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      <title>Pensamento Humanista by LUIZ FIGUEIREDO</title>
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      <description>Resumo sobre o Pensamento Humanista.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-08 16:16:39 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Humanismo?</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>O humanismo foi um movimento intelectual iniciado na Itália no século XV com o Renascimento e difundido pela Europa, rompendo com a forte influência da Igreja e do pensamento religioso da Idade Média. O teocentrismo (Deus como centro de tudo) cede lugar ao <strong>antropocentrismo</strong>, passando o homem a ser o centro de interesse.<br><br></div><div>Em um sentido amplo, humanismo significa <strong>valorizar o ser humano</strong> e a condição humana acima de tudo. Está relacionado com <strong>generosidade, compaixão e preocupação</strong> em valorizar os atributos e realizações humanas.<br><br></div><div>O humanismo procura o melhor nos seres humanos sem se servir da religião, oferecendo novas formas de reflexão sobre as artes, as ciências e a política. Além disso, o movimento revolucionou o campo cultural e marcou a <strong>transição entre a Idade Média </strong>e a<strong> Idade Moderna</strong>.<br><br></div><div>Especificamente no campo das ciências, o pensamento humanista resultou em um afastamento dos dogmas e ditames da igreja e proporcionou grandes progressos em ramos como a física, matemática, engenharia e medicina.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:20:32 UTC</pubDate>
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         <title>Características do Humanismo  </title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entre as principais características do humanismo destaca-se:<br><br></div><ul><li>Período de transição entre Idade Média e Renascimento;</li><li>Valorização do ser humano;</li><li>Surgimento da burguesia;</li><li>Ênfase no antropocentrismo, ou seja, o homem no centro do universo;</li><li>As emoções humanas começaram a ser mais valorizadas pelos artistas;</li><li>Afastamento de dogmas;</li><li>Valorização de debates e opiniões divergentes;</li><li>Valorização do racionalismo e do método científico.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:21:45 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo nas artes </title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>Através das suas obras, os intelectuais e artistas passaram a explorar temas que tivessem relação com a figura humana, inspirados pelos clássicos da Antiguidade greco-romana como modelos de verdade, beleza e perfeição. As esculturas e pinturas agora apresentavam altíssimos graus de detalhes nas expressões faciais e nas proporções humanas, e o período foi marcado pela desenvolvimento de diversas técnicas.<br>A perspectiva com ponto de fuga (também chamada de perspectiva renascentista) foi uma das técnicas de pintura desenvolvida durante o movimento humanista, proporcionando simetria e profundidade às obras.<br>Nas artes plásticas e na medicina, o humanismo foi representado em obras e estudos sobre anatomia e funcionamento do corpo humano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:23:15 UTC</pubDate>
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         <title>Principais nomes e obras do humanismo</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alguns dos principais artistas humanistas da época do nascimento, seguido de algumas das suas obras são:<br><br></div><div>Literatura</div><ul><li><strong>Francesco Petrarca</strong>: Cancioneiro e o Triunfo, Meu Livro Secreto e Itinerário para a Terra Santa</li><li><strong>Dante Alighieri</strong>: A Divina Comédia, Monarquia e O Convívio</li><li><strong>Giovanni Boccaccio</strong>: Decameron e O Filocolo</li><li><strong>Michel de Montaigne</strong>: Ensaios</li><li><strong>Thomas More</strong>: A Utopia, A Agonia de Cristo e Epitáfio</li></ul><div>Pintura</div><ul><li><strong>Leonardo da Vinci</strong>: A Última Ceia, Mona Lisa e Homem Vitruviano</li><li><strong>Michelangelo</strong>: A Criação de Adão, Teto da Capela Sistina e Juízo Final</li><li><strong>Raphael Sanzio</strong>: Escola de Atenas, Madona Sistina e Transfiguração</li><li><strong>Sandro Botticelli</strong>: O Nascimento de Vênus, A Adoração dos Magos e A Primavera</li></ul><div>Escultura</div><ul><li><strong>Michelangelo</strong>: La Pieta, Moisés e Madonna de Bruges</li><li><strong>Donatello</strong>: São Marcos, Profetas e Davi</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo na Literatura</title>
