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      <title>Censo 2022 - Educação Especial by Sandra Rostirola</title>
      <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f</link>
      <description>Acompanhar o progresso da tarefa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-14 22:55:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-09 23:36:34 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Padlet com informações significativas sobre o cenário da Educação Especial no Brasil.</title>
         <author>sandrarostirola2</author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3624383400</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 23:55:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>09- Análise de Dados de Pesquisa referente as pessoas com TEA</title>
         <author>heloaoliveiraviater</author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627236245</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2022, segundo o Censo, pela primeira vez foram repassadas informações sobre o autismo, com um quesito no qual o informante declarava se os moradores do domicílio já tinham sido diagnosticados com autismo por algum profissional de saúde.</p><p><br></p><p>- Heligan Heloá de Oliveira Viater</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 23:31:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Item 01: Análise dos resultados de pessoas com deficiência. Características gerais das pessoas com deficiência:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627239306</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com a amostra do Censo Demográfico de 2022, o Brasil contava com uma população</p><p>de 198,3 milhões de pessoas com dois anos ou mais de idade, conforme apontado na Tabela 1.</p><p>Deste total, 14,4 milhões eram pessoas com deficiência, o que corresponde a aproximadamente</p><p>7,3% da população nacional de dois anos ou mais. Ao analisar a distribuição por sexo, observa-</p><p>se que as mulheres com deficiência eram maioria em relação aos homens, totalizando 8,3</p><p>milhões, enquanto os homens somavam 6,1 milhões.</p><p>A região Sudeste foi a que mais registrou o número de pessoas com deficiência ia, em seguida o Nordeste, em seguida o Norte, Sudeste e Sul. No entanto, quando a análise é feita de forma</p><p>proporcional, foi no Nordeste que se observou a maior participação de pessoas com deficiência,</p><p>atingindo 8,6% da população regional, assim como maior percentual para mulheres. </p><p>Além disso, todos os nove estados do Nordeste apresentaram percentuais de pessoas com</p><p>deficiência superiores à média nacional, que foi de 7,3% em 2022. Alagoas se destacou como a</p><p>Unidade da Federação com a maior proporção de pessoas com deficiência do país, atingindo</p><p>9,6% da população. Piauí (9,3%), Ceará e Pernambuco (ambos com 8,9%) também figuraram</p><p>entre os Estados com os maiores percentuais. Fora do Nordeste, o Rio de Janeiro foi o estado</p><p>com maior proporção (7,4%). Por outro lado, as menores proporções de pessoas com deficiência</p><p>foram observadas em Roraima (5,6%), Mato Grosso (5,7%) e Santa Catarina (6,0%).</p><p>Por fim, em todas as Grandes Regiões do País, as mulheres com deficiência representaram</p><p>a maioria em relação aos homens, em todos os aspectos pesquisados - Distribuição percentual das pessoas de 2 anos ou mais de idade com deficiência, por sexo,</p><p>segundo as Grandes Regiões (%) - 2022.</p><p>-Percentual das pessoas residentes de 2 anos ou mais de idade por sexo e existência de</p><p>deficiência, segundo as Unidades da Federação (%) - 2022</p><p>-Percentual das pessoas residentes de 2 anos ou mais de idade por sexo e existência de</p><p>deficiência, segundo as Grandes Regiões (%) – Brasil e Grandes Regiões - 2022 e </p><p>-Pessoas residentes de 2 anos ou mais de idade por sexo e existência de deficiência (mil pessoas)</p><p>– Brasil e Grandes Regiões – 2022</p><p><strong>Por: Crislaine Ribeiro Pontes </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 23:41:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo de Idade (03) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627242771</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse trecho do texto apresenta alguns gráficos do Censo Demográfico 2022 (IBGE), analisando a relação entre deficiência, idade, sexo e região no Brasil.