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      <title>BG  by Guilherme Sampaio</title>
      <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-20 08:46:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Interações entre subsistemas</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/309176665</link>
         <description><![CDATA[<div>Os subsistemas terrestres são enormes reservatórios de energia e de matéria, que funcionam como sistemas abertos. Entre os vários subsistemas estabelecem-se interações, num equilíbrio dinâmico. Qualquer alteração num subsistema irá, consequentemente, afetar os outros até que se estabeleça um novo equilíbrio.<br><br><strong>Exemplo<br></strong>Por vezes, as erupções vulvânicas são muito violentas e pode ocorrer libertação de quantidades massivas de gases e poeiras para a atmosfera. Estas substâncias podem influencias a quantidade de radiação solar, alterando os mecanismos de evapotranspiração e de evaporação com a consequente alteração na precipitação.<br>Interação: <strong><em>Geosfera-Atmosfera<br><br></em></strong>Reflexão:<br>Nesta pequena pesquisa sobre a interação entre subsistemas, aprendi que a mudança negativa em qualquer um dos quatro subsistemas existentes: geosfera, hidrosfera, biosfera e atmosfera, afetará, consequentemente e negativamente, qualquer um dos três restantes subsistemas e o mesmo acontece em muitas outras situções, quer representem um bom ou mau avanço no sistema Terra.<br>Essa ligação que possuem de se afetar aos outros entre si, deve-se ao facto de que serem interdependentes uns dos outros, ou seja, no exemplo acima, a interação geosfera-atmosfera deve-se ao facto de que, quando à libertação de quantidades massivas de cinzas vulcânicas para a atmosfera, isso não irá afetar só a qualidade do ar, mas também afetará os seres humanos, com a provocação de doenças do sistema respiratório e a qualidade dos solos para que estes consigam oferecer a quem os cultiva produtos de qualidade sem a hipotese de que estes contenham uma "doença" que irá afetar quem os consumir.<br><br><br><a href="https://secundarioexplicado.wordpress.com/tag/subsistemas/">https://secundarioexplicado.wordpress.com/tag/subsistemas/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 08:57:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ciclo litológico: Rochas magmáticas</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/309182152</link>
         <description><![CDATA[<div>As rochas magmáticas resultam da solidificação à superficie ou em profundidade, devido à descida de pressão ou temperatura.As rochas magmáticas podem ser plutónicas (ex: granito) ou vulcânicas (ex: basalto).As rochas plutónicas, como o granito, são formadas em profundidade e, uma vez que o tempo de solificação é mais lento, os cristais (feldspato, quartzo e micas- biotite e moscovite) apresentam-se completamente desenvolvidos e apresentam textura faneritica.Nas rochas vulcânicas, a lava arrefece muito rapidamente à superficie da Terra. Devido à sua rapidez de solidificação, os cristais (olivinas, feldspato e piroxena) apresentam um grau de desenvolvimento muito baixo e apresentam textura fanitica.Reflexão:As rochas são formadas pelo magma, substância que existe no nucleo terrestre que se eleva à superficie atraves da atividade vulcânica.No caso das rochas magmáticas, a sua formação pode ocorrer de dois processos: um processo cria rochas plutónicas; ou seja, rochas que têm um arrefecimento lento ainda no interior da Terra, e rochas vulcânicas, que provêm das erupções vulcânicas e, como têm um tempo de arrefecimento mais acelarado, nâo têm tempo para que os minerais sejam totalmente constituidos, o que não é o caso das rochas plutónicas.Devido a esse tempo de cristalização, as rochas podem ter uma textura faneriticas, que provêm da vasta composição minerológica, ou podem ter uma textura afaneritica, a que se deve o seu curto periodo de tempo para formar uma camada de minerais que possa fornecer uma textura mais rugosa à rocha.https://www.infoescola.com/geologia/rochas-magmaticas/</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 09:22:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tectonicas de placas: Grande Vale do Rifte</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/309191798</link>
