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      <title>Portefólio de Literatura Portuguesa 10ºAno by Catarina Paixão</title>
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      <description>Catarina Paixão Turma 10ºF</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-19 15:53:28 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, sou a Catarina e tenho 16 anos. Tenho os cabelos castanhos e os olhos também. Considero-me uma rapariga alta, pois gostava de ser um pouco mais baixa.<br><br></div><div>Vivo numa pequena aldeia perto de Beja. Um dos meus passa-tempos favoritos, é a prática de desporto. Neste momento, pratico três atividades desportivas, que são: BTT, e pratico também uma luta à qual muitos acham que é uma dança, capoeira.<br><br></div><div>Para mim, o desporto e os amigos são a base do meu bem-estar.<br><br></div><div>Neste momento, sou estudante na área de humanidades. Espero terminar os estudos com médias relativamente altas, porque pretendo entrar na academia militar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-19 16:01:31 UTC</pubDate>
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         <title>O que é o Portefólio?</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um projeto deve ser um conjunto significativo de trabalhos de autor que ilustrem seus esforços, seus progressos e as suas realizações.<br><br></div><div><strong>Neste portal os elementos devem ser os seguintes elementos:<br></strong><br></div><div>· Elementos de presentação do aluno;</div><div>· Autobiografia do autor;</div><div>· Critérios de avaliação;</div><div>· Projetos de leitura e escrita; </div><div>· Lista dos textos lidos e trabalhados;</div><div>· Previsão da seleção realizada;</div><div>· Textos sobre a importância do interesse dos textos / obras lidos;</div><div>· Poema criada como resposta criativa a um poema lido;</div><div>· Textos produzidos;</div><div>· Fichas de leitura de obras lidas;</div><div>· Relatórios (de trabalhos práticos, de projetos, de investigações…);</div><div>· Diversos</div><div>· Antologia de poemas;</div><div>· Coleçao de fotografias associadas a um texto / obra lido;</div><div>· Registos de áudio, vídeo ou software com várias informações;</div><div>· Fichas de avaliação e de trabalho;</div><div>· Elementos de auto e coavaliação;</div><div>· Textos de reflexão (do aluno, professor ou encarregado de educação) sobre o trabalho desenvolvido;</div><div>Outros documentos / materiais importantes pelo aluno e / ou professor. <br><br>In: "Viagens 10 Literatura Portuguesa, Porto Editora, pag.27"</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 17:01:29 UTC</pubDate>
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         <title>A idade Média, na Europa e em Portugal</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Idade Média é um período da história da Europa entre os séculos V e XV. Iniciou com a Queda do Império Romano do Ocidente e terminou durante a transição para a Idade Moderna. A Idade Média é o período intermédio da divisão clássica da História ocidental em três períodos: a Antiguidade, Idade Média e Idade Moderna, sendo frequentemente dividido em Alta e Baixa Idade Média.<br><br></div><div>Idade média na Europa e em Portugal:<br><br></div><div><strong>A nível politico:<br></strong><br></div><div>· Construção de estados e de sociedades estratificadas em classes, profundamente hierarquizadas, à semelhança de hierarquia, em pirâmide, da igreja Romana;</div><div>· Poder real do Papa sobre os próprios estados europeus (lembremos que D. Afonso Henriques só pode descansar quando obteve, mediante a promessa de pagamento de um imposto anual ao Papa, o seu reconhecimento como rei de um novo país, Portugal);</div><div>· No incremento e incentivo ás guerras de religião (Cruzadas). <br><br></div><div> <br><strong>A nível cultural e artistico:<br></strong><br></div><div>· Monopólio na educação e no ensino;</div><div>· Na filosofia: a filosofia medieval era a Patrística ou filosofia dos padres ou doutores da Igreja, como Santo Agostinho ou S. Tomás de Aquino; uma filosofia entendida como ramo da metafísica e assente na noção de dogma, de autoridade (escolástica);</div><div>· Na arquitetura: da idade média ficaram-nos castelos e fortes militares (para defesa, nas guerras) e catedrais verticalmente erguidas para Deus (a linha arquitetonica medieval típica foi a vertical);</div><div>· Na pintura: o que se representava em frescos, ícones, vitrais, iluminuras ou mosaicos era cenas relacionadas com as Escrituras e a vida de santos, a par de cenas alegóricas; a figura humana surge hierática e quase estereotipada; desaparece o nu;</div><div>· Na escultura: a escultura medieval fez-se da necessidade de “encher” e enriquecer a decoração das catedrais; logo, estátuas de santos, da Virgem, de Cristo ou dos apóstolos, em posição rígida e contemplativa, com quase esquecimento de traços individualizadores;</div><div>· Nas artes ditas menores: arte sacra, ourivesaria, paramentos, iluminuras (de livros de horas, de missas e outros livros e cdices).<br><br></div><div> <br><strong>Na vida quotidiana:<br></strong><br></div><div>· Aceitação do sofrimento, do trabalho duro e mal remunerado, da doença, das privações, como instrumentos de purificação e salvação da alma; reforço de uma moral restritiva dos impulsos, do domínio, sobretudo, da sexualidade; repressão a membros simpatizantes de doutrinas e práticas heterodoxas (heresias, feitiçaria); valorização da morte em combate pela Fé.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 17:02:51 UTC</pubDate>
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         <title>Cantiga de Amor</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/299087017</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ORIGEM DA CANTIGA DE AMOR           <br></strong><br></div><div>As cantigas de amor têm origem provençal (Provença: região ao sul da França) no período compreendido entre o século XI e XIII, que tanto influenciaram as cantigas de amor em Portugal.<br><br></div><div>Entretanto, isso não significa que os trovadores portugueses se limitaram a uma mera imitação. Em Portugal as cantigas de amor ganharam nova dimensão e maior sinceridade. Era o gênero mais praticado pelos trovadores.<br><br></div><div> <br><strong>DEFINICAO DAS CANTIGAS DE AMOR<br></strong><br></div><div>As cantigas de amor são composições poéticas ao sabor provençal, cujo sujeito de enunciação é o trovador apaixonado que consagra à sua "senhor" um amor platónico, sem esperança, um amor-adoração.<br><br></div><div><strong> <br>ARTIFICIOS POETICOS DAS CANTIGAS DE AMOR<br></strong><br></div><div><strong>Coblas</strong>: segundo a "Arte de Trovar", as estrofes tinham o nome de coblas ou cobras e o seu número ficava ao sabor do trovador.<br><br></div><div>As estrofes podem classificar-se como:</div><div>- uníssonas: têm a mesma rima;</div><div>- singulares: apresentam rimas diferentes;<br>- doblas ou pareadas: cada grupo de duas coblas tem a mesma rima.</div><div>As cantigas galaico-portuguesas têm, regra geral, três ou quatro coblas, com excepção das paralelísticas. Cada copla pode apresentar número variável de versos. Em todas se encontra o isossilabismo, o mesmo número de sílabas, reforçado pelo princípio da isometria, a mesma medida, dentro de cada composição.</div><div>Pode ter um predomínio de quatro versos na cantiga de refrão e de sete na cantiga de mestria.</div><div>O número máximo de versos numa copla era de dez e o número mínimo de dois (paralelísticas).