<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Diário de aprendizagens by Marcelo Magalhães</title>
      <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv</link>
      <description>Para me guiar na MOOC </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-23 12:31:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-01 22:18:59 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Tarefa A3.2. Carta de apresentação</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/223734445</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamo-me Marcelo Magalhães, sou professor de História (grupos 200 e 400) no Colégio de Ermesinde, Valongo. Já lecionei desde o 5.º ao 12.º anos, (História e Geografia de Pootugal, História, História A e História da Cultura e das Artes), sempre no ensino regular.<br><br>Não tenho experiência em projetos&nbsp; inovadores promotores do sucesso escolar, estando contudo ligado à promoção de alguns projetos, como o programa "Eco-Escolas" ou "Parlamento dos Jovens".&nbsp;<br><br>Não estou a implementar o projeto de autonomia e flexibilidade curricular, mas considero que pode ser uma mais valia para o futuro do ensino em Portugal. &nbsp;<br><br></div><div>Nesta formação pretendo adquirir mais conhecimentos sobre o PAFC, esclarecer algumas dúvidas, e espero que seja um lugar rico em debate e reflexão assertiva, contribuindo para uma melhoria do processo ensino-aprendizagem.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-01-23 12:31:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/223734445</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1.3.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/228361002</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?"<br></strong><br></div><div><strong>O perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória é um documento ambicioso, como ambiciosa deve ser a educação. Colocando a tónica nas competências, enquanto conjugação de conhecimentos, capacidades e atitudes, equaciona várias linhas de força que se pretende que um aluno, após 12 anos de escolaridade, adquira e possa pôr em prática. </strong></div><div><strong>Destaca-se uma visão humanista e integral do aluno, não evidenciando qualquer área ou competência, uma vez que surgem interligadas. Surgem elencadas competências ou áreas do saber que haviam sido secundarizadas pela escola e pela sociedade, como a sensibilidade estética e artística.</strong></div><div><strong>         Para que este “perfil” surta efeito e possa ser e fazer sentido nos alunos que terminam a escolaridade obrigatória, a escola e os seus agentes educativos têm de se (re)organizar.</strong></div><div><strong>         Nesta (re)organização são muitos os obstáculos e os problemas, a começar pelo tempo – um projeto tão ambicioso não se faz num ano, tampouco numa legislatura. Há urgência em iniciar, mas não te tenha vontade de fazer tudo de uma vez, porque se corre o risco de, à semelhança de outros documentos educativos, não passar de uma boa carta de intenções. É fundamental conhecer outras realidades, como as referidas – Austrália, Finlândia, Nova Zelândia, Canadá – sem, no entanto, esquecer a realidade educativa, económica e social de Portugal.</strong></div><div><strong>         Para garantir que todos os alunos possam atingir o perfil e, por conseguinte, promover o sucesso, a escola e o currículo devem ser repensados. Em primeiro lugar, a sala de aula tradicional terá, gradualmente, de conviver com as “salas de aula do futuro” (que em algumas escolas são já o presente) – espaços de apresentação, criação, desenvolvimento, colaboração, interação e investigação. Literalmente, há necessidade de derrubar paredes para se construir esta nova tipologia. </strong></div><div><strong>         Em paralelo com o derrubar paredes, deve a escola “derrubar muros” – conceptuais, presentes nas mentes de alunos, professores e encarregados de educação. Só com uma mudança de paradigma aceite por todos se pode atingir o perfil – equidade disciplinar, projetos multidisciplinares ou paradisciplinares, mudança do sistema de avaliação, cooperação e colaboração entre pares, entre outras mudanças tão difíceis quanto necessárias.</strong></div><div><strong>         Alterações desta natureza têm, naturalmente, custos económicos. A necessidade de um trabalho cooperativo e colaborativo leva a uma reestruturação do horário do docente, onde devem ser contempladas horas letivas para tal. Da mesma forma, o elevado número de alunos por turma deve ser revisto ou, em alternativa, a possibilidade de trabalho em codocência ou multidocência transdisciplinar, o que acresce de custos em recursos humanos. As alterações estruturais (derrubar paredes, aquisição de material didático e tecnológico, sistema de rede…) estão também sujeitas a custo acrescido no início deste processo. “Se pensam que a educação é cara, experimentem a ignorância” (Derek Bok).  </strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-05 21:09:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/228361002</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1.4. </title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/230971091</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fórum 1</strong>: <strong>Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula</strong> – Por onde devo começar?<br><br></div><div>Derrubar paredes<br><br></div><div>A sala de aula tem de mudar! Uma das implicações sistematicamente debatidas no vídeo era a organização física da sala de aula. Precisamos de derrubar paredes e tornar salas maiores, subdivididas em diferentes espaços de trabalho.&nbsp;<br><br></div><div>A partir daqui, repensar as estratégias em sala de aula, em função do nível etário e do grupo de alunos. Cada turma pode funcionar de maneira diferente, aliando as mais valias de cada aluno e conciliando com o grupo-turma. Só assim os alunos se sentirão envolvidos e entusiasmados com as diferentes disciplinas. Também aqui, a articulação disciplinar pode ser um facilitador no processo de construção das competências pretendidas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-13 10:56:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/230971091</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.2.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231077965</link>
