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      <title>Instituição Lauro de Souza Lima by lele</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura e Organização do Asilo-Colônia Aimorés</title>
         <author>leticiacastelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Asilo-Colônia Aimorés foi construído em conjunto com três outras instituições como parte das medidas profiláticas do Estado, baseadas no isolamento compulsório de pessoas com hanseníase. O Asilo-Colônia Aimorés se destacava como uma instituição modelo, pois desenvolveu uma organização que reproduzia todas as partes e relações de uma cidade dentro da instituição confinadora. Havia uma igreja, um cassino, casas e locais de trabalho. A arquitetura do asilo-colônia foi projetada para incluir essas construções e manter uma divisão espacial entre indivíduos saudáveis e doentes, seguindo o modelo norte-americano de Carville.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Divisões Espaciais do Asilo-Colônia Aimorés</title>
         <author>leticiacastelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>A construção do Asilo-Colônia Aimorés seguiu o modelo norte-americano de Carville, dividindo o espaço em três zonas: a Zona Sã, a Zona Intermediária e a Zona Doente. A Zona Sã era frequentada pelas equipes administrativas e técnicas, incluindo portaria, locais de trabalho e residência do corpo administrativo, almoxarifado e garagem. A Zona Intermediária continha o pavilhão de economia geral, o posto de fiscalização de visitas e o parlatório. A Zona Doente abrigava os dormitórios e residências dos doentes, o hospital, cassino, cadeia, igreja e construções esportivas. Esta organização reforçava o isolamento e controle dos pacientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Transformação e Atualidade do Instituto Lauro de Souza Lima</title>
         <author>leticiacastelo</author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3022531309</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente, a instituição não funciona mais com os padrões antigos, sendo um centro de atendimento e tratamento da hanseníase muito conhecido pela produção e acúmulo de conhecimento científico, especialmente nos últimos sessenta anos. O Instituto Lauro de Souza Lima é um centro de destaque na área dermatológica e foi tombado como patrimônio histórico. A ação de preservação da memória da instituição, manutenção de documentos, produções, arquitetura e história é fundamental para as discussões e estudos sobre as instituições totais e seu contexto no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>A Fundação do Asilo-Colônia Aimorés</title>
         <author>leticiacastelo</author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3022531317</link>
         <description><![CDATA[<p>A construção do antigo Asilo-Colônia Aimorés foi resultado do “Convênio de Municipalidade” de 1927, em que as cidades da região Noroeste paulista acordaram em destinar 10% de seu arrecadamento anual para a construção de uma instituição que pudesse abrigar todos os doentes dessa região. Deste acordo, surgiu a “Comissão Pró-Leprosos de Bauru” que, com seu arrecadamento, comprou uma fazenda de grande área e deu início à construção da instituição. Sua construção foi, em 1930, confiada à “Liga de São Lázaro de Bauru”, composta por sessenta e quatro municípios. A finalização da obra aconteceu em 1933, com o encampamento promovido pelo Estado de São Paulo e sua inauguração em 13 de abril de 1935.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Biopolítica e Gestão da Vida no Asilo-Colônia Aimorés</title>
         <author>leticiacastelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Instituto Lauro de Souza Lima, sendo uma instituição dedicada ao tratamento de hanseníase, pode ser visto como um exemplo prático de biopolítica. De acordo com Michel Foucault, a biopolítica refere-se à administração da vida através de políticas de saúde e regulação dos corpos para otimizar a saúde e a produtividade das populações. O instituto, ao tratar de uma doença específica e ao tentar melhorar a saúde pública, se encaixa nessa definição de biopolítica, onde o foco está na promoção da saúde e na administração da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Necropolítica e a História da Hanseníase</title>
         <author>leticiacastelo</author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3022531339</link>
         <description><![CDATA[<p>Achille Mbembe expande a noção de biopolítica para incluir a necropolítica, que é a política da morte e gestão do sofrimento. Ele argumenta que a necropolítica é visível nas práticas de guerra, campos de refugiados e zonas de conflito. Embora o Instituto Lauro de Souza Lima não se enquadre diretamente nesses exemplos, a história da hanseníase, com a segregação e estigmatização dos doentes, pode ser analisada sob a perspectiva de necropolítica. A forma como os pacientes de hanseníase foram historicamente tratados - isolados e marginalizados - reflete uma gestão da vida e da morte que se alinha com os conceitos de Mbembe sobre necropolítica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Instituições Totais e o Asilo-Colônia Aimorés</title>