</div><div> </div><div>  * <strong>Refrão</strong>: é o estribilho, ao qual regressava o coro ou o solista entre a execução de duas coplas. Podia estar ligado ao corpo da copla pelo sentido, ou ser independente dela.</div><div>Surge nas paralelísticas e, em geral, nas cantigas de amigo, mas não aparece nas de mestria.</div><div> </div><div>  * <strong>Finda</strong>: é uma copla de menor extensão, de um a quatro versos, que encerra a cantiga em jeito de conclusão.</div><div>A "arte de Trovar" define-a como "acabamento de rrazon", "versos-remate".</div><div> Nas cantigas de mestria, rima, geralmente, com a segunda parte da última estrofe; nas de refrão, a rima faz-se, regra geral, com o refrão.</div><div>Uma cantiga pode possuir mais do que uma finda.</div><div> </div><div>  * <strong>Atafinda</strong>: é um processo de ligação de coplas, feita pela continuação do último verso de uma estrofe na copla seguinte. Essa ligação faz-se através de partículas como "e", "ca", "pois", "quando", "pero", "que", etc.</div><div>Ocorre tanto nas cantigas de mestria como nas de refrão.</div><div> </div><div>  * <strong>Verso / palavra perduda</strong>: verso/palavra sem correspondência temática/rimática que aparece no meio, início ou fim da copla e deve repetir-se no mesmo lugar.</div><div> </div><div>  * <strong>Enjambement</strong> / <strong>transporte</strong> / <strong>encavalgamento</strong>: consiste em completar o sentido de um verso no verso seguinte. D. Dinis chegou até a dividir a palavra.</div><div>Este processo é uma constante na poesia de todas as épocas.</div><div> </div><div>  * <strong>Dobre</strong>: repetição da mesma palavra de rima duas ou mais vezes em lugares simétricos da estrofe, de preferência no primeiro e no último verso.</div><div> </div><div> </div><div>  * <strong>Mordobre</strong> / <strong>mozdobre</strong>: repetição da mesma palavra em lugares simétricos, porém jogando com as suas várias flexões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 17:05:24 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de escárnio e maldizer</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/304398556</link>
         <description><![CDATA[<div>As cantigas de escárnio e maldizer constituem um dos géneros em que se divide a Satírica galego-portuguesa, que em Portugal encontrou expressão por volta de 1189 (ou 1198?) e 1385.<br><br></div><div> <br>As cantigas subdividem-se em dois géneros diferentes: <strong>Líricas</strong> e <strong>Satíricas.<br></strong><br></div><div>Nas cantigas satíricas encontra-se as cantigas de <strong>escárnio </strong>e <strong>maldizer</strong>.<br><br></div><div>· As cantigas de escárnio, são cantigas que permitem diferentes interpretações, é utilizada a ironia e é feita uma critica indireta a uma personalidade ou a alguns aspetos da sociedade atingindo </div><div>todas as classes sócias menos o rei.<br><br></div><div> · As cantigas de maldizer, são cantigas onde é feita uma critica direta a uma personalidade ou a alguns aspetos da sociedade, é utilizada uma linguagem obscena e a critica feita tem um tema.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-14 16:43:29 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de linhagens</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/306401184</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>livros de linhagens</strong> (que também podem ser designados de <strong>nobiliários</strong>), são livros que apresentam as relações genealógicas de membros de famílias nobres. Foram comuns no passado medieval da Europa, particularmente na Península Ibérica.<br><br></div><div>Muitas vezes, os livros de linhagem tinham origem na exaltação de famílias poderosas, como a dos Maias, ou representavam reações de famílias senhoriais face ao poder régio.<br><br></div><div>O <em>Livro Velho, </em>o <em>Livro de Deão</em> e o <em>Livro de Linhagens do Conde D. Pedro</em> são exemplos de três nobiliários que a Idade Média nos legou.<br><br></div><div>O primeiro nobiliário foi elaborado nos finais do século XII (1282-1290 ou 1286-1290) e está representado com pequenos fragmentos por um manuscrito do século XVII.<br><br></div><div>· <strong>Função dos livros de linhagens- </strong>os livros de linhagens eram utilizados para regular casamentos consanguíneos e assegurar os direitos hereditários dos membros de uma família nobre e dos seus descendentes, além de conservar a memória dos antigos feitos dos fidalgos (filhos d'algo). Muitos destes livros transmitem um importante legado histórico, cultural e literário.</div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:43:08 UTC</pubDate>
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         <title>Fernão Lopes (vida e obra)</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/310937008</link>
         <description><![CDATA[<div>·  <strong>Vida<br></strong><br></div><div>Supõe-se que Fernão Lopes tenha nascido entre os anos de 1380 e 1390, com uma provável origem familiar vilã e mesteiral. Coloca-se a hipotese que tenha nascido e, mais tarde, ter sido sepultado no Alandroal, no Alentejo, com base na inscrição de uma pedra tumular, que lhe poderá ter pertencido, e nas ligações históricas da vila com a Ordem de Avis.<br><br></div><div> <br>·  <strong>Obra <br></strong><br></div><div>Na Idade Média, iniciando a formação de poderosos reinos na Europa, a realeza entendeu que suas virtudes e conquistas deviam ser consagradas e perenizadas, retomando a antiga tradição das crónicas oficiais, onde de costume pouco se distinguiam factos de mitos e assuntos de Estado de interesses privados da aristocracia, tornando a narrativa histórica claramente um projeto político, manipulando os factos para que se criasse a "verdade" mais conveniente para os detentores do poder. No século XIII o gênero estava em alta, especialmente na França, onde haviam entrado na moda as Grandes chroniques, que traçavam em linguagem retórica a origem dos reis franceses até a mítica Troia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:19:46 UTC</pubDate>
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         <title>Crise 1383-1385</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/310950188</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Crise 1383-1385- </strong>foi um período de guerra civil na História de Portugal, também conhecido como Interregno, uma vez que não existia rei no poder.<br><br>· <strong>1383<br></strong><br></div><div>Em 1383, Fernando I de Portugal estava a morrer. Do seu casamento com Leonor Teles de Menezes apenas uma rapariga, a infanta Beatriz de Portugal, havia sobrevivido à infância. O casamento dela era, por esse motivo, uma questão estratégica para o futuro do reino. Ao sabor das vicissitudes do pai nas suas guerras com Castela (Guerras fernandinas), a infanta foi sucessivamente prometida em casamento a dois príncipes castelhanos, a um inglês e, de novo, a um castelhano, Fernando, filho segundo de João I de Castela. O casamento de Beatriz acabou por ser decidido, por proposta de seu pai, pelo tratado de Salvaterra de Magos, negociado em abril de 1383 e posterior, portanto, ao Tratado de Elvas (1382) que terminou a terceira guerra fernandina contra Castela em agosto de 1382. Pelas disposições do tratado de Salvaterra, João I de Castela desposaria Beatriz de Portugal e o filho varão que nascesse desse casamento herdaria o reino de Portugal, se entretanto Fernando I morresse sem herdeiros.