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      <title>AT 08/09 Biologia FGB by Melissa Santos</title>
      <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-07 18:54:48 UTC</pubDate>
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         <title>Black Rain Frog</title>
         <author>melissaly112</author>
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         <description><![CDATA[<p>-Nome</p><p>Nome popular (Brasil): Sapo-preto-da-chuva, também apelidado de “abacate rabugento”.</p><p>Nome original (inglês): Black Rain Frog.</p><p>Nome científico: <em>Breviceps fuscus</em>.</p><p>-Alimentação</p><p>Alimenta-se principalmente de pequenos insetos. (Não há registros de preferência muito específica)</p><p>-Habitat</p><p>Espécie endêmica da África do Sul, encontrada especialmente nas Montanhas Cape Fold.</p><p>Vive em regiões áridas e semiáridas do sul do continente africano.</p><p>É um animal fossorial (vive enterrado), utilizando a umidade do solo como adaptação para sobreviver onde há pouca disponibilidade de água.</p><p>Não depende de água aberta (lagos ou rios) para reprodução.</p><p>-Comportamento e Curiosidades</p><p>Corpo: pequeno (até 5 cm), atarracado e arredondado.</p><p>Pele: escura, irregular, marrom ou preta, com pequenos grânulos espalhados.</p><p>Locomoção: não pula nem nada, apenas anda.</p><p>Escavação: possui nódulos em forma de pá nos pés para se enterrar de costas no solo.</p><p>Defesa: quando ameaçado, infla o corpo como um balão para parecer maior e dificultar que predadores o removam da toca ou o engulam.</p><p>Vocalização: pode emitir gritos de angústia quando capturado.</p><p>-Reprodução:</p><p>Ocorre no verão chuvoso, quando machos formam grandes coros noturnos.</p><p>Os ovos são colocados em ninhos subterrâneos, guardados pelos machos.</p><p>-Os filhotes já nascem como mini sapos formados, sem fase aquática de girino.</p><p>-Crença local: espécies do gênero Breviceps são associadas como sinal de chuva iminente.</p><p>-Ameaças e Extinção</p><p>Principais ameaças: perturbação e destruição do habitat.</p><p>-Extinção: não está extinto. (Não há registros de já ter sido)</p><p>-Conservação</p><p>Classificado pela IUCN como Least Concern (Pouco Preocupante), ou seja, não está em risco imediato de extinção.</p><p>Ainda assim, a conservação depende da proteção das montanhas Cape Fold, pois a espécie é muito localizada. (Não há grandes programas específicos de conservação) </p><p>Black Rain Frog – Sapo-preto-da-chuva</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 18:55:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>melissaly112</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572482112</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 18:56:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>melissaly112</author>
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         <pubDate>2025-09-07 18:56:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>melissaly112</author>
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         <pubDate>2025-09-07 18:57:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>melissaly112</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.worldwildlife.org/magazine/issues/fall-2023/articles/meet-the-black-rain-frog-a-grumpy-looking-amphibian">https://www.worldwildlife.org/magazine/issues/fall-2023/articles/meet-the-black-rain-frog-a-grumpy-looking-amphibian</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2025/01/07/sapo-exclusivo-da-africa-do-sul-tem-aparencia-semelhante-a-um-abacate-rabugento.ghtml" />
         <pubDate>2025-09-07 18:59:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nome</title>
         <author>mcavlct</author>
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         <description><![CDATA[<p>Conhecido no Brasil como "Rã-de-unhas-africana" ou "Rã-albina", tem como nome científico "<em>Xenopus laevis</em>".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 23:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Alimentação</title>
         <author>mcavlct</author>
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         <description><![CDATA[<p>O anfíbio tem alimentação carnívora, com preferência em invertebrados aquáticos, peixes, ovos de outros anfíbios, larvas e outros animais menores com um tamanho adequado ao tamanho da sua boca, já que possuem pouca visão e um apetite voraz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 23:58:07 UTC</pubDate>
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         <title>Habitat</title>
         <author>mcavlct</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tem como habitat corpos d'água permanentes ou temporários, como lagoas, riachos e poços em biomas de savanas e áreas semiáridas. Eles são quase totalmente aquáticos, preferem água estagnada e pobre em vegetação superior, e podem migrar durante secas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 23:59:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Comportamento</title>
         <author>mcavlct</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mesmo sendo carnívora, a Rã-de-unhas-africana não possuí linguas ou dentes, assim engolindo o alimento por inteiro, utilizando as patas dianteiras para sentir o ambiente e auxiliar na alimentação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:01:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Curiosidades</title>
         <author>mcavlct</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572638504</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos anos 1950, a rã foi usada em testes de gravidez devido à sua capacidade de produzir ovos quando injetada com urina de mulheres grávidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:03:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Curiosidades</title>
