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      <title>Desafios Criativa Mente by Beatriz Guerreiro</title>
      <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios</link>
      <description>Partilhem os desafios e espreitem os dos colegas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-14 13:30:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>CriativaMente</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 15:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>7C</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-04-22 08:06:24 UTC</pubDate>
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         <title>Desafio de escrita 7B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na nossa opinião, a imagem representa uma metáfora. Esta metáfora tenta expressar que uma pessoa que tem mais conhecimento numa determinada área sabe lidar melhor com esse determinado assunto mas a outra pessoa não sabe nada desse assunto mas acha que sabe a outra mensagem é que uma pessoa com mais conhecimento sabe gerir melhor quando deve ou não falar. Nós concluímos que os livros nos ajudam a organizar melhor o nosso pensamento e que ler deve ser uma prioridade na nossa vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 16:19:29 UTC</pubDate>
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         <title>7°A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Era uma vez um poeta, que um poema elaborava, tudo parecia calmo até um naufrágio acontecer.<br>&nbsp; As ondas iam e vinham e com elas vários marinheiros &nbsp;foram, veio a tristeza devido ao acontecimento trágico.<br>&nbsp; Depois de algum tempo outro marinheiro ganhou coragem para encontrar o baú, no baú encontrava-se uma espada e com ela, com um sorriso na cara construiu uma jangada. Enquanto navegava cruzou-se com um tubarão, um tubarão forte que uma concha guardava e com coragem e determinação o tubarão derrotou e a concha roubou, ao abrir a concha uma música suou e uma mensagem se revelou. Uma sereia emergiu e com ela um desejo surgiu. E com o desejo de voltar a casa, como um girassol remou em direção ao sol.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 11:00:57 UTC</pubDate>
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         <title>8º E</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Texto criativo<br>Ontem, fui às compras,&nbsp; encontrei a minha professora de Português e ela convidou-me para ir jantar, num restaurante chamado ontem.<br><br></div><div>Chegados ao restaurante, não havia prato do dia,&nbsp; comemos os restos de ontem e a professora de Português pagou com o salário que recebeu ontem.<br><br></div><div>Falou-me de uma viagem que ia fazer para Ontem durante a viagem para casa no carro que comprei ontem.<br><br></div><div>Quando acordei, percebi que tinha sido apenas um sonho porque comi demasiado ontem.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 14:40:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>8°C</title>
         <author>gmccpires2007</author>
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         <pubDate>2021-04-29 08:58:57 UTC</pubDate>
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         <title>8°T+</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>No nosso ponto de vista, há um grande contraste entre as duas pessoas. Primeiramente, uma tem a mente vazia e a outra tem a mente cheia de livros, o que quer dizer que um tem mais sabedoria do que o outro. De seguida, reparamos que um está mais agressivo e o outro está mais calmo, porque a ignorância manifesta-se na falta de controlo das emoções, enquanto que o que tem mais sabedoria tem mais controlo e sabe escolher os momentos em que deve falar e o que deve dizer. Podemos então concluir que pessoas cultas têm uma visão diferente do mundo e que para ter essa sabedoria é preciso ler.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-29 10:44:31 UTC</pubDate>
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         <title>A Dor da Despedida</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-04-29 21:57:26 UTC</pubDate>
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         <title>O Amor Salva</title>
         <author>Fata</author>
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         <title>A Fuga</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-04-29 21:58:23 UTC</pubDate>
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         <title>Mar de saudade</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-04-29 21:59:05 UTC</pubDate>
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         <title>De Coimbra para o Alentejo</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-04-29 21:59:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sonho realizado</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-04-29 22:00:00 UTC</pubDate>
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         <title>Um sonho Concretizado</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-04-29 22:00:24 UTC</pubDate>
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         <title>8ºD</title>
         <author>CriativaMente</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na nossa opinião, podemos observar uma discussão entre uma pessoa nervosa e uma pessoa calma. A pessoa nervosa, está chateada porque tem inveja da inteligência e do sucesso do outro, enquanto a pessoa calma tem mais sabedoria e consegue atingir o seu estado “Zen”. Observamos uma desigualdade entre o comportamento de ambos pois um é mais educado e tem mais cultura e outro passa uma imagem de raiva porque é mais ignorante.<br><br></div><div>Em suma, quem lê livros é mais feliz pois tem mais conhecimento e tem a capacidade de saber respeitar a sociedade à sua volta e a si mesmo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 08:59:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Afetos</title>
