<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Gastro  by Julia Hasegawa</title>
      <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty</link>
      <description>Estudar para o Quizz e Prova</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-03-16 17:34:44 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2020-03-26 02:02:12 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Inflamatório</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462134273</link>
         <description><![CDATA[<div>É o tipo mais comum, que normalmente inicia com algum tipo de obstrução mecânica ou alguma mudança anatômica que causa fenômenos de caráter inflamatório na parede da víscera, o que pode acarretar em uma infecção e consequentemente comprometer a vascularização do órgão. 	</div><div>	Tem como causas: <strong>Apendicite* Colecistite* Colangite Pancreatite Diverticulite (cólon/Meckel) Peritonite Doença inflamatória pélvica Linfadenite mesentérica Megacólon tóxico Tiflite Pielonefrite Gastrenterite</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:36:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462134273</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Obstrutivo</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462134403</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresentação clínica normalmente por cólica intestinal devido esforço das alças. As causas podem ser do tipo Mecânica : Bridas/aderências Hérnias parietais Hérnias internas Neoplasia (1a ou metastática) Vólvulo Doença inflamatória intestinal (especialmente Crohn) Radiação prévia Intussuscepção Fecaloma Íleo biliar Corpo estranho/bezoar Bolo de áscaris Cápsula endoscópica impactada; e tipo Funcional: Íleo Funcional e Síndrome Olgivie</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:36:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462134403</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Isquêmico</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462134571</link>
         <description><![CDATA[<div>Envolve um lesão isquêmica. Causas: Embolia da artéria mesentérica sp, Trombose da artéria mesentérica sp, Trombose da veia mesentérica sp, Isquemia mesentérica aguda não oclusiva e Colite isquêmica</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:36:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462134571</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Perfurativo</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462137795</link>
         <description><![CDATA[<div>Exame Clínico demonstra o Abdome em Tábua, devido ao extravasamento de secreção do TGI para a cavidade peritoneal/Peritonite. Principais causas: úlcera péptica, neoplasia, corpo estranho, perfuração espontânea de vísceras, DII, megacólon tóxico, complicação de procedimento endoscópico. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:38:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462137795</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hemorrágico</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462137916</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ABDOME AGUDO HEMORRÁGICO</strong><br><br></div><ul><li><strong>Características:</strong> dor intensa, com rigidez e dor à descompressão; há sinais de hipovolemia, tais como hipotensão, taquicardia, palidez e sudorese. As causas mais comuns são gravidez ectópica rota, ruptura de cistos, ruptura de aneurismas, rotura de baço.</li><li>Causas: As causas incluem doenças como a ruptura de aneurisma da aorta ou de outras artérias viscerais, o traumatismo abdominal, neoplasias malignas de vísceras sólidas, processos inflamatórios erosivos (pancreatite), afecções ginecológicas e obstétricas como a gravidez ectópica rota.</li><li>Manejo: Intervenção cirúrgica</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:38:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462137916</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Doença Hemorroidária</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462141505</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ANATOMIA E FISIOPATOLOGIA: </strong></div><ul><li>Coxins hemorroidários são estruturas anatômicas normais ricas em estruturas vasculares localizadas dentro do canal anal, geralmente ocupando as posições lateral esquerda. anterior direita e posterior. Previnem o dano ao músculo esfincteriano; </li><li>O ingurgitamento e o esforço excessivo para defecar levam ao prolapso desse tecido para dentro do canal anal. Com o passar do tempo, o sistema de apoio do complexo hemorroidário se enfraquece, expondo esse tecido ao segmento externo do canal anal onde é suscetível a uma possível lesão; </li><li>HEMORRÓIDAS EXTERNAS - se originam ABAIXO da LINHA DENTEADA e são cobertas por epitélio escamoso, estando associadas com um componente interno. São mais acometidas por trombose (mais dolorosas); </li><li>HEMORRÓIDAS INTERNAS: se originam ACIMA da LINHA DENTEADA e são cobertas por mucosas e epítelio da zona de transição, representando a maioria das hemorróidas. </li></ul><div><strong>APRESENTAÇÃO E AVALIAÇÃO: </strong></div><ul><li>Queixas principais: sangramento e protrusão; </li><li>A dor é menos comum quando compara ás fissuras e, se estiver presente, normalmente é nas hemorróidas EXTERNAS e, se intensa pode indicar TROMBOSE HEMORROIDÁRIA. </li><li>O sangramento hemorroidário - sangue vermelho brilhante de forma indolor na privada ou no papel higiênico. Em casos graves - anemia. </li></ul><div><strong>DIAGNÓSTICO: </strong></div><ul><li>EXAME FÍSICO: Inspeção perianal --&gt; exame digital minucioso; </li><li>ANUSCOPIA: pede-se que o paciente realize um esforço significativo. O médico observa o PROLAPSO TECIDUAL. É importante diferenciar o aspecto circunferência de um PROLAPSO RETAL de espessura total das hemorróidas que sofreram prolapso. </li></ul><div><strong>ESTÁGIOS: <br>I: </strong>AUMENTO de volume, com sangramento; <br><strong>II: </strong>protrusão com redução espontânea; <br><strong>III: </strong>protrusão que torna necessária a redução manual; <strong><br>IV: </strong>protrusão irredutível. <br>*** Geralmente I e II tratamento conservador e III e IV conservador + cirurgia. <br>Conservador: Banhos de assento, suplementos de fibras e emolientes fecais; <br>Pequenos procedimentos: a sensibilidade começa ao nível da linha denteada; portanto, a LIGADURA ELÁSTICA ou a ESCLEROTERAPIA podem ser realizadas sem qualquer desconforto no consultório; <br>CIRURGIA: Hemorroidectomia excisional, desmaterialização trans-hemorroidária (THD) ou hemorreidectomia com grampeador. <br><strong>RESTRIÇÕES: NÃO realizar procedimentos em IMUNOCOMPROMETIDOS ou que sofrem de PROCTITE ATIVA; <br>COMPLICAÇÃO: </strong>Incontinência fecal, infecção recidiva, estenose anal, sangramento, retenção urinária, ECTRÓPIO (prolapso da mucosa retal a partir do canal anal); </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:41:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462141505</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fístula Perianal</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462141712</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A prevalência é proporcional a incidência do abcesso anorretal; </li><li>30-40% dos abcessos darão uma fístula anal; </li><li>A maioria das fístulas é de origem CRIPTOGLANDULAR, 10% associadas a DII, tuberculose, câncer e radioterapia; </li></ul><div><strong>FISIOPATOLOGIA</strong></div><ul><li>É definida como uma COMUNICAÇÃO da cavidade de UM ABCESSO com uma ABERTURA INTERNA identificável dentro do canal anal;</li><li>Essa abertura está localizada mais comumente ao nível da LINHA DENTEADA (PECTÍNEA), onde as glândulas ANAIS penetram no canal anal; </li><li>Pacientes que experimentam uma drenagem contínua após o tratamento de um abcesso perineal sofrem de uma fístula anal; </li><li>Pode ser causada por feridas, úlceras ou outros ferimentos; </li><li>As fístulas são classificas em relação aos músculos esfincterianos anais: INTERESFÍNCTERIANA (70%); TRANSESFINCTERIANA (23%); SUPRAESFÍNCTERIANA (5%) E EXTRAESFÍNCTERIANA (2%). </li></ul><div><strong>MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: </strong></div><ul><li>Dor, maiores problemas defecando, mais chance de infecções; </li><li>Drenagem persistente de pus ou sangue através da abertura da pele anal; </li><li>Inchaço, dor ou coceira ao redor da pele anal; </li><li>Febre e calafrios. </li></ul><div><strong>DIAGNÓSTICO: </strong></div><ul><li>Examinar a pele ao redor do ânus para detectar qualquer anormalidade; </li><li>Anuscopia;</li><li>Sonda: uma pequena sonda fina pode ser inserida na pele do ânus para ver se há um canal e onde ele leva; </li><li>TC; </li></ul><div><strong>TRATAMENTO: </strong></div><ul><li>Fistulotomia; </li><li>Selador ou tampa;</li><li>Retalho endorretal; </li><li>Ligadura da fístula interfuncional (LIFT); </li><li>Fistulectomia (raro); </li></ul><div>RISCO: incontinência fecal </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:41:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462141712</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Abcesso Perianal</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462142028</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ANATOMIA E FISIOPATOLOGIA:</strong> O abcesso anorretal é uma cavidade anormal que contém líquido na região anorretal formado a partir de uma infecção que acomete glândulas que circundam o canal anal, sendo responsável pela liberação de muco dentro do canal anal ajudando na defecação. Quando as fezes penetram acidentalmente nas glândulas, elas acabam infectadas e formam-se abcessos. <br>Os abcessos anorretais são: <mark>PERIANAIS (40-50%); ISQUIORRETAIS (20-25%), INTERESFÍNCTERIANOS (2-5%) e SUPRALEVANTADORES (2,5%)</mark><br><strong>DIAGNÓSTICO: </strong>dor perianal e febre  (+ comuns), os pacientes podem ter dificuldade em evacuar e apresentar SANGUE NAS FEZES<br><strong>LABORATÓRIO: </strong>leucocitose<br><strong>EXAME FÍSICO: área </strong>flutuante e a pele que reveste se torna mais fina. <br><strong>DIAGNÓSTICOS COMPLEMENTARES: </strong>TC ou RM (margem para detectar drenagem incompleta); sigmoidoscopia (avaliar presença de inflamação dentro da região retossigmóidea); colonoscopia completa e seriografia do intestino delgado (para afastar doença de Crohn). <br><strong>TRATAMENTO: </strong>como em todos os abcessos o PADRÃO OURO é a DRENAGEM.  <br>- Não complicado: pequena incisão próxima a margem anal e um dreno de Mallenkot dentro da cavidade do abcesso; <br>- Pacientes complicados: drenagem na sala de cirurgia e com anestesia. São pacientes que correm maior risco de <strong>FASCEÍTE NECROSANTE; <br>TRATAMENTO PADRÃO: </strong> drenagem + cefaclor. + medronidazol. <br>***<strong><mark>* RISCO --&gt; SEPSE --&gt; GANGRENA DE FOURNIER. </mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:41:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462142028</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fissura</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462142285</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Está associada a constipação, diarréia, etiologias infecciosas, traumatismo perianal e doença de Crohn;</li><li>Prevalência é igual nos sexos; </li><li>Causa mais comum de sangramento anal na infância;</li></ul><div><strong>FISIOPATOLOGIA </strong></div><ul><li>Causada por traumatismo do anal (anterior e posterior), principalmente após defecação; </li><li>A irritação causada pelo traumatismo do canal anal resulta em pressão de repouso aumentada do esfíncter interno, que resulta em ISQUEMIA relativa na região da fissura e será responsável por uma cicatrização precária da lesão anal; </li></ul><div><strong>MANIFESTAÇÃO CLÍNICA</strong></div><ul><li>Sintomas: dor, que está fortemente associada à defecação e é implacável; </li><li>Sangramento menos evidente do que nas hemorróidas</li><li>FISSURA CRÔNICA: Presença de uma papila anal hipertrofiada na extremidade próximal da fissura, apêndice cutâneo na extremidade distal ou alterarações na mucosa local; </li><li><strong><mark>TRÍADE CLÁSSICA: </mark></strong><mark>FISSURA, PAPILA HIPERTROFIADA E PLICOMA SENTINELA.; </mark></li><li>MANOMETRIA: elevação na pressão anal de repouso e uma deformidade tipo dente de serra com contrações paradoxais dos músculos esfíncterianos são PATOGNOMÔNICOS. </li></ul><div><strong>TRATAMENTO:</strong></div><ul><li>FISSURA AGUDA: conservador;</li><li>Emolientes fecais (constipação), aumento na quantidade de fibras na dieta, anestésicos tópicos, glicocorticóides e banho de assento; </li><li>FISSURAS CRÔNICAS (&gt; 6 semanas): nifedipina ou pomada de nitroglicerina aplicada 3x ao dia; toxina botulínica tipo A injetada no ESFÍNCTER INTERNO de cada lado da fissura; </li><li><strong>CIRURGIA: </strong> dilatação e esfincterotomia interna lateral</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:41:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462142285</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agudas</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462147472</link>
         <description><![CDATA[<div>Caracterizada por diminuição na consistência das fezes com aumento da frequência evacuatória (maior que 3 episódios diários) e aumento da massa fecal (maior que 200 g/dia). Possui duração de até 14 dias. Pode apresentar sangue e muco caracterizando quadro de disenteria.<br><br></div><div>As causas mais frequentes são os vírus, as bactérias, as toxinas produzidas por bactérias e protozoários.<br><br></div><div><br></div><div>O principal critério de internação é a presença de sinais de desidratação grave, também, pode ser considerada em imunodeprimidos ou com outros critérios de gravidade.<br><br></div><div>Paciente hígido e sem sinais de alarme deve ser reavaliado em 72 horas para realização de exames laboratoriais, caso não haja melhora clínica.<br><br>Abordagem Terapêutica:<br><br></div><div>·         Hidratação Vigorosa: soro de reidratação oral (SRO) ou em caso de desidratação grave, proceder com hidratação EV de 20-30 mL/kg de solução cristalóide.</div><div>·         Alimentação: evitar laticínios (devido a deficiência secundária de lactase), alimentos laxativos, cafeinados, ricos em fibra ou gordurosos. Preferir alimentos ricos em cereais ou amido.<br><br></div><div>Antibioticoterapia: indicada em casos de febre alta, disenteria, duração maior que uma semana. <br><br></div><div>Também indicada empiricamente nos quadros graves, presença de sangue nas fezes, idosos, imunodeprimidos, portadores de próteses cardíacas ou ortopédicas.<br><br></div><div>Esquema de tratamento hospitalar:<br><br></div><div>·         Dieta oral zero. Assim que possível iniciar dieta oral branda constipante, conforme aceitação.</div><div>·         Se hipotensão/hipovolemia: Ringer lactato 20 ml/kg EV. Infundir em 15-60 minutos e reavaliar.</div><div>·         Hidratação EV com base nos parâmetros hemodinâmicos.</div><div>·         KCL 10% - 10 ml em cada frasco de SF 0,9%</div><div>·         Glicose hipertônica 50% - 40 mL em cada frasco de SF 0,9%<br><br></div><div>Antibióticoterapia empírica:<br><br></div><div>Ciprofloxacino: 400 mg EV ou 500 mg VO de 12/12 horas por 5 dias;<br><br></div><div>Metronidazol: 500 mg EV 8/8 horas por 10 dias (se necessidade de cobertura empírica de Clostridioides difficile.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Antiparasitário: Nitazoxanida 500 mg VO de 12/12 horas por 3 dias ou (Albendazol 400 mg VO 24/24 horas por 3 dias + secnidazol 2 cp VO dose única).<br><br></div><div>Proteção Gástrica: IBP – Omeprazol,  40 mg 1 vez ao dia pela manhã.<br><br></div><div>Dipirona sódica: se dor ou febre.<br><br></div><div>Metoclopramida: 50 gotas VO 8/8 horas ou bromoprida.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:45:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462147472</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Crônicas</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462147553</link>
         <description><![CDATA[<div>Diretrizes atuais consideram mais de 3 evacuações ao dia, com fezes de consistência &gt;= 5 na escala de Bristol, por mais de 30 dias, como diarréia crônica.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:45:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462147553</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Orgânica</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462152425</link>
         <description><![CDATA[<div>Ocorre quando os <strong>sintomas são secundários a doenças orgânicas específicas, </strong>como úlcera séptica, pancreatite, colelitíase, neoplasia e etc. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:49:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462152425</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Funcional</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462152505</link>
         <description><![CDATA[<div>É a condição em que há sintomas do aparelho digestivo alto, NÃO RELACIONADOS a ATIVIDADE FÍSICA e NÃO secundário à doenças orgânicas localizadas ou sistêmicas. <br>De acordo com o<strong> Consenso Roma IV (2016)</strong>, a dispepsia funcional é uma <strong><mark>síndrome clínica caracterizada pela presença de sintomas dispépticos recorrentes, na ausência de alterações estruturais ou metabólicas, que interfere nas atividades diárias </mark></strong>do paciente. Pode apresentar-se como:<br>• <strong>Síndrome da dor epigástrica (SDE):</strong> dor ou pirose epigástrica estão presentes. A epigastralgia ocorre em períodos interprandiais, com influência variável da<br>alimentação (sem alteração, aumento ou redução da intensidade da dor).<br><mark>OBS: A dor pode ser induzida pela ingestão de uma refeição, aliviada pela Infestação ou pode ocorrer durante o jejum.</mark> <mark>A dor não cumpre os critérios de dor biliar.</mark><br>• <strong>Síndrome do desconforto pós-prandial (SDP): </strong>indigestão pós-prandial e saciedade precoce são as queixas. Indigestão náuseas, mal-estar e<strong> sensação de<br>peso pós-prandia</strong>l. Nessa síndrome, os sintomas devem ocorrer 3x na semana,<br>nos últimos 3 meses e ter iniciado nos 6 meses anteriores.<br>OBS: Dor epigástrica pós-prandial ou queimação, empachamento, eructação excessiva e náuseas também podem estar presentes.<br>•<strong> Sobreposição SDE-SDP: </strong>sintomas dispépticos e epigastralgia pós-prandiais.<br>OBS: Se presença de vômitos, considerar outro diagnóstico. Azia não é um sintoma dispéptico, mas pode coexistir frequentemente.<mark> Os sintomas que são aliviados<br>por eliminação de gases e fezes geralmente não devem ser considerados parte da dispepsia.</mark> Outros sintomas digestivos (como <strong>doença do refluxo gastroesofágico) podem coexistir com SDE e SDP.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-16 17:49:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/462152505</guid>
      </item>
      <item>
         <title>É uma condição inflamatória do pâncreas. Está associada a elevações dos níveis de enzimas pancreáticas no sangue e em outros líquidos sistêmicos (QC sistêmico). </title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465027623</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pode ir de forma edematosa (ou intersticial), até a forma necrótica (necrosante).<br>Principal causa: litíase biliar.<br>Outras causas: CPRE, câncer de pâncreas, alterações metabólicas..</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:17:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465027623</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FISIOPATOLOGIA</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465052376</link>
         <description><![CDATA[<div>Considera-se que a pancreatite aguda se inicia com a ativação de zimogênicos intracelulares e subsequente geração de citocinas e quemocinas.<br>Basicamente, é uma autoagressão do pâncreas, por suas próprias enzimas que não conseguiram ser excretadas por bloqueio do canal. Assim, todas as enzimas do pâncreas começam a agir no interior da própria glândula e causar lesões. Essas enzimas, junto com substâncias vasoativas, ao atingirem a circulação sistêmica, contribuem para instalação do choque e falência de órgãos. <br>Após a lesão inicial, pode-se dividir em 3 fases: resposta inflamatória local, resposta inflamatória sistêmica e infecção pela translocação bacteriana a partir do intestino. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:26:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465052376</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Critérios de Hanson</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465082736</link>
         <description><![CDATA[<div>São regras para predizer a gravidade de uma pancreatite aguda. Incluem:<br>Admissão (idade, leucometria, glicemia, LDH, TGO)<br>Primeiras 48h (queda de hematócrito, aumento de uréia, sequestro líquido, PO2, excesso de base, cálcio)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:37:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465082736</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SINAIS E SINTOMAS</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465093748</link>
         <description><![CDATA[<div>Quadro clínico é polimorfo. Dor de início súbito, contínua, localizada em epigástrio, hipocôndrios ou região umbilical. A dor é tipicamente em faixa, com irradiação dorsal, acompanhada de náuseas e vômitos frequentes, além de distensão abdominal. <br>Com o passar dos dias, pode haver equimoses: em regiões lombares(Grey-Turner), e em região periumbilical (Cullen). </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:41:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465093748</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAG. DIF.</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465105902</link>
         <description><![CDATA[<div>Úlcera perfurada ou penetrada, obstrução intestinal, colecistite aguda, trombose mesentérica, apendicite..</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:45:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465105902</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465107586</link>
         <description><![CDATA[<div>PARA DIAGNÓSTICO:<br>*amilase e/ou lipase maior que 3x o limite superior da normalidade;<br>*dor abdominal típica;<br>*evidência radiológica de pancreatite em TC, ressonância ou UGS <br>Pode ser pedido também: leucograma, hematócrito, ionograma, glicemia, cálcio, gasometria arterial e PCR.<br>USG: seu papel é principalmente identificar a colelitíase. <br>RX:  Sinal de Gobiet (distensão isolada do cólon transverso) e alça sentinela. <br>TC: pode ser utilizada no diagnóstico, mas principalmente para detectar complicações da doença (pancreatite necrosante). Deve ser realizado após 72h de evolução da doença. <br>CPRE: indicação em casos selecionados. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:46:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465107586</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Complicações</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465130022</link>
         <description><![CDATA[<div>Insuficiência renal, insuf. respiratória, pseudocisto, infecção, hemorragia..</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:55:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465130022</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465131747</link>
         <description><![CDATA[<div>É a princípio conservador. O tratamento clínico tem por objetivo sedar a dor, combater o choque, prevenir e tratar alterações metabólicas e complicações, suporte.<br>Consiste em: hidratação venosa vigorosa, jejum, analgesia. <br>Após a regressão da sintomatologia e de preferência no mesmo internamento, recomenda-se a colecistectomia. <br>Não há necessidade de antibiótico nas formas leves e moderadas da doença. Imunodeprimidos, idoso, portador de doença debilitante justifica-se uso de antibiótico profilático. Na necrosante com coleções líquidas confirmadas também há um consenso em usá-lo (&gt;30% de infecção na necrose).</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:56:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465131747</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Critérios de Baltazhar</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465140870</link>
         <description><![CDATA[<div>Vão de Grau A a  grau E, considerando o indíce de gravidade na TC. A, B e C apresentam gravidade moderada. D e E, são mais graves com 15% de mortalidade. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 19:59:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465140870</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465217300</link>
         <description><![CDATA[<div>É a inflamação aguda da parede da vesícula biliar. As alterações inflamatórias são variáveis e compreendem desde edema, congestão, infiltração de células inflamatórias até necrose, gangrena e perfuração. <br>Está associada a obstrução litiásica em 90-95% dos casos. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:30:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465217300</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fisiopatologia</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465222871</link>
