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      <title>EM/2023 | Romanceiro da Inconfidência by Gisa Gasparotto</title>
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      <description>Análise literária realizada por alunas e alunos do 3EM/2023 do Colégio Mater Dei-SP, sob orientação da Profa. Gisa Gasparotto</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-02 15:59:37 UTC</pubDate>
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         <title>Organização da Leitura do livro Romanceiro da Inconfidência</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Trimestre/2023<br><br><a href="http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/5628/material/CEC%C3%83%C2%ADLia%20Meireles%20-%20Romanceiro%20da%20Inconfid%C3%83%C2%AAncia%20%5BRev%5D%5B1%5D.pdf">http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/5628/material/CEC%C3%83%C2%ADLia%20Meireles%20-%20Romanceiro%20da%20Inconfid%C3%83%C2%AAncia%20%5BRev%5D%5B1%5D.pdf</a><br><br>88 poemas/partes, 4 para cada aluno<br><a href="https://padlet.com/gisagasparotto/prchvat4f3p6m2g0">https://padlet.com/gisagasparotto/prchvat4f3p6m2g0</a> individualmente.<br><br>1a. semana: 02 a 08 de maio<br>2a. semana: 09 a 15 de maio<br>3a. semana: 16 a 22 de maio<br>4a. semana: 23 a 29 de maio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:01:50 UTC</pubDate>
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         <title>Diego Valente Marconi</title>
         <author>diegomarconi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Romance III ou do caçador feliz<br><br>Caçador que andas na mata,<br>bem sei por que vais contente,<br>com grandes olhos felizes:<br>vês que s de reino encantado,<br>pelo vale, pela serra,<br>qualquer caminho que pises.<br>Tropeças em seixos de ouro,<br>em cascalho de diamantes,<br>nunca em singelas raízes.<br><br>Os grãos da tua escopeta<br>- e como vai carregada! -<br>para a caça que precises,<br>são pepitas de ouro puro...<br>E está cheio de ouro o papo<br>das codornas e perdizes...<br>Caçador que andas na mata,<br>são bichos que vais caçando,<br>ou caças o que não dizes?<br><br>Caçador que andas na mata...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:08:13 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Santos </title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:09:44 UTC</pubDate>
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         <title>Julia Guimaro</title>
         <author>juliaguimaro</author>
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         <title>Marina </title>
         <author></author>
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         <title>Bruno Loch Varella</title>
         <author>brunovarella2</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:10:32 UTC</pubDate>
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         <title>Catarina </title>
         <author>catarinamarques4</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:10:32 UTC</pubDate>
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         <title>Cenario</title>
         <author>brunovarella2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Passei por essas plácidas colinas<br>e vi das nuvens, silencioso, o gado<br>pascer nas solidões esmeraldinas.<br><br>Largos rios de corpo sossegado<br>dormiam sobre a tarde, imensamente,<br>- e eram sonhos sem fim, de cada lado.<br><br>Entre nuvens, colinas e torrente,<br>uma angústia de amor estremecia<br>a deserta amplidão na minha frente.<br><br>Que vento, que cavalo, que bravia<br>saudade me arrastava a esse deserto,<br>me obrigava a adorar o que sofria?<br><br>Passei por entre as grotas negras, perto<br>dos arroios fanados, do cascalho<br>cujo ouro já foi todo descoberto.<br><br>As mesmas salas deram-me agasalho<br>onde a face brilhou de homens antigos,<br>iluminada por aflito orvalho.<br><br>De coração votado a iguais perigos<br>vivendo as mesmas dores e esperanças,<br>a voz ouvi de amigos e inimigos<br><br>Vencendo o tempo, fértil em mudanças,<br>conversei com doçura as mesmas fontes,<br>e vi serem comuns nossas lembranças.&nbsp;<br><br>Da brenha tenebrosa aos curvos montes,<br>do quebrado almocafre aos anjos de ouro<br>que o céu sustêm nos longos horizontes,<br><br>tudo me fala e entende do tesouro<br>arrancado a estas Minas enganosas,<br>com sangue sobre a espada, a cruz e o louro.<br><br>Tudo me fala e entendo: escuto as rosas<br>e os girassóis destes jardins, que um dia<br>foram terras e areias dolorosas,<br><br>por onde o passo da ambição rugia;<br>por onde se arrastava, esquartejado,<br>o mártir sem direito de agonia.<br><br>Escuto os alicerces que o passado<br>tingiu de incêndio: a voz dessas ruínas<br>de muros de ouro em fogo evaporado.<br><br>Altas capelas cantam-me divinas<br>fábulas. Torres, santos e cruzeiros<br>apontam-me altitudes e neblinas.<br><br>Ó pontes sobre os córregos! ó vasta<br>desolação de ermas, estéreis serras<br>que o sol freqüenta e a ventania gasta!<br><br>Armado pó que finge eternidade,<br>lavra imagens de santos e profetas<br>cuja voz silenciosa nos persuade.<br><br>E recompunha as coisas incompletas:<br>figuras inocentes, vis, atrozes,<br>vigários, coronéis, ministros, poetas.<br><br>Retrocedem os tempos tão velozes<br>que ultramarinos árcades pastores<br>falam de Ninfas e Metamorfoses.&nbsp;<br><br>E percebo os suspiros dos amores<br>quando por esses prados florescentes<br>se ergueram duros punhos agressores.<br><br>Aqui tiniram ferros de correntes;<br>pisaram por ali tristes cavalos.<br>E enamorados olhos refulgentes<br><br>- parado o coração por escutá-los<br>prantearam nesse pânico de auroras<br>densas de brumas e gementes galos.<br><br>Isabéis, Dorotéias, Heliodoras,<br>ao longo desses vales, desses rios,<br>viram as suas mais douradas horas<br><br>em vasto furacão de desvarios<br>vacilar como em caules de altas velas<br>cálida luz de trêmulos pavios.<br><br>Minha sorte se inclina junto àquelas<br>vagas sombras da triste madrugada,<br>fluidos perfis de donas e donzelas.<br><br>Tudo em redor é tanta coisa e é nada:<br>Nise, Anarda, Marília...- quem procuro?<br>Quem responde a essa póstuma chamada?<br><br>Que mensageiro chega, humilde e obscuro?<br>Que cartas se abrem? Quem reza ou pragueja?<br>Quem foge? Entre que sombras me aventuro?<br><br>Quem soube cada santo em cada igreja?<br>A memória é também pálida e morta<br>sobre a qual nosso amor saudoso adeja.<br><br>O passado não abre a sua porta<br>e não pode entender a nossa pena.&nbsp;<br>Mas, nos campos sem fim que o sonho corta,<br><br>vejo uma forma no ar subir serena:<br>vaga forma, do tempo desprendida.<br>É a mão do Alferes, que de longe acena.<br><br>Eloqüência da simples despedida:<br>“Adeus! que trabalhar vou para todos!...”<br>(Esse adeus estremece a minha vida.)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:10:45 UTC</pubDate>
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         <title>Adrian Shapazian</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:10:46 UTC</pubDate>
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         <title>Victória Almeida</title>
         <author>juliaguimaro</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:10:48 UTC</pubDate>
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         <title>Caroline Kraemer</title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:10:52 UTC</pubDate>
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         <title>Romance I ou da revelação do ouro</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:11:25 UTC</pubDate>
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         <title>Romance II ou do Ouro Incansável </title>
         <author>catarinamarques4</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mil bateias vão rodando<br>sobre córregos escuros;<br>a terra vai sendo aberta<br>por intermináveis sulcos;<br>infinitas galerias<br>penetram morros profundos.<br><br>De seu calmo esconderijo,<br>O ouro vem, dócil e ingênuo;<br>torna-se pó, folha, barra,<br>prestígio, poder, engenho..<br>É tão claro! - e turva tudo:<br>honra, amor e pensamento.<br><br>Borda flores nos vestidos,<br>sobe a opulentos altares,<br>traça palácios e pontes,<br>eleva os homens audazes,<br>e acende paixões que alastram<br>sinistras rivalidades.<br><br>Pelos córregos, definham<br>negros, a rodar bateias.<br>Morre-se de febre e fome<br>sobre a riqueza da terra:<br>uns querem metais luzentes,<br>outros, as redradas pedras.<br><br>Ladrões e contrabandistas<br>estão cercando os caminhos;<br>cada família disputa<br>privilégios mais antigos;&nbsp;<br>os impostos vão crescendo<br>e as cadeias vão subindo.<br><br>Por ódio, cobiça, inveja,<br>vai sendo o inferno traçado.<br>Os reis querem seus tributos,<br>- mas não se encontram vassalos.<br>Mil bateias vão rodando,<br>mil bateias sem cansaço.<br><br>Mil galerias desabam;<br>mil homens ficam sepultos;<br>mil intrigas, mil enredos<br>prendem culpados e justos;<br>já ninguém dorme tranqüilo,<br>que a noite é um mundo de sustos.<br><br>Descem fantasmas dos morros,<br>vêm almas dos cemitérios:<br>todos pedem ouro e prata,<br>e estendem punhos severos,<br>mas vão sendo fabricadas<br>muitas algemas de ferro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:11:39 UTC</pubDate>
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         <title>Giovana Ohl</title>
         <author>juliaguimaro</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:12:13 UTC</pubDate>
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         <title>Luisa Hojaij</title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:12:21 UTC</pubDate>
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         <title>joão pedro </title>
         <author>joaobiagiolli</author>
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         <description><![CDATA[<div>Romance 10- donzela pobre </div>]]></description>
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      <item>
         <title>Romance 11 Ou do punhal e da flor</title>
         <author>juliaguimaro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rezando estava a donzela,<br>rezando diante do altar.<br>E como a viam mirada<br>pelo Ouvidor Bacelar!<br>Foi pela Semana Santa.<br>E era sagrado, o lugar.<br>Muito se esquecem os homens,<br>quando se encantam de amor.<br>Mirava em sonho, a donzela,<br>o enamorado Ouvidor.<br>E em linguagem de amoroso<br>arremessou-lhe uma flor.<br>Caiu-lhe a rosa no colo.<br>Girou malícia pelo ar.<br>Vem, raivoso, Felisberto,<br>seu parente, protestar.<br>Era na Semana Santa.<br>E estavam diante do altar.<br>Mui formosa era a donzela,<br>E mui formosa era a flor.<br>Mas sempre vai desventura<br>onde formosura for.<br>Vede que punhal rebrilha<br>na mão do Contratador!<br>Sobe pela rua a tropa<br>que já se mandou chamar.<br>E era à saída da igreja,<br>depois do ofício acabar.&nbsp;<br>Vede a mão que há pouco esteve<br>contrita, diante do altar!<br>Num botão resvala o ferro:<br>e assim se salva o Ouvidor.<br>Todo o Tejuco murmura,<br>- uns por ódio, uns por amor.<br>Subir um punhal nos ares,<br>por ter descido uma flor!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:12:51 UTC</pubDate>
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         <title>Gianluca</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:12:57 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Haddad Ebel</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Romance 12 ou de nossa senhora da ajuda</title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:13:11 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 15 ou das cismas da Chica da Silva</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Romance 16 ou Da Traição do Conde </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Já chega um próprio de longe:<br>já chega um próprio a cavalo,<br>por entre nuvens de poeira<br>e montanhas de cascalho,<br>e a negrada que se volve<br>de almocafres levantados<br>e a algazarra de protesto<br>dos grandes cães alarmados<br>sob o espanto dos tropeiros,<br>e a alegria dos vassalos<br>que esperam novas da Vila.<br>Chega e apeia-se de um salto.<br>A porta de João Fernandes,<br>pára, em demanda do Conde.<br>Sacode o chapéu e as botas,<br>conta mentiras de longe,<br>enquanto o cavalo bebe,<br>na água, as nuvens do horizonte.<br>Que novas serão chegadas?<br>Que novas traz aquele homem?<br>O Conde a andar pela sala,<br>com um fundo sulco na fronte.<br>Soam-lhe os passos nas tábuas<br>como passadas de bronze.<br>Mas, entre as doze mulatas<br>que a servem, resmunga a Chica:<br>“Oxalá não traga o próprio<br>más novidades da Vila.<br>Tenho o coração parado<br>como se não fosse viva.&nbsp;<br>Que este maroto, do Reino<br>ao Tejuco, não viria,<br>senão por algum segredo,<br>por alguma fina intriga.<br>Vamos a ver se minha alma<br>fala verdade ou mentira.”<br>Na sala passeia o Conde,<br>para trás e para diante.<br>- Por que me levais, amigo?<br>(Era a voz de João Fernandes.)<br>Dei-vos o ouro que quisestes;<br>ouro vos dei, mais diamantes,<br>para a Casa dos Meneses<br>de Castelo Branco e Abranches<br>não soçobrar arruinada<br>enquanto andáveis distante.<br>Como me levais agora<br>a prestar contas com os Grandes?<br>Fala o Conde de má morte:<br>- Ordens são, que hoje recebo...<br>Fala o Conde mui fingido:<br>- Padece por vós meu zelo:<br>de um lado, o dever de amigo,<br>mas, de outro, a lealdade ao Reino...<br>João Fernandes não responde:<br>ouve e recorda em silêncio<br>o que lhe dissera a Chica,<br>em tom de pressentimento.<br>Como as palavras se torcem,<br>conforme o interesse e o tempo!<br>(Como se fazem de honrados<br>os Condes, de bolsos cheios!)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:13:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance 17 ou Das Lamentações no Tejuco</title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:14:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>joaobiagiolli</author>
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         <description><![CDATA[<div>Donzelinha, donzelinha<br>dos grandes olhos sombrios,<br>teus parentes andam Longe,<br>pelas serras, pelos rios,<br>tentando a sorte nas catas,<br>em barrancos já vazios!<br>Donzelinha, donzelinha,<br>mira os santos nos altares,<br>que apontam, compadecidos,<br>para celestes lugares,<br>onde são de ouro e diamante<br>quantas lágrimas chorares!<br>Donzelinha, donzelinha,<br>fecha esses olhos sombrios.<br>As montanhas são tão altas!<br>Os ribeiros são tão frios!<br>O reino de Deus, tão Longe<br>dos humanos desvarios!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:14:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance 4 ou Da Donzela Assassinada</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575437959</link>
         <description><![CDATA[<div>“Sacudia o meu lencinho<br>para estendê-lo a secar.<br>Foi pelo mês de dezembro,<br>pelo tempo do Natal.<br>Tão feliz que me sentia,<br>vendo as nuvenzinhas no ar,<br>vendo o sol e vendo as flores<br>nos arbustos do quintal,<br>tendo ao longe, na varanda,<br>um rosto para mirar!&nbsp;<br><br>“Ai de mim, que suspeitaram<br>que lhe estaria a acenar!<br>Sacudia o meu lencinho<br>para estendê-lo a secar.&nbsp;<br><br>Lencinho lavado em pranto,<br>grosso de sonho e de sal,<br>de noites que não dormira,<br>na minha alcova a pensar,<br>- porque o meu amor é pobre,<br>de condição desigual.<br><br>“Era no mês de dezembro<br>pelo tempo do Natal.<br>Tinha o amor na minha frente,<br>tinha a morte por detrás:<br>desceu meu pai pela escada,<br>feriu-me com seu punhal.<br>Prostrou-me a seus pés, de bruços,<br>sem mais força para um ai!<br>Reclinei minha cabeça&nbsp;<br>em bacia de coral.<br>Não vi mais as nuvenzinhas<br>que Pasciam pelo ar.<br>Ouvi minha mãe aos gritos<br>e meu pai a soluçar,<br>entre escravos e vizinhos,<br>e não soube nada mais.<br><br>“Se voasse o meu lencinho,<br>grosso de sonho e de sal,<br>e pousasse na varanda,<br>e começasse a contar<br>que morri por culpa do ouro<br>- que era de ouro esse punhal<br>que me enterrou pelas costas<br>a dura mão de meu pai -<br>sabe Deus se choraria<br>quem o pudesse escutar,<br>- se voasse o meu lencinho<br>e se pudesse falar,<br>como fala o periquito<br>e voa o pombo torcaz...<br><br>“Reclinei minha cabeça<br>em bacia de coral.<br>Já me esqueci do meu nome,<br>por mais que o queira lembrar!&nbsp;<br><br>“Foi pelo mês de dezembro,<br>pelo tempo do Natal.<br>Tudo tão longe, tão longe,<br>que não se pode encontrar.&nbsp;<br><br>Mas eu vagueio sozinha,<br>pela sombra do quintal,<br>e penso em meu triste corpo,<br>que não posso levantar,<br>e procuro o meu lencinho,<br>que não sei por onde está,&nbsp;<br>e relembro uma varanda<br>que havia neste lugar...&nbsp;<br><br>“Ai, minas de Vila Rica,<br>santa Virgem do Pilar!<br>Dizem que eram minas de ouro...<br>- para mim, de rosalgar,<br>para mim, donzela morta<br>pelo orgulho de meu pai.<br>(Ai, pobre mão de loucura,<br>que mataste por amar! )<br>Reparai nesta ferida<br>que me fez o seu punhal:<br>gume de ouro, punho de ouro,<br>ninguém o pode arrancar!<br>Há tanto tempo estou morta!<br>E continuo a penar.”&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:14:19 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Antônia</title>
         <author>mariaantonia15</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:14:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance 14 ou Da Chica da Silva </title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575438364</link>
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         <pubDate>2023-05-02 16:14:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gustavo Pedroso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575439141</link>
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         <pubDate>2023-05-02 16:15:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Manuela Dupas</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575439204</link>
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         <pubDate>2023-05-02 16:15:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 9.  Poema - Vira-e-sai</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575439274</link>
         <description><![CDATA[<div>Santa Ifigênia, princesa núbia,<br>desce as encostas, vem trabalhar,<br>por entre as pedras, por entre as águas,<br>com seu poder sobrenatural.<br>Santa Ifigênia levanta o facho,<br>procura a mina do Chico-Rei:<br>negros tão dentro da serra negra<br>que a Santa negra quase os não vê.<br>Ai dêstes homens, princesa núbia,<br>rompendo as brenhas, pensando em vós!<br>Que as vossas jóias, que as vossas flores<br>aqui se ganham com ferro e suor!<br>Santa Ifigênia, princesa núbia,<br>pisa na mina do Chico-Rei.<br>Folhagens de ouro, raízes de ouro<br>nos seus vestidos se vêm prender.<br>Santa Ifigênia fica invisível,<br>entre os escravos, de sol a sol.<br>Ouvem-se os negros cantar felizes.<br>Toda a montanha faz-se ouro em pó.<br>Ninguém descobre a princesa núbia,<br>na vasta mina do Chico-Rei.<br>Depois que passam o sol e a lua,<br>Santa Ifigênia passa, também.<br>Santa Ifigênia, princesa núbia,<br>sobe a ladeira quase a dançar,&nbsp;<br>O ouro sacode dos pés, do manto,<br>chama seus anjos, e vira-e-sai.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:15:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575439770</link>
         <description><![CDATA[<div>Ainda vai chegar o dia<br>de nos virem perguntar:<br>- Quem foi a Chica da Silva,<br>que viveu neste lugar?<br>(Que tudo passa...<br>O prazer é um intervalo<br>na desgraça...)<br>Já vereis noutro navio,<br>levado por homens grandes,<br>igual a um negro fugido,<br>o Contratador Fernandes.<br>(Que tudo acaba!<br>Quem diz que montanha de ouro<br>não desaba?)<br>Se o vento dá no Tejuco,<br>leva coluna e varanda,<br>leva a pompa, leva o luxo<br>e mais a Chica-que-manda.<br>(Que tudo engana.<br>Gente, só a morte, mesmo,<br>é soberana!)<br>Nós aqui movendo as águas<br>e as pedras, desta maneira?<br>- Pois não deixaremos nada:<br>nem o nome da caveira. (Que a nossa vida<br>é a mesma coisa que a morte,<br>- noutra medida...)<br>Mas os homens e as mulheres<br>vivem neste desvario...<br>Não há febre como a febre<br>que corta o Serro do Frio...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:15:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 13 ou Do Contratador Fernandes</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575440218</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:15:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575441147</link>
         <description><![CDATA[<div>Que andor se atavia<br>naquela varanda?<br>É a Chica da Silva:<br>é a Chica-que-manda!<br><br>Cara cor da noite<br>olhos cor de estrela.<br>Vem gente de longe<br>para conhecê-la.<br><br>(Por baixo da cabeleira,<br>tinha a cabeça rapada<br>e até dizem que era feia.)<br><br>Vestida de tisso,<br>de raso e de holanda<br>- é a Chica da Silva:<br>- é a Chica-que-manda!<br><br>Escravas, mordomos<br>seguem, como um rio,<br>a dona do dono<br>do Serro do Frio.<br><br>(Doze negras em redor,<br>- como as horas, nos relógios.<br>Ela, no meio, era o sol!)<br><br>Um rio que, altiva,<br>dirige e comanda<br>a Chica da Silva,<br>a Chica-que-manda.&nbsp;<br><br>Esplendem as pedras<br>por todos os lados:<br>são flechas em selvas<br>de leões marchetados.<br><br>(Diamantes eram, sem jaça,<br>por mais que muitos quisessem<br>dizer que eram pedras falsas.)<br><br>Mil luzeiros chispam,<br>à flexão mais branda<br>da Chica da Silva<br>da Chica-que-manda!<br><br>E curvam-se, humildes,<br>fidalgos farfantes,<br>à luz dessa incrível<br>festa de diamantes.<br><br>(Olhava para os reinóis<br>e chamava-os “marotinhos”!<br>Que viu desprezo maior?)<br><br>Gira a noite gira,<br>dourada ciranda<br>da Chica da Silva,<br>da Chica-que-manda!<br><br>E em tanque de assombro<br>veleja o navio<br>da dona do dono<br>do Serro do Frio.<br><br>(Dez homens o tripulavam,<br>para que a negra entendesse<br>como andam barcos nas águas.)<br><br>Aonde o leva a brisa&nbsp;<br>sobre a vela panda?<br>- A Chica da Silva:<br>à Chica-que-manda.<br><br>A Vênus que afaga,<br>soberba e risonha<br>as luzentes vagas<br>do Jequitinhonha.<br><br>(À Rainha de Sabá,<br>num vinhedo de diamantes<br>poder-se-ia comparar.)<br><br>Nem Santa Ifigênia,<br>toda em festa acesa,<br>brilha mais que a negra,<br>na sua riqueza.<br><br>Contemplai, branquinhas,<br>na sua varanda,<br>a Chica da Silva,<br>a Chica-que-manda!<br><br>(Coisa igual nunca se viu.<br>Dom João Quinto, rei famoso,<br>não teve mulher assim!)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:16:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance IX ou de Vira–e-sai</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575442151</link>
         <description><![CDATA[<div>Santa Ifigênia, princesa núbia,<br>desce as encostas, vem trabalhar,<br>por entre as pedras, por entre as águas,<br>com seu poder sobrenatural.<br><br>Santa Ifigênia levanta o facho,<br>procura a mina do Chico-Rei:<br>negros tão dentro da serra negra<br>que a Santa negra quase os não vê.<br><br>Ai dêstes homens, princesa núbia,<br>rompendo as brenhas, pensando em vós!<br>Que as vossas jóias, que as vossas flores<br>aqui se ganham com ferro e suor!<br><br>Santa Ifigênia, princesa núbia,<br>pisa na mina do Chico-Rei.<br>Folhagens de ouro, raízes de ouro<br>nos seus vestidos se vêm prender.<br><br>Santa Ifigênia fica invisível,<br>entre os escravos, de sol a sol.<br>Ouvem-se os negros cantar felizes.<br>Toda a montanha faz-se ouro em pó.<br><br>Ninguém descobre a princesa núbia,<br>na vasta mina do Chico-Rei.<br>Depois que passam o sol e a lua,<br>Santa Ifigênia passa, também.<br><br>Santa Ifigênia, princesa núbia,<br>sobe a ladeira quase a dançar,&nbsp;<br>O ouro sacode dos pés, do manto,<br>chama seus anjos, e vira-e-sai.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:17:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575442731</link>
         <description><![CDATA[<div>Havia várias imagens<br>na capela do Pombal:<br>e portada de cortinas<br>e sanefa de damasco<br>e, no altar, o seu frontal.<br>São Francisco, Santo Antônio<br>olhavam para Jesus<br>que explicava, noite e dia,<br>com sua simples presença,<br>a aprendizagem da cruz.<br>Havia prato e galhetas,<br>panos roxos e missal;<br>e dois castiçais de estanho<br>e vozes puxando rezas,<br>na capela do Pombal. (Pequenas imagens<br>de pouco valor,<br>os Santos, a Virgem<br>e Nosso Senhor,<br>Aquilo que mais valia<br>na capela do Pombal<br>era a Senhora da Ajuda,<br>com seu cetro, com seu manto,<br>com seus olhos de cristal.<br>Sete crianças, na capela,<br>rezavam, cheias de fé,<br>à grande Santa formosa. Eram três de cada lado,<br>os filhos do almotacé.<br>Suplicam as sete crianças<br>que a Santa as livre do mal.<br>Três meninas, três meninos...<br>E um grande silêncio reina<br>na capela do Pombal.<br>(Mas esse, do meio,<br>tão sério, quem é?<br>- Eu, Nossa Senhora,<br>sou Joaquim José.)<br>Ah! como ficam pequenos<br>os doces poderes seus!<br>Este é sem Anjo da Guarda,<br>sem estrela, sem madrinha...<br>Que o proteja a mão de Deus!<br>Diante deste solitário<br>na capela do Pombal,<br>Nossa Senhora da Ajuda<br>é uma grande imagem triste,<br>longe do mundo mortal.<br>(Nossa Senhora da Ajuda,<br>entre os meninos que estão<br>rezando aqui na capela,<br>um vai ser levado à forca<br>com baraço e com pregão!)<br>(Salvai-o, Senhora<br>com o vosso poder,<br>do triste destino<br>que vai padecer!)<br>(Pois vai ser levado à forca,para morte natural,&nbsp;<br>esse que não estais ouvindo,<br>tão contrito, de mãos postas,<br>na capela do Pombal!)<br>Sete crianças se levantam.<br>Todas sete estão de pé,<br>fitando a Santa formosa,<br>de cetro, manto e coroa.<br>- No meio, Joaquim José.<br>(Agora são tempos de ouro.<br>Os de sangue vêm depois.<br>Vêm algemas, vêm sentenças,<br>vêm cordas e cadafalsos,<br>na era de noventa e dois.)<br>(Lá vai um menino<br>entre seis irmãos.<br>Senhora da Ajuda,<br>pelo vosso nome,<br>estendei-lhe as mãos!)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:18:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Thomaz Vitale</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575443225</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:18:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 7 ou Do negro nas cartas</title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575444017</link>
         <description><![CDATA[<div>Já se ouve cantar o negro,<br>mas inda vem longe o dia.<br>Será pela estrela d'alva,<br>com seus raios de alegria?<br>Será por algum diamante<br>a arder, na aurora tão fria?<br>Já se ouve cantar o negro,<br>pela agreste imensidão.<br>Seus donos estão dormindo:<br>quem sabe o que sonharão!<br>Mas os feitores espiam,<br>de olhos pregados no chão.<br>Já se ouve cantar o negro.<br>Que saudade, pela serra!<br>Os corpos, naquelas águas,<br>- as almas, por longe terra.<br>Em cada vida de escravo,<br>que surda, perdida guerra!<br>Já se ouve cantar o negro.<br>Por onde se encontrarão<br>essas estrelas sem jaça<br>que livram da escravidão,<br>pedras que, melhor que os homens,<br>trazem luz no coração?<br>Já se ouve cantar o negro.<br>Chora neblina, a alvorada.<br>Pedra miúda não vale:<br>liberdade é pedra grada...&nbsp;<br>(A terra toda mexida,<br>a água toda revirada...<br>Deus do céu, como é possível<br>penar tanto e não ter nada!)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:19:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>carolinemello</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos sertões americanos,<br>anda um povo desgrenhado:<br>gritam pássaros em fuga<br>sobre fugitivos riachos;<br><br>desenrolam-se os novelos<br>das cobras, sarapintados;<br>espreitam, de olhos luzentes,<br>os satíricos macacos.<br><br>Súbito, brilha um chão de ouro:<br>corre-se - é luz sobre um charco.<br><br>A zoeira dos insetos<br>cresce, nos vales fechados,<br>com o perfume das resinas<br>e desse mel delicado<br>que se acumula nas flores<br>em grãos de veludo e orvalho.<br><br>(Por onde é que andas, ribeiro,<br>descoberto por acaso?)<br><br>Grossos pés firmam-se em pedras:<br>sob os chapéus desabados,<br>O olhar galopa no abismo,<br>vai revolvendo o planalto;<br>descobre os índios desnudos,<br>que se escondem, timoratos;<br>calcula ventos e chuvas;<br>mede os montes, de alto a baixo;<br>em rios a muitas léguas&nbsp;<br><br>vai desmontando o cascalho;<br>em cada mancha de terra,<br>desagrega barro e quartzo.<br><br>Lá vão pelo tempo a dentro<br>esses homens desgrenhados:<br>duro vestido de couro<br>enfrenta espinhos e galhos;<br>em sua cara curtida<br>não pousa vespa ou moscardo;<br>comem larvas, passarinhos,<br>palmitos e papagaios;<br>sua fome verdadeira<br>é de rios muito largos,<br>com franjas de prata e de ouro,<br>de esmeraldas e topázios.<br><br>(Que é feito de ti, montanha,<br>que A face escondes no espaço?)<br><br>E é por isso que investigam<br>toda a brenha, palmo a palmo;<br>é por isso que se entreolham<br>com duras pupilas de aço;<br>que uns aos outros se destroçam<br>com seus facões e machados:<br>companheiros e parentes<br>são rivais e amigos falsos.<br><br>(Que é feito de ti, caminho,<br>em teu segredo enrolado?)<br><br>Por isso, descem as aves<br>de distantes céus intactos<br>sobre corpos sem socorro,<br>pela sombra apunhalados;<br>por isso, nascem capelas<br>no mudo espanto dos matos,<br>onde rudes homens duros&nbsp;<br><br>depositam seus pecados.<br>Por isso, o vento que gira<br>assombra as onças e os veados:<br>que seu sopro, antigamente,<br>era perfume tão grato,<br>e, agora, é cheiro de morte,<br>de feridos e enforcados...<br><br>(Que é feito de ti, remoto<br>Verbo Divino Encarnado?)<br><br>Selvas, montanhas e rios<br>estão transidos de pasmo.<br>É que avançam, terra a dentro,<br>os homens alucinados.<br>Levam guampas, levam cuias,<br>levam flechas, levam arcos;<br>atolam-se em lama negra,<br>escorregam por penhascos,<br>morrem de audácia e miséria,<br>nesse temerário assalto,<br>ambiciosos e avarentos,<br>abomináveis e bravos,<br>para fortuitas riquezas<br>estendendo inquietos braços,<br>- os olhos já sem clareza,<br>- os lábios secos e amargos.<br><br>(Que é feito de vós, ó sombras<br>que o tempo leva de rastos?)<br><br>E, atrás deles, filhos, netos,<br>seguindo os antepassados,<br>vêm deixar a sua vida,<br>caindo nos mesmos laços,<br>perdidos na mesma sede,<br>teimosos, desesperados,<br>por minas de prata e de ouro<br>curtindo destino ingrato,&nbsp;<br><br>emaranhando seus nomes<br>para a glória e o desbarato,<br>quando, dos perigos de hoje,<br>outros nascerem, mais altos.<br>Que a sede de ouro é sem cura,<br>e, por ela subjugados,<br>os homens matam-se e morrem,<br>ficam mortos, mas não fartos.<br><br>(Ai, Ouro Preto, Ouro Preto,<br>e assim foste revelado!)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:21:32 UTC</pubDate>
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         <title>ou das cismas da Chica da Silva </title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na sua cama dourada,<br>Chica da Silva não dorme.<br>Pensa nas falas do Conde,<br>pensa no ouro, e desta sorte<br>aconselha a João Fernandes:<br>- Hoje, todo o mundo corre,<br>Senhor, atrás de riquezas:<br>nem é doutro mal que sofre<br>esse vosso falso amigo,<br>esse Conde de má morte.<br>Quem sabe o que o traz tão longe?<br>Quais serão as suas ordens?<br>E o Contratador responde<br>(imagino o que dizia):<br>- O Conde de Valadares<br>de mágoa e pesar definha,<br>por ter a família ausente<br>e a nobre Casa em ruínas.<br>Aqueles folhelhos de ouro<br>iluminaram-lhe a vista.<br>Se é de pobreza que sofre,<br>que custa, dar-lhe alegria?<br>Não se há de dizer que a um nobre<br>não deram socorro as Minas...<br>Responde a Chica da Silva<br>(assim dizem que pensava):<br>- Estes marotos do Reino<br>só chegam por estas lavras<br>para recolher o fruto<br>das grotas e das gupiaras.&nbsp;<br>Eles gastando na corte,<br>e a Morte aqui pelas catas,<br>desmoronando barrancos,<br>engrossando as enxurradas...<br>Não sei que tem este Conde:<br>não gosto da sua cara!<br>E assim vão passando os dias.<br>E o Conde de Valadares,<br>que chegara tão sombrio,<br>- pela liberalidade<br>do Contratador Fernandes<br>vai perdendo seus pesares.<br>Em caçadas e passeios,<br>galga serras, desce vales,<br>manda lapidar diamantes<br>por flamengo lapidário,<br>e - ao ter a fortuna feita -<br>adeus, formosos lugares!<br>E diz a Chica da Silva<br>ao ricaço do Tejuco:<br>- Eu neste Conde não creio;<br>com seus modos não me iludo;<br>detrás de suas palavras,<br>anda algum sentido oculto.<br>Os homens, à luz do dia,<br>olham bem, mas não vêem muito:<br>dentro de quatro paredes,<br>as mulheres sabem tudo.<br>Deus me perdoe, mas o Conde<br>vem cá por outros assuntos.<br>Assim murmurava a Chica.<br>E as mulheres não se enganam.<br>João Fernandes escutava-a<br>mais simples do que uma criança.<br>Iam girando as bateias,&nbsp;<br>ia crescendo a abundância,<br>iam subindo as gupiaras:<br>braço, almocafre, alavanca<br>reviravam pela terra<br>a sementeira de chamas<br>para as futuras florestas<br>de fogo que se levantam...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>Adrian Shapazian</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:22:53 UTC</pubDate>
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         <title>Caroline Kraemer</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:22:59 UTC</pubDate>
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         <title>Part 2 Cenário </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:23:01 UTC</pubDate>
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         <title>Catarina </title>
         <author>catarinamarques4</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:23:23 UTC</pubDate>
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         <title>Bruno </title>
         <author>brunovarella2</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:23:25 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 21 </title>
         <author>catarinamarques4</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vastidão desses campos.<br>A alta muralha das serras.<br>As lavras inchadas de ouro.<br>Os diamantes entre as pedras.<br>Negros, índios e mulatos.<br>Almocafres e gamelas.<br>Os rios todos virados.<br>Toda revirada, a terra.<br>Capitães, governadores,<br>padres, intendentes, poetas.<br>Carros, liteiras douradas,<br>cavalos de crina aberta.<br>A água a transbordar das fontes.<br>Altares cheios de velas.<br>Cavalhadas. Luminárias.<br>Sinos. Procissões. Promessas.<br>Anjos e santos nascendo<br>em mãos de gangrena e lepra.<br>Finas músicas broslando<br>as alfaias das capelas.<br>Todos os sonhos barrocos<br>deslizando pelas pedras.<br>Pátios de seixos. Escadas.<br>Boticas. Pontes. Conversas.<br>Gente que chega e que passa.<br>E as idéias.<br>Amplas casas. Longos muros.<br>Vida de sombras inquietas.<br>Pelos cantos das alcovas,<br>histerias de donzelas.&nbsp;<br>Lamparinas, oratórios,<br>bálsamos, pílulas, rezas.<br>Orgulhosos sobrenomes.<br>Intrincada parentela.<br>No batuque das mulatas,<br>a prosápia degenera:<br>pelas portas dos fidalgos,<br>na lã das noites secretas,<br>meninos recém-nascidos<br>como mendigos esperam.<br>Bastardias. Desavenças.<br>Emboscadas pela treva.<br>Sesmarias. Salteadores.<br>Emaranhadas invejas.<br>O clero. A nobreza. O povo.<br>E as idéias.<br>E as mobílias de cabiúna.<br>E as cortinas amarelas.<br>D. José. D. Maria.<br>Fogos. Mascaradas. Festas.<br>Nascimentos. Batizados.<br>Palavras que se interpretam<br>nos discursos, nas saúdes...<br>Visitas. Sermões de exéquias.<br>Os estudantes que partem.<br>Os doutores que regressam.<br>(Em redor das grandes luzes,<br>há sempre sombras perversas.<br>Sinistros corvos espreitam<br>pelas douradas janelas.)<br>E há mocidade! E há prestígio.<br>E as idéias.<br>As esposas preguiçosas<br>na rede embalando as sestas.<br>Negras de peitos robustos<br>que os claros meninos cevam.&nbsp;<br>Arapongas, papagaios,<br>passarinhos da floresta.<br>Essa lassidão do tempo<br>entre embaúbas, quaresmas,<br>cana, milho, bananeiras<br>e a brisa que o riacho encrespa.<br>Os rumores familiares<br>que a lenta vida atravessam:<br>elefantíases; partos;<br>sarna; torceduras; quedas;<br>sezões; picadas de cobras;<br>sarampos e erisipelas...<br>Candombeiros. Feiticeiros.<br>Ungüentos. Emplastos. Ervas.<br>Senzalas. Tronco. Chibata.<br>Congos. Angolas. Benguelas.<br>Ó imenso tumulto humano!<br>E as idéias.<br>Banquetes. Gamão. Notícias.<br>Livros. Gazetas. Querelas.<br>Alvarás. Decretos. Cartas.<br>A Europa a ferver em guerras.<br>Portugal todo de luto:<br>triste Rainha o governa!<br>Ouro! Ouro! Pedem mais ouro!<br>E sugestões indiscretas:<br>Tão longe o trono se encontra!<br>Quem no Brasil o tivera!<br>Ah, se D. José II<br>põe a coroa na testa!<br>Uns poucos de americanos,<br>por umas praias desertas,<br>já libertaram seu povo<br>da prepotente Inglaterra!<br>Washington. Jefferson. Franklin.<br>(Palpita a noite, repleta&nbsp;<br>de fantasmas, de presságios...)<br>E as idéias.<br>Doces invenções da Arcádia!<br>Delicada primavera:<br>pastoras, sonetos, liras,<br>- entre as ameaças austeras<br>de mais impostos e taxas<br>que uns protelam e outros negam.<br>Casamentos impossíveis.<br>Calúnias. Sátiras. Essa<br>paixão da mediocridade<br>que na sombra se exaspera.<br>E os versos de asas douradas,<br>que amor trazem e amor levam...<br>Anarda. Nise. Marília...<br>As verdades e as quimeras.<br>Outras leis, outras pessoas.<br>Novo mundo que começa.<br>Nova raça. Outro destino.<br>Planos de melhores eras.<br>E os inimigos atentos,<br>que, de olhos sinistros, velam.<br>E os aleives. E as denúncias.<br>E as idéias.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:23:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fala à antiga vila rica</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575450626</link>