         <author>Fata</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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      </item>
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         <title>Separações</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-04-30 17:34:27 UTC</pubDate>
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         <title>Adeus, colégio!</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-05-01 21:37:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rafaela Alface</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1484702027</link>
         <description><![CDATA[<div>Ontem era pequenina e tinha bochechas redondas. Olhava nos olhos da minha mãe enquanto ela me lavava o cabelo.<br>Ontem tinha medo medo do escuro.<br>Ontem, estava a ir para a escola dos pequenos e ainda ontem já ia para a escola dos grandes.<br>Ontem voava para longe, pela primeira vez, deixando os olhos da minha mãe para trás.<br>Ontem chorava de saudade do que lá longe deixava.<br>Hoje, penso no ontem, e quanto tempo ele tem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 11:28:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Andreia Guerra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ontem pensei convidar-te para a atividade “Mimicas Cantadas”, faz parte do projeto “Batidas Literárias”. Este não foi pensado ontem, mas as dinâmicas estão a ser apresentadas.<br><br></div><div>Ontem podias ter partilhado esta sessão, mas não tem problema, dia 6 de maio contamos com a tua participação.<br><br></div><div>Ontem foi ontem, deixemos no passado, encaremos o presente como animadores com um futuro iluminado.<br><br></div><div>O que não fizeste ontem, consegues hoje, com persuasão e dedicação tornamos o ontem num presente com mais animação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 13:09:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carolina Zambujo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1485053584</link>
         <description><![CDATA[<div>Ontem era pequena, com grandes sonhos, sem preocupações, com o mundo pela frente e sempre a navegar no mundo cor de rosa.<br>Ontem queria crescer e despedir-me depressa do mundo dos pequeninos e voar.<br>Ontem era frágil e sempre com receio do mundo lá fora, pois o mundo cor de rosa foi mudando de aspeto e cor.<br>Ontem queria voltar a ontem pois queria recordar o meu lado brilhante e feliz.<br>Ontem cresceu um grande orgulho no ontem, hoje e amanhã.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 13:13:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fernanda Pacheco </title>
         <author>jfss_fernandapacheco</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1485518334</link>
         <description><![CDATA[<div>2º Ano AIS/ESE<br><br><strong>Ontem</strong> foi passado…<br><br></div><div>Como poderei falar de ontem, se existe o hoje! E tanto por viver!<br><br></div><div>O <strong>Ontem </strong>traz memórias, momentos…<br><br></div><div>Lembrarei de <strong>ontem </strong>quando os momentos forem bons.<br><br></div><div>Isso sim falarei de <strong>ontem...<br></strong><br></div><div>Falarei de<strong> ontem </strong>quando encontrar aquele que partilhou comigo momentos de luz e de boas energias.<br><br></div><div>Se não for assim …não vale a pena falar sobre <strong>ontem...<br></strong><br></div><div>Porque há tanto por viver hoje!!<br><br></div><div>E o <strong>Ontem</strong> já passou…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 14:43:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Despedida</title>
         <author>Fata</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 19:30:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Faculdade dos seus Sonhos</title>
         <author>Fata</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 19:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra é Separação</title>
         <author>Fata</author>
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         <pubDate>2021-05-03 19:54:54 UTC</pubDate>
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         <title>O Filho Rebelde</title>
         <author>Fata</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1487090684</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 20:01:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Despedida de Mattheo Riddle</title>
         <author>Fata</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1487149603</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 20:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>9ºE</title>
         <author>CriativaMente</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1501705472</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa noite de luar, um marinheiro sentia os salpicos das ondas na sua face queimada pelo sol escaldante do dia que passara. De súbito, surge uma nuvem carregada que traz consigo uma agitação marítima. Aparece uma enorme onda que abala a embarcação provocando um terrível naufrágio. Na manhã seguinte, o marinheiro acorda numa ilha tropical e deserta, as areias brancas envolvem o corpo do náufrago adormecido. O esvoaçar de um bando de gaivotas desperta-o. Por entre os destroços, uma concha invulgar atrai a sua atenção. No seu interior encontra, desenhado, um mapa que o levaria a um possível tesouro. Após esta descoberta, toda a sua tristeza foi levada como a brisa do mar leva uma pequena folha. Depois de vários dias a caminhar e a procurar, finalmente encontra um baú enterrado no meio de uma clareira. Surge-lhe um grande sorriso no rosto que lhe traria motivação para o desenterrar. Ao abrir o baú, encontrou uma espada grande, brilhante e afiada que na sua lâmina tinha cravado um poema. Ao pegar na espada começa a ouvir uma melodiosa voz que cantava esse mesmo poema e que o fez arrepiar. Distraído e sem companhia naquela ilha deserta, o marinheiro decide passar os seus dias a escrever novos poemas sobre toda aquela aventura.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 10:23:40 UTC</pubDate>
