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      <title>Guerra do Yom Kipur e a Guerra dos 6 dias by Breno Machado de Moraes Rêgo</title>
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      <description>Guerras do oriente médio</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-10-24 20:00:02 UTC</pubDate>
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         <title>Guerras no Oriente Médio</title>
         <author>breninreguin</author>
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         <description><![CDATA[<div>Guerra dos seis dias <br>Guerra do Yom Kippur<br><br>Breno Machado de Moraes Rêgo<br>Victor Carneiro Basilio<br>Renan Bizerra</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 17:54:34 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra dos Seis Dias</title>
         <author>breninreguin</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A guerra que mudou o Oriente Médio na segunda metade do séc XX</div><div><br></div><div>	Sabe se da rixa antiga que existe na região de Israel/ Jordânia, essa que tem como justificativa vertentes tanto religiosas quanto políticas. Tendo isso em vista, para entender melhor o conflito é importante entender os eventos que decorreram até sua escalada.</div><div>	Desde sua fundação Israel enfrenta grandes ameaças à sua existência. Desde 1948 ( ano da independência e fundação do mesmo) um conjunto de sete países árabes se uniram para acabar com o estado Judeu e até hoje vivem em “guerra”. Porém, a guerra que se destacou desde sua fundação foi a Guerra dos Seis Dias, onde Israel lutou contra 4 países árabes ( Jordânia, Iraque, Egito, Síria) com apoio de outros oito países islâmicos e do bloco soviético.</div><div>	As razões pela qual ocorreram esse conflito foram principalmente razões políticas, com destaque a ditadura egípcia do governo Gamal Abdel Nasser ( que tinha vertentes populistas e nacionalistas), que tinha como um de seus principais discursos a soberania egípcia no oriente médio e na liga árabe, tal objetivo simbolizava que os judeus israelenses eram um obstáculo.</div><div>	 Em 1964 o Egito convocou uma cúpula da liga árabe para remediar a declaração de Israel de que iria desviar o curso do Rio Jordão para fins econômicos, algo que seus vizinhos consideravam uma clara declaração de guerra. </div><div>	Com isso em mente, e outros objetivos, além do claro rancor por causa da guerra da independência israelense em 1948, foi que para o começo de uma preparação em 1966 a Síria e o Egito assinaram um pacto de defesa mútua, a Jordânia se juntou pouco tempo depois pouco antes do início do conflito (maio de 1967). Porém, um relatório soviético chegou até tais países, esse relatório era falso e dizia que Israel estava concentrando tropas na fronteira com a Síria, algo que foi respondido pelos egípcios com a fechada do acesso israelense ao Estreito de Tiran e o envio de tropas para a Península do Sinai e também o envio de uma força expedicionária Iraquiana para a fronteira Síria com Israel.  </div><div>Percebendo que estava cercado, Israel com ajuda de países ocidentais do bloco capitalista decidiu que a única opção plausível neste cenário seria atacar primeiro. </div><div>Na manhã de 5 de junho, caças israelenses decolaram sentido à península do sinai, com o objetivo de destruir instalações militares egípcias que estavam se preparando para a invasão em território israelense ao sul, enquanto ao mesmo tempo houve a investida em terra, pegando o inimigo desprevenido e quase incapacitado, obrigando-o a recuar para a região de Cairo. Num espaço de 30 minutos os caças israelenses destruíram cerca de 90% da força aérea egípcia (que foi destruída ainda em solo) e em três dias de ataque (Atacando por todas as frentes possíveis em direção ao Canal de Suez) tomaram toda a Península do Sinai.</div><div>	Depois de ter sofrido o ataque e saber que tudo isso foi um blefe de Israel, o presidente Nasser do Egito telefonou à Hussein (Rei da Jordânia) dizendo que o Egito havia saído vitorioso na guerra ( No meu ver ele queria preservar a imagem dele como se ele fosse invencível) e que Jordânia, Síria, Iraque deveriam aproveitar que Israel estava fraca (O que não era verdade) e atacar ao norte.</div><div>	Levi Eshkol, primeiro ministro de Israel aproveitou da situação e disse a Hussein no dia seguinte “Nós não atacaremos, a não ser que vocês ataquem primeiro”.</div><div>	Obviamente, esse boato era falso, e foi usado para que seus aliados se sentissem mais tranquilos em relação à Israel, passando a mensagem de que o exército inimigo estava enfraquecido, contudo, os israelenses atacaram primeiro, aproveitando da situação e os pegando desprevenidos novamente. (Reino de Deus: 2, Islã: 0).