</p><p>É ressaltado que a incidência de deficiências cresce conforme o envelhecimento. Apenas 10,7% das pessoas com deficiência têm entre 15 e 29 anos, enquanto 32,8% têm 60 a 79 anos e 12,6% têm 80 anos ou mais.</p><p>Em contraste, entre pessoas sem deficiência, a maioria é jovem (23,8% têm de 15 a 29 anos) e apenas 1,5% têm 80 anos ou mais. </p><p>As regiões Sul (36,6%) e Sudeste (34,6%) têm maior proporção de pessoas com deficiência entre 60 e 79 anos. Já as menores taxas aparecem no Norte (27,9%) e Centro-Oeste (cerca de 28%).</p><p>Outro aspecto relevante é que a diferença entre homens e mulheres se torna mais expressiva nos grupos mais velhos. No grupo de 70 anos ou mais, por exemplo, a proporção de mulheres com deficiência foi 4,6 pontos percentuais maior que a dos homens (29,5% contra 24,9%). Isso pode refletir tanto a maior longevidade feminina quanto fatores como maior procura por diagnóstico e serviços de saúde.</p><p><br></p><p>- Eliziane Pereira da Silva</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 23:50:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estimativas de Cor e Raça de pessoas com deficiências referente ao censo 2022 (item 02).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627249599</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com os dados do censo demográfico 2022, a maioria das pessoas com deficiência no Brasil se identifica como branca ou preta.</p><p>Na distribuição regional, os maiores números de pessoas com deficiência foram observados nas regiões nordeste (2,6 milhões) e sudeste (2,2 milhões). A</p><p>Região Sul apresentou o menor contingente (423 mil).</p><p>Entre as pessoas brancas com deficiência, a maior parte estava no sudeste (2,8 milhões) seguida da região sul (1,4 milhão) e nordeste (1,3 milhão).</p><p>Quanto as pessoas pretas com deficiência, as regiões nordeste e sudeste concentraram os maiores números, com cerca de 700 mil em cada uma.</p><p>Entre as pessoas amarelas com deficiência, 61,1% estavam no sudeste (cerca de 34 mil indivíduos), enquanto o sul e nordeste registraram percentuais próximos de 13% cada.</p><p>O censo ainda acrescenta que além das pessoas de cor ou raça indígena, a população indígena engloba também as pessoas de outra cor ou raça residentes em localidades indígenas que responderam positivamente à</p><p>pergunta de cobertura “se considera indígena”.</p><p>É interessante ressaltar que, embora a Região Norte representasse a maior</p><p>parcela da população indígena do País (43,8%), foi a Região Nordeste que apresentou a maior</p><p>participação entre os indígenas com deficiência.</p><p><br></p><p>-Paula da Conceição dos Santos Soares</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:13:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>09- Análise de Dados de Pesquisa referente às pessoas com TEA
</title>
         <author>heloaoliveiraviater</author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627251490</link>
         <description><![CDATA[<p>Os resultados do Censo 2022, indicaram que 2,4 milhões de pessoas declararam ter recebido diagnóstico de TEA, o que corresponde a 1,2% da população residente no Brasil. A prevalência foi maior entre os homens (1,5%) do que entre as mulheres (0,9%), o que equivale a 1,4 milhões de homens e quase 1,0 milhão de mulheres com diagnóstico declarado de autismo.</p><ul><li><p>Heligan Heloá de Oliveira Viater<br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:19:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>7-Nível de instrução escolaridade das pessoas com deficiência no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627252102</link>
         <description><![CDATA[<p>FERNANDA RIGO</p><p>O indicador analisa o nível educacional de pessoas com 25 anos ou mais, evidenciando desigualdades entre pessoas com e sem deficiência no Brasil.</p><p>·&nbsp;<strong>Baixa escolarização:</strong> 63,1% das pessoas com deficiência não concluíram o ensino fundamental, contra 32,3% das sem deficiência.</p><p>·&nbsp; <strong>Ensino superior:</strong> apenas 7,4% das pessoas com deficiência concluíram o ensino superior, comparado a 19,5% das sem deficiência.</p><p>·&nbsp;&nbsp;<strong>Educação básica completa:</strong> 25,2% das pessoas com deficiência concluíram, no mínimo, o ensino médio, enquanto entre as sem deficiência o percentual é 53,4%.