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         <title>11ºB - António Silva e Carlos Félix</title>
         <author>CriativaMente</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1501754283</link>
         <description><![CDATA[<div>Um <em>Amor de Perdição</em> nos dias de hoje...<br><br></div><div>Simão e Teresa pertencem a famílias com ideais muito diferentes e estão perdidamente apaixonados. A família de Teresa é extremamente religiosa e muito tradicional, com o pai a não aprovar aquela relação. A agravar a situação, Simão é ateu e leva uma vida rebelde e descuidada. Baltasar Coutinho, devoto cristão e melhor aluno do curso de Direito na Universidade Católica de Lisboa, é perfeito aos olhos dos pais de Teresa e deseja-a, tentando impedir que ela viva livremente a sua paixão.<br><br></div><div>Simão, usuário regular de substâncias ilícitas, transtornado com a ideia de um eventual relacionamento entre Baltasar e Teresa e, sob a influência dessas mesmas substâncias, acaba por esfaquear o seu opositor, matando-o. Depois de cair em si, apercebe-se do que fez e decide entregar-se à polícia.&nbsp; É julgado e condenado à pena máxima -&nbsp; 25 anos de prisão.<br><br></div><div>Durante a sua estadia na prisão, Simão desenvolve uma rivalidade com um perigoso grupo de prisioneiros, os “Blue Eyes”, acabando por ficar em coma após uma violenta rixa. Devido ao seu estado crítico, é transferido para um hospital da CUF, onde Mariana, antiga parceira no crime de Simão, agora trabalha como enfermeira. Ao tratar de Simão, Mariana lembra-se de todos os bons momentos que passaram juntos e reacende a memória da paixão antiga. Ficando ao seu lado todos os dias, os sentimentos de Mariana crescem constantemente e, acabando por não aguentar mais, não resiste a beijá-lo.&nbsp;<br><br></div><div>Após uma semana, Simão acorda e vem-lhe à memória todo o amor que Mariana lhe demonstrou ao cuidar de si. Sem que consiga evitar, o amor por Teresa é superado por uma nova paixão que desenvolve por Mariana...<br><br></div><div>Após uma extensa procura por Simão, Teresa finalmente encontra-o no hospital e apercebe-se do sucedido. Ao ver o amor entre Simão e Mariana, resigna-se à inevitabilidade do destino: o seu amor com Simão é impossível!&nbsp;<br><br></div><div>Mariana espera por Simão, que é libertado após 10 anos por bom comportamento, e os dois, finalmente, vivem o seu amor de forma plena. Teresa, apesar de ter seguido com a sua vida, continua apaixonada por Simão e é incapaz de amar outro homem.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 10:51:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11ºB - Eleonora Constandoglo e Gonçalo Bento</title>
         <author>CriativaMente</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1501756392</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O novo amor de Simão...<br></strong><br></div><div>Simão e Mariana embarcam num cruzeiro para os Estados Unidos, para ir ter com João da Cruz, pai de Mariana, que se ia casar. A viagem estava a correr bem, serena e tranquila. Ao quinto dia de viagem, Simão recebe uma mensagem de Teresa, a dizer que não era capaz de viver sem ele, a sua ausência mortificava-a. Estava desolada e perdera a alegria e a vontade de viver.&nbsp; Simão, ao ler esta mensagem ficou destroçado, pensou logo em voltar para Portugal, mas Mariana demoveu-o dessa ideia, pois já estavam quase a chegar ao destino tão desejado.<br><br></div><div>Simão só pensava em Teresa e no seu sofrimento. Mariana tentou dar-lhe ânimo e, embalada pela conversa, sentiu que era chegado o momento de contar-lhe a verdade toda:&nbsp; amava-o! Amou-o desde a primeira vez que o viu e amou-o em silêncio, sabendo que não era correspondida. Como por instinto, Simão&nbsp; beijou-a. Um beijo longo e ardente que comprovou o que também ele sentia. Sim, amava Mariana e não Teresa! Por Teresa só sentia amizade e compaixão. O seu coração já lho tinha dito, ele é que não queria ver.<br><br></div><div>Nos dias que se seguiram, muitos pensamentos assombravam a mente de Simão: como iria ele dizer a Teresa que afinal não a amava? Que aquele amor-paixão era ilusório? Que esteve enganado acerca dos seus sentimentos? Como lhe iria explicar que existia outra mulher na sua vida, sem a ferir de morte? Teresa resistiria a esta desfeita?<br><br></div><div>Teresa não aguentou a espera de Simão e decide ir até aos Estados Unidos. Durante a viagem não parou de pensar nele e na reação que teria. Ao chegar ao seu destino, ainda a tempo do casamento de João da Cruz, vê Mariana e Simão abraçados e felizes. Ficou devastada! Perdida e sem saber o que fazer. Vieram-lhe à mente pensamentos negativos: “ele já não gosta de mim!”, “ele nunca me amou!” e “FUI USADA E TROCADA!”.<br><br></div><div>Teresa esconde-se atrás de uma porta, e observa Simão muito carinhoso com Mariana, o que aumenta ainda mais a sua desilusão. Fora de si e, em lágrimas, correu dali para fora. Ao chegar a um pontão antigo, as tábuas estavam muito frágeis, acabando por partir. Ela desequilibrou-se e caiu ao mar. Sem força de vontade para tentar sobreviver, deixa-se vencer pela maré. Ainda conseguiu ver o sorriso lindo nos olhos de Simão no seu último adeus.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 10:53:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11ºB - Beatriz Pereira, Frederico Pinto e José Pais</title>
