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      <title>Meu PORTFOLIO no Internato II PED - Turma 2018.2 (19/08/2024 a 13/10/2024) by Internato em Pediatria</title>
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      <description>Meus registros acadêmicos diários</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-10 13:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>19/08/24</title>
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         <pubDate>2024-08-19 14:42:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <title>Foto de Apresentação</title>
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         <pubDate>2024-08-22 17:38:24 UTC</pubDate>
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         <title>Foto de apresentação</title>
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         <pubDate>2024-08-24 18:40:36 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana  - 24/08/2024</title>
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         <description><![CDATA[<p>Infelizmente, não pude acompanhar a primeira semana do rodízio de pediatria II por conta de minha participação no curso MECOR (Methods in Epidemiologic, Clinical, and Operations Research), promovido pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Asociación Latinoamericana de Tórax (ALAT) e American Thoracic Society (ATS), em Belo Horizonte. Esta ausência foi comunicada a coordenação do estágio e acordada reposição a ser combinada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-24 18:46:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Saudações, me chamo Jhonny Hermogenes e durante as 04 semanas iniciais do rodízio em Pediatria II estarei rodando na UDAP. Já na primeira semana foi possivel perceber o contraste com o rodízio em pediatria do 5° ano. Os perfis dos pacientes, com casos altamente complexos, foi o que mais chamou a atenção, tirando um pouco (mas jamais abandonando) o foco da puericultura propriamente dita. Dito isso, sigo empolgado com o que as próximas semanas do rodízio irão me propiciar.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 19:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>29/08</title>
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         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3094604619</link>
         <description><![CDATA[<p>As duas primeiras semanas do rodízio foram surpreendentes. Na UPL, onde estou atualmente, temos contato com bebês com icterícia, fibrose cística, sífilis congênita e em investigação de hipoglicemia neonatal. Temas já estudados, mas agora vistos de maneira mais próxima. As discussões têm sido ricas e, a relação com os colegas, professores e residentes, maravilhosa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 22:48:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3099000629</link>
         <description><![CDATA[<p>19/08/2024:</p><p>Boa noite a todos.</p><p>Sou Jailton, atualmente interno do sexto ano, cheio de empolgação e energia para aprender ainda mais sobre o grande mundo da pediatria nessas 8  semanas que virão pela frente.  Muito feliz em iniciar essa pequena jornada na UDAP, onde fui muito bem recepcionado pelos médicos residentes e, em especial, pela Dra Lara Torreão, um exemplo de médica e inspiração de ser humano a ser seguido! Por ser uma unidade terciária, espero encontrar grandes desafios e casos complexos nesta unidade e diante deste cenário, espero sair não somente com desenvolvimento de habilidades técnicas, mas também comunicacionais e posturais acerca do ser e fazer médico. Desejo um excelente rodízio a todos os colegas e amigos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:47:04 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda e terceira semanas - 06/09/2024</title>
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         <description><![CDATA[<p>As últimas duas semanas na UPL foram bem interessantes. Ao longo da semana passada, o número de pacientes internados na enfermermaria foi menor do que o número de internos. Por isso, atuei ajudando outros colegas na evolução e pendência de seus pacientes, além de participar das discussões. Considero que, apesar de atípico, foi um início prazeroso. Nesta terceira semana de rodízio, logo na segunda-feira, admiti uma criança vinda da UTI pediátrica do HUPES. Seu cuidado tem sido bastante relevante para meu aprendizado, principalmente no que tange investigação etiológica de desconforto respiratório no lactente, desmame de sedação e reintrodução do aleitamento materno. Tenho consultado manuais da SBP disponíveis na sala VIPE e a plataforma AMBOSS, voltada a minha preparação para residência nos EUA.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-06 12:56:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 02:32:05 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Primeira semana</strong></p><p><br/></p><p>Minha primeira semana na Unidade Metabólica foi bem legal! Fui muito bem recepcionada pelas professoras e residentes que sugeriram que fizessemos um brinde com fórmula infantil de Pregomin para ter a experiencia do sabor (que é bem ruim por sinal). Foi muito divertida a dinamica e recepção! Também tive meu primeiro contato com os pacientes internados. Fiquei responsável por Izzie, uma paciente de 1 ano e 4 meses internada para investigação de uma diarreia crônica sanguinolenta. Inicialmente tratamos como APLV e insentamos a mãe/criança de diversos alimentos, mantendo a amamentação. Apesar disso, o sangramento continuou diariamente. Posteriormente, devido a um IgG e IgM positivos para CMV, iniciamos o tratamento com ganciclovir (apesar de um PCR negativo). Essa história é muito interessante e foi passível de muitas discussões com a equipe multidisciplinar. Enquanto isso, ficamos aguardando os resultados da EDA e Colonoscopia. Esse caso me motivou a estudar bastante sobre possíveis etiologias de diarreia cronica sanguinolenta. Foi muito legal pois vi alguns casos parecidos no ambulatorio de gastro-ped, o que foi muito enriquecedor.  </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 03:11:15 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda semana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na segunda semana sairam os resultados da EDA e colonoscopia de Izzie. Não tiveram achados compativeis com CMV e nem com doença inflamatória intestinal, apesar de, na macroscopia, existirem úlceras colonicas enormes. Também ocorreu um fato interessante: a mãe dela passou 5 dias fora e quem ficou foi o pai. Resultado: misteriosamente a quantidade de sangramento diminuiu MUITO comparado aos dias anteriores. A paciente chegou a ficar 2 dias sem defecar sangue e no 3 dia, apenas uma pequena raja. Apesar disso, existia um fator confundidor: ela estava em uso do ganciclovir, então tudo continuava uma grande interrogação (a suposta melhora era pelo tratamento do CMV ou da isenção do leite materno?). Entendi nesse momento a importancia do tempo na elucidação diagnóstica da medicina. </p><p>Além disso, também teve uma discussão sobre outra paciente (Ketlen) que foi admitida com quadro de kwashiorkor mas já estava eutrófica. Nesse caso, o problema era muito complexo visto que, não adiantava tratar a criança e liberar se não houvesse acesso a alimentação e água potável em casa. Além disso, a criança não comia, então ainda estava no processo de desmame da sonda que era dificultada pela falta de interesse dela nos alimentos. Foram longas discussões multidisciplinares em que aprendi a importancia da equipe no tratamento de um paciente em extrema vulnerabilidade. No final da semana, Ketlen espirrou e sonda saiu. Apesar disso ter gerado uma preocupação incial, junto com todos os esforços da equipe multidisciplinar, vimos que sua aceitação alimentar melhorou e ela pode ter finalmente uma perspectiva de alta.  </p><p>Essa semana me ensinou muito sobre a importancia do cuidado em todas as suas vertentes contemplando inclusive o  principio da Integralidade do SUS. Não adianta solucionar o problema agudo se a causa base não for resolvida. Existem problemas complexos sociais em que só conseguimos vencer, se for toda uma equipe junta para pensar, discutir, planejar e executar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 03:42:30 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira semana (parte 1)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3107701372</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha terceira semana foi muito saudosa. Foi a despedida de algumas residentes maravilhosas que tive o prazer de trabalhar. Tivemos uma confraternização incrível! </p><p>Nessa terceira semana, com o retorno da mãe de Izzie ao hospital e ao aleitamento, o sangramento voltou de maneira intensa. Assim, chegamos a conclusão de que provavelmente poderia se tratar de uma alergia alimentar. Decidimos então tomar todas as medidas radicais em que não tivesse margem para erros. Izzie reagiu com melhora quase total do sangramento até o momento. Apesar disso, ainda não tivemos tempo para descobrir qual alimento está sendo o provável alérgeno. Isso vai custar um tempo maior de internamento. Entendi nesse momento a gravidade das alergias alimentares. Apesar disso,  fiquei muito emocionada com a resiliencia dessa família que, mesmo diante de um longo periodo de internamento, está sempre feliz, com fé, unida, aderindo a tudo e fazendo o possível pela sua pequena Izzie. Que sejamos mais assim na vida!</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 04:01:23 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira semana (parte 2)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nessa terceira semana dia 06 de setembro, também foi aniversário de 1 ano de um paciente nosso muito querido: o pequeno Levi.  Ele tem mais de 100 dias de internação na unidade. Fiquei muito feliz pois as professoras Dra. Alfa e Dra. Marina organizaram uma surpresa com balóes, frutas e sobremesas para ele e a mãe.  Para evitar expor a imagem do paciente, coloquei essa foto das professoras indo colar os balões na sala. Gostei bastante da humanização presente na unidade. Que sejamos assim: medicos mais humanos e capazes de amenizar a dor, sendo luz e trazendo alegria!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 04:15:31 UTC</pubDate>
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         <title>SEGUNDA E TERCEIRA SEMANA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>É fantástico como se passaram menos de 1 mês atuando na assistência da UDAP e a sensação é que há muito mais tempo. O mais interessante desta enfermaria, são as inúmeras possibilidades de conhecimento, desde os casos admitidos até as discussões clínicas que acontecem diariamente. Para além disso, me impressiona o quanto de clínica discutimos para além dos casos raros e complexos que chegam até a unidade. As semanas que se passaram, ficaram marcadas não somente pelos diagnósticos de Doença de Kawasaki, Síndrome de Krab, dermatite atópica grave, síndrome nefrótica/nefrítica entre tantas outras mas também pelo carinho e preocupação dos preceptores e residentes com nós internos. Sem sombra de dúvidas está superando minhas expectativas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 23:08:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3118728676</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-13 14:16:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>As quatro semanas aqui foram muito gratificantes. Ambiente com equipe acolhedora, paciente que cativam, preceptores dedicados e muito compreensivos. </p><p>Acompanhei um mesmo paciente por todo o período, paciente crônico e acamado, e pude ter a experiência incrível de ver sua melhora e recuperação. Quando cheguei Almir não contactava e não reagia a estímulos, hoje mesmo em ventilação mecânica ele compreende tudo, fala e criou vínculo com toda a equipe. Tenho um carinho enorme por este caso.</p><p>Por fim, aprendi muito, saio com expectativas correspondidas e as apresentações foram mais fáceis de lidar do que imaginei rsrs</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-13 15:08:10 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal. Sou Fernanda e estou aproveitando o máximo esse primeiro rodízio do último ano. Espero continuar vivendo novas experiências, adquirindo novos aprendizados e cada vez mais me aperfeiçoar.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-22 16:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ainda não decidi qual especialização pretendo seguir, mas a pediatria está ganhando um lugar especial no meu coração.</p><p>Na primeira semana já encontrei um grande desafio. Conheci Rayane, minha primeira paciente desse rodízio e pude acompanha-la por um longo período. Ela tinha 11 meses, nasceu sem intercorrências através do parto vaginal, com 38 semanas, apgar 9/10 com peso e estatura adequada para idade. No entanto, aos 04 meses começou a regredir nos marcos do desenvolvimento neuropsicomoto, associado a hipotonia generalizada, irritabilidade importante e episódios convulsivos. Ela iniciou acompanhamento na APAE, onde houve suspeita de síndrome genética sendo realizado teste genético. Ela evoluiu com piora hemodinâmica, com disfagia grave associado a sialorreia, momentos de apnéia, hipotermia e dessaturação. Nesse contexto ela internou no HUPES em unidade de terapia intensiva, oportunamente recebendo o diagnóstico de síndrome de Krabbe. Essa síndrome é extremamente rara com prognóstico reservado, levando à disfunção motora importante por depósitos de substâncias tóxicas não metabolizadas corretamente, causando morte neural. Pensando em postergar expectativa de vida, alterando um pouco o curso da doença, fizemos umas gastrostomia e prescrevemos medidas xerostômicas e aspiração contínua.&nbsp; Nesse processo, tive que lidar com a comunicação de notícias difíceis, momento em que aprendi muito com a equipe de cuidados paliativos, aplicando o protocolo SPIKES e exercendo a escuta ativa. Também, para além do entendimento de saúde como ausência de doença, percebi o quando o âmbito social é promovedor ou não da saúde do indivíduo. A genitora era analfabeta funcional em condições financeiras precárias, sem suporte e rede de apoio, o que dificultou a desospitalização e a garantia do cuidado fora do ambiente hospitalar. Com tudo isso, percebi que para garantir a saúde de forma igualitária e a longitudinalidade do cuidado, o sistema e seus componentes (eu e equipe multi )tivemos que nos reiventar e inovar na abordagem de propagar informação e instruções para o cuidado. Esse caso me fez perceber que na nossa atuação profissional há lugar para empatia e quão importante é o sistema de saúde público com a referência/contra-referência e todas as suas linhas do cuidado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-22 16:22:00 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda semana </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3131751363</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu outro desafio foi com Thales, um garotinho de 10 anos. Um paciente previamente hígido que desenvolveu síndrome nefrítica (elevação da pressão + hematúria) pós faringite. A maior suspeita era síndrome nefrítica pós-estreptocócica, e o ASLO positivo só confirmava essa hipótese inicial. Porém, o quadro virou atípico. Ele evolui com edema generalizado e síndrome PRESS apresentando rebaixamento do nível de consciência, hipertensão refratária chegando a PAS de 180 mmHg, necessitando de IOT para proteção de vias aéreas. Na UTI, ele foi estabilizado, não apresentando nenhum déficit focal. No entanto, ao chegar na enfermaria, evoluiu com hiperfosfatemia e hipercalemia, urina espumosa, relação proteína/creatinina urinária &gt;2, proteinúria de perfil nefrótico na urina de 24 horas e TFG de 54, apesar de não ter alteração no balanço hídrico e nem da diurese por kg/dia. A estratégia terapêutica foi controlar níveis pressóricos, retirando IECA pela suspeita de que o medicamento fosse a causa da piora da função renal. Foi retirado o medicamento, e ao total, após 3 semanas de início do quadro a função renal começou a se estabilizar, descartando a necessidade de pulsoterapia com corticóide. No entando, a discussão final foi a necessidade da realização biópsia renal.</p><p>Foi um caso que tinha tudo para ser “típico de livro”, mas se tornou desafiador rapidamente em um menino previamente hígido e super ativo. Um caso que necessitou do envolvimento da pediatria e nefrologia, sempre discutindo e pesquisando para entender melhor o curso possível e atípico da doença, o que conduziria a intervenção. Foi uma experiência riquíssima.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-22 16:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>25/09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3138789081</link>
