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      <title>Emoções de professores na LA by Elecíntia Vieira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-08 19:49:16 UTC</pubDate>
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         <title>O texto &quot;Teachers&#39; Emotions and Beliefs in Second Language Teaching: Implications for Teacher Education&quot;, de Barcelos e Ruohotie-Lyhty (2018), traz importantes questões para debate. Seria difícil discutir todas elas durante a aula. Por isso, selecionamos uma para que possamos expressar nossas opiniões: Como escolas podem construir um espaço emocionalmente seguro para professores compartilharem e trabalharem com suas emoções em relação à linguagem e aos seus colegas, alunos e pais? [TRADUÇÃO NOSSA]</title>
         <author>elecintiamv</author>
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         <pubDate>2021-06-08 20:37:51 UTC</pubDate>
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         <title>Pedimos para que todos assistam ao vídeo abaixo. Nele, aprendemos um pouco sobre a nomenclatura das diferentes emoções que surgem em nós. Dessas emoções, quais delas vocês veem emergir com mais frequência, na sua prática em sala de aula e como você lida com elas? * Caso você ainda não esteja atuando como professor(a), reflita e fale para nós sobre as suas crenças acerca da atuação no ambiente escolar e quais emoções você sente, essencialmente, ao pensar sobre isso?</title>
         <author>elecintiamv</author>
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         <pubDate>2021-06-08 20:39:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elecintiamv</author>
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         <pubDate>2021-06-08 20:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Painel das Emoções garante mudança de comportamento de alunos em sala de aula</title>
         <author>weslenpedrofonseca</author>
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         <pubDate>2021-06-13 22:19:09 UTC</pubDate>
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         <title>Eu tô chorando com esse vídeo</title>
         <author>weslenpedrofonseca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aí gente talvez seja mercúrio retrogrado, mas tô sensível demais. Desculpa! </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 22:21:30 UTC</pubDate>
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         <title>A partir do texto e das perguntas propostas, algumas reflexões vieram à mente...Vou compartilhar um pouco das minhas impressões: Em relação a primeira pergunta: Honestamente, consigo pensar em construir um ambiente emocionalmente seguro para os alunos, pelo menos, durante minhas aulas. Em minhas aulas, estimulo o “falar de emoções” e o “nomear” as emoções, afinal? As vezes nem sabemos nomeá-las. Isso é confuso. Com as crianças e adolescentes do fundamental I, este tipo de situação se dá facilmente, a partir do ensino médio, sinto que os alunos estão mais fechados para essas discussões. Em relação a escola, penso que está discussão deveria partir de todos envolvidos na comunidade escolar, porém para isso, teremos que subverter a ordem, deixa eu tentar elucidar meu pensamento. Sinto que a estrutura da escola não permite tempo para emoções, isto é, acredito que o ambiente profissional do professor, evita ou coloca pautas emocionais como “barreiras ou perda de tempo”, afinal, temos que cumprir “algo” (calendário, planejamento, reuniões de professores, reunião de país, feedback, avaliação, diário, eventos e etc.). Logo, sinto que assim como outros espaços profissionais, a escola também tem aderido a lógica do “trabalhe, trabalhe, pense no futuro, esqueça-se da sua humanidade, pois você deve chegar em primeiro lugar” – Algumas vezes esse tipo de ideologia, ao meu ver, “desnaturaliza” o mais natural do ser humano, suas emoções, vulnerabilidades... e etc. Também creio que esse tipo de ideologia, liberal ou capitalista... ou não sei o que... nos transforma em máquinas: “engula as emoções, e vá adiante” – não pense, siga, se cair? Levante e siga adiante, o relógio não para” – dá pra entender, minha viagem?Não sei se isso parte de uma lógica de mercado ou de educação mercantil, são só minhas impressões, mas acho que os moldes sociais nos levam a esquecer das emoções em prol da tal “chegada ao podium” e quando mencionam emoções... é sempre ligado a positividade tóxica, ou então, romantização de emoções positivas em contextos precários, exemplo: “enquanto eles dormem, eles estudam (ou trabalham); “enquanto você fica aí de “mimi”, alguém está roubando sua “vaga”.  A partir dessas ideologias... nossa cultura vai desvalorizando determinadas emoções ou silenciado- as. É muito comum nas escolas, a partir do fim do segmento do fundamental I e no ensino médio que os alunos tenham vergonha de suas emoções, principalmente àquelas ligadas ao amor, ao gostar, a tristeza. Cria-se um meio social que se envergonha de sentir, que tem vergonha, principalmente de sentimento como: “inveja, impotência, tristeza, coração partido” pois essas são “ruins” pois essas... são “sentimentos de perdedores”. Parece pecado sentir emoções humanas. Porém se nós não as reconhecermos, como vamos entender a experiência humana? Como vamos aprender a empatia? – Sei que a empatia e a compaixão é um dos maiores tesouros da humanidade, elas são natas ou inerentes à NÓS, porém devem ser estimuladas, do contrário, adormecem...Comecei falando de uma coisa, terminei falando de outra.</title>