</p><p><strong>Diferenças regionais:</strong></p><p>·&nbsp; O Nordeste apresenta a maior desigualdade: 70,1% das pessoas com deficiência têm, no máximo, o fundamental incompleto e só 5% têm ensino superior.</p><p>·&nbsp;Sudeste e Centro-Oeste têm os maiores percentuais de pessoas com deficiência com ensino superior (8,9% e 9,5%).</p><p>·&nbsp;Em todas as regiões, as pessoas sem deficiência têm o dobro (ou mais) de escolarização superior.</p><p><strong>Diferenças por sexo:</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;Mulheres com deficiência apresentam escolarização ligeiramente maior (8,0% com ensino superior) que homens (6,6%).</p><p>·&nbsp;&nbsp;A diferença de gênero é menor entre pessoas com deficiência do que entre as sem deficiência, pois a deficiência afeta igualmente o acesso à educação.</p><p><strong>Diferenças por cor/raça:</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;Entre pessoas com deficiência, os melhores resultados são de pessoas amarelas (42,9%) e brancas (29,7%).</p><p>·&nbsp;Os menores índices de conclusão da educação básica ocorrem entre indígenas (19,0%), pretas (21,3%) e pardas (21,8%).</p><p>Há fortes desigualdades educacionais no Brasil relacionadas à deficiência, região, gênero e raça, com destaque para a exclusão de pessoas com deficiência, especialmente as que vivem no Nordeste e pertencem a grupos raciais menorizados.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>09- Análise de Dados de Pesquisa referente às pessoas com TEA</title>
         <author>heloaoliveiraviater</author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627254626</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Segundo o censo, entre os grupos etários, a prevalência de diagnóstico de autismo foi maior entre os mais jovens</em></strong>: 2,1% no grupo de 0 e 4 anos de idade, 2,6% entre 5 e 9 anos, 1,9% entre 10 e 14 anos e 1,3% entre 15 a 19 anos. Esses percentuais representam, ao todo,1,1 milhão de pessoas de 0 a 19 anos com autismo. Nos demais grupos etários, os percentuais oscilaram entre 0,8% e 1,0%.</p><p><br></p><ul><li><p>Heligan Heloá de Oliveira Viater</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:27:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Analfabetismo entre pessoas com deficiência referente ao Censo demográfico de 2022.  (item 6)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627255482</link>
         <description><![CDATA[<p>O analfabetismo no Brasil entre pessoas com deficiência de 15 anos ou mais de idade permanece elevado e significativo. As taxas de analfabetismo são superiores para pessoas com deficiência, independentemente da faixa etária ou da região.&nbsp;</p><p>Em 2022, o país contabilizava 2,9 milhões de pessoas com deficiência com 15 anos ou mais que eram analfabetas, o que correspondia a uma taxa de analfabetismo de 21,3%. </p><p>Em comparação, entre as pessoas sem deficiência da mesma faixa etária, havia 7,8 milhões de analfabetos, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 5,2%.&nbsp;</p><p>Em 2022 havia 1,8 milhão de pessoas com deficiência com 60 anos ou mais de idade em condição de analfabetismo, o que corresponde a uma taxa de 27,9% para esse grupo etário. Ao incluir, gradualmente, as faixas etárias mais jovens, verifica-se uma redução nas taxas de analfabetismo: 23,4% entre as pessoas com 40 anos ou mais e 22,0% entre aquelas com 25 anos ou mais de idade. Em comparação, entre as pessoas sem deficiência, as taxas foram de 14,3% para o grupo de 60 anos ou mais, de 8,9% para aquelas com 40 anos ou mais, e de 6,2% para o grupo de 25 anos ou mais de idade.</p><p>Esses resultados indicam que os analfabetos continuam concentrados nas faixas etárias mais velhas. Embora as gerações mais jovens de pessoas sem deficiência tenham alcançado maior escolarização, com o processo de alfabetização ocorrendo predominantemente na infância, essa realidade não se repete entre as pessoas com deficiência. Ainda persiste um número expressivo de jovens com deficiência em situação de analfabetismo.&nbsp;</p><p>Esse resultado evidencia que, apesar dos progressos obtidos no conjunto da população, as pessoas com deficiência seguem à margem dos avanços educacionais. </p><p><br></p><p>Por: Raissa Dias.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:29:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>09- Análise de Dados de Pesquisa referente às pessoas com TEA</title>
