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      <title>Caderno Digital by Fátima Sousa</title>
      <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL</link>
      <description>Trabalhos realizados no âmbito do curso de formação &quot;As Pedagogias da Sala de Aula do Futuro&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-22 23:18:06 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-03 21:56:35 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Módulo 0 - Introdução ao curso de formação &quot;As Pedagogias da Sala de Aula do Futuro&quot;</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/132515022</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-22 23:23:28 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Sessão 1</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/138898178</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://elearn.casadoprofessor.pt/mod/forum/discuss.php?d=17"><strong>Deveremos mudar as práticas em sala de aula? Porquê?</strong></a><strong><br></strong>Sim, devemos mudar as práticas em sala de aula e acompanhar a evolução da sociedade. Vivemos numa Sociedade da Informação e, nas últimas décadas, os progressos tecnológicos, na área das Tecnologias da Informação e Comunicação, têm entrado de um modo constante na nossa vida quotidiana e têm originado mudanças significativas na nossa forma de viver e interagir com o(s) outro(s). Fruto destas mudanças, diversificou-se os instrumentos de acesso à informação, registou-se um aumento substancial da sua reprodução e os jovens de hoje não são os mesmos de há vinte anos atrás. Perante a constatação desta realidade, a escola não pode alhear-se desta evolução sob pena de se tornar num lugar retrógrado e fechado sobre si mesmo. Urge, por conseguinte, instituir uma mudança de paradigma onde o aluno é parte ativa na construção do seu conhecimento. Se tal acontecer, este não fica refém dos conhecimentos que adquiriu, mas fica habilitado a fazer, ininterruptamente, ao longo de toda a sua vida, a construção do seu conhecimento. É uma realidade que se tem vindo a operar uma mudança significativa no acesso à informação, assumindo as novas tecnologias um papel inquestionável. Assim sendo, as escolas, em geral, e os professores, em particular, não podem nem devem ficar indiferentes a estes factos, competindo a todos nós, rentabilizar positivamente as potencialidades da Internet e colaborar para a sua utilização correta. A tecnologia e a informação dominam a nossa sociedade e continuarão a dominar ao longo do século XXI e a sua evolução e reflexo no quotidiano das pessoas são inequívocos; no entanto, deveremos ser suficientemente capazes e críticos de selecionar a informação relevante.</div><div>O professor deverá ser para os alunos um organizador de situações de aprendizagem, para que estes sejam sujeitos ativos, interroguem, correlacionem saberes, atinjam o conhecimento.&nbsp; Na realidade, o professor deve ser o dinamizador de práticas descentralizadas de si mesmo, assumindo o papel de agente de mudança e de inovação, sendo, de igual moído, um mediador e facilitador de processos. Para tal, a escola deve romper com as pedagogias tradicionais, e se centrar nas pedagogias baseadas na aprendizagem do aluno. As salas de aula fechadas, os alunos isolados, a aprendizagem passiva, a utilização de um único meio na aprendizagem, uma única estratégia de aprendizagem, a ênfase dada aos conteúdos do curricula e aos “inputs”, devem dar lugar a salas de aula abertas e promotoras da interação entre os vários intervenientes, a uma aprendizagem ativa e autónoma por parte dos alunos, à utilização dos diversos recursos tecnológicos que temos atualmente ao nosso dispor, e dar ênfase aos “outputs” produzidos pelos alunos. Além disso, constatamos outras mudanças: os quadros pretos de giz deram lugar a quadros brancos e interativos, o manual escolar foi praticamente substituído pelo computador e os professores passaram a diversificar, senão todos, pelo menos uma boa parte, as suas práticas pedagógicas. Os alunos de hoje também já não são como os alunos de outros tempos, têm outras competências, exigências e constituem um novo desafio para os professores. Hoje em dia, exige-se “o desenvolvimento nos alunos de um conjunto de literacias essenciais à aprendizagem e ao sucesso educativo, que incluem não só as competências básicas de leitura, matemática ou ciências, como outras, de que são exemplo as competências da informação, digitais e dos média” (Conde, 2012, p.9).