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      <title>AA4 - Assistência nutricional para gravemente enfermos by Tatiana Vieira</title>
      <link>https://padlet.com/tatianavieiraf2/vwxapf8v0mn8usur</link>
      <description>Os pacientes admitidos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) são aqueles considerados críticos, ou
seja, portadores de doenças graves, que necessitam de monitorização contínua e, ocasionalmente,
suporte ventilatório mecânico e/ou hemodinâmico. Nesse cenário a terapia nutricional é uma grande
aliada na manutenção e recuperações do estado nutricional desses pacientes, tendo em vista que a
estimativa da prevalência de desnutrição nesses indivíduos é de, ao menos, 35%. A terapia nutricional
desses pacientes é cercada de desafios: estes pacientes são, normalmente, hipermetabólicos e
hipercatabólicos, estão na maioria das vezes inconscientes, o que compromete a ingestão alimentar
e aumenta a necessidade de terapia de nutrição enteral e parenteral, e ainda estão susceptíveis aos
efeitos dos medicamentos utilizados, como os sedativos. Nesse contexto:
*Os sedativos impactam no consumo energético de pacientes em UTI? Se sim, qual a conduta
nutricional?* *Quais as atualizações relacionadas aos imunonutrientes para pacientes com Covid-19?*</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-27 16:21:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-08-31 02:29:30 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
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         <title></title>
         <author>bmolinda</author>
         <link>https://padlet.com/tatianavieiraf2/vwxapf8v0mn8usur/wish/2276847338</link>
         <description><![CDATA[<div>     Alguns sedativos impactam no consumo energético, dentre eles o Propofol (2,6 diisopropilfenol), que é um anestésico parenteral de curta duração, também utilizado em pacientes em uso de ventilação mecânica (VM) pois permite um despertar diário do paciente e a indução da respiração espontânea devido a sua meia-vida mais curta, se comparado a outros medicamentos da mesma classe. Como ele tem em sua fórmula uma emulsão lipídica de 10% de óleo de soja, apresenta um valor calórico de 1,1Kcal/ml, o que pode impactar em superalimentação calórica e hipertrigliceridemia.&nbsp;<br><br></div><div>     A partir desse exemplo, tem-se que é importante, como conduta nutricional, incluir no cálculo de ingestão calórica diária, a ingestão de calorias de alguns fármacos usados pelo paciente que possam alterar o valor calórico total ingerido.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 21:42:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tatianavieiraf2/vwxapf8v0mn8usur/wish/2276847338</guid>
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         <title></title>
         <author>bmolinda</author>
         <link>https://padlet.com/tatianavieiraf2/vwxapf8v0mn8usur/wish/2277109827</link>
         <description><![CDATA[<h1>Considerando que a gravidade do COVID-19 está relacionada à inflamação e à chuva de citocinas, e os benefícios já demonstrados de imunonutrientes como&nbsp; arginina, que tem importante papel na redução do processo de estresse metabólico, ômega 3 (melhoria da complacência pulmonar, da oxigenação, tempo de VM e de UTI em pacientes com SARA), e nucleotídeos; levanta-se a possibilidade da utilização como forma de melhorar a resposta imune em pacientes com Covid-19. (Pimentel, R.S.W. et al. The role of oral supplementation with immunonutrients in the inflammatory response in patients with COVID-19. 2020). Outros estudos, porém, avaliam que ainda são necessários mais pesquisas para um adequado manejo clínico desses pacientes, com mais evidências científicas (Lobato, et al. 2021). Um suporte apropriado de microntrientes (vitaminas A, C, E, D e complexo B), ômega 3 e elementos traço como selênio, zinco e ferro ajudam no sistema imunológico e no controle do processo inflamatório e estresse oxidativo por seus papéis na diferenciação, proliferação, maturação e função das células que compõem o sistema imunológico. Porém os estudos de suplementação para prevenção ou tratamento da COVID-19 ainda são controversos e de baixa qualidade, não provaram a segurança da suplementação em relação aos possíveis riscos (<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Hinkelmann%20JV%5BAuthor%5D">Hinkelmann</a>, J.V. et al. Nutritional support protocol for patients with COVID-19. 2022). Em relação à vitamina D, embora exerça importante função não apenas na homeostase do cálcio e metabolismo ósseo, mas também no sistema imunológico e no sistema renina-angiotensina-aldosterona, para esses benefícios, altas doses tiveram que ser usadas (10.000UI/dia), o que exige mais pesquisas para estabelecer cientificamente a eficácia e a segurança do emprego da Vitamina D na prevenção e no tratamento da COVID-19, e desenvolver protocolos. (Bostelmann, M. et al. Função moduladora da vitamina d nos sistemas imunológico e renina-angiotensina-aldosterona na prevenção e tratamento coadjuvante da covid19. 2021). Estudos apontam que suplementação de compostos antioxidantes, bioativos, imunomoduladores, minerais e vitaminas que estão em níveis baixos em pacientes com covid 19 ajudam na redução do processo infeccioso e inflamatório, porém mais pesquisas são necessárias para avaliar o impacto no prognóstico de longo prazo nesses pacientes. (Fernandes, H.M.A., et al. Assistência nutricional em pacientes com covid-19 em unidades de terapia intensiva.</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 02:29:30 UTC</pubDate>
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