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      <title>Medo e Ousadia - Cap. 3. by Vinícius Lima Lousada</title>
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      <description>Criado sem nenhum tipo de arrependimento</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-16 20:36:51 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Acredito que se não sonharmos como educadores, de nada vale a prática e não haverá transformação. Diariamente nós professores somos pegos sonhando e imaginando como seria se... ou como será quando... Sonhamos em melhorar nossas escolas e nossos educandos, mas acima de tudo, nossas estruturas sociais. O sonho é parte de uma fuga da realidade, na maioria da vezes, pois sabemos que nosso trabalho pode estar modificando algo ali, agora ou daqui pra frente. Quando nos deparamos com gestões dominadoras, que nos calam, nos engessam, o sonho é aquela LUZ lá no fim do túnel que não nos faz desistir. Sempre gostei de uma frase, onde lembro só uma parte, mas que diz assim: [...] <em>só quem sonha sabe o verdadeiro valor de sonhar!</em> (autor desconhecido). <strong>Os sonhos nos movem para uma educação mais justa e menos desigual. Nos move a refletir, para poder agir. Os sonhos são os caminhos onde queremos chegar. Nunca deixe de sonhar!</strong><br><br>Thais Manini</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 23:56:40 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>"Desafiar a dominação", me motiva demais. Existimos num sistema de dominação, o maior engole o menor. Os professores que não vivem alienados, tem olhar crítico, sonham com a transformação é um aprendiz ativo nas mudanças para uma educação libertadora. O professor pode e deve fazer a diferença. Eles são a cara da educação, na sua prática pode fazer a diferença.&nbsp; Como futuros pedagogos, devemos ter esperanças que a nossa formação está sendo capaz de identificar que podemos avançar para uma educação de qualidade e libertadora e podemos realizar nossos sonhos políticos, mudanças sim, retroceder jamais.<br>Rosana Lara</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 14:19:57 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Educação libertadora como um sonho possível. Por diversas vezes trazer à tona e fazer com que os alunos vivenciem a liberdade na educação é desafiador para o professor, após tantas experiências com a educação bancária, os alunos tem um certo receio quando se deparam com algo libertador e tendem a manipular o educador.<br>Neste momento o professor precisa ser um líder para realizar a educação libertadora, ele se difere sim do aluno.<br><br>Francieli Menger</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 22:26:14 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cabe enfatizar que essa parte do texto remete ao que tem sido objeto&nbsp; de discussão em nossas aulas deste componente curricular: o poder dominante moldando a educação à sua necessidade. Diante disso, vemos ao menos três pontos explanados neste fragmento do último parágrafo do capítulo 3. Um deles, seria o objetivo de transformar algo. Outro deles, seria o enfrentamento ao desafio que é posto para alguma transformação. E mais um, seria a evidência da distinção entre estudante e professor e o papel deste segundo.</div><div><br></div><div>Ora, se não há espaço para a criatividade, se é exigido que se cumpra um compartilhar de conhecimento com uma fórmula que não é personalizada, como o professor poderia cogitar alguma transformação neste ambiente?&nbsp;</div><div><br></div><div>Se o professor que está ali, precisa antes de tudo assumir também a posição desafiante ao currículo tradicional, colocando a si em algum grau de risco, ele precisa acreditar ainda mais, para conseguir compartilhar mais que conhecimento, ele precisa compartilhar sonhos e esperança.</div><div><br></div><div>Por fim, há a identificação de que todo processo de transformação precisa de um líder, e que neste cenário, a liderança é papel do professor. Assim, entendo desta fala de Ira, que deve-se compreender que cada peça da engrenagem tem a sua função para que a máquina mude, e para que o sistema seja transformado. E isto não seria falta de democracia em sala de aula, seria sim, a exemplificação de que é possível ser democrático e ainda assim admitir a autoridade de quem lidera. Lembrando que autoridade&nbsp; não&nbsp; é sinônimo de autoritarismo.</div><div><br><br><br></div><div>Thainah Mazin</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 12:17:41 UTC</pubDate>
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