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      <title>Glossário Virtual Patrimônio Cultural do Brasil by Marciane de Souza</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-07-27 13:09:04 UTC</pubDate>
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         <title>Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (RO)</title>
         <author>sabrinadecastro99</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2658345982</link>
         <description><![CDATA[<p>A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, também conhecida como Ferrovia do Diabo, está localizada em Porto Velho, Rondônia, Brasil. O tombamento do bem foi realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 13 de dezembro de 2007.</p><p>A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré foi construída no início do século XX em um acordo entre Brasil e Bolívia para resolver a questão da posse das terras que são o atual estado do Acre. Por meio do Tratado de Petrópolis a área foi cedida ao Brasil e conforme o artigo VII deste Tratado o Brasil construiria uma ferrovia Binacional para atender as demandas de ambos os países. </p><p>A ferrovia iria atender as demandas da Bolívia para venda e transporte de seus produtos para o Brasil e vice-versa, pois os custos e tempo para transporte pelo Rio Madeira e Mamoré eram altíssimos devido aos trechos intransponíveis de cachoeiras do Rio Madeira. Também facilitou o transporte de borracha extraída e outros produtos da região. </p><p>A construção ocorreu entre os anos de 1907 e 1912, com 366 km, ligando Porto Velho à Guajará-Mirim, esta última, fundada pela empresa construtora da ferrovia, durante o período de auge da extração de borracha das Seringueiras nativas da região norte. </p><p>A construção da obra da ferrovia envolveu a mão de obra de milhares de trabalhadores, incluindo muitos imigrantes e enfrentou desafios como doenças tropicais e condições climáticas adversas.</p><p>Originalmente o ínicio da ferrovia seria na Vila de Santo Antônio, porém alegando insalubridade do local, as instalações iniciaram a 7km deste local, criando ali um aglomerado de galpões e casas de trabalhadores. Sendo assim, a história da cidade de Porto Velho se confunde com a própria história da criação da ferrovia, sendo as principais estruturas do complexo tombado da Estrada de Ferro MadeiraMamoré – como os galpões e as oficinas – inseridas dentro do espaço urbano desta cidade.</p><p>Atualmente, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré é um importante patrimônio histórico e turístico. O complexo ferroviário inclui museus e trilhas que contam a história da ferrovia e de seu impacto na região. A rota original da ferrovia não está mais em operação, mas as instalações preservadas e os locais históricos são usados para fins educativos e turísticos.</p><p>A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré desempenhou um papel crucial no desenvolvimento da região amazônica e na economia do Brasil. Ela foi fundamental para o escoamento da borracha, que era um dos principais produtos de exportação do país no início do século XX. A ferrovia também é um símbolo da tenacidade e da luta dos trabalhadores que a construíram nas condições adversas da floresta amazônica.</p><p><br/></p><p>Discentes: F. E.; L. R.; M. M. e S. C. - Turma 2º ano E</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>Portal Amazônia. <strong>Estrada de Ferro Madeira-Mamoré</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portalamazonia.com/amazonia-az/estrada-de-ferro-madeira-mamore">https://portalamazonia.com/amazonia-az/estrada-de-ferro-madeira-mamore</a>. </p><p>Governo do Estado de Rondônia. <strong>Estrada de Ferro Madeira-Mamoré em Porto Velho completa 109 anos: Governo contribui para preservar patrimônio histórico</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rondonia.ro.gov.br/estrada-de-ferro-madeira-mamore-em-porto-velho-completa-109-anos-governo-contribui-para-preservar-patrimonio-historico/">https://rondonia.ro.gov.br/estrada-de-ferro-madeira-mamore-em-porto-velho-completa-109-anos-governo-contribui-para-preservar-patrimonio-historico/</a>.</p><p>ALENCAR, Carolina Pena de. Trilhando Memorias: reflexões acerca das identidades dos trabalhadores da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Dissertação de Mestrado. 2012. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). <strong>Rondônia: Estrada de Ferro Madeira-Mamoré</strong>. Disponível em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/estrada_de_ferro.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/estrada_de_ferro.pdf</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-09 00:36:59 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Nacional Serra da Capivara (PI)</title>
         <author>bibiasoares8</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2660234443</link>
         <description><![CDATA[<p>O Parque Nacional Serra da Capivara fica localizado no Estado do Piauí e ocupa parte dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias.</p><p>Em 1993, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na categoria Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.</p><p>O Parque foi criado em 1979, para preservar vestígios arqueológicos da mais remota presença do homem na América do Sul. Possui uma área de aproximadamente 130 mil hectares, e tem mais de mil sítios arqueológicos. </p><p>Atualmente o Parque é utilizado para pesquisas do Instituto Chico Mendes de conservação da biodiversidade e aberto ao público para visitação.</p><p>É uma importante fonte de informações com suas pinturas e gravuras rupestres pré-históricas, que retratam guerras, caçadas e outros aspectos do cotidiano dos antepassados.</p><p><br/></p><p>Discentes: M.E.S.; R. S.; J. S. V. e M. A. P. - Turma 2º ano F</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>CCOM, Redação. Parque Nacional Serra da Capivara é indicado a Patrimônio Natural da Humanidade. <strong>Governo do Piauí,</strong> 2023. Disponível em: https://www.pi.gov.br/noticias/parque-nacional-serra-da-capivara-e-indicado-a-patrimonio-natural-da-humanidade/#:~:text=O%20Parque%20j%C3%A1%20%C3%A9%20considerado,categoria%20Arqueol%C3%B3gico%2C%20Etnogr%C3%A1fico%20e%20Paisag%C3%ADstico. Acesso em: 11 ago. 2023. </p><p>INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN). <strong>Parque Nacional Serra da Capivara (PI), </strong>2023. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/42. Acesso em: 11 ago. 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-11 14:01:23 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Histórico de Natividade (TO)</title>
         <author>leonardotalauc</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2660626689</link>
         <description><![CDATA[<p>No ano de 1987, o IPHAN concedeu o reconhecimento do conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico do município de Natividade (TO), devido à vinculação do sítio e da paisagem ao modo de urbanização do século XVIII, sendo o tombamento da cidade realizado para fins de preservação.</p><p>Ademais, o município é dividido de acordo com três zonas de usos específicos: Zona de Proteção Histórica, Zona de Proteção Ambiental e Zona de Expansão, fazendo parte do roteiro turístico histórico-cultural do estado. A cidade mais antiga do estado do Tocantins carrega 286 anos de criação e 116 Anos de festa do Divino Espírito Santo.</p><p>Quando falamos de Natividade falamos também do contexto histórico que se remete ao ouro e a mineração do mesmo, nos recordando também da época da escravatura. Por volta de 1734, ano de sua criação, os bandeirantes resolveram enfrentar os nativos Xavantes e, quando a capitania foi dividida, se tornou sede do Governo do Norte, sendo assim elevada à vila.</p><p>O ponto turístico e o baú de histórias do local é a Igreja do Rosário dos Pretos, referenciada na imagem acima. Construída por escravos, tem como diferencial ser feita de pedra em toda a sua estrutura, juntamente com arcos da entrada central em grandes tijolos especiais da época. Com isso, toda a igreja é símbolo das pessoas negras e do trabalho escravizado da fase da mineração do ouro.</p><p>Entre as comidas típicas da região, destacam-se a produção de doces de mamão, caju e buriti, onde a culinária tradicional é marcada por biscoitos como o Amor Perfeito, os licores e a paçoca de carne seca, além de outras iguarias.</p><p>Com isso, a cidade de Natividade é conhecida por ser um destino turístico que atrai visitantes de diversos lugares do Brasil. Além disso, como evidenciado em sua história, a cidade continua a se envolver com a mineração, contribuindo também para a criação de jóias e acessórios a partir da ourivesaria, uma técnica de origem portuguesa.</p><p>Além disso, a fé é um fator bastante forte na região, o que desperta o interesse de muitos turistas pelas festas religiosas e, sobretudo, pelas antigas construções das Igrejas presentes na cidade. Também de origem portuguesa, os modelos arquitetônicos, que valorizam a simplicidade, são caracteristicamente apresentados dentro do contexto religioso.</p><p>Sendo assim, Natividade tem importância histórica devido à exploração mineradora, em principal do ouro, ao trabalho escravo como grande potencial de expansão e construção, à grande ligação com a fé e a Igreja, de onde se originaram alguns de seus principais pontos turísticos, e a sua típica arquitetura.</p><p><br/></p><p>Discentes<strong>:</strong> B.A.;G. R.; L. T.; S. L. Turma:<strong> </strong>2° ano C.</p><p><br/></p><p>Fontes</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/106/">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/106/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1219">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1219</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.to.gov.br/noticias/natividade-chega-aos-286-anos-preservando-tradicoes-e-patrimonio-historico/6oa29danbgtb#:~:text=Natividade%20tamb%C3%A9m%20se%20destaca%20pela,ourivesaria%20em%20filigrana%2C%20t%C3%A9cnica%20herdada">https://www.to.gov.br/noticias/natividade-chega-aos-286-anos-preservando-tradicoes-e-patrimonio-historico/6oa29danbgtb#:~:text=Natividade%20tamb%C3%A9m%20se%20destaca%20pela,ourivesaria%20em%20filigrana%2C%20t%C3%A9cnica%20herdada</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-12 13:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Cultural Palácio Rio Negro (AM)</title>
         <author>bulhoescirqueira47</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2661839595</link>
         <description><![CDATA[<p>O Centro Cultural Palácio Rio Negro (CCPRN) está situado em Manaus, no estado do Amazonas. Construído no início do século XX em estilo eclético, foi projetado pelo arquiteto italiano Antonio Jannuzzi (1855-1949) como residência particular do comerciante de borracha alemão Waldemar Scholz. Devido à queda do preço da borracha a partir de 1912 e à Primeira Guerra Mundial, Scholz hipotecou o palácio ao coronel Luiz da Silva Gomes por 400 contos de réis. Gomes, um seringalista e comerciante, arrendou o palácio para o governador em 1917. O local serviu como sede do governo e, em 3 de outubro de 1980, foi tombado como Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Amazonas.</p><p>O Palácio Rio Negro foi adaptado para funcionar como um espaço cultural e de preservação da história regional. Abriga exposições temporárias e permanentes que exploram aspectos da história, cultura e arte do Amazonas e da região Norte do Brasil. Além disso, é frequentemente usado para eventos culturais, incluindo apresentações de música, dança, teatro e palestras.</p><p>A edificação histórica remonta ao período do Ciclo da Borracha. Sua adaptação como centro cultural visa preservar e manter viva a memória desse período importante da região. Além disso, o centro dedica-se a expor e promover as ricas tradições culturais do Amazonas e do Norte do Brasil, contribuindo para valorizar e celebrar a diversidade cultural local. Ao promover a preservação e divulgação das tradições e da história locais, o centro desempenha um papel crucial em manter a identidade cultural e o senso de pertencimento da população.</p><p><br/></p><p>Discentes: A. B.; A. F.; B. V.P.C e F. de A. C. - Turma 2A</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>Palácio Rio Negro. <strong>Portal Amazônia</strong>, 2021. Disponível em: https://portalamazonia.com/amazonia-az/palacio-rio-negro. Acesso em: 14 de agosto de 2023.&nbsp;</p><p>Centro Cultural Palácio Rio Negro. <strong>Agência Cultural</strong>, 2023. Disponível em: https://www.agenciacultural.org.br/site/centro-cultural-palacio-rio-negro/. Acesso em: 14 de agosto de 2023.</p><p>Centro Cultural Palácio Rio Negro. <strong>Cultura Do AM</strong>, 2023. Disponível em: https://cultura.am.gov.br/espacos-culturais/centros-culturais/centro-cultural-palacio-rio-negro/. Acesso em: 14 de agosto de 2023.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-14 22:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Histórico de Manaus (AM)</title>
         <author>2022104030117</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2662724478</link>
         <description><![CDATA[<p>O Centro Histórico de Manaus, localizado em Manaus, Amazonas, é uma fração urbana que abriga edificações do período da borracha, juntamente com edifícios modernos. Sua importância histórica e cultural levou ao tombamento realizado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 2012, com o objetivo de preservar e proteger esse patrimônio. </p><p>A história do Centro remonta ao período entre 1580 e 1640, quando Portugal e Espanha estavam sob uma única coroa e a ocupação europeia na Amazônia teve início. Ao longo dos anos, o local se transformou em um reflexo da rica história de Manaus, com uma mistura de estilos arquitetônicos que vão desde o neoclássico ao art nouveau.</p><p>O Centro é conhecido por ser um convite para explorar os monumentos da capital amazonense, que já foi apelidada de "Paris dos Trópicos" durante o auge do ciclo da borracha. Entre 1880 e 1910, a região amazônica viveu um intenso período de exploração de seringueiras e produção de borracha, que teve grande importância econômica, social e cultural para a formação da identidade nacional brasileira.</p><p>Devido à relevância desse ciclo histórico, o Centro passou a ser protegido pelas políticas públicas de Patrimônio Cultural Federais. Sua arquitetura da época conhecida como "Belle Époque" é testemunho desse período e é considerada um registro exemplar do passado do país.</p><p>No entanto, o tombamento do Centro também trouxe o desafio de gerenciar esse espaço como patrimônio cultural, seguindo normas que regulamentam o processo de desenvolvimento da cidade. O Dossiê de Tombamento estabeleceu critérios para a escolha do sítio urbano como objeto de preservação, mas é necessário continuar refletindo sobre a cidade, realizando pesquisas e ações que contribuam para a compreensão da percepção das referências culturais, a apropriação social do espaço e a elaboração de um plano de gestão contínuo para o local.</p><p>Assim, o Centro de Manaus se destaca como um local de valor histórico, cultural e arquitetônico, proporcionando uma experiência única de imersão na história e na cultura da região. Sua preservação e gestão adequadas são essenciais para manter viva a memória do passado da cidade e promover o turismo cultural sustentável.</p><p><br/></p><p>Discentes: E. R. B.; G. N. Z. de O.; I. M. P. e K. da C. S. - Turma 2º ano C</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>Arquivo Noronha Santos; Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/p%C3%A1gina/detalhes/269/">http://portal.iphan.gov.br/página/detalhes/269/</a>&gt;.</p><p>BLACH, Matheus Cássio. O IPHAN na contemporaneidade: a ampliação do conceito de patrimônio cultural pós 1970. Patrimônio Cultural Cidade e Memória, 2019. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.patrimoniocultural.com.br/blog/o-iphan-na-contemporaneidade-a-amplia%C3%A7%C3%A3o-do-conceito-de-patrim%C3%B4nio-cultura/">https://www.patrimoniocultural.com.br/blog/o-iphan-na-contemporaneidade-a-ampliação-do-conceito-de-patrimônio-cultura/</a>&gt;. Acesso em: 15 fev. 2020.</p><p>BLACH, Matheus Cássio. Patrimônio Natural &amp; Desenvolvimento Sustentável: história, conceitos e estudo de caso. Timburi/SP: Cia do Ebook, 2020.</p><p>BONI, Valdete; QUARESMA, Sílvia Jurema. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. InEm Tese: Revista Eletrônica dos Pós-graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol.2 nº1, janeiro-julho 2005 p.68-60.</p><p>BRASIL. Ministério da Cultura. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p><p>Inventário nacional de referências culturais: manual de aplicação. Apresentação de Célia Maria Corsino. Introdução de Antônio Augusto Arantes Neto. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2000.</p><p>CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de</p><p>teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.</p><p>CARVALHO, João Eduardo Coinde. Imaginário e representações sociais. In Revista de Ciências Humanas. Florianópolis: EDUFSC, Especial Temática, p.25-33, 2002.</p><p>CASTRIOTA, Leonardo Barci. Patrimônio Cultural: conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009.</p><p>OKI, R. Centro histórico de Manaus: Principais Atrações. Turista FullTime, 2019. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://turistafulltime.com/centro-historico-de-manaus/#:~:text=O%20centro%20hist%C3%B3rico%20de%20Manaus,tempos%20do%20ciclo%20da%20borracha">https://turistafulltime.com/centro-historico-de-manaus/#:~:text=O%20centro%20hist%C3%B3rico%20de%20Manaus,tempos%20do%20ciclo%20da%20borracha</a>&gt;. Acesso em: 14 ago. 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-15 19:48:44 UTC</pubDate>
