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      <title>M.E de epistemologia unid 2  by Alyce Kelly Alves de Oliveira</title>
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      <description>Medida de Eficiência- Unidade 2- Grupo composto por: Alyce Kelly Alves de Oliveira, Julia Evely de Oliveira,Bruna Raquel Santana Santos,Suzanne de S.M.Rollemberg,Gabriela Goncalves Bezerra.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-21 02:37:25 UTC</pubDate>
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         <title>Psicomotricidade </title>
         <author>alycekelly</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2193657446</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conceitos:</strong><br>Psicomotricidade é a ciência que busca entender os aspectos emocionais, cognitivos e motores nas diversas etapas da vida do ser humano. O ponto de partida é uma visão global pessoa e busca entender especialmente três aspectos: o movimento do corpo, o desenvolvimento intelectual e o lado afetivo e emocional.<br>A base científica da Psicomotricidade é construída sobre conhecimentos de disciplinas como Biologia, Psicologia, Psicanálise, Sociologia, Linguística e outras. O surgimento foi na França, há mais de um século.<br>No Brasil, a Psicomotricidade chegou no final da década de 1960 e passou a ganhar cada vez mais espaço a partir dos anos 1970.<br>Psicomotricidade é a ciência que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo. Está relacionada ao processo de maturação, onde o corpo é a origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas.<br>É sustentada por três conhecimentos básicos: o movimento, o intelecto e o afeto.<br>Psicomotricidade, portanto, é um termo empregado para uma concepção de movimento organizado e integrado, em função das experiências vividas pelo sujeito cuja ação é resultante de sua individualidade, sua linguagem e sua socialização.” (Associação Brasileira de Psicomotricidade)<br>“A Psicomotricidade baseia-se em uma concepção unificada da pessoa, que inclui as interações cognitivas, sensoriomotoras e psíquicas na compreensão das capacidades de ser e de expressar-se, a partir do movimento, em um contexto psicossocial. Ela se constitui por um conjunto de conhecimentos psicológicos, fisiológicos, antropológicos e relacionais que permitem, utilizando o corpo como mediador, abordar o ato motor humano com o intento de favorecer a integração deste sujeito consigo e com o mundo dos objetos e outros sujeitos.” (Costa,2002)<br>“Em razão de seu próprio objeto de estudo, isto é, o indivíduo humano e suas relações com o corpo, a Psicomotricidade é uma ciência encruzilhada... que utiliza as aquisições de numerosas ciências constituídas (biologia, psicologia, psicanálise, sociologia, linguística...) Em sua prática empenha-se em deslocar a problemática cartesiana e reformular as relações entre alma e corpo: O homem é seu corpo e NÃO - O homem e seu corpo”. (Jean-Claude Coste, 1981)<br>A psicomotricidade pode também ser definida como o campo transdisciplinar que estuda e investiga as relações e as influências recíprocas e sistémicas entre o psiquismo e a motricidade.<br>Baseada numa visão holística do ser humano, a psicomotricidade encara de forma integrada as funções cognitivas, sócio-emocionais, simbólicas, psicolinguísticas e motoras, promovendo a capacidade de ser e agir num contexto psicossocial. A psicomotricidade possui as linhas de atuação educativa, reeducativa, terapêutica, relacional, aquática e ramain.<br><strong>CONTEXTO HISTÓRICO </strong><br>Historicamente o termo "psicomotricidade" aparece a partir do discurso médico, mais precisamente neurológico, quando foi necessário, no início do século XIX, nomear as zonas do córtex cerebral situadas mais além das regiões motoras.<br>Com o desenvolvimento e as descobertas da neurofisiologia, começa a constatar-se que há diferentes disfunções graves sem que o cérebro esteja lesionado ou sem que a lesão esteja claramente localizada.<br>São descobertos distúrbios da atividade gestual, da atividade práxica. Portanto, o "esquema anátomo-clínico" que determinava para cada sintoma sua correspondente lesão focal já não podia explicar alguns fenômenos patológicos. É, justamente, a partir da necessidade médica de encontrar uma área que explique certos fenômenos clínicos que se nomeia, pela primeira vez, a palavra PSICOMOTRICIDADE, no ano de 1870.<br>As primeiras pesquisas que dão origem ao campo psicomotor correspondem a um enfoque eminentemente neurológico.<br>A figura de Dupré, neuropsiquiatra, em 1909, é de fundamental importância para o âmbito psicomotor, já que é ele quem afirma a independência da debilidade motora (antecedente do sintoma psicomotor) de um possível correlato neurológico.<br>Em 1925, Henry Wallon, médico psicólogo, ocupa-se do movimento humano dando-lhe uma categoria fundante como instrumento na construção do psiquismo. Esta diferença permite a Wallon relacionar o movimento ao afeto, à emoção, ao meio ambiente e aos hábitos do indivíduo. íquico.<br>Em 1935, Edouard Guilmain, neurologista, desenvolve um exame psicomotor para fins de diagnóstico, de indicação da terapêutica e de prognóstico.Em 1947, Julian de Ajuriaguerra, psiquiatra, redefine o conceito de debilidade motora, considerando-a como uma síndrome com suas próprias particularidades. É ele quem delimita com clareza os transtornos psicomotores que oscilam entre o neurológico e o psiquiátrico. Com estas novas contribuições, a psicomotricidade diferencia-se de outras disciplinas, adquirindo sua própria especifidade e autonomia.<br>Na década de 70, diferentes autores definem a psicomotricidade como uma motricidade de relação. Começa então, a ser delimitada uma diferença entre uma postura reeducativa e uma terapêutica que, ao despreocupar-se da técnica instrumentalista e ao ocupar-se do "corpo de um sujeito" vai dando progressivamente, maior importância à relação, à afetividade e ao emocional. Para o psicomotricista, a criança constitui sua unidade a partir das interações com o mundo externo e nas ações do Outro (mãe e substitutos) sobre ela.