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      <title>Padlet INSTAAnatoFis - Posts da Ed.Fisica UFSJ  by Erika Costa de Alvarenga</title>
      <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis</link>
      <description>Esta página é destinada à publicação de posts criados pelos alunos da disciplina Anatomofisiologia Humana III da UFSJ. Vote nos posts e deixe seu comentário.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-18 17:27:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-06 14:54:40 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 02:42:20 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
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         <pubDate>2021-06-14 02:58:45 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1604137179</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 03:10:16 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1605706069</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Você sabia que o processo pelo qual o osso é formado é chamado de ossificação ou osteogênese?</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 17:47:50 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1605714156</link>
         <description><![CDATA[<div>O tecido ósseo apresenta três tipos de células, sendo elas os osteócitos, os osteoblastos e os osteoclastos.&nbsp;</div><div>Osteócitos: Encontrados no interior da matriz óssea nas lacunas de onde partem canalículos, sendo que se encontra um por lacuna. São células achatadas com pouco retículo endoplasmático granuloso, complexo de Golgi pouco desenvolvido e núcleo com cromatina condensada. Possuem grande importância na manutenção da matriz óssea. &nbsp;</div><div>Osteoblastos: Sintetizam a parte orgânica da matriz óssea, osteonectina (deposição de cálcio) e&nbsp; osteocalcina (estimulação dos osteoblastos). Devido a concentração de fosfato de cálcio eles participam da mineralização da matriz. Em atividade intensa possuem forma de cubo com citoplasma muito basófilo. Em estado pouco ativo se achatam e diminui a basofilia do citoplasma. &nbsp;</div><div>Osteoclastos: Células móveis, muito grandes, multinucleadas e com diversas ramificações (apresentam grande variabilidade em relação à espessura e forma). São frutos do encontro dos precursores mononucleados da medula óssea junto com o tecido ósseo. Apresentam a função de remodelação e renovação do tecido. &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 17:51:27 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1605717690</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 17:53:05 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1605776487</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>- Ossificação intramembranosa : é a mais simples, onde o osso é formado dentro do mesênquima. Os ossos faciais, a mandíbula e a parte medial da clavícula são formados dessa forma. Os fontículos (moleiras) do recém-nascido vão se consolidando através da ossificação intramembranosa.<br></strong><br></div><div><strong><br>- Ossificação endocondral: é a substituição da cartilagem por osso, a maioria dos ossos do corpo humano são formados por esse processo. A ossificação endocondral ocorre na placa epifisária.<br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 18:22:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1605837523</link>
         <description><![CDATA[<div>O revestimento ósseo é dividido de acordo com a sua superfície, a camada externa trata-se do periósteo e a camada interna refere-se ao endósteo, ambos são formados por células osteogênicas e tecido conjuntivo que apresentam a função de nutrição e produção de osteoblastos.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Vamos aprender as diferenças entre os tipos de revestimento&nbsp;</div><div>O periósteo apresenta duas camadas a fibrosa (externa) composta por fibras de colágeno que proporcionam proteção ao osso e a outra camada é osteogênica (interna) composta por células ósseas como as osteoprogenitoras responsáveis por diferenciar os osteoblastos. Em geral o periósteo é uma membrana que envolve a superfície do osso com exceção das faces articulares. &nbsp;</div><div>O endeósteo&nbsp; apresenta a função de revestir a cavidade do osso, do canal medular e canais do osso(havers e volkmann) que realizam a vascularização óssea.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 18:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 6</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1606513052</link>
         <description><![CDATA[<div>O estresse provocado pela gravidade terrena faz com que os osteoblastos sintetizem e secretem mais conteúdo na matriz óssea,&nbsp; tornando assim, os ossos mais densos. Notou-se que no início da exploração espacial, os astronautas retornaram à terra apresentando perdas ósseas de até 20% por causa da microgravidade do espaço.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 02:31:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 7 - Osteologia, artrologia e miologia do Membro inferior</title>
         <author>mariacecilialcbd</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1607532830</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos posts a seguir faremos um apanhado&nbsp;dos principais pontos da osteologia, artrologia e miologia do membro inferior.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:28:13 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7</title>
         <author>mariacecilialcbd</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1607545553</link>
         <description><![CDATA[<div>A osteologia é o estudo que compreende todo o sistema esquelético, que tem como função geral sustentar e ajudar no movimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:33:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 7</title>
         <author>mariacecilialcbd</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1607552494</link>
         <description><![CDATA[<div>A artrologia do quadril tem a&nbsp; função de ligar os ossos da estrutura pélvica a outros ossos e cartilagens, além de permitir a mobilidade e estabilidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:35:40 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7</title>
         <author>mariacecilialcbd</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1607558366</link>
         <description><![CDATA[<div>A artrose do joelho é uma doença inflamatória e degenerativa das articulações, que se dá pelo desgaste das cartilagens que revestem as extremidades dos ossos, e acomete principalmente os idosos e ex atletas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:37:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 7</title>
         <author>mariacecilialcbd</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1607566452</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma lesão bem comum dessa articulação e a entorse, caracterizada pelo alongamento dos ligamentos, podendo rompê-los ou não. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7</title>
         <author>mariacecilialcbd</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1607569630</link>
         <description><![CDATA[<div>A miologia do quadril é formada pelo músculo estriado esquelético, ou seja, possui células cilíndricas longas e multinucleadas periféricas com estriações transversais de contração rápida, descontínua e de controle voluntário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:41:55 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7</title>