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         <title>As Três caixas d&#39;água ou As Três Marias (RO)</title>
         <author>vitoriacamillocorim8</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2662741277</link>
         <description><![CDATA[<p>As três caixas d'água estão localizadas na parte alta de Porto Velho, capital de Rondônia, Brasil. Foram tombadas como Patrimônio Histórico do Estado de Rondônia em 1988 do Artigo 264 da Constituição Estadual.</p><p>As Três Caixas D'água fazem parte do complexo tombado da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, homologado apenas em 2006 por meio do Processo nº.1.220-T-87, Portaria 231, inscrito no Livro do Tombo Histórico e no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Faz parte do tombamento o pátio ferroviário, oito quilômetros de linha férrea que vai da estação central em Porto Velho até a estação em Santo Antônio, as Três Caixas d’água e o cemitério da Candelária, ambos localizados na cidade de Porto Velho.</p><p>A primeira caixa foi trazida dos Estados Unidos em 1910 enquanto as outras duas em 1912. Projetadas e construídas pela Chicago Bridge &amp; Iron Works, de Chicago conforme informações contidas em placas cravadas nas pilastras de cada uma delas.&nbsp;</p><p>Elas são consideradas um símbolo da cidade e um memorial histórico da construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré. Para que sua construção fosse realizada, vieram pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo, tornando assim a nossa Rondônia atual&nbsp;grandemente miscigenada.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Discentes: E. E. G. A.; J. V. S. B. e V. C. C. - Turma 2º ano B.</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=442421">https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=442421</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rondonia.ro.gov.br/tres-caixas-dagua-e-a-praca-no-entorno-sao-simbolos-culturais-e-patrimonio-do-estado-de-rondonia/">https://rondonia.ro.gov.br/tres-caixas-dagua-e-a-praca-no-entorno-sao-simbolos-culturais-e-patrimonio-do-estado-de-rondonia/</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2023/09/01/denuncia-aponta-que-praca-das-tres-caixas-dagua-esta-sendo-usada-como-estacionamento-por-r-20-em-ro.ghtml">https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2023/09/01/denuncia-aponta-que-praca-das-tres-caixas-dagua-esta-sendo-usada-como-estacionamento-por-r-20-em-ro.ghtml</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Carolina%20Pena%20de%20Alencar.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Carolina%20Pena%20de%20Alencar.pdf</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://semusb.portovelho.ro.gov.br/artigo/35973/patrimonio-tres-caixas-dagua-serao-restauradas-apos-construcao-de-apoio-das-estruturas">https://semusb.portovelho.ro.gov.br/artigo/35973/patrimonio-tres-caixas-dagua-serao-restauradas-apos-construcao-de-apoio-das-estruturas</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-15 20:11:15 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Nacional do Iguaçu (PR)</title>
         <author>yasmimmellosilva12</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2662891775</link>
         <description><![CDATA[<p>O bem tombado é o Parque Nacional do Iguaçu, localizado nas cidades Céu Azul, Foz do Iguaçu, Matelândia, São Miguel do Iguaçu e Serranópolis do Iguaçu, no estado do Paraná. </p><p>O Parque abriga as famosas Cataratas do Iguaçu, que são uma das principais atrações turísticas do Brasil.&nbsp;</p><p>O tombamento do Parque Nacional do Iguaçu ocorreu em 1986, quando foi reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO. Esse reconhecimento destaca a importância do parque não apenas para o Brasil, mas para toda a humanidade devido a sua beleza natural e pela biodiversidade.&nbsp;</p><p>Em 1939 foi criado o Parque Nacional do Iguaçu, pelo governo brasileiro. Desde então, o Parque tem sido uma importante área de conservação ambiental, preservando a fauna e a flora e os recursos hídricos da região, e tendo reconhecimento pelas Cataratas do Iguaçu, que é um ponto marcante do parque.&nbsp;</p><p>O uso atual do território do parque Nacional do Iguaçu é principalmente para fins de conservação da natureza e das reservas florestais da Mata Atlântica, é realizado também o turismo de forma sustentável. O parque recebe milhares de visitantes todos os anos, que têm a oportunidade de apreciar a beleza deslumbrante das Cataratas do Iguaçu, fazer trilhas pela mata, observar a vida selvagem e aprender sobre a importância&nbsp; da preservação ambiental.&nbsp;</p><p>A importância desse local se dá pela preservação que é feita do bioma da região, que está ameaçado pelas obras do ser humano. E com turismo e visitas feitas por pessoas de outro estado, dá oportunidade para conhecer o local que é considerado uma das 7 maravilhas do mundo.</p><p><br/></p><p>Discentes: H.C.; K.F.; R. M. e Y.M. Turma 2° ano E</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>IPHAN, (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Patrimônio Natural Mundial - Parque Nacional do Iguaçu (PR). Disponível em: &lt;http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1668/&gt;. Acesso em: 15 ago. 2023.</p><p>IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Parque Nacional do Iguaçu (PR). Disponível em: &lt;http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/52&gt;. Acesso em: 15 ago. 2023.</p><p>‌ICMBio - Parque Nacional do Iguaçu - Quem Somos: Um pouco da história do Parque Nacional do Iguaçu. Disponível em: &lt;https://www.icmbio.gov.br/parnaiguacu/quem-somos.html&gt;. Acesso em: 15 ago. 2023.</p><p>GOV.BR. O Parque Nacional do Iguaçu realizou a segunda audiência pública para concessão. Disponível em: &lt;https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/noticias/parque-nacional-do-iguacu-realiza-segunda-audiencia-publica-para-concessao&gt;. Acesso em: 15 ago. 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 00:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Museu do Brejo Paraíbano (PB)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2664086983</link>
         <description><![CDATA[<p>Museu do Brejo Paraibano, localiza-se em uma área de dois hectares, no Centro de Ciências Agrárias do Campus da Universidade Federal da Paraíba (UFP), na cidade de Areia, estado da Paraíba, Brasil. </p><p>O Museu faz parte do conjunto histórico e urbanístico da cidade de Areia tombado em 2006. Para o tombamento, o Iphan&nbsp;baseou-se no valor histórico, urbanístico e paisagístico atribuído ao conjunto, pela ativa participação da cidade nas revoluções ocorridas no século XIX. Também se destaca o valor da cidade como remanescente arquitetônico dos séculos XVIII e XIX e da paisagem natural que a circunda. Na área tombada existem cerca de 420 imóveis.</p><p>A cidade está situada na região do brejo paraibano, no topo da Serra da Borborema, a 618 metros de altitude. Sua bela paisagem natural é valorizada pelas ruas que acompanham a topografia acidentada do terreno, possibilitando vários pontos de observação nas encostas da serra. Em Areia, nasceram o pintor Pedro Américo e o escritor José Américo de Almeida. No Museu de Pedro Américo estão inúmeras réplicas dos quadros do mais célebre cidadão areiense - entre elas a famosa obra O Grito do Ipiranga, encomendada por Dom Pedro II.</p><p>Considerada por muito tempo como "terra da cultura" e o seu Theatro Minerva foi inaugurado 50 anos antes que o de João Pessoa, capital do Estado da Paraíba. A cidade recebia estudantes de todo o Nordeste, sendo expoentes da época a Escola de Agronomia do Nordeste, o Colégio Santa Rita das irmãs franciscanas, e o Colégio Estadual de Areia (antigo Ginásio Coelho Lisboa).&nbsp;</p><p>O edifício do Museu originalmente foi uma propriedade herdada por Dona Iaiá, mãe de José Rufino de Almeida, em 1910, ela vendeu o imóvel que passou por um processo de degradação.</p><p>&nbsp;Em leilão realizado em 1971, foi arrematado por José Rufino de Almeida e voltou ao patrimônio da família, Rufino providenciou sua recuperação e manteve os traços do seu desenho original. Recebeu a visita do escritor Jorge Amado, que ali se hospedou em companhia de José Américo de Almeida, em 1978.</p><p>O sobrado situado na Praça Pedro Américo, erguido em 1818, origem a casa-grande abriga exposições de objetos que revelam a convivência interna, as relações sociais e de trabalho, e o processo de ocupação da terra Solar José Rufino. &nbsp;</p><p>Para sua produção é usado o conjunto arquitetônico que foi recuperado e mobília de época foi adquirida para a composição do local que retrata os costumes da família tradicional rural do Brejo Paraibano.</p><p>Atualmente exerce a função de expor objetos e documentos das vivências internas que se passaram no local, como o velho maquinário registrado na época de escravidão e as primeiras máquinas do gênero após a revolução industrial, o gargalho de ferro que era utilizado para prender os escravos pelo pescoço entre outros, devido a quantidades de visitas foi reservado uma sala para essas exposições e cursos e através destes demonstrando a importância cultural da cidade.</p><p>O museu se porta como uma forma de homenagem em relação aos escravizados de todo o periodo colonial. Sendo importante para a compreensão do modo de vida deles, relacionado diretamente ao modo de vida das pessoas negras na atualidade, que são vítimas do racismo estrutural desde a época de seus antepassados, possuindo menos oportunidades e tendo menos acesso a serviços básicos como educação.</p><p><br></p><p>Discentes: A. F.; A. C.; E. do C.; T. M.; Y. R. - Turma 2º ano C.</p><p><br></p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/347/">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/347/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://paraibacriativa.com.br/artista/museu-do-brejo-paraibano/">https://paraibacriativa.com.br/artista/museu-do-brejo-paraibano/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.guiadasartes.com.br/paraiba/areia/museu-do-brejo-paraibano-museu-da-rapadura">https://www.guiadasartes.com.br/paraiba/areia/museu-do-brejo-paraibano-museu-da-rapadura</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 02:55:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cristo Redentor (RJ)</title>
         <author>cdacru</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2664817239</link>
         <description><![CDATA[<p>O Cristo Redentor e avistado de quase toda cidade do Rio de Janeiro, este monumento foi eleito, em 2007, uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.</p><p>Em 30 de setembro de 2008, a estátua do Cristo Redentor foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) por sua importância histórica, existente desde de 1922 e inaugurado em 1931.</p><p>Atualmente a estátua é usada como santuário Católico, além de ser um grande ponto turístico do Brasil. O monumento foi construído no Brasil, exceto a cabeça e as mãos que foram moldadas em Paris na França, seu corpo foi feito de pedra sabão que foram cortadas em milhares de triângulos.</p><p>A importância desse monumento para a memória e a história da população e do país é como é um célebre ponto turístico, esta escultura também expressa a hospitalidade do povo brasileiro, que recebe as pessoas de braços abertos.</p><p><br/></p><p>Discentes: A. C.; C. G.; G. A. e J. S. Turma: 2° ano E&nbsp;</p><p><br/></p><p>Fontes:&nbsp;</p><p>https://www.culturagenial.com/monumento-cristo-redentor/#:~:text=Juntamente%20com%20o%20P%C3%A3o%20de,as%20pessoas%20de%20bra%C3%A7os%20abertos.</p><p>http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/3313/cristo-redentor-rj-completa-sete-anos-como-patrimonio-cultural#:~:text=Em%2030%20de%20setembro%20de%202008%2C%20a%20est%C3%A1tua%20do%20Cristo,Iphan)%20por%20sua%20import%C3%A2ncia%20hist%C3%B3rica.</p><p>https://www.hoteis.com/go/brasil/cristo-redentor-rio-de-janeiro</p><p>https://m.brasilescola.uol.com.br/amp/curiosidades/historia-cristo-redentor.htm</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 14:15:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fortaleza de São José da Barra do Rio Negro (AM) </title>
         <author>isabellyaraujo9999</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2664852224</link>
         <description><![CDATA[<p>A Fortaleza foi construída entre os séculos XVI e XVII (1580 a 1640). Neste período Portugal e Espanha estavam sob uma só coroa e se tem início a povoação europeia na Amazônia.&nbsp;O povoado&nbsp;que originou a cidade sede da Capitania e da Província foi fundada em 1669, na margem esquerda do rio Negro a&nbsp;partir do Forte de São José da Barra do Rio Negro. O forte havia sido construído para evitar a invasão dos holandeses aquartelados no Suriname (ex–Guiana Holandesa) e garantir o domínio da Coroa Portuguesa na região.</p><p>Faz parte do conjunto arquitetônico do centro histórico de Manaus - tombado pelo Iphan, em 2012 - abrange uma área entre a orla do rio Negro e o entorno do Teatro Amazonas e ainda mantém os aspectos simbólicos e densos de realizações artístico-construtivas. Apresenta uma fração urbana formada por edificações do período áureo da borracha, mesclada a edifícios modernos e representa um dos maiores testemunhos de uma fase econômica ímpar no Brasil, quando a exploração do látex proporcionou o incremento da industrialização em escala mundial.&nbsp;</p><p>O povoado, que se desenvolveu em torno da fortaleza, recebeu o nome de São José da Barra do Rio Negro. Em 1832, sob a denominação de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro, o lugarejo foi elevado à categoria de vila e, em 1848, a Vila da Barra foi novamente elevada, então à categoria de cidade, com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. A cidade recebeu, em 1856, finalmente, o nome de Manaus, em homenagem à nação indígena dos Manáos (Mãe dos Deuses), o mais importante grupo étnico habitante da região, reconhecido historicamente pela sua coragem e valentia.&nbsp;</p><p>Desde 1850, com a elevação da Comarca do Alto Amazonas à Província do Amazonas, foi autorizada a navegação a vapor ao longo do rio Amazonas e seus afluentes. Manaus é um dos maiores testemunhos de uma fase econômica ímpar - o período da borracha - no qual a exploração do látex proporcionou o surgimento de cidades que são testemunho da ocupação e do desenvolvimento daquela região no contexto do incremento da industrialização em escala mundial. Com a Proclamação da República, em 1889, Manaus é elevada a capital do Estado do Amazonas, época em que a borracha, matéria-prima da indústria mundial, era cada vez mais requisitada.&nbsp;</p><p>&nbsp;Em 1890, a "Metrópole da Borracha" adquiriu todos os hábitos e costumes das "cidades modernas". A partir de 1892, o governo elaborou um plano para coordenar o crescimento. Manaus ganhou o serviço de transporte coletivo de bondes elétricos, telefonia, eletricidade e água encanada, além de um porto flutuante, que passou a receber navios de diversas bandeiras. A exploração, o beneficiamento e a exportação da borracha são regulamentadas e Manaus torna-se a sede das grandes casas exportadoras. A cidade liga-se diretamente ao mercado internacional e contribui economicamente com 38% das divisas do país. Essa situação resultou no edital, em 1899, para execução de obras de melhoramento do Porto de Manaus, a fim de escoar a produção da borracha, e as obras começaram em 1902. O porto foi construído respeitando o fenômeno de cheia e vazante do rio Negro. O ferro aparece com soluções formais próprias - armazéns com chapas onduladas de vedação, o <em>roadway</em> sobre boias flutuantes. Nos edifícios da Alfândega e da Administração a estrutura de ferro está oculta sob vedações de alvenaria, com elementos alusivos a estilos passados. Os armazéns foram construídos de 1903 a 1910.&nbsp;</p><p>A cidade de Manaus se configura dentro da história do Brasil um lugar de destaque, pois por meio dela, o Norte do Brasil se tornou um eixo econômico, possibilitando ao país, embora temporariamente, uma supremacia econômica mundial.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Discentes: E. C.; I. M.; R. P.; S. F. - Turma 2º ano C</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/104">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/104</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1214/">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1214/</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://acervodigital.iphan.gov.br/xmlui/discover?rpp=10&amp;etal=0&amp;filtertype_0=titleAlternative&amp;filtertype_1=titleAlternative&amp;filtertype_2=format&amp;filter_relational_operator_1=equals&amp;filter_relational_operator_0=equals&amp;filter_2=Fotografias&amp;filter_1=Forte+do+Rio+Negro&amp;filter_relational_operator_2=equals&amp;filter_0=Fortaleza+do+Rio+Negro">https://acervodigital.iphan.gov.br/xmlui/discover?rpp=10&amp;etal=0&amp;filtertype_0=titleAlternative&amp;filtertype_1=titleAlternative&amp;filtertype_2=format&amp;filter_relational_operator_1=equals&amp;filter_relational_operator_0=equals&amp;filter_2=Fotografias&amp;filter_1=Forte+do+Rio+Negro&amp;filter_relational_operator_2=equals&amp;filter_0=Fortaleza+do+Rio+Negro</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 14:48:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal (MG)</title>