<br>A especificidade do psicomotricista situa-se assim, na compreensão da gênese do psiquismo e dos elementos fundadores da construção da imagem e da representação de si. O sintoma psicomotor instala-se, quando ocorre um fracasso na integração somatopsíquica, conseqüente de fatores diversos, seja na origem do processo de constituição do psiquismo, ou posteriormente em função de disfunções orgânicas e/ou psíquicas. A patologia psicomotora é, portanto, uma patologia do continente psíquico, dos distúrbios da representação de si cuja sintomatologia pode se apresentar no somático e/ou no psíquico.<br><strong>CAMPOS DE ATUAÇÃO<br></strong>De acordo com a Associação Brasileira de Psicomotricidade, os campos de atuação profissional para quem tem formação na área são:<br>Psicomotricidade Educacional: ensino básico e ensino superior, incluindo educação especial e outras modalidades.<br>Psicomotricidade Hospitalar: UTI, ambulatórios, enfermarias e brinquedotecas.<br>Psicomotricidade Empresarial: ergomotricidade e psicomotricidade aquática.<br>Terapia Psicomotora: saúde mental e gerontopsicomotricidade.<br>Na Educação, as ações de Psicomotricidade estão relacionadas a dificuldades de aprendizagem ? inibição, instabilidade e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), por exemplo. Na educação especial, os profissionais procuram ampliar as possibilidades de seus pacientes. Na saúde, a Psicomotricidade pode ajudar a reabilitar movimentos e a reação psicomotora.<br>A profissão de psicomotricista ainda não está regulamentada. Mas já existe um projeto de lei, em tramitação na Câmara dos Deputados, que tem por objetivo regulamentar a profissão e criar os conselhos regionais e federal de Psicomotricidade<strong>.<br></strong>O psicomotricista observa seu paciente, estimula-o a alcançar novos limites e trabalha de forma lúdica a fim de entender os aspectos emocionais que possam ter impacto no desenvolvimento. Além de escolas, os psicomotricistas atuam em hospitais e clínicas, com crianças, jovens, adultos e idosos.<br>Na Educação, as ações de Psicomotricidade estão relacionadas a dificuldades de aprendizagem ? inibição, instabilidade e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), por exemplo. Na educação especial, os profissionais procuram ampliar as possibilidades de seus pacientes. Na saúde, a Psicomotricidade pode ajudar a reabilitar movimentos e a reação psicomotora.</div><div>A profissão de psicomotricista ainda não está regulamentada. Mas já existe um projeto de lei, em tramitação na Câmara dos Deputados, que tem por objetivo regulamentar a profissão e criar os conselhos regionais e federal de Psicomotricidade.<br><strong>Interfaces com as diferentes aréas do conhecimento:</strong><br>A importância da psicomotricidade relacional no trabalho pedagógico da Educação Física na Educação Infantil por meio da exploração de atividades lúdicas.<br>Embasado nas contribuições dos autores que tratam dos fundamentos da psicomotricidade relacional, a problemática levantada é em que medida as atividades de psicomotricidade relacional podem desenvolver das potencialidades da relação corpo/mente e a qualidade das relações sociais da criança no ambiente escolar? Como as ações pedagógicas da Educação Física podem auxiliar no desenvolvimento global e, principalmente, psicomotor da criança da Educação Infantil?<br> O interesse pelo tema surgiu das observações oriundas do estágio supervisionado ao longo da graduação de Educação Física, o que despertou para reflexões sobre a necessidade que a criança tem de se movimentar para explorar e conhecer a si mesma, os espaços, o mundo e o outro por meio de sua movimentação expressiva, que a caracteriza.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Partindo-se desse pressuposto, o profissional da educação deve proporcionar uma variedade de atividades com movimentos e expressões que colaborem para o desenvolvimento psicológico, motor e cognitivo dos alunos da Educação Infantil. As atividades psicomotoras oferecem a oportunidade do “se movimentar” de diferentes formas, como correr, saltar, pular, rastejar e brincar sob a orientação e mediação de um profissional da educação.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Dessa forma, a Educação Física também se constitui em um saber interdisciplinar e significativo, pois traz novas possibilidades de ações pedagógicas para o enfrentamento das relações interpessoais dos educandos. O trabalho com a psicomotricidade relacional aponta para a reflexão da relação existente entre corpo e mente, sobressaindo-se como um instrumento colaborativo para se repensar os princípios de formação da identidade corporal e da qualidade das relações interpessoais do indivíduo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 02:37:36 UTC</pubDate>
