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      <title>Diário de Aprendizagem by Mónica Azevedo Santos</title>
      <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf</link>
      <description>Compilação dos trabalhos realizados no âmbito do curso &quot;DGE: PAFC Autonomia e Flexibilidade Curricular&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-16 15:00:19 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3. O Perfil dos Alunos e a organização da escola</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/232356230</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?"<br></strong><br>Ao embarcar neste novo modelo de ensino/aprendizagem, a escola propõe-se a adotar um papel transformador sem precedentes. Apesar dessa ter sempre sido a sua função intrínseca, a promoção da equidade social nunca tinha sido o seu principal objetivo.</div><div>À escola e aos seus agentes, será pedida uma flexibilidade e criatividade sem precedentes para que possa promover as vivências necessárias ao desenvolvimento do perfil do aluno. Certo que dessa ação nascerá uma escola atenciosa, que leva em conta o contexto de partida dos seus discentes; uma escola ponderada, que analisa e age de forma critica e preventiva, perante as questões sociais; uma escola interessante, que envolva a sua comunidade na sua ação. Pede-se à escola que mude fundamentalmente o seu lugar na estrutura social pois passará de termómetro a termóstato. </div><div>           No meu entender, esta metamorfose corre o risco de ser demasiado radical se ignorarmos os efeitos da sua ação passada nos cidadãos que temos hoje. Para que isso não aconteça, será necessário envolver as famílias e as comunidades neste processo, sensibilizando-as para questões de cuja responsabilidade se habituaram demitir, remetendo-a para aquilo que nos surge como uma “entidade semi-divina, também conhecida como estado”.</div><div>Acima de tudo, é necessário reorganizar o desenho curricular de forma a permitir vivências que despertem nos alunos as competências de carácter que são fundamentais e pedra basilar de todo este processo. Maioritariamente, os alunos que me chegam à sala de aula, vêm com uma postura de receptores e não de agentes da sua formação. Este é o maior desafio à implementação bem sucedida do Perfil do Aluno pois para que pensem de uma forma critica, construtiva e criativa; sejam capazes de comunicar de forma eficaz; e estejam aptos a colaborar e cooperar na persecução de respostas, a escola e os seus agentes vão ter de criar um ambiente favorável a essa postura,  contrariando o efeito nefasto de séculos de transmissão unívoca de saberes.</div><div>Talvez essa reorganização passe também pela delimitação de fases de evolução, em vez de anos letivos. Períodos de tempo definidos de acordo com os estádios de desenvolvimento infantil, durante os quais as crianças/adolescentes são estimulados a desenvolver a literacia fundacional, as competências e as qualidades de caráter, respeitando o seu ritmo de desenvolvimento. </div><div>Assim, para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil do Aluno ao final de doze anos de escolaridade, a escola têm de mudar como instituição pois terá necessariamente de se apoiar nos seus parceiros diretos: as famílias. Caber-lhe-á o papel de aplicar uma nova conceção da realidade para educar os futuros cidadãos e, simultaneamente, incluir nesse processo cidadãos que podem não estar sensibilizados para esta visão globalizante da mesma sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 15:01:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2. Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/232356550</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global".<br></strong><br>Reflexão conjunta de: Mónica Azevedo dos Santos e Susana Rosa<br><br>Desde o nosso nascimento que sofremos um processo de mudança responsável pelas aprendizagens que vamos progressivamente fazendo. Essas são o resultado das nossas vivências, das nossas experiências com o outro. Com as novas tecnologias as competências mais complexas tornam-se fulcrais, resultando na nossa vida e do crescimento do EU como individuo. Segundo David Ausubel (1963), um psicólogo educacional in Arends (1999), a aprendizagem está intimamente ligada ao conhecimento e que este só é adquirido se o indivíduo conseguir estabelecer relações entre o novo conhecimento e os conhecimentos anteriores. <em>“O