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      <title>Comentários sobre &quot;Conhecimento histórico acadêmico&quot; by Wilian Bonete</title>
      <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5</link>
      <description>Escreva um comentário sobre as suas percepções da leitura do texto de Paulo Knauss</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-15 03:32:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-02-03 19:57:22 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Início</title>
         <author>wjbonete</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3291437996</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal, vocês podem colocar aqui um breve comentário sobre a leitura realizada do primeiro texto. Podem curtir o comentário dos colegas e, caso quiserem, podem acrescentar comentários.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-15 03:39:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos principais tópicos abordados no texto é onde o autor fala sobre a importância de não considerar o universo do conhecimento ou saber histórico acadêmico como território de afirmação da unanimidade e que se deve evitar a naturalização dos seus resultados de pesquisa e que justamente a pluralidade de interpretações é o que move o próprio conhecimento histórico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 03:47:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3305577428</link>
         <description><![CDATA[<p>O capítulo fala sobre como o conhecimento histórico é construído dentro das universidades a partir de metodologias, diálogos, pesquisas e fontes. O autor deixa uma questão para reflexão: <strong>qual seria o agente histórico fundamental?</strong> Na minha opinião é o ser humano, pois ele regista a história da humanidade em seus diversos momentos e por isso ao longo do tempo ficamos limitados a percepção de quem conta a história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 12:58:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>scherdienmariana</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3305612914</link>
         <description><![CDATA[<p> O verbete nos traz uma síntese geral do que é o conhecimento histórico acadêmico, nesse sentido, ele aborda os principais tópicos que estão relacionados ao tema, como qual o papel da universidade em relação ao conhecimento histórico acadêmico, o caráter científico da história como disciplina, a relação entre pesquisa e docência, a historiografia, a variação de abordagens da história, o tratamento da ordem temporal. Dessa forma, além de relacionar tais elementos entre si, o autor também situa o leitor no tempo, trazendo bastante clareza para o entendimento do texto. Por fim, é interessante como o autor destaca a importância da pluralidade de interpretações como característica do conhecimento histórico acadêmico, assim incentivando o debate e a inovação, tópicos que devem permear o meio acadêmico em busca do aprimoramento do conhecimento histórico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 13:27:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>matthausgoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3305691274</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de curto (por tratar-se de um verbete), o texto de Paulo Knauss nos fornece uma compreensão bastante abrangente acerca do conhecimento acadêmico de história. O ponto mais destacável é o da conexão intrínseca entre o conhecimento histórico acadêmico e a ciência moderna. A história bebeu em todo o discurso científico moderno, o que acabou gerando uma espécie de revolução dentro de si mesma. Neste sentido, a história organizou-se como ciência, e a universidade (academia) passou a ser seu espaço de produção científica. Como destacado no verbete, é neste espaço que a história se direciona a práticas como a delimitação temática e a produção objetiva do conhecimento. Para além disso, também há um processo de organização metodológica e teórica/reflexiva. Ainda cabe a menção de dois pontos importantes citados no texto. Um deles é a relação direta entre a laicização do conhecimento e a transformação da história em uma forma científica de produção de conhecimento. Uma ação que propiciou a separação das reflexões sobre questões como, por exemplo, o tempo, de imperativos divinos/religiosos. Ou seja, a história científica é essencialmente laica e materialista (o que não anula a existência de teorias idealistas). O outro ponto é o que reflete a universidade (espaço de construção do conhecimento científico) como um "horizonte" aberto e plural do conhecimento. Desprendido de amarras limitantes para o processo do saber.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:20:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3305861633</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto refere-se as noções do saber histórico acadêmico e como são construídas, de forma bastante simples o autor o destaca que a formação do conhecimento histórico é bastante diversificada e ramificada. Uma passagem interessante refere-se a maneira como as disciplinas são organização, o que remonta o legado cultural do renascimento . Outra questão interessante salienta a pluralidade de interpretações que o conhecimento produz</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 16:08:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3306022448</link>
         <description><![CDATA[<p>Mesmo sendo um pequeno verbete, é possível refletir bastante sobre seu conteúdo, visto que ele traz questões sobre conhecimento histórico acadêmico e qual o papel da universidade em relação a ele.