         <description><![CDATA[<div>Argumento 1</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/bd494bd07e23a973c839f5b01b7d98ae/2_2___arg_e_voto_1.png" />
         <pubDate>2018-02-13 15:17:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231077965</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.2</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231078870</link>
         <description><![CDATA[<div>Argumento 2</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/0e065a6451d759d870eb47a044b7e9db/2_2___arg_e_voto_2.png" />
         <pubDate>2018-02-13 15:18:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231078870</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.2</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231079598</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Interligações<br></strong><br></div><div>As competências de comunicação, colaboração, pensamento crítico e criatividade só podem ser bem desenvolvidas e assimiladas se estiverem interligadas. A elaboração do perfil do aluno traça um conjunto de competências, transversais e multidisciplinares, que se pretende que o jovem construa ao longo do ensino obrigatório.&nbsp;<br><br></div><div>Também aqui se equaciona a articulação entre disciplinas e outras áreas de conhecimento não disciplinar, promovendo uma educação integral que tenha nas áreas de competência um referencial e um ponto de chegada. Cada conselho de professores de turma deve usar estas quatro competências na formulação de projetos ou abordagens pluridisciplinares. A partir deste esboço, será, com certeza, mais fácil promover o seu desenvolvimento nos jovens.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-13 15:19:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231079598</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.4</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231242483</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Dar autonomia aos alunos<br></strong><br></div><div>A definição de aprendizagens essenciais pode funcionar como uma forma de organizar as disciplinas em torno dos conhecimentos, capacidades e atitudes fundamentais para o aluno que termina a escolaridade obrigatória. A distinção entre essencial e acessório permite dar primazia às aprendizagens mais relevantes e, sobretudo, privilegiar aquilo que é passível de ser usado quer em contexto de aplicação, quer para o aprofundamento científico, técnico e literário.<br><br></div><div>Nas salas de aula, as aprendizagens essenciais serão importantes ao nível da organização. A definição destas aprendizagens, no seu conjunto global de conhecimentos, capacidades e atitudes, poderá ser gerida a partir de um conjunto de experiências pedagógicas centradas no aluno e no seu desenvolvimento. A construção de um conhecimento com autonomia, ainda que orientado e modelado pelo professor, é uma das finalidades da flexibilidade e autonomia curricular, e as aulas onde se instigue a tal atitude são essenciais para o sucesso deste plano.  <br><br></div><div>  <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-13 19:18:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231242483</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.6. - Mapa de ideias</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231448341</link>
         <description><![CDATA[<div>Mapa de ideias sobre o Perfil do aluno e as aprendizagens essenciais</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/7659b2cb0db60f286e3d193cbd3b5f23/Mapa_de_ideias_marcelo_magalh_es.pdf" />
         <pubDate>2018-02-14 12:25:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231448341</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1.2</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231719564</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>“À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global”<br></strong><br></div><div>A frase transcrita, no contexto atual do sistema de ensino português, podia estar na interrogativa. Com efeito, e apesar de algumas experiências que vão nesse sentido, a escola continua a ligada ao paradigma industrial, e só com muito boa vontade é que podemos olhar a escola num modelo social.</div><div>Não obstante, a necessidade de combater a inércia do sistema educativo e dos seus agentes em prol de uma escola capaz de promover um conjunto de competências que permitam formar os cidadãos do futuro, leva a que surjam projetos, concursos, programas e demais atividades nesse sentido. Estas atividades surgem, muitas das vezes, desconexas e desligadas da realidade disciplinar, não conseguindo integrar todos. Acresce que, ao nível do ensino secundário regular, a exigência que os alunos depositam neles próprios para serem bem sucedidos na avaliação externa, leva a que, muitas vezes, não se interessem por quaisquer propostas que lhes sejam feitas e que os desviem, ainda que momentaneamente, do objetivo final.