<br><br></div><div> <br>· <strong>1384<br></strong><br></div><div>Uma das medidas que o Mestre tomou foi nomear o jovem Nuno Álvares fronteiro do Alentejo. Entregou-lhe 1.000 homens para defender a região. Enquanto se dirigia para lá, o fronteiro foi recrutanto mais homens, num total de 1.200.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Uma força castelhana estava junto do Crato e Nuno Álvares pretendia expulsá-la. No dia 6 de Abril dá-se a batalha dos Atoleiros, a primeira batalha ganha por D. Nuno. De seguida vai conquistando algumas vilas para o partido do Mestre. É-lhe prometida a entrega de Vila Viçosa, mas era uma armadilha onde foi morto o irmão Fernão Pereira.<br><br></div><div> <br>· <strong>1385<br></strong><br></div><div>Na Páscoa, chegaram a Portugal as tropas inglesas enviadas em resposta ao pedido de ajuda feito por João de Avis. Apesar de não serem um grande contingente, contavam-se à volta de 600 homens, eram tropas na sua maioria veteranas da Guerra dos Cem Anos, bem treinados nas tácticas de sucesso da infantaria inglesa.<br><br></div><div>Os partidários de João de Avis organizam uma reunião das Cortes em Coimbra. É aí que, a 6 de Abril, é aclamado João I, Rei de Portugal, primeiro da Dinastia de Avis, afirmando a independência de Portugal. Num dos seus primeiros éditos reais, João I nomeia Nuno Álvares Pereira, Condestável de Portugal. Pouco depois, o Condestável, com duzentos homens de armas, parte dos quais sem montadas, e o rei partem para o Minho, para o libertar em somente dois meses, graças ao apoio dos povos, do domínio de Castela.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:38:19 UTC</pubDate>
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         <title>Crónica de el-rei D. João I</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/310954470</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Crónica d’El Rei D. João</strong> <strong>I</strong>, foi escrita em 1443 pelo cronista Fernão Lopes, por ordem do Rei D. Duarte.<br><br></div><div> · <strong>A crónica é composta por 3 partes</strong>:<br><strong>-</strong>1ª parte – descreve o que se passou entre a morte de D. Fernando e a subida ao trono de D. João I, Mestre de Avis.<br><br></div><div><strong>-</strong>2ª parte – descreve os acontecimentos ocorridos durante o reinado de D. João I até 1411, altura em que foi assinada a paz com Castela<br><br></div><div><strong>-</strong>3ª parte – D. João morreu.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:44:02 UTC</pubDate>
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         <title>Estilo e linguagem</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/310973104</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Figuras de linguagem</strong>, <strong>figuras de estilo</strong> ou <strong>figuras de retórica</strong> são estratégias que o orador (ou escritor) pode aplicar ao texto para conseguir um determinado efeito na interpretação do ouvinte (ou leitor). Podem relacionar-se com aspectos semânticos, fonológicos ou sintáticos das palavras afetadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 16:10:44 UTC</pubDate>
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         <title>Obras escritas por Fernão Lopes</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/311761282</link>
         <description><![CDATA[<div>· Crónica de el-rei D. Pedro I;</div><div>· Crónica de D. Fernando;</div><div>· Crónica de D. João I;</div><div>· História de uma revolução (primeira parte da “crónica de el-rei D. Pedro I);</div><div>· Crónica da regência e do reinado de D. João I;</div><div>· Paixão e morte do infante D. João e D. Maria Teles;</div><div>· The English in Portugal;</div><div>· Chronica d'el rei D. Diniz, D. Affonso III, D. Affonso Henriques, D. Affonso V, D. Pedro I e D. Sancho II.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 12:23:55 UTC</pubDate>
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         <title>Fontes consultadas por Fernão Lopes</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/311763005</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fontes narrativas<br></strong><br></div><div>· Crónica do Condestabre de Portugal (sobre Nuno Álvares Pereira), anónima, redigida provavelmente entre 1431 e 1436;</div><div>· Tratados dos Feitos de D. João, Mestre de Avis, de Cristophorus (eclesiástico ou doutor em leis);</div><div>· Crónica dos Reis de Castela, de Pero López de Ayala;</div><div>· Crónica dos Feitos de D. Fernando, de Martim Afonso de Melo;</div><div>· Livro de linhagens do conde D. Pedro;</div><div>· Pelo menos cinco narrativas anónimas, referidas pelo próprio cronista e que descrevem a Batalha de Aljubarrota.<br><br></div><div>     Fernão Lopes recorre a várias fontes (textos históricos anteriores) com o objetivo de:<br><br></div><div>· Fundamentar a verdade histórica em documentos escritos;</div><div>· Confrontar os documentos para aferir a verdade dos factos.<br><br></div><div> <br><strong>Fontes documentais<br></strong><br></div><div>· Atas de cortes;</div><div>· Documentos das chancelarias;</div><div>· Bulas papais;</div><div>· Bitafes antigos, isto é, epitáfios de sepulturas;</div><div>· Práticas e sermões, procurações;</div><div>· Correspondência epistolar particular e oficial.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 12:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Crónica de D. Pedro I</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Crónica de el-rei D. Pedro I, ou Crónica de D. Pedro, é um registo histórico do género crónica escrito por Fernão Lopes incluindo o período de tempo correspondente ao reinado de D. Pedro I de Portugal, com alcunhas como “o Justiceiro” ou “o Cruel”, que decorreu entre 1357 e 1367.<br><br></div><div>A Crónica de D. Pedro I está dividida em quarenta e quatro capítulos sendo iniciada por um Prólogo.<br><br></div><div>São inúmeros os temas tratados na crónica, mas nela são destacados os seguintes temas:<br><br></div><div>· A Justiça a que dedicou o Prólogo e seis capítulos;</div><div>· A organização do Estado e as decisões do rei;</div><div>· Inês de Castro a que dedicou seis capítulos, relatando em especial a declaração de D. Pedro sobre o seu casamento com Inês;</div><div>· A perseguição aos seus assassinos e a descrição da trasladação dos restos mortais de Inês de Coimbra para Alcobaça;</div><div>· Um capítulo dedicado a D. João I, filho bastardo de D. Pedro e futuro rei;</div><div>· E ainda o Reino de Castela ao qual dedica dezasseis dos capítulos, tratando-se neste caso de decisões ou empreendimentos do rei D. Pedro I de Castela.<br><br></div><div> <br><br></div><div>É a primeira das três grandes crónicas do percursor da história portuguesa, e também a primeira crónica régia com características próximas das que definiram o género cultivado no século XV e nos dois seguintes, sendo as outras duas crónicas da autoria de Fernão Lopes a Crónica de D. Fernando e a Crónica de D. João I.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 12:52:46 UTC</pubDate>
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         <title>Pequeno video sobre Fernão Lopes</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/313444236</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=f1S_-IRgEZw">https://www.youtube.com/watch?v=f1S_-IRgEZw</a><br><br>Escolhi este video porque, na minha opinião transmite-nos algum conhecimento sobre Fernão Lopes e o Humanismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:30:23 UTC</pubDate>