</div><div>	Os israelenses novamente conseguiram destruir parcela da força aérea do inimigo, onde dessa vez a vítima foi a Jordânia. Logo em seguida executando um cerco por terra em Jerusalém, travando uma guerra urbana contra os jordanianos que estavam entrincheirados nos edifícios da cidade. Foi assim em toda a tríplice fronteira, também contra a Síria e Iraque, pois a os Sírios ficaram muito motivados com o relatório falso do presidente Nasser, mas seu avanço foi completamente interrompido pelos israelenses nas Colinas de Golã. O Iraque enviou uma força expedicionária para combater, que também foi incapaz de cumprir seu objetivo. </div><div>	Com a clara vitória israelense no final do sexto dia, como não havia ambições territoriais sua oferta de paz foi reconhecer sua independência, porém uma declaração conjunta dos países envolvidos mostrou que tal opção para eles não era válida.</div><div>	No total cerca de mil soldados israelenses foram mortos, e 4,5 mil ficaram feridos. Entre os árabes os mortos rondam os 15 mil, com mais de 20 mil feridos além de dezenas de milhares capturados. Um “vergonhoso” armistício foi assinado pelos árabes em 10 de Junho.</div><div>	Os locais judeus em Jerusalém foram recuperados, com o destaque ao Muro das Lamentações, de onde tinham sido expulsos em 1948.</div><div>	Com nove dias após sua vitória, Israel ofereceu ao Egito e a Síria a devolução de todos os territórios conquistados, porém em troca os mesmos deviam reconhecer a independência do estado de Israel, mas em dezembro de 1967 a resposta do conjunto árabe foi: “Nenhum país árabe reconhecerá sua independência, não haverá paz, e não haverá negociação”. Nesse meio tempo, o bloco russo cortou todas as relações diplomáticas com Israel, com os russos iniciando imediatamente a reconstrução do exército egípcio. </div><div>	A determinação dos estados árabes em não reconhecer Israel e não negociar com Judeus levaria a uma nova guerra pouco tempo depois, a conhecida Guerra do Yom Kippur, em 1973.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 17:56:03 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra do Yom Kippur</title>
         <author>breninreguin</author>
         <link>https://padlet.com/breninreguin/wbxw7kdix9bp/wish/695442550</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>28 de setembro de 1973</strong></div><div>A reviravolta do Egito e da Síria</div><div><br><br></div><div>Com decorrência do conflito passado em 1967, o Egito perdeu seu domínio sobre a península do sinai, e a Síria perdeu as colinas de golã, com isso as tensões entre os dois países cresceram ainda mais. A Guerra do Yom Kippur teve início após um ataque súbito à Israel, organizado por Síria e Egito. </div><div>O nome do conflito remete ao feriado da cultura judaica chamado Yom Kippur, pois na data da celebração, Síria e Egito ultrapassaram as barreiras do cessar-fogo nas Colinas de Golã e no Monte Sinai, que pertenciam à Israel (conquistados na guerra dos seis dias). </div><div>Aos primeiros 6 dias do conflito, as forças sírio-egípcias conseguiram retomar parte de seus territórios. Porém, após duas semanas de batalhas, Israel começa a predominar na guerra, fazendo o exército da Síria recuar das colinas de Golã, mas as forças do Egito continuavam na região do Monte Sinai.</div><div>A saída encontrada pelos israelenses foi um atalho na área sul do Sinai, desprotegido pelo exército egípcio. Desta forma, conseguiu deslocar-se para a região oeste referente ao canal de Suez, localidade em que a muralha Bar-Lev não tinha sido ocupada pelas forças do Egito. Então, o exército do Israel começou a ameaçar Ismaília, província egípcia.</div><div>Entre os dias em que a Guerra do Yom Kippur ocorria, as maiores potências do mundo organizaram-se para interferir no conflito para defender seus interesses. Os Estados Unidos auxiliaram Israel e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) ficou ao lado de Síria e Egito. Com isso, ocorreu um aumento na tensão entre as duas nações (EUA e URSS), que à época mediam forças na corrida armamentista e tecnológica conhecida como Guerra Fria. Evitando maiores proporções ao conflito, através da Organização das Nações Unidas (ONU), foi promulgado um cessar-fogo em outubro de 1973.</div><div>Após o fim dos conflitos armados, o exército de Israel havia se recuperado e apresentava enorme poder bélico. As forças armadas israelenses encontravam-se infiltradas em territórios árabes, sendo que chegaram a 40 quilômetros da capital síria, Damasco, e a 101 quilômetros da capital do Egito, Cairo. Ambas as cidades foram fortemente bombardeadas.</div><div>As consequências da Guerra do Yom Kippur ultrapassaram as fronteiras dos países envolvidos e influenciaram profundamente outras nações. Tempo após o final do conflito, as relações entre Israel e Egito foram normalizadas através dos Acordos de Camp David, de 1978. Pela primeira vez na história, uma nação árabe havia reconhecido o território de Israel.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 17:57:59 UTC</pubDate>
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