         <description><![CDATA[<p>Na primeira etapa, estive na enfermaria de pequenos lactentes (UPL), no HUPES. Tive a oportunidade de acompanhar Lilian, uma paciente de 1 mês e 20 dias de vida, encaminhada ao HUPES por cianose, hipotonia e sucção débil após o nascimento. Foi acompanhada pela equipe de genética por síndrome genética a esclarecer (principais suspeitas: síndrome de Moebius ou de Edward) e em acompanhamento com fonoaudiologia (em razão de sucção débil) e terapia ocupacional (por hipotonia axial). Sua dieta era por gastróclise, e ao longo do internamento houve progressão de aceitação de dieta via oral, para até 50ml.  Manteve-se em acompanhamento com equipe de genética para esclarecimento de seu quadro clínico.  </p><p><br/></p><p>Outra paciente que acompanhei foi Aylla Gabriele, lactente de 12 dias de vida com lesão macular em todo o membro inferior esquerdo e tumoração em posterior de coxa direita, encaminhada ao HUPES para acompanhamento com cardiologia e hematologia pediátricas. Foi avaliada pela equipe de cirurgia, que descartou necessidade de intervenção. Realizou USG transfontanela e de abdome, descartando malformações arteriovenosas em outros órgãos. A paciente iniciou tratamento com propranolol 1,5mg/kg de 12 em 12h, progredindo para 2mg/kg/dia, sem alterações cardiovasculares ou hemodinâmicas, de modo que obteve alta hospitalar e realizou seguimento ambulatorial.</p><p><br/></p><p>Outro caso importante foi o de Ana Sofia, paciente de pouco mais de 1 mês de vida com diagnóstico de fibrose cística. Ela apresentou atraso na eliminação de mecônio, evoluindo com abdome agudo e necessidade de laparotomia exploradora com confecção de ileostomia em dupla boca, com cerca de 4 dias de vida. Obteve alta hospitalar após 20 dias de internação e foi encaminhada posteriormente ao ambulatório de pneumologia do C-HUPES por IRT elevado, tendo sido internada para manejo terapêutico e correção alimentar. Durante o internamento, foi administrada pancreatina antes das mamadas, bem como fórmula de partida e sal diluído em água destilada. A mãe realizava diluição incorreta da fórmula em domicílio o que, unido à ausência de pancreatina, dificultou o ganho de peso adequado da paciente. Foram feitas orientações à família e a paciente obteve alta hospitalar com a confirmação do diagnóstico de fibrose cística e seguimento ambulatorial. </p><p><br/></p><p>Na UDAP, tive a oportunidade de conhecer Eduardo, um menino de 12 anos com diagnóstico de epidermólise bolhosa distrófica recessiva desde os primeiros meses de vida, internado para realização de dilatação esofágica (EREED) em decorrência de estenose.  Ele apresentava colabamento de dedos de mãos e pés, lesões por todo o corpo, cobertas por curativos, abertura oral restrita e aceitava somente dieta pastosa, em razão de disfagia de condução e de transferência. Obteve alta hospitalar após o procedimento, mantendo seguimento ambulatorial. </p><p><br/></p><p>Pude acompanhar Anna Julia, paciente de 11 anos com diagnóstico de LES e AIJ, internada por síndrome PRES poucos dias após um longo internamento no HUPES por úlcera infectada em membro inferior, evoluindo durante o internamento prévio com pneumonia e necessidade de IOT. Era uma paciente curiosa: apesar de jovem, anotava todos os medicamentos em uso e o nome de todos os que a acompanhavam, desde estudantes e enfermeiras até residentes e médicos. Manteve-se após estabilização inicial em UTI sem crises convulsivas, em controle pressórico com carvedilol e anlodipino. Evoluiu clinica e hemodinamicamente estável. </p><p><br/></p><p>Essas foram algumas das experiências que tive até o momento, em que pude aprender sobre comunicação com o paciente, manejo de doenças autoimunes e crônicas e ter contato com síndromes genéticas e seus impactos no desenvolvimento neuropsicomotor infantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 19:06:23 UTC</pubDate>
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         <title>Quarta semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3138892879</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi a minha ultima semana na UM. Izzie continuou sangrando apesar de ter diminuido bastante a quantidade. O caso ainda permanece um mistério mas, ainda de longe, continuarei acompanhando-a atraves do seu prontuário. No nosso ultimo dia ganhamos cholocate de um dos melhores residentes que ja conhecemos: Luan. Gostei muito dessa unidade. Saudades de Dra Indira com sua alegria diária. Ainda quando me lembro das histórias eu choro de rir. Gostei muito da UM também pois aqui aprendi a calcular venóclise, conheci pacientes cronicos e entendi que na medicina (e na vida), o tempo é uma dádiva e nos ajuda a esclarecer muitas coisas. Aqui eu vi a esperança se renovar a cada dia com muita resiliencia e fé, tendo orações mais fortes do que templos religiosos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 20:29:59 UTC</pubDate>
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         <title>Quinta e sexta semanas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3138928605</link>
         <description><![CDATA[<p>As duas primeiras semanas na UDAP tem sido bem diferentes da UM. Confesso que estou gostando bastante! A rotatividade dos pacientes é mais rápida. Vemos muitos casos diferentes em uma semana. Até então ja tive alguns pacientes com perfis bem interessantes. Um deles foi Davy de 15 anos que chegou com um provável caso de AIJ e, após uma colonoscopia, descobrimos uma doença inflamatória intestinal. Agora não sabemos se a poliatrite dele é do AIJ ou da DII. Seguiremos na investigação. Outra paciente minha muito interessante é Brenda de 13 anos com um provável quadro de Doença de Behçet. Nunca tinha atendido um paciente com esse perfil. Ainda mais com neuro-Behçet que foi o caso dela. Estudei bastante sobre a doença e tem sido muito enriquecedor todas as discussões. Também acompanhei os outros pacientes de meus colegas e vi casos como epidermólise bolhosa - que para mim, é a pior doença da pediatria.  To gostando muito dessa unidade. Ela me lembra muito a 2D da clinica médica. Além disso, também estou no ambulatório de genética. Tenho visto casos que nunca vi como paciente com sindrome de Noonan. As discussões também são bastante enriquecedoras e interessantes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 21:08:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fontes que tenho usado para estudo dos casos do rodízio</title>
         <author>vieiraleticia</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3138957886</link>