</div><div>A inserção de novos ambientes virtuais nas aprendizagens, através do recurso à Internet, e a todas as ferramentas que nela se encontram disponíveis (blogues, facebook, wikis, webquests, podcast, caças ao tesouro…), pode, na perspetiva de Carvalho (2007) “proporcionar um enriquecimento temático, social e digital para os agentes envolvidos” (p.25). Todas estas ferramentas, algumas delas gratuitas, despertam a curiosidade e a atenção dos alunos, permitem a partilha e o enriquecimento em rede e desenvolvem, simultaneamente, cidadãos autónomos e criativos através de uma aprendizagem permanente ao longo da vida.</div><div>Perante estas novas realidades, os professores têm que se adaptar e como afirma Prensky (2001) “need to invent Digital native methodologies for all subjects, at all levels, using our students to guide us” (p.6). Os docentes deixam de ser os detentores máximos do conhecimento e passam a ser facilitadores da aprendizagem. Na realidade, a inserção das TIC no processo de ensino/aprendizagem veio “introduzir novas oportunidades de acesso à informação e redefinir as existentes, substituindo condições e modelos de uso e produção de conhecimento” (Conde, 2012, p.9). É importante desenvolver nos alunos a literacia tecnológica, preparando-os o ao devido uso das tecnologias ao serviço da educação.</div><div>As novas tecnologias desempenham um papel importante nas nossas práticas em contexto de sala de aula, sendo motivadoras das aprendizagens dos alunos e excelentes auxiliares de construção do conhecimento. Deste modo, é também importante fazermos e conduzirmos os nossos alunos a fazerem um uso crítico das novas tecnologias, conduzindo-os para a descoberta e para uma cidadania e ética digital.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Bibliografia citada</strong></div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Carvalho, A. A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: Dos recursos e ferramentas online aos LMS. <em>Sísifo. Revista de Ciências da Educação</em>, <em>3</em>, 25 – 40.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conde, E. et al. (Coord.). (2012). <em>Aprender com a biblioteca escolar: Referencial de aprendizagens associadas ao trabalho das bibliotecas escolares na educação pré-escolar e no ensino básico</em>. Lisboa: RBE.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Prensky, M. (2001). Digital natives, digital immigrants. <em>On the Horizon</em>, <em>9 </em>(5), 1–6.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 21:32:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/138898178</guid>
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         <title>Módulo 1 - Sessão 1</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/138898755</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://elearn.casadoprofessor.pt/mod/forum/discuss.php?d=16"><strong>Como é que perspetiva as salas de aula num futuro próximo? Desenvolver-se-ão num espaço rígido ou flexível?</strong></a>&nbsp;<br>As salas de aula num futuro próximo desenvolver-se-ão num espaço flexível. Além disso, devem mudar de configuração e de estruturação. Estas salas devem dar resposta aos desafios da sociedade do século XXI, preparando os alunos para as competências que caracterizam a sociedade da informação. Constatámos, nos últimos anos, um aumento significativo dos recursos tecnológicos e dos meios de acesso à informação, pelo que a tónica deve ser colocada no aluno e na sua aprendizagem ao longo da vida, no aprender a aprender. Neste âmbito, numa sociedade caracterizada pelos avanços tecnológicos, onde a informação está à distância de um clic, o professor deve dotar os alunos de todas as ferramentas necessárias para que estes sejam criativos e construam o seu próprio conhecimento numa formação ao longo da vida, pois mais importante do que assimilar apenas conhecimentos teóricos, urge, desenvolver nos alunos as devidas competências que os permitam adaptar-se ao mundo do trabalho. Para tal, e necessário recorrer aos meios tecnológicos e rentabilizar os seus aspetos positivos, sendo imperativo termos salas de aula flexíveis, de acordo com as necessidades e objetivos dos alunos.