meu ver afetou!<br><br>Pedi a cada um que, individualmente, entra-se numa sala comigo, sozinhos para ninguém ouvir, para não correr o risco de a perspetiva deles mudar, ao ouvir a dos outros. Sem antes explicar nada, dar definição nenhuma, pedi a cada um que me definisse o que é a loucura, numa frase, para ele/ela, sem pensar muito, a primeira coisa que viesse à cabeça. <br><br>Apenas depois de anotar a frase que me respondeu, pedi que ouvisse as quatros definições do dicionário e que escolhessem aquela que eles associassem mais à palavra "loucura", mesmo estando estas todas corretas, obviamente. A resposta aparece no fim da frase de cada um (ex: ... // Número) Eis as respostas:<br><br><strong>- Irmã, 14 anos<br></strong>Fazer uma coisa fora da rotina, normalmente algo divertido // 4<br><br><strong>- Namorado, 18 anos</strong><br>Um momento de exaltação, dos sentidos ou emoções // 4<br><br><strong>- Pai, 47 anos</strong><br>Um ato irrefletido que leva a ações extremas, por exemplo, um adepto de futebol que, ao ficar insatisfeito com um resultado, atira um copo à parede e o parte // 3<br><br><strong>- Mãe, 48 anos</strong><br>Falta de consciência das nossas ações e emoções // 2 <br><br><strong>- Avó, 73 anos </strong><br>Uma desorientação, que surge momentaneamente. Um ato descontrolado // 4<br><br><strong>- Avô, 74 anos</strong><br>Malucos, pessoas doentes mentais // 1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 12:04:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mitos e verdades sobre a Psiquiatria;<br>A psiquiatria e os seus mitos e verdades:<br>Em psiquiatria existe muito preconceito e ideias erradas a respeito de diversos aspetos, geralmente fundamentados puramente em desinformação ou ignorância no sentido literal da palavra.<br>Mitos e verdades da psiquiatria:<br>1. Transtorno mental é sinónimo de loucura.<br>Mito: transtorno mental, apesar do nome ser carregado de sentido pejorativo para muitos, significa apenas que a pessoa tem uma doença psiquiátrica. Não quer dizer loucura nem fraqueza pessoal.<br>É uma doença geralmente crónica como diabetes, hipertensão, entre outras. É preciso tratar para que os sintomas sejam controlados e, deste modo, a pessoa possa levar uma vida normal.<br>2. Ter um transtorno mental é sinal de fraqueza.<br>Mito: ter um transtorno mental não é fraqueza ou falta de caráter mas pode ser uma soma de fatores como predisposição genética, alterações clínicas e ambientais, eventos stressantes atuais ou prévios e alterações químicas cerebrais.<br>3. Pessoas com transtorno bipolar não conseguem ter uma vida normal.<br>Mito: há tratamentos, que envolvem medicação, acompanhamento psiquiátrico e psicoterápico que permitem que a pessoa leve a sua vida normalmente, desde que siga as orientações adequadamente.<br>4. Depressão é genética.<br>Mais ou menos: depressão, assim como outros transtornos mentais, possui um componente genético.<br>É comprovado que parentes de primeiro grau de indivíduos com transtorno depressivo apresentam duas a três vezes mais chances de terem um quadro depressivo do que a população geral.<br>Mas existem outros fatores que contribuem para o desenvolvimento ou não da depressão como eventos de primeira infância, estrutura familiar, doenças clínicas, personalidade...<br>5. Depressão e ansiedade podem impedir uma pessoa de trabalhar.<br>Verdade: qualquer transtorno que interfere no humor, cognição e comportamento assim como os quadros depressivos ou distímicos (mau humor crónico) e quadros ansiosos que podem alterar o desempenho no trabalho.<br>Estes pacientes podem apresentar dificuldade de concentração e raciocínio, incapacidade total ou parcial.<br>A depressão já é a segunda causa mais comum de invalidez em todo o mundo, ficando apenas atrás das dores de costas.<br>IR AO PSIQUIATRA NÃO É SINÓMICO DE ESTAR LOUCO!<br>6. Se preciso de ir a um psiquiatra, é porque o meu caso deve ser muito grave.<br>Mito: a psiquiatria serve para diagnosticar e tratar casos de sofrimento emocional intenso, alterações comportamentais, às vezes muito sutis, que prejudicam a vida social, profissional, sentimental e familiar de qualquer pessoa.&nbsp;<br>O caso não precisa de ser grave para se procurar um psiquiatra, aliás, deve-se procurar ajuda profissional justamente para o quadro não se agravar.<br>7. Depressão e tristeza são a mesma coisa.