         <description><![CDATA[<div>Como estes rostos<br>dos chafarizes,<br>foram cobertos<br>os vossos olhos<br>de véus de limo,<br>de musgo e líquens,<br>paralisados<br>no frio tempo,<br>fora das sombras<br>que o sol regula.<br><br>Mas, ai! não fala<br>a vossa língua<br>como estas fontes,<br>- palavras d'água,<br>rápidas, claras,<br>precipitadas,<br>intermináveis.<br><br>Ou fala? E apenas<br>o nosso ouvido,<br>na terra surda<br>que os homens pisam,<br>já nada entende<br>do vosso longo,<br>triste discurso,<br>- amáveis sombras<br>que aqui jogastes<br>vosso destino,<br>na obrigatória,<br>total aposta<br>que às vezes fazem&nbsp;<br>secretas vidas,<br>por sobre-Humanas<br>fatalidades?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:23:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Giovana </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575451619</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:24:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 25 ou do aviso anônimo </title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575452829</link>
         <description><![CDATA[<div>Veio uma carta de longe,<br>não se sabe de que mão.<br>Atravessou esses campos,<br>caiu como flor ao vento<br>sobre a Vila de São João.<br>Correi, senhores da terra,<br>Ouvidor e Coronéis,<br>enterrai vossas riquezas,<br>mandai para longe os trastes,<br>escondei vossos papéis.<br>Veio uma carta de longe.<br>Aproximai-vos e ouvi:<br>fala de rios propínquos,<br>rios de lágrima e sangue<br>que vão correr por aqui.<br>Parte, cabra, vai-te embora,<br>vai levar a teu patrão<br>as notícias que chegaram<br>sobre a desgraça que cerca<br>este povo de São João.<br>Veio uma carta de longe.<br>O que dizia, não sei.<br>há calúnias, há suspeitas..<br>(Vede as janelas fechadas!.<br>Confabulam! Querem Rei!)<br>Escondei jóias e alfaias!<br>(Que tropa é que vai chegar?)&nbsp;<br>Parece que vão ser presos<br>os grandes, os poderosos,<br>os donos deste lugar.<br>Veio uma carta de longe.<br>Abriu-se muito colchão,<br>queimou-se o que estava escrito,<br>escreveu-se o que era falso,<br>nesta Vila de São João.<br>E o Lenheiro vai correndo<br>como fita de cristal<br>sobre as pedras, sob as pontes,<br>entre o rumor e o silêncio<br>do sobressalto geral.<br>Veio uma carta de longe.<br>- Fortes ecos tem a dor!<br>que os escravos já souberam,<br>no fundo de suas brenhas<br>desse aviso de terror...<br>Mas os meninos risonhos<br>pelas varandas estão<br>- quase órfãos! - mirando as nuvens,<br>como os belos anjos de ouro<br>das igrejas de São João.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:24:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Julia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575452844</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:24:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eduardo</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575453255</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:25:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 24 ou Da Bandeira da Inconfidência</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575453424</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Através de grossas portas,sentem-se luzes acesas,— e há indagações minuciosasdentro das casas fronteiras:olhos colados aos vidros,mulheres e homens à espreita,caras disformes de insônia,vigiando as ações alheias.Pelas gretas das janelas,pelas frestas das esteiras,agudas setas atirama inveja e a maledicência.Palavras conjeturadasoscilam no ar de surpresas,como peludas aranhasna gosma das teias densas,rápidas e envenenadas,engenhosas, sorrateiras.&nbsp;Atrás de portas fechadas,à luz de velas acesas,brilham fardas e casacas,junto com batinas pretas.E há finas mãos pensativas,entre galões, sedas, rendas,e há grossas mãos vigorosas,de unhas fortes, duras veias,e há mãos de púlpito e altares,de Evangelhos, cruzes, bênçãos.Uns são reinóis, uns, mazombos;e pensam de mil maneiras;mas citam Vergílio e Horácio,e refletem, e argumentam,falam de minas e impostos,de lavras e de fazendas,de ministros e rainhase das colônias inglesas.&nbsp;Atrás de portas fechadas,à luz de velas acesas,uns sugerem, uns recusam,uns ouvem, uns aconselham.Se a derrama for lançada,há levante, com certeza.Corre-se por essas ruas?Corta-se alguma cabeça?Do cimo de alguma escada,profere-se alguma arenga?Que bandeira se desdobra?Com que figura ou legenda?Coisas da Maçonaria,do Paganismo ou da Igreja?A Santíssima Trindade?Um gênio a quebrar algemas?&nbsp;Atrás de portas fechadas,à luz de velas acesas,entre sigilo e espionagem,acontece a Inconfidência.E diz o Vigário ao Poeta:“Escreva-me aquela letrado versinho de Vergílio…”E dá-lhe o papel e a pena.E diz o Poeta ao Vigário,com dramática prudência:“Tenha meus dedos cortadosantes que tal verso escrevam…”LIBERDADE, AINDA QUE TARDE,ouve-se em redor da mesa.E a bandeira já está viva,e sobe, na noite imensa.E os seus tristes inventoresjá são réus — pois se atreverama falar em Liberdade(que ninguém sabe o que seja).&nbsp;Através de grossas portas,sentem-se luzes acesas,— e há indagações minuciosasdentro das casas fronteiras.“Que estão fazendo, tão tarde?Que escrevem, conversam, pensam?Mostram livros proibidos?Lêem notícias nas Gazetas?Terão recebido cartasde potências estrangeiras?”(Antiguidades de Nimesem Vila Rica suspensas!Cavalo de La Fayettesaltando vastas fronteiras!Ó vitórias, festas, floresdas lutas da Independência!Liberdade – essa palavra,que o sonho humano alimenta:que não há ninguém que explique,e ninguém que não entenda!)&nbsp;E a vizinhança não dorme:murmura, imagina, inventa.Não fica bandeira escrita,mas fica escrita a sentença.</blockquote><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:25:16 UTC</pubDate>
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         <title>Diego Valente Marconi</title>
         <author>diegomarconi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Romance XXII ou do diamante extraviado<br><br>Um negro desceu do Serro.<br>(E era um negro alto bastante.)<br>Vinha escondido no negro<br>certo diamante.<br><br>(Como a noite negra leva<br>um luminoso planeta<br>parado na sua treva.)<br><br>Um negro desceu do Serro.<br>Tinha roupa de encerado,<br>com forro azul de vaqueta:<br>e está provado<br>que o negro desceu do Serro<br>para vender o diamante.<br><br>Sabe-se-lhe o peso e o preço,<br>e que o viajante,<br>esse tal negro do Serro,<br>pode ainda ser encontrado,<br>se à Vila mandam depressa<br>algum soldado.<br><br>(Mas quem é que tem coragem<br>de fazer parar o negro<br>nessa escandalosa viagem?)<br><br>Um negro desceu do Serro.<br>Toda a Vila, vigilante,<br>viu que brilhava no negro<br>certo diamante.<br>Se o negro o frouxe do Serro,&nbsp;<br>devia ser condenado.<br><br>Mas todo o mundo tem medo,<br>e está calado.<br>Que o negro desceu do Serro<br>mais que os brancos arrogante.<br>Vende a pedra com sossego<br>e passa adiante.<br><br>(E mais ninguém, lá na Vila,<br>por essa pedra extraviada,<br>pode ter vida tranqüila!)<br><br>Um negro desceu do Serro,<br>soberbamente montado.<br>Ninguém dorme, com o desejo<br>alvoroçado...<br><br>(Com grandes penas de pato,<br>os mais invejosos fazem<br>seu minucioso relato... )&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:25:19 UTC</pubDate>
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         <title>João</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
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         <description><![CDATA[<div>Romance 29 </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:26:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manueladupas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eis que chega ao Serro Frio,<br>à terra dos diamantes,<br>o Conde de Valadares,<br>fidalgo de nome e sangue,<br>José Luís de Meneses<br>de Castelo Branco e Abranches.<br>Ordens traz do grão Ministro<br>de perseguir João Fernandes.<br>Tudo pela febre e o medo<br>do ouro - febre e medo que, antes,<br>deceparam no ar a estrela<br>dos contratadores Brantes.<br><br>Chega o Conde mui cansado.<br>Chega o Conde mui fingido.<br>(Ai, quem possuíra a riqueza<br>que borbulha no Distrito,<br>- sem descer do seu cavalo...<br>- sem meter os pés no rio...<br>-<br><br>Quem, do dia para a noite,<br>ficara podre de rico!)<br>Lá vem cavalgando o Conde,<br>com modo imponente e altivo.<br>Lá vem cobrindo o Tejuco<br>seu cobiçoso suspiro.<br><br>- Conde, por que estais tão triste?<br>Confessai-me a vossa pena.<br>(Assim fala João Fernandes,<br>dono da terra opulenta.)<br>Aqui tendes meu palácio,&nbsp;<br>os vinhos da minha mesa,<br>os meus espelhos dourados,<br>cama coberta de seda,<br>o aroma da minha quinta,<br>a minha capela acesa,<br>e, fora a Chica da Silva,<br>minhas mulatas e negras.<br><br>Poderoso e hospitaleiro,<br>assim João Fernandes fala.<br>Suspira o Conde enganoso.<br>Já vos digo o que pensava:<br><br>“Deste Tejuco não volto<br>sem ter metade das lavras,<br>metade das lavras de ouro,<br>mais outro tanto das catas;<br>sem meu cofre de diamantes,<br>todos estrelas sem jaça,<br>- que para os nobres do Reino<br>é que este povo trabalha!”<br><br>Continuava João Fernandes,<br>tratando-o em termos de amigo:<br>- Vinde ver minhas cascatas,<br>minhas conchas, meu navio!<br>Se o Burgalhau vos desgosta,<br>cortá-lo-ei deste caminho,<br>- pois damos ordens à terra,<br>mudamos o curso aos rios,<br>atravessamos as rochas,<br>saltamos sobre os abismos,<br>e, na vida que levamos,<br>só temos certo - o perigo.<br><br>Escutava o Conde, imóvel,<br>como quem traz seu segredo.<br>Bem sabe as ordens escritas<br>que existem, para prendê-lo,&nbsp;<br>caso resista ao convite<br>de ir prestar contas ao Reino.<br>Escutava o Conde infido,<br>calculando voz e jeito<br>com que comover Fernandes,<br>subjugando-o a seu desejo,<br>arrancando-lhe ouro e pedras<br>como qualquer bandoleiro.<br><br>De cotovelo na mesa,<br>e, grave, inclinando a face,<br>ao Contratador responde<br>o astucioso Valadares:<br>- Pelas provas que já tenho<br>da vossa honrosa amizade,<br>dir-vos-ei que muito sofro<br>a lonjura desta viagem.<br>Com as inconstâncias do tempo,<br>minha casa se debate:<br>que a Fortuna raramente<br>favorece os que mais valem!<br><br>Pensativo, João Fernandes,<br>dizem que assim lhe responde:<br>- A Fortuna é sempre cega,<br>e vária, a sorte dos homens.<br>Inda que aos da vossa raça<br>nem deslustre nem desonre<br>o Fado, com seus contrastes,<br>quero segurar-vos, Conde,<br>que em mim tendes um amigo,<br>entre os vossos servidores.<br>Alegrai, porém, os olhos,<br>que alegrareis tudo, ao longe.<br><br>- Vinde esquecer a tristeza<br>ao calor do meu teatro,<br>onde representam vivos<br>os dramas de Metastásio&nbsp;<br>glórias e vícios do mundo<br>em luminoso retrato.<br><br>Vinde espairecer os sonhos,<br>e distrair os cuidados.<br>Nas palavras dos poetas<br>reclinai vosso cansaço.<br>Estes sítios tornam doce<br>o coração mais amargo!<br><br>Mas em vão fala Fernandes<br>palavras de tanto acerto.<br>Sério permanece o Conde,<br>carregando o sobrecenho.<br>E quando, à mesa, mais tarde,<br>com Fernandes toma assento,<br>não se lhe ilumina o rosto<br>com o claro cristal aceso<br>dos finos vinhos copiosos.<br>Que desejo, que tormento<br>ensombra a luz de seus olhos<br>entre os dourados espelhos?<br><br>Mas, depois de fruta e doce,<br>mas, depois de doce e fruta,<br>colocam diante do Conde<br>uma terrina ampla e funda,<br>para que os dedos distraia<br>de saudades e de angústias...<br>Agora, o jovem fidalgo<br>descerra a máscara astuta:<br>entre suspiro e sorriso,<br>toma nas mãos e calcula<br>os folhelhos de ouro, e acalma<br>a fingida desventura.<br><br>(Ai, ouro negro das brenhas,<br>ai, ouro negro dos rios...<br>Por ti trabalham os pobres,&nbsp;<br>Por ti padecem os ricos.<br>Por ti, mais por essas pedras<br>que, com seu límpido brilho,<br>mudam a face do mundo,<br>tornam os reis intranqüilos!<br>Em largas mesas solenes,<br>vão redigindo os ministros<br>cartas, alvarás, decretos,<br>e fabricando delitos.)<br><br>(Isso foi lá para os lados<br>do Tejuco, onde os diamantes<br>transbordavam do cascalho.)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Romance XXIX ou das velhas piedosas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dizem que atrás dele<br>ia um cavaleiro<br>muito bem montado,<br>levando consigo<br>um papel escrito<br>com o maior cuidado.<br><br>Na Semana Santa,<br>enquanto as imagens<br>estavam cobertas,<br>traçara altas letras,<br>encaracoladas,<br>mas não muito certas.<br><br>(Ai de quem na sua casa<br>se deixa estar, sem supor<br>o que em Sexta-feira Santa<br>escreve a mão de um traidor!)<br><br>O papel aceita<br>o que os homens traçam...<br>E a mão inimiga<br>como aranha estende<br>com fios de tinta<br>as teias da intriga.<br><br>E lá ficam presos,<br>na viscosa trama,<br>os padres, os poetas,<br>os sábios, os ricos,<br>e outros, invejados<br>por causas secretas.&nbsp;<br><br>(Ai de quem, na sua casa<br>se deixa estar, sem supor<br>que já vai por serra acima<br>tão bem montado, o traidor!)<br><br>Dizem que cavalga<br>ostensivamente<br>e também proclama<br>que por sua causa<br>já não há levante,<br>pois não há Derrama.<br><br>Diz que leva cartas<br>que o senhor Visconde<br>lhe terá confiado.<br><br>Que, com seus haveres,<br>se fosse na Europa,<br>teria um ducado!<br><br>(Ai de quem na sua casa<br>se deixa estar, sem supor<br>que já partiu desta terra<br>tão bem montado, o traidor!)<br><br>(Acorrei, vizinhos,<br>com toda a prudência,<br>com o maior mistério:<br>notai a passagem,<br>muito suspeitosa,<br>de Joaquim Silvério!<br>E ouvi, pelos sítios,<br>por lavras e igrejas,<br>varandas e muros,<br>- que já se apropinquam,<br>de choro e de sangue,<br>os dias escuros!)&nbsp;<br><br>(Ai de quem na sua casa<br>se deixa estar, sem supor<br>que, no Rio de Janeiro,<br>saltou da sela, o traidor.)&nbsp;</div>]]></description>
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         <title>Dimitri</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <title>Guilherme</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <title>Marina </title>
         <author></author>
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         <title>Dimitri</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <title>Luisa Hojaij</title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <title>Sophia </title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <title>Romance XXVIII ou da denúncia de Joaquim Silvério </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No Palácio da Cachoeira,<br>com pena bem aparada,<br>começa Joaquim Silvério<br>a redigir sua carta.<br>De boca já disse tudo<br>quanto soube e imaginava.<br>Ai, que o traiçoeiro invejoso<br>junta às ambições a astúcia.<br>Vede a pena como enrola<br>arabescos de volúpia,<br>entre as palavras sinistras<br>desta carta de denúncia!<br>Que letras extravagantes,<br>com falsos intuitos de arte!<br>Tortos ganchos de malícia,<br>grandes borrões de vaidade.<br>Quando a aranha estende a teia,<br>não se encontra asa que escape.<br>Vede como está contente,<br>pelos horrores escritos,<br>esse impostor caloteiro<br>que em tremendos labirintos<br>prende os homens indefesos<br>e beija os pés aos ministros!<br>As terras de que era dono,<br>valiam mais que um ducado.<br>Com presentes e lisonjas,<br>arrematava contratos.&nbsp;<br>E delatar um levante<br>pode dar lucro bem alto!<br>Como pavões presunçosos,<br>suas letras se perfilam.<br>Cada recurvo penacho<br>é um erro de ortografia.<br>Pena que assim se retorce<br>deixa a verdade torcida.<br>(No grande espelho do tempo,<br>cada vida se retrata:<br>os heróis, em seus degredos<br>ou mortos em plena praça;<br>- os delatores, cobrando<br>o preço das suas cartas...)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>Gianluca</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <title>Guilherme</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <title>Romance 31 ou De Mais Tropeiros </title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <title>Romance 36 ou Das Sentinelas</title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <title>poema 26</title>
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         <title>Gustavo Pedroso</title>
         <author></author>
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         <title>Romance 35</title>
         <author></author>
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         <title>Manuela</title>
         <author>juliaguimaro</author>
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         <title>Maria Antônia</title>
         <author>marianahaddad4</author>
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         <title>Mariana</title>
         <author>marianahaddad4</author>
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         <pubDate>2023-05-02 16:31:27 UTC</pubDate>
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         <title>Orientações</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <description><![CDATA[<div>3 postagens:<br>1. Narre com suas palavras o conteúdo do seu poema<br>2. Faça Paralelos da narrativa com os dias atuais<br>3. Faça Correspondência Artística: algum vídeo, pode ser de música, trailer de filme ou Ted<br>4. Diálogo entre vídeo e poema</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:34:48 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 32 ou Das Pilatas</title>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“Vou-me a Caminho do Rio&nbsp;<br>{minha boa camarada,<br>{meter canoas de frete,<br>levantar moinhos d’água;<br>quando voltar, volto rico,<br>{e esta gente desgraçada&nbsp;<br>{que padece em terra de ouro,&nbsp;<br>por minhas mãos será salta.&nbsp;<br><br>“Vou-me a caminho do Rio&nbsp;<br>{minha boa camarada:&nbsp;<br>{não te aflijas por teu filho,&nbsp;<br>pois lhe mando assentar praça,&nbsp;<br>(Que o general me protege,&nbsp;<br>{com muitas pessoas gradas!)<br><br>(Tudo isto ia levar volta..&nbsp;<br>{Tudo isto volta levava...)&nbsp;<br><br>“Vou-me a caminho do Rio,&nbsp;<br>minha boa camarada...”&nbsp;<br><br>(Era assim que ele dizia...<br>- vai comentando a mulata.<br>E batia-lhe nas costas,<br>e dava uma gargalhada,&nbsp;<br>e saltava para a sela,&nbsp;<br>e entre adeuses se afestava.)&nbsp;<br><br>“Vou-me a caminho do Rio<br>{minha boa camarada...<br>(O tempo passava. O filho&nbsp;<br>{sem poder assentar praça...<br>Nos rios de ouro, perdidas&nbsp;<br>{muitas lágrimas salgadas.&nbsp;<br>Nem canoas nem moinhos:<br>só prisões e mais desgraças...)&nbsp;<br><br>“Vou-me a caminho do Rio&nbsp;<br>{minha boa camarada...<br><br>(Para mim, foi perseguido.&nbsp;<br>Para mim, por lá se acaba.&nbsp;<br>Não deve sonhar o pobre,&nbsp;<br>{que o pobre não vale nada...&nbsp;<br>Se o sonho do pobre é crime,&nbsp;<br>{quanto mais qualquer palavra!)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 21:02:07 UTC</pubDate>
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         <title>Romance XX do país da Arcádia</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title></title>
         <author>carolinemello</author>
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         <description><![CDATA[<div>O país da Arcádia<br>jaz dentro de um leque:<br>existe ou se acaba<br>conforme o decrete<br>a Dona que o entreaba,<br>a Sorte que o feche.&nbsp;<br><br>É sonho que guarda<br>em pálpebra leve,<br>diáfana e parada,<br>a emoção campestre<br>de suspiro d'água<br>em flor que fenece.<br>- Desejo que afaga.<br>- Dom que se oferece.&nbsp;<br><br>(Ó rápida aljava,<br>não sejas tão breve,<br>que o amor chega, passa<br>e logo se esquece!)&nbsp;<br><br>O país da Arcádia<br>jaz dentro de um leque:<br>sob mil grinaldas,<br>verde-azul floresce.<br>Por ele resvala,<br>resvala e se perde,<br>a aérea palavra<br>que o zéfiro escreve.<br>A luz é sem data.<br>Nomes aparecem<br>nas fitas que esvoaçam:&nbsp;<br><br>Marília, Glauceste,<br>Dirceu, Nise, Anarda...<br>- o bosque estremece:<br>nos arroios, claras<br>ovelhinhas bebem.<br>Sanfonas e frautas<br>suspiros repetem.&nbsp;<br><br>O país da Arcádia,<br>súbito, escurece,<br>em nuvem de lágrimas.<br>Acabou-se a alegre<br>pastoral dourada:<br>pelas nuvens baixas,<br>a tormenta cresce.&nbsp;<br><br>(O tempo é indelével,<br>mas não há mais nada.<br>Em cinza adormece<br>a festa de nácar,<br>o assomo celeste<br>do país da Arcádia,<br>no partido leque... )</div>]]></description>
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         <title>Thomaz Vitale</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Victoria Almeida</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Adrian Schapazian</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Bruno Varella</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Caroline Kraemer</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Catarina</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Diego Valente</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Dimitri</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Eduardo</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Gianluca</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Giovana Ohl</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Gulherme</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Gustavo Pedroso</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>João Pedro</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Julia Guimaro</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Luisa Hojaij</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Manuela Dupas </title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Maria Antônia</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Mariana Ebel</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Marina</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Sophia Santos</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Thomaz Vitale</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Victoria Almeida</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Adrian Shapazian</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Bruno Varella</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Caroline Kraemer</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Catarina</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Diego Valente</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Dimitri</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Eduardo</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Gianluca</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Giovana Ohl</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Guilherme</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Gustavo Pedroso</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>João Pedro</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Julia Guimaro</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <title>Luisa Hojaij</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-02 21:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>Manuela Dupas</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-02 21:27:39 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Antônia </title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-02 21:27:57 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Ebel</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-02 21:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Romance XXX ou do riso dos tropeiros </title>
         <author>juliaguimaro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Passou um louco, montado.<br>Passou um louco, a falar<br>que isto era uma terra grande<br>e que a ia libertar.<br>Passou num macho rosilho.<br>E, sem parar o animal,<br>falava contra o governo,<br>contra as leis de Portugal.<br>Nós somos simples tropeiros,<br>por estes campos a andar.<br>O louco já deve ir longe:<br>mas inda o vemos pelo ar....<br>Mostrando os montes, dizia<br>que isto é terra sem igual,<br>que debaixo destes pastos<br>e tudo rico metal...<br>- Por isso é que assim nos rimos,<br>que nos rimos sem parar,<br>pois há gente que não leva<br>a cabeça no lugar.<br>Ah! se conosco estivesse<br>o capitão general!<br>E também nos disse o louco:<br>“Levai bem pólvora e sal!”.<br>Por isso que rimos tanto...<br>Mas, quando ele aqui tornar,&nbsp;<br>teremos a terra livre,<br>- salvo se, por um desar,<br>o metem num enxovia,<br>e, por sentença real,<br>o fazem subir à forca,<br>para morte natural.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 21:45:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2575856455</link>
         <description><![CDATA[<div>De noite e de dia,<br>por todos os lados,<br>caminham dois homens,<br>que vão disfarçados,<br>pois são granadeiros<br>e - sendo soldados -<br>alguém lhes permite<br>bigodes rapados.<br>Ai, pobre do Alferes,<br>que gira inocente,<br>sonhando outro mundo,<br>amando outra gente...<br>Vai jogando sonhos:<br>- lúdica semente! -<br>brotam sentinelas,<br>miseravelmente...<br>Ao sair das portas,<br>diante dos sobrados,<br>em qualquer esquina,<br>sempre ali postados.<br>São dois? São duzentos?<br>São dois mil? Lavrados<br>em febre, parecem,<br>e multiplicados...<br>(Esses vultos que me seguem<br>Joaquim Silvério, quem são?<br>Devem ser as sentinelas<br>que amanhã me prenderão? Que as pôs sobre os meus passos?<br>Quem comete essa traição?<br>Responde, Joaquim Silvério,<br>quem nos leva à perdição?)<br>Mas não há resposta,<br>- que o traidor prudente<br>desliza nas sombras,<br>não fala de frente...<br>A um deserto surdo<br>clama, inutilmente,<br>o animoso Alferes...<br>- Só ele - presente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 23:19:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narre os poemas com suas palavras </title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576037014</link>
         <description><![CDATA[<div>Donzelinha, donzelinha, uma jovem com grandes olhos sombrios, seus parentes estão longe, percorrendo serras e rios, em busca de sorte nas minas, em encostas já vazias! Donzelinha, donzelinha, olhe para os santos nos altares, que apontam, com compaixão, para lugares celestiais, onde todas as lágrimas que derramares se transformam em ouro e diamante! Donzelinha, donzelinha, feche esses olhos sombrios. As montanhas são tão altas! Os riachos são tão frios! O reino de Deus está tão distante das loucuras humanas!</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 02:12:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576842552</link>
         <description><![CDATA[<div>A figura da donzela pobre é uma metáfora poderosa para representar as pessoas que vivem em situação de pobreza e vulnerabilidade social. Infelizmente, ainda hoje muitas pessoas no Brasil e em todo o mundo lutam para sobreviver em condições precárias, sem acesso a alimentos suficientes, moradia adequada, educação e saúde. o poema também aborda a questão da injustiça social e da desigualdade. A donzela é vítima das estruturas de poder da sua época, sendo acusada de traição e condenada à morte sem ter cometido nenhum crime. Infelizmente, ainda hoje muitas pessoas são vítimas de injustiças semelhantes, seja por causa da sua classe social, raça, gênero ou orientação sexual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:29:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance 34 ou de Joaquim Silvério </title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576849414</link>
         <description><![CDATA[<div>Melhor negócio que Judas<br>fazes tu, Joaquim Silvério:<br>que ele traiu Jesus Cristo,<br>tu trais um simples Alferes.<br>Recebeu trinta dinheiros..<br>- e tu muitas coisas pedes:<br>pensão para toda a vida,<br>perdão para quanto deves,<br>comenda para o pescoço,<br>honras, glórias, privilégios.<br>E andas tão bem na cobrança<br>que quase tudo recebes!<br>Melhor negócio que Judas<br>fazes tu, Joaquim Silvério!<br>Pois ele encontra remorso,<br>coisa que não te acomete.<br>Ele topa uma figueira,<br>tu calmamente envelheces,<br>orgulhoso e impenitente,<br>com teus sombrios mistérios.<br>(Pelos caminhos do mundo,<br>nenhum destino se perde:<br>Há os grandes sonhos dos homens,<br>e a surda força dos vermes.)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:34:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance XXXVIII ou do embuçado</title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576850000</link>
         <description><![CDATA[<div>Homem ou mulher? Quem soube?<br>Tinha o chapéu desabado.<br>A capa embrulhava-o todo:<br>Era o Embuçado.<br>Fidalgo? Escravo? Quem era?<br>De quem trazia o recado?<br>Foi no quintal? Foi no muro?<br>Mas de que lado?<br>Passou por aquela ponte?<br>Entrou naquele sobrado?<br>Vinha de perto ou de longe?<br>Era o Embuçado.<br>Trazia chaves pendentes?<br>Bateu com o punho apressado?<br>Viu a dona com o menino?<br>Ficou calado?<br>A casa não era aquela?<br>Notou que estava enganado?<br>Ficou chorando o menino?<br>Era o Embuçado.<br>“Fugi, fugi que vem tropa,<br>que sereis preso e enforcado...”<br>Isso foi tudo o que disse<br>o mascarado?<br>Subiu por aquele morro?<br>Entrou naquele valado?&nbsp;<br>Desapareceu na fonte?<br>Era o Embuçado.<br>Homem ou mulher? Quem soube?<br>Veio por si? Foi mandado?<br>A que horas foi? De que noite?<br>Visto ou sonhado?<br>Era a Morte, que corria?<br>Era o Amor, com seu cuidado?<br>Era o Amigo? Era o Inimigo?<br>Era o Embuçado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:34:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance XXVI ou da Semana Santa de 1789</title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576851750</link>
         <description><![CDATA[<div>Lembrai-vos dos altares,<br>destes anjos e santos,<br>com seus olhos audazes<br>nos mundos sobre-humanos.<br>(Haverá sombra e umidade<br>em vossas pálpebras tristes<br>com o céu preso numa grade.)<br>Vede esses planos roxos<br>que envolvem as imagens!<br>Desaparecem todos<br>os vultos, em saudade.<br>(Lutuoso véu de horizonte<br>aguarda a fria fadiga<br>da vossa pálida fronte.)<br>Recordai pelos ares<br>o alvo incenso que sobe.<br>Que diáfana paragem<br>atingirá quem sofre?<br>(Os pensamentos mais puros<br>estremecerão fechados<br>por inabaláveis muros.)<br>Oh!, como é triste a carne<br>e triste o sangue, e o pranto<br>com que Deus se reparte,<br>incompreendido e manso.&nbsp;<br>(Como pedras sem ruído<br>cairão as vossas rezas<br>por desertos sem ouvido.)<br>Pois o amor não é doce,<br>pois o bem não é suave,<br>pois amanhã, como ontem,<br>é amarga, a Liberdade.<br>(Gemei, sobre estes Ofícios,<br>que eles são, transfigurados,<br>vossos próprios sacrifícios.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:35:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1. Narre com suas palavras o conteúdo do seu poema</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576853473</link>
         <description><![CDATA[<div>Descreve o cenário da época. O caçador, que representa o homem em busca do ouro, descobre a abundância das pedras preciosas e por isso, está contente.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-03 14:36:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conteúdo</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576854519</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema fala sobre a exploração das minas de ouro no Brasil colonial, que levou a desigualdades sociais e sofrimento para muitas pessoas. A autora critica a ganância dos poderosos que continuam a roubar como antes e a exploração das minas que leva ao empobrecimento dos trabalhadores e ao enriquecimento dos poderosos. O poema destaca a injustiça social e o poder dos fidalgos e flibusteiros (piratas) que governam as minas, superando até mesmo a Rainha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:37:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576854987</link>
         <description><![CDATA[<div>A relação do&nbsp;poema&nbsp;com os dias atuais é que os dois criticam a ganância dos poderosos, a desigualdade social e a corrupção, além de destacar a ideia de que o tempo pode trazer mudanças indesejáveis e todos esses temas ainda são relevantes nos dias atuais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:37:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1. Narre com suas palavras o conteúdo do seu poema</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576855603</link>
         <description><![CDATA[<div>O sujeito lírico relata a história de um negro que desce do Serro com um diamante escondido e, ao vendê-lo, passa a ter poder e se transforma em um sujeito mais arrogante que o branco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:38:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência Artística</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576856456</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:38:35 UTC</pubDate>
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         <title>2. Faça Paralelos da narrativa com os dias atuais</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576856858</link>
         <description><![CDATA[<div>O paralelo se trata do assunto que é quando se fala da busca do ouro e do garimpo ilegal que ainda costuma ocorrer nos dias de hoje aqui no Brasil mesmo sabendo que diminuiu muito desde a chegada dos portugueses.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:38:51 UTC</pubDate>
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         <title>2. Faça Paralelos da narrativa com os dias atuais</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2576857077</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos dias atuais, é possível observar o exercício do poder e a manifestação da arrogância em diversos setores da sociedade, como na política, nos negócios, nas relações pessoais e até mesmo nas interações online. Alguns exemplos incluem:<br><br>2. Ambiente empresarial: Executivos e empresários que abusam de seu poder para explorar recursos naturais, negligenciar direitos trabalhistas ou adotar práticas antiéticas visando apenas o lucro. A arrogância pode ser evidente na forma como tratam os funcionários, clientes e concorrentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 14:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>Romance VIII ou do Chico-Rei </title>
         <author>guilhermesalem</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tigre está rugindo<br>nas praias do mar.<br>Vamos cavar a terra, povo,<br>entrar pelas águas:<br>O Rei pede mais ouro, sempre,<br>para Portugal.<br>O trono é de lua,<br>de estrela e de sol.<br>Vamos abrir a lama, povo,<br>remexer cascalho,<br>guarda na carapinha, negra,<br>o véu do ouro em pó!<br>Muito longe, em Luanda,<br>era bom viver.<br>Bate a enxada comigo, povo,<br>desce pelas grotas!<br>- Lá na banda em que corre o Congo<br>eu também fui Rei.<br>Toda a terra é mina:<br>O ouro se abre em flor...<br>Já está livre o meu filho, povo, - vinde libertar-nos,<br>que éreis, meu Príncipe, cativo,<br>e ora forro sois!<br>Mais ouro, mais ouro,<br>ainda vêm buscar.<br>Dobra a cabeça, e espera, povo,<br>que este cativeiro&nbsp;<br>já nos escorrega dos ombros,<br>já não pesa mais!<br>Olha a festa armada:<br>é vermelha e azul.<br>Canta e dança agora, meu povo,<br>livres somos todos!<br>Louvada a Virgem do Rosário, vestida de luz.<br>Tigre está rugindo<br>nas praias do mar...<br>Hoje, os brancos também, meu povo,<br>são tristes cativos!<br>Virgem do Rosário, deixai-nos<br>descansar em paz.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 15:36:46 UTC</pubDate>
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         <title>Romance IV ou da donzela assassinada </title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2579468732</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 12:22:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2579479956</link>