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         <title>Neuropsicologia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2193681752</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definições Históricas:</strong><br>De acordo com Lezak (1995), neuropsicologia é a ciência que estuda a expressão comportamental das disfunções cerebrais. Já Luria definiu Neuropsicologia como uma ciência que tem como objetivo específico à investigação do papel dos sistemas cerebrais individuais nas formas complexas da atividade mental (AMBRÓZIO; RIECHI, 2005).<br>De acordo com Pinheiro (2005), o interesse pela investigação do cérebro parece ter percorrido diversos momentos históricos desde tempos remotos. Sabe-se que papiros faraônicos indicam que os egípcios tinham muito conhecimento sobre as funções do cérebro. O papiro descoberto no Egito por Edwin Smith no século XIX, possivelmente escrito pelo médico egípcio Inhotep cerca de 1700 a.C., está entre as mais antigas informações sobre o sistema nervoso. No entanto, admite-se que ele tenha sido escrito com base em escritos mais antigos, provavelmente do Antigo Império (Cerca de 3000 a.C.). Considerado um verdadeiro tratado de cirurgia, esse papiro contém a descrição clínica detalhada de aproximadamente quarenta e oito casos com os devidos tratamentos racionais e prognósticos, favorável, incerto e desfavorável. Muitos desses casos são importantes para a neurociência, pois neste documento aparece pela primeira vez uma menção do encéfalo, das meninges, do líquor e da medula espinhal (PINHEIRO, 2005).<br>Pode-se afirmar que a NP nasceu da convergência da neurologia com a psicologia, tendo como objetivo convergente estudar as mudanças do comportamento resultantes de lesão cerebral. Atualmente, faz interface com a neurociência cognitiva e as ciências do comportamento, ou seja: a psicologia do desenvolvimento, psicolinguística, entre outras. No entanto, seu ponto central é estudar as capacidades mentais mais complexas como a memória, a linguagem, e a consciência, ou seja, o estudo da relação, sistema nervoso, comportamento e cognição (PINHEIRO, 2005)<br>A neuropsicologia é uma especialidade da psicologia que faz interface com a neurologia. É focada nas relações da estrutura e funcionamento cerebral com o comportamento humano. Com ênfase na neurociência cognitiva, ela frequentemente atua no estudo de funções executivas superiores, mas não deixa de lado as emoções em geral, como a agressividade e a impulsividade.<br>Apesar de sua importância, a neuropsicologia é uma disciplina relativamente jovem. Ela nasceu e desenvolveu-se de acordo com o crescimento do conhecimento científico sobre o funcionamento cerebral. A neuropsicologia inicialmente estava focada em como alterações cerebrais localizadas afetariam processos mentais específicos. Entretanto, estudos mais recentes apontaram que a precisa delimitação de regiões cerebrais implicadas pode ser insuficiente. Isso porque muitas funções cerebrais e suas representações mentais dependem também da interligação de áreas e sistemas neuronais diversos. Exemplos são a inteligência, memória, linguagem e até mesmo o controle motor. A neuropsicologia hoje então preocupa-se com aspectos qualitativos, relacionados com as lesões e com aspectos globais quantitativos, sem referência direta com uma estrutura neuronal subjacente.<br><strong>Objetivo do profissional que atua nessa área:</strong><br>O<strong> </strong>neuropsicólogo é um profissional da <a href="https://querobolsa.com.br/cursos-e-faculdades/psicologia/bolsas?l=graduacao">Psicologia</a> que a conecta com a <a href="https://querobolsa.com.br/cursos-e-faculdades/medicina/bolsas?l=graduacao">Medicina</a>: seu trabalho é investigar, analisar e tratar pacientes com problemas relacionados à interação entre cérebro e funções cognitivas.</div><div>Em outras palavras, esse profissional é responsável por desenvolver relatórios que apoiam diagnósticos e auxiliar no tratamento de questões relacionadas à memória, ao comportamento, às emoções, ao raciocínio e à aprendizagem, entre outros.</div><div>Ele atua de forma multidisciplinar: seu trabalho comumente envolve outros profissionais de Psiquiatria, Neurologia e Psicologia também, uma vez que o neuropsicólogo serve como ponte para a interação entre esses diferentes ramos da área da saúde diante de casos mais ou menos complexos.<br>O trabalho do neuropsicólogo está fortemente vinculado à busca por profissionais que criem um plano de tratamento para pacientes que apresentem dificuldades de aprendizagem, problemas de comportamento, necessidade de reabilitação física; casos em que se torne evidente que o problema está na relação entre questões cerebrais e as ações cognitivas.</div><div>Nesses casos, esse profissional realiza a avaliação neuropsicológica, investigação profunda a respeito de como se dão a memória, a linguagem e as funções executivas do paciente. A partir de uma série de etapas complexas, que envolvem entrevistas com o paciente e com os familiares, exames de imagem e laboratoriais de todos os tipos, bem como vários tipos de testes neuropsicológicos, o neuropsicólogo consegue elaborar um relatório que aponta os melhores caminhos para o tratamento do paciente. Com base nesses relatórios, o <a href="https://querobolsa.com.br/carreiras-e-profissoes/medico">médico</a> responsável pode, então, fechar um diagnóstico.</div><div>O salário médio de um neuropsicólogo no país é de R$ 3.231,11, de acordo com dados de 2021 do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).<br><strong>Interfaces com as diferentes aréas do conhecimento:<br></strong>A Neuropsicologia é uma interface entre a <a href="https://clinicanutrimente.com.br/psicoterapia/">Psicologia</a> e a Neurologia que estuda as relações entre o cérebro e o comportamento humano. Praticamente dedica-se a investigar as funções cerebrais que causam déficits em diversas áreas da cognição humana (processo que envolve percepção, atenção, memória, raciocínio, juízo, imaginação e linguagem).<br>A Neuropsicologia Infantil, por sua vez, tem por objetivo identificar, precocemente, as alterações no desenvolvimento cognitivo e comportamental.<br><strong>Avaliação Neuropsicológica<br></strong><br></div><div>A avaliação neuropsicológica trata-se de um processo que investiga detalhadamente as funções cognitivas e comportamentais de pessoas com algum problema de adaptação ou de desempenho no dia a dia.<br>A neuropsicologia permite identificar um perfil específico de habilidades e dificuldades que podem estar relacionado a algum diagnóstico médico ou a prejuízos funcionais que exigem um tratamento.<br>Inclui aplicação de diversos testes, escalas, entrevistas, atividades estruturadas e observações para mapear e comparar o desempenho do paciente com os parâmetros esperados para a sua idade e nível de escolaridade.<br>Avaliamos as habilidades de inteligência e raciocínio, memória, atenção, funções executivas, linguagem oral e escrita, percepção visual e auditiva, motricidade, cognição social, habilidades sociais, perfil comportamental geral e habilidades acadêmicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 03:39:11 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Social</title>
