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      <title>Pedagogia amorosa  by Elecíntia Vieira</title>
      <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49</link>
      <description>(emotion of love in language teaching)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-07 16:41:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-01 17:09:22 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Olá, pessoal, tudo bem? Para esta semana, por favor, escolha UM dos temas abaixo para escrever a respeito: a) Como você se sente ao ouvir/ler a respeito do amor na educação (ou pedagogia amorosa)? b) Você acredita que o amor pedagógico faz parte dos processos de ensinar e aprender línguas? Como? c) Destaques: o que mais se identificou (ou não) no texto que leu; relação com suas experiências.</title>
         <author>elecintiamv</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 16:57:01 UTC</pubDate>
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         <title>What&#39;s love got to do with it?</title>
         <author>cardosobcamila</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tanto o clássico “professor tem que trabalhar por amor”, discutido no seminário de Raquel e Weslen, quanto a disciplina e a leitura de "What’s love got to do with it?” me fizeram refletir mais e mais sobre a aplicação e compreensão da palavra amor no ensino. Admito, e já compartilhei&nbsp; com vocês, o meu “medo” e receio (que parece ser comum, de acordo com os dados apresentados por Barcelos e Coelho, 2016) de se falar de amor em sala de aula. Justificado talvez por construções sociais e, de fato, o sequestro linguístico do termo ao longo de nossa história… mas, conforme já havíamos discutido em sala, e que o artigo frisa,&nbsp; é importante que saibamos o que o amor não é (p. 132), como os mitos de que o afeto excluiria a capacidade acadêmica, e a ideia de que prejudicaria, de certa forma, o profissionalismo. Os potenciais significativos do termo, apresentados a partir da p. 133 (tradução minha), a saber amor como uma paixão pelo ensino, amor atento, amor como uma responsabilidade amorosa, amor como liberdade e crescimento, a biologia do amor, e o amor como ressonância positiva, foram, para mim, um bom balde de água fria kkkk considerando que, eu mesma, tinha a crença de que o amor e sua aceitação teriam efeitos negativos na imagem de ser professor e que isso poderia refletir ainda mais nas mazelas da profissão. De maneira geral, passo a acreditar (e aceitar?) que o amor, assim como as outras emoções, constituem os processos de ensinar e compreender línguas… e, apesar do que diversas políticas socioeconômicas tentaram fazer ao longo do tempo (modificando, com claros interesses, a compreensão de amor), ele é parte da nossa essência humana e de nossa vida cotidiana (BARCELOS; COELHO, 2016, p. 131).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 14:22:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cardosobcamila</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sempre lembro desse perfil quando penso no tema... é lindo, e retrata de forma mais linda ainda, como é a nossa a profissão =) inclusive colocando as coisas boas e difíceis...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 14:24:12 UTC</pubDate>
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         <title>O texto “Language learning and teaching: what’s love got to do with it?” já começa com um título instigante: “O que o amor tem a ver com isso?” E isso ainda parece ser um tabu na escola, na sala de aula... falar de emoções e, principalmente, sobre o amor, ainda é visto com estranhamento por muitos, assim como a frase “ser professor por amor”. Entendo que a circunstância dessa frase é realmente algo a se discutir porque, mesmo amando a profissão, não devo esquecer dos meus direitos e lutar por eles, mas ainda há muitos professores que pensam que é importante o respeito aos alunos, mas que o amor aos alunos não é necessário, e isso podemos ver com a leitura dos textos. Concordo com as autoras Barcelos e Coelho (2016), quando afirmam que o amor é umas das emoções mais importantes que os professores podem cultivar e que entender sobre o amor no ensino e aprendizagem de línguas nos permite ver o que há de melhor em nossos alunos e em nós mesmos, o que pode promover uma sensação de bem-estar nos professores e também nos alunos. Segundo as autoras, “o amor é a base de nossas vidas e a essência do que nos torna humanos. Assim, a aprendizagem não pode ser separada do amor.” (BARCELOS, COELHO, p. 132) Esse texto não só mudou o rumo da minha pesquisa (para melhor!), pois sou imensamente feliz por pesquisar sobre o amor no ensino e aprendizagem de línguas, como também mudou minha vida... Saber mais sobre o amor e seus benefícios na sala de aula tem me ajudado a me tornar uma professora melhor a cada dia. Amei essas perguntas que as autoras citam em seu texto, para os professores se perguntarem quando as coisas ficam difíceis na sala de aula: “• O que o amor faria agora? • Como posso trazer mais amor ao que faço? • Como posso ensinar com mais amor? • Como posso ver meus alunos com olhos mais amorosos?” (p. 141) E acredito que todos nós deveríamos nos fazer essas perguntas, em sala de aula, na hora de prepararmos nossas aulas... e na vida, em geral. “What would love do now? (O que o amor faria agora?)” ❤️</title>