significado de novas matérias só pode emergir se elas se ligarem a estruturas cognitivas já existentes de aprendizagens anteriores” (Arends:1999: 272). </em></div><div>A aprendizagem é encarada como algo complexo e que só pode ser efectivada se lhe for dado significado. Fazendo uma análise ao ciclo de vida de um indivíduo e analisando o processo cognitivo, a aprendizagem é efectuada substancialmente na fase de maturação (infância e adolescência), contudo, ao longo da vida o conhecimento que temos pelas coisas é modificado, resultado das aprendizagens que fazemos individualmente ou em grupo. Como confirma Bandura (1977), <em>“(…) o sujeito não é um ser passivo face às influências externas, mas antes alguém com capacidade para influenciar o seu próprio comportamento”</em></div><div>Apesar da consciencialização do processo de aprendizagem, a escola como instituição não se encontra, na maioria das vezes, focada no seu papel... fornecer os instrumentos para que se contrua conhecimento, mas sim e apenas no que quer que o outro aprenda. O resultado deste processo resulta na escola que temos hoje: uma escola pouco apelativa, que envolve pouco os seus alunos e suportada em matérias que pouco desenvolvem conhecimentos.</div><div>Ao incorporar o Perfil do Aluno, tomando como meta as competências que cada indivíduo deverá assumir no final da sua escolaridade, a escola tem necessariamente de mudar e olhar o aluno e dos seus interesses/necessidades para que possa, ativamente e de uma forma consciente, assumir o papel principal na sua aprendizagem. </div><div>No professor recai a operacionalização deste processo. Cabe ao professor repensar as suas estratégias, munir-se ele próprio de novos métodos e abrir a sua sala para o mundo exterior, para as tecnológias, para as parcerias ... para fora. Não há ninguém que aprenda dentro de muros altos... a escola, a sala tem de abrir as portas e deixar entrar os ventos que correm e criar novas marés, marés de conhecimento que cada criança/aluno trás dentro de si e leva para todo o mundo. Atividades de projeto; atividades experimentais; fomentar trabalhos de grupo, onde a discussão e investigação sobre as temáticas são o ponto de partida; partir da resolução de problemas; da discussão de diferentes estratégias; investigar sobre questões do quotidiano que ouviram e não compreenderam... olhar o mundo com olhos de questionar. Difícil? </div><div>Sim mas acreditamos que não é impossivel!</div><div>Só ao abraçar a mudança que impera se pode mudar mentalidades e consequentemente práticas. Estas práticas originarão uma nova escola, com alunos mais conscientes e com maior intervenção no seu papel de aprendente! </div><div>É nisso que acreditamos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 15:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa A.3.2. Carta de apresentação</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/232356997</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudei Design de Comunicação, na Universidade de Aveiro mas optei por me dedicar ao ensino, tendo terminado a licenciatura em 2006, na Escola Superior de Educação, em Setúbal.<br> Fui diretora técnica do ateliê de tempos livres do Colégio da Arrábida, onde iniciei a carreira de docente, no ano letivo 2007/2008.<br> Em 2008, obtive o “Certificate of Proficiency in English” da Universidade de Cambridge, que mais tarde me permitiu dar aulas de Inglês, através da Escola Profissional de Setúbal.<br> Em 2010, integrei a equipa pedagógica da Academia de Música e Belas-Artes Luísa Todi, onde leciono até à data." </div><div>Em 2012 voluntariei-me para acompanhar estágios de vários estudantes da ESE de Setúbal, contribuindo, até hoje, para a sua formação e alargando a minha.<br> A minha motivação para ingressar neste curso é ser curiosa e uma eterna estudante. Por isso, vejo este curso como uma ferramenta que me permitirá adaptar ainda mais a minha prática à realidade de pertença dos meus alunos e, simultaneamente, proporcionar-lhes aprendizagens adequadas aos seus contextos, tornando concretos conceitos abstratos e estimulando o desenvolvimento mais consciente de competências essencias à sua formação.<br>Logo, as minhas expetativas relativamente a este curso são altas pois considero que o ensino deve ser direcionado, cada vez mais, para o aluno e almejar abraçar a sua individualidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 15:02:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/232359434</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?"