         <description><![CDATA[<div>É conhecido como <strong>Vale do Rift</strong> ou <strong>Grande Vale do Rift</strong> o conjunto de falhas tectônicas, formado há 35 milhões de anos atrás com a divisão das placas tectônicas da África e da Arábia, que cortam a parte leste da África, desde o Lago Malauí até o Corno da África, onde cria uma bifurcação entre Eritreia, Djibuti e Somália, o Triângulo de Afar.<br>Esta estrutura estende-se no sentido norte-sul por cerca de 6440 km, desde o norte da Síria até ao centro de Moçambique, com uma largura que varia entre 30 e 100 km e, em profundidade de algumas centenas a milhares de metros. A falha foi criada com a ascensão de magma até à supercie da falhas criada a milhões de anos atras.<br>Explicação/Reflexão<br>Estas falhas são criadas quando uma coluna de magma ascende é formada e cria uma fenda na crusta terrestre, causando a separação continental. Qundo são criadas estas fendas de limites construtivos de solo marinho, num outro local, são criadas as fendes de limites destrutivos, ou seja, o que é criado por um rifte de limite construtivo é destruido por um limite destrutivo.<br>No caso do grande Vale de Rifte, a situação hoje em estudo é semelhante à formação dos Açores. Se prestarmos atenção, podemos observar que existem três fendas na crusta terrestre onde se localiza o arquipelago dos Açores. Daqui a uns milhares de milhões de anos, o corno de Àfrica será separado do restante continete africano e dará origem a um outro novo continete situado mais a sudeste da sua atual localização.<br><br><br><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rifte_Africano_Oriental">https://pt.wikipedia.org/wiki/Rifte_Africano_Oriental</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 09:57:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo: Monte vesvio</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/312660221</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Vesúvio é mais conhecido pela erupção de 1979 d.C , que resultou na destruição das cidades romanos de Pompeia e Herculano. Ambas jamais foram reconstruídas, apesar de habitantes sobreviventes e saqueadores ocasionais terem realizado diversos despojos nos escombros. A localização das cidades foi eventualmente esquecida, até serem acidentalmente redescobertas no final do século XVIII.<br>O Vesúvio em si passou por diversas alterações significativas – as suas encostas ficaram desmatadas e o seu pico mudou consideravelmente devido à força da erupção. Desde então, o vulcão entrou em atividade diversas vezes, sendo considerado atualmente um dos mais perigosos do mundo devido a sua tendência de erupções explosivas e à população de 3 000 000 habitantes em suas proximidades, o que faz desta a região vulcânica, a mais populosa do mundo<br>O Vesúvio é um vulcão misto, que se encontra nas margens de placas destrutivas (margens convergentes), geralmente associados a arcos insulares e a cadeias de montanhas litorais. O magma, rico em sílicia, tem essencialmente origem no material da própria placa e metais. As lavas produzidas são muito viscosas e solidificam rapidamente, formando um relevo vulcânico com vertentes abruptas. Segundo outros autores o vulcão é considerado explosivo, mas tendo em conta que, ao longo do seu período de atividade, ocorreram erupções alternadas, é mais correto designá-lo por vulcão misto.<br><br>Reflexão:<br>Aprendi que, quando existe uma arco insular, ou seja, um conjunto de ilhas formadas devido à ascensão de magma à superficie num meio marinho, existem vulcões que podem ter 3 tipos de erupções: explosivas, efusivas ou mistas.<br>Quando as erupções são explosivas, o magma é mais viscoso e cria cones vulcanicos com um nivel de elevação superior ao que correspondem a erupções vulcanicas do tipo efusivo, pois como possui um magma menos viscoso e mais fluido, o0 cone vulcânico não é tão elevado, mas tem um maior comprimenta longitudinal.<br><br>Google earth</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 16:42:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais são as características apresentadas pelo Lobo Ibérico?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331540939</link>
         <description><![CDATA[<div>O lobo ibérico é carnívoro, é um pouco menor que as outras subespécies do lobo-cinzento, o lobo-ibérico macho mede entre 130 a 180 cm de comprimento, enquanto a fêmea mede de 130 a 160 cm. A altura ao garrote pode chegar aos 70 cm. O macho adulto pesa geralmente entre 30 a 40 kg e a fêmea entre 25 a 35 kg.<br><br></div><div>A cabeça é grande e maciça, com orelhas triangulares relativamente pequenas e olhos oblíquos de cor amarelada. O focinho tem uma área clara, de cor branco-sujo, ao redor da boca.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:42:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual é a posição do lobo ibérico na hierarquia biológica?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331541789</link>