</p><p>Um ponto importante, é como o autor destaca que não podemos considerar o universo do conhecimento (saber) histórico acadêmico como território de afirmação da unanimidade, as diversas formas de interpretação é uma das características do conhecimento (saber) histórico acadêmico, tendo o debate como sua motivação fundamental, e a inovação como meta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 17:59:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3306163234</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete de Paulo Knauss, traz uma breve análise sobre o conhecimento histórico acadêmico. De maneira muito interessante e perspicaz, o autor aborda a idealização de que a pesquisa histórica se desenrola apenas dentro de bibliotecas com obras “raras” e documentos antigos escritos em uma linguagem morta, o que sabemos não ser verdade. A pesquisa histórica vai muito além disso. Ademais, considero extremamente pertinente seu lembrete de que o saber histórico acadêmico é plural, aberto a debates e fundamentalmente inovador, estando sempre em busca de novas narrativas e pontos de vista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 19:45:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelaborndacruz</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3306880058</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete trás noções de conhecimento histórico acadêmico, em como comtemporanemente as universidades se constituem como um lugar de formação e de pesquisa inovada e como a ciência moderna definiu as práticas acadêmicas universitárias. É interressante que a história como disciplina com base cientifica se desenvolve a partir do movimento do renascimento. Outra questão é que a pesquisa científica de história se desenvolve no isolamento da biblioteca de obras raras e arquivos  de documentos de línguas antigas, isso trás um afastamento da pesquisa com a inserção social do conhecimento e separa quem produz e quem aplica o conhecimento. Outra divisão no universo científico é que o reconhecimento de  graus e títulos acadêmicos trazem autoridade acadêmica dos pesquisadores em relação aos professores.  O que não é válido pois o saber acadêmico não deve ser visto como território de afirmação da unanimidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 11:20:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>westphalgomes</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3306997905</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete busca traçar o que é o conhecimento histórico academico e diferenciá-lo de outras disciplinas das ciências humanas. Para tanto, o autor elenca as seguintes caracteristicas básicas: Ponto de vista laico, temporalidade, discussão política e/ou social e pluralidade de interpretação. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 13:13:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leonardodasilvalopes2016</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3307087784</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto de Paulo Knauss busca apresentar os parâmetros gerais para compreender a noção de Conhecimento Histórico Acadêmico, em formato de verbete. Nesse sentido, o autor indica que, genericamente, o saber histórico acadêmico se refere aos processos de construção de conhecimento definidos pelos padrões da ciência moderna, que são capitaneados pela instituição da Universidade. Com isso em mente, Knauss indica que a Universidade  se constitui como lugar social de enunciação do conhecimento (ou saber) histórico acadêmico. Após definir as bases da instituição da Universidade, o autor indica que fica implícita certa hierarquia entre os universos disciplinares, no sentido que o conhecimento acadêmico sempre antecede o conhecimento ensinado. No entanto, é necessário considerar que as práticas acadêmicas também regem um padrão de divisão do trabalho no universo científico, que tem por base o sistema de reconhecimento de graus e títulos acadêmicos que organiza o princípio de autoridade acadêmica, que hierarquiza a relação social entre os profissionais da pesquisa e do ensino ou entre pesquisadores e professores. Para Knauss, a produção acadêmica de conhecimento histórico por excelência é definida como a produção historiográfica (entendida como a escrita da história). Contudo, outras formas de expressão que não são escritas são desconsideradas e desprestigiadas, o que, na perspectiva da academia, justifica que que a ação docente em sala de aula seja caracterizada como subsidiária da produção historiográfica ou fixada na tarefa da transposição didática, como ponte entre o  saber da disciplina de referência e o saber escolar. Finalmente, para o autor, o mais importante é que não se pode considerar o universo do saber histórico acadêmico como território de afirmação da unanimidade, uma vez que a pluralidade de interpretações é uma característica do conhecimento histórico acadêmico, que possui como meta a inovação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:16:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Verbete sobre Conhecimento Histórico Acadêmico.</title>
         <author>fransoaresrs</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3307488870</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete nos trás uma contextualização histórica sobre como a academia atual tem muito das características da academia antiga, pois o cenário universitário foi inspirado nesse ambiente. Principalmente, ressalta que o ambiente acadêmico é um lugar conhecido por colocar no mundo conhecimento de vanguarda, o que pode parecer curioso. Como uma instituição que é baseada em pilares tão antigos pode ser de vanguarda? O autor também cita a falsificação do certificado de doação de terras de Constantino, mostrando que algumas práticas atuais, como duvidar das fontes, são utilizadas a muito tempo.  Por fim, o texto nos fala sobre a importância elevada que a academia as vezes atribui ao conhecimento escrito, ignorando outros tipos de conhecimento, coisa que está mudando aos poucos na área.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 18:31:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conhecimento histórico acadêmico. </title>
         <author>moinhoduda</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3307608562</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto debate as noções da saberes históricos e como isso é construído na academia. De maneira simples, buscando relacionar com o modo em que o ser humano e as instituições entendem e entenderam a maneira de ser estudar história. Buscando pensar como a ideia de que a pesquisa histórica só acontece nas bibliotecas e nas obras raras, o autor desmistifica essa ideia ultrapassada. E busca apresentar ao leitor a possibilidade da pesquisa histórica acontecer em outros ambientes. Por outros olhares e em outros espaços. O autor apresenta ideias presentes hoje em dia na nova história e que por muito tempo, esteve fora da academia. Apresentando uma história diversa e promovendo debates de diferentes pontos de vistas. </p><p>Uma reflexão necessária para nós historiadores , embora pareçam reflexões básicas precisamos revisitar </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 20:00:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3307861667</link>
