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      <title>Hipertexto em Torto Arado - 2MC4 by </title>
      <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4</link>
      <description>O conceito de hipertexto se refere a uma forma de escrita e leitura não linear que permite ao leitor escolher a orientação da sua leitura, sem uma ordem predefinida. Com base nesse conceito e munidos de reflexões sobre o Brasil agrícola construídas na disciplina de geografia, os alunos da 2ª série foram convidados a construírem hipertextos a partir da leitura de trechos da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Junior. Aqui está o resultado. Boa leitura!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-26 21:15:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-25 14:20:18 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Trecho 5</title>
         <author>giovanna0052455</author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1777593907</link>
         <description><![CDATA[<div>Semanas&nbsp; depois,&nbsp; soube&nbsp; que&nbsp; seu&nbsp; marido&nbsp; havia&nbsp; retornado.&nbsp; Senti&nbsp; tristeza,&nbsp; mas&nbsp; pensei:&nbsp; “Se&nbsp; é&nbsp; pai&nbsp; dos meninos dela tem de haver algum perdão”. Quem sabe o homem não muda? Ou quem sabe, o gostar de Maria seja maior que&nbsp; as diferenças que existem entre eles. No fundo, será que ela percebeu que poderia ser pior estar&nbsp; sozinha&nbsp; na&nbsp; terra&nbsp; com&nbsp; aquele&nbsp; tanto de filhos,&nbsp; sem&nbsp; condições&nbsp; de&nbsp; roçar&nbsp; e&nbsp; dar&nbsp; de&nbsp; comer&nbsp; a&nbsp; todo&nbsp; mundo! Talvez tenha sido por isso, pela vergonha de ter me chamado naquele dia em que o enfrentei com valentia que&nbsp; corria&nbsp; em meu&nbsp; sangue,&nbsp; que&nbsp; Maria&nbsp; se&nbsp; afastou&nbsp; de&nbsp; mim.&nbsp; Foi&nbsp; mudando com&nbsp; o&nbsp; tempo,&nbsp; se&nbsp; tornando&nbsp; mais tristonha, mais sozinha do que era. Se me encontrava, cumprimentava, mas já não se detinha a falar da vida, das <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800917277">mazelas </a>que&nbsp; sofria, <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800880639">das pancadas do marido</a>, das dificuldades&nbsp; para botar comida na mesa. Eu também, para não&nbsp; a&nbsp; magoar&nbsp; sem&nbsp; querer,&nbsp; nem&nbsp; mesmo&nbsp; ofender,&nbsp; deixei&nbsp; de&nbsp; levar&nbsp; as coisas&nbsp; que&nbsp; plantava&nbsp; e&nbsp; que&nbsp; fui trabalhando com minha força. Quanta gente foi adentrando na solidão de meu <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789685876">rancho</a> foi dizendo que era uma roça bonita, que era maior&nbsp; e&nbsp; mais&nbsp; bem cuidada&nbsp; que&nbsp; a&nbsp; roça&nbsp; de&nbsp; muitos&nbsp; homens? <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800933431">&nbsp;Se&nbsp; admiravam quando viam&nbsp; que&nbsp; eu&nbsp; trabalhava sozinha</a>. Com os olhos, mediam meu corpo de cima a baixo, se pudessem me fariam <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800909050">disputar queda de braço</a> com os homens, só para saber se a força para revirar a terra, para trabalhar o chão, vinha dele mesmo. Para ter&nbsp; certeza&nbsp; de&nbsp; que&nbsp; não&nbsp; era&nbsp; das&nbsp; forças&nbsp; dos&nbsp; encantados&nbsp; em&nbsp; que o povo&nbsp; acreditava.&nbsp; Sutério&nbsp; passava rigorosamente toda semana e levava o que podia. Mas não o deixava levar o melhor, como meu pai fazia por gratidão. Separava os legumes maiores para casa, para meus pais. Só não os deixava apodrecer nos pés, de desgosto, porque achava um desrespeito com a própria terra. Mas se desse para dar aos animais, eu dava, só para não deixar que ele levasse meu suor, minhas dores nas costas, meus calos nas mãos e minhas feridas nos pés, como se fosse algo seu.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Adaptado de VIEIRA Junior, Itamar. Torto arado. Editora Todavia: São Paulo, 2019.p. 152</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 10:41:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trecho 1</title>
         <author>luiz0051831</author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1777599203</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente queria trazer gente que “trabalhe muito" e "que não tenha medo de trabalho”, nas palavras de meu pai, “para dar seu suor na plantação”. Podia construir casa de barro, nada de alvenaria, nada que de marcasse o tempo de presença das famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora, feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a morada. <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789761144">Podia trazer mulher e filhos, melhor assim,&nbsp; porque&nbsp; quando&nbsp; eles&nbsp; crescessem&nbsp; substituiriam&nbsp; os&nbsp; mais&nbsp; velhos.</a>&nbsp; Seria&nbsp; gente&nbsp; de&nbsp; estima, conhecida, afilhados&nbsp; do&nbsp; fazendeiro.&nbsp; Dinheiro&nbsp; não&nbsp; tinha,&nbsp; mas&nbsp; tinha&nbsp; comida no prato.&nbsp; Poderia&nbsp; ficar&nbsp; naquelas&nbsp; paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no mesmo barracão.<br><br>
</div><div>Para convencê-lo, meu pai disse que o <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789728914">arrozal</a> era bom de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, "olha”, abria os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao seu redor, "aqui não nos falta&nbsp; nada”. “Você tem os&nbsp; meninos,&nbsp; isso&nbsp; é de&nbsp; ajuda.&nbsp; Tem&nbsp; um&nbsp; passarinho&nbsp; preto&nbsp; miudinho&nbsp; assim", mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada da praga, "que ataca o <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789728914">arrozal</a> de manhã cedo. Os meninos podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita”.<br><br>
</div><div>Era&nbsp; verdade.&nbsp; Nos&nbsp; longos&nbsp; anos&nbsp; em&nbsp; que&nbsp; plantaram&nbsp; arroz,&nbsp; no&nbsp; meio&nbsp; do&nbsp; sertão&nbsp; de&nbsp; água,&nbsp; na&nbsp; beira&nbsp; dos pântanos dos <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800139383">marimbus</a>, acordávamos antes que o sol se levantasse no horizonte seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800172592">muníamos</a> de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente, seu bico entrava no grão que a madurecia e sugava tudo que estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças espantar a praga. Os&nbsp; meninos chegavam com estilingues,&nbsp; por vezes abatiam a ave pequena.</div><div>Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.<br><br>