&nbsp;</div><div>Tal como se verificou no vídeo, <em>Passado, Presente, Futuro</em>, e, de acordo com Bart Verswijvel, deve-se alterar o modelo de aprendizagem, principalmente o mais tradicional. É um facto que o ambiente de sala de aula tem um impacto muito importante na forma como as aprendizagens ocorrem e influenciam, de igual modo, os resultados dos alunos. Assim sendo, as salas devem assumir outras configurações diferentes das que estão padronizadas. As mesas devem, por exemplo, ser colocadas em U ou dispostas de forma a possibilitarem o trabalho em grupo. Ainda na opinião de Bart Versijvel, as salas de aula flexíveis têm o potencial de incorporar estilos de aprendizagem diferentes e mais motivadores, adaptados às necessidades dos alunos. Esta flexibilidade pressupõe, por exemplo, que os alunos tenham a liberdade de definirem os seus próprios objetivos, que desenvolvam a sua autonomia e espírito crítico e que recorram a dispositivos tecnológicos como auxiliares de aprendizagem, tal como vimos no vídeo 5, “O projeto iTEC”. Na realidade, neste projeto, constata-se que o uso das tecnologias na sala de aula pode desenvolver e melhorar o processo ensino/aprendizagem. Já no vídeo 4, “Future Classroom Lab (FCL), a sala de aula está já dividida por zonas, como se fosse uma Biblioteca Escolar, em que os alunos têm áreas bem definidas para realizarem diferentes atividades, como por exemplo, trabalhos de pesquisa, produzem o seu trabalho, interagem com os colegas, apresentam e partilham o seu trabalho. De facto, esta organização pressupõe um envolvimento por parte de alunos e professores diferente do habitual numa sala de aula tradicional, desenvolvendo, dessa forma o gosto pela aprendizagem.</div><div>Nesta sala de aula flexível que se prevê para um futuro próximo, os alunos devem ter acesso às novas tecnologias e à Internet, e deve ser organizada de forma a ter-se de um espaço de exploração, de colaboração de criação e de apresentação, ou seja, uma sala de aula que promova o autoconhecimento do aluno, do qual o professor deve ser o orientador e o promotor. Isto, por vezes, é condicionado pelos currículos, pois apesar de vivermos em pleno século XXI, século este marcado por consideráveis avanços no seio das novas tecnologias, as escolas e os seus currículos continuam arreigados ao século passado, hierarquizando áreas disciplinares em detrimento de outras e relegando para segundo ou terceiros planos a vertente artística e criativa com que cada um de nós, seres humanos, nasce. Continuamos com um currículo denso, dividido em disciplinas, disperso, conteúdos iguais para todos, formação de professores pouco colaborativa, condições insuficientes a práticas de diferenciação pedagógica, e essencialmente uma escola dispersa, com muitas responsabilidades e grande dificuldade em cumprir a missão principal, ou seja, formar cidadãos capazes de mobilizar saberes.</div><div>O professor deverá ser para os alunos um organizador de situações de aprendizagem, para que estes sejam sujeitos ativos, interroguem, correlacionem saberes, atinjam o conhecimento. Para tal, a escola deve romper com as pedagogias tradicionais, e se centrar nas pedagogias baseadas na aprendizagem do aluno.</div><div>A tónica deve ser colocada no aluno e na sua aprendizagem ao longo da vida, no aprender a aprender, sendo remetido para um segundo plano a simples aquisição de conhecimentos, como no passado. Importa sim que o aluno seja capaz de utilizar e aplicar a informação que recebe no seu quotidiano. Na realidade, a literacia não é simplesmente saber ler e escrever um texto em particular mas aplicar este conhecimento para propósitos específicos em contextos de uso específicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 21:42:05 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Sessão 1</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/138898933</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://elearn.casadoprofessor.pt/mod/forum/discuss.php?d=14"><strong>Conseguiria organizar a sua sala de aula a partir de zonas de aprendizagem? Se não consegue, porquê?</strong></a> <br>Considero que organizar a sala de aula contemplando diferentes zonas de aprendizagem (espaço de exploração, colaboração, criação, apresentação) que nos foram apresentadas no vídeo é praticamente impossível, por diversas razões. Assim sendo, a alteração da disposição da sala de aula teria de ser uma constante, ou seja, colocar as mesas na configuração desejada no início da aula e reorganizar no final, pois a disposição das mesas não pode ser alterada. Além disso, o número de alunos por turma é elevado, o que dificulta a organização em termos de espaço, ao que acresce o reduzido número de computadores por sala. No entanto, há sempre formas de contornar a situação e promover essa organização apenas em determinadas aulas e não constantemente. Penso que as escolas e até os professores, de uma forma geral, estão ainda muito arraigados ao modelo tradicional de sala de aula, sendo difícil estabelecer a mudança, que deve começar, na minha perspetiva, na própria visão do ensino que deve ser adaptado à realidade e às necessidades, interesses e motivações dos alunos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 21:45:57 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Sessão 1</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/138899366</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://elearn.casadoprofessor.pt/mod/forum/discuss.php?d=13"><strong>Como é que organizaria a aprendizagem dos seus alunos na sala de aula do futuro (tenha em consideração a realidade que vive com as suas turmas)?