<br>Mito: tristeza é um sentimento que todos nós sentimos em situações difíceis como a perda de alguém querido.<br>O transtorno depressivo é uma síndrome, um conjunto de sintomas que, para além do sentimento de tristeza engloba:<br>- humor deprimido;<br>- sintomas cognitivos (alterações de memória e concentração);<br>- alterações de funções vitais como sono e apetite;<br>- diminuição da capacidade de sentir prazer e da motivação para se envolver em diversas atividades e pode, em alguns casos, levar o indivíduo a apresentar pensamentos relacionados à própria morte.<br>Tais sintomas devem estar presentes por pelo menos duas semanas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 15:37:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1610331632</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Wolfgang Amadeus Mozart</mark><br>Todos conhecemos Mozart, um dos músicos mais talentosos que já existiram. No entanto, poucos sabem que, para além de músico Mozart também gostava de escrever.<br>Por outro lado, diferente das suas peças musicais, as suas cartas e diários escritos estavam cheios de referências sobre traseiros, fezes e outras coisas para lá de estranhas.&nbsp;<br>Acredita-se que Mozart era vítima da Síndrome de Tourette.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:08:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>12ºC,  Nº9, Catarina Chico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelplancha/wbz4u3isb07i6rgj/wish/1610365605</link>
         <description><![CDATA[<div>Loucura é a privação do uso da razão ou do bom senso. Até ao século XIX a loucura estava relacionada á rejeição de normas sociais estabelecidas, podia ás vezes até ser confundido com certos transtornos como epilepsia ou bipolaridade.<br>As sociedades tendem a construir uma série de modelos comportamentais. Esses paradigmas nada mais do que chamados, normalmente, de "norma" e aceites como "normal" e qualquer atitude ou ideia que ultrapasse esses limites é considerada incorreta ou ,por vezes, uma loucura.<br>Atualmente, a noção de loucura está relacionada com um desequilíbrio mental que se manifesta numa perceção distorcida da realidade, na perda de autocontrolo, em  alucinações e em comportamentos absurdos ou que não se justificam. Estas características estão, muitas vezes associadas a doenças mentais, daí, por vezes, as pessoas se referirem aos esquizofrénicos como loucos, por exemplo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, Nº9, Catarina Chico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Definição do dicionário:</em><br>1. Alienação mental<br>2.Insensatez, imprudência<br>3. Extravagância<br>4. Doidice, ato descontrolado ou irrefletido.<br><em><br>Descrição médica:<br></em>Perturbação mental, de qualquer natureza, também chamado de demência, na linguagem vulgar.<br><br>A palavra Loucura outrora muito usada, o termo acabou por cair em desuso, sendo substituído&nbsp;na linguagem administrativa por alienação e na linguagem clínica por psicose ou por termos mais precisos como delírio, obsessão, fobia, mania.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC Carolina Nascimento nº7</title>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura ou insanidade é segundo a psicologia uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido. É resultado de algum transtorno mental.&nbsp;<br><br></div><div>As expressões “loucura” e “insanidade” são por vezes utilizadas informalmente para referenciar casos de psicopatologia severa. “Loucura” é meramente uma expressão popular, não designando nenhuma perturbação mental particular. Contudo o termo insanidade utiliza-se correntemente, mas não é uma expressão psicológica. Trata-se de uma expressão legal, utilizada para designar uma decisão de um tribunal relativa ao facto de determinada pessoa não poder ser considerada responsável pelos seus atos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:56:35 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC Carolina Nascimento nº7</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Numa perspetiva mais histórica, as perturbações mentais existiam muitos milénios antes dos profissionais de saúde mental entrarem em cena. Um dos mais antigos documentos médicos, o Papiro de Eber (escrito por volta de 1900 a.C.) refere-se a doenças mentais como a depressão. O herói grego, Ajax, esquartejou um rebanho de carneiros que erradamente tomou pelos seus inimigos; o rei Saúl da Judeia alternava episódios de frenesi assassino com outros de depressão suicida; e o rei Nabucodonosor da Babilónia andava em quatro patas pensando ser um lobo. Tais fenómenos não constituíam instâncias isoladas.