         <description><![CDATA[<div>A migração de cálculos da vesícula para o infundíbulo vesicular, para o cístico ou colédoco, pode provocar uma obstrução. Se esta não é aliviada, há aumento da pressão intraluminal e distensão da vesícula. A inflamação resulta em 3 fatores: mecânico, químico e infeccioso. Com a obstrução a bile torna-se hiperconcentrada, causando causando irritação química e consequente edema. A lesão da mucosa libera enzimas intracelulares que ativam mediadores de inflamação. Ocorre também aumento da produção de prostaglandinas, com consequente menor produção de muco pela mucosa, levando a espessamento da parede, aumento da pressão intraluminar e compressão dos vasos sanguíneos e linfáticos. <br>Inicialmente o processo é estéril mas pode ocorrer invasão bacteriana. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:32:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465222871</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exame histopatológico</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465238466</link>
         <description><![CDATA[<div>Fase aguda (1ª semana): edema maciço da parede, hemorragia e necrose da mucosa.<br>Fase Subaguda (2ª semana): infiltração leucocitária pronunciada, regressão do edema e maior proliferação de fibroblastos, além de necrose e abcessos.<br>Fase subcrônica (3/4ª semanas): substituição dos leucócitos polimorfonucleares por linfócitos e cél. plasmáticas. <br>Fase crônica (5ª semana): mucosa torna-se fina e sem vilosidades, nota-se acentuada fibrose de todas as túnicas. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:39:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465238466</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sinais e sintomas</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465246639</link>
         <description><![CDATA[<div>A diferença em relação à cólica biliar simples é a inflamação da parede da vesícula. A dor é mais intensa que na cólica biliar e dura mais que 3h.<br><br>A dor inicialmente é epigástrica, visceral, acompanhada de náuseas e vômitos, posteriormente mais intensa e localizada no QSD, podendo irradiar-se para regiões lombar direita e escapular direita. <br>Febre geralmente é baixa e leucocitose moderada (até 15.000).<br>Alterações das enzimas biliares são discretas. <br>Sinal de Murphy positivo.<br>A presença de icterícia intensa no início do quadro faz pensar em litíase no colédoco ou colangite (Tríade de Charcot -&gt; icterícia, dor e febre).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:43:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465246639</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465254920</link>
         <description><![CDATA[<div>Método de escolha é o USG abdominal. Sinal de Murphy ecográfico associado à litíase biliar e espessamento da parede da vesícula indica colecistite em 95% dos casos. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:46:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465254920</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465263190</link>
         <description><![CDATA[<div>Tratamento é cirúrgico, com realização de colecistectomia precoce. Deve-se iniciar o antibiótico no momento do diagnóstico, e suspender seu uso após a cirurgia, em casos leves. Em casos graves pode manter o antibiótico. <br>A colecistectomia deve ser realizada preferencialmente nos primeiros 3 dias de evolução da doença, ou então depois de 4 semana, após regressão do processo inflamatório. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:50:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465263190</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Síndrome de Mirizzi</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465267966</link>
         <description><![CDATA[<div>É outra causa de icterícia. Colecistite e icterícia. Um ou dois cálculos impactados no ducto cístico ou no infundíbulo da vesícula, comprimindo o colédoco ou o canal hepático comum. (tipo 1).<br>O tipo 2, resulta da erosão causada por um cálculo no ducto hepático comum criando uma fístula colecistocoledociana. <br>Tratamento cirúrgico.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:52:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465267966</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Complicações</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465273124</link>
         <description><![CDATA[<div>Resultam da necrose e perfuração da parede vesicular. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:54:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465273124</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diag. Diferencial</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465281381</link>
         <description><![CDATA[<div>Úlcera perfurada, pancreatite, apendicite aguda..</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 20:58:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465281381</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465365668</link>
         <description><![CDATA[<div>Constitui a causa mais comum de abdome agudo cirúrgico. Em cerca de 70% dos casos de inflamação aguda do apêndice, a obstrução do lúmen proximal do órgão, provocada por fecalito, parasitos, tumores ou corpo estranho, representa o fator desencadeante do processo, com consequente proliferação bacteriana. <br>O processo infeccioso é iniciado no interior do apêndice e a suplência sanguínea local é alterada pela atividade bacteriana na sua parede, na sequência há distensão do lúmen pela formação de secreção purulenta. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 21:37:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465365668</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sintomas</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465372322</link>
         <description><![CDATA[<div>A fase inicial apresenta dor epigástrica ou periumbilical, tipo visceral, seguida por anorexia, náuseas e vômito. Posteriormente, passa a ser localizada em QID, tipo somática. Pode haver massa palpável em QID, causada pelo bloqueio do processo pelo epiplon.<br>A constipação intestinal e a parada da eliminação de flatos é comum, podendo também haver diarréia. A febre é baixa e a leucocitose moderada (até 15.000).<br>Sinal de Blumberg (ponto de McBurny)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 21:41:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465372322</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465380661</link>
         <description><![CDATA[<div>Os RAIO X simples mostram achados inespecíficos. No Raio X pode mostrar alça sentinela e velamento da margem direita do músculo psoas, decorrente do comprometimento peritoneal.<br>A USG apresenta sensibilidade de 94% confirmando o diagnóstico clínico (apêndice inflamado; estrutura tubular aperistáltica, não compressível; com paredes espessadas; ou imagem em "alvo" no corte transversal). Se a USG for inconclusiva pode-se pedir TC, para confirmação ou eliminação de outros diagnósticos. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 21:45:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465380661</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fases</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465384701</link>
         <description><![CDATA[<div>Edematosa<br>Supurativa<br>Gangrenosa<br>Perfurativa</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 21:47:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465384701</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465384812</link>
         <description><![CDATA[<div>Tratamento é cirúrgico, pode-se fazer antibioticoterapia profilática até a cirurgia, com manutenção de antibiótico de amplo espectro caso haja perfuração, abcesso ou pertonite. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 21:47:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465384812</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico diferencial</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465393515</link>
         <description><![CDATA[<div>Processos pélvicos ginecológicos, gastrenterite, cólica renal, pielonefrite agudas.<br>Comprometimento íleo-cecal da doença de Crohn.<br>Divertículo de Meckel.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 21:52:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465393515</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Complicações</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465396024</link>
         <description><![CDATA[<div>Perfuração do apêndice, peritonite, abcesso periapendicular localizado.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 21:53:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465396024</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465450955</link>
         <description><![CDATA[<div>A localização mais comum da diverticulite é no sigmóide, onde, associados ao cólon descendente, encontram-se 90% dos divertículos do cólon. É uma inflamação/infecção associada a um divertículo após sua obstrução, geralmente por material fecal. <br>Obstrução -&gt; inflamação -&gt; congestão venosa -&gt; perfuração<br><br>O divertículo verdadeiro é o de Meckel (abrange mucosa, submucosa, muscular, serosa). Na doença diverticular temos o pseudo-divertículo, o qual não abrange muscular e serosa. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 22:25:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465450955</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sintomas</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465452100</link>
         <description><![CDATA[<div> Manifesta-se com dor em quadrante inferior esquerdo, febre e constipação intestinal. Pode haver distensão abdominal leve, disúria e polaciúria. Leucocitose é comum. Questionar sobre quadros similares prévios. Pode haver massa em QIE (plastrão). Irritação peritonial, localizada ou difusa. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 22:26:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465452100</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465454286</link>
         <description><![CDATA[<div>O método de imagem de escolha na fase aguda é a TC. Deve-se evitar a realização da colonoscopia na fase aguda pelo risco de perfuração. No USG pode-se observar espessamento da parede do cólon, infiltração de gordura pericólica e abcessos intra-abdominais. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 22:27:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465454286</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465455436</link>
         <description><![CDATA[<div>Tratamento é clínico, (dieta oral zero,hidratação venosa, sintomáticos intravenoso, antibiótico), observando-se melhora após 48-72h de antibiótico. Reserva-se para cirurgia os casos de complicação (peritonite, perfuração, obstrução). Após 6 a 8 semanas de resolução do processo inflamatório, completa-se o estudo com colonoscopia para descartar neoplasia. <br><br>Indicações para internação = ausência de melhora do quadro clínico em 48-72h; idosos; imunossuprimidos; febre elevada; leucocitose significativa; dor abdominal; importantes comorbidades..</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 22:28:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465455436</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Classificação de Hinchey</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465458405</link>
         <description><![CDATA[<div>1.<strong> Abcesso pericólico localizado</strong>! Espessamento colônico, divertículos, espessamento da gordura pericólica, abcessos pericólicos. <br><br></div><div>2.<strong> Abcesso à distância</strong>! Pode ser 2A (abcesso à distância acessível a punção percutânea) ou 2B  (abcesso complexo associado à fístula). Achados anteriores com abcesso à distância entre as alças ou na profundidade da pelve.<br> </div><div>3 - <strong>Peritonite purulenta generalizada.</strong><br>4 - <strong>Peritonite fecal generalizada.<br></strong>3 e 4. Pneumoperitônio, ascite localizada ou generalizada, espessamento peritonial, vazamento de contraste extraluminal. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 22:30:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465458405</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico diferencial </title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465478685</link>
         <description><![CDATA[<div>Fecaloma, apendicite, DII, DIP, neoplasia, gastroenterite. Apêndice epiplóico. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 22:44:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465478685</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quadro complicado</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465484679</link>
         <description><![CDATA[<div>Formação de abcesso, fístula, perfuração livre,  estenose, obstrução, sepse..</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 22:48:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465484679</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ABDOME AGUDO - é um diagnóstico sindrômico, definido como condição dolorosa de início súbito ou evolução progressiva, localizada no abdome, que requer decisão terapêutica rápida. </title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465501368</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 23:00:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465501368</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DOR ABDOMINAL</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465506769</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Dor visceral</strong>: fibras C. Mal definida, lenta, difusa. Distensão, inflamação, isquemia, tração, compressão e torção. Órgãos ocos. Nociceptores (receptores de dor). Pode produzir manifestações sistêmicas como naúseas, sudorese, diminuição da PA  e da FC.<br><br><strong>Dor somática/parietal:</strong> Fibras C e delta A. Sensação aguda, fina e rápida. São estimuladas por diversos agentes irritantes (conteúdo gastrointestinal, bile, suco pancreático, sangue, pus) , por substâncias (bradicinina, serotonina, histamina). Essa dor piora com movimento da tosse e pode acarretar contratura muscular. <br><br><strong>Dor referida</strong>: percebida em local diferente do estímulo que a gerou<br><br><strong>Dor irradiada:</strong> o local da dor no início é distinto do local da apresentação.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-18 23:04:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/465506769</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466587417</link>
         <description><![CDATA[<div>Doença recorrente da formação de cálculos na vesícula biliar e suas possíveis complicações relacionadas à sua migração pela via biliar. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:18:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466587417</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cálculos</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466588874</link>
         <description><![CDATA[<div>A<strong> formação </strong>de cálculos se dá por meio de:<br>1) supersaturação da bile (concentração de colesterol excede a capacidade de solubilização da bile).<br>2) Hipomotilidade da vesícula biliar leva à nucleação acelerada dos cristais de colesterol;<br>3) Hipersecreção de muco na vesícula biliar, aprisionando os cristais, agregando-os em cálculos. <br><br><strong>Tipos de cálculos</strong> <br>1) Colesterol (80%)<br>2) Pigmentados: Marrons ou Negros.<br>Maior parte dos cálculos são formados por colesterol e cálcio (70%), sendo menos de 10% puramente colesterol.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:19:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466588874</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quadro clínico</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466599191</link>
         <description><![CDATA[<div>Assintomático (80%): achados incidentais em exames de imagem ou cirurgia.<br><br>Sintomático (20%): cólica biliar principal sintoma --&gt; dor intensa, epigátrica ou hipocôndrio direito, de início abrupto, progredindo em intensidade até estabilizar-se, com irradiação para escápula ou ombro direito. Geralmente resposta positiva à analgésicos e resolução espontânea. <br><br>Pode haver sintomas associados: náuseas, vômitos, distensão abdominal, plenitude pós-prandial, anorexia. Sinal de Kehr: dor referida no ombro ou subescapular direita.<br><br>Exame físico:  dor abdominal leve a moderada na palpação; ausência de sinais de irritação peritoneal.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:24:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466599191</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores de risco</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466607060</link>
         <description><![CDATA[<div>Dislipidemia, dieta hipercalórica, dieta pobre em fibras, medicamentos, síndrome metabólica, obesidade, tabagismo, estilo de vida sedentário, sexo feminino, história familiar....</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:29:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466607060</guid>
      </item>
      <item>
         <title>USG</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466612252</link>
         <description><![CDATA[<div>Exame de eleição para pacientes com: quadro álgico em quadrante superior do abdome; <br><br>Exame  para detecção de cálculos biliares.   <br>Pacientes com USG normal, mas ainda suspeita de colelitíase, pode ser feita ultrassom via endoscópica. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:32:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466612252</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466619618</link>
         <description><![CDATA[<div>Colecistite, coledocolitíase, pancreatite, doença ulcerosa péptica, dispepsia, gastrite, apendicite....</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:36:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466619618</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Complicações</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466621390</link>
         <description><![CDATA[<div>Colecistite aguda, pancreatite aguda biliar, coledocolitíase, colangite..</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:37:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466621390</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466622836</link>
         <description><![CDATA[<div>Modificação do estilo de vida.<br>Modificações dietéticas.<br>Dissolução dos cálculos por VO (pouco usado).<br><br>Trat. cólica biliar: analgesia, observar critérios de internação e de alta hospitalar.<br><br>Trat. cirúrgico definitivo: colecistectomia. Realizada em sintomáticos e em alguns casos assintomáticos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:37:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466622836</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466659086</link>
         <description><![CDATA[<div>Presença de cálculos no colédoco, podendo ser assintomáticos ou promovendo a estase bilar e aumento da pressão intrabiliar, levando à complicações adicionais. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:57:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466659086</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466660830</link>
         <description><![CDATA[<div>Primário: estase relacionada à estenoses biliares ou determinadas infecções bacterianas.<br>Secundário: migração de cálculos da vesícula biliar (mais comum).<br><br>A estase biliar relacionada ao quadro etá relacionada à infecção (colangite ascendente), ou quando associado à dificuldades no fluxo pancreático, ocasionar ativação de enzimas pancreáticas e pancreatite aguda biliar.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 16:58:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466660830</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quadro clínico</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466668251</link>
         <description><![CDATA[<div>Dor em epigástrio e hipocôndrio direito, geralmente em cólica, com irradiação para ombro direito. <br>Náuseas e vômitos, icterícia, colúria, acolia fecal.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 17:02:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466668251</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Complicações</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466671138</link>
         <description><![CDATA[<div>Tríade de Charcot: dor em HCD, febre com calafrio e icterícia (indicativo de colangite)<br><br>Pêntade de Reynolds: tríade de charcot + hipotensão e confusão mental (colangite grave)<br><br>Dor em barra + irradiação pra dorso + elevação de amilase/lipase (indicativo de pancreatite aguda).</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 17:04:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466671138</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exames</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466692556</link>
         <description><![CDATA[<div>Hemograma geralmente normal, transaminases normais ou elevadas, elevação de enzimas canaliculares (fosfatase alcalina e gama gt), hiperbilirrubinemia com predomínio da direta (colestase),.<br><br>USG de vias biliares (exame de triagem, deve sempre ser realizado),. <br>TC<br>Colangioressonância de vias biliares e abdome superior.<br>Ultrassonografia endoscópica.<br>CPRE.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 17:16:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466692556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466701671</link>
         <description><![CDATA[<div>Internação, analgesia, hidratação, antieméticos, antibioticoterapia.<br>Remoção dos cálculos (CPRE, litotripsia, exploração cirúrgica da via biliar).<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 17:21:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466701671</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Complicações</title>
         <author>isamacieljenczmionki</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466704591</link>
         <description><![CDATA[<div>Colangite aguda, colecistite aguda, pancreatite aguda biliar.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-19 17:23:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/466704591</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468969984</link>
         <description><![CDATA[<div>As<strong> bridas intestinais são cicatrizes internas </strong>em forma de cordões ou de faixas de tecido cicatricial fibroso que formam “pontes” l<strong>igando os órgãos abdominais entre si ou à parede do abdômen, geralmente formadas após uma cirurgia abdominal.</strong> <br>As bridas intestinais podem ser congênitas ou adquiridas em cirurgias abdominais prévias e constituem aproximadamente 60% dos casos de <a href="http://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/330999/o+que+e+obstrucao+intestinal.htm"><strong>obstrução intestinal</strong></a><strong>. </strong>As bridas se desenvolvem depois de uma cirurgia abdominal na qual os órgãos são muito manuseados e são temporariamente afastados de suas posições normais.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 14:57:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468969984</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468971310</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fatores de risco:</strong> infecções intra-abdominais, isquemia tissular, corpos estranhos intra-abdominais e cirurgias abdominais, que é o fator mais comum.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 14:58:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468971310</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468972609</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A formação de bridas intestinais é tanto maior quanto mais manipulados forem os órgãos do paciente durante uma cirurgia. Normalmente elas não causam quaisquer problemas, <strong>mas eventualmente podem causar obstrução intestinal e o intestino pode ser bloqueado total ou parcialmente.<br></strong>Na dependência da sua localização,<strong> podem levar ao "estrangulamento" total do intestino e impedir a eliminação das fezes. </strong>Esse "estrangulamento" pode também limitar o fornecimento de sangue àquela região do intestino e ela pode <strong>começa a necrosar (morrer), impondo uma cirurgia de emergência.</strong></div><div>Às vezes, uma área do intestino afetada pode ser bloqueada apenas intermitentemente, mas também pode persistir, gerando sintomas como<strong> dor abdominal intensa e obstrução intestinal duradoura (</strong>se persistente pode ocorrer vômitos fecalóides). <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:00:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468972609</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Anatomia e Fisiologia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468973230</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fisiologia e Anatomia:<br></strong><br></div><div>Relembrando a anatomia e fisiologia do estômago e duodeno, temos a divisão do estômago em cárdia, fundo, corpo, antro e piloro. A úlcera e o câncer gástrico geralmente surgem na região mais próxima à pequena curvatura. O duodeno mede certa de 25 cm de extensão e é dividido em quatro partes. A porção inicial, o bulbo duodenal, é a porção mais acometida pelas ulceras duodenais.<br><br></div><div>Na mucosa do estômago encontram-se as fossetas gástricas, invaginações da mucosa aonde células especializadas formam glândulas, cuja prevalência das substâncias secretadas varia de acordo com a região do estômago. As células foveolares encontram-se mais superficialmente e produzem o muco e o bicarbonato. No fundo e no corpo estomacal existe uma maior concentração de células parietais que são responsáveis pela secreção ácida do estômago (Cloreto que irá formar o HCl) e também o fator intrínseco. Também encontram-se as células principais, produtoras de pepsinogênio, e ainda as células Enterocromafins Like, produtoras de histamina.<br><br></div><div>Já no antro existe uma maior concentração de células G produtora de gastrina, que é um grande estimulador de secreção ácida estomacal. Também estão presentes as células D produtoras de somatostatina, substância que inibe as células G e as células parietais, regulando a secreção ácida.<br><br></div><div>O nervo vago é uma importante via de estímulo de secreção gástrica. Estímulos sensoriais ativam essa via e ocorre à liberação de acetilcolina, um neurotransmissor com tripla função na digestão. A acetilcolina estimula diretamente a célula parietal na secreção ácida, estimula as células enterocromafins like a produzirem histamina, que por sua vez estimula a secreção ácida das células parietais e inibe as células D, responsáveis pela diminuição da secreção ácida. Fica evidente, portanto, um dos motivos de distúrbios psicológicos como a ansiedade e a depressão desencadearem tantos problemas funcionais no TGI.<br><br></div><div>Quando o alimento atinge o lúmen gástrico ocorre a distensão da parede do estômago e o aumento do pH, tais fatores são estimuladores diretos das células parietais e, consequentemente, da secreção ácida. A gastrina também estimula as células ECL a produzirem histamina. Todos os mecanismos citados preparam o estômago para a digestão do bolo alimentar através da secreção ácida.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:01:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468973230</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Proteção</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468974148</link>