         <author>mcavlct</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572639600</link>
         <description><![CDATA[<p>A Rã-de-unhas-africana, tem esse nome devido as garras córneas que ela possuí em suas patas traseiras, usadas para rasgar presas e se defender.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:04:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ameaças ou extinção</title>
         <author>mcavlct</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572642941</link>
         <description><![CDATA[<p>O anfíbio não enfrenta ameaças de extinção em seu habitat nativo, porém, é considerado uma espécie invasora muito perigosa fora da África, ameaçando a biodiversidade do local e a vida de outros anfíbios. Um dos principais motivos dessa ameaça ocorrer, é o fungo "<em>Batrachochytrium dendrobatidis</em>", que se originou na Ásia, porém, muitas vezes utiliza da Rã-de-unhas-africana como hospedeira de transmissão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:07:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conservação</title>
         <author>mcavlct</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572644402</link>
         <description><![CDATA[<p>Não existe uma conservação da Rã-de-unhas-africana, pois sua espécie não se encontra em extinção, porém, existe um plano de erradicação da mesma em Portugal, que teve inicio em 2010, que consiste em:</p><p>identificar e monitorar a espécie, principalmente em períodos de maior atividade reprodutiva;</p><p>esvaziar locais de maior população da espécie;</p><p>recuperar espécies nativas no habitat invadido pela rã;</p><p>conscientizar a público para prevenir a dispersão da espécie.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:08:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os axolotes</title>
         <author>natefranco</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572648367</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais conhecido como “monstro aquático” ou <em>axolotl</em> — como em países estrangeiros — o <strong>axolote</strong> (sendo seu nome científico <em>Ambystoma mexicanum</em>) é, uma espécie de <strong>salamandra</strong> e, acima de tudo, um <strong>anfíbio</strong> <strong>caudado</strong> proveniente de <strong>lagos</strong> e <strong>canais</strong> <strong>de</strong> <strong>água</strong> <strong>doce</strong>, um cordado muito interessante e importante para o universo biológico e a evolução dos animais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:12:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências </title>
         <author>mcavlct</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572655000</link>
         <description><![CDATA[<p>Escapee pregnancy test frogs colonised Wales for 50 years - BBC News <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/WiAuPV2NEfjMlevJk">https://share.google/WiAuPV2NEfjMlevJk</a></p><p><br></p><p>Xenopus laevis - Fatos, dieta, habitat e fotos em Animalia.bio <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/mk7aEVUIO1NYRgIY9">https://share.google/mk7aEVUIO1NYRgIY9</a></p><p><br></p><p>Xenopus laevis / Invasive Species of Japan <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/aUwZQBic5Nf8nMKEv">https://share.google/aUwZQBic5Nf8nMKEv</a></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:15:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como os axolotes se alimentam?</title>
         <author>natefranco</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572680834</link>
         <description><![CDATA[<p>Após seu nascimento, quando ainda é “novo” (o termo “novo” seria incerto pois, ao ser estudado, é visto que esse ser não envelhece, ou pelo menos não da forma comum, isso se detém devido à sua <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/35/20483#:~:text=A%20explica%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20a%20seguinte,%2C%20por%20assim%20dizer%2C%20neot%C3%AAnicas.">neotenia</a>, que será explicada mais à frente), o axolote gosta de se alimentar de <strong>zooplâncton</strong> — microorganismos aquáticos — como os <strong>rotíferos</strong> e <strong>cladóceros.</strong></p><p>Se alimentam por <strong>sucção</strong>, por meio de uma <strong>boca larga</strong> que contém <strong>pequenos dentes e uma língua retrátil</strong>.</p><p>Quando já são adultos, também se alimentam de <strong>pequenos</strong> <strong>peixes</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:31:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome</title>
         <author>p881349</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572708375</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico</strong>: <em>Pleurodeles nebulosus</em></p><p><strong>Nome popular:</strong> Algerian ribbed newt (inglês); Tritão-nervurado-argelino (português)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:45:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Habitat dos axolotes</title>
         <author>natefranco</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572712400</link>
         <description><![CDATA[<p>Os axolotes são pertencentes de uma <strong>espécie endêmica</strong> (apenas encontrado em uma área geográfica especifica e nenhuma outra parte do mundo), o que nos leva ao fato de que ele é apenas encontrável em locais de água na região central do México, mais especificamente no lago <strong>Xochimilco</strong>, último remanescente destes anfíbios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:48:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Habitat</title>