         <author>CriativaMente</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1501757679</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Um amor aterrador ...</em></strong></div><div><br></div><div>Estavam Vinícius e Josefa no <em>Lux, </em>numa grande e animada festa, quando apareceu Asdrubalina, mulher de Vinícius. Ao vê-los, bem agarradinhos e aos beijos, apenas confirmou as suas suspeitas de um amor adúltero. Destroçada, desfez-se em lágrimas, abandonando apressadamente o local, para se refugiar na&nbsp; sua casa no Estoril.&nbsp;</div><div>Eram cinco da manhã quando Vinícius, embriagado, voltou para casa a cambalear e depara-se com Asdrubalina, sentada no parapeito da janela, fumando um cigarro, enquanto olhava alucinadamente para o chão da rua. Ao observar essa cena, apressou-se a agarrá-la e a levá-la para dentro de casa. Confrontado com a realidade, Vinícius é obrigado a escolher entre as duas amadas.</div><div>Passam-se alguns anos, Vinícius e Josefa vivem no Douro e estão prestes a casar. Nunca mais tiveram notícias de Asdrubalina. Enviam convites para a família e amigos e preparam a boda...</div><div>13 de julho de 2019 foi o dia do casamento. Estavam todos os convidados sentados e o noivo no altar, quando apareceu a noiva. Mas não era Josefa, era Asdrubalina, alucinada, com o vestido de noiva rasgado e ensanguentado e com uma faca também ensanguentada na mão. Após o sucedido, os convidados, aterrorizados, apressaram-se a imobilizá-la, enquanto Vinícius a fitava perplexo. Enquanto a polícia a detinha, Vinícius procurou desesperadamente pela sua amada. Encontrou-a momentos depois pendurada no teto, esquartejada, a escorrer sangue.</div><div>Passaram-se alguns meses e Vinícius começou a ter medo de sair, sempre com as imagens do terrível casamento na sua cabeça. Deixou de sair de casa, sem vontade de comer ou de fazer outra coisa senão ficar na cama, completamente catatónico. Recebeu notícias de que Asdrubalina se escapulira do manicómio. Ao obter esta informação ele ainda mais aterrorizado que nunca, com medo que lhe pudesse fazer algo de mal. Pegou em todas as cartas que tinha de Josefa e tornou a lê-las. No momento em que a fugitiva entrou na sua casa, largou as cartas no chão e foi lentamente até à janela enquanto ela o tentava puxar. Acabou por puxá-lo com demasiada força e ele acabou por cair e bater com a cabeça na quina de uma mesa de madeira, aguardando uma morte lenta. Às portas da morte, Vinícius ainda lhe disse: “Se não fosses tu eu teria sido feliz…”.&nbsp;</div><div>Asdrubalina petrificada e sem ninguém, sucumbiu aos seus desejos suicidas ficando morta no meio da rua.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 10:54:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11ºB - Luís C.</title>
         <author>CriativaMente</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1501761011</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Amor em liberdade<br></em></strong><br></div><div><br></div><div>Estavam numa loja de animais, bastante escondida nas ruas sem alma de Pequim, dois lindíssimos tucanos, Lola e Serafim. Bichinhos que, desde que se conseguem lembrar, se encontram separados à força por imóveis grades de aço. O desejo de liberdade era ensurdecedor, mas a vontade de estarem juntos era bem maior, após longos anos em que apenas viam gaiolas e paredes sépias, sem se poderem juntar.<br><br></div><div>Num dia muito peculiar, chega à loja um indivíduo da máfia chinesa, que os queria comprar para, sem medo nem vergonha, os embalsamar e expor num dos seus hotéis luxuosos. Assim que pega nas duas gaiolas, tropeça na imundice de sementes e pó do chão e, não ajudado pelo seu peso acumulado numa vida de falcatruas, caem consigo as gaiolas com grande estouro e assim lhes são abertas as masmorras. Sem parar um segundo sequer para pensar, saltitam para fora das gaiolas e misturam-se no meio de mil rolas afugentadas pelo barulho. Bradando o chinês que os apanhem, os seus guarda-costas, aflitos, correm para o seu carro e arrancam atrás do bando. Ainda que não voassem por não o praticarem desde tenra idade,os tucanos saltaram para cima do carro, iludindo os capangas para se usarem da boleia.<br><br></div><div>	Já iam eles a caminho do cimo duma alva montanha, quando se lhes atravessa à frente um comboio que os impede de continuar. Viram, rodopiam, travam e aceleram, mas nada os impede de capotar. Numa rajada de adrenalina, olhando o perigo iminente nos olhos, magicamente se levantam a voar com todas as suas forças e fogem do acidente, voando sem rumo, mas sempre juntos.<br><br></div><div>Atravessam verdejantes planaltos, cristalinos rios, escarpadas falésias, passando mesmo acima do nível das nuvens de algodão ou da imponente muralha da china até que, exaustos, finalmente pousam nos ramos de um chorão rosado centenário, onde a atmosfera à sua volta era cintilante, pura e rejuvenescente.<br><br></div><div>Trocam chilreados, vendo em frente dos seus olhos o paraíso, estão mais felizes do que nunca e até duvidam desta realidade; porém, uma coisa é certa: quer estejam no céu ou na terra, estão finalmente juntos e assim viverão o resto das suas vidas a concretizar o seu amor e a apreciar o que nunca antes tiveram: liberdade!<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 10:56:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11ºB - Carolina Breu e Patrícia Franco</title>
