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      <title>Movimentos e ciclos socioeconômicos by Lara Alves</title>
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      <description>Lara Laranjeira Alves
2ºA - Sesi José Carvalho</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-30 16:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>1500 - 1530</title>
         <author>laraalves7</author>
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         <description><![CDATA[<div>O ciclo do Pau-Brasil foi a primeira atividade de exploração do território brasileiro. O corante liberado pela planta era usado para tingir tecidos e a madeira para construção. Nessa etapa, ocorre a escravização de indígenas nativos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 17:04:24 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda metade do séc. XVI - Fim do séc. XVII</title>
         <author>laraalves7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Compreendido pelo ciclo da cana-de-açúcar, esse período aqueceu a economia da colônia graças a valorização do açúcar no mercado europeu. A atividade agrícola ficou concentrada na região Nordeste do país, principalmente nos estados da Bahia e Pernambuco. É nessa fase que começa a ser utilizada a mão-de-obra escrava africana e também se inicia o deslocamento da população do litoral nordestino em direção ao Sertão devido à pecuária extensiva, ajudando no povoamento do interior. Também é nesse período que se dá início ao chamado "Período Jesuítico", quando um grupo de padres jesuítas fundou a primeira escola elementar, tendo como objetivo a evangelização dos habitantes da colônia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 17:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Fim do séc. XVII - Séc. XVIII</title>
         <author>laraalves7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Representando o ápice da economia da colônia, o ciclo do ouro marcou esse período. Com a descoberta das primeiras minas, o Nordeste perde o foco e o centro das atenções vira a atual região Sudeste. A partir disso, surge uma área de repulsão (atual região Nordeste) e uma área de atração (atual região Sudeste), graças ao deslocamento da população do Nordeste e de São Paulo em direção à região das Minas Gerais. Após Marquês de Pombal, o então Primeiro-Ministro, expulsar os jesuítas de Portugal e de suas colônias, o único sistema de ensino existente no Brasil foi destruído. Dessa maneira se inicia o período Pombalino, marcado pelas chamadas "aulas régias", ensino disperso e fragmentado, baseado em aulas isoladas ministradas por professores mal preparados. Apesar disso, as aulas régias foram a primeira experiência de ensino promovido pelo Estado na história brasileira. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 17:47:43 UTC</pubDate>
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         <title>Séc. XVIII - Início do séc. XIX</title>
         <author>laraalves7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para suprir a enorme demanda da indústria têxtil estimulada pela Revolução Industrial, o algodão se torna o produto principal da economia brasileira. Devido ao destaque de muitos produtos tropicais no exterior, esse período é chamado de "Renascimento Agrícola". A produção brasileira, nesta etapa, concentra-se nos estados de Pernambuco, Bahia, São Paulo e Ceará. O crescimento da população europeia nessa fase torna-se muito intensa, mas não apenas por causa da influência econômica. A mudança da Família Real trouxe consigo instituições acadêmicas, refundando, transferindo e criando novas escolas. Apesar disso, ainda não havia um sistema educacional sólido no Brasil. A educação continuou a ter uma importância secundária e ainda não existiam universidades. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 19:41:57 UTC</pubDate>
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         <title>Século XIX</title>
         <author>laraalves7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse período foi marcado pelo início do ciclo do café, também chamado de “ouro negro". A planta não era nativa do Brasil, mas o solo favorável para seu cultivo foi encontrado e estabelecido na região do Vale do Paraíba. O país chegou a ser responsável pela produção de metade do café consumido no mundo. Graças ao sucesso do grão, a interiorização do estado de São Paulo aconteceu, principalmente pelos mineiros e baianos. As imigrações externas envolvendo os italianos se intensifica nessa fase também. Durante o período imperial, muitos reclamavam da qualidade ruim da educação brasileira, porém, ainda sim foi decretado instituições de graus de instrução e projetos de lei envolvendo pedagogia em todas as cidades. Além disso, foram estabelecidos exames de seleção de professores, a abertura de escolas para meninas e de duas faculdades de Direito no país, dispensando a necessidade de deslocamento para a Universidade de Coimbra, em Portugal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 15:44:19 UTC</pubDate>
