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      <title>Mapa by David Manuel</title>
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      <description>Enviar para qualquer parte do mundo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-19 14:44:55 UTC</pubDate>
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         <title>Rua das Padeiras, Coimbra</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1784: foram notificadas 18 padeiras para irem à câmara</p><p>municipal de Coimbra assinar termo no prazo de três horas, no</p><p>qual se obrigavam a prover a cidade de pão cozido durante todo o ano, sob pena de 1.000 réis por cada vez que o povo sentisse a falta do referido alimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 14:48:37 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Infanta Dona Tereza, Coimbra(1176-1250)</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>D. Sancho I: às filhas Teresa, Sancha e Mafalda, que apelidou de rainhas, destinou vários senhorios que incluíam terras, castelos e mosteiros mas a D. Teresa destinou o senhorio de Montemor-o-Velho, Esgueira e Lorvão.</p><p>No entanto, o irmão Afonso II recusou-se a cumprir estas vontades paternas – Papa Inocêncio III reverteu a favor de D. Afonso II – e assim teriam apenas direito aos rendimentos desses bens, perdendo o poder senhorial de que se achavam titulares.</p><p>D. Teresa – monja cisterciense e recolheu ao mosteiro de Lorvão;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 15:00:02 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Santa Clara, Coimbra</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fundou a Ordem das Clarissas. O modo de vida destas freiras era</p><p>bastante duro – jejuavam com frequência, andavam descalças,</p><p>dormiam no chão e falavam somente quando era estritamente</p><p>necessário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 15:01:15 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Rainha Santa Isabel, Coimbra</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>D. Isabel de Aragão nasceu em Saragoça no dia 11 de fevereiro de</p><p>1270, filha de D. Pedro III, o Grande, e de D. Constança de Sicília;</p><p>Matrimónio – D. Dinis, celebrado no ano de 1282, em Trancoso.</p><p>Deste enlace nasceram a infanta D. Constança (em 1290) e o</p><p>infante D. Afonso (em 1291) – rei D. Afonso IV. </p><p>Isabel de Aragão era uma mulher culta:</p><p>⁕ Dominava o castelhano, o catalão e o português. Entendia o</p><p>latim e teria conhecimentos de música;</p><p>⁕ Teria conhecimentos de engenharia e arquitetura, medicina e</p><p>enfermagem (conhecimentos para tratar doentes).</p><p>Isabel de Aragão era, também, piedosa e devota:</p><p>⁕ Na margem esquerda do Mondego, D. Isabel mandou erguer, em</p><p>1314, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, no local do primitivo</p><p>núcleo de monjas clarissas fundado em 1283 por D. Mor Dias.</p><p>Contíguo ao mosteiro mandou igualmente construir um paço para</p><p>si onde, após a morte de D. Dinis, se recolheu, desenvolvendo à</p><p>sua volta uma corte muito ligada às práticas das clarissas. Neste</p><p>local (Santa Clara de Coimbra) mandou, ainda, construir um</p><p>hospício para recolhimento de pobres de ambos os sexos, podendo</p><p>albergar até 30 pessoas, número muito elevado para a época.</p><p>fundou o hospício em Santa Clara</p><p>de Coimbra, uma albergaria em Odivelas e uma em Alenquer para pobres doentes e caminhantes.</p><p>Proteção às mulheres – alguns exemplos:</p><p>⁕ mulheres “envergonhadas” (mulheres que, tendo possuído</p><p>fortuna, haviam perdido todos os seus haveres) – criou um</p><p>Hospital, em Leiria, onde acolhia e dava, também, comida e roupa</p><p>a estas mulheres;</p><p>⁕ filhas de nobres – na sua Casa criava muitas filhas de nobres que</p><p>não tinham a possibilidade de se manterem por si em vida</p><p>independente.</p><p>Isabel de Aragão e o seu protagonismo político:</p><p>⁕ Isabel de Aragão desempenhou uma política voltada para a</p><p>pacificação e para a defesa dos interesses do seu reino e dos</p><p>reinos que envolviam os seus familiares, intervindo na mediação</p><p>de diversos acordos entre Portugal, Aragão e Castela. Ex.: Paz</p><p>entre o marido (D. Dinis) e a Igreja, que se saldou pela assinatura</p><p>das concordatas de 1289.</p><p>⁕ Assim, a ação da rainha nos conflitos peninsulares teve como</p><p>objetivo salvaguardar os interesses dos filhos e netos diante das</p><p>sucessivas crises dinásticas;</p><p>⁕ Influência da rainha: vida política, as suas relações com a Igreja e</p><p>a preocupação em defender os interesses dos oprimidos.</p><p>⁕ Faleceu no ano de 1336 – Mosteiro de Santa Clara-a-Velha –</p><p>águas do Mondego inundaram o mosteiro - Mosteiro de Santa</p><p>Clara-a-Nova (mandado construir por D. João IV em substituição</p><p>do antigo Santa Clara-a-Velha);</p><p>⁕ Em 1755: a Câmara Municipal de Coimbra elegeu a Rainha Santa</p><p>Isabel como Padroeira da Cidade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 15:13:24 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Inês de Castro, Coimbra(c. 1325-1355)</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>Inês Perez de Castro, filha de Pedro Fernandez de Castro e de Aldonça Lourenço de Valadares;</p><p>Em 1340, quando Constança Manuel veio, para Portugal para casar</p><p>com o infante Pedro, Inês fazia parte do seu séquito. Após a morte de Constança, D. Pedro foi viver com Inês, contra a vontade de D. Afonso IV:</p><p>⁕ interdito de parentesco: Pedro era neto de Sancho IV de Castela e Inês, embora por via bastarda, era bisneta do mesmo monarca o que, à luz dos preceitos da Igreja, impedia a celebração desta união;</p><p>⁕ não desejava a interferência dos Castro no reino...