         <description><![CDATA[<div>O lobo ibérico é um ser pluricelular. Nos seres pluricelulares, células idênticas que desempenham funções semelhantes formam tecidos. Diferentes tecidos associam-se<br><br></div><div>para formar órgãos, como o estômago. Os órgãos trabalham de forma coordenada constituindo sistema de órgãos, como o sistema digestivo. Diferentes sistemas de órgãos cooperam entre si, formando um organismo. O lobo Ibérico é um organismo ou indivíduo.<br><br></div><div>Os lobos ibéricos podem cruzar-se entre si e originar descendentes férteis pelo que<br><br></div><div>são da mesma espécie (canis lupus signatus). Um conjunto de lobo ibérico que habita<br><br></div><div>numa dada área, num determinado momento, constitui uma população. O lobo ibérico convive com organismos de outras espécies, que habitam a mesma área, estabelecendo relações entre si, como a competição ou a predação, formando uma<br><br></div><div>comunidade. O conjunto da comunidade, do meio físico e químico e das relações<br><br></div><div>entre ambos formam o ecossistema, neste caso, o bosque mediterrânico<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:45:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual é a posição do lobo ibérico na estrutura do ecossistema?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331542451</link>
         <description><![CDATA[<div>A sua alimentação é muito variada, dependendo da existência ou não de presas selvagens e de vários tipos de pastoreio em cada região. A vida em alcateia permite que o lobo consiga caçar animais de maiores dimensões do que ele próprio. <br><br></div><div> <br><br></div><div>As suas principais presas são o javali, o corço e o veado, e as presas domésticas mais comuns são a ovelha, a cabra, a galinha, o cavalo e a vaca. Ocasionalmente também mata e come cães e aproveita cadáveres que encontra, isto é, sempre que pode é necrófago.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:47:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual é o ecossistema ocupado pelo lince-ibérico e onde está localizado?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331542878</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente o lobo-Ibérico está praticamente a noroeste da península, com apenas 100 000 Km2 em Espanha, e em Portugal ocupa apenas cerca de 18 000 Km2. Na zona espanhola, o lobo-ibérico ocupa a maior parte da Galiza e das Astúrias. Em Portugal, o lobo-ibérico localiza-se numa zona sul ao rio Douro e a norte do rio Douro. Em Portugal, existem duas populações de lobos-ibéricos, devido ao aumento do caudal do rio Douro, bloqueando-lhes a passagem </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:49:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual foi o número mínimo de indivíduos na população do lobo Ibérico?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331543304</link>
         <description><![CDATA[<div>A população do lobo ibérico, entre Espanha e Portugal, sofreu uma grande diminuição desde o século XX a até 1970, devido à perseguição do Homem ao lobo. Nas ultimas décadas a população tem vindo a expandir, estima-se que haja mais de 2000 indivíduos em mais de 350 grupos distribuídos por 140000 Km2.<br><br></div><div>Nos últimos anos foi detectado a presença de 309 alcateias na Península Ibérica, das quais 247 (80%) estão presentes em Espanha, em Portugal 45 (15%), ocupando as restantes 18 (5%) uma área da fronteira entre os dois países.<br><br></div><div>No seguinte gráfico podemos observar alcateias confirmadas e prováveis e a respectiva proporção a Norte e a Sul do Rio Douro e a nível global<br><br></div><div>Fonte: Censo Nacional do Lobo 2002/2003<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:51:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais foram as causas que provocaram a quase extinção do lobo Ibérico?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331543629</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>As principais causas que estão a provocar a extinção do lobo são: a  perseguição directa pelo o Homem, a redução das populações de grupos selvagens, a destruição e fragmentação do seu habitat, armadilhas, envenenamento e também o atropelamento.<br><br></div><div>Em Portugal o que faz com que isto aconteça é sobretudo a escassez de recursos alimentares (ausência de pressas selvagens e regressão da criação de gado em redime extensivo), a escassez de áreas de refúgio, a fragmentação do habitat e a mortalidade que por sua vez é causada pelo o Homem. <br><br></div><div>No seguinte gráfico podemos ver algumas percentagens referentes à morte que leva à extinção do lobo.<br><br></div><div> <br><br></div><div>fonte: Censo Nacional do Lobo 2002/2003.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:52:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual foi a influência da ação humana na redução da população do Lobo ibérico?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331543939</link>
         <description><![CDATA[<div>A ação humana está a contribuir muito para a redução da população desta espécie. As principais causas são:<br><br></div><div>1.    Os incêndios florestais que levam à perda de habitat;<br><br></div><div>2.    Os atropelamentos;<br><br></div><div>3.    As armadilhas ilegais feitas pelo homem para caçar outro tipo de animais;<br><br></div><div>4.    A caça excessiva às suas presas naturais, como por exemplo o javali.<br><br></div><div> Este último ponto vai levar a que o lobo se alimente cada vez mais de animais doméstico, como a galinha e a vaca e se aproxime cada vez mais da população humana.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:53:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais são (foram) os esforços de conservação do  lobo ibérico?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331544402</link>