<br><br></div><div>Na Grécia Antiga, Sócrates acreditava que existiam quatro tipos de loucuras: a profética, em que os deuses comunicariam com os homens possuindo o corpo de um deles, o chamado oráculo. A ritual, em que o louco se via conduzido ao êxtase através de danças e rituais, ao fim dos quais seria possuído por uma força exterior. A loucura amorosa, produzida por Afrodite, e a loucura poética, produzida pelas musas.<br><br></div><div>A história da psiquiatria iniciou-se com Hipócrates (460 a.C.-370 a.C.), quando este desenvolveu a teoria humoral. Afirmava que doenças como a melancolia, as fobias, a demência senil e a histeria eram resultantes do desequilíbrio de humores.<br><br></div><div>Uma das teorias mais antigas sobre o conceito de loucura defendia que a pessoa perturbada se encontrava possuída por espíritos malignos. Seguia-se, logicamente, que a cura para a doença consistia em expulsar os demónios. Uma das primeiras abordagens a este problema consistia em proporcionar aos espíritos um caminho físico de fuga. Segundo alguns antropólogos, é esta a explicação para o facto de os homens da Idade da Pedra abrirem, por vezes, grandes buracos nos crânios dos seus semelhantes. Em tratamentos posteriores, na Idade Média, tentava-se acalmar os demónios perturbadores com música ou afugentá-los por meio de orações ou exorcismos, ou mesmo purgá-los com substâncias que induziam o vómito. Uma das soluções era a de tornar as coisas tão desagradáveis quanto possível ao diabo, para o levar a fugir. Consequentemente, o paciente era acorrentado, submerso em água a ferver ou em banhos gelados ou ainda privado de comida, fustigado ou torturado.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:58:15 UTC</pubDate>
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         <title>12°N, N°27, Vanessa Ferreira </title>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura é um fenómeno universal, próprio da natureza do espírito, interior e natural da consciência, de ser humano, e contém os vários elementos antropológicos, a razão e a pulsão intempestiva, a infinitude e a materialidade corporal (Caldeira, 2021)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 19:02:24 UTC</pubDate>
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         <title>12°N, N°27, Vanessa Ferreira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo <em>Breton</em>, seguidor da teoria psicanalista de Freud no livro “A interpretação dos sonhos” (1899), sonhar e agir é uma dicotomia do movimento que colocava o sonho e a imaginação como regentes das suas obras e ações surrealistas.</div><div>O movimento surrealista surge na década de 20, no qual o artista Salvador Dali se integra e é amplamente reconhecido. Os surrealistas tentavam falar da loucura a partir da própria loucura e não sob o ponto de vista da razão (Breton,1924) vislumbrando na loucura a possibilidade de libertação do controlo opressivo, tanto psíquico como social, a que estavam submetidos aqueles que se encontravam na normalidade.&nbsp;</div><div>Sonho Causado Pelo Voo de uma Abelha ao Redor de Uma Romã um Segundo Antes de Acordar, é uma pintura surrealista do pintor espanhol Salvador Dalí.</div><div>&nbsp;A pintura retrata uma mulher (a mulher de Dali, Gala), enquanto dorme numas rochas flutuando sobre o mar a apanhar sol durante um dia calmo. Um elefante com pernas incrivelmente longas e extremamente finas passa pelo horizonte do mar, transportando um topo de uma montanha. Perto da mulher flutuam duas gotas de água e uma pequena romã. A partir de uma romã maior vem um peixe que “cospe” um tigre de onde vem um outro tigre, enquanto na frente de esse existe uma espingarda apontada à mulher. O segundo tigre demonstra várias diferenças do primeiro, diferentes garras, e sem bigodes. Salvador Dali neste quadro tenta explorar o mundo dos sonhos, a espingarda podendo representar a picadela da abelha e o acordar da mulher bastante repentino, o elefante poderá ser a visão bastante retorcida de uma famosa escultura situada em Roma, a romã mais pequena poderá simbolizar Vénus especialmente pela sombra em forma de coração, o simbolismo da mulher poderá ser a da fertilidade/sensualidade que contrasta com as criaturas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 19:15:30 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Imperador Marco Aurélio</mark><br>Foi um governante culto e altamente bem sucedido.