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      <title>Antropologia e Educação: origens de um diálogo  by Anne Karine</title>
      <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h</link>
      <description>(Neusa Maria Mendes de Gusmão) </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-12 20:01:09 UTC</pubDate>
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         <title>O que é alteridade? </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2786356902</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 20:57:00 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Lidando com as diferenças </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2786360676</link>
         <description><![CDATA[<p>A antropologia e a educação têm se defrontado com universos raciais, étnicos, econômicos, sociais e de gênero, entre tantos outros, como desafios que limitam ou impedem que se atinjam metas, engendrando processos mais universalizantes e democráticos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 21:05:22 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Funcionalismo </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2786376117</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O <strong>funcionalismo</strong> teve forte influência no Brasil, primeiro via Gilberto Freyre, que estudou com Boas nos anos 30 e escreveu a obra "Casa grande e senzala". </p></li><li><p>Os estudos de comunidade realizados por pesquisadores americanos nos anos 40 foram inspiradores para o Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais. </p></li><li><p>Nos anos 50 e 60 houve uma influência no ideal da descolonização e a emergência de antigas colônias como nações independentes que eliminaram a distância estrutural entre sociedades. </p></li><li><p>Nesta segunda metade do século, não se trata mais de estudar o "outro", diferente, distante, e sua cultura. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 21:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Conflitos </title>
         <author>annekatone</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Os antropólogos têm dificuldade de ver a educação e não compreende que exista um algo antes dela existir. Sendo a <strong>educação</strong>, parte desse processo histórico. </p></li><li><p><strong>Campo de confrontação:</strong> Antropologia (ciência) / Educação (prática). </p></li><li><p>Os profissionais de ambos os lados se acusam/defendem com base em pré-noções, práticas reducionistas e muito desconhecimento.  </p></li><li><p>Esse diálogo foi visto como "novidade" nos anos 70, porém, é mais antigo do que se pensa. Passear pelo antigo é importante para reparar a história e superar estigmas.  <br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 22:03:23 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Campos</title>
         <author>annekatone</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Apesar dessa semelhança, existe uma "parede" entre a Antropologia e a Educação. </p></li><li><p>A educação não tem sido um dos campos privilegiados pela antropologia.</p></li><li><p>O conhecimento, como ciência, não nasce e morre dentro de um tempo determinado, senão que se alimenta do que existe antes dele e fornece alimento ao que lhe sucede, sem nunca deixar de existir como referência. 
<br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 22:23:04 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Cultura da infância e adolescência </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2786414875</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Pioneirismo no final do século XIX no qual a antropologia tentava compreender uma possível cultura da infância e da adolescência.</p></li><li><p><strong>Entre os anos 20 e 50:</strong> confrontos aos pensamentos de Freud e Piaget. </p></li><li><p><strong>Entre os anos 30 e 40:</strong> atuação importantíssima no vasto programa de reforma curricular promovido.</p></li><li><p>Referências comuns aos ouvidos do estudante de antropologia que certamente nunca são pronunciados nos corredores de uma faculdade de Educação.<br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 23:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Pedagogia da violência </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2787243433</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O modelo pedagógico ocidental iria nos conduzir a uma pedagogia da violência. A escola como valor não faz eco entre os estudantes, a indisciplina violenta, a evasão escolar, a exclusão social... </p></li><li><p>Historicamente, a nossa sociedade e a escola que lhe é própria não desenvolviam - e não desenvolvem - mecanismos democráticos, perante as diversidades social e cultural.</p><p>&nbsp;<br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 12:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Choque cultural </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2787277936</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O encontro de culturas (espanholas e indígenas) resultou, por exemplo, na conquista da América e foi uma surpresa. Ambas as partes, mergulharam nas suas tradições a fim de encontrarem indícios a respeito desse encontro. </p></li><li><p>Essa história nos ajuda a compreender o espanto entre povos e culturas distintas e percepção de um sobre o outro. Um olhar baseado no <strong>etnocentrismo</strong>. </p><p>&nbsp;<br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 12:34:35 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Relativismo cultural</title>
