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      <title>Gerindo Ideias  by Isabelly Saron</title>
      <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm</link>
      <description>O mundo da Gestão visto com olhar de um grupo nada convencional.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-05-28 22:53:57 UTC</pubDate>
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         <title>GESTÃO DE A&amp;B</title>
         <author>Isabelly_Saron</author>
         <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm/wish/264110803</link>
         <description><![CDATA[<div>O grande desafio da gestão é justamente encontrar o que integre toda a equipe, de forma que todos trabalhem harmoniosamente, como uma orquestra. O setor de A&amp;B (alimentos e bebidas) apesar de pouco comentado, necessita de uma atenção especial, uma vez que trabalha levando diretamente serviço e produto, juntos, ao consumidor final . O gerente de A&amp;B, Diretor de compras, o chef e toda a equipe da cozinha precisam estar igualmente engajados e observando o que se passa, a fim de garantir a segurança alimentar do empreendimento afastando todos os riscos possíveis aos comensais. Um caso de contaminação ou intoxicação de um cliente pode gerar processos e requerimentos de indenizações milionárias, decretando o fim do negócio. Por isso, diferente de muitos tipos de setores, o de A&amp;B não encerra o serviço quando o cliente sai de seu estabelecimento, ele ainda se preocupa por pelo menos 48h, quando a maioria das reações alimentares podem acontecer. Por isso o comprometimento do gestor e a integridade são determinantes para estar tranquilo nas horas que se sucedem. Desde o controle do estoque até a higiene do local onde são preparados os alimentos, há diversas normas que devem ser seguidas, principalmente pelos meios de hospedagem que têm uma grande demanda em seus restaurantes </div><div>Cada vez mais, as pessoas têm feito suas refeições fora de casa. Seja por falta de tempo de cozinhar ou mesmo de estar em casa, os restaurantes têm sido por muitas vezes a única opção de alimentação, principalmente nas grandes cidades. A ABIA – Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, em pesquisa divulgada em janeiro de 2013, estimou que nos grandes centros urbanos o número de refeições fora do lar chegue a 30% das refeições totais e, de suas despesas com a alimentação, os brasileiros destinam 23,7% do total às refeições fora do domicílio; os americanos destinam 50% e os europeus quase 70%. No Brasil, o mercado de alimentação vem crescendo cerca de 3% ao ano, e o de refeições fora do lar cresce 8,5% ao ano — o que aumenta a responsabilidade dos empreendimentos do segmento. <br><br></div><blockquote>Há ferramentas para auxiliar o responsável por A&amp;B no controle dos alimentos, o que não garante uma gestão eficiente por si só. É o que afirma Marcelo Haro, Consultor da empresa de gestão estratégica e consultoria hoteleira Mapie. “Para tudo isso funcionar melhor, é muito importante que o gestor de A&amp;B tenha uma visão abrangente de todo o setor e de todas as suas interfaces. Enxergar o hotel como um organismo único onde a estocagem de alimentos sofre influências desde o local onde o hotel está localizado e, consequentemente, da agilidade de abastecimento pelos fornecedores, até do departamento de reservas que pode fechar um grande grupo de última hora”, explica Haro. Se em muitos setores o “algo novo” deve ser apresentado em todos os processos, em A&amp;B é o contrário. Neste setor existem inúmeras atividades obrigatórias, pois os profissionais lidam diretamente com a saúde e a qualidade de vida dos clientes, fazendo da rotina uma grande aliada. Não tenho dúvida que a gestão precisa ser diária. Quando você negocia um cardápio personalizado, quando decide por uma compra, quando define o staff para um evento ou quando analisa seus indicadores internos você está também fazendo a gestão de custos do seu departamento. Uma falha muito comum é deixar para o dia seguinte essa análise pois alguém está “de atestado” ou existe uma reserva grande para o almoço. Não agir no momento correto pode interferir no desempenho do setor e você não terá como voltar no tempo para corrigir”.</blockquote><div><br><br>Referência:<br><br>SANTOS, Raíza O. <strong>Gestão de A&amp;B: </strong>uma questão de segurança alimentar. Revista Hotéis, São Paulo, 07 jul. 2015. Especial, p. --. Disponível em: &lt; http://www.revistahoteis.com.br/gestao-de-ab-uma-questao-de-seguranca-alimentar/&gt;. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-28 22:59:22 UTC</pubDate>
