<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Educação Inclusiva by Célia Branco</title>
      <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q</link>
      <description>D.L. nº 54/2018, 6 junho -  Como operacionalizar em turmas de 30 alunos?

</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-08 11:23:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-11 16:19:15 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Portfolio - post 1 </title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/329159971</link>
         <description><![CDATA[<div>Participo nesta formação com o objetivo de aprender mais sobre as novas regras e consequentes metodologias referentes à inclusão. A disponibilização crescente de ferramentas potenciadoras da partilha de vivências entre professores e alunos tem vindo, progressivamente, a integrar o nosso quotidiano. Assim, a possibilidade de descobrir projetos aliciantes, usando metodologias / recursos educativos inovadores e atrativos, acedendo a conteúdos diversificados, envolvendo docentes e discentes justificam o interesse nestas ações formativas. Se um simples clicar de rato pode possibilitar o trabalho entre pares, vamos “ter ideias” úteis à nossa prática?<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-08 12:37:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/329159971</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Célia Branco, professora, grupo 330.</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/329466360</link>
         <description><![CDATA[<div>Leciono na Escola Secundária de Santo André.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/284639107/411e0bdb84bd8fcee7a96928f364cd61/Captura_de_ecra__2019_02_09__a_s_08_53_39.png" />
         <pubDate>2019-02-09 08:50:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/329466360</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Algumas questões</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/329468702</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a leitura do documento <strong>1.Compromisso com a inclusão - O que nos traz de novo o Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho</strong>(manual de apoio à prática), constato, em primeiro lugar que está muito bem escrito, tornando-se impossível não concordar com os pressupostos nele implícitos.</div><div> Alguns exemplos:  </div><div>·     "À  gestão  burocrática e  estereotipada  opõe-se uma gestão  contextualizada  e flexível  do  currículo que potencie  a  possibilidade de  se  romper com  o  modo de  ensino  simultâneo, abrindo-se  a possibilidade de  práticas  educativas que  ocorram  em espaços  que  promovam a  cooperação  entre os alunos,  a  sua autonomia  e  a participação  nas  decisões quotidianas,  aos  mais diversos  níveis.  A gestão do tempo deverá romper com o pressuposto de que se deve ensinar “tudo a todos como se todos fossem um só,” ou seja, apostemos na diferenciação pedagógica. </div><div>·     “Uma outra característica distintiva do atual diploma reside no pressuposto de que qualquer aluno pode, ao longo do seu percurso escolar, necessitar de medidas de suporte à aprendizagem. Para uma melhor compreensão... O novo enquadramento do  diploma e  as  mudanças que  implica  na organização  da  escola, na tomada  de  decisões e  na  ação educativa,  requer  um entendimento  comum  a nível  concetual  e terminológico por parte dos atores envolvidos no ato educativo. De entre as definições constantes no artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 54/2018, de6 de julho, importa destacar  as que  se  prendem com  as  medidas de  gestão  curricular a desenvolver  com  vista ao sucesso educativo de cada aluno: Estas  definições inserem-se  numa  abordagem que  tem  como finalidade  garantir  o acesso  ao currículo,    entendido   numa    conceção    abrangente    que   inclui,    para    além   dos    conteúdos programáticos,   questões  referentes   à   organização  do   espaço   e  do   tempo,   equipamentos, estratégias,  atividades, avaliação,  entre  outros. A promoção de melhores aprendizagens e o desenvolvimento de competências assentam na flexibilidade curricular e ainda no exercício efetivo de autonomia por parte das escolas. Neste sentido é importante dar  voz a  cada  aluno e  respeitar  os seus interesses e  aptidões,  por forma a  construir  percursos curriculares  que  aumentem os  seus  níveis de  participação  e  lhes permitam experienciar efetivamente o sucesso educativo e pessoal.” De novo, o entusiasmo, perante o cenário de um ensino para todos, habilitado e capaz de superar dificuldades e constrangimentos.