<br>Marco Aurélio estudou filosofia e era adepto da escola helenística do Estoicismo. Mesmo com tantas características, o imperador era conhecido também pelos seus excessos. Mas quais?<br>O imperador afirmava constantemente ser a reencarnação do famoso herói grego Hércules. Como se não bastasse, Marco Aurélio ordenava a seus devotos que cortassem o próprio braço. A atitude era vista como uma declaração de confiança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 19:40:44 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Isaac Newton</mark>&nbsp;<br>Newton foi matemático, físico e inventor e foi o responsável por descobrir a Lei da Gravitação Universal. Sofria alucinações, crises de ira e transtornos psicóticos.&nbsp;<br>Devido aos problemas mentais, Newton gostava de viver sozinho.<br>Para ele, era preferível enfiar um palito de dentes no olho num quarto escuro em vez de se relacionar com outros seres humanos. Tudo isto, só para verificar se as suas teorias sobre propagação da luz eram reais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 19:52:12 UTC</pubDate>
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         <title>A loucura na época Greco-Romana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ariana Ferrão 12ºN nº3<br><br>A história da loucura, na Grécia e Roma antigas, compreende um período de tempo de 12 séculos, desde os tempos de Homero até à idade dos físicos enciclopedistas greco-romanos (500-600 a.C.). O interesse desta era histórica radica em dois factores principais. O pri- meiro é o próprio legado do saber e do pensamento teórico-prático da época antiga. Num segundo aspecto, a antiguidade clássica oferece a base conceptual e filosófica, na história ocidental, para a compreen- são da construção humana da natureza e da sociedade (cf. Howells 1975). No contexto das culturas greco-romanas, muito embora a lou- cura fosse tida como uma doença mental de facto, enfatizando uma distinção primária entre os distúrbios mentais acompanhados de doença física e, por outro lado, os distúrbios que não ocorriam na presença de qualquer mal físico aparente, prevalecia, todavia, a con- cepção de que a origem da doença mental eram causas sobrenatu- rais, forças e razões de natureza mística. As pessoas enfermas de doença mental estariam, segundo esta opinião, possuídas por espíri- tos malignos e vulneráveis à cólera dos deuses. Neste sentido, consi- derava-se extraordinariamente difícil delinear meios seguros para a intervenção e tratamento destas doenças. As intervenções estavam sobretudo entregues a médicos sacerdotes e fundamentadas basica- mente em processos médico-religiosos.<br>A perturbação mental foi definida, na época de Homero, sob a pers- pectiva da irracionalidade, no sentido em que o pensamento e senti- mentos humanos eram lidos como transcendendo o indivíduo (pas- sivo, neste sentido) e incontroláveis pelo sujeito. Mais tarde, Platão, sem dúvida um filósofo da mente, ainda sob o ponto de vista da irracionalidade, interpreta a loucura como uma doença de leitura metafórica ou a ser abordada em analogia com as doenças do corpo. A perturbação mental é equacionada sob a dominância de funções impulsivas do homem, passíveis de ilustrar a ignorância, o vício e a discórdia humanas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 20:04:26 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Gouveia, nº19, 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Beethoven</mark><br>Foi considerado um ser indomável. Perdeu parte da audição ao ter sido espancado pelo seu pai na infância. Era uma figura intensa mas tinha traços de alguém energético.<br>Vivia estados de depressão profunda que eram agravados pelo vício em álcool e ópio.<br>Também tinha um humor negro e o espírito sarcástico pouco equilibrados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 20:05:50 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº26 Marta Magalhães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao falar em século XX e século XIX não se compreende instantanêamente a sua distância e as suas diferenças. Uma dessas diferenças é a loucura e como ela é tratada e retratada.