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      <title>Doenças gastrointestinais do adulto by Dannyele Cristina da Silva</title>
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      <pubDate>2025-03-19 16:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>Manifestações clinícas - GASTRITE AGUDA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Pode exibir início rápido dos sintomas</p></li><li><p>Queixas de desconforto abdominal, cefaleia, cansaço, náuseas, anorexia, vômitos e soluços, que podem persistir por poucas horas a alguns dias</p></li><li><p>Gastrite erosiva que, possivelmente, provoca sangramento manifestado por fezes escuras alcatroadas (melena) ou fezes sanguinolentas de coloração vermelho-vivo (hematoquezia).</p></li></ul><p>FONTE: Brunner&nbsp;&amp;&nbsp;Suddarth</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:18:25 UTC</pubDate>
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         <title>Fisiopatologia</title>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Rompimento da barreira mucosa que protege o tecido do estômago dos sucos gástricos, permitindo que os agentes irritantes entrem em contato com a mucosa gástrica causando a inflamação;</p></li><li><p>Inflamação da mucosa gástrica e um distúrbio gastrointestinal;</p></li><li><p>Mais frequente em indivíduos idosos;</p></li><li><p>Pode constituir o primeiro sinal de infecção sistêmica aguda;</p></li></ul><p><br></p><p>FONTE: <strong>Robbins Patologia Básica</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:18:43 UTC</pubDate>
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         <title>Manifestações clínicas - GASTRITE CRÔNICA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Pode ser assintomática</p></li><li><p>Queixas de anorexia, pirose após a alimentação, eructação, sabor amargo na boca ou náuseas e vômitos</p></li><li><p>Podem ocorrer desconforto epigástrico discreto, intolerância a alimentos condimentados ou gordurosos, ou dor que é aliviada pelo consumo de alimento</p></li><li><p>O paciente pode não ser capaz de absorver a vitamina B12 e geralmente apresenta evidências de má absorção dessa vitamina; pode levar à anemia perniciosa.</p></li></ul><p>FONTE: Brunner&nbsp;&amp;&nbsp;Suddarth</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>Principais causas - GASTRITE AGUDA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Imprudência alimentar;</p></li><li><p>Doenças agudas;</p></li><li><p>Uso excessivo de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527735162/epubcfi/6/32%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter07%5D!/4/82/3:79%5Bcim%2Cent%5D">ácido acetilsalicílico e outros AINES;</a></p></li><li><p>Consumo excessivo de bebidas alcoólicas;</p></li><li><p>Refluxo biliar;</p></li><li><p>Radioterapia;</p></li><li><p>Ingestão de ácidos ou álcalis fortes;</p></li><li><p>Secreção reduzida de mucina, e bicarbonato;</p></li><li><p>Hipoxemia;</p></li></ul><p><br/></p><p>FONTE: <strong>Brunner &amp; Suddarth - Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica, 14ª edição.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:22:32 UTC</pubDate>
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         <title>ANATOMIA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>CLASSIFICAÇÃO </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:28:02 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação e achados diagnósticos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Deve-se questionar diretamente sobre o uso de anti-inflamatórios não hormonais (AINHs).</p></li><li><p>A gastrite algumas vezes está associada a acloridria ou hipocloridria (ausência ou baixos níveis de ácido clorídrico), ou a níveis elevados de secreção do ácido.</p></li><li><p>A seriografia gastrintestinal superior (GIS) e a endoscopia alta são indicadas</p></li><li><p>A biopsia com exame histológico é realizada.</p></li><li><p>Podem ser efetuados testes (sorologia, teste respiratório ou pesquisa do antígeno fecal) para anticorpos dirigidos contra o antígeno de H. pylori</p></li><li><p>Pode-se solicitar hemograma completo para avaliar se há anemia como resultado de hemorragia ou anemia perniciosa.