</strong></a>&nbsp;<br>Organizar a aprendizagem dos meus alunos na sala de aula do futuro, tendo em conta a realidade que vivo não é uma tarefa fácil, mas também não é de todo, impossível. A escola onde trabalho, e, penso que isso acontece com a maioria das escolas, apenas tem um computador por sala de aula. No entanto, temos duas salas de informática equipadas com 15 computadores, cada, e que, em determinados momentos, podemos requisitar para fazer outro tipo de trabalho com os alunos. O mesmo acontece com a Biblioteca Escolar que dispõe de 11 computadores e que pode ser requisitada para os alunos desenvolverem um trabalho mais autónomo e com recurso aos meios tecnológicos, promovendo-se, dessa forma, o trabalho colaborativo e a rentabilização de recursos. No entanto, penso que, mais importante do que recorrer a outras salas de aula ou Biblioteca (pois nem sempre é viável) é pensarmos na sala de que dispomos diariamente. Seria possível? Sim, se os alunos levarem os seus próprios dispositivos e, hoje em dia, todos os alunos dispõem de um smartphone ou tablet que podem utilizar em contexto de sala de aula com propósitos educativos, pesquisando e produzindo conteúdos. Seria ainda possível dispor as mesas de forma diferente a fim de os alunos interagirem entre si. No entanto, o ideal mesmo seriam salas de aulas maiores, tendo em conta o atual número de alunos por turma, mas isso já implica constrangimentos económicos para os quais o nosso país e o Ministério da Educação não estão aptos a dar resposta. Cabe a nós, professores, dentro das limitações que temos, promovermos aos poucos a mudança, preparando da melhor forma os nossos alunos para os desafios digitais que a sociedade lhes coloca. </div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 21:55:39 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Sessão 1</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/138899425</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://elearn.casadoprofessor.pt/mod/forum/discuss.php?d=15"><strong>Quais as competências e conhecimentos devem ser realçadas nas nossas salas de aula? Está de acordo com a perspetiva apresentada por Roger, no vídeo?</strong></a> <br>Roger Blamire apresenta-nos um leque de competências e de conhecimentos importantíssimos e que devemos desenvolver nos alunos, de modo a formar indivíduos críticos, autónomos e construtores do seu próprio conhecimento. Assim sendo, torna-se difícil selecionar quais as competências e conhecimentos que devemos realçar nas nossas aulas, pois todos assumem extrema relevância não só no momento presente que os alunos vivem, mas também ao longo da sua vida. Tal como Roger refere, a sociedade tem assistido a várias transformações e, por conseguinte, as competências a desenvolver nos alunos devem estar em sintonia com essas mudanças. </div><div>Entre as competências a desenvolver nos alunos, Roger foca-se na competência da comunicação, quer na língua materna, quer nas línguas estrangeiras; na competência matemática e em ciências; na competência digital; no aprender a aprender; nas competências sociais e cívicas; no sentido de iniciativa e empreendedorismo e na consciência e expressão cultural. A estas competências acrescenta outras capacidades como a responsabilidade pessoal e social, o pensamento crítico e o trabalho colaborativo. </div><div>Partindo destes pressupostos, considero que todas as competências devem ser trabalhadas na sala de aula, através da promoção do trabalho colaborativo entre as diferentes disciplinas e professores, através de uma devida planificação e articulação. Todas as competências encontram-se interligadas, pelo que nenhuma deve ser descurada. Só assim poderemos formar cidadãos críticos e autónomos na construção do seu próprio conhecimento.