         <description><![CDATA[<div>“Sacudia o meu lencinho<br>para estendê-lo a secar.<br>Foi pelo mês de dezembro,<br>pelo tempo do Natal.<br>Tão feliz que me sentia,<br>vendo as nuvenzinhas no ar,<br>vendo o sol e vendo as flores<br>nos arbustos do quintal,<br>tendo ao longe, na varanda,<br>um rosto para mirar!<br>“Ai de mim, que suspeitaram<br>que lhe estaria a acenar!<br>Sacudia o meu lencinho<br>para estendê-lo a secar.<br>Lencinho lavado em pranto,<br>grosso de sonho e de sal,<br>de noites que não dormira,<br>na minha alcova a pensar,</div><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><ul><li><br></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 12:33:51 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 33 ou do cigano que viu chegar o Alferes</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582743599</link>
         <description><![CDATA[<div>Não vale muito, o rosilho<br>mas o homem que vem montado,<br>embora venha sorrindo,<br>traz sinal de desgraçado.<br>Parece vir perseguido,<br>sem que se veja soldado;<br>deixou marcas no caminho<br>como de homem algemado.<br>Fala e pensa como um vivo,<br>mas deve estar condenado.<br>Tem qualquer coisa no juízo,<br>mas sem ser um desvairado.<br><br>A estrela do seu destino<br>leva o desenho estropiado:<br>metade com grande brilho,<br>a outra, de brilho nublado;<br>quanto mais fica um, sombrio,<br>mais se ilumina o outro lado.<br><br>Duvido muito, duvido<br>que se deslinde o seu fado.<br>Vejo que vai ser ferido<br>e vai ser glorificado:<br>ao mesmo tempo, sozinho,<br>e de multidões cercado;<br>correndo grande perigo,<br>e de repente elevado:<br>ou sobre um astro divino<br>ou num poste de enforcado.<br><br>Vem montado no rosilho.&nbsp;<br>No rosilho vem montado.<br>Mas, atrás dele, o inimigo<br>cavalga em sombra, calado.<br>Vejo, no alto, o fel e o espinho<br>e a mão do Crucificado.<br><br>Ah! cavaleiro perdido,<br>sem ter culpa nem pecado...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 22:50:15 UTC</pubDate>
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         <title>Conteúdo</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582760227</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse poema se trata de um pouco da história de Chica da Silva, uma escrava que se tronou esposa de um importante contratador de diamantes em Diamantina, Minas Gerais. Vemos que existe uma tensão e desavenças entre Chica e a sociedade em que estava integrada por conta de seu relacionamento, e aborda questões de raça e o papel da mulher na época. O poema também faz referência a Inconfidência Mineira. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:16:30 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582764520</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse poema aborda temas de raça, gênero, preconceitos, opressão, e apesar de ter sido escrito no século passado, é um tema ainda presente na sociedade atual. Isso pode ser visto nas desigualdades sofridas pela população negra, em relação a educação, oportunidades, infraestruturas, etc...&nbsp;<br>Como também é visto nas agressões sofridas pela população negra decorrente de um preconceito muitas vezes enraizado na população brasileira. Exemplo dessas agressões são as abordagens dos policiais e os confrontos que resultam em mortes de jovens negros. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:22:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582767491</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme de 1976, do diretor Cacá Diegues, no gênero drama/comédia. Zezé Motta interpreta Chica da Silva.&nbsp;Se relaciona com o poema ao retratar a vida de Chica da Silva, que é citada no poema</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:26:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conteúdo</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582771425</link>
         <description><![CDATA[<div>Em um período turbulento, durante a Inconfidência Mineira, Joaquim Silvério revelou os segredos da conspiração aos poderosos coloniais portugueses, traindo assim seus próprios aliados. Sua motivação era clara: ele buscava quitar suas dívidas e obter quaisquer tipo de benefício pessoal. Essa traição lançou uma sombra sobre a batalha pela independência, mostrando a corrupção e a falta de integridade e cooperação em um meio revolucionário. Se um dia sentiu remorso, não saberia lhe dizer. Porém sei afirmar que Joaquim Silvério tornou-se o retrato de um oportunista disposto a sacrificar valores coletivos em troca de ganhos individuais, deixando um legado de desonra que ecoa na memória histórica do país. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:31:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582775106</link>
         <description><![CDATA[<div>Delação premiada trata-se de um acordo entre o acusado e o Ministério Público(acusador), onde o delator(acusado) colabora com as investigações, ou seja, abre mão do seu direito ao silêncio, e em troca, recebe uma vantagem. Isso pode ser relacionado com o que Joaquim Silvério cometeu, onde delatou ex-aliados inconfidentes à Coroa para ter suas dívidas quitadas e receber outros benefícios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:37:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conteúdo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582776665</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema fala sobre Conde, a importância e poder que ele ganhou depois de ficar rico, de um dia para outro. O poema também conta como Conde se tornou rei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:39:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582777338</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme "Tiradentes", de Oswaldo Caldeira, de 1999, que conta a história da Inconfidência Mineira, incluindo a traição de Joaquim Silvério como retratado no poema. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:40:15 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582778776</link>
         <description><![CDATA[<div>Como as pessoas com menos condições financeiras, são tratadas para servirem ou trabalharem para os de melhor condição. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência artística</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582783193</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme: Parasita (2019)<br>O filme conta sobre desigualdade social</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:47:32 UTC</pubDate>
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         <title>Queen Charlotte; a Bridgerton story (2023)</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582785441</link>
         <description><![CDATA[<div>A série retrata um mundo paralelo da vida da Monarca, mas que retrata as dificuldades que são enfrentados pelos aristocratas não brancos, e como houve uma forte resistência da elite em não aceita-los. E como a Rainha foi importante para esta aproximação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:50:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conteúdo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582789555</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o&nbsp; poema percebo que ele faz uma explicação de como ele se sentia à fazer o caminho até o rio de ouro, onde só havia prisões e desgraças. O autor tem um pensamento onde todos os pobre valem nada e que o sonho do pobre deveria ser considerado crime.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:53:31 UTC</pubDate>
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         <title>Análise conteudística</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582789732</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema tem como enredo um enaltecimento de Chica da Silva, exaltando sua beleza, riqueza e poder. Chica foi uma mulher escravizada que em sua vida adulta adquire sua alforria, e tornou-se uma das mulheres mais ricas do Brasil ao relacionar-se com o contratador de diamantes da cidade de Diamantina. Esse relacionamento permitiu Chica ascender socialmente e integrar-se à elite colonial. Mas imagem de Chica da Silva foi dada como cruel e sua figura foi extremamente sexualizada. O preconceito não era escondido por não entenderem como uma mulher negra teria conseguido ascender socialmente e justificavam isso sob a alegação de que Chica “não tinha” graça, beleza, espírito e nem educação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:53:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paralelos com os dias atuais</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582790890</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de ser uma realidade bem distinta e distante, é possível realizar uma aproximação com Meghan Markle, que apesar das polemicas, é nítida a exclusão que a atinge vindo da família real britânica. Muitas de suas ações que são desproporcionalmente criticadas, se viessem de uma mulher branca não seriam tão criticadas, ou seriam até mesmo exaltadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:54:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582792961</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema traz como a discriminação e a desigualdade eram vistas antigamente, onde as pessoas de classes inferiores não deveriam ser escutadas e consideradas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:57:05 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência artísticas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582802263</link>
         <description><![CDATA[<div>Música " A Carne"- Elza Soares (2002)<br>A música explica, de uma maneira crítica, o racismo estrutural. E também retrata a realidade de muitas pessoas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:07:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582824097</link>
         <description><![CDATA[<div>- Pobre de quem teve um filho<br>pela sorte assinalado!<br>Vem galopando e sorrindo,<br>como quem traz um recado.<br>Não que o traga por escrito:<br>mas dentro em si: - consumado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:26:40 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582833185</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o poema tenho o sentimento, que o cavaleiro retratado leva uma vida de dualidade, em que se tem tanto o sucesso quanto o fracasso. Também somos apresentados que ele leva uma vida muito incerta em que não tem muito conhecimento de seu destino. É criado um ar muito misterioso sobre o cavaleiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>Grande Sertão: Veredas (1965)</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582840662</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste filme, inspirado no romance de Guimarães Rosa, também retrata um cavaleiro que cavalga pelo sertão, enfrentando desafios e perigos, enquanto busca compreender o seu destino. Ambas as obras exploram temas como o destino, a dualidade do ser humano e a luta contra as forças que oprimem e limitam a vida humana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:38:38 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582840967</link>
         <description><![CDATA[<div>Milhares de pessoas todos os anos deixam seus países de origem, com quase nada além da esperança de melhoria em suas vidas. Relacionando então com a incerteza do dia de amanhã, tão nítida no poema. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:38:52 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582911791</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse poema começa descrevendo uma paisagem com calmas colinas, onde o eu lirico assiste o gado em sua paisagem calma, ele descreve grande rios de aguas tranquilas, após isso ele conta de um amor passado, ele fala que sente saudade, mesmo que tenha sofrido, ele volta a falar do cenario falando de minas, de onde o ouro foi descoberto, onde grandes homens passaram por lá, onde viveram dores e esperanças assim como o eu lirico, superando e vivendo memorias que o tempo proporcionava, onde da mata a cidade, de rios a monumentos, tudo arrancado de Minas de ouros, as rosas<br>e os girassóis destes jardins, que um dia<br>foram terras e areias dolorosas,ugido da ambição ecoava;<br>onde o mártir, desprovido de direitos,o passado<br>tingiu com o fogo do incêndio: a voz dessas ruínas<br>de muros de ouro evaporado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 01:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>paralelo com os dias atuais</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582919797</link>
         <description><![CDATA[<div>a mensagem final do Alferes, que anuncia que vai "trabalhar para todos", ainda é uma lição importante para a luta contra a injustiça e a opressão. Nos dias atuais, ainda enfrentamos desigualdades sociais e políticas que demandam ações concretas para promover a justiça e a igualdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 01:33:47 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência artistica </title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2582923177</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma correspondência artística para essa mensagem poderia ser a música "Imagine" de John Lennon. A canção também traz uma mensagem de esperança para um futuro melhor, onde todos possam viver em paz e harmonia, sem barreiras de raça, religião ou nacionalidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 01:36:26 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do conteúdo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583637804</link>
         <description><![CDATA[<div>Em suma, "Romance 12" ou "Nossa Senhora da Ajuda" é um poema que celebra a religiosidade popular e a diversidade cultural brasileira, explorando temas como fé, devoção, tradição e identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 11:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>Narrando o poema </title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583638432</link>
         <description><![CDATA[<div>Eles se perguntam quem foi a Chica da silva que nesse lugar viveu, (tudo passa, o prazer é so um intervalo nos eventos de desgraças)&nbsp;</div><div>veem um navio que é levado por grandes homens,&nbsp;</div><div>igual os negros que fogem. &nbsp;</div><div>O contratador fernandes. (tudo acaba, se pergutam quem disse que se a montanha é de ouro ela não desabava)&nbsp;</div><div>O vento bate no Tejugo,&nbsp;</div><div>é tão forte que leva a coluna e a varanda a pomba e o luxo,&nbsp;</div><div>e tambem a chica-que-manda</div><div>(tudo é um engano.</div><div>Só a morte é absoluta)</div><div>Eles estão la movendo as pedras e as águas.</div><div>Nada vão deixar, nem o nome da coisa morta, (nossa vida é igual a morte,</div><div>mas de medida diferente)</div><div>Mas as pessoas vivem nessa alucinação,&nbsp;</div><div>Não tem febre tipo a febre que é capaz de cortar o Serro do Frio.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 11:13:51 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583657081</link>
         <description><![CDATA[<div>Até hoje são comemoradas datas religiosas, como por exemplo: O Natal; A páscoa; Dia de ação de graças. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 11:32:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Correspondência Artística</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583665946</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme "O Céu é de Verdade" é baseado em uma história real e conta a história de um garoto de quatro anos, Colton Burpo, que após passar por uma cirurgia de emergência, afirma ter visitado o céu. O filme aborda temas como fé, espiritualidade e vida após a morte, enquanto explora os conflitos e questionamentos que surgem na família de Colton em relação à experiência do garoto. A narrativa também destaca o impacto da história de Colton sobre a comunidade religiosa local e a importância da crença em Deus na superação de dificuldades e desafios da vida. Em resumo, "O Céu é de Verdade" é um filme que aborda questões de fé e espiritualidade, inspirado em uma história real, que provoca reflexões sobre a vida e a morte, e o papel da religião na busca por sentido e esperança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 11:40:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583667556</link>
         <description><![CDATA[<div>Por aqui passava um homem<br>- e como o povo se ria! -<br>que reformava este mundo<br>de cima da montaria.<br>Tinha um machinho rosilho.<br>Tinha um machinho castanho.<br>Dizia: “Não se conhece<br>país tamanho!”<br>“Do Caeté a Vila Rica,<br>tudo ouro e cobre!<br>O que é nosso, vão levando..<br>E o povo aqui sempre pobre!”<br>Por aqui passava um homem<br>- e como o povo se ria! -<br>que não passava de Alferes<br>de cavalaria!<br>“Quando eu voltar - afirmava -<br>outro haverá que comande.<br>Tudo isto vai levar volta,<br>e eu serei grande!”<br>“Faremos a mesma coisa<br>que fez a América Inglesa!”<br>E bradava: “Há de ser nossa<br>tanta riqueza!”<br>Por aqui passava um homem<br>- e como o povo se ria! -&nbsp;<br>“Liberdade ainda que tarde”<br>nos prometia.<br>E cavalgava o machinho.<br>E a marcha era tão segura<br>que uns diziam: “Que coragem!”<br>E outros: “Que loucura!”<br>Lá se foi por esses montes<br>o homem de olhos espantados,<br>a derramar esperanças<br>por todos os lados.<br>Por aqui passava um homem...<br>- e como o povo se ria! -<br>Ele, na frente, falava,<br>e, atrás, a sorte corria...<br>Dizem que agora foi preso,<br>não se sabe onde.<br>(Por umas cartas entregues<br>ao Vice-Rei e ao Visconde.)<br>Pois parecia loucura,<br>mas era mesmo verdade.<br>Quem pode ser verdadeiro,<br>sem que desagrade?<br>Por aqui passava um homem...<br>- e como o povo se ria! -<br>No entanto, à sua passagem,<br>tudo era como alegria.<br>Mas ninguém mais se está rindo<br>pois talvez ainda aconteça<br>que ele por aqui não volte,<br>ou que volte sem cabeça...<br>(Pobre daquele que sonha fazer bem - grande ousadia -<br>quando não passa de Alferes<br>de cavalaria!)<br>Por aqui passava um homem...<br>- e o povo todo se ria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 11:41:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583677540</link>
         <description><![CDATA[<div>Este texto faz um paralelo entre o poema "Romance 31" ou "De Mais Tropeiros", que resgata a história e valores dos tropeiros, com o trabalho dos caminhoneiros nos dias atuais. Ambos são responsáveis pelo transporte de mercadorias em larga escala, enfrentando longas jornadas e adversidades. Além disso, os valores de coragem, solidariedade e perseverança são fundamentais para a realização do trabalho. O paralelo demonstra a continuidade de certas tradições e valores ao longo do tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 11:50:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narre com suas próprias palavras o conteúdo do poema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583715515</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um grupo de pessoas escravizadas. Os escravos cantam na esperança de um dia serem livres, mas ainda há muito trabalho a ser feito. Os donos dormem, mas os feitores vigiam com olhos atentos. As águas dos rios onde os escravos trabalham estão contaminadas pela tristeza e sofrimento. Mas, mesmo assim, há esperança e a vontade de lutar por uma vida melhor. A liberdade é comparada a uma pedra valiosa, muito mais importante que qualquer outra coisa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de Conteúdo</title>
         <author>catarinamarques4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583715871</link>
         <description><![CDATA[<div>Este poema aborda a corrida do ouro e suas consequências sociais e humanas. Descreve a extração do ouro da terra por meio de bateias e galerias, e a transformação do ouro em símbolo de prestígio e poder. Mostra como a busca pelo ouro leva à exploração de negros e à competição entre famílias pela riqueza. O poema sugere que essa busca pode levar a consequências graves e imprevisíveis, como a morte de muitos homens em galerias desabadas, o aumento da violência e do crime, e a criação de algemas de ferro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:20:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos </title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583718832</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema fala sobre a chica da silva, uma negra escravizada, que hoje em dia apesar da escravidão ter finalmente acabado. Algumas funcionárias domesticas ainda recebem mals tratos além de outros tipos de punições.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:22:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Faça paralelos da narrativa com os dias atuais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583719612</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Fala sobre a luta dos escravos por sua liberdade. Mesmo tendo um pouco de esperança, ainda era um caminho longo e incerto para alcançar a liberdade. Hoje em dia, ainda enfrentamos desafios semelhantes, como a luta por direitos iguais e a busca por justiça social. Ainda há muitas barreiras a serem superadas, mas tem que manter a esperança e a luta por um mundo melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:22:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narre com suas próprias palavras o conteúdo do poema</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583719697</link>
         <description><![CDATA[<div>Em um país onde o ouro era cobiçado, o povo sofrido cavava a terra em busca do precioso metal. Sob o jugo de um rei que sempre queria mais, eles se viam como prisioneiros. Mas a esperança renascia quando recordavam a liberdade perdida, quando reinavam nas terras distantes de Luanda. Agora, unidos, empunhando enxadas, adentravam as profundezas e remexiam a lama em busca do ouro em pó, guardado em suas cabeças. O peso do cativeiro parecia escorregar dos ombros, e a festa da liberdade se fazia presente, com cantos e danças. A Virgem do Rosário, vestida de luz, era louvada por trazer paz. Enquanto o tigre rugia nas praias do mar, os brancos também sentiam o peso de sua própria servidão. Assim, o povo encontrava força e alegria, sabendo que todos eram livres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:22:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise do conteúdo </title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583720136</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma obra densa e impactante, que utiliza a linguagem poética para retratar um crime bárbaro e fazer uma crítica social e moral. O poema mostra a habilidade de Drummond em mesclar diferentes gêneros literários e criar uma obra que desperta a reflexão e a emoção do leitor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:23:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583722066</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A letra da música fala sobre a vida dos escravos nas fazendas brasileiras, abordando temas como opressão, sofrimento e a busca pela liberdade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=3EbCdDiWhsI" />
         <pubDate>2023-05-09 12:24:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583723277</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim como no poema, a mensagem de esperança e luta pelo fim da opressão ainda é relevante nos dias atuais, em que ainda é preciso lutar por mudanças sociais e por um mundo mais justo e igualitário para todas as pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:25:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística  </title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583725224</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma correspondência artística que pode remeter a esse poema poderia ser a música ´´Zumbi´´de Jorge Ben Jor, pois ela fala sobre o período colonial do Brasil citando também Zumbi dos Palmares que foi um dos grandes nomes da história do Brasil, líder quilombola que lutou por muito tempo contra essas invasões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:26:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance XVII ou das lamentações no Tejuco</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583725445</link>
         <description><![CDATA[<div><br>     Ai, que rios caudalosos,<br>e que montanhas tão altas!<br>Ai, que perdizes nos campos,<br>e que rubras madrugadas!<br>Ai, que rebanhos de negros,<br>e que formosas mulatas!<br>Ai, que chicotes tão duros,<br>e que capelas douradas!<br>Ai, que modos tão altivos,<br>e que decisões tão falsas...<br>Ai, que sonhos tão felizes...<br>que vidas tão desgraçadas!<br>     E lá seguiu para a Corte<br>o dono do Serro Frio.<br>Com suas doze mucamas,<br>ficava a Chica em suspiros.<br>Grossas vagas tenebrosas<br>nascem no humano destino!<br>Uns, ali, nas rudes catas,<br>a apodrecerem nos rios,<br>- e outros, ao longe, com os lucros<br>dessas minas de martírio.<br>Ai, que o coração não mente!<br>    Maldito o Conde, e maldito<br>esse ouro que faz escravos,<br>esse ouro que faz algemas,<br>que levanta densos muros<br>para as grades das cadeias,<br>que arma nas praças as forcas,<br>lavra as injustas sentenças,&nbsp;<br>arrasta pelos caminhos<br>vítimas que se esquartejam!<br>   (Doze mucamas em volta<br>gemiam com surda pena.<br>Pranto e diamantes caídos<br>era tudo um mar de estrelas.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:26:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583725572</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema traz à tona uma temática muito atual: a violência contra a mulher. Infelizmente, casos de feminicídio ainda são muito comuns na sociedade atual, e o poema mostra de forma contundente como essa violência é perpetuada através do machismo, do patriarcado e da ideia de que o homem tem o direito de controlar e agredir a mulher. Além disso, a falta de justiça para a vítima e a impunidade dos agressores também são questões que ainda são bastante presentes na nossa realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:27:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Narre com suas palavras o conteúdo do poema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583726315</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Acompanhamos um indivíduo solitário e triste, em busca de respostas sobre a existência e a espiritualidade. Ele se envolve com a religião, procurando um propósito e sentido na vida. No entanto, confronta-se com a opressão e a ausência de liberdade. A história retrata uma visão sombria da vida, revelando a dificuldade em encontrar felicidade e significado no mundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 12:27:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Correspondência Artística </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583726945</link>
         <description><![CDATA[<div>A música "Viajante Solitário" de Cezar &amp; Paulinho fala sobre um viajante que está sozinho na estrada e enfrenta a saudade, a dor e a solidão. A letra sugere que, apesar das dificuldades da vida, é preciso manter a esperança e seguir em frente, acreditando no amor e em novas histórias que a vida pode trazer. A música também ressalta a importância de lembrar de quem ficou para trás e que está esperando pelo retorno do viajante, como uma forma de manter o vínculo afetivo e a esperança em um reencontro. Em suma, a música aborda temas como saudade, amor, esperança e a vida de um viajante solitário que busca superar as dificuldades da vida na estrada.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Y7zLrSYhwF4" />
         <pubDate>2023-05-09 12:27:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paralelo com os Dias Atuais </title>
         <author>catarinamarques4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583730120</link>
         <description><![CDATA[<div>É possível encontrar paralelos com a atualidade em questões como a destruição do meio ambiente, a desigualdade social, a disputa por recursos naturais, a corrupção e a violência que cercam a extração de minérios em várias partes do mundo. Além disso, a busca por riquezas materiais continua a turvar valores éticos e morais, enquanto os mais vulneráveis ​​sofrem as consequências da exploração.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 12:29:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conteúdo do poema </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583730244</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Uma donzela  rezando diante do altar durante a Semana Santa e é notada pelo Ouvidor Bacelar. Ele se encanta por ela e joga uma flor em sua direção em linguagem de amor. No entanto, o parente da donzela, Felisberto, protesta e há uma briga que resulta em um punhal sendo empunhado. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 12:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Faça Paralelos da narrativa com os dias atuais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583730360</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema fala sobre a tristeza e a dificuldade de encontrar conforto na religião e na liberdade, mesmo em meio à adoração dos santos e dos altares. Ele faz um paralelo com o sofrimento do povo negro escravizado e suas rezas sem resposta. Nos dias atuais, podemos ver a persistência desses temas em questões de desigualdade social, opressão e luta por liberdade, onde muitas vezes não há soluções fáceis ou respostas imediatas para os problemas enfrentados.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 12:30:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 19 ou Dos Maus Presságios</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583731340</link>
         <description><![CDATA[<div>Acabou-se aquele tempo<br>do Contratador Fernandes.<br>Onde estais, Chica da Silva,<br>cravejada de brilhantes?<br>Não tinha Santa Ifigênia,<br>pedras tão bem lapidadas,<br>por lapidários de Flandres...<br>Sobre o tempo vem mais tempo,<br>Mandam sempre os que são grandes:<br>e é grandeza de ministros<br>roubar hoje como dantes.<br>Vão-se as minas nos navios...<br>Pela terra despojada,<br>ficam lágrimas e sangue.<br>Ai, quem se opusera ao tempo,<br>se houvesse força bastante<br>para impedir a desgraça<br>que aumenta de instante a instante!<br>Tristes donzelas sem dote<br>choram noivos impossíveis,<br>em sonhos fora do alcance.<br>Mas é direção do tempo...<br>E a vida, em severos lances,<br>empobrece a quem trabalha<br>e enriquece os arrogantes<br>fidalgos e flibusteiros<br>que reinam mais que a Rainha<br>por estas minas distantes!&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 12:30:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística </title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583731472</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema apresenta uma forte atmosfera de mistério e suspense, criando uma narrativa poética que envolve o leitor. Essa atmosfera de mistério e suspense remete a obras literárias de suspense, como os romances policiais e de mistério.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 12:30:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Xica da Silva </title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583732188</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme Xica da Silva que conta a história da comentada no poema xica da silva, mulher negra escravizada que viveu durante a época contada que foi durante a inconfidência mineira. filme de 1976&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.adorocinema.com/filmes/filme-6594/" />
         <pubDate>2023-05-09 12:31:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583733539</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A música fala sobre imaginar um mundo sem fronteiras, sem religião e sem posses, com amor e paz prevalecendo. É uma mensagem que dialoga com a reflexão presente no poema, sobre a tristeza e a incompreensão da vida, mas também aponta para uma busca por algo maior e melhor.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rfsT3aKLWdM" />
         <pubDate>2023-05-09 12:32:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583734737</link>
         <description><![CDATA[<div>Os paralelos do conteúdo acima com os dias atuais são muitos. Ainda hoje, a beleza pode provocar inveja e conflitos, mesmo em lugares sagrados como igrejas ou templos. Além disso, a história também mostra como os homens ainda podem se sentir no direito de assediar mulheres em locais públicos, como o Ouvidor Bacelar fez ao jogar uma flor em direção à donzela. Felisberto, ao protestar, representa a importância da defesa dos direitos das mulheres e do repúdio ao assédio. Portanto, esta história ainda é muito atual e relevante para os dias de hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:33:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise estrutural</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583735767</link>
         <description><![CDATA[<div>43 estrofes<br>8 versos de decassílabos heroicos<br>rimas emparelhadas</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 12:33:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583735829</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=qD4t5iAl_PU" />
         <pubDate>2023-05-09 12:33:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência Artística </title>
         <author>catarinamarques4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583737980</link>
         <description><![CDATA[<div>A música O Descobrimento do Brasil.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=vMNz_sSHoxQ" />
         <pubDate>2023-05-09 12:35:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise do conteúdo </title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583738915</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;poema "Romance XVII ou das lamentações no Tejuco" aborda o tema do amor e da separação, expressando a dor e a saudade do poeta diante da ausência de sua amada. O poema é marcado por uma linguagem poética simples e objetiva, mas repleta de emoção e sentimentos, que reflete o estilo literário do Arcadismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:36:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrando o poema </title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583739150</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um lugar que todos os dias, dia ou noite por toda parte, dois homens vão caminhando, disfarçados por serem soldados granadeiros, e por serem soldados tem os bigodes raspados coitado dos Alferes, são inocentes e eles sonham com outro mundo amando outras pessoas. Jogam os seus sonhos e infelizmente brotam sentinelas miseráveis. quando saem em frente aos sobrados estão sempre em qualquer esquina em posição. Só dois, duzentos ou dois mil. acordados em febre parece que se multiplicam. veem vultos que seguem, joaquim silvério quem são. Provavelmente sentinelas que amanhã vao me prender. colocou sobre meus passos quem cometeria essa traição.&nbsp;</div><div>Joaquim se pergunta quem nos leva a pertição. mas não respondem. o traidor desliza pelas sombras, de maneira sutil, mas está presente.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:36:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583748693</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Romance XVII ou das lamentações no Tejuco" ainda pode ser relacionado com temas atuais, como a distância, o exílio e a injustiça política. A obra nos convida a refletir sobre a permanência de certas questões ao longo do tempo e sobre a importância de lutarmos por uma sociedade mais justa e igualitária. Além disso, o poema também aborda como a distância e a separação de um ente querido, são situações que ainda podem ocorrer na sociedade contemporânea.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:43:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência Artística </title>
         <author>catarinamarques4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583749378</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi o filme O Descobrimento do Brasil, que fala sobre o mesmo, que narra praticamente o que acontece no poema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:43:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583750338</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1995 Gwen Stefani lançou com o No Doubt uma música cheia de ironia sobre como ela era “apenas uma garota”, dizendo que o mundo cheio de estereótipos e regras a impede de fazer várias coisas por conta do gênero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:44:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narre com suas palavras</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583760323</link>