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         <title>Amizade</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou sincera, eu não tenho amigos... eu tenho irmãos de mães diferentes e conhecidos. Como um(a) deles(as) diria neste momento: "és muito maricas ahahaha".. no sentido em que seria dito, faria sentido, pois eu sou muito apegada a eles. Muita gente diz que se uma pessoa vivia bem antes de conhecer outra, então se as coisas correrem mal continua a viver de igual forma... mas muito sinceramente eu não concordo com isso. Para o meu dia ser perfeito no meio de tanta confusão eu preciso de falar com todos eles nem que sejam dois minutos, esse é o tempo necessário para ter um sorriso sincero. Eles são todos diferentes , cada um tem a sua maneira de ser, a sua maneira de se expressar e a sua opinião. mas em tantas diferenças, uma coisa é comum a todos: todos nós nos tratamos como irmãos. São eles que acabam por me dar força para me levantar de manhã e enfrentar mais um longo dia com boa disposição. Acreditar que tenho as melhores pessoas do mundo ao meu lado.<br>Espero que estejamos juntos para sempre e que um dia olhemos para trás e relembremos todos os nosso momentos juntos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:32:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vida e Obra de Gil Vicente</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>· Vida:<br><br></div><div>Gil Vicente foi um poeta e dramaturgo português. É considerado o pioneiro no teatro de Portugal, sendo conhecido como “Pai do teatro português”.  Ficou famoso por a sua obra chamada “A Farsa de Inês Pereira”, e também foi o autor de “Auto da Barca do Inferno”.  As obras deste marcam a passagem da Idade Média para o Renascimento (século XVI).  Estudos recentes afirmam que há fortes possibilidades de o autor ter nascido na cidade de Guimarães no ano de 1466 e falecido em 1536, pois foi a partir deste ano que deixaram de encontrar qualquer referência ao seu nome nos documentos da época, além de ter parado de escrever durante esse tempo. Gil Vicente casou-se duas vezes e teve, ao todo, cinco filhos.<br><br></div><div> <br>· Obra<br>O seu primeiro trabalho foi a peça em castelhano “Auto da Visitação”, que também ganhou o título de “Monólogo do Vaqueiro”. Foi representada nos aposentos da Rainha D. Maria, na celebração do nascimento do príncipe que viria a ser o futuro D. João III. Foi essa representação que atribuiu o marco de partida da história do teatro português. Com o grande sucesso do seu trabalho no palácio, Gil Vicente tornou-se o responsável pela organização dos eventos da realeza. Podemos lembrar de Gil Vicente como o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Luís de Camões, que influenciou a cultura popular de Portugal.</div><div><br></div><div>As peças de Vicente são classificadas, por ele, em três grupos: obras de devoção, farsas e comédias.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Principais obras de Gil Vicente:<br>· Auto Pastoril Castelhano (1502)</div><div>· Auto da Visitação (1502)</div><div>· Auto dos Reis Magos (1503)</div><div>· Auto da Índia (1509)</div><div>· Auto da Sibila Cassandra (1513)</div><div>· Auto da Barca do Inferno (1516)</div><div>· Auto da Barca do Purgatório (1518)</div><div>· Auto da Barca da Glória (1519)</div><div>· Farsa de Inês Pereira (1523)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 13:05:19 UTC</pubDate>
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         <title>Texto dramático </title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/317197395</link>
         <description><![CDATA[<div>Características:<br><br></div><div><strong>É constituído por:<br></strong>Texto principal composto pelas falas dos actores que é ouvido pelos espectadores;<br><br></div><div>Texto secundário (ou didascálico) que se destina ao leitor, ao encenador da peça ou aos actores.<br><br></div><div> <br><strong>É composto:<br></strong>· Pela listagem inicial das personagens;</div><div>· Pela indicação do nome das personagens no início de cada fala;</div><div>· Pelas informações sobre a estrutura externa da peça (divisão em actos, cenas ou quadros);</div><div>· Pelas indicações sobre o cenário e guarda-roupa das personagens;</div><div>· Pelas indicações sobre a movimentação das personagens em palco, as atitudes que devem tomar, os gestos que devem fazer ou a entoação de voz com que devem proferir as palavras;<br><br></div><div> <br><strong> Ação</strong> – é marcada pela actuação das personagens que nos dão conta de acontecimentos vividos.<br><br></div><div><strong> Estrutura externa</strong> – o teatro tradicional e clássico pressupunha divisões em actos, correspondentes à mutação de cenários, e em cenas e quadros, equivalentes à mudança de personagens em cena.<br><br></div><div> <br><br></div><div>O teatro moderno, narrativo ou épico, põe completamente de parte as normas tradicionais da estrutura externa.<br><br></div><div> <br><strong>Estrutura interna:<br>Exposição</strong> – apresentação das personagens e dos antecedentes da acção.<br><br></div><div><strong>Conflito </strong>– conjunto de peripécias que fazem a acção progredir.<br><br></div><div><strong>Desenlace</strong> – desfecho da acção dramática.<br><br></div><div><strong> <br>Classificação das Personagens:<br></strong>* <strong>Quanto à sua concepção:<br></strong><br></div><div><strong>Planas ou personagens-tipo</strong> – sem densidade psicológica uma vez que não alteram o seu comportamento ao longo da acção. Representam um grupo social, profissional ou psicológico);<br><br></div><div><strong>Modeladas ou Redondas </strong>– com densidade psicológica, que evoluem ao longo da acção e, por isso mesmo, podem surpreender o espectador pelas suas atitudes.<br><br></div><div> <br>* <strong>Quanto ao relevo ou papel na obra:<br></strong>· Protagonista ou personagem principal Individuais</div><div>· Personagens secundárias ou</div><div>· Figurantes Colectivas<br><br></div><div> <br><strong>Tipos de caracterização:<br>Directa </strong>– a partir dos elementos presentes nas didascálias, da descrição de aspectos físicos e psicológicos, das palavras de outras personagens, das palavras da personagem a propósito de si própria.<br><br></div><div><strong>Indirecta</strong> – a partir dos comportamentos, atitudes e gestos que levam o espectador a tirar as suas próprias conclusões sobre as características das personagens.<br><br></div><div><strong> Espaço</strong> – o espaço cénico é caracterizado nas didascálias onde surgem indicações sobre pormenores do cenário, efeitos de luz e som. Coexistem normalmente dois tipos de espaço:<br><br></div><div><strong>Espaço representado </strong>– constituído pelos cenários onde se desenrola a acção e que equivalem ao espaço físico que se pretende recriar em palco.<br><br></div><div><strong>Espaço aludido</strong> – corresponde às referências a outros espaços que não o representado.<br><br></div><div><strong> <br>Tempo:<br>Tempo da representação</strong> – duração do conflito em palco;<br><br></div><div><strong>Tempo da acção ou da história</strong> – o(s) ano(s) ou a época em que se desenrola o conflito dramático;<br><br></div><div><strong>Tempo da escrita ou da produção da obra</strong> – altura em que o autor concebeu a peça.<br><br></div><div><strong> <br>Discurso dramático ou teatral:<br>Monólogo</strong> – uma personagem, falando consigo mesma, expõe perante o público os seus pensamentos e/ou sentimentos;<br><br></div><div><strong>Diálogo</strong> – falas entre duas ou mais personagens;<br><br></div><div><strong>Apartes </strong>– comentários de uma personagem que não são ouvidos pelo seu interlocutor.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Além deste tipo de discurso, o tecto dramático pressupõe o recurso à linguagem gestual, à sonoplastia e à luminotécnica.<br><br></div><div> <br><br></div><div> Intenção do autor - pode ser:<br>· Moralizadora;</div><div>· Lúdica ou de evasão;</div><div>· Crítica em relação à sociedade do seu tempo;</div><div>· Didática.</div><div>· Formas do género dramático:</div><div>· Tragédia</div><div>· Comédia</div><div>· Drama</div><div>· Teatro Épico.<br><br></div><div> <br><strong>Outras características:<br></strong><br></div><div>· Ausência de narrador.</div><div>· Predomínio do discurso na segunda pessoa (tu/vós).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 13:06:10 UTC</pubDate>
