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      <title>História Mosaico by Jennifer Ribeiro</title>
      <link>https://padlet.com/cupolla/oficina_escrita</link>
      <description>Recortes do que escrevemos! </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-08-21 23:19:15 UTC</pubDate>
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         <title>Personagem - Jennifer Ribeiro </title>
         <author>cupolla</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mais uma Maria<br>Uma mulher se olha no espelho e repara em seus olhos. Eles sempre foram lindos, exóticos e únicos, cor de mel com contornos verdes. "Mas afinal" - pensa com seus botões - "quem repara em olhos". <br>Olhando seu corpo, baixo rechonchudo e voluptuoso, ombros curvados devido aos seios grandes e anos esfregando o chão, cabelos negros e alisados com a raiz branca e crespa aparecendo. Passa as mãos firmes no rosto, são ásperas provas da sua imensa dedicação as inúmeras casas de família que trabalhou. Maria tem sonho de se casar, desde pequenininha imagina seu vestido branco, enorme e comprido, prova da sua pureza. Porém nunca pensou no noivo, nunca teve tempo pra namoricos. <br>Lê muito, seu momento de fuga, conhece o dono da banca que sempre te avisa quando chega uma nova edição de Sabrina ou Sidney Sheldon. <br>Hoje é seu aniversário, já nem se lembra quantos comemorou sozinha, mas hoje vai ser diferente. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-18 12:44:36 UTC</pubDate>
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         <title>Dominique - Personagem</title>
         <author>cupolla</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div>Janaina  esboço  </div><div> Uma mulher negra de aproximadamente um metro e setenta de altura cabelos longos olhos escuros, uma mulher de 17 anos um pouco acima do peso . </div><div>Ela só usa roupas negras com seus cabelos longos e preto com liso  um olhar sofrido triste uma mulher guerreira .<br>Janina desde sua infância sofre abusos vindo de alguém que estava ali pra se cuidar dela que era o seu padrasto ela nunca falou nada por medo e por que sempre pensou em seus irmãos mais novos guardou por tanto tempo tudo isso que acabou se sufocando aos 17 anos conheceu um rapaz que pra ela seria uma salvação, porém foi um dos erros de sua vida. Ele a ajudou, mas seu padrasto descobriu, e a expôs para sua mãe, contando uma versão totalmente distorcida, alegando que iria matar seu namorado. Nesse momento, Janaína, numa crise de loucura, conta tudo para sua mãe, dos abusos, porém sua mãe descredita dela. Mas de tanto insistir e chorar, sua mãe acaba acreditando, mas não faz nada em relação a isso. Janaína, triste, pois seu opressor continua na mesma casa que ela, no dia 22 de agosto, pega seus antidepressivos e toma suas duas cartelas. Enquanto todos cantavam parabéns para seu irmão, o fim que janaína tanto esperava aconteceu. Em cima de sua cama.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-18 22:50:57 UTC</pubDate>
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         <title>Pâmela - Personagem</title>
         <author>cupolla</author>
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         <description><![CDATA[<div>Emanueli , 35 anos. uma mulher com 1,65 de altura é bem magra ,com cabelo curto ondulado tipo Chanel castanho, com fios brancos já aparecendo na raiz do cabelo, branca , tem um pirsing do lado da boca ( igual da jhenny) rs. Usa sempre roupas pretas. Tem os olhos castanhos grandes uma boca bem marcada . Tem uma personalidade forte , uma mulher que ama ajudar os mais encarecidos. Ela é professora de português e da aula em uma escola pública , trabalha em uma ONG na periferia , onde da aula para adultos que não teve oportunidade de estudar. Uma mulher que é casada a 10 anos . Conheceu o marido em uma festa , ele é policial. Os dois namoraram por um ano e logo depois se casaram. Ela tem problemas e não consegue engravidar, seu sonho desde de pequena sempre foi ser mãe,  porém nunca conseguiu. Fez tratamento durante 5 anos porém sem sucesso , então entrou na fila para adotar uma criança e aguarda a sua vez. Um dia descobre que seu marido tem uma filha fora do casamento de 3 anos e que tem outra vida á 5 anos com outra mulher, muito mais nova do que ela. Ela resolve se matar frustrada</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-22 22:45:06 UTC</pubDate>
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         <title>Participantes do Grupo</title>
         <author>cupolla</author>
         <link>https://padlet.com/cupolla/oficina_escrita/wish/190625332</link>
         <description><![CDATA[<div>Brenda Dominique<br>Helena&nbsp;<br>Jennifer Ribeiro<br>Lilian<br>Pâmela&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-24 21:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>Lilian - personagem</title>