         <description><![CDATA[<div>Dizem que havia um cavaleiro, montado com destreza, seguindo adiante. Ele carregava consigo um papel cuidadosamente escrito. Durante a Semana Santa, quando as imagens estavam cobertas, ele traçou letras altas, encaracoladas, embora não muito precisas. Um aviso era dado para aqueles que permanecessem em suas casas sem considerar o que a mão de um traidor escreveria na Sexta-feira Santa.Nessa trama pegajosa, padres, poetas, sábios, ricos e outros invejados ficam presos por razões secretas. Outro alerta é dado para quem, em sua casa, não percebe que o traidor já está bem montado, seguindo seu caminho montanhoso.Dizem que ele cavalga ostensivamente, proclamando que sua causa acabou com qualquer levante, pois não haverá mais exploração financeira. Ele afirma que leva cartas confiadas pelo Senhor Visconde e que, se estivesse na Europa, teria um ducado com sua riqueza. Mais um aviso é dado para aqueles que não percebem que o traidor já partiu desta terra, montado com habilidade. "Vizinhos, venham depressa, com cautela e máximo sigilo: observem atentamente a suspeita passagem de Joaquim Silvério pelos lugares, campos, igrejas, varandas e muros - os dias sombrios se aproximam, repletos de choro e sangue!"&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:51:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos com os dias atuais </title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583762850</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema mostra a importância da mobilização popular na luta contra a opressão. Da mesma forma que as velhas piedosas da obra de Gonzaga se unem para clamar por justiça e piedade, os movimentos sociais e populares de hoje lutam por direitos e reivindicam ações dos governos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 12:52:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artísticas  </title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583776626</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme "Que Horas Ela Volta?" (2015) - Dirigido por Anna Muylaert, o filme retrata a relação entre uma empregada doméstica e a família para a qual trabalha. Assim como as velhas piedosas, a personagem principal é uma mulher trabalhadora que luta por seus direitos e pela igualdade, enfrentando as barreiras impostas pela sociedade. O filme aborda questões importantes como desigualdade social, privilégio e resistência.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 13:01:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos </title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583881721</link>
         <description><![CDATA[<div>Pode-se comparar com a atual situação das pessoas que vivem em constante medo das autoridades que estão por toda parte, causando constante medo e desespero na população.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 14:06:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olhos que condenam</title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2583898048</link>
         <description><![CDATA[<div>A mini serie que fala sobre adolescentes negros que são injustiçados, por isso vivem em constante medo dos soldados e policiais, que assim como no poema estão por todos os lados. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.adorocinema.com/series/serie-23908/" />
         <pubDate>2023-05-09 14:15:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Análise do conteúdo </title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584015311</link>
         <description><![CDATA[<div>Conta-nos sobre uma jovem donzela apaixonada por um rapaz pobre e de origem humilde. Seu pai não aceitava este sentimento da menina e a mata com um punhal</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 15:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais </title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584017298</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema cita uma temática que , infelizmente, esta muito presente nos dias atuais que é a violência contra a mulher.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 15:33:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3. Faça Correspondência Artística: algum vídeo, pode ser de música, trailer de filme ou Ted</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584020433</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme investiga os fatos por trás da Serra Pelada que, durante a década de 1980, abrigou 100 mil pessoas atraídas pela possibilidade de enriquecimento, o qual, na grande maioria dos casos, não se concretizou.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=mSDh86t2nG0" />
         <pubDate>2023-05-09 15:35:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narre com suas palavras o conteudo do poema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584021946</link>
         <description><![CDATA[<div>"Vira-e-sai" é um poema que retrata a vida de uma pessoa que vive em constante movimento, sempre mudando de lugar e buscando novas experiências. O título do poema faz referência ao movimento circular da vida, em que as coisas sempre voltam ao ponto de partida, mas nunca exatamente iguais. O poema descreve a jornada dessa pessoa, que se sente perdida e solitária, mas que também encontra beleza e significado em sua busca por algo que ela ainda não sabe o que é. Em última análise, o poema sugere que a vida é uma jornada em que é preciso se permitir explorar e experimentar, mesmo que isso signifique não ter um destino final claro.</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 15:36:16 UTC</pubDate>
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         <title>paralelo com a atualidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584026389</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma possível interpretação do poema "Vira-e-sai" em relação à atualidade seria pensar na busca constante por novas experiências que muitas pessoas têm, principalmente por meio da tecnologia e das redes sociais. Assim como o personagem do poema, muitas pessoas hoje em dia parecem estar em um movimento circular constante, em busca de novas formas de se conectar com o mundo e com outras pessoas.<br><br></div><div><br>Porém, essa busca nem sempre traz satisfação ou preenche um vazio existencial que possa estar presente. Além disso, a tecnologia pode nos afastar do contato humano real e nos deixar ainda mais solitários e desconectados.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 15:39:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584027366</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=isUxiCwbbJU&amp;ab_channel=JovemPanNews" />
         <pubDate>2023-05-09 15:40:11 UTC</pubDate>
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         <title>3. Faça Correspondência Artística: algum vídeo, pode ser de música, trailer de filme ou Ted</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584060438</link>
         <description><![CDATA[<div>Air: A História por trás do Logo<br>Sonny Vaccaro e a Nike buscam o novato no basquete Michael Jordan e criam uma parceria que revoluciona o mundo dos esportes e da cultura contemporânea.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=hIji88b4tIU" />
         <pubDate>2023-05-09 16:03:12 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584074029</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Fala à antiga Vila Rica" fala sobre a cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais,  onde o Eu lirico começa</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-09 16:13:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Romance XXVII ou do animoso Alferes</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584075704</link>
         <description><![CDATA[<div>Pelo Monte Claro,<br>pela selva agreste<br>que março, de roxo,<br>místico enfloresce,<br>cavalga, cavalga<br>o animoso Alferes.<br><br>Não há planta obscura<br>que por ali medre<br>de que desconheça<br>virtude que encerre,<br>- ele, o curandeiro<br>de chagas e febres,<br>o hábil Tiradentes,<br>o animoso Alferes.<br><br>Por aqui, descansa;<br>ali, se despede,<br>que por toda parte<br>o povo o conhece.<br>Adeuses e adeuses,<br>sinceros e alegres:<br>a amigos, mulatas,<br>cativos e chefes,<br>coronéis, doutores,<br>padres e almocreves...&nbsp;<br><br>Adeuses e adeuses,<br>- que rápido segue,<br>a mover os rios,<br>a botar moinhos<br>e barcos a frete,&nbsp;<br>lá longe, lá longe,<br>o animoso Alferes.<br><br>A bússola mira.<br>Toma para leste.<br>Dez dias de marcha<br>até que atravesse<br>campinas e montes<br>que com os olhos mede:<br>tão verdes... tão longos...<br>(E ninguém percebe como é necessário<br>que terra tão fértil,<br>tão bela e tão rica<br>por si se governe!)<br>Águas de ouro puro<br>seu cavalo bebe.<br>Entre sede e espuma,<br>os diamantes fervem...<br>(A terra tão rica<br>e - ó almas inertes! -<br>o povo tão pobre...<br>Ninguém que proteste!<br>Se fossem como ele,<br>a alto sonho entregue!)<br>Suspiram as aves.<br>A tarde escurece.<br>(Voltará fidalgo,<br>livre de reveses,<br>com tantos cruzados...)<br>Discute. Reflete.<br>Brinda aos novos tempos!<br><br>Soldados, mulheres,<br>estalajadeiros,<br>- a todos diverte. (Por todos trabalha,<br>a todos promete<br>sossego e ventura&nbsp;<br>o animoso Alferes.)<br><br>No rancho descansa.<br>Deita-se. Adormece.<br>Penosa, a jornada,<br>mas o sono, leve:<br>qualquer sopro acorda<br>o animoso Alferes.<br><br>Deus, no céu revolto,<br>seu destino escreve.<br>Embaixo, na terra, ninguém o protege:<br>é o talpídeo, o louco,<br>- o animoso Alferes.<br><br>Mas, dourado e roxo,<br>o campo alvorece.<br>Desmancham-se as brumas<br>nos prados celestes.<br>Acordam as aves<br>e as pedras repetem<br>músicas, rumores,<br>do dia que cresce.<br>Move-se a tropilha:<br>que outra vez se apreste<br>o macho rosilho<br>do animoso Alferes.<br><br>Adeuses e adeuses...<br>Talvez não regresse.<br>(Mas que voz estranha<br>para a frente o impele?)<br>Cavalga nas nuvens.<br>Por outros padece.<br>Agarra-se ao vento...<br>Nos ares se perde..<br>(E um negro demônio<br>seus passos conhece:fareja-lhe o sonho<br>e em sombra persegue<br>o audaz, o valente,<br>o animoso Alferes.)<br><br>Que importa que o sigam<br>e que esteja inerme,<br>vigiado e vencido<br>por vulto solerte?<br>Que importa, se o prendem?<br>A teia que tece<br>talvez em cem anos<br>não se desenrede<br>Toledo? Gonzaga?<br>Alceus e Glaucestes?<br>- Nenhum companheiro<br>seu lábio revele.<br>Que a língua se cale.<br>Que os olhos se fechem.<br>(Lá vai para a frente<br>o que se oferece<br>para o sacrifício,<br>na causa que serve.<br>Lá vai para sempre<br>o animoso Alferes!)<br><br>Adeus aos caminhos!<br>- montes, águas, sebes,<br>ouro, nuvens, ranchos,<br>cavalos, casebres... -<br>Olham-no de longe<br>os homens humildes.<br>E nos ares ergue<br>a mão sem retorno<br>que um dia os liberte.<br><br>(Pois que importa a vida?<br>aqui se despede<br>do sol da montanha,&nbsp;<br>do aroma silvestre:<br>- venham já soldados<br>que a prender se apressem; venham já meirinhos<br>que os bens lhe seqüestrem;<br>venham, venham, venham..<br>- que sua alma excede<br>escrivães, carrascos,<br>juízes, chanceleres,<br>frades, brigadeiros,<br>maldições e preces!.<br><br>Venham, venham, matem:<br>ganhará quem perde.<br>Venham, que é o destino<br>do animoso Alferes.)<br><br>De olhos espantados,<br>do rosilho desce.<br>Terra de lagoas<br>onde a água apodrece.<br>Janelas, esquinas,<br>escadas... - parece<br>que há sombras que o espreitam,<br>que há sombras que o seguem...<br><br>Falas sem sentido<br>acaso repete,<br>- pois sente, pois sabe<br>que já se acha entregue.<br>Perguntas, masmorras, sentença... Recebe<br>tudo além do mundo...<br><br>E em sonho agradece,<br>o audaz, o valente,<br>o animoso Alferes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 16:14:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise do conteúdo</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584077414</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema narra a jornada do Alferes Tiradentes, um importante líder da Inconfidência Mineira, que se rebelou contra a coroa portuguesa em 1789. Tiradentes é apresentado como um herói corajoso, cavalgando pelos montes e selvas da região, curando feridas e doenças, além de prometer um futuro melhor para a população.O poema também destaca as dificuldades e os perigos enfrentados pelo Alferes Tiradentes em sua luta. Ele é retratado como um mártir que se sacrifica por uma causa justa, mesmo sabendo que pode ser preso ou morto pelas autoridades portuguesas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 16:15:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584077809</link>
         <description><![CDATA[<div>É&nbsp;importante lembrar que o contexto histórico do poema é diferente do atual, e que as lutas e desafios enfrentados pelos povos também podem ser diferentes. Além disso, é importante destacar que as desigualdades sociais e econômicas ainda são uma realidade no Brasil e em muitos países, e que é necessário continuar lutando para superá-las.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 16:15:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584078159</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Fala à antiga Vila Rica", pode nos lembrar de como é importante valorizar nosso patrimônio cultural e histórico. <br>O poema também sugere que muitas vezes perdemos a conexão com nossa própria história e com a história da nossa cidade. Hoje em dia, estamos imersos em um mundo cada vez mais conectado digitalmente, mas muitas vezes desconectados do nosso ambiente físico e da nossa própria história. Talvez seja importante pararmos e refletirmos sobre o que nossas cidades e monumentos significam para nós.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 16:16:14 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência artística </title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584083695</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi a música O Meu Guri – Chico Buarque, pois ela aborda a realidade de crianças e adolescentes de comunidades cariocas que acabam se rendendo ao mundo do crime e como isso afeta as famílias nas periferias das grandes cidades. O cantor explora a desigualdade social no Brasil, refletindo um posicionamento crítico em relação à ausência de políticas sociais para transformar a realidade de crianças e adolescentes de comunidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 16:20:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondencia artistica</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584086830</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;a obra "Ruínas Modernas", do fotógrafo brasileiro João Farkas. Nessa série de fotografias, Farkas retrata construções abandonadas e em estado de deterioração, que antes eram símbolos de progresso e modernidade em diversas cidades brasileiras. As imagens evocam um sentimento de nostalgia e perda, e mostram como a falta de preservação pode levar ao esquecimento e à destruição do patrimônio histórico e cultural.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 16:22:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística </title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2584089073</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma correspondência artística para esse poema é o filme Flor do Deserto que também trata de temas sobre violência contra as mulheres </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 16:24:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conteúdo </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585337878</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema retrata a chegada de um enviado, um próprio, a uma fazenda no Tejuco, provavelmente em Minas Gerais. A narrativa traz a expectativa e o suspense sobre as novidades que o homem traz, que parecem ser preocupantes e podem afetar a vida dos personagens envolvidos. O Conde, que é dono da fazenda, parece estar preocupado com as ordens que recebeu e, mesmo tendo recebido ouro e diamantes de João Fernandes, agora precisa prestar contas aos Grandes. A Chica, uma das empregadas, expressa sua ansiedade com o que o homem pode trazer de ruim. A narrativa traz também reflexões sobre a corrupção e a hipocrisia das pessoas com poder e dinheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:15:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conteúdo do poema </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585340627</link>
         <description><![CDATA[<div>Um louco que passa montado em um cavalo e falando sobre como a terra em que está é grande e precisa ser libertada.  criticando o governo e as leis de Portugal, enquanto os tropeiros que o observam riem dele. O louco mostra os montes e diz que há riqueza mineral na região. instruindo os tropeiros a levar pólvora e sal e promete que, quando voltar, a terra estará livre. No entanto, há a preocupação de que ele possa ser preso e condenado à morte. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:17:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585340627</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585341216</link>
         <description><![CDATA[<div>Este poema retrata a chegada de um mensageiro que traz notícias importantes para a região, e a expectativa e ansiedade que isso gera nas pessoas. Embora o contexto histórico seja diferente do atual, podemos ver uma relação com o mundo cada vez mais conectado e imediatista em que vivemos, onde as notícias chegam rapidamente e podem ter um grande impacto na vida das pessoas. Além disso, o poema também revela como as palavras e as intenções podem ser distorcidas por interesses pessoais e políticos, o que ainda é uma realidade presente em nossa sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:18:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585342401</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "O Louco" pode ser paralelo com os dias atuais, uma vez que ainda existem pessoas que lutam por liberdade e criticam o governo e as leis de seus países. Além disso, assim como no poema, muitas vezes essas pessoas são ridicularizadas e não levadas a sério pela sociedade. A busca por riquezas minerais também é uma realidade atual em muitos lugares do mundo. No entanto, é importante lembrar que a luta pela liberdade deve ser feita de forma pacífica e dentro dos limites da lei, para evitar possíveis sanções e conflitos desnecessários.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:19:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585344458</link>
         <description><![CDATA[<div>Terra de tantas lagoas!<br>Terra de tantas colinas!<br>No fundo das águas podres,<br>o turvo reino das febres...<br>“Ah! se eu me apanhasse em Minas...”<br>Nos palácios, vãos fidalgos.<br>Santos vãos, pelas esquinas.<br>Pelas portas e janelas,<br>as bocas murmuradoras..<br>Ah! se eu me apanhasse em Minas...”<br>Rios inchados de chuva<br>serra fusca de neblinas...<br>Quem tivera uma canoa,<br>quem correra, quem remara...<br>“Ah! se eu me apanhasse em Minas...”<br>(Que vens tu fazer, Alferes,<br>com tuas loucas doutrinas?<br>Todos querem liberdade,<br>mas quem por ela trabalha?)<br>“Ah! se eu me apanhasse em Minas...”<br>(O humano resgate custa<br>pesadas carnificinas!<br>Quem morre, para dar vida?<br>Quem quer arriscar seu sangue?)<br>“Ah! se eu me apanhasse em Minas...”<br>Minas das altas montanhas,<br>das infinitas campinas...&nbsp;<br>Quem galopara essas léguas!<br>Quem batera àquelas portas!<br>“Ah! se eu me apanhasse em Minas...”<br>Mas os traidores labutam<br>nas funestas oficinas:<br>vão e vêm as sentinelas,<br>passam cartas de denúncia..<br>“Ah! se eu me apanhasse em Minas...”<br>(E tudo é tão diferente<br>do que em saudade imaginas!<br>Onde estão os teus amigos?<br>Quem te ampara? Quem te salva,<br>mesmo em Minas? mesmo em Minas?)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:21:57 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de Conteúdo </title>
         <author>catarinamarques4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585345590</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema fala da sociedade brasileira durante o período colonial, com todas as suas contradições e complexidades. O poema descreve a grandeza dos campos brasileiros, a beleza das serras e a riqueza das lavras de ouro e diamantes. Ele também menciona a diversidade étnica do Brasil, incluindo negros, índios e mulatos.<br><br></div><div>O poema retrata a vida das pessoas durante esse período, incluindo governadores, padres, intendentes, poetas, mulheres preguiçosas, negras amamentando crianças brancas e homens em luta contra a Inglaterra. Há também uma descrição dos costumes religiosos da época, como procissões e altares cheios de velas.<br><br></div><div>O poema é rico em detalhes e descreve muitos aspectos diferentes da vida colonial no Brasil. Ele também menciona as tensões sociais da época, incluindo emboscadas, intrigas e invejas. Finalmente, o poema destaca a importância das ideias, que são apresentadas como uma força poderosa que molda a sociedade brasileira e aponta para um futuro melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:23:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conteúdo </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585345631</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema fala sobre a região de Minas Gerais, no Brasil, retratando suas paisagens, cultura e política. O autor destaca as belezas naturais, como as lagoas e colinas, mas também faz menção às febres que afligem a população. Ele menciona a presença de figuras importantes da época, como fidalgos e santos, mas também critica a fofoca e a murmuração. O poeta descreve a dificuldade de se locomover na região, com rios inchados e serras cobertas de neblina, e faz referência à luta pela liberdade, que custa vidas. Ele se pergunta quem estaria disposto a arriscar seu sangue por essa causa. O autor também destaca a beleza da região, mas aponta para a presença de traidores e a opressão política. Ele questiona se a realidade corresponde às suas saudades e se há alguém que possa salvá-lo em Minas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:23:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paralelo Com Os dias Atuais </title>
         <author>catarinamarques4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585346002</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:23:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paralela com os dias atuais </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585346651</link>
         <description><![CDATA[<div>retrata a luta por liberdade e justiça em meio a uma sociedade dividida e injusta. A menção às águas podres e ao reino das febres pode remeter aos problemas ambientais e de saúde pública enfrentados atualmente em muitas regiões do país. Além disso, a crítica aos fidalgos e aos santos vãos pode ser entendida como uma denúncia das elites e da hipocrisia presente em certos setores da sociedade. A referência à necessidade de lutar por liberdade e pelos direitos humanos também é uma questão atual em um contexto em que as conquistas democráticas estão ameaçadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência Artística </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585348003</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:25:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Análise do conteúdo </title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585350969</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa obra fala sobre as expedições de antigamente em busca de ouro, onde haviam encontros com diferentes povos, paisagens e culturas. Entretanto ao invés de apreciar isso, eles escolhem ser ignorantes e negligenciar todos, impondo seus costumes nos outros e mudando as paisagens ao seu favor. Tudo isso é feito com o único objetivo de conseguir o ouro independentemente das consequências</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:28:51 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585365311</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos ver essa cultura muito enraizada até hoje em nossa sociedade com essa busca que acaba se tornando doentia por dinheiro. Não é atoa que no poema ele diz: ''A sede de ouro é sem cura''. Essa busca constate faz com que as pessoas passem por cima uma das outras, prejudicando as vezes até mesmo quem pode ser considerado importante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:41:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Correspondência artística </title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585381953</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse filme fala sobre um stockboker que ganhou um trabalho em wallstreat, porém começou a ganhar muito mais em outro lugar. Ou seja, legalmente ele ganhava uma quantidade razoável, enquanto ilegalmente ele ganhava muito mais. Então ele começou a passar por cima de tudo e todos para conseguir seu dinheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 11:55:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise do conteúdo</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585464852</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse poema fala sobre um sonho grande de uma independencia que podemos ver que é sobre o Brasil já que ela cita o verde e amarelo. Nessa luta são incluidos todos as classes e pvoso presentas na sociedade que buscam por um país prosperante. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 12:58:41 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585471241</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos ver isso atualmente com estados que ainda procuram sua independencia dos países que se localizam. Isso já aconteceu inclusive no Brasil com o Rio Grande do Sul que queria se desvincular do país. Vários procuram isso pelos mais diversos motivos variando muito de estado para estado. Entretanto isso continua sendo algo bem presente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 13:02:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondencia artística </title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585476441</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos utilizar a serie do GloboPlay ''Nos Tempos do Imperador''. Ela conta sobre como ao mesmo tempo em que o Brasil busca a sua identidade poucos anos após a independência, Pilar, Jorge, Dom Pedro II, Thereza Cristina e Luísa enfrentam momentos importantes em suas vidas, estabelecidas no Rio de Janeiro. Temos isso muito presente no texto lido essa busca constante de liberdade<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 13:05:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 41 ou dos delatores</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585677386</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:12:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance 40</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585678269</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:12:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 45</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585679148</link>
         <description><![CDATA[<div>De Vila Rica ao Tejuco,<br>lá vai carta, lá vem carta.<br>Prendem o padre ou não prendem?<br>Dificílima caçada!<br>Uns dizem que já vai longe,<br>pelo alto da serra brava;<br>outros, que só sai de noite,<br>fugindo, de casa em casa.<br>Se perguntam por que o prendem,<br>todos dão resposta vaga:<br>por ter arrombado a mesa<br>de um juiz, em certa devassa;<br>por extravio de pedras<br>por causa de uma mulata;<br>por causa de uma donzela;<br>por uma mulher casada.<br>De Vila Rica ao Tejuco,<br>parte carta, volta carta..<br>- Algumas, não chegam nunca;<br>nenhuma é bastante clara...<br>Soldados surdos e cegos,<br>enfim, cercaram-lhe a casa.<br>Pulando cercas e muros,<br>já bem longe o padre andava.<br>Nos seus colchões remexidos,<br>não se pôde encontrar nada,<br>que escondera as coisas todas<br>- em que mesa? armário? caixa?<br>teto? parede? alicerce?&nbsp;<br>com que amigo? com que amada?<br>De Vila Rica ao Tejuco,<br>sobe carta, desce carta.<br>(O padre na sua choça,<br>construída dentro da mata,<br>deixando passar o tempo,<br>deixando crescer a barba,<br>separado deste mundo<br>pela taipa de taquara!)<br>Não há rancho que projeta,<br>quando é tempo de desgraça.<br>Ao que mais foge da sorte,<br>sempre algum soldado o agarra:<br>lá vai pela estrada a fora,<br>lá vai, pela íngreme estrada,<br>o padre Rolim, que sempre<br>tivera vida bizarra.<br>Sete pecados consigo<br>sorridente carregava.<br>Se setenta e sete houvera,<br>do mesma modo os levara.<br>Por escândalos de amores,<br>sacerdote se ordenara.<br>Só Deus sabia os limites<br>entre seu corpo e sua alma!<br>Era um padre de aventuras<br>que, tendo ou não tendo barba,<br>conforme o que houvesse em frente,<br>mudava sempre de cara.<br>Padre de maçonaria<br>que sonhava e conspirava,<br>cuja história fabulosa<br>corria cada comarca...<br>Padre amável e guloso&nbsp;<br>que ao louro poeta Gonzaga<br>mandava caixas do Serro<br>com docinho de mangaba...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:13:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 44 ou Da Testemunha Falsa</title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585679754</link>
         <description><![CDATA[<div>Que importa quanto se diga?<br>Para livrar-me de algemas,<br>da sombra do calabouço,<br>dos escrivães e das penas,<br>do baraço e do pregão,<br>a meu pai acusaria.<br>Como vou pensar nos outros?<br>Não me aflijo por ninguém.<br>Que o remorso me persiga!<br>Suas tenazes secretas<br>não se comparam à roda,<br>à brasa, às cordas, aos ferros,<br>aos repuxões dos cavalos<br>que, mais do que as Majestades,<br>ordenarão seus Ministros,<br>com tanto poder que têm.<br>Não creio que a alma padeça<br>tanto quanto o corpo aberto,<br>com chumbo e enxofre a correrem<br>pelas chagas, nem consiga<br>o inferno inventar mais dores<br>do que os terrenos decretos<br>que o trono augusto sustêm.<br>Não sei bem de que se trata:<br>mas sei como se castiga.<br>Se querem que fale, falo;<br>e, mesmo sem ser preciso,<br>minto, suponho, asseguro...<br>É só saber que palavras<br>desejam de mim. - Se alguém&nbsp;<br>padecer, com tanta intriga,<br>que Deus desmanche os enredos<br>e o salve das conseqüências,<br>se for possível: mas, antes,<br>salvando-me a mim, também.<br>Talvez um dia se saibam<br>as verdades todas, puras.<br>Mas já serão coisas velhas,<br>muito do tempo passado...<br>Que me importa o que se diga<br>o que se diga, e de quem?<br>Por escrúpulos futuros,<br>não vou sofrer desde agora:<br>Quais são torpes? Quais, honrados?<br>As mentiras viram lenda.<br>E não é sempre a pureza<br>que se faz celebridade...<br>Há mais prêmios neste mundo<br>para o Mal que para o Bem.<br>Direi quanto me ordenarem:<br>o que soube e o que não soube...<br>Depois, de joelhos suplico<br>perdão para os meus pecados,<br>fecho meus olhos, esqueço..<br>- cai tudo em sombras, além...<br>Talvez Deus não me conforme.<br>Mas o Inferno ainda está longe,<br>- e a Morte já chega à praça,<br>já range, na Ouvidoria,<br>nas letras dos depoimentos,<br>e em cartas do Reino vem...<br>Vede como corre a tinta!<br>Assim correrá meu sangue...<br>Que os heróis chegam à glória&nbsp;<br>só depois de degolados.<br>Antes, recebem apenas<br>ou compaixão ou desdém.<br>Direi quanto for preciso,<br>tudo quanto me inocente...<br>Que alma tenho? Tenho corpo!<br>E o medo agarrou-me o peito...<br>E o medo me envolve e obriga...<br>- Todo coberto de medo,<br>juro, minto, afirmo, assino.<br>Condeno. (Mas estou salvo!)<br>Para mim, só é verdade<br>aquilo que me convém.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:13:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 50 ou de Inácio Pamplona</title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585679889</link>
         <description><![CDATA[<div>Por aqui passou Pamplona,<br>homem de força e de orgulho.<br>Por aqui passou Pamplona,<br>grande pressa, cara alegre,<br>no dia 4 de julho.<br>Disse que fora mandado<br>a uns descobertos distantes.<br>Disse que fora mandado<br>lá para uma serra brava,<br>atrás de ouro e de diamantes.<br>Não porque ele o referisse,<br>mas toda a Vila sabia<br>- não porque ele o referisse -<br>que se achara o Doutor Cláudio<br>morto, nesse mesmo dia.<br>Passou como um fugitivo,<br>e levava ao lado um vulto.<br>Passou como um fugitivo:<br>e talvez seu companheiro<br>fosse o Doutor Cláudio, oculto.<br>Quando os Ministros chegaram<br>para a Devassa, nas Minas,<br>quando os Ministros chegaram,<br>sua sombra se perdera<br>além daquelas colinas.<br>Por aqui passou Pamplona,<br>homem de força e de orgulho.&nbsp;<br>Por aqui passou Pamplona,<br>a falar em longas viagens,<br>no dia 4 de julho.<br>Mas ficara ali por perto...<br>Nem ouro nem serra brava...<br>Mas ficara ali por perto.<br>E a morte do Doutor Cláudio<br>ninguém, na Vila, explicava...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:13:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 51</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585680037</link>
         <description><![CDATA[<div>Já vem o peso do mundo<br>com suas fortes sentenças.<br>Sobre a mentira e a verdade<br>desabam as mesmas penas.<br>Apodrecem nas masmorras,<br>juntas, a culpa e a inocência.<br><br>O mar grosso irá levando,<br>para que ao longe se esqueçam,<br>as razões dos infelizes,<br>a franja das suas queixas,<br>o vestígio dos seus rastros,<br>a sua inútil presença.<br><br>Já vem o peso da morte,<br>com seus rubros cadafalsos,<br>com suas cordas potentes,<br>com seus sinistros machados,<br>com seus postes infamantes<br>para os corpos em pedaços;<br>já vem a Jurisprudência<br>interpretar cada caso,<br>- e o Reino está muito longe,<br>- e há muito ouro no cascalho,<br>- e a Justiça é mais severa<br>com os homens mais desarmados.<br><br>Já vem o peso da usura,<br>bem calculado e medido.<br>Vice-reis, governadores,<br>chanceleres e ministros,<br>por serem tão bons vassalos,&nbsp;<br>não pensam mais nos amigos:<br>mas há muita barra de ouro,<br>secretamente, a caminho;<br>mas há pedras, mas há gado<br>prestando tanto serviço<br>que os culpados com dinheiro<br>sempre escapam aos castigos.<br><br>Já vem o peso da vida,<br>já vem o peso do tempo:<br>pergunta pelos culpados<br>que não passarão tormentos,<br>e pelos nomes ocultos<br>dos que nunca foram presos.<br>Diante do sangue da forca<br>e dos barcos do desterro,<br>julga os donos da Justiça,<br>suas balanças e preços.<br>E contra seus crimes lavra<br>a sentença do desprezo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:14:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance LV ou de um preso chamado Gonzaga </title>
         <author>marinamonzillo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quem sabe o que pensa o preso<br>que todas as leis conhece,<br>e continua indefeso!<br>Aquele magistrado<br>que digno fora, e austero,<br>agora te aparece<br>criminoso. E pondero:<br>Tudo no mundo mente.<br>(Daqui nem ouro quero...)<br>Pode ser que assim falasse<br>e pode ser que corressem<br>lágrimas, por sua face.<br>No remoto Passado<br>fica o semblante vero,<br>do que hoje aqui padece.<br>Mas não me desespero,<br>que a vida é sem Presente.<br>(Daqui nem ouro quero...)<br>Mas eram falas perdidas,<br>que havia léguas e léguas<br>de sua vida e outras vidas...<br>Inocente, culpado?<br>Enganoso? Sincero?<br>Por muito que o confesse,<br>o amor não recupero.<br>No entanto, ó surda gente,<br>daqui nem ouro quero...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:14:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Romance 54</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:14:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance 56</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:14:27 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 72 ou Maio no Oriente</title>
         <author>mariaantonia15</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:14:52 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 23 ou Das Exéquias do Príncipe </title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585681487</link>