</div><div>As competências ao nível da língua materna e das línguas estrangeiras são importantes para uma expressão clara e objetiva nas mais diversas situações que vão ocorrendo no dia-a-dia. O trabalho colaborativo permite a partilha de experiências e de objetivos, de opiniões e de ideias e o respeito pelos outros, importante para o percurso escolar dos indivíduos e para a sua aprendizagem ao longo da vida. A competência digital, atualmente, assume uma relevância particular, na medida em que os alunos têm acesso instantâneo e direto à informação, mas muitas vezes não sabem como pesquisar, selecionar e tratar essa informação. É importante desenvolver nos alunos uma atitude crítica face a essa informação e dotá-los das ferramentas necessárias que os permita utilizar os meios digitais de forma segura, consciente e responsável. O pensamento crítico permite desenvolver a capacidade de resolução de problemas, no sentido de avaliar as opções e tomar decisões com base na análise da situação. </div><div>Assim sendo, o professor deve dotar os alunos de todas as ferramentas necessárias para que estes sejam criativos e construam o seu próprio conhecimento numa formação ao longo da vida, pois mais importante do que assimilar apenas conhecimentos teóricos, urge, desenvolver nos alunos as devidas competências que os permitam adaptar-se ao mundo do trabalho. As mudanças sociais e tecnológicas modificaram o mundo e é necessário que a educação prepare os alunos para essas mudanças, que os dote das competências necessárias para o mercado de trabalho, que cada vez mais, exige cidadãos ativos e capazes de se adaptarem a novas situações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 21:57:38 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Sessão 2</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/139668272</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aplicação do TeamUp em Sala de Aula</strong><br>O uso das tecnologias como ferramentas visando o ensino-aprendizagem já não é mais novidade no contexto educativo. Neste âmbito, a ferramenta TeamUP apresenta-se como uma ferramenta educacional multimédia destinada a professores e alunos e repleta de potencialidades. Apresenta-se como mais um recurso a ser utilizado em contexto educativo podendo motivar os alunos para a aprendizagem. É uma ferramenta da WEB 2.0 gratuita de fácil utilização, exploração e bastante intuitiva, que permite a criação de grupos de trabalho de acordo com determinados critérios definidos, possibilitando ainda a gravação áudio durante um minuto sobre diferentes temas. Apliquei esta ferramenta numa turma de 12º ano, disciplina de Inglês, e o resultado foi bastante satisfatório, pois constatei que esta ferramenta apresenta como potencialidades:</div><div>            - a promoção do trabalho colaborativo<br>            - a interação entre os diferentes intervenientes (professor/aluno e aluno/aluno)</div><div>            - o desenvolvimento da autonomia</div><div>            - o desenvolvimento da competência linguística (neste caso o Inglês)</div><div>            - o desenvolvimento do espírito crítico e da criatividade</div><div>            - o  desenvolvimento do poder de síntese.<br>No que concerne às fragilidades, estas são em menor número do que as vantagens. Na realidade, o reduzido tempo disponível de gravação apresentou-se como o maior constrangimento, na medida em que sendo alunos de nível 8, poderia ser um pouco mais. Além disso, a nível técnico, visto não ter disponível na sala de aula um computador com webcam e microfone, condicionou este tipo de atividade, pelo que a sua realização deveu-se à utilização do meu computador pessoa. Alem disso, nem todos os alunos participaram, ou gravaram, pois é uma tarefa que requer algum tempo e é necessário silêncio absoluto. </div><div>Em suma, esta ferramenta é extremamente interessante para ser utilizada em contexto de sala de aula, principalmente em aulas de línguas estrangeiras, que é o caso do Inglês, e motiva os alunos para a aprendizagem e permite o seu envolvimento direto na construção do seu próprio conhecimento.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-23 22:11:01 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 - Sessão 1</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/139941971</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Qual a sua opinião relativa aos dois cenários evidenciados pelos vídeos 2 e 3? Indique qual o seu preferido, justificando a sua escolha tendo em conta as potencialidades e os constrangimentos de cada um.