         <description><![CDATA[<p>Tenho utilizado os artigos do Statpearls para estudo, documentos da SBP, Ministério da saúde, bem como fontes como a Sociedade Brasileira de Reumatologia para estudo dos casos de LES e Doença de Behçet. Também tenho o livro físico "urgências clínicas e cirúrgicas em gastroenterologia e hepatologia pediátrica" de Luciana Rodrigues Silva, volumes 1 e 2, que uso para estudo dos casos de doença inflamatória intestinal, dor abdominal, hipertensão portal, entre outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 21:46:10 UTC</pubDate>
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         <title>Sexta semana parte 2</title>
         <author>vieiraleticia</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3144083770</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa semana teve muitos desfechos inéditos que me intrigaram. Primeiro o teste de patergia de Brenda deu negativo. Na doença de Behçet não precisamos necessariamente dele para confirmação diagnóstica, mas ja falava menos a favor. Além disso, outra professora minha aventou a possibilidade, juntamente com a dermatolgia, de ser PEGA (Pustulose Exantemática Generalizada Aguda) devido ao uso de altas doses de dipirona. Quando busquei imagens dessa patologia, vi que realmente as lesões eram bem semelhantes. Apesar disso, a paciente tinha lesões em virilha o que falava pouco a favor desse diagnóstico.  Importante dizer que no final da semana, essa paciente foi avaliada pelo oftalmologista que identificou uveíte anterior bilateral, achado comum em pacientes com Behçet. Tive a oportunidade de acompanhar toda avaliação da oftalmologia e discutir o caso com os preceptores da especialidade também. Os mesmos ainda levaram a hipótese de ser a Doença de Arada. Fui ler sobre essa patologia e concordo que possa entrar nos diagnósticos diferenciais para o acometimento da visão. Sobre a possibilidade da HIC ter sido idiopática, a oftalmolgia descartou essa possibilidade pela presença da uveíte anterior. </p><p>Até então para mim tudo indica que é Behçet, porém como a melhor professora da medicina é o tempo de pratica (experiência), confio na experiencia de meus preceptores para chegarem no melhor diagnóstico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-29 02:38:07 UTC</pubDate>
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         <title>UPL</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A experiência na UPL foi bastante importante para minha formação. Primeiro, pude lidar com pais/acompanhantes com diferentes níveis de educação e, como consequência, entendi comoa comunicação pode ser desafiadora. Acompanhei uma mãe lavradora e que não sabia escrever seu próprio nome, ao mesmo tempo que uma nutricionista, que especificamente os resultados das culturas de sua filha. Quanto as patologias neonatais, fiquei responsável primariamente por duas pacientes, além de outros casos como suspeita de Síndrome de Edwards, bossa serosanguinolenta infectada, colestase neonatal associada à sífilis congênita e suspeita de atresia biliar, colestase neonatal à esclarecer. As pacientes que fiquei responsável eram portadoras de:</p><ul><li><p>Fibrose cística: RN termo, AIG, do sexo feminino que não apresentou mecônio em 48h e, no 2º dia de vida, evoluiu com abdome agudo obstrutivo por íleo meconial associado a pneumoperitônio. Realizada ileostomia pela cirurgia pediátrica em serviço externo. Paciente posteriormente encaminhada para ambulatório de fibrose cística do HUPES, com aproximadamente 20 dias de vida, com desnutrição importante. Nesse sentido, foi internada para introdução de pacreatina, ganho ponderal, vinculção com serviços de pneumopediatria, gastropediatria e cirurgia pediátrica. Utilizei a diretriz brasileira em fibrose cística e o UpToDate para estudar aspectos relacionados à fibrose cística, inclusive a perspectiva de introdução do Trikafta, financiado pelo SUS, aos 6 anos de vida.</p></li><li><p>Laringomalácia/traqueíte: RN termo, AIG, sexo feminino, apresentou desconforto respiratório em sala de parto. Submetida a IOT, encaminhada para UTIN. Por falta de leito em alojamento conjunto após melhora do quadro, encaminhada a UCINCA, onde adquiriu IVAS associada a bronquiolite subsequente. Em 24h após alta, apresentou novo desconforto respiratório. Quando avaliada por ORL, suspeitado de tumor de palato mole, afastado por ORL do HUPES. Mantida suspeita de laringomalácea.  Intubada para proteção de via aérea. Na demissão na UTI pediátrica do HUPES, visualizado secreção amarelada espessa, com cultura compatível com traqueíte. Posteriormente para UPL para reintrodução alimentar e desmame de sedação, conforme previamente citado.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-29 14:58:03 UTC</pubDate>
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         <title>UDAP - duas primeiras semanas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3144515892</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante minhas duas primeiras semanas na UDAP, mantenho como fonte principal de estudos a plataforma Amboss e o UpToDate, além dos manuais da SBP. As discussões tem sido bem ricas visto ao fluxo grande de pacientes, com patologias variadas, como PTI, Síndrome de Evans, AIJ, Doença de Beçet, PEGA, cetoacidose diabética, ITUs recorrentes multirresistente em criança de 8 meses, transtorno somatoforme, Osteogênese imperfeita e síndrome nefrótica.</p><p><br/></p><p>Tive a oportunidade de contribuir com os seguintes casos:</p><ul><li><p>Disfagia importante em paciente com epidermólise bolhosa; posteriormente submetido à dilatação esofágica com melhora importante da disfagia.</p></li><li><p>Acidúria glutárica do tipo I, acompanhando o final da investigação etiológica, demarcando a regressão do desenvolviemnto motor e acompanhando a indicação de gastrostomia;</p></li><li><p>DRC em paciente de 10 anos, do sexo feminino, por apresentar bexiga neurogência secundária a espinha bífida oculta congênita;</p></li><li><p>Suspeita de LES em paciente de 12 anos do sexo feminino, com artralgia como sintoma principal, sem critérios diagnósticos suficientes até o momento. Apresentou proteinúria há 3 meses, mas afastado acometimento renal por hora em exames deste internamento.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-29 15:05:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-29 17:34:41 UTC</pubDate>
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         <title>HAN - Primeira semana</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2024-09-29 17:43:33 UTC</pubDate>
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         <title>HAN - Segunda Semana</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2024-09-29 17:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>HAN - Terceira Semana</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2024-09-29 17:50:32 UTC</pubDate>
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         <title>HAN - Quarta semana</title>
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         <pubDate>2024-09-29 17:54:27 UTC</pubDate>