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         <title>Fim do séc. XIX - Início do séc. XX</title>
         <author>laraalves7</author>
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         <description><![CDATA[<div>A região amazônica ganha uma grande centralidade na economia brasileira devido à extração do látex. Localizado principalmente nos estados do Amazonas, Roraima e Pará, retirantes do Sertão nordestino migraram para essa área. A produção tinha como alvo o mercado externo, enquanto os EUA e a Europa eram os principais consumidores. A partir da proclamação da República, foi adotado o modelo político estadunidense baseado no sistema presidencialista. Na organização escolar percebe-se influência da filosofia positivista e da predominância científica, tendo como objetivo transformar o ensino em formador de alunos para os cursos superiores. Essa reforma foi bastante criticada, porém com a chegada da Segunda República, uma nova realidade chegou ao Brasil. A entrada do país no modo capitalista de produção passou a exigir uma mão-de-obra especializada e foi preciso investir na educação. Em 1930, foi criado o Ministério da Educação e Saúde Pública e o ensino secundário e as universidades brasileiras ainda inexistentes foram organizadas. A nova Constituição dispõe, pela primeira vez, que a educação é direito de todos, devendo ser ministrada pela família e pelos Poderes Públicos. A Universidade de São Paulo foi a primeira a ser criada e organizada segundo as normas do Estatuto das Universidades Brasileiras de 1931.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 16:21:04 UTC</pubDate>
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         <title>Século XX</title>
         <author>laraalves7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Começando o Estado Novo, a nova Constituição enfatiza o ensino pré-vocacional e profissional. Por outro lado,  tira do Estado o dever da educação envolvendo arte, ciência e ensino, tornando-se livre à iniciativa individual. Há ainda a gratuidade e a obrigatoriedade do ensino primário. Na República Nova, a nova Constituição determina a obrigatoriedade de se cumprir o ensino primário e fez voltar o preceito de que a educação é direito de todos. Após o golpe militar de 1964, a educação alterou-se para um caráter antidemocrático, porém foi o período que houve a expansão das universidades no Brasil. Foram criados movimentos para a erradicação do analfabetismo, entretanto, acabaram falhando. Enquanto isso, as migrações intra-regionais continuavam acontecendo. Após a Primeira Guerra Mundial, houve um movimento muito intenso de  nordestinos em direção ao Sudeste e Sul do país. A mão-de-obra para a construção civil e para os setores industriais empregavam trabalhadores com menor qualificação, atraindo mais pessoas. A construção de Brasília, a formação da Zona Franca de Manaus e o extrativismo mineral também influenciaram as migrações nordestinas. Para finalizar, as fronteiras agropecuárias transformaram o Centro-Oeste no novo celeiro agrícola do país, motivando fazendeiros da região Sul em direção ao Brasil Central e, futuramente,  à Amazônia. No fim do regime militar, a educação havia assumido um caráter político. A participação ativa de pensadores de outras áreas do conhecimento contribuiu para a discussão do tema "educação" num sentido mais amplo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 16:50:10 UTC</pubDate>
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         <title>Século XXI</title>
         <author>laraalves7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de o Sudeste continuar atraindo população de outras regiões, a precariedade nas condições de vida dos centros urbanos e a falta de oportunidades fizeram com que muitos voltassem para os seus estados de origem, gerando as migrações de retorno, principalmente de nordestinos. De acordo com o IBGE, apesar da continuidade dos fluxos migratórios inter-regionais, as migrações entre as regiões brasileiras tem diminuído nos últimos anos, sendo o crescimento econômico alcançado por alguns centros nordestinos um dos fatores mais significativos. A educação nessa fase se torna menos burocrática e mais política. Jamais houve execução de tantos projetos na área da educação e até os dias atuais muito tem se mexido no planejamento educacional. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 18:23:48 UTC</pubDate>
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