<br><br></strong>Ao visualizar os dois cenários, considero que ambos têm potencialidades e constrangimentos, devendo ser aplicados de acordo com as características dos alunos e dos objetivos que se pretendem atingir. No entanto, ambos são extremamente ricos e esclarecedores da importância das novas tecnologias no processo ensino/aprendizagem e da forma como podem ser meios auxiliadores e motivadores das próprias aprendizagens dos alunos.</div><div>O cenário apresentado pelo vídeo 2 dá ênfase às aprendizagens realizadas pelos alunos fora da escola, aprendizagens essas que vão muito além do que está estipulado no currículo, mas que não deixam de ser válidas e importantes para o aluno que se sente motivado para as mesmas. Além disso, o aluno tem a possibilidade de partilhar as suas competências e mostrar do que é capaz. Neste caso, compete à escola aproveitar o que o aluno valoriza e validar as suas competências. No entanto, até que ponto se poderá fazer isso de uma forma sistemática, quando o nosso sistema de ensino está bem definido em termos de programas curriculares, principalmente as disciplinas sujeitas a exame nacional. Quais seriam os critérios para se implementar essa validação? Como seria feita? Estas são apenas algumas questões que surgem ao analisar este cenário.</div><div>O cenário apresentado pelo vídeo 3 foca as aprendizagens dos alunos num ambiente mais próximo da realidade escolar, pois os alunos constroem o seu próprio conhecimento e o professor assume o papel de orientador. É um observador que tira notas para poder dar um feedback aos alunos sobre o seu percurso formativo, as competências desenvolvidas e o trabalho ainda a ser realizado. Assim sendo, este cenário apresenta como potencialidades o trabalho colaborativo entre professores e entre os próprios alunos, através da divisão de tarefas e de uma gestão dos recursos. Além disso, os alunos depois partilham o trabalho realizado através do recurso às novas tecnologias, o que não deixa de ser também bastante positivo. Assim sendo, o cenário 3 parece-me mais interessante, por todos os aspetos referidos. No entanto, considero que, de acordo com a realidade dos alunos e dos objetivos a atingir, devemos escolher os cenários mais adequados procedendo às devidas alterações.<br><br><strong>Que tipo de tendências tecnológicas e educativas desenvolver-se-ão e terão maior impacto nas salas de aulas da década que se aproxima? Justifique.<br></strong>Pessoalmente, considero que as tendências tecnológicas e educativas desenvolver-se-ão de acordo com a Sociedade de Informação e com as necessidades evidenciadas pelos alunos, centrando-se na programação e na imagem. É um facto que a sala de aula está a mudar, verificando-se, cada vez mais uma tendência para se recorrer às novas tecnologias e a recursos digitais diversificados e motivadores das aprendizagens. Os alunos começam já a evidenciar a necessidade de terem acesso diário às novas tecnologias para aprenderem. Assim sendo, parece-me que o recurso a diferentes aplicações (tivemos o exemplo do TeamUP) e ferramentas digitais, comunidades virtuais, diferentes dimensões, webquests, jogos… serão extremamente importantes. Para tal, o recurso a dispositivos móveis para se proceder à leitura, fazer pesquisas na Internet, ter acesso a jogos educativos será uma realidade. Outra tendência será a “gamificação”, que pressupõe a aprendizagem através de jogos, pois estes permitem desenvolver a capacidade de atenção, concentração e motivação. Além disso, poderemos ter a implementação de um ensino híbrido, no qual os alunos deparam-se com uma mistura entre o ensino online e o ensino presencial através do recurso a plataformas digitais. A sala de aula invertida ou <em>flipped classroom</em> será também uma tendência, na medida em que se apresenta como uma metodologia ativa que ressignifica o papel do aluno, do professor e da aprendizagem. Coloca o aluno no centro do processo ensino aprendizagem, como protagonista e, promove o desenvolvimento de uma aprendizagem ativa, investigativa e colaborativa. O uso das novas tecnologias na educação conduz e exige novas formas de comunicar, de pensar, de ensinar e aprender, pelo que o trabalho colaborativo também assume um papel importante.&nbsp; Há necessidade de se reformular a sala de aula tornando-a tendencialmente mais digital e tecnológica, sendo necessário para que tal aconteça, a alteração das práticas pedagógicas, com a alteração do currículo e alterando o trabalho dos professores.<br><br><strong>Acha que é importante envolver os stakeholders? Quais serão os stakeholders que se revelam mais importantes para o alcance da inovação dentro da sala de aula?