         <author>sanothatiane</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2666406090</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Modo de Fazer do Queijo Minas Artesanal</strong> foi reconhecido na região do Serro pelo Iepha/MG em 2002, sendo o primeiro bem cultural registrado por Minas Gerais como patrimônio imaterial. Em 2008, o Iphan registrou no Livro de Saberes e Modos de Fazer o <strong>Modo Artesanal de Fazer Queijo de Minas</strong>, contemplando três regiões: Serro, Serra da Canastra e Serra do Salitre/Alto Paranaíba. Em 2021, o Iphan alterou o título do bem cultural para <strong>Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal</strong>, ampliando o território de abrangência do registro para as regiões identificadas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG). As novas regiões identificadas foram: Araxá, Campo das Vertentes, Serras do Ibitipoca, Triângulo de Minas, Diamantina e Entre Serras da Piedade e do Caraça.</p><p>Durante meados do século XVII, no período de ocupação o queijo, produto de origem milenar que os exploradores do ouro trouxeram para Minas, se tornou ao longo do tempo, expressão de cultura mineira.</p><p>Ao nos referirmos sobre o queijo minas, é critico por alguns que esse nome se é uma herança do queijo Canastra ou Mantiqueira, porém, é verídico que, qualquer queijo que venha a ser produzido em regiões certificadas Minas gerais, é o famoso queijo minas.</p><p>A receita para o próprio, é por muitos cidadãos que produzem<strong> </strong>em propriedades rurais<strong>,</strong> utilização de<strong> leite fresco</strong>, o <strong>pingo </strong>é outro fator que diferencia os queijos mineiros. O pingo é um soro que deriva da própria fermentação do queijo que após esse processo libera um líquido salgado que é usado para liberar sabor ao queijo artesanal.</p><p>Devido a cor amarelada de alguns queijos tradicionais costumam dizer que é&nbsp; como o "queijo de ouro" devido a produção do alimento ter sido iniciada no <strong>ciclo do ouro, </strong>onde exploradores ocupavam o território do país.</p><p><br/></p><p>Discentes: C. E. da S. S.;R. C. S. B.;R. C. M. B. e T. de J. - Turma: 2° ano E</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>BEZERRA, J. <strong>Ciclo do Ouro</strong>. Disponível em: &lt;https://www.todamateria.com.br/ciclo-do-ouro/&gt;. Acesso em: 19 ago. 2023.</p><p><strong>Pingo para fazer queijo: Tudo sobre o queijo de Minas</strong>. Disponível em: &lt;https://www.lojinhauai.com/blog/pingo-para-fazer-queijo/&gt;. Acesso em: 19 ago. 2023.</p><p>QUADROS, S. <strong>7 receitas de queijo minas que vão fazer inveja até nos mineiros</strong>. Disponível em: &lt;https://www.receiteria.com.br/receitas-de-queijo-minas/&gt;. Acesso em: 19 ago. 2023.</p><p>BEZERRA, <strong>Receita de queijo Minas</strong>. Disponível em: &lt;https://www.tudogostoso.com.br/receita/17336-queijo-minas.html&gt;. Acesso em: 19 ago. 2023.</p><p><strong>História do Queijo Minas Padrão</strong>. Disponível em: &lt;https://riopardolaticinio.com.br/2021/05/18/historia-do-queijo-minas-padrao/&gt;. Acesso em: 19 ago. 2023.</p><p>GERAIS, P. M. <strong>Turismo em Minas Gerais</strong>. Disponível em: &lt;https://www.minasgerais.com.br/pt/blog/artigo/gosto-de-minas-descubra-5-curiosidades-sobre-os-queijos-mineiros&gt;. Acesso em: 19 ago. 2023.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/noticias/patrimonio-cultural-do-brasil-modos-de-fazer-o-queijo-minas-artesanal-e-apresentado-em-encontro-mundial-da-unesco-no-marrocos">https://www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/noticias/patrimonio-cultural-do-brasil-modos-de-fazer-o-queijo-minas-artesanal-e-apresentado-em-encontro-mundial-da-unesco-no-marrocos</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/Dossie_Queijo_de_Minas_web.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/Dossie_Queijo_de_Minas_web.pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Parecer%20-%20Modo%20artesanal%20de%20fazer%20Queijo%20de%20Minas.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Parecer%20-%20Modo%20artesanal%20de%20fazer%20Queijo%20de%20Minas.pdf</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sicg.iphan.gov.br/sicg/bemImaterial/acao/225/">https://sicg.iphan.gov.br/sicg/bemImaterial/acao/225/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-19 14:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>Estádio do Maracanã (RJ)</title>
         <author>ketlynlube2020</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2667612094</link>
         <description><![CDATA[<p>Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, o popular Maraca, é um estádio de futebol localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, no estado do mesmo nome, Brasil. O Estádio recebeu o mesmo nome do bairro em que está localizado.</p><p>O Estádio do Maracanã é um dos monumentos e espaços públicos tombados pelo  Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) dentro do tombamento do Conjunto Urbano da cidade do Rio de Janeiro no ano de 2000. Ao longo do tempo, a cidade se tornou palco dos mais importantes momentos políticos da formação do país: capital do Vice-Reinado, da Corte Imperial, e da República. Desta forma, a sua história se confunde com a história política e social do país. Além de ser reconhecida por seu patrimônio arquitetônico e artístico, o Rio de Janeiro é a primeira área urbana, no mundo, a ter reconhecido o valor universal da sua paisagem, e recebeu o título de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana, concedido pela Unesco, em 2012.&nbsp;</p><p>Considerado o templo do futebol, foi inaugurado em 1950, especialmente para sediar a Copa do Mundo de Futebol. Trabalharam na construção mais de dois mil operários. O Maracanã foi palco de grandes momentos do futebol brasileiro e mundial, como o milésimo gol de Pelé, finais do Campeonato Brasileiro, jogos memoráveis do Campeonato Carioca de Futebol, da Taça Libertadores da América e do primeiro Campeonato Mundial de Clubes da FIFA. Após obras de modernização, o maior estádio do Brasil tem capacidade para 78 mil espectadores.&nbsp;</p><p>Em 2006 o Movimento Indígena da Cidade do Rio de Janeiro formou o I Congresso Tamoio dos Povos Originários e se instalaram em antigos edifícios na Laboratório Agropecuário do Rio de Janeiro - LANAGRO, próximos ao estádio. A retomada do território significou a valorização da memória de seus ancetrais e da retomada de um lugar sagrado  para a cultura nativa.</p><p>Foi fundada a Tekoraw  Marak'ana (Aldeia Maracanã) ou Aldeia Rexiste, uma aldeia indígena multiétnica no centro da cidade do Rio de Janeiro, a qual abriga diversas etnias, atividades culturais e de formação para todos os indígenas.</p><p><br/></p><p>Discentes: D. S.; G. J.; K. L. e S. A. - Turma: 2° ano F</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/1567/intervencoes-no-maracana-sao-aprovadas-pelo-iphan-no-rio-de-janeiro">http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/1567/intervencoes-no-maracana-sao-aprovadas-pelo-iphan-no-rio-de-janeiro</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1514/">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1514/</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.estadiodomaracana.com.br/como-chegar-no-estadio-do-maracana/">https://www.estadiodomaracana.com.br/como-chegar-no-estadio-do-maracana/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.aldeiamarakana.com/">https://www.aldeiamarakana.com/</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.aldeiamarakana.com/_files/ugd/b88e5b_5929910d85ba4639a779f96634569af1.pdf">https://www.aldeiamarakana.com/_files/ugd/b88e5b_5929910d85ba4639a779f96634569af1.pdf</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://estadiomaracana.com.br/maracana/historia">https://estadiomaracana.com.br/maracana/historia</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/estadio-maracana.htm">https://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/estadio-maracana.htm</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 15:08:39 UTC</pubDate>
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         <title>Cemitério de Nossa Senhora da Soledade (PA)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2667648929</link>
         <description><![CDATA[<p>A inauguração do Cemitério Nossa Senhora da Soledade, em Belém do Pará, em 1850, marca o momento histórico da transferência de enterros anteriormente realizados em igrejas ou suas imediações para um espaço público. O número de pessoas enterradas ultrapassa os 30.000, impulsionado pelas vítimas de duas epidemias: a febre amarela (1850) e cólera (1885).&nbsp;</p><p>O local foi inspirado no estilo monumental de cemitérios europeus, seguindo as linhas do período artístico do romantismo, com a adoção de materiais, obras de escultura e cantaria de Portugal e Itália. Apresenta mausoléus e túmulos com rico simbolismo funerário, revelando ideais da época, fatores socioeconômicos, ocupações, valores familiares e conjugais. Sua riqueza refletiu o poder econômico trazido pela cultura da borracha. </p><p>Por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), realizou-se o Processo de Tombamento nº 0376-T-48, que resultou na inserção do lugar no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico como “Conjunto Paisagístico do Cemitério Nossa Senhora da Soledade”, em 1964. </p><p>Em 20 de março de 2021, foi realizada uma vistoria técnica, a Defesa Civil Municipal colocou o local como interditado, já que havia riscos&nbsp; de queda do pórtico de entrada. A&nbsp;decisão de restaurar o local e transformá-lo em parque foi anunciada ainda em 2021 com um investimento aproximado de 16 milhões, sua obra foi marcada para ser finalizada em 2024, porém no dia 12 de janeiro foi anunciada a abertura do local para visitantes.&nbsp;</p><p>Sua história e importância vem atrelada ao fato da mudança dos locais aonde aconteciam os enterros na cidade de Belém do Pará, que geralmente eram realizados aos arredores das instalações das igrejas. </p><p>Após o fim dos enterros no local em 1880 ele foi amplamente utilizado como ambiente para manifestações, cultos e ritos religiosos para santos populares em sepulturas específicas do cemitério.</p><p><br/></p><p>Discentes: E. L.; G. J.; G. R. e R. R. - 2º ano C</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>RODRIGUES, Paula Andréa Caluff. Duas faces da morte: o corpo e a alma do Cemitério Nossa Senhora da Soledade, em Belém/PA, 2014. 425 fls. Dissertação (Mestrado em Preservação do Patrimônio Cultural) - IPHAN, Rio de Janeiro, 2012. Disponível em: &lt;http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1857&gt;.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 15:42:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Santuário do Bom Jesus de Matozinhos (MG)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2668185676</link>
         <description><![CDATA[<p>O Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos localiza-se na cidade de Congonhas do Campo, estado de Minas Gerais, ao sul da capital de Belo Horizonte, Brasil.  Inscrito no Livro do Tombo de Belas Artes, em 1939 e e reconhecido como Patrimônio Cultural Mundial pela UNESCO em dezembro de 1985, reúne o maior conjunto de arte colonial do Brasil. Desde 2015, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1599/">Museu de Congonhas</a>&nbsp;funciona ao lado do Santuário e está aberto à visitação para potencializar a percepção e a interpretação das múltiplas dimensões desse patrimônio.<strong><br></strong>A origem do Santuário do Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas (MG), remonta ao século XVIII, quando sua construção teve início como resposta à crescente devoção local. Influenciado pelo estilo barroco, o santuário combina arquitetura detalhada e arte. Destaca-se pelas estátuas icônicas da Via Sacra esculpidas por Aleijadinho entre 1796 e 1799, acrescentando um profundo significado artístico. Ao longo dos anos, o local tornou-se um importante destino de peregrinação e patrimônio cultural, desempenhando um papel central na história religiosa e cultural do Brasil.</p><p>O Santuário foi fundado pelo português Feliciano Mendes em pagamento a uma graça alcançada. Foi&nbsp; construído principalmente com pedra-sabão e pedra calcária. A pedra-sabão, também conhecida como Esteatito, é uma pedra macia e fácil de esculpir. </p><p>O local se mantém bem preservado ainda hoje, com as características originais e repleto de fiéis que chegam em peregrinação. É um dos pontos turísticos&nbsp; mais importantes para quem se interessa pelo barroco e rococó mineiro e também para os fiéis da igreja católica.&nbsp;</p><p>Os doze profetas esculpidos em tamanho real estão entre as obras-primas de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Difícil não ficar impressionado ao ver as esculturas em pedra sabão que adornam o adro do Santuário do Bom Jesus dos Matozinhos, em Congonhas, imponentes diante da igreja, as esculturas retratam os Doze Profetas.</p><p>O Conjunto tombado é composto pela Igreja do Bom Jesus de Congonhas, as 12 esculturas de Aleijadinho e seis capelas que retratam os Passos da Paixão de Cristo. Dentro das capelas, estão mais de sessenta esculturas em madeira do grande artista barroco que descrevem os momentos finais de Jesus. Aleijadinho deixou a sua marca em Congonhas e o trabalho é absolutamente emocionante.&nbsp;</p><p>O Santuário do Bom Jesus de Matozinhos é de extrema importância para a memória e a história das pessoas e do Brasil por diversas razões, citamos alguns exemplos, a seguir.</p><p>Patrimônio Cultural da Humanidade: O santuário foi reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade, destacando sua fortaleza histórica, cultural e artística para o mundo.</p><p>Obra de Aleijadinho:<strong> </strong>O santuário abriga as famosas estátuas da Via Sacra esculpidas por Aleijadinho, um dos mais famosos artistas do período colonial brasileiro. Essas obras de arte são consideradas tesouros preciosos da arte barroca e são fundamentais para a compreensão do desenvolvimento artístico do Brasil.</p><p>Expressão Religiosa: As estátuas e o próprio santuário são expressões vívidas da religiosidade brasileira, representando a devoção e a fé cristã. O local é um ponto de peregrinação para os fiéis, que encontram significado espiritual nas representações dos eventos da Paixão de Cristo.</p><p>Registro Histórico: O santuário e suas estátuas oferecem um vislumbre do Brasil colonial, mostrando como uma religião, a arte e a arquitetura se entrelaçaram na época. Eles representam um testemunho tangível da história do país e das influências culturais daquele período.</p><p>Turismo Cultural: Os turistas culturais buscam experiências que proporcionem uma compreensão mais profunda da história, das tradições, da arquitetura, da arte, da culinária e das práticas culturais únicas da época em questão.&nbsp; </p><p><br/></p><p>Discentes: K. C.; L. P. A.; P. R.; E. C.  - Turma: 2° ano B</p><p><br/></p><p>Fontes<strong> <br></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/46">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/46</a> </p><p>Congonhas – Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos | ipatrimônio. Disponível em: &lt;https://www.ipatrimonio.org/congonhas-santuario-do-senhor-bom-jesus-de-matozinhos/#&gt;. Acesso em: 22 ago. 2023.</p><p>Redirecionamento - Site Oficial de Turismo Mobile. Disponível em: &lt;https://m.congonhas.org.br/redirecionamento-404.php&gt;. Acesso em: 22 ago. 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 02:26:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ofício das Baianas de Acarajé (BA)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2668273243</link>