         <description><![CDATA[<div>Mediante a tanta secreção ácida, o pH do lúmen gástrico é de aproximadamente 1 a 2. Para que a mucosa gástrica não seja destruída, o estomago dispõe de alguns fatores de proteção que formam a barreira mucosa gástrica. O muco produzido pelas células foveolares forma uma película protetora sobre a mucosa, e entre a mucosa e o muco o bicarbonato também produzido por essas células fica retido, deixando o pH próximo à mucosa em torno de 7. Outro fator de proteção é a alta taxa de regeneração celular do epitélio gástrico, sendo possível pela rica vascularização desse epitélio. A secreção de prostaglandinas é essenciais para estimulo de todos os fatores protetivos da mucosa estomacal. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:02:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468974148</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Úlceras Gastroduodenais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468974744</link>
         <description><![CDATA[<div>Desequilíbrios nos mecanismos de proteção gástrica e secreção ácida podem resultar em úlceras pépticas. Uma úlcera é a solução de continuidade na parede do órgão que atinge a camada mucosa e submucosa. Se a solução de continuidade acontece apenas na camada mucosa, é denominada erosão.<br><strong>Principais Causas de úlceras Pépticas:<br></strong><br></div><div>·         Mais comum em homens, 2:3.</div><div>·         As principais causas são H. Pylori, AINES e estresse isquêmico/tóxico associado ao tabagismo, principalmente.<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>H. pylori<br><br></div><div>O H. pylori é uma bactéria gram-negativa flagelada, produtora de urease, enzima que neutraliza a acidez no microambiente que ocupa, transformando-o em alcalino. Os flagelos da bactéria facilitam a penetração através da camada de muco até atingir a mucosa, aonde irá se proliferar e causar danos. De forma geral a bactéria instala-se inicialmente no antro gástrico, causando processo inflamatório que provocam uma gastrite crônica ativa, com destruição de células D, produtoras de somatostatina. <br><br></div><div>Diminuindo a somatostatina, a célula G produz mais gastrina e ocorre uma hipercloridria. Com uma maior liberação de conteúdo ácido no duodeno, surgirão as úlceras duodenais, principalmente no bulbo duodenal. Aproximadamente 90% dos pacientes com úlcera duodenal apresentam positividade nos testes para H. pylori.<br><br></div><div>Quando o H. pylori migra para porções proximais do estomago (corpo e fundo) ele pode causar a gastrite atrófica multifocal. As principais células dessa região são as parietais, com a destruição dessas células ocorre uma diminuição da secreção ácida, causando a hipocloridria. A úlcera gástrica nesse caso ocorre devido à destruição da mucosa pela bactéria e não pela hipercloridria, ocorrendo geralmente lesões próximas a pequena curvatura do estomago e podem ser precursoras do câncer gástrico.<br><br></div><div>Resumidamente, a úlcera duodenal está mais associada à hipercloridria, enquanto úlceras gástricas estão mais relacionadas à hipocloridria ou normocloridria.<br><br></div><div> </div><div>Uso contínuo de AINES<br><br></div><div>O uso de AINES também está associado ao surgimento de úlceras pépticas. <br><br></div><div>Dentre as defesas da mucosa temos o muco, produzido pelas células foveolares, forma uma fina camada protetora sobre a mucosa. Sua secreção aumenta pela distensão mecânica, é degradado pela pepsina e retirado por fatores mecânicos.<br><br></div><div>O Bicarbonato é produzido pelas células foveolares e a maior parte ficar retido entre a mucosa e a camada de muco, fazendo com que o pH próximo à mucosa fique em torno de 7, em contraste ao pH intraluminal em torno de 1 e 2.<br><br></div><div>O Oxido Nítrico é gerado pela ação da ON sintetase e tem função semelhante a das prostaglandinas, aumentando o fluxo sanguíneo na mucosa e submucosa, estimulando a produção de bicarbonato e mucina.<br><br></div><div>A região regeneradora é o colo da glândula oxíntica, responsável pela rápida regeneração celular da mucosa. É abundantemente vascularizada, o fluxo sanguíneo nutre o epitélio regenerador e retira o ácido para evitar que se difunda através da mucosa.<br><br></div><div> Todas as ações protetivas são estimuladas pelas prostaglandinas, mediadores químicos produzidos a partir do acido araquidônico pela ação das enzimas cicloxigenases do tipo 1 (COX 1), formação de muco, produção de bicarbonato, regeneração celular e aumento do fluxo sanguíneo. Ao inibir a formação de prostaglandinas pela mucosa gástrica, os AINEs reduzem praticamente todas as defesas contra a secreção ácida, dificultando o reparo tecidual e a neutralização do HCl. <br><br></div><div>Após duas semanas de uso de AINES, 5 % das pessoas desenvolvem úlceras gastroduodenais. Diferente do que eu imaginava, o efeito dos AINES é sistêmico e o mecanismo lesivo independe do meio de administração. Sendo assim, as úlceras não são causadas por ação direta do antiinflamatório ao entrarem em contato com a mucosa do TGI, mas pelo efeito indireto decorrente da diminuição sistêmica da produção de prostaglandinas pela inibição da COX1. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:02:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468974744</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipos de úlceras gástricas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468976480</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tipo I - </strong>ou úlcera da pequena curvatura (55-60% dos casos). Associada a normo ou hipocloridria, a lesão da mucosa pelo H. Pylori a torna muito sensível ao conteúdo ácido.<br><br></div><div><br> <strong>Tipo II - </strong>ou úlcera do corpo gástrico associada à úlcera duodenal.<br><br></div><div><strong>Tipo III - </strong>ou úlcera pré-pilórica.<br><br></div><div><strong>Tipo IV - </strong>ou úlcera da pequena curvatura, parte alta, próximo à junção gastroesofágica. Mais associada à normocloridria, patogênese semelhante ao tipo I.<br><br></div><div>As úlceras tipo II e III estão relacionadas à hipercloridria, com patogênese semelhante a das úlceras duodenais.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:04:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468976480</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Apresentação Clínica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468976998</link>
         <description><![CDATA[<div>A secreção ácida basal tem seu pico no período noturno entre 0-3h da manhã por estímulo do nervo vago, é comum pacientes com úlceras duodenais acordarem com dor epigástrica que irradia para o dorso nesse horário. <br><br></div><div>Pacientes com úlceras gástricas costumar ter mais sintomas após se alimentarem, alguns pacientes perdem peso. <br><br></div><div>A dispepsia ou síndrome dispéptica engloba qualquer sintoma desconfortável referido no epigástrio e representa a síndrome clínica da doença ulcerosa péptica (gástrica ou duodenal).<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Síndrome Dispéptica (ou dispepsia)</strong>: dor ou desconforto epigástrico, azia (queimação epigástrica), náuseas, sensação de plenitude pós-prandial.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:05:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468976998</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468977556</link>
         <description><![CDATA[<div>É necessário exame complementar para diagnóstico das úlceras pépticas. O exame padrão ouro para diagnóstico é a Endoscopia Digestiva Alta (EDA).<br><br></div><div>O paciente que apresenta sintoma dispéptico não deve ser submetido à EDA, pois desses, apenas 20-30% possuem ulcera gástrica ou duodenal. <br><br></div><div>Primeiramente deve-se investigar o uso prolongado de AINES e suspender o uso se necessário.<br><br></div><div>Inicia-se tratamento empírico com IBP por 8 - 12 semanas, podendo dobrar a dose em caso de não resolução do problema. <br><br></div><div>Se após todo o processo a sintomatologia persistir ou em casos recorrentes, realiza-se a EDA.<br><br></div><div> Na presença de úlcera, pesquisar H, pylori pelo teste de urease, se positivo realiza a erradicação da bactéria por Antibioticoterapia + IBP.<br> <br>CONDUTA COM H PYLORI <br>Conduta de Úlcera com H.Pylori :<br>IBP dose padra+ Claritromicina 500mg+ Amoxicilina/Metronidazol 1000mg <br>Por 14 Dias<br>Depois, continua ainda com IBP por 2 meses<br>E depois de 4 semnas faz EDA pra ver se teve cura<br><br></div><div>Em pacientes acima de 45 anos ou que apresentem sinais de alarme (perda ponderal, anemia, sangramento, vômitos recorrentes, disfagia, massa abdominal, adenopatia, história familiar de câncer gástrico e gastrectomia parcial prévia) a EDA está indicada.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:06:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468977556</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468978644</link>
         <description><![CDATA[<div>Volvo de sigmoide: torção do intestino no cólon sigmoide (lado esquerdo). Normalmente em pacientes que apresentam doenças do intestino com MEGACÓLON ou dilatação ou ainda que tenha um meso muito longo. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:07:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468978644</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DEFINIÇÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468980326</link>
         <description><![CDATA[<div>O Intestino sofre uma torção sobre seu eixo mesentérico, resultando em OBSTRUÇÃO PARCIAL ou COMPLETA do lúmen intestinal e de um grau variável de seu suprimento sanguíneo. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:09:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468980326</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468981915</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Volvo de Delgado</mark></strong></div><div>Os sinais e sintomas decorrentes de complicações da má rotação do intestino, geralmente ocorrem no período neonatal. Em cerca de 20% dos casos manifestam-se na fase adulta.</div><div>O <strong><mark>quadro clínico clássico</mark></strong> é o surgimento de vômitos biliosos em um RN. Se isquemia, a sobrevida é reduzida e<strong> poderá cursar com intestino curto.</strong></div><div>No<mark> volvo incompleto ou intermitente</mark>, os pacientes apresentam dor abdominal crônica ou episódios intermitentes de <strong>vômitos (que podem ser não biliosos), saciedade precoce, dificuldade em ganhar peso, má absorção/diarréia.</strong></div><div>Os <mark>sinais e sintomas decorrentes </mark>de complicações da má rotação do intestino, geralmente ocorrem no período neonatal. Em cerca de 20% dos casos manifestam-se na fase adulta.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:11:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468981915</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468984836</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Volvo Fisiopatologia (obstrução):</mark></strong></div><div>Acúmulo de secreção e gás proximal à oclusão</div><div><strong><mark>Peristalse de luta inicialmente. </mark></strong>Após, atonia e distensão</div><div><strong><mark>Estase = supercrescimento bacteriano</mark></strong></div><div>Aumento da pressão intraluminal = <mark>dificuldade de retorno venoso e extravasamento de líquidos = edema de parede</mark></div><div>Distensão = vômitos reflexos</div><ul><li><strong>Se em “alça fechada” = comprometimento da circulação arterial + trombose de veias da parede das alças</strong></li><li>Extravasamento de plasma e sangue para o lúmen do segmento obstruído</li><li>Hipovolemia, choque e azotemia</li><li>Se prolongada, necrose e até mesmo perfuração.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:15:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468984836</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468986323</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Diagnóstico clínico:</mark></strong></div><ul><li>Dor em cólica, de caráter reincidente. Se estrangular, dor contínua e localizada; </li><li>Vômitos;</li><li>Constipação e dificuldade de eliminação de gases (completa); </li><li>Diarréia paradoxal (incompleta);</li><li>Distensão abdominal; </li><li>Observar se há cicatrizes</li><li>Ausculta (peristalse exarcebada intercalada com silêncio)</li><li>Percussão abdominal</li><li>Palpação</li><li>Toque retal</li><li>Alteração tardia dos sinais vitais</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:16:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468986323</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468987352</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Exames laboratoriais: Hemograma Eletrólitos Uréia e Creatinina</mark></strong></div><ul><li>Gasometria</li><li>PCR-T</li><li>ATENÇÃO!!! Se presentes: Taquicardia; Alterações do nível de consciência; Oligúria; Febre e Leucocitose --&gt; <strong><mark>SUSPEITAR DE</mark></strong></li></ul><div><strong><mark>ESTRANGULAMENTO!!!!</mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:18:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468987352</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468988094</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diagnóstico Radiológico:</strong></div><ul><li><strong>Rotina de Abdome Agudo </strong>(tórax, abdome em pé e deitado): é o primeiro a ser solicitado. Simples e barato.</li><li>Sinais: U invertido, sinal do grão de café, sinal da vírgula, sinal de Frimann-Dahl (três linhas densas convergindo para o ponto de obstrução.</li><li> Observar causas extra-abdominais, pneumoperitônio, aerobilia, presença e padrão de distensão das alças, níveis hidroaéreos, diâmetro do ceco, presença de gás na ampola retal.</li><li><strong>Trânsito de delgado: </strong>caindo em desuso.</li><li><strong>Tomografia computadorizada: </strong>exame de escolha. Permite descobrir o <strong>local da obstrução com precisão. </strong>Podemos usar contraste oral, venoso ou retal.</li><li><strong>Exames endoscópicos:</strong></li></ul><div>- Suspeita de obstrução colônica = <strong>proctossigmoidoscopia.</strong></div><div>- <mark>A colonoscopia está contra indicada.</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:19:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468988094</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468989629</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Trânsito intestinal contrastado, sugerindo <strong>volvo de intestino delgado e ceco em topografia subhepática.</strong></li><li>TC de abdome, mostrando <strong>“Sinal da Roda” ou da “Via Láctea”</strong></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:21:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468989629</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468992210</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Volvo Tratamento clínico: Hidratação venosa Reposição de eletrólitos</mark></strong></div><ul><li>Passagem de sonda nasogástrica</li><li>Iniciar ABT (Gram neg)</li><li>Controle da diurese</li><li>Nutrição parenteral</li><li>Reavaliação programada</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:24:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468992210</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468995451</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Tratamento Cirúrgico: </mark></strong></div><ol><li><strong>Volvo de Delgado - </strong> Cirurgia consiste em desfazer as torções intestinais, sem nenhuma manobra de fixação do intestino ou do mesentério, pois não impede recidivas obstrutivas e torna difícil reoperações, caso necessárias. Se houver necrose de algum segmento, ressecá-lo. </li><li><strong>Volvo de Sigmóide - </strong>Abordagem inicial: Descompressão do segmento obstruído com a colocação de um tubo retal macio. Se não for possível a descompressão com o tubo, a destorção do vôlvulo com colonoscópio deve ser tentada. Se a destorção for bem sucedida, a resecção eletiva do sigmóide é indicada devido à alta taxa de recorrência (50%). É feita uma <strong>sigmoidectomia com anastomose primária.</strong> Caso não seja possível a descompressão endoscópica ou na presença de estrangulamento (URGÊNCIA), é necessária uma <strong>laparotomia com ressecção do segmento afetado, colostomia e fechamento do coto retal (operação de Hartmann).</strong> A reconstrução do trânsito deverá ser realizada num segundo momento.</li><li><strong>Volvo cecal - Colectomia </strong>direita com <strong>anastomose primária</strong> é procedimento de eletivo de escolha. Se houver <strong>necrose,</strong> o procedimento é de urgência e a ressecção do intestino gangrenoso seguida de ileostomia é uma abordagem mais segura.</li></ol><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:28:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/468995451</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469001653</link>
         <description><![CDATA[<div>HÉRNIA: protuberância de uma estrutura além da parede do corpo que o contém e esse problema pode ocorrer em qualquer região (comum em região abdominal, em particular na região inguinal). </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:35:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469001653</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469002533</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Redutível: quando seus conteúdos podem ser reposicionados em meio aos músculos que a circundam;</li><li>Irredutível ou encarcerada: quando não. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:36:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469002533</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANATOMIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469003503</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os músculos da parede abdominal formam uma cavidade aproximadamente cilíndrica, ligada superiormente pelo processo xifoide e margens costais, e inferiormente pela sínfise púbica e cristas ilíacas; </li><li>Os dois pilares de músculo reto abdominal se fundem na linha média para formar a LINHA ALBA; </li><li>Lateralmente, os músculos retos se conectam com os músculos oblíquo externo, oblíquo interno e tranverso abdominal; </li><li>Os músculos da parede abdominal são supridos pelas A. intercostais e lombares e um ramo circunflexo profundo da A.ilíaca; </li><li>Inervados pelos nervos Intercostal e lombar, que entram na parede abdominal entre os M. transverso do abdome e oblíquo interno;</li><li>REGIÃO INGUINAL - 4 planos </li></ul><div>- Pele e tecido subcutâneo (fáscia superficial - Camper e Scarpa - sob a qual há os vasos epigástricos superficiais, a veia circunflexa superficial e a veia pudenda externa); <br>- Porção aponeurótica do M. oblíquo externo ( seu espessamento forma --&gt; anel inguinal superficial --&gt; ligamento inguinal);  M. cremáster e cordão espermático (ou lig. redondo nas mulheres); Musculatura posterior do canal inguinal <br>- Fáscia transversal;</div><ul><li>O canal inguinal mede cerca de 4cm  e vai desde o ANEL INGUINAL INTERNO até o ANEL EXTERNO; </li><li>REGIÃO FEMORAL - a transição da pelve para os MMII pode ser separada numa região MEDIAL (lacuna vasculosa - por onde passam os vasos femorais); LATERAL (por onde passa o músculo iliopsoas, na lacuna musculosa). Os vasos ilíacos externos se continuam como vasos femorais ao ultrapassarem o ligamento inguinal. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:37:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469003503</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CLASSIFICAÇÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469013085</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> HÉRNIA VENTRAL: incluem primárias (epigástrica, umbilical, spegeliana), hérnias parassérmicas e maioria das hérnias incisionais; </li><li>HÉRNIA NA VIRILHA: são subclassificadas em inguinais e femorais; </li><li>HÉRNIA PÉLVICA: podem ser ciática ou obturaria, caso se projetem através de um dos forames pélvicos, ou perineal, se for através do assoalho pélvico. </li><li>HÉRNIA DE FLANCO: incluem as hérnias do triângulo lombar superior e inferior.</li></ul><div>Podem ser classificadas também pela ETIOLOGIA: </div><ul><li>HÉRNIA CONGÊNITA: secundárias, principalmente, a ONFALOCELE e GASTROSQUISE (herniação de vísceras através do cordão umbilical, recoberta por membrana); </li><li>HÉRNIA ADQUIRIDA: se desenvolvem após enfraquecimento/ ruptura de tecidos fibromusculares. Caso se desenvolva sem uma incisão cirúrgica previa, chama-se hérnia primária; se após um incisão cirúrgica é secundária ou incisional. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 15:49:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469013085</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EPIDEMIOLOGIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469022824</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Aproximadamente 5 milhões de americanos têm uma hérnia a parede abdominal; </li><li>Cerca de 75% de todas essas hérnias ocorrem na região inguinal, e a maioria são do tipo indiretas; </li><li>Nesse contexto, ainda, os homens são 25x mais propensos a desenvolverem hérnias inguinais do que as mulheres. </li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:00:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469022824</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PATOGÊNESE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469024583</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A maior parte das hérnias adquiridas se forma quando há PERDA DE INTEGRIDADE DOS MÚSCULOS E TENDÕES DA PAREDE ABDOMINAL; </li><li>Distúrbios genéticos ou sistêmicos da matriz extracelular podem predispor a formação de hérnia primária e a cicatrização defeituosa pós laparotomia pode levar a hérnias inficionais; </li><li>Nos casos em que a pressão INTRABDOMINAL excede da PRESSÃO ABDOMINAL, esta irá romper em seu ponto mais fraco, causando a HÉRNIA; </li><li>LEI DE LAPLACE: a tensão da parede é maior no ponto do maior raio e da parede mais fina). </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:01:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469024583</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CLÍNICA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469027697</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Hérnias pequenas podem ser assintomáticas ou apresentar vários graus de dor e desconforto, à medida que os conteúdos de hérnia se projetam através da mesma; </li><li>Na maioria das vezes, o paciente se queixa de uma protuberância em algum ponto da parede abdominal.  Tossir ou forçar pode produzir ou agravar a dor ou o desconforto; </li><li>Hérnias maiores --&gt; podem levar a àreas de eritema, isquemia ou ulceração e, em especial, as hérnias femoral, obturatória e ciática frequentemente não são reconhecidas até que se apresentem como obstrução intestinal. </li><li>Ao exame físico: a parede abdominal deve ser avaliada com o paciente em PÉ e DEITADO. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:05:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469027697</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469035678</link>