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         <title>NOVO CICLO - UTI</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A mudança de ambiente é uma oportunidade de um novo começo, de construção de novas experiências, porém para que isso aconteça, leva-se um determinado tempo. A UTI pediátrica é um mundo a parte da pediatria, sendo muito diferente dos ambientes aos quais experienciei. O mais legal de tudo é a receptividade com a qual eu e meu colega fomos recebidos, residentes, preceptores super abertos e dispostos a ensinar e realmente preocupados com a curva do nosso aprendizado.</p><p>Ao chegar fiquei responsável por um paciente de masculino, 15 anos com quadro sugestivo de síndrome nefrótica de etiologia a esclarecer. E ao conversar com sua mãe, percebi a aflição da mesma ao fato de não estar compreendendo muito bem o que acontecera com seu "bem maior", parafraseando as suas palavras. Nesta oportunidade, chamei ela para uma conversa e notei que o erro estava na comunicação com a qual os profissionais de saúde estavam utilizando com ela. Foi neste momento que expliquei toda evolução do quadro com base nos sintomas de urina espumosa, edema de MMII, aumento do volume abdominal e a progressão para a anasarca. O seguimento da investigação percorreu os caminhos da biópsia renal, visto que o meu paciente não havia respondido a pulsoterapia com Metilpred. Nesse cenário, conversei com a professora do ambulatório de Nefro (Dra Roberta) e resolvemos instituir terapia com albumina e a resposta obtida foi quase "milagrosa", onde reduziu-se mais de 22 kg de peso do meu paciente. Por fim, ele teve uma melhora considerável do quadro clínico o que possibilitou ser transferido para UDAP e eu sigo-o acompanhando indo visitá-lo (como é gratificante abrir a porta do quarto e ver aquele sorriso ao me ver) e aguardando esse resultado de biópsia renal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 12:04:52 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANAS SEGUINTES</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>É sensacional quando faço análises acerca da minha evolução enquanto interno, pessoa e ser humano nos ambientes aos quais frequento. A ambientação, a equipe e o próprio médico são ferramentas cruciais para que a engrenagem no cuidado em saúde obtenha efetividade em todas as etapas inerentes ao processo. E percebo como a equipe da unidade de terapia intensiva é bastante unida e possui uma comunicação bem esclarecida quanto aos processos. As experiências dessa semana voltaram-se para minha participação em uma aula dada pelo Dr Cristiano sobre ventilação mecânica na pediatria. Fiquei fascinado pela didática do professor que se utilizou de papel, caneta e um ventilador mecânico, mostrando-nos na prática desde ligar o aparelho, com setar os parâmetros ventilatórios e em quais contextos clínicos vou utilizar parâmetros específicos. Após uma explanação teórica, fizemos diversas simulações de casos, onde precisamos colocar os pacientes-simulados no ventilador mecânico e foi surreal de boa a aula prática. Acredito fortemente que não só essa aula, mas que as aulas deveriam adotar essa metodologia de aula prática  com prática em modelo OSCE. </p><p>Nota mil para Cristiano!!!!!!!!!!!!!!!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 12:28:56 UTC</pubDate>
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         <title>SEMINÁRIO NOTÍCIAS DIFÍCEIS</title>
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         <description><![CDATA[<p>Para nós profissionais de saúde, transmitir diagnósticos graves, prognósticos desanimadores ou a confirmação de doenças terminais é uma das tarefas mais exigentes do ponto de vista emocional. E minhas experiências neste contexto começaram quando rodei na enfermaria 1A - Oncologia Clínica. </p><p>A atividade instituída por Dra Lara Torreão tem meu respeito, porque por mais experiências que já tive na trajetória acadêmica, sempre aprendo mais, modifico algo que pode ser melhorado, em diferentes aspectos ético-posturais.</p><p>Sem sombra de dúvidas que quando comunicamos más notícias, a empatia é fundamental. Não só médicos mas todos os profissionais de saúde devem criar um ambiente seguro e acolhedor, onde os pacientes possam expressar suas emoções e o desafio já começa por aí, uma vez que muito dificilmente conseguimos ter um ambiente 100%  nessas condições. É essencial utilizar uma linguagem clara, evitando jargões médicos que possam confundir ou assustar ainda mais. Um bom método é o SPIKES, que envolve: definir o cenário, avaliar a situação, identificar o conhecimento prévio do paciente, comunicar a notícia, permitir reações e oferecer suporte. E isso pode ser aplicado para diversas situações falando-se em medicina e vida pessoal.</p><p>Durante a atividade e principalmente nos casos simulados, noto o quanto a emoção toma conta de todo o processo e foi muito eficaz as técnicas de minimizações de ansiedade e tensões que Dra Lara trouxe para nós ao longo dessa atividade. Foi algo que me marcou bastante e traz  a tona o quanto a faculdade falha em não ter mais momentos oportunos como esse, pois só seremos bons em determinados contextos se praticarmos e melhorarmos de forma contínua. Dra Lara merece meus humildes agradecimentos por um momento rico, inspirador e reflexivo como o que foi trazido nesta atividade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 12:47:48 UTC</pubDate>
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         <title>UPL - Primeiras Semanas</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 14:31:47 UTC</pubDate>
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         <title>UPL - Terceira semana</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 14:39:27 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira e quarta semana</title>
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         <description><![CDATA[<p>Nas minhas duas últimas semanas na UDAP acompanhei Ingrid, uma mocinha com fáceis típica, em investigação de síndrome genética. Mas o que a levou para a enfermaria, foi o diagnóstico tardio de diabetes tipo 2 após abertura do quadro com uma aparente cetoacidose diabética. Ela chegou na UDAP com uma história dos internamentos prévios bem defasada de informação, demostrando o valor de um sistema eficiente de referência e contra-referência. Seu quadro começou com polidipsia, poliúria, polifagia e frequentes vômitos, evoluindo com rebaixamento do nível de consciência. Após medida de glicemia capilar HI em unidade de origem, iniciaram o protocolo de cetoacidose diabética sem realização de gasometria. Isso a estabilizou, mas precisou ser encaminhada para o HUPES para controle da diabetes recém diagnosticada. Lá, evoluiu com boa resposta ao tratamento.</p><p><br/></p><p>Esse período foi também de despedida. Uma despedida com sentimento de um bom aprendizado e de ter sido acolhida durante todo esse mês. Os residentes foram ótimos, nos ensinaram, tiraram nossas dúvidas. Aos professores da UDAP, só tenho a agradecer por exercer o ensino com tamanha satisfação e maestria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 16:28:40 UTC</pubDate>
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         <title>Quinta e sexta semana</title>
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         <description><![CDATA[<p>As duas primeiras semanas no HAN foram empolgantes. Iniciei com medo, uma insegurança frente aos novos desafios. Me deparei com cardiopatias congênitas que nunca tinha visto e nem lido em livros, na verdade, nem sabia que eram possíveis. Com o novo vieram muitos desafios, mas também novos aprendizados. Aprendi sobre as cardiopatias acianóticas acompanhando duas crianças com CIA com repercussão hemodinâmica e duas com CIV também com repercussão. </p><p>Encontrei com Liz, um desafio para a equipe médica do hospital e principalmente pra mim. Uma menininha que tinha dispneia e sudorese em polo cefálico as mamadas com cianose central e que todos achavam que tinha transposição dos grandes vasos congenitamente corrigida, mas no final da última semana descobrimos que na verdade ela tinha uma inversão ventricular, um diagnóstico super raro de cardiopatia cianogênica, no qual o átrio direito se conecta com o ventrículo esquerdo que está conectado com a aorta, da mesma forma que o átrio esquerdo está conectado com o ventrículo direito levando sangue para o tronco pulmonar. Liz era toda cianótica, saturando em torno de 80% graças as comunicações intercâmaras cardíacas que possibilitavam sua vida. No HAN, a cardiologia clínica e a cirúrgica são inseparáveis, sempre havendo discussões de ambas as áreas para a melhor indicação de abordagem dos pacientes. Liz teve alta e está aguardando essa discussão para realização da sua cirurgia. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 16:43:10 UTC</pubDate>