&nbsp;<br>No séc. XX, loucos eram todos aqueles que apresentavam algum transtorno psicológico, doença mental e por vezes doenças genéticas uma vez que todas eles podem levar a incapacidades motoras e por consequente eram todos tratados da mesma maneira. Como é retratado no filme&nbsp; "Uma mente brilhante", que vimos em aula, John Nash toda a vida foi considerado diferente e esquisito pelo sua extravagancia mas a partir do momento que se soube que este tinha esquizofrenia ele passou a ser tratado como louco chegando ao ponto de que ele próprio se categorizava assim, também esta característica acompanhada dos seus movimentos reduzidos e atitudes fora do comum devida a medicações e à própria doença, Nash foi gozado, excluído e até desacreditado das suas competências enquanto matemático. No filme também é retratado como as pessoas com este tipo de doenças eram tratadas, todas elas eram retiradas da sociedade e internadas, muitas vezes permanentemente, em hospícios em que só conviviam com pessoas na mesma situação, sendo que todos os que lá estavam internados eram submetidos a violentos tratamentos e fortes medicamentos o que por vezes os deixava ainda mais incapacitados, como também é possível ver retratado no filme "Voando sobre um ninho de cucos". &nbsp;<br>Ao longo do século XXI muita coisa em relação aos "loucos" tem mudado. Primeiramente o termo louco já não é utilizado como diagonóstico uma vez que os loucos e incapazes de antigamente são agora pessoas com características e doenças capazes de viver e de contribuir para a sociedade uma vez que tratadas e acompanhadas. O tratamento em questão teve uma grande mudança, também através do avnaço das tecnoogias, chegou-se à conclusão de que muitos dos tratamentos que eram utilizados, em especial a terapida de choque com extrema regularidade e o isulamento da sociedade,  não obtiam resultados positivos, limitavam-se a eliminar o ser que existia dentro deles, por isso no século em que vivemos pessoas com doenças psicológicas, como a esquizofrenia, a depressão, o transtorno bipolar entre outros, são tratados, e não "curados como era usual pensar, através do acompanhamento personalizado e medicação adaptada, consciencializando-os de que a sua doença não é unica e que existem muitos outros iguais a ele , o que insconscientemente ajuda o indivíduo a acreditar nas suas capacidades de ser "normal", sendo que o "normal" de hoje também não é o mesmo de à cem anos atrás, mas esse já é outro assunto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 21:14:14 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº26 Marta Magalhães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>existem vários tipos de condições e de tratamentos, mas a grande maioria das pessoas com condições psicológicas acabar por ser indicado à realização de música, pintura ou desporto, existindo exemplos disso em vários filmes e séries.<br>Um filme que fala da superação através do desporto é o filme "If I had wings", que fala sobre um rapaz cego e um rapaz problemático que ao trabalharem em conjunto redescobrem-se.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 21:48:23 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº26 Marta Magalhães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Outro filme que representa uma doença mental, ainda que de forma romantizada, e a sua ultrapassagem através da pintura é o "50 first dates", em que retrata uma mulher que vive eternamente no mesmo dia pois não consegue reter novas memórias devido a um acidente, e que ao pintar alguém que não se lembrava de ter conhecido foi capaz de seguir com a sua vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 21:56:14 UTC</pubDate>
