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      <title>Indígenas do Brasil by RAFAEL DE SOUZA</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel</link>
      <description>Material criado em parceria entre Rafael de Souza e Juliana Costa – professores, respectivamente, da Sala de Leitura e de História, da E. M. Gurgel do Amaral em celebração e memória da diversidade indígena brasileira.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-12 13:38:09 UTC</pubDate>
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         <title>Paiter (RO)</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Suruí de Rondônia se autodenominam <em>Paiter</em>, que significa "gente de verdade, nós mesmos".<br><br>Na foto, uma mulher voltando da roça com a colheita no cesto que carrega nas costas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 14:16:28 UTC</pubDate>
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         <title>Fulni-ô (PE)</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Única tribo indígena da região nordeste brasileira que conseguiu manter viva a sua língua.<br><br>Na foto, um indígena no Acampamento Terra Livre, maior encontro de povos indígenas do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 14:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>Krenak (MG)</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conhecidos como os últimos botocudos, por causa da tradição de modificação nas orelhas e nos lábios.<br><br>Na foto, dois indígenas com alargamento nas orelhas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 14:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Bororo (MT)</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo Bororo significa, na língua nativa, "pátio da aldeia”, porque a disposição circular das casas faz do pátio o centro da aldeia e espaço ritual desse povo.<br><br>Na foto, é possível ver essa característica motivo de orgulho e símbolo da identidade dessa etnia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 14:27:41 UTC</pubDate>
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         <title>Kaingang (Região Sul)</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das maiores populações indígenas da atualidade, tiveram os primeiros contatos com os colonizadores há mais de 400 anos. Estão presentes em toda a Região sul do Brasil e já chegaram a ocupar parte da Argentina.<br><br>Na foto, é possível ver uma indígena fazendo uma pintura no rosto de outra pessoa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 14:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>VÃNH GÉHN TU VÃJE TÓ - Canto de Guerra Kaingang</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa música está ligada ao período em que os Kaingang brigavam com os Xokleng e tem a função de preparar para a luta. Embora não haja mais conflitos entre eles, a música é cantada ­atualmente pelos jovens em encontros na cidade, como parte do processo de revitalização cultural e fortalecimento da identidade cultural.&nbsp;<br><br>Para conhecer mais sobre culturas indígenas brasileiras e suas músicas, acesse: www.cantosdafloresta.com.br/audios</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 14:35:32 UTC</pubDate>
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         <title>Kicrok tondon nukuin</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A música <strong><em>Kicrok Tondon Nukuin</em></strong>, tocada pelas flautas <em>kicrock</em>, abre o ritual <em>Taru Andek</em>, que invoca os espíritos <em>marét,</em> que protegem as pessoas na aldeia. A melodia, embora aparente ser muito repetitiva, apresenta uma grande variedade de ornamentos a cada repetição, criando uma textura sonora bastante interessante.<br><br>Para conhecer mais sobre culturas indígenas brasileiras e suas músicas, acesse: www.cantosdafloresta.com.br/audios</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 14:38:07 UTC</pubDate>
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         <title>Oieigo</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Canto alegre para uma caça coletiva, Oieigo faz parte do álbum lançado em 1989 pelo selo Audivis-Unesco, parte da Coleção de Música Tradicional realizado pela Unesco. Apresenta registros de cantos diversos da etnia Bororo, habitante de Mato Grosso, por Riccardo Canzio nos final dos anos 1980.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br>Para conhecer mais sobre culturas indígenas brasileiras e suas músicas, acesse: www.cantosdafloresta.com.br/audios</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/8CFAs_g-fb0?t=3300" />