</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>Manejo Cliníco - Gastrite Aguda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A mucosa gástrica tem a capacidade de autorreparo depois de um episódio de gastrite. Em regra, o paciente recupera-se em cerca de 1 dia, embora o apetite possa estar diminuído por mais 2 ou 3 dias. O paciente deve <mark>abster-se de bebidas alcoólicas</mark> e alimentos até o desaparecimento dos sintomas. Em seguida pode progredir para uma dieta com <mark>alimentos não irritantes</mark>. Se os sintomas persistirem, pode ser necessária a administração de líquidos intravenosos. Havendo sangramento, o tratamento assemelha-se ao da hemorragia do trato GI superior. A terapia de suporte pode consistir em <mark>antiácidos e antagonista do receptor de histamina-2 (bloqueadores H2</mark>; por exemplo, famotidina, inibidores da bomba de prótons, como lansoprazol); sondagem nasogástrica (NG) e líquidos IV podem ser necessários.</p><p><br/></p><p>FONTE: Brunner&nbsp;&amp;&nbsp;Suddarth</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:45:06 UTC</pubDate>
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         <title>Manejo Clínico - Gastrite Crônica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>As medidas essenciais ao tratamento consistem em modificação da dieta, repouso, redução do estresse, cessação do consumo de bebidas alcoólicas e de AINE e farmacoterapia de suporte incluindo antiácidos, bloqueadores H2 ou inibidores da bomba de prótons. A gastrite relacionada com a infecção pelo H. pylori é tratada com combinações de medicamentos selecionados, que podem incluir vários antibióticos e um inibidor da bomba de prótons.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Terapia farmacológica:</strong> antibióticos, inibidores da bomba de prótons (Omeprazol, Pantoprazol e Lanzoprazol) e sais de bismuto que suprimem ou erradicam o H.Pylori. A terapia recomendada por 10 a 14 dias inclui a terapia tríplice com dois antibióticos (metronidazol ou amoxilina e claritromicina mais um inibidor da bomba de prótons. Não se deve administrar antiácidos juntamente com derivados omeprazólicos, isto porque os derivados omeprazólicos necessitam de um pH ácido para realizar efeito.</p></li></ul><ul><li><p><strong>Tratamento cirúrgico:</strong> pode ser indicado para pacientes com úlceras intratáveis, hemorragia potencialmente fatal, perfuração e obstrução bem como para aqueles com Síndrome de Zollinger‑Ellison (SZE, tumor de pâncreas ou duodeno que causa liberação excessiva do hormônio gastrina, aumentando a produção gástrica de HCl) que não respondem ao tratamento medicamentoso. Os procedimentos cirúrgicos incluem Vagotomia (transecção de nervos que estimulam a secreção ácida e a abertura do piloro) com ou sem Piloroplastia, Antrectomia (remoção da porção do antro do estômago) com anastomose com o duodeno (gastroduodenostomia ou Billroth I) ou o jejuno (gastrojejunostomia ou Billroth II).</p></li></ul><p><br></p><p>FONTE: Brunner&nbsp;&amp;&nbsp;Suddarth</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:45:53 UTC</pubDate>
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         <title>Doença de Crohn - DC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>É uma DII que se manifesta em qualquer porção do trato digestivo, da cavidade oral à região anal, embora com acometimento mais frequente na região do íleo, cólon e região perianal</p></li><li><p>Sua patogênese não está completamente esclarecida, mas sugere-se o envolvimento de fatores genéticos, sistema imune e gatilhos ambientais. É uma doença crônica e sem cura, que se apresenta ao longo da vida como crises agudas e períodos de remissão&nbsp;</p></li><li><p>os sintomas mais comuns são:&nbsp;</p><ul><li><p>diarreia (por mais de 6 semanas, como critério para diferenciação com diarreia aguda infecciosa)</p></li><li><p>dor abdominal</p></li><li><p>febre, perda de peso&nbsp;</p></li><li><p>sangramento retal</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:53:09 UTC</pubDate>
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         <title>Diferenças entre DC e RCU</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:56:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>diessicablemm</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Conceito&nbsp;</strong></p><p>Perda delimitada de tecido do trato digestivo que estão expostas a secreção cloridropéptica, ou seja perde-se a mucosa gástrica e a secreção ácida penetra nas paredes. Essas lesões variam de 5 mm a vários cm e afetam o terço inferior do esôfago, estômago, duodeno proximal e divertículo de meckel.&nbsp;</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 18:10:25 UTC</pubDate>