         <description><![CDATA[<p>O Ofício das Baianas de Acarajé, em Salvador, Bahia, consiste em uma prática tradicional de produção e venda de tabuleiro das chamadas comidas de baiana ou comida de azeite, em que se destaca o Acarajé, um bolinho de feijão fradinho, cebola e sal, frito em azeite-de-dendê. </p><p>É uma iguaria de origem africana, vinda com escravizadas/os durante a ocupação do Brasil. Hoje está plenamente incorporado à cultura brasileira.</p><p>É alimento do dia a dia e comida de rua em Salvador e em tantas outras cidades, vendido com acompanhamentos como a pimenta, o camarão, o vatapá e, às vezes, molho de cebola e tomate. Também tem sentido religioso, é comida de santo nos terreiros de candomblé. É o bolinho de fogo ofertado puro, sem recheios, a Iansã e Xangô, e cheio de significados nos mitos e ritos do universo cultural afro-brasileiro.</p><p>Pelo fato do Acarajé representar a religião, tradições, cultura e gastronomia dos negros oriundos da África, em 2004 foi inscrito no Livro dos Saberes, como patrimônio cultural brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. </p><p>Dessa maneira, o Acarajé é patrimônio e símbolo de resistência da cultura e da religião das Baianas do Acarajé e como atrativo gastronômico que além de promover o turismo na Bahia, também possibilita a geração de renda para muitas mulheres negras. </p><p><br>Discentes<strong>:</strong> G. R.; G. S.; I. S. e I. N. - Turma: 2º ano D.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>Ofício das Baianas do Acarajé. <strong>Portal IPHAN</strong>, 2015. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br//uploads/publicacao/PatImDos_OficioBaianasAcaraje_m.pdf. Acesso em 21 de agosto de 2023.</p><p>Patrimônio Cultural Símbolo da Resistência da Cultura Africana. <strong>Sisap Eventos</strong>. Díponivel em: https://www.sisapeventos.com.br/deangeli/wiew/inscription/submission/files/3/393-1915-5.pdf. Acesso em: 21 de agosto de 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 03:47:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Teatro da Paz - Antigo Teatro Nossa Senhora da Paz (PA)</title>
         <author>layzacalente202</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2668720493</link>
         <description><![CDATA[<p>Teatro da Paz, localizado em Belém, estado do Pará, Brasil e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1977.</p><p>O Teatro da Paz foi construído entre 1874 e 1878, com o projeto original do engenheiro militar José Tibúrcio de Magalhães. Ele foi concebido para ser um importante espaço cultural e artístico na região, refletindo o esplendor e a influência europeia da época.</p><p>Várias reformas foram feitas, sendo que a de 1904, feita pelo Governador Augusto Montenegro, fez recuar o pórtico, deixando o terraço descoberto e reduzindo as colunas de sete para seis. Infelizmente, estas mudanças alteraram o estilo neoclássico da fachada, tornando-a eclética, com seus ornatos e óculos a comportarem o escudo estadual e os quatro bustos representando a música, a poesia, a tragédia e a comédia. </p><p>O interior também foi alterado em sua planta e estilisticamente enriquecido. O pano de boca, a alegoria à República, foi pintado em Paris pelo cenógrafo Carpezat, e foi restaurado há alguns anos atrás. O painel do teto, pintado por De Angelins, representa Apolo. O teto do imenso foyer é decorado com motivos regionais.&nbsp;</p><p>Atualmente, o Teatro da Paz continua sendo um espaço dedicado à cultura e às artes. Ele abriga uma variedade de apresentações, incluindo óperas, concertos, peças de teatro, danças e outros eventos culturais.</p><p>O Teatro da Paz é um marco cultural e histórico não apenas para a cidade de Belém, mas também para todo o Brasil. Sua arquitetura neoclássica, embora tenha sofrido algumas modificações ao longo dos anos, mantém elementos icônicos que representam a influência europeia na Amazônia do século XIX. Além disso, o teatro testemunhou momentos importantes da história brasileira e continua sendo um espaço vital para a promoção das artes e da cultura na região.</p><p><br/></p><p>Discentes: A. do C. E.; C. S. S.; C. V. S. e L.C. da S. Turma: 2° Ano D</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>IPHAN, site oficial do Teatro da Paz, documentos históricos relacionados à construção e história do teatro. </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1217">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1217</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2c/Theatro_da_Paz_01.JPG" />
         <pubDate>2023-08-22 12:21:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Casa de Chico Mendes - Xapuri (AC)</title>
         <author>nxn4256</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2668934123</link>
         <description><![CDATA[<p>Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes (Xapuri/Acre: 15 de dezembro de 1944 - 22 de dezembro de 1988), foi um ambientalista, sindicalista, ativista político e seringueiro. Militante da reforma agrária e da conservação do meio ambiente, além de fundador de reservas extrativistas não predatórias. </p><p>Chico Mendes nasceu no seringal Porto Rico, localizado na região de Xapuri, no Acre. Com pai seringueiro, ele acompanhou o trabalho dos seringueiros desde a infância, tornando-se profissional da área. </p><p>Inicialmente com foco na preservação das seringueiras, Chico Mendes acabou conhecendo mais sobre as matas e a respeito da importância da conservação ambiental para a sociedade. Com isso, o ativismo ambiental intensificou-se em suas lutas como sindicalista e ativista. Ao longo da sua luta pela preservação do meio ambiente e melhores condições de trabalho para os seringueiros, Chico Mendes foi alvo de ameaças de morte por sua militância, principalmente ao ganhar notoriedade na política. O sindicalista chegou a contar com escolta policial para garantir sua segurança.</p><p>Chico Mendes foi morto em 22 de dezembro de 1988, no quintal de sua casa, enquanto saía para tomar banho em um banheiro externo. O ativista foi atingido por tiros de escopeta disparados por Darci Alves, o qual cumpria ordens de seu pai, Darly Alves, grileiro de terras da região.&nbsp; </p><p>Chico Mendes lutava por uma reforma agrária que possibilitasse aos extrativistas e seringueiros a geração de renda sem a devastação da floresta, resultando no uso sustentável dos recursos.</p><p>&nbsp;Em 1985, mais de 100 seringueiros criaram o Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), entidade representativa que teve como proposta a fundação das Reservas Extrativistas. A primeira foi fundada a 80 km de Rio Branco-AC, contando com 40 mil hectares.</p><p>A Casa localizada na Rua Batista de Moraes, nº 10, Setor 1, Distrito 1, Lote 290, no centro de Xapur foi tombada em 6 de novembro de 2007, sendo o único bem tombado como patrimônio cultural nacional no estado do Acre. em 2016 o Iphan realizou um inventário dos bens móveis e publicou a Portaria nº 134/2016, que dispõe sobre a poligonal de entorno do monumento, com essa medida, ficam preservadas as relações entre a casa e os meios ambiental e paisagístico, que remetem ao singelo ambiente urbano à época de vida e assassinato do líder seringueiro.&nbsp;</p><p>A Casa de Chico Mendes é um imóvel simples, que obedece a um sistema construtivo tradicional da região, ainda de uso frequente. A casa cabocla em madeira possui telhado em formato de V, de telha francesa, feita com barro. Tem apenas quatro metros de largura e pode ser edificada em menos de uma semana. É todo composta de tábuas verticais, inclusive as portas e janelas.</p><p><br/></p><p>Discentes:<strong> </strong>A. F.; L. B.; L.F. e N. L. - Turma 2º ano F </p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/chico-mendes.htm">https://brasilescola.uol.com.br/biografia/chico-mendes.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/4179">http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/4179</a><strong><br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 15:27:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Teatro Amazonas (AM)</title>
         <author>furtadomariana072</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2669172401</link>
         <description><![CDATA[<p>O Teatro Amazonas está localizado no Praça de São Sebastião - Centro, Manaus, estado do Amazonas, Brasil. A inauguração ocorreu em 31 de dezembro de 1896, sendo a expressão mais significativa da riqueza da região durante o Ciclo da Borracha. Foi tombado como patrimônio histórico pelo Iphan, em 1966.</p><p>O projeto de construção do teatro Amazonas foi executado pelo deputado provincial Antônio José Fernandes Júnior, assim apresentado à Assembléia Provincial em 21 de maio de 1881. Venceu a licitação a Obra Portuguesa de Engenharia de Lisboa, personificada pelo comerciante Antônio de Oliveira Braga.</p><p>Atualmente é palco de importantes eventos organizados pela Secretaria de Estado de Economia Criativa, como o Festival Amazonas de Ópera (FAO), festivais de dança e teatro de seus espetáculos acadêmicos apresentados por entidades estaduais de artes, bem como populares, para o benefício dos habitantes locais com artistas de diversos gêneros do Brasil.&nbsp;</p><p>O Teatro Amazonas tem uma importância significativa na construção da identidade histórica de Manaus, pois guarda a memória do município e permite vislumbrar parte do cotidiano de quem edificou este monumento.</p><p>O Teatro Amazonas tem sua enorme importância na construção de uma história rica para as futuras gerações, agregando histórias e cultura na vida do povo manauara e do Brasil, se tornando uma referência de arte mundial, tanto por sua edificação rica em detalhes, ou por suas apresentações e obras impactantes. Uma edificação digna de cartão postal, atraindo turistas e trazendo o povo amazonense para o centro histórico e cultural.</p><p><br/></p><p>Discentes: E. K.; S. L. e M. F. - Turma: 2º ano C&nbsp;</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1215/"><em>http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1215/</em></a><em> <br>IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional</em>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1062">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1062 </a>acesso em 9 de agosto de 2023.<em><br>Teatro Amazonas</em>. (2022, outubro 31). Portal Cultura do AM. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cultura.am.gov.br/espacos-culturais/teatros/teatro-amazonas/">https://cultura.am.gov.br/espacos-culturais/teatros/teatro-amazonas/</a><em><br>Teatro Amazonas</em>. (2022, outubro 31). Portal Cultura do AM. https://cultura.am.gov.br/espacos-culturais/teatros/teatro-amazonas/</p><p>([S.d.]). Fgv.br. Recuperado 9 de agosto de 2023, de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/TEATRO%20AMAZONAS.pdf">https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/TEATRO%20AMAZONAS.pdf</a></p><p>Jpperol, P. P. (2016, março 22). <em>O Teatro Amazonas, o mito e o fascínio da “Opera de Manaus”</em>. “Le Blog” do Pérol. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://leblogdoperol.com/2016/03/22/o-teatro-amazonas-o-mito-e-o-fascinio-da-opera-de-manaus/">https://leblogdoperol.com/2016/03/22/o-teatro-amazonas-o-mito-e-o-fascinio-da-opera-de-manaus/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 19:25:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Forte do Presépio (PA) </title>
         <author>bianascimentomedeiros2006</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2669206002</link>
         <description><![CDATA[<p>O Forte do Presépio, também conhecido como Forte Castelo do Senhor Santo Cristo, ou simplesmente Forte do Castelo, está localizado em Belém, Pará, Brasil.</p><p>Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1962,&nbsp; e se tornou um ponto turístico da cidade.</p><p>Construído no início do século XVII (1616) pelos portugueses, o forte servia de ponto de observação e proteção contra invasões e ataques indígenas que aconteciam por terra e também pelas águas da Baía do Guajará. O povoado que se formou ao redor do forte chamado de Feliz Lusitânia deu origem à atual cidade de Belém, cresceu junto com o forte, que somente na segunda metade do século XIX ganhou muralhas que o separam da população. </p><p>Ao caminhar pelo Forte do Presépio será possível ver resquícios arqueológicos das edificações antigas na área chamada de Sítio Histórico da Fundação da Cidade e também um pequeno espaço de resgate da cultura amazônica, chamado de Museu do Encontro, onde estão em exposição peças de origem tapajônica e marajoara que ajudam a contar a história destes povos.</p><p>Já desempenhou diversas funções e passou por várias reconstruções ao longo dos séculos até se tornar hoje um espaço cultural e arqueológico de resgate da história de Belém e também dos povos anteriores à chegada dos conquistadores.</p><p>Em 1753, o Forte do Castelo funcionou pela primeira vez como hospital para atender mais de trezentas pessoas acometidas de um surto epidêmico. Seis anos depois, transformou-se em hospital militar, sendo conhecido como Hospital do Castelo. No século XIX, quando os paraenses resolveram se insurgir contra a elite portuguesa na revolta que ficou conhecida como Cabanagem, o forte, já em condições precárias de conservação, foi quartel dos insurgentes durante cinco anos (1835-1840). Sendo como berço da cidade de Belém.</p><p><br/></p><p>Discentes: A. C. M.; B. do N.; L. V.; G. C. - Turma: 2º ano A</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>Forte do Presépio . Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://guia.melhoresdestinos.com.br/forte-do-presepio-236-6602-l.html">https://guia.melhoresdestinos.com.br/forte-do-presepio-236-6602-l.html</a>&gt;.&nbsp; Acesso em: 22 ago. 2023.</p><p>IBGE. IBGE . Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?id=42541&amp;view=detalhes">https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?id=42541&amp;view=detalhes</a>&gt;.&nbsp; Acesso em: 22 ago. 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 20:07:13 UTC</pubDate>
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         <title>Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias (MG) </title>
         <author>patriciakesia100</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2669338579</link>