</div><div>Meu&nbsp; tio&nbsp; viajou&nbsp; no&nbsp; lombo&nbsp; de&nbsp; um&nbsp; burro,&nbsp; a&nbsp; mulher&nbsp; em&nbsp; outro, os&nbsp; filhos&nbsp; caminhando,&nbsp; se&nbsp; revezando&nbsp; na travessia&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; montaria&nbsp; dos&nbsp; animais.&nbsp; Foram&nbsp; morar&nbsp; numa&nbsp; <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800191166">construção&nbsp; de&nbsp; alvenaria</a>, uma&nbsp; casa&nbsp; vazia&nbsp; que abrigava os trabalhadores que chegavam. Era permitido que se hospedassem ali até a aceitação definitiva da morada,&nbsp; dada&nbsp; de&nbsp; acordo&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; produtividade&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; disposição&nbsp; para&nbsp; o&nbsp; trabalho&nbsp; da&nbsp; nova&nbsp; família.&nbsp; Se&nbsp; aceitos, destinava-se a eles uma parcela de terra para que pudessem construir a tão almejada casa e ter seu quintal e animais pequenos.</div><div>
<br>VIEIRA Junior, Itamar. Torto arado. Editora Todavia: São Paulo, 2019. p. 41 e 42.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 10:44:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trecho 6</title>
         <author>pietra0061981</author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1777606102</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha&nbsp; mãe&nbsp; me&nbsp; contou&nbsp; que,&nbsp; ainda&nbsp; menina,&nbsp; Donana&nbsp; viveu na&nbsp; companhia&nbsp; da&nbsp; família&nbsp; do&nbsp; <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789681954">capataz</a>&nbsp; que havia assumido&nbsp; sua guarda, servindo&nbsp; como&nbsp; empregada&nbsp; em&nbsp; sua&nbsp; casa&nbsp; na&nbsp; fazenda. Foi&nbsp; lá&nbsp; que&nbsp; passou&nbsp; a&nbsp; sentir grande desconforto, pouco antes do período de sua <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789738859">menarca</a>. Tinha febre, sentia um sono intenso durante o dia, não conseguia dormir à noite. Vomitava quase tudo que lhe caía no estômago. Ouvia a dona da casa dizer que ela estava com <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789724220">encosto</a>, que não iria durar muito tempo. Dias antes de o sangue lhe escorrer pelas pernas, Donana passou a ver objetos balançarem de forma violenta, o mato seco queimar por onde caminhava, e até mesmo as roupas que secavam no varal desaparecerem como palha seca. A família,com medo, levou a menina para um curador conhecido de Caxangá, e a deixou hospedada em sua casa. Lá, Donana viu portas e janelas baterem onde nem corrente de ar havia, viu a <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800892189">esteira de palha </a>que foi destinada para o seu sono queimar. Até que o curador desistiu do tratamento.<br><br>
</div><div>A&nbsp; família&nbsp; percorreu&nbsp; <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789762477">léguas</a>,&nbsp; indo&nbsp; de&nbsp; casa&nbsp; em&nbsp; casa,&nbsp; em&nbsp; busca&nbsp; dos&nbsp; curadores&nbsp; conhecidos&nbsp; da&nbsp; região, “bateram&nbsp; em&nbsp; dezesseis portas,&nbsp; dezesseis&nbsp; casas&nbsp; de&nbsp; <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800901219">jarê</a>”,&nbsp; disse&nbsp; Salu,&nbsp; enquanto&nbsp; retirava as&nbsp; folhas&nbsp; secas&nbsp; da pequena&nbsp; horta&nbsp; no&nbsp; quintal.&nbsp; “Eram&nbsp; os&nbsp; curadores&nbsp; mais&nbsp; conhecidos&nbsp; da&nbsp; <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800915709">Chapada&nbsp; Velha.</a>&nbsp; Por&nbsp; último,&nbsp; a&nbsp; menina passou a receber <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789811336">encantados</a>, com mais frequência o Velho Nagô, e foi dito à família que o problema do outro mundo tinha sido resolvido. Os encantados a aguardariam chegar à idade adulta para que pudesse ela própria ser uma curadora e guiar os espíritos em benefício dos que necessitavam de seus poderes. Foi nessa última casa, ao lado do curador João do Lajedo, que Donana aprendeu a manejar ervas e raízes para fazer xaropes e remédios para os mais distintos males que acometiam gente de toda origem: de coronéis a trabalhadores, de moças ricas que viviam na cidade às <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800933409">mulheres da roça</a> que trabalhavam ao lado de seus maridos.<br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 10:48:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trecho 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789670341</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi possível temperar os peixes enquanto havia <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789750731">umbu</a>, que, junto com o sal, garantiu algum sabor à carne. Quando a farinha passou a rarear, meu pai recordou a receita do <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801358337">beiju</a> de <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801092131">jatobá</a> que Donana fazia. Havia vagens em abundância. Era uma árvore que resistia bem à falta d’água, frondosa, imponente, uma reserva de alimento de segunda linha, ignorada quando havia tudo o mais. Assim, comemos beiju de jatobá por meses, até enjoar. Disputamos a <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801374308">palma</a> com o gado da fazenda. Havia uma parcela de terra destinada ao seu plantio. O cacto que se destinava à nossa alimentação estava em nossos quintais. Quem não foi previdente em ter sua própria plantação de palma, que acabaria com o passar dos meses, tinha que contar com a solidariedade de um vizinho, para garantir o cortado na mesa, guisado no azeite de dendê. Também havia as caças. Mas, no alto da estiagem, era mais fácil encontrar as carcaças dos animais mortos pela falta de alimento do que achar algum para ser abatido. Os veados eram escassos, seja pela caça ou pela falta de água nas áreas de <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801168178">sequeiro</a>. Com muito esforço, os víamos bebendo água nos <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801324451">marimbus</a>, mas estavam cada vez em menor número. A paca, muito apreciada, não dava as caras na mata. Nem capivara, nem cutia. Era possível capturar algumas aves como o <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801303457">jacu</a>, <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801334608">inhambu</a> e <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801338885">juriti</a>, mas elas quase não tinham carne, então nos contentávamos com o gostinho dos ossos. Houve até o caso de uma família em Pau-de-Colher, contou tia Hermelina, que morreu depois de comer uma <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801152543">sariema</a> no desespero da fome; a ave tinha comido uma cascavel e sua carne estava impregnada do veneno peçonhento.</div><div><br></div><div>&nbsp;<em>Torto Arado - Itamar Vieira Junior</em><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:46:43 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789675494</link>