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         <title>PROCESSO DE ENFERMAGEM - AVALIAÇÃO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Dados subjetivos,</strong> como: queixas do paciente; histórico de estilo de vida e alimentar; uso excessivo de substâncias, bebidas e alimentos irritantes; histórico de uso excessivo de AINES; relato de sintomas; entre outros.</p><p><br/></p><p><strong>Dados objetivos:</strong> SSVV, exame físico; sinais clinícos; entre outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 18:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>PROCESSO DE ENFERMAGEM -  DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Dor aguda relacionada à lesão da mucosa gástrica;</p></li><li><p>Ansiedade relacionada à doença gástrica;</p></li><li><p>Déficit de conhecimento sobre medidas de prevenção e controle da condição;</p></li><li><p>Risco de motilidade gastrointestinal prejudicada;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 18:36:47 UTC</pubDate>
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         <title>PROCESSO DE ENFERMAGEM - PLANEJAMENTO</title>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Observar e registrar a ocorrência, a intensidade e a característica da dor abdominal.</p></li><li><p>Inspecionar, palpar e auscultar o abdome para detectar a ocorrência de alterações tais como distensão, rigidez e abolição de ruídos hidroaéreos.</p></li><li><p>Observar e registrar a ocorrência e a característica de vômitos.</p></li><li><p>Observar e registrar a ocorrência de sangue nos vômitos e/ou nas fezes.</p></li><li><p>Monitorar sinais vitais (para a ocorrência de taquicardia e hipotensão).</p></li><li><p>Instituir acesso venoso periférico para terapia com medicamentos e fluidos intravenosos.</p></li><li><p>Colher amostra de sangue venoso para monitorizar níveis do hematócrito e da hemoglobina.</p></li><li><p>Observar e registrar volume urinário.</p></li><li><p>Instalar SNG para lavagem gástrica nos casos em que ocorrer hematêmese → avaliar perdas, remover coágulos, prevenir distensão abdominal, náuseas/vômitos</p></li><li><p>Incentivar paciente a alternar atividades e repouso para evitar quadros de fadiga e intolerância à atividade.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 18:37:16 UTC</pubDate>
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         <title>PROCESSO DE ENFERMAGEM - IMPLEMENTAÇÃO</title>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Realizar sinais vitais de 6 em 6 horas - téc. e enfermeiro;</p></li><li><p>Instalar SNG, em caso de hematêmese - enfermeiro;</p></li><li><p>Manter exame fisico abdominal de 6 em 6 horas - téc. e enfermeiro;</p></li><li><p>Administrar medicações conforme prescrição médica - téc, e enfermeiro;</p></li><li><p>Manter a cabeceira elevada, em casos de pirose - téc. e efermeiro;</p></li><li><p>Incentivar uma alimentação mais balanceada, mais saudável e menos irritativa, reduzir cafeína, laticínios, bebidas gaseificadas, etc. - téc. e enfermeiro;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 18:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>Gastrite associada à H. pylori 🧫🦠</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A maioria das gastrites por H. pylori é assintomática, mas está normalmente associada a sintomas de intestino grosso na ausência de úlcera. Contudo, apenas um terço ou menos dos pacientes infectados com “dispepsia funcional” obtêm alívio sustentado dos sintomas após a terapia de erradicação. Isto porque a dispepsia funcional é uma condição heterogênea que pode ser decorrente de diferentes mecanismos. H. pylori pode ser causal em alguns pacientes sintomáticos e pode estar presente acidentalmente em outros. No entanto, a proporção de pacientes infectados que melhoram após a terapia de erradicação é maior do que aqueles que recebem terapia empírica com supressão ácida. Além disso, os pacientes podem beneficiar de um risco reduzido de úlcera e câncer ao longo da vida, especialmente se forem tratados antes do aparecimento de alterações histológicas adversas na mucosa gástrica.