         <author>CriativaMente</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1501762669</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Um final diferente...<br></strong><br></div><div><br></div><div>Simão entra em estado meditativo:<br><br></div><div>“Neste momento, apercebo-me de que a minha vida chegou ao fim. A minha esposa do céu acabou de entrar no reino dos céus. Depois desta notícia, já não tenho algo que me motive a seguir em frente com a minha vida.”<br><br></div><div>Simão empoleira-se na borda do barco com lágrimas nos olhos, pronto para se encontrar de novo com sua amada. Repentinamente, Mariana agarra-o pelo pulso e diz:<br><br></div><div>- Por favor, Simão, não faça isso!&nbsp;<br><br></div><div>- Já não há nada que me prenda na Terra… – justifica Simão.<br><br></div><div>- Meu querido Simão, tem uma vida tão longa pela frente. Poderá sempre guardar no seu coração a recordação da sua querida Teresa, mas agora tem de seguir em frente e um dia irá reencontrá-la. Até esse dia, terá de reconstruir a sua vida. Talvez a Índia seja um bom começo. Nunca se esqueça de que esta sua amiga estará sempre ao seu lado para tudo! – refere Mariana, com lágrimas que insistem em escorrer pela face.<br><br></div><div>Simão comovido, retorna ao interior do barco e abraça Mariana, agradecendo-lhe por nunca desistir dele:<br><br></div><div>- Obrigado por tudo… - sussurra Simão ao ouvido de Mariana.<br><br></div><div>A viagem à Índia teve uma duração de dois meses, e durante esse tempo, Simão e Mariana tornaram-se inseparáveis. Ao pisarem o solo pela primeira vez, em algum tempo, sentiram uma extrema alegria e entusiasmo.<br><br></div><div>- Finalmente, chegámos ao nosso destino! – diz Simão abraçando e levantando Mariana no ar.<br><br></div><div>Após uns dias de se instalarem na Índia, Mariana e Simão escolheram ficar a viver numa pequena aldeia onde havia muitas famílias com dificuldades. Mariana teve a ideia de ajudar estas famílias, e pediu a Simão para ser o seu companheiro nesta jornada:<br><br></div><div>- Simão, tive uma ideia… - diz Mariana pensativa.<br><br></div><div>- E que ideia é essa? - inquiriu Simão.<br><br></div><div>- Estive a pensar e, como aqui existem muitas famílias com dificuldades, poderíamos fazer um pequeno grande gesto por nos terem recebido tão bem, e ensinar as crianças a ler e escrever, o que acha? - explicou.<br><br></div><div>- Sim! Concordo com essa ideia, pois foram todos muito hospitaleiros connosco. Seria uma forma de lhes retribuir. E de fazermos algo útil e verdadeiramente importante! - afirma Simão.<br><br></div><div>Dias depois, Mariana e Simão já tinham tudo preparado para as crianças. Com o passar das horas, Simão começa a perder a sua paciência, pois o barulho que elas faziam era imenso, e pensa em desistir. Mariana apercebe-se que algo de errado se estava a passar, e vai falar com Simão para tentar perceber o que era:&nbsp;<br><br></div><div>- Simão? Está tudo bem? Parece um pouco estranho…<br><br></div><div>- Está tudo bem... - diz Simão inseguro.Mas depois corrige -&nbsp; Bem... na verdade não, não está tudo bem. Estas crianças fazem tanto barulho que até fico com dores de cabeça!&nbsp;<br><br></div><div>- Simão, tente ser mais gracioso e paciente com elas! São apenas crianças, nós também já fomos assim. Não desista agora! É uma boa forma de agradecimento, pense nas famílias e no futuro destas lindas e doces crianças! - diz Mariana tentando acalmá-lo.<br><br></div><div>Simão, após refletir sobre o assunto, apercebe-se de que estava a ser egoísta. Com o passar dos dias,&nbsp; ao observar Mariana, percebe a importância que esta tem na sua vida. Repara que ela tem um grande coração e que é muito bela. Através destes pensamentos, Simão finalmente admite que sente paixão e amor por Mariana!<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 10:57:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11ºB - Carolina Costa e Luana Sousa</title>
         <author>CriativaMente</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1501763971</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O recomeço de Simão<br></strong><br></div><div>Eram onze da noite quando Simão, deitado na cama em seu quarto, triste e revoltado com toda a situação, recebe a última mensagem de Teresa. A mensagem dizia o seguinte:<br><br></div><div>“<em>Meu amor, o meu estado de saúde piorou. Sempre fui muito frágil e cada vez me sinto pior. Após a tua briga com Baltasar, a tua expulsão da escola e a consequente notícia de que ias ser transferido para um colégio interno no Canadá, comecei a sentir que o meu mundo ia acabar. Passou-me inúmeras vezes pela cabeça de que poderíamos ter um relacionamento à distância, mas a saudade não mo iria permitir. Com tudo isto, queria dizer-te que esta situação da pandemia agravou o meu estado de saúde. Não sei quanto tempo tenho, porque os médicos dizem que são mínimas as minhas probabilidades de sobreviver…</em>”<br><br></div><div>Após receber a mensagem de Teresa, Simão entrou em estado de choque, não sabendo como processar a notícia do estado da amada. Então, decide ir até ao convés para observar o mar, a lua, as estrelas e encontra Mariana a apreciar a vista do horizonte.<br><br></div><div>- A pensar na vida, Mariana?&nbsp;<br><br></div><div>- A pensar na nossa vida juntos…<br><br></div><div>- Como assim? - diz Simão confuso.<br><br></div><div>- Nada, nada… E tu, o que fazes aqui?<br><br></div><div>- Acabei de receber uma mensagem de Teresa…<br><br></div><div>- Humm… o que dizia ela? - nota-se algum ciúme na pergunta de Mariana.<br><br></div><div>Simão explica a mensagem e Mariana, ainda que perdida de amores por ele, decide ajudá-lo a arranjar um plano para que este se encontre com Teresa.