         <author>heloaoliveiraviater</author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627256846</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo o censo de 2022, a prevalência de TEA entre as Grandes Regiões não apresentou grandes diferenças: as regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste registraram 1,2% e a Região Centro-Oeste um pouco menos, 1,1%.&nbsp;</p><p>No entanto, quando observamos o número de pessoas, a região sudeste é a Região com a maior quantidade de pessoas diagnosticadas com TEA, com cerca de 1,0 milhão. Em relação às Unidades da Federação, o estado do Acre possui o maior percentual de autismo com 1,6% da população do estado, o que corresponde a 13,2 mil pessoas, seguido de Amapá com 1,5%, o que equivale a 11,0 mil pessoas e Ceará com 1,4% representando 126,6 mil pessoas. Os menores percentuais foram da Bahia e Tocantins com 1,0% equivalente a 144,9 mil e 14,7 mil pessoas com autismo, respectivamente.</p><p><br></p><ul><li><p>Heligan Heloá de Oliveira Viater</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:33:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>05- Características dos domicílios com morador com deficiência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627258291</link>
         <description><![CDATA[<p>A amostra do Censo Demográfico 2022,apresenta variações</p><p>não apenas geográficas e sociais, mas também em relação às condições dos domicílios onde</p><p>vivem as pessoas com deficiências.&nbsp;Com isso, conseguimos compreender melhor as condições de vida desse grupo populacional, em especial no que se refere às facilidades ou barreiras que são encontrados nos locais onde residem.</p><p>Considerando todos os domicílios particulares ocupados recenseados, verificou-se que :</p><ul><li><p>&nbsp;em 16,0% deles havia pelo menos um morador, adulto ou criança, com deficiência.&nbsp;</p></li><li><p>Região Nordeste apresentou o maior percentual de domicílios com ao menos um morador com deficiência (19,5%)</p></li><li><p>Regiões Norte (17,8%)</p></li><li><p>&nbsp;Sudeste (14,7%)</p></li><li><p>&nbsp;Centro-Oeste (14,3%)&nbsp;</p></li><li><p>&nbsp;Sul (14,1%).</p></li></ul><p>Outras diferentes relevantes foram reveladas com os dados da presença de banheiro ou sanitário nos domicílios:&nbsp;</p><ul><li><p>domicílios com banheiro de uso exclusivo, 15,9% tinham pelo menos um morador com deficiência.&nbsp;</p></li><li><p>domicílios que possuem apenas banheiro de uso comum a mais de um domicílio (18,5%)</p></li><li><p>domicílios sem banheiro ou sanitário (19,3%).</p><p><br/></p><p>Sobre&nbsp; a existência de ligação à rede geral de distribuição de água e a principal forma de abastecimento nos domicílios, nota-se um padrão semelhante ao</p><p>verificado nas condições sanitárias:</p></li><li><p>domicílios que possuíam ligação à rede geral e a utilizavam como forma principal de abastecimento, 15,7% contavam com pelo menos um morador com deficiência.&nbsp;</p></li><li><p>domicílios com ligação à rede geral, mas que utilizavam outra forma de abastecimento como principal, 17,2%.</p></li><li><p>domicílios que não possuíam ligação com a rede geral, 18,0% tinham pelo menos um morador com deficiência.</p><p><br/></p><p>-  Letícia Alabora<br><br></p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:37:25 UTC</pubDate>
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         <title>8 Frequência à escola ou creche</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627260959</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>🎙️ Inclusão Escolar Avança, Mas Desigualdades Persistem, Aponta Censo 2022</strong></p><p><strong>Por Carine camila Konig</strong></p><p>📍 – O Censo 2022 revelou que cerca de <strong>1,6 milhão de pessoas com deficiência</strong> estavam na escola em 2022. A <strong>taxa de escolarização entre crianças de 6 a 14 anos com deficiência</strong> chegou a <strong>92,6%</strong>, contra <strong>98,4% das sem deficiência</strong>. Apesar do avanço, ainda não há universalização do ensino.</p><p>📉 No entanto, à medida que a idade avança, a frequência escolar cai de forma significativa. Entre 15 e 17 anos, 79,4% das pessoas com deficiência continuam estudando (vs. 85,5% sem deficiência). Já entre 18 e 24 anos, apenas <strong>27,5% permanecem na escola</strong>, revelando dificuldades no acesso ao ensino superior <br>📍 <strong>Desigualdade regional e de gênero</strong></p><p>O levantamento também mostra <strong>disparidades regionais</strong>. A menor taxa de escolarização para crianças com deficiência entre 6 e 14 anos foi registrada na Região Norte (90,3%), enquanto o Sudeste liderou com 93,4%.