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         <title>Importância da música para mim</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/319181967</link>
         <description><![CDATA[<div>No meu dia a dia a música é-me essencial. Preciso dela para qualquer coisa que seja.<br>Gosto de música, principalmente, que me descrevam e que estejam de acordo com o meu espírito. Para mim, a música é capaz de definir amizades, amores perdidos ou paixões. As amizades são o que me movem diariamente, então, a maioria das vezes,as músicas que ouço, são músicas que me relembram momentos aqueles que eu considero como "os melhores da minha vida". Numa das minhas músicas preferidas é dito: " E eu agradeço porque tu tiveste aqui do meu lado até que eu tivesse me apercebido. Que tudo podia ter sido diferente se eu não tivesse te conhecido" e esta frase é das mais importantes que tenho comigo, sempre. Tento sempre mostrar aos meus amigos (com esta frase) que preciso deles e que sem eles eu não era eu.<br>Das músicas mais calmas às mais agitadas, cada uma, importante à sua maneira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-10 12:00:00 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia Palaciana</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/326228615</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Poesia Palaciana-</strong> Foi desenvolvida a partir do século XV dentro do movimento literário denominado Humanismo.<br><br></div><div>Este género literário recebeu o nome de <strong>Poesia Palaciana </strong>pois era produzido nos palácios e estava destinado aos nobres. Ou seja, tinham o intuito de entreter os membros da Corte.<br><br></div><div>Os principais temas explorados pela <strong>Poesia Palaciana</strong> eram: costumes da corte, temas religiosos, satíricos, líricos e heróicos.<br><br></div><div><strong>Caractristicas:<br></strong><br></div><div>·        Ausência de instrumentos musicais</div><div>·        Separação entre poesia e música</div><div>·        Presença de redondilhas </div><div>·        Uso de figuras de linguagem</div><div>·        Presença de idealismo e sensualidade</div><div>·        Métrica, ritmo e expressividade<br><br></div><div> <br><br></div><div>Entre outros, participou no cancioneiro geral Gil Vicente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/326231266</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Renascimento</strong>- Foi um movimento cultural, econômico e político que surgiu na Itália do século XIV,  que se consolidou no século XV e se estendeu até o século XVII por toda a Europa.<br><br></div><div>O <strong>Renascimento</strong> foi inspirado nos valores da <strong>Antiguidade Clássica</strong> e gerado pelas modificações estruturais da sociedade, resultou na reformulação total da vida medieval, dando início à Idade Moderna.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:27:18 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/326238308</link>
         <description><![CDATA[<div>O Humanismo é o nome dado a uma corrente filosófica e artística que surgiu no século XV na Europa.<br><br></div><div>Na literatura, ele representou o período de transição (escola literária) entre o Trovadorismo e o Classicismo, bem como da Idade Média para a Idade Moderna.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:53:08 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Obras de Gil Vicente</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/345299575</link>
         <description><![CDATA[<div>* Auto Pastoril Castelhano (1502)</div><div>* Auto da Visitação (1502)</div><div>* Auto dos Reis Magos (1503)</div><div>* Auto da Índia (1509)</div><div>* Auto da Sibila Cassandra (1513)</div><div>* Auto da Barca do Inferno (1516)</div><div>* Auto da Barca do Purgatório (1518)</div><div>* Auto da Barca da Glória (1519)</div><div>* Farsa de Inês Pereira (1523)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:00:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Farsa de Inês Pereira</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/345301286</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Inês Pereira:</strong> moça bonita e solteira, que para se livrar dos afazeres domésticos sonhava em se casar com um fidalgo.<br><strong>Mãe:</strong> típica dona de casa preocupada com a educação e o futuro da filha.<br><strong>Lianor Vaz:</strong> casamenteira que só respeita a opinião pública quando lhe convém.<br><strong>Latão </strong>e<strong> Vidal:</strong> caricaturas do judeu espertalhão e hábil no comércio.<br><strong>Pero Marques:</strong> camponês rico, porém, ignorante e sem nenhum traquejo social.<br><strong>Brás da Mata (Escudeiro): </strong>escudeiro pobre que mal tinha dinheiro para se sustentar.<br><strong>Moço (Fernando):</strong> criado de Brás da Mata, é humilde e se deixa explorar pelo patrão, sempre acreditando nas mentiras que ele conta.<br><strong>Ermitão: </strong>falso monge que declara ter se tornado ermitão por desilusão amorosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Amor é fogo que arde sem se ver</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/345301962</link>
         <description><![CDATA[<div>Amor é fogo que arde sem se ver,<br> é ferida que dói, e não se sente;<br> é um contentamento descontente,<br> é dor que desatina sem doer.<br> <br> É um não querer mais que bem querer;<br> é um andar solitário entre a gente;<br> é nunca contentar-se de contente;<br> é um cuidar que ganha em se perder.<br> <br> É querer estar preso por vontade;<br> é servir a quem vence, o vencedor;<br> é ter com quem nos mata, lealdade.<br> <br> Mas como causar pode seu favor<br> nos corações humanos amizade,<br> se tão contrário a si é o mesmo Amor<br><br>Análise:<br><br>O sujeito poético, neste poema, tenta dar uma definição de amor, concluindo que é impossível defini-lo, pelo que enumera um conjunto de  ideias antitéticas em torno da conceção do amor. <br><br>O poema poderá dividir-se em dois momentos: nas três primeiras estrofes, são feitas várias tentativas de definir o amor; o segundo momento corresponde ao último terceto, no qual é feita uma pergunta retórica, que mostra a impossibilidade de definir este sentimento. <br><br>Formalmente,  o  poema é um soneto, segundo o modelo italiano, em versos decassilábicos, o que significa que todos os versos contêm dez sílabas métricas (A/mor/é/fo/go/que ar/de/sem/se/ver"). <br><br>Recursos expressivos:<br><br>Enumeração- Contradições a que o amor pode levar, de forma a identificar a sua principal característica.