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         <title>INCIVILIDADE CORPORATIVA </title>
         <author>pedrokvmc</author>
         <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm/wish/264127145</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma representação clara de como a incivilidade é negativa para a imagem de uma empresa, é que, quando somos mal atendidos ou destratados em determinado estabelecimento, associamos este desconforto diretamente à empresa. Porém, é comprovado que muitas vezes em que o funcionário é rude com o cliente, isto é reflexo de como seus superiores o tratam, por isso é tão importante a gerência dar o exemplo.<br>A incivilidade mostra consequências dentro da instituição também, como a queda de criatividade, funcionários que são tratados com incivilidade se mostram menos criativos na resolução de problemas. O espírito de equipe também deminui, funcionários tratados desta forma acabam não se sentindo importantes na empresa, e portanto, não dão valor à coletividade. Perda de clientes, quando a empresa é associada a um mal atendimento é natural que as pessoas evitem procurá-la.<br>Mas a questão é: O que o líder deve fazer para manter a civilidade na empresa?<br>O mais importante a ser feito é dar o exemplo, os funcionários de chefes rudes tendem a ser rudes, e apresentam piores resultados do que funcionários de chefes atenciosos e gentis.<br>Outra coisa a ser feita é pedir a opinião dos outros sobre nosso comportamento, pois muitas vezes não enxergamos que estamos sendo desagradáveis, por isso a opinião de quem vê de fora é tão bem vinda.<br>O líder também deve monitorar constantemente para saber como os clientes estão sendo tratados e se os contratados estão insatisfeitos com alguma coisa.<br>Também é uma boa alternativa ensinar aos funcionários a civilidade, pois muitos tem a incivilidade como característica adquirida ao longo da vida, mas tal característica pode ser revertida, se ensinada.<br>O bom trabalho deve ser recompensado para que haja um incentivo, pode ser incentivado por promoções, dias de folga e aumentos no salário. Além do incentivo, também devem existir regras básicas de civilidade para que o funcionário siga.<br>Manter uma empresa com civilidade não é fácil, mas é possível, com estas dicas o texto mostra como melhorar o relacionamento dentro das organizações e refletir a boa relação nos lucros da empresa.<br><br>Referência:<br>Porath, Christine e Pearson, Chistine. <strong>O preço da incivilidade</strong>. Harvard Business Review. p. 73-79, fev.2013</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-29 01:17:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA EM TEMPOS DIFÍCEIS </title>
         <author>LizandraCesarin</author>
         <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm/wish/264132043</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sermos resilientes é fundamental para não perdermos o equilíbrio e sabermos reagir de forma positiva para com nossos ideais, uma forma inteligente de lidar com a crise.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Crise nada mais é do que a evolução do distúrbio ou retrocesso econômico. As organizações precisam se adaptar a tudo a sua volta e de forma rápida, e um dos processos urgentes e prementes é a logística, no escoamento de seus produtos. Mais rápido e mais barato.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Como eu posso me utilizar da logística para controlar a crise? Há três razões que fazem da logística um remédio potente contra a crise para as empresas que possuem frotas de veículos.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Otimizar processos: Usufruir de bons hábitos para levar o produto da empresa até o cliente, utilizando de controles mais modernos e eficientes.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Aumento do índice de satisfação do cliente: Entregar o produto correto, sem avarias e no prazo certo, fazer o cliente se fidelizar e aumentar as chances de ele fazer um novo negócio. O cliente satisfeito é um propagador do seu negócio.