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      <title>Memorial do Convento by Duarte</title>
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      <description>Avaliação dos capítulos do Memorial do Convento</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-23 17:31:33 UTC</pubDate>
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         <title>Capa</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Titulo:</p><ul><li><p>Memorial: Escrito em que se descreve qualquer coisa que se pretende guardar na memoria.</p></li><li><p>Convento: Convento de Mafra - Edifício português construído por ordem de D. João V entre 1717 e 1744.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 17:39:56 UTC</pubDate>
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         <title>Contracapa</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Era uma vez um rei que fez promessa de levantar um convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido. Era uma vez.</p><p>[da contracapa do livro]</p><p><br/></p><p>Contracapa:</p><ul><li><p>A formula inicial " Era uma vez" conduz-nos para um mundo fictício, o mundo da infância e dos contos que ouvíamos atentos e maravilhados.</p></li></ul><ul><li><p>A repetição, intencional e insistente, convida-nos a ler e a entrar num mundo fictício onde tudo parece imaginário, exceto, á partida, o convento que sabemos que existe em Mafra, e que certamente o rei viveu nessa época.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 17:58:45 UTC</pubDate>
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         <title>D. João V</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>D. João V reinou Portugal de 1706 até 1750. Através do Capitulo I pode-se caracterizar como infantil, não olhava a meios para atingir os fins. Prometeu construir um convento em Mafra se tivesse filhos com a rainha Maria Ana Josefa, sua esposa, a quem era infiel.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 18:59:35 UTC</pubDate>
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         <title>D. Maria Ana Josefa</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Veio da Áustria para casar com D. João V, com quem mantém uma relação fria. Através do capitulo I pode-se caracterizar como uma mulher insatisfeita visto que sonha com o seu cunhado, D. Francisco. No reino pensa-se que tenha a "fonte seca" e que esse seja o motivo para ainda não haver descendentes para o trono.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Frei Antônio S. José</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi quem assegurou a D. João V que se construísse um convento franciscano em Mafra, Deus lhe daria filhos. Refere ser apenas voz da verdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:08:29 UTC</pubDate>
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         <title>D. Nuno da Cunha (Bispo)</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi a pessoa que levou frei Antônio S. José ate D. João V. Através da sua intervenção percebe-se que este é da confiança do rei de Portugal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:13:07 UTC</pubDate>
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         <title>José Saramago</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:21:51 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de José Saramago</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Saramago (1922-2010) foi um importante escritor português. Destacou-se como romancista, teatrólogo, poeta e contista. Recebeu o Prêmio Camões, em 1985, o mais importante&nbsp; prêmio literário da língua portuguesa, e o Prêmio Nobel de Literatura, em 1998.&nbsp;</p><p>José Saramago&nbsp;nasceu em Azinhaga de Ribatejo, no concelho de Golegã, distrito de Santarém,&nbsp;Portugal, no dia 16 de novembro de 1922. Filho de camponeses, com dois anos de idade mudou-se com a família para Lisboa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:22:20 UTC</pubDate>
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         <title>Formação</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Saramago estudou em escola técnica onde concluiu o curso de serralheiro mecânico. Trabalhou como serralheiro e depois&nbsp;foi funcionário público na área da saúde e da Previdência Social. Autodidata, adquiriu grande cultura na literatura, filosofia e história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:22:44 UTC</pubDate>
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         <title>Prêmios</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Comendador da Ordem Militar de Santiago de Espada (1985)</p></li><li><p>Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras Francesas (1991)</p></li><li><p>Prêmio Camões (1995)</p></li><li><p>Prêmio Nobel de Literatura (1998)</p></li><li><p>Doutor Honoris Causa (1999), pela Universidade de Nottinghan, na Inglaterra.</p></li><li><p>Doutor Honoris Causa (2004), pela Universidade de Coimbra.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:23:25 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