         <author>p881349</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572725004</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>espécie endêmica da Argélia e Tunísia, se distribuindo do centro-norte da Argélia até a península do Cabo Bon na Tunísia;&nbsp;</p></li><li><p>Seu habitat verdadeiro é muito fragmentado, podendo ser encontrado em ambientes úmidos próximos a rios, cursos d’água e corpos d’água estagnados, mas também podem viver em áreas semiáridas.;</p></li><li><p>Mais especificamente, são encontrados em florestas latifoliadas mesotérmicas e matagais.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:56:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Comportamentos e curiosidades</title>
         <author>natefranco</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong><mark>Fisionomia</mark></strong></p><p><br></p><p>Os axolotes são animais <strong>neotênicos</strong>, isso significa que estes anfíbios provém de uma espécie que <strong>mantêm</strong> <strong>suas</strong> <strong>características</strong> <strong>larvais</strong> mesmo depois de chegar à fase adulta, por isso é bem perceptível suas brânquias expostas! Lembrando que os mesmos são uma espécie de <strong>salamandra</strong>, o comum é que os animais dessa ordem se desenvolvam na <strong>água</strong>, tornando-se <strong>terrestres após a metamorfose</strong>.</p><p>Contudo, os axolotes <strong>até podem passar por essa mudança</strong>. Mas, em geral, permanecem a vida toda com características típicas do estágio larval da salamandra.</p><p><br></p><p>Os axolotes conseguem se regenerar <strong>sem deixar nenhuma cicatriz</strong>, tendo um DNA dez vezes maior do que o do ser humano. Conseguem regenerar sua <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/medula-espinhal.htm">medula espinhal</a> completamente e regenerar extremidades amputadas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 00:59:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alimentação</title>
         <author>p881349</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Em condições adequadas, pode comer tudo o que for oferecido a ela;</p></li><li><p>A dieta é majoritariamente composta de anelídeos e artrópodes;&nbsp;</p></li><li><p>Em cativeiro, minhocas e larvas congeladas podem ser oferecidas como alimentos básicos;</p></li><li><p>Úteis para fase terrestre mas não muito aceitos são grilos, baratas e isópodes.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:01:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>natefranco</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Cultura e mitologia</mark></strong></p><p><br/></p><p>Tendo ciência de que este anfíbio é nativo do México (mesmo antes da chegada dos espanhóis), o mesmo é inserido nas mitologias do local, onde seu nome simboliza isso. Acredita-se que os axolotes seriam a reencarnação do deus asteca <strong>Xolotl</strong>, responsável pelo fogo e iluminação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:03:24 UTC</pubDate>
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         <title>Comportamento</title>
         <author>p881349</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572742729</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O início da época de reprodução varia de acordo com a altitude e a temperatura;</p></li><li><p>A reprodução ocorre em lagoas de moderado a grande porte, com diferentes níveis de turbidez, composição química da água e vegetação aquática;</p></li><li><p>Se defendem achatando o corpo e enrolando a cauda;</p></li><li><p>Em lagoas, pode ser encontrado em simpatria com <em>Bufotes boulengeri, Discoglossus pictus, Hyla meridionalis, Pelophylax saharicus </em>e <em>Sclerophrys mauritanicus;</em></p></li><li><p>Pode ser encontrada em grupos de dez indivíduos ou pode ser solitária.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:06:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ameaças, extinção e conservação</title>
         <author>natefranco</author>
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         <description><![CDATA[<p>Atualmente, o axolote se encontra em perigo de extinção. Seu habitat, Xochimilco, é a única zona úmida que sobrevive na Cidade do México desde a época dos astecas. Porém, com o contínuo crescimento da <strong>urbanização</strong>, o local está sendo perdido, sendo a subcausa principal a contaminação de água. </p><p>Os números são eloquentes: em menos de duas décadas, passaram de uma população de<strong> 6.000 habitantes por quilômetro quadrado para uma de 36 por quilômetro quadrado</strong>.</p><p>Para reverter a situação, uma equipe de pesquisadores trabalha em um laboratório com uma <strong>colônia de 120 axolotes</strong>, onde suas condições são mantidas para que possam reproduzi-los.</p><p><br/></p><p>Ao mesmo tempo, esses pesquisadores trabalham na <strong>restauração</strong> <strong>de</strong> <strong>Xochimilco</strong> com o apoio dos agricultores locais. O objetivo é transformar cada ilha de lama, conhecida como <strong>chinampa</strong>, em um habitat seguro para axolotes.</p><p>Nos canais, “colocamos uma barreira que impede a passagem de carpas e tilápias, que são espécies invasoras que nos causam muitos problemas. Assim que tivermos a certeza de que dentro destes canais ou abrigos não temos carpas e tilápias, inicia-se o processo de reabilitação com plantas", explica Carlos Sumano, colaborador de campo do <strong>Laboratório de Restauração Ecológica da UNAM.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:08:58 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades</title>