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Implantar sistemas de gerenciamento da sua frota (rastreadores): com o sistema de rastreamento você pode em tempo real escolher as melhores rotas de entrega, além de monitorar todas as atividades do veículo e encontrar soluções rápidas para qualquer imprevisto que possa acontecer na estrada.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Posicionamento de um galpão: Esse é um importante item para combater a crise, pois contribui e muito para baratear seu produto e contribuir para a logística.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Deve-se pensar primeiramente no adensamento populacional, isto é, onde seu produto vai ser mais consumido e pensar no melhor entroncamento da malha rodoviária. Esse momento é positivo pois os galpões estão com aluguel abaixo da tabela.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O cenário da crise no Brasil e na América Latina começou na revolução de 1964, com os tentáculos do comunismo que tomaram conta de nossas lideranças políticas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Logística é o processo de planejamento, operação e controle dos fluxos físicos, movimentação, translado e conservação de matérias primas e produtos acabados, bem como das informações a elas relativas desde a origem até o consumo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A gestão não aceita desaforos, isto é, necessita de profissional competente e bem formado que entenda dos fundamentos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Enfim, em uma época em que os modelos da Gestão Empresarial passam por sérias transformações, e que a tecnologia digital dita as recentes normas para confrontar as consequências das crises na logística só falta a total compreensão da interdependência dos elementos essenciais (Embarcador, transportador e recebedor), sem isso nem a tecnologia será eficaz em desafiar os efeitos das crises na logística.<br><br><strong>Referências:</strong><br>SYSTEMSAT. <strong>Como a logística pode ajudar a controlar a crise</strong>. Disponível em &lt;<a href="https://www.systemsat.com.br/como-a-logistica-pode-ajudar-a-controlar-a-crise/">https://www.systemsat.com.br/como-a-logistica-pode-ajudar-a-controlar-a-crise/</a>&gt;<br>VANTINE, JG. <strong>Obstáculos e desafios da logística em tempos de crise</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.cargonews.com.br/obstaculos-e-desafios-da-logistica-em-tempos-de-crise/">http://www.cargonews.com.br/obstaculos-e-desafios-da-logistica-em-tempos-de-crise/</a>&gt;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.systemsat.com.br/wp-content/uploads/2017/04/2017-05-23-como-driblar-a-crise-no-transporte-de-cargas-usando-log%C3%ADstica-800x418.jpg" />
         <pubDate>2018-05-29 02:02:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>COMO PROTEGER A SUA IDEIA</title>
         <author>gui_neris_soares</author>
         <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm/wish/264219169</link>
         <description><![CDATA[<div>Se você teve uma ideia inovadora ou quer lançar um produto novo no mercado e quer ter os direitos sobre a exploração deles, saiba que existe um caminho longo para a proteção dos seus direitos.&nbsp; Essa proteção só acontece com o registro de patentes. Mas nem sempre a sua invenção se enquadrará nos critérios para consegui-la.&nbsp;<br><br></div><div>No Brasil, o órgão responsável pelo registro e fiscalização das patentes é o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Mas conseguir patentear uma invenção no Brasil não é uma tarefa fácil, o prazo médio para concessão da patente de sua ideia é de 10 anos.&nbsp;<br><br></div><div>O que é o registro de patentes?<br><br></div><div>É a proteção jurídica contra o uso e a cópia indevida de invenções e tecnologias que sejam novidade, atividade inventiva, ou seja, que não sejam decorrências óbvias para os técnicos da área.<br><br></div><div>Também é necessário que as invenções a patentear tenham aplicação industrial: sejam passíveis de utilizar ou produzir em qualquer tipo de indústria.<br><br></div><div>Para patentear sua ideia, ela precisa atender aos três critérios: Novidade, atividade inventiva e aplicação industrial.<br><br></div><div>O registro da patente assegura ao seu titular o direito de impedir que outras pessoas utilizem da sua ideia, produzam e lucrem com ela sem sua autorização, sob pena de serem processados civil e criminalmente.