         <link>https://padlet.com/dduarteginjo/wadhqg1xunm60m4k/wish/3380070252</link>
         <description><![CDATA[<p>Logo no inicio do livro quando o narrador diz que ao a rainha não ter engravidado em dois anos, tempo que chegou a Portugal da Áustria, eu logo achei que fosse culpa do rei, porque normalmente põe-se culpa nas mulheres serem inférteis mas muitas vezes é culpa do homem, mas o rei já tinha filhos bastardos de outras mulheres.</p><p>Do resto, achei que o autor descreveu o "ato" um pouco nojento porque por exemplo, quando o rei e a rainha terminam o "ato" e os percevejos começam a sair dos colchões para picar a rainha, e outros na cama do rei à espera dele.</p><p>Para o primeiro capitulo achei que o livro tem uma leitura um pouco complicada, há momentos que preciso de reler 2 a 3 vezes para conseguir compreender.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 19:25:45 UTC</pubDate>
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         <title>Minha opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
         <link>https://padlet.com/dduarteginjo/wadhqg1xunm60m4k/wish/3380086250</link>
         <description><![CDATA[<p>Vou ser sincero desde já, devido a este capitulo não ter nenhuma trama principal, não sabia em que tema focar para compreender.</p><p>Pelo que percebi, fala-se da religião, roubos em Lisboa, etc.</p><p>Também não entendi porque é que D. Maria Ana não disse ao rei quando a própria  descobriu que estava gravida, e depois o frei Antônio de S. José acabou por descobrir da gravidez antes do rei.</p><p>No capitulo III, descubro que D. Maria Ana embora esteja gravida, sonha com D. Francisco, seu cunhado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 19:43:39 UTC</pubDate>
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         <title>D.  Francisco</title>
         <author>dduarteginjo</author>
         <link>https://padlet.com/dduarteginjo/wadhqg1xunm60m4k/wish/3380100049</link>
         <description><![CDATA[<p>É o irmão de D. João V. Sua cunhada, D. Maria Ana consola-se em sonhar com ele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 19:58:48 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
         <link>https://padlet.com/dduarteginjo/wadhqg1xunm60m4k/wish/3380109440</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste capitulo foi-nos introduzido uma nova personagem, Baltasar. Eu achei Baltasar um personagem um pouco destemido porque, vindo da guerra sem a mão esquerda, onde fora substituída por algumas ferramentas que poderia por na mão, e mesmo assim, quando o tentaram assaltar ainda consegue matar um homem de um grupo de 2 pessoas, eu achei isso um ato de coragem.</p><p>Depois também achei um pouco pesado, as descrições detalhadas sobre mortes e assassinatos que Baltasar e João Elvas que ocorreram na cidade e alguns que presenciaram na guerra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 20:09:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Baltasar Mateus ou Baltasar Sete Sóis</title>
         <author>dduarteginjo</author>
         <link>https://padlet.com/dduarteginjo/wadhqg1xunm60m4k/wish/3388086567</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi abandonado pelo exército durante a Guerra da Sucessão Espanhola assim que perdeu a mão esquerda. Conheceu Blimunda quando chega a Lisboa e foi amor à primeira vista.</p><p>Homem simples, fiel e terno, aceita o que a vida lhe oferece com a resignação dos humildes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:08:13 UTC</pubDate>
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         <title>Blimunda de Jesus ou Blimunda Sete Luas</title>
         <author>dduarteginjo</author>
         <link>https://padlet.com/dduarteginjo/wadhqg1xunm60m4k/wish/3388090127</link>
         <description><![CDATA[<p>Jovem mulher do povo, tem a capacidade de ver as pessoas por dentro e perceber as suas vontades.</p><p>Afirma o narrador que estes poderes excecionais a heroína de “Memorial do Convento” ganhou na barriga da mãe, onde esteve o tempo todo de olhos abertos. Conheceu Baltasar num auto-de-fé e logo ali nasceu um amor para a vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sebastiana Maria de Jesus</title>
         <author>dduarteginjo</author>
         <link>https://padlet.com/dduarteginjo/wadhqg1xunm60m4k/wish/3388090772</link>
         <description><![CDATA[<p>Descendente de cristãos-novos, foi perseguida e condenada pela Inquisição. Acusada de blasfémias e heresias, levaram-na para um auto-de-fé, no Rossio, para ser açoitada e depois deportada para Angola.</p><p>Despede-se então de sua filha Blimunda, mas por telepatia, para não a embaraçar em público. É por seu intermédio que ela conhece Baltasar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:17:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Padre Bartolomeu de Gusmão</title>