         <author>gabibielazinha</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210345929</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Conceitos</strong><br>A Psicologia é uma ciência que estuda o ser humano, seus comportamentos e processos mentais. Por envolver um amplo campo de análise, ela se divide em alguns ramos. A Psicologia Social é um, juntamente das Psicologias Clínica, Hospitalar, Escolar, Forense, Esportiva, Organizacional, entre outras.<br>O trabalho do profissional contribui para a construção de uma coletividade de olhar mais empático e acolhedor.<br><br><strong>Um pouco de história</strong><br>Nasce na segunda metade do Séc XIX, em alguns países da Europa, e um pouco mais tarde nos Estados Unidos e outros países. Para alguns, a Psicologia Social surgiu no ano de 1859, junto com a edição da revista “ Grande Enciclopédia Soviética”, de Steintahl e Lazarus.<br><br><strong>Objetivo Profissional</strong> <br>O grande foco do psicólogo é intervir no comportamento de grupos, de modo a promover melhores relações e a contribuir para a melhoria da saúde mental de todos.<br><br><strong>Campos de atuação</strong><br>O psicólogo social pode atuar com estudos e pesquisas na área de comportamentos de grupos, como em institutos de pesquisa acadêmicos, em departamentos de publicidade e marketing etc. Também pode atuar em empresas, criando programas de desenvolvimento e realizando treinamentos corporativos.<br><strong>Interface com as diferentes áreas do conhecimento </strong><br>&nbsp;O psicólogo social pode atuar com estudos e pesquisas na área de comportamentos de grupos, como em institutos de pesquisa acadêmicos, em departamentos de publicidade e marketing etc. Também pode atuar em empresas, criando programas de desenvolvimento e realizando treinamentos corporativos. Por envolver um amplo campo de análise, ela se divide em alguns ramos. A Psicologia<strong> </strong>Social é um, juntamente das Psicologias Clínica, Hospitalar, Escolar, Forense, Esportiva, Organizacional, entre outras.<br><br><br><strong>Referências Bibliograficas <br></strong><strong><em>https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/nascimento-psicologia.htm<br>https://blog.unopar.com.br/psicologia-social/</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 16:02:20 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Educacional</title>
         <author>suzannesantana</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210486222</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Psicologia Educacional</strong> é um ramo da psicologia que busca se aprofundar no processo de aprendizado e ensino. Sua finalidade é compreender como as pessoas aprendem e retêm novas informações. Consequentemente, essa área envolve não apenas o processo de aprendizagem da primeira infância e adolescência. Mas, também, inclui os processos sociais, emocionais e cognitivos que estão envolvidos na aprendizagem ao longo de toda a vida.<br><br></div><div>Já a <strong>Psicologia Escolar</strong> trabalha em conjunto com a educação para proporcionar melhorias nos ambientes educacionais. Inicialmente, essa relação psicologia-educação possuía uma forte tendência em corrigir determinados problemas de aprendizagem do aluno a adaptá-lo à escola. Mas com o desenvolvimento da psicologia enquanto ciência, novos estudos foram realizados e outros fatores que vão além dos aspectos individuais, familiares e psico-afetivos passaram a ser incluídas em suas análises. Dessa forma, a área tem contribuído de forma significativa para melhorar o desempenho dos alunos, proporcionar um ambiente escolar saudável para estudantes, professores e funcionários, além de ser importante para promoção do desenvolvimento e aprendizagem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Campos de atuação:</strong> Atualmente, os psicólogos educacionais trabalham com educadores, administradores, professores e alunos. Muitos psicólogos educacionais trabalham diretamente com as escolas. Outros, são professores ou trabalham com professores para experimentar novos métodos de aprendizagem para seus alunos e desenvolver novos currículos de curso. É possível, até mesmo, se tornar um conselheiro na área. Assim, o conselheiro poderá ajudar os alunos a lidarem diretamente com as barreiras do aprendizado. <br><br><strong>Definições Históricas: </strong>O interesse pela educação, suas condições e seus problemas, foi sempre uma constante entre filósofos, políticos, educadores e psicólogos.<br><br></div><div>Com o desenvolvimento da Psicologia como Ciência e como área de atuação profissional, no final do século XIX, várias perspectivas se abriram, facto que também ocorreu à chamada Psicologia Educacional. No entanto, a história da psicologia, cuja etimologia deriva de psique (alma) + logos (razão ou conhecimento), se confunde com a Filosofia até meados do século XIX.</div><div>&nbsp;</div><div>Até a década de 50, a Psicologia da educação aparece como a 'rainha' das ciências da educação. A Psicologia Educacional era um ramo especial da Psicologia, preocupado com a natureza, as condições, os resultados, avaliação e retenção da aprendizagem escolar. Ela deveria ser uma disciplina autónoma, com a sua própria teoria e metodologia.<br><br>Durante a década de 50, o panorama muda. Começa-se a duvidar da aplicabilidade educativa das grandes teorias da aprendizagem, elaboradas durante a 1ª metade do século XX. Surgem outras disciplinas educativas tão importantes a educação quanto a psicologia, e esta precisa ceder espaço.