         <author>elecintiamv</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49/wish/1810944543</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 14:29:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>De acordo com Paulo Freire, o ensino deve estar relacionado à amorosidade, ao respeito à curiosidade do aluno e suas experiências... o que inclui a rigorosidade ética, diálogo, preocupação com a consciência crítica do aluno...  Para Freire, a educação é um ato de amor... 🥰</title>
         <author>elecintiamv</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49/wish/1810957035</link>
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         <pubDate>2021-10-12 14:32:58 UTC</pubDate>
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         <title>😍</title>
         <author>elecintiamv</author>
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         <pubDate>2021-10-12 14:35:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>elecintiamv</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49/wish/1810999229</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 14:44:20 UTC</pubDate>
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         <title>Deparei-me com essa publicação no Instagram, em que o Professora &quot;por amor&quot; é riscado, mas é preciso ler a legenda para melhor compreensão:</title>
         <author>elecintiamv</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49/wish/1811016469</link>
         <description><![CDATA[<div>WHO RUN THE WORLD?🔥<br><br>Sexta é dia das professoras e eu tenho pensado sobre quantas coisas já ouvi sobre a nossa profissão.<br><br>“Você deve amar muito o que faz para aguentar o salário baixo!”<br><br>“Você nasceu pra ser professora! Desde criança eu já percebia o dom.”<br><br>“Você queria Letras mesmo?”<br><br>Enquanto você acreditar e repetir essas falas, vai continuar:<br>❌sentindo vergonha de cobrar pelo seu trabalho;<br>❌dando 1000 justificativas para o valor da hora-aula;<br>❌ achando que professora ganha pouco mesmo e tá tudo bem.<br><br>E é exatamente isso que eles querem!!<br><br>Eu não nasci professora, eu escolhi a profissão e me preparei muito para ocupar esse lugar. A verdade é que eu amo sim o que eu faço, mas o amor não é suficiente. Ser professor não é caridade; é estudo, preparação, responsabilidade e muito trabalho.<br><br>Ser professora requer, entre várias outras coisas, conhecimento teórico sobre a área de atuação e sobre os diferentes aspectos do ensino e da aprendizagem e capacidade de associar essas diversas teorias com a prática no fazer docente.📚<br><br>Ao assumir que apenas o amor/dom é suficiente para o ensino, estamos limitando a visão do que é ser uma professora.🤷<br><br>A preparação de professoras para o mercado de trabalho devia ter como base não o amor ou o dom, mas o exercício das funções ética, social, política e econômica da profissão docente.<br><br>Uma vez que você entende isso, você se sente livre para cobrar e receber aquilo que você merece!! ⭐</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 14:48:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hello! </title>
         <author>cynthyapaula</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi, pessoal! Primeiro, peço desculpas por não ter conseguido postar aqui antes. :(&nbsp;<br><br>Bem, pude ler o texto "Language Learning and Teaching: What's Love Got to do With It?" e foi uma leitura muito legal!&nbsp;<br><br>Primeiro, o texto trás alguns mitos sobre o amor em relação ao ensino como:<br>1. O amor está em oposição ao conhecimento acadêmico e seriedade;&nbsp;<br>2. Emoções impedem o profissionalismo.&nbsp;<br><br>Com essa leitura, pude refletir que amar ser professora:<br>- Significa star atenta às potencialidades e limitações de cada estudante;&nbsp;<br>- Ouvir meus alunos buscando construir um espaço seguro para que possam interagir e aprender;<br>- Significa trabalhar com compromisso, responsalidade, respeito buscando constantemente por novos conhecimentos;&nbsp;<br>- Tem ligação com o amor pela aprendizagem que busco compartilhar com os alunos.