<br><br></div><div>Existem três tipos de patentes, patente de invenção (PI), quando é uma inventiva, novidade e tem aplicação industrial, a validade é de 20 anos a partir dos primeiros registros; certificado de Adição de Invenção (C), quando é realizado apenas um aperfeiçoamento a um objeto já patenteado, sua validade é a data final da vigência da patente original; de Modelo de Utilidade (MU), quando a invenção é um objeto de uso prático, para aplicação industrial, a validade é de 15 anos.<br><br></div><div>Mas, para registrar qualquer uma delas, o processo é muito burocrático, por isso o ideal é contar com uma consultoria especializada em registro de patentes.&nbsp;<br><br></div><div>O primeiro passo é procurar saber se sua ideia já existe, através do site do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, no site você consegue saber se sua ideia já foi registrada anteriormente.&nbsp;<br><br></div><div>O próximo passo é o preenchimento de um formulário com todos os detalhes da sua ideia, respondendo a técnica utilizada; quais problemas sua invenção resolve; suas reivindicações como inventor; desenhos; resumo; um depósito com o valor do custo para análise do seu pedido; solicitação de exame depois de 18 meses de sigilo e o pagamento da retribuição.<br><br></div><div>Além de toda burocracia citada acima, infelizmente o brasileiro não utiliza satisfatoriamente o sistema nacional de patentes, por diversas razões. O desconhecimento do sistema, a falta de verba destinada à pesquisa e a falta de conhecimento técnico necessário para aproveitar o sistema. Devido a essas razões a maioria das empresas não entendem para que serve o registro de patentes.&nbsp;<br><br></div><div>O Brasil ainda não tem a cultura de procurar esse tipo de serviço, e enquanto ele for assim, a situação não mudará. Cabe aos empresários, aos estudantes e até mesmo ao governo, incentivarem que os inventores tomem iniciativa, enfrentem a burocracia e comecem a dedicar mais verba, mais pesquisa e, finalmente, patentearem suas inovações, já que isso é uma forma de desenvolver não só a nossa tecnologia, mas o nosso país.<br><br></div><div>Referências:</div><div>&nbsp;VINDI. <strong>Entenda a importância de fazer o registro de patentes</strong>. Disponível em:</div><div>&lt;<a href="http://vindi2i.com.br/entenda-a-importancia-de-fazer-o-registro-de-patentes/">http://vindi2i.com.br/entenda-a-importancia-de-fazer-o-registro-de-patentes/</a>&gt;</div><div>TECMUNDO.&nbsp; <strong>O que são patentes?</strong> Disponível em:</div><div>&lt;<a href="https://www.tecmundo.com.br/o-que-e/2900-o-que-sao-patentes-.htm">https://www.tecmundo.com.br/o-que-e/2900-o-que-sao-patentes-.htm</a>&gt;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-29 11:42:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PRESSÃO NO MERCADO DE TRABALHO</title>
         <author>flamarques</author>
         <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm/wish/264252306</link>
         <description><![CDATA[<div>As grandes corporações atingem um grande sucesso, mas junto com esse sucesso vem um grande problema que é a pressão psicológica que o mercado financeiro pode gerar nos seus colaboradores. Na Alemanha um pais que é um modelo para qualquer outro no mundo, em relação a qualidade de vida e sucesso empresarial, em 2015 foram registrados em&nbsp; 87,2 milhões de dias de afastamento do trabalho gerando um custo de 26 bilhões de euros para as empresas.<br><br></div><div>Fica nítido que&nbsp; a maioria dos problemas e a falta de iniciativa das corporações é pela falta de um líder, alguém&nbsp; que lhe diga o que precisa fazer, alguém que lhe diga pra onde devem ir e não de alguém que pressione seus funcionários, não de alguém que não tem a visão do ‘’todo’’ e só sabe dar ordens.<br><br></div><div>Alem de exigir que você obtenha o sucesso naquilo em que está trabalhando, a empresa aumenta a sua caga horaria criando assim&nbsp; uma sensação de fracasso ao colaborador, fazendo com que ele trabalhe muito sem conseguir obter o sucesso e se ele não conseguir obter esse tão aclamado sucesso naquela determinada ordem, ele é rapidamente substituído.<br><br></div><div>Depois da crise financeira de 2008-2009, as empresas ficaram mais exigentes, pressionam mais os funcionários por resultados. Talvez isso aconteceu pelo fato de quererem se prevenir de uma outra crise lucrando muito antes da mesma ocorrer.