         <pubDate>2021-04-12 14:50:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1407740438</link>
         <description><![CDATA[<div>“Canto Sagrado da Mãe Terra” pelos índios da tribo Fulni-Ô foi gravado em São Jorge, Goiás, no tradicional encontro da Aldeia Multiétnica de 2013, durante as festividades que ocorrem anualmente ao longo do mês de julho.<br><br>Para conhecer mais sobre culturas indígenas brasileiras e suas músicas, acesse: www.cantosdafloresta.com.br/audios</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 15:02:29 UTC</pubDate>
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         <title>Bichos de Palop - Mito da criação do mundo</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bichos de Palob é um trecho de um áudio de um mito Paiter Surui. Nessa história, Palop, o ser que criou os animais, a humanidade e muitas coisas, 🤬 aos animais que cantem suas melodias antes de descerem para a terra. Foi extraida do Arquivo Arampiã da antropóloga Betty Mindlin, autora de diversos livros sobre esse povo. A história relata a “descida” dos animais para habitarem a terra.<br><br>Para conhecer mais sobre culturas indígenas brasileiras e suas músicas, acesse: www.cantosdafloresta.com.br/audios</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 15:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa do Brasil</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <pubDate>2021-04-16 19:52:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 19:53:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eles são os nativos da nossa terra. Antes de os europeus chegarem por aqui, eram eles que habitavam as matas do nosso país. Hoje, os índios, conhecidos como os primeiros brasileiros, lutam pela preservação de seu espaço, tanto física, como culturalmente.&nbsp;</div><div><br></div><div>Hoje, são mais de 300 povos espalhados pelo Brasil, falando aproximadamente 200 línguas diferentes. A proposta do programa é abordar diversas temáticas da luta indígena como preservação da cultura, língua e costumes dos diversos povos, proteção do meio ambiente e da vida, respeito à diversidade, etc.<br><br>Para assistir ao programa, acesse</div><div><a href="https://globoplay.globo.com/falas-da-terra/t/csJKrFq2qh/">https://globoplay.globo.com/falas-da-terra/t/csJKrFq2qh/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistacrescer.globo.com/Educacao-Comportamento/noticia/2021/04/falas-da-terra-comemoracoes-de-dia-do-indio-nas-escolas-podem-ofender-cultura-indigena-entenda.html?fbclid=IwAR2Tbwgy8AFOM0QJEw__EVKIBE0EJydiTfHZA2ZMYCcNNFs-peG5QZ_XdCs" />
         <pubDate>2021-04-25 20:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Indígenas montam site e contam sua versão da história em materiais didáticos</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>“A época do índio sem voz está terminando. Este projeto tem o objetivo de empoderar o indígena para dialogar. Trabalhamos em cima dos preconceitos que existem, como pessoas que acham que eles ainda vivem nus [...] Hoje o site tem 200 matérias provenientes de 10 etnias diferentes”, conta o presidente da Thydêwá (ONG que criou o site), Sebastian Gerlic.<br><br>Para saber mais, acesse: <a href="https://www.indioeduca.org/">https://www.indioeduca.org/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://catracalivre.com.br/educacao/indigenas-montam-site-e-contam-sua-versao-da-historia-em-materiais-didaticos/" />
         <pubDate>2021-04-25 20:38:38 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com Daniel Mundukuru, premiado escritor indígena</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456975318</link>
         <description><![CDATA[<div>"A palavra 'indígena' diz muito mais a nosso respeito do que a palavra 'índio'. Indígena quer dizer originário, aquele que está ali antes dos outros [...]. Para ser originário precisa ter um pertencimento a um povo ancestral", defende Munduruku</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47971962" />
         <pubDate>2021-04-25 20:39:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na matéria, há depoimentos de indígenas que foram presos por sair da tribo pra jogar sinuca, por beber cachaça, por acusação de homossexualidade, entre outras razões que não são motivos razoáveis para prender qualquer pessoa. Além disso, nas prisões construídas para os indígenas os espancamentos e desaparecimentos eram constantes, falar a língua nativa era proibido, os presos eram obrigados a trabalhar em más condições.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Direitos-Humanos/Ditadura-criou-campos-de-concentracao-indigenas/5/30641" />