         <author>mariacecilialcbd</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1607572367</link>
         <description><![CDATA[<div>A lesão muscular na panturrilha é muito comum de ocorrer em esportes que envolvam corridas em alta velocidade. A lesão ocorre quando o músculo é “esticado” acima da sua normalidade e as suas fibras musculares acabam se rompendo na região miotendínea.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:42:56 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7</title>
         <author>mariacecilialcbd</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1607576772</link>
         <description><![CDATA[<div>Os músculos da coxa, assim como todos os músculos, fazem contrações. E por ser um músculo esquelético pode realizar contrações do tipo concêntrica, quando as fibras musculares se contraem, excêntrica, quando as fibras musculares se alongam, e isométrica, quando se mantém imóvel. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:44:41 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 16:05:24 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608033696</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 16:48:15 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 9  - Osteologia, artrologia e miologia do tronco e cabeça </title>
         <author>keniamartimiano</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608139635</link>
         <description><![CDATA[<div>Diástase do músculo reto abdominal (DMRA) é a separação ou afastamento dos feixes do músculo reto do abdômen ao longo da Linha Alba (LA), que gera implicações na função da musculatura ântero-lateral do abdómen. Alguns autores consideram separação acima de 3 cm significativo, outros, distância acima de 2 cm. É uma condição comum durante a gestação, devido à efeitos hormonais e mudanças biomecânicas, ocorre de maneira fisiológica para que haja espaço durante o crescimento do útero.&nbsp;<br><br></div><div>No que diz respeito a osteologia dessa condição, na parte posterior se encontra a coluna vertebral, tendo as vértebras lombares (L1, L2, L3, L4, L5) e as sacro-coccígeas, classificadas como ossos irregulares, possuem corpo, canal vertebral e processo vertebral. Discos intervertebrais, articulações uncovertebrais (facetas) zigoapofisárias, costovertebrais, sacroílica compõem as vertebras e permitem movimentos de flexão e extensão, flexão lateral (inclinações direita e esquerda), rotação a direita, rotação a esquerda; a amplitude do movimento irá mudar de acordo com a localização da vértebra. Além disso, também fazem parte os ligamentos longitudinal (anterior, posterior), ligamento flavum, interespinhoso, supraespinhoso, alar, ligamento cruciforme do atlas, costotransversário, ligamentos da cabeça das costelas (intra-articular, radiado). Importante ressaltar que, durante o segundo estágio de parto normal, uma combinação de ossos dentre eles o sacro, se movem para trás e aumentam o diâmetro da pelve. A pelve é constituída por ílio, ísquio, púbis e as vértebras sacro-coccígeas. O ílio é dividido em duas partes pela linha arqueada em asa e corpo, é superior e constituí a maior parte do quadril. O ísquio é dividido em corpo e ramo, e forma a parte posterior e inferior do quadril. Já o púbis é dividido em dois ramos (inferior, superior) e corpo, é menor e a mais anterior a porção do quadril. Articulações lombossacrais, sacrococcígea, sacroilíaca e sínfise púbica compõem a pelve. A articulação sacroilíaca permite movimentos de nutação e contranutação (movimento de deslizamento). Além disso, ocorrem movimentos pélvicos de anteroversão de pelve (gira pra frente) associada a uma flexão do quadril; retroversão da pelve associado ao movimento de extensão do quadril e flexão da coluna lombar; inclinação pélvica direita, inclinação pélvica esquerda. Quanto aos ligamentos, <strong>ligamentos sacrotuberoso</strong> e <strong>sacroespinhoso</strong>, que envolvem as incisuras isquiáticas maior e menor, formando os forames isquiáticos maior e menor.<br><br><br>OBS: Abrir a imagem em uma nova janela, melhora a qualidade e ajuda na leitura! :)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 17:35:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 9  - Osteologia, artrologia e miologia do tronco e cabeça </title>
         <author>keniamartimiano</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608151420</link>
         <description><![CDATA[<div>Os músculos envolvidos na DMRA são:&nbsp;<br><br></div><div>· oblíquo interno: tem inserção proximal no ligamento inguinal, crista ilíaca e fáscia toracolombar as fibras se espalham para as inserções distais; inserção distal no osso púbico, uma aponeurose que se liga à linha alba e as últimas costelas III e IV; tem ação bilateralmente: flexão do tronco para frente, e unilateralmente: inclinação lateral e rotação do tronco com o ombro oposto.&nbsp;</div><div>· Transverso do abdômen: tem inserção proximal nas costelas inferiores, fáscia toracolombar, crista ilíaca e ligamento inguinal; inserção distal por meio da aponeurose, é parcialmente fundida com os outros músculos abdominais na linha alba; tem como ação de compressão abdominal.&nbsp;</div><div>· Reto do abdômen: tem inserção proximal no processo xifoide do esterno e cartilagens costais adjacentes; inserção distal nos ossos púbicos, perto da sínfise púbica; tem como ação de flexão de tronco.&nbsp;</div><div>· Oblíquo externo: tem inserção proximal nas costelas anterolaterais com fibras alinhadas em uma direção inferoanterior; tem inserção distal por meio de aponeurose que liga o músculo a linha alba, as fibras interiores se inserem na crista ilíaca; tem ação bilateralmente: flexão de tronco sem rotação, e unilateralmente: rotação de tronco para o lado oposto e inclinação lateral para o mesmo lado.&nbsp;<br><br></div><div>Mulheres que não praticam atividade física tendem a ter uma maior dificuldade nos trabalhos de retorno da diástase do músculo reto abdominal e possíveis alterações posturais, quando comparadas com as que praticam algum tipo de atividade física e executam exercícios de forma sistematizada e orientada, conseguindo não só diminuir a DMRA como também fazer a prevenção para que ela não se desenvolva no período de gestacional. No tratamento da diástase é importante iniciar com a reeducação da função respiratória, estimulando a respiração diafragmática predominantemente com base em propriocepção e comando verbal (ANDRADE; BARACHO; MONTEIRO, 2002). Exercícios de fortalecimento após o período puerperal, em combinação com atividades aeróbicas e exercícios resistidos (URBANO et al.,2019). Exercícios corretivos para DMRA sem realizar exercícios abdominais até que o afastamento seja menor que 2 cm (HUGE; KISNER, 2016).&nbsp;<br><br><br>OBS: Abrir a imagem em uma nova janela, melhora a qualidade e ajuda na leitura! :)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 17:41:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608277299</link>
         <description><![CDATA[<div>🤓 <strong>RESPIRAÇÃO CELULAR AERÓBICA<br><br></strong>A Respiração Celular (aeróbica) é um processo que tem como foco a obtenção de energia dos organismos. Em seres eucariontes ela ocorre através das mitocôndrias (organela altamente compartimentalizada, que possui função primária de abrigar os materiais enzimáticos para a fosforilação oxidativa) e consiste na produção de ATP-ADENOSINA TRIFOSFATO (energia) através do oxigênio e produtos de moléculas energéticas, como os carboidratos.&nbsp;<br><br></div><div>❓🤔 Mas como esse processo acontece?<br><br></div><div>É sobre isso que vamos falar abaixo.&nbsp;<br><br></div><div>📚 O processo de respiração celular é constituído por 3 etapas: GLICÓLISE, CICLO DE KREBS (OU CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO), E CADEIA RESPIRATÓRIA.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 18:45:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608281505</link>
