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      <title>Entrega 6 by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-26 01:07:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luaneveloso2018</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com a concorrência cada vez mais acirrada, as organizações têm procurado desenvolverem estratégias de adaptação de mudanças. A logística com suas ferramentas mostra-se aliada das empresas, como uma opção de estratégia competitiva diante do mercado consumidor.  A logística tornou-se um dos principais meios para a tomada de decisão, uma vez que a mesma cuida desde a matéria-prima até o produto final. Dessa maneira, a gestão de estoque quando realizada de forma eficiente permitirá a uma empresa executar suas operações sem problemas, desde aquisição, produção e vendas. Sendo assim, a Curva ABC é uma importante ferramenta para auxiliar no processo de gerenciamento de estoque.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 18:08:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luaneveloso2018</author>
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         <description><![CDATA[<p>É chamada de curva (ABC), pois são separados de acordo com o retorno que dão à empresa e são divididos em três classes de produto: A, B e C. Com isso, a curva (ABC) ajuda os gestores na tomada das decisões, define os produtos que mais vendem, o giro de estoque, os produtos que geram mais lucros e, por fim, define como irão direcionar os recursos da empresa.</p><p>De acordo com Pereira (1999), a análise (ABC) é comumente usada para determinar o método mais econômico para controle dos itens de estoque, pois, através dela, tem-se a possibilidade de reconhecer que nem todos os itens estocados merecem a mesma atenção por parte da administração ou precisam manter a disponibilidade em estoque para atingir a satisfação dos clientes.</p><p>De acordo com Ballou (2006), o ponto mais importante é que os produtos precisam receber tratamento diferenciado. O conceito 80-20, baseado nas vendas, determina quais produtos receberão os variados níveis de tratamento logístico.</p><p>Oliveira (2011) ressalta que a curva ABC é uma ferramenta gerencial que permite identificar quais itens requerem atenção e tratamento adequados quanto à sua importância. O gerenciamento do estoque é, enfim, indispensável para que seja alcançada a excelência na administração da empresa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/30580" />
         <pubDate>2025-10-01 18:15:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luaneveloso2018</author>
         <link>https://padlet.com/luaneveloso2018/vwc3o095mkcwih4e/wish/3613942664</link>
         <description><![CDATA[<p>A  utilização  da  curva  ABC  é  extremamente  vantajosa,  todavia,  pode-se  reduzir as imobilizações  em  estoque  sem  prejudicar  a  segurança,  já  que  ela  controla  mais rigidamente  os  itens  de  classe  A  e,  mais  superficialmente,  os  de  classe  C.  Rabelo  e Ventura ainda afirmam que a curva ABC é assim chamada em razão de dividir os dados obtidos em três categorias distintas, denominadas classe A, B e C (Rabelo &amp; Ventura, 2018).</p><p><br>Na classe A estão os itens mais importantes e que devem receber toda atenção no momento inicial do estudo; na classe B, estão itens intermediários e que deverão ser tratados  logo  após  as  medidas  tomadas  sobre  os  itens  de  classe  A;  e,  na  classe  C, estão os itens de menor importância, embora volumosos em quantidade, possuem valor monetário  reduzido,  permitindo  maior  espaço  de  tempo  para  sua  análise  e  tomada  de ações (Rabelo &amp; Ventura, 2018).A  curva  ABC  baseia-se  nas teorias  econômicas  do  italiano  Vilfredo  Paretto,  e trata-se de um método de classificação de informações a fim de se separar os itens de maior  importância.  A  partir  disso,  os  mesmos  são  tratados  como  prioridade,  por apresentar maior demanda valorizada (Wescinski, 2017). Conforme Da Silveira (2018), a curva ABC visa o controle de estoques de componentes, classificando-os de maneira proporcional ao seu retorno financeiro na empresa, conforme a Figura.</p><p><br/></p><p>A  classificação  típica  do  estoque  apresenta  uma  configuração  onde  20%  dos itens  são  considerados  classe  A,  30%  classe  B  e  os outros 50% classe  C.  Não  existe uma regra fixa para determinar esse ranking, uma vez que em cada organização esses valores  podem  variar.  Assim,  deve-se  comtemplar  a  regra  80/20,  também  conhecida como Princípio de Pareto, que aproximadamente 20% de qualquer recurso respondem por 80% das atividades relacionadas a esses recursos (Rodrigues &amp; Carreira, 2018).</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 18:20:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luaneveloso2018</author>
         <link>https://padlet.com/luaneveloso2018/vwc3o095mkcwih4e/wish/3615965725</link>
         <description><![CDATA[<p>Caso Novo Nordisk – Unidade de Hillerød (Dinamarca)</p><p>Na planta industrial da <strong>Novo Nordisk em Hillerød</strong>, um estudo acadêmico analisou o uso da Curva ABC na <strong>gestão de estoques</strong>. A empresa enfrentava um problema: o armazém estava com <strong>ocupação acima de 95%</strong>, o que dificultava a operação e aumentava custos.</p><p>Foram identificadas falhas em três pontos principais:</p><ul><li><p><strong>Ponto de ressuprimento (Reorder Point – ROP):</strong> o nível de estoque no qual é necessário realizar um novo pedido para evitar faltas.</p></li><li><p><strong>Classificação ABC:</strong> estava sendo aplicada de forma muito simplista, sem considerar outros fatores além do valor.</p></li><li><p><strong>Estoque de segurança (Safety Stock – SS):</strong> a quantidade extra mantida como “reserva” para cobrir variações de demanda ou atrasos de fornecimento.</p></li></ul><p><strong>O que foi feito</strong></p><ol><li><p><strong>Revisão da Curva ABC</strong></p><ul><li><p>Antes: itens classificados só pelo <strong>valor movimentado</strong>.</p></li><li><p>Depois: passaram a considerar também o <strong>custo de manutenção em estoque</strong> e a <strong>criticidade</strong> para o processo produtivo.</p></li></ul></li><li><p><strong>Ajustes no Ponto de Ressuprimento (ROP)</strong></p><ul><li><p>Em vez de aplicar um cálculo padrão para todos os itens, o ROP passou a ser definido de acordo com a <strong>classe ABC</strong> e a <strong>demanda histórica</strong> de cada SKU.</p></li></ul><p><em>(SKU = Stock Keeping Unit → unidade de controle de estoque; basicamente cada produto ou item individual que é armazenado).</em></p></li><li><p><strong>Redefinição do Estoque de Segurança (SS)</strong></p><ul><li><p>Antes: SS definido de forma genérica.</p></li><li><p>Depois: passou a ser <strong>maior para itens A</strong>, que não podem faltar, e <strong>menor para itens C</strong>, que têm baixo impacto.</p></li><li><p>Também consideraram a <strong>variabilidade da demanda</strong>: itens com demanda muito instável ganharam um SS maior.</p></li></ul></li></ol><p> Resultados</p><ul><li><p><strong>Nível de serviço mantido em 95%</strong> (ou seja, 95% dos pedidos atendidos sem falta de estoque).</p></li><li><p><strong>Redução de custos de armazenagem em ~4,8% ao ano</strong>, graças à diminuição de volumes estocados desnecessariamente.</p></li><li><p><strong>Otimização do espaço do armazém</strong>, que já estava saturado.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 20:48:38 UTC</pubDate>
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