&nbsp;<br><br>Eu me identifiquei muito com esse trecho:&nbsp;<br>"Noddings (1999) argumenta que relações de cuidado são a base para uma pedagogia bem sucedida. Essas relações de cuidado e confiança nos ajudam a ouvir nossos estudantes e isso irá ajudá-los a aceitar o que os professores buscam ensinar e também os ajuda a perceber os esforços dos professores como um trabalho cooperativo. Além disso, ao conhecer os alunos pelo diálogo, os professores colhem informações importantes que podem usar para basear suas aulas de acordo com as necessidades dos estudantes." (p. 132)&nbsp;<br>Foi muito legal ler esse trecho porque é muito o que tento fazer com meus alunos! Tento criar um ambiente no qual se sintam confortáveis e busco conhecê-los e ouvi-los sempre compartilhando também coisas sobre mim em alguns momentos. Acredito que dessa forma conseguimos criar uma conexão muito legal que favorece a aprendizagem e torna possível para mim perceber suas necessidades e interesses para o planejamento das aulas.&nbsp;<br><br>Fez sentido? :)&nbsp;<br><br>Me lembrei também desse post de Gabriela sobre o discurso de ser professor por amor, achei ótima a iniciativa dela de postar sobre isso no Instagram. Pretendo respostar em minha página também, muito importante! &nbsp;<br>https://www.instagram.com/p/CU5TXUrLN8e/ <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/CU5TXUrLN8e/" />
         <pubDate>2021-10-13 00:22:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Care, concern, compassion, respect, empathy, openness of heart, dialogue, attunement = the various forms of LOVE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49/wish/1812767491</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu li o texto ‘what’s love got to do with it? E amei 😍!&nbsp; O título é muito interessante e&nbsp; uma viagem no tempo pra quem gosta da Tina Turner, como eu. Que genial!<br>Achei muito bem colocado dividir as definições de ‘amor’ em 1) a paixão pelo ensino, 2) o amor ‘atento’, 3) o amor como responsabilidade amorosa, 4) o amor como liberdade e crescimento, 5) a biologia do amor e 6) o amor como ressonância positiva. Concordo que os entendimentos sobre o amor no ato de ensinar são diversos, mas o ponto central é estar aberto para compreender e aceitar o aluno como ele é. Deixar ele livre e à vontade no ambiente de aprendizagem para que seus pintos fortes sejam aflorados e que possa existir a troca de afeto, experiências e aprendizagem.<br>Aceitar e respeitar o outro, compreender que os erros são parte do processo de crescimento e aprendizagem e deixar o aluno livre para tentar e errar e crescer a partir das experiências é maravilhoso. Parece muito fácil e simples, mas não é. Parece que acontece em todo ambiente de aprendizagem, mas infelizmente não acontece. Vemos muito isso na escola, no ensino superior e na pós graduação, os estudantes têm medo de errar, medo de se expor, medo da reação dos professores e do julgamento dos colegas. E como esperar um ambiente de aprendizagem saudável entre estudantes quando o professor&nbsp; não promove esse ambiente?<br>Acho maravilhosa a citação de Freire (1979), inclusive digo isso pros meus alunos, se o professor não gosta de seres humanos incompletos, não pode ser educador. Se não tem interesse nos alunos, não tem paciência, não tem empatia, não pode ser professor.<br>Durante minha experiência como professora vi muitos professores e colegas acharem que ‘ser amoroso’ é ser mole, é facilitar pro aluno, é ser menos profissional, representando os mitos apontados no texto. Acredito que seja fundamental trazer essas discussões para a formação de professores e insistir no ‘amor’ e na importância de trazer mais amorosidade para a sala de aula.<br>🥰❤️😘😍&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 03:38:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 03:59:35 UTC</pubDate>
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         <title>Por que eu (não) posso ser uma professora que ama? (Amanda)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49/wish/1813487050</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante muito tempo, essa questão me inquietou, me incomodou, me confundiu…&nbsp;</div><div><br></div><div>Hoje, sinto-me um pouco mais confortada de estar encontrando, através do mestrado, teorias capazes de suportar a minha resposta.&nbsp;</div><div><br></div><div>Somos seres que amam por essência. De acordo com Maturana, somos humanos porque amamos. E, se amamos, somos capazes de construir pontes interativas que levam ao conhecimento pleno. Sem amor, não conseguimos motivar, engajar e dinamizar os processos de ensino-aprendizagem, pois freamos a nossa essência e a essência do outro.&nbsp;</div><div><br></div><div>Para Freire, a amorosidade torna o aprendizado significativo, quando nos permite chegar ao aluno, considerando alternativas para suas necessidades imediatas.&nbsp;</div><div><br></div><div>Esses dois pontos de vista, destacados por Barcelos e Coelho - dentre outros- foram os que, para mim, resumiram o propósito de uma Pedagogia Amorosa: considerar a humanidade - do aluno e do professor - que transitam em uma sala de aula, para além do conteúdo. Visualizo essa teoria de forma bem clara, a partir de um exemplo da minha prática: Certa vez, uma aluna me disse que gostava das minhas aulas, pois eu a tratava como gente. Mas, pensei eu: "não deveriam todos (os professores, nesse caso) tratá-la como gente?" E, hoje, entendo melhor a partir dos mitos ressaltados pelas autoras do texto "Language learning and teaching: What's love got to do with it?" que, durante muito tempo, transitamos (e ainda seguimos) por um sistema educacional que considerava o amor (tratamento digno de gente) o caminho inverso de uma técnica promissora e eficiente. Como já dito em aulas anteriores da disciplina, sofremos o impacto, diariamente, da descaracterização da palavra amor no sistema educacional.