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      <title>Semana de 22- Importância e legado artístico e cultura by Giulia Freitas</title>
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      <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[<div>TRABALHO DIGITAL&nbsp;<br>ANA CLARA AGOSTINELLI 01<br>GIULIA FREITAS 08<br>JÉSSICA MIGLIORINI 13<br>JULIA POLITO 17<br>SAFIRA CHINATO 27</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>Di Cavalcanti “Samba” (1925)</title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Samba é o nome dessa pintura de 1925. Foi nesse ano que Di Cavalcanti retorna de uma estadia na Europa, onde morou por 2 anos e teve contato com grandes nomes das vanguardas artísticas, como Picasso, Georges Braque, Léger e Matisse.<br>Assim, é possível notar nessa obra características modernas marcantes como a profusão de cores e o uso de formas cilíndricas para construir os corpos dos personagens.<br>Entretanto, como era próprio dos modernistas brasileiros, o artista faz aqui uma mescla dessas referências com a realidade de nosso povo, explorando o samba, a sensualidade da mulher e a boemia.</div>]]></description>
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         <title>Ismael Nery &quot;Namorados&quot;</title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Lasar segall&quot;A família enferma&quot;</title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Família Enferma é uma presentificação pictórica, o registro de um grupo de pessoas, que têm algo em comum. ... Predominam linhas retas e angulosas, a situação é tortuosa, longe da desejável, daquela que se supunha ser apreciável para uma família da década de 1920.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>-Victor Brecheret “A portadora de perfume”</title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Pinacoteca do Estado possui, em seu acervo, duas versões da escultura "A Portadora de Perfume" (ou "A carregadora de perfume"), de Victor Brechert: uma em gesso dourado, adquirida em 1927 e outra em bronze, adquirida em 1998. A primeira foi doação de Victor Brecheret e a segunda, uma doação com Protocolo de Intenções entre a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu Nacional de Belas Artes, o Banco Safra e Sandra Brecheret Pellegrin</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>-Tarcila do Amaral&quot;O abaporu&quot;</title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O impulso para a criação desse movimento foi justamente o quadro Abaporu que, como dito anteriormente, tem como significado "homem que come gente". Essa vertente da arte convidava os artistas a produzirem trabalhos com um viés voltado para a cultura do país, mesmo que com influências das vanguardas europeias</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>-Cícero Dias  “Eu vi o mundo”</title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[<div>É realidade interior do homem, transitando entre o real e o imaginário. Também demonstrou, nesse momento, preocupações comuns ao surrealismo, com distorções que indicaram um deslocamento em direção ao mundo o inconsciente e do sonho. II – fase (1936-1960): experiências entre a figuração e a abstração.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Semana de 22 ocorreu diante de um cenário repleto de tensões políticas, sociais e econômicas, durante o período da&nbsp; República Velha, na qual era controlada pelas oligarquias cafeeiras e pela política que ficou conhecida como Café com Leite.<br><br>Além disso, nessa época era comum que pessoas com maior poder aquisitivo fossem estudar na Europa, e isso aconteceu com nomes brasileiros conhecidos como Oswald de Andrade e Anita Malfatti. Ambos trouxeram ao Brasil uma nova concepção de arte, influenciando assim, para a criação do evento da Semana de Arte Moderna.<br><br>Há 99 anos, acontecia o marco do início do modernismo no Brasil. Um movimento que se tornou referência cultural do século XX: a Semana de Arte Moderna de 1922.&nbsp;<br><br>Também chamada de Semana de 22, a Semana de Arte Moderna ocorreu em São Paulo, entre os dias 11 e 18 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal da cidade. O ano não foi escolhido por acaso: intuía comemorar o centenário da independência brasileira, e marcar a nova era de independência artística no país.