</div><div>Contudo, quando vejo a realidade da Escola onde leciono, vejo turmas de trinta alunos, colegas com cinco / seis turmas. Concomitantemente, penso nos Exames Nacionais, onde a todos é pedida a mesma prestação. Como conciliar estas realidades?</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-09 09:28:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/329468702</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Decreto 54/2018 - discriminação ou inclusão ou, simplesmente, falta de recursos?  Como aplicar na prática letiva  este Decreto, em turmas de 30 alunos?</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/330611726</link>
         <description><![CDATA[<div>O Decreto 54/2018 pretende estabelecer o regime jurídico da Educação Inclusiva e conciliá-lo com o Perfil do Aluno, delineado no final de cada ciclo de estudos, o documento normativo alusivo à Autonomia e Flexibilidade, as Aprendizagens Essenciais e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Esta tentativa de conciliação afigura-se positiva na sua propósito originário de facultar a todos as mesmas oportunidades. Este documento visa avalizar o ideal de que “o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória seja atingido por todos.” A terminologia de “Necessidades Educativas Especiais” foi extinguida do quadro das metodologias educativas. Assim sendo, qualquer desigualdade expressiva é, na minha opinião, erroneamente considerada como uma qualquer distinção comum.</div><div>       Identifico aqui o primeiro problema: as “necessidades educativas especiais” abrangiam situações restritas e muito particulares, encaixando-se num hiato entre o ligeiro e o grave, algumas exigindo intervenções adaptadas, ajustadas a realidades que não se ajustam a turmas compostas por trinta alunos e professores que têm que lecionar em quatro, cinco, seis ou mais turmas por ano letivo.  Desta forma, o Decreto 54/2018, acaba por ter o efeito oposto ao pretendido, ou seja, menospreza os direitos dos alunos que efetivamente possuem NEE. </div><div>Creio que existe uma “Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência” Assim sendo, justifica-se a dúvida: como agir perante alunos com NEE? Ao não reconhecer a natureza e/ou a gravidade da situação do aluno X, não se estará a discriminá-lo, privando-o de determinados mecanismos de apoio? A inclusão total, a igualdade de oportunidades e a não discriminação fazem parte de um ideal que se me afigura mais político que pedagógico. Alguns alunos apresentam efetivamente NEE, cujo tratamento carece de apoios técnicos que as escolas não dispõem. A própria Organização Mundial de Saúde refere que a noção de “inclusão total” é utópica...</div><div>      Termino repetindo a questão que coloquei no último post:</div><div>Perante a realidade da Escola onde leciono - turmas de trinta alunos, colegas com cinco / seis turmas, Exames Nacionais, onde a todos é pedida a mesma prestação. .... Como conciliar estas realidades?</div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-12 23:43:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/330611726</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1.2</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/331071609</link>
         <description><![CDATA[<div>Aspetos positivos e aspetos a melhorar na Escola em que leciono</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/284639107/27668d6af327e4d4551f82475dd3c265/atividade_1_2.pptx" />
         <pubDate>2019-02-13 22:16:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/331071609</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 2.1 -Opções metodológicas introduzidas no regime jurídico da educação inclusiva</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/333963720</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o início do ano letivo 2018/19, a implementação do DL 54 e as consequentes opções metodológicas introduzidas no atual regime jurídico da educação inclusiva, foi criada uma equipa de docentes, visando cumprir e operacionalizar as matérias legisladas. Assim sendo, foram produzidos documentos que visam facilitar a implementação destas medidas, nomeadamente o FREI (Formulário de Registo de Educação Inclusiva), aplicável em todos os conselhos de turma. Os alunos passaram a usufruir das designadas medidas universais, tendo sido definidas as medidas aplicadas aos discentes que manifestem dificuldades que se enquadrem nestes registos (diferenciação pedagógica, acomodações curriculares, apoio ao estudo ou acompanhamento individual - GAPE, AP -...).