</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 15:07:21 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.4 – Fórum: Discussão sobre as Aprendizagens Essenciais</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/232408398</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fórum:</strong> <strong>Qual o impacto das Aprendizagens Essenciais na sala de aula?</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 16:38:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6. Mapa de Ideias</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/232750657</link>
         <description><![CDATA[<div>Articulação entre o Perfil do Aluno e as Aprendizagens Essenciais</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 20:44:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2.</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/235012565</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas."</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-24 18:36:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.4. Fórum: Do Perfil dos Alunos à prática pedagógica</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/235013815</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fórum 1</strong>: <strong>Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula</strong> – Por onde devo começar?</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-24 18:50:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 3.4. - Criação de uma nova disciplina</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/235827294</link>
         <description><![CDATA[<div>Tendo por base a realidade da minha escola, que é de ensino integrado da música, surgiu a nova disciplina de Música Tradicional Portuguesa, criada no âmbito das recentes medidas de política educativa. Esta nova disciplina veio dar resposta  ao desconhecimento património cultural, nomeadamente musical do nosso país. <br><br><strong>Nome:</strong> Música tradicional portuguesa<br><strong>Áreas disciplinares envolvidas:</strong> português, estudo do meio, educação musical, expressão dramática, expressão plástica<br><strong>Ano de escolaridade:</strong> 1º ano<br><strong>Motivação para a criação da nova disciplina: </strong>Despertar os alunos para a descoberta do património cultural musical do nosso país/localidade.<br><strong>Principais estratégias para a sua implementação: </strong>Recurso a diferentes instrumentos musicais (caraterísticos de diferentes regiões do país), vídeos, atividades diversas (como dança tradicional, cantares, criação de diferentes coreografias, ...)<br><strong>Critérios de avaliação:</strong> Os conhecimentos são avaliados formativamente, observando: o desempenho individual/coletivo na mobilização e aplicação de saberes;a participação nas aulas; o desenvolvimento da memória auditivae coreográfica; o reconhecimento de géneros, instrumentos e danças, relacionando-os com a sua região de pertença. As atitudes também pesam na avaliação, onde sã valorizados aspetos como: a responsabilidade, a organização; a autonomia; o interesse e o empenho nas pelas atividades propostas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-27 12:44:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3. - Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/238031220</link>
         <description><![CDATA[<div>No âmbito do meu projeto de turma, tendo em vista da realidade do meu meio escolar e as necessidades dos meus alunos, tenho vindo a aplicar diversas estratégias que diferenciam com o intuito de diferenciar quer a nível de conteúdos, quer a nível de processos. A turma a que me dedico tem um perfil muito heterogéneo a nível de desenvolvimento pessoal, social e intelectual e tornou-se indispensável adaptar a prática de forma empírica.