<br><br>Destaca-se como um dos organizadores da Semana de Arte Moderna, o intelectual Rubens Borba de Moraes que, por estar doente à época, não participou do evento. Rubens Borba de Moraes foi um bibliotecário, bibliógrafo, bibliófilo, historiador e pesquisador brasileiro, um dos pioneiros da Biblioteconomia no país.<br><br>A Biblioteca Acervos Especiais da Universidade de Fortaleza possui no seu acervo obras relacionadas aos artistas que compõem o modernismo brasileiro. Faz parte da coleção: exemplares assinados, primeiras edições e álbuns com ilustrações originais de Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Cândido Portinari.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>Artistas e textos da semana da arte moderna de 22</title>
         <author>estrelaklemon</author>
         <link>https://padlet.com/estrelaklemon/w8tlxm19q9xojx60/wish/2224727807</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Além da composição de “Os Sapos”, Manuel bandeira fez diversos outros poemas, entre eles o “Poética”, no qual ele expõe suas visões e experiências, criticando o tradicionalismo brasileiro, sendo considerado um limitante da criatividade, dessa forma o autor defende vários dos princípios do modernismo, entre eles a liberdade e a experimentação. <br><br><strong>Poética (1922)</strong><br>Estou farto do lirismo comedido.<br>Do lirismo bem comportado. <br>Do lirismo funcionário público com livro de ponto espediente protocolo e manifestações de apreço ao sr. diretor.<br>Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo.<br>Abaixo os puristas.<br>Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais<br>Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção<br>Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis<br>Estou farto do lirismo namorador<br>Político<br>Raquítico<br>Sifilítico<br>De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.<br>De resto não é lirismo<br>Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de agradar &amp; agraves mulheres, etc.<br>Quero antes o lirismo dos loucos<br>O lirismo dos bêbados<br>O lirismo difícil e pungente dos bêbados<br>O lirismo dos clowns de Shakespeare.<br>- Não quero saber do lirismo que não é libertação. <br><br><br><strong>Moça Linda Bem Tratada (1922)</strong><br>Moça linda bem tratada,<br>Três séculos de família,<br>Burra como uma porta:<br>Um amor.<br>Grã-fino do despudor,<br>Esporte, ignorância e sexo,<br>Burro como uma porta:<br>Um coió.<br>Mulher gordaça, filó,<br>De ouro por todos os poros<br>Burra como uma porta:<br>Paciência...<br>Plutocrata sem consciência,<br>Nada porta, terremoto<br>Que a porta de pobre arromba:<br>Uma bomba.<br><br>Escrito por Mário Andrade o poema é um retrato satírico da alta sociedade brasileira, através do humor, o texto fala sobre os defeitos da população naquela época.<br>Mário descreve que embora a aparência bem cuidada, cheia de riquezas e luxos, estes indivíduos eram considerados burros e superficiais. Na última estrofe ele afirma que o indivíduo “plutocrata”, ou seja, o rico que explora o pobre, pode não ser burro mas é perigoso.<br><br><strong>Motivo (1963)</strong><br>Eu canto porque o instante existe<br>e a minha vida está completa.<br>Não sou alegre nem sou triste:<br>sou poeta.<br>Irmão das coisas fugidias,<br>não sinto gozo nem tormento.<br>Atravesso noites e dias<br>no vento.<br>Se desmorono ou se edifico,<br>se permaneço ou me desfaço,<br>— não sei, não sei. Não sei se fico<br>ou passo.<br>Sei que canto. E a canção é tudo.<br>Tem sangue eterno a asa ritmada.<br>E um dia sei que estarei mudo:<br>— mais nada.<br><br>Cecília Meireles foi uma poeta modernista que ingressou na segunda fase do movimento, no poema “Motivo” ela deixa claro sua relação com o trabalho poético, mostrando suas emoções confusas, sua forma de lidar com o mundo e com oque será deixado no final, ou seja, na sua partida.<br><br><br><strong>Solidariedade (1941)</strong><br>Sou ligado pela herança do espírito e do sangue<br>Ao mártir, ao assassino, ao anarquista.<br>Sou ligado<br>Aos casais na terra e no ar,<br>Ao vendeiro da esquina,<br>Ao padre, ao mendigo, à mulher da vida,<br>Ao mecânico, ao poeta, ao soldado,<br>Ao santo e ao demônio,<br>Construídos à minha imagem e semelhança.