         <author>pompeiaraquel</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w97x4cdu65owqhn2/wish/1607396410</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:28:27 UTC</pubDate>
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         <title>Em relação a segunda pergunta,Preciso de mais tempo para analisar minhas crenças, mas falo melhor das minhas emoções. Eu sou atéia em relação a todos os deuses, menos um: O deus inalcançável da perfeição. Está é minha sina. Mas não falo aqui, de perfeccionismo clichê, no sentido de: tudo que eu faço é melhor ou perfeito, mas esse ideal de perfeição é muito ligado à minha personalidade, que se moldou a partir de diversas vivencias. (Algumas pessoas falam que é por conta do meu signo, VIRGEM hahaha meu mapa astral é todo em virgem, logo: perfeccionista, metódica, muito crítica e ansiosa)Como sou perfeccionista, tendo a me cobrar muito, ou a desvalorizar e duvidas das minhas ações ou pensamento. Tenho dificuldade em me ver por conta disso, pois sempre parto do ponto da perfeição. Logo, me sinto muito insegura, insuficiente, resultando em uma rigidez grande nos meus processos de trabalho e criação em geral. Eu estou sempre incerta da minha prática pedagógica, e isso é ruim. Com os anos... e com muita terapia, consegui deslocar meu olhar e ver coisas boas dentro dessa perfeição ideológica. Meu perfeccionismo, me torna curiosa, mais estudiosa, boa de observar, porém isso as vezes pode me paralisar ou me auto sabotar haha – não sei se respondi à pergunta. Outra emoção comum da minha vida na sala de aula é o “coração quentinho” não sei o que isso significa, mas em algumas decorrências da sala de aula, trazem essa emoção. Não sei nomear, mas é quentinha e me deixa feliz. Elas vêm quando meus alunos estão empolgados, participativos, ou simplesmente quando demonstram confiança em mim. Eu enquanto aluna, preciso gostar do professor pra aprender melhor, também sinto que preciso ser gostada pelos alunos hahah esse gostar pode vir através de sorrisos, confiança, abraços, bilhetinhos, atenção, e tantas coisas mais. hahaha – não sei se respondi à pergunta parte II. Como professora, gosto de trabalhar com as crianças, principalmente de 3 a 7 anos. Elas são muito amorosas... elas amam os professores, nos escutam, nos abraçam, eles se comunicam de maneira carinhosa, isso me motiva hahahah – EU AMO OS ADOLESCENTES E OS ADULTOS, mas me sinto mais “travada” no quesito emocional.</title>
         <author>pompeiaraquel</author>
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         <pubDate>2021-06-15 12:42:47 UTC</pubDate>
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         <title>AH! Esqueci de falar! O filme divertidamente abriu minha cabeça em tantas coisas hahahah eu amo esse filme!</title>
         <author>pompeiaraquel</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:43:27 UTC</pubDate>
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         <title>=)</title>
         <author>cardosobcamila</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w97x4cdu65owqhn2/wish/1607953589</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi, gente! Obrigada pelas reflexões e partilha! Ao ver o tema do fórum e ler o texto de Barcelos e Aragão, pensei muito sobre as minhas experiências na educação infantil. Na disciplina de Prática de Ensino, tive contato com o livro <strong>O monstro das cores</strong> (foto) que é simplesmente perfeito para abordar o tema com crianças… O monstro, inicialmente todo colorido e bagunçado, não sabe lidar com suas emoções e o livro conta todo esse processo. Também pensei muito em um trend do tiktok que é o <strong>polvo feliz x triste</strong> (foto), também bacana para expressarmos nossas emoções quando é difícil verbalizá-las… Irei levá-lo nas turmas do 6º ano essa semana, depois conto como foi. Além, claro, do filme Divertidamente! Fantástico em todos os aspectos.</div><div>Sobre as emoções na sala de aula, sinto muito a insegurança e vergonha por parte dos alunos mais velhos (8º ano para frente)… essas relacionadas ao medo. E, antes disso, com os pequenos, vejo muita euforia, ligada à alegria, e certa dificuldade de entender o que sentem. Nem podemos julgar, né? Até hoje não sei lidar direito com as minhas kkkkk, já que são complexas e difíceis de serem definidas, como o artigo traz. Além do fato, como os autores colocam, que professores (e alunos, eu adiciono) vivenciam tanto emoções positivas quanto negativas, o que é importante para o nosso crescimento. Também, com a leitura, percebi o quanto é necessário um apoio psicológico, uma “manutenção” da nossa saúde mental… já que MUITAS vezes somos esponjas e acabamos absorvendo coisas que nos consomem demais… Ansiosa pelas discussões de amanhã =)&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 16:14:05 UTC</pubDate>
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         <title>O monstro das cores</title>
         <author>cardosobcamila</author>
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         <pubDate>2021-06-15 16:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>Feliz x Triste</title>
         <author>cardosobcamila</author>