         <description><![CDATA[<div>Já plangem todos os sinos,<br>pelo Príncipe, que é morto.<br>Como um filho de Rainha<br>pode assim morrer tão moço?<br>Dizem que foi de bexigas;<br>de veneno - dizem outros -<br>que lhe deram os ministros<br>para o não verem no trono.<br>Triste ano para a esperança,<br>este ano de 88!<br>Triste ano por estas Minas,<br>onde existem vários loucos<br>que do Príncipe esperavam<br>governo mais a seu gosto:<br>mações de França e Inglaterra,<br>libertinos sem decoro,<br>homens de idéias modernas,<br>coronéis, vigários doutos,<br>finos ministros e poetas<br>que fazem versos e roubos.<br>Já plangem todos os sinos!<br>Já repercutem os morros.<br>(Deus sabe por que se chora,<br>por que há vestidos de nojo!<br>O padre que lê Voltério<br>é que vem pregar ao povo!<br>Estas Minas enganosas<br>andam cheias de maus sonhos.<br>Já ninguém quer ser vassalo.<br>Todos se sentem seus donos!)&nbsp;<br>Correm avisos nos ares.<br>Há mistério, em cada encontro.<br>O Visconde, em seu palácio,<br>a fazer ouvidos moucos.<br>Quem sabe o que andam planeando,<br>pelas Minas, os mazombos?<br>A palavra Liberdade<br>vive na boca de todos:<br>quem não a proclama aos gritos,<br>murmura-a em tímido sopro.<br>Já plangem todos os sinos,<br>pelo Príncipe, que é morto.<br>Ó grande melancolia!<br>Ó profundíssimo assombro!<br>- Perdida a oportunidade<br>para qualquer alvoroço.<br>Lá se foi quem poderia<br>governar o tempo novo!<br>Lá se foi com seus poderes,<br>para mundo sem retorno.<br>Ai, terras de Vila Rica,<br>os tempos andam revoltos!<br>Neste levante das almas,<br>trabalham sábios e tolos.<br>Uns, avançam com prudência,<br>outros partem, com denodo.<br>E alguns, de esguelha, calculam,<br>com finos olhares torvos:<br>da sorte dos companheiros<br>fazem seu negócio e jogo.<br>Já plangem todos os sinos!<br>Cobri-vos, montes, de roxo!<br>Calai, mulheres e crianças,<br>que o vosso é mal sem socorro!<br>Exéquias hoje rezadas&nbsp;<br>serão vossas, dentro em pouco.<br>Morto o Príncipe, já tudo<br>é loucura e desacordo...<br>(Perdeu-se a oportunidade,<br>neste ano de 88!)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:15:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>poema 49- ou de Cláudio Manuel da Costa </title>
         <author>joaobiagiolli</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Que fugisse, que fugisse...<br>- bem lhe dissera o embuçado! -<br>que não tardava a ser preso,<br>que já estava condenado,<br>que, os papéis, queimasse-os todos...<br>Vede agora o resultado:<br>mais do que preso, está morto,<br>numa estante reclinado,<br>e com o pescoço metido<br>num nó de atilho encarnado.<br>- Isto é o que conta o vizinho<br>que ouviu falar o soldado.<br>Mas do corpo ninguém sabe:<br>anda escondido ou enterrado?<br>Dizem que o viram ferido,<br>ferido, e não sufocado:<br>de borco em poça de sangue,<br>por um punhal traspassado.<br>- Dizem que não foi atilho<br>nem punhal atravessado,<br>mas veneno que lhe deram,<br>na comida misturado.<br>E que chegaram doutores,<br>e deixaram declarado<br>que o morto não se matara,<br>mas que fora assassinado.&nbsp;<br>E que o Visconde dissera:<br>“Dai-me outro certificado,<br>que aquele ficou perdido&nbsp;<br>por um tinteiro entornado!”<br>E quem vai saber agora<br>o que se terá passado?<br>- Talvez o morto fosse outro,<br>em seu lugar colocado.<br>A sombra da noite escura<br>encobre muito pecado.<br>Talvez pelo subterrâneo<br>fosse ao Palácio levado...<br>Era homem de muitas luzes,<br>pelo povo respeitado;<br>Secretário do Governo,<br>que vivia em grande estado:<br>casa de trinta aposentos,<br>muito dinheiro emprestado,<br>e do velho João Fernandes,<br>dono do Serro, afilhado!<br>- Não creio que fosse morto<br>por um atilho encarnado,<br>nem por veneno trazido,<br>nem por punhal enterrado.<br>Nem creio que houvesse dito<br>o que lhe fora imputado.<br>Sempre há um malvado que escreva<br>o que dite outro malvado,<br>e por baixo ponha o nome<br>que se quer ver acusado...<br>Entre esta porta e esta ponte,<br>fica o mistério parado.<br>Aqui, Glauceste Satúrnio,<br>morto, ou vivo disfarçado,<br>deixou de existir no mundo,<br>em fábula arrebatado,<br>como árcade ultramarino<br>em mil amores enleado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:15:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 53 ou das palavras aéreas</title>
         <author>mariaantonia15</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:15:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>poema 48</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:15:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 52</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:15:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>diegomarconi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Romance XLIII ou as conversas indignadas<br>Eram muitos mais os sócios:<br>- a trempe tem muitas pernas... -<br>mas, por isto ou por aquilo,<br>por estas razões e aquelas,<br>agarraram-se, somente,<br>os que foram indicados,<br>- pois mais pode quem governa...<br>-<br>Palavras sobre palavras...<br>(Não há nada que convença,<br>quando escrivães e juízes<br>trocam por vacas paridas,<br>por barras de ouro largadas,<br>as testemunhas que servem<br>de fundamento às sentenças...)<br>(Calem-se os apadrinhados!<br>Fujam parentes e amigos!<br>Contaremos esta história<br>segundo o preço que paguem;<br>e ao mais fraco escolheremos<br>para receber por todos<br>o justo e exemplar castigo!)<br>Esse que todos acusam,<br>sem amigo nem parente,<br>sem casa, fazenda ou lavras,<br>metido em sonhos de louco,<br>salvador que se não salva,<br>pode servir de resgate.<br>É o Alferes Tiradentes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:15:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marina </title>
         <author>marinamonzillo</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:16:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sophia</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>Thomaz Vitale</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:17:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>da arrematação dos bens do Alferes</title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <description><![CDATA[<div>Arrematai o machinho<br>castanho rosilho! Custa<br>10 mil-réis: o que o algebrista<br>lhe pôs na avaliação.<br>Ai! corta rios e espinhos,<br>e já nada mais o assusta:<br>Só ele sabe o que leva<br>na sua imaginação.<br>Arrematai as esporas,<br>com seu jogo de fivelas!<br>Pesam 39 oitavas<br>e uma pequena fração.<br>E ireis pelo mundo afora<br>aprumado em qualquer sela,<br>propalando a sanha brava<br>dessa história de traição.&nbsp;<br>Arrematai as navalhas<br>e a tabaqueira de chifre!<br>Neste corredor de trevas,<br>nossos passos aonde irão?<br>Feliz aquele que leve<br>um ponteiro que o decifre!<br>Arrematai-o! - Não falha,<br>este relógio marcão.<br>Arrematai, juntamente,<br>esta bolsinha dos ferros:<br>por menos de 3 cruzados,<br>ficareis tendo a ilusão<br>de, por entre escuma e berro,<br>Arrematai as navalhas<br>e a tabaqueira de chifre!<br>Neste corredor de trevas,<br>nossos passos aonde irão?<br>Feliz aquele que leve<br>um ponteiro que o decifre!<br>Arrematai-o! - Não falha,<br>este relógio marcão.<br>Arrematai, juntamente,<br>esta bolsinha dos ferros:<br>por menos de 3 cruzados,<br>ficareis tendo a ilusão<br>de, por entre escuma e berro,<br>Arrematai a fivela<br>da volta do pescocinho,<br>que para sempre recorda<br>definitiva aflição!<br>Pois estão marcados nela<br>o sítio certo e o caminho<br>por onde cutelo e cordas<br>cumprem sua obrigação.<br>Arrematai essas horas<br>guardadas pelos ponteiros,<br>arrancadas ao seu dono,<br>rogando consumação!<br>Interrogai-as, agora<br>que os reis tremem nos seus<br>e os antigos prisioneiros<br>de cinza e de glória são.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:17:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Victoria Almeida</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:17:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance XLVII ou dos seqüestros</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As ordens já são mandadas,<br>já se apressam os meirinhos.<br>Entram por salas e alcovas,<br>relatam roupas e livros:<br>tantas casacas de seda,<br>e tantos lençóis de linho;<br>tantos calções, tantas véstias<br>com bordados de ouro fino;<br>tantas fronhas de babados<br>e voltas de pescocinho...<br>Tantos volumes de Horácio,<br>de Júlio César, de Ovídio...<br>Compêndios e dicionários,<br>e tratados eruditos<br>sobre povos, sobre reinos,<br>sobre invenções e Concílios...<br>E as sugestões perigosas<br>de França e Estados Unidos,<br>Mably, Voltaire e outros tantos,<br>que são todos libertinos...<br>As ordens já são mandadas,<br>já se apressam os meirinhos.<br>Retiram das prateleiras<br>porcelana, prata, vidro;<br>puxam gavetas de mesas,<br>remexem nos escaninhos;<br>arregalam grandes olhos<br>sobre vastos manuscritos.<br>Não ficam lençóis nas camas,&nbsp;<br>tudo é visto e revolvido.<br>Nas caixas de mantimentos,<br>contam cada grão de milho;<br>arrolam bules sem asa,<br>sem asa, tampa nem bico!<br>Tantos mapas, tantos quadros<br>com seus vidros e caixilhos...<br>Tantas facas, tantos garfos,<br>tantas meias, tantos cintos...<br>As ordens já são mandadas...<br>já se apressam os meirinhos.<br>Pobres figuras odiosas,<br>curvadas a um vil serviço,<br>com suas penas rombudas<br>que estendem grossos rabiscos,<br>horas e horas dedicados<br>ao monótono exercício<br>de executar os seqüestros,<br>por duro dever de ofício.<br>Versos, idéias, estudos<br>são palavras sem sentido.<br>Pobres coisas desamadas<br>- lembranças, presentes, mimos...<br>O que foi gala e beleza<br>tomba no rol, sem prestígio...<br>Qual será maior desgraça:<br>a dos réus, com seu prejuízo,<br>ou a dos trastes sem dono<br>em morto papel perdidos?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:17:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>59</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585686174</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:18:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Romance 61 ou dos domingos do Alferes </title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585686415</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:18:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 64 ou De Uma Pedra Crisólita </title>
         <author>dimitriduarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dizem que saiu dessa casa<br>com uma crisólita na mão.<br>Era de noite, era já tarde,<br>era numa triste ocasião.<br>As sentinelas escutavam<br>seu passo pela escuridão.<br>Trazia de volta essa pedra<br>que não pôde ser lapidada.<br>Frustrada jóia - de quem era?<br>a quem seria destinada?<br>A morte sempre está com pressa,<br>e os anéis não lhe dizem nada...<br>Entrou pela sombra da rua<br>com o peso da pedra nos dedos.<br>E a cidade era muito escura,<br>e o tempo cheio de segredos,<br>e a noite era uma trama surda<br>de negras denúncias e medos.<br>Caminhou por ali acima,<br>sozinho, veemente, calado,<br>com sua crisólita fria<br>que tinha dentro um sol fechado.<br>E seguiu por aquela esquina,<br>com seu passo já condenado.<br>Dias depois é que foi preso,<br>entre uma parede e uma cama,<br>segundo os rigores do tempo<br>e os elos da noturna trama.&nbsp;<br>E rolou pelo esquecimento<br>sua crisólita sem chama.<br>Talvez nem crisólita fosse...<br>As pedras sempre enganam tanto!<br>Há muitos aleives na noite..<br>Havia espiões em cada canto:.<br>(As vezes, pela mão de um homem<br>podem brilhar gotas de pranto...)<br>Ele era o Alferes Tiradentes,<br>enforcado naquela praça:<br>muitas coisas não se compreendem,<br>tudo se esquece, o tempo passa..<br>Mas essa crisólita, sempre,<br>parece diamante sem jaça.<br>E era uma simples pedra fosca,<br>e ficou sem lapidação.<br>Quando se fala nela, a sombra<br>desfaz-se como cerração.<br>E sua luz bate no rosto<br>do homem que a levava na mão.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:18:37 UTC</pubDate>
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         <title>romance 60</title>
         <author>brunovarella2</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:18:40 UTC</pubDate>
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         <title>cenario</title>
         <author>thomazvitale</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 65</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:19:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>thomazvitale</author>
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         <description><![CDATA[<div>E bati bati bati batii</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:19:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>conteúdo</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema fala sobre a figura do "Embuçado", um personagem misterioso que a  identidade e propósito são desconhecidos. Ele é visto passando por diferentes lugares, mas ninguém sabe ao certo quem ele é ou o que está fazendo. O "Embuçado" pode ser uma figura alegórica que representa a morte, o amor, um amigo ou um inimigo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:19:46 UTC</pubDate>
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         <title>poema 68</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585688806</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:19:56 UTC</pubDate>
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         <title>Romance LXVI ou de outros maldizentes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A nau que leva ao degredo<br>apenas do porto larga,<br>já põem a pregão os trastes<br>que os desterrados deixaram.<br>- Que fica daquele poeta<br>Tomás Antônio Gonzaga?<br>- Somente este um par de esporas<br>um par de esporas de prata.<br>Por mais que se apure o peso,<br>não chega a quarenta oitavas!<br>(Nem terçados nem tesouras,<br>canivetes ou navalhas;<br>nada do ferro que corta,<br>nada do ferro que mata:<br>só as esporas que ensinam<br>o cavalo a abrir as asas...<br>Espelho? - para que rosto?<br>Relógio? - para que data?)<br>- Que fica, na fortaleza,<br>daquele poeta Gonzaga<br>- Um par de esporas, somente.<br>Um par de esporas de prata.<br>E Vossa Mercê repare<br>que outras há, mais bem lavradas!<br>- Pelos modos, me parece<br>- que lhe hão de fazer bem falta!<br>Dizem que tinha um cavalo&nbsp;<br>que Pégaso se chamava.<br>Não pisava neste mundo,<br>mas nos planaltos da Arcádia!<br>- Agora, agora veremos<br>como do cavalo salta!<br>- Entre pastores vivia,<br>à sombra da sua amada.<br>Ele dizia: “Marília!”<br>Ela: “Dirceu!” balbuciava...<br>- Já se ouviu mais tola história?<br>- Já se viu gente mais parva?<br>- Hoje não é mais nem sombra<br>dos amores que sonhava...<br>Anda longe, a pastorinha...<br>e agora já não se casa!<br>- Tanto amor, tanto desejo...<br>Desfez-se o fumo da fábula,<br>que isso de amores de poetas<br>são tudo aéreas palavras...<br>- Foi-se a monção da ventura,<br>chega o barco da desgraça.<br>Que deixa na fortaleza?<br>Um par de esporas de prata!<br>(Ai, línguas de maldizentes,<br>nos quatro cantos das praças!<br>Se mais deixasse, diriam<br>que eram roubos que deixava.<br>Ai, línguas, que sem fadiga<br>arquitetais coisas falsas!)&nbsp;<br>- Tanta seda que vestira!<br>- Tanto verso que cantara!<br>- Maior que César se via...<br>- Mais que Alexandre, pensava...<br>- Escorregou-se-lhe a sela...<br>- Restam-lhe cavalos de água!<br>- Mais devagar, cavaleiro,<br>que vai dar contigo em África!<br>Puseram pregões agora,<br>vamos ver quem arremata.<br>- Quem compra este par de esporas<br>que eram do poeta Gonzaga?<br>- Já ninguém sonha ir tão longe,<br>que hoje são duras escarpas<br>esses caminhos de flores<br>de antigos campos da Arcádia...<br>- Só deixou na fortaleza<br>o par de esporas de prata!<br>- Quem sabe se alcança terra?<br>Quem sabe se desembarca?<br>Anda a peste das bexigas<br>até na gente fidalga...<br>- Pois ia dar leis ao mundo!<br>Era o que as leis fabricava!<br>E o par de esporas não chega<br>nem a 39 oitavas.<br>- Para tão longa carreira,&nbsp;<br>vê-se que eram coisa fraca...<br>- Já lá vai pelo mar fora,<br>lá vai, com toda a prosápia,<br>o ouvidor e libertino<br>desembargador peralta...<br>(Ai de ti que hoje te firmas<br>no arção das ondas salgadas.<br>Segura a rédea de espuma,<br>Tomás Antônio Gonzaga.<br>Escapaste aqui da forca<br>da forca e das línguas bravas;<br>vê se te livras das febres,<br>que se levantam nas vagas,<br>e vão seguindo o navio<br>com seus cintilantes miasmas...)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:20:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>poema 69</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585690094</link>
         <description><![CDATA[<div>Por terras de Moçambique,<br>quem passeia,<br>de cabeça descoberta,<br>sem sentir o que está perto,<br>desinteressado e alheio?<br>Vira a Sorte o leme rápido,<br>de repente:<br>sem mais rota que se explique.<br>Entre negros, tristes montes,<br>a morada<br>abre em sonhos a janela<br>e surge o semblante belo<br>que fora amado e cantado.<br>E, ao som das águas esfumam-se,<br>tenuemente,<br>igrejas, cavalos, pontes...<br>Que clara lua desperta,<br>erma e pura,<br>sobre essa impossível casa?<br>Dize, Amor, qual é teu prazo?<br>Quem se fia no futuro?<br>Entre as mãos dos dias pálidos.<br>tudo mente.<br>Acabou-se a estrela certa.<br>E pode ser que se fique<br>exilado<br>para sempre, errante e calmo,<br>como um homem já sem nada,<br>que vai matando a memória,&nbsp;<br>que ainda o alente,<br>por terras de Moçambique.<br>E a lua longe atravessa,<br>entre igrejas,<br>a Vila de ouro e de espanto...<br>...ah! por onde ninguém canta<br>seus amores e desejos...<br>Assim branca, a noite, e límpida!<br>Mas, no Oriente,<br>que negro dia começa?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:20:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance 70 ou do lenço do exílio</title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585690151</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Hei de bordar-vos um lenço<br>em lembrança destas Minas;<br>ramo de saudade, imenso...<br>lágrimas bem pequeninas.<br>(Ai, se ouvísseis o que penso!)<br>Ai, se ouvísseis o que digo,<br>entre estas quatro paredes...<br>Mas o tempo é vosso amigo,<br>que não me ouvis nem me vedes.<br>(Minha dor é só comigo.)<br>E esta casa é grande e fria,<br>com toda a sua nobreza.<br>Ai, que outra coisa seria,<br>se preso estais, ver-me presa.<br>(Porém tudo é covardia.)<br>Sei que ireis por esses mares.<br>Sonharei vosso degredo,<br>sem sair destes lugares<br>por fraqueza, pejo, medo<br>(e imposições familiares.)<br>Hei de bordar tristemente<br>um lenço, com o que recordo...<br>A dor de vos ter ausente<br>muda-se na flor que bordo.&nbsp;<br>(Flor de angustiosa semente.)<br>Muito longe, em terra estranha,<br>se chorais por Vila Rica,<br>neste lenço de bretanha,<br>pensai no pranto que fica<br>(à sombra desta montanha!)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:20:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 71</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:20:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Imaginária Serenata</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585690669</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:21:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 73</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585691175</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:21:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance LXXIV ou da rainha prisioneira </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585691262</link>
         <description><![CDATA[<div>Ai, a filha da Marianinha!<br>Ai, a neta do Rei Dom João!<br>- suave princesa de mãos postas,<br>resplandecente de coração...<br>Que lindas letras desenhava<br>a sua delicada mão:<br>grandes verticais majestosas,<br>curvas de tanta mansidão!<br>MARIA - nome de esperança,<br>MARIA - nome de perdão,<br>- a melancólica princesa<br>livre de toda ostentação,<br>que há de subir a um trono amargo<br>como todos os tronos são!<br>A que crescera entre as intrigas<br>de validos, nobres, criados,<br>a que conversara com os santos,<br>a que detestara os pecados!<br>A que soube de tanto sangue,<br>por engenhos de altos estrados,<br>quando a nobreza sucumbia,<br>nos fidalgos esquartejados!<br>A que vira o pasmo do povo<br>e a estupefação dos soldados...<br>A que, amarrada em seus protestos,<br>pusera silenciosos brados<br>em grandes lágrimas abertas<br>nos olhos, para o céu voltados...<br>A que um dia fora aclamada,<br>envolta em vestes lampejantes&nbsp;<br>onde o que não fosse ouro e prata<br>era de flores de brilhantes..<br>Mas o vestido bordado! ????<br>A que de olhos tristes mirara<br>paisagens, multidões, semblantes,<br>sentindo a turba alucinada,<br>em vãos transportes delirantes,<br>sabendo que reis e reinados<br>são sempre penosos instantes..<br>A que um missal e crucifixo ??????<br>a mão pousara, e aos circunstantes<br>fizera ouvir seu juramento<br>sob estandartes palpitantes!<br>A que mandara abrir masmorras,<br>a que desprendera correntes<br>a que escutara os condenados<br>e libertara os inocentes;<br>a que aos sofredores antigos<br>levará consolos urgentes;<br>a que salvava os desvalidos,<br>a que socorria os doentes;<br>a que dava a comer aos pobres<br>com suas próprias mãos clementes;<br>a que chorava pelas culpas<br>de seus mortos impenitentes,<br>e suplicava a Deus piedade<br>para seus ilustres parentes!<br>A que se preservava isenta<br>sobre os desencontros humanos:<br>sem soldados e sem navios,<br>entre os irados soberanos<br>de Espanha, de França e Inglaterra<br>e os rebeldes americanos,<br>- com os olhos além deste mundo,<br>nessa evasão de meridianos<br>que não compreendem os ministros<br>- e muito menos os tiranos -&nbsp;<br>de quem vê na terra a falência<br>de todos os mortais enganos...<br>A que achava, no ódio, o pecado.<br>A que achava, na guerra, os danos...<br>A que tentara erguer-se a esferas<br>de Arte, de Ciência e Pensamento...<br>A que ao serviço de seu povo<br>dedicara cada momento...<br>A que se acreditara livre<br>de qualquer decreto sangrento...<br>- quando os horizontes moviam<br>grandes ondas de roxo vento;<br>- quando em cada livro se abriam<br>outras leis e outro ensinamento;<br>- quando o tempo da realeza,<br>em súbito baque violento,<br>desabava das guilhotinas,<br>sobre um grosso mar de tormento...<br>Ei-la, sem pai, marido, filhos,<br>confessor, - ninguém - acordada<br>em seu Palácio, à densa noite<br>erguendo voz desesperada,<br>perguntando pelos seus mortos,<br>pela sua ardente morada..<br>Ei-la a sentir o Inferno vivo,<br>a família toda abrasada,<br>e os Demônios com rubros garfos,<br>esperando a sua chegada.<br>E seu corpo já transparente,<br>e já dentro dele mais nada.<br>E os corcéis da Morte e da Guerra<br>a escumarem na sua escada.<br>Ei-la a estender pelas paredes<br>sua desvairada figura...<br>A que, embora piedosa e meiga,&nbsp;<br>pelo poder da desventura<br>degredava e matava - longe -<br>com sua clara assinatura..<br>Ei-la aos gritos, à sombra verde<br>dos jardins de aquosa frescura.<br>Clamam por ela Inconfidentes<br>que a funda masmorra tortura.<br>E ela clama aos ares esparsos...<br>E a Liberdade que procura<br>é por flutuantes horizontes,<br>no fusco império da loucura.<br>Ai, a neta de Dom João Quinto,<br>filha de Dom José Primeiro,<br>presa em muros de fúria brava,<br>mais do que qualquer prisioneiro!<br>- Terras de Angola e Moçambique,<br>mais doce é o vosso cativeiro!<br>- Transparentes, vossas paredes,<br>prisões do Rio de Janeiro!<br>Ai, que a filha da Marianinha<br>jaz em cárcere verdadeiro,<br>sem grade por onde se aviste<br>esperança, tempo, luzeiro...<br>Prisão perpétua, exílio estranho,<br>sem juiz, sentença ou carcereiro...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:21:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585691785</link>
         <description><![CDATA[<div>A relação do poema com os dias atuais é que ele trata da incerteza e mistério da vida, o que o torna atemporal e relacionável com os dias atuais. Ele nos lembra das incertezas das relações humanas e das circunstâncias da vida, e pode ser interpretado como uma reflexão sobre os desafios que enfrentamos atualmente, como a pandemia global.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:21:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 75</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585692024</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:22:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance LVIII ou da grande madrugada</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585692352</link>
         <description><![CDATA[<div>Se já vai longe a alvorada,<br>então, por que tarda o dia?<br>Que negrume se levanta,<br>e com sua forma espanta<br>a luz que o mar anuncia?<br>Não é nuvem nem rochedo:<br>detende as rédeas ao medo!<br>- É o negro Capitania.<br>Olhai, vós, os condenados,<br>a grande sombra que avança:<br>livre de pasmo e alvoroço,<br>este é o que aperta o pescoço<br>aos réus faltos de esperança..<br>E, para gerais assombros,<br>ainda lhes cavalga os ombros,<br>e nos ares se balança!<br>Ah, não fecheis vossos olhos,<br>que hoje é tempo de agonia!<br>Lembrai-vos deste momento,<br>neste sinistro aposento<br>onde a morte principia!<br>Vede o mártir como fita<br>sereno a sua desdita<br>e o negro Capitania!<br>“Oh! permite que te beije<br>os pés e as mãos... Nem te importe&nbsp;<br>arrancar-me este vestido..<br>Pois também na cruz, despido,<br>morreu quem salva da morte!”<br>Vede o carrasco ajoelhado,<br>todo em lágrimas lavado,<br>lamentar a sua sorte!<br>Já vai o mártir andando,<br>cercado da clerezia.<br>Franjas, arreios dourados,<br>clarins, cavalos, soldados,<br>e uma carreta sombria,<br>que lhe vai seguindo os passos,<br>e onde há de vir em pedaços,<br>com o negro Capitania.<br>Ah, quanto povo apinhado<br>pelos morros e janelas!<br>Ouvidores e ministros<br>carregam perfis sinistros<br>no alto de faustosas selas.<br>Ondulam colchas ao vento<br>e - brancas de sentimento<br>rezam donas e donzelas.<br>Ah, quantos degraus puseram<br>para a fúnebre alegria<br>de ver um morto lá no alto,<br>de assistir ao sobressalto<br>dessa afrontosa agonia!<br>E ver Levantar-se o braço,<br>e ver pular pelo espaço<br>o negro Capitania!<br>“Nem por pensamento traias&nbsp;<br>teu Rei...” Mas, na grande praça<br>há um silencioso tumulto:<br>grito do remorso oculto,<br>sentimento da desgraça...<br>Pára o tempo, de repente.<br>Fica o dia diferente.<br>E agora a carreta passa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:22:22 UTC</pubDate>
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         <title>Fala à Comarca do Rio das Mortes </title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:23:18 UTC</pubDate>
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         <title>Bruno e Adrian</title>
         <author>brunovarella2</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:24:20 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 77</title>
         <author>brunovarella2</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:24:28 UTC</pubDate>
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         <title>Carol e Catarina</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:24:41 UTC</pubDate>
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         <title>39</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:24:54 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 78 ou de um tal Alvarenga </title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:24:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>sophiavicente</author>
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         <description><![CDATA[<div>Onde, o gado que pascia<br>e onde, os campos e onde, as searas?<br>Onde a maçã reluzente,<br>ao claro sol que a dourava?<br>Onde, as crespas águas finas,<br>cheias de antigas palavras?<br>Onde, o trigo? Onde, o centeio,<br>na planície devastada?<br>Onde, o girassol redondo<br>que nas cercas se inclinava?<br>Mesmo as pedras das montanhas<br>parecem podres e gastas.<br>As casas estão caindo,<br>muito tristes, abraçadas.<br>As cores estão chorando<br>suas paredes tão fracas<br>e as portas sem dobradiças,<br>e as janelas sem vidraças.Já desprendidos do tempo,<br>assomam pelas sacadas<br>que oscilam soltas ao vento,<br>velhos de nublosas barbas.<br>Não se sabe se estão vivos,<br>ou se apenas são fantasmas.<br>Já são pessoas sem nome,<br>quase sem corpo nem alma.<br>As ruas vão-se arrastando,<br>extremamente cansadas,<br>com suas saias escuras<br>todas de lama, na barra.<br>Ai, que lenta morte, a sua, lenta, deserta e humilhada...<br>(Um céu de azul silencioso<br>muito longe bate as asas.)<br>Onde os canteiros de flores<br>e as fontes que os refrescavam?<br>Onde, as donas que subiam,<br>para a missa, estas escadas?<br>Onde, os cavalos que vinham<br>por essas verdes estradas?<br>Onde, o Vigário Toledo<br>com seus vários camaradas?<br>E as cadeiras de cabiúna,<br>que se viam nesta sala?<br>E os seus brilhantes damascos,<br>de ramagens encarnadas?<br>Onde, as festas? Onde, os vinhos?<br>Onde, as temerárias falas? “Qual de nós vai ser Rainha?”<br>“E qual de nós vai ser Papa?”<br>Onde, o brilho dos fagotes?<br>Onde, as famosas bravatas?<br>Onde, os lábios que sorriam?<br>Onde, os olhos que miravam<br>as pinturas destes tetos,<br>agora quase apagadas?<br>Dona Bárbara Heliodora,<br>falai!... (Quem vos escutara!)<br>Dizei-me, do Norte Estrela,<br>onde assistem vossas mágoas!<br>Vinde, coronéis, doutores,<br>com vossas finas casacas,<br>respirai! - que já vai longe<br>a vossa vida passada.<br>Falai de leis e de versos,<br>e de pastores da Arcádia! Mas que fizeram das mesas<br>onde outrora se jogava?<br>Livros de França e Inglaterra,<br>por onde será que os guardam?<br>Quem falou de povos livres?<br>Quem falou de gente escrava?<br>A Gazeta de Lisboa<br>pelo vento foi rasgada.<br>Cantai, pássaros da sombra,<br>sobre as esvaídas lavras!<br>Cantai, que a noite se apressa<br>pelas montanhas esparsas,<br>e acendem os vaga-lumes<br>suas leves luminárias,<br>para imponderáveis festas<br>nas solidões desdobradas. Onde, ó santos, vossos olhos,<br>por esta igreja encantada,<br>com paredes de ouro puro<br>e longas franjas de lágrimas?<br>(Era de seda vermelha<br>o sobrecéu que o velava:<br>no seu catre com pinturas,<br>de cabeceira dourada,<br>dormia o Padre Toledo...<br>A mesma fonte cantava.<br>O céu tinha a mesma lua<br>- grande coroa de prata.<br>Há dois séculos dormia.<br>Há dois séculos sonhava...<br>Olhos de ler o Evangelho, Onde, ó santos, vossos olhos,<br>por esta igreja encantada,<br>com paredes de ouro puro<br>e longas franjas de lágrimas?<br>(Era de seda vermelha<br>o sobrecéu que o velava:<br>no seu catre com pinturas,<br>de cabeceira dourada,<br>dormia o Padre Toledo...<br>A mesma fonte cantava.<br>O céu tinha a mesma lua<br>- grande coroa de prata.<br>Há dois séculos dormia.<br>Há dois séculos sonhava...<br>Olhos de ler o Evangelho, Nos seus altares, os santos,<br>pensativos, o esperavam.)<br>Onde estão seus vastos sonhos,<br>ó cidade abandonada?<br>De onde vinham? Para onde iam?<br>Por onde foi que passaram?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:25:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585698193</link>
         <description><![CDATA[<div>A pandemia foi um momento de  incerteza e mistério da vida, que é o que o poema retrata, e essa é uma relação entre os dois.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:26:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585700071</link>
         <description><![CDATA[<div>Romance LXIII ou do silêncio do Alferes<br>“Vou trabalhar para todos!”<br>- disse a voz no alto da estrada.<br>Mas o eco andava tão longe!<br>E os homens, que estavam perto,<br>não repercutiam nada...<br>“Bebamos, ;pois, ao futuro!”<br>- exclamara na pousada.<br>Todos beberam com ele,<br>todos estavam de acordo.<br>E agora não sabem nada.<br>“Levai bem pólvora e chumbo!”<br>- disse a voz aos da boiada.<br>Mas o rosilho passava,<br>e os homens riam-se dela,<br>sem lhe responderem nada.<br>“Quem se segue? Que me querem?”<br>- pergunta a voz espantada.<br>Mas o traidor escondido<br>e as sentinelas esquivas<br>não lhe esclarecem mais nada.<br>Já se afastam os amigos,<br>e já não tem mais amada.<br>Leva uma dobla no bolso,<br>leva uma estrela no sonho<br>e uma tristeza sem nada.<br>(“Ah, se eu me apanhasse em Minas...”)<br>- suspira a voz fatigada.&nbsp;<br>Mas largo é o rio na serra!<br>“Quem tivesse uma canoa.. “<br>(Não servira para nada... )<br>(Já vão subindo os algozes,<br>com duros passos na escada.<br>No bacamarte que empunha,<br>há quatro dedos de chumbo,<br>porém não dispara nada.<br>Tanto tempo na masmorra!<br>Tanta coisa mal contada!<br>Os outros têm privilégios,<br>amigos, ouro, parentes...<br>Só ele é que não tem nada.<br>E vós sabeis, ó Vilas,<br>e tu bem sabes, estrada,<br>quem galopava essa terra,<br>quem servia, quem sofria<br>por quem não fazia nada!<br>Dizem que por sua língua<br>anda a terra emaranhada...<br>Pois quem quiser faça agora<br>perguntas sobre perguntas,<br>- que já não responde nada.<br>Já lhe vão tirando a vida.<br>lá tem a vida tirada.<br>Agora é puro silêncio,<br>repartido aos quatro ventos,<br>já sem lembrança de nada.)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:27:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diego e Dimitri</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585700737</link>
         <description><![CDATA[<div>Romance LXXIX ou da morte de Maria Ifigênia<br>Se o Brasil fosse um reinado,<br>poderia ser princesa,<br>- tal era a sua linhagem.<br>Mas seu campo andava em luto,<br>e era seu reino a tristeza.<br>O cavalo que a levava<br>por arredondados montes,<br>que viu, nos olhos de espanto,<br>nas negras terras de Ambaca,<br>sobre exaustos horizontes?<br>(Melhor que a desgraça é a morte.<br>Melhor que o opaco futuro.<br>E entre a vida e a morte, apenas<br>um salto, - da terra de ouro<br>ao grande céu, puro e obscuro!)<br>E uma pequena amazona<br>perde a sua humanidade:<br>- para além de réus e culpas,<br>de sentenças, de seqüestros,<br>e da própria Liberdade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:27:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manuela e Maria Antônia</title>
         <author>mariaantonia15</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:28:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 82 ou dos passeios da Rainha Louca</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585702435</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narre com as suas palavras </title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585702703</link>
         <description><![CDATA[<div>Era pedido a ele que fugisse, que escapasse, advertiu-lhe o homem mascarado, pois não demoraria a ser capturado, já estava condenado. Disseram-lhe para queimasse todos os documentos. Vejam agora o resultado: mais do que apenas preso, ele está morto, inclinado em uma estante, com o pescoço envolto em um nó vermelho de corda. Isso é o que conta o vizinho que ouviu o soldado falar. Mas ninguém sabe do corpo: está escondido ou enterrado? Dizem que o viram ferido, ferido, não sufocado: deitado de bruços em uma poça de sangue, atravessado por uma adaga. Dizem que não foi a corda nem a adaga, mas sim veneno misturado em sua comida. Dizem que chegaram médicos e declararam que ele não se matou, mas sim que foi assassinado. Dizem que o Visconde disse: "Dê-me outro atestado, pois aquele se perdeu por causa de um tinteiro derramado!" E agora, quem vai saber o que realmente aconteceu? Talvez o morto fosse outro, colocado em seu lugar. A sombra da noite escura encobre muitos pecados. Talvez tenha sido levado ao palácio por um subterrâneo. Ele era um homem influente, respeitado pelo povo, secretário do governo, vivendo em grande estilo</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585702886</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse contexto pode ser relacionado com os dias atuais, nos quais estamos constantemente expostos a informações contraditórias e incertezas.&nbsp;<br>Assim como no poema, vivemos em uma era em que a disseminação de notícias falsas e a manipulação da informação são cada vez mais comuns. Fatos distorcidos e interpretações maliciosas podem ser disseminados rapidamente, confundindo a verdade e tornando difícil distinguir o que realmente aconteceu.<br>Além disso, o poema aborda a desconfiança em relação às autoridades e às instituições, representada pelo Visconde que solicita outro atestado para encobrir a verdade. Nos dias atuais, também podemos observar uma crescente desconfiança nas instituições governamentais, na mídia e em outras figuras de autoridade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Giovana e Guilherme</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585702955</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referencia artistica</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585703031</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma referência artística que aborda o tema do mistério e da incerteza, assim como o poema em questão, é o filme "O Grande Truque" (The Prestige), dirigido por Christopher Nolan e lançado em 2006. O filme retrata a rivalidade entre dois mágicos e suas tentativas de superar um ao outro por meio de truques e ilusões.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana Ebel</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585703069</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585703194</link>