         <author>cupolla</author>
         <link>https://padlet.com/cupolla/oficina_escrita/wish/190661306</link>
         <description><![CDATA[<div>Aretuza, mulher de aproximadamente 45 anos, diarista (e quase aposentada) cansada da labuta do dia-a-dia, tem a pele já desgastada pela bravura do tempo. É uma senhora solteira, mas é mãe de Leonardo, menino de onze anos, cheio de vida e alegria, bem cheio dos mimos que ela insiste em fazer a ele, já que sente privilegiada por ter um anjo como companheiro e filho.<br>Aretuza sofre de uma doença degenerativa, coisa não tão bacana de se contar. Depende de serviço público para dar andamento do seu tratamento. Entre os sobreviventes desse mundo que Deus fez questão de deixar aos pedaços, ela até que se sai bem para driblar os problemas da vida cotidiana. <br>Aretuza mora em um bairro litorâneo, em Fortaleza. Gosta de cuidar da casa e de suas plantinhas, leva a vida simples de maneira tranquila. <br>Quem olha para ela agora, não imagina o que passou a alguns meses atrás; Aretuza pensou em se suicidar. <br>Já cansada da lida da vida e de tantos maus tratos, resolveu tentar ver o rosto da morte, atirando-se no lugar onde ela se sentia livre, onde ela sabia que, a cada visita, fazia as pazes com o divino: o encontro com as águas. <br>Aretuza tentou se atirar no mar, naquele dia tempestuoso, em 29 de outubro de 2016, já prestes a se jogar, foi socorrida por um alguém. Um certo alguém. Alguém que, por acaso ou por descuido do azar chegou para tirá-la daquela situação. <br>Carlos a tirou dali, como quem salva uma rosa de um incêndio, com todo o amor e carinho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-25 03:22:51 UTC</pubDate>
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         <title>Helena - personagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cupolla/oficina_escrita/wish/191014060</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Esboço da mulher<br><br>  Berenice de 28 anos, negra, cabelos compridos, olhos castanhos, dentes tortos com 1,72 de altura, nasceu na Bahia. Com 7 anos foi morar em São Paulo com seus pais. Entre os seus 15/16 anos seus pais  morreram em um acidente de carro, e ela passou a morar com a sua avó, que já era aposentada.<br>  Entrou na faculdade de artes cênicas, mas não terminou, trabalhava de garçonete, ou qualquer outro bico que encontrasse. Com 21 anos conseguiu juntar dinheiro para morar com uma amiga.<br>  Berenice sonhava com uma vida estável e tranquila, procurava por um amor pra vida toda, e queria ter uma família. Namorou algumas vezes, tanto com homens quanto com mulheres, mas nenhum desses relacionamentos deu certo. Até conhecer Pedro, quem ela gostava muito mas tinham uma relação complicada e quando sua avó morreu ele se torna a pessoa mais próxima dela. Ela se sentia muito sozinha e sofreu muito com a perda de sua avó. <br>Aos 28 anos Berenice, vivia trabalhando pra conseguir se sustentar, e descobriu que estava grávida, ficou muito contente com a notícia, mas Pedro não queria um filho nesse momento, então pede pra que ela faça um aborto. Depois de discutirem muito sobre o assunto ela decide ser mãe solteira, já que não tinha mais ninguém do seu lado decide mudar de vida completamente, volta pra Bahia pra criar seu filho(a) lá, e começar uma vida nova, deixou sua vida toda para trás. Mas ao chegar lá, depois de uma semana descobre que ela perdeu o filho(a) então sem mais planos, sem mais ninguem do seu lado, decide de matar no mar. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-25 19:46:14 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese</title>
         <author>nina_kuasne</author>
         <link>https://padlet.com/cupolla/oficina_escrita/wish/191056097</link>
         <description><![CDATA[<div>Narrador 1° pessoa<br>Dominique: Abuso<br>Helena: Aborto e infelicidade<br>Lilian: Vida angustiada<br>Pâmela: Traição e Frustração <br>Jennifer Ribeiro: Angustia <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-25 23:19:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cupolla</author>