         <author>luiz9108053</author>
         <link>https://padlet.com/luiz9108053/w9jhx5aqvoxvikw7/wish/2582345527</link>
         <description><![CDATA[<div>O Humanismo também corresponde a uma escola literária que teve preponderância nos séculos XIV e XV.<br><br></div><div>Na literatura, destaca-se a <strong>poesia palaciana</strong> (que surge dentro dos palácios), escrita por nobres que retratavam os usos e costumes da corte. Alguns escritores italianos que mais impacto causaram foram: Dante Alighieri (Divina Comédia), Petrarca (Cancioneiro) e Bocaccio (Decameron).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:25:35 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo e Renascimento</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>contexto histórico do humanismo</strong> se confunde com o do Renascimento, tendo em vista que foi o pensamento humanista que estabeleceu os fundamentos ideológicos que serviram de base para o movimento renascentista.<br><br></div><div>Entre os séculos XIV e XVII, o humanismo determinou uma nova postura em relação às doutrinas religiosas em vigor na época, propondo um afastamento das mesmas e uma interpretação mais racional e antropocêntrica do mundo.<br><br></div><div>Durante o renascimento, o pensamento humanista também foi caracterizado por tentativas de libertar o ser humano das regras rígidas do cristianismo da era medieval. Em sentido amplo, o humanismo nesta época serviu como uma luta contra a obscuridade medieval, e levou à criação de um comportamento científico livre de normas teológicas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:26:39 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo e Classicismo</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>O humanismo é frequentemente relacionado com o classicismo uma vez que ambos foram movimentos antropocêntricos que ocorreram durante o Renascimento.<br><br></div><div>O classicismo se tornou evidente no século XVI (um século após o surgimento do pensamento humanista), funcionando como uma vertente do humanismo que visava estabelecer o racionalismo e o antropocentrismo resgatando os valores clássicos greco-latinos, anteriores à influência da igreja. Assim, é possível afirmar que o classicismo foi uma das formas de manifestação do pensamento humanista.<br><br></div><div>Apesar de ter grande impacto na cultura e na filosofia, o respeito à Antiguidade Clássica trazido pelo classicismo teve maior visibilidade nas artes visuais, razão pela qual o movimento classicista é visto como predominantemente estético.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:27:22 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo Secular</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Humanismo Secular, também conhecido como <strong>Humanismo Laico</strong>, é uma corrente filosófica que aborda a justiça social, a razão humana e a ética.<br><br></div><div>Seguidores do Naturalismo, os humanistas seculares são normalmente ateus ou agnósticos, renegando a doutrina religiosa, a pseudociência, a superstição e o conceito de sobrenatural. Para os humanistas seculares, estas áreas não são vistas como alicerce da moralidade e da tomada de decisões.<br><br></div><div>Os humanistas seculares possuem como base a razão, a ciência, a aprendizagem através de relatos históricos e da experiência pessoal, sendo que estes constituem suportes éticos e morais, dando sentido à vida.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:28:04 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo e Psicologia</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>A psicologia humanista teve sua origem na metade do século XX, e sua importância aumentou significativamente nas décadas de 60 e 70. Sendo um ramo da psicologia, mais concretamente da psicoterapia, a <strong>psicologia humanista</strong> surgiu como uma reação à análise exclusivamente feita ao comportamento. É considerada como uma abordagem adicional, junto com a terapia comportamental e a psicanálise.<br><br></div><div>Tendo por base o humanismo, a fenomenologia, a autonomia funcional e o existencialismo, a psicologia humanista ensina que o <strong>ser humano possui no seu interior um potencial de autorrealização</strong>. A psicologia humanista não tem como propósito fazer uma revisão ou adaptação de conceitos psicológicos já existentes, mas de ser uma nova contribuição na área da psicologia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:28:41 UTC</pubDate>