         <description><![CDATA[<p>A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias fica localizada entre a Praça Barão de Queluz e a Praça Tiradentes na cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.</p><p>Fazendo parte conjunto urbano tombado de Ouro Preto, a qual foi uma das primeiras cidades tombadas pelo Iphan, em 1938 pelo Processo de Tombamento nº75-T-38, foi a  primeira cidade brasileira a receber o título de Patrimônio Mundial, conferido pela Unesco, em 1980.</p><p>A construção da igreja teve início em 1727, e suas obras foram concluídas na segunda metade do século XVIII. A técnica utilizada para sua construção foi a arquitetura barroca, muito presente nas igrejas históricas de Minas Gerais.</p><p>Manuel Francisco Lisboa trabalhou na construção da igreja, onde ele e seu filho, o Aleijadinho, estão enterrados. Uma das mais antigas paróquias de Minas Gerais, destaca-se, também, por ser uma das maiores em tamanho e suntuosidade. Na antiga sacristia está instalado o Museu Aleijadinho, onde podem ser admiradas várias obras do mestre, como a imagem de São Francisco de Paula e um Cristo crucificado.&nbsp;</p><p>Atualmente, a igreja continua sendo utilizada como local de culto católico, sendo sede da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. Além disso, é um ponto turístico importante de Ouro Preto, atraindo visitantes interessados em apreciar a arquitetura colonial e as obras de arte sacra presentes no seu interior. As produção dos bens imateriais relacionados à festa religiosa em honra a Nossa Senhora da Conceição, que acontece anualmente em dezembro, são utilizados diversos materiais e ingredientes. São confeccionados altares decorados, tapetes de serragem e flores, além da preparação de comidas típicas da região, como o famoso "angu" e a canjica.</p><p>&nbsp;</p><p>Discentes: C. M.; M. D.; P. P. e P. P. - Turma: 2º ano D</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/373/">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/373/</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1494/">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1494/</a></p><p>Prefeitura de Ouro Preto https://paroquiaconceicaoop.com.br/matriz/</p><p>https://www.ipatrimonio.org/ouro-preto-igreja-matriz-de-nossa-senhora-da-conceicao-de-antonio-dias/#!/map=38329&amp;loc=-20.386391000000007,-43.500983000000005,17</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 00:00:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fortaleza de São José de Macapá (AP)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2669593390</link>
         <description><![CDATA[<p>A Fortaleza de São José de Macapá é uma fortificação histórica localizada em Macapá, capital do estado do Amapá, Brasil. Idealizada pelos portugueses para defender as terras do extremo norte e erguida pela mão de obra negra e indígena no século XVIII para proteger a região dos ataques de invasores.</p><p>Tombada pelo Iphan, em 1950, por sua relevância histórica e arquitetônica - foi restaurada pelo governo estadual, com tratamento paisagístico e prospecções arqueológicas e, na mesma época, também ocorreu a restauração da imagem de São José, padroeiro dessa edificação. </p><p>É uma fortaleza complexa do ponto de vista da engenharia militar, além de possuir grande dimensão quando comparada a outras fortificações brasileiras. Apresenta obras externas de defesa como fosso, redente, revelim e caminho coberto. O endereço é uma das principais referências culturais do Estado e dentre várias atividades, abriga, ainda, uma sala de cinema instalada pelo projeto Cine Iphan.&nbsp;</p><p>A cidade de Macapá, sede político-administrativa do Estado do Amapá, foi fundada como estratégia de colonização das terras banhadas pela margem esquerda do Rio Amazonas e de proteção das fronteiras contra as invasões holandesas e francesas. No centro antigo ainda permanecem o traçado colonial de Macapá, projetado em 1755, e a Fortaleza de São José, único bem na cidade tombado pelo IPHAN e com entorno delimitado, mas descaracterizado, no que se refere a arquitetura de sua época (século XVIII e início do século XIX).</p><p>O Amapá guarda o registro de um fato único na história: a audácia portuguesa transladou uma cidade entre dois continentes como estratégia de defesa das terras. A Vila Mazagão (atual Mazagão Velho) é a cidade colonial Mazagan que durante cinco anos (1771-75) Portugal transferiu do Marrocos para a região amazônica. A Superintendência do Iphan realiza pesquisas na região de Mazagão desde 2007, o que deverá resultar no tombamento de bens emblemáticos, como o traçado urbanístico pombalino da cidade.</p><p><br/></p><p>Discentes: C. A.; G. Z.; I. L. - Turma: 2º ano A</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>Fortaleza de São José de Macapá. Portalamazonia, 15 de abril de 2021. Disponível em:&lt;https://portalamazonia.com/amazonia-az/fortaleza-de-sao-jose-do-macapa&gt;.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/522/#:~:text=A%20Fortaleza%20S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%20de,S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%2C%20padroeiro%20dessa%20edifica%C3%A7%C3%A3o">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/522/#:~:text=A%20Fortaleza%20S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%20de,S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%2C%20padroeiro%20dessa%20edifica%C3%A7%C3%A3o</a>. </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/2129">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/2129</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 03:42:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cataratas do Iguaçu </title>
         <author>monicapaulaneivaemes</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2669957601</link>
         <description><![CDATA[<p>Originalmente denominadas cataratas del Iguazú, são um conjunto de quedas de água no rio Iguaçu (bacia do Paraná), situadas no Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil, e no Parque Nacional de Iguazú, na Argentina.</p><p>O reconhecimento da área ocorreu&nbsp;em 1916, depois da passagem por lá de Alberto Santos Dumont. Ao se deparar com a exuberância e a beleza do lugar, o pai da Aviação comprometeu-se a reivindicar, junto ao governador do Estado do Paraná, a desapropriação da área. Três meses depois de sua partida, foi aprovado o Decreto nº 653, de 28 de julho de 1916, que declarou de utilidade pública uma área de 1.008 hectares. Em 1939, passou a ocupar uma área de aproximadamente 185 mil hectares (ha) em solo brasileiro que, com o Parque Nacional Del Iguazu, em território argentino, somam 260 mil ha.</p><p>Em 1939 foi criado o Parque Nacional do Iguaçu, através do Decreto Federal Nº. 1.035 de 10 de janeiro de 1939, assinado pelo presidente Getúlio Vargas. Reconhecido e admirado mundialmente, em 1986, a UNESCO o declarou <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://whc.unesco.org/en/list/355">Patrimônio Mundial Natural</a> e, em 2012, as Cataratas do Iguaçu foi eleita uma das <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nature.new7wonders.com/wonders/iguazu-falls-argentina-and-brazil/">7 Maravilhas Naturais do Mundo</a>. Estes títulos são compartilhados entre os parques nacionais do Iguaçu/Iguazú do Brasil e da Argentina.</p><p>Quanto à idade das Cataratas do Iguaçu, dados referentes à evolução quaternária das paisagens e datações absolutas, obtidas em locais como o das cachoeiras de Vitória, no Rio Zambesi, na África, permitem situá-las no início do Pleistoceno, entre 1,8 e 1,5 Milhões de anos atrás. Considerando-se a analogia da evolução quaternária no Brasil e na África, é possível avaliar a idade das Cataratas do Iguaçu a partir daquela de Vitória, onde existem circunstâncias particularmente dadivosas para determinação de sua idade.</p><p>Há 481 anos o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca descobriu as Cataratas do Iguaçu, segundo a história, ele foi o primeiro europeu a se denominar dono daquelas quedas de água do Rio Iguaçu.</p><p>O parque é uma grande referência, pois além de estar assentado sobre o Aquífero Guarani, uma das maiores reservas mundiais de água subterrânea, é uma das últimas reservas florestais da Mata Atlântica, importante bacia hidrográfica e a maior reserva florestal pluvial subtropical do nosso mundo, moradia de espécies da biodiversidade brasileira, além de grande importância econômica, movimentando cerca 88 milhões ao ano com o turismo, fornece grande parte da energia para o estado do Paraná e alimenta o sistema nacional de energia, fornece água para irrigação de áreas de agricultura.</p><p>Atualmente todo o parque das cataratas age como uma unidade de conservação. Ele se tornou também um ambiente turístico, que ajuda na economia de toda a região que o cerca e encanta turistas do Brasil e outras partes do mundo. Por encantar a todos as Cataratas do Iguaçu se tornou parte da lista das sete maravilhas da natureza.</p><p><br></p><p>Discentes: A. V.; M. E.; M. P. e V. D. - Turma: 2º ano E&nbsp;</p><p><br></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/52">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/52</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1668/">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1668/</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.icmbio.gov.br/parnaiguacu/quem-somos.html">https://www.icmbio.gov.br/parnaiguacu/quem-somos.html</a>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://igeologico.com.br/cataratas-do-iguacu-formacao-geologica-e-curiosidades/">https://igeologico.com.br/cataratas-do-iguacu-formacao-geologica-e-curiosidades/</a> </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 11:22:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reservatório do Mocó (AM)</title>
         <author>alicezequimif03</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670114984</link>
         <description><![CDATA[<p>O Reservatório do Mocó está localizado na cidade de Manaus, capital do estado Amazonas, Brasil, sendo considerado um dos maiores já construídos na cidade.&nbsp;</p><p>O tombamento do monumento Reservatório do Mocó ocorreu na data 23 de março de 1995 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).&nbsp;</p><p>A obra do patrimônio iniciou-se em 1894, no período áureo da borracha, levando cerca de cinco anos para se concluir sua construção. A construção do reservatório ocorreu devido ao aumento da população na cidade causado pela extração e importação do látex no período áureo da borracha, passando então a ter uma maior necessidade de demanda de água. A construção teve fim no ano de 1899 sob a gestão do então governador Eduardo Gonçalves Ribeiro. O reservatório foi responsável pelo abastecimento de água total da cidade até a década de 1960.&nbsp;</p><p>Atualmente o reservatório permanece em funcionamento e atende quase 250 mil moradores de duas zonas urbanas da capital.&nbsp;</p><p>O reservatório se torna importante para a história pois foi uma construção responsável por abastecer a cidade e um período de necessidades, garantindo a água potável para a população. Também se torna importante como prova da evolução da engenharia naquele período, sendo em estilo neo-renascentista. A construção é um símbolo da identidade cultural de Manaus sendo um marco de desenvolvimento da cidade.&nbsp;</p><p><br></p><p>Discentes: A. P.; A. K. M.; L. B. e V. S. - Turma: 2° ano D.&nbsp;</p><p><br></p><p>Fontes: </p><p>https://blog.rbarcos.com.br/reservatorio-do-moco-ampliacao-no-sistema-de-abastecimento-de-agua-em-manaus/&nbsp;</p><p>PORTAL AMAZÔNIA, COM INFORMAÇÃO DO G1 AMAZONAShttps://portalamazonia.com/estados/amazonas/conheca-a-historia-do-reservatorio-do-moco-patrimonio-criado-em-manaus-durante-o-ciclo-da-borracha&nbsp;</p><p>Portal do IPHAN http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/269#:~:text=Tombado%20pelo%20Iphan%20em%2013,permanecem%20at%C3%A9%20os%20dias%20atuais.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 13:48:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Centro Histórico de Porto Nacional (TO)</title>
         <author>luizac5</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670227265</link>
         <description><![CDATA[<p>O centro histórico de Porto Nacional, no estado de Tocantins, Brasil, foi tombado pelo Iphan, em 2008.&nbsp;A área delimitada abrange cerca de 250 edificações, conjuntos de ruas, largos e praças, incluindo a Avenida Beira Lago e o entorno da Catedral Nossa Senhora das Mercês. </p><p>Na cidade, destacam-se as edificações construídas pelos freis dominicanos como a Catedral das Mercês, além de espaços públicos e residências.&nbsp; A área tombada (que inclui o seu entorno) abrange parte da zona central e compreende o sítio natural, a malha urbana e as arquiteturas implantadas desde a fundação do município até a década de 1960.</p><p> Neste trecho localizam-se, além das edificações vernaculares, os edifícios mais singulares do centro histórico, como a Catedral, o Seminário, a Cúria e a Casa de Câmara e Cadeia. O local ainda apresenta remanescentes da maior parte do acervo arquitetônico representativo do período da mineração do ouro - metade do século XVIII até meados do século XX. </p><p><br/></p><p>Discentes: A. F.; L. C.; M. R. e V. P. Turma: 2º ano B</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>PORTAL IPHAN. <strong>Porto Nacional(TO)</strong>. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/107/. Acesso em: 23 ago. 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 15:18:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Real Forte Príncipe da Beira (RO)</title>
         <author>vanesasilvasouza2006</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670296051</link>
         <description><![CDATA[<p>A construção do Real Forte Príncipe da Beira é considerada uma das maiores engenharias militares portuguesas do período colonial, tanto pela sua edificação como pela sua fundamental localização estratégica. </p><p>Ele está situado às margens do rio Guaporé, na cidade de Costa Marques, Rondônia, Brasil, na fronteira com a Bolívia. Foi inaugurado em 20 de agosto de 1783 com objetivo militar, sua construção demonstrava a consolidação do domínio português naquela área, além de defender a nova fronteira estabelecida pelo Tratado de Madrid de 1750, assinado entre D. João V de Portugal e D. Fernando VI da Espanha, o qual estabelecia limites entre as respectivas colônias sul-americanas. </p><p>O tombamento do Forte Príncipe da Beira ocorreu em 1950, informado pelo então Diretor do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rodrigo Melo Franco de Andrade, à Diretoria de Patrimônio da União. Inicialmente seria no livro tombo de Belas Artes, porém segundo registrado no Arquivo Noronha Santos, sob o número 281, foi assentado no Livro Tombo Histórico. </p><p>As primeiras ações de conservação do Forte Príncipe da Beira após o período em que ficou sem utilização, a partir de 1889 (BARROSO, 2015. p.113), foi o trabalho de limpeza realizado pela Comissão Rondon quando essa encontrou a fortificação em 1911 durante a expedição para implantação das linhas telegráficas no Norte. Embora não sendo uma ação planejada, foi a primeira intervenção que, através da limpeza, buscou preservar as estruturas e o material de artilharia.  Retornaria em 1930, quando Rondon sugere a ocupação do local por uma unidade do Exército Brasileiro, instalada ao lado do Forte.</p><p>Na atualidade, o Real Forte Príncipe da Beira é um local visitado diariamente por diversos turistas que buscam contemplar a maior fortificação das Américas, por representar as inúmeras construções defensivas no território nacional.</p><p><br></p><p>Discentes: J. H. dos A.; L. G. M. e V. S. de S.- Turma: 2º ano C</p><p><br></p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/BARCELOS_Giovani-Dissertacao_Mestrado.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/BARCELOS_Giovani-Dissertacao_Mestrado.pdf</a> </p><p>Real Forte Príncipe Da Beira, a maior edificação militar portuguesa construída fora da Europa - Portal Amazônia. Disponível em: &lt;https://portalamazonia.com/estados/rondonia/real-forte-principe-da-beira-a-maior-edificacao-militar-portuguesa-construida-fora-da-europa&gt;. Acesso em: 10 ago. 2023.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 16:20:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ruínas de São Miguel das Missões (RS)</title>
         <author>cauaneoliveirac</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670297814</link>