         <link>https://padlet.com/cupolla/oficina_escrita/wish/199402923</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Rua Satulino de Oliveira, casa 3 (fundos), festa do Tiago.</strong></div><div><br><br></div><div>Nossa, que maravilha que deu tudo certo, esse bolo enorme e colorido deu muito trabalho mas valeu cada esforço e dinheiro gasto. Nunca esquecerei a expressão de surpresa misturada com alegria naquele rostinho pequeno. Afinal, não é sempre que temos três anos. O que não fazemos pelos filho?&nbsp;</div><div>Ainda bem que a Janaína é meu braço direito, apesar de ter apenas onze anos, ela se tornou a minha melhor amiga, a pessoa que mais confio e admiro. Às vezes até me esqueço a idade dela. Mais alto do que eu, corpo de mulher feita, mas rosto de criança. Não sei o que eu faria sem a minha filha mais velha. Por falar nisso, onde será que ela está? Desde o parabéns que não a vejo.</div><div>&nbsp;</div><div>Ué! Porta trancada! Ela nunca tranca a porta. Por que não abre? O que está acontecendo lá dentro? Bem, não deve ser nada, está se tornando uma adolescente independente e cheia de personalidade. Confio nela.</div><div><br></div><div>Sei que estou sendo precipitada, não está acontecendo nada, mas ela não responde. Sinto que há algo errado, sei disso. Abre logo essa porta filha. O que está havendo lá dentro? E se ela estiver precisando de mim. Não quero ser invasiva, mas essa espera está me matando.</div><div><br></div><div>Chega! Não aguento mais esperar, vai ser agora, nesse instante. Ninguém vai me ajudar? Esse bando de homens barbados não vão servir só pra comer os salgados e acabar com o refrigerante, eles vão abrir essa porta de qualquer jeito! Isso vamos derrubar a porta. Agora!&nbsp;</div><div><br><br></div><div><strong>Quarto 245, leito 2, Santa Casa de Misericórdia.</strong></div><div><br><br></div><div>Hoje estou completamente perdida, em um quarto de hospital, olhando para minha filha, a primeira criança que peguei no colo.Ela dorme tão tranquila agora, um sono que parece tão leve e livre das aflições. Estou me sentindo desolada, uma angústia que nunca pensei em sentir. Por que a minha filhinha poderia escolher morrer? Suicídio nunca foi a resposta pra nada, nem ao menos deveria ser uma opção ou uma escolha. Como ela poderia escolher algo assim?&nbsp;</div><div><br></div><div>Sou uma estúpida por não ter percebido o que estava acontecendo bem debaixo no meu teto, me sinto enganada e envergonhada. Como eu não percebi? Como pude ser tão cega e não entender o que faziam com a minha garotinha, onde foi que eu errei?&nbsp;</div><div><br></div><div>Mas isso não vai ficar assim, vou atrás dessas perguntas, vou entender o por que isso aconteceu. E sei bem por onde começar.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><strong>Quarto da Janaína, diário escondido na gaveta de calcinhas.</strong></div><div><br><br></div><div>05 de agosto de 2014.</div><div><br></div><div>Finalmente minha mãe sorriu novamente, faz muitos anos que não a via tão alegre. Seu rosto estava radiante e iluminado. Sei que a felicidade finalmente chegou pra ela e quem a trouxe foi seu namorado Francisco.</div><div><br></div><div>19 de fevereiro de 2015.</div><div><br></div><div>Estou confusa! Enquanto minha mãe estava no banho, eu assistia tv com o Chico na sala. Ele tocou a minha coxa de uma forma estranha, não entendi bem porque eu fiquei tão incomodada. Não foi nada de mais né?&nbsp;</div><div><br></div><div>10 de Março de 2015.</div><div><br></div><div>O Chico me assustou muito durante essa noite, não entendi bem porque ele estava no meu quarto, mas ele explicou que eu estava tendo um pesadelo e achou melhor me chamar. Ainda bem que ele está sempre por perto.</div><div><br></div><div>23 de Abril de 2015.</div><div><br></div><div>O dia mais feliz da minha vida, a felicidade da minha mãe é a minha também. Ela se casou com o Chico. Ele prometeu cuidar muito bem de nós duas e que seria um ótimo pai para o Tiago.</div><div><br></div><div>22 de Agosto de 2015.</div><div><br></div><div>Mais uma vez eu fui acordada no meio da noite pelo Chico, mas dessa vez foi diferente. Ele estava triste, disse que havia brigado feio com a minha mãe e que pensava em se separar.Logo hoje, no aniversário do meu irmãozinho. Fiquei preocupada, pedi um abraço e foi quando ele me tocou novamente. Não sabia como agir, o que fazer. Queria que ele parasse, queria grita, queria a minha mãe. Porém eu queria ainda mais que a minha família continuasse junta e feliz.</div><div>Nada. Não sinto nada. Absolutamente nada. Menos que nada. Não sinto o chão, não sinto o meu corpo, não vejo nada, não escuto nada.</div><div><br></div><div>O que é isso na minha mão?&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-22 22:35:29 UTC</pubDate>
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         <author>cupolla</author>
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         <author>cupolla</author>
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         <author>cupolla</author>
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         <pubDate>2017-10-22 23:01:54 UTC</pubDate>
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         <author>cupolla</author>
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         <author>cupolla</author>
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