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         <title>Os Sofistas </title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Os sofistas foram amplamente criticados desde Sócrates até meados do século XIX. Em sua maioria, esses pensadores estiveram na cidade de Atenas, em razão da organização política dessa cidade-estado no século V a.C., mas não eram cidadãos. Por cobrarem para ensinar, principalmente retórica e gramática, foram chamados por Platão de enganadores hábeis, e por Henry Sidgwick, de charlatães.<br><br>Há indícios de que a palavra sofista teve conotação positiva nos escritos dos grandes poetas gregos e em Heródoto, o pai da história. A crítica histórica aos sofistas não se iniciou com Sócrates, contudo é inegável a influência dos escritos de Platão e Aristóteles na caracterização desses pensadores."<br><br>Veja mais sobre "Sofistas" em: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/os-sofistas.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:30:25 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Características dos sofistas</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O grupo de pensadores identificado como sofistas caracterizou-se principalmente pela ausência de uma doutrina em comum e pelo ensino voltado a um fim instrumental. Eram vistos como habilidosos oradores pelas pessoas, reconhecendo-se a importância das palavras e do uso da lógica. Eles podem ser considerados instrutores itinerantes contratados para ensinar retórica para fins políticos.<br><br>O que restou de seus pensamentos foram poucos fragmentos e menções em outros textos. Muito do que sabemos sobre esses pensadores está contido nos diálogos platônicos e nos escritos de Aristóteles, nos quais são diretamente criticados. As críticas contrastam com a etimologia da palavra “sofista”, cuja origem é sophós e significa sábio ou habilidoso, mas passa a denotar aqueles que aparentam ser sábios, entretanto não alcançam a verdade.<br><br>A tentativa de identificar um pensador como sofista não é uma dificuldade historiográfica, mas sim indicar o que seria comum nesses pensadores, conforme Platão afirma em seu diálogo O sofista. Alguns pesquisadores concordam que esse fator seria a crença de que a virtude é ensinável, a qual é justamente o foco da crítica de Sócrates."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:31:23 UTC</pubDate>
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         <title>Principais sofistas</title>
         <author>luiz9108053</author>
         <link>https://padlet.com/luiz9108053/w9jhx5aqvoxvikw7/wish/2582355134</link>
         <description><![CDATA[<div>"Quem foi o primeiro ou principal sofista? Essa resposta não pode ser afirmada com facilidade, já que Protágoras, considerado o primeiro sofista, teria afirmado, conforme lemos no diálogo Protágoras, de Platão, que outros antes dele já praticavam a sofística, mas com métodos distintos do seu. Já no livro As vidas dos sofistas, do grego Filóstrato, escrito em meados do século III, essa arte é identificada com a retórica.<br><br>Protágoras, da antiga cidade grega Abdera (na região da Trácia), nasceu em 490 a.C. e é considerado o primeiro sofista. É indicado como discípulo de Demócrito e conhecido por afirmar que “o homem é a medida de todas as coisas”. Um conhecimento além das opiniões, em outras palavras, das aparências, não seria possível. Muitos filósofos indicam nessa afirmação a base do pensamento relativista.<br><br>Hípias foi um sofista natural do oeste da Grécia (atual cidade da Élida) que atribuía a si a capacidade de versar sobre assuntos variados, fruto de sua excelente memória, como astronomia, matemática, pintura e poesia. Xenofonte indica que Hípias teria debatido com Sócrates sobre justiça diferenciando as leis naturais e das convencionais.<br><br>Trasímaco figura principalmente no início de A república, em que expressa a opinião de que “a justiça seria apenas a vantagem do mais forte”. Há certeza apenas de que nasceu na antiga cidade da Calcedônia (atual Kadıköy, na província de Istambul), sendo poucas as informações sobre sua vida e seus possíveis escritos.<br><br>Górgias nasceu em Leontinos, atual Lentini (localizada na província italiana de Siracusa), e não é apresentado como um sofista por Sócrates. Essa observação resulta de sua recusa em acreditar que a virtude é ensinável. Grande parte de seu livro Sobre o que não é chegou até nós e apresenta um problema: mesmo que se algo existisse, não poderíamos conhecê-lo e não se pode comunicar o que não é conhecido. Estaria, assim, apresentando uma crítica a Parmênides."