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         <title>Sétima semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3155563178</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa semana encontrei Carlos, um menino guerreiro de 9 anos que já passou por tanto coisa. Ele está no espectro autista e quando pequenino foi diagnosticado com tetralogia de fallot. No internamento, antes da cirurgia, evoluiu com crises de hipóxia e dois episódios de AVCi por hemoconcentração e sua primeira cirurgia foi a de blalock-Taussing, onde se liga a artéria subclávia à artéria pulmonar através de um tubo para melhorar o fluxo no pulmão, já que a tetralogia de fallot é uma cardiopatia congênita cianótica de hipofluxo pulmonar por obstrução da via de saída do ventrículo direito. No entanto, 3 anos depois, ele evolui com trombose nesse tubo, sendo realizado então outra cirurgia, a de Rastelli, onde se coloca um tubo valvado entre o VD e a artéria tronco pulmonar. No momento, ele precisou internar novamente por estenose desse tubo, está aguardando o CATE para a correção. </p><p>Esse rodízio realmente tem aprimorado minha semiologia cardíaca e meu conhecimento sobre a anatomia humana. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 17:02:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sétima semana </title>
         <author>vieiraleticia</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3155569745</link>
         <description><![CDATA[<p>Penultima semana do ridízio e tiveram algumas novidades. Fui buscar noticias de meus pacientes da metabólica e saber se os tratamentos estavam sendo efetivos. Descobri que Izzie não teve resposta e permaneceu sangrando mesmo com todos os ajustes para alergia alimentar. Dessa vez, iriá iniciar o tratamento para Doença inflamatória intestinal. Espero que funcione. Continuarei acompanhando pelo seu prontuário mesmo em futuros rodízios. </p><p><br/></p><p>Sobre Brenda, ela tem apresentado melhora da acuidade visual. Apesar disso, ja teve indicação para início da pulsoterapia, visto que, se for Harada, pode ter agravamento da visão se não tratada precocemente.  </p><p><br/></p><p>Além disso, ganhei um outro paciente (Thaye) bem complexo inicialmente pra mim. Ele tem 11 anos é portador de DM1 (diagnosticado aos 4 anos), em uso de insulinoterapia NPH e Regular, hipotireoidismo em uso de levotiroxina e dislipidemia, em uso de sinvastatina vem em recusa alimentar há 20 dias, com humor deprimido associado a ideação suicida. Apresentou episódios de crise convulsiva + dor abdominal + febre + vômitos + diarreia sendo identificada em USG de UPA, achados compatíveis com linfadenite mesentérica. Apresentou queda da Hb (9 » 6.1)+ leucopenia + derrame pleural sendo afastada TB e pneumonia. Também apresentou achados de hepatoesplenomegalia + Insuficiência mitral leve + derrame pericárdico. Foi feita transferência para este hospital para avaliação com reumatologista por suspeita de psicose lúpica. Solicitamos os exames para investigar LES nele e o FAN veio positivo (1:640) além do consumo de complementos (c3 e c4). Assim fechamos o diagnóstico juntamente com a reumatologia e ja iniciamos o tratamento. </p><p><br/></p><p>Thaye já apresenta melhora do quadro comparado ao dia que ele chegou na unidade. Após a pulsoterapia, está menos desorientado. Fico feliz de ver a rápida resposta que uma criança pode ter ao tratamento. Foi bem difícil conversar com a mãe sobre a possibildiade de ser LES (antes do diagnóstico). Ela, carregando o peso de ser portadora da doença, se sentia profundamente culpada. Procurei lembrá-la de que o amor que ela dedicava ao seu filho era infinitamente maior do que qualquer adversidade que pudessem enfrentar juntos. Ao final, enxergamos que a vida, com suas complexidades, traz desafios que não podemos prever ou controlar, mas que o vínculo entre mãe e filho seria sempre uma força inquebrável, mais poderosa do que qualquer diagnóstico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 17:09:47 UTC</pubDate>
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         <title>Sétima semana parte 2</title>
         <author>vieiraleticia</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3155576933</link>
         <description><![CDATA[<p>Como estive de plantão nesse domingo de eleições, acabei pegando mais uma paciente que ficará comigo.  Ela se chama Stefany tem 3 anos e veio com relato de febre persistente na creche sendo medicada com sintomáticos (ibuprofeno e posteriormente dipirona). Evoluiu com manchas pelo corpo há 5 dias e piora dos sintomas. Procurou a UPA do Bairro da Paz, por duas vezes, sendo medicada com sintomáticos e dado alta para casa com suspeita diagnóstica de Síndrome mão pé boca. A genitora retornou na mesma unidade com relato de piora das lesões de pele. Manteve febre de até 40ºc.&nbsp; Nega alergias medicamentosas prévias. Admitida na UTI desta unidade com desidratação por baixa ingesta e perdas insensíveis , recebeu hidratação venosa com melhora. Paciente apresentava dificuldade urinária devido as lesões em vulva e lábios menores da vagina. Colocada sonda com melhora da diurese.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Eu nunca tinha visto uma necrólise epidérmica tóxica (NET) na vida. Foi um choque muito grande quando vi a gravidade do quadro dela e principalmente pela extensão. Aprender sobre a NET ao lado da minha paciente foi uma experiência enriquecedora, mas o que mais me marcou foi a força e a resiliência de sua mãe. Ela, uma mulher maravilhosa, compartilhou comigo suas histórias, algumas dolorosas, outras repletas de superação. Contou-me com serenidade como já deu à luz a um bebê em um Uber, um momento de coragem em meio ao inesperado, e também as cicatrizes que carregava por ter enfrentado a violência doméstica. Sua trajetória de luta e determinação me ensinou muito mais do que os livros poderiam oferecer – mostrou-me o quanto a vida pode ser desafiadora, mas também iluminada por momentos de resistência e esperança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 17:19:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3155589930</link>
         <description><![CDATA[<p>Semana 1 </p><p>Início de rodízio, experiência de extrapolar o círculo acadêmico da FMB/HUPES e construir novas competências junto a colegas de outras faculdades e professores de outras instituições. Estar no HGRS nesse momento foi começar uma vivência com uma casuística relativamente representativa da realidade que encontraremos como médicos recém formados.</p><p><br/></p><p>Semana 2</p><p>Iniciando na Nefrologia, subrodizio a princípio específico demais para o generalista, pude construir vínculos importantes com os preceptores e residentes. Ademais, por serem poucos pacientes acompanhados na enfermaria, conseguimos aprofundar nas discussões.  Valentina, uma criança de 8 anos com doença renal crônica por uropatia obstrutiva congênita, com indicação de diálise, enfrentou longos dias de internamento por falha de acesso periferico para infusão de contraste, precisando realizar acesso por anestesiologia sob sedação, que dependeu de novo ecocardiograma para avaliação pré anestésica de cardiopatia congênita, para então realização de angiotomografia para definição de melhor sítio para passagem do CDL.</p><p><br/></p><p>Semana 3</p><p>Daniel, paciente de 3 anos, com síndrome nefrótica por lesão mínima, cortico resistente, com múltiplas admissões por descompensação secundária a infecções virais (GECA, IVAS), precisando deslocar cerca de 12 horas por ônibus desde a Chapada Diamantina até o HGRS. Solicitada investigação com biópsia, que demandou entendimento da logística para realização do procedimento no H Martagal Gesteira.