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      <title>Trabalho de filosofia  by Fernanda Wephysther</title>
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      <description>Fernanda, Yara, Vitória Luiza </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-21 19:54:41 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 1 . Principais argumentos </title>
         <author>wephyster</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunos cotistas saem da universidade com conhecimentos em ensino superior. Logo, a tendência é que eles voltem aos seus contextos de origem para lá, atuarem visando a melhoria social de sua comunidade.<br><br><br>Alunos cotistas ampliam os panoramas de pesquisadores em universidades. Isso porque os alunos cotistas apresentam um perfil e uma relação com o saber diferentes. Portanto, abrir espaço para esses alunos significa construir uma universidade mais plural e democrática, ou seja, uma universidade com uma abrangência de ideologias e perspectivas maiores.<br><br><br>Alunos cotistas se esforçam tanto, ou mais, do que alunos não-cotistas, por um comprometimento pessoal. Isso é, esses alunos recebem uma oportunidade que dificilmente teriam, se não fosse pelas cotas. Logo, alunos cotistas tendem a ter um desempenho melhor, inclusive em nível de produções acadêmicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 19:57:58 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 2. Dados estatísticos </title>
         <author>wephyster</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 19:59:24 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 3. Caso de sucesso com alunos cotista</title>
         <author>wephyster</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um estudante de arquivologia, Alex Haley tem 19 anos é um aluno cotista que se deu muito bem na vida. Ele entrou na universidade há pouco tempo por meio das cotas raciais. Morador de Cidade Satélite, Haley trabalhou como Menor Aprendiz no Banco Central e, dessa experiência, teve certeza que queria entrar no universo do ensino superior. Ele tem dúvidas se estaria no espaço universitário se não fosse pela política afirmativa. Ao contrário do que muitos pensam, não é porque Alex não estudou o suficiente, mas porque suas oportunidades são diferentes. “Eu não sei se teria como disputar com as outras pessoas no mesmo nível de igualdade. São criações e oportunidades muito diferentes, estudei em cursinho gratuito. As cotas me trouxeram para concorrer com quem estava igual a mim, alunos negros de escola pública. Agora, aqui dentro eu faço o curso ombro a ombro com todos”, disse o estudante. O estudante deixa escapar que se emociona ao pensar sobre como seria o futuro dele sem a política pública. “A universidade é uma coisa muito grande. Eu converso com alguns amigos e me pergunto se teria essa oportunidade sem a Lei de Cotas. A importância de eu estar aqui nesse espaço é a mesma importância das cotas na minha vida, entende?”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 20:01:14 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 4. Exemplo de país que adotaram cotas raciais </title>
         <author>wephyster</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Índia foi o primeiro país do mundo a adotar o sistema de cotas raciais, o que ocorreu já na década de 30. No país, o processo foi conduzido pelo líder dos Dalits, também conhecidos com intocáveis, a casta mais baixa e discriminada da Índia. A história está no livro Inclusão Étnica e Racial no Brasil – A questão das cotas no ensino superior, de José Jorge de Carvalho, professor de antropologia da Universidade de Brasília (UnB). O antropólogo foi o autor da proposta de cotas para negros e índios da UnB, primeira universidade federal brasileira a aprovar essa medida de inclusão, em 2003.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 20:02:09 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 5. Citações de especialistas  </title>
         <author>wephyster</author>
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         <description><![CDATA[<div>*Ricardo Lewandowski, relator*<br>"Justiça social mais que simplesmente distribuir riquezas significa distinguir, reconhecer e incorporar valores. Esse modelo de pensar revela a insuficiência da utilização exclusiva dos critérios sociais ou de baixa renda para promover inclusão, mostrando a necessidade de incorporar critérios étnicos."<br>*Luiz Fux, ministro do STF*<br>"A opressão racial dos anos da sociedade escravocrata brasileira deixou cicatrizes que se refletem na diferenciação dos afrodescendentes. [...] A injustiça do sistema é absolutamente intolerável."<br>*Cármen Lúcia, ministra do STF*<br>"As ações afirmativas não são as melhores opções. A melhor opção é ter uma sociedade na qual todo mundo seja livre par ser o que quiser. Isso [cota] é uma etapa, um processo, uma necessidade em uma sociedade onde isso não aconteceu naturalmente."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 20:02:54 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 6. Depoimento de alunos cotistas  </title>
         <author>wephyster</author>
         <link>https://padlet.com/wephyster/w6odxrccgyrktffc/wish/2629430900</link>
         <description><![CDATA[<div>Elen Souza<br>&nbsp;Eu era cotista. Isso aí é como se eu carregasse alguma placa em neon piscante dizendo que eu não pertencia àquele lugar. Desde o começo eu ouvi manifestações hostis de pessoas que diziam abertamente que eu não deveria estar ali, pelos seguintes motivos:<br>– Elas estudaram muito, pagaram 2, 3, 4 anos do cursinho mais caro da cidade justamente para terem mais chance.<br>– Um possível mau desempenho meu atrasaria a turma toda.<br>Mas no final, como sempre deu tudo certo. Criei um projeto, no qual estudei a vulnerabilidade da população negra e isso serviu de estopim pra tudo o que eu sou hoje. Apoiados pela Secretaria dos Direitos Humanos do Governo Federal, nós tivemos a chance de estudar a influência e as carências das populações negras das regiões em que vivíamos, e pudemos finalmente ter a noção do tanto de trabalho que ainda havia a ser feito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 20:03:42 UTC</pubDate>
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