         <description><![CDATA[<div>Hérnias muito pequenas, em pacientes obesos e certos tipos de hérnias (ex: pélvicas e lombares), exigem exame de imagem para diagnosticar. Nesse sentido a TC abdominal é o melhor método para diagnóstico e identificação das estruturas presentes no saco herniário. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:15:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469035678</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469039165</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>DIÁSTASE DO RETO ABDOMINAL; </li><li>HEMATOMA DA BAINHA DO RETO; </li><li>CELULITE/ ABCESSO; </li><li>LIPOMAS; </li><li>ENDOMETRIOSE; </li><li>ANOMALIAS URACAIS; </li><li>NEUROFIBROMAS; </li><li>TUMORES DESMÓIDES. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:19:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469039165</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HÉRNIA EPIGÁSTRICA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469040800</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>São secundárias a defeitos na linha média abdominal (linha Alba) entre a região do processo xifoide e a cicatriz umbilical; </li><li>1,6-3,6% de todas as hérnias da parede abdominal; </li><li>FATORES DE RISCO: Treinamento físico excessivo ou tosse, obesidade, tabagismo, uso crônico de esteroides, diabetes, velhice e sexo masculino;</li><li>Podem ocorrer sem a presença de um saco peritoneal; </li><li>TRATAMENTO - reparo cirúrgico em casos sintomáticos (fechar defeito com sutura ou malha interrompida; </li><li>Reforço de malha - em hérnia incisional e/ou defeito é maior que 1cm. </li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:21:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469040800</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469041495</link>
         <description><![CDATA[<div>Define-se basicamente pela má absorção de carboidrato, nesse caso da lactose. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:22:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469041495</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipos</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469041906</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Congênita</strong>- Ausência total da enzima desde o nascimento devido alteração no cromossomo 2q21<br><strong>Primária</strong>- não persistência da lactase, ou seja, reduz-se gradativamente durante a vida (principal causa no mundo)<br><strong>Secundária</strong>- perda da atividade da lactase em pessoas que possuem a enzima, como resultado de doenças do TGI. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:23:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469041906</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fisiopatologia</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469046727</link>
         <description><![CDATA[<div>Para que ocorra a absorção da lactose, é necessária a hidrólise promovida principalmente da lactase. A medida que a atividade da enzima ou a persistência reduz, a lactose é carreada para o cólon onde será fermentada pela flora local. Esse processo que irá produzir ácidos orgânicos, CO2, Metano e H2<strong> (gases)</strong> e elevação da Osmolaridade do Lúmen entérico. Esse aumento da osmolaridade irpa atrair água para o interior do cólon, que resulta em <strong>diarreia aquosa ácida.</strong> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:28:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469046727</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Clínica</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469049423</link>
         <description><![CDATA[<div>Queixas que ocorrem após a ingestão da lactose. São eles: <strong>diarreia aquosa, distensão abdominal,, flatulência, borborigmo, desconforto abdominal, náuseas e vômitos. </strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:31:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469049423</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469050737</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Métodos Diretos</strong><br>Biópsia jejunais<br><strong><br>Métodos Indiretos<br>Teste Oral de Tolerância a Lactose<br></strong>-&gt; elevação da glicose em 20 a 30 em relação ao jejum indica digestão NORMAL<strong><br></strong>Teste de alta <strong>sensibilidade: Teste do Hidrogênio Expirado<br>Intolerância há elevação de 20ppm no Hidrogênio Expirado<br>Análise Fecal, o pH na IL cai para 5,5</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:32:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469050737</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469055116</link>
         <description><![CDATA[<div>A base do tratamento é correção na dieta. Não consumir alimentos com lactose. Em pacientes que possam comprar, pode indicar o uso da lactase. Não é comprovado ainda o uso pleno da ramfopicina no tratamento.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:37:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469055116</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HÉRNIA UMBILICAL/ PERIUMBILICAL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469062479</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Fatores de risco em adultos: obesidade, distensão abdominal, ascite ou gravidez;</li><li>+ frequente em mulheres (3:1) </li><li>Nos homens apresentam-se mais encarceradas e, nas mulheres são mais propensas a uma massa facilmente redutível; </li><li>Tipicamente o omento ou a gordura pré-peritoneal estão contidas no saco herniário; </li><li>Geralmente diagnosticada com a palpação de uma massa mole; </li><li>CIRURGIA DE REPARO - em casos sintomáticos, pode ser aberta ou videolaparoscópica. Nos casos aberto, recomenda-se REFORÇO DA MALHA para TODAS AS HÉRNIAS INCISIONAIS e &gt; que 1cm de diâmetro. </li><li>LAPAROSCOPIA VANTAJOSA: maior defeito de hérnia (&gt; 4cm), suspeita de múltiplos defeitos e obesidade. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:46:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469062479</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HÉRNIA DE SPIEGEL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469066960</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Decorre de um defeito na aponeurose de Spiegelian, que é a aponeurose do M. abdominal transverso. Está mediamente à linha semilunar lateral e lateralmente à borda lateral do M. reto abdominal; </li><li>Paciente normalmente apresenta EDEMA no abdome médio e/ou inferior, apenas lateralmente ao M.reto. Além disso, pode referir dor aguda ou sensibilidade nessa região e o diagnóstico pode ser confirmado por TC abdominopélvica ou USG; </li><li>O tratamento indicado geralmente é cirúrgico e com anestesia geral</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:51:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469066960</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceito</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469068991</link>
         <description><![CDATA[<div>A doença celíaca é uma expressão da doença por sensibilidade ao glúten, caracterizada pela enteropatia ou lesão intestinal.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:54:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469068991</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Etiopatogenia</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469069953</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Influência Genética</em></strong></li></ul><div>- doença de caráter familial<br>Ela resulta de um efeito combinado de produtos diferentes genes, HLA e não HLA. <br><strong>HLA DQ2 / HLA DQ8</strong> -&gt; A genotipagem tem relevância em quadros graves e valor preditivo na detecção de familiares de alto risco</div><ul><li><strong><em>Influencia Ambiental</em></strong></li></ul><div>Secundaria a uma infecção etc</div><ul><li><strong><em>Influencia Imunológica</em></strong></li></ul><div>A DC está associada à resposta autoimune altamente específica ao endomísio, que faz parte da estrutura da matriz celular do tecido conjuntivo do músculo liso. O antígeno endomisial identificado foi a enzima transglutaminase tecidual, que é secretada por fibroblastos, leucócitos... a qual é encontrada na DC em todas as camadas da parede do intestino delgado, pois é liberada das células durante a inflamação ou lesão.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:55:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469069953</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HÉRNIA INCISIONAL VENTRAL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469070270</link>
         <description><![CDATA[<div>Hérnia que ocorre em uma incisão na parede abdominal ventral SECUNDÁRIA a uma CIRURGIA ANTERIOR. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:55:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469070270</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HÉRNIAS INGUINAL E FEMORAL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469070761</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Hérnia <mark>inserida no TRIÂNGULO DE HASSELBACH --&gt; DIRETA.</mark> E se estiver <mark>LATERALMENTE, é INDIRETA. </mark></li><li>CLASSIFICAÇÃO DE NYHUS: </li></ul><div><strong>TIPO 1: </strong>hérnias INDIRETAS com anel inguinal interno de diâmetro normal; <br><strong>TIPO 2:</strong> hérnias INDIRETAS com ALARGAMENTO do anel inguinal INTERNO; <br><strong>TIPO 3: </strong>subdivididas em <br>- 3a: hérnia inguinal direta; <br>- 3b: inguinal indireta com fraqueza da parede posterior ou inguinoescrotal; <br>- 3c: femorais; <br><strong>TIPO 4: </strong>recidivadas. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 16:56:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469070761</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EXAME FÍSICO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469075392</link>
         <description><![CDATA[<div>Realizado com o paciente em pé e em decúbito dorsal e é feito introduzindo o dedo indicador através do ANEL INGUINAL SUPERFICIAL, lateralmente ao PÚBIS, quando o examinador percebe a profusão da hérnia: <br>- Saco herniário vem do ANEL INTERNO --&gt; HÉRNIA <strong>INDIRETA; <br>- </strong>Saco herniário provém do assoalho do trígono inguinal --&gt; hérnia <strong>DIRETA. </strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 17:01:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469075392</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EXAMES DE IMAGEM </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469077641</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>USG específica de parede abdominal na região iguinofemoral; </li><li>TC abdominopélvica (diag. de massas); </li><li>RM (não muito usada); </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 17:04:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469077641</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TÉCNICAS DE REPAROS DE MALHA SEM TENSÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469079156</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>LICHTENSTEIN; </li><li>PLUG; </li><li>PATCH; </li><li>KUGEL.</li></ul><div>Em casos de CONTRAINDICAÇÃO do uso de MALHAS, como em <strong>CASOS DE INFECÇÃO - REPAROS: </strong></div><ul><li>Shouldice; </li><li>Bassini;</li><li>Mcvay </li></ul><div>(aproxima o tecido sem utilizar malha) </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 17:06:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469079156</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fisiopatologia</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469079521</link>
         <description><![CDATA[<div>Fase Epitelial : defeito básico da absorção <br>Com a evolução do processo, ocorrem comprometimentos secundários: <br>Etapa pré-epitelial- alterações na micelação das gorduras, perda fecal de sais biliares, reduz enteroquinase<br>Etapa Pós-Epitelial- bloqueio relativo ao escoamento de nutriente<br>Mucosa gástrica: pode apresentar gastrite  sem relação com H. Pylori necessariamente<br><strong>O dano produzido élo glúten é mais intenso no duodeno e jejuno proximal.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 17:06:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469079521</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Anatomia patológica</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469083696</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 17:11:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469083696</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quadro Clínico</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469084087</link>
         <description><![CDATA[<div>Sinais e sintomas de má absorção.<br>Diarreia, Emagrecimento, Anorexia, Fraqueza/cansaço/Fadiga, dor abdominal, distensão abdominal, náusea e vômito, distúrbios psicoafetivos. <br>Sintomas extraintestinais: dermatite herpetiforme<br>a) F<strong>orma clássica</strong>: decorrente da má absorção de nutrientes, com quadro de diarreia crônica e desnutrição; encon- trada tanto em crianças como em adultos. Na criança, a distensão abdominal e a intensa redução de massa glútea são dados que chamam a atenção; b) <strong>Forma não clássica</strong>: também denominada forma atípica que pode ser de dois tipos. Um tipo chamado de atípico digestivo com sintomas digestivos mais discretos ou com constipação intestinal, e um segundo tipo chamado de atípico extradigestivo com sintomas como baixa estatura, anemia, tetania etc. <br><strong>c) Forma latente</strong>: em indivíduos com biopsia intestinal nor- mal frente ao consumo habitual de glúten e que, anterior ou posteriormente, desenvolvem atrofia parcial ou total de vilosidades, retornando novamente ao normal após isenção do glúten da dieta; <br><strong>d) Forma assintomática:</strong> ocorre entre familiares de celíacos com anticorpos positivos no soro, com alterações histo- lógicas mais ou menos graves, mas número aumentado de LIE, revertendo com dieta isenta de glúten.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 17:11:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469084087</guid>
      </item>
      <item>
         <title>QUADRO CLÍNICO GERAL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469087023</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Sangramento; </li><li>Dor anal; </li><li>Prurido; </li><li>Tenesmo;</li><li>Pode ter alterações sistêmicas. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 17:15:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469087023</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469129111</link>
         <description><![CDATA[<div>Quadro clínico sugestivo &gt;<br>Presença de autoanticorpos &gt;<br>Biópsia de delgado compatível &gt;<br>Dieta sem glúten &gt;<br>Reversão do quadro clínico &gt;<br>Diagnóstico de doença celíaca<br>DC de alto risco : Genotipagem</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:07:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469129111</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469135745</link>
         <description><![CDATA[<div>Não consumir glúten</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:15:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469135745</guid>
      </item>
      <item>
         <title>complicações</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469135986</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Linfoma intestinal<br>Deficiência nutricional<br>Infertilidade<br>Osteoporose</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:16:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469135986</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469138582</link>
         <description><![CDATA[<div>Em muitos pacientes, a constipação está associada a movimentos lentos das fezes pelo cólon. Essa lentidão pode ser devida a fármacos, condições orgânicas ou um distúrbio da função defecatória (i.e., disfunção do assoalho pélvico), ou um distúrbio que resulta de dieta ( Alimentos que frequentemente afetam a função GI). Os pacientes com problemas na defecação não geram forças retais propulsivas adequadas, não relaxam os músculos puborretais e o esfíncter anal externo durante a defecação ou ambos. Na SII, os pacientes têm sintomas (p. ex., desconforto abdominal ou hábitos intestinais alterados), mas trânsito pelo cólon e funções anorretais normais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:19:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469138582</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A gastrite consiste na inflamação do revestimento gástrico.A inflamação pode ser causada por vários fatores, como infecções, o estresse decorrente de doença grave, lesões, alguns medicamentos e distúrbios do sistema imunológico.Quando os sintomas de gastrite ocorrem, eles incluem dor ou desconforto abdominal e, ocasionalmente, náusea ou vômito.Frequentemente, os médicos fundamentam o diagnóstico com base nos sintomas da pessoa, mas ocasionalmente é necessário examinar o estômago utilizando um tubo flexível para visualização (endoscopia digestiva alta).O tratamento baseia-se no uso de medicamentos que reduzem a produção de ácido gástrico.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469139269</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:20:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469139269</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A gastrite erosiva é mais grave do que a gastrite não erosiva. Esta forma de gastrite consiste na inflamação e corrosão do revestimento gástrico. As células que produzem muco para proteger o revestimento gástrico do ácido estão ausentes ou danificadas. Normalmente, a gastrite erosiva se desenvolve subitamente (chamada gastrite erosiva aguda), mas também se pode desenvolver lentamente (chamada gastrite erosiva crônica), normalmente em pessoas que, com exceção da gastrite, são saudáveis.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469139892</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:21:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469139892</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A gastrite não erosiva é caracterizada por alterações no revestimento gástrico que variam de desgaste (atrofia) do revestimento gástrico até a transformação do tecido gástrico em outro tipo de tecido intestinal (metaplasia). Frequentemente, diversos tipos de glóbulos brancos se acumulam no estômago e causam diversos graus de inflamação. Os glóbulos brancos podem causar inflamação em todo o estômago ou apenas em algumas partes.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469140954</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:22:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469140954</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469151115</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Caracteriza-se pela presença de DESCONFORTO ou DOR ABDOMINAL associada a distúrbios da defecação; </li><li>Quadros de distensão abdominal e sensação de excesso de gases se apresentam frequentes, embora não sejam considerados sintomas essenciais para o diagnóstico; </li><li>A doença é mais comum em jOVENS; </li><li>Sexo feminino mais acometido (2:1); </li><li>FATORES DE RISCO: Gastroenterite bacteriana, depressão, adversidades na vida, hipocondríase, sexo feminino; jovem; diarreia prolongada, estrogênio, uso recente de antibióticos, intolerância alimentar, histórico familiar e baixo peso ao nascer; </li><li>FISIOPATOLOGIA: motilidade alterada, hipersensibilidade visceral, inflamação de baixa intensidade e estresse; </li><li>QUADRO CLÍNICO: Pode apresentar MUCO nas fezes, dor ou desconforto abdominal (geralmente atenua com a defecação e piora com a alimentação), constipação e/ou diarreia, estufamento, e distensão abdominal visível. Esses achados, para elevar a suspeita de SII, precisam apresentar caráter crônico, ocorrendo há pelo menos 6 meses.</li></ul><div><strong>DIAGNÓSTICO</strong></div><ul><li>CRITÉRIOS DE ROMA:  Presença de DOR ou DESCONFORTO ABDOMINAL por período superior a 6 meses e frequência mínima de 3 dias/mês, associado a dois ou mais outros fatores (melhora à evacuação, inicio associado a alteração na frequência evacuatória e início associado a alteração do aspecto das fezes), na ausência de sinais de alarme, permite o diagnóstico da SII; </li><li>Urgência evacuatória, sensação de evacuação incompleta, muco nas fezes, distensão abdominal --&gt; NÃO FAZEM PARTE DOS CRITÉRIOS DIAGNÓSTICO; </li><li>Hemograma completo, exames bioquímicos renais e hepáticos (uréia, creatinina, FA, GGT, TAP), exames de função da tireoide (T4L e TSH), e avaliação de 3 amostras de fezes frescas para parasitas. Esses exames são considerados baratos e podem ser tranquilizadores para os pacientes. </li><li>Os exames RADIOLÓGICOS e por PÍLULA ENDOSCÓPICA - apresentam rendimento muito baixo no cenário dos sintomas; </li><li>Atualmente recomendam-se exames de doença celíaca; </li><li>SINTOMAS DE ALARME: perda sanguínea retal, anemia, perda de peso, febre, História familiar de câncer colônico, início dos sintomas após os 50 anos, alteração súbita na sintomatologia; </li><li>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: síndrome de má absorção; intolerância a lactose; intolerância a frutose; DII; neoplasia; Doença celíaca; colite pseudomembranosa; colite actínica (pós radioterapia); isquemia mesentérica, entre outros; </li><li>TRATAMENTO: confiança do paciente (respeito e educação com as suas queixas); Reguladores da motilidade intestinal (antiespamódicos) - Trimebutina e otilone (+ usados); laxativos, antidiarréicos, agonistas de receptores de serotonina; antidepressivos e ansiolíticos. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:35:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469151115</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469161435</link>
         <description><![CDATA[<div>Caracteriza-se por inflamação transmural e padrão salteado, crônica, etiologia parcialmente conhecida, pode acometer qualquer segmento do TGI, da boca ao ânus.<br><br>Maior incidência em países desenvolvidos. Acomete principalmente indivíduos brancos, entre 15 e 40 anos, podendo também acometer entre 50-80 anos com leve predominância em mulheres.<br><br><br></div><div><strong>Apresentação Clínica:</strong> <br><br>Dor abdominal tipo cólica de forte intensidade, com distensão abdominal, pode acompanhar náusea, vômito refletindo ocorrência de semiobstrução intestinal.<br><br>Diarréia leve e persistente, febre, dor abdominal. Pode apresentar anemia. Sangramento nas fezes (visível ou oculto). <br><br></div><div>Acometimento transmural (mucosa, submucosa, muscular, serosa), podendo evoluir para abdome agudo perfurativo.<br><br>Ao exame físico o paciente pode apresentar-se emagrecido, com dor à palpação, principalmente fossa ilíaca direita. <br><br>Em alguns casos pode-se palpar massa inflamatória (plastrão) em QID formada por alças intestinais inflamadas e aderidas.<br><br>Pode haver presença de fissuras, fístulas e plicomas na região perianal.<br><br>Alterações cutâneas como pioderma gangrenoso e eritema nodoso podem estar presentes. Pode haver hiperemia conjuntival.<br><br></div><div>Por acometer delgado, pode provocar síndromes disabsortivas (ex.: hipovitaminoses).<br><br>Diagnóstico: <br><br>Colonoscopia: padrão descontínuo das lesões, áreas acometidas ao lado de áreas normais. lesões do íleo terminal, presença de lesão perianal, úlceras sergipinosas longitudinais ou aftóides, mucosa em pedra de calçamento.<br>Deve-se realizar anual ou bianualmente a partir do oitavo ano da doença.<br>Quando necessário, realizar EDA.<br><br>TC de abdome e pelve<br><br>Sorológico: ASCA. Pode encontrar p-ANCA.<br><br></div><div><br>Lesões: </div><div>Úlceras aftóides &gt; lesões longitudinais serpentiformes &gt; mucosa mais evidenciada &gt; Aspecto em pedra de calçamento.<br><br></div><div>Processo inflamatório na parede intestinal, espessamento da submucosa (cicatrização e fibrose), camada muscular hipertrófica &gt; estenose &gt; obstrução intestinal &gt; abdome agudo obstrutivo.<br><br></div><div>Áreas de fissuras da parede do TGI &gt; fístulas (comunicação com órgãos vizinhos) &gt; abscessos peritoneais &gt;peritonite &gt; abdome agudo inflamatório.<br><br></div><div>Biópsia:<br>Na histologia, presença de células inflamatórias agudas (neutrófilos) em fases ativas da doença.<br><br></div><div> 35% dos pacientes apresentam granulomas não caseosos mal formados.<br><br></div><div>Atrofia da mucosa do TGI gerando uma arquitetura mais lisa.<br><br></div><div>Pode surgir metaplasia do epitélio.<br><br>Tratamento:</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:50:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469161435</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469161673</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Doença inflamatória intestinal crônica </strong>de etiologia parcialmente conhecida, <strong><mark>caracteriza-se por acometimento contínuo e ascendente do intestino grosso, iniciando-se, na maioria dos casos pelo reto.</mark></strong><mark><br></mark><br>Diferente da doença de Crohn, que associa a <strong>inflamação transmural,</strong> a retocolite ulcerativa afeta somente <strong>mucosa e submucosa.</strong><br><br><strong>Etiopatogenia envolve: </strong>fatores genéticos, fatores luminais e fatores relacionados à imunoregulação e resposta imune. Maior incidência em países desenvolvidos, <strong>acometendo adultos jovens entre 30-40 anos </strong>ou <strong>60-69 anos com discreto predomínio no sexo masculino.</strong><br><br><strong>Quadro Clínico: </strong></div><ul><li>Diarréia crônica, sangramento intestinal, fezes com sangue e muco, urgência evacuatória e tenesmo. Geralmente diarréia com fezes líquidas, várias evacuações e pequeno volume.</li><li>Perda ponderal, febre baixa, dor abdominal (com alívio após a evacuação), fadiga e constipação intestinal podem estar presentes.</li></ul><div>Diagnóstico:<br>Colonoscopia - Úlceras extensas e isoladas, pseudopólipos (projeções da mucosa pela retração cicatricial da submucosa.<br><br>Biópsia:</div><div>atrofia da mucosa, infiltrado inflamatório neutrofílico na LP,  diferente de Crohn não observa-se granuloma.<br><br>Laboratório: <br>Hemograma, PCR, VHS, albulmina, alt, ast, fa, ggt.<br>Calprotectina fecal: importante marcador de atividade inflamatória intestinal.<br>Sorológico: p-ANCA (65% dos pacientes).<br> <br>Classificação de Montreal:<br><br>Extensão<br>E1: proctite, acometimento limitado ao reto.<br>E2: colite esquerda, acomento limitado à flexura esplênica.<br>E3: colite extensa, acometimento além da flexura esplênica.<br><br>Atividade<br>S0: remissão, paciente clinicamente assintomático<br>S1: atividade leve, quatro ou menos evacuações diárias, pulso, temperatura, VHS e hemoglobina normais.<br>S2: atividade moderada, mais de quatro evacuações diárias com sangue, sem sinais de toxicidade sistêmica grave.<br>S3: atividade grave, seis ou mais evacuações diárias e sinais de toxicidade sistêmica (hemoglobina &lt; 10,5, pulso &gt; 90 bpm, T &gt; 37,5º ou VHS &gt; 30mm).<br><br>Classificação de Truelove e Witts: avalia a atividade da doença.<br><br>Complicações:<br><br></div><div>Pode ocorrer Megacolón Tóxico, devido a irritação da camada muscular que compromete a motilidade intestinal, deixando o segmento sem peristaltismo. Causando interrupção do fluxo do bolo fecal e dilatação progressiva do cólon pelo acumulo do bolo fecal, podendo romper a parede do cólon, ocasionando uma urgência médica.<br><br>Tratamento:<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 18:50:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469161673</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DEFINIÇÃO:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469187447</link>