         <author>p881349</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572749542</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Os machos são, geralmente, menores que as fêmeas e com caudas mais largas em relação ao seu tamanho corporal total;</p></li><li><p>As populações do Sul são maiores do que as populações do Norte;</p></li><li><p>É considerada uma espécie rara e em declínio.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:09:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ameaças e Conservação</title>
         <author>p881349</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572753350</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Ameaçado pela poluição, predação ou competição por peixes invasores <em>Gambusia</em>, morte no trânsito e mudanças climáticas;</p></li><li><p>Classificada pela IUCN como Least Concern, sendo vulnerável;</p></li><li><p>Pode ser encontrada em áreas protegidas na Tunísia e na Argélia, encontrada nos Parques Nacionais de Ichkeul e El Feija (Tunísia) e nas reservas da biosfera dos Parques Nacionais de Taza, Theniet el Had, Djurdjura, Chrea e El Kala (Argélia);</p></li><li><p>A espécie é protegida na Tunísia e, na Argélia, pelo Decreto Executivo 12-235.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:11:27 UTC</pubDate>
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         <title>Imagens e vídeos dos axolotes!</title>
         <author>natefranco</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:12:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>natefranco</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572758508</link>
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         <pubDate>2025-09-08 01:14:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>natefranco</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572759405</link>
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      </item>
      <item>
         <title>Referencias</title>
         <author>p881349</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572762785</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://salamanderland.com/articles/articles-caresheets/pleurodeles-nebulosus">https://salamanderland.com/articles/articles-caresheets/pleurodeles-nebulosus</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://amphibiaweb.org/species/6288">amphibiaweb.org/species/6288</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.iucnredlist.org/species/61919/179948304#conservation-actions">https://www.iucnredlist.org/species/61919/179948304#conservation-actions</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:16:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>natefranco</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572769041</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>natefranco</author>
         <link>https://padlet.com/melissaly112/w4smgsta1bo3mq32/wish/3572784490</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.petz.com.br/blog/axolote/">https://www.petz.com.br/blog/axolote/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62889026">https://www.bbc.com/portuguese/geral-62889026</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/axolote-ambystoma-mexicanum.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/axolote-ambystoma-mexicanum.htm</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisadores-querem-salvar-monstro-aquatico-mexicano-da-extincao/">https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisadores-querem-salvar-monstro-aquatico-mexicano-da-extincao/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/35/20483#:~:text=A%20explica%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20a%20seguinte,%2C%20por%20assim%20dizer%2C%20neot%C3%AAnicas">https://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/35/20483#:~:text=A%20explica%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20a%20seguinte,%2C%20por%20assim%20dizer%2C%20neot%C3%AAnicas</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/35/20483#:~:text=A%20explica%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20a%20seguinte,%2C%20por%20assim%20dizer%2C%20neot%C3%AAnicas.">.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/medula-espinhal.htm">https://brasilescola.uol.com.br/biologia/medula-espinhal.htm</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inaturalist.org/taxa/126917-Rotifera"><br>https://www.inaturalist.org/taxa/126917-Rotifera</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.shutterstock.com/pt/search/cladocera?dd_referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com%2F">https://www.shutterstock.com/pt/search/cladocera?dd_referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com%2F</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://wallpapercave.com/axolotl-wallpapers">https://wallpapercave.com/axolotl-wallpapers</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://axolotlplanet.com/blogs/all-about-axolotls/the-ultimate-guide-to-axolotl-nutrition-the-best-axolotl-food-for-every-life-stage">https://axolotlplanet.com/blogs/all-about-axolotls/the-ultimate-guide-to-axolotl-nutrition-the-best-axolotl-food-for-every-life-stage</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://atmos.earth/mexico-axolotl-lake-xochimilco-endangered-rewilding/Atmos">https://atmos.earth/mexico-axolotl-lake-xochimilco-endangered-rewilding/Atmos</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.aroundus.com/p/5105388-lake-xochimilco">https://pt.aroundus.com/p/5105388-lake-xochimilco</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.megacurioso.com.br/ciencia/121029-conheca-o-axolote-a-salamandra-sensacao-da-internet-que-esta-em-extincao.htm">https://www.megacurioso.com.br/ciencia/121029-conheca-o-axolote-a-salamandra-sensacao-da-internet-que-esta-em-extincao.htm</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/bFkIG9S2Mmg?si=BZXK6Et0eHFax2rX">https://youtu.be/bFkIG9S2Mmg?si=BZXK6Et0eHFax2rX</a></p><p><br/></p>]]></description>
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