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      <title>Trabalho sobre o Movimento No More Miss America by Deolinda Luiza de Miranda Araujo</title>
      <link>https://padlet.com/deolindasjc/waaxkeaxsh8b3oo7</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-19 19:17:49 UTC</pubDate>
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         <title>O Movimento  No More Miss America</title>
         <author>deolindasjc</author>
         <link>https://padlet.com/deolindasjc/waaxkeaxsh8b3oo7/wish/2965077918</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>PROTESTOS CONTRA MISS AMÉRICA</strong></p><p>&nbsp;</p><p>- Movimento Feminista que protestou sobre: <em>No More Miss America</em> (tradução livre: Basta de Miss America);</p><p>- Atlantic City/EUA – 1968</p><p>- Breve histórico: O <strong><em>Miss America</em></strong> era o concurso de beleza dos EUA que durante anos, desde 1921, somente participantes brancas concorriam ao concurso. Em função disso e outras questões, surgiu o movimento&nbsp; de várias feministas que visava protestar contra o padrão de beleza opressivo e imposto e sobre suas consequências. </p><p>- Cerca de 400 mulheres se reuniram no calçadão de Atlantic City, horas antes do início do Concurso Miss America para protestarem: “<strong><em>No More Miss America</em></strong>” &nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Protesto liderado por um grupo de mulheres chamado Mulheres Radicais de New York;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este movimento teve a presença de Peggy Dobbins – formada pelo Wellesley College na época com quase 30 anos que veio de New York - trouxe um boneco enorme, uma espécie de Marionete da Miss América medindo 3,5m metros.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As feministas convidaram pessoas de todos os cantos, lugares do país que vieram para somar força;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Havia barricadas e Bret Grand, secretária de 26 anos, foi umas das que ajudou na organização do movimento com fotos – também apareceram muitos curiosos e questionadores;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A principal instigadora do protesto foi Carol Hanisch;</p><p>-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os manifestantes compararam o concurso a um leilão de gado. Eles explicaram aos espectadores a enorme carga doméstica das mulheres, sua frustração com as exigências universitárias de usar vestidos nas aulas e sua raiva pelo uso de imagens femininas sexualizadas pelas corporações americanas.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Philip Savage e J. Morris, resolveram organizar outro concurso de beleza em Atlantic City em que todas as participantes seriam negras que chamaram de Miss Black America.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 17:41:28 UTC</pubDate>
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         <title>Fotos do protesto: No More Miss America</title>
         <author>deolindasjc</author>
         <link>https://padlet.com/deolindasjc/waaxkeaxsh8b3oo7/wish/2965090886</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 17:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>Relato do que foi o Movimento de protesto contra o Miss America</title>
         <author>deolindasjc</author>
         <link>https://padlet.com/deolindasjc/waaxkeaxsh8b3oo7/wish/2965093737</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 07 de setembro de 1968, o concurso Miss América estava sendo realizado na cidade de Atlantic City, porém diferentemente dos anos anteriores, o evento dividiu os holofotes com a militância ativa e determinada dos grupos sociais anteriormente mencionados e com o Miss Black America. Estes estavam decididos a não compactuar com essa cultura de massa que pretendia diminuir a mulher e impor um modo de ser e agir frente a multiculturalidade, individualidade e liberdade feminina – propondo que se não havia espaço para as mulheres negras no evento principal, deveria então ser criado um novo evento para representar essa parcela significativa da população estadinense.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Referência:</strong></p><p>“A coroa irrelevante no trono da mediocridade”: uma análise de gênero e raça sobre o concurso Miss America e Miss Black America de 1968</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1L8L9HlHSBihWUYjZg6SoC4_2SU9HoEbD/viewhttps://drive.google.com/file/d/1L8L9HlHSBihWUYjZg6SoC4_2SU9HoEbD/view">https://drive.google.com/file/d/1L8L9HlHSBihWUYjZg6SoC4_2SU9HoEbD/viewhttps://drive.google.com/file/d/1L8L9HlHSBihWUYjZg6SoC4_2SU9HoEbD/view</a>&nbsp; (Acesso em 22/04/24)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 17:53:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deolindasjc</author>
         <link>https://padlet.com/deolindasjc/waaxkeaxsh8b3oo7/wish/2965304590</link>