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>Os Pré-Socráticos</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os <strong>filósofos pré-socráticos</strong> foram os primeiros a explicarem o mundo sem recorrer ao sobrenatural, sem recorrer ao místico. Anteriormente a eles, o mundo era explicado através da mitologia. A mitologia, no seu tempo, era o que estabelecia as regras sociais e estabeleciam a unidade do povo grego. Os pré-socráticos eram estudiosos da physis (a natureza), aquilo que é natural, que ia em contraposição ao sobrenaturalismo vigente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:34:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Água, Ápeiron e Arithmós</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>O primeiro filósofo foi <strong>Tales de Mileto</strong>. Tales acreditava que a primeira substância era a água, a água era a origem única de todas as coisas. Ele acreditava que era possível ver a água em tudo. Se tudo era água, tudo era um por conclusão lógica. Logo o universo inteiro era caracterizado pela unidade na visão de nosso primeiro filósofo.<br><br></div><div><strong>Anaximandro de Mileto</strong> acreditava que o universo tenha sido criado por modificações de um princípio originário (arché). Esse princípio era o ápeiron (infinito). Esse primeiro princípio tinha de ser naturalmente não-gerado, pois aquilo que foi gerado tem necessariamente um fim. Logo esse princípio era o princípio de todas as coisas, mas não teve um princípio próprio.<br><br></div><div><strong>Pitágoras de Samos</strong> acreditava na unidade entre todos os seres existente. O que unia todos os seres era a arithmós (no caso, a matemática). O esforço intelectual conseguiria unificar numericamente todas as coisas. Os números são, portanto, a alma das coisas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:35:25 UTC</pubDate>
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         <title>Heráclito e Parmênides</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>Comecemos por <strong>Heráclito</strong>: tudo é contínua mudança, isto é, estamos numa constante alteridade. Daí surge o clássico exemplo do rio: quando banhamo-nos no rio, somos uma coisa e o rio outro; quando banharmo-nos novamente, seremos outra coisa e o rio outra. O ser está em constante mudança, tudo está em constante mudança.<br><br></div><div><strong>Parmênides</strong> afirmará o contrário, o ser não está em contínua mudança, mas em estado de permanência. Parmênides entrará em duas noções: “o que é” e “o que não é” – o segundo revelar-se-á impossível segundo o pensamento de Parmênides. O ser é, foi e sempre será o mesmo. O não-ser não é e nunca será. O ser não pode vir a tornar-se outro ser, pois para ser outro ser ele teria de ser o não-ser – e isto é uma impossibilidade lógica. Quando um ser é criado, ele já tem dentro de si todas as potencialidades que o definirão. Logo ele nunca se torna o que ele não poderia vir a ser, tudo já está delimitado em sua potencialidade.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Os pré-socráticos foram os primeiros a levarem o mundo ao conhecimento científico. Eles deram os passos iniciais para construção de um pensamento racional e, portanto, foram importantíssimos para o progresso da humanidade. Se não fosse por o pontapé que eles deram, nossa civilização não teria progredido tanto</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>Platão</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Platão</strong> foi discípulo de Sócrates e um dos mais importantes filósofos da Grécia Antiga. No período antropológico, iniciado a partir das ideias socráticas, Platão destacou-se por ter lançado a sua teoria idealista e por ter deixado escrita a maioria dos textos conhecidos hoje sobre Sócrates.<br><br></div><div>O idealismo platônico consiste, basicamente, em uma distinção entre <strong>conhecimento sensível</strong>, inferior e enganoso, que seria obtido pelos sentidos do corpo, e <strong>conhecimento inteligível</strong>, superior e ideal, que acessaria a verdade sobre as coisas. O conhecimento inteligível seria aquele que permite o nosso acesso ao ser e à essência de algo, que seria imutável, ao contrário da aparência, que pode enganar-nos. O conhecimento inteligível estaria no <strong>Mundo das Ideias e das Formas</strong>, enquanto o conhecimento sensível estaria em nossa realidade material.