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      <title>Meu padlet extraordinário by Lais Matos Dos Santos</title>
      <link>https://padlet.com/laisinhamsantos22/w2vqnb5fu2xckrd2</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-18 18:41:53 UTC</pubDate>
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         <title>Bom xibom - As meninas </title>
         <author>laisinhamsantos22</author>
         <link>https://padlet.com/laisinhamsantos22/w2vqnb5fu2xckrd2/wish/3031421560</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Bom xibom, xibom, bombom<br>Bom xibom, xibom, bombom<br>Bom xibom, xibom, bombom<br>Bom xibom, xibom, bombom</p><p>Analisando essa cadeia hereditária<br>Quero me livrar dessa situação precária<br>Analisando essa cadeia hereditária<br>Quero me livrar dessa situação precária</p><p>Onde o rico cada vez fica mais rico<br>E o pobre cada vez fica mais pobre<br>E o motivo todo mundo já conhece<br>É que o de cima sobe e o de baixo desce<br>E o motivo todo mundo já conhece<br>E que o de cima sobe e o de baixo desce</p><p>Bom xibom, xibom, bombom<br>Bom xibom, xibom, bombom<br>Bom xibom, xibom, bombom<br>Bom xibom, xibom, bombom</p><p>Mas eu só quero<br>Educar meus filhos<br>Tornar um cidadão<br>Com muita dignidade<br>Eu quero viver bem<br>Quero me alimentar<br>Com a grana que eu ganho<br>Não dá nem pra melar</p><p>E o motivo todo mundo já conhece<br>É que o de cima sobe e o de baixo desce<br>E o motivo todo mundo já conhece<br>É que o de cima sobe e o de baixo desce</p><p>Bom xibom, xibom, bombom<br>Bom xibom, xibom, bombom<br>Bom xibom, xibom, bombom</p><p><br/></p><p>A música fala sobre a desigualdade social </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 18:45:49 UTC</pubDate>
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         <title>Apesar de Você </title>
         <author>laisinhamsantos22</author>
         <link>https://padlet.com/laisinhamsantos22/w2vqnb5fu2xckrd2/wish/3031422464</link>
         <description><![CDATA[<p>Amanhã vai ser outro dia<br>Amanhã vai ser outro dia<br>Amanhã vai ser outro dia</p><p>Hoje você é quem manda<br>Falou, 'tá falado<br>Não tem discussão, não<br>A minha gente hoje anda falando de lado<br>E olhando pro chão, viu<br>Você que inventou esse estado<br>E inventou de inventar<br>Toda a escuridão<br>Você que inventou o pecado<br>Esqueceu-se de inventar<br>O perdão</p><p>Apesar de você<br>Amanhã há de ser outro dia<br>Eu pergunto a você onde vai se esconder<br>Da enorme euforia<br>Como vai proibir<br>Quando o galo insistir<br>Em cantar<br>Água nova brotando<br>E a gente se amando sem parar</p><p>Quando chegar o momento, esse meu sofrimento<br>Vou cobrar com juros, juro<br>Todo esse amor reprimido, esse grito contido<br>Este samba no escuro<br>Você que inventou a tristeza<br>Ora, tenha a fineza de desinventar<br>Você vai pagar e é dobrado<br>Cada lágrima rolada nesse meu penar</p><p>Apesar de você<br>Amanhã há de ser outro dia<br>'Inda pago pra ver (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>O jardim florescer (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Qual você não queria (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Você vai se amargar (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Vendo o dia raiar (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Sem lhe pedir licença (lá-lá-iá-lá)<br>E eu vou morrer de rir (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Que esse dia há de vir (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Antes do que você pensa (lá-lá-iá-lá)</p><p>Apesar de você<br>Apesar de você<br>Amanhã há de ser outro dia<br>Você vai ter que ver (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>A manhã renascer (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>E esbanjar poesia (lá-lá-iá, lá-lá-iá-lá)<br>Como vai se explicar (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Vendo o céu clarear (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>De repente, impunemente (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Como vai abafar (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Nosso coro a cantar (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Na sua frente (lá-lá-iá, lá-lá-iá)</p><p>Apesar de você<br>Apesar de você<br>Amanhã há de ser outro dia<br>Você vai se dar mal (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Etcetera e tal<br>Lá-lá-iá, lá-lá-iá (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Lá-lá-iá, lá-lá-iá (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Lá-lá-iá, lá-lá-iá (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Lá-lá-iá-lá (lá-lá-iá-lá)<br>Lá-lá-iá, lá-lá-iá (lá-lá-iá, lá-lá-iá)<br>Lá-lá-iá-lá (lá-lá-iá-lá) apesar de você<br>Apesar de você<br>Amanhã há de ser</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Essa música foi escrita na época da Ditadura, e nela o cantor Chico Buarque fala um pouco como era viver nela. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 18:47:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisinhamsantos22/w2vqnb5fu2xckrd2/wish/3031422464</guid>