</div><div>Para além deste grupo de trabalho, os <strong>serviços especializados de apoio educativo</strong>(cujo objetivo primordial consiste na promoção de condições que garantam a plena integração escolar de alunos, conjugando a sua atividade com as estruturas de orientação educativa.), nomeadamente o Departamento de Educação Especial e o Serviço de Psicologia e Orientação propõem-se responder às necessidades educativas especiais dos alunos com limitações significativas ao nível da atividade e participação, num ou vários domínios de vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de caráter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal e da participação social, dando lugar à mobilização de serviços especializados para promover o potencial de funcionamento biopsicossocial. </div><div>A Educação Especial intervém na avaliação técnico-pedagógica e no acompanhamento do ensino e aprendizagem desses discentes, tendo por objetivos: a inclusão educativa e social; o acesso e o sucesso educativo; a autonomia; a estabilidade emocional; a promoção da igualdade de oportunidades; a preparação para o prosseguimento de estudos ou para uma adequada preparação para a vida pós- escolar ou profissional e/ou para uma transição para a vida ativa. Os professores da educação especial:</div><div>. intervêm na avaliação de eventuais necessidades educativas especiais dos alunos referenciados;</div><div>. elaboram, em conjunto com a restante equipa de avaliação, os relatórios técnico-pedagógicos;<br>. determinam os apoios especializados, as adequações do processo de ensino e aprendizagem e as tecnologias de apoio de que o aluno deve beneficiar (note-se que, caso a avaliação conclua pela não existência de necessidades educativas especiais de caráter permanente, o aluno será encaminhado para outros apoios disponibilizados pela escola, em colaboração com o SPO);</div><div>. procedem ao encaminhamento dos alunos e famílias para as entidades adequadas; </div><div>. elaboram, em conjunto com o diretor de turma, os pais e encarregados de educação (e, caso se justifique, com outros serviços envolvidos na avaliação) o programa educativo individual;                   </div><div>. acompanham e avaliam a aplicação do programa educativo individual;<br>. elaboram, conjuntamente com o diretor de turma, o SPO e outros docentes e técnicos envolvidos no processo educativo do aluno, um relatório de final de ano que faca uma avaliação dos resultados obtidos e explicite a necessidade de continuidade ou alteração;<br>.elaboram, conjuntamente com o diretor de turma e outros docentes ou técnicos, os planos individuais de transição, nos casos de alunos que beneficiem de um currículo especifico individual;</div><div>. contactam com os EE de forma a conhecer melhor as necessidades de cada aluno.</div><div>Quando as medidas universais se revelam insuficientes, procede-se à identificação do aluno ao diretor e à equipa que irá refletir sobre as causas do insucesso das medidas universais, podendo propor a elaboração do RTP, ou seja, a aplicação de medidas seletivas.</div><div>Por outro lado, os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO), assegurados por uma psicóloga asseguram, o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo do processo educativo, bem como o apoio ao desenvolvimento do sistema de relações interpessoais (alunos, professores, pessoal não docente, pais e encarregados de educação), tendo por finalidade contribuir para o desenvolvimento integral dos alunos e para a construção da sua identidade pessoal, apoiando  o seu processo de aprendizagem e de integração no sistema de relações interpessoais da comunidade escolar. Concomitantemente, prestam apoio de natureza psicológica e psicopedagógica a alunos, professores, pais e encarregados de educação, no contexto das atividades educativas, tendo em vista o sucesso escolar, a efetiva igualdade de oportunidades e a adequação das respostas educativas e participam nas reuniões de avaliação em que tenham assento obrigatório decorrente da existência de alunos devidamente sinalizados e acompanhados por esta estrutura.</div><div>Saliente-se que, em todo este processo temos que contar com a participação dos EE e, obviamente, dos próprios alunos.</div><div>Concluo salientado que operacionalizar estas metodologias num ambiente educativo que valoriza o <em>ranking</em>das escolas, dirigidas ao sucesso dos alunos num Exame Nacional (visível sobretudo nas turmas de Ciências e Tecnologias), na sua essência antagonista desta flexibilização implícita à Educação Inclusiva não se revela tarefa fácil.