         <author>leticiacastelo</author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3022531341</link>
         <description><![CDATA[<p>Erving Goffman define instituições totais como lugares onde um grande número de indivíduos, cortados da sociedade mais ampla por um período considerável de tempo, leva uma vida fechada e formalmente administrada. O Instituto Lauro de Souza Lima, especializado no tratamento da hanseníase, historicamente funcionou como um leprosário onde pacientes eram segregados da sociedade. Essa prática de isolamento forçado, onde os indivíduos viviam de maneira separada e sob controle institucional, reflete os princípios das instituições totais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Controle Social e Produção de Subjetividade no Asilo-Colônia Aimorés</title>
         <author>leticiacastelo</author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3022531342</link>
         <description><![CDATA[<p>As instituições totais não apenas controlam o comportamento dos indivíduos, mas também moldam suas identidades e subjetividades. No Instituto Lauro de Souza Lima, os pacientes de hanseníase viviam sob vigilância constante e regras rígidas, moldando suas percepções de si mesmos e suas relações com o mundo exterior. A vigilância constante e a imposição de uma rotina uniforme eram técnicas de controle usadas para monitorar e tratar os pacientes, refletindo a estrutura disciplinar dessas instituições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>História mundial</title>
         <author>fernandabaroni</author>
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         <description><![CDATA[<p>Há diversos registros da doença durante a história mundial, porém não se sabe ao certo de onde surgiu. Hieróglifos egípcios e a própria bíblia tem referência a "lepra", porém é imaginado que tenha surgido na região do Oriente e se espalhado do Oriente Médio à Europa. A lepra foi uma doença prevalente em toda a Europa durante o período medieval, onde os portadores da doença eram excluídos socialmente, vistos como impuros, e sendo algumas vezes levados às leprosarias, destinadas ao isolamento dos "leprosos", ou outras vezes sendo queimados em fogueiras. Os que ficavam em meio à sociedade eram obrigados a se identificarem com sinos e eram proibidos de frequentarem igrejas e outros locais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 20:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>História no Brasil</title>
         <author>fernandabaroni</author>
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         <description><![CDATA[<p>A doença chegou na América Latina com<strong> </strong>a colonização, e no Brasil, até meados do século XX, todos os portadores da doença tinham seu isolamento forçado e todos seus pertences queimados como política pública que procurava o afastamento ao invés de tratamento efetivo. Mesmo após o isolamento não ser obrigatório, em 1962, os doentes ainda eram excluídos, já que seu retorno ao convívio social era muito dificultado pela pobreza, isolamento familiar e social e preconceitos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 20:54:05 UTC</pubDate>
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         <title>A lepra e a religião</title>
         <author>fernandabaroni</author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3026195064</link>
         <description><![CDATA[<p>A "lepra" é uma doença muito conhecida e citada em textos bíblicos e igrejas, com narrativas associando a doença com maldição, impurezas, castigo, desonra e pecado. Os doentes eram proibidos de frequentar igrejas e tinham que usar roupas especiais, luvas e sinos que anunciassem sua presença. Associavam as marcas na pele aos desvios da alma, e não eram os médicos que diagnosticavam a doença, e sim os sacerdotes. Até Rei foi isolado e retratado como pecador no Velho Testamento, e há episódio também onde Cristo "limpa" um leproso no Novo Testamento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 21:08:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A mudança de Lepra para Hanseníase:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3026243989</link>