         <description><![CDATA[<div>Em poucos meses iniciaram a construção da escola. Não soubemos como, nem quais interesses particulares envolveram a negociação entre o prefeito e a <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801272452">família Peixoto</a>, mas a obra foi autorizada, e os próprios moradores passaram a construir o pequeno edifício de três salas em regime de mutirão, aos domingos, <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801376472">dia em que poderiam deixar de cuidar da roça não poderiam deixar de dar comida e água aos animais. </a>O local</div><div>destinado à construção era o cruzamento dos caminhos para os rios <a href="https://images.app.goo.gl/b8NH3eVejtZvg2Gr5">Santo Antônio </a>e <a href="https://images.app.goo.gl/6BKHk5cAbNsXV3kK9">Utinga</a>.</div><div>Foi uma obra providencial, porque naquele mesmo ano se iniciou um período longo de <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801148043">estiagem</a>, de <br>modo que o pouco dinheiro destinado aos que construíam a escola, mesmo com os meses de atraso e o pequeno montante de recursos destinado ao pagamento da mão de obra, garantiu a sobrevivência de muitas famílias. Foi um tempo difícil. Meu pai se referia àquele período como a pior seca desde 1932. Aquele também foi o último ano que vi uma plantação extensa de arroz naquelas terras. O arroz, dependente de água, foi o <br>primeiro a secar com a estiagem. Depois secaram a cana, as vagens de feijão, os umbuzeiros, os pés de tomates, quiabo e abóbora. Havia uma reserva de grãos guardada em casa e no galpão da fazenda. Com a seca, veio o medo de que nos mandassem embora por falta de trabalho. Depois veio o medo mais imediato da fome. Os grãos passaram a rarear, o feijão acabou antes do arroz, e do arroz restava muito pouco. Havia um razoável suprimento de farinha de mandioca que algumas famílias fabricavam e trocavam por outros <br>alimentos. Agora, mais que antes, seguíamos quase todos os dias para os rios para pescar, e a cada pescariasó conseguíamos capturar peixes cada vez menores, que só serviam para dar um gosto ao angu de farinha. Peixes grandes chegavam das <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801161056">cabeceiras</a> com as enxurradas, e como não caía nem um chuvisco, restavam <br>apenas os menos nobres e menos desenvolvidos, como o <a href="https://images.app.goo.gl/ezKapataTd85fPFp8">cascudo</a> e a<a href="https://images.app.goo.gl/SFVBBbiuL9zhGfgt5"> piaba.</a>&nbsp;</div><div>
<br><br><br><br>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801376472</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:48:00 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789681954</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:49:23 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Rancho é uma propriedade rural onde geralmente existe uma habitação e em sua volta, campos para criação de gado. A palavra mais frequentemente se aplica às operações de criação de gado no México, oeste dos Estados Unidos e Canadá, embora haja ranchos em outras áreas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789713980</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando o destino levou José Alcino, o marido</div><div>ao seu encontro, Donana não teve dúvidas de que se&nbsp;</div><div>abrigaria embaixo</div><div>do <a href="https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1414578197-chapeu-artesanal-roca-trabalhador-rural-agricultor-vero-_JM">chapéu</a> que o protegeu do sol durante a longa travessia</div><div>que havia feito. José migrou das&nbsp;</div><div>
<a href="https://www.dicio.com.br/cercanias/">cercanias</a> do <a href="https://www.dicio.com.br/reconcavo/">Recôncavo</a> para a</div><div>Chapada, atraído pela promessa de riqueza, vinda das notícias de exploração&nbsp;</div><div>de diamante. Tão logo chegou à região, viu</div><div>que a <a href="https://www.dicio.com.br/sanha/">sanha</a> pela pedra havia transformado a terra num horizonte&nbsp;</div><div>de lutas e de bandos armados guiados por&nbsp;</div><div>coronéis que</div><div>enriqueciam às custas do sangue e da loucura dos que&nbsp;</div><div>se entregavam à sorte do garimpo. O homem, então, deitou sua&nbsp;</div><div>sacola com seus poucos objetos e duas mudas&nbsp;</div><div>de&nbsp; roupa&nbsp; no&nbsp; chão</div><div>onde&nbsp; Donana&nbsp; vivia.&nbsp; Decidiu&nbsp; fazer&nbsp; o&nbsp; que&nbsp; havia&nbsp; aprendido&nbsp; com</div><div>seus&nbsp; pais,&nbsp; o&nbsp; que&nbsp; o&nbsp; havia&nbsp;</div><div>sustentado até o momento da partida</div><div>e durante o caminho em que seguiu para chegar à Chapada.</div><div>José Alcino&nbsp;</div><div>pediu uma enxada e mostrou que sabia trabalhar</div><div>a terra. Pediu morada na mesma fazenda onde minha avó&nbsp;</div><div>vivia cativa, sem nunca ter tentado deixar seus tutores, trabalhando pelo que comia. Construiu uma casa de&nbsp;</div><div>barro,&nbsp; cobriu</div><div>com <a href="https://www.dicio.com.br/junco/">&nbsp;junco</a>,&nbsp; fez&nbsp; amizade&nbsp; com&nbsp; o&nbsp; <a href="https://www.dicio.com.br/capataz/">capataz</a>&nbsp; que&nbsp; havia&nbsp; criado&nbsp; Donana.&nbsp; Com&nbsp; o&nbsp; tempo,&nbsp; disse&nbsp; que&nbsp;</div><div>precisava de companhia, que</div><div>queria família e não podia viver sozinho. Notou que a moça</div><div>não parava de olhar&nbsp;</div><div>para o seu chapéu, e mesmo evitando seus</div><div>olhos, a levou para casa.</div><div>Pouco&nbsp; antes&nbsp; de&nbsp; Donana&nbsp; dar&nbsp; à&nbsp; luz&nbsp; meu&nbsp; pai,&nbsp; José&nbsp; Alcino</div><div>caiu&nbsp; de&nbsp; um&nbsp; cavalo,&nbsp; enquanto&nbsp; viajava&nbsp;</div><div>acompanhando&nbsp; um&nbsp; carregamento&nbsp; de&nbsp; cana.&nbsp; Os&nbsp; dons&nbsp; de&nbsp; minha&nbsp; avó&nbsp; voltaram&nbsp; a&nbsp; ser&nbsp; motivo&nbsp; de&nbsp; conversas&nbsp; e&nbsp;</div><div>intrigas&nbsp; na&nbsp; <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Casa-grande">casa- grande</a>,&nbsp; nos&nbsp; rumos&nbsp; que&nbsp; os</div><div>trabalhadores&nbsp; tomavam&nbsp; para&nbsp; suas&nbsp; roças&nbsp; debaixo&nbsp; do&nbsp; sol.&nbsp; Contou &nbsp;<br>minha mãe que Donana andou devagar, amparada por vi</div><div>zinhas, para o local onde havia ocorrido o acidente.&nbsp;</div><div>Não chorou quando o viu caído já sem vida no chão, assim como eu</div><div>não havia derramado lágrima por Tobias.&nbsp;</div><div>Talvez</div><div>por motivos</div><div>diferentes, mas foi estranho saber, depois de tudo o que aconteceu, que a história havia&nbsp;</div><div>se repetido. Salu disse que, assim</div><div>que Donana pegou o chapéu caído a alguns passos do corpo,</div><div>voltou num&nbsp;</div><div>carro de boi, com a cabeça do homem que</div><div>havia</div><div>lhe dado casa e companhia no colo.</div><div>VIEIRA Junior, Itamar. Torto arado. Editora Todavia: São Paulo, 2019.&nbsp;</div><div>p.166 a 167</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:57:39 UTC</pubDate>