<br>Pelo trabalho desenvolvido, este ano, fui convidada a escrever uma reflexão que ilustra um pouco desse trabalho. Partilho-o no âmbito desta tarefa pois é um relato de uma prática pedagógica diferenciada:<br><br>"<strong><em>A minha sala de aula"</em></strong> </div><div> </div><div><em>A minha sala de aula é parecida com muitas outras: tem mesas, cadeiras, quadro, livros, cadernos e muitos materiais. Ela tem 4 janelas grandes, por onde o sol entra para nos cumprimentar e aquecer; tem uma ventoinha no teto, que nos refresca no verão, e um aquecedor velhinho mas trabalhador, a quem os alunos carinhosamente apelidaram de latinhas. </em></div><div><em>A minha sala de aula é feita dos sonhos, das ansiedades, dos medos e das expetativas de dezanove crianças. É temperada com os seus defeitos e virtudes, pautada pelo seu potencial e movida pelas suas dificuldades. </em></div><div><em>A minha sala de aula é uma caixa mágica, com capacidades inimagináveis, que se transforma de acordo com as vontades e necessidades de quem a utiliza. </em></div><div><em>A minha sala de aula não é um espaço dentro da escola, não é um sítio, é muito mais do que isso. </em></div><div><em>A minha sala é uma efige à minha irmã. Apesar de termos pouca diferença de idades, a sala de aula sempre foi uma espécie de calabouço para ela, era um sítio onde era obrigada a estar de uma forma, a trabalhar de uma maneira e a pensar de um modo. Aprender era um sacrifício absurdo, do qual ela se demitia pois nada daquilo a interessava minimamente, porque não fazia sentido. Felizmente, a curiosidade de compreender o mundo que a rodeava era grande, então ela desenvolveu as suas estratégias para aprender: estudar a falar para o gravador, a brincar com bolas de ténis… Tudo coisas que se desviavam do conceito tradicional de estudo. As estratégias que a vi criar para conseguir chegar aos mesmos objetivos que os outros colegas, inspiraram-me a não aceitar dificuldades como falta de capacidade, nem obstáculos como impossibilidades e esta é uma das máximas que pauta a minha prática pedagógica. </em></div><div><strong><em>Na minha sala de aula, há “fidget spinners”!</em></strong><em> Apesar de não estar comprovada a sua eficácia, permiti-lhe a entrada, sabendo que ia testar a minha paciência e capacidade de adaptação. Assim foi: nos primeiros dias, o zumbir dos braços do spinner a cortar o ar, enchiam a minha sala, testando a minha concentração e pondo à prova a minha capacidade de me apropriar de outras formas de estar. Com o passar do tempo, houve como que um momento de seleção natural. Os alunos que o traziam porque “é giro” mas não tinham real necessidade de compensar o contraste entre a quietude da sala e corrupio de pensamentos e sensações que encerram dentro de si, acabaram por abandonar o spinner para os momentos de recreio ou para os dias que se sentem mais agitados. Os outros integraram aquele zumbido e os movimentos para o fazer rodar na sua forma de estar, conseguindo estar mais tranquilos e concentrados nas suas tarefas. Posso dizer que foi uma prova superada e bem sucedida. </em></div><div><strong><em>Na minha sala de aula, temos cadeiras mas podemos sentar-nos em bolas suíças!</em></strong><em> É essencial saber estar corretamente sentado e gerir o desconforto que daí pode advir mas, de uma forma geral, ninguém está sentado e quieto por muito tempo. Com base nesta premissa, após ler alguns artigos sobre o assunto e perceber os benefícios que outros colegas encontraram na sua utilização, decidi experimentar. Comecei por sugerir aos pais, que se queixavam do “bicho carpinteiro” que possuía os filhos durante os momentos de estudo, que as utilizassem em casa, durante os tempo de estudo. Fui ouvindo falar do sucesso da ideia até que me decidi a recebê-las na sala. Mais uma vez, verifiquei um comportamento bastante interessante: os alunos gerem os tempos de conforto/desconforto sozinhos, alternando entre sentar-se na cadeira ou na bola e estão bastante mais focados naquilo que estão a fazer. Até a sua postura melhorou. “Algumas crianças precisam mais de movimento que outras. (...) É aqui que surgem as bolas de estabilidade: em resposta à sua instabilidade e para se manter equilibrado sentado nela, o corpo instintivamente – e continuamente – trabalha os músculos do core. É necessário um movimento subtil constante para se manterem sentados na bola. É esse movimento, embora ligeiro, que os ajuda a concentrar.” (Karen Lynch) </em></div><div><strong><em>Na minha sala de aula, há tempo livre para estudar de acordo com as necessidades e dificuldades de cada um.</em></strong><em> Bebendo da tradição do movimento da escola moderna, criei e compilei materiais autocorretivos que permitissem aos alunos o contacto e reconhecimento do seu próprio erro. A princípio esta atividade requeria supervisão apertada pois maioritariamente os alunos assinalavam os seus erros, sem grande preocupação em corrigi-los. Esta tendência foi sendo contrariada com a oportunidade de resolver os exercícios corretamente no quadro. A necessidade concreta de saber e de explicar, estimulou a curiosidade e a vontade de fazer melhor. Esta postura deu lugar a uma autoavaliação crítica do trabalho realizado e à autonomia que nasce da consciência do seu próprio processo de aprendizagem. </em></div><div><strong><em>Na minha sala de aula, há uma rede social só nossa!