         <author>dduarteginjo</author>
         <link>https://padlet.com/dduarteginjo/wadhqg1xunm60m4k/wish/3388091280</link>
         <description><![CDATA[<p>Marcado pelo espírito científico, este padre não se revê nos fanatismos religiosos da época. Alimenta o sonho de construir uma máquina voadora, algo que lhe valeu a alcunha de “Voador”.</p><p>De início goza da proteção real para avançar com tão arrojado projeto mas depois fica só, apenas dependente da colaboração dos seus fiéis amigos Baltasar e Blimunda.</p><p>Consegue subir aos céus mas acaba perseguido pela Inquisição, que o acusa de bruxaria. Foge para Espanha onde acaba por morrer. Ao contrário de outros personagens de “Memorial do Convento”, Bartolomeu de Gusmão existiu na vida real.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:18:30 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>No inicio do capitulo, dá para perceber a crueldade do povo dessa época ao estar alegre por ver as torturas impostas aos condenados, não que atualmente não seja diferente, que as pessoas da atualidade não sejam cruéis mas prontos.</p><p>Achei romântico o "amor à primeira vista" de Baltazar e Blimunda, e que Blimunda não perdeu tempo em pedir ao Baltazar para ficar a viver com ela, também não perdeu tempo em perder a virgindade com Baltazar.</p><p>Achei bem a atitude de Blimunda que, ao acordar, para não ver como era o Baltazar "por dentro" comeu logo um pedaço de pão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:40:17 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste capitulo deu para perceber que já na altura, haviam pessoas que pensavam à frente do seu tempo, temos como exemplo o padre Bartolomeu Lorenço, que queria criar uma passarola para poder voar.</p><p>Mais uma vez vemos o Baltasar conseguir passar as adversidades de não ter a mão esquerda, e fazer coisas como uma pessoa completa como ajudar o padre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 18:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>No inicio deste capitulo vemos que a situação econômica de Baltasar não era boa, assim como o resto do povo, então ele começa a ajudar o padre a construir a passarola para poder ganhar dinheiro.</p><p>Ao longo do capitulo o narrador relata sobre os assaltos que os portugueses sofreram durante as viagens marítimas, que acredito que fossem bastante recorrentes devido ao "piratas" que existiam naquela época.</p><p>A filha de D. João nasce e entendo um pouco a sua tristeza de ter sido uma menina devido à sucessão do reino, mas agradecer que nasceu saudável, que é o mais importante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 18:16:09 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Logo no inicio do capitulo, concordei com a decisão de Baltasar em lhe tirar o pão a Blimunda porque é um tanto quanto estranho uma pessoa logo que acorda comer.</p><p>Também concordo com Baltasar em não acreditar na Blimunda, porque é impossível que uma pessoa tenha esse tipo de poderes na vida real, para mim é impossível e só vai deixar de ser quando vir com os meus próprios olhos, mas como isto trata-se de uma historia, podem existir pessoas assim com esses dons.</p><p>Neste capitulo acredito que o rei tenha ficado feliz por ter agora um herdeiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 18:38:49 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste capitulo provou que quem tem poder pode fazer o que quer, como por exemplo D. João V, ele tem relações intimas com as freiras e depois proíba-as de falar com alguém além dos familiares para assim ele ter mais tempo com elas. Nesta época ninguém se preocupava com traições, enfim…</p><p>Tambem pudemos ver que o povo tembem é cuel com os animais, como torturar os touros na tourada e ainda aplaudirema morte dos pobres dos touros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 18:48:13 UTC</pubDate>
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         <title>Minha opinião</title>
         <author>dduarteginjo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aqui provamos que os pais têm sempre uma enorme preocupação com os filhos, temos o exemplo da reação da mãe de Baltasar ao ver seu filho sem uma mão.</p><p>Também pudemos ver o preconceito que havia com os judeus ou cristãos novos, que acredito que mesmo hoje em dia ainda exista um pouco esse preconceito com pessoas de outras religiões.</p><p>Com o adoecimento do rei D. João V, D. Maria Ana dá mais valor ao marido que tem e perde o interesse no infante D. Francisco, o que eu acho que já era hora porque, uma mulher ter filhos com uma homem e sonhar com outro, mostra que na relação só havia o interesse em reproduzir, o que era um pouco verdade e que o rei também não era santo nenhum.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 18:58:06 UTC</pubDate>
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