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         <title>TRECHO 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789717176</link>
         <description><![CDATA[<div>Com mais frequência conseguíamos um <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789770627">teiú</a>, fácil de encontrar porque comia as carcaças dos animais<br> mortos, do gado minguando sem pasto, das caças abatidas pela <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1799852879">estiagem</a>. Então, bastava ficar à espreita onde<br> houvesse bicho morto para <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1799875766">acossá-lo</a>. E se não os comêssemos, certamente eles comeriam nossa carne magra.<br> As crianças eram as que mais <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801076450">padeciam</a>: paravam de crescer, ficavam frágeis e por qualquer coisa caíam<br> doentes. Perdi a conta de quantas não resistiram à má alimentação e seguiram sem vida, em cortejo, para o<br> cemitério da Viração. A morte apeava nas casas dos nossos vizinhos e, mesmo com todo esforço de Zeca<br> Chapéu Grande para restituir a saúde e o vigor às crianças doentes, muitas não resistiam. As velas que meu<br> pai acendia para cada criança pareciam não querer permanecer acesas: mesmo sem ventos ou golpes de ar,<br> se apagavam. Não havia remédio, dizia sem se conformar com a sua incapacidade de reverter a situação. Que<br> procurassem outro curador ou se conformassem com os desígnios de Deus.<br> Continuávamos a colher buriti e <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789724709">dendê</a> para levar para a feira da cidade às segundas-feiras. <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801089117">Minha<br>&nbsp;mãe, as comadres, eu, Belonísia e Domingas catávamos os frutos nas várzeas dos marimbus.</a> Meu pai, Zezé e<br> os outros moradores colhiam os cachos de dendê nos pés para prepararmos o azeite. Os <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1799939361">buritizeiros</a> eram<br> altos e seus frutos não eram de serventia se colhidos nos cachos. Era preciso esperar que caíssem para que<br> pudessem ser consumidos. Armazenávamos os frutos em grandes <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1799972051">tonéis</a> de água para amolecer a casca.<br> Retirávamos com as mãos, de forma suave, para aproveitar a polpa, e levávamos aquelas massas em <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789760302">sacos de<br>&nbsp;linhagem</a> na cabeça, pela estrada, para comerciar com as senhoras que faziam doce de buriti e sucos para<br> vender.<br> Pela estrada, debaixo do sol forte, a massa do buriti aquecido escorria pelas<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801243884"> tramas da linhagem</a> e nos<br><a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801002942">&nbsp;besuntava</a> com sua polpa gordurosa e alaranjada. Nossa pele negra ficava quase acobreada. Chegávamos à<br> cidade envergonhadas da sujeira em nosso cabelo e roupas. Levávamos tecidos enrolados embaixo da cabeça<br> para ajudar no equilíbrio do peso e amenizar um pouco o que escorria. Mas tinha dias em que o sol parecia<br> uma fogueira acesa de cabeça para baixo, nossos corpos se enchiam do <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1799895218">sumo do buriti</a>. Eu mesma cheguei a<br> escorregar na massa que escorria. Da mesma forma, levávamos o azeite de dendê fabricado em nossos<br> quintais, quando havia, em garrafas vazias de cachaça, fechadas com<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801262751"> cortiças</a> usadas. Não tínhamos animal<br> naquele tempo, então era preciso contar com a força dos braços para carregar as <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801095372">sacolas de taboa </a>com as<br> garrafas cheias de azeite, chegando com as mãos inchadas e dormentes à feira.<br> O sol nos castigava com a fome e nos restava o <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789740312">desalento</a> pelas roças perdidas. Meu pai estava<br> <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1800994482">alquebrado</a>, e mesmo o <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801099861">jarê </a>perdeu um pouco do brilho que havia antes. Num desses dias, depois de<br> acondicionarmos a massa do buriti nos sacos de linhagem, minha mãe adoeceu com febre e forte dor de<br> barriga, nada ficava em seu estômago. Mas precisávamos de dinheiro, então, como ocorria nesses casos, eu<br> iria com as filhas de Tonha para a cidade, e Belonísia ficaria cuidando de Domingas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:58:28 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789724220</link>
         <description><![CDATA[<div>"É um espírito perdido que “encosta” em uma pessoa para sugar sua energia. Segundo o espiritismo, são almas que não aceitaram que partiram deste mundo ou não têm consciência de que estão mortas. E quanto mais tempo um espírito fica em nossa dimensão, mais chances tem de não fazer a passagem para o outro lado. Ele ficaria vagando até encontrar uma pessoa para se aproveitar de sua luz."<br><br>fonte: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/para-o-espiritismo-o-que-e-um-encosto/.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 14:00:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789724709</link>
         <description><![CDATA[<div>Conhecido também como palma-de-guiné, dendem (Angola), palmeira dendem e coqueiro-de-dendê, o dendezeiro é uma palmeira que pode chegar a 15 metros de altura. Possui frutos arredondados, de cor alaranjada e que crescem em cachos.<br>https://saberhortifruti.com.br/dende/#:~:text=Conhecido%20tamb%C3%A9m%20como%20palma-de-guin%C3%A9%2C%20dendem%20(Angola)%2C%20palmeira%20dendem%20e%20coqueiro-</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 14:00:23 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789728914</link>