         <description><![CDATA[<div>💡 <strong>GLICÓLISE:</strong> <br><br>Glicólise vem do grego e tem como significado quebra de molécula de açúcar (glico= açúcar, lise= quebra). Essa quebra é realizada no líquido citoplasmático (citosol ou hialoplasma) da célula. ⚠️OBS: Antes de compreender os processos da glicólise, existe um componente importante que você deve conhecer: o NAD (Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo) essa é uma coenzima derivada da Vitamina B3 que funciona como um aceptor de elétrons (ou hidrogênios), para usá-los na fabricação do ATP. Voltando para a GLICÓLISE, ela possui 6 carbonos, é quebrada em duas moléculas de purivato ou ácido pirúvico (com 3 carbonos) liberando assim, energia para produzir duas moléculas de ATP e um NADH2. Assim, o Ácido Pirúvico vai para a mitocôndria, perdendo um carbono (liberado na forma de CO<sub>2</sub>) e se transforma em acetil. Após isso, o acetil se junta com a coenzima A, entrando assim na 2ª fase da Respiração Celular.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 18:48:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608285632</link>
         <description><![CDATA[<div>💡 <strong>CICLO DE KREBS:<br><br></strong>O Ciclo de Krebs (conhecido também como ciclo do ácido cítrico) converte acetil CoA em Co<sub>2 </sub>e ocorre na matriz mitocondrial. Antes de tudo, a acetil - coenzima A (com 2 carbonos) se junta com uma molécula de 4 C, formando o Citrato (uma molécula de 6C). Depois, são retirados dois carbonos dessa molécula e, junto deles, energia é liberada, sendo usada para a formação de duas moléculas de ATP e outras duas moléculas energéticas: NADH<sub>2</sub> e FADH<sub>2</sub>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 18:50:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608289392</link>
         <description><![CDATA[<div>💡 <strong>CADEIA RESPIRATÓRIA (TRANSPORTADORA DE ELÉTRONS):<br><br></strong>A cadeia respiratória (fosforilação oxidativa), que é a última etapa da Respiração Celular, acontece nas cristas mitocondriais (conhecidas como dobras da membrana interna da mitocôndria). Seu objetivo é fazer a transferência de toda energia armazenada nas moléculas de NADH<sub>2</sub> e FADH<sub>2</sub> produzidos durante a glicólise e o Ciclo de Krebs para a formação de ATP e H<sub>2</sub>0. Em resumo, os elétrons passam pela cadeia respiratória que é uma cadeia de proteínas, e em cada proteína esses elétrons perdem um pouco de energia até alcançar o O<sub>2</sub> e se ligarem formando uma molécula de água.<br><br></div><div>💡 <strong>SALDO FINAL DA RESPIRAÇÃO CELULAR.</strong> Ao final da Respiração Celular, para cada molécula de glicose quebrada serão produzidos até 30 moléculas de ATP. FÓRMULA QUE REPRESENTA O PROCESSO: C<sub>6</sub>H<sub>12</sub>O<sub>6</sub>+ 6O<sub>2</sub>&gt;6CO<sub>2</sub>+ 6H<sub>2</sub>O+30ATP+CALOR.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 18:52:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608293575</link>
         <description><![CDATA[<div>👩🏾‍⚕️ <strong>Perspectiva Clínica:</strong>&nbsp;<br><br></div><div>Ademais, falaremos um pouco sobre a herança mitocondrial materna. Sendo assim, tem-se que o DNA mitocondrial (DNAmt) é transmitido para o filho pela mãe. Sendo assim, é imprescindível falar que a herança do DNAmt materna é considerada como um evento de vantagem evolutiva, devido ao dano potencial ao DNAmt de EROs (espécies reativas ao O<sub>2</sub>) envolvidas na fertilização. Ainda, observa-se que tanto homens quanto mulheres podem ser acometidos por patologias mitocondriais, no entanto os homens são incapazes de transmitir essa desordem para seus descendentes. À vista de tal preceito, os espermatozoides móveis que chegam até a tuba uterina para a fertilização eliminam o DNAmt antes da fecundação (tornando a mitocôndria vacuolar). Entretanto, o DNAmt residual do espermatozoide que fecunda pode se distribuir de forma desigual no zigoto durante o desenvolvimento embrionário inicial. Como conseguinte, o DNAmt paterno e seus efeitos não devem ser ignorados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 18:54:57 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608300650</link>
         <description><![CDATA[<div>🧐 <strong>Referencias:<br></strong><br></div><div>JUNQUEIRA, L. C. U; CARNEIRO, José. <strong>Biologia Celular e Molecular</strong>. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 3-364.<br><br></div><div>KIERSZENBAUM, Abraham L.; TRES, Laura L.. <strong>HISTOLOGIA E BIOLOGIA CELULAR</strong>: Uma Introdução à Patologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. p. 12-716.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 18:58:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608306585</link>
         <description><![CDATA[<div>Integrantes do grupo 👩‍🎓👨‍🎓👩‍🎓👨‍🎓</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:02:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608321312</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mitocôndria:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:11:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608338374</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Respiração Celular Anaeróbica:</strong>&nbsp;<br><br>💡É uma serie de reações de quebra de açúcar para obter energia sem a utilização de oxigênio.❓🤔 Mas trata-se de que?😁Trata-se da obtenção de energia a partir de reações químicas sem o envolvimento do oxigênio, como ocorre na fermentação e na glicólise.<br><br>❓🤔 Onde isso acontece?<br><br>Acontece sempre no citoplasma das células e não é uma forma muito eficaz de gerar ATP. Isso porque, no final do processo, a energia gerada é bem pouca — mais especificamente, um mol de glicose vai gerar somente dois mols de ATP.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:21:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608341730</link>
         <description><![CDATA[<div><br>💡A fermentação é um dos mecanismos que permite a degradação parcial de moléculas&nbsp;<br>orgânicas complexas em moléculas mais simples, liberando certa quantidade de&nbsp;<br>energia.&nbsp;<br><br>❓🤔&nbsp; Mas é só um tipo que existe?<br><br>🤓Não, possui a fermentação láctica, fermentação alcoólica e fermentação acética.&nbsp;<br><br>💡 A fermentação<br>alcoólica é quando a partir do ácido pirúvico produz etanol e o gás carbônico, fermentação láctica é realizada exclusivamente por bactérias, especificamente por&nbsp;<br>lactobacilos e já a&nbsp; fermentação acética é a transformação do álcool em ácido acético por determinadas bactérias, conferindo o gosto característico de vinagre.&nbsp;<br><br>❓🤓 E ocorre quando?<br><br>😎Ocorre quando a glicólise tem como principal mediador a glicose ou a galactose, obtidas a partir da quebra de uma molécula de lactose.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:23:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608345939</link>
         <description><![CDATA[<div>🤔 <strong>Onde ocorre a Respiração celular anaeróbica?</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:26:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608349215</link>