         <author>annekatone</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>A antropologia como ciência preocupa-se em superar o etnocentrismo e sua cultura própria do mundo que lhe dá origem (o mundo europeu) para poder conhecer a realidade do outro. </p></li><li><p>O mundo da cultura e seu movimento, pressupõe interesses diversos postos numa relação de alteridade (o eu e o outro em relação) mais que de diversidade (o eu e o outro). </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 13:53:51 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: A cultura </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2787424717</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>A cultura deve ser entendida como instrumento necessário para o homem viver, distinguir os mundo como o lugar do qual o homem constrói um saber a partir da socialização e aprendizagem e trata das diferentes formas de transmissão de conhecimento, habilidades, aspirações sociais e transmissão cultural através de gerações, conhecimentos, técnicas, tradições e valores. </p></li><li><p>A dominação política é determinada nas relações entre diferentes grupos revelando o colonialismo como negador da diversidade humana.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 14:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Diálogo do passado </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2787606542</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>As origens da antropologia e do fazer antropológico tem a ver com a expansão do mundo colonial que conduz o europeu a defrontar-se com outros povos e culturas.</p></li><li><p>O <strong>evolucionismo</strong> nasceu junto com a própria ciência antropológica. Inspirado pela biologia (ciências naturais), conduz a que se pensem as diferenças numa escala evolutiva que toma o europeu como modelo.</p></li><li><p>A concepção etnocêntrica de mundo vê o "outro" a partir de si e estabelece um fazer científico discriminatório e racista, que entende o branco, europeu e cristão como superior. </p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 16:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: O pensamento de Boas </title>
         <author>annekatone</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Franz Boas considera a ideia de que cada grupo e cultura têm uma história singular e a humanidade não seguiu um só caminho. Como história múltipla, elimina o viés do pensamento evolucionista etnocêntrico.</p></li><li><p>Boas investiu contra o evolucionismo possibilitando a crítica ao auto centrismo das sociedades humanas e suas instituições (como a escola ocidental). </p></li><li><p>Boas critica o sistema educativo americano pautado por uma ideologia na ideia de "liberdade" e práticas coercitivas que visa sujeitos sociais adequados ao sistema produtivo. </p></li><li><p>A escola não possibilita independência e autonomia dos sujeitos. Centrando-se num aluno modelo que desconsidera a diversidade da comunidade escolar, alimenta o desrespeito a diversidade social no "desenvolvimento" americano partindo de ideias evolucionistas. </p><p>&nbsp;</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 16:27:15 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Escolha cultural e discussões sobre a escola  </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2787681285</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><ul><li><p>Alguns antropólogos veem algo chamado de <strong>escolha cultural</strong>, que é o papel da cultura e das vivências no relativismo. São partes da sua discussão: as dificuldades de integração cultural em face da visão etnocêntrica da organização escolar; a questão da tarefa do educador perante as experiências pessoais e a questão dos valores de cada grupo. </p></li><li><p>Desse questão surge o <strong>funcionalismo</strong> nos anos 20/30 que baseava-se no fato de que as necessidades de um povo, da sociedade, cultura, respostas, formas de ser e pensar o mundo dependem de uma dinâmica social e cultural. </p></li><li><p>Na sociedade, o homem não apenas vive, mas questiona, cria sentidos, valores, mitos, artes e ideologias que ordenam sua compreensão de mundo. </p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 16:44:17 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia e Educação: Estudos de comunidade </title>
         <author>annekatone</author>
         <link>https://padlet.com/annekatone/w8j51omw6qc0qg4h/wish/2787757884</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>A cultura se torna central para a compreensão das práticas humanas, vistas como práticas significantes que distinguem o homem da natureza e que fundam diferentes sistemas de interpretação da vida. </p></li><li><p>Nesse processo, o antropólogo é aquele que faz a "teoria nativa", que estuda e busca explicá-la em seus próprios termos pela compreensão da especificidade de cada cultura como as partes que compõem a cultura em termos de um todo. </p></li><li><p>Esse estudo de pequena parte da sociedade são os chamados <strong>estudos de comunidade</strong>, que constituem uma perspectiva antropológica que pretende visualizar os âmbitos de pequenos grupos e reproduções dele como um objeto de conhecimento, de estudo. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 17:37:00 UTC</pubDate>
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