         <description><![CDATA[<p>A nomenclatura da doença “lepra” é um termo antigo que remete ao termo grego λέπρᾱ (léprā), derivado de λεπῐ́ς (lepís; "escama"). O termo carregou durante a história um forte estigma social e histórico. Ao longo dos séculos, os indivíduos diagnosticados com lepra foram frequentemente marginalizados e tratados com medo e preconceito. Sendo assim a lepra passou a ser chamada de hanseníase para reduzir o estigma social associado ao termo antigo, que carregava conotações negativas na histórica. O novo nome homenageia Gerhard Armauer Hansen, o médico que descobriu o bacilo causador da doença em 1873, e reflete uma terminologia mais precisa e moderna. Além disso, a mudança alinha-se com diretrizes internacionais de saúde, promovendo uma comunicação mais clara e um tratamento mais eficaz da doença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 23:10:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é a Hanseníase e como é transmitida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3026250848</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é</strong></p><p>A hanseníase, é uma doença infecciosa crônica causada pelo <em>Mycobacterium leprae</em>, um bacilo que afeta principalmente a pele, os nervos periféricos, as vias respiratórias superiores e os olhos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Transmissão</strong></p><p>A hanseníase é transmitida principalmente através do contato prolongado com uma pessoa infectada e não tratada. Acredita-se que o<em> Mycobacterium leprae</em> se espalhe por gotículas nasais e orais, expelidas por uma pessoa infectada ao espirrar ou tossir. No entanto, diferente do que se acredita popularmente, a transmissão da hanseníase é relativamente baixa em comparação com outras doenças infecciosas, e a maioria das pessoas expostas ao bacilo não desenvolve a doença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 23:23:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os sintomas e tratamentos para Hanseníase </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3026259486</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas</strong></p><p>Os sintomas da hanseníase podem levar anos para aparecer após a infecção inicial e incluem:</p><ul><li><p>Lesões na pele com diminuição ou perda de sensibilidade</p></li><li><p>Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele</p></li><li><p>Nódulos ou placas na pele</p></li><li><p>Perda de sensibilidade nas mãos, pés ou outras áreas do corpo</p></li><li><p>Fraqueza muscular</p></li><li><p>Lesões nos nervos periféricos, que podem levar a deformidades e incapacidades físicas se não tratadas.</p></li></ul><p><strong>Tratamento</strong></p><p>Desde 1995, o tratamento para a hanseníase é oferecido gratuitamente a pacientes em todo o mundo, incluindo o Brasil. Esse tratamento, conhecido como poliquimioterapia (PQT), utiliza uma combinação de antibióticos que é altamente eficaz na cura da doença. A detecção e o tratamento precoce são essenciais para prevenir complicações, incapacidades e a transmissão da doença a outras pessoas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 23:33:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O contexto atual da Hanseníase no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3026270625</link>
         <description><![CDATA[<p>O Brasil ocupa a 2ª posição mundial em número de novos casos de hanseníase. Devido à sua alta carga, a doença permanece como um importante problema de saúde pública no país, sendo de notificação compulsória e investigação obrigatória. Desde a década de 1980, o Brasil implementa iniciativas institucionais que alteram a estratégia de cuidado para pessoas acometidas pela hanseníase, incluindo o fechamento dos hospitais colônia que previam a internação compulsória dos doentes. Em 1995, como parte de uma iniciativa inovadora para ressignificação social da doença, o Brasil promulgou a Lei nº 9.010, que proíbe o uso do termo "lepra" e seus derivados nos documentos oficiais da administração centralizada e descentralizada da União e dos estados. Esses avanços foram cruciais para ampliar a compreensão da história da hanseníase, enfocando a trajetória das pessoas e famílias afetadas pela doença, em vez de apenas o bacilo.</p><p>No estado de São Paulo, desde o ano 2000, foi alcançado o objetivo da Organização Mundial da Saúde de reduzir a prevalência para menos de 1 caso por 10.000 habitantes. Desde então, a detecção de novos casos vem diminuindo, refletindo um trabalho coordenado entre vigilância, educação em saúde e assistência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 23:48:48 UTC</pubDate>
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         <title>Atuação da Biopolítica no Contexto do Asilo-Colônia Aimorés</title>
         <author>vitorramelo</author>
         <link>https://padlet.com/leticiacastelo/wb0xlq2chohvnyso/wish/3028950826</link>
         <description><![CDATA[<p>Foucault entende que, a partir do século XVII, os mecanismo de poder dos soberanos que antes "deixavam viver ou faziam morrer" passam por transformações de acordo com as novas configurações sociais. A partir deste ponto, tais mecanismos passam a agir ativamente na preservação e propagação de certas vidas, ao mesmo tempo que negligenciam e marginalizam outras. </p><p><br></p><p>No contexto do surto de hanseníase que se alastrava pelo Brasil ao longo no século XX, uma série de medidas governamentais foram tomadas para manter o funcionamento do sistema social. Com o intuito de "higienizar" os centros urbanos e afastar ameaças à saúde pública, os indivíduos acometidos pela doença foram afastados do convívio comum e enviados para leprosários como o Asilo-Colônia Aimorés.</p>]]></description>
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