         <description><![CDATA[<div>arrozal:</div><div><em>substantivo masculino</em></div><ol><li>extenso aglomerado de pés de arroz em determinada área; arrozeira.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 14:01:20 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789738859</link>
         <description><![CDATA[<div>https://dicionario.priberam.org/menarca</div>]]></description>
         <enclosure url="https://dicionario.priberam.org/menarca" />
         <pubDate>2021-10-04 14:03:55 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 15</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789740312</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado de Desalento</strong></div><div><br></div><div>Ausência de alento; condição da pessoa que expressa falta de alento; que demonstra desânimo; abatimento ou esmorecimento.<br><br>https://www.dicio.com.br/desalento/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 14:04:17 UTC</pubDate>
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         <title>hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789748941</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado de Sanha</strong></div><div>substantivo feminino</div><div>Ímpeto de raiva que controla alguém; rancor, ira, cólera.</div><div>Exaltação intensa e violenta; raiva.</div><div>Vontade de se vingar de alguém: despertaram a sanha do policial.</div><div>[Por Extensão] Desejo que não se consegue controlar: a sanha de quem busca vencer.</div><div>Etimologia (origem da palavra <strong><em>sanha</em></strong>). Talvez do latim insania.ae.</div><div>
<br>fonte: https://www.dicio.com.br/sanha/<a href="https://www.dicio.com.br/sanhas/"><strong><br></strong></a><br>
</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dicio.com.br/sanha/" />
         <pubDate>2021-10-04 14:06:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789750731</link>
         <description><![CDATA[<div>"Era. Apossara-se da casa porque não tinha onde cair morto, passaram uns dias mastigando raiz de <strong>imbu</strong> e sementes de mucunã. Viera a trovoada e, com ela, o fazendeiro, e o expulsara. Fabiano fizera-se desentendido e oferecera seus préstimos, resmungando, coçando os cotovelos, sorrindo aflito. O jeito que tinha era ficar. E o patrão aceitara-o, entregara-lhe as marcas de ferro." <br><em>"Vidas Secas - Graciliano Ramos"<br></em><br>O <strong>umbu</strong> é uma fruta tipicamente brasileira. Natural da Caatinga, costuma ser consumida in natura, preferencialmente quando está completamente madura. Também conhecido como imbu ou jique, tem como principais propriedades as vitaminas de sua composição, sendo a A e a C as mais abundantes.</div><div>
<em>Fonte: https://vitat.com.br/umbu/<br>&nbsp;<br></em>Tanto no trecho de "Torto Arado", como no trecho de "Vidas Secas", o umbu aparece como um dos poucos alimentos que as personagens tinham acesso.<em><br></em><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 14:06:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 9</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789760302</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong>Saco de linhagem</strong><br><br>Este material é um <strong>saco</strong> comum (básico) de ráfia. Seu tecido é entrelaçado e não possui espaço entre as suas tramas, porém se forçamos este tecido com um algum objeto de ponta ou até mesmo esfregarmos com nosso dedo, o tecido abrirá espaço entre suas tramas, facilitando a violação.<br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 14:09:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789761144</link>
         <description><![CDATA[<div>Trecho do texto: "Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque&nbsp; quando eles crescessem substituiriam os mais velhos."<br><br>Explicação: Nós escolhemos esse trecho, pois ele representa o que acontece no vídeo onde a menina chamada Maria José passa sua vida inteira fazendo os trabalhos de casa até engravidar de filhos para ajuda-la nos trabalhos da fazenda. Se entende que esse ciclo se repete na maioria das famílias que vivem no sertão sem terem a chance de mudarem sua vida, pois não há oportunidades e o seu trabalho é apenas para a sobrevivência. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yFpoG_htum4" />
         <pubDate>2021-10-04 14:09:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789762477</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1174705362/2f0911cff9913c244144ebbc4159d41c/image.png" />
         <pubDate>2021-10-04 14:10:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789770627</link>
         <description><![CDATA[<div>O gênero de répteis Tupinambis, da família Teiídea, lagarto terrícola da fam. dos teiídeos ( <em>Tupinambis teguixin</em> ), encontrado do Norte do Brasil ao Norte da Argentina.&nbsp;<br>fontes: dicionário </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 14:12:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 8</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1789811336</link>
         <description><![CDATA[<div>
<br>"O que são os Encantados?<br><br>
</div><div>Essa questão é muito complexa de ser respondida pois há uma variedade muito grande de conceitos que podem interpretar um ser <strong>Encantado</strong>. Sem dar credibilidade particular para nenhuma religião, nem cultura pode-se afirmar que encantados são <strong>entidades</strong> que possuem uma força proveniente da <strong>natureza</strong> e que podem utilizá-la para diversos fins.<br><br>
</div><div>Há lendas que contam que os Encantados podem fazer o bem da mesma maneira que podem realizar o mal. Entre elas temos as de cunho do <strong>folclore</strong> brasileiro, onde figuras como boto e o curupira são considerados vindos da encantaria."<br><br>fonte: https://www.iquilibrio.com/blog/espiritualidade/xamanismo/seres-encantados/<br><br>
</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.iquilibrio.com/blog/espiritualidade/xamanismo/seres-encantados/" />
         <pubDate>2021-10-04 14:21:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1799852879</link>
         <description><![CDATA[<div>Estiagem</div><div><em>substantivo feminino</em></div><ol>
<li>tempo seco e brando, após período de chuvas e trovoadas.</li>
<li>cessação de chuva.</li>
</ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 13:50:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1799875766</link>
         <description><![CDATA[<div>acossar</div><div>