</p><p>já na análise por gênero, as <strong>mulheres com deficiência apresentaram maiores índices de escolarização</strong> do que os homens em todas as faixas etárias. No grupo de 15 a 17 anos, <strong>81,4% das mulheres com deficiência estavam na escola</strong>, contra <strong>77,4% dos homens</strong>.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:44:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>sandrarostirola2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fundamentos da Educação Especial e Inclusão</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:44:53 UTC</pubDate>
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         <title>10/Censo Demográfico 2022 Pessoas com deficiência e pessoas diagnosticadas com transtorno do espectro autista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Censo Demográfico de 2022 contabilizou 2,1 milhões de domicílios particulares permanente ocupados (DPPO) com ao menos uma pessoa diagnosticada com autismo, o que equivale a 2,9% dos DPPOs.</p><p><br/></p><p><strong>Características dos domicílios com morador diagnosticado com autismo</strong></p><p><br/></p><p> <strong>Banheiro e sanitário:</strong></p><p>Domicílios sem banheiro/sanitário: 2,4% têm pelo menos um morador com autismo (9,1 mil domicílios).</p><p>Domicílios com sanitário ou buraco para dejeções: 2,8% (18,3 mil domicílios).</p><p>Domicílios que compartilham banheiro: 3,0% (10,8 mil domicílios).</p><p>Domicílios com banheiro exclusivo: 2,9% (2,0 milhões de domicílios), representando 98,1% dos domicílios com pessoas autistas.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Abastecimento de água:</strong></p><p>Domicílios ligados à rede geral e que a utilizam como principal fonte: 2,9% (1,8 milhões).</p><p>Domicílios ligados à rede, mas que usam outra fonte: 2,9% (75,5 mil).</p><p>Domicílios sem ligação à rede geral: 2,6% (234,7 mil).</p><p>o percentual de domicílios com pessoas autistas mantém-se próximo dos 3%, independentemente das condições de saneamento, embora a maioria viva em lares com banheiro próprio e ligação à rede de água.</p><p><strong>O percentual de domicílios com pessoas autistas mantém-se próximo dos 3%, independentemente das condições de saneamento, embora a maioria viva em lares com banheiro próprio e ligação à rede de água.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Educação e Frequência à Escola (Brasil, 2022)</strong></p><p>Em 2022, o Brasil tinha 45,7 milhões de estudantes com 6 anos ou mais, dos quais 760,8 mil (1,7%) tinham diagnóstico de autismo — uma proporção maior que a observada na população geral (1,2%), refletindo a maior prevalência do diagnóstico em idades escolares.</p><p>A faixa etária de 6 a 14 anos concentrou a maioria dos estudantes com autismo:Há maior prevalência de autismo entre crianças em idade escolar, diferenças significativas por cor ou raça, e uma tendência de diagnóstico mais frequente entre estudantes brancos.</p><p>Por Jaqueline Cristina Schneider</p><p><strong>&nbsp;</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:45:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>04 - Tipos de Dificuldades Funcionais segundo o IBGE, 2022.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3627261658</link>
         <description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgou dados sobre a Questionário da Amostra do Censo Demográfico 2022, com foco nos perfis sociodemográfico e educacional das pessoas com deficiência e daquelas diagnosticadas com transtorno do espectro autista (TEA). Esse questionário foi alinhado às diretrizes do Grupo de Washington para Estatísticas sobre Pessoas com Deficiência Washington Group on Disability Statistics – WG). De acordo com o censo, em 2022, 14,4 milhões de pessoas tinham deficiência, elas representadas na tabela acima. Segundo os dados apresentados na tabela, a dificuldade funcional que mais apareceu foi a dificuldade permanente de enxergar. Segundo o censo também podemos podemos perceber que as regiões que se destacam nessa dificuldade de enxergar são as Regiões Nordeste com 4,8% dos entrevistados e