&nbsp;</div><div><br></div><div>Um outro exemplo, parte do que ouvi de uma prima, mãe de dois filhos ingressos no Ensino Fundamental - Anos Iniciais. Ela disse que&nbsp; a professora dos meninos foi espetacular durante a pandemia - conseguiu manter a turma engajada, dinâmica, disposta e no ritmo. Enquanto a professora dos sobrinhos, não conseguiu manter a disciplina, dispersou os alunos, não encontrou dinâmicas de envolvimento, propiciou um ano estressante para a toda a classe… E ao fim desse relato, sem conhecimentos de teorias pedagógicas, ela me disse: "É aí que a gente vê a diferença do trabalho de um professor que ama o que faz, né..."&nbsp;</div><div>Hoje, responderia a ela com um pouco mais de propriedade dizendo que sim, sem dúvida alguma! O trabalho da primeira professora foi diferenciado, pois ela realmente entendeu o sentido do amor pedagógico - não utópico e descredibilizante, mas libertador e empático. Seus alunos melhor conheceram, pois mais se sentiram amados. O percurso entre a linguagem e a cognição - como propõe Maturana- foi fluido, sem barreiras.&nbsp;</div><div><br></div><div>Por aqui, finalizo minha reflexão, dizendo que sou grata e feliz por ser uma professora que ama. E sou ainda mais grata, por no futuro, poder formar professores que sejam motivados a amar, a partir de uma teoria que confronte o sistema e mostre que é possível aprender, sem distanciar-se de SER. ❤️</div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 10:17:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Oie! :)  Viviane</title>
         <author>vivianeteixeira4</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49/wish/1813553239</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto “Revolutionary Love and Peace in the Construction of an English Teacher’s Professional Identity”, Barcelos, percebi ainda mais a importância do amor no processo de ensino aprendizagem e em como ele interfere positivamente no crescimento pessoal e intelectual do aluno.&nbsp;</div><div>“A educação é um ato de amor porque o amor é uma prática que é inerente à atividade de lidar com seres humanos” Freire (1996).&nbsp; Essa frase me fez refletir na relevância de inserir o amor na pratica pedagógica, durante muito tempo me via um pouco perdida se estava no caminho certo ao seguir uma pedagogia amorosa na minha pratica docente, pois sempre escutava de colegas de trabalho que um professor não deveria ser amoroso que ele estava ali para ensinar uma disciplina e não se preocupar com seus alunos. &nbsp;</div><div>Porém, sempre segui minha verdade e tentei fazer o meu melhor inserindo o amor na minha sala de aula, mesmo sabendo que aquilo poderia ser criticado por meus colegas. Acredito que um professor amoroso não seja sinônimo de falta de disciplina ou falta de profissionalismo, pelo contrário significa ter cuidado, empatia e respeito pelo outro. Muito feliz em poder cursar essa disciplina e entender que de fato estou no caminho certo. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 10:57:39 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões - Bruna</title>
         <author>brunaksouza</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/w8y8c55sblu55l49/wish/1897860079</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi o tema "como você se sente ao ouvir/ler a respeito do amor na educação (ou pedagogia amorosa?" .<br><br>A primeira coisa que gostaria de destacar é que eu não conhecia a pedagogia amorosa antes das aulas de mestrado. Contudo, sempre me considerei uma professora amorosa porque reconhecia a importância de usar o amor na minha profissão. Quando era aluna da educação básica, sentia que eu aprendia melhor as disciplinas ministradas por professores que eram mais atenciosos e carinhosos. Por essa razão, quando comecei a atuar como docente, decidi que iria tentar me inspirar nas qualidades que eu tinha observado nos meus antigos professores. E a principal qualidade era justamente o posicionamento amoroso. Uma das sensações que senti ao ler sobre o tema foi a ideia de haver uma base teórica para ideias que eu já considerava verdadeiras. Foi como se percebesse a presença de uma "legitimação", pois muitos profissionais não enxergam com bons olhos a atuação baseada no amor. Além disso, esse assunto parece não ser compreendido por muitos como relevante e/ou científico. Logo, a leitura de um referencial teórico sobre o tema valoriza muito a aplicação desse conceitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 19:53:13 UTC</pubDate>
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