<br>Interrogação retórica final- apresenta a característica que realmente define Amor.<br>Metáfora- Fortalece o sentimento amoroso: "Amor é fogo..." e "... é ferida".<br><br>Rima:<br><br>Interpolada e emparelhada (a/b/b/a) nas quadras.<br>Cruzada no primeiro terceto (c/d/c) e no ultimo terceto (d/c/d).<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Obras de arte do Renascimento</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/345303491</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento artístico que chamamos “Renascimento” nasceu na Itália, em Florença, nas primeiras décadas do século XV.<br>Este movimento, embora bastante complexo e variado internamente, estabeleceu princípios, métodos e, sobretudo, formas originais e típicas, mas comuns.<br><br></div><div> Características gerais das obras renascentistas:<br><br></div><div>·  Racionalidade;</div><div>·  Dignidade do Ser Humano;</div><div>·  Rigor Científico;</div><div>·  Ideal Humanista;</div><div>·  Reutilização das artes greco-romana.<br><br><br>Arquitetura:<br><br></div><div>Os arquitetos renascentistas mais notáveis foram Leon Battista Alberti, Filippo Brunelleschi, Donato Bramante, Andrea Palladio e Michelangelo Buonarotti.<br><br></div><div>As principais características da arquitetura renascentista são:<br><br></div><div>·  Ordens Arquitectónicas;</div><div>·  Arcos de Volta-Perfeita;</div><div>·  Simplicidade na construção;</div><div>·  A escultura e a pintura se desprendem da arquitetura e passam a ser autónomas;</div><div>·  Construções: palácios, igrejas, vilas (casa de descanso fora da cidade), fortalezas (funções militares) e planeamento urbanístico.<br><br><br>Pintura:<br><br></div><div><strong>Alguns dos pintores que dão nome a este período são:</strong> Piero dela Francesca, Fra Angelico, Botticelli, Mantegna, Leonardo da Vinci, Michelangelo, Antononello da Messina, Masaccio, Perugino, o supremo Rafael, os Bellini, Giorgione, Ticiano, Paolo Uccello, Lucas Signorelli, os dois Lippi, Ghirlandaio, Carpaccio, Cosmè Tura.<br><br></div><div>As principais características da pintura são:<br><br></div><div>·  Perspectiva;</div><div>·  Uso do claro-escuro;</div><div>·  Realismo;</div><div>·  Tela e tinta a óleo;</div><div>·  Manifestações independentes;</div><div>·  Artistas com um estilo pessoal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:07:26 UTC</pubDate>
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         <title>As viagens na literatura do século XVI</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>A revelação de novos espaços paisagens flores, faunas, costumes e religiões e,as aventuras Peripécias de viagens mais fabulosas que as dos romances de cavalaria E dos poemas da antiguidade expiraram …uma vasta literatura descritiva e narrativa que assumiu várias formas desde os grandes tratados  históricos ou geográficos em grossos volumes até as curtas reportagens em folhetos de cordel estes dirigidos a um público numeroso em que tanto entrava o humanista ou cosmógrafo como um simples curioso de Aventuras e de Maravilhas. Os precursores desta literatura, hoje perdidas, devem ter servido de fonte a Gomes Eanes de Zurara, primeiro Cronista conhecido das viagens oceânicas. Durante todo o século XVI e e e ainda no XVII multiplicam-se as crónicas, descrições e relatos. Não era só o caso da literatura propriamente náutica, como os “livros de marinharia” escritos para pilotos mas também o de muitos relatos das primeiras viagens. Mas há interesse narrativo e pitoresco em vários relatos dos manuscritos de Valentim Fernandes e ainda no Esmeraldo de Situ Orbis de Duarte Pacheco Pereira que datam de inícios do século XVI. Capelão da primeira Embaixada Portuguesa à Abissínia (1520-26) faz um relato quase diarista da sua acidentada viagem com uma caracterização precisa de uma atrasada sociedade agropecuária, seus costumas, sobretudo religiosos, economia de troca.<br><br></div><div>A maior parte destas obras são ainda hoje de leitura interessante pelo exotismo das regiões descritas pelo imprevisto e arriscado das situações em que vieram a encontrar-se os protagonistas pela linguagem específica direta por vezes colorida enriquecida de metáforas expressões próprias da marinharia os seus autores algumas casas tinham mais conhecimento dos factos que formação literária e servem-se por isso do familiar não há lá ti nada como os viagem jesuítas deixam Transparecer uma formação literária humanística nos relatos que vieram integrar -se na coleção setencista da História Trágico-Marítima encontram-se até as páginas impressionantes.</div><div>Os narradores da história trágico-marítima sublinham intencionalmente os episódios patéticos e dolorosos de maneira a impressionar a sensibilidade do público mas fazem-no em linguagem Correntia.</div><div> obter a literatura de viagens portuguesa Quinhentista e seiscentista  não passou de um nível de reportagem raro se eu vou aquela tipificação ou aquele simbolismo que caracterizavam obra de ar mas Prince amarelas registada intensa em múltipla Mas não foi suficientemente elaborada para dar origem a uma visão nova do mundo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-23 15:13:45 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Fernão Mendes Pinto </title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fernão Mendes Pinto nasceu em Montemor-o-Velho, talvez em 1510, e morreu em Almada, supostamente a 8 de Julho de 1583. <br>Pertenceu a uma família modesta, mas a que talvez não faltasse certo grau de nobreza. Ainda pequeno, um seu tio levou-o para Lisboa onde o pôs ao serviço na casa do duque D. Jorge, filho de D. João II. Manteve-se aqui durante cerca de cinco anos, dois dos quais como moço de câmara do próprio D. Jorge, facto importante para a comprovação da sua descendência de uma classe social que contradizia a precária situação económica que a família então detinha. <br>A vivência neste meio social não é alheia à sua apetência e inspiração para a escrita e para as funções diplomáticas que desempenhou algumas vezes. <br>Cerca de 1537, parte para a Índia, ao encontro dos seus dois irmãos. De acordo com os relatos da sua obra <em>Peregrinação</em>, em 1538, fez um cruzeiro ao mar Vermelho e, logo a seguir, participou num combate naval. Sem nunca o ter comprovado, refere também que entrou na Abissínia. Foi cativo dos muçulmanos, vendido a um grego e por este a um judeu que o levou para Ormuz. <br>Acompanhou Pedro de Faria a Malaca, de onde fez o ponto de partida para as suas aventuras, tendo percorrido, durante 21 acidentados anos, as costas da Birmânia, Sião, arquipélago de Sunda, Molucas, China e Japão. Numa das suas viagens a este país conheceu S. Francisco Xavier e, influenciado pela personalidade, decidiu entrar na Companhia de Jesus e promover uma missão jesuíta ao Japão. <br>Em 1554, depois de libertar os seus escravos, vai para o Japão como noviço da Companhia de Jesus e como embaixador do vice-rei D. Afonso de Noronha junto do rei do Bungo. Esta viagem constituiu um desencanto para ele, quer no que se refere ao comportamento do seu companheiro, quer no que respeita ao comportamento da própria Companhia. Desgostoso, abandona o noviciado e regressa a Portugal. Aqui, com a ajuda do governador Francisco Barreto, conseguiu arranjar documentos comprovativos dos sacrifícios realizados pela pátria, que lhe deram direito a uma tença, nunca recebida. Desiludido, foi para Vale de Rosal, em Almada, onde se manteve até à morte e onde escreveu, entre 1570 e 1578, a obra que nos legou, a sua inimitável <em>Peregrinação</em>. Esta só viria a ser publicada 20 anos depois da morte do autor, receando-se que o original tenha sofrido alterações às quais não seriam alheios os Jesuítas.