</p><p><br></p><p>FONTE: Diretrizes mundiais da Organização Mundial de Gastroenterologia</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 18:45:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento H. Pylori 🩺💊</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>O tratamento de primeira linha</strong> deve ser feito com amoxicilina 1g + claritromicina 500 mg + omeprazol 20 mg (ou outro IBP – por exemplo: pantoprazol 40 mg, lansoprazol 30 mg, esomeprazol 20 mg, dexlansoprazol 60 mg), todos os medicamentos a cada 12 horas, por 14 dias.</p><p>A duração do tratamento de erradicação do H. pylori deve ser de 14 dias, conforme as mais recentes diretrizes, tanto brasileira como internacionais, especialmente nos esquemas tríplices, compostos por dois antibióticos e um inibidor de bomba de prótons (IBP).</p><p><mark>Para retratamento, o esquema de segunda linha</mark> mais utilizado é feito com a substituição da claritromicina por levofloxacino. Este esquema pode ser feito por 10 a 14 dias.</p><p>Outros esquemas de tratamento (que também podem ser usados como primeira em alérgicos à penicilina) podem ser feitos substituindo-se a amoxicilina por furazolidona ou metronidazol.&nbsp; Esquemas quádruplos são alternativas eficazes, embora tenham uma posologia mais complexa.</p><p>Em pacientes com úlcera péptica, recomenda-se a extensão do uso de IBP por 4 a 8 semanas após o término do esquema de erradicação.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://aps-repo.bvs.br/aps/quais-sao-as-opcoes-de-tratamento-para-erradicacao-de-helicobacter-pylori/" />
         <pubDate>2025-03-19 18:56:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>diessicablemm</author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3373600934</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>FISIOPATOLOGIA</strong></p><p>A úlcera péptica ocorre devido a um desequilíbrio entre os fatores de proteção e de destruição da mucosa gástrica.</p><p>Nos fatores de proteção à mucosa gastrointestinal, o muco gástrico e o óxido nítrico (NO), sintetizado pelo NO sintase (NOS) neuronal e endotelial.</p><p>Por outro lado, os fatores de destruição são a infecção pela bactéria H.pylori, medicamentos como AAS e aspirina, e o NO sintetizado pela NOS induzível.&nbsp;</p><p>Quando a&nbsp; mucosa superficial protetora e danificada , ocorre uma exposição a acidez das camadas internas, comprometendo a secreção de bicarbonato pelas células mucosas e propiciando a formação da úlcera péptica&nbsp;<br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-19 18:56:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>diessicablemm</author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3373604076</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>CLASSIFICAÇÃO</strong></p><p>Classifica-se pela porção afetada (gástrica ou duodenal) e pela causa (primária, secundária)</p><p>→ <strong>Primária</strong></p><p>Úlceras Pépticas primárias ocorrem sobretudo na região bulbo duodenal. E possui prevalência em crianças &lt; 10 anos, com curso clínico crônico.&nbsp;</p><p>Não há doenças sistêmicas subjacentes.</p><p><br></p><p>→ <strong>Secundária</strong></p><p>Úlceras localizam-se no estômago e/ou duodeno,possuem uma manifestação clínica mais aguda e manifestam-se em neonatos, lactentes e crianças &gt; 6 anos.&nbsp;</p><p>Está associada a doenças como sepse, lesões ou trauma crânio-encefálico, queimaduras extensas, acidose, hipoglicemia, choque, insuficiência respiratória, AINEs e corticoides.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-19 18:59:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>diessicablemm</author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3373607703</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>FATORES DE RISCO</strong></p><p>▶ Infecção por Helicobacter pylori;</p><ul><li><p>Bactéria com capacidade migratória,que alcaliniza a área colonizada e age contra a produção de somatostatina pelas células D, a qual resulta na hiperprodução de clorídrica.&nbsp;</p></li></ul><p>▶&nbsp; Uso de AINEs:</p><ul><li><p>Pode causar complicações mais sérias como: perfuração, hemorragia e obstrução pilórica.</p></li></ul><p>▶ Medicamentos: corticoides e cloreto de potássio</p><p>▶ Tabagismo;</p><p>▶ Etilismo</p><p>▶ Estresse</p><p>▶ Isquemia</p><p>▶ Esteroides;</p><p>▶ Agentes quimioterápicos&nbsp;</p><ul><li><p>fluorouracil</p></li></ul><p>▶ Radioterapia;</p><p>▶ Infiltração eosinofílica</p><p>▶ Cirurgia Bypass;</p><p>▶ Distúrbios Metabólicos:</p><ul><li><p>Síndrome de Zollinger Ellison, mastocitose sistêmica, fibrose cística e hiperparatireoidismo.