</div><div> </div><div> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-22 00:05:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/333963720</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 2.2 Plano de atividade/aula</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/334086469</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Plano de atividade/aula</strong></div><div>Tema: Internet, Comunicação Global e Ética</div><div><strong>Autora: Célia Branco</strong></div><div><strong>Data: 22/02/2019</strong></div><div> </div><div><strong>Sobre a atividade</strong></div><div><strong>BREVE DESCRIÇÃO</strong></div><div>Pretende-se que os alunos mobilizem os conhecimentos lecionados até ao momento de forma a dinamizarem um debate que envolva as temáticas “Internet/comunicação global/ética”. </div><div><strong>PRÉ-REQUISITOS</strong></div><div>(têm vindo a ser trabalhados desde o início do ano letivo)</div><div><strong>Competência comunicativa</strong>: os alunos deverão ser capazes de compreender um discurso fluido e seguir linhas de argumentação nestas áreas temáticas, integrando experiências pessoais e mobilizando conhecimentos adquiridos em outras disciplinas;</div><div><strong>Compreensão escrita</strong>: ler e compreender textos alusivos à área temática em questão;</div><div><strong>Interação oral</strong>: interagir com eficácia progressiva, participando em discussões, no âmbito das áreas temáticas. </div><div><strong>DURAÇÃO : (50m x 3 =150m)</strong></div><div><strong>Aplicação</strong></div><div><strong>FINALIDADE (PLANO AULA, PLANO ATIVIDADE…)</strong></div><div><strong>Promover estratégias que desenvolvam o pensamento critico e analítico dos alunos</strong>, incidindo na:<br>- mobilização do discurso (oral e escrito) argumentativo (expressar uma tomada de posição, pensar e apresentar argumentos e contra-argumentos rebater os contra-argumentos);     <br>- discussão de conceitos ou factos numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, incluindo conhecimento disciplinar específico;<br>- análise de textos com diferentes pontos de vista e confronto de argumentos para encontrar semelhanças, diferenças;<br>Promover estratégias que envolvam por parte do aluno <strong>autonomia:</strong></div><div>- incentivo à procura e aprofundamento de informação;<br>- recolha de dados e opiniões para análise da temática em estudo. </div><div><strong>NÍVEL DE ENSINO / ANO DE ESCOLARIDADE</strong></div><div>10º ano de escolaridade </div><div><strong>ÁREA DISCIPLINAR</strong></div><div>Este plano de aula poderá ser útil para os professores que lecionam outras disciplinas e/ou outros anos, uma vez que são trabalhadas competências transversais (competência comunicativa e interação oral, por exemplo), proveitosas a todas as áreas disciplinares.  </div><div><strong>CURRÍCULO</strong></div><div>Este conteúdo, está contemplado nas Aprendizagens Essenciais</div><div><strong>Objetivos</strong></div><div><strong>OBJETIVOS GERAIS (ver anexo Aprendizagens essenciais)</strong></div><div>·       Desenvolver capacidades de interpretação e produção textual, demonstrando autonomia no uso das competências de comunicação. </div><div>·       Usar apropriada e fluentemente a língua inglesa, revelando interiorização das suas regras e do seu funcionamento. </div><div><strong>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</strong></div><div>·       Utilizar, de forma criteriosa, estratégias conducentes à organização do próprio processo de aprendizagem, demonstrando um permanente esforço de pesquisa e de atualização. </div><div>·       Participar em projetos que articulem competências desenvolvidas no âmbito das diferentes disciplinas e desenvolver atitudes de cooperação e responsabilidade. </div><div>·       Demonstrar capacidade para trabalhar de forma autónoma e como membro de uma equipa. </div><div>·       Utilizar as tecnologias de informação e de comunicação. </div><div>·       Selecionar e gerir a informação, avaliando criticamente as fontes, refletindo sobre as mensagens recolhidas e ajuizando da sua validade. </div><div><strong>DIVERSIDADE</strong></div><div>Tendo em consideração a multiplicidade e a heterogeneidade doa alunos, pretendeu-se motivar os discentes para a aprendizagem, reconhecendo a sua individualidade, mas incentivando a partilha de conhecimentos e o respeito mútuo.</div><div><strong>Avaliação</strong></div><div><strong>AVALIAÇÃO FORMATIVA</strong></div><div>Será solicitada ao aluno uma reflexão individual sobre as aprendizagens conseguidas com estas atividades (ficha individual). A professora dará o respetivo feedback.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-22 11:49:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/334086469</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 2.2 Plano de aula (cont.)</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/334087012</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/284639107/da92dd82bc48835ba9f6ffa958cddb17/Atividade_2_2____Plano_de_Aula.docx" />