         <description><![CDATA[<div>Juliana de Mascarenhas<br>que andas tão longe, a cismar,<br>levanta o rosto moreno,<br>lança teus olhos ao mar,<br>que já saiu barra afora,<br>grande e poderosa nau,<br>Senhora da Conceição,<br>Princesa de Portugal.<br>Vai para o degredo um homem<br>que breve irás encontrar<br>- claros olhos de turquesa,<br>finos cabelos de luar.<br>Vai para o degredo um poeta<br>que se não pôde livrar<br>de Vice-Reis e Ministros<br>e Capitão-General.<br>E era a flor do nosso tempo!<br>E era a flor deste lugar!<br><br>Lá se vai por essas ondas,<br>por essas ondas se vai.<br>Seca-lhe o vento nos olhos<br>perolazinhas de sal;<br><br>seca-lhe o tempo no peito<br>sua força de cantar;<br>as controvérsias dos homens<br>secam-lhe no lábio os ais;<br>e as saudades e os amores<br>não sabe o que os fez secar.<br><br>Juliana de Mascarenhas,&nbsp;<br>distante rosa oriental,<br>estende os teus negros olhos<br>por essas praias do mar:<br>vê se já não vai baixando,<br>vê se já não vai baixar,<br>dentre as velas, dentre as cordas,<br>dentre as escadas da nau,<br>aquele que vem de longe,<br>aquele que a sorte traz<br>- quem sabe, para teu bem,<br>- quem sabe, para seu mal...<br><br>Ai, terras de Moçambique,<br>ilha do fino coral,<br>prestai atenção às falas<br>que vão correndo pelo ar:<br><br>“Aquele é o que vem de longe,<br>que se mandou degredar?<br>Por três anos as masmorras<br>o viram, triste, a pensar.<br>Os amigos que tivera,<br>amigos que não tem mais,<br>foram para outros degredos;<br>- Deus sabe quem voltará!<br>A donzela que ele amava,<br>entre lavras do ouro jaz;<br>na grande arca do impossível<br>deixou dobrado o enxoval,<br>uma parte, já bordada,<br>outra parte, por bordar.<br>Muito longe é Moçambique..<br>- Que saudade a alcançará?”<br><br>Juliana de Mascarenhas,<br>Deus sempre sabe o que faz:<br>põe teu vestido de tisso,<br>bracelete, anel, colar.<br>Mais do que Marília, a bela,&nbsp;<br>poderás aqui brilhar.<br>Vem ver este homem tranqüilo<br>que mandaram degredar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance LXXVI ou do ouro fala</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585703325</link>
         <description><![CDATA[<div>Ouro Fala.<br>Ouro vem à flor da terra,<br>Dona Bárbara Heliodora!<br>Como as rainhas e as santas,<br>sois toda de ouro, Senhora!<br>Ouro Fala.<br>Sois mais que a do Norte estrela<br>e que o diadema da Aurora!<br>Ouro Fala.<br>Trezentos negros nas catas,<br>mal a manhã principia.<br>Grossas mãos entre o cascalho,<br>pela enxurrada sombria.<br>Ouro Fala.<br>Mirai nos altos espelhos<br>vossa clara fidalguia!<br>Ouro Fala.<br>Sob altivos candelabros,<br>cintilais como criatura<br>a quem devia ser dado<br>o gosto só da ventura<br>Ouro Fala.&nbsp;<br>(Laços de ouro nas orelhas,<br>no pescoço e na cintura.)<br>Ouro Fala.<br>Nos longos canais abertos,<br>ouro fala, ouro delira...<br>Por causa da fala do ouro,<br>deixa-se a balança e a lira.<br>Ouro Fala.<br>Mas, nas lavras do Ouro Fala,<br>o ouro fala e o ouro conspira.<br>Ouro Fala.<br>Muito além das largas minas,<br>há um sítio que é só segredo,<br>sem pessoas, sem palavras,<br>sem qualquer humano enredo...<br>Ouro Fala.<br>Ai, Coronel Alvarenga,<br>lá chegareis muito cedo.<br>(Não cuideis seja a masmorra..<br>Não cuideis seja o degredo...)<br>Ouro Fala.<br>Ouro fala... Ouro falavam<br>de mais longe a Morte e o Medo...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:47 UTC</pubDate>
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         <title>Retrato de Maria em Antonio Dias</title>
         <author>guilhermesalem</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:49 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 83</title>
         <author>mariaantonia15</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:29:53 UTC</pubDate>
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         <title>Luisa e Julia </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:30:00 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo e João- poema Cenário</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
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         <description><![CDATA[<div>Passei por essas plácidas colinas<br>e vi das nuvens, silencioso, o gado<br>pascer nas solidões esmeraldinas.<br>Largos rios de corpo sossegado<br>dormiam sobre a tarde, imensamente,<br>- e eram sonhos sem fim, de cada lado.<br>Entre nuvens, colinas e torrente,<br>uma angústia de amor estremecia<br>a deserta amplidão na minha frente.<br>Que vento, que cavalo, que bravia<br>saudade me arrastava a esse deserto,<br>me obrigava a adorar o que sofria?<br>Passei por entre as grotas negras, perto<br>dos arroios fanados, do cascalho<br>cujo ouro já foi todo descoberto.<br>As mesmas salas deram-me agasalho<br>onde a face brilhou de homens antigos,<br>iluminada por aflito orvalho.<br>De coração votado a iguais perigos<br>vivendo as mesmas dores e esperanças,<br>a voz ouvi de amigos e inimigos<br>Vencendo o tempo, fértil em mudanças,<br>conversei com doçura as mesmas fontes,<br>e vi serem comuns nossas lembranças.&nbsp;<br>Da brenha tenebrosa aos curvos montes,<br>do quebrado almocafre aos anjos de ouro<br>que o céu sustêm nos longos horizontes,<br>tudo me fala e entende do tesouro<br>arrancado a estas Minas enganosas,<br>com sangue sobre a espada, a cruz e o louro.<br>Tudo me fala e entendo: escuto as rosas<br>e os girassóis destes jardins, que um dia<br>foram terras e areias dolorosas,&nbsp;<br>por onde o passo da ambição rugia;<br>por onde se arrastava, esquartejado,<br>o mártir sem direito de agonia.<br>Escuto os alicerces que o passado<br>tingiu de incêndio: a voz dessas ruínas<br>de muros de ouro em fogo evaporado.<br>Altas capelas cantam-me divinas<br>fábulas. Torres, santos e cruzeiros<br>apontam-me altitudes e neblinas.<br>Ó pontes sobre os córregos! ó vasta<br>desolação de ermas, estéreis serras<br>que o sol freqüenta e a ventania gasta!<br>Armado pó que finge eternidade,<br>lavra imagens de santos e profetas<br>cuja voz silenciosa nos persuade.<br>E recompunha as coisas incompletas:<br>figuras inocentes, vis, atrozes,<br>vigários, coronéis, ministros, poetas.&nbsp;<br>Retrocedem os tempos tão velozes<br>que ultramarinos árcades pastores<br>falam de Ninfas e Metamorfoses.&nbsp;<br>E percebo os suspiros dos amores<br>quando por esses prados florescentes<br>se ergueram duros punhos agressores.<br>Aqui tiniram ferros de correntes;<br>pisaram por ali tristes cavalos.<br>E enamorados olhos refulgentes<br>- parado o coração por escutá-los<br>prantearam nesse pânico de auroras<br>densas de brumas e gementes galos.<br>Isabéis, Dorotéias, Heliodoras,<br>ao longo desses vales, desses rios,<br>viram as suas mais douradas horas&nbsp;<br>em vasto furacão de desvarios<br>vacilar como em caules de altas velas<br>cálida luz de trêmulos pavios.<br>Minha sorte se inclina junto àquelas<br>vagas sombras da triste madrugada,<br>fluidos perfis de donas e donzelas.<br>Tudo em redor é tanta coisa e é nada:<br>Nise, Anarda, Marília...- quem procuro?<br>Quem responde a essa póstuma chamada?<br>Que mensageiro chega, humilde e obscuro?<br>Que cartas se abrem? Quem reza ou pragueja?<br>Quem foge? Entre que sombras me aventuro?<br>Quem soube cada santo em cada igreja?<br>A memória é também pálida e morta<br>sobre a qual nosso amor saudoso adeja.<br>O passado não abre a sua porta<br>e não pode entender a nossa pena.&nbsp;<br>Mas, nos campos sem fim que o sonho corta,<br>vejo uma forma no ar subir serena:<br>vaga forma, do tempo desprendida.<br>É a mão do Alferes, que de longe acena.<br>Eloqüência da simples despedida:<br>“Adeus! que trabalhar vou para todos!...”<br>(Esse adeus estremece a minha vida.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:30:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinemello</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando sua mãe sonhava,<br>como uma simples menina,<br>já falava nesse nome<br>DOMINGOS.<br>Domingos Xavier Fernandes,<br>que era o nome de seu pai.&nbsp;<br><br>Quando a menina dizia,<br>agora já mulher feita,<br>DOMINGOS,<br>- era Domingos da Silva<br>dos Santos. Outro Domingos.<br>Domingos com quem casou.&nbsp;<br><br>E quando, depois, sorria,<br>estudando para mãe,<br>DOMINGOS,<br>Domingos, - ia dizendo.<br>E assim ao primeiro filho<br>Domingos chamou, também.&nbsp;<br><br>Esse nome de Domingos<br>por toda parte o seguira.<br>DOMINGOS:<br>na infância ao longe deixada,<br>na adolescência perdida,<br>em todo tempo e lugar...&nbsp;<br><br>- Ah, Domingos de Abreu Vieira,<br>quem batizará meu filho?<br>DOMINGOS,<br>meu amigo poderoso,&nbsp;<br>as coisas vão levar volta,<br>quem sabe o que vou passar?&nbsp;<br><br>Domingos sobre domingos<br>nas folhas dos calendários:<br>Domingos<br>- para a carta de Silvério,<br>para a subida à Cachoeira,<br>para a denúncia vocal...&nbsp;<br><br>Ai! de domingo em domingo,<br>chega ao caminho do Rio.<br>DOMINGOS!<br>Encontra Domingos Pires:<br>“Leva pólvora, Domingos,<br>que a venderás muito bem!”<br><br>Domingos conta a Domingos..<br>(É nome predestinado!)<br>DOMINGOS!<br>Já se desenrola a história...<br>Já vem da Vila à Cidade,<br>do Visconde ao Vice-Rei...&nbsp;<br><br>E, como vê sentinelas<br>sobre os seus passos rodarem,<br>DOMINGOS!<br>Sobe por aquela escada,<br>envolto na noite escura<br>como um criminoso vil.&nbsp;<br><br>E era a casa de Domingos,<br>na Rua dos Latoeiros:<br>DOMINGOS!<br>Entre as imagens de prata,<br>banquetas e crucifixos,<br>Domingos Fernandes Cruz.&nbsp;<br><br>Era a casa de Domingos...&nbsp;<br>e era em dia de domingo...<br>DOMINGOS!<br>- último dia de sonho,<br>que, agora, os domingos todos<br>são domingos de prisão.&nbsp;<br><br>Certa manhã tenebrosa,<br>no Campo de São Domingos,<br>DOMINGOS!<br>(Sempre o nome de Domingos)<br>lhe apontaram a alta forca<br>de vinte e cinco degraus.&nbsp;<br><br>E num dia de domingo<br>seus quartos foram salgados.<br>DOMINGOS!<br>- despachados para os sítios<br>onde alguém o tinha ouvido<br>falar de conspiração...&nbsp;<br><br>Lá vai cortado em pedaços,<br>lá vai pela serra acima...<br>DOMINGOS!<br>Domingos Rodrigues Neves,<br>com os oficiais de justiça,<br>tranqüilamente o conduz.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:30:08 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo Gianluca</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 81</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 80</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:30:29 UTC</pubDate>
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         <title>Thomaz e Victoria</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:30:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ó grandes oportunistas,<br>sobre o papel debruçados,<br>que calculais mundo e vida<br>em contos, doblas, cruzados,<br>que traçais vastas rubricas<br>e sinais entrelaçados,<br>com altas penas esguias<br>embebidas em pecados!<br><br>Ó personagens solenes<br>que arrastais os apelidos<br>como pavões auriverdes<br>seus rutilantes vestidos,<br>- todo esse poder que tendes<br>confunde os vossos sentidos:<br>a glória, que amais, é desses<br>que por vós são perseguidos.<br><br>Levantai-vos dessas mesas,<br>saí das vossas molduras;<br>vede que masmorras negras,<br>que fortalezas seguras,<br>que duro peso de algemas,<br>que profundas sepulturas<br>nascidas de vossas penas,<br>de vossas assinaturas!<br><br>Considerai no mistério<br>dos humanos desatinos,<br>e no pólo sempre incerto<br>dos homens e dos destinos!<br>Por sentenças, por decretos,&nbsp;<br>pareceríeis divinos:<br>e hoje sois, no tempo eterno,<br>como ilustres assassinos.<br><br>Ó soberbos titulares,<br>tão desdenhosos e altivos!<br>Por fictícia austeridade,<br>vãs razões, falsos motivos,<br>inutilmente matastes:<br>- vossos mortos são mais vivos;<br>e, sobre vós, de longe, abrem<br>grandes olhos pensativos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:31:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dimitriduarte</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:32:27 UTC</pubDate>
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         <title>Marina</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:32:32 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia</title>
         <author>mariaantonia15</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:32:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance 85</title>
         <author>mariaantonia15</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:32:55 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 84</title>
         <author>carolinemello</author>
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         <pubDate>2023-05-10 15:33:31 UTC</pubDate>
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         <title>Fala dos inconfidentes mortos</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2585709992</link>
         <description><![CDATA[<div>Treva da noite,<br>lanosa capa<br>nos ombros curvos<br>dos altos montes<br>aglomerados...<br>Agora, tudo<br>jaz em silêncio:<br>amor, inveja,<br>ódio, inocência,<br>no imenso tempo<br>se estão lavando...<br>Grosso cascalho<br>da humana vida...<br>Negros orgulhos,<br>ingênua audácia,<br>e fingimentos<br>e covardias<br>(e covardias!)<br>vão dando voltas<br>no imenso tempo,<br>- à água implacável<br>do tempo imenso,<br>rodando soltos,<br>com sua rude<br>miséria exposta...<br>Parada noite,<br>suspensa em bruma:<br>não, não se avistam<br>os fundos leitos...<br>Mas, no horizonte&nbsp;<br>do que é memória<br>da eternidade,<br>referve o embate<br>de antigas horas,<br>de antigos fatos,<br>de homens antigos.<br>E aqui ficamos<br>todos contritos,<br>a ouvir na névoa<br>o desconforme,<br>submerso curso<br>dessa torrente<br>do purgatório...<br>Quais os que tombam,<br>em crime exaustos,<br>quais os que sobem,<br>purificados?<br>FIM&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 15:34:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narre com suas palavras</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587123124</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas terras de Moçambique, há alguém que caminha sem se importar, com a cabeça descoberta, alheio ao que está ao seu redor. De repente, o destino muda drasticamente, sem uma rota clara para explicar. Entre os montes tristes habitados pelos negros, uma casa se abre em sonhos, revelando o rosto bonito de alguém que foi amado e celebrado.Ao som das águas, igrejas, cavalos e pontes se dissolvem suavemente. Uma lua clara desperta sobre essa casa impossível. O amor é questionado sobre o seu prazo e quem pode confiar no futuro. Tudo o que existe está nas mãos dos dias pálidos, mas tudo é uma ilusão. A estrela certa se foi. É possível que se fique exilado para sempre, vagando calmo como um homem sem nada, que vai apagando as lembranças que ainda o atormentam, nessas terras de Moçambique.A lua cruza distante, entre igrejas, a cidade dourada e surpreendente. Por onde ninguém canta seus amores e desejos. A noite é branca e límpida. Mas, no Oriente, um dia negro começa a despontar.</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 12:33:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587123312</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A luta pela liberdade e a resistência contra o autoritarismo são temas que ainda são pertinentes em muitos lugares do mundo, incluindo o Brasil.<br><br></div><div>Além disso, a questão do exílio também continua atual, especialmente em países onde a perseguição política é comum. Muitos indivíduos e famílias ainda são forçados a deixar seus países de origem e buscar refúgio em outras nações<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 12:33:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conteúdo do poema </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587123457</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;a saudade e o sofrimento de uma mulher que está presa em sua casa, enquanto seu amado é exilado para longe. a mulher promete bordar um lenço como lembrança das Minas Gerais, onde vivem, e onde a ausência do amado é sentida profundamente, lamenta o fato de não poder acompanhar o amado e sonha com o dia em que poderão se reencontrar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 12:33:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística </title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587123731</link>
         <description><![CDATA[<div>Cálice de Gilberto Gil e Chico Buarque feita na ditadura militar do Brasil<br><br>A música "Cálice" fala sobre a censura e a repressão da época, e utiliza uma linguagem metafórica e simbólica para transmitir a angústia e o medo dos artistas e da sociedade em geral. A letra começa com a frase "Pai, afasta de mim esse cálice", uma referência à passagem bíblica em que Jesus pede para que Deus afaste dele o cálice da crucificação. No contexto da música, o cálice representa a censura e a repressão da época, que ameaçavam a liberdade dos artistas e da sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 12:33:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587142021</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Romance LXX ou do lenço do exílio" tem um paralelo com os dias atuais, onde a distância e a separação são frequentes em nossas vidas. A saudade e a angústia sentidas pela personagem refletem a dor de muitas pessoas que são separadas de seus entes queridos, seja por motivos profissionais, relacionados à pandemia ou outras razões. A promessa de bordar um lenço como lembrança das Minas Gerais é uma forma de manter viva a memória do lugar e do amor, assim como muitos de nós tentamos manter vivas as lembranças de nossos entes queridos através de fotos e objetos pessoais. O poema também destaca a importância do amor em tempos difíceis, mostrando que, apesar da distância e das dificuldades, o amor pode sobreviver e manter-se forte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 12:47:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondencia aristica </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587142612</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 12:47:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>conteúdo do poema </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587148066</link>
         <description><![CDATA[<div>Pamplona&nbsp;um homem forte e orgulhoso. Que conta aos moradores da villa que foi enviado a uma região distante em busca de ouro e diamantes, mas a vila descobre que o Doutor Cláudio foi encontrado morto no mesmo dia em que Pamplona passou. Ele segue em frente, possivelmente acompanhado pelo Doutor Cláudio oculto, e desaparece quando os Ministros chegam para investigar a morte. A suspeita sobre Pamplona cresce na vila, que não consegue explicar a morte do Doutor Cláudio.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 12:51:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587149859</link>
         <description><![CDATA[<div>trama de mistério e suspeita, onde um personagem forte e orgulhoso é acusado de um crime que não consegue explicar. Isso pode ter relação com os dias atuais, onde muitas vezes vemos pessoas em posições de poder envolvidas em casos de corrupção e crimes que não conseguem justificar. Além disso, a história também destaca a importância da investigação e do esclarecimento de fatos para a resolução de problemas e justiça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 12:53:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587173861</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre vassalos de joelhos,<br>lá vai a Rainha louca,<br>por uma cidade triste<br>que já viu morrer na forca<br>ai, um homem sem fortuna<br>que falara em Liberdade.<br><br>Batedores e lacaios,<br>camaristas, cavaleiros,<br>segue toda a comitiva,<br>nesses estranhos passeios<br>que oxalá fossem felizes<br>para Sua Majestade.<br><br>Colinas de esquecimento,<br>praias de ridentes águas,<br>palmas, flores, nada esconde<br>aquelas visões amargas<br>que noite e dia a Rainha<br>cercam de horror e ansiedade.<br><br>Ai, parentes, ai, ministros,<br>ai, perseguidos fidalgos...<br>Ai, pobres Inconfidentes,<br>duramente condenados<br>por que sombria sentença,<br>alheia à sua vontade!<br><br>“Vou para o Inferno!” - murmura.<br>“Já estou no Inferno!” “Não quero<br>que o Diabo me veja!”. - clama<br>(É sobre chamas do Inferno&nbsp;<br>que rola a dourada sege,<br>{com grande celeridade...)<br><br>Do cetro já não se lembra,<br>nem de mantos nem coroas,<br>nem de serenins do Paço,<br>nem de enterros nem de bodas:<br>só tem medo do Demônio,<br>de seu fogo sem piedade.<br><br>Toda vestida de preto,<br>solto o grisalho cabelo,<br>escondida atrás do leque,<br>velhinha, a chorar de medo,<br>Dona Maria Primeira<br>passeia pela cidade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 13:09:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>conteudo do poema </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587185635</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;critica aos grandes oportunistas, que se preocupam apenas com dinheiro e poder, traçando planos e usando de sua influência para alcançar seus objetivos egoístas.&nbsp; a<br>Alertando que esses indivíduos se esquecem da humanidade e da incerteza do destino, e que suas ações podem levar à morte de muitos inocentes. Ressalta que o poder e a riqueza desses indivíduos são transitórios, e que eles serão lembrados apenas como assassinos arrogantes e desdenhosos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 13:16:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo dos dias atuais </title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587188777</link>
         <description><![CDATA[<div>Este texto sobre o poema nos faz refletir sobre como algumas coisas não mudam ao longo do tempo. A crítica aos grandes oportunistas que buscam somente o dinheiro e o poder ainda é muito atual. É comum vermos pessoas que agem de forma egoísta, traçando planos e usando de influência para alcançar seus objetivos, mesmo que isso signifique prejudicar outras pessoas. Também é importante lembrar que essa busca desenfreada pelo poder e dinheiro pode ter consequências graves e levar à morte de muitos inocentes, assim como o autor do poema alerta. Além disso, é interessante notar que, mesmo que esses indivíduos obtenham sucesso em seus objetivos, seu poder e riqueza são transitórios e eles só serão lembrados pelos seus atos arrogantes e desrespeitosos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-11 13:18:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1. Narre com suas palavras o conteúdo do seu poema</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587583933</link>
         <description><![CDATA[<div>Conta-se da força decisiva de quem governa e reflete sobre o fato de que o mais fraco é sempre escolhido para receber o castigo por todos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-11 17:48:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2. Faça Paralelos da narrativa com os dias atuais</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587584247</link>
         <description><![CDATA[<div>A desigualdade social é um tema presente tanto na narrativa quanto nos dias atuais. A divisão entre ricos e pobres, a falta de acesso a recursos básicos e a disparidade de oportunidades são questões que ainda enfrentamos e que podem ser relacionadas às divisões de classe presentes no enredo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 17:48:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3. Faça Correspondência Artística: algum vídeo, pode ser de música, trailer de filme ou Ted</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587584430</link>
         <description><![CDATA[<div>Querendo vingança, o bandido Nat Love reúne seu bando para derrotar o impiedoso Rufus Buck, um criminoso que acabou de sair da prisão.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=7jIHmsANzgs" />
         <pubDate>2023-05-11 17:48:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1. Narre com suas palavras o conteúdo do seu poema</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587585323</link>
         <description><![CDATA[<div>Relata um leilão com os bens sequestrados de Tiradentes.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-11 17:49:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2. Faça Paralelos da narrativa com os dias atuais</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587585558</link>
         <description><![CDATA[<div>Os leilões continuam a ser uma forma popular de comprar e vender uma variedade de itens, desde arte e antiguidades até veículos e imóveis. Com o avanço da tecnologia, também evoluíram para incluir plataformas online, o que ampliou significativamente o alcance e a participação dos interessados.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-11 17:49:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3. Faça Correspondência Artística: algum vídeo, pode ser de música, trailer de filme ou Ted</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587585863</link>
         <description><![CDATA[<div>Comerciante de arte aposta com o seu sócio que vai encontrar um amigo em dez dias. A casualidade o leva a conhecer um taxista que mudará sua vida.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=U4rybehsmms" />
         <pubDate>2023-05-11 17:49:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1. Narre com suas palavras o conteúdo do seu poema</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587586192</link>
         <description><![CDATA[<div>Narra a história trágica e emocionante de Maria Ifigênia, uma jovem mulher cujo destino é profundamente afetado pelos caprichos da vida e da morte.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-11 17:50:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587586192</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2. Faça Paralelos da narrativa com os dias atuais</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587586890</link>
         <description><![CDATA[<div>O paralelo nos diz sobre a relação entre a vida e a morte que constituem os limites extremos da existência humana nesta terra.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-11 17:50:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3. Faça Correspondência Artística: algum vídeo, pode ser de música, trailer de filme ou Ted</title>
         <author>diegomarconi</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2587587108</link>
         <description><![CDATA[<div>As famílias de Victor e Victoria estão arranjando seu casamento. Nervoso com a cerimônia, Victor vai sozinho à floresta para ensaiar seus votos. No entanto, o que ele pensava ser um tronco de árvore na verdade é o braço esquelético de Emily, uma noiva que foi assassinada depois de fugir com seu amor. Convencida que Victor acabara de lhe pedir a mão em casamento, Emily o leva para o mundo dos mortos, mas ele precisa retornar rapidamente antes que Victoria se case com o malvado Lorde Barkis.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=4hGY0B7XjBk" />
         <pubDate>2023-05-11 17:50:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do testamento de Marília </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2591502855</link>
         <description><![CDATA[<div>Triste pena, triste pena<br>que pelo papel deslizas!<br>- que cartas não escreveste,<br>- que versos não improvisas, - que entre cifras te debates e em cifras te imortalizas...</div><div>Ai, fortunas, ai, fortunas... Doblas, oitavas, cruzados, vastos dinheiros antigos, pelas paredes guardados, prêmio de tantos traidores, dor de tantos condenados!</div><div>Escreve Marília, escreve<br>seu pequeno testamento;<br>na verdade, por que vive, se a morte é o seu alimento? se para a morte caminha,</div><div>na sege do tempo lento?</div><div>Cortesias, cortesias<br>de quem diz adeus ao mundo: breves lembranças; presentes amáveis, de moribundo.<br>Que sois vós, ouro das Minas, no oceano de Deus, tão fundo?</div><div>Reparti-vos, reparti-vos, ouro de tantas cobiças... (Tanto amor que separastes, entre injúrias e injustiças!</div><div>E agora aqui sois contado para a piedade das missas!)</div><div>Triste pena, triste pena...<br>Triste Marília que escreve.<br>Tão longa idade sofrida,<br>para uma vida tão breve. Muitas missas... Muitas missas.. (Que a terra lhe seja leve.)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-15 15:23:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narração do poema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2591912826</link>
         <description><![CDATA[<div>Havia um menino de cabelo castanho segure o menino eles diziam, ele tem o preço de 10 mil reis, que o algebrista colocou para avaliar.<br>Nada mais seria capaz de assusta-ló, corta espinhos e rios, mas só ele sabe oque leva na imaginação.<br>Suas esporas e seu jogo de fivelas, pesam pouco mais de 39 oitavas, e viaja o mundo a fora montado em sua sela, espalhando a verdadeira história por trás dessa traição.<br>Eles carregam com si as navalhas e uma bolsinha de chifre.<br>nesse corredor dos infernos para onde nos levariam.&nbsp;<br>Feliz aquele que é traído e não descobre.&nbsp;<br>Segure, esse relógio não falha, eles diziam. <br>Junto com isso, leve essa bolsa de ferro por bem barato, fico aqui tendo a ilusão de que qualquer bixo horrendo há de aparecer.<br>levarei sobretudo esse canivete bem barato, mas que fará sua função, ele disse. <br>E esse espelho que já não vê mais entusiasmo nem dor nem espanto daquele homem um dia apaixonado.&nbsp;<br>Escuta-se um gemido que nunca foi escutado antes, e gotas de choro no mesmo lugar de sua lâmina. &nbsp;<br>A fivela ao redor de seu pescoço, que vai pra sempre ser lembrado com muita aflição.<br>nelas estão marcados o sítio e o lugar certo onde cumprem suas obrigações.&nbsp;<br>Agora com essas horas marcadas pelos ponteiros do relógio, tiradas do seu dono. os antigos prisioneiros de glória são.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-15 21:07:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2591931050</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje com traições entre casais e entre pessoas, que a pessoa traída se sente tão mal que vê maneiras drásticas de lidar com algum problema que vem enfrentando em suas vidas, por meio de uma solução rápida mas nem sempre eficaz. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 21:34:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filme Malévola </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2591932981</link>
         <description><![CDATA[<div>No filme Malévola ela se vê traída pelo rei que roubou suas asas, assim como no poema diz que feliz é aquele que não descobre que é traído.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.adorocinema.com/filmes/filme-201429/" />
         <pubDate>2023-05-15 21:37:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narração do poema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2591946300</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um lugar que o gado passeava, onde a maçã brilhava, o sol era dourado, as águas finas cheia de antigas palavras. Onde o trigo e o cereal, na planície ja desgastada, onde o girassol redondo que ficava perto da cerca.&nbsp;<br>Até as montanhas e as pedras já parecem velhas e gastas, as casas caindo, tristes abraçadas, as cores choram e suas fracas paredes já não aguentam mais, portas dobradas e janelas já não tem vidro.&nbsp;<br>Coisas e situações que já não se prendem ao tempo, vejo pela varanda e voam soltas ao vento, o dia escuro e nublado, não sabe mais se estão vivos, ou se são fantasmas.<br>As pessoas não tem nome, quase nem corpo nem alma.&nbsp;<br>as ruas já cansadas vão sendo arrastadas, presenciando uma lenta morte, todas cobertas de lamas com suas saias escuras. Morte lenta deserta e humilhante. Distante um céu azul silencioso bate as asas.&nbsp;<br>Onde os grandes campos tem flores, e as fontes de água refrescantes. As senhoras que iam à missa subiam as escadas, os cavalos vinham por essa verde estrada, onde o Vigário Toledo conversava com seus camaradas. E todas as cadeiras dessa sala, as festas, os vinhos e as falas e especulações. Diziam e se perguntavam ''quem de nós vai ser rainha'' ''quem de nós vai ser papa'' os instrumentos tocam e a ostentação é liberada.&nbsp;<br>Onde estão os lábios que sorriam, os olhos que admiravam as pinturas do teto que agora estão quase apagadas.<br>Dona Bárbara Heliodora fala e escutam, na estrela do norte assistem nossas mágoas.<br>Veio os coronéis, doutores com suas vestimentas chiques, que falam com os pastores de arcádia.<br>Onde está a mesa que jogávamos<br>Onde guardaram os livros da França e Inglaterra.<br>Quem disse dos povos livres ou de pessoas escravizadas.&nbsp;<br>A gazeta de Lisboa foi rasgada pelo forte vento.&nbsp;<br>Os pássaros cantam pela sombra, pelas vazias lavras.<br>canta que a noite se espalha pelas montanhas distantes.&nbsp;<br>Os vagalumes se acendem para as grandes festas, com a solidão em dobro.<br>Onde ò santo aos nossos olhos nessa igreja encantada, paredes de ouro puro e longas franjas feitas de lágrimas.&nbsp;<br>Feita de seda vermelha o véu&nbsp; que velava em sua pobre cama com cabeceira dourada dormia o Padre Toledo.<br>A mesma fonte cantava, a mesma lua no céu brilhava, a grande coroa de prata, dormia e sonhava por dois séculos seguidos.&nbsp;<br>A leitura do evangelho pelas minhas iam se espalhando.&nbsp;<br>mãos que tocavam sacrifícios desciam pelas jazidas de diamantes.<br>Paulista arrogante que em sua casa pintara as leis dos Cinco Sentidos no teto.<br>O Padre Toleto dormia&nbsp;<br>Os vultos acabaram com seus sonhos quando neles cavalgavam, com a cruz no peito e armas escondidas nas roupas.<br>Em cima dos altares os santos pensativos esperavam.<br>Os grandes sonhos se perderam na cidade abandonada, se perguntam de onde vinham, para onde iam e por onde passaram.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 21:56:20 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com dias atuais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto descreve muita luxuria, ostentação, as jazidas de diamantes, coisas de valores e hoje em dia por algumas pessoas isso é extremamente levado em consideração, essa ostentação e luxuria. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 15:00:10 UTC</pubDate>
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         <title>Filhos da Pátria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo é um curta da origem do 'jeitinho brasileiro' que fala sobre o Padre Toledo que é tão mencionado no poema, ele era um padre que participou da inconfidência mineira. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 15:03:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>marianahaddad4</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aqui esteve o noivo,<br>de agulha e dedal,<br>bordando o vestido<br>do seu enxoval.<br><br>Em maio, era em maio,<br>num maio fatal;<br>feneciam rosas<br>pelo seu quintal.<br>Por estrada e monte,<br>neblina total.<br>No perfil da lua,<br>um nimbo mortal.<br>(Mas quem lê na névoa<br>o amargo sinal?)<br><br>A noite na Vila<br>é densa e glacial.<br>O sono, embuçado<br>em cada beiral.<br>Quem não dorme, sonha<br>com seu enxoval.<br><br>A agulha, de prata,<br>e de ouro, o dedal.<br>Em haste de cera,<br>ergue o castiçal<br>para a turva noite<br>lírio de cristal.<br><br>“Sabeis, ó pastora,<br>daquele zagal&nbsp;<br>que andava num prado<br>sobrenatural?<br>Teria inimigo?<br>Teria rival?”<br><br>O sono conversa<br>em cada poial.<br><br>“Sabeis, ó pastora,<br>quem seja o chacal<br>que os passos arrasta<br>de Longe arraial?<br>Eu vi sua língua:<br>é um negro punhal.<br>Que mortes fareja<br>o imundo animal?”<br><br>De prata era a agulha,<br>e de ouro, o dedal.<br>Em sonho traçava,<br>com doce espiral<br>de brilhantes flores,<br>novo madrigal.<br><br>“Sabeis, ó pastora,<br>por que o maioral<br>manda pôr algemas<br>no louro zagal<br>que tranqüilo borda<br>lírico enxoval?”<br><br>Estrela de aurora,<br>fonte matinal,<br>já vistes e ouvistes<br>desventura igual?<br>A agulha partiu-se.<br>Quebrou-se o dedal.<br>Romperam-se as flores<br>- a que vendaval?&nbsp;<br><br>“Procurais os rastos<br>do infame chacal?<br>Sumiram-se embaixo<br>do trono real!”<br><br>Soluçam as águas<br>em seu manancial.<br>E em sedas que foram<br>de seda e coral,<br>vai rolando um triste<br>orvalho de sal.<br><br>“Sabeis, ó pastora,<br>daquele zagal,<br>que agora não borda<br>seu rico enxoval?”</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 19:44:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narrativa do conteúdo:</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2593653771</link>