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-19 19:03:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>diessicablemm</author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3373611875</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>EPIDEMIOLOGIA</strong></p><p>A úlcera péptica é uma doença bastante proeminente, sendo considerada um problema de saúde mental. Cerca de 5% a 10% da população é afetada, fatores como sexo, idade e localização geográfica podem influenciar a incidência. Afeta principalmente a porção duodenal, sendo mais frequente em indivíduos do sexo masculino.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-19 19:07:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>diessicablemm</author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3373615001</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS</strong>&nbsp;</p><p>→ <strong>Primária</strong></p><p>Dor abdominal, hemorragia digestiva alta, hematêmese ou melena e vômito. Bem como, dor noturna entre meia noite e três horas da manhã&nbsp;</p><p>Pode durar vários dias ou semanas desaparecendo a seguir por semanas ou meses, para reaparecer meses ou anos depois.&nbsp;</p><p>→ <strong>Secundária</strong></p><p>Hemorragia digestiva alta, dor epigástrica, tipo queimação com ritmicidade ou seja com horário certo para o seu aparecimento, ligado ao ritmo alimentar ocorrendo de 2 a 3 horas após alimentação ou a noite e cedendo com o uso de alimentos ou alcalinos.</p><p>acompanhada por vômitos não sanguinolentos</p><p>30 a 40% dos pacientes portadores de úlcera péptica tem familiares de primeiro grau com a doença.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-19 19:11:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Principais causas - GASTRITE CRÔNICA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Úlceras benignas ou malignas do estômago;</p></li><li><p>Helicobacter pylori;</p></li><li><p>Doenças autoimunes;</p></li></ul><p><br/></p><p>FONTE: <strong>Brunner &amp; Suddarth - Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica, 14ª edição</strong>.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-19 19:17:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Recorte da Diretriz manejo da Dispepsia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 19:22:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AO EXAME FÍSICO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3377655665</link>
         <description><![CDATA[<p>Se houver suspeita de:</p><ul><li><p>Sangramento ou vômito, checar pulso, preenchimento capilar e pressão arterial.</p></li><li><p>Melena: realizar exame de toque retal.</p></li><li><p>Sinais de perfuração pode ser indicados em caso de dor à descompressão brusca nos quadrantes superiores, rigidez abdominal generalizada e temperatura no local alterada.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-22 18:48:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3377732019</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>COMPLICAÇÕES</strong></p><p>▶ <strong>Hemorragias</strong></p><p>Causar anemias, fraqueza, redução da PA, sudorese, sede e desmaios.&nbsp;</p><p>▶ <strong>Penetrar órgãos adjacentes</strong></p><p>Atingir fígado ou pâncreas, causando dor intensa.</p><p>▶ <strong>Perfuração</strong></p><p>Perfurar a parede do duodeno, causando dor em toda região abdominal, febre (casos infecção) ou até choque.&nbsp;</p><p>▶ <strong>Obstrução</strong></p><p>Os tecidos inflamados incham restringindo a saída do estômago e estreitando o duodeno, causando vômitos e regurgitamento, assim pode haver perda de peso, desidratação e desequilíbrio eletrolítico.&nbsp;</p><p>▶ <strong>Câncer</strong></p><p>Nos casos em que há presença da Helicobacter Pylori.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-22 23:35:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>GECA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3378433146</link>
         <description><![CDATA[<p>Definição: É a sigla para gastroenterocolite aguda, uma inflamação gastrointestinal que afeta o estômago, o intestino delgado e o intestino grosso.</p><p>É causada principalmente vírus, mas também pode ser causada por bactérias, parasitas, toxinas químicas ou medicamentos.</p><p><br></p><p>Os sintomas incluem:</p><p>* Diarreia;</p><p>* Náuseas e/ou vômitos;</p><p>* Dor abdominal;</p><p>* Febre;</p><p>* Falta de apetite;</p><p>* Cansaço;</p><p>* Desidratação;</p><p>* Perda de peso;</p><p>* Mal-estar geral;</p><p>* Cólicas abdominais.</p><p><br></p><p>O tratamento consiste em repouso e ingestão de líquidos. Em casos mais graves, o médico pode prescrever medicamentos antieméticos para alívio de enjôos e vômitos, antidiarreicos, probióticos e antibióticos em casos específicos em que a doença tem origem bacteriana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 00:16:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diretriz/Tratamento GECA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3378438682</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 00:21:02 UTC</pubDate>