a Região Norte com  um percentual de 4,% da amostragem. Outro ponto importante levantado pelo censo  é a ocorrência de múltiplas dificuldades funcionais na população com deficiência. No Brasil 2,0% da população de 2 anos ou mais de idade declarou ter duas ou mais dificuldades funcionais, com prevalência da Região Nordeste com 2,4% de pessoas com deficiência com duas ou mais dificuldades funcionais. As demais macrorregiões apresentaram percentuais abaixo do nacional de 2%, sendo 1,9% na</p><p>Região Sudeste, 1,8% nas Regiões Norte e Sul, e a Região Centro-Oeste com o menor</p><p>percentual, de 1,7% da população de 2 anos ou mais de idade com deficiência com uma ou mais dificuldades funcionais.</p><p>Com esses dados podemos fazer uma análise sobre o perfil da deficiência no Brasil. Levando em consideração a infraestrutura, as políticas de inclusão, o nível de informação que essas pessoas recebem, tudo isso são pontos a serem discutidos para chegarmos a uma educação verdadeiramente inclusiva.</p><p><br/></p><ul><li><p>Dayana Carla Velasco</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:46:09 UTC</pubDate>
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         <title>8 Frequência à escola ou creche</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>🧩 <strong>Autismo e Censo 2022: Pela primeira vez, uma pergunta específica sobre TEA</strong> ela primeira vez, o Censo incluiu uma pergunta sobre autismo, baseada em <strong>diagnóstico médico prévio</strong>, conforme a Lei 13.861/2019. A coleta permite dados mais precisos para <strong>planejamento de políticas públicas inclusivas</strong>.</p><p>A introdução da pergunta exigiu testes cognitivos para garantir clareza e precisão nas respostas. Devido à complexidade do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e à necessidade de diagnóstico médico, optou-se por considerar <strong>apenas os casos já diagnosticados por profissionais de saúde</strong>, respeitando os limites operacionais do Censo.</p><p>📣 <strong>Por que esses dados importam?</strong></p><p>Essas estatísticas são fundamentais para a formulação de <strong>políticas públicas mais justas e efetivas</strong>, que assegurem o <strong>acesso, permanência e aprendizado</strong> de pessoas com deficiência em todos os níveis de ensino. Além disso, a coleta de dados sobre o TEA representa um passo significativo para a <strong>visibilidade e inclusão de pessoas autistas</strong>,<strong> </strong>ainda pouco contempladas nas estatísticas oficiais.</p><p>📊 O desafio agora é transformar esses números em ações concretas, garantindo que <strong>nenhuma criança, jovem ou adulto com deficiência seja deixado para trás.</strong></p><p><br>Por: Carine Camila konig <br></p><p><br><br></p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 00:51:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise dos resultados de pessoas com deficiência: Características gerais das pessoas com deficiência</title>
         <author>rosaneogliari</author>
         <link>https://padlet.com/sandrarostirola2/vz39uueqzbzecz9f/wish/3716680018</link>
         <description><![CDATA[<p>O Brasil possuía <strong>198,3 milhões</strong> de pessoas com 2 anos ou mais em 2022.<br>Destas, <strong>14,4 milhões</strong> eram pessoas com deficiência (<strong>7,3%</strong> da população).</p><p><br/></p><p><strong>As mulheres com deficiência são maioria no país</strong>.</p><p>As mulheres representam a maioria em todas as regiões do Brasil.<br>Os maiores percentuais femininos aparecem no Sudeste (58,3%) e Nordeste (57,3%).</p><p><br/></p><p><strong>Por que há mais mulheres com deficiência?</strong></p><ul><li><p>As mulheres <strong>vivem mais</strong> → maior prevalência em idades avançadas</p></li><li><p><strong>Maior busca por diagnósticos e serviços de saúde</strong></p></li><li><p>Envelhecimento da população → <strong>deficiência cresce com a idade</strong></p></li></ul><p>Exemplo:<br>• Mulheres 70+: <strong>29,5%</strong> tinham deficiência<br>• Homens 70+: <strong>24,9%</strong></p><p><br/></p><p>Mulheres com deficiência são maioria, especialmente nos grupos etários mais avançados, o que evidencia a relação entre longevidade e aumento de limitações funcionais.</p><p><br/></p><p>Rosane Ogliari</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-09 20:13:31 UTC</pubDate>
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