         <description><![CDATA[<div><br>💡A principal forma de respiração anaeróbia, para produção de ATP, acontece por&nbsp;fermentação. Sendo essa a opção em nossas células musculares, submetidas a um ritmo frenético do metabolismo (contração e relaxamento), em que o fornecimento de&nbsp;<br>oxigênio não supre o esforço requerido, podendo, assim, causar fadiga muscular.<br><br>📝 O processo é semelhante a glicólise da respiração celular, diferenciado apenas pelo&nbsp;<br>agente aceptor, neste caso, o ácido pirúvico transformado em ácido lático ou álcool&nbsp;<br>etílico, no instante em que assimila elétrons e prótons H+ da molécula enzimática&nbsp;<br>intermediária NADH.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:28:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608352887</link>
         <description><![CDATA[<div>🤓<strong> A glicólise anaeróbia:<br><br>É </strong>o processo pelo qual uma sequência de enzimas do citosol promove transformações graduais em uma molécula de glicose, sem consumo de&nbsp;<br>oxigênio, produzindo duas moléculas de piruvato e liberando energia que é&nbsp;<br>armazenada em duas moléculas de ATP.<br><br>📃📚Essa degradação da glicose não necessita de&nbsp;<br>oxigênio, razão pela qual é chamada de glicólise anaeróbia ou fermentação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:30:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608357981</link>
         <description><![CDATA[<div>Obrigado! 🙏</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:34:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- Respiração Celular</title>
         <author>marcossilva896</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608363413</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vídeo com a apresentação dos slides referentes à respiração celular aeróbica:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:37:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 6</title>
         <author>grupo006</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608436152</link>
         <description><![CDATA[<div>O tecido ósseo compacto se localiza na região mais rígida e externa, sendo sua formação através de uma união bem próxima entre suas lamelas, impedindo que haja espaço livre entre as mesmas e tornando-a mais densa e sólida, garantindo a proteção.<br>O tecido ósseo esponjoso, localizado de forma mais interna, caracteriza-se por haver uma menor rigidez para proporcionar certa flexibilidade. Sua formação se dá através de trabéculas ósseas dispostas de maneira irregular que permitem que o osso não seja completamente rígido.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:27:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anatomia e histologia do tecido muscular - Grupo 1: Daniel Victor, Hudson, Nícolas e Rhânia</title>
         <author>raniasilva05</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608498337</link>
         <description><![CDATA[<div>Os tecidos musculares são responsáveis pela contração muscular auxiliando na locomoção, movimentação dos membros e nos batimentos cardíacos; e movimentando substâncias pelo organismo.<br><strong>Divisão do tecido muscular:</strong><br>&nbsp; &nbsp;-Tecido muscular estriado esquelético;<br>&nbsp; &nbsp;-Tecido muscular estriado cardíaco;<br>&nbsp; &nbsp;-Tecido muscular liso.<br><strong>&nbsp;Semelhanças:</strong><br>&nbsp; • composto por células longas denominadas miócitos de origem mesodérmica e que contém em seu citoplasma grande quantidade de proteínas contráteis: actina e miosina, principalmente.<br>&nbsp; • Componentes da célula recebem nomes especiais nesse tecido: <br>&nbsp; -membrana celular: sarcolema;<br>&nbsp; -citoplasma: sarcoplasma;<br>&nbsp; -retículo endoplasmático liso: retículo sarcoplasmático;<br>&nbsp; -célula: fibras musculares ou miócitos.<br><strong>&nbsp;Diferenças gerais:</strong><br>&nbsp; • Tecido muscular estriado esquelético: Suas células são grandes em comparação com os outros tecidos musculares, seu formato é cilíndrico e são multinucleadas. Elas possuem contração voluntária, mas não possuem junções comunicantes. A estimulação contrátil vem de neurônios somáticos motores que apresentam axônios se estendendo do encéfalo ou medula espinal até um grupo de fibras musculares esqueléticas<br>&nbsp; &nbsp;• Tecido muscular estriado cardíaco: Suas células são pequenas e com suas extremidades arredondadas e ramificadas. Não possuem contração voluntária, mas possuem junções comunicantes.<br>&nbsp; • Tecido muscular liso: Células pequenas, de formato fusiforme que se unem através de junções comunicantes. Sua contração é não voluntária, lento e sincronizado e a sua inervação vem do sistema nervoso autônomo através dos neurônios do simpático e parassimpático que tem atividade excitatória e inibitória sobre sua atividade.</div><div>Referência:</div><div>JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. <strong>Histologia básica</strong>. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:06:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anatomia e histologia do tecido muscular - Grupo 1: Daniel Victor, Hudson, Nícolas e Rhânia</title>
         <author>raniasilva05</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608507018</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O tecido muscular esquelético forma grandes músculos que se ligam aos ossos por tendões e da a essa musculatura contrações voluntárias, rápidas e descontínuas. Suas fibras musculares esqueléticas são cilíndricas, longas e multinucleadas com núcleos periféricos e são formadas por vários feixes de filamentos finos de actina e espessos de miosina (miofilamentos proteicos) denominados de miofibrilas. Além disso, esse tecido possui estriações transversais no sarcoplasma que são derivadas da organização estrutural (alternância) dos miofilamentos dando, então, uma coloração mais escurecida a essa porção do tecido e formando os sarcômeros.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; As miofibrilas são compostas por Bandas (I, A e H) e linhas (Z), a região entre duas linhas Z é a delimitação de um sarcômero, que é a unidade funcional contrátil do músculo das quais partem os filamentos de actina alternados por filamentos de miosina no centro. A banda I é mais clara por ser formada por filamentos finos (Actina, Troponina e Tropomiosina), já a banda A é mais escura por ser formada por filamentos espessos (Miosina) e finos e a banda H é uma faixa no centro da banda A com apenas filamentos de miosina.</div><div>&nbsp; &nbsp;Em volta das miofibrilas possuem muitas mitocôndrias, uma pequena quantidade de retículo endoplasmático rugoso e ribossomos e retículo sarcoplasmático bem desenvolvido que armazena íons Ca²+ (importantes para a contração). Já no sarcolema das fibras há invaginações, os túbulos T, e cada um desses túbulos está ligado a duas expansões de retículos sarcoplasmáticos formando uma tríade.</div><div>Cada fibra muscular é envolvida por um tecido conjuntivo delgado, o endomísio. Já o agrupamento de fibras musculares, os fascículos, são envolvidos pelo perimísio. Por fim, o epimísio (bainha conjuntiva) envolve todo o músculo (grupo de fascículos).</div><div>Referências:</div><div>JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. <strong>Histologia básica</strong>. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.</div><div>MONTANARI, Tatiana. <strong>Histologia, atlas e roteiro de aulas práticas</strong>. 3.ed. Porto Alegre: Ed. da autora, 2016. Disponível em: https://www.ufrgs.br/livrodehisto/pdfs/livrodehisto.pdf.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:13:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anatomia e histologia do tecido muscular - Grupo 1: Daniel Victor, Hudson, Nícolas e Rhânia</title>