<em>verbo<br>1. transitivo direto<br>&nbsp;</em>seguir ao encalço de, perseguir correndo; dar caça a.<br>&nbsp;"a. o foragido"<br>2.<em>transitivo direto<br>&nbsp;</em>castigar fisicamente; ferir, machucar.<br>&nbsp;"os espinhos acossavam seu corpo"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 13:56:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 12</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1799895218</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>buriti </strong>ou miriti (nome cientifico: Mauritia flexuosa) é uma planta de ampla distribuição no território nacional. Pode alcançar até 30 metros de altura e ter um caule com espessura de até 50 cm de diâmetro. ... A casca dura do <strong>buriti </strong>é uma proteção natural contra predadores e contra a entrada de água.<br><br>https://www.cerratinga.org.br/especies/buriti/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cerratinga.org.br/especies/buriti/" />
         <pubDate>2021-10-07 14:01:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 7</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 14:13:40 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 8</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>
<em>Tonéis</em> é o plural de tonel. O mesmo que: barris, barricas, pipas.<br>https://www.dicio.com.br/toneis/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/742560835/05ba0beabcb8aeb71be0782fc72c3b29/image.png" />
         <pubDate>2021-10-07 14:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 3 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Marimbus:<br>&nbsp; <em>substantivo masculino</em>
</div><ol><li>terra pantanosa à margem de rios, com vegetação semiaquática.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 15:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Significado de Muníamos:</div><div>
<br>Muníamos vem do verbo munir. O mesmo que: províamos, abastávamos, abastecíamos, aprovisionávamos, fornecíamos, guarnecíamos, recheávamos, sortíamos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 15:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 5 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alvenaria é a construção de estruturas e de paredes utilizando unidades unidas entre si ou não, por argamassa. Estas unidades podem ser blocos de cerâmica, de vidro, de concreto, pedras, tijolos etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 15:22:32 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No mundo: 1 em cada 3 mulheres já foram vítimas de alguma violência, seja psicológica, física ou sexual, isso antes da pandemia!<br>&nbsp;No brasil:&nbsp;<br>Na pandemia o número de mulheres agredidas foi 13,4 milhões de brasileiras, isso significa que acada minuto no ultimo ano, 25 mulheres sofreram alguma violência</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 20:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 20:32:13 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 6</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>fonte: https://www.dicionarioinformal.com.br/jar%C3%AA/</div>]]></description>
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         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quebra de braço 💪🏽</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 20:44:24 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 7</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>fonte: http://www.bahia.com.br/chapada-diamantina-2/<br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 20:49:19 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mazelas</div>]]></description>
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         <title>Hipertexto 9</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=yFpoG_htum4</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yFpoG_htum4" />
         <pubDate>2021-10-07 21:02:21 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;D. Hosana Ferreira Gomes e uma mulher mae de 7 filhos e trabalha desde os 14 ans para sustentar a familia, trabalhando sozinha.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1209131743/63ce39cbf59145a4c7ac5f796c58349f/mulher_2.jpeg" />
         <pubDate>2021-10-07 21:02:22 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 16</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alquebrado<br>Que caminha curvado (vergado) por motivo de doença, fadiga ou velhice<br>https://s.dicio.com.br/alquebrado.png</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 21:52:22 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 11</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801002942</link>
         <description><![CDATA[<div>https://s.dicio.com.br/besuntar.jpg</div>]]></description>
         <enclosure url="https://s.dicio.com.br/besuntar.jpg" />
         <pubDate>2021-10-07 21:59:26 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801076450</link>
         <description><![CDATA[<div>
<em>Padeciam</em> vem do verbo padecer. O mesmo que: sofriam, penavam, amargavam, curtiam, gramavam, toleravam, suportavam, enfrentavam, resistiam.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 23:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801089117</link>
         <description><![CDATA[<div>"<strong>Minha mãe, as comadres</strong>, eu, Belonísia e Domingas catávamos os frutos nas <strong>várzeas</strong> dos marimbus." Nessa passagem temos dois hipertextos. &nbsp;<br>O primeiro (toda a frase) é em relação ao vídeo "Vida Maria" onde&nbsp; as mulheres da família ao invés de estudar, trabalhavam.<br>https://youtu.be/yFpoG_htum4<br>o Segundo é "várzeas" :<br> Terreno plano e extenso; planície.</div><div>Terreno cultivável; área plana, sem desníveis, com plantações; veiga.</div><div>Terreno localizado na margem de rios ou ribeirões; vale.<br>https://www.dicio.com.br/varzea/</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 23:15:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801092131</link>
         <description><![CDATA[<div>O jatobá (jataí ou pão-de-ló-de-mico), encontrado do Piauí ao norte do Paraná, é um fruto comestível rico em minerais, como fósforo e cálcio.<br>É um alimento tradicional do povo indígena que consome a farinha de jatobá em substituição à farinha de mandioca, utilizando-a para o preparo de um tipo de beiju (tapioca), onde a massa, misturada com água e torrada em prato de barro é servida com peixe assado.<br>Era uma fruta considerada mística pelos índios, que a cultuavam e comiam o fruto antes de fazer rodas de meditação, pois trazia equilíbrio a sentimentos e pensamentos.<br><em>Fonte: https://sobremesah.com/escola-de-confeitaria/jatoba-o-fruto-mistico/</em>
</div>]]></description>
         <enclosure url="https://sobremesah.com/escola-de-confeitaria/jatoba-o-fruto-mistico/" />
         <pubDate>2021-10-07 23:17:45 UTC</pubDate>
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         <title> Hipertexto 14</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801095372</link>