<br></strong>Na minha opinião é muito importante envolver os stakeholders, pois estes podem ser uma mais valia na consecução de projetos e de objetivos que a escola pretende atingir, principalmente quando se trata de apoios financeiros. Além disso, revelam-se extremamente importantes para a implementação do trabalho colaborativo e da articulação que deve existir entre as escolas e respetivos stakeholders. As escolas já têm parceiros (câmara municipal, junta de freguesia, encarregados de educação, universidades, empresas locais…), podendo estes ser diversos. No entanto, ao nível do alcance da inovação dentro da sala de aula, parece-me que parceiros ligados às tecnologias sejam os mais adequados e poderão ser uma mais valia, como é o caso da Microsoft, da Porto Editora, da Fnac … e outros pelo investimento que vão fazendo nas novas tecnologias e na implementação da mudança e da inovação.<br><br><strong>Está de acordo com as várias opiniões que são apresentadas no vídeo 5 “Tendências e stakeholders: sala de aula de 2025”? Acha que se revelam realistas no que diz respeito às salas de aulas da próxima década? Justifique.<br></strong>Concordo plenamente com as várias opiniões apresentadas no vídeo 5. De facto, algumas das opiniões já são colocadas na prática, embora em reduzida escala. Com o avanço das novas tecnologias e com a crescente Sociedade de Informação em que vivemos, as salas de aula de 2025 serão cada vez mais apetrechadas com os recursos tecnológicos necessários para que os alunos se sintam mais motivados para o processo de ensino/aprendizagem.</div><div>Assim sendo, os alunos terão um papel primordial na construção do seu próprio conhecimento, enquanto os professores serão meros orientadores. Além disso, as salas de aula serão, tal como vimos no vídeo, locais sociais, pois essa é a forma de os seres humanos aprenderem uns com os outros. Será privilegiada a uma aprendizagem centrada no aluno na construção do seu próprio conhecimento e as aprendizagens serão cada vez mais interativas e os professores tornar-se-ão meros mentores e “coaches” das aprendizagens dos alunos. O trabalho colaborativo e em equipa assumirá um papel relevante.</div><div>Penso que estas ideias se revelam realistas para as salas de aula da próxima década, na medida em que não é necessário muito para que tal aconteça. É preciso que as salas de aula em termos físicos sejam alvo de algumas alterações e que sejam apetrechadas com mais meios tecnológicos, se bem que a maior parte dos nossos alunos já tem telemóveis da última geração ou tablets que podem utilizar na sala de aula. Importa também mudar a postura de alguns professores e de algumas direções que ainda veem, por exemplo, o uso do telemóvel como algo negativo. Esta ideia deve ser desmistificada e o aluno deve poder usar o telemóvel para fins educativos. Assim sendo, não falta muito para se dar o salto, falta sim estarmos todos em sintonia e, através de um trabalho colaborativo, implementarmos a mudança.</div><div><br><strong>Tendo em conta que as tendências mudam tão rapidamente, será que podemos/deveremos considerá-las?<br></strong>Tendo em conta que uma tendência é uma mudança gradual, ao longo do tempo, nem sempre imediatamente aparente, mas com potencial impacto a longo prazo, considero que devemos acompanhar as tendências, pois o seu acompanhamento é necessário e importante no processo ensino/aprendizagem e na implementação de novas tendências. Estas tendências passam pela tecnologia, pela sociedade e pela própria educação. Se não as acompanharmos iremos perder a sua evolução e mudança. É de igual modo necessário que nós, educadores, acompanhemos a evolução e as mudanças, procedendo às devidas alterações e adaptações sempre que necessário em prol das aprendizagens dos alunos, através do espírito crítico e da promoção do trabalho colaborativo.</div><div>É importante que os docentes conheçam e dominem as diferentes tendências e que as adaptem à realidade dos seus alunos, retirando os aspetos positivos e negativos e procedendo às devidas alterações para construir salas de aula apelativas centradas no aluno e na sua própria construção de conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-25 21:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 - Sessão 2 - Tricider</title>
         <author>mfatimansousa</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.tricider.com/brainstorming/3dTgPOsgIgl"><strong style="background-color: highlight;">http://www.tricider.com/brainstorming/3dTgPOsgIgl ing.com<br></strong></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-26 20:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 - Sessão 2 - Tagxedo</title>