         <description><![CDATA[<p>O sítio arqueológico de São Miguel das Missões - declarado Patrimônio Mundial, Cultural e Natural, pela Unesco, em 1983 - é um dos conjuntos históricos mais importantes situados em terras brasileiras. Em 1937, o arquiteto Lucio Costa foi enviado ao Rio Grande do Sul para analisar os remanescentes dos Sete Povos das Missões e a visita resultou no tombamento, pelo Iphan, em 1938, dos remanescentes das Missões. A organização também incluiu as ruínas de San Ignacio Miní, Santa Ana, Nuestra Señora de Loreto e Santa María la Mayor, na Argentina.</p><p>Tratam-se de valiosos resquícios das cinco missões jesuíticas que foram construídas nos séculos XVII e XVIII na então terra pertencente aos índios Guarani. Cada uma é caracterizada por um layout específico e em diferentes estados de conservação.&nbsp;</p><p>O patrimônio tombado é denominado Povo e Ruínas da Igreja de São Miguel, inclui a área da antiga praça fronteira, e a edificação do Museu das Missões Povo de São Miguel com remanescentes e ruínas da Igreja de São Miguel.</p><p>A Igreja de São Miguel apresenta<strong> </strong>estilo barroco, foi construída pelo arquiteto italiano Gian Batista Primoli, a partir de 1735. Estruturada em pedra arenito, era pintada de branco e tinha seus espaços interiores ornamentados por pinturas e esculturas de madeira policromada. A Igreja de São Miguel possuía uma rica e colorida ornamentação interna, integrada por entalhes e pinturas, e esculturas com motivos sacros. Ao longo dos anos, a igreja foi alvo de saques e da ação de aventureiros que, em busca do tesouro dos jesuítas, retiraram muitos materiais para uso em outras construções. Em 1886, os telhados ruíram e o pórtico desabou. O longo período de abandono levou ao crescimento de grandes árvores no interior da nave. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</p><p>As Ruínas de São Miguel das Missões têm uma mensagem histórica e cultural profunda para transmitir aos visitantes que vai além do patrimônio projetado e refletido como complexo entre diferentes culturas, religiões e formas de vida durante um período histórico marcado por conflitos, transformações e encontros. </p><p>A mensagem a ser transmitida pelas Ruínas de São Miguel das Missões inclui o respeito à diversidade cultural, pois as ruínas representam um momento de encontro entre os jesuítas europeus e os indígenas locais. A mensagem é que a diversidade cultural deve ser valorizada e respeitada, e que é possível aprender com as diferenças ao mudar de tentar importar uma cultura sobre a outra.&nbsp;</p><p><br></p><p>Discente: C. de O. C. - Turma: 2° Ano E&nbsp;</p><p><br></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Miss%C3%B5es%20Jesu%C3%ADtas%20Guaranis.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Miss%C3%B5es%20Jesu%C3%ADtas%20Guaranis.pdf</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/292">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/292</a> </p><p>https://www.momondo.com.br/discover/patrimonio-historico-cultural-brasil</p><p>https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/onde-atuamos/cultura-e-economia-criativa/patrimonio-cultural-brasileiro/projetos-apoiados/ruinas-sao-miguel-arcanjo/ruinas-sao-miguel-arcanjo#:~:text=Dos%20antigos%20Sete%20Povos%20das,e%20catequizar%20os%20%C3%ADndios%20guaranis.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 16:22:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mercado Ver-o-Peso (PA)</title>
         <author>larissaro2007</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670417184</link>
         <description><![CDATA[<p>Inaugurada em 1625, no antigo Porto do Pirí em Belém -PA, a Casa de “Haver o Peso” - inicialmente era apenas um posto de aferição de mercadorias e arrecadação de impostos - viria a constituir um grande mercado aberto. O conjunto arquitetônico e paisagístico foi reconhecido pelo Iphan, em 1977. </p><p>No século XVIII, Belém era o maior entreposto comercial da região, sendo o centro de comércio de produtos oriundos da extração da Floresta Amazônica&nbsp;destinados aos mercados locais e internacionais,&nbsp;e o principal ponto de chegada dos produtos europeus para suprir o mercado regional. Foi esse movimento intenso de comércio de produtos que deu origem ao Ver-o-Peso. </p><p>O mercado é um símbolo da integração entre o aspecto urbano das construções e o acesso fluvial da Baía de Guajará. Na feira do Açaí pode-se encontrar grande oferta do produto em seu estado natural. No artigo “Mercado Ver-o-Peso e o dever de proteção ao patrimônio histórico e cultural”, de Náthalia Mariel conta um pouco das suas lembranças de infância no mercado, onde diz: “A importância do Mercado é cultural, é econômica. O espaço que me remete à essa memória, ao cheiro, ao barulho, é o famoso Mercado ver-o-peso, cartão postal da cidade de Belém, conhecido de todo paraense, que sou, e de todo turista quando pesquisa sobre ou vai conhecer a moreninha cidade das mangueiras.”</p><p>Ao longo do tempo, sofreu diversas modificações, inclusive para se adaptar à necessidade e gostos da Belle Époque, período de cultura cosmopolita que marcou o fim do século XIX e durou até à&nbsp;Primeira Guerra Mundial. Nesse período, o Ver-o-Peso passou por uma grande reforma, inclusive com a construção do Mercado de Ferro (ou de Peixe) e do Mercado Francisco Bolonha (ou de Carne).&nbsp;</p><p>O Ver-o-Peso se estende por um complexo arquitetônico e paisagístico de 25 mil metros quadrados, com uma série de construções históricas. O conjunto tombado inclui o Boulevard Castilhos França, o Mercado de Carne e o Mercado de Peixe, o casario, as praças do Relógio e Dom Pedro II, a doca de embarcações, a Feira do Açaí e a Ladeira do Castelo.&nbsp;Destaca-se como&nbsp;um lugar de intensa vida social e intercâmbio cultural, onde as práticas trabalhistas tradicionais têm lugar e uma complexa teia de relações sociais é tecida, envolvendo o comércio de natureza comercial, mas também simbólica.</p><p><br></p><p>Discentes: G. B.; L. R.; M. L.; N. M. - Turma: 2° ano F</p><p><br></p><p>Fontes: </p><p>Ver-o-Peso. Disponível em: &lt;http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/828&gt;. Acesso em: 23 de agosto 2023.</p><p><br></p><p>PEREIRA, Náthalia. O Mercado Ver-o-Peso e o dever de proteção ao patrimônio histórico e cultural. Vivências, JOTA. Publicado em: 30 de novembro 2020. Disponível em: &lt;https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/o-mercado-ver-o-peso-e-o-dever-de-protecao-ao-patrimonio-historico-e-cultural-30112020&gt;. Acesso em: 24 de agosto 2023.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 18:16:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vila Serra do Navio (AP)</title>
         <author>grazielioliveiramelo</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670508806</link>
         <description><![CDATA[<p>A Vila Serra do Navio está localizada no estado do Amapá, Brasil. Foi tombada como Patrimônio Cultural Brasileiro, em abril de 2010. Durante 10 anos, o Iphan trabalhou na investigação histórica, realizando levantamentos fotográficos e arquitetônicos referentes à Vila, levando em consideração seus valores paisagísticos, históricos e artísticos. </p><p>A Vila surgiu da necessidade de abrigar o contingente de moradores da periferia da Vila Operária da Indústria e Comércio de Minério (Icomi),  onde se viveu os áureos tempos da exploração do manganês, para fomentar a atividade agrícola de subsistência. Construída entre o final da década de 1950 e início dos anos 1960, era uma moderna cidade com infraestrutura de saneamento básico, água tratada, energia elétrica, residências confortáveis, aliada a uma completa rede de atendimento sociocultural: escolas, hospital, cinema, áreas esportivas e recreativas destinadas aos seus funcionários e familiares, sob a administração da Icomi. </p><p>A experiência na Serra do Navio atraiu brasileiros de todos os estados, que se instalaram no Amapá. Entretanto, a reserva de minério se esgotou antes do previsto e a Icomi deixou a região no final da década de 1990. Em maio de 1992, a vila passou a ser a sede do município de Serra do Navio. </p><p>O traçado urbano de Vila Serra do Navio, desenvolvido segundo os cânones da arquitetura moderna, apresenta um plano urbanístico distribuído em zonas destinadas à habitação, ao lazer, ao trabalho e à circulação. Destacam-se, centralizadas, as áreas destinadas aos equipamentos de administração e comércio, educação, saúde, lazer e esporte, atividades religiosas. </p><p>Uma cidade planejada para propiciar uma convivência harmônica e não impactante à floresta, construída de forma adequada às condições climáticas regionais. O projeto priorizou a interação com o meio ambiente e o conforto ambiental no interior dos edifícios, utilizando recursos como direcionamento da ventilação, venezianas, elementos vazados, empenas vazadas para penetração da ventilação. </p><p>Mesmo com as transformações sofridas pela falta de conservação e por intervenções inadequadas, a Vila mantém as características originais que a distinguem na história da ocupação da Região Norte, na arquitetura e no urbanismo brasileiros. A proposta de tombamento foi debatida com os moradores, com importante foco na recuperação da memória social local e na busca de soluções adequadas para resgatar as características que fazem da Vila uma cidade absolutamente singular.</p><p><br/></p><p>Discentes: G. O.; J. V. C.; L. S. e N. G. - Turma: 2° Ano F&nbsp;</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/108">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/108 </a>&lt;Arquivo Noronha Santos/Iphan e IBGE</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1212/">Página - IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional</a></p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/UGyNP2vt7wbzyNpHjjEZBYT9B8hmehf7rX6YBJs75Zgq9t6dtTV55KZW6Vdw/his5-10und06-patrimonios-culturais.pdf">his5-10und06-patrimonios-culturais.pdf (nova-escola-producao.s3.amazonaws.com)</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 20:03:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pelourinho (BA)</title>
         <author>bpereiradantas</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670510262</link>
         <description><![CDATA[<p>O Pelourinho é um conjunto arquitetônico histórico localizado na cidade de Salvador, no estado da Bahia, Brasil. É uma das áreas mais emblemáticas da cidade, sendo reconhecido por sua rica herança cultural e arquitetônica.</p><p>O tombamento do Pelourinho ocorreu em 1985, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), reconhecendo sua importância como patrimônio cultural do Brasil.</p><p>O Pelourinho tem origens que remontam à época colonial brasileira, quando era o centro administrativo e comercial da cidade de Salvador. Originalmente, o pelourinho era um poste de pedra onde eram expostos e punidos escrizados e criminosos. Com o passar dos anos, o local evoluiu para um centro cultural e artístico, abrigando igrejas, casarões, praças e ruas históricas.</p><p>O Pelourinho é um símbolo da história e da cultura afro-brasileira, refletindo a influência das culturas africanas, indígenas e europeias que moldaram a sociedade brasileira. Sua importância se estende para além da Bahia, representando a resistência dos afrodescendentes e a riqueza da diversidade cultural do Brasil. Além disso, é um local onde são realizados diversos eventos culturais, festivais, shows e exposições que celebram as tradições e expressões artísticas do país.</p><p><br/></p><p>Discentes: B. D.;G. G.; K. J.; M. B. Turma 2° Ano F</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.iphan.gov.br/">https://portal.iphan.gov.br/</a></p><p>Prefeitura Municipal de Salvador <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.salvador.ba.gov.br/">https://www.salvador.ba.gov.br/</a></p><p>UNESCO - Centro Histórico de Salvador - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://whc.unesco.org/pt/list/309">https://whc.unesco.org/pt/list/309</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 20:05:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Círio de Nossa Senhora de Nazaré (PA)</title>
         <author>larissadocristojesus</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670708767</link>
         <description><![CDATA[<p>O Círio de Nazaré é uma das maiores festas religiosas, realizada em Belém do Pará. A festa é uma demonstração de devoção católica em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré. </p><p>As suas origens remontam ao século XVIII e estão ligadas às tradições religiosas e culturais da região. O Círio é realizado sempre no segundo domingo de outubro, sendo um evento que reúne milhares de fiéis e turistas.</p><p>Foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no dia 5 de outubro no ano de 2004.</p><p>A história de Sírio de Nazaré remonta a 1700, quando uma pintura de Nossa Senhora de Nazaré foi descoberta por um Caboclo chamado Plácido. A estátua foi originalmente trazida de Portugal e a sua descoberta é considerada um milagre. Desde então, o Círio tornou-se uma tradição anual de devoção e fé, que reúne fiéis para acompanhar a romaria da imagem pelas ruas de Belém.</p><p>O Círio termina com uma romaria em que a imagem de Nossa Senhora de Nazaré é transportada em um altar ruas da cidade seguida por grupos de crentes que demonstraram a sua devoção através de canções, orações e locuções de fé. A procissão percorre um percurso de aproximadamente 3,6 km desde a Sé Catedral até à Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. A festa dura vários dias e inclui missas, novenas e eventos culturais.</p><p>Durante o Círio de Nazaré, no que diz respeito ao uso atual do espaço e do território, a cidade de Belém tornou-se um centro de devoção e celebração. As ruas são decoradas com altares, bandeiras, flores e ornamentos religiosos. A Catedral de Nossa Senhora de Nazaré, desempenha um papel importante na festa, pois é o ponto de partida e de chegada da procissão. Os devotos se reúnem ao redor da basílica para participar de atividades religiosas, incluindo missa, novena e a própria procissão. Os materiais usados ​​para criar elementos decorativos, como retábulos e ornamentos, variam, mas geralmente incluem flores, tecidos, velas e imagens religiosas. &nbsp;</p><p>A festividade proporciona um papel central na vida religiosa das pessoas, na cultura do Brasil, gerando um impacto profundo na memória das pessoas, como:&nbsp;</p><p>Devoção religiosa — A celebração envolve procissões, missas e momentos de oração que reforçam a fé dos participantes e a conexão espiritual com a santa.</p><p>Tradição cultural — A tradição remonta a séculos atrás, sendo transmitida de geração em geração, contribuindo para a construção da história e do folclore da região.</p><p>União comunitária — O Círio reúne milhões de pessoas de diferentes origens e classes sociais em torno de um objetivo comum: honrar Nossa Senhora de Nazaré. Essa união comunitária fortalece os laços sociais e promove uma sensação de pertencimento a uma tradição compartilhada.</p><p>Preservação histórica — A comemoração do Círio preserva e mantém viva a memória histórica da região, lembrando fatos importantes da história local e da religiosidade.</p><p>&nbsp;Identidade nacional — Um exemplo de como as tradições religiosas e culturais se entrelaçam na formação da identidade nacional brasileira. Ele demonstra a diversidade religiosa e cultural do país.</p><p>&nbsp;Expressão artística — Durante o Círio, há atividades artísticas, como músicas, danças, artesanato e decorações. Essas expressões artísticas são formas de comunicar e transmitir valores, sentimentos e histórias.</p><p>&nbsp;Solidariedade e caridade — O Círio também é uma oportunidade para a prática da caridade e da solidariedade, com a realização de ações beneficentes e auxílio aos menos favorecidos.</p><p><br/></p><p>Discentes: C. R.; L. M.; R. C. e V. M. - Turma 2º ano F</p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/galeria/detalhes/101">http://portal.iphan.gov.br/galeria/detalhes/101</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ciriodenazare.com.br/">https://www.ciriodenazare.com.br/</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ich.unesco.org/en/RL/cirio-de-nazare-the-taper-of-our-lady-of-nazareth-in-the-city-of-belem-para-00602">https://ich.unesco.org/en/RL/cirio-de-nazare-the-taper-of-our-lady-of-nazareth-in-the-city-of-belem-para-00602</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 00:57:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capela de Santo Antônio de Pádua (RO)</title>
         <author>flaviosantosneto24</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670762369</link>
