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      <title>Ensino Remoto... by Rossival Morais</title>
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      <description>Vamos interagir??</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-21 01:53:03 UTC</pubDate>
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         <title>Leia o texto e  poste uma  síntese do que você pensa sobre o assunto...</title>
         <author>itamoraisrs</author>
         <link>https://padlet.com/itamoraisrs/waxqwr15myjeycfx/wish/1222293429</link>
         <description><![CDATA[<div>A migração do ensino para o ambiente virtual em razão da pandemia de <a href="http://porvir.org/coronavirus"><strong>COVID-19</strong></a> abriu um verdadeiro mundo de novas possibilidades para professores, orientadores e estudantes. Depois de meses nesse modelo, já ficou claro que aulas exclusivamente expositivas não são o suficiente para motivar e engajar os estudantes. Para promover encontros que possibilitem diálogos e troca entre pares, entretanto, é necessário que professores compreendam que a interação tem várias formas de acontecer, seja dentro ou fora do horário de aula. Não se trata de mais uma metodologia para sobrecarregar ainda mais os docentes, já tão atarefados com novos aprendizados e demandas durante a quarentena, e sim promover o aprendizado conjunto, manutenção e criação de vínculos e laços entre crianças e jovens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-21 01:53:29 UTC</pubDate>
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         <title>A título de curiosidade esse vídeo nos mostra que as tecnologias estão voltadas nas esferas do ciberespaço, embora a cultura contemporânea trata das tecnologias digitais com possibilidades de publicação, compartilhamentos de conteúdos por meio de uma rede mundial de computadores e conexões de internet. Conceber essas interfaces digitais como práticas formativas agregando aspectos comunicacionais e pedagógicos ao processo de ensino, pesquisa e aprendizagem torna o querer saber um momento de co-criação entre professor e aluno muito mais interessante. Na descrição do filme, então em outubro de 1900, é descoberto um aparato tecnológico mecânico que data de 2000 (dois) mil anos sendo o primeiro computador do mundo e, de acordo com o livro de Santos (2019) a partir de 1990, surge a Web, como um sistema de interação e conectividade online via “rede” processado por um computador desktop. Segundo Santos (2019, p.31) que diz: “toda produção cultural e fenômenos sociotécnicos que emergiram da relação entre seres humanos e objetos técnicos digitalizados em conexão com a internet, rede mundial de computadores caracterizam e dão forma à cultura contemporânea como cibercultura”. Como em toda cultura também tem seu espaço, dentro da Web, discutimos o ciberespaço onde os seres humanos habitam comunidades em redes sociais virtuais por meio das tecnologias digitais. Tudo isso conectados à desktop, tablets, celulares todos conectados à internet. Como toda trajetória de uma cultura o ciberespaço também tem as suas fases: na primeira, a Web 1.0 que não nos permitiam muita exploração, interação e intervenção autoral e comunicacional da emissão e recepção das mensagens dentro das interfaces online. Eram apenas repositórios de conteúdos onde o internauta copiava, assistia e navegava. Na segunda, a Web 2.0 chega como resultado da interseção de mudanças tecnológicas, econômicas, bem como sociais, mobilizando uma maior participação dos internautas nos ciberespaços por meio das redes sociais, blogs. Ela trouxe uma produção colaborativa com a liberdade de expressão das autorias e interlocução. A primeira separava os momentos de criação dos momentos de publicação dos conteúdos tudo isso dentro de uma linguagem de programação HTML, acreditando que “professor e aluno deveriam ser programadores de computadores” de acordo com Santos (2019, p.33). Na segunda autoria da Web 2.0, remonta à construção de uma mobilidade ubíqua favorecendo a educação e inclusão do professor e aluno no ciberespaço de forma a potencializar as práticas pedagógicas fundamentadas pela autonomia, diversidade e dialógica. Ainda de acordo com Santos (2019, p.51) antes da mobilidade ubíqua: “professores e professoras e demais profissionais da educação necessitam dialogar cada vez mais com artefatos culturais, objetos técnicos e outros praticantes culturais em contextos multirreferenciais de trabalho e aprendizagem, utilizando de múltiplas linguagens e dispositivos móveis. Dispositivos móveis são mídias e tecnologias de convergência, ou seja, temos em nossas mãos máquinas fotográficas, filmadoras, gravadores e editores de áudios, textos e imagens. Se analisarmos o crescimento do acesso às tecnologias móveis com conexão, a exemplo dos celulares, veremos que nenhuma outra tecnologia foi tão acessada por camadas diferentes da população em tão pouco tempo. Atualmente, as diversas aplicações com geolocalizadores e redes sociais permitem cada vez mais a interação entre as diversas redes educativas nas cidades e no ciberespaço”.</title>
         <author>itamoraisrs</author>
         <link>https://padlet.com/itamoraisrs/waxqwr15myjeycfx/wish/1653581082</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 04:35:38 UTC</pubDate>
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