         <description><![CDATA[<div>No cenário tenso e sombrio da Conjuração Mineira, há um noivo bordando seu enxoval. A noite está nebulosa, a Lua não é vista facilmente, há quem enxergue nisso um amargo sinal. O noivo continua a bordar e sonho com seu enxoval, mas a noite está inquieta, e algo está por vir. Nesse vai e vem, o sono conversa com a agulha em cada poial, enquanto aos poucos o noivo vai se tomando por um sentimento melancólico e começa a questionar. Enquanto borda, pergunta a pastora das mortes que fareja, das algemas que quem tem poder impõem a um pastor que só estaria tranquilamente bordando seu enxoval. Nessa noite nebulosa, repentinamente, rompe-se a agulha, quebra-se o dedal, e as flores bordadas pelo noive são levadas pelo vendaval. E assim, o sonho de um casamento é interrompido, e ao noivo resta a tristeza.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 20:24:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais: </title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2593657363</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema também aborda a presença de mistério e segredos presentes na Conjuração Mineira, o que pode ser associado às questões de injustiça, corrupção e desigualdade presentes na sociedade atual. Assim como os personagens do poema são afetados por forças invisíveis, muitas pessoas enfrentam situações em que se veem desafiadas por sistemas opressores. Essas interrupções ou dificuldades podem gerar sentimentos de desânimo, incerteza e desesperança, semelhantes à atmosfera melancólica e inquieta do poema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 20:28:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2593717299</link>
         <description><![CDATA[<div>O que andou preso me disse<br>que dissera o Carcereiro,<br>que dissera o Capitão..&nbsp;<br><br>(Mas pareceu-lhe parvoíce,<br>e não delatou primeiro<br>porque não teve ocasião...)&nbsp;<br><br>E mais: porque o Carcereiro<br>depois passara o Meirinho...<br>E o Capitão, do Ouvidor<br>fora sempre companheiro...<br>E que, por esse caminho,<br>ia-se ao Governador...&nbsp;<br><br>Mas agora, que o Meirinho,<br>o Capitão mais o preso<br>são da mesma condição...<br>Já que não têm mais padrinho,<br>posso fazer com desprezo<br>a minha declaração.&nbsp;<br><br>Digo o que me disse o preso,<br>que de outro já o tinha ouvido,<br>que o ouvira de outro... Não são<br>máximas de grande peso:<br>mas tudo, bem entendido,<br>pode envolver sedição.&nbsp;<br><br>Eu digo - por ter ouvido -<br>que os filhos do Reino, em breve,<br>cativos aqui. serão&nbsp;<br><br>Tenha ou não tenha sentido,<br>quem a dizê-lo se atreve<br>merece averiguação.&nbsp;<br><br>A minha denúncia é breve,<br>pois nem sei se houve delito,<br>nem se era conspiração.<br>Mas, se ninguém os escreve,<br>aqui deixo, por escrito,<br>os nomes que adiante vão.&nbsp;<br><br>Haja ou não haja delito,<br>esses nomes assinalo,<br>e escrevo esta relação.<br>O que outros dizem, repito.<br>E apenas meu nome calo,<br>por ser o mais fiel vassalo,<br>acima de suspeição.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 21:57:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2593719099</link>
         <description><![CDATA[<div>Veio por mar tempestuoso<br>a residir nestas Minas:<br>poeta e doutor, manejava<br>por igual, as Leis e as rimas.<br>Desposara uma donzela<br>que era a flor destas campinas.&nbsp;<br><br>Andava por suas lavras<br>- como eram grandes e ricas!<br>Mas o ouro, que altera os homens,<br>deixa as vidas intranqüilas,<br>levava-o por esses montes,<br>a sonhar por essas Vilas...&nbsp;<br><br>Em salas, ruas, caminhos,<br>foram ficando dispersas<br>as histórias que sonhava,<br>- e iam sendo descobertas<br>as mais longínquas palavras<br>das suas vagas conversas.&nbsp;<br><br>E por inveja e por ódio,<br>confusão, perversidade,<br>foi preso e metido em ferros.<br>Um homem de Leis e de Arte<br>foi preso só por ter sonhos<br>acerca da Liberdade.&nbsp;<br><br>E sua mulher tão bela,<br>e sua mulher tão nobre,<br>Bárbara - que ele dizia<br>a sua Estrela do Norte,&nbsp;<br>nem lhe dirigia a vida<br>nem o salvava da morte.&nbsp;<br><br>A morte foi muito longe,<br>numa negra terra brava,<br>Tinha tido tal nobreza,<br>tanto orgulho, tantas lavras!<br>E agora, do que tivera,<br>a vida, só, lhe restava.&nbsp;<br><br>Assim dele murmuravam<br>os soldados, no degredo,<br>sabendo quem dantes fora<br>e quem ficara, ao ser preso,<br>- tão tristemente covarde<br>que só causava desprezo.&nbsp;<br><br>Era ele o tal Alvarenga,<br>que, apagada a glória antiga,<br>rolava em chãos de masmorra<br>sua sorte perseguida.<br>Fechou de saudade os olhos.<br>Deu tudo, o que tinha: a vida.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 22:01:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística:</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594627749</link>
         <description><![CDATA[<div>"A Vida é Bela", de Roberto Benigni, O filme transmite a mensagem de que, mesmo diante de situações difíceis que fogem do controle dos personagens e interrupções trágicas, é possível encontrar momentos de beleza e significado. Como no poema, onde o noivo segue bordando seu enxoval mesmo com maus preságios para vir. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=iimUiHXmvIg" />
         <pubDate>2023-05-17 12:10:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Romance XLVI ou do caixeiro Vicente </title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594813928</link>
         <description><![CDATA[<div>A mim, o que mais me doera,<br>se eu fora o tal Tiradentes,<br>era sentir-me mordido<br>por esse em quem pôs os dentes.<br>Mal empregado trabalho,<br>na boca dos maldizentes!<br>Assim se forjam palavras,<br>assim se engendram culpados;<br>assim se traça o roteiro<br>de exilados e enforcados:<br>a língua a bater nos dentes...<br>Grandes medos mastigados...<br>O medo nos incisivos,<br>nos caninos, nos molares;<br>o medo a tremer nos queixos,<br>a descer aos calcanhares;<br>o medo a abalar a terra,<br>o medo a toldar os ares;<br>o medo a entregar amigos<br>à sanha dos potentados;<br>a fazer das testemunhas<br>algozes dos acusados;<br>a comprar ou ouvidores,<br>os escrivães e os soldados...<br>Vicente Vieira da Mota,<br>muitos são teus descendentes!<br>com o rico patrão salvo,<br>acusas o Tiradentes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:22:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance XXXIX ou de Francisco Antonio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594814193</link>
         <description><![CDATA[<div>Tão gordo, tão gordo<br>que vale por quatro,<br>lá vai para a Vila,<br>em sela formosa,<br>em grande cavalo,<br>o “Come-lhe os milhos”<br>esplêndido e farto.<br><br>Parentes famosos<br>por diversos lados,<br>do Rio das Mortes<br>ao Serro do Frio:<br>Pires e Camargos,<br>Oliveiras, Lopes,<br>tudo entrelaçado...<br><br>E sítios imensos,<br>e imensos escravos...<br>E pratas e louças,<br>e roupas e móveis<br>e espelhos dourados...<br>Tão gordo, tão gordo<br>que vale por quatro.<br><br>Lá vai para a serra,<br>comentando fatos:<br>Haverá derrama?<br>Haverá levante?<br>Já mandou recados.<br>Conspira, organiza,<br>anda em sobressalto.&nbsp;<br><br>Tão gordo, tão gordo<br>que vale por quatro!<br>E diz: “Quem não mente<br>não é boa gente!”<br>Lá vai pelo mato<br>caçar com os amigos<br>codornas e veados.<br><br>“Quem foi Mr. Franklin?”<br>Fala com brocardos:<br>“Os vis não se devem<br>meter nas empresas<br>que requerem atos.<br>Ou morrem na lama<br>que nem carrapato:<br>Inventa, confunde,<br>herói, mas velhaco.<br><br>É o “Come-lhe os milhos”<br>que irá para Angola<br>ruminar cuidados..<br>(Tão gordo, tão gordo<br>que vale por quatro!)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:22:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narração do poema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594814441</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez Mineirinhos oficiais de justiça encarregados de fazer apreensões nas casas das pessoas. Eles vasculham os cômodos, encontram e relatam todos os itens, desde roupas e livros até objetos valiosos, como porcelana e prata. O dever de ofício dos meirinhos é cumprido, mas são retratados de forma negativa, como figuras odiosas envolvidas nesse trabalho intrusivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:22:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narração do conteúdo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594815235</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um mundo onde o peso da injustiça pairava sobre os ombros de todos. Suas sentenças eram duras e implacáveis, não importando se eram baseadas na mentira ou na verdade. As penas caíam com igual violência sobre aqueles que eram culpados e inocentes, apodrecendo juntos nas masmorras escuras.<br>Nesse mundo, um mar grosso e implacável chegava para levar consigo as razões dos infelizes. À medida que se afastavam, suas queixas se dissipavam, deixando apenas uma franja frágil de lembranças e um vestígio efêmero de suas presenças inúteis.<br>No horizonte, o peso da morte se aproximava, trazendo consigo cadafalsos rubros, cordas potentes e machados sinistros. Postes infamantes esperavam pelos corpos em pedaços. A Jurisprudência surgia para interpretar cada caso, enquanto o Reino parecia distante e o ouro se acumulava no cascalho. A Justiça se mostrava mais severa com os homens desarmados, enquanto os poderosos, como vice-reis, governadores, chanceleres e ministros, pensavam apenas em ser bons vassalos e esqueciam dos amigos.<br>Por trás das cortinas, segredos eram tramados. Barras de ouro eram secretamente transportadas, pedras e gado serviam a interesses ocultos. Os culpados, com seu dinheiro, sempre escapavam dos castigos, enquanto a usura calculada e medida prevalecia.<br>A vida trazia consigo o seu próprio peso, assim como o tempo implacável. A pergunta sobre os culpados surgia, mas eles não seriam atormentados. Os nomes ocultos daqueles que nunca foram presos permaneciam nas sombras. Diante do sangue das forcas e dos barcos do desterro, a justiça se tornava um jogo de balanças e preços. Era chegado o momento de julgar os donos da Justiça, de questionar suas intenções e condenar seus crimes com a sentença do desprezo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:23:23 UTC</pubDate>
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         <title>Referencia Artística</title>
         <author>juliaguimaro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594816550</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:24:21 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594817281</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um&nbsp;preso que fala sobre a justiça e a sociedade, se questiona como alguém que conhece bem as leis pode continuar a ser indefeso diante delas. Um magistrado que antes era digno e austero pode se transformar em criminoso. O preso fala que tudo no mundo mente e que pode ser que lágrimas corram por sua face ao falar disso.&nbsp; Reflete sobre o passado e como as falas perdidas que ele teve ao longo da vida o levaram aonde está agora.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:24:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594818225</link>
         <description><![CDATA[<div>Pungia a Marília, a bela.<br>negro sonho atormentado:<br>voava seu corpo longe,<br>longe, por alheio prado.<br>Procurava o amor perdido,<br>a antiga fala do amado.<br>Mas o oráculo dos sonhos<br>dizia a seu corpo alado:<br>“Ah, volta, volta, Marília,<br>tira-te desse cuidado,<br>que teu pastor não se lembra,<br>de nenhum tempo passado...<br>E ela, dormindo, gemia:<br>“Só se estivesse alienado!”<br><br>Entre lágrimas se erguia<br>seu claro rosto acordado.<br>Volvia os olhos em roda,<br>e logo, de cada lado,<br>piedosas vozes discretas<br>davam-Lhe o mesmo recado:<br>“Não chores tanto, Marília,<br>por esse amor acabado:<br>que esperavas que fizesse<br>o teu pastor desgraçado,<br>tão distante, tão sozinho,<br>em tão lamentoso estado?”<br>A bela, porém, gemia<br>“Só se estivesse alienado!”<br><br>E a névoa da tarde vinha<br>com seu véu tão delicado&nbsp;<br>envolver a torre, o monte,<br>o chafariz, o telhado...,<br><br>Ah quanta névoa de tempo,<br>longamente acumulado...<br>Mas os versos Mas as juras<br>Mas o vestido bordado!<br>Bem que o coração dizia<br>- coração desventurado -<br>“Talvez se tenha esquecido... “<br>“Talvez se tenha casado...”<br>Seu lábio, porém, gemia:<br>“Só se estivesse alienado!”&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:25:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa do conteúdo</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594819322</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a Conjuração, Marília estava em desespero. Como seguir agora que seu noivo havia ido embora? Acordando de um sonho atormentado, questionava onde seu amor estaria, e queixava sua perda. Levantava chorando, completamente envolta em sua tristeza. Mas as vozes a conselhavam a parar a choradeira. Nessa situação o dia ia passando, e a tarde chegando com a névoa, que envolvia tudo e todos. Em seu desespero, Marília reflete se o noivo não estava alienado, pois só assim para ter deixado-a, só assim para ter esquecido dela. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:26:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594819661</link>
         <description><![CDATA[<div>Ai, palavras, ai, palavras,<br>que estranha potência, a vossa!<br>Ai, palavras, ai, palavras,<br>sois de vento, ides no vento,<br>no vento que não retorna,<br>e, em tão rápida existência,<br>tudo se forma e transforma!<br><br>Sois de vento, ides no vento,<br>e quedais, com sorte nova!<br><br>Ai, palavras, ai, palavras,<br>que estranha potência, a vossa!<br>Todo o sentido da vida<br>principia à vossa porta;<br>o mel do amor cristaliza<br>seu perfume em vossa rosa;<br>sois o sonho e sois a audácia,<br>calúnia, fúria, derrota...<br><br>A liberdade das almas,<br>ai! com letras se elabora...<br>E dos venenos humanos<br>sois a mais fina retorta:<br>frágil, frágil como o vidro<br>e mais que o aço poderosa!<br>Reis, impérios, povos, tempos,<br>pelo vosso impulso rodam...<br><br>Detrás de grossas paredes,<br>de leve, quem vos desfolha?<br>Pareceis de tênue seda,&nbsp;<br>sem peso de ação nem de hora...<br>- e estais no bico das penas,<br>- e estais na tinta que as molha,<br>- e estais nas mãos dos juízes,<br>- e sois o ferro que arrocha,<br>- e sois barco para o exílio,<br>- e sois Moçambique e Angola!<br><br>Ai, palavras, ai, palavras,<br>íeis pela estrada afora,<br>erguendo asas muito incertas,<br>entre verdade e galhofa,<br>desejos do tempo inquieto,<br>promessas que o mundo sopra..<br><br>Ai, palavras, ai, palavras,<br>mirai-vos: que sois, agora?<br>- Acusações, sentinelas;<br>bacamarte, algema, escolta;<br>- o olho ardente da perfídia,<br>a velar, na noite morta;<br>- a umidade dos presídios,<br>- a solidão pavorosa;<br>- duro ferro de perguntas,<br>com sangue em cada resposta;<br>- e a sentença que caminha,<br>- e a esperança que não volta,<br>- e o coração que vacila,<br>- e o castigo que galopa...<br><br>Ai, palavras, ai, palavras,<br>que estranha potência, a vossa!<br>Perdão, podíeis ter sido!<br>- sois madeira que se corta,<br>- sois vinte degraus de escada,<br>- sois um pedaço de corda...<br>- sois povo pelas janelas,<br>cortejo, bandeiras, tropa...&nbsp;<br><br>Ai, palavras, ai, palavras,<br>que estranha potência, a vossa!<br>Éreis um sopro na aragem...<br>- sois um homem que se enforca!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:26:38 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desigualdade social: A referência ao uso e à opressão dos mais desarmados pode ser relacionada à desigualdade social que persiste na sociedade atual. A disparidade de recursos, oportunidades e acesso à justiça continua a afetar de maneira desproporcional os menos privilegiados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:27:01 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelos da narrativa com os dias atuais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mesmo sendo um poema muito antigo, podemos mesmo assim comparar algumas coisas com os dias atuais, como o poder estatal e controle, o poema evidencia a presença e o poder do Estado na vida das pessoas, com os meirinhos representando a autoridade que realiza as apreensões. Nos dias atuais, ainda existe uma preocupação com o equilíbrio entre o poder estatal e os direitos individuais, especialmente em questões relacionadas à privacidade e às ações governamentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:27:32 UTC</pubDate>
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         <title>Fala dos pusilânimes </title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594822462</link>
         <description><![CDATA[<div>Se vós não fôsseis os pusilânimes,<br>recordaríeis os grandes sonhos<br>que fizestes por esses campos,<br>Longos e claros como reinos;<br>contaríeis vossas conversas<br>nos lentos caminhos floreados,<br>por onde os cavalos, felizes<br>com o ar límpido e a lúcida agua,<br>sacudiam as crinas livres<br>e dilatavam a narina,<br>sorvendo a úmida madrugada!<br><br>Se vós não fôsseis os pusilânimes,<br>revelaríeis a ânsia acordada<br>à vista dos córregos de ouro,<br>entre furnas e galerias,<br>sob o grito de aves esplêndidas,<br>com a terra palpitante de índios,<br>e a vasta algazarra dos negros<br>a chilrear entre o sol e as pedras;<br>na fina aresta do cascalho.<br>Também pela vossa narina<br>houve alento de liberdade!<br><br>Se vós não fôsseis os pusilânimes,<br>confessaríeis essas palavras<br>murmuradas pelas varandas, quando a bruma embaciava os montes<br>e o gado, de bruços, fitava<br>a tarde envolta em surdos ecos.<br>Essas palavras de esperança<br>que a mesa e as cadeiras ouviram,&nbsp;<br><br>repetidas na ceia rústica,<br>misturadas à móvel chama<br>das candeias que suspendíeis,<br>desejando uma luz mais vasta.<br><br>Se vós não fôsseis os pusilânimes,<br>hoje em voz alta repetiríeis<br>rezas que fizestes de joelhos,<br>- súplicas diante de oratórios,<br>e promessas diante de altares,<br>suspiros com asas de incenso<br>que subiam por entre os anjos entrelaçados nas colunas.<br>Aos olhos dos santos pasmados,<br>para sempre jazem abertos<br>vossos corações, - negros livros.<br><br>Mas ai! fechastes vossas janelas,<br>e os escaninhos de móveis e almas...<br><br>Escrevestes cartas anônimas,<br>apontastes vossos amigos,<br>irmãos, compadres, pais e filhos...<br>Queimastes papéis enterrastes<br>O ouro sonegado, fugistes<br>para longe com falsos nomes,<br>e a vossa glória, nesta vida,<br>foi só morrerdes escondidos<br>podres de pavor e remorsos!<br><br>Vistes caídos os que matastes,<br>em vis masmorras, forcas, degredos,<br>indicados por vosso punho,<br>por vossa língua peçonhenta,<br>por vossa letra delatora..<br>- só por serdes os pusilânimes,<br>os da pusilânime estirpe,<br>que atravessa a história do mundo<br>em todas as datas e raças<br><br>, como veia de sangue impuro<br>queimando as puras primaveras,<br>enfraquecendo o sonho humano<br>quando as auroras desabrocham!<br><br>Mas homens novos, multiplicados<br>de hereditárias, mudas revoltas,<br>bradam a todas as potências<br>contra os vossos míseros ossos,<br>para que fiqueis sempre estéreis,<br>afundados no mar de chumbo<br>da pavorosa inexistência.<br>E vós mesmos o quereríeis,<br>ó inevitáveis criminosos,<br>para que, odiados ou malditos,<br>pudésseis ter esquecimento...<br><br>Chega, porém, do profundo tempo,<br>uma infinita voz de desgosto,<br>e com o asco da decadência,<br>entre o que seríeis e fostes,<br>murmura imensa: “Os pusilânimes!<br>“Os pusilânimes!” repete<br>o breve passante do mundo,<br>quando conhece a vossa história!<br><br>Em céus eternos palpita o luto<br>por tudo quanto desperdiçastes..“Os pusilânimes!” - suspira<br>Deus. E vós, no fundo da morte,<br>sabeis que sois - os pusilânimes.<br>E fogo nenhum vos extingue,<br>para sempre vos recordardes!<br><br>Ó vós, que não sabeis do Inferno,<br>olhai, vinde vê-lo, o seu nome<br>é só - PUSILANIMIDADE</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:28:31 UTC</pubDate>
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         <title>Conteudo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594822782</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse poema retrata um personagem chamado "Come-lhe os milhos", que é descrito como alguém extremamente gordo e rico, que vale por quatro pessoas. Ele parte em direção à Vila em um cavalo imponente, cercado por parentes famosos e com uma vida de luxo e opulência, incluindo propriedades, escravos, pratas, louças e móveis dourados.<br><br></div><div>O personagem parece ter uma posição de destaque na sociedade, envolvendo-se em questões políticas e conspirações. Ele comenta sobre possíveis eventos, como a derrama (um tipo de imposto) e levantes, e envia mensagens para outras pessoas. O texto sugere que ele é manipulador e astuto, acreditando que mentir é uma característica de pessoas "boas".<br><br></div><div>Além disso, o poema menciona o personagem caçando com seus amigos no mato, discutindo sobre a identidade de Mr. Franklin (possivelmente uma figura histórica) e expressando opiniões sobre pessoas de classe baixa que se envolvem em negócios arriscados.<br><br></div><div>No final, o poema faz uma referência a "Come-lhe os milhos" indo para Angola, possivelmente sugerindo que ele será enviado para lá como punição ou para resolver assuntos relacionados aos negócios. A repetição da frase "Tão gordo, tão gordo que vale por quatro!" reforça a ênfase na obesidade e na opulência desse personagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:28:46 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594823087</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um indivíduo que ouviu informações de uma pessoa presa, que por sua vez as ouviu de outras fontes. Então tudo vai passando como um telefone sem fio. Mas no entanto, o narrador não sabe se deve divulgar essas informações por medo de receber reações negativas. Ele fala sobre o carcereiro, o capitão, o meirinho e o ouvidor, assim sabemos que eles são os envolvidos. Também é mencionado a possibilidade de que os filhos do reino serão capturados em breve. É declarado que irá deixar por escrito os nomes das pessoas envolvidas, mas não revela seu próprio nome para evitar suspeitas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:29:01 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594823119</link>
         <description><![CDATA[<div>O “Romance XLVI ou do Caixeiro Vicente” relata a traição de Vicente Vieira da Mota para com Tiradentes, que prestou serviços para esse caixeiro. O “Romance XLVII ou dos Seqüestros” trata da ordem aos meirinhos de sequestrar todos os bens de Tiradentes.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:29:02 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência artística</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594824054</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A letra da música fala sobre temas como controle, poder e reflexões sobre a vida e as relações humanas. Assim como no poema, a música também reflete sobre o papel do Estado e sua influência nas vidas das pessoas. A letra expressa a ideia de que há uma luta constante entre a busca pela liberdade individual e a pressão social para se adequar a normas e convenções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:29:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance 52 ou do carcereiro</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594824104</link>
         <description><![CDATA[<div>Isso é o que diz o embargo.<br>Mas eu, cá para mim,<br>acho que, nesta história,<br>{ele vai ter mau fim.<br><br>A esse é que levarão,<br>pelas ruas afora,<br>{com baraço e pregão.<br><br>Nunca lhe deram nada.<br>Quem lhe daria agora<br>{perdão?<br><br>Nunca o escrivão escreve<br>o que a vítima diz.<br>Não tem lei nem justiça<br>quem nasceu infeliz.<br><br>A verdade não vem<br>{defender acusados...<br>Não se entende ninguém.<br><br>Tudo isto é enredo grande,<br>e, por todos os lados,<br>falsidades se vêem.<br><br>A roda anda e desanda,<br>{e não pode parar.<br>Jazem no fundo, as culpas:<br>morrem os justos, no ar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:29:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>correspondencia Artística </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594824158</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:29:46 UTC</pubDate>
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         <title>Referência artística </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594824735</link>
         <description><![CDATA[<div>A história gira em torno da família Kim, composta por quatro membros que vivem em condições precárias em um porão sujo e apertado. Eles têm a oportunidade de se infiltrar na vida da rica família Park, trabalhando como empregados domésticos. À medida que os Kims se envolvem cada vez mais com os Park, eles começam a explorar a situação para melhorar suas próprias condições de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:30:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narração do conteúdo do poema</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594824865</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um homem que, ao que tudo indica, não vai ter um bom fim. Ele sempre anda pelas ruas com um baraço e um pregão, e nunca ninguém deu importância pra ele. Nesse lugar e tempo em que vive, a falsidade impera e a justiça não encontra morada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>Jogos de herança - Livro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro fala sobre uma menina que descobre que herdou muito dinheiro de um parente, mas precisa participar de jogos para ter esse dinheiro. Assim como no poema falam sobre as riquezas escondidas pelas paredes. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.amazon.com.br%2FJogos-heran%25C3%25A7a-Jennifer-Lynn-Barnes%2Fdp%2F6588131194&amp;psig=AOvVaw2fSHyH-HZwWWLPqopyii-M&amp;ust=1684420174611000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAwQjRxqFwoTCOimm6TI_P4CFQAAAAAdAAAAABAD" />
         <pubDate>2023-05-17 14:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse poema retrata um personagem rico e poderoso, que se envolve em atividades políticas e conspirações. Embora seja uma composição antiga, algumas das questões levantadas no poema ainda podem ter relevância nos dias atuais.<br><br></div><div>Por exemplo, a referência à derrama e ao levante pode ser associada a questões relacionadas a impostos e protestos sociais, que são temas presentes em várias partes do mundo atualmente. O personagem também menciona a importância da comunicação e do envio de recados, o que pode ser comparado ao papel das redes sociais e da disseminação de informações na sociedade atual.<br><br></div><div>Além disso, o poema aborda a ideia de falsidade e manipulação, destacando a frase "Quem não mente não é boa gente". Essa reflexão pode ser relacionada à desconfiança nas lideranças políticas e na disseminação de notícias falsas, temas que têm ganhado destaque na era da desinformação.<br><br></div><div>Embora o poema seja uma obra literária que reflete um contexto histórico específico, é possível encontrar paralelos e analogias com questões atuais, destacando a continuidade de certos aspectos humanos e sociais ao longo do tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:31:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Correspondência artística </title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594829915</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:33:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narração do poema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594830465</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez à história de Tomás Antônio Gonzaga, um poeta enviado ao exílio em um navio. Enquanto ele parte, as pessoas comentam sobre o que resta dele na fortaleza, mencionando apenas um par de esporas de prata. Com sarcasmo, os maldizentes falam sobre a vida do poeta, insinuando que suas conquistas eram apenas ilusões. Por fim, reflete-se sobre a sorte do poeta no exílio, onde as febres marinhas o seguem no navio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:33:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance XXV ou do aviso anônimo</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594830707</link>
         <description><![CDATA[<div>Veio uma carta de longe,<br>não se sabe de que mão.<br>Atravessou esses campos,<br>caiu como flor ao vento<br>sobre a Vila de São João.<br>Correi, senhores da terra,<br>Ouvidor e Coronéis,<br>enterrai vossas riquezas,<br>mandai para longe os trastes,<br>escondei vossos papéis.<br>Veio uma carta de longe.<br>Aproximai-vos e ouvi:<br>fala de rios propínquos,<br>rios de lágrima e sangue<br>que vão correr por aqui.<br>Parte, cabra, vai-te embora,<br>vai levar a teu patrão<br>as notícias que chegaram<br>sobre a desgraça que cerca<br>este povo de São João.<br>Veio uma carta de longe.<br>O que dizia, não sei.<br>há calúnias, há suspeitas..<br>(Vede as janelas fechadas!.<br>Confabulam! Querem Rei!)<br>Escondei jóias e alfaias!<br>(Que tropa é que vai chegar?)&nbsp;<br>Parece que vão ser presos<br>os grandes, os poderosos,<br>os donos deste lugar.<br>Veio uma carta de longe.<br>Abriu-se muito colchão,<br>queimou-se o que estava escrito,<br>escreveu-se o que era falso,<br>nesta Vila de São João.<br>E o Lenheiro vai correndo<br>como fita de cristal<br>sobre as pedras, sob as pontes,<br>entre o rumor e o silêncio<br>do sobressalto geral.<br>Veio uma carta de longe.<br>- Fortes ecos tem a dor!<br>que os escravos já souberam,<br>no fundo de suas brenhas<br>desse aviso de terror...<br>Mas os meninos risonhos<br>pelas varandas estão<br>- quase órfãos! - mirando as nuvens,<br>como os belos anjos de ouro<br>das igrejas de São João.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:33:49 UTC</pubDate>
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         <title>Diálogo entre a referência e o poema </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tanto o poema quanto o filme "Parasita" abordam as injustiças sociais e as desigualdades presentes na sociedade. O poema descreve um mundo onde a culpa e a inocência são tratadas com igualdade nas masmorras, enquanto o filme retrata a luta de uma família pobre para se infiltrar na vida de uma família rica. Ambas as obras exploram as tensões e os conflitos que surgem a partir dessas disparidades, expondo as consequências da desigualdade e da exploração. Além disso, tanto o poema quanto o filme fazem críticas à impunidade dos poderosos, à corrupção e à falta de justiça, revelando a necessidade de questionar e desafiar essas estruturas sociais opressivas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:34:48 UTC</pubDate>
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         <title>Conteúdo</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594833104</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema retrata a execução de um condenado chamado Capitania. Descreve-se o ambiente sombrio, a presença de autoridades e espectadores, e o sentimento de agonia e desgraça que permeia a cena. A carreta que transporta o condenado marca o desfecho trágico da história.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:35:33 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594833557</link>
         <description><![CDATA[<div>O “Romance XXV ou do Aviso Anônimo” fala de denúncias de uma carta anônima, que alertava sobre uma possível repressão por parte das autoridades portuguesas; já no “Romance XXVI ou da Semana Santa de 1789”, em um cenário que forma uma imagem sacra do espaço, duas vozes se alternam</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:35:50 UTC</pubDate>
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         <title>Correpondência artistica</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594834225</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:36:18 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelos dos dias atuais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594834824</link>
         <description><![CDATA[<div>aborda o tema do exílio e desterro de um poeta, enquanto as pessoas ao seu redor comentam sobre o que restou dele na fortaleza. Podemos fazer paralelos com os dias atuais, onde ainda testemunhamos situações de exílio forçado e perda de identidade. Além disso, o poema destaca a difamação e disseminação de informações falsas, que também são problemas atuais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:36:36 UTC</pubDate>
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         <title>correspondencia artistica</title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594835084</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:36:48 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais </title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594835304</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema retrata uma situação de injustiça, desespero e opressão, onde um indivíduo é condenado e executado. Embora se trate de um contexto histórico específico, podemos estabelecer uma relação com os dias atuais ao refletir sobre questões como desigualdade social, violência, falta de esperança e abuso de poder que ainda persistem em algumas sociedades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:36:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594835618</link>
         <description><![CDATA[<div>- Aonde é que vais, Vitoriano,<br>nem bem amanhece o dia?<br>Andarás de contrabando,<br>serra abaixo, serra acima,<br>das areias de Ouro Branco<br>às sombras de Vila Rica?<br><br>(Esporeava o seu cavalo,<br>pela estrada mal segura.<br>- Vitoriano, tem cuidado,<br>de hora em hora a sorte muda!<br>Quanto mais o tempo é falso,<br>mais aparecem denúncias...)<br><br>- Eu, Senhor, vou nesta pressa<br>para as bandas de Mariana.<br>Nem vos direi quem me espera<br>nem vos direi quem me manda.<br>Subo e desço pela serra<br>que nem o vento me alcança!<br><br>(Tinha no bolso uma carta,<br>e um recado na cabeça.<br>Puxa o lenço, limpa a cara,<br>cai-lhe o papel, vê-se a letra.<br>- Vitoriano, se te agarram,<br>terás de cumprir sentença!)<br><br>- Eu, Senhor, digo a verdade:<br>vinha da Ponta do Morro,<br>mandado por meu compadre,<br>Coronel Francisco Antônio.&nbsp;<br>Mas, para o que vinha, é tarde:<br>e ele ou está preso ou está morto...<br><br>(E no alto da serra brava<br>dobrou sobre o seu caminho<br>o alfaiate, alferes, cabra<br>- sem ter chegado ao destino<br>o recado que levara,<br>para servir a um amigo.)<br><br>- Ai, Vitoriano Veloso,<br>como o tempo era nublado!<br>Partires com tal denodo,<br>voltares com tal cansaço!<br>- E, depois, - o calabouço?<br>E, depois, - o cadafalso?<br><br>(Não houve quem o livrasse<br>de dar três voltas à forca;<br>de gemer pela cidade<br>pena de açoites sem conta;<br>nem de partir para a viagem<br>de degredo, amarga e longa.)<br><br>(E a carta nem fora entregue!<br>Nem fora o recado escrito!<br>- No seu cavalo, tão leve!<br>- Na masmorra, tão perdido...<br>Que imensas lágrimas bebe,<br>por ter prestado um serviço! )&nbsp;<br>Romance XLI ou dos delatores</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594837257</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos ver isso com os dias atuais com a divulgação de informações falsas por conta da compartilhamento repetitivo. As informações vão sendo passadas de pessoas por pessoas fazendo com que as coisas sejam alteradas conforme a informação vai rodando.  Atualmente isso acontece tanto de maneira falada, quanto pelo whatsapp ou até mesmo em outras redes sociais</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:38:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594837342</link>
         <description><![CDATA[<div>o poema aborda a ideia de falsidade e manipulação, destacando a frase "Quem não mente não é boa gente". Essa reflexão pode ser relacionada à desconfiança nas lideranças políticas e na disseminação de notícias falsas, temas que têm ganhado destaque na era da desinformação, e esse video fala sobre essa disseminação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>Romance XLVIII</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grandes jogos são jogados<br>entre a terra e o firmamento:<br>longas partidas sombrias,<br>por anos, meses e dias,<br>independentes do tempo...<br><br>Soldados e marinheiros,<br>camponeses e fidalgos,<br>ministros, gente da Igreja,<br>não há mais ninguém que esteja<br>fora dos vastos baralhos.<br><br>Batem as cartas na mesa,<br>na curva mesa da terra.<br>Partida sobre partida,<br>perde-se renome ou vida:<br>mas a perdição é certa.<br><br>Lá vêm corações em sangue,<br>lá vêm tenebrosos chuços:<br>defrontam-se ouros e espadas,<br>saltam coroas quebradas,<br>morrem culpados e justos.<br><br>Batem as cartas na mesa...<br>Cruzam-se naipes e pontos:<br>não se avista quem baralha<br>esta confusa batalha<br>de enigmas, quedas e assombros.<br><br>Grandes jogos são jogados.<br>E os silenciosos parceiros&nbsp;<br>não sabem, a cada lance,<br>que o jogo, fora de alcance,<br>pertence a dedos alheios.<br><br>Mesas de Queluz cobertas<br>de ouros, paus, espadas, copas...<br>(Minas, sangue, sofrimento... )<br>No baralho bate o vento<br>e o jogo segue outras voltas</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:38:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa do poema</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594837693</link>