<br><br></div><div>O Mundo das Ideias ou das Formas (que deve ser escrito com letra maiúscula) seria a <strong>realidade intelectual, verdadeira, eterna e imutável</strong>, que pode ser acessada apenas por meio da capacidade racional do ser humano. Nessa instância, estariam as essências das coisas, os conceitos, as ideias fixas e imutáveis que descrevem essencialmente cada ser ou objeto existente. Já o <strong>mundo sensíve</strong>l seria a <strong>realidade com a qual nos defrontamos em nosso mundo prático, que experimentamos</strong>. Essa realidade sensível é ilusória e enganadora, pois, para usar um jargão popular no qual Platão inspirava-se: as aparências enganam.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:39:33 UTC</pubDate>
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         <title>Pensamento Platônico</title>
         <author>luiz9108053</author>
         <link>https://padlet.com/luiz9108053/w9jhx5aqvoxvikw7/wish/2582367086</link>
         <description><![CDATA[<div>Platão (427 a.C.-347 a.C.) sugeriu que, antes de nos referirmos a qualquer <em>conceito moral,</em> em nosso pensamento ou raciocínio, devemos primeiro explorar <em>o que queremos dizer com esse conceito</em> e <em>o que o torna precisamente o tipo coisa que é</em>.<br><br></div><div>Como reconheceríamos <em>a forma correta ou perfeita de qualquer coisa</em>, isto é, uma forma que fosse verdadeira para todas as sociedades e épocas? Platão sugere que deve existir alguma espécie de <em>forma ideal das coisas</em> no mundo em que vivemos, sejam essas coisas <em>conceitos morais</em>, sejam <em>objetos físicos</em>, da qual <em>estamos cientes de alguma forma</em>.<br><br></div><div>Quando vemos objetos no mundo ao nosso redor, <em>sabemos o que é</em>. Em suas várias espécies, ainda que sejam ainda mais variados, <em>compartilham certa característica</em>, que é algo que nos permite reconhecer e que nos permite dizer que sabemos o que é. Além do fato de existir uma <em>característica compartilhada</em>, todos nos temos em nossas mentes <em>uma ideia de um objeto físico ou de um conceito moral que seria o ideal</em>, que usamos para reconhecer qualquer exemplar específico.<br><br></div><div>Platão, na área de Epistemologia, isto é, da reflexão geral em torno da natureza, etapas e limites do conhecimento humano, especialmente nas relações que se estabelecem entre <em>o sujeito indagativo</em> e <em>o objeto inerte</em>, as duas polaridades tradicionais do processo cognitivo, formulou uma <em>Teoria do Conhecimento</em> com base na <em>abordagem do racionalismo</em>. Segundo&nbsp; ele, “o verdadeiro conhecimento é alcançado pela <em>razão</em> em vez dos <em>sentidos</em>”.<br><br></div><div>Sabemos da veracidade de afirmações matemáticas, ainda que não exista visível em nenhum lugar no mundo natural. Apesar disso, <em>conseguimos apreender os conceitos em nossas mentes, usando a razão</em>.<br><br></div><div>Platão especulou, então, se tais <em>formas perfeitas</em> poderiam existir em algum lugar. O raciocínio levou-o a uma única conclusão: deve haver um mundo de ideias, ou formas, totalmente separado do mundo material. Lá, a ideia de formas ideais ou perfeitas existiria. Os sentidos humanos não conseguem perceber tal lugar; ele só nos é perceptível pela razão.<br><br></div><div>Platão foi mais além ao afirmar que <em>o reino de ideias é, de fato, “a realidade”</em>, e o mundo que nos cerda é moldado por essa outra realidade. Deu origem ao idealismo na Filosofia Ocidental. Em sua “Teoria da Caverna”, na qual somos prisioneiros, não temos noção alguma sobre os objetos reais. Depois de uma vida de confinamento, sempre nos voltaremos de novo para a única realidade que conhecemos.<br><br></div><div>Tudo que nossos sentidos apreendem no mundo material não passa de simples sombras da realidade. Essa <em>crença platônica</em> é base de sua Teoria das Formas: para cada coisa na terra que temos o poder de apreender com nossos sentidos há uma correspondente “<em>forma</em>” ou “<em>ideia</em>”, isto é, uma eterna e perfeita realidade daquela coisa no <em>mundo das ideias</em>.<br><br></div><div>Como o que apreendemos pelos sentidos é baseado em uma experiência de <em>“sombras” imperfeitas ou incompletas da realidade</em>, não podemos ter um <em>conhecimento real</em> das coisas. No máximo, podemos ter <em>opiniões</em>, mas <em>conhecimento genuíno</em> só pode vir do <em>estudo das ideias</em>, e isso só pode ser <em>alcançado pela razão</em>.