</p><p><br/></p><p>Semana 4</p><p>Começando já na emergência, cultivamos um bom convívio com os colegas da unifacs, ambiente descontraído e produtivo. Preceptores altamente acadêmicos e preocupados com nossa formação prática. Inicialmente acompanhei Ster, paciente de 3 anos com tumor inoperável de SNC, com hidrocefalia em uso de DVP que evoluiu com ascite liquórica e ventriculite, necessitando de compensação infecciosa para posterior abordagem pela neurocirurgia.</p><p><br/></p><p>Semana 5</p><p>Ampliamos o repertório de casos clínicos atendidos na emergência. Pude admitir e realizar o seguimento de pacientes com síndrome torácica aguda, pneumonia comunitária, bronquiolite. Além de acompanhar na porta da emergência o processo de triagem e abordagem a queixas não urgentes que podem ser encontradas em nível de atenção primária, como ITU, IVAS, dor abdominal, entre outros casos.</p><p><br/></p><p>Semana 6</p><p>No ambulatório de gastroenterologia pediátrica, atendemos uma série de casos com constipação crônica. Discutimos a investigação inicial por laboratório e o manejo sintomático em suas nuances, desde indicação, dose inicial, dose máxima, orientações alimentares e medidas posturais.</p><p><br/></p><p>Semana 7</p><p>No PE da enfermaria de pediatria geral (4C) um caso interessante que admiti foi de coreia de Sydenham, com quadro atípico por ser unilateral, sem outros critérios maiores ou menores de Jones para diagnostico. Iniciamos tratamento com corticoterapia e depakene, além de iniciarmos a investigação de hipóteses alternativas com Lcr e RM de crânio e neuroeixo.</p><p>Semana 8</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 17:35:57 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão final do rodízio</title>
         <author>vieiraleticia</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3155592557</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse rodízio de pediatria na UDAP e na Unidade Metabólica foi uma jornada repleta de aprendizados, marcada por vivências intensas e histórias que ficarão comigo para sempre. Cada paciente trouxe uma lição única, desde os casos clínicos mais desafiadores até as narrativas pessoais que nos fazem refletir sobre a fragilidade e a resiliência humanas. A imersão no cuidado de crianças com doenças metabólicas raras e condições complexas me fez aprofundar nos estudos, buscando sempre as melhores evidências para oferecer um cuidado centrado no paciente e na família. Aprender ao lado de preceptores e residentes tão dedicados foi uma oportunidade valiosa, não apenas pela competência clínica que compartilham, mas pela forma como nos ensinaram a enxergar o paciente como um ser integral, repleto de história, contexto e emoções.</p><p><br/></p><p>Durante o rodízio, não acompanhei apenas os meus pacientes, mas tive a oportunidade de participar do cuidado de todos os que estavam na unidade, o que ampliou ainda mais meu aprendizado. Vi casos complexos, como a Progéria, Erros Inatos do Metabolismo, Doença Inflamatória Intestinal, Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e a Doença de neuro-Behçet (provável). Essa diversidade me mostrou que, na medicina, nem todo diagnóstico é simples e direto. Muitas vezes, precisamos nos lembrar de que nem tudo é 1+1=2. Cada paciente traz um desafio único, e essa incerteza faz parte da beleza e da complexidade da prática médica.</p><p><br/></p><p>Além dos conhecimentos técnicos adquiridos, os dilemas éticos que surgiram ao longo dessa experiência foram cruciais para minha formação. Ver de perto as decisões difíceis, as conversas sensíveis com as famílias e os momentos em que o cuidado vai além da medicina científica me fizeram refletir profundamente sobre a responsabilidade que carrego como futura médica. O rodízio me mostrou a importância de uma constante construção de saberes e cada dia foi uma nova oportunidade de aprender, crescer e reafirmar minha paixão pela medicina. Saio desse período não apenas mais preparada tecnicamente, mas também mais humana, atenta ao valor de cada vida e mais ciente do papel que posso desempenhar na vida dos meus pacientes. </p><p><br/></p><p>Encerro esse rodízio muito feliz com o que aprendi e desenvolvimento de raciocínio clínico que tive.  Agradeço imensamente aos professores por toda essa jornada (MARAVILHOSA) de aprendizado. Foi uma honra aprender tanto com voces!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 17:39:32 UTC</pubDate>
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         <title>Oficina de Notícias Difíceis</title>
         <author>vieiraleticia</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3155606859</link>
         <description><![CDATA[<p>A tarde na Oficina de Notícias Difíceis foi uma experiência extremamente valiosa para mim como aluna. Aprendi muito e tive a oportunidade de treinar/simular uma das habilidades mais desafiadoras na prática médica: comunicar más notícias de forma empática e profissional. A professora Lara foi uma profissional excepcional, compartilhando conosco não apenas seu vasto conhecimento, mas também sua sensibilidade e técnica, o que fez toda a diferença no nosso aprendizado. A oficina certamente acrescentou muito à minha formação e reforçou a importância de estarmos preparados para lidar com esses momentos delicados na vida dos nossos pacientes. Um dia, espero conseguir transmitir uma notícia ruim com a mesma delicadeza e competência que vi nela, transformando momentos difíceis em instantes de acolhimento e humanidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 17:58:14 UTC</pubDate>
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         <title>Mini-poema final </title>
         <author>vieiraleticia</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3155612672</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos leitos, tão frágeis parecem,</p><p>O tempo passa, aqui eles crescem.</p><p>Crianças que lutam com brilho no olhar,</p><p>Mesmo na dor, conseguem sonhar.</p><p><br/></p><p>A alegria, em seus sorrisos, floresce,</p><p>E a cada batalha, o coração enobrece.</p><p>No hospital, encontram razão pra sorrir,</p><p>Pois até na doença, há força em existir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 18:05:32 UTC</pubDate>
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         <title>UDAP - duas últimas semanas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3166277305</link>
         <description><![CDATA[<p>Encerro minhas semanas de muito aprendizado na UDAP bastante contente com o oferecido pelo internato em Pediatria e com o desenvolvimento do racciocínio clínico que acredito que pude desenvolver durante o rodízio. Entretanto, mesmo frente a patologias complexas e demandantes, fico marcado pela importância de diagnósticos básicos em pediatria (DNPM, imunizações e antropometria) e a contribuição destes para o raciocínio diagnóstico e condutas. </p><p><br/></p><p>Durante minha terceira semana, fiquei responsável por uma criança de 1 ano e 7 meses com múltiplos internamentos por infecções de trato respiratório inferior, além de um episódio de ITU. Tratava-se de uma criança atópica, internada para fins diagnósticos. Nesse sentido, pude estudar mais sobre erros inatos da imunidade quanto a investigação, apresentações clínicas e associações. </p><p><br/></p><p>Tive contato também com uma paciente de 11 anos com Lúpus Eritematoso Sistêmico, nefrite lúpica, previamente acometida por PRES. Esta paciente foi internada com a finalidade de infusão mensal de ciclofosfamida para controle de doença e, mesmo assintomática, apresentou alterações importantes no leucograma (leucocitose associada a desvio até metamielócitos). Foi bastante pertinente a avaliação da acurácia e necessidade de rastreio infeccioso nesta situação.</p><p><br/></p><p>Por fim, realizei admissão de uma criança de 1 ano e 6 dias, do sexo feminino, com múltiplas dismorfias (microcefalia, micrognatia, microftalmia, opacidade corneana bilateral congênito, glaucoma bilateral, palato ogival, braquidactilia), hipotonia axial e apendicular, hérnia umbilical e recente aumento da frequência de crises tônico-clônicas. Considerei muito pertinente a investigação diagnóstica, uma vez que a criança apresentava alterações no exoma, mas também suspeita de infecção congênita por COVID-19, CMV, rubéola e herpes. A condução terapêutica, com auxílio do EEG para ajuste de medicações anti-convulsivantes, além da ponderação sobre efeitos colaterais, também acrescentou bastante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-12 21:57:59 UTC</pubDate>