         <author>mfatimansousa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tema: Biblioteca Escolar</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-26 20:31:34 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 - Sessão 1</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/140672874</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Tendo em conta a matriz relativa aos níveis de maturidade, e após ter efetuado o questionário, identifique em que nível se encontra, na dimensão "papel do professor", e justifique para qual nível deverá evoluir. Coloque a reflexão no seu Padlet.<br><br></em>Após ter respondido ao questionário e, tendo em conta a matriz relativa aos níveis de maturidade, situo-me no nível 2, o que pressupõe que tenho ainda um grande caminho a percorrer. O nível 2 refere-se a um professor que se mostra enriquecedor de abordagens existentes para o ensino pela interação com tecnologias e uma variedade de recursos, até um certo ponto, correspondentes às diferentes necessidades dos mesmos. Além disso, é um professor que se sente digitalmente competente, procurando introduzir novas ferramentas e recurso, embora isso nem sempre seja sinónimo de conforto. Este nível é denominado de “enriquecer”, pelo que tal como o próprio nome indica, é um nível em fase de enriquecimento, devendo desenvolver-se ao nível do uso das novas tecnologias. No entanto, considero que, sempre que possível, recorro a recursos e a ferramentas diferentes, tendo consciência que isso é fator de motivação para os alunos, pois os mesmos, tal como apelidado por Prensky, são “nativos digitais”. Na realidade, o aluno torna-se um utilizador de tecnologia digital, o que melhora as práticas de ensino-aprendizagem. Considero ainda que, para passar a um nível superior, nível 3, terei de me sentir mais confortável no uso das novas tecnologias, terei de permitir que os alunos introduzam ferramentas e recursos e usem a tecnologia para apoiar a criatividade, a colaboração e a comunicação envolvendo-os, dessa forma, no processo de ensino/ aprendizagem e promovendo uma maior interação e autonomia e responsabilidade. No entanto, o caminho faz-se caminhando, e o objetivo será atingir o nível 5, a longo prazo, pois penso que o processo para resultar terá de percorrer os diferentes níveis. Por vezes o avanço não é tão rápido quanto o desejado, não por falta de vontade, mas devido a determinadas condicionantes, como por exemplo, a falta de condições das salas de aula.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-29 21:35:27 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 - Sessão 2</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/141538766</link>
         <description><![CDATA[<div>Partilho o link do questionário criado no SurveyMonkey:<br><a href="https://pt.surveymonkey.com/r/D3HJGVG">https://pt.surveymonkey.com/r/D3HJGVG</a><br>O questionário aborda os hábitos de leitura dos alunos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-03 10:37:48 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4 - Sessão 2</title>
         <author>mfatimansousa</author>
         <link>https://padlet.com/mfatimansousa/FCL/wish/142940282</link>
         <description><![CDATA[<div>Partilho o link do popplet produzido alusivo ao tema "Multiculturalismo":<br><a href="http://popplet.com/app/#/3698451">http://popplet.com/app/#/3698451</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-10 10:44:47 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 5 - Sessão 1 - Descrição de uma Atividade de Aprendizagem</title>
         <author>mfatimansousa</author>
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         <pubDate>2016-12-18 19:49:23 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 5 - Sessão 2 - Ferramenta Socrative</title>
         <author>mfatimansousa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-12-18 19:49:59 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 6 - Sessão 1 - História de Aprendizagem</title>
         <author>mfatimansousa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-01-15 20:50:11 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação da Atividade de Aprendizagem</title>
         <author>mfatimansousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sessão Presencial</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-01-20 21:38:11 UTC</pubDate>
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