<br>&nbsp;<br>Na década de 70, assume o seu carácter multidisciplinar, que conserva até hoje.<br>&nbsp;<br>Atualmente, a Psicologia da Educação é considerada um ramo tanto da Psicologia como da Educação, e caracteriza-se como uma área de investigação dos problemas e fenómenos educacionais, a partir de um entendimento psicológico. Hoje, século XXI, os conhecimentos produzidos pela Psicologia e a complexidade e capacidade de transformação do ser humano, acabaram por ampliar em grande medida sua área de atuação.<br><br><strong>Interfaces com outras áreas do conhecimento:</strong> como falamos acima, a psicologia educacional trabalha em conjunto com a educação na busca de&nbsp;aprofundar no processo de aprendizado e ensino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 18:53:50 UTC</pubDate>
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         <title>PSICOLOGIA DO TRÂNSITO </title>
         <author>brunaraquelunit</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210711505</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição Histórica:<br></strong><br></div><div>No início do século XX deu-se início ao projeto coletivo em que o transporte rodoviário assumiria um papel fundamental nos deslocamentos, sendo assim, seria diminuída a locomoção de transportes ferroviários para que a produção e o uso em massa de transportes rodoviários contribuíssem para o desenvolvimento econômico do país. Porém, embora tenha sido um projeto bem-sucedido, passou-se a desenvolver outros tipos de problemas, como o de segurança e saúde pública, decorrentes de acidentes de trânsito que passaram a se intensificar conforme a evolução.&nbsp; Como consequência, dessas ocorrências, as autoridades buscaram desenvolver e implementar medidas preventivas, que possuíam a finalidade de restringir o acesso ao volante as pessoas que estivessem propensas a se envolver em acidentes de trânsito. Dentre essas medidas estavam inclusas a seleção médica e psicotécnica A retirada do documento de habilitação passou a ser dificultada pelas autoridades, pois, conforme as novas medidas apresentadas, o candidato provaria sua capacidade de conduzir com segurança, por meio de uma bateria de testes e exames. Implementou-se ainda a ´validação temporária de habilitação ´instituindo verificações periódicas das condições mínimas de capacidade física e psíquica dos motoristas e inserido divergências de capacidade para cada automóvel a ser manuseado, começando, dessa forma a estruturar o ´Modelo Brasileiro de Habilitação`.<br><br></div><div><strong>Objetivo do Profissional:<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;</strong>Para os profissionais que escolhem seguir na psicologia de trânsito, esse se responsabiliza por estudar os comportamentos dos participantes do trânsito e os processos psicológicos associados, considerando contextos e os lugares específicos onde ocorrem. Além de ser uma área de pesquisa e de aplicação. Na pesquisa, produz conhecimentos científicos junto aos indivíduos, aos grupos e às comunidades. Ou seja, observam e registram comportamentos nas ruas; entrevistam usuários do trânsito; aplicam questionários ou, ainda, pesquisam documentos oficiais e relatórios técnicos para diagnosticar determinada situação; realizam experimentos de campo e de laboratório para estabelecer possíveis relações de causa e efeito, e aplicam testes psicológicos para avaliar características dos futuros motoristas, como a personalidade. Já na aplicação, todas as intervenções do psicólogo do trânsito visam a colaborar com a qualidade de vida das pessoas, ajudando a promover a segurança viária ou o transporte sustentável e democrático.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Interfaces da Psicologia de Trânsito:&nbsp;<br></strong><br></div><div>Além de possuir diversas áreas de atuação, a psicologia de trânsito possui interfaces como a:<br><br></div><div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Avaliação psicológica de motoristas no processo de aquisição da carteira nacional de habilitação, de renovação ou de mudança de categoria.&nbsp;</div><div><strong>2.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Pesquisas aplicadas, na tentativa de diagnosticar e sugerir medidas para resolver problemas.</div><div><strong>3.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; De orientação, que inclui a disseminação de informações relevantes sobre problemas do trânsito, buscando mudanças sociais, como cursos de educação, especializações em trânsito, participação em ações políticas e assessoria aos órgãos privados ou públicos.</div><div><strong>4.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; De tecnologia social, atuando no desenvolvimento de soluções com foco no comportamento, como na consultoria a empresas de transporte, psicoterapia com foco em pessoas com medo de dirigir ou com estresse pós-traumático decorrente de acidente.<br><br><strong>REFERÊNCIAS<br></strong><a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-389X2009000100014">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-389X2009000100014<br></a><br></div><div><a href="https://www.sbponline.org.br/2015/10/o-que-e-psicologia-do-transito">https://www.sbponline.org.br/2015/10/o-que-e-psicologia-do-transito<br></a><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 03:55:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Psicologia Jurídica</title>