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         <title>Agradecimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Finalizo meu portifólio bastante grato pela excelente convivência que tive com todos os colegas internos, residentes, precptores, docentes e equipe mutildisciplinar. Tenho certeza que a percepção de um rodízio excelente vem do prazer em conviver. Por isso, serei sempre grato.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-12 22:06:58 UTC</pubDate>
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         <title>Oitava semana parte 1</title>
         <author>vieiraleticia</author>
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         <description><![CDATA[<p>A oitava semana do rodízio foi muito especial e cheia de emoções. Tive a oportunidade de atender uma paciente encantadora de 4 anos com síndrome nefrótica. Além disso, pude presenciar uma crise convulsiva em outro paciente, que cessou espontaneamente (porém nunca tinha visto uma crise em criança antes). Gostei muito de revisar esses temas importantes da emergencia clínica com os professores. Eles também me ensinaram sobre a reposição da albumina e suas indicações. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 04:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Oitava semana parte 2</title>
         <author>vieiraleticia</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3166406978</link>
         <description><![CDATA[<p>No final da 8ª semana, tivemos uma festa de comemoração ao Dia das Crianças, organizada com a ajuda de uma psicóloga infantil. Foi incrível ver como o hospital se mobilizou para trazer um pouco de alegria para os pequenos pacientes. A iniciativa foi divertida trazendo um momento de leveza e sorrisos para as crianças e suas famílias, apesar do ambiente hospitalar. Me chamou atenção que meu paciente com LES + psicose lupica (Thaye) estava extremamente irritado com toda brincadeira.  Importante ressaltar que ele ja apresentava esse quadro de irritabilidade após estabilizar da psicose lúpica (antes do evento), o que nos fez acreditar que esse quadro poderia ser decorrente do excesso de corticoide. Assim, reduzimos a dose e vamos observar se seu humor melhora. Espero que sim! De toda forma, fico feliz que ele ja saiu do quadro mais grave de desorientação. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 04:58:50 UTC</pubDate>
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         <title>UPL - Última semana </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 16:13:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3166974140</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p><p>O rodízio de pediatria no Hospital Roberto Santos foi um marco fundamental na minha formação médica. A experiência de acompanhar casos complexos, como o da paciente com astrocitoma pilocitico, e de presenciar situações críticas, como a parada cardíaca, me proporcionou um aprendizado prático e humanizado que transcende os livros didáticos. A convivência com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada e a oportunidade de interagir com colegas de outras universidades enriqueceram ainda mais essa jornada.</p><p><strong>Astrocitoma Pilocitico e Derivação Ventricular Peritoneal</strong></p><p>O acompanhamento da paciente de 3 anos com astrocitoma pilocitico inoperável e complicações da derivação ventrículo peritoneal foi uma experiência desafiadora e enriquecedora. Desde a emergência até a internação na enfermaria, pude observar a complexidade do manejo de pacientes oncológicos pediátricos. A necessidade de realizar exames complementares, ajustar a medicação e acompanhar os sinais vitais da paciente me fez perceber que as pequenas coisas as vezes sao as mais importantes. Além disso, a interação com a família da paciente me sensibilizou para a importância do apoio emocional nesse momento tão difícil.</p><p><br/></p><p><strong>Aprendizados e Convivência com Outras Universidades</strong></p><p>A oportunidade de conviver com colegas de outras universidades foi enriquecedora, pois permitiu a troca de experiências e conhecimentos sobre diferentes abordagens diagnósticas e terapêuticas. A diversidade de casos clínicos, muitas vezes mais complexos do que aqueles que eu havia visto em outros campos, me desafiou a pensar de forma crítica e a discutir casos diariamente com os colegas. Fazer novas amizades também foi algo inesperado para esse rodizio e que aconteceu </p><p><br/></p><p><strong>Parada Cardíaca em Paciente Pediátrica</strong></p><p>A experiência de presenciar a primeira parada cardíaca em paciente pediátrica foi marcante e me proporcionou uma grande aprendizagem. A condução da reanimação cardiopulmonar na sala vermelha, realizada com maestria pela equipe, demonstrou a importância da atuação rápida e coordenada em situações de emergência. Infelizmente, a paciente não resistiu, e a notícia do falecimento para a família foi um momento muito difícil. Essa experiência me sensibilizou para a fragilidade da vida e para a importância de oferecer um cuidado humanizado aos pacientes e seus familiares.</p><p>Gostaria de agradecer a toda a equipe de residentes e preceptores do Hospital Roberto Santos pelo acolhimento e  aprendizado proporcionados durante esses dois meses. A dedicação e o carinho de cada um foram fundamentais para essa experiencia. Em especial, agradeço ao Prof Vinicius por sempre ser tao solicito e comprometido com nosso aprendizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 19:49:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3166975350</link>
         <description><![CDATA[<p>O rodízio de pediatria no Hospital Roberto Santos foi uma experiência transformadora e que quaaase me pegou pra o lado pediátrico da força. Os desafios enfrentados, as relações estabelecidas e os impasses éticos me permitiram desenvolver habilidades clínicas e pessoais que serão essenciais para minha atuação como médica. Agradeço a oportunidade de ter participado desse processo e levo comigo a certeza de que a experiência vivida no Hospital Roberto Santos será fundamental para minha trajetória e me recordarei pelo resto da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 19:51:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apresentação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/wbsckioyj92k0yfa/wish/3166978559</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou Gabriella Estrela, tenho 26 anos, nasci em Salvador e moro aqui desde sempre. Já tinha muitas expectativas com o rodízio de pediatria por saber da opção de rodar em campos de prática diversos e ter contato maior com doenças mais agudas, fico extremamente grata pela oportunidade de ter um internato tão bem organizado e que nos permita ter contato </p><p>direto com pacientes </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 19:56:50 UTC</pubDate>
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         <title>O melhor dia das crianças que eu podia ter! </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma apresentação na hemodiálise para os pacientes 💘😭 O Roberto Santos é um mundo a parte e eu aprendi com todos os profissionais o que é amar o que faz, admiro todos que tive contato e agradeço diariamente por ter tido tal oportunidade!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 19:59:01 UTC</pubDate>
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