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         <pubDate>2021-06-15 16:19:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinamacedo4</author>
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         <pubDate>2021-06-15 17:23:52 UTC</pubDate>
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         <title>Oiee  =)</title>
         <author>vivianeteixeira458</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w97x4cdu65owqhn2/wish/1608392276</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalhar com emoções em sala de aula é de fato um turbilhão de sentimentos. Em um momento o professor pode sentir medo de ser julgado por um outro colega de trabalho, assim, como o aluno pode ter medo não conseguir fazer determinada atividade e se sentir ridicularizado pela turma. Mas, em uma sala de aula também tem alegria, raiva e como professora sempre tento mostrar aos alunos que é normal reagir a diversas situações e que não podemos deixar as emoções nos engolir.&nbsp;</div><div>Muito interessante esse tema, pois fiquei responsável por organizar um sábado letivo, cujo assunto será “emoções”, e logo que me designaram essa tarefa já pensei em trabalhar o filme “Divertida Mente”, que consegue abordar muito bem a complexidade dos sentimentos de forma lúdica e explicativa. Tenho certeza que na aula de amanhã vou aprender ainda mais sobre assunto e poder planejar um sábado letivo muito interessante para os meus alunos.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 19:56:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cynthyapaula</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi, pessoal! Peço desculpas por estar postando aqui já um pouquinho tarde.&nbsp;<br>Primeiro, compartilho que amo o filme Divertidamente e sempre dou um jeitinho de falar sobre ele com meus alunos. :D Pensando nas emoções citadas no vídeo, percebo também o medo muito presente em minha prática quando me preocupo excessivamente com a impressão dos alunos sobre os materiais, assuntos, exercícios... é algo que me leva a me policiar bastante me tornando um pouco perfeccionista assim como Raquel. Algumas vezes, já experienciei a tristeza após alguma aula que no meu ver não foi muito legal ou envolveu algum imprevisto. Porém, a felicidade está sempre presente também quando consigo me conectar aos alunos compartilhando minhas experiências e tendo a chance de ouvir as suas, isso é algo que me encanta muito nas aulas particulares e me sinto bastante animada na grande maioria das aulas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 02:00:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olá, pessoal! Adorei a escolha do filme, é uma animação que nos permite muitas reflexões!                      Eu, com relação às emoções destacadas no filme, no vídeo e nas perguntas, assim como os colegas relataram, também percebo o medo como o sentimento predominante. Concordando com o que o Weslen disse, na sala de aula de língua estrangeira, o medo é realmente um sentimento palpável e que acaba por desencadear outros sentimentos como tristeza, frustação, ansiedade...     Em minhas aulas tento tornar esse ambiente o mais tranquilo e acolhedor possível, mostrando para os alunos que estamos construindo o conhecimento, que eu, como professor, não sei tudo e que ninguém sabe tudo de nada... (diminuo, assim, o medo de ter que dominar todo o conhecimento). Busco fazer minhas correções de forma a não os inibir, e tento tornar as aulas atrativas, divertidas (aí entra o sentimento de alegria) em um espaço de troca e liberdade, estabelecendo uma relação de confiança com e entre os alunos.                       Ainda assim, o medo é um sentimento do qual não consigo me libertar. Tanto na posição de professor como na posição de aluno, esse sentimento é recorrente e se destaca sobre os outros. Sempre há expectativas para corresponder, medo dos julgamentos e busca por aceitação... </title>
         <author>matheusfigueira</author>
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         <pubDate>2021-06-16 04:06:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&lt;3 </title>
         <author>carolinaneves</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w97x4cdu65owqhn2/wish/1613018141</link>
         <description><![CDATA[<div>Vindo aqui depois... e agora com mais emoção depois da aula maravilhosa!!!!<br><br>Acho que no meu percurso como prof eu senti todas as emoções possíveis...mas, a que mais se destaca é a ansiedade!!!! vão gostar? vai ser legal? vão aprender? estou dando o melhor de mim? vou acordar bem amanhã? vou dar conta?.... tantas interrogações!!!!&nbsp;<br>Também já passei o filme divertida mente para os meus alunos, foi a aula em que mais trabalhei as emoções com eles....os outros momentos que marcaram as emoções foram as meditações ao início da aula. Descobri o lado humano daqueles alunos e me enchi de emoções...<br><br>Acho que é importante se permitir sentir tudo... tristeza, raiva, ansiedade, alegria, frustração... mas, sem deixar que isso faça com que a gente duvide de nós!!!! usá-las para melhorar, para usar de aprendizagem, para crescer, evoluir... o sentir nos faz humanos, e professor é a profissão mais humana que eu conheço &lt;3 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 20:26:41 UTC</pubDate>
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