<br><br></div><div>O próprio colaborador acaba se cobrando demais, pois ele quer cumprir com suas obrigações acatando todas as exigências, o mesmo já está sendo pressionado a anos e passando por isso já faz muito tempo, somente para para conseguir obter sucesso no seu trabalho e crescer cada vez mais no seu ramo. A empresa sabendo dos objetivos de seus colaboradores, cada vez mais exploram isso, sabendo que ele vai cumprir com tudo aquilo que lhe for solicitado.<br><br></div><div>As corporações devem buscar treinamentos constantes para seus lideres, devem investir em areas para os colaboradores terem lazer e aliviaram a pressão do dia a dia, devem investir mais e mais em palestras e cursos para seus colaboradores, as empresas devem fazer com que eles se sintam importantes no meio corporativo e não que sejam mais um entre a maioria.<br><br><br>Referência:<br><strong><em>From Business to Being</em></strong><em>.</em> Direção: Hannah Henigin, Julian Wildgruber. Roteiro: Hannah Henigin. Cinematografia: Nathan Hunt. Produção: Julian Wildgruber, Rud Ballreich. Documentário Alemão, 2017. Netflix (86min).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-29 13:36:39 UTC</pubDate>
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         <title>Dan Pink e a surpreendente ciência da motivação</title>
         <author>LizandraCesarin</author>
         <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm/wish/264269118</link>
         <description><![CDATA[<div>A motivação intrínseca descreve a nossa compulsão interna de fazer alguma coisa, seja simplesmente pelo prazer de fazer ou por interesse ou ainda como um desafio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-29 14:26:45 UTC</pubDate>
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         <title>SEM DESCULPAS PARA INVESTIR!</title>
         <author>Isabelly_Saron</author>
         <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm/wish/264279984</link>
         <description><![CDATA[<div>Se poupe de desculpas, dá pra investir com qualquer perfil e renda.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=w0k1GcKA0zQ" />
         <pubDate>2018-05-29 15:00:55 UTC</pubDate>
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         <title>O ADMINISTRADOR DO SÉCULO XXI: A SUSTENTABILIDADE E AS TEORIAS DE ADMINISTRAÇÃO</title>
         <author>geovannaoliveira364</author>
         <link>https://padlet.com/Isabelly_Saron/w1uz8rwsqimm/wish/264305492</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O sucesso das organizações dependerá da capacidade dos gestores de ler e interpretar a realidade externa, rastrear mudanças e transformações, adequar cultura e ambiente (adaptatividade), identificar as oportunidades ao seu redor para responder pronta e adequadamente a elas<br>Atualmente, a sociedade contemporânea vem passando por uma evolução em diversos níveis e as teorias de Administração vem acompanhando essa realidade. As teorias de Administração mostram o efeito cumulativo e gradativamente abrangente das diversas teorias com suas diferentes contribuições e diferentes enfoques. TGA estuda as organizações do ponto de vista da interação e da interdependência de seis variáveis: tarefa, estrutura, pessoas, tecnologia, ambiente e competitividade. Este conjunto está continuamente se expandindo e se ampliando, evoluindo o conhecimento sobre as organizações, propondo uma Nova Administração, aonde estas vêm se desenvolvendo norteada por ideias e políticas baseadas nas perspectivas da sustentabilidade, visando atender as iminentes necessidades para o desenvolvimento global.<br> <br>Com essa dimensão, o pensamento sustentável apresenta-se como uma ascendente temática, indo em direção ao desenvolvimento "correto" da sociedade. No decorrer dos tempos, nota-se a contribuição da Administração para o desenvolvimento da sociedade, e esta, como ciência, vem se redirecionando e se adaptando as necessidades constantes da coletividade.<br>A Era Clássica foi caracterizada pela busca da estabilidade, aumento da eficiência da empresa, por meio da ênfase na estrutura (Teoria Clássica - Fayol) e no funcionamento da organização (Teoria Cientifica – Taylor), dando assim as primeiras fundamentações para a ciência Administração.<br>A Era Neoclássica ressaltou as mudanças e transformações das empresas e, principalmente a importância da expansão da industrialização, visando o desenvolvimento social, de forma a orientar, dirigir e controlar os esforços destes para um objetivo em comum, com o mínimo dispêndio de recursos e de esforços. Tudo isso foi esforços para consolidar a cultura organizacional, fator que distingui uma organização da outra, buscando sempre a qualidade total.