         <description><![CDATA[<div>elevação patológica da pressão no sistema venoso portal. A cirrose é a principal causa, porém existe a hipertensão portal não-cirrótica. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:32:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469187447</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FISIOPATOLOGIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469188033</link>
         <description><![CDATA[<div>O fígado recebe suprimento sanguíneo duplo, sendo 60-70% fornecido pela VEIA PORTA e o restante pela ARTÉRIA HEPÁTICA. <br><br></div><ul><li><strong>Lóbulo hepático:</strong> Lóbulos hexagonais orientado ao redor das tributárias da veia hepática com os tratos portais na periferia dos lóbulos. Os hepatócitos vizinhos à veia hepática terminal são denominadas de <strong><mark>CENTROLOBULARES</mark></strong> e os situados próximos aos tratos portais são chatos de <strong><mark>PERIPORTAIS. </mark></strong></li><li>A veia porta é responsável por drenar o sangue proveniente dos INTESTINOS GROSSO e DELGADO, ESTÔMAGO, BAÇO, PÂNCREAS e VESÍCULA BILIAR </li><li>É formada pela união da V. mesentérica superior e V. Esplênica --&gt; HILO --&gt; divide-se em dois ramos </li></ul><div>- ESQUERDO: Veias umbilicais e paraumbilicais; -&gt; varizes umbilicais (cabeça de medusa).<br>- DIREITO: drena a V. cística</div><ul><li><strong>A veia gástrica esquerda geralmente se une à veia porta , podendo se dilatar  juntamente com as VEIAS ESOFÁGICAS (VARIZES ESOFÁGICAS)</strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:33:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469188033</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Geral</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469193539</link>
         <description><![CDATA[<div>Pode ser classificada como:<br><br></div><div>1.       Aguda – até 14 dias de duração;</div><div>2.       Subaguda – de 14 a 30 dias de duração;</div><div>3.       Crônica – maior que 30 dias de duração;<br><br></div><div>São descritos 4 mecanismos fisiopatológicos:<br><br></div><div>1.       Osmótico: causada pela presença de grande quantidade de solutos pouco absorvíveis e osmoticamente ativos no lúmen intestinal.</div><div>2.       Secretor: causada pelo transporte anormal de íons pelas células epiteliais intestinais;</div><div>3.       Motor: causada pela motilidade intestinal anormal.</div><div>4.       Inflamatório: causada pela perda da integridade da mucosa intestinal por inflamação e/ou ulceração.<br><br></div><div>Etiologias mais frequentes: virais, bacterianas, parasitoses, doenças inflamatórias intestinais, excesso de sais biliares, intolerância à lactose, excesso de cafeína ou álcool, doença celíaca, medicamentos, neoplasias colônicas, etc.<br><br>Diarréia Osmótica</div><div>A diarréia osmótica cessa completamente com o estado de jejum, logo, não há diarréia noturna, ao contrário das diarréias secretórias! A suspensão da substância incriminada – por<br> exemplo: lactose na deficiência de lactase – também melhora rapidamente o quadro. Como<br> a absorção de eletrólitos está intacta nas diarréias osmóticas, a quantidade de sódio e potássio tende a ser reduzida nas fezes.</div><div> </div><div>Diarréia Secretória</div><div>Algum fator, geralmente uma toxina, droga ou substância neuro-hormonal, está estimulando a secreção ou inibindo a absorção hidroeletrolítica pelo epitélio intestinal. Pode ser uma diarréia “alta” ou “baixa”, ou as duas ao mesmo tempo. Principais exemplos: laxativos estimulante <br>  (fenoftaleína, bisacodil), bactérias produtoras de toxinas (cólera), VIPoma, síndrome carcinoide, diarréia dos ácidos biliares e diarréia dos ácidos graxos</div><div>A diarréia secretória não cessa com o jejum e possui um <strong>gap osmolar fecal baixo </strong>(&lt; 50 mOsm/L), pela riqueza de Na e K nas fezes.</div><div> </div><div>Diarréia Inflamatória ou invasiva:</div><div>Decorrente da liberação de citocinas e mediadores inflamatórios por lesão direta da mucosa intestinal (enterite, colite ou enterocolite), o que estimula a secreção intestinal e o aumento da motilidade. O marco deste tipo de diarréia é a presença de sangue, pus e muco nas fezes, podendo ser chamada de <strong>disenteria</strong>. Pode ser infecciosa ou não infecciosa (ex.: doença inflamatória intestinal). O exame que avalia a presença de sangue, pus e muco nas fezes é o <strong>EAF </strong>(Elementos Anormais nas Fezes)... A <strong>lactoferrina fecal </strong>(marcador de ativação leucocitária) também está aumentada nas disenterias.</div><div> </div><div>Diarréia Disabsortiva</div><div>A presença de esteatorreia (aumento da eliminação fecal de lipídios) sempre tem origem numa doença do intestino delgado. Principais exemplos: doença celíaca, espru tropical, doença de Crohn, doença de Whipple, giardíase, estrongiloidíase, linfangiectasia, linfoma intestinal</div><div>O mecanismo da diarréia na síndrome disabsortiva inclui o mecanismo secretório colônico (“diarréia dos ácidos graxos”), o mecanismo osmótico da má absorção de carboidratos dissacarídeos (deficiência secundária de lactase) e, em menor grau, a própria massa lipídica fecal.</div><div><br>Diarréia Funcional</div><div>Causada pela hipermotilidade intestinal. Os principais exemplos são a síndrome do intestino irritável (pseudodiarréia) e a diarréia diabética (neuropatia autonômica).</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:42:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469193539</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FATORES IMPORTANTES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469194266</link>
         <description><![CDATA[<div>DESENVOLVIMENTO DE HIPERTENSÃO PORTAL: <strong>FLUXO SANGUÍNEO e a RESISTÊNCIA VASCULAR; <br>- </strong> Os valores normais pressóricos na veia porta costumam variar entre 5-10 mmHg;<br>- Pressão &gt; ou = 12 mmHg o paciente costuma cursar com complicações (varizes e ascite); </div><ul><li>A resistência vascular é determinada primariamente pelo <strong>DIÂMETRO DAS VEIAS. </strong></li></ul><div><strong><mark>(DIMINUI DIÂMETRO --&gt; AUMENTA RESISTÊNCIA VASCULAR --&gt; DOENÇAS HEPÁTICAS). <br></mark></strong><strong>* PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS CLÍNICAS: </strong>ascite, formação de shunts venosos portossistêmicos, esplenomegalia congestiva, encefalopatia hepática; <br>** encefalopatia - distúrbio na neurotransmissão do SNC e MUSCULAR relacionada a elevação do níveis SÉRICOS DE AMÔNIA, o que prejudica a função neuronal, levando a EDEMA CEREBRAL. Manifestada por um espectro de perturbações de consiência, confusão acentuada e estupor, até coma profundo e morte. É REVERSÍVEL se a função hepática puder ser corrigida. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:43:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469194266</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ETIOLOGIAS: </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469199427</link>
         <description><![CDATA[<div>Podem ser divididas em: <br>* <strong>RESISTÊNCIA PRÉ-HEPÁTICA: </strong>trombose venosa portal ou da veia esplênica, atresia congênita ou estenose da veia porta, compressão extrínseca (tumor),etc. <br>* <strong>RESISTÊNCIA INTRA-HEPÁTICA: </strong>e causada principalmente por CIRROSE. Pode ser subdividida em: <br>- PRÉ-SINUSOIDAL: Esquistossomose, cirrose biliar primária, hipertensão portal idiopática, doença policística, metástase hepática, doenças granulomatosas (sarcoidose e tuberculose); <br>- SINUSOIDAL: cirrose, hepatite aguda alcoólica, esquistossomose, cirrose biliar primária, hipertensão portal idiopática, doença veio-oclusiva, síndrome de Budd-Chiari, síndrome de Wilson, etc. <br>- PÓS-SINUSOIDAL: Insuficiência cardíaca, trombose da veia porta (Budd-chiari). <br>* RESISTÊNCIA PÓS-HEPÁTICA: insuficiência cardíaca direita severa, pericardite obstrutiva e obstrução do fluxo da veia hepática. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:53:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469199427</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469199939</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando acompanhada de náuseas, vômitos e dor abdominal difusa, a diarréia aguda compõe a síndrome de gastroenterite aguda, uma condição habitualmente causada por infecções virais ou intoxicação alimentar. O termo “intoxicação alimentar” se refere à ingestão de toxinas pré-formadas presentes em alimentos mal preparados ou “estragados”, os quais foram previamente contaminados por algum micro-organismo (quer dizer, a síntese dessas enterotoxinas ocorreu fora do trato digestivo). A maior causa de gastroenterite aguda são as infecções virais (ex.: Norovirus em adultos, Rotavirus em crianças). O principal causador de intoxicação alimentar é o Staphylococcus aureus.</div><div>Tratamento:</div><div>Nas diarréias agudas não inflamatórias, não costuma ser necessário realizar exames para investigação do diagnóstico etiológico e nem realizar tratamento específico. A orientação são as medidas de suporte visando manter a hidratação. Na maioria das vezes são quadros autolimitados que se resolvem espontaneamente nos primeiros 5 dias.</div><ul><li>Dieta leve;</li><li>Hidratação VO, quando necessidade de EV optar pelo Ringer Lactato, que previne a acidose metabólica ao contrário do soro fisiológico que a propicia;</li><li>Agentes antidiarreicos só podem ser usados em diarréias agudas não inflamatórias, sem febre ou sinais de toxicidade sistêmica para evitar complicações como a síndrome hemolítico-urêmica, sendo as principais opções o Racecadotril (VO 8/8h), Loperamida (4mg de ataque seguido de 2 mg VO após cada evacuação), Subsalicilato de Bismuto (30 ml VO 6/6h)</li><li>Probióticos – Floratil 8/8h (Sacharomyces boulardii)</li><li>Antimicrobianos – Fluoroquinolonas (ciprofloxacina 500 mg 12/12h). </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:53:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469199939</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ACALASIA</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469200497</link>
         <description><![CDATA[<div>Distúrbio da motilidade esofágica <strong><mark>prototípico, caracterizada por esfíncter esofágico inferior hipertônico com relaxamento incompleto ao deglutir, acompanhado de aperistalse do corpo gástrico;</mark></strong></div><div><br><strong>Epidemiologia</strong></div><div>§  Qualquer idade, mais comum entre<strong> 25 e 60 anos;</strong><br><br><strong><mark>Fisiopatologia</mark></strong></div><div>§  Plexopatia mientérica autoimune mediada por anticorpos do EIE e neuropatia generalizada do corpo esofágico;</div><div>§  Evento desencadeador não está claro, mas pode ter causas virais;</div><div>§  <strong><mark>A lesão dos neurônios do EIE provoca deficiência seletiva relativa de óxido nítrico, o qual é o principal neurotransmissor inibidor funcional, fazendo com que o esfíncter fique hipertenso e perca sua capacidade de relaxamento;</mark></strong></div><div><br><strong><mark>Manifestações clínicas</mark></strong></div><div>§  Disfagia de líquidos e sólidos;</div><div>§  Regurgitação;</div><div>§  Dor torácica;</div><div>§  Pode ter pirose (pela estase esofágica), perda de peso e pneumonia por aspiração;</div><div><br><strong><mark>Diagnóstico</mark></strong></div><div>§  Manometria esofágica e radiografia com bário;</div><div>§  <strong><mark>A aparência radiográfica é a dilatação esofágica, estase do material de contraste e aparência de “bico de pássaro” no EIE;</mark></strong></div><div>§  A <strong><mark>manometria</mark></strong> mostra pressões residuais elevadas no EIE e contrações simultâneas ou ausência total de contrações peristálticas;</div><div>§ <strong><mark> Endoscopia </mark></strong>é recomendada para excluir outras causas, como câncer;</div><div>§  O esôfago é extremamente dilatado e há retenção alimentar persistente acentuada;</div><div>§  <strong><mark>Os pacientes desenvolvem um esôfago “sigmoide” na radiografia;</mark></strong></div><div><br><strong><mark>Tratamento</mark></strong></div><div>§  <strong><mark>Injeção intraesofágica de toxina botulínica: </mark></strong>reduz os sintomas e melhora o esvaziamento esofágico em 90% dos casos;</div><div>§  <strong><mark>Dilatação pneumática: </mark></strong>para alargar o EIE, rasgando as fibras musculares, podendo alcançar 5 anos de remissão sintomática;</div><div>§   <strong><mark>Cardiomiotomia: </mark></strong>miotomia de Heller, realizada por laparoscopia, começando a 2 cm abaixo do EIE até 6 cm para cima, realizada uma fundoaplicatura frouxa para impedir o refluxo;</div><div>§  Pode ser necessário <strong><mark>esofagectomia;</mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:54:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469200497</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MEGAESÔFAGO</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469200549</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>CARACTERIZAÇÃO DA DOENÇA: </mark></strong></div><ul><li>Incoordenação peristáltica do esôfago</li><li>Relaxamentos ausentes, incoordenados ou incompletos do esfíncter inferior do esôfago (EIE) na deglutição</li><li>Dilatação progressiva do órgão</li></ul><div><br></div><ol><li><strong><mark>Etiologia: </mark></strong></li></ol><div>* vírus<br>* toxinas<br>* bactérias<br>* hipovitaminoses<br>* chagásica<br><br><strong><mark>2. Fisiopatologia</mark></strong><br>* <strong>Ausência ou diminuição acentuada dos plexos nervosos intramurais do esôfag;<br>* N</strong>ão ocorre transmissão adequada do estímulo da deglutição, fazendo com que haja <strong>contrações incoordenadas, simultâneas ou mesmo ausentes no corpo do esôfago (aperistalse)</strong></div><div>* O esfíncter inferior do esôfago não se relaxa adequadamente em resposta à deglutição <br><br>3. <strong><mark>Quadro clínico</mark></strong></div><div> Disfagia progressiva<br> Regurgitação<br> Dor retrosternal<br> Aspiração traqueobrônquica Broncopneumonia</div><div> Perda de peso<br><br><strong><mark>Megaesôfago chagásico. Diagnóstico</mark></strong></div><ul><li>Área endêmica da doença</li><li>A reação de Guerreiro e Machado (fixação de complemento) e a de imunofluorescência têm sensibilidade de cerca de 90%</li><li>Radiografia;</li><li>Endoscopia.</li></ul><div><br><strong><mark>O risco de neoplasia</mark></strong></div><ul><li>A estase alimentar promove agressão constante à mucosa em decorrência da fermentação alimentar e acidez local às custas de ácido lático</li><li>O paciente, habituado à disfagia de longa duração, não se apercebe da nova lesão</li><li>No esôfago dilatado, o longo tempo necessário para agravar a disfagia por obstrução do órgão certamente ocasionará diagnóstico de neoplasia avançada, de péssimo prognóstico</li></ul><div><br><strong><mark>Tratamento clínico</mark></strong><br> Visa a reduzir o tônus do esfíncter inferior do esôfago (EIE) <br> Drogas mais empregadas:</div><ol><li><strong>Nitratos,</strong> na dose de 5 a 10 mg, antes das refeições;</li><li><strong>Nifedipina</strong> , 10 a 30 mg, também antes da ingestão alimentar. O efeito dessas drogas é fugaz, irregular e dispendioso, além de provocar cefaleia, mal-estar e lipotímia, que desencorajam seu uso rotineiro</li><li><strong>Procedimentos endoscópicos </strong>A <strong>toxina botulínica (Botox), </strong>injetada diretamente na região do EIE, através de procedimento endoscópico (100 unidades no total, com 12,5 unidades - 0,5 ml - aplicadas em cada um de oito quadrantes) <strong>alivia a disfagia por cerca de 6 meses;</strong></li><li>A <strong>dilatação forçada da cárdia </strong>constitui ótima opção terapêutica para o megaesôfago incipiente, com <strong>alívio da disfagia por pelo menos três anos</strong></li></ol><div><br><strong><mark>Fundamentos do tratamento</mark></strong></div><ul><li>O fundamento de qualquer tratamento do megaesôfago é o de <strong>reduzir o tônus do esfíncter inferior do esôfago</strong></li><li>O <strong>Botox bloqueia a placa neuromuscular,</strong> mas seu efeito tem curta duração no alívio da disfagia, enquanto a<strong> dilatação rompe fibras e é mais duradoura.</strong> Algum teor de refluxo gastroesofágico é certo</li><li>Melhor ainda é a <strong>secção cirúrgica das fibras musculares da região (miotomia)</strong>, associada à confecção de mecanismo antirrefluxo</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Conclusões</mark></strong></div><ul><li>Para os casos de megaesôfago incipiente a dilatação forçada da cárdia é boa alternativa terapêutica</li><li>Na doença não avançada, a miotomia associada à fundoplicatura não apresenta mortalidade e tem acima de 90% de excelentes resultados</li><li>Nos casos avançados, a esofagectomia seguida de esofagogastroplastia tem mortalidade aquém de 3% e propicia boa qualidade de vida ao paciente. </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:55:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469200549</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ESÔFAGO EM QUEBRA-NOZES (EQN)</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469200611</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>O EQN descreve um padrão manométrico caracterizado por<strong><mark> peristalse normal, porém com contrações de amplitude muito altas (&gt; 180 mmHg),</mark></strong> <strong><mark>encontradas nos dois terços distais do esôfago.</mark></strong> Estudos utilizando ultrassom intraluminal de alta frequência observaram que as <strong>contrações das camadas musculares circular e longitudinal do esôfago não são coordenadas,</strong> <strong><mark>mas assincrônicas.</mark></strong> Essa assincronia foi revertida após administração de atropina, sugerindo que a patogênese do EQN esteja, pelo menos em parte,<strong><mark> relacionada a um estado hipercolinérgico.</mark></strong></li></ul><div><br><strong><mark>SINAIS E SINTOMAS </mark></strong></div><ul><li>Há controvérsias a respeito da relação do EQN com os sintomas. </li><li>Os achados manométricos do EQN são encontrados em 12% dos pacientes com dor torácica inexplicada. Entretanto, nem todos os pacientes com EQN têm dor torácica. </li><li>Os pacientes com sintomas provavelmente apresentam uma <strong>sensibilidade visceral aumentada.</strong></li></ul><div><br></div><div><strong><mark>DIAGNÓSTICO</mark></strong></div><ul><li> Caracterizado por peristalse normal, porém com contrações de amplitude muito altas (&gt; 180 mmHg), encontradas nos dois terços distais do esôfago, o EQN pode também ser um achado ocasional em pacientes encaminhados para investigação de DRGE. Contudo, sua exata relação com a DRGE é desconhecida.</li><li><strong><mark>Em caso de estenose péptica, neoplasia, anéis, membranas ou divertículos, os principais exames para diagnóstico são o raio X contrastado de esôfago e a EDA.</mark></strong></li></ul><div><br><strong><mark>TRATAMENTO </mark></strong></div><ul><li>Apesar de ser um achado frequente em pacientes com <strong>dor retroesternal não cardiogênica, a redução da amplitude das contrações com </strong><strong><mark>bloqueadores de canal de cálcio não se relaciona à melhora da dor.</mark></strong><strong> </strong>Devido à relação com depressão e ansiedade, o tratamento dessas condições pode trazer benefício no controle da dor.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:55:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469200611</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Virais</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469201400</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Hepatite A / E</strong><br>Fecal - oral<br>Condição socioeconômica PRECÁRIA<br>Vírus de RNA não envelopado<br>infecção AGUDA <br>E-&gt; é grave em Grávidas <br><strong>Sorologia</strong>: Anti HAV para hepatite A<br>Anti HEV IgM para hepatite E<br><br><strong>Hepatite B</strong><br>sangue/sexual/perinatal<br>aguda que pode evoluir para crônica (5-10% cronifica)<br>Vírus de DNA (fita dupla parcial)<br>REAÇÃO IMUNOMEDIADA<br><br><strong>Hepatite C</strong><br>Sangue/sexual/perinatal<br>Vírus de RNA<br>aguda que pode cronificar*<br>80% tem chances de cronificar<br>NÃO IMUNOMEDIADA, POR ISSO NÃO MANIFESTA SINTOMAS<br>Quando Sintomático: Estado Grave<br><strong>Sorologia: </strong>Anti HCV/RNA HCV positivo<br><br><strong>Hepatite D</strong><br>Sexual/sangue/perinatal<br>Vírus RNA DEPENDENTE da Hepatite B </div><ul><li><em>Co-infecção</em>: Ao mesmo tempo<br><strong>Sorologia: </strong>Anti D IgM + AgHBs e Anti-HBc IgM</li><li><em>Superinfecção</em>: Infecção de HepD quando já está infectado por HepB (maior risco de HEPATITE FULMINANTE)<br><strong>Sorologia: </strong>Anti D IgM + AgHBs e Anti-HBc IgG<br><br></li></ul><div><strong>HEPATITE FULMINANTE</strong></div><ul><li>Alto indíce de mortalidade, alterações que ocorrem muito rápidas;</li><li>Vômitos, sonolência, confusão mental, piora da icterícia e regressão rápida da hepatomegalia prenunciam esta condição, que laboratorialmente se caracteriza por queda rápida das aminotransferases e elevação das bilirrubinas;</li><li>Pode ocorrer dentro de um período de 1-4 semanas;</li><li><strong>LEMBRAR de Child-Pugh<br>BEATA. </strong><br><br></li></ul><div><strong>Manifestações Clínicas</strong></div><ul><li>É quase impossível diferenciar cada uma das hepatites pela clínica, a sorologia é muito importante para a etiologia e dar seguimento para a conduta, visto que B,C, D podem cronificar.</li><li>É importante lembrar, que a maioria das hepatites são SEM ICTERÍCIA, mas quando ela aparece pode classificar em fases</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>1)Fase I (Pré-Ictérica/Prodrômica) </mark></strong>- Sintomas Inespecíficos, gripais... 1-3 semanas </div><div><br><strong><mark>2) Fase II (Ictérica/Estado) -</mark></strong>Icterícia, Hepatoesplenomegalia podem estar presentes<br>- Duração: de alguns dias - há semanas (4-8 semanas); </div><div>- Urina com coloração escura (COLÚRIA), náuseas e fadiga se agravam nessa fase. Dor em HCD à palpação <br>- As fezes podem ficar brancas (acolia fecal) nos casos de icterícia grave e pode haver prurido. Anorexia, disguesia e perda ponderal podem estar presentes. <br>- Exames laboratoriais: Hiperbilirrubinemia (à custa de BD); aminotransferases (TGO/TGP ou AST/ALT) estão elevadas em MAIS DE 10X o limite superior da normalidade. <br>- Nessa fase, os níveis virais começam a decair no SANGUE e no FÍGADO.  <br>- Atente para sinais de gravidade: <strong>mudança de comportamento e no ritmo de sono e prolongação do TAP --&gt; podem sugerir INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA e sinalizam evolução para FORMA FULMINANTE. <br><br></strong><strong><mark>3) FASE DE CONVALESCÊNCIA:</mark></strong><strong> </strong>é<strong> </strong>a recuperação. <br>- Retorno do apetite; <br>- Normalização sérica de bilirrubinas;<br>- Depuração viral; <br>- Redução de transaminases; <br>- Cura: <br>* Hepatite A e E <br>* Hepatite C (20-45%) <br>*  Hepatite B (90-98%) - em RN 95% irão cronificar e em crianças 20%. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:56:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469201400</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CLASSIFICAÇÃO DE CHILD-PUGH (avaliar cirrose hepática) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469202719</link>