<br><br>Fazendo parte da segunda fase do movimento modernista, Murilo Mendes foi uma figura de grande relevância na vanguarda nacional. <br>Sendo inspirado nos surrealistas, o poeta escreveu sobre diversos temas, indo de religião até humor. Defensor da liberdade poética e política, Murilo no seu poema “Solidariedade” reflete sobre a humanidade é sobre enxergar além do que nos separa, relembrando que independente das diferenças somos todos iguais, feitos da mesma matéria. <br>Assim ele questiona as tradições, estabelecidas em função do poder e dinheiro.<br><br><strong>Canto de regresso à pátria (1925)</strong><br>Minha terra tem palmares<br>Onde gorjeia o mar<br>Os passarinhos daqui<br>Não cantam como os de lá<br>Minha terra tem mais rosas<br>E quase que mais amores<br>Minha terra tem mais ouro<br>Minha terra tem mais terra<br>Ouro terra amor e rosas<br>Eu quero tudo de lá<br>Não permita Deus que eu morra<br>Sem que volte para lá<br>Não permita Deus que eu morra<br>Sem que volte pra São Paulo<br>Sem que veja a Rua 15<br>E o progresso de São Paulo.<br><br>Composto por Oswald de Andrade, um dos nomes mais famosos do modernismo brasileiro, o poema “Canto de Regresso a pátria” faz uma citação aos versos de Gonçalves Dias na “Canção do Exílio” (1847).<br>Dessa forma o elogio feito pelo poeta que estava em Portugal quase um século antes, é recuperado por Oswald e adaptado a realidade moderna. Portanto ele elogia a pátria mas dando foco para São Paulo e para o progresso dos centros urbanos.<br><br><strong>Mãos Dadas (1940)</strong><br>Não serei o poeta de um mundo caduco.<br>Também não cantarei o mundo futuro.<br>Estou preso à vida e olho meus companheiros<br>Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.<br>Entre eles, considere a enorme realidade.<br>O presente é tão grande, não nos afastemos.<br>Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.<br>Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.<br>não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela.<br>não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida.<br>não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.<br>O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,<br>a vida presente.<br><br>Como modernista da segunda geração, Carlos Drummond de Andrade tinha olhares muito atentos a questões sociopolíticas da época. No poema “Mãos Dadas” ele recusa a tradição, afirmando não querer ficar preso no passado, mas também não querendo viver no futuro, assim nesse poema ele ressalta a importância de viver o “agora”, ou seja, o presente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>artistas ligados ao contexto da Semana de 22 que estão expostos na Pinacoteca do Estado e na área complementar localizada no MASP.</title>
         <author>estrelaklemon</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;A Pinacoteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, celebra os 100 anos da Semana de Arte Moderna com a mostra Modernismo. Exposição ficará em cartaz até 31 de dezembro de 2022 no edifício Luz.<br>&nbsp;É composta por mais de 134&nbsp;trabalhos de autoria de artistas ligados ao modernismo, que estarão identificados com selo especial. Dentre as obras, a pintura Amigos, de Di Cavalcanti&nbsp; que estava presente na exposição histórica da Semana de 1922 que aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo. Também terá:&nbsp; Antropofagia, Tarsila do Amaral (sala 6); Auto-retrato, Victor Brecheret (sala1); Bananal, &nbsp;Lasar Segall (sala 19); Casal na varanda, Cícero Dias (sala 16); Dois Irmãos, Ismael Nery (sala 15); Portadora de Perfume, de Victor&nbsp;Brecheret (átrio de esculturas); Retrato Gofredo Silva Telles, Lasar Segalli (sala 16); São Paulo, Tarsila do Amaral (sala 10).<br>Exposição Modernismo. Destaques do acervo faz parte da programação da Agenda Tarsila, iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo que reúne eventos comemorativos, conteúdos inéditos com informações, história, curiosidades e entrevistas sobre a Semana de Arte Moderna de 1922, considerada um dos marcos mais importantes da cultura brasileira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>Semana da arte moderna </title>
         <author>estrelaklemon</author>
         <link>https://padlet.com/estrelaklemon/w8tlxm19q9xojx60/wish/2224727809</link>
         <description><![CDATA[<div>A Pinacoteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, celebra os 100 anos da Semana de Arte Moderna com a mostra <strong><em>Modernismo. Destaques do acervo.</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:24:11 UTC</pubDate>
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