</em></strong><em> Num mundo onde a tecnologia faz parte dos mais simples gestos da nossa vida, não faz sentido forçar a escola a ser desviante. Se o fizermos, corremos o erro de ter práticas desfasadas da realidade dos nossos alunos e se eles não se identificam com o contexto, o processo de aprendizagem torna-se mais penoso. Neste aspeto, a escola tem um papel privilegiado e essencial pois cabe-lhe ensinar as novas gerações a fazer um uso consciente e regrado destes recursos. Ora, na minha sala de aula usamos a aplicação “seesaw”: uma plataforma que nos permite trabalhar e ampliar as nossas aprendizagens, partilhando-as com os nossos colegas. Aprendemos a tirar o máximo partido das funções de gravação e captura de som e imagem e também de desenho e edição de imagens. Partilhamos coisas que aprendemos fora da escola e também os nossos interesses. Descobrimos que podemos comentar as publicações dos outros e percebemos o peso e a importância que têm essas palavras neles. Numa plataforma fechada, descobrimos o alcance que tem uma publicação e as reações que provoca. Em suma, preparamo-nos para o dia em que nos confrontaremos com o mundo social online, na esperança de formar “utilizadores” e não “utilizados”. </em></div><div><strong><em>Na minha sala de aula há tempos de descanso!</em></strong><em> Por vezes, todos precisamos de parar um instante e respirar fundo, reencontrar a nossa linha de pensamento e prosseguir. As crianças também necessitam desses tempos, dessas pausas e, por vezes, precisam delas em alturas inconvenientes pois não coincidem com o horário. Na minha sala de aula, todos têm o direito de parar cinco minutos para se reencontrar e, nesse momento, podem escolher se querem sair da sala; folhear um livro ou simplesmente pousar a cabeça e ficar sossegado. A liberdade de o poder fazer, reduziu significativamente as vontades súbitas de ir à casa de banho e mesmo a necessidade de fazer uma pausa. Saber que podemos parar por um pouco deixa-nos levar a ansiedade de ser bem sucedidos com maior tranquilidade. </em></div><div><em>A minha sala de aula não é minha. Ela pertence a todos os que cá estão, aos que por cá passaram e aos que virão. Ela hoje é assim mas amanhã vai ser diferente. Vou fazer escolhas que não resultam e vou ver boas praticas deixar de ter o efeito desejado mas não vai fazer mal. Chamo-lhe minha porque ponho tudo de mim nela e porque todos os dias ela me inspira e desafia a fazer mais, a descobrir mais, a almejar mais e obriga-me a estar de mãos dadas com ela numa espécie de metamorfose infindável. "</em></div><div> </div><div><em>Nota: Agradeço à Direção e a toda a equipa da Academia de Música e Belas-Artes Luísa Todi o voto de confiança e o apoio e aos pais de todos os meus alunos, que embarcam comigo nestas jornadas. Para práticas diferentes é necessária uma escola diferente e a Academia Luísa Todi distingue-se pela sua capacidade de se reinventar de acordo com as necessidades da sua comunidade. <br><br>disponível online: </em><a href="http://academialuisatodi.pt/2018/01/26/minha-sala-aula/"><em>http://academialuisatodi.pt/2018/01/26/minha-sala-aula/</em></a></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-05 12:15:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/241296521</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular?<br><br></strong> Sim, considero que o modelo apresentado pode ser uma possível resposta ao desafio proposto pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular pois assenta na transposição dos saberes teóricos para uma aplicação prática que tenha significado e pertinência para o discente.