         <author>brunaraquelunit</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210713931</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição Histórica:<br></strong><br></div><div>O início da Psicologia Jurídica no Brasil não tem um marco histórico claro, pois o seu processo de desenvolvimento deu-se de forma gradual e lenta, muitas vezes de maneira informal, por meio de trabalhos voluntários. A Psicologia Jurídica teve seu reconhecimento como profissão na década de 60. Inicialmente a Psicologia Jurídica esteve intimamente ligada ao uso de psicodiagnósticos, que eram vistos como instrumentos que forneciam dados matematicamente comprováveis para orientação dos operadores do Direito. O psicólogo que atuava na área era visto como um “testólogo”, pois sua prática era baseada na aplicação de exames e avaliações. Posteriormente, surge a nomeada Psicologia do Testemunho, que objetivava verificar a veracidade dos depoimentos dos sujeitos envolvidos em um processo jurídico, quando não só o criminoso deveria ser examinado, mas também a testemunha relata aquilo que viu, levando em consideração os processos internos que influenciam a veracidade do relato.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Objetivo do Profissional:<br></strong><br></div><div>A Psicologia Jurídica é a área de trabalho da Psicologia que atua no ambiente da justiça considerando a perspectiva psicológica dos fatos jurídicos, colaborando no planejamento e execução de políticas de cidadania, Direitos Humanos, prevenção da violência e fornecendo subsídios ao processo judicial. Além de também contribuir para a formulação, revisão e interpretação das leis. Entretanto, exerce seu papel realizando&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Auxílio de jurídico;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Avaliação Psicológica;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Perícia judicial;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Orientação no sistema Prisional;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Participação em audiências;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Elaboração de Petições;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Auxiliar juizados na avaliação e assistência psicológica de menores e seus familiares, assessorando no encaminhamento a terapias psicológicas, quando necessário;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Prestar atendimento e orientação a detentos e seus familiares visando à preservação da sua saúde; acompanhar detentos em liberdade condicional, na internação em hospital penitenciário e atuar no apoio psicológico à sua família.</div><div><br></div><div><strong>Interfaces da Psicologia de Jurídica:<br></strong><br></div><div>Além de possuir diversas áreas de atuação, a psicologia jurídica interfaces como a:&nbsp;<br><br></div><ol><li>Separação e divórcio</li><li>Guarda</li><li>Interdição</li><li>Alienação parental</li><li>Vulnerabilidade social</li><li>Violência</li><li>Execução penal</li><li>Medidas socioeducativas</li><li>Utilização de recursos institucionais e comunitários</li><li>Trabalho em equipe nos Tribunais de Justiça, Defensorias Públicas e Sistema Socioeducativo.</li></ol><div><br><strong>Referências:<br><br></strong><a>file:///C:/Users/Bruna/Downloads/607-Texto%20do%20artigo-2395-1-10-20130321.pdf<br></a><br><a href="https://www.scielo.br/j/estpsi/a/NrH5sNNptd4mdxy6sS9yCMM/?format=pdf&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/estpsi/a/NrH5sNNptd4mdxy6sS9yCMM/?format=pdf&amp;lang=pt<br></a><br></div><div><a href="https://www.sanarsaude.com/portal/concursos/artigos-noticias/psicologia-juridica-guia-pratico-psicologo-judiciario-analista-areas-trabalho-carreira">https://www.sanarsaude.com/portal/concursos/artigos-noticias/psicologia-juridica-guia-pratico-psicologo-judiciario-analista-areas-trabalho-carreira</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 04:04:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PSICOLOGIOA DO ESPORTE </title>
         <author>brunaraquelunit</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210714319</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição Histórica:<br></strong><br></div><div>A Psicologia do Esporte iniciou suas pesquisas inicialmente estudando aspectos próximos à fisiologia, os chamados condicionantes reflexos. Nos últimos dois anos, outros temas como motivação, personalidade, agressividade e violência, liderança, dinâmica de grupo, bem-estar psicológico, pensamentos e sentimentos dos atletas e diversos outros aspectos da prática esportiva e da atividade física foram incorporados à lista de preocupações e necessidades de pesquisadores e profissionais. A Psicologia do Esporte tem uma história escrita na Rússia, nos Estados e, mais precisamente, da Copa do Mundo de 1958. A produção acadêmica da área e uma associação de conhecimentos da psicologia clínica e social, sob a influência de diversas correntes teóricas e paradigmas da Psicologia, aplicada à observação, análise e intervenção de dois comportamentos e atitudes do ser humano no contexto da prática de esporte e de atividade física.<br><br></div><div><strong>Objetivo do Profissional:<br></strong><br></div><div>&nbsp;A Psicologia do esporte pode ser definida como um saber que busca averiguar as razões e os impactos dos fenômenos emocionais que exibe o indivíduo antes, durante e após a execução da atividade física, seja ela de cunho lúdico ou competitivo. Analisa também a forma como fenômenos mentais afetam o desempenho dos atletas e sugere possibilidades a assistência a estas solicitações. Além disso, o profissional está dedicado em auxiliar a preparação psicológica dos atletas, tendo por objetivo impulsionar e ampliar a capacidade de performance dos jogadores; em orientá-los, recuperá-los de lesões e proporcionar atividade para aprimorar a saúde física e mental dos desportistas.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Interfaces da Psicologia do Esporte:<br></strong><br></div><div>Além de possuir diversas áreas de atuação, a psicologia do esporte possui interfaces como a:<br><br></div><div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Especialidade em psicodiagnóstico&nbsp;<br><br></div><div><strong>2.