<br>A Era Sistêmica veio a consolidar-se a partir dos avanços tecnológicos e da informação, através da globalização dos negócios e das grades mudanças que geraram a instabilidade e a imprevisibilidade do ambiente corporativo. Anteriormente, as empresas eram retratadas como um sistema insensível as suas responsabilidades sociais. Com isso, a partir deste momento, a Administração vem sendo idealizada a não ser mais dissociada do universo da informação globalizada, ou seja, o gestor deve olhar também para o meio externo à organização e responder as necessidades que este a impõe (baseados nos estudos de Bertalanffy - 1937). Mais a frente, começou a surgirem os pensamentos de responsabilidade social, com Friedman, em 1970.<br>Como já foi exposto anteriormente, a Administração como ciência, vem acompanhando as mudanças que o mundo corporativo vem passando, sendo esta ancorado nos princípios da criatividade e criticidade, baseadas em intensas reflexões conceituais e/ou teóricas, sempre associada à práxis, sinalizando a premência de repensarmos a Administração numa dimensão mais ampliada, flexível e ambientalmente correta na intenção de promover uma maior conscientização e consequente responsabilidade social.<br>Nesse contexto, surge uma nova era dentro da ciência Administração, a Era Sustentável, onde esta é projetada de maneira associada aos empreendimentos com dimensões sustentáveis, consonantes com as atuais proposições políticas e institucionais; assim, como componente essencial para suas estratégias, porquanto, a responsabilidade socioambiental deve ser um diferencial para a estratégica ascensão empresarial emergente e, ainda, por se tratar de uma necessidade relacionada a continua sobrevivência da aldeia global.<br>Sob uma visão mais generalizada, o administrador deste século deve ser visto como um agente de mudanças, focalizando no futuro e preparando a empresa para enfrentar novos desafios que surgem. O administrador deve ser proativo, capaz de refletir mais sobre a sua forma de pensar, consequentemente, sua forma de agir, no entanto, sempre direcionado a questões Ambientais, Econômicos, Educacionais, Políticos e Social.<br>A Era Sustentável provem de um desdobramento da Teoria da Contingencia, aliado aos conceitos da Abordagem Cultural enfocando as organizações de dentro para fora, colocando o ambiente como fator primordial na estrutura e comportamento das organizações como também criando uma cultura organizacional que preze por assuntos relacionados à sustentabilidade.<br>Outro ponto básico na Era Sustentável é baseada na Teoria Institucionalista, onde a mudança do ambiente organizacional, a qual as empresas vem passando atualmente, se deve ao ambiente estar cada vez mais dinâmico (administração estratégica), e estas organizações, para se manterem competitivas, estão moldando seus mitos e suas crenças, baseadas no valor e no significado social e isto está se disseminando rapidamente.<br>Observando a disseminação do valor social nas empresas, utiliza-se do conceito do Isomorfismo para explicar essas mudanças organizacionais, onde estas estão visando aumentar a compatibilidade com o ambiente. O Isomorfismo é um conjunto de restrições que forçam uma unidade de uma população a parecer-se com outras unidades que se colocam em um mesmo conjunto de condições ambientais. Isso mostra que as empresas lideres de seu ramo poderão servir de base para as outras, e como a sociedade está pressionando as grandes corporações a repensar o seu meio produtivo, as empresas menores acabaram usando-a como modelo para o seu (benchmarking).<br>Portanto, o sucesso das organizações dependerá da capacidade dos gestores de ler e interpretar a realidade externa, rastrear mudanças e transformações, adequar cultura e ambiente (adaptatividade), identificar as oportunidades ao seu redor para responder pronta e adequadamente a elas, isso são as habilidades do administrador do século XXI<br><br>Referências:<br><br>Walter Kiechel III. O século da administração. Harvard Business Review. p. 1-13, Nov.2013<br>http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/academico/o-administrador-do-seculo-xxi-a-sustentabilidade-e-as-teorias-de-administracao/64220/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-29 16:23:25 UTC</pubDate>
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