<br><a href="https://www.wook.pt/autor/fernao-mendes-pinto/2138">https://www.wook.pt/autor/fernao-mendes-pinto/2138</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 14:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>Peregrinação: Estrutura e organização temática </title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Peregrinação constitui um longo texto que se compõe de duzentos e vinte e seis </div><div>capítulos, nos quais deparamos com um vasto painel de eventos e personagens, articulados narrativamente mediante o recurso à técnica da "deambulação", autopropondo-se como testemunho pela escrita de uma experiência vivencial autobiográfica. </div><div>Numa ordem cronológica que a economia interna da obra se impõe (ordem que tem em linha de conta o progresso da referida "deambulação"), misturam-se de forma muito artificiosa os universos da realidade e da ficção numa nova grandeza que se identifica fundamentalmente como narrativa. No entanto, a escrita resultante constitui uma textura discursiva em que se articulam componentes tão variadas como a narração própria 10 mente dita, a descrição, a história, a poesia em prosa, a carta, etc. Tudo isso vai constituir uma torrente variada, complexa, rica de matéria narrativa que, no discurso, é da competência de um narrador predominantemente em primeira pessoa, o qual organiza componentes, elementos,categorias, segundo estratégias bem definidas e dirigidas ao fim em vista.</div><div>Segundo esta proposta de leitura, as seis partes da Peregrinação dispõem-se em dois grupos de três, de forma simétrica.Deste modo, a Parte Primeiro remete para a sexta, interessando em ambas a experiência eminentemente subjectiva do narrador que ocupa o primeiro plano da narração. A Segundo parte encontra a sua equivalente na Quinta: frente a frente,os itinerários da ambição temporal (António de Faria) e do proselitismo religioso (Francisco Xavier e Padre Belchior). A terceira e a quarta partes constituem, por seu principal: no primeiro, um "nós" formado pelo"eu"e os outros portugueses e, no segundo, o "nós" abrangerá o "eu"e os não portugueses, isto é, os outros, os estrangeiros.</div><div>turno, os dois elementos de um típico central, em que um "nós" é delegado do narrador </div><div>Mais do que o testemunho isolado e individual de um "andarilho" aventureiro, a </div><div>Peregrinação pouco a pouco deverá impor-se na cultura portuguesa e ocidental como a narrativa marginal mas necessária, não como manifestação da "visão sombria" da expansão, corno defendia Hernâni Cidade, mas enquanto a omissa-a-ter-de-ser-dita para a visão mais completa da gesta portuguesa de Quinhentos. Por isso mesmo, ela terá de ser redescoberta como obra de significado colectivo, que diz respeito a toda uma </div><div>comunidade e que ajuda a melhor definir a maneira portuguesa de estar no mundo, o que equivale a dizer: definir a maneira de o Homem autenticamente se assumir na sua </div><div>nova condição deambulatório pelo espaço geográfico e pela história.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 14:58:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tabela sobre a peregrinação</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 15:02:44 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel Maria Barbosa du Bocage</title>
         <author>Catarina002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Manuel Maria de Barbosa l'Hedois du Bocage nasceu em Setubal, a 15 de setembro de 1765. Era filho do bacharel José Luís Soares de Barbosa<strong>. </strong>Teve cinco irmãos.<strong><br></strong>Bocage foi um poeta português.<strong> </strong>É uma figura inserida num período de transição do estilo clássico para o estilo romântico que terá forte presença na literatura portuguesa do século<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX"> </a>XIX.  <br><br>Autorretrato: <br><br>Magro, de olhos azuis, carão moreno,<br>Bem servido de pés, meão na altura,<br>Triste de facha, o mesmo de figura,<br>Nariz alto no meio e não pequeno;<br>Incapaz de assistir num só terreno,<br>Mais propenso ao furor do que à ternura;<br>Bebendo em níveas mãos, por taça escura,<br>De zelos infernais letal veneno;<br>Devoto incensador de mil deidades<br>(Digo, de moças mil) num só momento,<br>E somente no altar amando os frades,<br>Eis Bocage, em quem luz algum talento;<br>Saíram dele mesmo estas verdades,<br>Num dia em que se achou mais pachorrento.<br><br></div><div>                            — Bocage<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 14:03:48 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Obras</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/362165314</link>
         <description><![CDATA[<div>Já dizia o próprio poeta: “<em>Rasga meus versos. Crê na eternidade</em>”. A obra de Bocage está repleta de lirismo, erotismo, individualismo e sátiras com uma linguagem neoclássica, ou seja, clara, abreviada, correta e pomposo. Os temas mais explorados são: bucólicos, pastoris e da mitologia clássica.<br><strong>Ó Formosura!</strong></div><div>Piolhos cria o cabelo mais dourado;<br>Branca remela o olho mais vistoso;<br>Pelo nariz do rosto mais formoso<br>O monco se divisa pendurado:</div><div>Pela boca do rosto mais corado<br>Hálito sai, às vezes bem asqueroso;<br>A mais nevada mão sempre é forçoso;<br>Que de sua dona o cu tenha tocado:</div><div>Ao pé dele a melhor natura mora,<br>Que deitando no mês pode gordura,<br>Féitdo mijo lança a qualquer hora:</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 14:38:57 UTC</pubDate>
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         <title>Neoclassicismo</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/362167972</link>
         <description><![CDATA[<div>O neoclassicismo foi um movimento artístico (pintura, literatura, escultura e arquitetura), surgido na Europa por volta de 1750, durando até meados do século XIX. Este movimento teve como objetivo principal resgatar os valores estéticos e culturais das civilizações da Antiguidade Clássica (Grécia e Roma).</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 14:44:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/362169833</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Principais características:</strong></div><div> </div><div>- Valorização de temas e padrões estéticos da arte clássica antiga. Heróis e seres da mitologia grega, por exemplo, foram temas recorrentes nas pinturas e esculturas neoclássicas.</div><div> </div><div>- Forte influência das ideias filosóficas do iluminismo, principalmente as ligadas à razão.</div><div> </div><div>- Na pintura, o uso de cores frias e a valorização da perspectiva foram recursos muito utilizados.</div><div> </div><div>- Valorização da simplicidade e pureza estética (principalmente na pintura) em contraste com os rebuscamentos, dramaticidades e complexidades do Barroco e do Rococó.</div><div> </div><div>- Na Literatura, os textos apresentam como características principais a síntese, clareza e perfeição gramática.</div><div> </div><div>- Na escultura, forte influência das formas clássicas do Renascimento. Ao contrário dos escultores barrocos, que pintavam suas obras, os artistas neoclássicos optaram pela cor branca natural do mármore (como os escultores gregos e romanos).