<br><br></div><div>Umas horas depois, entram num pequeno bote e dirigem-se à zona costeira em frente ao convento onde Teresa se encontrava. Ambos se deparam-se com uma vedação, que cerca o convento, a qual têm de passar, para que Simão chegue à cela da sua amada. Mariana, apesar de um pouco contrariada, ajuda Simão a saltar a vedação. Com o nervosismo da situação e com o coração dividido entre as duas raparigas, o rapaz falha um pé e fica preso pelas calças. Mariana desmancha-se a rir das figuras de Simão, enquanto este se consegue libertar caindo no outro lado da vedação. Simão olha para Mariana e,nesse momento, apercebe-se de que o seu coração, na verdade, bate mais forte por ela. Aquela gargalhada iluminou a situação de tensão e fê-lo rir, algo que não acontecia há muito tempo.<br><br></div><div>Com tantos risos e gargalhadas, Teresa vem à janela do seu aposento e vê Simão feliz, como nunca o tinha visto. Demasiado feliz ao lado de outra mulher que não ela! Com isto, Teresa desfalece e acaba por desmaiar. A sua saúde tão frágil não lhe permitiu resistir a esta afronta.<br><br></div><div>Simão e Mariana têm, assim, o caminho livre para viver o seu amor. Mas com a imagem sempre presente da desgraçada Teresa...<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 10:58:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alexandre Mata 9E</title>
         <author>AlexandreMata</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1501780861</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta imagem à primeira vista parece só uma pessoa a gritar e outra pessoa com livros na cabeça e um olhar sério, mas depois de observar melhor percebi que são duas pessoas, uma desrespeituosas, que fala sem pensar, e a outra pessoa estudiosa e sensata, que pensa antes de falar e que não levanta a voz para se sentir superior. A pessoa da esquerda parece ser uma pessoa que parece estar sempre zangada com tudo e todos e a gritar sempre que fala, enquanto a pessoa da direita parece que frequenta bibliotecas e que acima de tudo respeita as pessoas ao seu redor falando de forma calma.<br>100 palavras!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 11:09:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11ºB - João Tomás Gonçalves e Maria Teresa Ruas</title>
         <author>CriativaMente</author>
         <link>https://padlet.com/CriativaMente/desafios/wish/1508611078</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Amor de Perdição</em> - um outro final...</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Teresa estava sentada na carruagem final do comboio que partira do Porto naquela manhã. Durante todo o caminho olhou pela janela, apreciando a paisagem e recolhida aos seus pensamentos. Ao passar por Coimbra um sentimento de nostalgia a assombrou: lembrou-se do seu primeiro e eterno amor, Simão. Num ato irrefletido, levada pelo sentimento, tirou o telemóvel e percorreu a sua lista de contactos até chegar ao nome do seu amado. Congelou durante alguns segundos ao se aperceber de que seria a última chamada que faria a Simão. Acabou por deixar cair o dedo em cima do nome e o telemóvel começou a chamar.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Simão acelerava pela autoestrada na carrinha de João da Cruz. Fitava o fundo da estrada, muito concentrado, enquanto recordava o ocorrido horas antes. Simão estava em frente a casa de Teresa, para a ir ver, quando Baltasar apareceu. Este era totalmente obcecado por Teresa e quando viu Simão, que sabia ser seu rival no amor por Teresa, começou a provocá-lo. Simão tentou conter-se, mas o instinto tomou conta de si e acabou por empurrar Baltasar. O jovem tropeçou e bateu com a cabeça no lancil do passeio, deixando-se ficar estendido e inanimado no chão. Simão olhou para o corpo, confuso e chocado. Nesse momento, Mariana, que vinha seguindo Simão desde que este saíra de sua casa, parou a carrinha do pai e correu para Simão.</div><div>&nbsp; -Simão! O que se passou? - Mariana olhou para o corpo inerte de Baltasar e sobressaltou-se.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Foi… foi um acidente, Mariana…&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Anda cá. - Mariana abraçou o amigo. - O que vais fazer agora?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Tenho de sair daqui. - disse Simão após um longo silêncio. - Posso levar a carrinha?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Mariana concordou de imediato e partiram os dois sem rumo definido.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Simão encontrava-se nestes pensamentos quando o telemóvel tocou. Sobressaltou-se e pediu a Mariana que o atendesse, sem ver quem era o remetente da chamada. Mariana fitou o nome - Teresa - durante algum tempo, debatida entre o ciúme e a necessidade que tinha de ver Simão feliz. O seu amor por Simão acabou por ganhar e passou-lhe o telemóvel.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Simão? Estás aí? - disse Teresa, a medo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Teresa! Meu amor! Onde estás? Esperei horas por ti…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Simão… temos de falar…&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- O que se passa? Teresa… o que me queres dizer?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Esta pode ser a última vez… nem consigo dizer…&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- A última vez o quê? Teresa, por amor de Deus! O que se passa?