         <description><![CDATA[<p>Conforme mencionado trabalho de pesquisa intitulado “A coroa irrelevante no trono da mediocridade”: uma análise de gênero e raça sobre o concurso Miss America e Miss Black America de 1968, existiam entre os movimentos de mulheres e homens dispustas e diferenças, ou seja haviam divergências de como lidar com os concurso de beleza. As duas divergências mais relevantes, como resultado da pesquisa deste trabalho mencionado, é sobre caráteres integracionista e separatista; e o debate acerca da forma como lidar com os concursos de beleza: rejeitá-los e combate-los ou muda-los? O primeiro tem raízes profundas e antigas, pois essa querela se imiscuía em diversos outros debates, como os referentes as leis anti-segregacionistas.</p><p><strong>Referência:</strong></p><p>“A coroa irrelevante no trono da mediocridade”: uma análise de gênero e raça sobre o concurso Miss America e Miss Black America de 1968</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1L8L9HlHSBihWUYjZg6SoC4_2SU9HoEbD/viewhttps://drive.google.com/file/d/1L8L9HlHSBihWUYjZg6SoC4_2SU9HoEbD/view">https://drive.google.com/file/d/1L8L9HlHSBihWUYjZg6SoC4_2SU9HoEbD/viewhttps://drive.google.com/file/d/1L8L9HlHSBihWUYjZg6SoC4_2SU9HoEbD/view</a>&nbsp; (Acesso em 22/04/24)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 21:52:05 UTC</pubDate>
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         <title>A importância de se compreender o movimento sociasi feminista.</title>
         <author>deolindasjc</author>
         <link>https://padlet.com/deolindasjc/waaxkeaxsh8b3oo7/wish/2965314196</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O&nbsp;feminismo&nbsp;</strong>é um movimento social e político de mulheres e para mulheres que desde o século xix vem ganhando espaço em todo o mundo, promovendo&nbsp;<strong>mudanças políticas e sociais em benefício das mulheres&nbsp;e da sociedade</strong>&nbsp;como um todo. suas bandeiras iniciais eram o acesso à educação formal e o direito ao voto e à elegibilidade para mulheres, seguidas por liberdades civis e autonomia legal, como o direito a posses, direitos trabalhistas e direito ao divórcio.</p><p>Mais à frente os direitos reprodutivos e a luta contra a violência física, sexual e psicológica também se tornaram bandeiras importantes desse movimento. Ao longo dos anos e conforme cada contexto, o feminismo também foi incorporando demandas específicas e permanece de suma importância para a&nbsp;<strong>emancipação feminina e construção de sociedades mais equânimes</strong>.</p><p>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/o-que-e-feminismo.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/o-que-e-feminismo.htm</a></p><p>(Acesso em: 22/04/2024)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 22:11:14 UTC</pubDate>
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         <title>Na cidade de São José dos Campos, apresento esta citação encontrada num trabalho disponibilizado sobre o movimento feminista que repercutiu dentro do meio jurídico: O COLETIVO DE JURISTAS FEMINISTAS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: DA GESTAÇÃO AOS PRIMEIROS PASSOS</title>
         <author>deolindasjc</author>
         <link>https://padlet.com/deolindasjc/waaxkeaxsh8b3oo7/wish/2965321030</link>
         <description><![CDATA[<p>Acompanhando o movimento contraditório da história, o Coletivo de Juristas Feministas de São José dos Campos teve a sua gênese entre os anos de 2018 e 2019 a partir da alteração da conjuntura política iniciada em anos anteriores, porém selada naquele momento. No cenário apresentado, a atuação no âmbito jurídico de profissionais, coletivamente organizadas, comprometidas com a luta feminista se mostrou urgente para compreender, mapear, implementar, defender e efetivar direitos, buscando como fim último a promoção da justiça social e o enfrentamento à desigualdade de condições existente. O início foi impulsionado pelo movimento de mulheres denominado “Centro Dandara” fundado no ano de 2001 e fruto do projeto “Promotoras Legais Populares” cujas atividades remontam a década de 90 em São José dos Campos – cidade localizada no Vale do Paraíba e, portanto, legatária das feridas abertas do trabalho escravo nas grandes fazendas de café. O encontro, o reconhecimento, o apoio mútuo e o compartilhamento de experiências profissionais surgiram como uma demanda daquelas que buscavam atuar, nas mais diversas áreas do direito, pautadas pela defesa e promoção dos direitos humanos fundamentais. É neste campo de diálogo e construção que se insere o Coletivo, fortalecendo o debate e a reivindicação por uma sociedade com mais equidade e justiça de gênero. (Cunha, Juliana Frei; Marchini, Larissa Seixas- Pg. 4-Seminário Internacional UFSC).</p><p>Referência: Seminário Internacional UFSC</p><p>https://www.fg2021.eventos.dype.com.br/resources/anais/8/fg2020/1613321889_ARQUIVO_15863eaee11a5855f070917f74bdcb7a.pdf</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 22:24:57 UTC</pubDate>
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