         <description><![CDATA[<p>A Capela de Santo Antônio de Pádua está localizada em Porto Velho, capital do estado de Rondônia, Brasil.</p><p>Foi tombada como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do município de Porto Velho aprovado pelo COMDEPHAA/SC em 03 de dezembro de 1986.</p><p>A Capela de Santo Antônio de Pádua é um marco histórico que remonta ao período de colonização e crescimento da cidade de Porto Velho. Foi construída para homenagear Santo Antônio de Pádua, um dos santos mais populares na tradição católica e serviu como local de devoção religiosa ao longo dos anos.</p><p>Atualmente continua a desempenhar seu papel como local de culto e celebrações religiosas. Ela é frequentada por fiéis da comunidade local, além de receber visitantes que desejam conhecer sua história e arquitetura.</p><p>A capela é um importante testemunho da história religiosa e cultural de Porto Velho, ela não apenas representa a devoção a Santo Antônio, mas também reflete a arquitetura e os estilos de construção da época em que foi erguida. A capela pode ter desempenhado um papel central na formação da identidade da comunidade local ao longo dos anos.</p><p><br/></p><p>Discentes: F. A. S. N.; K.B. S.; P. H. C. e R. A. - Turma: 2ºano B</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>Instituto do Patrimônio Porto Velho: <strong>Capela de Santo Antônio de Pádua.</strong> Disponivel em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ipatrimonio.org/porto-velho-capela-de-santo-antonio-de-padua/#!/map=38329&amp;loc=-8.808139721011042,-63.9445023300237,17">https://www.ipatrimonio.org/porto-velho-capela-de-santo-antonio-de-padua/#!/map=38329&amp;loc=-8.808139721011042,-63.9445023300237,17</a>&gt;. Acesso em: 22 de Agosto de 2023 às 17:11</p><p>Tripadvisor.<strong> Avaliação da atração: Capela de Santo Antônio de Pádua, Porto Velho, Estado de Rondônia.</strong> Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g737097-d8822020-Reviews-Santo_Antonio_de_Padua_Chapel-Porto_Velho_State_of_Rondonia.html">https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g737097-d8822020-Reviews-Santo_Antonio_de_Padua_Chapel-Porto_Velho_State_of_Rondonia.html</a>&gt;. Acesso em:22 de Agosto de 2023 às 17:11</p><p>G1. <strong>Capela de Santo Antônio é reconhecida como patrimônio cultural, histórico, material e religioso de Porto Velho. </strong>Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2023/07/10/capela-de-santo-antonio-e-reconhecida-como-patrimonio-cultural-historico-material-e-religioso-de-porto-velho.ghtml.">https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2023/07/10/capela-de-santo-antonio-e-reconhecida-como-patrimonio-cultural-historico-material-e-religioso-de-porto-velho.ghtml.</a>&gt; Acesso em: 22 de Agosto de 2023 às 17:11</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 01:40:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ouro Preto (MG)</title>
         <author>priscilacassianor</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2670784796</link>
         <description><![CDATA[<p>A cidade de Ouro Preto, antiga Vila Rica, é considerada uma das maiores riquezas do estado de Minas Gerais, localizada a 95 quilômetros de Belo Horizonte. </p><p>Declarada Monumento Nacional em 1933 e tombada pelo IPHAN em 1938 por seu conjunto arquitetônico e urbanístico, foi declarada pela Unesco como patrimônio mundial em 5 de setembro de 1980, sendo o primeiro bem cultural brasileiro inscrito na Lista do Patrimônio Mundial. </p><p>A origem de Ouro Preto está no arraial do Padre Faria, fundado pelo bandeirante Antônio Dias de Oliveira, pelo Padre João de Faria Fialho e pelo Coronel Tomás Lopes de Camargo e um irmão deste, por volta de 1698. Apesar do declínio do garimpo, a cidade continuou fazendo parte do circuito do ouro e o extrativismo mineral ainda é uma das suas principais atividades econômicas. Por sua condição histórica e localização privilegiada, o turismo é importante na região. E como ocorreu no passado, a vida cultural e artística de Ouro Preto continua bastante ativa e diversificada, destacando-se nacionalmente.&nbsp; Principal cidade do denominado Ciclo do Ouro, Ouro Preto, além de ter sido o berço de artistas, responsáveis pelas mais significativas obras do barroco brasileiro, foi também o cenário do movimento pela independência do Brasil em relação a Portugal, chamado de Inconfidência Mineira, cujo mártir, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, tornou-se o patrimônio cívico do país.</p><p><br></p><p>Discentes: P. C.; F. dos A.; E. A.; C. de O.; J. S. e A. P. - Turma: 2°ano D</p><p><br></p><p>Fontes:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ouropreto.mg.gov.br/historia#:~:text=A%20origem%20de%20Ouro%20Preto,deste%2C%20por%20volta%20de%201698"><strong><br></strong>https://ouropreto.mg.gov.br/historia#:~:text=A%20origem%20de%20Ouro%20Preto,deste%2C%20por%20volta%20de%201698</a>.<br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1493/#:~:text=Apesar%20do%20decl%C3%ADnio%20do%20garimpo,turismo%20%C3%A9%20importante%20na%20regi%C3%A3o">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1493/#:~:text=Apesar%20do%20decl%C3%ADnio%20do%20garimpo,turismo%20%C3%A9%20importante%20na%20regi%C3%A3o</a>.<br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/30#:~:text=Principal%20cidade%20do%20denominado%20Ciclo,m%C3%A1rtir%2C%20Joaquim%20Jos%C3%A9%20da%20Silva">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/30#:~:text=Principal%20cidade%20do%20denominado%20Ciclo,m%C3%A1rtir%2C%20Joaquim%20Jos%C3%A9%20da%20Silva</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 01:58:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo (RR)</title>
         <author>vitordzritter2007</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2671922366</link>
         <description><![CDATA[<p>A Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo está localizada na cidade de Boa Vista, rua Floriano Peixoto, no estado de Roraima, Brasil.</p><p>O tombamento desse patrimônio se deu devido à Lei n° 230 de 10 de setembro de 1990, pela prefeitura de Boa Vista. No quesito de sua conservação, o Decreto n° 2614, de 15 de outubro de 1993 foi criado para cuidar dessa parte.</p><p>Sua história iniciou-se em 1725, com a construção de uma pequena capela por padres carmelitas. Anos depois, após a saída dos carmelitas, padres franciscanos&nbsp; construíram uma capela maior em 1856, que apenas viria a se tornar Igreja Matriz em 1858. A igreja ficou nas mãos dos franciscanos até 1909, quando os beneditinos assumiram. A igreja foi reformada em 1996, pelo Projeto Raízes, e mais uma vez entre 2005 a 2007.</p><p>Atualmente, a igreja serve como lugar de reunião dos devotos e atrai turistas, principalmente durante as festas em homenagem a Nossa Senhora do Carmo, que é a padroeira do estado.</p><p>Essa igreja foi a primeira construída na Bacia do Rio Branco, se estabelecendo como um símbolo da fé cristã católica não só em Boa Vista, mas em Roraima como um todo, visto que é dedicada a Nossa Senhora do Carmo, que, como já mencionado, é a padroeira do estado.</p><p><br/></p><p>Discentes: V. R.; W. P.; L. C.; G. de S.; T. G. - Turma: 2°ano B.</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/COLET%C3%82NEA%20DE%20ARTIGOS%20PATRIM%C3%94NIO%20CULTURAL%20DE%20RORAIMA.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/COLET%C3%82NEA%20DE%20ARTIGOS%20PATRIM%C3%94NIO%20CULTURAL%20DE%20RORAIMA.pdf</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/rr/roraima/especial-publicitario/confea/noticia/2019/10/21/em-roraima-igreja-matriz-de-nossa-senhora-do-carmo-e-simbolo-de-fe-e-devocao.ghtml">https://g1.globo.com/rr/roraima/especial-publicitario/confea/noticia/2019/10/21/em-roraima-igreja-matriz-de-nossa-senhora-do-carmo-e-simbolo-de-fe-e-devocao.ghtml</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ipatrimonio.org/boa-vista-igreja-matriz-nossa-senhora-do-carmo">https://www.ipatrimonio.org/boa-vista-igreja-matriz-nossa-senhora-do-carmo</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=441708#:~:text=A%20Matriz%20de%20Nossa%20Senhora%20do%20Carmo%20foi,%C3%A9%20reconhecida%20como%20patrim%C3%B4nio%20hist%C3%B3rico%20de%20Boa%20Vista.">https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=441708#:~:text=A%20Matriz%20de%20Nossa%20Senhora%20do%20Carmo%20foi,%C3%A9%20reconhecida%20como%20patrim%C3%B4nio%20hist%C3%B3rico%20de%20Boa%20Vista.</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 17:18:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cais do Valongo (RJ)</title>
         <author>dietrichgabriel753</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2672050944</link>
         <description><![CDATA[<p>O Cais do Valongo está localizado no Rio de Janeiro (RJ), seu tombamento foi em 20 de novembro de 2013, dia da Consciência Negra, o Cais do Valongo foi alçado a patrimônio cultural da cidade do Rio de Janeiro, por meio do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH).</p><p><br/></p><p>Construído em 1811, foi local de desembarque e comércio de escravizados africanos até 1831, com a proibição do tráfico transatlântico de escravos. Durante os vinte anos de sua operação, entre 500 mil e um milhão de escravizados desembarcaram no cais do Valongo.</p><p>Em 1843, o cais foi reformado para o desembarque da princesa Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias, que viria a se casar com o imperador D. Pedro II. O atracadouro passou então a chamar-se Cais da Imperatriz.</p><p>Entre 1850 e 1920, a área em torno do antigo cais tornou-se um espaço ocupado por negros escravizados ou libertos de diversas nações - área que Heitor dos Prazeres chamou de Pequena África.</p><p><br/></p><p>Hoje esse patrimônio é usado como ponto turístico para diversas pessoas possam conhecer a história desse lugar onde era um desembarque de navios que traziam negros escravizados para o Brasil</p><p><br/></p><p>Esse patrimônio é tão importante que passou a integrar Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas, com serventia na educação, e no aprendizado da ciência e a Cultura, em 1º de março de 2017.</p><p><br/></p><p>Discentes: G. D.; V. L.; V. F. e J. H. - Turma: 2º ano D&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://artebrasileiros.com.br">https://artebrasileiros.com.br</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br">http://portal.iphan.gov.br</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org">https://pt.wikipedia.org</a>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 19:22:17 UTC</pubDate>
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         <title>Geoglifos (AC)</title>
         <author>richardee093</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2672157712</link>
         <description><![CDATA[<p>No Acre é possível encontrar algumas figuras geométricas gigantescas feitas em campos abertos que ainda são um mistério para a humanidade. Os geoglifos podem ser encontrados em outros países, como o Peru, criados pela cultura Nasca entre os anos 500 a.C. e 500 d.C. Os primeiros a relatá-los, no século 20, foram pilotos civis e militares peruanos. Somente no Acre foram catalogados 300 sítios arqueológicos com geoglifos que datam cerca dos anos 200 a.C.</p><p>Os primeiros registros desses sítios estão na década de 1970, quando o pesquisador Ondemar Dias, durante o Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas da Bacia Amazônica (Pronapaba), localizou oito estruturas de terra no Acre. Entretanto, foi somente a partir dos anos 2000 que esses sítios tiveram projeção midiática e foram alvo de intervenções científicas sistemáticas.</p><p>Em 2018, um desses geoglifos acreanos, com aproximadamente 2500 anos de idade, foi tombado pelo Iphan. Atualmente o conjunto dos geoglifos do Acre está na Lista Indicativa a Patrimônio Mundial como um candidato pelo Brasil.</p><p>Os geoglifos nos mostram que onde os pesquisadores pensavam que a floresta era intocada, na verdade, não era. Essas estruturas evidenciam que a Floresta Amazônica era manejada pelo homem há pelo menos 4 mil anos”.</p><p><br/></p><p>Discentes: G. V.; M. V.; R. S. e V. H. - Turma: 2º ano F</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional&nbsp;</p><p>( IPHAN)</p><p>https://portalamazonia.com/amazonia/conheca-7-lugares-tombados-como-patrimonios-historicos-da-regiao-norte&nbsp;</p><p>https://observatorio3setor.org.br/noticias/o-misterio-dos-geoglifos-do-acre-com-mais-de-mil-anos/</p><p>http://multirio.rio.rj.gov.br/index.php/reportagens/14843-geoglifos-atualizam-a-história-da-amazônia#:~:text=Os%20geoglifos%20nos%20mostram%20que,pelo%20menos%204%20mil%20anos”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 22:00:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ritual Yaokwa do Povo Enawene Nawe (MT)</title>
         <author>leticiamelo15</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2672274422</link>
         <description><![CDATA[<p>A terra indígena Enawene Nawe se localiza em Mato Grosso, eles vivem às margens do Rio Juruena, nas florestas fluviais da Amazônia meridional, numa região de transição entre o cerrado e a floresta Amazônica.&nbsp; </p><p>O Ritual Yaokwa do Povo Enawene Nawe foi inscrito no Livro das Celebrações (folha 04) em 08 de novembro de 2010, após a aprovação de sua candidatura durante a 65ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, realizada no dia 02 de novembro deste mesmo ano. Em 2011, este bem foi também incluído na Lista do Patrimônio Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente pela UNESCO.</p><p>O padre jesuíta Tomáz de Aquino Lisbôa que, em 1974 participou da expedição do primeiro contato oficial dos Enawenê-nawê com os brancos, fez uma descrição da aparência desses índios nessa ocasião. Contou que os homens tinham cabelos compridos caindo nas costas e aparados na região temporal, acima das orelhas. Boa estatura, mais brancos que escuros, trazendo no peito adornos de algumas penas encastoadas em peças arredondadas e trabalhadas, de coco de tucum, tendo tiras finas de algodão apertando o bíceps e a barriga da perna e, nos tornozelos, fitas mais largas. Nas orelhas traziam argolas pretas, também de tucum, nas quais estavam presas conchas brancas de forma triangular.</p><p>As mulheres tinham cabelos compridos aparados acima das orelhas, tal como os homens. Usavam cintos com muitas voltas, feitos de tucum. Traziam mini-saias feitas de algodão e tingidas de urucum. Na barriga das pernas traziam argolas de borracha. À altura do umbigo, tinham muitos traços desenhados, tatuagens. Como os homens, traziam tiras finas de algodão apertando o bíceps. Nas orelhas, brincos iguais aos dos homens.</p><p>Tais características foram também observadas por Virgínia Valadão anos depois. Ela conta que os Enawenê-nawê fabricam redes, saias e pulseiras de algodão que cultivam. Pintam de vermelho as saias e o corpo com urucum. Em ocasiões especiais também usam a pintura preta de jenipapo, fruto de uma árvore. Estão sempre com os cabelos bem cortados, com franja, sulco raspado por cima da orelha e compridos atrás. Para realizarem seus rituais, os Enawenê-nawê dispõem de uma grande variedade de bambus e cabaças de diferentes tipos e tamanhos, das quais são feitas flautas e chocalhos. Cada grupo ritual toca um instrumento diferente e o som produzido no pátio da aldeia, quando da realização do ritual Yaokwa, é o de uma verdadeira orquestra. Cada instrumento está relacionado a um grupo ritual, o qual, por sua vez, pertence a um grupo de espíritos.</p><p>São utilizados diversos recursos naturais para confecção de artefatos utilizados no ritual. O buriti e o açaí, por exemplo, espécies vegetais utilizadas em larga escala pelos Enawene Nawe como base das construções arquitetônicas, das indumentárias rituais e da confecção de artefatos diversos, são de domínio desses seres. Outros clãs dominam as técnicas de cestaria, da confecção de adornos feitos de tucum e assim por diante. Raladores (tinoare), peneiras (manarise), pilões (anase, base, atata, mão de pilão), esteiras, xires (dolate), (todos esses artefatos confeccionados pelos homens), e, ainda, pratos de cerâmica (atare), panelas (mataloxi, matalowise), cabaças (ixixawi, ixixase), manufaturadas pelas mulheres. </p><p>Bambu do oriente (flautas); Cipó Teha e Hodeokori para confecção das armadilhas (Mataxi); Penas de mutum e gavião para montagem de colares, braceletes ou Cocares; barro para confecção das cerâmicas, os caramujos utilizados para a confecção de brincos e peitorais, a taquara para as flautas.</p><p>O Ritual Yaokwa é de extrema importância para a memória, a história e a cultura não apenas do Povo Enawene Nawe, mas também para o Brasil como um todo. Para o povo Enawene Nawe, o Yaokwa é um elemento essencial de sua identidade. Ele reflete sua relação harmoniosa com a natureza e destaca a importância de cuidar do meio ambiente e dos recursos naturais. Através das práticas do ritual, eles demonstram o respeito pela terra, pelos rios e pela fauna, o que tem relevância não apenas para sua própria sobrevivência, mas também para a conservação da biodiversidade e dos ecossistemas amazônicos. O Ritual Yaokwa também tem um significado relevante para a sociedade em geral. Ele oferece um vislumbre da riqueza cultural e espiritual dos povos indígenas, que são parte integral da diversidade do país. Ao reconhecer e valorizar práticas como o Yaokwa, o Brasil reforça sua própria história pluricultural e destaca a importância da proteção dos direitos indígenas, da preservação ambiental e do respeito às tradições ancestrais.</p><p><br/></p><p>Discentes:<strong> </strong>F. S. C.; H. A. M.; L. M. P.; M. L. C. L. e R. K. A. Turma: 2º ano B.</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>JAKUBASZKO, A. et al. Ritual Yaokwa do Povo Enawene Nawe. 1. ed. Brasília, DF: dossiê iphan, 2018. p. 13-121.</p><p>SANTOS, Gilton. Enawenê-nawê - Povos Indígenas no Brasil. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Enawen%C3%AA-naw%C3%AA#:~:text=O%20padre%20jesu%C3%ADta,grupo%20de%20esp%C3%ADritos">https://pib.socioambiental.org</a>. Acesso em: 21 ago. 2023.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Parecer%20Enawene%20Nawe.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Parecer%20Enawene%20Nawe.pdf</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Dossie_Yaokwa.pdf.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Dossie_Yaokwa.pdf.pdf</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/dossie_18_ritual_yaokwa.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/dossie_18_ritual_yaokwa.pdf</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 00:46:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cemitério dos Inocentes (RO)</title>