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         <title>Colites</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Definição: caracteriza como uma inflamação do cólon, que é uma parte do intestino grosso podendo ter várias causas, entre elas:</p><ul><li><p>Intoxicação alimentar;</p></li><li><p>Distúrbios inflamatórios;</p></li><li><p>Doenças autoimunes;</p></li><li><p>Estresse, ansiedade e pressão psicológica;</p></li><li><p>Síndrome do intestino irritável;</p></li><li><p>Ausência de fluxo sanguíneo;</p></li><li><p>Radiação passada para o intestino grosso;</p></li><li><p>Reação alérgica a alimentos.</p></li></ul><p><br></p><p>Sintomas: dor abdominal, diarreia, febre e sangue ou muco nas fezes. Portanto, existem diferentes tipos de colite, dependendo da causa, como colite ulcerativa, colite infecciosa etc. Onde os sintomas poderão ser diferentes.</p><p><br></p><p>Tratamento: geralmente varia conforme o tipo específico e pode envolver medicamentos, ajustes na dieta e, em casos mais graves, até mesmo cirurgia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 03:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Colite isquêmica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Definição: é a redução temporária do fluxo sanguíneo para o colo, sendo mais comum entre pessoas com doenças cardíacas e dos vasos sanguíneos, pessoas que foram submetidas a cirurgias na aorta ou pessoas que têm problemas de coagulação sanguínea aumentada. A colite isquêmica afeta principalmente pessoas com 60 anos ou mais.</p><p><br></p><p>Sintomas: o sintoma mais marcante é a dor abdominal, sendo mais percebida pelo lado esquerdo. A pessoa evacua fezes pouco consistentes, geralmente acompanhadas de coágulos vermelho escuro. Algumas vezes, evacua-se sangue vermelho vivo sem fezes. Também pode ser apresentado episódios de febre baixa.</p><p><br></p><p>Diagnóstico: Tomografia computadorizada (TC) ou, algumas vezes, colonoscopia.</p><p><br></p><p>Tratamento: </p><ul><li><p>Antibióticos, para prevenir infecções.</p></li><li><p>Fluidos intravenosos, se a pessoa estiver desidratada.</p></li><li><p>Tratamento para qualquer condição médica subjacente, como insuficiência cardíaca congestiva ou batimento cardíaco irregular.</p></li><li><p>Repouso intestinal, o que pode envolver a ingestão temporária de nutrientes por meio de uma sonda de alimentação.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 20:13:03 UTC</pubDate>
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         <title>Retocolite Ulcerativa (RCU)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Retocolite Ulcerativa (RCU) é uma doença inflamatória intestinal crônica que afeta principalmente o cólon e o reto. Ela se caracteriza por inflamação contínua na mucosa do intestino grosso, causando sintomas como diarreia com sangue, dor abdominal e urgência para evacuar.</p><p>Principais Características</p><p>🔹 Causa: Embora a origem exata não seja totalmente compreendida, acredita-se que envolva fatores genéticos, imunológicos e ambientais. O sistema imunológico ataca erroneamente a mucosa do intestino, provocando inflamação.</p><p>🔹 Sintomas: Além da diarreia sanguinolenta, pode haver fadiga, perda de peso, febre baixa e anemia. Em alguns casos, podem surgir manifestações extraintestinais, como dores articulares e problemas na pele.</p><p>🔹 Diagnóstico: É feito por meio de exames como colonoscopia com biópsia, além de exames laboratoriais para avaliar inflamação (PCR, VHS).</p><p>🔹 Tratamento: Inclui o uso de aminossalicilatos (5-ASA), corticoides, imunossupressores e terapias biológicas para controle da inflamação. Casos graves podem exigir cirurgia para remoção do cólon.