</div><div>Há, portanto, uma conjuntura propícia à ineficácia da escola em levar os jovens a construir autonomamente a capacidade de criar e intervir num mundo global. A mudança de paradigma passa por um esforço conjunto da tutela e dos agentes educativos, em especial os professores, que todos os dias estão no terreno e, com a sua motivação e conhecimento, podem arrancar para um modelo novo, capaz de fomentar a autonomia e dar respostas às necessidades do presente.</div><div>Então, o que podemos fazer para concretizar a capacidade criativa e dar ferramentas aos jovens para que intervenham num mundo global? </div><div>1. Pensar em atividades transversais, numa ótica multidisciplinar, que envolvam diferentes turmas (em última escala, diferentes anos de escolaridade) e professores de áreas científicas e técnicas diversas. O mundo global não é compartimentado, e a tendência de professores e alunos em olhar para uma área e não a relacionar com as demais tem de esvanecer.</div><div>2. Promover a autonomia dos alunos. A realização de trabalhos de pesquisa orientada, a construção de argumentos para debater alguns assuntos implica que os estudantes busquem a informação, selecionem, critiquem e construam o seu próprio conhecimento. Em trabalhos de grupo, o debate de ideias e a reunião de consensos é um momento fundamental na preparação para o mundo profissional. A apresentação de resultados pelos alunos é também um ato importante na promoção da autonomia.</div><div>3. Usar as tecnologias de informação e comunicação. Os alunos do século XXI têm, nos seus <em>smartphones</em>, uma poderosa fonte de informação. A utilização responsável em salas ou em ambientes de aula/aprendizagem promove a motivação, o interesse, o empenho e o desempenho escolar. Algumas ferramentas informáticas e eletrónicas permitem a apresentação de resultados de forma eficaz e esteticamente agradável. Será um erro a escola não aproveitar com sabedoria estas tecnologias.</div><div>4. Proporcionar soluções diferenciadas de avaliação. Apesar de os professores, cada vez mais, integrarem soluções diferentes de avaliação, a verdade é que o sistema educativo continua vinculado (quanto mais não seja pela avaliação externa) a uma avaliação assente em provas escritas. Uma escola que promova a autonomia e a integração dos jovens na sociedade tem, obrigatoriamente, que pensar além da prova escrita, e valorizar outros elementos. Gradualmente, a componente escrita dissipa-se noutras componentes, havendo uma interligação entre exercícios de avaliação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-14 21:02:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/231719564</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/232981551</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O significado da educação<br></strong><br></div><div>É fundamental conduzir os alunos às “aprendizagens significativas”. Tem de ser essa a lógica da escola e o papel do professor. Se o aluno não adquire/realiza aprendizagens que lhe sirvam para além da escola, então a escola está, certamente, a falhar. Não significa isto que as disciplinas, os “conteúdos” não sejam, também eles, significativos. Pelo contrário: os programas existem porque são, de facto, importantes para se poder ir mais além. Não se caia na tentação de abandonar as disciplinas em prol da operacionalização de competências, porque o cidadão competente tem, necessariamente, que dominar alguns desses conteúdos.<br><br></div><div>Como chegar? Romper com o modelo tradicional, sem necessidade de mudar muito. Organização de debates sobre determinados temas, levando os alunos à pesquisa, à formulação de ideias, à sua confrontação e defesa; sair da escola e ir ao encontro do “mundo” – visitas de estudo, contextualizadas e preparadas pelos próprios alunos. Ambos os exemplos facilmente se articulam numa perspetiva pluridisciplinar. A cooperação e a colaboração são verdadeiramente essenciais! Também aqui os professores necessitam de realizar aprendizagens significativas!<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-19 16:38:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/232981551</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/232981876</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Comentário 1</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/2e2937f5e6171798cf3a14d9a6a7437e/3_2____arg_e_voto_1.png" />
         <pubDate>2018-02-19 16:39:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/232981876</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/232982210</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Comentário 2</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/023e4d1737ceb52b86d76bd016712cde/3_2____arg_e_voto_2.png" />