         <pubDate>2021-04-25 20:41:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A questão indígena em 4 minutos</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456979401</link>
         <description><![CDATA[<div>De um lado, os interesses dos povos indígenas. De outro, os interesses do agronegócio e do modelo de desenvolvimento vigente no país. Nesse contexto, a atuação da Fundação Nacional do Índio (Funai) é fundamental para dirimir inúmeros conflitos e exercer seu papel constitucional de identificar, demarcar e monitorar terras indígenas, mas também é responsabilidade do órgão indigenista prestar apoio e proteção social</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 20:42:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O sofrimento de indígenas por não poderem viver de acordo com suas transições</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456982809</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"Os índios não cometem nem falam em suicídio coletivo. Falam em morte coletiva no contexto da luta pela terra. Ou seja (diz o CIMI em sua nota) se a Justiça e pistoleiros contratados pelos fazendeiros insistirem em tirá-los de suas terras tradicionais, eles estão dispostos a morrerem todos nela, sem jamais abandoná-la. Vivos eles não sairão do chão dos antepassados".&nbsp;</div><div>Segundo levantamento, entre 1986 e 2011, 863 guaranis-kaiowá se suicidaram.</div><div>Expulsos de suas terras, os índios lutam pelo "Tekoha". Ou seja, o que os Kaiowá e Guarani querem é o "lugar onde viveram desde sempre".&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=5Da9dU17NFg" />
         <pubDate>2021-04-25 20:45:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456985733</link>
         <description><![CDATA[<div>Um estudo de uma dupla de antropólogos diz que relações entre pessoas do mesmo sexo eram comuns entre os índios brasileiros antes da vinda dos europeus. O trabalho afirma ainda que a prática não era vista com preconceito. Os pesquisadores defendem que a homofobia foi ensinada a eles pelos colonizadores.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://history.uol.com.br/noticias/homossexualidade-nao-era-tabu-entre-indios-brasileiros-diz-estudo" />
         <pubDate>2021-04-25 20:47:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais são os principais deuses da mitologia indígena brasileira?</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456987820</link>
         <description><![CDATA[<div>À época da chegada dos colonizadores europeus, os mais de mil povos indígenas que viviam por aqui já tinham um rico e variado panteão de divindades, todas em estreita ligação com as forças da natureza.&nbsp;<br><br>Conheça alguns deuses das culturas, guarani, tupi, arara, ianomâmi, dessana, ieucuana e araueté acessando o link.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://super.abril.com.br/mundo-estranho/quais-sao-os-principais-deuses-da-mitologia-indigena-brasileira/" />
         <pubDate>2021-04-25 20:48:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Saiba o que a terra realmente significa para os índios brasileiros - e veja porque tem tenta gente interessada nela </title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456990164</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando um índio diz que a própria terra é 'sagrada', não é força de expressão. Muitos povos indígenas acreditam em deuses e seres mitológicos ligados a elementos da natureza, e o território é o espaço físico onde essas divindades se manifestam. Ou seja: a terra não é apenas o lugar onde os índios moram. É um elemento central da religião e da identidade cultural deles. &nbsp;<br><br></div><div>As 687 terras indígenas no país, que abrigam aproximadamente 517 mil pessoas, despertam enorme interesse de agricultores, pecuaristas, mineradoras e empreiteiras, que veem nelas uma grande oportunidade de lucro e têm tentado explorá-las – nem sempre de forma pacífica.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://super.abril.com.br/comportamento/a-terra-sagrada-dos-indios/" />
         <pubDate>2021-04-25 20:50:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O legado indígena na cidade e no povo carioca</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456991495</link>