         <author>raniasilva05</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608511038</link>
         <description><![CDATA[<div>   A musculatura esquelética apresenta uma porção média chamada ventre muscular que é a parte carnosa e vermelha onde as fibras musculares se organizam. Com isso então, essa é a porção contrátil do músculo. Já as extremidades, podem ser chamadas de tendão, se for em formato de fita, ou aponeurose, se for em formato de lâmina. Essas porções são esbranquiçadas, resistentes e constituídas por tecido conjuntivo denso, responsáveis por fixar o músculo ao esqueleto. Além disso, entre o ventre muscular (fibras) e o tendão há uma região frágil que os conecta chamada de junção miotendínea e é o local, na musculatura, mais suscetível a lesões.</div><div>Referência:</div><div>DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. <strong>Anatomia humana sistêmica e segmentar</strong>. 3.ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2007.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:16:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anatomia e histologia do tecido muscular - Grupo 1: Daniel Victor, Hudson, Nícolas e Rhânia</title>
         <author>raniasilva05</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608512599</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Esse tecido muscular é encontrado no músculo do coração (miocárdio) e as células (fibras musculares) que o compõe são cilíndricas, alongadas e ramificadas com estriações transversais devido aos arranjos de filamentos contráteis (actina e miosina)e possuem um ou dois núcleos centrais. Além disso, essas fibras cardíacas são revestidas por uma bainha de tecido conjuntivo. Para se manterem unidas, há entre elas discos intercalares que são constituídos por junções de adesão e desmossomos, que impedem a separação dessas células durante o batimento cardíaco, e junções comunicantes, que promovem contrações rápidas e sincronizadas ao músculo cardíaco. O sarcoplasma das fibras é composto por mitocôndrias que ocupam grande parte do volume celular e seu sarcolema apresenta túbulos T (invaginações). Cada um desses túbulos está associado a apenas uma expansão lateral do retículo sarcoplasmático, formando uma díade, ao contrário do músculo esquelético. O tecido possui contração involuntária, forte e rítmica onde há células especializadas na geração e condução do estímulo cardíaco para bombear o sangue.</div><div>Referências:&nbsp;</div><div>JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. <strong>Histologia básica</strong>. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.</div><div>MONTANARI, Tatiana. <strong>Histologia, atlas e roteiro de aulas práticas</strong>. 3.ed. Porto Alegre: Ed. da autora, 2016. Disponível em: https://www.ufrgs.br/livrodehisto/pdfs/livrodehisto.pdf.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:17:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anatomia e histologia do tecido muscular - Grupo 1: Daniel Victor, Hudson, Nícolas e Rhânia</title>
         <author>raniasilva05</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608514038</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;O tecido muscular liso é constituído por células (fibras musculares) fusiformes que são mais espessas no centro e vão se afinando até as extremidades e contem apenas um núcleo central em cada fibra. Elas não apresentam estriações transversais, por isso é chamado de tecido muscular liso. São revestidas por uma lâmina basal, mantidas juntas por uma rede muito delicada de fibras reticulares e essas fibras juntam as células musculares lisas umas nas outras, de tal maneira que a contração simultânea de poucas ou muitas células resultem na contração do músculo inteiro. É um tecido muscular de contração lenta, fraca e involuntária. No sarcoplasma possuem os miofilamentos finos constituídos de actina e tropomiosina (a troponina não esta presente como nos outros músculos)e os miofilamentos de miosina II, mas eles não são organizados e alinhados em sarcômeros, por isso o tecido não possui estrias. Além disso, possui também algumas organelas: retículo endoplasmático rugoso, ribossomas livres, complexo de Golgi pouco desenvolvido, retículo sarcoplasmático, mitocôndrias e glicogênio. No sarcolema há depressões chamadas cavéolas (pequenas vesículas) responsáveis pelo transporte de Ca²+ necessários à contração.</div><div>&nbsp; &nbsp;A musculatura lisa está presente em órgãos ocos e age no organismo de diversas formas como: empurrando alimentos ao longo do tubo digestório, fazendo o controle do diâmetro do vasos sanguíneos, brônquios e bronquíolos ( regulando assim o fluxo de sangue e de ar no organismo).</div><div>&nbsp; &nbsp;As fibras podem se dividir, o que permite o reparo do tecido lesado e o aumento de órgãos, como o útero durante a gravidez.</div><div>Referência:</div><div>JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. <strong>Histologia básica</strong>. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.</div><div>MONTANARI, Tatiana. <strong>Histologia, atlas e roteiro de aulas práticas. 3.ed. Porto Alegre</strong>: Ed. da autora, 2016. Disponível em: https://www.ufrgs.br/livrodehisto/pdfs/livrodehisto.pdf.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:19:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 Metabolismo muscular</title>
         <author>SandroSilvio</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608666375</link>
         <description><![CDATA[<div>VOCÊ SABIA?<br>O nosso rendimento muscular ( eficiência mecânica do trabalho muscular)(MOURA, 1994) é de 25%, ou seja, não importa se você está levantando 10, 20, 40 ou 200 kg, apenas 25% da energia proveniente da quebra de ATP durante a atividade será utilizada para a contração dos músculos envolvidos na atividade,&nbsp; os 75% restantes são liberados em forma de calor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 23:41:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 Metabolismo muscular</title>
         <author>SandroSilvio</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608673759</link>
         <description><![CDATA[<div>VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU POR QUE OS MARATONISTAS SÃO MAGROS EM OS VELOCISTAS MUSCULOSOS?<br>Esse fato está intimamente ligado as fibras musculares envolvidas em cada atividade e as vias metabólicas. As provas de velocidade são atividades muito intensas e rápidas, que exigem muito das fibras de contração rápida. As fibras de contração rápida tem como suas principais fontes energéticas as vias Glicose Anaeróbicas e ATP-CP. Já as maratonas são praticas menos intensas, porém mais longas, exigindo mais das fibras musculares de contração lenta. As fibras de contração lenta tem como sua principal fonte energética a via metabólica de fosforilação oxidativa,  queimando gordura. Ambas as fibras estão presentes em nossos músculos, contudo, as fibras rápidas são maiores visto que produzem mais energia (uma vez que necessitam ter maior quantidade actina e miosina, proteínas que formam os filamentos das fibras). Não necessariamente os velocistas são mais musculosos que os maratonistas, porem os velocistas acabam tendo um maior desenvolvimento das fibras de contração rápida, enquanto os maratonistas queimam muito mais gordura, o que influi nas características corpóreas de cada um.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 23:47:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 Metabolismo muscular</title>