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         <title></title>
         <author>laisinhamsantos22</author>
         <link>https://padlet.com/laisinhamsantos22/w2vqnb5fu2xckrd2/wish/3031423193</link>
         <description><![CDATA[<p>Cadê meu celular?<br>Eu vou ligar pro 180<br>Vou entregar teu nome<br>E explicar meu endereço<br>Aqui você não entra mais<br>Eu digo que não te conheço<br>E jogo água fervendo<br>Se você se aventurar</p><p>Eu solto o cachorro<br>E, apontando pra você<br>Eu grito: péguix...<br>Eu quero ver<br>Você pular, você correr<br>Na frente dos vizinhos<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim</p><p>Cadê meu celular?<br>Eu vou ligar pro 180<br>Vou entregar teu nome<br>E explicar meu endereço<br>Aqui você não entra mais<br>Eu digo que não te conheço<br>E jogo água fervendo<br>Se você se aventurar</p><p>Eu solto o cachorro<br>E, apontando pra você<br>Eu grito: péguix<br>Eu quero ver<br>Você pular, você correr<br>Na frente dos vizinhos<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim</p><p>E quando o samango chegar<br>Eu mostro o roxo no meu braço<br>Entrego teu baralho<br>Teu bloco de pule<br>Teu dado chumbado<br>Ponho água no bule<br>Passo e ofereço um cafezim<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim</p><p>Cadê meu celular?<br>Eu vou ligar pro 180<br>Vou entregar teu nome<br>E explicar meu endereço<br>Aqui você não entra mais<br>Eu digo que não te conheço<br>E jogo água fervendo<br>Se você se aventurar</p><p>Eu solto o cachorro<br>E, apontando pra você<br>Eu grito: péguix g<br>Eu quero ver<br>Você pular, você correr<br>Na frente dos vizinhos<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim</p><p>E quando tua mãe ligar<br>Eu capricho no esculacho<br>Digo que é mimado<br>Que é cheio de dengo<br>Mal acostumado<br>Tem nada no quengo<br>Deita, vira e dorme rapidinho<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim</p><p>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim</p><p>Mão, cheia de dedo<br>Dedo, cheio de unha suja<br>E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!</p><p>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim<br>Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim</p><p><br/></p><p>Elza soares fala sobre a violência domestica </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 18:49:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laisinhamsantos22</author>
         <link>https://padlet.com/laisinhamsantos22/w2vqnb5fu2xckrd2/wish/3031424278</link>
         <description><![CDATA[<p>Nego drama<br>Entre o sucesso e a lama<br>Dinheiro, problemas, invejas, luxo, fama</p><p>Nego drama<br>Cabelo crespo e a pele escura<br>A ferida, a chaga, à procura da cura</p><p>Nego drama<br>Tenta ver e não vê nada<br>A não ser uma estrela<br>Longe, meio ofuscada</p><p>Sente o drama<br>O preço, a cobrança<br>No amor, no ódio, a insana vingança</p><p>Nego drama<br>Eu sei quem trama e quem tá comigo<br>O trauma que eu carrego<br>Pra não ser mais um preto fodido</p><p>O drama da cadeia e favela<br>Túmulo, sangue, sirene, choros e velas<br>Passageiro do Brasil, São Paulo, agonia<br>Que sobrevivem em meio às honras e covardias</p><p>Periferias, vielas, cortiços<br>Você deve tá pensando<br>O que você tem a ver com isso?</p><p>Desde o início, por ouro e prata<br>Olha quem morre, então<br>Veja você quem mata</p><p>Recebe o mérito a farda que pratica o mal<br>Me ver pobre, preso ou morto já é cultural<br>Histórias, registros e escritos<br>Não é conto nem fábula, lenda ou mito</p><p>Não foi sempre dito que preto não tem vez?