         <description><![CDATA[<div>Sacola de taboa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 23:20:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 17</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801099861</link>
         <description><![CDATA[<div>Jarê<br>O Jarê é uma prática religiosa de matriz africana presente exclusivamente na região da Chapada Diamantina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 23:24:16 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 1 </title>
         <author>0048996</author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801148043</link>
         <description><![CDATA[<div><em>substantivo feminino</em></div><div>1- Tempo seco e brando, após período de chuvas e trovoadas.</div><div>2- Cessação de chuva.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dicio.com.br/estiagem/" />
         <pubDate>2021-10-08 00:00:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801152543</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>sariemas</strong> são aves territoriais grandes, de pernas e pescoços longos, que variam de 70 a 90 cm.<br><em>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Seriema</em>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 00:04:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 2 </title>
         <author>0048996</author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801161056</link>
         <description><![CDATA[<div>Cabeceiras:<br>&nbsp; No âmbito da geografia (e da hidrografia em particular), o termo Cabeceira designa uma nascente natural e correntes superiores de um sistema hidrográfico. Estas cabeceiras (por vezes também designadas ‘olhos de água’) formam-se nos pontos de descargas de aquíferos subterrâneos nas encostas das montanhas, os quais, por sua vez, são o resultado das águas da chuva e da neve que se infiltraram no solo e se acumularam nos lençóis freáticos.<br><br>Fonte:https://knoow.net/ciencterravida/geografia/cabeceiras/#:~:text=O%20que%20s%C3%A3o%20as%20Cabeceiras%20(Geografia%20%2F%20Hidrografia),superiores%20de%20um%20sistema%20hidrogr%C3%A1fico.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://knoow.net/ciencterravida/geografia/cabeceiras/#:~:text=O%20que%20s%C3%A3o%20as%20Cabeceiras%20(Geografia%20%2F%20Hidrografia),superiores%20de%20um%20sistema%20hidrogr%C3%A1fico." />
         <pubDate>2021-10-08 00:09:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801168178</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado de Sequeiro</strong></div><div>1) <em>adjetivo</em>
</div><div>Diz-se do lugar que não tem a umidade suficiente para auxiliar a vegetação.</div><div>Etimologia (origem da palavra <strong><em>sequeiro</em></strong>). Seco + eiro.<br>2) <em>substantivo masculino</em>
</div><div>Lugar seco; terreno não regado pelas águas.<br><em>Fonte</em>: https://www.dicio.com.br/sequeiro/</div><div>
<br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 00:13:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 00:51:37 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 13</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801262751</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong>Cortiça</strong> é um material de origem vegetal da casca (súber) dos sobreiros (Quercus suber), leve e com grande poder isolante.<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Corti%C3%A7a#:~:text=Corti%C3%A7a%20%C3%A9%20um%20material%20de%20origem%20vegetal%20da%20casca%20(s%C3%BAber)%20dos%20sobreiros%20(Quercus%20suber)%2C%20leve%20e%20com%20grande%20poder%20isolante</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 01:00:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 3</title>
         <author>0048996</author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801272452</link>
         <description><![CDATA[<div>Substantivo masculino<br>Proprietário de uma grande extensão de terra, de um latifúndio.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dicio.com.br/latifundiario/" />
         <pubDate>2021-10-08 01:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 7</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801303457</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Jacus são aves cracídeas que habitam as florestas da América do Sul.</div><div>Assemelham-se às galinhas, mas, ao contrário destas, vivem nas árvores, em bandos mais ou menos numerosos, embora às vezes desçam ao chão. Possuem cauda e corpo alongados, bico curto e um topete baixo, acompanhando o perfil da cabeça.&nbsp;<br>Fonte: https://www.dicio.com.br/jacu/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 01:18:48 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801324451</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>
<a href="https://www.dicionarioinformal.com.br/marimbu/12460/"><strong>Significado de Marimbu:<br></strong></a><br>
</div><div>s<em>ubstantivo masculino</em><br>1) Pântano, brejo à margem de rios.<br>Fonte: https://www.dicionarioinformal.com.br/significado/marimbu/12460/<br><br>
</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 01:28:01 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 8</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Inhambu é uma ave de vasta distribuição geográfica no Brasil, habitando campos sujos, capoeiras, plantações e divisas de pastos.<br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Inhambu-choror%C3%B3</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 01:32:29 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 9</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Juriti é uma espécie de uma “Pomba” que habita praticamente todo o Brasil, sul dos Estados Unidos e algumas partes da Argentina. Vive nas matas e ambientes bem arborizados, muito comum no chão de hábitats quentes, tais como bordas de florestas densas e cerrados.<br>Fonte: https://sobrevivencialismo.com/2011/09/24/fauna-brasileira-juriti/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 01:34:16 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801358337</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>beiju</strong> é uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena e descoberta em Pernambuco, feita com a tapioca (fécula extraída da mandioca, usualmente granulada), que ao ser espalhada em uma chapa ou frigideira aquecida coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco.<br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Beiju</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 01:42:56 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801374308</link>