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         <title>12ºD Nº26 Marta Magalhães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de em muitos casos estas extratégias e tratamentos mais agressivos funcionarem em muitos casos existem aqueles em que só é possível melhorar depois de se perceber o que ainda se tem a perder, o que é o tema do filme "The Bachelors"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 22:00:48 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Rita Santos nº25</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Como contributo para o trabalho sobre a loucura escolhi um artigo que procura explicar os mitos e realidades de transtornos mentais por um psiquiatra.&nbsp;<br>https://www.nsctotal.com.br/noticias/psiquiatra-desvenda-mitos-da-loucura<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 14:50:30 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Rita Santos nº25</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No âmbito do trabalho sobre a loucura encontrei um questionário sobre se somos loucos. Este questionário serve maioritariamente para analisarmos as perguntas feitas e percebermos qual a conceção de loucura da sociedade em geral.<br>https://www.allthetests.com/satire-irony-fun/character/insane/quiz30/1387193632/am-i-insane</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 14:59:06 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Margarida Carvalho nº13</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Análise ao filme "O solista"</strong><br>O filme "O solista" é um filme baseado numa história verídica de um prestígio da música clássica, portador de esquizofrenia, Nathaniel Anthony Ayres. Na altura que começou a desenvolver sintomas de esquizofrenia, como alucinações, Nathaniel era aluno na escola de arte Julliard, uma das mais prestigiadas do mundo, contudo, pouco tempo depois de abandonar a escola, torna-se sem abrigo.&nbsp;<br><br>Nisto um jornalista, "Steve Lopez", após ouvir Nathaniel a tocar num violino com apenas duas cordas, fica interessado na história do músico e decide inclusive publica-la. O jornalista fica sensibilizado com o percurso que o músico foi obrigado a seguir devido à sua doença e ganha com isto uma certa empatia pelo mesmo, levando-o a oferecer um novo violino a&nbsp; Nathaniel. Após este acontecimento, o jornalista e o músico criam uma amizade genuína.<br><br>Nathaniel ao longo do filme vai apresentando inúmeros sintomas por parte da esquizofrenia, tais como :<br>- isolamento social, indiferença em reação aos sentimenos dos outros;<br>- dificuldade em tomar decisões e resolver problemas comuns;<br>- hostilidade, desconfiança e medos sem justificação;&nbsp;<br>- falta de higiene;<br>- falta de expressões faciais;<br>- afirmações irracionais;<br>- mudanças na personalidade.<br><br>Dito isto, podemos compreender que a esquizofrenia pode-se desencadear de uma maneira bastante imprevista. Mesmo que a sua ocorrência seja relacionada com fatores genéticos e ambientais, não se pode dizer ao certo as causas que possam predizer a sua manifestação.<br><br>Fica aqui o link do trailer do filme.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 20:02:11 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Margarida Carvalho nº13</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Loucura<br></strong>Até finais do século XIX, a loucura estava relacionada com a falta de cumprimento das normas sociais impostas. Doenças como a epilepsia eram associadas à loucura.<br><br>&nbsp;Felizmente, nos dias de hoje, a noção de loucura está relacionada com um desequilíbrio mental que é manifestado de uma maneira mais distorcida da realidade, como perda de controlo, alucinações e comportamentos que simplesmente não têm justificação.<br>&nbsp;Assim sendo, a loucura é caracterizada pelo distanciamento no modo de pensar e agir por parte do indivíduo.<br><br>A loucura também passa por ser um surto psicótico, ou seja, trata-se de um episódio isolado, numa mudança inesperada do comportamento por parte do indivíduo sem qualquer tipo de aviso, diferente de por exemplo, um surto de raiva em que a pessoa vai explodir devido a algum acontecimento.<br>Quem consome álcool ou até diferentes tipos de substâncias ilícitas está mais propicio a ter um surto psicótico. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 20:29:09 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Margarida Carvalho nº13</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Vincent Van Gogh </strong><br>Devido à sua obsessão pelo trabalho, Van Gogh a determinada altura da vida pintava sem parar, consequentemente não se alimentava em condições, fumava imenso e dormia pouco. Em menos de nada, começou a ter ansiedade, irritabilidade e tremores regulares.