         <author>mayraclaudiane777</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608699667</link>
         <description><![CDATA[<div>VIAS METABÓLICAS BÁSICAS PARA A CONTRAÇÃO MUSCULAR:<br><br>Existem três vias metabólicas básicas para contração muscular, seja durante a atividade física ou não, elas tem como principal função quebrar o ATP e transforma-lo em energia, são elas:<br><strong>ATP-CP (anaeróbio aláctico)</strong>: atua em atividades onde se tem curta duração, alta intensidade e um grande gasto de energia, o resultado disso é a quebra de ATP em ADP+P que gera contração muscular (25%) e calor (75%). Também ocorre liberação de ácido lático. Essa via utiliza fosfocreatina como fonte de energia e fosfato para síntese de ATP.<br><strong>GLICÓLISE (anaeróbio glicolítico)</strong> atua em atividades de média intensidade e média á longa duração, o corpo utiliza o mecanismo de liberação de ácido lático para entrar em fadiga e amenizar o exercício, ele utiliza o glicogênio muscular para gerar energia. Esse meio usa a glicose para síntese de ATP sem necessitar de oxigênio.<br><strong>FOSFORILAÇÃO (aeróbio oxidativo)</strong>: é a via oxidativa dos lipídios. Quando o exercício é de baixa intensidade, mas de longa duração acontece o consumo do oxigênio (ilimitado), esse oxigênio oxida os lipídios e os utiliza como fonte energética. Essa via faz uso da glicose e também ácidos graxos livre e aminoácidos como fontes.<br><br><strong>Conclusão</strong>: quando a atividade for mais curta e mais intensa, a contribuição do sistema anaeróbio será maior. As atividades de longa duração e de leve á moderada intensidade gastam mais ATP do sistema aeróbio, é válido destacar que as vias metabólicas de produção de energia acontecem de forma simultânea, elas se alternam de acordo com a prioridade de produção de energia proveniente de uma ou outra via.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:05:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608704198</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:08:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Articulação Sinovial: Evidente a presença de cavidade articular entre os ossos, permitindo mobilidade. Articulação Cartilagínea: pouco movimento, onde os ossos são fortemente unidos por cartilagem ou fibrocartilagem. A cartilagem hialina fica ossificada com o tempo. Articulação fibrosa: Não permite movimento e são divididas de acordo com a quantidade de tecido como sutura que é formada por tecido fibroso que une os ossos do crânio e a sindesmose que possui uma quantidade maior de tecido fibroso e com uma distância maior também em relação às suturas. A gonfose é uma articulação fibrosa na qual um pino é colocado em encaixe. Funcionalmente as articulações são classificadas em três tipos: 
 Sinartrose ou imóvel: não apresenta movimento algum; 
 Anfiartrose ou semi-imóvel: apresentam um mínimo movimento; 
 Diartrose ou móvel: apresentam total movimento. Todas apresentam formas 
diferentes e permitindo variados movimentos.</title>
         <author>lucasalcantaratardin</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608709178</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:11:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lucasalcantaratardin</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608709903</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:11:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lucasalcantaratardin</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608710465</link>
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         <pubDate>2021-06-16 00:12:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>lucasalcantaratardin</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608711107</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:12:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa. Histologia básica I L.C.Junqueira e José Carneiro.12 .ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

KIERZENBAUM, Abraham L. Histologia e Biologia Celular: uma introdução à patologia. Revisão científica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008

Przybysz, Esp Carlos Henrique. &quot;SISTEMA ARTICULAR PROF. Esp. Carlos Henrique Przybysz.</title>
         <author>lucasalcantaratardin</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608714015</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 00:14:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mayraclaudiane777</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1608899259</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 01:46:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 Contração Muscular 🦾</title>
         <author>juniorlp93</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1609031802</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>QUÍMICA 🔬 / MECÂNICA ⚙<br></strong><br></div><div>O músculo esquelético é um órgão especializado na transformação de energia química em movimento (energia mecânica), desenvolvido para otimizar esta função utilizando um conjunto bem ordenado de proteínas relacionadas com o movimento.&nbsp;<br><br></div><div>Os músculos esqueléticos do corpo humano são compostos de células alongadas, multinucleadas chamadas <strong>fibras musculares</strong>. Cada fibra contém as proteínas contrateis <strong>Miosina</strong> e <strong>Actina</strong>, que compõe os filamentos grossos e finos respectivamente, que estão dispostos paralelamente nas <strong>miofibrilas</strong> que compõe as fibras. As miofibrilas estão também paralelamente arranjadas e apresentam um padrão de bandas escuras e claras dispostas em série, que dão o caráter de estrias às fibras de tais músculos. Esta aparência estriada característica da miofibrila observável na microscopia de luz decorre da birrefringência diferente das proteínas contrateis: a banda clara, chamada banda-I, é devida a isotropia (I) da região da miofibrila dada pelos filamentos finos e a banda-A, devida a sua anisotropia(A), constituída pelos filamentos grossos intercalados aos finos. Os limites laterais da unidade contrátil chamada de <strong>sarcômero</strong> são dados pelos discos Z, constituídos por <strong>alfa-Actinina</strong>, onde se ancoram os filamentos finos , a <strong>Tinina </strong>e a <strong>Nebulina</strong>. Na microscopia de luz o sarcômero é delimitado por duas linhas Z e contém duas banda-I e uma banda –A central separando-as.<br><br></div><div>A contração é definida como a ativação das fibras musculares com a tendência destas se encurtarem. Ocorre quando o cálcio citosólico ([Ca 2+ ]i) aumenta disparando uma série de eventos moleculares que levam à interação entre miosina e actina, ocorrendo o deslizamento desta última sobre os filamentos grosso e o encurtamento dos sarcômeros em série.&nbsp;<br><br>VIDEO: CONTRAÇÃO MUSCULAR</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 02:54:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1609031802</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 Contração Muscular 🦾</title>