         <description><![CDATA[<p>No verbete conhecimento histórico acadêmico o autor fala sobre como a História feita na universidade vai muito além de simplesmente contar o passado. Ele explica que o historiador trabalha com fontes, métodos e debates para interpretar os acontecimentos, sem a ilusão de encontrar uma “verdade absoluta”. Tudo depende do contexto e das perguntas que fazemos para o passado. Ele também destaca que a História nunca é algo fechado, porque novas pesquisas, documentos e questionamentos sempre aparecem. Além disso, num mundo onde muita gente usa o passado para defender interesses políticos, o trabalho do historiador se torna ainda mais importante. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 01:56:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3307895951</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete intitulado "Conhecimento Histórico Acadêmico", de Paulo Knauss, apresenta de forma concisa uma definição sobre o que se entende por Conhecimento Histórico Acadêmico, seu local de produção (a universidade), destacando as transformações que a historiografia - e as ciências em geral - passou ao longo do tempo, dando destaque ao pluralidade de interpretações que caracterizam a pesquisa histórica no meio acadêmico. Um ponto que chama bastante atenção, é quando em certa passagem o autor observa uma hieararquia nessa produção de conhecimento (ou saber) dentro da universidade (graduação, mestrado, doutorado....), bem como uma separação entre "produção" e "aplicação" desse conhecimento, com o ambiente escolar responsável pela última, e sendo tratado como algo de menor prestígio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 02:46:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauraliema</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3308655184</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto mostra que a academia é um paradoxo: mesmo que mantenha aspectos antigos, é um lugar de inovação, que não se apega a certezas absolutas. Seu funcionamento se baseia em diversas interpretações, debates e na constante busca por novas ideias. Knauss, neste curto verbete, consegue transmitir uma reflexão sobre o conhecimento histórico acadêmico de jeito bastante claro e entendível. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 16:20:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Comentário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3308679992</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete explora a relação entre a universidade, sua institucionalidade e os processos de construção do conhecimento nesse contexto. O autor discute como as noções sobre a pesquisa em história e o tratamento das fontes se transformaram ao longo do tempo, impactando não apenas na produção historiográfica, mas também nos diferentes usos e interpretações desse conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 16:37:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comentario</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3308743766</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete fala sobre como a universidade, sua estrutura e a forma de produzir conhecimento estão conectados. O autor explica como as ideias sobre pesquisa em história e o uso das fontes mudaram ao longo do tempo. Essas mudanças afetaram tanto a produção dos estudos históricos quanto a maneira como as pessoas interpretam e utilizam a história, seja no ensino, na memória ou em outros contextos sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 17:18:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3308816102</link>
         <description><![CDATA[<p>Acho interessante como ele reforça que o conhecimento acadêmico não é neutro – algo que muita gente ainda acredita. A forma como a História é escrita depende das perguntas que fazemos e do momento em que estamos inseridos. Isso mostra a importância da universidade como espaço de reflexão e construção do pensamento histórico, especialmente na formação de professores. O desafio, porém, é tornar esse conhecimento mais acessível e dialogar melhor com o ensino básico e com o público em geral, para que não fique restrito a um grupo seleto de historiadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 18:13:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3312975768</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto diz que a academia trata a história escrita (livros, artigos) como a única forma "séria" de conhecimento. Ela valoriza documentos escritos e métodos para provar se são verdadeiros, mas ignora outras formas de contar a história, como as tradições orais ou a cultura popular. Na educação, isso faz com que o ensino vire só uma cópia do que as universidades produzem, em vez de ser um espaço onde se discute e cria conhecimento novo. A crítica é que essa visão deixa a história presa num mundo "chique", distante da realidade e das memórias das pessoas comuns.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 02:42:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabrielcmarques12</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3313872801</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete é muito importante pois nos faz pensar sobre as transformações do conhecimento histórico ao longo do tempo, além de problematizar o conceito de historiografia, e pra que ela serve. Como citado no texto, a História não é uma ciência exata, não podemos jamais, não importa a fonte, deixar de problematizar o que é afirmado, bem como a intenção do autor analisado em relação a sua obra. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 15:59:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>professorbrunovieira</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/w3nm2hxuo308xi5/wish/3314201148</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete discute a construção do conhecimento histórico acadêmico, destacando a universidade como espaço privilegiado de produção e legitimação desse saber, baseado na objetividade e no rigor científico. Aborda a tensão entre pesquisa (produtora de conhecimento) e docência (transmissora de conhecimento), criticando a hierarquização entre elas e defende sua integração. Por fim, enfatiza a necessidade de abordagens teóricas e metodológicas diversificadas para compreender a complexidade dos processos históricos e manter a relevância do campo, com ênfase na pluralidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 19:57:21 UTC</pubDate>
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