         <pubDate>2018-02-19 16:40:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/232982210</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1.4. </title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/232982632</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fórum 2</strong>: <strong>Do Perfil dos Alunos à comunidade educativa</strong> – Como estimular o interesse das famílias na educação das crianças e dos jovens como preconizado no documento?<br><br></div><div>Perceber o contexto<br><br></div><div>Numa organização escolar por turmas, cabe ao conselho de professores da turma perceber o contexto familiar e poder organizar uma “rede” que ligue as famílias dos alunos. A existência de um encarregado de educação presente nas reuniões dos conselhos e que seja, efetivamente, representante, pode ser uma ajuda preciosa.<br><br></div><div>Projetar uma atividade agregadora, que envolva a comunidade local, e onde as potencialidades dos pais sejam auxiliares importantes no projeto dos seus filhos pode funcionar como um chamariz para estimular o interesse das famílias. A partir daqui o contacto escola-família torna-se mais fácil, e estabelece-se a ponte para um mundo de potencialidades. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-19 16:42:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/232982632</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.4.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/235022148</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome: </strong>Educação Patrimonial e Cidadania</div><div><strong><br>Área(s) disciplinar(es) envolvida(s): </strong>História, Geografia, Português, Línguas Estrangeiras, EMRC, Ciências Naturais.<br><br></div><div><strong>Ano(s) de escolaridade: </strong>3.º ciclo<br><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina: </strong>Consciencializar os alunos para o conhecimento e a preservação do património, em contexto de uma cidadania ativa e plena. Articular o contexto escolar com o meio envolvente, suas instituições e diferentes tipologias de património local.  <br><br></div><div><strong>Principais estratégias para a sua implementação: </strong>criação de um trabalho de projeto multidisciplinar que procure abordar os seguintes pontos:<br><br></div><div>1. Noções de património e cidadania patrimonial.</div><div>2. Tipologias de património (material, imaterial, ambiental,…)</div><div>3. Prospeção e identificação de património local.</div><div>4. Mapeamento do património local.</div><div>5. Reconhecimento do património (saídas de estudo).</div><div>6. Projeto.</div><div> </div><div><strong>Critérios de avaliação: </strong>Avaliação do trabalho de projeto e a sua concretização, de acordo com diferentes possibilidades: história/reconhecimento, divulgação científica e turística, preservação patrimonial, entre outras possibilidades. Tipologia de trabalho a definir em contexto de grupo turma, disciplinas e professores envolvidos, e ligação com o meio (autarquias, instituições, …).</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-24 20:33:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/235022148</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.3.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/237812320</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Criação de uma revista de informação - projeto anual interdisciplinar de uma turma de 10.º ano de Línguas e Humanidades (produção de três revistas, uma em cada final de período).</strong></div><div><strong> </strong></div><div>Os alunos foram convidados a pensar, em pequenos grupos, na estrutura da revista. Procura-se uma ligação do conteúdo da revista com os conteúdos programáticos das diferentes disciplinas. </div><div>Para cada número foi definido:</div><div>- um tema de capa, com um dossiê no interior (centrado nas três disciplinas específicas do curso)</div><div>- reportagem sobre a escola (ou fotorreportagem)</div><div>- notícias sobre as atividades realizadas na escola ou fora dela (visitas de estudo)</div><div>- entrevista a uma personalidade da escola</div><div>- artigos ou colunas de opinião (ligação com a Cidadania)</div><div>- recolha de notícias sobre a vida local</div><div>- sugestões de atividades a realizar e agenda</div><div> </div><div>Na elaboração das peças jornalísticas, os alunos trabalharam individualmente, em pares e em pequenos grupos, de forma rotativa (experienciando assim vários tipos e modos de trabalho). Um grupo foi também responsável pela edição gráfica da revista (também de forma rotativa).</div><div>Os professores do Conselho de Turma auxiliaram na seleção dos temas, na construção das peças, na revisão linguística e gráfica. O professor da disciplina em que se inseria o tema de capa foi convidado a escrever o editorial.  </div><div> </div><div>A avaliação foi formativa, centrada no que cada estudante havia realizado em cada número. No final do ano, os alunos foram convidados a fazer a sua autoavaliação, a explicitar as aprendizagens realizadas, e a avaliar o projeto.</div><div> </div><div>Possibilidades de melhoria: maior colaboração entre docentes (exemplo: tema de capa interdisciplinar), mais tempo em contexto de sala de aula para elaboração dos diferentes trabalhos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-03-04 16:25:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/237812320</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.4. </title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/237841612</link>