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Meu amor… esta vai ser a última vez que vamos falar. O meu pai quer-me longe de ti e de tudo o que tenha a ver contigo. Mandou-me para Lisboa. Vou apanhar o primeiro voo para Chicago. Ele diz que é o melhor para mim…&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Simão fica em silêncio, tentando processar a informação que acaba de receber. Mariana olha-o com preocupação e um pouco de esperança. Entretanto Simão voltou a si.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Simão?&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Estou aqui.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Eu vou-me embora de perto de ti, mas sabe que vou estar sempre no teu coração. E tu no meu. Quando nos encontrarmos outra vez verás que o nosso amor não desvaneceu. Isto digo-te e prometo-te.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Teresa… onde estás?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - O quê? Como assim?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Onde estás, Teresa?! - gritou Simão bruscamente.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Estou a passar Coimbra. Mas por que queres…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Simão desligou a chamada abruptamente e acelerou ainda mais a velha carrinha, que agora se dirigia a Coimbra. Em menos de uma hora Simão avistou o comboio onde ia Teresa. Ele não o sabia, mas sentia-o. Mariana ia ao seu lado, calada e leal, cada vez mais preocupada com o amado. Ele ao ver a linha do comboio mesmo ao seu lado e, impelido por uma vaga de coragem e loucura, virou a carrinha para a linha e parou-a mesmo no centro da ferrovia.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O comboio aproximava-se a alta velocidade. Apitou em vão à carrinha parada no meio da linha. A única solução possível foi travar a fundo e rezar para que não acertasse na carrinha. Por milagre, o comboio conseguiu parar antes de atingir os dois jovens que estavam parados em frente à carrinha. O maquinista saiu da locomotiva e ia para lhes perguntar o que se passava quando Simão se adiantou:</div><div>&nbsp; &nbsp; - Desculpe lá o incómodo, senhor, mas eu precisava mesmo muito de entrar neste comboio.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O homem ainda franziu o sobrolho, mas lá acedeu ao pedido de Simão. Entretanto, Teresa tinha percebido que o comboio estava parado e, relembrando a conversa de há instantes atrás com o amado, temia que Simão tivesse feito alguma estupidez. Por isso, assim que o comboio parou levantou-se para tentar perceber o que tinha acontecido.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Simão já desesperava, pensando que talvez se tivesse enganado no comboio ou que talvez Teresa nunca tivesse estado naquele comboio. Mas todo esse desespero se desvaneceu quando olhou para o fundo de uma carruagem e os seus olhos encontraram os de Teresa. Ficaram assim, a olhar incrédulos um para o outro, durante algum tempo até que Teresa quebrou o feitiço e correu por entre os outros passageiros em direção aos braços do seu Simão. Ele envolveu-a num abraço cheio de amor e saudade e depois beijaram-se desesperada e apaixonadamente. As pessoas à sua volta ficaram comovidas e em lágrimas por ver tão bonita cena de amor.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Entretanto, enquanto Simão recuperava a sua amada, Mariana ficara junto à carrinha, esperando pacientemente por ele e pedindo a Deus para que não encontrasse Teresa. A filha de João da Cruz fartou-se de esperar e resolveu entrar no comboio. Oxalá não o tivesse feito! Assim que entrou assistiu ao reencontro de Simão e Teresa. O ciúme tomou conta de Mariana que, para não fazer algo de que se arrependesse, saiu para a rua e se sentou dentro da carrinha. Lá descarregou a sua raiva, pontapeando o interior da carrinha do pai. Um desses pontapés abriu o porta-luvas e revelou, no seu interior,&nbsp; um revólver. A arma era tentadora e tornou-se impossível resistir-lhe quando Simão e Teresa saíram de mãos dadas do comboio.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mariana limpou as lágrimas, empunhou a pistola e saiu da carrinha. Simão vinha falando alegremente com Teresa quando viu Mariana.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Teresa, esta é a Mariana. Aquela minha amiga que é como uma irmã para mim. Mariana! Esta é a Teresa… Mariana!?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A arma estava apontada para Teresa, mesmo para o coração. Mariana estava estranhamente calma:</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Simão… desculpa… mas já não aguento mais. Não aguento que a ames e não me ames a mim! Não da forma que eu queria… Por isso, desculpa…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Simão nem teve tempo de dizer nada, Mariana já tinha disparado sobre Teresa. Simão só teve tempo de se meter entre a bala e Teresa, fazendo o que prometera a si mesmo: proteger aquele ser angelical a todo o custo. Mas parece que o destino não queria que Simão cumprisse essa promessa. A bala trespassou Simão e foi alojar-se no coração de Teresa. Os dois amantes caíram um para o outro e abraçaram-se, subindo ao Céu envoltos naquele eterno abraço de amor.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mariana manteve os olhos fechados durante todo o tiro. Quando finalmente os abriu, o seu coração já despedaçado partiu-se num milhão de bocadinhos. Olhou horrorizada o casal morto no chão. Viu que mesmo mortos eles eram perfeitos, que Simão era perfeito. A soluçar, atirou-se ao corpo do amado e abraçou-o e beijou-o desesperadamente. Foi o primeiro beijo que deu a Simão. O primeiro e o último…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A polícia, que perseguia Simão e Mariana pela morte de Baltasar, chegara no exato momento do tiro e agora aproximava-se cautelosamente de Mariana. Esta ainda estava junto a Simão e com a pistola na mão. Ao sentir os polícias a aproximarem-se, Mariana levantou-se e apontou o revólver ao peito.