<br>Devido a esses sintomas foi internado num hospital psiquiátrico, vendo-se assim impedido de poder beber. Devido à sua dependência no álcool e à falta do mesmo, Van Gogh começou a desenvolver alucinações, um dos sintomas mais graves do síndrome de abstinência de álcool.<br><br>Segundo novas investigações sobre a saúde mental do artista, pode-se concluir que a bebida e a desnutrição foram a origem dos distúrbios psicológicos do mesmo. Avanço ainda para dizer que Van Gogh também sofria de depressão e de transtornos de personalidade ao qual às vezes chegava ao limiar da bipolaridade.<br><br>No meio desses acontecimentos todos, pela altura em que estava proibido de beber, o pintor por fim cortou a sua orelha esquerda como é conhecimento por parte da maior parte das pessoas. Uma curiosidade é que há quem diga que Van Gogh cortou a orelha e enviou-a a um antigo amigo para mostrar o fim da amizade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 21:01:19 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Nº7 Inês Melissa Correia</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Loucura</em></strong><em> é um estado visível daquilo que se passa na mente. Loucura é um estado interior que afeta o estado exterior. Loucura é a insanidade mental que se alastra pela loucura sentimental. Tanto uma definição como outra se adequam àquilo que é observável no quotidiano em qualquer parte do mundo.&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 21:47:53 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Nº7 Inês Melissa Correia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No sistema judicial, os seres humanos que apresentam distúrbios ou desequilíbrios mentais, são ilibados dos seus crimes e é-lhes oferecido apoio psicológico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 22:04:37 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Nº7 Inês Melissa Correia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A loucura deixou de ser segredo. Hoje é uma questão abordada em todas as plataformas digitais, é aprofundada nos hospitais, nas clínicas, nas universidades, nas escolas, nos grupos de apoio. Existe cada vez mais sensibilidade e esforço para entender e resolver aquilo que tanto nos perturba.</div><div>Por vezes, quando os distúrbios mentais ou qualquer tipo de doença perturbadora não nascem com os indivíduos, estes desenvolvem-se na idade adulta e é maioritariamente devido a situações traumáticas ocorridas na infância ou em qualquer momento do seu crescimento, que prejudicam o bom funcionamento do cérebro. Os seres humanos afetados por esta "loucura" veem-se dentro de uma caixa que os impede de serem ativos na sociedade. Estes deparam-se com uma sensação de marginalização, colocado à parte do convívio aceitável. Quando lhe é negado o convívio, este isola-se em si mesmo e procura refugiar-se num local resguardado.</div><div>A sociedade manifesta uma despreocupação em ajustar aquele que está visivelmente desajustado, abrindo portas à discriminação e fomentando o seu isolamento. Coloca-o à parte daqueles que funcionam consoante a sociedade aceita. Isso impacta o indivíduo porque passa a achar que é aquilo que a sociedade lhe diz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 22:05:12 UTC</pubDate>
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         <title>Catarina Silva, 12C, Nº10</title>
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         <description><![CDATA[<div>Salvador Dalí foi um pintor e escritor espanhol, que pertenceu ao grupo do vanguarda artística europeia, o surrealismo.<br><br>Ficou conhecido pelas suas obras, com influências oníricas (relativo a sonhos) e que ele mesmo definiu o seu processo criativo como "crítico-paranoico".<br><br>Figura excêntrica, singular e exibicionista, Dalí possuía um estilo único sendo ousado, vanguardista e libertador. Como exemplo, podemos apontar o seu bigode característico e as suas roupas, as quais eram extravagantes e possuíam cores vibrantes.<br><br>(fotografia no fim)<br><br>Dalí utilizou a sua obra para expressar as suas fixações e angústias, especialmente as vividas na sua infância, demonstrando a propriedade estabilizadora da produção artística na estrutura psicótica, contornando os seus delírios que o invadiram de forma persistente.