<br>Então olha o castelo e não<br>Foi você quem fez, cuzão</p><p>Eu sou irmão do meus truta de batalha<br>Eu era a carne, agora sou a própria navalha<br>Tim-tim, um brinde pra mim<br>Sou exemplo de vitórias, trajetos e glórias</p><p>O dinheiro tira um homem da miséria<br>Mas não pode arrancar de dentro dele a favela<br>São poucos que entram em campo pra vencer<br>A alma guarda o que a mente tenta esquecer</p><p>Olho pra trás, vejo a estrada que eu trilhei, mó cota<br>Quem teve lado a lado e quem só ficou na bota<br>Entre as frases, fases e várias etapas<br>Do quem é quem, dos mano e das mina fraca</p><p>Hum, nego drama de estilo<br>Pra ser, se for tem que ser<br>Se temer é milho</p><p>Entre o gatilho e a tempestade<br>Sempre a provar<br>Que sou homem e não um covarde</p><p>Que Deus me guarde, pois eu sei que ele não é neutro<br>Vigia os rico, mas ama os que vem do gueto<br>Eu visto preto por dentro e por fora<br>Guerreiro, poeta, entre o tempo e a memória</p><p>Ora, nessa história vejo dólar e vários quilates<br>Falo pro mano que não morra e também não mate<br>O tic-tac não espera, veja o ponteiro<br>Essa estrada é venenosa e cheia de morteiro</p><p>Pesadelo, hum, é um elogio<br>Pra quem vive na guerra, a paz nunca existiu<br>No clima quente, a minha gente sua frio<br>Vi um pretinho, seu caderno era um fuzil, fuzil</p><p>Nego drama</p><p>Crime, futebol, música, carai'<br>Eu também não consegui fugir disso aí<br>Eu sou mais um<br>Forrest Gump é mato<br>Eu prefiro contar uma história real<br>Vou contar a minha</p><p>Daria um filme<br>Uma negra e uma criança nos braços<br>Solitária na floresta de concreto e aço<br>Veja, olha outra vez o rosto na multidão<br>A multidão é um monstro sem rosto e coração</p><p>Hei, São Paulo, terra de arranha-céu<br>A garoa rasga a carne, é a Torre de Babel<br>Família brasileira, dois contra o mundo<br>Mãe solteira de um promissor vagabundo</p><p>Luz, câmera e ação, gravando a cena vai<br>Um bastardo, mais um filho pardo sem pai<br>Hei, senhor de engenho, eu sei bem quem você é<br>Sozinho cê num guenta, sozinho cê num entra a pé</p><p>Cê disse que era bom e as favela ouviu<br>Lá também tem uísque, Red Bull, tênis Nike e fuzil<br>Admito, seus carro é bonito, é, e eu não sei fazer<br>Internet, videocassete, os carro loco</p><p>Atrasado, eu tô um pouco sim, tô, eu acho<br>Só que tem que<br>Seu jogo é sujo e eu não me encaixo<br>Eu sou problema de montão, de Carnaval a Carnaval<br>Eu vim da selva, sou leão, sou demais pro seu quintal</p><p>Problema com escola eu tenho mil, mil fita<br>Inacreditável, mas seu filho me imita<br>No meio de vocês ele é o mais esperto<br>Ginga e fala gíria; gíria não, dialeto</p><p>Esse não é mais seu, oh, subiu<br>Entrei pelo seu rádio, tomei, cê nem viu<br>Nóis é isso ou aquilo, o quê? Cê não dizia?<br>Seu filho quer ser preto, ah, que ironia</p><p>Cola o pôster do 2Pac aí, que tal? Que cê diz?<br>Sente o negro drama, vai, tenta ser feliz<br>Ei bacana, quem te fez tão bom assim?<br>O que cê deu, o que cê faz, o que cê fez por mim?</p><p>Eu recebi seu ticket, quer dizer kit<br>De esgoto a céu aberto e parede madeirite<br>De vergonha eu não morri, to firmão, eis-me aqui<br>Você não, cê não passa quando o mar vermelho abrir</p><p>Eu sou o mano, homem duro, do gueto, Brown, oba<br>Aquele loco que não pode errar<br>Aquele que você odeia amar nesse instante<br>Pele parda e ouço funk<br>E de onde vem os diamante? Da lama<br>Valeu mãe, negro drama (drama, drama, drama)</p><p>Aí, na época dos barraco de pau lá na Pedreira<br>Onde cês tavam?<br>Que que cês deram por mim?<br>Que que cês fizeram por mim?<br>Agora tá de olho no dinheiro que eu ganho?<br>Agora tá de olho no carro que eu dirijo?</p><p>Demorou, eu quero é mais, eu quero até sua alma<br>Aí, o rap fez eu ser o que sou<br>Ice Blue, Edy Rock e KL Jay<br>E toda a família, e toda geração que faz o rap<br>A geração que revolucionou, a geração que vai revolucionar<br>Anos 90, século 21, é desse jeito</p><p>Aí, você sai do gueto<br>Mas o gueto nunca sai de você, morô irmão?<br>Cê tá dirigindo um carro<br>O mundo todo tá de olho 'ni você, morô?<br>Sabe por quê? Pela sua origem, morô irmão?<br>É desse jeito que você vive, é o negro drama</p><p>Eu num li, eu não assisti<br>Eu vivo o negro drama<br>Eu sou o negro drama<br>Eu sou o fruto do negro drama<br>Aí Dona Ana, sem palavra<br>A senhora é uma rainha, rainha</p><p>Mas aí, se tiver que voltar pra favela<br>Eu vou voltar de cabeça erguida<br>Porque assim é que é, renascendo das cinzas<br>Firme e forte, guerreiro de fé<br>Vagabundo nato!</p><p><br>A música fala sobre o Racismo </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 18:52:09 UTC</pubDate>
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