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Especialidade em análise&nbsp;<br><br></div><div><strong>3.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Especialidade no esporte de rendimento<br><br></div><div><strong>4.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Especialidade em esporte escolar<br><br></div><div><strong>5.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Especialidade no esporte recreativo<br><br></div><div><strong>6.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Especialidade em prevenção, saúde e reabilitação<br><br></div><div><strong>Referências:&nbsp;<br></strong><br></div><div><a href="http://www.ub.edu/geocrit/b3w-373.htm">http://www.ub.edu/geocrit/b3w-373.htm<br></a><br></div><div><a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560662194002/html/">https://www.redalyc.org/journal/5606/560662194002/html/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 04:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Organizacional e do Trabalho</title>
         <author>gabibielazinha</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210877447</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO<br>Conceitos</strong><br>A psicologia organizacional é a área de estudo que está baseada na forma de aprimorar ações e metodologias para que o trabalhador possa encontrar uma organização saudável<br>*Um pouco de história*<br>As relações de trabalho sofreram transformações com o passar dos anos.<br>Nesse caso, as mudanças foram mais expressivas depois da Revolução Industrial. Essa evolução se deu em vários sentidos, incluindo a administração de recursos humanos.<br><br>Foi nesse contexto que nasceu a chamada psicologia industrial, que mais tarde seria dividida na forma que conhecemos hoje: a psicologia organizacional e do trabalho<br><br><strong>Objetivo do profissional</strong><br>Na psicologia organizacional o profissional é responsável em articular necessidades organizacionais com necessidades pessoais. A psicologia do trabalho tem a perspectiva de diligência dos colaboradores para um ambiente agradável e que gere condições de que cada um desempenhe o seu melhor.<br><br><strong>Interfaces com as diferentes áreas de conhecimento&nbsp; </strong><br>Atuam em atividades relacionadas a análise e desenvolvimento organizacional, ação humana nas organizações, desenvolvimento de equipes, consultoria organizacional, seleção, acompanhamento e desenvolvimento de pessoal, estudo e planejamento de condições de trabalho, estudo e intervenção dirigidos à saúde do trabalhador.<br><br><strong>Referências Bibliograficas <br></strong><strong><em>https://blog.solides.com.br/psicologia-do-trabalho-e-organizacional/#:~:text=A psicologia organizacional é responsável,um desempenhe o seu melhor</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 13:21:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Psicologia clínica </title>
         <author>juliaevely805</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210934710</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Contexto Histórico</strong></div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>A História da Psicologia remonta a 1879, com o início da psicologia experimental no laboratório de Wilhelm Wundt. Durante a história da psicologia clínica e na atualidade , a psicologia experimental é um dos fundamentos e pilares mais importante na&nbsp; psicologia clínica.&nbsp; A psicologia clínica surge no final do século XIX, tendo o termo utilizado pela primeira vez pelo Lightner Witmer aluno do psicólogo, médico e filósofo Wilhelm Wundt .</div><div>Em 1896, Lightner Witmer foi o primeiro em estabelecer formalmente a primeira clínica de psicologia onde foram realizadas avaliações para determinar diagnósticos e trabalhar de acordo com as diretrizes da psicologia científica. Vários psicólogos clínicos fundaram em 1917 a Associação Americana de Psicologia clínica , que em 1919 fundiu-se com a Associação Psicológica Americana tornando toda a seção em um setor clínico. A partir da clínica de de Witmer, na Universidade da Pensilvânia começou a desenvolver a formação em psicologia clínica.</div><div>As condições da primeira guerra mundial impulsionou a realização de testes psicológicos de personalidade e inteligência, a pesquisa progrediu a psicologia clínica, que começou a estabelecer transtornos , causas e tratamentos, em 1930 as funções e campos de aplicação da psicologia clínica foram estendidos em locais como hospitais , prisões e outros.&nbsp; Os efeitos da segunda guerra mundial também gerou muito trabalho para os psicólogos clínicos, nesse contexto foi definido a psicologia clínica uma profissão que realiza diagnóstico, tratamento e pesquisa dos transtornos mentais.&nbsp; <br><br><br>&nbsp;<strong>Objetivo da área<br></strong><br>A área psicologia clínica tem como objetivo compreender, tratar e prevenir os transtornos mentais e psicológicos através da avaliação , diagnóstico e investigação. Seu principal objetivo é cuidar e melhorar a saúde mental e psicológica para facilitar e apoiar o bem estar e o desenvolvimento cognitivo, emocional e afetivo, fazendo isso através de aplicações dos conhecimentos, das habilidades, das técnicas e dos instrumentos da psicologia. Tem também como objetivo melhorar a saúde em todos os níveis , desde uma perspectiva biopsicossocial das pessoas.<br><br><br><strong>Interfaces com diferentes áreas de atuação</strong><br><br>A psicologia clínica é uma sub-área da psicologia, mais especificamente referente a terapêutica em que há a relação direta Psicoterapêutica- Paciente , a psicologia clínica , é pois, uma prática psicológica de cura, tratamento direto com a patologia. O psicólogo clínico pode desempenhar várias modalidades terapêuticas, podendo ser elas psicoterapia individual , de casal ou em grupo, psicoterapia lúdica, terapia psicomotora, arteterapia , orientação de pais, reabilitação neuropsicológica. O psicólogo clínico está apto a realizar diversas demandas e faixas etárias, bem como atendimentos voltados a crianças , adolescentes e adultos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 15:14:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Psicologia Hospitalar </title>