         <description><![CDATA[<div>Pipoca, abacaxi, canjica, caju, capim, cupim, aipim, perereca, jacaré, siri, cafuné... São incontáveis as palavras de origem indígena que, incorporadas à língua portuguesa, fazem parte do nosso vocabulário cotidiano. Também herdamos hábitos alimentares como comer frutas e derivados da mandioca, o costume de descansar na rede, o uso de plantas medicinais como o boldo, a copaíba, a catuaba e mais uma infinidade de outras ervas, sementes e raízes, cujas propriedades despertam cada vez mais os interesses científicos e comerciais.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/reportagens/826-o-legado-indigena-na-cidade-e-no-povo-carioca" />
         <pubDate>2021-04-25 20:51:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Índios urbanos: buscando as raízes longe da natureza</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456995686</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente há no Brasil mais de 800.000 indígenas, segundo o mais recente recenseamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010. Vivem nas grandes cidades 38,5% deles, principalmente em São Paulo, mas também em Manaus, Boa Vista e no Rio de Janeiro. Isso representa o último desafio para o índio: adaptar-se e sobreviver entre toneladas de asfalto.<br><br></div><div>Afonso Apurinã reconhece que para seu povo é a <a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/13/politica/1444743104_732810.html">cada dia “mais difícil” sobreviver no Amazonas</a>. O mesmo acontece com as outras tribos indígenas (Fulni-ô, Potiguara, Xavante, Terena…), cercadas por instalações agrícolas que derrubam suas matas, extraem seus recursos naturais e contaminam seus rios. “Para eles só interessa destruir a natureza que nos alimenta e erguer fábricas de dinheiro. E eu me pergunto: No futuro, vamos comer dinheiro?”, diz, com ironia.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/22/politica/1445509265_732696.html" />
         <pubDate>2021-04-25 20:54:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será muita terra pra pouco índio??</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1456998892</link>
         <description><![CDATA[<div>A grande maioria dos brasileiros ignora a imensa diversidade de povos indígenas que vivem no país: são 254 povos, falantes de cerca de 160 línguas. Estima-se que, à época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 povos diferentes, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas.&nbsp;</div><div><br></div><div>Os povos indígenas somam, segundo o Censo IBGE 2010, 896.917 pessoas. Destes, 324.834 vivem em cidades e 572.083 em áreas rurais, o que corresponde aproximadamente a 0,47% da população total do país. Segundo dados mais recentes produzidos pelo ISA (2018), a estimativa é de que haja aproximadamente 700 mil pessoas vivendo em Terras Indígenas.&nbsp;</div><div><br></div><div>Os 254 povos indígenas vivendo no Brasil formam um verdadeiro mosaico de microssociedades, ao menos 26 desses povos têm população inferior a 100 pessoas, somente 16 etnias somam mais do que 10.000 pessoas. Entre as etnias mais numerosas, com população superior a 30000 pessoas, duas estão fora da Amazônia, Guarani (Mbya, Kaiowá e Ñandeva) e Kaingang, outras duas, Ticuna e Macuxi, se encontram na calha do rio Solimões e no Leste de Roraima, respectivamente.</div><div>O reconhecimento de Terras Indígenas, principalmente após a Constituição de 1988, ajudou a assegurar a retomada populacional de diversos povos indígenas, embora uma parcela importante dessa população ainda se encontre ameaçada. Mas se a maioria dos brasileiros imagina essa população vivendo predominantemente na Amazônia, é preciso salientar que cerca de 45% da população indígena brasileira em Terras Indígenas está fora dessa região.&nbsp;</div><div><br></div><div>Boa parte das terras que deveriam ser legalmente dos índios está nas mãos de poucos empresários e fazendeiros, são enormes terras que nada produzem ou terras que desmatam as árvores, poluem solos e rios para plantações cheias de agrotóxicos (produtos químicos que em grande quantidade poluem o ambiente e causam doenças) ou terras de mineradoras que destroem o solo e poluem os rios. As 687 terras indígenas no país, que abrigam aproximadamente 517 mil pessoas, despertam enorme interesse de agricultores, pecuaristas, mineradoras e empreiteiras, que veem nelas uma grande oportunidade de lucro e têm tentado explorá-las – nem sempre de forma pacífica.&nbsp;</div><div><br></div><div>Os indígenas são defensores da natureza no sentido em que para eles a terra e toda a natureza são sagrados, ligados aos seus mitos, aos seus ancestrais (parentes que já morreram) e às suas religiões e sem a natureza sua caça, pesca, frutos, comidas e vida em geral não é possível, por isso criaram maneiras de aproveitar a natureza e explorá-la o mínimo possível para não causar uma desarmonia, como desmatamento, poluição e extinção dos animais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-25 20:57:05 UTC</pubDate>