         <description><![CDATA[<div>O modelo apresentado pelo diretor do <em>Institut Les Vinyes,</em> de Barcelona concilia o modelo tradicional com a possibilidade de poder ir mais além. As disciplinas continuam a ser a base escolar, posicionadas num quadro de competências. Juntam-se, depois, as áreas disciplinares que visam aprendizagens procedimentais, e os projetos transversais, que visa a consolidação e a exercitação de competências gerais e específicas.<br><br></div><div>Este modelo assenta numa diversidade de experiências de aprendizagem e métodos de avaliação, possibilitando uma prática de diferenciação pedagógica em toda a linha. <br><br></div><div>Considerando o projeto de autonomia e flexibilidade curricular apresentado em Portugal, acredito que um modelo como o que aqui é apresentado se coaduna com o perfil dos alunos, as aprendizagens essenciais e, sobretudo, com a prática pedagógica centrada no aluno e capaz de exercitar um conjunto de competências sem, contudo, menosprezar os conhecimentos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-03-04 19:48:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/237841612</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.6.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/239443989</link>
         <description><![CDATA[<div>Planificação de um Domínio de Autonomia Curricular</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/553dfa86788b8da87423df2ae22fb157/Grelha_planificacao_projeto_DAC_MOOC_AFC_Marcelo_Magalh_es.pdf" />
         <pubDate>2018-03-07 23:14:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/239443989</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.2.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/243066915</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A avaliação que temos e a avaliação que queremos<br></strong><br></div><div>Os três excertos apresentados apontam caminhos para uma mudança nos paradigmas da avaliação. Apesar da literatura científica há muito apresentar modelos alternativos e demonstrar as mais valias de uma mudança, a verdade é que os avanços e recuos legislativos, bem como a inércia instalada numa pequena parte do corpo docente levam a um considerável atraso nesta implementação, e à consequente manutenção de um sistema avaliativo “clássico”. <br><br></div><div>Da leitura dos excertos e do seu cruzamento com os critérios apresentados, deixo para reflexão:<br><br></div><div><strong>- </strong>Continuamos a ter uma <strong>avaliação centrada nos conhecimentos</strong>. Depois de uma década em que o modelo educativo caminhou para uma pedagogia de competências (2001-2011), a realidade e que tal não passou de uma carta de intenções, e o recuo pedagógico sentido em 2011 acentuou ainda mais a centralização (algumas vezes, a exclusividade) da avaliação dos conhecimentos. Isso mesmo é visível nos critérios de avaliação apresentados, que só com muito esforço criativo conseguimos ver neles a avaliação para lá dos conhecimentos da disciplina. <br><br></div><div><strong>- </strong>Caminhamos para uma avaliação formativa mas continuamos com um <strong>predomínio da avaliação sumativa</strong>. Não obstante a necessidade de existirem elementos e momentos de avaliação sumativa em todas as disciplinas, estes continuam a ter um peso excessivo na ponderação da avaliação global. A pressão escolar, familiar e social para bons resultados em provas finais e exames nacionais também influencia este modo de avaliação.<br><br></div><div><strong>- </strong>Em função do tipo de avaliação predominante referido nos dois pontos anteriores, há a <strong>necessidade de conciliar as tarefas de aprendizagem com as tarefas de avaliação</strong>. A implementação de tarefas a realizar em sala de aula, ou fora dela, que permitam adquirir conhecimentos e exercitar competências podem, e devem, ser encaradas também como tarefas de avaliação. Estas não devem ser secundarizadas ou esquecidas dos parâmetros formais do processo de atribuição de “notas”, uma vez que revelam progressão nos conhecimentos, capacidades e atitudes dos alunos, e são elementos essenciais para o seu desempenho. <strong> <br></strong><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-03-17 12:18:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/243066915</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.3.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/243074868</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diversificar a avaliação</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/a5fe875cde997d814910e4c62b02a9df/5_3__quadro.pdf" />
         <pubDate>2018-03-17 13:47:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/243074868</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.4.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/243113753</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A História como disciplina facilitadora de seleção de fontes de informação<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/8db69c4660d2a65b2bcade7b169cf5fc/5_4__quadro.pdf" />
         <pubDate>2018-03-17 19:44:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/243113753</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 6.3.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/245712813</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>C&amp;D na Escola</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/4cd4ff395ea859cf2671ae90306ca4d1/6_3__quadro.pdf" />
         <pubDate>2018-03-24 10:25:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/245712813</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 6.6.</title>
         <author>marcelomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/245725331</link>
         <description><![CDATA[<div>(Des)construir a Igualdade de Género - História, Género e Cidadania</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204575530/f84b6108aab7cc163cb45cbd9d06b19f/6_6__Atividade.pdf" />
         <pubDate>2018-03-24 13:19:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelomagalhaes/w5fdnxq1wrkv/wish/245725331</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