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 14:47:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/362174711</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pintura</strong></div><div> </div><div>- <em>Juramento dos Horácios</em> (1785) – obra do pintor francês <a href="https://www.suapesquisa.com/pintores_famosos/jacques_louis_david.htm">Jacques-Louis David</a>.<br><br></div><div>- <em>A morte de Marat</em> (1793) – obra do pintor francês Jacques-Louis David.<br>- <em>Banhista de Valpinçon</em> (1808) – pintura do artista plástico francês Auguste Dominique Ingres.<br>- <em>Carceri d’invenzione</em> (1760) – gravura do arquiteto e gravurista italiano Giambattista Piranesi.<br>- <em>Napoleão rei da Itália</em> (1805) – obra do pintor italiano Andrea Appiani.<br><br></div><div>- <em>O rapto das sabinas</em> (1799) - pintura do artista plástico francês Jacques-Louis David.</div><div> </div><div><strong>Escultura</strong></div><div> </div><div>- <em>Perseu com a cabeça da Medusa</em> (1800) – obra do escultor italiano Antonio Canova.<br>- <em>Espartacus</em> (1830) – estátua feita pelo escultor francês Denis Foyatier.<br>- Lucrécia Morta (1803) – obra do escultor francês Damià Campeny.</div><div> </div><div><strong>Literatura</strong></div><div> </div><div>- <em>O Espírito das Leis</em> (1748) – obra de Montesquieu.<br>- <em>A morte de Cesar</em> (1735) – tragédia escrita por Voltaire.<br>- <em>As relações perigosas</em> (1782) – romance escrito por Pierre Choderlos de Laclos.</div><div> </div><div><strong>Arquitetura</strong></div><div> </div><div>- Pórtico de La Medeleine (construído em Paris em 1842) – obra do arquiteto francês Pierre-Alexandre Vignon.<br><br></div><div>- Ponte sobre o rio Severn (construída em 1775).<br><br></div><div>- Panteão de Paris – monumento neoclássico localizado em Paris.</div><div> </div><div><strong>Neoclassicismo no Brasil</strong></div><div> </div><div>No Brasil, o neoclassicismo teve início em 1816, com a chegada da Missão Artística Francesa e a fundação da Escola Real de Artes e Ofícios. Portanto, podemos dizer que o movimento teve grande impulso com as ações de D. João VI, que buscavam incentivar o desenvolvimento cultural no Brasil.</div><div> </div><div>Na Literatura, podemos destacar o Arcadismo, que buscava retratar a vida simples do campo e aspectos da natureza. Tomás Antônio Gonzaga e Cláudio Manoel da Costa foram dois escritores brasileiros que se enquadram neste contexto cultural.</div><div> </div><div>Já na pintura, podemos destacar os pintores estrangeiros Rugendas, Taunay e Debret. Eles retrataram, em suas pinturas, cenas do cotidiano brasileiro da primeira metade do século XIX, além de várias paisagens, animais típicos, indígenas e diversos aspectos da natureza.</div><div> </div><div><strong>Curiosidade:</strong></div><div> - As descobertas e escavações arqueológicas das cidades romanas de Pompeia e Herculano, em meados do século XVIII, teve grande influência no início do movimento neoclássico. Estas descobertas fizeram reacender o interesse pela arte e cultura greco-romana.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 14:56:48 UTC</pubDate>
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         <title>Olha Marília, As Flautas Dos Pastores-Bocage</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/366080141</link>
         <description><![CDATA[<div>Olha Marília, as flautas dos pastores,<br>Que bem que soam, como são cadentes!<br>Olha o Tejo a sorrir-se! Olha: não sentes<br>Os Zéfiros brincar por entre as flores?<br><br>Vê como ali, beijando-se, os Amores<br>Incitam nossos ósculos ardentes!<br>Ei-las de planta em planta as inocentes<br>As vagas borboletas de mil cores!<br><br>Naquele arbusto o rouxinol suspira;<br>Ora nas folhas a abelhinha pára.<br>Ora nos ares sussurrando, gira.<br><br>Que alegre campo! Que manhã tão clara!<br>Mas ah! Tudo o que vês, se eu não te vira,<br>Mais tristeza que a morte me causara.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:45:26 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-Romantismo</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/366080143</link>
         <description><![CDATA[<div>Pré-Romantismo ou Primeiro Romantismo foi um movimento literário dos fins do século XVIII. Este movimento distancia se  das características neoclássicas e começa a evidenciar características temáticas próprias com o surgimento do Romantismo.<br><br></div><div>É também chamado de sentimentalismo por apresentar como características fundamentais a valorização do sentimento e da sensibilidade individuais face à moral social e às convenções, tem a ver com o aproximar do passado histórico e da literatura tradicional.<br><br></div><div>O pré-romantismo está ligado, do ponto de vista histórico, à emancipação da burguesia, que, por via da sua ascensão económica e social, se liberta progressivamente de alguns dos valores dominantes da cultura aristocrática, a que está associada a arte do classicismo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:45:27 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema de Bocage</title>
         <author>Catarina002</author>
         <link>https://padlet.com/catarina002/vu016w335hrz/wish/366081546</link>
         <description><![CDATA[<div>O sujeito poético retornou aos modelos clássicos, ou seja, o poema transmite a ideia de arte como uma cópia da natureza refletida através da tradição clássica. Na primeira estrofe, nota-se a valorização da vida no campo, pois a amada é convidada a admirar as coisas simples ao seu redor, voltando-se para uma vida simples e pastoril.<br><br>Na segunda estrofe, nota-se a idealização da mulher amada, outro aspeto muito importante na estética Árcade, pois na intenção de aproveitar o tempo (Carpe Diem), o pastor insinua que os beijos de outros amores incentivam os beijos dele com a mulher amada, principalmente naquele momento, já que aquela paisagem tão inocente e que transmite paz é propicia para este beijo.<br><br>A natureza serve de cenário para o acontecimento sentimental: “Olha o Tejo a sorrir-se! Olha: não sentes”.<br><br></div><div>O amor, neste poema, está associado à alegre, o sujeito poético está satisfeito em amar de Marília e deseja aproveitar a manhã com ela: “Vê como ali, beijando-se, os Amores/Incitam nossos ósculos ardentes!”.<br><br></div><div>Formalmente, este composição poética é um soneto, porque apresenta catorze versos decassilábicos, organizados em duas quadras e dois tercetos, segundo o esquema rimático abba/abba/cdc/dcd, pelo que a rima é interpolada e emparelhada nas quadras e cruzada nos tercetos. O poema termina com um pensamento elevalo ao qual se dá o nome de chave de ouro ou chave do soneto, onde constatamos que a beleza e a hamonia daquele quadro de "locus amoenus" só tem significado perante a presença da mulher amada.<br><br>Recursos expressivos:<br>«Olha» - Anáfora/Apóstrofe;<br>«o Tejo a sorrir-se» - Personificação;<br>«Os Zéfiros brincar» - Personificação;<br>«Vê» - Apóstrofe;<br>«Ei-las de planta em planta as inocentes» - Personificação<br>«Naquele arbusto o rouxinol suspira» - Personificação/Anástrofe<br>«Ora» - Anáfora<br>«Que» - Anáfora<br>«alegre campos» - Personificação<br>«Tudo o que vês, se eu não te vira,<br>Mais tristeza que a noite me causara.» - Hipérbole<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:51:39 UTC</pubDate>
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