         <author>motahiury2006</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2672442030</link>
         <description><![CDATA[<p>O Cemitério dos Inocentes está localizado em Porto Velho, capital do estado de Rondônia, Brasil.  </p><p>Inaugurado em 1915 como cemitério público municipal no bairro Mocambo. A necessidade da instalação deste cemitério advinha da necessidade de um local para sepultamento da popualação em geral, pois havia o Cemitério da Candelária, porém era exclusivo para sepultamento de trabalhadores/as vinculados a empresa responsável pela construção da ferrovia Madeira-Mamoré. </p><p>De acordo com Borzacov (op. cit.) em 1982 chegou a ser cogitada sua desativação em função de interesses imobiliários de grupos locais, mas houve um movimento popular por sua permanência resultando em seu tombamento municipal (Lei nº 265 de 1983), e tombamento estadual em 1989 (Artigo 264 da Constituição Estadual); apesar de ser um bem com duplo tombamento, isto não tem lhe garantido maiores cuidados em sua preservação.</p><p>O Cemitério dos Inocentes tem suas raízes em meados do século XX, quando foi fundado para servir como local de sepultamento de crianças e recém nascidos falecidos. Sua criação reflete a necessidade de um espaço dedicado a esses indivíduos e, ao longo do tempo, tornou-se um testemunho da história das famílias e da própria cidade. </p><p>O Cemitério dos Inocentes continua a cumprir seu propósito original, servindo como local de sepultamento para crianças falecidas em Porto Velho. É um espaço de memória e reflexão, onde as famílias podem honrar a vida breve de seus entes queridos. </p><p>É um importante espaço para a memória da cidade de Porto Velho, pois representa um aspecto sensível da vida e da morte que muitas vezes é esquecido em meio às histórias maiores. Ele também é um lembrete da fragilidade da vida humana e da importância de preservar a história das pessoas, mesmo aquelas que viveram por um curto período de tempo. Além disso, o cemitério faz parte do patrimônio histórico-cultural da cidade, contribuindo para a identidade de Porto Velho e para a construção da história do Brasil. </p><p><br/></p><p>Discentes: H. M.; M. A.; L. F. e L.A. - Turma: 2ºB</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>Em Rondônia. <strong>Conheça a história do Cemitério dos Inocentes em Porto Velho. </strong>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.emrondonia.com/porto-velho/conheca-a-historia-do-cemiterio-dos-inocentes-em-porto-velho/.">https://www.emrondonia.com/porto-velho/conheca-a-historia-do-cemiterio-dos-inocentes-em-porto-velho/.</a> Acesso em: 24 de Agosto de 2023</p><p>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). <strong>Porto Velho: Cemitério dos Inocentes</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ipatrimonio.org/porto-velho-cemiterio-dos-inocentes/#!/map=38329&amp;loc=-8.777322293862003,-63.911718549497884,17">https://www.ipatrimonio.org/porto-velho-cemiterio-dos-inocentes/#!/map=38329&amp;loc=-8.777322293862003,-63.911718549497884,17</a>. Acesso em: 24 de Agosto de 2023</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rondonia.ro.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Livro-Tombo-Final-Publicar.pdf">https://rondonia.ro.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Livro-Tombo-Final-Publicar.pdf</a> acessado em 24 de agosto de 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 03:09:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palácio Velho, Palácio do Governo e/ou  Palácio Lauro Sodré (PA)</title>
         <author>gomessilvagustavo90</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/2672472416</link>
         <description><![CDATA[<p>O Palácio Velho também conhecido como Palácio do Governo e Palácio Lauro Sodré,<strong> </strong>é um edifício localizado no Centro Histórico da cidade de Belém, capital do Pará, no bairro da Cidade Velha, na Travessa Dom Bosco, nº 58-62.&nbsp;Integra o conjunto arquitetônico e urbanístico tombado como patrimônio material em 02/07/1982,&nbsp; por seu valor arquitetônico e histórico, tem grande importância na história de Belém.</p><p>&nbsp;Em 1676, foi começada construção de uma residência governamental em taipa-de-pilão com dois pavimentos, concluída em 1680 o palácio abrigava os governadores em inspeção à Capitania sendo a residencia oficial n.° 1. Demolida em 1759, foi reconstruído com projeto do arquiteto Antônio José Landi, no estilo clássico italiano. No início do século XX, com o advento do Ciclo da Borracha, o então governador Augusto Montenegro reformulou toda a primeira parte do palácio, dando-lhe as características do ecletismo. Essas modificações quebraram completamente a harmonia arquitetônica da edificação. Em 1971, foi restaurado pelo IPHAN e voltou à sua forma original.</p><p>Entre a existência da primeira residência (começada em 1676 e concluida em 1680) e a construção do palácio atual, Cristóvão da Costa Freire decidira transformar a residência primitiva em hospital, iniciando nova construção no largo da Sé, no canto da rua do Espirito Santo. Aprovada a obra, Berredo, seu sucessor, suspendeu-a. Foi mandada prosseguir, todavia, para sede do Bispado. </p><p>A capela interna do edifício projetada por Landi é localizada no térreo para aproveitar o vazio entre os dois pisos, apresenta retábulo barroco. Dessa capela, saiu a procissão da primeira Festa do Círio de Nazareth, em 08 de setembro de 1797.&nbsp;</p><p>Em 1994, o palácio foi transformado no Museu do Estado do Pará (MEP), abrigando diversas formas de manifestações artísticas, desde exposições de artes visuais até a projeção de vídeo-mapping na sua fachada.&nbsp;</p><p>No cenário nacional, o Palácio Velho contribui para a compreensão da história política e social do Brasil, uma vez que desempenhou um papel durante períodos de transformações políticas e sociais. Sua arquitetura e preservação fornecem insights sobre a história da cidade e do país como um todo.</p><p>Por meio do site <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://matterport.com/discover/space/arneYRzDEby">https://matterport.com/discover/space/arneYRzDEby</a> você pode fazer um passeio virtual por todos os espaços do edifício.</p><p><br/></p><p>Discentes: A. F. V.; D. B. M.; G. G. S.; L. M. L. e K.A. D. - Turma: 2° ano A&nbsp;</p><p><br/></p><p>Fontes</p><p>Home - IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional . ([SD]). Gov.br. Acesso em 25 de agosto de 2023, de http://portal.iphan.gov.br/</p><p>Revistas do IPHAN - DocReader Web . ([SD]). Docvirt. com. Acesso em 25 de agosto de 2023, de http://docvirt.com/DocReader.net/DocReaderMobile.aspx?bib=reviphan&amp;pagfis=3460</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fima.art.br/palacio-lauro-sodre">https://www.fima.art.br/palacio-lauro-sodre</a> </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 03:39:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linhas Telegráficas Rondon (RO)</title>
         <author>marcianesouza</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/3135990234</link>
         <description><![CDATA[<p>As Estações Telegráficas de Vilhena e Ji-Paraná são Patrimônio Cultural tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) com o número 1055 -&nbsp; T – 82, de acordo com informações do portal do próprio Instituto.</p><p>Foram construídas entre 1892 e 1915, sendo consideradas testemunhas concretas de uma política específica de integração nacional comandada pelo Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon.</p><p>De acordo com Teixeira e Fonseca (2003), em 1880, Dom Pedro II iniciou a construção de uma linha telegráfica para ligar Franca/SP à Cuiabá/MT, sob chefia do militar Cunha Matos. Posteriormente, ainda segundo os autores:</p><p>A partir de 1900, Rondon chefiou os trabalhos da abertura da linha telegráfica ligando São Lourenço a Itiquira, Coxim e Aquidauana. [...] Após relevantes serviços prestados na construção e manutenção das linhas telegráficas do oeste brasileiro, foi encarregado pelo presidente Afonso Pena, em 1907, de chefiar uma nova comissão, que ligaria por uma linha telegráfica Cuiabá ao Amazonas.</p><p>O serviço de estender os fios telegráficos até Santo Antônio do Rio Madeira e ao Acre ocorreu em três etapas, em 1907, 1908 e 1909, e foi realizado pelo trabalho braçal de civis e militares, os quais, em grande parte, eram oriundos de prisões e degredos, como os marinhos envolvidos na Revolta da Chibata de 1910 que foram enviados para trabalhar na obra, e sofriam de coerção e violência física para manter o ritmo acelerado do trabalho, além de enfrentarem doenças regionais, ataques de índios e falta de alimentos (TEIXEIRA; FONSECA, 2003).</p><p>O IPHAN classifica as Estações Telegráficas em comento com edificações e, portanto, são patrimônio material.</p><p>Conforme informações retiradas do site Folha de Vilhena, o posto telegráfico deu origem ao município de Vilhena, e durante quase 50 anos foi o registro da passagem de pessoas pela região. Em 1988 a estação foi transformada no Museu Marechal Cândido Rondon, que é conhecida popularmente como Casa de Rondon. Atualmente, a Estação está em poder da União, por estar situada em área militar.</p><p>Por sua vez, a estação de Ji-Paraná, inaugurada em 1914, tornou-se o Museu das Comunicações Marechal Rondon, e tem em seu acervo peças que fazem parte da história da construção da linha e posto telegráfico da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.</p><p>Os prédios das Estações Telegráficas ainda existem nos dias atuais e quanto à visitação, segundo o site Folha de Vilhena, o Instituto Rondoniense de Pesquisa e Estatística (IRPE) avaliou quantitativamente o público do Museu das Comunicações de Ji-Paraná/RO nos anos de 2012 a 2014, percebendo assim que o número de visitantes tem aumentado a cada ano, sendo maior volume de pessoas de 1 a 13 anos, demonstrando as práticas de educação patrimonial junto as escolas da região que levam seus estudantes para conhecer o local, a história e memória ali impressos. Os dados foram colhidos pela diretora do Museu de Comunicação Maricelma Chaves.</p><p><br></p><p>Discentes: L. A; C. S.; K. T. A. Turma 2º ano B</p><p><br></p><p>Fontes:</p><p>TEIXEIRA, Marcos Antônio Domingues; FONSECA, Dante Ribeiro da.&nbsp; <strong>História regional</strong>: Rondônia. ed. 2. Porto Velho: Rondoniana, 2001.&nbsp; p. 147</p><p>Portal IPHAN: Conselho Consultivo aprova por unanimidade tombamento das estações telegráficas em Rondônia Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/3393/conselho-consultivo-aprovou-por-unanimidade-tombamento-de-estacoes-telegraficas-em-rondonia">http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/3393/conselho-consultivo-aprovou-por-unanimidade-tombamento-de-estacoes-telegraficas-em-rondonia</a>, acesso em:&gt;.1 de julho de 2016</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.folhadevilhena.com.br/tombamento-de-estacoes-telegraficas-de-rondonia-foi-aprovado-pelo-conselho-do-iphan/">http://www.folhadevilhena.com.br/tombamento-de-estacoes-telegraficas-de-rondonia-foi-aprovado-pelo-conselho-do-iphan/</a> acesso em: 01 de julho de 2016.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://G1.globo.com/ro/vilhena-e-cone-sul/noticia/2016/05/museu-marechal-rondon-esta-fechado-ha-mais-de-15-anos-em-vilhena-ro.html">G1.globo.com/ro/vilhena-e-cone-sul/noticia/2016/05/museu-marechal-rondon-esta-fechado-ha-mais-de-15-anos-em-vilhena-ro.html</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mapeamentocultural.unir.br/pagina/exibir/22873">https://mapeamentocultural.unir.br/pagina/exibir/22873</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-24 15:28:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Wayoro, Língua família Tupari, tronco Tupi (RO/PA/AM,MT)</title>
         <author>marcianesouza</author>
         <link>https://padlet.com/marcianesouza/Glossariopatrimonioculturaldobrasil/wish/3136059352</link>
         <description><![CDATA[<p>A língua wayoro (ayuru, ajuru) da família Tupari, tronco Tupi foi registrada por meio do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), recebendo nome de <strong>Língua Ayuru.</strong></p><p>Trabalho realizado pelo Iphan – RO em parceria com o Centro de Documentação Permanente de Línguas e Culturas Indígenas da Amazônia do Museu Paraense Emílio Goeldi do Pará, as pesquisas aconteceram na área da Terra Indígena (TI) Guaporé, também chamada Posto Ricardo Franco, no sul do Estado de Rondônia.&nbsp;</p><p>O Povo Wajuru vivia, antes do contato, nas <strong>cabeceiras dos rios Colorado</strong> e Terebito [<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ime.usp.br/~amaris/tese-afernanda/node90.html">Snethlage 1937</a>,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ime.usp.br/~amaris/tese-afernanda/node90.html">Maldi 1991</a>]. O Rio Colorado é o mesmo que dá nome ao município de Colorado do Oeste, onde está localizado o campus do IFRO, insituição a qual estudamos.</p><p>No entanto, em 1912, tal povo foi expulso de suas terras tradicionais. Nesse período, como consequência dos primeiros contatos, os Wajuru foram ainda vítimas de uma epidemia de sarampo que praticamente os dizimou&nbsp;[<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ime.usp.br/~amaris/tese-afernanda/node90.html">Soares-Pinto 2009</a>].</p><p>De 1933 a 1934, Dr. <em>Hemil&nbsp; Heinrich Snethlage </em>realizou viagens de pesquisas pelo Guaporé e também pesquisaram a região Dra. <em>Emilie Snetlage</em> e o etnólogo suíço Dr. <em>Franz Caspar.</em></p><p>Hoje são 87 pessoas desta etnia, a língua Wayoro não é mais falada diariamente e há somente 3 pessoas idosas falantes fluentes, sendo que 2 são de outras etnias.</p><p>É de suma import^ncia o conhecimento destas línguas e a salvaguarda das mesmas por meio dos remanescentes da etnia e de registros como feito pelo inventário.</p><p><br></p><p>Discentes: A. dos S.; M. E. S.; L. V. Turma 2º ano D</p><p><br></p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/temp/Inventario_Nacional_da_Diversidade_Linguistica_INDL.pdf">http://portal.iphan.gov.br/uploads/temp/Inventario_Nacional_da_Diversidade_Linguistica_INDL.pdf</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1624">http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1624</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://abrelivros.org.br/site/em-busca-de-um-inventario-linguistico/">https://abrelivros.org.br/site/em-busca-de-um-inventario-linguistico/</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-24 16:03:05 UTC</pubDate>
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