         <pubDate>2019-02-22 11:52:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/334087012</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 3.1 
Como se encontram organizados na sua escola? Qual o seu modo de funcionamento e articulação, virtudes e limitações.</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/336197902</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/284639107/e6dca6d9763e219cb4936d904cf0a187/ATIVIDADE_3_1.docx" />
         <pubDate>2019-02-27 23:41:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/336197902</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 3.2 -Com base no anexo 16 do Manual/PDF/DOC, indique quais os fatores que afetam de forma significativa o progresso e desenvolvimento do aluno.</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/336198266</link>
         <description><![CDATA[<div>O aluno XXX sofre de Artrite Psoriática Juvenil, doença que habitualmente evolui por surtos e remissões. Os sintomas variam de ligeiros a extremamente incapacitantes e podem ser de início súbito. Identificam-se os seguintes sintomas: </div><div> </div><div>·      cansaço generalizado;</div><div>·      desconforto e dor sobre os tendões;</div><div>·      desconforto, dor, ou rigidez em uma ou mais articulações;</div><div>·      limitação do movimento articular;</div><div>·      défice de atenção e concentração nas tarefas propostas em contexto sala de aula.</div><div> </div><div>Um internamento hospitalar de longa duração no decorrer do primeiro período escolar resultou na não avaliação do aluno no primeiro período escolar. </div><div> </div><div>Foram acionadas as medidas universais de suporte à aprendizagem e inclusão – diferenciação pedagógica, promoção do comportamento pro-social em contexto educativo dentro e fora da sala de aula, envolvimento da família – e aguarda-se a reavaliação do aluno pela equipa multidisciplinar para serem ativadas medidas seletivas. </div><div> </div><div>O aluno frequenta o décimo ano do curso do curso cientifico-humanístico de ciências e tecnologias.  </div><div>O diálogo constante entre os professores, do CT, a família, o aluno e o professor especializado, apontam numa provável reorientação do percurso profissional escolhido.</div><div> </div><div><strong>1.Fatores que, de forma significativa, afetam o progresso e o desenvolvimento do aluno: </strong></div><div><strong>1.1.1 Fatores da escola </strong></div><div><strong>Que podem facilitar: </strong>Valorização do desempenho do aluno, dispensando identificando e reconhecendo o esforço despendido e os pequenos sucessos que vai conseguindo, apesar dos constrangimentos impostos pela sua condição clínica. </div><div><strong>Que podem dificultar: </strong>a imprevisibilidade dos surtos inerentes à doença.</div><div><strong>1.1.2 Fatores do contexto familiar </strong></div><div><strong>Que podem facilitar</strong>:</div><div><br>A família evidencia empenho e cuidado em relação ao percurso educativo do aluno, mantendo contactos frequentes com todos os intervenientes no seu processo de ensino. Revela disponibilidade para ajudar e consciência dos constrangimentos impostos pela doença. </div><div><strong>1.1.3 Fatores individuais </strong></div><div><strong>Que podem facilitar</strong>:<br>O aluno é empenhado e determinado. Está bem integrado na turma</div><div><strong>Que podem dificultar</strong>: A ansiedade causada pela imprevisibilidade dos surtos da doença .</div><div>Tempo disponível que o professor especializado dispõe para coadjuvar os professores do CT e o aluno</div><div> </div><div> </div><div>Nota: O anexo 16  (RTP) está, neste momento a ser objeto de reflexão por parte do professor especializado e os professores integrantes do CT.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-27 23:43:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/336198266</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1

Como poderá a equipa multidisciplinar, incluindo o docente de educação especial, contribuir para tal e qual o papel dos pais/encarregados de educação?