<br><br></div><div>Essa separação em dois mundos distintos – um, da <em>aparência</em>, e o outro, <em>realidade de fato</em> – solucionou <em>o problema da busca de constantes em um mundo aparentemente em transformação</em>. O mundo material pode estar sujeito a mudança, mas <em>o mundo das ideias é eterno e imutável</em>.<br><br></div><div>Platão aplica sua teoria não apenas às <em>coisas concretas</em>, mas também a <em>conceitos abstratos</em>. No mundo das ideias de Platão, há uma <em>ideia</em> de Justiça, que é <em>a verdadeira</em>, enquanto todos os exemplos de Justiça do mundo material ao nosso redor são apenas <em>variantes menores</em>.<br><br></div><div>Persiste o problema de como podemos nos familiarizar com essas ideias, para que tenhamos <em>a capacidade de reconhecer os exemplos imperfeitos no mundo que vivemos</em>. Platão argumentou que nossa concepção das <em>formas ideais</em> deve ser <em>inata</em>, ainda que não estejamos conscientes disso.<br><br></div><div>Os seres humanos são divididos em duas partes: <em>corpo</em> e <em>mente</em>. <em>Nossos corpos possuem sentidos</em>, por meio dos quais somos capazes de apreender o mundo material, enquanto <em>a mente possui a razão</em>, com a qual podemos apreender o reino das ideias.<br><br></div><div>Platão concluiu que <em>“a alma” (ou “a mente”), imortal e eterna, habitou o mundo das ideias antes de nosso nascimento e ainda se mantém naquele reino após nossa morte</em>. Por isso, as variantes das ideias que o mundo dos sentidos apresenta nos soam como uma <em>reminiscência</em>. Rememorar as <em>lembranças inatas</em> dessas ideias exige <em>razão</em>, um atributo da mente.<br><br></div><div>Para Platão, <em>a tarefa do filósofo é usar a razão para descobrir as formas ideais ou ideias</em>. Aqueles que são fieis à vocação da Filosofia deveriam ser <em>a classe dominante</em>, pois somente o verdadeiro filósofo poderia entender a natureza do mundo e a verdade dos valores morais.<br><br></div><div>As ideias de Platão chegaram até o islamismo medieval e os pensadores cristãos, que combinaram suas ideias com as da Igreja Católica. Ao propor que <em>o uso da razão, em vez da observação, é o único caminho para adquirir conhecimento</em>, Platão lançou os alicerces para o racionalismo do século XVII. Ele fundou em Atenas uma escola conhecida como Academia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:40:28 UTC</pubDate>
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         <title>o mundo das ideias e o mundo concreto</title>
         <author>luiz9108053</author>
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         <description><![CDATA[<div>Platão era um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dualismo">dualista</a>, ou seja, aquele que acredita haver algo a mais do que uma realidade material.<br><br>Segundo o pensador, o processo de aquisição do conhecimento é apresentado de maneira dualista, sendo assim, existiriam basicamente dois mundos: o mundo das formas ou ideias, também chamado de inteligível, e o mundo concreto e sensível.</div><ul><li><strong>Mundo das ideias:</strong> de acordo com Platão, cada indivíduo nasce com um conhecimento prévio, chamado de conhecimento inato. O conhecimento inato são as formas ou ideias que se encontram no mundo inteligível e, por isso, fora do espaço ou tempo. Os objetos do mundo comum, por sua vez, são organizados de acordo com essas ideias; mas são, no entanto, apenas imitações perfeitas daqueles que se encontram no mundo das ideias.</li><li><strong>Mundo concreto:</strong> já este, é o mundo acessível e possível de tocar, aquele que conhecemos. Mas é também, segundo Platão, um mundo falso, já que os verdadeiros objetos encontram-se no mundo das ideias.</li></ul><div>Com essa teoria, Platão propõe uma distinção entre o mundo sensível — inferior e enganoso — que seria obtido pelos sentidos do corpo, e o universo inteligível — superior e ideal — que nos permitiria acessar a verdade sobre as coisas.<br><br>Ou seja, para Platão, tudo aquilo que pode ser percebido através dos sentidos não passa de uma imitação de uma ideia.<br><br>Afinal, os sentidos são falhos e conduzem os seres humanos a uma vida de ignorância, presa às aparências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 16:48:01 UTC</pubDate>
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