</p><p>🔹 Diferença para a Doença de Crohn: Ambas são doenças inflamatórias intestinais, mas a RCU afeta apenas o cólon e reto, enquanto a Doença de Crohn pode atingir qualquer parte do trato gastrointestinal, desde a boca&nbsp;até&nbsp;o&nbsp;ânus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 18:37:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Como é feito o diagnóstico?</p><p>A endoscopia digestiva alta é o exame mais indicado para diagnosticar a úlcera, pois permite visualizar a lesão diretamente e, se necessário, realizar biópsias para descartar câncer gástrico.</p><p><br></p><p>Outros exames podem ser usados em situações específicas:</p><p>Dosagem de gastrina sérica e testes de secreção gástrica – indicados quando há suspeita de gastrinoma (tumor que causa aumento da produção de ácido gástrico).</p><p>Ecoendoscopia – utilizada quando há dúvida sobre a natureza da lesão, especialmente para avaliar úlceras malignas.</p><p><br></p><p><br></p><p>Investigação da presença do Helicobacter pylori (H. pylori)</p><p>A bactéria&nbsp; H. pylori é um dos principais fatores envolvidos no desenvolvimento da úlcera péptica. Sua detecção pode ser feita por diferentes métodos, divididos em invasivos e não invasivos</p><p><br></p><p>✅ Métodos invasivos (realizados durante a endoscopia):</p><p>- Pesquisa histológica– análise de amostras da mucosa gástrica.</p><p>- Teste da urease– identifica a presença da bactéria com base na produção de amônia.</p><p><br></p><p>✅ Métodos não invasivos (sem necessidade de endoscopia):</p><p>- Teste respiratório com ureia marcada (C13 ou C14)– o paciente ingere uma substância contendo ureia marcada, e se houver H. pylori, ela será transformada em gás carbônico detectável no ar expirado.</p><p>- Pesquisa de antígenos fecais– detecta proteínas da bactéria nas fezes.</p><p>- Testes sorológicos (anticorpos anti-H. pylori)– indicam infecção passada ou presente, mas não distinguem se a bactéria ainda está ativa.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 18:21:42 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em casos de úlcera péptica secundária à infecção pelo HP, a base do tratamento neste caso é eliminar o microorganismo. O uso de anti-secretor, em sua maioria, um inibidor de bomba protônica ou citrato de ranitidina bismuto, associado com 2 antibacterianos, usados de 7 a 10 dias.</p><p>Em casos mais graves como hemorragia digestiva ou cirurgia para úlcera perfurada, é recomendado o uso do anti-secretor por mais 4 a 8 semanas, para obter a cicatrização.&nbsp;</p><p>Deve-se realizar controle da cura de 2 a 3 meses após o fim do tratamento, sendo o teste com ureia marcada o ideal para o controle, para evitar o falso-negativo evitar realizar o teste em pacientes que estejam em tratamento com antibióticos e anti-secretores.&nbsp;</p><p><br></p><p>O tratamento para ulceras decorrentes do uso continuo de AINES envolve o uso de anti-secretores e/ou prostaglandinas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 20:58:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>diessicablemm</author>
         <link>https://padlet.com/dcsilva2/vwqfrkrl98bsce4t/wish/3393079154</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM</strong></p><p><br/></p><ol><li><p>Dor aguda relacionada à úlcera péptica e evidenciada por dor em região epigástrica, vômito e hematêmese.</p></li><li><p>Padrão de sono ineficaz relacionada à dor epigástrica por úlcera péptica e evidenciada por dor aguda e intensa noturna entre meia noite e três horas da manhã.</p></li><li><p>Risco de choque relacionada ao agravamento da úlcera péptica.</p></li><li><p>Risco de ingestão nutricional inadequada, relacionado a dor ou desconforto ao ingerir alimentos.</p></li></ol><p><br/></p><p><strong>Intervenção de Enfermagem</strong></p><ol><li><p>Realizar administração de medicamento antiemético para diminuição da emése.</p></li><li><p>Realizar administração de medicamento para dor de acordo com prescrição, se não houver alergia medicamentosa, e antiácido para alívio imediato do desconforto abdominal.</p></li><li><p>Conscientizar o paciente acerca do uso exacerbado e sem indicação médica dos AINEs por longo período de tempo.</p></li><li><p>Encaminhar para adequação da dieta, para que ingira todos os nutrientes necessários sem piorar o estado do paciente.</p></li><li><p>Orientar o paciente quanto aos riscos do consumo de álcool e outros agravantes da doença, além da importância da adesão e realização correta do tratamento,</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 17:03:29 UTC</pubDate>
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