<br>Esse processo de transposição didática dos conteúdos para as competências, o saber em ação, vai ao encontro da proposta do PAFC e respeita a sua intenção de conduzir o aluno ao exposto no documento do "Perfil do aluno". Nesse sentido, procura criar momentos de aprendizagem significativos, ao promover a criação/produção de "algo" no âmbito do que se aprende. <br>Ora, assentando no desenvolvimento de projetos e atividades como parte integrante do currículo, este modelo apresenta uma maior flexibilidade quer do plano de estudos dos alunos; quer das aprendizagens que surgem a partir de projetos transversais. Aqui, as atividades cooperativas valorizam as aptidões individuais e coletivas dos alunos e as várias áreas do saber, dando enfase ao trabalho colaborativo dos docentes e dos alunos, de forma a garantir o sucesso escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 11:29:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.6 - Planificação de um DAC | Eu e tu não somos o mesmo mas somos iguais: Educar para o respeito</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/243989720</link>
         <description><![CDATA[<div>A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela sociedade. O exercício da cidadania implica<strong>, </strong>por parte de cada indivíduo e daqueles com quem interage, uma tomada de consciência, cuja evolução acompanha as dinâmicas de intervenção e transformação social. A cidadania traduz-se numa atitude e num comportamento, num modo de estar em sociedade que tem como referência os direitos humanos, nomeadamente os valores da igualdade, da democracia e da justiça social.<br>Este DAC surge pois é imperativo que, enquanto processo educativo, a educação para a cidadania contribua para a formação de pessoas responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-20 13:19:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/246947151</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Explicite três questões/dúvidas/reflexões que a leitura do documento lhe tenha suscitado. Por favor, detalhe e fundamente os seus juízos.</em></strong><br>A conceção de critérios de avaliação, idealmente, deve incidir sobre os processos de aprendizagem. A avaliação pode ter um valor ambivalente pois revela a capacidade do aluno se apropriar de novos conceitos e, simultaneamente, a capacidade do professor em selecionar metodologias apropriadas para de transpor didaticamente os conteúdos curriculares. <strong><br>Questão 1: Incidência da avaliação:</strong><br>Assim, ao conceber os critérios de avaliação, é imperativo que estes incidam na aprendizagem do aluno e não em momentos definidos, criados com o propósito de aferir sobre a mesma. Ou seja, ao avaliar se o conhecimento é um recurso, do qual o aluno faz uso para resolver situações concretas, ou se é um produto, que o aluno simplesmente tem.</div><div><strong>Questão 2: Sobrevalorização dos conhecimentos e capacidades em detrimento das atitudes:</strong><br>Na minha opinião, as referidas tarefas de avaliação tendem a ser redutoras e negligentes pois na tentativa de distinguir os alunos pelas sua capacidades, ordenando-os; descura elementos fundamentais, que definem um bom estudante de acordo com o perfil do aluno, como a dedicação, o empenho, a perseverança, a capacidade de resolver problemas de forma criativa, etc.</div><div><strong>Questão 3: Importância da especificação de descritores de desempenho:</strong><br>Ao analisar o documento dos critérios de avaliação, considero que são necessários descritores de desempenho que permitam aferir com maior eficácia as atitudes que são referidas mas nunca se enunciam. Só estando discriminados os conhecimentos e capacidades do aluno de nível muito bom e não havendo descritores de desempenho, parece-me demasiado livre a interpretação de “nível intermédio” pois permitirá uma oscilação demasiado grande e indefinida, entre os restantes níveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-28 15:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-05 15:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
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         <pubDate>2018-04-06 12:22:50 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
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         <pubDate>2018-04-06 15:28:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
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         <pubDate>2018-04-17 11:20:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa E.1 - Partilha do Diário de Aprendizagem</title>
         <author>fantasma_da_lua</author>
         <link>https://padlet.com/fantasma_da_lua/vzivnqjb1kwf/wish/252511089</link>
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         <pubDate>2018-04-17 11:25:26 UTC</pubDate>
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