         <description><![CDATA[<div> <br>Esta espécie existente na Península Ibérica, está classificada com espécie em perigo.<br><br></div><div>No âmbito de um processo participativo, onde estiveram representadas mais de 30 entidades dos setores da administração central e local, foi identificada como missão do PACLobo “Conservar o lobo-ibérico assegurando a sua coexistência com a atividade humana”, a alcançar através da concretização dos seguintes quatro objetivos gerais para:<br><br></div><div> 1.    Garantir as condições favoráveis à conservação do lobo potenciando a sua coexistência com a presença humana;<br><br></div><div>2.    Aumentar o conhecimento técnico-científico sobre o lobo-ibérico e suas presas;<br><br></div><div>3.    Promover a comunicação, a sensibilização e o envolvimento em prol da conservação do lobo;<br><br></div><div>4.    Promover a articulação de medidas de política.<br><br></div><div>Só com a participação de todos no desenvolvimento das ações identificadas neste Plano, será possível contribuirmos para o restabelecimento do estado favorável de conservação do lobo a nível nacional.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:54:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Quais foram os resultados obtidos pelas ações de conservação do lobo ibérico?</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/331545372</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>A partir de 1 de Janeiro de 2017 entra em vigor o novo regime jurídico da conservação do lobo-ibérico, nomeadamente a proibição do abate, captura ou perturbação da espécie e a destruição dos seus habitats, bem como o regime de indemnizações em caso de ataques de lobo.<br><br></div><div> link:   <a href="https://www.wilder.pt/historias/conservacao-do-lobo-iberico-em-portugal-tem-novo-regime-juridico/">https://www.wilder.pt/historias/conservacao-do-lobo-iberico-em-portugal-tem-novo-regime-juridico/<br></a><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-14 21:57:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade Exprimental</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/347385106</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade, colocou-se tres amostras da epiderme de uma flor e, em cada plaqueta diferente, juntou-se tres soluçoes diferentes, e observou-se a mudança de tamanho do vacuolo das celulas.<br>Nas preparaçoes A, B e C, juntou-se agua destilada, cloreto de sodio e soro fisiologico, respetivamente.<br>Seguidamente, observou-se as alteraçoes de cada plaqueta ao microscopio. <br>Na preparaçao A, nao foi adicionada qualquer quantidade de sal à água destilada. A quantidade de água no exterior era menor do que a quantidade  interior e, devido à deslocaçao da agua para a zona de maior quantidade, entra na celula e faz com que o vacuolo cresca devido à pressao, e acaba por ficar turgida.<br>Na preparaçao B, é utilizada agua destilada onde foi diluido cloreto de sodio. A quantidade de pressao no exterior é maior, a agua dirige-se para o exterior da celula, sofrendo assim plasmolise (diminuiçao do volume do volume do vacuolo celular) e encontra-se num ambiente hipertonico.<br>Na preparaçao C, os meios estavam em equilibrio, e, por essa razao, a celula encontra-se normal, uma vez que se encontra num meio isotonico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 20:23:30 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Exprimental: observaçao de celulas procarioticas ao micros</title>
         <author>guilhermesampaio_14_2003</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermesampaio_14_2003/guilhermesampaio_14_10F/wish/347390391</link>
         <description><![CDATA[<div>Celula Vegetal<br>Na preparaçao A, colocou-se, juntamente com soro fisiologico, uma amostra de alga, onde se observou as variadas caracteristicas da celula procariotica vegetal.<br>Na preparaçao B, colocou-se a epiderme superior da cebola e adicionou-se gotas de vermelho neutro, com o qual o vacuolo das celulas aumentou.<br>Na preparaçao C, utilizou-se azul de metileno na epiderme da cebola e verificou-se que o nucleo se torna mais evidenciado depois de entrar em contacto com o corante.<br>Na preparaçao D, juntou-se epiderme de cebola com agua iodada e aumentou o realçe das estruturas celulares.<br>Assim, conclui-se que a utilizaçao de corantes torna a experiencia mais facilitada, uma vez que, dependendo da cor, reaça certas partes da celula.<br><br>Celula Animal<br>Na preparaçao E, observou-se as celulas do epitelio bocal e concluiu-se que nao possuem os mesmos constituintes da celula vegetal, como seria de esperar</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 20:42:45 UTC</pubDate>
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