         <description><![CDATA[<div>A Palma, é natural do México e cultivada na América tropical e subtropical e nos países mediterrâneos. Da família das cactáceas (cactos), é rasteira e produz flores e frutos também comestíveis. Seu uso varia desde a alimentação ao gado e humana, cerca-viva, paisagismo e até para a fabricação de corante natural.<br><em>Fonte: https://matonoprato.com.br/panc1/palma/</em>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 01:49:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801376472</link>
         <description><![CDATA[<div>Trecho: "dia em que poderiam deixar de cuidar da roça não poderiam deixar de dar comida e água aos animais."<br><br>Esse trecho refere-se a uma parte do vídeo, em que Maria José está escrevendo seu nome e sua mãe acha o estudo desnecessário e acaba priorizando o trabalho. E faz com que ela cuide da roça e de comida aos animais.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yFpoG_htum4" />
         <pubDate>2021-10-08 01:50:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801553666</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado de Recôncavo</strong></div><div>substantivo masculino</div><div>Cavidade funda, enseada.</div><div>Gruta, antro, cavidade entre rochedos.</div><div>[Brasil] Nome de uma região da Bahia, que abrange os municípios da baía de Todos os Santos. (Neste caso escreve-se com maiúscula.).<br>Fonte: https://www.dicio.com.br/reconcavo/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dicio.com.br/reconcavo/" />
         <pubDate>2021-10-08 03:11:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801647302</link>
         <description><![CDATA[<div>Estilo de chapéu&nbsp;que os trabalhadores agrários usam, o trecho fala muito sobre ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 04:00:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 8</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1801669441</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse trecho evidência a vida difícil no campo. O trabalhador rural vive em condições precárias, muitas vezes passam horas debaixo do Sol quente, não possuem leis trabalhistas e praticam trabalhos pesados apenas para conseguir mantimentos básicos para sua própria subsistência. Infelizmente, os mesmos são facilmente atraídos por promessas de que terão riquezas se realizarem determinado trabalho, que nunca são cumpridas, pois na realidade eles foram apenas explorados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 04:15:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1802498720</link>
         <description><![CDATA[<div>Enxurrada<br><br>Substantivo feminino<br><br>1-&nbsp;Torrente de água que corre intensamente durante grandes períodos intermitentes de chuva, águas selvagens.<br><br>2- Jorro de sujidades, de imundices; enxurro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 13:19:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Hipertexto 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1802768414</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado de Capataz</strong></div><div>substantivo masculino</div><div>Chefe de um grupo de trabalhadores, especialmente dos que realizam trabalhos braçais.</div><div>Aquele que é responsável pela administração de uma fazenda ou de uma propriedade situada na zona rural.</div><div>[Por Extensão] Aquele em quem o chefe confia, como seu braço-direito, podendo exercer funções de subchefe.</div><div>Indivíduo que, por ser responsável pela rede de pesca, recebe maior parte do que foi pescado.<br>Fonte: https://www.dicio.com.br/capataz/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dicio.com.br/capataz/" />
         <pubDate>2021-10-08 15:09:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1802786784</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado de Junco</strong></div><div>substantivo masculino</div><div>[Botânica] Nome comum de um grupo de gramíneas que crescem, em geral, nos alagadiços, dos gêneros <em>Cyperus e Scirpus</em>, com folhas graminiformes e flores inconspícuas, muito cultivadas como ornamentais, ou para produção de objetos feitos com seus ramos, como cestos, esteiras, assentos de cadeira.</div><div>[Botânica] Aspecto comum às ervas do gênero <em>Juncus</em>, da família das juncáceas, normalmente definidas por seu rizoma que produz uma folha por ano.<br>Fonte: https://www.dicio.com.br/junco/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dicio.com.br/junco/" />
         <pubDate>2021-10-08 15:17:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 7</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1802800749</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong>Casa-grande</strong> era a casa da família do proprietário das grandes propriedades rurais do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Brasil_Col%C3%B4nia">Brasil colonial</a>. Inicialmente, o termo não era utilizado para designar toda a residência — chamadas <em>casas de morada</em> ou <em>casas de vivenda</em> — , mas apenas a principal <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Varanda">varanda</a> da casa, tendo, por <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Catacrese">catacrese</a>, passado a denominar toda ela.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Casa-grande#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> Além disso, tal nome é utilizado ainda para designar o centro da forma de vida <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Patriarcalismo">patriarcal</a> do sistema colonial no Brasil, pois todos estavam ligados a ela: a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Senzala">senzala</a> funcionava como um complemento político, econômico e social.<br>Fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Casa-grande</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 15:23:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1802853685</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado de Cercanias</strong></div><div>substantivo feminino plural</div><div>Lugares que estão em redor de: as cercanias de Paris.</div><div>locução prepositiva</div><div>Nas cercanias de, nas vizinhanças de, nas proximidades de: nas cercanias do lago.<br>Fonte: https://www.dicio.com.br/cercanias/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dicio.com.br/cercanias/" />
         <pubDate>2021-10-08 15:48:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Participantes</title>
         <author>0048996</author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC4/wish/1802975834</link>
         <description><![CDATA[<div>Alessandra, Gabriela, Karolainy, Naédia e Vitória</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 16:52:52 UTC</pubDate>
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