         <author>juliaevely805</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210936242</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Contexto Histórico&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>A psicologia Hospitalar remota<strong> </strong>1918 ,quando o hospital de McLean, em Massachusetts criou a primeira equipe de multiprofissional que incluía psicólogos. Nesse hospital foi fundado, em 1904 um laboratório de psicologia onde foram surgidas pesquisas pioneiras sobre a psicologia hospitalar. A atuação do psicólogo hospitalar geral ocorreu com o término da segunda guerra mundial, quando foi identificado a necessidade de assistência psicológica para militares que apresentaram problemas psíquicos no período de hospitalização, havendo alteração de humor , distúrbios da sensopercepção e agitação motora. A psicologia nos ambientes da saúde surgiu com o propósito de investigar as repercussões psicológicas consequente do processo de adoecimento e consequente hospitalização , buscando meios para diminuir as alterações psíquicas e compreender a pessoa doente. Decorrente aos exames invasivos como por exemplo, exames periódicos e cirurgias e até mesmo os efeitos da medicação gerava episódios depressivos nos pacientes. No Brasil a atuação do psicólogo hospitalar iniciou-se em 1950 com poucos profissionais psicólogos. Havia , no país, profissionais com formação nas áreas da ciências humanas os quais eram responsáveis pela assistência psicológica aos pacientes hospitalizados. Entretanto verificou-se a necessidade do surgimento da graduação em psicologia nas instituições de saúde. As primeiras atividades foram realizadas por Matilde Néder em 1954 na clínica ortopédica e traumatológica do hospital das Clínicas da faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo considera pioneira da área.&nbsp;<br><br><br></div><div><strong>Objetivo da Área<br>&nbsp;</strong><br>O objetivo do psicólogo hospitalar é orientar o paciente em seu processo de adoecimento e vivência no âmbito hospitalar , com o intuito de amenizar o sofrimento provocado pela hospitalização, dando assistência ao paciente e familiares. A atuação do psicólogo hospitalar não se refere apenas atenção direta ao paciente, referir-se também a atenção a equipe de saúde, com objetivo de promover mudanças, atividades curativas e de prevenção.<br><br><strong>Interfaces da com diferentes áreas de atuação </strong><br><br>O psicólogo hospitalar exerce várias funções, dentre elas, auxiliar a equipe multiprofissional no cuidado integral do paciente, realizar preparação psicológica para alta hospitalar, identificar motivações e dificuldades na adesão do tratamento proposto pela equipe, na adesão ao tratamento proposto pela equipe, realizar preparamento psicológico para cirurgia, auxiliar no processo dos cuidados paliativos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 15:17:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Psicopedagogia </title>
         <author>juliaevely805</author>
         <link>https://padlet.com/alycekelly/vxl8qt4pbgbdq5hf/wish/2210937843</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CONTEXTO HISTÓRICO <br></strong><br>A psicopedagogia surge no século XIX, nesse período as pessoas acreditavam que os problemas relacionados à aprendizagem estavam ligados a fatores orgânicos do cérebro. Os primeiros psicopedagógicos foram fundados em 1946, na Europa,por J Boutonier e George Mauco com direção pedagógica e médica. Uniam conhecimentos da área da psicologia ,pedagogia e psicanálise onde tentavam ajustar crianças com dificuldades de aprendizagem. No século XVIII não existia o conceito de aprendizagem e de dificuldades de aprendizagem , essa dificuldades eram conhecidas como doenças mentais.<br><br><strong>OBJETIVO DA ÁREA <br></strong><br>&nbsp;O objetivo do psicopedagogo é prevenir, diagnosticar e tratar problemas relacionados à aprendizagem, proporcionando o desenvolvimento intelectual de crianças, adolescentes e adultos no processo de aprendizagem .<br>A área de psicopedagogia é abrangente podendo atuar nas escolas, clínicas e consultórios, com intuito de buscar respostas para conflitos de aprendizagem com a utilização de técnicas que podem ser desenvolvidas de modo individual ou em grupo, podendo trabalhar tanto a parte do aprendizado quanto a do cérebro, analisando obstáculos para assimilação de novas informações.<br><br><br><strong>INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA <br></strong><br>A intervenção psicopedagógica é um procedimento que pode ser entendido como interferência realizada pelo profissional , com o intuito de melhorar a aprendizagem e a autonomia dos pacientes. A intervenção é necessária quando se tem problemas de aprendizagem , que criam déficits de conhecimento nas crianças. Existem várias técnicas e metodologias que podem ser usadas na intervenção, a escolha dependerá do quadro analisado. Com propostas de atividades como brincadeiras , jogo de regras , entre outros , com o objetivo de proporcionar e estimular o desenvolvimento , criatividade e como lidar com as situações.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br>http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932007001200004<br><br>https://www.scielo.br/j/estpsi/a/JHXxwcXNsqNk3f3pfsyyhFP/<br><br><br>https://www.psicopedagogiabrasil.com.br/em-branco-cmlo<br><br>https://br.psicologia-online.com/o-que-e-a-psicologia-clinica-definicao-historia-objetivo-e-exemplos-405.html<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 15:20:44 UTC</pubDate>
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