         <description><![CDATA[<div>* Usada para avaliar o prognóstico da doença hepática. Leva em consideração o BEATA <br>B= BILIRRUBINA<br>E= ENCEFALOPATIA<br>A= ALBUMINA<br>T= TAP <br>A= ASCITE<br>- CHILD A:  5-6 pontos;<br>- CHILD B: 7-9 pontos; <br>- CHILD C: 10-15 pontos. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 19:59:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469202719</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469204311</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Pode ser necessário a determinação do gradiente pressóricos na veia porta, ou, mais frequentemente, avaliação indireta das pressões do sistema porta através da USG; </li><li>LABORATORIAIS: HC (anemia, leucopenia, trombocitopenia - pode estar presente na cirrose);</li></ul><div>- Pancitopenia --&gt; hiperesplenismo (pode dar) --&gt; complicação <br>- Testes de <strong><mark>FUNÇÃO HEPÁTICA:  </mark></strong><mark>ELEVAÇÃO DAS TRANSAMINASES (TGO E TGP) ou ELEVAÇÃO DA BILIRRUBINA DIRETA, em casos da COLESTASE. <br></mark><strong>- </strong>Por conta do COMPROMETIMENTO HEPÁTICO, coagulopatia com tempo de protrombina (TAP), tromboplastina e RNI prolongados são esperados;<br>- FUNÇÃO RENAL: creatinina e ureia, podem estar elevadas em pacientes com sangramento esofágico; <br>- Sorologias para hepatite B e C; <br>* USG: Não é capaz de determinar exatamente a pressão no sistema porta. Mas pode surgir sinais como: ascite, esplenomegalia, fígado nodular, velocidade da veia porta &lt;12cm/s, inversão do fluxo da veia porta, colaterais porto-sistêmicas, diâmetro da veia porta &gt;13mm, trombose da veia porta. <br>* Exame anatomopatológico: biópsia hepática; <br>* Medida do gradiente pressóricos venoso hepático: é obtida pela inserção de um cateter com balão na veia femoral ou jugular interna até um ramo da veia hepática e feita a mensuração. <br>* EDA: diagn. de VARIZES ESOFÁGICAS. </div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 20:02:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469204311</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRATAMENTO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469209695</link>
         <description><![CDATA[<div>* Prevenir e tratar complicações; <br>- VARIZES ESOFÁGICAS: varizes de fino calibre com sinais vermelhos e/ou Child B ou C e; TODOS os pacientes com varizes de médio ou grosso calibre devem ser submetidos profilaxia primária com bemabloqueador ou ligadura elástica<br>--&gt; Sangramento por varizes do esôfago: profilaxia secundária combinada com ligadura elástica associada a beta-bloqueadores;<br>- ASCITE: minimizar o volume de líquido ascítico e diminuir edema periférico, SEM CAUSAR DEPLEÇÃO VOLÊMICA. Deve-se evitar ou suspender IECA, BRA ou BETA-BLOQUEADORES, AINES.Deve fazer restrição de sódio &lt;2g/dia. <br>CIRÚRGICO: Uso de shunts descompressivos, procedimentos de desvascularização e transplante hepático. <br>*** SHUNTS PORTOSSITÊMICOS INTRA-HEPÁTICO TRANSJUGULAR (TIPS): opção menos invasiva para pacientes com sangramento INCONTROLÁVEL;<br>**** Shunts portossistêmicos totais: shunt maior que 10mm de diâmetro entre a veia porta e a veia cava inferior. <br>--&gt; Permitem controle do sangramento das varizes, mas mantêm um pressão elevada nos sinusóides hepáticos e NÃO CONTROLAM a ascite. <br>** Procedimentos de desvascularização (raro) - desvascularização transabdominal 5 cm inferiores do esôfago e 2/3 superiores do estômago. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 20:12:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469209695</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DEFINIÇÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469216204</link>
         <description><![CDATA[<div>Sensação de dor ou desconforto esporádico ou<br>persistente na região superior do abdome. É uma s<strong>índrome clínica </strong>extremamente<br>comum, com etiologias e manifestações diversas. Quando o paciente não é submetido<br>a exames para esclarecimento, a dispepsia é considerada não investigada. Ao contrário,<br>sendo o <mark>paciente submetido a uma endoscopia digestiva alta, a dispepsia é considerada<br>investigada e classificada como orgânica, funcional ou associada ao H.pylori.</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 20:23:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469216204</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CARACTERÍSTICAS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469221247</link>
         <description><![CDATA[<div>Para caracterizar dispepsia, é necessário que os <strong><mark>sintomas sejam recorrentes e<br>intermitentes, não haja relação com exercícios físicos, que não haja irradiação da dor<br>para o tórax ou localizada em todo o abdome, não seja aliviada pela defecação e não<br>preencha critério para demais distúrbios funcionais gastrointestinais.</mark></strong><br>Algumas doenças, incluindo alterações digestivas e endocrinológicas, estão<br>associadas a maior incidência de sintomas dispépticos, como diabetes mellitus,<br>tireoideopatias, colagenoses, hiperparatireoidismo, isquemia coronariana e síndrome<br>de Cushing.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 20:32:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469221247</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FISIOPATOLOGIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469221737</link>
         <description><![CDATA[<div>Os mecanismos que participam da origem dos sintomas na dispepsia funcional<br>não são completamente conhecidos, mas apontam-se alguns fatores relevantes:<br><strong><mark>dismotilidade, hipersensibilidade visceral e alterações psicológicas. </mark></strong>O papel da H.pylori é controverso.<br>• Dismotilidade: pacientes com<br>dispepsia funcional podem apresentar alterações da atividade <strong><mark>mioelétrica gástrica, redução da contratilidade do antro, incoordenação antro-piloro-<br>duodeno e anormalidades da atividade motora duodenojejunal.</mark></strong> Essas alterações <strong>em conjunto, resultam em retardo do esvaziamento gástrico, presente em 30% dos casos de dispepsia funcional.<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 20:33:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469221737</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Modificações dietéticas.Dissolução dos cálculos por VO (pouco usado).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469285031</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-21 22:48:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469285031</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469365394</link>
         <description><![CDATA[<div>O refluxo gastroesofágico é o <strong>deslocamento, sem esforço, do conteúdo gástrico do estômago para o esôfago, </strong>ocorre em todas as pessoas e é um <strong>processo fisiológico</strong>, em casos que não tenham sintomas ou sinais de lesão mucosa.</div><div>              <strong><mark>  A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é definida como a condição na qual o refluxo do conteúdo gástrico causa sintomas que afetam o bem-estar do paciente e/ou complicações.</mark></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:06:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469365394</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EPIDEMIOLOGIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469365702</link>
         <description><![CDATA[<div>o   Prevalência de 12% da população urbana no Brasil;</div><div>o  <strong> Fatores de risco: obesidade, avanço da idade, histórico familiar positivo, gravidez, alcoolismo, tabagismo;</strong></div><div>o   Tem pico de incidência entre 30 a 40 anos;</div><div>o   Distúrbio gastrointestinal superior mais comum;</div><div>o   Responsável por 75% das doenças esofágicas;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:07:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469365702</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FISIOPATOLOGIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469365887</link>
         <description><![CDATA[<div>o   Mecanismo de depuração intraluminal</div><div>§  A depuração ou clareamento do material refluxado presente no esôfago decorre de mecanismo mecânicos (<strong>peristaltismo e gravidade)</strong> e químicos (<strong>neutralização do conteúdo residual pela saliva ou pela mucosa</strong>);</div><div>§  A alteração no peristaltismo pode ser primária (distúrbios motores do esôfago) ou secundária (doenças do tecido conjuntivo);</div><div>§  Diminuição do fluxo salivar pode ser secundário à síndrome de Sjogren ou uso de medicamentos;</div><div>§  Episódios ocorridos a noite são duradouros e têm grande chance de causar lesão, pela diminuição do fluxo de saliva, associada à falta de ação da gravidade;</div><div> </div><div>o   Resistência intrínseca do epitélio</div><div>§  Constituída pelos seguintes mecanismos de defesa:</div><div>·             Defesa pré-epitelial: muco, bicarbonato e água, formando barreira físico-química, que é pouco desenvolvida em relação ao estômago e duodeno;</div><div>·             Defesa epitelial: junções intercelulares firmes, características do epitélio estratificado pavimentoso;</div><div>·             Defesa pós-epitelial: suprimento sanguíneo, responsável pelo aporte de oxigênio e nutrientes e pela remoção de metabólitos;</div><div>§  O defeito mais comum é o aumento da permeabilidade paracelular (junções intercelulares);</div><div>§  O material refluxado do duodeno (bile e secreções pancreáticas) são mais agressivos;<br><br></div><div>o   Sua etiologia é multifatorial;</div><div>o   Os <strong>sintomas e lesões </strong>ocorrem pelo <strong>contato da mucosa com o conteúdo gástrico refluxado, </strong>decorrentes de falha em um ou mais defesas do esôfago;</div><div>o   <strong><mark>Defesas do esôfago:</mark></strong> barreira antirrefluxo, mecanismo de depuração intraluminal e resistência intrínseca do epitélio;</div><div>o  <strong><mark> Barreira antirrefluxo</mark></strong></div><div>§  Principal proteção;</div><div>Composta por: <strong><mark>esfíncter esofágico, diafragma crural, ligamento frenoesofágico e ângulo de His;</mark></strong></div><div>§  O EIE mantem-se fechado em repouso e relaxa com a deglutição e com a distensão gástrica;</div><div>§  O relaxamento não relacionado com a deglutição é chamado de <strong><mark>relaxamento transitório do EIE</mark></strong><mark>, é o principal mecanismo de DRGE, a </mark><strong><mark>pressão de repouso está diminuída em pacientes grave</mark></strong><mark>s;</mark></div><div>§  Agentes que diminuem a pressão do EIE: c<strong>hocolate, gorduras, café, morfina, meperidina, prostaglandinas, progesterona, VIP, somatostatina, tabaco, álcool, betabloqueadores, etc;</strong></div><div>§  A presença de<strong><mark> hérnia de hiato </mark></strong>contribui para o funcionamento inadequado da barreira, pela dissociação entre o esfíncter externo <strong>(hiato do diafragma) </strong>e interno e pelo refluxo sobreposto;</div><div>§  A distensão gástrica após as refeições contribui para o refluxo gastroesofágico;</div><div>§  Podem estar presentes o <strong>retardo do esvaziamento gástrico, aumento da pressão intragástrica e alteração da secreção gástrica;</strong><br>o   Mecanismo de depuração intraluminal</div><div>§  A depuração ou clareamento do material refluxado presente no esôfago decorre de mecanismo mecânicos (<strong>peristaltismo e gravidade)</strong> e químicos (<strong>neutralização do conteúdo residual pela saliva ou pela mucosa</strong>);</div><div>§  A alteração no peristaltismo pode ser primária<strong><mark> (distúrbios motores do esôfago) ou secundária (doenças do tecido conjuntivo);</mark></strong></div><div>§  Diminuição do fluxo salivar pode ser secundário à síndrome de Sjogren ou uso de medicamentos;</div><div>§  Episódios ocorridos a noite são duradouros e têm grande chance de causar lesão, pela diminuição do fluxo de saliva, associada à falta de ação da gravidade;</div><div>o  <strong> Resistência intrínseca do epitélio</strong></div><div>Constituída pelos seguintes mecanismos de defesa:</div><div>·<strong><mark>Defesa pré-epitelial: </mark></strong>muco, bicarbonato e água, formando barreira físico-química, que é pouco desenvolvida em relação ao estômago e duodeno;</div><div>· <strong><mark>Defesa epitelial:</mark></strong> junções intercelulares firmes, características do epitélio estratificado pavimentoso;</div><div>·  <strong><mark>Defesa pós-epitelial: </mark></strong>suprimento sanguíneo, responsável pelo aporte de oxigênio e nutrientes e pela remoção de metabólitos;</div><div>§  O defeito mais comum é o aumento da permeabilidade paracelular (junções intercelulares);</div><div>§ <strong> O material refluxado do duodeno (bile e secreções pancreáticas) são mais agressivos;</strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:08:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469365887</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SINTOMATOLOGIA - SINAIS TÍPICOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367022</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Sinais típicos</mark></strong></div><div>§  <strong><mark>Pirose: </mark></strong>sensação de queimação retroesternal, ascendente em direção ao pescoço;</div><div>§  <strong><mark>Regurgitação: </mark></strong>retorno de conteúdo gástrico, ácido ou amargo até a faringe;</div><div>§  Pode ter relato de <strong>alívio com uso de medicamentos antiácidos;</strong></div><div>§  Os sintomas são mais frequentes após as refeições ou quando o paciente está em decúbito supino ou decúbito lateral direito;</div><div>§  <strong><mark>Pirose e regurgitação com frequência mínima de 2 vezes/semana, por período igual ou superior a 4 semanas</mark></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:13:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367022</guid>
      </item>
      <item>
         <title>s</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367305</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:15:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367305</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SINTOMAS ATÍPICOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367313</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>§  <strong>Dor torácica de origem esofágica;</strong></div><div>§  Pode ser<strong> indistinguível da dor de origem cardíaca;</strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:15:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367313</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SINTOMAS EXTRA-ESOFÁGICOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367476</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>§  <strong><mark>Pulmonares: </mark></strong>tosse crônica, asma, bronquite, fibrose pulmonar, aspiração recorrente;</div><div>§  <strong><mark>Otorrinolaringológicas: </mark></strong>rouquidão, globus, roncos, pigarro, alterações das cordas vocais, laringite crônica, sinusite, erosões dentárias;</div><div>§  Maioria dos pacientes com sintomas extraesofágicos <strong>não apresenta sintomas típicos concomitantes;</strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:15:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367476</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SINAIS DE ALARME </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367743</link>
         <description><![CDATA[<div>§  Odinofagia;</div><div>§  Disfagia;</div><div>§  Sangramento;</div><div>§  Anemia;</div><div>§  Emagrecimento;</div><div>o   <strong><mark>Ocorre esofagite, podendo ter erosões ou ulcerações do esôfago, metaplasia intestinal (esôfago de Barrett) ou adenocarcinoma esofágico;</mark></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:16:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367743</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367859</link>
         <description><![CDATA[<div>o   Doença arterial coronariana;</div><div>o   Esofagite infecciosa, farmacogênica ou eosinofílica;</div><div>o   <strong>Doença ulcerosa péptica;</strong></div><div>o  <strong> Dispepsia;</strong></div><div>o   <strong>Cólica biliar;</strong></div><div><strong>o   Distúrbios da motilidade esofágica;</strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:17:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469367859</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469368035</link>
         <description><![CDATA[<div>o   <strong><mark>Em casos de sintomas típicos que respondem à terapia antissecretora, nenhuma avaliação diagnóstica é necessária;</mark></strong></div><div>o   A <strong><mark>endoscopia digestiva alta </mark></strong>é necessária em pessoas que não respondem à terapia ou que têm <strong>sinais e sintomas alarmantes, como disfagia, perda de peso, anemia, sangramento gastrointestinal ou pirose persistente;</strong></div><div>o   60% dos pacientes com DRGE têm endoscopia normal;</div><div><strong><mark>Endoscopia digestiva alta:</mark></strong></div><div>§  Distingue forma erosiva de não;</div><div>§  Lesões que podem ser vistas na endoscopia:</div><div>· <strong><mark>Erosões: </mark></strong>solução de continuidade limitada à mucosa, com pelo menos 3 mm de diâmetro, com depósito de fibrina e permeação neutrofílica do epitélio;</div><div>· <strong><mark> Úlceras: </mark></strong>solução de continuidade que atinge pelo menos a camada muscular da mucosa, com presença de tampão e tecido de granulação;</div><div>·<strong><mark>  Estenose péptica;</mark></strong></div><div><strong><mark>·  Esôfago de Barrett;</mark></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:18:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469368035</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Classificação de Savary-Miller:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469368477</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>· <strong><mark>Grau 0: </mark></strong>mucosa de aspecto normal;</div><div>· <strong><mark>Grau 1:</mark></strong> uma ou mais erosões lineares ou ovaladas em uma única prega longitudinal;</div><div>· <strong><mark>Grau 2: </mark></strong>várias erosões situadas em mais de uma prega longitudinal, confluentes ou não, mas que ocupam toda a circunferência do esôfago;</div><div>· <strong><mark>Grau 3:</mark></strong> erosões confluentes que se estendem por toda a circunferência do esôfago;</div><div>· <strong><mark>Grau 4: </mark></strong>lesões crônicas, úlceras e estenose, isoladas ou associadas às lesões nos graus 1 e 3;</div><div>·  <strong><mark>Grau 5: </mark></strong>epitélio colunar em continuidade com a linha Z, circunferencial ou não, de extensão variável, associado ou não a lesões de grau 1 a 4;</div><div> <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:20:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469368477</guid>
      </item>
      <item>
         <title>OUTROS EXAMES DIAGNÓSTICO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469369012</link>
         <description><![CDATA[<div>o  <strong><mark> Exame radiológico contrastado de esôfago:</mark></strong></div><div>§  Tem importância em casos de esofagite complicada, avaliando estenoses, úlceras, retrações e hérnia hiatal;</div><div>§  Pode detectar <strong>acalasia ou megaesôfago;<br></strong><br></div><div>o<strong><mark>   Manometria esofágica</mark></strong></div><div>§  Avalia a motilidade esofágica;</div><div>§  Indicada para investigar eficiência da peristalse esofágica (cirurgia), determinação da localização precisa do EIE para instalação do eletrodo de pHmetria e investigação da presença de distúrbio motor esofágico associado;<br><br></div><div>o <strong><mark>  pHmetria de 24 horas</mark></strong></div><div>§  Quantificar a exposição da mucosa esofágica ao ácido;</div><div>§  Indicado para pacientes com sintomas típicos de DRGE sem resposta satisfatória ao tratamento ou se dano à mucosa na endoscopia (exame realizado na vigência de IBP), pacientes com manifestações extra-esofágicas sem esofagite na endoscopia, e em casos de pré-operatório;<br><br></div><div>o  <strong><mark> Impedanciometria</mark></strong></div><div>§  Investigação do movimento do conteúdo gástrico independentemente da medido do pH, permitindo o diagnóstico de refluxo não ácido, além da altura alcançada pelo refluxato;</div><div>§  Permite diagnóstico de refluxo gasoso e líquido simultaneamente;</div><div><br>o   <strong><mark>Bilimetria prolongada de esôfago (Bilitec)</mark></strong></div><div>§  Exame visava identificar o refluxo biliar por espectrofotometria;</div><div>§  Pouco usado;<br><br></div><div>o   <strong><mark>Teste terapêutico</mark></strong></div><div>§  Pacientes com menos de 40 anos, portadores de manifestações típicas de DRGE e sem sinais de alarme;</div><div>§  Uso de medicação IBP em dose plena diária por 4 semanas como conduta inicial em conjunto com medidas comportamentais;</div><div>§  Teste positivo quando os sintomas são abolidos, sugerindo fortemente o diagnóstico de DRGE;</div><div> <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:22:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469369012</guid>
      </item>
      <item>
         <title>COMPLICAÇÕES: </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469370147</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> Esôfago de Barrett</mark></strong></div><div>§  Substituição do epitélio escamoso estratificado do esôfago por epitélio metaplásico do tipo colunar intestinal;</div><div>§  Risco potencial de desenvolvimento de <strong><mark>adenocarcinoma de esôfago;</mark></strong></div><div>§  Ocorre principalmente em homens brancos, na sexta década de vida<br><br><strong><mark> Estenose</mark></strong></div><div>§  Ocorre em consequência de <strong>inflamação, levando a fibrose da parede e redução da luz esofágica;</strong></div><div>§  Principal manifestação clínica é a <strong>disfagia;</strong></div><div>§  A DRGE é responsável por 70% das <strong>estenoses esofágicas;</strong></div><div>§  Outras causas:<strong> ingestão de cáusticos, sequela de radioterapia, epidermólise bolhosa, doença de Crohn, tumores, sífilis, tuberculose, dengue;</strong></div><div>§  Para diagnóstico é usado a radiografia e endoscopia;<br><br></div><div><strong><mark>Úlceras;</mark></strong></div><div><br><strong><mark>Sangramento esofágico</mark></strong></div><div>§  Costuma ser lento e insidioso;</div><div>§  Pode ser responsável por quadros de anemia crônica;</div><div>§  Raramente pode cursar como hematêmese;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:26:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469370147</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRATAMENTO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469371439</link>
         <description><![CDATA[<div>o   Principal objetivo é o <strong><mark>alívio dos sintomas, cicatrização das lesões e prevenção de recidivas e complicações;</mark></strong></div><div><br><strong><mark>Medidas comportamentais e dietéticas:</mark></strong></div><div>§  Difícil seguimento;</div><div>§  Evitar refeições volumosas (evitar distensão gástricas), ricas em gorduras, aguardar 1 ou 2 horas após as refeições antes de se deitar e cessar o consumo de tabaco;</div><div>§  Elevar a cabeceira da cama (15 cm), por conta da gravidade;</div><div>§  Moderar a ingestão dos seguintes alimentos, na dependência de correlação com sintomas: alimentos gordurosos, alimentos cítricos, alimentos picantes, café, bebidas alcoólicas, bebidas gasosas, menta, hortelã, produtos à base de tomate, chocolate;</div><div>§  Ter cuidado com medicamentos potencialmente “de risco”, como colinérgicos, teofilina, bloqueadores dos canais de cálcio, alendronato;</div><div>§  Reduzir o peso corporal no caso de pacientes obesos ou com sobrepeso;</div><div>§  Evitar líquidos durante as refeições;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:32:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469371439</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRATAMENTO MEDICAMENTOSO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469371795</link>