</title>
         <author>celbranco</author>
         <link>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/337722908</link>
         <description><![CDATA[<div>O Decreto-Lei 54 de 2018 visa permitir a integração social do indivíduo, concentrando-se nas suas singularidades enquanto pessoa, identificando e eliminando eventuais barreiras à aprendizagem.&nbsp; A sua ação converge sobretudo no acesso ao currículo e às aprendizagens. A Escola, enquanto entidade formativa e educativa, deverá dar resposta a todos os alunos, utilizando as estratégias como a flexibilidade curricular ou a diferenciação pedagógica. Saliente-se que quaisquer medidas que se adotem serão sempre versáteis, cumulativas e nunca definitivas.&nbsp;</div><div>Para além das escolas de referência para alunos surdos e cegos/baixa visão (cuja existência este Decreto mantem), as escolas ditas “normais” incorporam recursos organizacionais - equipas multidisciplinares, , CRTIC –, recursos humanos – DEE, técnicos...- e recursos da comunidade – centro de saúde CPCJ... .A alteração do cânone de Educação Especial para Educação Inclusiva acarreta que a "educação especial" cesse de ter uma identidade distinta. A Escola deve ser pensada e estruturada para educar sem exclusão todos os alunos (se as escolas fossem universos ideais com menos alunos e mais recursos humanos, estas premissas seriam excelentes orientações...).</div><div>&nbsp;</div><div>Neste contexto inclusivo, o professor de educação especial, consubstancia uma parte importante da equipa multidisciplinar:&nbsp;</div><div>- desempenha funções no delinear da flexibilidade curricular,&nbsp;</div><div>- fomenta as competências sociais e emocionais dos discentes, implicando-os no processo ensino-aprendizagem,&nbsp;</div><div>- tem como balizas as áreas de competências inerentes ao perfil dos alunos traçado para cada etapa da escolaridade obrigatória (a capacidade de resolução de problemas;o relacionamento interpessoal;os pensamentos crítico e criativo; a cidadania).&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Este docente deverá intervir e coadjuvar os professores nos processos de gestão dos ambientes de sala de aula, ajudando na adaptação dos recursos disponíveis e na constituição de grupos consoante as suas necessidades e competências, bem como na adequação das metodologias e avaliação do processo de ensino. Assim sendo, tem um papel importante na definição de percursos de melhorias das aprendizagens e no necessário trabalho interdisciplinar.</div><div>&nbsp;</div><div>No que respeita a participação dos pais/encarregados de educação, o Decreto-Lei n.º 54/2018, enfatiza o seu envolvimento no processo educativo dos seus educandos, instituindo e delimitando os seus direitos e deveres. À Escola pertence estimular esta participação, aperfeiçoando metodologias que permitam uma comunicação eficaz entre estas entidades, uma vez que a cooperação entre Escola e família potencia o sucesso escolar dos alunos (de novo, se o universo escolar fosse o ideal, este facto nem seria discutível. Contudo, no mundo real, debatemo-nos com uma realidade social frágil, onde cada vez mais se observam famílias desestruturadas que se demitem dos seus deveres, imputando à Escola responsabilidades do foro familiar).&nbsp; Assim sendo, cabe aos pais/encarregados de educação a participação dinâmica na educação dos seus filhos, tomando conhecimento e coadjuvando, quando e sempre que possível, em todas as medidas que servem de suporte à aprendizagem e/ou inclusão. Além disso,&nbsp; de acordo com este Decreto-Lei deverão:</div><div>&nbsp;</div><div>- participar nas reuniões da equipa multidisciplinar;</div><div>- participar na elaboração do relatório técnico-pedagógico;</div><div>- participa e acompanhar a definição e implementação das medidas a aplicar;</div><div>- participar na elaboração e na avaliação do programa educativo individual;</div><div>- receber uma cópia do relatório técnico-pedagógico e, se aplicável, do programa educativo individual e do plano individual de transição;</div><div>- solicitar a revisão do programa educativo individual;</div><div>- consultar o processo individual do seu filho ou educando;</div><div>-ter acesso a informação compreensível relativa à educação do seu filho ou educando.</div><div>&nbsp;</div><div>Para que as medidas aplicadas possam ser bem sucedidas as famílias/encarregados de educação deverão ainda coadjuvar e cooperar com os professores e outros agentes educativos, na implementação de medidas de suporte à aprendizagem, disponibilizando toda a informação relevante para efeitos de deliberação de medidas de suporte à aprendizagem;observando a autonomia pessoal do seu filho ou educando, , tomando em consideração os seus interesses e preferências.Concomitantemente, quando necessário deverão fundamentar a necessidade de revisão do programa educativo individual, solicitando junto da escola informação sobre o processo educativo do seu educando, de forma a supervisionar a implementação das medidas de apoio à aprendizagem</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-05 00:21:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celbranco/vujzu1u0a39q/wish/337722908</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