         <author>juniorlp93</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1609043341</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>EXCITAÇÃO – CONTRAÇÃO<br></strong><br></div><div>A despolarização do sarcolema da fibra muscular esquelética se propaga da superfície para o interior da fibra através dos <strong>túbulos-T</strong>. Junto aos túbulos se encontram as cisternas do retículo sarcoplasmático formando com o túbulo T uma estrutura denominada <strong>Tríade</strong>. Na membrana dos túbulos se encontram proteínas integrais que a transfixam chamadas <strong>Proteínas</strong> <strong>DHP</strong> por terem afinidade por <strong>dihidropiridina</strong>, substância inibidora da abertura de seus canais cálcio-seletivos intrínsecos. A despolarização do túbulo T induz a alteração da conformação das proteínas DHP. Esta modificação é transmitida aos <strong>podócitos</strong> que se encontram em contacto com tais proteínas. Os podócitos são projeções citoplasmáticas de proteínas integrais da membrana do <strong>retículo sarcoplasmático</strong>, chamadas <strong>Proteínas Receptoras de Rianodina</strong>, cuja isoforma na musculatura esquelética é abreviada por <strong>RyR1</strong>. Estas proteínas se encontram concentradas na face da cisterna em contacto com o túbulo T e contem canais intrínsecos seletivos ao cálcio. Uma vez ativado o RyR1 pela alteração de conformação da proteína DHP induzida pela despolarização que atingiu os túbulos T, os seus canais são abertos efluindo cálcio do retículo para o citoplasma da fibra muscular. A mudança de conformação de RyR1 se transmite à outra proteína ligada à este receptor, chamada Triadina. Esta última mobiliza o cálcio ligado a <strong>Parvalbumina</strong>, <strong>Calsequestrina</strong> e <strong>Reticulina</strong>, todas encontradas no interior do retículo sarcoplamático e em contacto entre si, que liberam mais cálcio. Este íon sai pelo canal de RyR1, que se encontra aberto. contribuindo para o maior aumento do cálcio citosólico.&nbsp;<br><br></div><div>O <strong>filamento grosso</strong> é constituído por moléculas de miosina, dispostas ordenadamente. Cada molécula de miosina é constituída por dupla hélices enroladas entre si e numa das extremidades se encontram duas <strong>cabeças</strong> globulares. O seu arranjo é regular de tal maneira que as cabeças se dispõe de maneira helicoidal, separadas por 14,5 nm. Existem 294 moléculas por filamento grosso. Como as cabeças têm atividade ATPásica existem 588 sítios com tal propriedade. O filamento grosso se encontra no centro de um hexágono em cujos vértices se encontram dispostos os filamentos finos.&nbsp;<br><br></div><div>O <strong>filamento fino</strong> é constituído por <strong>actina filamentosa (Act-F)</strong>, que é formada por dois filamentos de <strong>actina globular (Act-G)</strong> entrelaçados, por <strong>Tropomiosinas</strong> fixadas sobre Act-F por <strong>Troponina</strong> em intervalos de 7 Act-Gs. A Troponina é composta de três subunidades chamadas <strong>Troponina C</strong> (que tem afinidade por Cálcio, <strong>TnC</strong>), <strong>Troponina I (TnI)</strong> e <strong>Troponina T (TnT</strong>). A subunidade TnI está ligada a uma das Act-Gs e a subunidade TnT à Tropomiosina e a TnC ligada a estas duas subunidades. O cálcio ao se ligar à TnC faz com que o conjunto modifique a sua conformação desligando TnI da AcT-G/F , simultaneamente deslocado a Tropomiosina, expondo os sítios das Act-Gs permitindo a interação com as projeções das cadeias de miosina, chamadas de cabeça, que constituem o filamento grosso. Numa reação que envolve a hidrólise de ATP, tem-se o deslizamento dos filamentos finos em relação aos filamentos grossos , com consequente encurtamento dos sarcômeros (aproximação dos discos Z), com a produção de força ao longo da miofibrila.&nbsp;<br><br></div><div>A formação de pontes entre Act-F e miosina é reversível, na presença de ATP, ocorrendo com a modificação da posição da cabeça da miosina de 45 à 90 graus, tendo um deslocamento de 100 Angstrons. A energia deste processo provem da hidrólise de ATP, liberando ADP e Pi ( processo de transdução de energia).<br><br>REFERÊNCIA:&nbsp;<br><br>FERREIRA, Alice Teixeira. Fisiologia da contração muscular. Revista neurociência, v.13 2005. p.60-62.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 03:00:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - METABOLISMO MUSCULAR</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1609107348</link>
         <description><![CDATA[<div>Substratos de energia para o metabolismo<br><br>Carboidratos - os carboidratos ingeridos são convertidos em um açúcar simples “ glicose”, que será transportado pelo sangue para todos os tecidos do corpo.&nbsp;<br>Já em repouso, o carboidrato ingerido será direcionado para seu estoque no fígado em forma de glicogênio, sendo um açúcar mais complexo.&nbsp;<br>Porem, de acordo com a necessidade o glicogênio sofre a conversão em glicose, onde será transportado pelo sangue de metabolizado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 03:36:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - metabolismo muscular </title>
         <author>geovannemontedori</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1609115865</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Substratos de energia para o metabolismo&nbsp;<br>muscular&nbsp;<br>Carboidratos - os carboidratos ingeridos são convertidos em um açúcar simples “ glicose”, que será transportado pelo sangue para todos os tecidos do corpo.&nbsp;<br>Já em repouso, o carboidrato ingerido será direcionado para seu estoque no fígado em forma de glicogênio, sendo um açúcar mais complexo.&nbsp;<br>Porem, de acordo com a necessidade o glicogênio sofre a conversão em glicose, onde será transportado pelo sangue de metabolizado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 03:42:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3- Metabolismo  muscular</title>
         <author>geovannemontedori</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610172077</link>
         <description><![CDATA[<div>substratos de energia para o metabolismo<br>Gorduras<br><br>A gordura proporciona uma quantidade considerável da energia usada em uma atividade prolongada de baixa intensidade, porém ela não é tão disponível rapidinho para o metabolismo celular. Mas por que?<br><br>Primeiro a gordura é reduzida de triglicerídeos para seus componentes básicos, glicerol e ácidos graxos livres (AGL). Apenas o AGL vai ser utilizado para formação de ATP.&nbsp;<br><br>Já aquele excesso de gordura, para ser aproveitado, sofrerá lipólise para ser transformado em AGL e assim, consecutivamente ser metabolizado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 14:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3- Metabolismo muscular</title>
         <author>geovannemontedori</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610195541</link>
         <description><![CDATA[<div>substratos de energia para o metabolismo<br>Proteínas<br>&nbsp;<br>A proteína vai ser utilizada também, mas como uma fonte de energia menor<br>Primeiramente ela deve ser transformado em glicose, através da glicogênese e ai sim ser metabolizada<br>Há outro maneira de ela ser metabolizada, quando ela sofre depleção de energia, ela pode ser usada para geral AGL, através da lipogênese a fim de se obter energia.<br><br>A proteina pode atender até 10% da energia necessária para que seja possível manter um exercício prolongado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 15:05:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3- Metabolismo muscular</title>
         <author>geovannemontedori</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610340802</link>
         <description><![CDATA[<div>ciclo de cori<br><br>sabia que nosso lactato é usado como fonte de energia?<br>Parte do acido láctico produzido no musculo no exercício é transportado pelo sangue até o fígado, onde é reconvertido em acido pirúvico e até glicose (glicogenese), depois ele é transportado de volta ao musculo ativo, onde será utilizado como energia</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:12:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 Contração Muscular 🦾</title>