         <description><![CDATA[<div>§  Bloqueadores dos receptores H2 da histamina (ARH2)</div><div>·             Atuam bloqueando os receptores da histamina existentes nas células parietais, sendo eficazes como bloqueadores da secreção ácida basal e estimulada;</div><div>·             Mais usados: ranitidina, famotidina, cimetidina;</div><div>·             São seguros, com baixa frequência de efeitos adversos e preço acessível;</div><div>·             Pode ter tolerância com o uso crônico;</div><div>§  Procinéticos</div><div>·             Elevam a amplitude das contrações peristálticas do corpo esofágico, acelera o esvaziamento gástrico e eleva a pressão no EIE;</div><div>·             Não tem influência sobre o relaxamento transitório do EIE;</div><div>·             Exemplos: domperidona, metoclopramida;</div><div>§  Antiácidos, alginatos e sucralfato</div><div>·             Alívio sintomático e passageiro;</div><div>·             Neutralizam a secreção ácida;<br><br></div><div>§  Inibidores da bomba de prótons (IBP)</div><div>·             Drogas de primeira escolha para DRGE;</div><div>·             Inibem a produção de ácido pelas células parietais do estômago, reduzindo a agressão ao esôfago;</div><div>·             Só bloqueiam as bombas de próton ativas, devendo ser administrados antes de uma refeição, já que o principal fator ativador das bombas é o alimento;</div><div>·             Tratamento inicial dever ser com IBP em dose plena, por um período de 4 a 8 semanas, em caso de resposta insatisfatória, usa-se dose dobrada;</div><div>·             Há recidiva frequente, cerca de 80% dos pacientes têm recidiva em 6 meses;</div><div>·             Em caso de não conseguir manter o paciente assintomático sem medicação, recomenda-se terapia de manutenção com a dose mínima de IBP necessária para mante o paciente sem sintomas, sempre associado a medidas comportamentais;<br>§  Bloqueadores dos receptores H2 da histamina (ARH2)</div><div>·             Atuam bloqueando os receptores da histamina existentes nas células parietais, sendo eficazes como bloqueadores da secreção ácida basal e estimulada;</div><div>·             Mais usados: ranitidina, famotidina, cimetidina;</div><div>·             São seguros, com baixa frequência de efeitos adversos e preço acessível;</div><div>·             Pode ter tolerância com o uso crônico;</div><div>§  Procinéticos</div><div>·             Elevam a amplitude das contrações peristálticas do corpo esofágico, acelera o esvaziamento gástrico e eleva a pressão no EIE;</div><div>·             Não tem influência sobre o relaxamento transitório do EIE;</div><div>·             Exemplos: domperidona, metoclopramida;</div><div>§  Antiácidos, alginatos e sucralfato</div><div>·             Alívio sintomático e passageiro;</div><div>·             Neutralizam a secreção ácida;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:33:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469371795</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRATAMENTO CIRÚRGICO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469371933</link>
         <description><![CDATA[<div>§  Sem diferença significativa com o clínico;</div><div>§  I<strong><mark>ndicado para pacientes que respondem satisfatoriamente ao tratamento, mas não querem ou não podem continuar com o referido tratamento;</mark></strong></div><div>§  Pacientes que não respondem bem ao tratamento clínico, não são bons candidatos para intervenções cirúrgucas;</div><div>§ <strong><mark> Indicada para grandes hérnias hiatais, formas complicadas de DRGE, estenose, úlcera e presença de adenocarcinoma;</mark></strong></div><div>§  <strong><mark>É feita a recolocação do esôfago na cavidade abdominal, aproximação dos pilares do hilo diafragmático e envolvimento do esôfago distal pelo fundo gástrico;</mark></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:34:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469371933</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRATAMENTO MEDICAMENTOSO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469372375</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong><mark>Inibidores da bomba de prótons (IBP)</mark></strong></div><div>· Drogas de primeira escolha para DRGE;</div><div>·  I<strong>nibem a produção de ácido pelas células parietais do estômago, reduzindo a agressão ao esôfago;</strong></div><div>· Só bloqueiam as bombas de próton ativas, devendo ser administrados antes de uma refeição, já que o principal fator ativador das bombas é o alimento;</div><div>· <strong> Tratamento inicial dever ser com IBP em dose plena, por um período de 4 a 8 semanas, em caso de resposta insatisfatória, usa-se dose dobrada;</strong></div><div>· Há recidiva frequente, cerca de 80% dos pacientes têm recidiva em 6 meses;</div><div>·   Em caso de não conseguir manter o paciente assintomático sem medicação, recomenda-se terapia de manutenção com a dose mínima de IBP necessária para mante o paciente sem sintomas, sempre associado a medidas comportamentais;<br><br><strong><mark>Bloqueadores dos receptores H2 da histamina (ARH2)</mark></strong></div><div>·  <strong>Atuam bloqueando os receptores da histamina existentes nas células parietais, sendo eficazes como bloqueadores da secreção ácida basal e estimulada;</strong></div><div>·  Mais usados:<strong> ranitidina, famotidina, cimetidina;</strong></div><div>· São seguros, com baixa frequência de efeitos adversos e preço acessível;</div><div>·  Pode ter tolerância com o uso crônico;</div><div><br><strong><mark>Procinéticos</mark></strong></div><div>·  <strong>Elevam a amplitude das contrações peristálticas do corpo esofágico, acelera o esvaziamento gástrico e eleva a pressão no EIE;</strong></div><div>·  <strong>Não tem influência sobre o relaxamento transitório do EIE;</strong></div><div>· Exemplos:<strong> domperidona, metoclopramida;</strong></div><div><br><strong><mark>Antiácidos, alginatos e sucralfato</mark></strong></div><div>·  <strong>Alívio sintomático e passageiro;</strong></div><div><strong>· Neutralizam a secreção ácida;<br></strong><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 04:36:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469372375</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469542970</link>
         <description><![CDATA[<div>A palavra disfagia é derivada do grego: o prefixo “dis” (que significa dificuldade) e “fagia” (comer), sendo definida como um<strong> sintoma subjetivo de dificuldade de deglutição e referida como uma sensação de obstrução da passagem do alimento pela boca, pela faringe ou pelo esôfago. Dependendo do segmento anatômico envolvido, </strong>pode ser classificada em:</div><div>•<strong><mark>Disfagia orofaríngea (de transferência):  </mark></strong>decorrente de doenças que afetam a função da orofaringe, laringe e esfincter esofágico superior.</div><div>•<strong><mark>Disfagia esofágica:</mark></strong> origina-se no corpo esofágico, esfincter esofágico inferior ou cárdia.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 11:14:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469542970</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ETIOLOGIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469543805</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>disfagia orofaríngea</strong> é ocasionada principalmente por <strong>distúrbios neurogênicos, como acidente vascular cerebral, doença de Parkinson, esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica e neuropatias periféricas; ou miogênicos, incluindo polimiosite, distrofias musculares e miastenia grave</strong><strong><em>; </em></strong><strong>ou, ainda, por tumores da orofaringe.<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 11:15:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469543805</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ESPASMO ESOFÁGICO DIFUSO (EED) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469544839</link>
         <description><![CDATA[<div>* Esse é um distúrbio motor pouco entendido, apesar de ser estudado há mais de um século. Caracteriza-se por <strong><mark>contrações esofágicas prolongadas (&gt; 2,5 s), com grande amplitude (&gt; 120 mmHg), ocorrendo em 20 a 90% das deglutições, intercaladas com contrações normais.</mark></strong> Ele é causado provavelmente por uma <strong>combinação de defeitos musculares e neurais,</strong> que podem ser ocasionados por <strong>diversos estímulos, como refluxo ácido, estresse, alimentos quentes ou frios e certos odores</strong>. Estudos recentes têm sugerido que os pacientes com EED possam ter uma <strong>disfunção na síntese/degradação do NO. </strong>Corroborando essa hipótese, alguns autores têm observado que nitratos oferecem algum benefício no tratamento desses pacientes.<br><br><strong><mark>SINAIS E SINTOMAS </mark></strong></div><ul><li>Manifesta-se por <strong>dor torácica intermitente, classicamente conhecida como cólica esofágica, e disfagia para sólidos e líquidos</strong>. A dor resultante do EED <strong><mark>deve ser diferenciada da angina do coração.</mark></strong></li></ul><div><br><strong><mark>DIAGNÓSTICO </mark></strong></div><ul><li>Na <strong><mark>esofagografia baritada, </mark></strong>o EED apresenta-se como contrações terciárias não propulsivas, referidas como <strong><mark>esôfago em saca-rolha. </mark></strong>Entretanto, esse aspecto<strong><mark> não é patognomônico, </mark></strong>pois pode estar presente no esôfago de idosos assintomáticos (presbiesôfago). A manometria esofágica é o melhor exame para diagnosticar o EED, <strong>evidenciando contrações caracteristicamente prolongadas (&gt; 2,5 s), com grande amplitude (&gt; 120 mmHg), ocorrendo entre 20 a 90% das deglutições intercaladas com contrações normais.</strong> Entretanto, é necessário diferenciar o EED de outras doenças, como esclerodermia, amiloidose e diabetes, por apresentarem as mesmas alterações. Devido à intermitência dos espasmos, a manometria pode apresentar-se normal no momento da avaliação.</li></ul><div><br><strong><mark>TRATAMENTO </mark></strong></div><ul><li>A terapia para EED baseia-se em <strong><mark>medidas comportamentais, </mark></strong>como <strong><mark>relaxamento, </mark></strong><strong><em><mark>biofeedback </mark></em></strong><strong><mark>e psicoterapia, </mark></strong>além de <strong><mark>fármacos relaxadoras da musculatura lisa</mark></strong> (<strong>isossorbida, </strong>10 mg, ou <strong>nifedipina</strong>, 10 mg, antes das refeições) e <strong>antidepressivos tricíclicos (amitriptilina,</strong> 25 a 50 mg, à noite).</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 11:17:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469544839</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ESCLERODERMIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469547713</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> <strong>Esclerodermia - </strong>Trata-se de um <strong><mark>comprometimento do músculo liso da parede do trato gastrintestinal, resultando em atrofia e esclerose dos dois terços distais do esôfago. </mark></strong>Como consequência, há <strong><mark>aperistalse </mark></strong>ou <strong><mark>contrações de baixa amplitude no esôfago distal, </mark></strong>associada a uma <strong><mark>pressão baixa ou ausente no EEI.</mark></strong></li><li>O esôfago proximal (músculo estriado) é poupado e exibe motilidade normal.</li></ul><div><br><strong><mark>SINAIS E SINTOMAS </mark></strong></div><ul><li> O envolvimento esofágico está presente em mais de 90% dos pacientes com esclerodermia (ou síndrome CREST). </li><li>A manometria evidencia um padrão de redução da pressão basal do EEI e contrações fracas ou mesmo aperistalse no segmento afetado do corpo esofágico. <strong>Por esse motivo, os pacientes com esclerodermia apresentam mais chances de desenvolver doença do refluxo gastresofágico (DRGE), </strong>queixando-se frequentemente de <strong><mark>pirose crônica e regurgitação.</mark></strong> </li><li>A disfagia progressiva para sólidos e líquidos pode desenvolver-se devido às alterações motoras ou à estenose péptica.</li></ul><div><strong> TRATAMENTO </strong></div><ul><li> O tratamento é baseado em medidas de suporte, ajuste dietético e controle rigoroso da DRGE.</li></ul><div> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 11:21:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469547713</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469558407</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>esteatose hepática (EH)</strong> é definida como um <strong><mark>acúmulo de lipídios no citoplasma de hepatócitos,</mark></strong> <strong><mark>sobretudo de triglicérides,</mark></strong> excedendo 5% do peso do fígado. </div><ul><li>Quando o acúmulo de gordura no fígado ultrapassa 10% e sua distribuição é uniforme pelo órgão, a<strong> ultrassonografia abdominal apresenta elevada acurácia. </strong></li><li>Inúmeras doenças podem causar <strong>esteatoses macrogoticulares e mistas, </strong>mas três são as principais etiologias: <strong><mark>álcool, vírus C e esteatoses não-alcoólicas.</mark></strong></li><li>Na <strong>hepatite C a esteatose é extremamente comum</strong> (em torno de 50% dos casos) e parece depender de uma ação citopática do vírus. Quanto ao álcool, sua distinção é mais difícil pela dificuldade de se definir a dose de álcool a ser considerada tóxica para o fígado. Entretanto, como as <strong>mulheres</strong> apresentam maior toxicidade com doses menores de álcool, autores sugerem 20 g/dia para mulheres e o dobro (40 g de etanol/dia) para <strong>homem. </strong></li><li>A grande dúvida não é o <strong>bebedor ocasional ou o costumaz,</strong> mas sim aquele que <strong><mark>bebe com alguma regularidade, em quantidades pequenas.</mark></strong> Nesses casos, a melhor conduta é solicitar <strong><mark>abstinência completa pelo período de 30 dias e observar a evolução das enzimas hepáticas. </mark></strong>Após a exclusão desses fatores, ficamos com as <strong><mark>esteatoses não-alcoólicas.</mark></strong></li><li>Nesse grupo, a esteatose no fígado pode ser a <strong><mark>única alteração observada à biópsia ou pode vir acompanhada de infiltrado celular inflamatório, balonização de hepatócitos e fibrose pericelular e perissinusoidal, com ou sem corpúsculos de Mallory (e até cirrose),</mark></strong> em quadro semelhante ao observado na hepatite alcoólica. Logo, o termo <strong><em>esteato-hepatite-não- alcoólica </em></strong>(EHNA ou �NASH�, na língua inglesa) para <strong>identificar os pacientes que não faziam uso habitual de álcool e que apresentavam evolução clínica menos grave da doença em comparação com a doença hepática alcoólica.</strong></li><li>Embora na maioria das vezes só possam ser distinguidas pela<strong><mark> biópsia hepática</mark></strong>, a EH pura apresenta maior prevalência e parece ser uma doença autolimitada, enquanto a EHNA apresenta potencial evolutivo para <strong><mark>cirrose </mark></strong>em cerca de 15% a 19% dos casos.</li><li><br></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 11:37:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469558407</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469571785</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O fígado gorduroso não-alcoólico poderá ser encontrado associado a inúmeras situações médicas,  e que envolvem uma ampla variedade de doenças, toxinas, medicamentos e procedimentos médicos, como <strong><mark>cirurgias abdominais e emagrecedoras, bypass jejunoileal, gastroplastias para tratamento da obesidade, nutrição parenteral total prolongada, uso de drogas como amiodarona, maleato de per-hexilene, corticosteróides, estrógenos sintéticos, exposição a produtos petroquímicos e solventes, doenças como hipotiroidismo e lipodistrofia familiar. </mark></strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 11:58:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469571785</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAUSAS PRINCIPAIS DE FÍGADO GORDUROSO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469573354</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1. PRIMÁRIO</mark></strong><br>*  Diabetes delito (tipo 2);<br>* Obesidade <br>* Dislipidemia hipertrigliceridemia com HDL baixo. <br><br><strong><mark>2. SECUNDÁRIO<br><br>* MEDICAMENTOS; <br><br>* PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E PROLIFERAÇÃO BACTERIANA </mark></strong><br>- Gastropatias;<br>- "Bypass" jejunoileal;<br>- Ressecação intestinal extensa; <br>- Cirurgia biliopancreática;<br>- Diverticulose com supercrescimento bacteriano<br><br><strong><mark>* DOENÇAS FAMILIARES </mark></strong><br>- A-beta ou hipo-betalipoproteinemia;<br>- Weber-Cristian;<br>- Lipodistrofia parcial; <br><br><strong><mark>* MISCELÂNEAS: </mark></strong><br>- Hipotireoidismo;<br>- NPP; <br>- Desnutrição aguda; <br>- Toxinas industriais. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:00:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469573354</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ACHADOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469576697</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A maioria (80%) dos pacientes  são assintomáticos e não têm sinais da doença;</li><li>Em 20% dos indivíduos, especialmente crianças, pode-se observar <strong><mark>desconforto epigástrico ou em hipocôndrio direito, fadiga ou cansaço e hepatomegalia;</mark></strong></li><li>Em geral, o diagnóstico é feito de maneira acidental pelo <strong><mark>encontro de elevações nas enzimas hepáticas ao realizar-se ultrassom de abdome ou pelo encon- tro de hepatomegalia; </mark></strong></li><li>O FGNA (fígado gorduroso não alcoólico) apresenta <strong><mark>alterações laboratoriais geralmente leves, podendo levar a uma elevação de duas a cinco vezes dos níveis séricos das aminotransferases (ALT e AST) e bilirrubinas;</mark></strong></li><li><strong><mark>Diferentemente da doença alcoólica, a razão AST/ALT é &lt; 1, exceto quando estamos diante de formas avançadas (cirrotização) da doença;</mark></strong></li><li>A<strong><mark> fosfatase alcalina e a gamaglutamiltransferase (GGT)</mark></strong> podem estar <strong><mark>elevadas de duas a três vezes em menos da metade dos casos;</mark></strong></li><li><strong><mark>Os níveis de bilirrubina e de albumina séricas estão geralmente dentro dos limites da normalidade</mark></strong></li><li>Os <strong><mark>valores séricos dos triglicérides</mark></strong> estão mais frequentemente <strong><mark>elevados que os níveis de colesterol; </mark></strong></li><li>A concentração sanguínea do <strong><mark>HDL-colesterol está frequentemente reduzida e parece existir uma relação inversa entre os valores de HDL-colesterol e a intensidade da esteatose hepática;</mark></strong></li><li>Desde que a diferenciação dos diversos tipos de FGNA só é segura através da <strong><mark>biópsia hepática e a maioria dos pacientes com esse diagnóstico apresenta doença mais benigna, </mark></strong>parâmetros que possam predizer doença avançada têm sido buscados;</li><li>Utilizam-se como preditores a <strong><mark>idade acima de 45 anos, AST/ALT &gt; 1, presença de obesidade e diabete;</mark></strong></li><li>Pacientes com esteatose ao ultrassom e que apresentam todos esses parâmetros terão <strong>66% de probabilidade de ter fibrose avançada (fibrose septal e cirrose) à biópsia hepática contra 0% na ausência dos fatores;</strong></li><li>Mais recentemente temos proposto a dosagem da <strong><mark>laminina sérica e do ácido hialurônico</mark></strong> como preditivos da presença de FGNA com fibrose. Valores elevados de laminina apresentaram 80% de acurácia diagnóstica em predizer fibrose (em qualquer grau) ou sua ausência, podendo assim servir como um<strong> �screening� para indicação de biópsia hepática nesses pacientes.</strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:06:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469576697</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRATAMENTO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469580791</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Para os casos de<strong> FGNA secundários</strong>, o <strong>tratamento da causa de base é obrigatório. </strong>Assim, o afastamento do contato com substâncias tóxicas e a suspensão de medicamentos podem melhorar sensivelmente o quadro. </li><li>Desde que a obesidade representa um fator importante no surgimento e na evolução da doença, a primeira iniciativa tem sido a<strong><mark> redução de peso de pacientes obesos </mark></strong>(através de <strong>dieta hipocalórica isolada ou associada a exercícios físicos</strong> reduz os níveis das enzimas hepáticas e/ou o grau de esteatose e até mesmo de inflamação e da fibrose à biópsia; </li><li>A <strong>associação com exercícios físico</strong>s tem a vantagem de <strong><mark>reduzir a resistência periférica à insulina;</mark></strong></li><li>A perda de peso corporal desses pacientes obesos, especialmente com obesidade mórbida, deve ser cuidadosamente acompanhada. Estudos demonstram que <strong><mark>perda rápida e profunda de peso pode levar a insuficiência hepática, evolução para cirrose e piora da hepatite lobular;</mark></strong></li><li>Medicamentos, como <strong>metronidazol, ácido ursodesoxicólico, vitamina E, N-acetilcisteína e betaína e metformina,</strong> têm sido utilizados, com diferentes graus de resposta e de experimentação clínica;</li><li>O tratamento com<strong> agentes hipolipemiantes como genfibrozila e clofibrato </strong>apresentou resultados contraditórios, mas somente o estudo com a primeira droga teve um grupo controle;</li><li>O tratamento com <strong>genfibrozila foi seguido de redução dos níveis de triglicérides e colesterol, com significativa melhora das enzimas hepáticas;</strong></li><li>A falta de resposta a agentes <strong><mark>hipolipemiantes </mark></strong>pode decorrer da <strong>hepatotoxicidade desses medicamentos, </strong>que<strong><mark> tendem a elevar os níveis das aminotransferases e da GGT.</mark></strong></li><li>Especial cuidado deve-se tomar com essa hepatotoxicidade. Muitos cardiologistas só solicitam controle das enzimas hepáticas após o início do tratamento e, assim, acabam detectando<strong> hepatotoxicidade medicamentosa quando, na realidade, o paciente já apresentava elevação prévia das amino- transferases pelo FGNA.</strong></li><li><strong><mark>Nas formas avançadas com cirrose e insuficiência hepática, o transplante de fígado está indicado. </mark></strong>Entretanto, inúmeros trabalhos têm demonstrado recidiva de FGNA, no enxerto, que geralmente acompanha o <strong>aumento do índice de massa corpórea dos pacientes no pós-operatório e o uso de corticosteróides. </strong></li></ul><div>--&gt; Avaliar para transplante: usa-se o score de MELD. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:12:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469580791</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469584911</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A <strong><mark>Síndrome de Ogilvie (SO</mark></strong>) é uma patologia rara e acredita‐se que seja desencadeada pelo <strong><mark>desequilíbrio do sistema nervoso autônomo, criando um quadro clínico sugestivo de obstrução intestinal, sem causas mecânicas.</mark></strong> Ocorre com maior frequência em <strong>homens na sexta década de vida, hospitalizados, em pós‐operatório, vítimas de trauma e com doenças neurológicas.</strong></li><li>A síndrome de Ogilvie está associada à várias doenças, sejam elas traumáticas, obstétricas, cirúrgicas, cárdiorrespiratórias, neurológicas, entre outras.</li><li><strong><mark>Tem como característica uma dilatação acentuada do cólon sem causa mecânica. </mark></strong></li><li>O diagnóstico é feito por exclusão, com diagnóstico diferencial de carcinoma, aderências, dilatação gástrica aguda, impactação fecal, vôlvulo e isquemia mesentérica. </li><li>Quando o<strong><mark> processo obstrutivo não é interrompido,</mark></strong> pode haver complicação do caso devido ao rompimento da parede do cólon e consequente evolução para <strong><mark>sepse abdominal. </mark></strong></li><li> A teoria mais aceita para explicar a sua fisiopatologia <strong><mark>refere-se à excessiva supressão parassimpática, estimulação simpática ou ambas, que resultam em atonia do cólon. </mark></strong></li><li>O <strong><mark>tratamento </mark></strong>pode ser feito de três formas: <strong><mark>Conservadora, cirúrgica ou descompressão por colonoscopia</mark></strong></li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:20:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469584911</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469588224</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A <strong><mark>pseudo-obstrução intestinal ou síndrome de Ogilvie</mark></strong> é uma condição que cada vez mais tem sido reconhecida. Ela ocorre em geral em <strong>pacientes hospitalizados por doença grave, mais frequentemente após o terceiro dia da internação. </strong></li><li>A <strong><mark>causa, como no íleo adinâmico,</mark></strong> parece ser um <strong><mark>distúrbio autonômico com hiperatividade simpática e hipoatividade parassimpática.</mark></strong></li><li>Os <strong><mark>sintomas </mark></strong>são similares aos da obstrução intestinal mecânica. </li><li>O <strong><mark>diagnóstico é realizado por meio do exame radiológico de abdome,</mark></strong> que evidencia <strong>distensão maciça de todo ou quase todo o colo</strong>, mais frequentemente das suas <strong>porções proximais</strong>, com <strong>preservação das haustrações e níveis hidroaéreos ausentes ou raros</strong>. </li><li>A transição entre os segmentos dilatado e normal muitas vezes é abrupta e localiza-se na flexura esplênica. <strong>Habitualmente há fezes e gases na ampola retal.</strong></li><li>O<strong> tratamento</strong> que inicialmente deve ser feito é a <strong>correção dos distúrbios metabólicos, a suspensão do uso de opiáceos e anticolinérgicos e o suporte clínico,</strong> associados a <strong>toque retal a cada seis horas.</strong></li><li>Se a condição não regredir, deve-se considerar a <strong>administração de neostigmina na dose de 2 mg, IV,</strong> mediante <strong>monitoração eletrocardiográfica da frequência cardíaca.</strong></li><li>O <strong><mark>uso de neostigmina</mark></strong> é <strong><mark>contraindicado em pacientes com IAM recente, acidose metabólica ou na suspeita de obstrução intestinal mecânica.</mark></strong></li><li>A <strong><mark>colonoscopia descompressiva </mark></strong>é outra opção de tratamento e está indicada quando <strong><mark>não se pode descartar uma obstrução mecânica ou nos casos de falha do tratamento clínico, </mark></strong>em pacientes com <strong>diâmetro cecal inferior a 12 cm e sem suspeita de peritonite ou sofrimento vascular intestinal.</strong><br> </li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:25:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469588224</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469592459</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A causa da litíase intra-hepática não é totalmente compreendida, mas fatores genéticos, dietéticos e ambientais estão associados. A desnutrição e as baixas condições socioeconômicas estão associadas à alta incidência de cálculos intra-hepáticos.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:32:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469592459</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SINAIS E SINTOMAS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469592814</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Há pacientes assintomáticos nos quais a presença do cálculo é encontrada ocasionalmente em exames de imagem abdominal. </li><li>Os sintomas de litíase intra-hepática podem incluir <strong><mark>dor abdominal epigástrica ou na parte superior direita do abdome (quadrante superior direito), icterícia e febre</mark></strong>. Pode ocorrer infecção nos canais biliares e progressão para <strong>formação de abscesso hepático ou infecção generalizada (sepse) em casos graves. </strong>Embora raro,  esses pacientes podem desenvolver<strong> alterações na coagulação do sangue.</strong></li><li>A <strong><mark>propagação de cálculos intra-hepáticos na árvore biliar extra-hepática pode causar pancreatite por cálculo biliar, </mark></strong>que pode ser a <strong><mark>apresentação inicial de litíase intra-hepática </mark></strong>em alguns pacientes;</li><li>A associação de <strong><mark>colangiocarcinoma </mark></strong>(um tipo de câncer das vias biliares) com litíase intra-hepática é bem reconhecida e sua prevalência em pacientes com <strong><mark>litíase biliar é de 2,4 a 10,0%.</mark></strong><br><br></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:33:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469592814</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469594555</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O diagnóstico é baseado em <strong><mark>exames de imagem como o ultrassom, tomografia computadorizada, colangiografia por ressonância magnética;</mark></strong></li><li>O ultrassom e a tomografia computadorizada abdominal têm uma sensibilidade diagnóstica mais baixa, em comparação com a <strong><mark>colangiorressonância, que deve ser o método de escolha utilizado para a exploração de toda a via biliar.</mark></strong></li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:35:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469594555</guid>