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         <title>CONHEÇA A ARTISTA KAÊ GUAJAJARA</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1457003260</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Veja a entrevista com a cantora, compositora e arte-educadora Kaê Guajajara. A artista falou sobre o lançamento do EP. Wiramiri, suas inspirações, atravessamentos e desejos com esse trabalho e também sobre seu atual livro “Descomplicando com Kaê Guajajara: o que você precisa saber sobre os povos originários e como ajudar na luta anti-racista&nbsp;".</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.youtube.com/watch?v=xHOeeIy0TUw" />
         <pubDate>2021-04-25 21:00:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Médico indígena da etnia Tuyuka é diplomado de manhã e de noite vai combater coronavírus em plantão</title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1457005473</link>
         <description><![CDATA[<div>O indígena Israel Dutra, da etnia Tuyuka, foi um dos 71 novos médicos que colaram grau na manhã desta segunda-feira (20), em uma das salas da Escola Superior de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em Manaus. De tarde, ele deu entrada no registro profissional na sede do Conselho Regional de Medicina do Amazonas (Cremam). Às 19 horas, seguiu para seu primeiro plantão, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Campos Sales, bairro Tarumã, na zona oeste da capital, hospital de atendimento de urgência e emergência de média complexidade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://amazoniareal.com.br/medico-indigena-da-etnia-tuyuka-e-diplomado-de-manha-e-de-noite-vai-combater-coronavirus-em-plantao/" />
         <pubDate>2021-04-25 21:02:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sônia Guajajara é uma das maiores lideranças indígenas e ambientais do país</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sônia Guajajara nasceu Sônia Bone, na Terra Indígena de Araribóia, no Maranhão. Desde muito cedo entendeu que precisava lutar contra o anonimato, contra a invisibilidade dos povos indígenas. “Todo tempo eu queria encontrar um rumo, um jeito de como trazer essa história e essa vida dos povos indígenas para um conhecimento da sociedade.”<br><br></div><div>Sônia é professora do ensino fundamental, auxiliar de enfermagem, liderança indígena feminista. Mas a sua força e coragem lhe levaram a alçar voos maiores, chegando a ser a primeira mulher indígena a concorrer numa chapa à presidência da República, em 2018, aos 44 anos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.brasildefato.com.br/2020/06/09/povos-indigenas-vivem-momento-traumatico-afirma-sonia-guajajara" />
         <pubDate>2021-04-25 21:08:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artefatos indígenas do acervo do Museu Nacional</title>
         <author>rafaelfdes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://artsandculture.google.com/exhibit/brasil-ind%C3%ADgena/_wJygBh--f8bLQ" />
         <pubDate>2021-04-25 21:53:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1457081219</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho de colar de madre pérola da etnia Bororo, feito por Christine, estudante da turma DI1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 22:02:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1457082318</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho de boneca de cerâmica da etnia Karajá, feito por Christine, estudante da turma DI1</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/686445490/80c13f9a3a88cb48f212595065fced1d/IMG_20210425_WA0095.jpg" />
         <pubDate>2021-04-25 22:03:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelfdes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfdes/indigenasdobrasil_gurgel/wish/1457083780</link>
         <description><![CDATA[<div>Tiago, da turma DI1, com desenhos que fez do colar de madre pérola da etnia Bororo e da boneca de cerâmica Karajá</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/686445490/9b79afbe8b0b87377bdb4d424fa395d8/IMG_20210425_WA0097.jpg" />
         <pubDate>2021-04-25 22:04:49 UTC</pubDate>
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