<br>Embora seja mais conhecido por suas obras plásticas, Dalí foi um artista multifacetado. Teve participação em trabalhos nas áreas do cinema, da literatura, da escultura, da ilustração e da fotografia.<br><br>Chamado muitas vezes de o “Mestre a Arte Surrealista”, Salvador Dalí chegou a afirmar que os seus quadros eram "fotografias de sonhos pintadas à mão”. Segundo a afirmação do próprio “A diferença entre os surrealistas e eu é que, na verdade, eu sou surrealista".<br>É considerado um dos grandes artistas do século XX e suas obras plásticas são repletas de imagens oníricas e bizarras. Destacam-se:<br><br><strong>A persistência da memória (1931)<br>Ovos estrelados sem prato (1932)</strong><br><strong>A última ceia (1955)</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 22:25:06 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Nº7 Inês Melissa Correia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 22:33:48 UTC</pubDate>
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         <title>12ºN Nº7 Inês Melissa Correia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Cisne Negro é um filme impactante que aborda a "loucura" no século XXI, tais como a obsessão e a paranóia, ao ponto da personagem principal visualizar situações inexistentes. <br>Demonstra, também, que a sociedade é parte do problema porque fomenta aquilo que o ser humano desenvolve no seu cérebro. Focada em destacar-se na modalidade de <em>ballet, </em>a bailarina principal recebe várias críticas destrutivas dos colegas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 22:40:05 UTC</pubDate>
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         <title>12ºC, nº21, Mª Leonor Figueiredo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os artistas voltavam o seu olhar e interesse para um universo, a loucura e as pessoas que passavam por isto iam em busca à recuperação de uma linguagem que lhes fosse própria. Mas algo se passava para além de um mero paralelismo entre essas duas figuras, a do artista e a do louco. Os artistas começavam a trabalhar numa vizinhança com a loucura. Foram muitos os que correram o risco de desabar nos abismos da loucura, levando suas criações artísticas a regiões em que obra e subjetividade não se distinguia. Era uma nova experiência da linguagem que acabava por ser um face-a-face entre a arte e loucura. Localizadas em direções opostas do espaço cultural, arte e loucura estavam, ao mesmo tempo, muito próximas. E é por isso que, para Foucault, a partir do século XIX a loucura está associada ao que há de decisivo para o mundo moderno em toda obra, e também aquilo que toda obra transmite de mortífero, de constrangedor... Para esse autor, Nietzsche, Artaud e Van Gogh, ao acolherem a loucura, deram-lhe uma expressão e uma ascensão sobre o mundo ocidental. Essa confluência entre loucura e arte não passou despercebida para o pensamento psiquiátrico. E foi aí que a psiquiatria começou a ter interesse pelas manifestações artísticas dos doentes mentais, inicialmente tentando tomar os processos de criação e as obras produzidas nesse processo como elementos que se iriam compor na construção de um conhecimento sobre o funcionamento psíquico e seus estados alterados ou patológicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 22:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>Ariana Ferrão nº3 12ºN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cisne negro&nbsp;</div><div><br></div><div>Quando o diretor artístico de uma companhia de dança decide substituir a bailarina principal para a produção de estreia de “O Lago dos Cisnes”, Nina é a sua primeira escolha, pois esta era a bailarina mais esforçada.</div><div>Sua concorrente, no entanto, é a novata Lily. A rivalidade entre as duas bailarinas se transforma numa amizade distorcida e o lado obscuro de Nina começa a vir à tona.</div><div>Neste filme podemos ver o perfeccionismo e a obsessão de Nina para ser a melhor.&nbsp;</div><div>a repressão familiar, o ambiente tóxico no trabalho e a busca da perfeição, Nina desenvolve uma fixação pela nova colega de trabalho, Lily.</div><div>Todos estes fatores começam a afetar a sua saúde mental e acabam a ser o que a destrói. Na cena final, a protagonista morre em palco, pois tudo a levou a não aguentar mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 08:05:25 UTC</pubDate>
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