      </item>
      <item>
         <title>COMPLICAÇÕES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469596004</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>As principais complicações são: <strong>infecções das vias biliares que podem evoluir para abscessos (acúmulo de pus no fígado), infecção generalizada (sepse) e o colangiocarcinoma; insuficiência hepática.</strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:38:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469596004</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRATAMENTO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469596676</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O principal objetivo do tratamento da litíase intra-hepática é <strong><mark>resolver infecções presentes, prevenir colangite recorrente e subsequente fibrose hepática e prevenir a progressão para colangiocarcinoma.</mark></strong></li><li>Os tratamentos endoscópicos envolvem <strong><mark>litotripsia colangioscópica transhepática percutânea (CPTPL), colangioscopia oral e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE).</mark></strong></li><li>O tratamento cirúrgico inclui principalmente <strong><mark>incisão no ducto biliar e litotomia, ressecção hepática, reconstrução da estenose do ducto biliar e transplante hepático.</mark></strong></li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:39:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469596676</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FATORES DE RISCO: </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469598215</link>
         <description><![CDATA[<div>1. <strong>Colestase:</strong> é uma condição em que a <strong><mark>bile não flui do fígado para o intestino, dessa forma se acumula; pode ser causada por vírus, bactérias, parasitas, drogas ou toxinas, pedras, tumores, autoimunidade, defeitos metabólicos genéticos e obstrução; como resultado, o ácido biliar se acumula no fígado e no sangue e pode causar lesões e originar as pedras;</mark></strong><br><strong>2.      Infecção:</strong> infecção bacteriana pode influenciar a produção e o transporte da bile e os vermes ou ovos dos parasitas podem levar à obstrução, resultando em colestase e inflamação;<br><strong>3.      Alterações anatômicas nos ductos biliares:</strong> qualquer obstrução dos ductos biliares intra-hepáticos pode predispor a colestase e inflamação, logo, pode ocorrer a formação dos cálculos;<br><strong>4.      Defeito Metabólico:</strong> alterações no metabolismo dos ácidos biliares (componente importante da bile) e de outras substâncias pode predispor à formação dos cálculo</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:41:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469598215</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DEFINIÇÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469600155</link>
         <description><![CDATA[<div>A cirrose é o estágio final de um processo crônico de agressão do fígado e caracteriza-se pela <strong>substituição de tecido hepático normal por tecido fibroso e nódulos regenerativos. </strong>Corresponde a um processo difuso e essencialmente irreversível; </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:44:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469600155</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ETIOLOGIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469601215</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>As PRINCIPAIS CAUSAS: hepatite viral crônica (B e C); hepatopatia alcoólica; DHGNA; hepatite autoimune; hemocromatose; doenças biliares; colangite esclerosante; cirrose biliar primária; Doença de Wilson; doença celíaca; deficiência de alfa-1-antitripsina; doença hepática policística; insuficiência cardíaca direita; doença venoclusiva; infecções e parasitasses (ex: sífilis, esquistossomose); hepatopatia medicamentosa (ex: isoniazida, metotrexate); doenças hepáticas primárias (fibrose portal idiopática, doença hepática granulomatosa); </li></ul><div><br><strong><mark>AULA DO CELSO (principais a saber): </mark></strong><br>- Álcool; <br>- Vírus (B e C);<br>- DHGNA;<br>- Doenças metabólicas;<br>- Doenças autoimunes</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:46:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469601215</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FISIOPATOLOGIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469604636</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os processos patogênicos centrais da cirrose consistem na <strong>DEPOSIÇÃO DE MATRIZ EXTRACELULAR</strong> (colágeno I e III, proteoglicanos sulfatados e glicoproteínas), <strong>MORTE DOS HEPATÓCITOS e REORGANIZAÇÃO VASCULAR;</strong></li><li>A <strong>deposição de colágeno</strong> tipo I e III ocorre no <strong>ESPAÇO DE DISSE</strong> e é consequência da <strong>ativação das células estreladas hepáticas pela LESÃO; </strong></li><li>Essa deposição forma TRATOS SEPTAIS FIBRÓTICOS e é acompanhada pela PERDA DE FENESTRAÇÕES DAS CÉLULAS ENDOTELIAIS DOS SINUSÓIDES HEPÁTICOS, <strong>impedindo a troca de solutos entre os hepatócios e o plasma, </strong>uma vez que os sinusóides são responsáveis por realizar essa troca; </li><li>Durante todo o processo da <strong>lesão hepática e fibrose, a regeneração dos hepatócitos </strong>sobreviventes é estimulada e estes se <strong><mark>proliferam dando origem a nódulos esféricos circundados por septos fibrosos; </mark></strong></li><li>O resultado é um FÍGADO NODULAR e com MUITAS FIBROSES, com COMPROMETIMENTO SEVERO DO SUPRIMENTO DE SANGUE para os HEPATÓCITOS e da SECREÇÃO DE SUBSTÂNCIAS DO PLASMA PELOS HEPATÓCITOS;</li><li>A <strong>degeneração da interface entre o parênquima e os tratos portais</strong> também pode obliterar os canais biliares, <strong>levando ao desenvolvimento de icterícia. </strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 12:50:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469604636</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CLÍNICA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469611973</link>
         <description><![CDATA[<div>As manifestações clássicas <strong>PODEM SER INESPECÍFICAS</strong> ou variar de acordo com a doença de base e incluem: </div><ul><li> Icterícia; </li><li>Ascite; </li><li>Circulação colateral proeminente (circulação em cabeça de medusa); </li><li>Edema de membros inferiores; </li><li>Diminuição da pressão arterial; </li><li>Telengectasias; </li><li>Ginecomastia e atrofia testicular (homens);</li><li>Eritema palmar; </li><li>Contratura de Dupuytren (atrofia de fáscia palmar); </li><li>Baqueteamento digital; </li><li>Osteoartropatia hipertrófica; </li><li>Distrofia ungueal; </li><li>Flapping; </li><li>Entre outras. </li></ul><div><br><strong>CLASSIFICAÇÃO: </strong><br><br><strong><mark>1. COMPENSADA</mark></strong>: fase inicial; nela o paciente pode se apresentar <strong>ASSINTOMÁTICO</strong> ou com <strong>SINTOMAS INESPECÍFICOS,</strong> como <strong>FADIGA, PERDA DE PESO, FRAQUEZA</strong> e <strong>ANOREXIA; </strong><br><br><strong><mark>2. DESCOMPENSADA:</mark></strong> paciente pode apresentar <strong>ICTERÍCIA, PRURIDO, ASCITE</strong> (manifestação mais comum); <strong>EDEMA DE MEMBROS INFERIORES; DIARRÉIA; SANGRAMENTO GASTROINTESTINAL </strong>(hematêmese, hematoquezia e melena); <strong>CONFUSÃO MENTAL, </strong>entre outros. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 13:01:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469611973</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469619708</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Exames laboratoriais: teste de <strong>FUNÇÃO HEPÁTICA, TESTE DE COAGULAÇÃO, HEMOGRAMA COMPLETO e TESTES SOROLÓGICOS </strong>(causas virais - Hepatite B e C); </li></ol><ul><li>NÍVEIS DE AMINOTRANSFERASES (ALT e AST): <strong>moderadamente elevados; </strong></li><li>FOSFATASE ALCALINA (FA) e GGT: <strong>geralmente NORMAIS; níveis ELEVADOS indicam COLESTASE ou OBSTRUÇÃO BILIAR; </strong></li><li>BILIRRUBINA: geralmente <strong>NORMAL, </strong>aumentada quando há progressão da doença; </li><li>ALBUMINA SÉRICA: níveis baixos e ALARGAMENTO DO TEMPO DE PROTROMBINA (TAP) --&gt; indicam <strong><mark>DÉFICIT DE FUNÇÃO HEPÁTICA ; </mark></strong><strong>a albumina pode estar baixa quando há DESNUTRIÇÃO. </strong></li><li><strong>GLOBULINA SÉRICA: AUMENTA </strong>na <strong><mark>CIRROSE</mark></strong> e em <strong><mark>OUTRAS DOENÇAS HEPÁTICAS INFLAMATÓRIAS; </mark></strong></li><li><strong><mark>ANEMIA - </mark></strong>é comum e geralmente <strong>NORMOCÍTICA </strong>(decorrente de sangramentos gastrointestinal crônico, deficiência de FOLATO, hemólise, etc); </li><li>Pode haver <strong><mark>LEUCOPENIA, TROMBOCITOPENIA ou PANCITOPENIA. </mark></strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 13:12:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469619708</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EXAMES DE IMAGEM </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469625432</link>
         <description><![CDATA[<div>NÃO têm alta ESPECIFICIDADE ou SENSIBILIDADE para o diagnóstico em si, mas detectam complicações: <br>- USG: pode detectar HIPERTENSÃO PORTAL e ASCITE; <br>- TC: textura nodular;<br>- RM: fígado regular e aumento esplênico (ALTO custo e PEQUENO benefício); <br>*** <strong>BIÓPSIA HEPÁTICA: </strong>se critérios clínicos e testes não invasivos forem INCONCLUSIVOS --&gt; biópsia deve ser realizada. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 13:19:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469625432</guid>
      </item>
      <item>
         <title>COMPLICAÇÕES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469627463</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><mark>Hipertensão portal:</mark></strong> pode se manifestar com <strong>SANGRAMENTO GASTROINTESTINAL DE VARIZES DE ESÔFAGO, GÁSTRICAS OU RETAIS,</strong> ou por <strong>GASTROPATIA HIPERTENSIVA PORTAL; </strong></li><li><strong>Síndrome hepatopulmonar; </strong></li><li><strong>Peritonite bacteriana espontânea: </strong>complicação da ASCITE que indica MAU PROGNÓSTICO, pois está associado a PIORA DA FUNÇÃO RENAL. </li><li><strong>Congestão esplênica com hiperesplenismo; </strong></li><li><strong>Coagulopatia; </strong></li><li><strong>Síndrome hepatorrenal; </strong></li><li><strong>Encefalopatia hepática; </strong></li><li><strong>Colestase e icterícia: </strong>menor secreção de BILE pelos HEPATÓCITOS; </li><li><strong>Má absorção de triglicerídeos e vitaminas lipossolúveis </strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 13:23:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469627463</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PERITONITE BACTERIANA ESPONTÂNEA (PBE) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469631203</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>- Pode aparecer por <strong><mark>INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA CIRRÓTICA</mark></strong> ou <strong><mark>SÍNDROME NEFRÓTICA; </mark></strong></li><li>PRIMÁRIO - GERALMENTE é por TRANSLOCAÇÃO BACTERIANA (mais comum é E.Coli) </li><li>SECUNDÁRIA - É secundário a algum processo, como por exemplo, PERFURAÇÃO DE ALÇA (catastrófico!); </li><li>O DIAGNÓSTICO é realizado pela contagem de POLIMORFONUCLEARES (PMN) no LÍQUIDO ASCÍTICO (&gt; 250 PMN/ ml de líquido) --&gt; TRATAMENTO é com ANTIBIÓTICOS. </li><li>Pode ser assintomático  ou ter dores abdominais; febre; prostração e piora da ascite; </li><li>SEMPRE PUNSIONAR !!!!! </li><li>GASA - Gradiente Albumina Soro Ascite</li></ul><div>- Diagnóstico por <strong><mark>PARACENTESE </mark></strong>(pulsão do líquido) <br>- Albumina retirada do soro (sangue) MENOS a do líquido (ascite); <br><strong><mark>VALORES: </mark></strong><br><strong>&gt; 1,1</strong> = Indica que há bastante ALBUMINA (proteína) no SORO e pouco na ASCITE --&gt; Pode indicar <strong><mark>CIRROSE, INSUFICIÊNCIA CARDÍACA e SÍNDROME NEFRÓTICA; <br></mark></strong><strong><br>&lt;1,1 = Acometimento do PERITÔNIO --&gt; AUMENTO </strong>da permeabilidade do peritônio --&gt; passa líquido e proteína (soro e ascite); --&gt; PB (?) e câncer. <br><br><strong><mark>PROFILAXIA: </mark></strong></div><ol><li><strong>PRIMÁRIA: </strong>antes do primeiro episódio. Antibiótico TODOS os dias.</li><li><strong>SECUNDÁRIA:</strong> após primeiro episódio --&gt; Antibiótico 1x ao dia até aparecer a ASCITE; </li></ol><div><br><strong>VARIZES DE ESÔFAGO: </strong>circulação colateral (aumento da pressão no sistema porta) <br><br><strong>Paciente NUNCA SANGROU (avaliar calibre). <br>- </strong>Grosso calibre, médio calibre, fino calibre + redução de Spots ou função prejudicada (Child B/C)  --&gt; <strong>BAVENO VI (Profilaxia e manejo em sangramento de varizes de esôfago) </strong><br><br><strong><mark>TRATAMENTO:<br><br></mark></strong><strong>1) BETABLOQUEADORES </strong>ou <strong>LIGADURA ELÁSTICA </strong></div><ul><li>+ usado é o<strong> PROPANOLOL </strong>(12/12h) --&gt;&gt; caso tenha tolerância ao medicamento, utiliza-se <strong>CARVEDILOU</strong> --&gt;&gt;&gt; se ainda persistir a tolerância faz-se a LIGADURA ELÁSTICA. </li></ul><div><strong>- BETABLOQUEADORES É PROFILAXIA PARA TODOS!!! <br><br></strong>2<strong>) </strong>Profilaxia secundária (paciente sangrando) - <strong>  <br>BETABLOQUEADORES E LIGADURA ELÁSTICA:</strong></div><div><br><strong>SANGRAMENTO --&gt; EMERGÊNCIA !!</strong><br>Paciente com HDA por varizes esofagogástricas --&gt; suporte clínico (norfloxacina ou ceftriaxone e terlipressina  (octreotide ou análogos) --&gt; <br>1) sem EDA disponível --&gt;<strong> BALÃO DE SENGSTAKEN-BLAKEMORE;<br><br>OU </strong><br><br><strong>2) LIGADURA ELÁSTICA </strong>de varizes --&gt; cessou sangramento ? <br>NÃO ? <br>- BALÃO OU<br>- TIPS: preferencial ou cirurgia de emergência; <br><br>SIM? acompanhamento e profilaxia secundária. <br><br><strong>ROMPIMENTO DAS VARIZES DE ESÔFAGO --&gt; HEMORRAGIA DIIGESTIVA ALTA</strong> (Complicação mais comum); <br> - Mortalidade de até 30% <br><br>**<strong><mark> Atenção para VARIZES DE FUNDO GÁSTRICO --&gt; pesquisar doenças no BAÇO ou PÂNCREAS (varizes de V. esplênica) </mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 13:28:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469631203</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CIRROSE (COLANGITE) BILIAR PRIMÁRIA: </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469654350</link>
         <description><![CDATA[<div>SINTOMA ou SINAL + COMUM: é PRURIDO !!! <br>Habitualmente: doença genética de canalículos biliares PEQUENOS; Marcador ANTICORPO ANTIMITOCÔNDRIA; <br> <br><strong>QUADRO CLÍNICO: </strong>mulher, 40-50 anos, inicia com PRURIDO (sem causa aparente) e depois aparece icterícia e xantomatose e xentelesma (diagnóstico clínico) <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 13:56:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469654350</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO HEPÁTICA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469657278</link>
         <description><![CDATA[<div>1) CHILD-PUGH: </div><ul><li>A classificação de Child-Pugh é um método de <strong><mark>avaliação da gravidade das doenças hepáticas</mark></strong>. Enquanto a biópsia hepática faz o estadiamento por meio histológico, o <strong><mark>Child-Pugh é um estadiamento clínico;</mark></strong></li><li>O score é capaz de predizer com bastante precisão não só o<strong><mark> risco de complicações decorrentes da doença hepática mas também a mortalidade, sendo portanto uma ferramenta de prognóstico;</mark></strong></li><li>A classificação de Child-Pugh era usada como critério para transplante de fígado, mas foi substituída pelo escore MELD;</li><li>No cálculo da classificação de Child-Pugh, são atribuídos pontos a 5 fatores. A pontuação total indica a classe da doença hepática, que pode ser A (5-6 pontos), B (7-9) ou C (igual ou maior que 10).</li><li>Leva em consideração o BEATA: </li></ul><div><strong><mark>B - BILIRRUBINA <br>E- ENCEFALOPATIA <br>A- ALBUMINA <br>T-TAP <br>A- ASCITE <br></mark></strong><br><strong>2) MELD </strong>- Score para avaliar mortalidade após TIPS; avaliar mortalidade a longo prazo na cirrose (<strong><mark>DETERMINA FILA NO TRANSPLANTE HEPÁTICO) <br></mark></strong>- Valores de  6-40 <br>EX: &gt; 40 : mortalidade de 71-100% em 3 meses --&gt; retirado da fila de transplante; <br><strong><mark>--&gt; QUANTO MAIOR O MELD, MAIORES SÃO AS CHANCES DE COMPLICAÇÕES E MORTALIDADE.  </mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 13:59:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469657278</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SOROLOGIA HEPATITE B </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469685137</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1) HEPATITE B AGUDA (FASE INICIAL) </mark></strong><br>* <strong>HBsAg + </strong><br>* <strong>Anti-HBc (IgM +</strong>)/ (IgG -) <br>* Anti-HBs -<br>*<strong> HBeAg +  </strong><br>* Anti-HBe -<br><br><strong><mark>2) HEPATITE B AGUDA (FASE TARDIA) <br></mark></strong>* <strong>HBsAg + </strong><br>* <strong>Anti-HBc (IgM +)/ (IgG +) </strong><br>* Anti-HBs -<br>* HBeAg -<br>* <strong>Anti-HBe + <br></strong><br><strong><mark>3) HEPATITE B CRÔNICA (JANELA IMUNOLÓGICA) </mark></strong><br>* <strong>HBsAg -</strong><br>* Anti-HBc (IgM -)/<strong> (IgG +) </strong><br>* Anti-HBs -<br>* HBeAg -/+  <br>* Anti-HBe +/-<br><br><strong><mark>4) HEPATITE B CRÔNICA (NÃO-REPLICATIVA) <br></mark></strong>* <strong>HBsAg + </strong><br>* Anti-HBc (IgM -)/ (IgG +) <br>* Anti-HBs -<br>* <strong>HBeAg - </strong><br>* Anti-HBe + <br><br><strong><mark>5) HEPATITE B AGUDA (JANELA IMUNOLÓGICA) <br></mark></strong>* <strong>HBsAg - <br>* Anti-HBc (IgM +)/ (IgG +) </strong><br>* Anti-HBs -<br>* HBeAg +  <br>* Anti-HBe -/+ <br><br><strong><mark>6) HEPATITE B CRÔNICA (em replicação)<br></mark></strong>* <strong>HBsAg + </strong><br>* Anti-HBc (IgM -)/<strong> (IgG +) </strong><br>* Anti-HBs -<br>*<strong> HBeAg +  </strong><br>* Anti-HBe -<br><br><strong><mark>7) VACINAÇÃO PRÉVIA<br></mark></strong>* <strong>HBsAg - </strong><br>* Anti-HBc (IgM -)/ (IgG -) <br>* <strong>Anti-HBs +</strong><br>* HBeAg -<br>* Anti-HBe -<br><br><strong><mark>8) CICATRIZ IMUNOLÓGICA<br></mark></strong>* <strong>HBsAg - </strong><br>* Anti-HBc (IgM -)/<strong> (IgG +) </strong><br>* <strong>Anti-HBs +</strong><br>*<strong> </strong>HBeAg -<br>* Anti-HBe +/- <br><br><strong><mark>RESUMO: </mark></strong><br>Anti-HBc IgG+: marcador de fase crônica; pós infecção <br>Anti-HBc IgM+: marcador de fase aguda; <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 14:30:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469685137</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Crônica</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469700702</link>
         <description><![CDATA[<div>Hepatites Agudas que cronificam: B D e C<br>Lembrar que a esteato-hepatite alcoolica, autoimune, medicamentos, doença de wilson, hemocromatose etc são causas da Hepatite Crônica<br><br>O prognóstico é avaliado por sua Etiologia, Grau de Fibrose/Cirrose e Grau do Processo Inflamatório.<br>Nas hepatites virais, os níveis de ALT/TGP costumas ser superiores, a AST/TGO e sua inversão poderá sugerir doença em estágio avançado.<br><br><strong>HEPATITE B</strong> crônica: Mais que 6 meses<br>Deve-se avaliar se o paciente está em fase replicativa para poder conter a replicação viral<br><strong>HEPATITE C</strong>: Normalmente os pacientes são diagnosticados já em fase crônica<br>-&gt; Apresentam fadiga cronica, pode acompanhar ou nao com nauseas e vomitos<br>-&gt; Aminotransferases costumam ser flutuantes<br>-&gt; Manifestações extra-hepáticas como vasculite cutânea, glomerulonefrite membranoproliferativa (crioglobulinemia mista tipo II) e manifestações dermatológicas como porfiria cutanea tardia e líquen plano<br>-&gt; Além de riscos com como carcinoma hepatocelular, apresentam riscos para linfoma folicular, linfoma linfocitico cronico, linfoma linfoplasmacíticos e linfoma de zona marginal (Linfomas não Hodgkin de células B)<br><strong>HEPATITE D: </strong>Atentar-se pata hepatite Fulminante e CIRROSE</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 14:48:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469700702</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Definição</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469728197</link>
         <description><![CDATA[<div>defecação insatisfatória caracterizada por reduzido número de evacuações e dificuldade para evacuar, pelo menos nos últimos 3 meses. A mencionada dificuldade para evacuar inclui:<br>• fezes endurecidas ou em cíbalos; • necessidade de esforço para evacuar;<br> • sensação de evacuação incompleta; • sensação de obstrução anorretal; ou <br>• necessidade de usar manobras manuais para facilitar a evacuação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 15:17:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469728197</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TIPOS</title>
         <author>medjuliahasegawa</author>
         <link>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469734152</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Transferência -&gt; ENGASGO</strong><br> Doenças associadas: doenças neurológicas (EM, ELA, AVE) e musculares (Miastenia Gravis, Dermatopolimiosite). <br><strong>Condução-&gt; ENTALO</strong><br> Doenças associadas (totalmente esofagianas): distúrbios motores e distúrbios obstrutivos. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-22 15:23:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/medjuliahasegawa/vuvr0xl2lrty/wish/469734152</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