</p><p>A rivalidade senhorial entre os Pacheco, linhagem estreitamente ligada a Afonso IV através de Lopo Fernandes Pacheco, pai de Diogo Lopes, um dos executores de Inês, e os Castro, família originária da Galiza, com importante peso político em Castela bem como uma</p><p>disputa de influências junto da Coroa portuguesa justificavam as tensões que a figura de Inês proporcionou.</p><p>Na política de proximidade entre Afonso IV e o neto não podia haver lugar para inimigos nem para o apoio ou fortalecimento de fações contrárias: era pois urgente acabar com as perigosas influências</p><p>junto do príncipe herdeiro...</p><p>Aproveitando a ausência de D. Pedro (caça), D. Afonso IV, Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Pacheco (nobreza régia) assassinaram Inês de Castro em Santa Clara de Coimbra (1355);</p><p>Quando sobe ao trono D. Pedro I manda executar os homens que mataram Inês de Castro, e faz dela rainha.</p><p>O túmulo de Inês de Castro (Mosteiro de Alcobaça), construído em mármore branco:</p><p>⁕ insígnias reais: coroa – atributo de rainha, importava a D. Pedro mostrar à sociedade do seu tempo que tinha havido um casamento entre os dois: legitimação desse casamento e dos filhos, ladeada por seis anjos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 15:20:58 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Infanta Dona Sancha, Coimbra(1180?-1229)</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>D. Sancho I: às filhas Teresa, Sancha e Mafalda, que apelidou de rainhas, destinou vários senhorios que incluíam terras, castelos e mosteiros: D. Sancha - o senhorio de Alenquer;</p><p>No entanto, o irmão Afonso II recusou-se a cumprir estas vontades paternas – Papa Inocêncio III reverteu a favor de D. Afonso II – estas apenas teriam direito aos rendimentos desses bens, perdendo o poder senhorial de que se achavam titulares. </p><p> D. Sancha – monja cisterciense, fundou o mosteiro de Celas, em Coimbra (1213).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 15:28:53 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Rainha Dona Leonor, Coimbra(c. 1498-1558)</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>D. Leonor de Áustria (terceira esposa de D. Manuel) nasceu a 15 de novembro de 1498, em Louvain (Flandres), sendo filha de Filipe I, o Formoso, rei de Espanha, e de sua mulher, D. Joana, a Louca, sendo irmã dos imperadores Carlos V e Fernando I e das rainhas D. Isabel da Dinamarca e D. Maria da Hungria e da Boémia.</p><p>1518-1521: Matrimónio – D. Manuel. Desta união nasceu o infante D. Carlos e a infanta D. Maria;</p><p>Reinou sucessivamente sobre dois reinos importantes do</p><p>Renascimento europeu: foi primeiro rainha de Portugal e depois de França.</p><p>Favoreceu a influência da música flamenga e encorajou um</p><p>sincretismo musical que continua a ser uma das originalidades da música renascentista na Península Ibérica;</p><p>⁕ Influenciou os trabalhos dos pintores flamengos, instalados em Portugal, através de encomendas que lhes fez.</p><p>Fundou o Convento de Nossa Senhora da Assunção, em Faro;</p><p>⁕ Entre 1518-1521, Leonor havia, ao lado de D. Manuel, reinado em Portugal.</p><p>⁕ Na qualidade de mecenas, Leonor favoreceu a simbiose entre a cultura ibérica e a da Flandres, o que constitui uma das marcas originais do Renascimento da Península;</p><p>⁕ Foi um dos elos da união dinástica entre Espanha e Portugal que caracteriza, em mais de meio século, os reinados de D. Manuel I e de D. João III, e preludia a fusão temporária das duas monarquias;</p><p>⁕ Faleceu no dia 21 de setembro de 1558. Por vontade de Filipe II, e porque morreu em terras castelhanas, o seu corpo ficou no mosteiro do Escorial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 15:39:56 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Santa Teresa, Coimbra</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi uma freira carmelita e santa católica do século XVI, importante, nomeadamente, pelas suas obras e pela sua atuação durante a Contrarreforma (movimento de combate à expansão do protestantismo):</p><p>⁕ reformadora da Ordem Carmelita; (co)fundadora dos Carmelitas Descalços: simplicidade (pobreza) e oração.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 15:42:39 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Princesa Cindazunda, Coimbra</title>
         <author>60325_20</author>
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         <description><![CDATA[<p>O brasão de Coimbra tem representado uma donzela, de nome Cindazunda (séc. V), filha de Hermenerico, rei dos Suevos na Galiza, e esposa de Ataces, rei dos Alanos, sendo dada como uma princesa respeitável, piedosa, bondosa e católica; Através do seu casamento com Ataces, rei dos Alanos, conseguiu trazer a paz entre estes dois povos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 15:45:46 UTC</pubDate>
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