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Nem mais um passo! - disse entre lágrimas - Aproximam-se mais e junto-me a eles no Céu!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Menina, tenha calma. - disse um agente. - Diga-nos o que se passou aqui.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Simão… meu amor… porque é que tinhas de a amar… porquê? PORQUÊ?! - Mariana estava num total estado de alienação e soava completamente louca aos ouvidos dos polícias. - Agora só me resta ir para junto de ti… sim, para junto de ti, Simão, meu amor…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mariana fechou os olhos, esboçou um sorriso ao imaginar a vida que teria com Simão na sua morada celestial, e apertou o gatilho.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ouviu-se um estrondo e Mariana caiu no chão. Uma dor enorme surgiu-lhe no braço direito. Olhou e viu um fio de sangue a escorrer-lhe pelo braço. Viu um agente da polícia chegar perto dela. Viu que ele lhe pôs um par de algemas. E nada mais viu, pois desmaiou.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mariana acordou no dia seguinte no hospital.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Onde estou?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Num hospital. - respondeu-lhe o polícia que a prendera. - Mas daqui vais para a cadeia. Mataste duas pessoas…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mariana virou a cara e duas lágrimas escorreram-lhe pelo rosto abaixo.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Mas conta-me lá, rapariga. O que se passou para que acontecesse aquilo?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mariana contou a história ao homem que, no fim, ficou perplexo com o que acabara de ouvir.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Sempre ouvi dizer: “amor com amor se paga'' .- o polícia pousou a mão no ombro de Mariana. - Lamento muito, miúda.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No fim dessa semana, Mariana foi presa. Foi durante o tempo que esteve encarcerada que Mariana escreveu a história, esta história que agora finda, do seu amor fatal e impossível por Simão, a história do derradeiro amor que levou à perdição e que ficará para sempre eternizado nos corações de quem a ler.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 11:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>11ºB - Maria Beatriz Pinto e Tiago Gonçalves</title>
         <author>CriativaMente</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Um Amor de Perdição do séc. XXI<br></em><br></div><div>Em pleno século XXI, dois jovens - Simão e Teresa, filhos de duas famílias rivais dos Açores, os Botelhos e os Albuquerques, estão loucamente apaixonados. Trocam juras de amor eterno e estão conectados a toda a hora. Estas personagens conheceram-se no Tinder e começaram a trocar mensagens e, atualmente, encontram-se diariamente às escondidas dos pais. No dia em que Teresa completa os seus 18 anos, os pais dela tentam persuadi-la a ir estudar para Londres, para a mesma faculdade onde estes estudaram. Lá conhece Tomás Marques e este faz de tudo para a chamar a sua atenção, mas esta despreza-o, pois os seus pensamentos e o seu coração estão em Simão. Numa festa de caloiros, Tomás Marques põe diporona na bebida de Teresa de forma a tentar drogá-la. Teresa, ao perceber o sucedido, liga a Simão a soluçar e conta-lhe o que aconteceu.&nbsp;<br><br></div><div>Após este acontecimento, Simão fica furioso e revoltado e apanha o primeiro voo para Londres. Com sede de vingança e, fora de si, vai ao encontro de Tomás e confronta-o, acabando por espancá-lo violentamente até o rival ficar inconsciente. A polícia que patrulhava aquela zona encontra Tomás inconsciente e monta uma operação de perseguição ao criminoso. Simão consegue fugir e refugia-se na casa de Mariana, uma amiga de longa data. Teresa, que já não sabia de Simão há mais de 24 horas, parte à procura do mesmo no seu Tesla. Apesar do mau tempo e dos avisos para reduzir a velocidade, Teresa segue a toda a velocidade, o carro derrapa numa curva e acaba por ter um acidente violentíssimo que resulta na sua morte. Passadas umas horas, Simão vê relatos do acidente nas notícias e reconhece o carro de Teresa. Ao perceber que a sua amada está morta, é invadido por uma grande dor, fica em estado de choque e culpa-se a si mesmo.<br><br></div><div>Passada uma semana da morte de Teresa, Simão ainda deprimido e de coração partido regressa a casa juntamente com Mariana. No voo de regresso, Mariana declara o seu amor a Simão, mas este, ainda abalado pelas mágoas, diz-lhe que nunca irá conseguir esquecer Teresa.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 11:28:29 UTC</pubDate>
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         <title>8ºB</title>
         <author>CriativaMente</author>
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         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um marinheiro que navegava pelas ondas da tristeza pois não conseguia encontrar o seu baú.&nbsp;<br><br></div><div>O marinheiro, corajoso, sofre um naufrágio durante a sua jornada e acaba sozinho numa ilha abandonada. Lá, encontra um baú dourado que tinha dentro uma espada e também um poema. O seu sorriso, que há muito não surgia, reaparece quando descobre que o poema o faz voltar para casa, se atravessasse o rio lendo as belas palavras do poema.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 10:11:14 UTC</pubDate>
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