         <author>juniorlp93</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610455253</link>
         <description><![CDATA[<div>CONTRAÇÃO<br><br></div><div><strong>Contração isotônica</strong>: é dividida em <strong>excêntrica</strong> e <strong>concêntrica</strong>. Na excêntrica o músculo se alonga enquanto está sob tensão devido a uma força externa maior que a força gerada pelo músculo, ele atua como um "freio" do movimento e na concêntrica os músculos encurtam durante a geração de força, ele atua como "acelerador do movimento.<br><br></div><div><strong>Contração isotônica ou contração dinâmica</strong>: é a contração muscular que provoca um movimento articular. Há alteração do comprimento do músculo sem alterar sua tensão máxima. ...&nbsp;<br><br></div><div><strong>Contração isométrica ou contração estática: </strong>é a contração muscular que não desencadeia movimento articular.<br><br></div><div>REFERÊNCIA:&nbsp;<br><br></div><div>GUYTON, Arthur C. e Hall, John E.. Tratado de Fisiologia Médica, Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 17:08:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610622747</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-16 18:36:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 </title>
         <author>camilaandradeem</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610630729</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje nossos posts serão sobre a osteologia, artrologia e miologia do membro superior. O membro superior é caracterizado por sua mobilidade e capacidade de segurar, golpear e executar atividades motoras finas (manipulação). Há interação sincronizada entre as articulações do membro superior para coordenar os segmentos interpostos e executar um movimento uniforme e eficiente. O membro superior é dividido em ombro, braço, antebraço e mão, e vamos falar um pouco de cada nos próximos posts.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:40:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610633745</link>
         <description><![CDATA[<div>A articulação do ombro é uma das mais complexas do corpo humano, pois é a articulação que permite o maior grau de liberdade de movimento. O ombro, ou melhor, a cintura escapular é composta por 3 ossos: a escápula (ou omoplata), a clavícula e o úmero (osso do braço)<br><br></div><div>É formado por 3 articulações principais:<br><br></div><div>1-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Esternoclavicular</div><div>2-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Acromioclavicular</div><div>3-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Glenoumeral<br><br></div><div>Um conjunto de músculos que estabilizam e movimentam a articulação:<br><br></div><div>1-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Manguito rotador</div><div>2-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Deltóide</div><div>3-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Peitoral</div><div>4-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Bíceps</div><div>5-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Grande dorsal<br><br></div><div>Inúmeros fatores podem lesionar o ombro como, por exemplo, traumas, levantamento de peso em excesso, lesão nervosa, má postura, ou mesmo o avanço da idade<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:42:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610635905</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:44:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610643070</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:48:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610651072</link>
         <description><![CDATA[<div>O braço é o&nbsp;primeiro segmento do membro superior livre (parte mais móvel do membro superior independente do tronco) e o segmento mais longo do membro. Estende-se entre o ombro e o cotovelo, unindo os dois, e consiste nas regiões braquiais anterior e posterior, centralizadas em torno do úmero<br><br></div><div>O úmero é o maior osso do membro superior e se articula com a escápula na articulação do ombro e com o rádio e a ulna na articulação do cotovelo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:53:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610652705</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:54:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610654097</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:55:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
         <link>https://padlet.com/erikafisio1/insta_anatofis/wish/1610656200</link>
         <description><![CDATA[<div>O Antebraço é o segundo segmento mais longo do membro, Estende-se entre o cotovelo e o punho, unindo os dois e inclui as regiões antebraquiais anterior e posterior que recobrem o rádio e a ulna.<br><br></div><div>Rádio é o osso lateral do antebraço. É o mais curto dos dois ossos do antebraço. Articula-se proximalmente com o úmero e a ulna e distalmente com os ossos do carpo (Escafoide e Smilunar) e a ulna. Apresenta duas epífises e uma diádise.<br><br></div><div>Ulna é o osso medial do antebraço. Articula-se proximalmente com o úmero e o rádio e distalmente apenas com o rádio. É um osso longo que apresenta duas epífises e uma diáfise.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:56:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
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         <pubDate>2021-06-16 18:58:29 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
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         <pubDate>2021-06-16 18:58:51 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
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         <pubDate>2021-06-16 18:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
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         <description><![CDATA[<div>A mão é parte do membro superior distal ao antebraço, formada ao redor do carpo, metacarpo e falanges. Consiste em punho, palma, dorso da mão e dedos e é ricamente suprida por terminações sensitivas para tato, dor e temperatura.<br><br></div><div>Corresponde ao segmento terminal do membro superior, através da continuação do punho e termina com os dedos. Ao total, temos 27 ossos na mão. Todos trabalham em conjunto.<br><br></div><div>Os ossos da mão, juntamente com os músculos e articulações, permitem o manuseio de objetos.<br><br></div><div>A característica principal dos movimentos das mãos é a ação de pinça, graças ao polegar opositor. Essa condição permite a realização de trabalhos mais delicados e com maior precisão.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:59:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>camilaandradeem</author>
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         <pubDate>2021-06-16 19:00:59 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
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         <title>Grupo 8</title>
         <author>camilaandradeem</author>
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         <pubDate>2021-06-16 19:01:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasalcantaratardin</author>
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         <pubDate>2021-06-17 01:07:02 UTC</pubDate>
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