         <description><![CDATA[<div>Um padre perseguido foge, esconde-se e é capturado por suas ações misteriosas. Sua vida é cheia de aventuras, pecados e escândalos amorosos. Ele é versátil, escapando dos soldados e mudando de aparência. Associado à maçonaria, ele tem uma história fascinante e envia presentes ao poeta Gonzaga.</div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:38:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dias atuais</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594837751</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Quanto à relação com os dias atuais, esse trecho do poema pode nos fazer refletir sobre a importância da justiça, da liberdade de expressão e do combate à opressão. A história de Tiradentes e da Inconfidência Mineira são marcos na luta pela independência e pelos direitos no Brasil.<br><br></div><div><br>Hoje em dia, ainda vivemos em uma sociedade em constante busca por justiça e igualdade. O medo, a traição e a difamação continuam sendo elementos presentes em diferentes contextos. É fundamental valorizar os princípios democráticos, garantir o respeito aos direitos humanos e promover a transparência para evitar injustiças e a perpetuação de sistemas opressivos.<br><br></div><div><br>Além disso, a referência ao patrão no poema também pode ser relacionada às desigualdades sociais e econômicas presentes em muitas sociedades. A crítica ao poder e aos privilégios pode ser interpretada como um chamado à reflexão sobre as estruturas de poder atuais e a necessidade de buscar um equilíbrio mais justo e inclusivo.<br><br></div><div><br>Em suma, embora o poema seja específico em relação à história de Tiradentes, suas reflexões sobre medo, traição e opressão ainda podem ser aplicadas aos desafios e lutas dos dias atuais, promovendo a conscientização sobre a importância da justiça social e dos direitos individuais.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:38:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594839746</link>
         <description><![CDATA[<div>A verdade não vai defender os acusados, para todos os lados tem falsidade. A justiça nunca vai encontrar morada. Os justos sempre morrem.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:40:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação entre a correspondência e o poema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594840574</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Tanto na música quanto no poema, há uma ênfase na figura do viajante solitário, aquele que percorre caminhos distantes e enfrenta desafios ao longo do trajeto. Ambas as obras exploram a solidão, a saudade e a introspecção vivenciadas por esses personagens solitários durante suas viagens.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:40:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dias atuais</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594841364</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ao relacionar esse trecho com os dias atuais, podemos refletir sobre os desafios que enfrentamos em termos de liberdade de expressão e privacidade. Vivemos em uma era em que a comunicação é instantânea e global, mas também estamos expostos a uma série de preocupações, como o vazamento de informações pessoais, a disseminação de notícias falsas e a vigilância governamental.<br><br></div><div><br>Além disso, a menção a calúnias, suspeitas e confabulações também ecoa os debates contemporâneos sobre a disseminação de desinformação e a polarização política. Muitas vezes, as notícias e informações chegam até nós de fontes desconhecidas ou questionáveis, exigindo cautela e discernimento na sua interpretação.<br><br></div><div><br>Portanto, o trecho do poema "Carta de São João" pode ser relacionado com os dias atuais ao nos fazer refletir sobre a importância da liberdade de expressão, a necessidade de proteção da privacidade e o enfrentamento dos desafios relacionados à disseminação de informações enganosas. Ele nos convida a questionar e investigar a veracidade das informações que recebemos, além de destacar a importância de uma sociedade justa e livre, onde as pessoas possam expressar suas opiniões sem medo de retaliações ou perseguições.</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:41:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narre com suas palavras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594841428</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Essas partidas são sombrias e se estendem por anos, meses e dias, independentemente das limitações do tempo. Soldados, marinheiros, camponeses, fidalgos, ministros e pessoas da igreja estão todos envolvidos nesses jogos, não havendo ninguém excluído dos vastos baralhos.<br><br>As cartas são batidas na mesa, na curva mesa da terra. Partida após partida, o renome e até mesmo a vida são perdidos, sendo a perdição inevitável. Corações são feridos e lanças tenebrosas são empunhadas. Ouros e espadas se defrontam, coroas saltam e se quebram, enquanto culpados e justos encontram a morte.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:41:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance LXVII ou da África dos Setecentos </title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594841512</link>
         <description><![CDATA[<div>Ai, terras negras d'África,<br>portos de desespero...<br>- quem parte, lá vai cativo;<br>- quem chega, vem por desterro.<br><br>(Ai, terras negras d'África,<br>ai, litoral dos medos...)<br><br>Aqui falece a audácia<br>e chega a morte cedo:<br>que as febres são grandes barcas<br>movendo esbraseados remos...<br><br>(Aqui falece a audácia,<br>finda qualquer apelo...)<br><br>Ai, terras negras d'África,<br>selva de pesadelos!<br>Os presos lutam com os sonhos<br>como entre curvos espelhos...<br><br>(Ai, terras negras d'África,<br>noite grossa de enredos...)<br><br>Rolam de longe lágrimas<br>para o horizonte negro:<br>saudade - pena de morte<br>para cumprir-se em degredo)<br><br>Rolam de longe lágrimas...<br>Quereis saber seu peso?)&nbsp;<br>Ai, terras negras d'África,<br>céu de angústia e segredo:<br>laje de sombra caída<br>sobre o suspiro dos presos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:41:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance LIX ou da reflexão dos justos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594842835</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi trabalhar para todos...<br>- e vede o que lhe acontece!<br>Daqueles a quem servia,<br>já nenhum mais o conhece.<br>Quando a desgraça é profunda,<br>que amigo se compadece?<br><br>Tanta serra cavalgada!<br>Tanto palude vencido!<br>Tanta ronda perigosa,<br>em sertão desconhecido!<br>- E agora é um simples Alferes<br>louco, - sozinho e perdido.<br><br>Talvez chore na masmorra.<br>Que o chorar não é fraqueza.<br>Talvez se lembre dos sócios<br>dessa malograda empresa.<br>Por eles, principalmente,<br>suspirará de tristeza.<br><br>Sábios, ilustres, ardentes,<br>quando tudo era esperança...<br>E, agora, tão deslembrados<br>até da sua aliança!<br>Também a memória sofre,<br>e o heroísmo também cansa.<br><br>Não choram somente os fracos.<br>O mais destemido e forte,<br>um dia, também pergunta,<br>contemplando a humana sorte,&nbsp;<br>se aqueles por quem morremos<br>merecerão nossa morte.<br><br>Foi trabalhar para todos..<br>Mas, por ele, quem trabalha?<br>Tombado fica seu corpo,<br>nessa esquisita batalha.<br>Suas ações e seu nome,<br>por onde a glória os espalha?<br><br>Ambição gera injustiça.<br>Injustiça, covardia.<br>Dos heróis martirizados<br>nunca se esquece a agonia.<br>Por horror ao sofrimento,<br>ao valor se renuncia.<br><br>E, à sombra de exemplos graves,<br>nascem gerações opressas.<br>Quem se mata em sonho, esforço,<br>mistérios, vigílias, pressas?<br>Quem confia nos amigos?<br>Quem acredita em promessas?<br><br>Que tempos medonhos chegam,<br>depois de tão dura prova?<br>Quem vai saber, no futuro<br>o que se aprova ou reprova?<br>De que alma é que vai ser feita<br>essa humanidade nova?</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:42:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narrativa do poema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594843181</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma época em que um homem cavalgava pelos caminhos do país, despertando risadas entre o povo. Ele acreditava ser capaz de reformar o mundo enquanto montado em seu cavalo. Com determinação, afirmava que iria comandar quando retornasse, trazendo riquezas e justiça para todos. Prometia liberdade, mesmo que tardia, e seguia adiante com coragem e loucura.<br>Enquanto atravessava montanhas e vales, seus olhos irradiavam esperança, derramando promessas em cada canto. Porém, dizem que ele foi preso, em lugar desconhecido, devido a algumas cartas entregues ao Vice-Rei e ao Visconde. O que parecia loucura se tornou realidade, e a verdade não agradava a todos. O homem que outrora provocava risos agora suscitava incertezas.<br>A passagem desse homem pelo povo trazia alegria, mas agora o riso se dissipou. Existe o temor de que ele não retorne ou que, se voltar, seja sem cabeça. O destino reserva um triste fim para aqueles que sonham em fazer o bem, especialmente quando são apenas alferes de cavalaria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:42:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594843522</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa música retrata a dura realidade da vida urbana, a perda de identidade e a desumanização do trabalhador. Assim como no poema, onde o poeta Gonzaga é desterrado e perde sua liberdade, a música aborda a condição do trabalhador que se torna apenas mais uma peça na engrenagem da construção civil. Ambas as obras exploram a injustiça social, a opressão e a falta de valorização do indivíduo na sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:42:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conteúdo </title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594843780</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema retrata a relação simbólica e contraditória entre o ouro e os indivíduos envolvidos na exploração desse recurso. A poesia descreve a admiração pela riqueza do ouro e sua associação com poder e luxo, também revela as injustiças e os sofrimentos causados pela extração do ouro, mencionando os trabalhadores negros nas minas e as consequências da ganância desencadeada pela busca do ouro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Narre com as suas palavras</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594844457</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>Era uma vez um jovem chamado Vitoriano, que todas as manhãs partia em uma aventura pelas trilhas sinuosas. Montado em seu cavalo, ele desafiava os perigos da estrada incerta, indo e vindo entre as cidades de Ouro Branco e Vila Rica.<br>Seu objetivo era levar uma mensagem misteriosa, carregada de segredos, para as terras distantes de Mariana. Mas havia rumores de que as autoridades estavam à espreita, prontas para descobrir suas atividades ilegais.Com uma carta escondida no bolso e um recado gravado em sua mente, ele seguia em frente, apesar do medo.<br>Mas o destino estava contra ele. Quando menos esperava, sua sorte mudou. A carta caiu de seu bolso, revelando sua verdadeira missão. Vitoriano sabia que, se fosse pego, seria condenado. Ele confessou a verdade, revelando que tinha sido enviado pelo Coronel Francisco Antônio, seu compadrea carta nunca foi entregue e o recado nunca foi transmitido.<br><br>No final das contas, Vitoriano foi consumido pela tristeza, derramando lágrimas amargas por ter prestado um serviço que acabou em desgraça</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:43:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Correspondência artística</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594845171</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme Knives Out conta sobre um assassinato e como um detetive tenta descobrir o que acontece. Assim são contadas várias versões da mesma noite por diferentes pessoas que tiveram diferentes perspectivas. Do mesmo jeito que no poema acontece um telefone sem fio com toas as pessoas envolvidas, cheios de segredos até descobrirem o que realmente aconteceu. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:44:00 UTC</pubDate>
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         <title>Romance LXV ou dos maldizentes </title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594845346</link>
         <description><![CDATA[<div>- Ouves no papel a pena?<br>Agora, acumula embargos<br>à sentença que o condena<br>o que outrora, em altos cargos,<br>pelo mais breve conceito<br>as rendas do Real Erário<br>apenas do porto larga,<br>revertia em seu proveito.<br>- Assim o destino é vário!<br>Grande fim para habitantes<br>de um país imaginário,<br>que falam por consoantes<br>- E usam nomes fingidos.<br>(Aquilo havia mistério<br>nas letras dos apelidos...)<br>- Tanto ler o Voltério...<br>- E se não fosse o ladino<br>capitão Joaquim Silvério!<br>- Assim é vário, o destino:<br>negro, porém, é o desterro,<br>e há de arranjar palavreado<br>com que se lhe escuse o erro.<br>- Tanto impou de namorado!<br>E agora, quando se mira<br>vê-se um mísero coitado...<br>(como lá diz numa lira... )<br>- Se nas águas se mirasse,<br>veria ralo o cabelo<br>- Um par de esporas, somente.&nbsp;<br>e murcha e pálida, a face.<br>- Falta-lhe aquele desvelo<br>da sua pastora terna...<br>- Deveria socorrê-lo..<br>-... a quem dará glória eterna!...<br>- Ai, que ricos libertinos!<br>Tudo era Inglaterra e França,<br>e, em redor, versos latinos...<br>- lá se lhes foi a esperança!<br>- Mas segue com seus embargos.<br>(Quem porfia, sempre alcança...)<br>- Os argumentos são largos.<br>- Que tem luzes, ninguém nega,<br>- Mas são coisas da Fortuna,<br>que bem se sabe ser cega...<br>- Não lhe sendo a hora oportuna,<br>perder-se-á tudo que alega.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:44:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>narrativa</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594845750</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A narrativa retrata a queda desse personagem que, no passado, ocupava altos cargos e tinha acesso às rendas do Real Erário, mas que agora se encontra em um estado de desterro e abandono. Os comentários irônicos e sarcásticos dos personagens revelam a decepção e o desprezo que sentem por ele, considerando-o um traidor e um libertino.<br><br></div><div><br>A referência ao Voltério (Voltaire) indica uma influência intelectual francesa e a busca por conhecimento e iluminismo. No entanto, a traição de Silvério dos Reis colocou em xeque as esperanças e ideais dos inconfidentes, levando-os ao fracasso em seus planos de independência.<br><br></div><div><br>A narrativa sugere que o destino é incerto e variável, mas também faz uma crítica ao oportunismo e à falta de lealdade. O personagem traidor, que antes desfrutava de privilégios, agora enfrenta as consequências de seus atos.<br><br></div><div><br>No contexto atual, essa narrativa pode ser relacionada com questões de traição, ética e responsabilidade. Ela nos lembra da importância da integridade e da lealdade em diferentes esferas da vida, sejam elas políticas, profissionais ou pessoais. Também nos alerta para as consequências que podem advir de escolhas baseadas em interesses pessoais e egoístas, em contraposição aos princípios e valores compartilhados.<br><br></div><div><br>Em suma, a narrativa do trecho destaca a queda e o julgamento social de um personagem traidor, além de refletir sobre temas como destino, traição e responsabilidade individual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:44:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>paralelos com a atualidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594846484</link>
         <description><![CDATA[<div>Política e poder: Assim como nos jogos de cartas descritos no poema, a política atual muitas vezes envolve jogos de poder, onde diferentes atores competem por influência e controle. As cartas sendo batidas na mesa representam as manobras políticas, as alianças e as disputas pelo poder.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dia atuais</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594846619</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao relacionar o poema com os dias atuais, podemos refletir sobre as questões da exploração dos recursos naturais, a desigualdade social e os impactos ambientais causados pela busca desenfreada de riqueza material.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:45:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594847159</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste conto, acompanhamos a história de Vitoriano, um jovem que se envolve em atividades ilegais e perigosas, enfrentando os riscos das estradas enquanto transporta uma mensagem secreta. Ele vive em constante alerta, ciente de que qualquer descuido pode resultar em denúncias e consequências severas.<br>O paralelo com os dias atuais pode ser observado nas situações em que pessoas se envolvem em atividades ilícitas, muitas vezes por necessidade ou circunstâncias desfavoráveis. Assim como Vitoriano, essas pessoas arriscam suas vidas e liberdade em busca de soluções ou para cumprir tarefas que consideram importantes, mesmo que à margem da lei.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:45:26 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594847198</link>
         <description><![CDATA[<div>Na capela do Pombal, um cenário sagrado se desenrola. Imagens de santos e uma decoração elaborada preenchem o espaço, com São Francisco, Santo Antônio e Jesus no altar. O ensinamento da cruz é transmitido através da simples presença de Jesus. O local é adornado com pratos, galhetas, panos roxos e um missal, além de dois castiçais de estanho. Vozes entoam orações.<br>No centro da capela, encontra-se a Senhora da Ajuda, com seu cetro, manto e olhos de cristal. Sete crianças, filhos do almotacé, oram fervorosamente à bela Santa, suplicando que os livre do mal. Três meninas e três meninos, todos com fé inabalável, preces silenciosas preenchem o ambiente. Porém, entre eles, destaca-se um menino sério chamado Joaquim José.<br>No entanto, mesmo diante das doçuras divinas, Joaquim José é desprovido de um Anjo da Guarda, estrela ou madrinha para protegê-lo. É a mão de Deus que deve zelar por ele. Diante dessa figura solitária na capela do Pombal, Nossa Senhora da Ajuda revela sua grande tristeza, parecendo distante do mundo mortal.<br>Enquanto as sete crianças permanecem em pé, observando a Santa formosa com seu cetro, manto e coroa, Joaquim José fica no centro. Porém, em meio à atmosfera de ouro, são previstos tempos de sangue. Algemas, sentenças, cordas e cadafalsos virão na era de 1792. Entre as preces, uma voz ressoa: um menino será levado à forca, para uma morte inevitável.<br>As crianças se levantam, todas em pé, fixando o olhar na bela Santa, enquanto Joaquim José permanece no centro. Num momento em que os tempos são de ouro, mas os de sangue se aproximam, eles clamam pela ajuda da Senhora. Imploram para que estenda suas mãos e proteja aquele que não está sendo ouvido, tão contrito, com as mãos postas na capela do Pombal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:45:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narrativa</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594847378</link>
         <description><![CDATA[<div>A história narra a fascinação de Pedro, um jovem escritor, pelas palavras e sua poderosa influência. Ele reconhece que as palavras têm o poder de moldar a realidade, despertar sentimentos e serem tanto construtivas quanto destrutivas. Pedro testemunha como as palavras afetam reis, impérios e povos, e como elas podem estar presentes em momentos de alegria e de sofrimento. Ele percebe que as palavras são frágeis, porém poderosas, capazes de trazer esperança, mas também causar dor. No final, Pedro continua sua jornada como escritor, ciente do impacto que suas palavras podem ter.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:45:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594848319</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto aborda a questão da justiça e da corrupção no sistema judiciário, o que é um tema relevante nos dias atuais. A imagem de um magistrado que se corrompe mostra como o poder pode ser corrompido e a justiça pode ser manipulada. Além disso, a reflexão do preso sobre as escolhas e as consequências de suas ações é uma mensagem importante para lembrar a importância de agir com integridade e responsabilidade em todas as áreas da vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:46:17 UTC</pubDate>
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         <title>Conteudo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594848552</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema apresenta uma reflexão profunda sobre a condição humana, abordando temas como solidão, traição, desesperança, injustiça e a busca por reconhecimento e valorização.&nbsp;<br><br></div><div>O eu lírico retrata-se como alguém que trabalhou incansavelmente para o benefício de todos, mas que, quando enfrenta dificuldades, é abandonado e esquecido por aqueles que serviu. Ele descreve as adversidades enfrentadas, como jornadas perigosas e territórios desconhecidos, sugerindo uma jornada árdua e solitária.<br><br></div><div>A ideia de desespero e perda de esperança é enfatizada ao mencionar que o eu lírico agora é apenas um "simples Alferes louco", que chora na masmorra. O choro é apresentado como uma expressão de tristeza, mas não de fraqueza, e o eu lírico lamenta a falta de apoio dos sócios da "malograda empresa" para a qual trabalhou.</div><div><br>O poema questiona o valor da ação heróica e a validade do sacrifício pessoal em nome dos outros. O eu lírico se pergunta se aqueles por quem ele está disposto a morrer realmente merecem tal sacrifício, levando em consideração a ingratidão e o esquecimento que ele experimenta.<br><br></div><div>A ambição é mencionada como uma causa de injustiça, que por sua vez leva à covardia. O poema sugere que a agonia dos heróis martirizados nunca é esquecida, mas o sofrimento e o valor acabam sendo renegados em favor da aversão ao sofrimento. Isso pode ser interpretado como uma crítica à sociedade que não valoriza adequadamente aqueles que se sacrificam por ela.<br><br></div><div>O poema também levanta questões sobre confiança, amizade e promessas. O eu lírico expressa dúvidas sobre quem realmente se pode confiar, indicando a dificuldade em acreditar nas palavras e intenções dos outros.</div><div><br>O último trecho do poema revela um sentimento de incerteza em relação ao futuro da humanidade. A partir das experiências dolorosas e das gerações oprimidas, questiona-se sobre a essência da humanidade que está por vir, sugerindo uma preocupação com os caminhos que a sociedade pode tomar.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:46:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>correspondencia artistica</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594849923</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:47:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dias atuais</title>
         <author>gianlucabaptista</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594850207</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ao relacionar esse trecho com os dias atuais, podemos refletir sobre temas como impunidade, corrupção e manipulação da justiça. A menção aos altos cargos ocupados pelo personagem e à apropriação indevida das rendas do Estado pode ser associada aos casos de corrupção e desvio de recursos públicos que ainda ocorrem em muitos países.<br><br></div><div><br>A crítica aos "ricos libertinos" e à esperança perdida também pode ser relacionada aos problemas sociais e econômicos contemporâneos. A referência à Inglaterra e França, bem como aos versos latinos, sugere um contraste entre as aspirações intelectuais e culturais do personagem e a realidade desfavorável em que se encontra.<br><br></div><div><br>Além disso, a menção à Fortuna, sendo cega e decidindo a hora oportuna, pode ser interpretada como uma crítica à aleatoriedade e à falta de justiça em relação aos destinos individuais. Muitas vezes, a justiça pode parecer seletiva, favorecendo uns em detrimento de outros, independentemente dos méritos ou argumentos apresentados.<br><br></div><div><br>Dessa forma, o trecho do poema nos convida a refletir sobre questões de ética, justiça e desigualdades presentes nos dias atuais. Ele nos lembra da importância de lutar contra a impunidade, buscar a transparência e a equidade nas relações sociais e promover um sistema de justiça mais justo e imparcial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:47:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dias atuais </title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594851115</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema&nbsp; retrata a perseguição a um padre, sua fuga e os rumores que cercam sua históri. Nos dias atuais, ainda podemos observar situações em que indivíduos são perseguidos pelas autoridades, seja por motivos políticos, ideológicos ou legais. A busca por liberdade e a fuga da opressão continuam presentes, muitas vezes manifestando-se através de fugas clandestinas, refúgios em locais remotos ou migração forçada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:48:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência Artística</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594851226</link>
         <description><![CDATA[<div>Ambas as obras abordam a potência e a influência das palavras, destacando seu papel na construção da realidade e na forma como as sociedades são governadas. Tanto o poema quanto o livro nos convidam a refletir sobre como as palavras podem ser usadas para o bem ou para o mal, e sobre a importância da liberdade de expressão. Vemos nos primeiros capítulos do livro que o governo esta criando uma&nbsp;<br>'novo' idioma, que basicamente consistia do inglês, mas com menos palavras, para que então as pessoas não conseguirem se comunicar de maneira própria. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:48:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artistica</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594851403</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Uma música que se relaciona com o tema do conto e o paralelo com os dias atuais é "Pais e Filhos" da banda Legião Urbana. A canção aborda a vida de jovens envolvidos em atividades ilegais e perigosas, destacando a relação conflituosa entre pais e filhos nesse contexto.<br>A letra da música reflete a sensação de desesperança e a busca por soluções fora da lei, enquanto os personagens enfrentam as consequências de suas escolhas. Ela nos faz refletir sobre as dificuldades enfrentadas por jovens que se envolvem em situações semelhantes, bem como sobre o papel dos pais na tentativa de orientar e proteger seus filhos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/bvIMBVBRpJU" />
         <pubDate>2023-05-17 14:48:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594851403</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Narração do Conteúdo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594851881</link>
         <description><![CDATA[<div>Juliana de Mascarenhas, uma mulher distante, perdida em seus pensamentos, é chamada a levantar o rosto moreno e fixar seus olhos no mar. Uma grande e poderosa nau, a Senhora da Conceição, Princesa de Portugal, parte além da barra. A bordo, segue um homem que em breve irás encontrar, com olhos claros como turquesa e cabelos finos como o luar. É um poeta condenado ao degredo, incapaz de se livrar dos Vice-Reis, Ministros e do Capitão-General. Ele era a flor do nosso tempo, a flor deste lugar!<br>Ele parte pelas ondas, navegando pelo mar. O vento seca as lágrimas salgadas em seus olhos, o tempo resseca sua força para cantar. As controvérsias dos homens secam seus suspiros nos lábios, e ele não sabe o que fez secar as saudades e os amores que já não conhece. Juliana de Mascarenhas, distante rosa oriental, estende seus olhos negros pelas praias do mar, esperando que ele não esteja diminuindo, que ele não esteja chegando entre as velas, cordas e escadas da nau. Ele vem de longe, trazendo o destino consigo - quem sabe, para o seu bem, quem sabe, para o seu mal...<br>Oh, terras de Moçambique, ilha do fino coral, prestem atenção às palavras que correm pelo ar: "Aquele é o que vem de longe, que foi enviado ao degredo? Por três anos, as masmorras o viram, triste, em seus pensamentos. Os amigos que ele tinha, agora estão em outros destinos; somente Deus sabe quem voltará! A donzela que ele amava, repousa entre as lavras de ouro. Na grande arca do impossível, deixou dobrado o enxoval, parte bordada, parte por bordar. Moçambique está tão distante... Que saudade o alcançará?"<br>Juliana de Mascarenhas, Deus sempre sabe o que faz. Veste teu vestido de tisso, coloca teus braceletes, anel e colar. Mais do que Marília, a bela, poderás brilhar aqui. Vem ver esse homem tranquilo, que foi mandado ao degredo.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:48:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Analise  do conteúdo</title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594853010</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste poema, o narrador expressa sua preocupação em se libertar de uma situação opressora, simbolizada por algemas, um calabouço, escrivães e penas. Ele considera acusar seu próprio pai para escapar dessas circunstâncias difíceis, mostrando que sua própria segurança está acima de pensar nos outros.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:49:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594853010</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594853188</link>
         <description><![CDATA[<div>Em tempos contemporâneos, ainda enfrentamos situações de afastamento forçado, como migrações forçadas, exílios políticos e separações familiares devido a circunstâncias adversas. Além disso, o poema aborda temas como injustiça social, poder opressivo e a solidão do indivíduo diante das adversidades.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:49:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594853188</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594853310</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=H3SUPbl0JII" />
         <pubDate>2023-05-17 14:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594853544</link>
         <description><![CDATA[<div>a série  Imigration Nation registra de perto a implementação das medidas imigratórias linha-dura do governo, tema central da campanha do então candidato Donald Trump em 2016, e os efeitos na comunidade imigrante nos Estados Unidos, que soma mais de 11 milhões de pessoas vivendo irregularmente no País.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.netflix.com/br/title/80994107#:~:text=Com%20hist%C3%B3rias%20emocionantes%20de%20imigrantes,Imigra%C3%A7%C3%A3o%20e%20Alf%C3%A2ndega%20dos%20EUA." />
         <pubDate>2023-05-17 14:50:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação entre a correspondência e o poema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594854127</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Uma possível relação entre o documentário e o poema está na temática comum da separação forçada. Tanto no documentário quanto no poema, podemos encontrar histórias de pessoas que são afastadas de suas famílias, de suas culturas e de seus lares devido a políticas migratórias restritivas. Ambas as obras destacam as consequências emocionais e sociais dessa separação, bem como a luta por justiça e a busca por uma vida melhor.<br>Além disso, tanto o documentário quanto o poema abordam a humanidade dos imigrantes, retratando suas experiências individuais e desafiando estereótipos negativos. Ambas as obras nos convidam a refletir sobre a importância da compreensão, empatia e respeito diante da diversidade cultural e das histórias de vida dos imigrantes.<br>Dessa forma, o documentário "Immigration Nation" e o poema "Juliana de Mascarenhas" dialogam sobre as questões complexas e sensíveis da imigração, destacando a necessidade de uma abordagem humanitária e justa diante desse fenômeno global.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:50:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caminho da forca</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594855167</link>
         <description><![CDATA[<div>Os militares, o clero,<br>os meirinhos, os fidalgos<br>que o conheciam das ruas,<br>das igrejas e do teatro,<br>das lojas dos mercadores<br>e até da sala do Paço;<br>e as donas mais as donzelas<br>que nunca o tinham mirado,<br>os meninos e os ciganos,<br>as mulatas e os escravos,<br>os cirurgiões e algebristas,<br>leprosos e encarangados,<br>e aqueles que foram doentes<br>e que ele havia curado<br>- agora estão vendo ao longe,<br><br>de longe escutando o passo<br>do Alferes que vai à forca,<br>levando ao peito o baraço,<br>levando no pensamento<br>caras, palavras e fatos:<br>as promessas, as mentiras,<br>línguas vis, amigos falsos,<br>coronéis, contrabandistas,<br>ermitões e potentados,<br>estalagens, vozes, sombras,<br>adeuses, rios, cavalos...<br><br>Ao longo dos campos verdes,<br>tropeiros tocando o gado..<br>O vento e as nuvens correndo<br>por cima dos montes claros.&nbsp;<br>Onde estão os poderosos?<br>Eram todos eles fracos?<br>Onde estão os protetores?<br>Seriam todos ingratos?<br>Mesquinhas almas, mesquinhas,<br>dos chamados leais vassalos!<br><br>Tudo leva nos seus olhos,<br>nos seus olhos espantados,<br>o Alferes que vai passando<br>para o imenso cadafalso,<br>onde morrerá, sozinho<br>por todos os condenados.<br><br>Ah, solidão do destino!<br>Ah, solidão do Calvário...<br>Tocam sinos: Santo Antônio?<br>Nossa Senhora do Parto?<br>Nossa Senhora da Ajuda?<br>Nossa Senhora do Carmo?<br>Frades e monjas rezando.<br>Todos os santos calados.<br><br>(Caminha a Bandeira<br>da Misericórdia.<br>Caminha, piedosa.<br>Caísse o réu vivo;<br>rebentasse a corda,<br>que o protegeria<br>a santa Bandeira<br>da Misericórdia!)<br><br>Dona Maria Primeira,<br>aqueles que foram salvos<br>não vos livram do remorso<br>deste que não foi perdoado..<br>(Pobre Rainha colhida<br>pelas intrigas do Paço,&nbsp;<br>pobre Rainha demente,<br>com os olhos em sobressalto,<br>a gemer: “Inferno... Inferno...“<br>com seus lábios sem pecado.)<br><br>Tudo leva na memória<br>o Alferes, que sabe o amargo<br>fim do seu precário corpo<br>diante do povo assombrado.<br><br>(Aguas, montanhas, florestas,<br>negros nas minas exaustos...<br>- Bem podíeis ser, caminhos,<br>de diamante ladrilhados...)<br><br>Tudo leva na memória:<br>em campos longos e vagos,<br>tristes mulheres que ocultam<br>seus filhos desamparados.<br>Longe, longe, longe, longe,<br>no mais profundo passado...<br>- pois agora é quase um morto,<br>que caminha sem cansaço,<br>que por seu pé sobe à forca,<br>diante daquele aparato...<br><br>Pois agora é quase um morto,<br>partindo em quatro pedaços,<br>e - para que Deus o aviste -<br>levantado em postes altos.<br><br>(Caminha a Bandeira<br>da Misericórdia.<br>Caminha, piedosa,<br>nos ares erguida,<br>mais alta que a tropa.<br>Da forca se avista<br>a Santa Bandeira<br>da Misericórdia.)&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:51:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos com os dias atuais</title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594855216</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema aborda o dilema de comprometer a verdade em troca da própria segurança. Nos dias atuais, essa questão continua relevante, especialmente em situações em que pessoas enfrentam escolhas difíceis entre revelar a verdade e enfrentar consequências negativas ou permanecer em silêncio para proteger a si mesmas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:51:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594856015</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez diversas pessoas que se chamavam Domingos e ele passa por várias situações das mais distintas. O nome Domingos está presente em diferentes momentos e gerações, desde a mãe que sonhava quando era menina até o filho que recebeu esse nome. É mostrado como o nome Domingos acompanha essas pessoas em suas vidas, trazendo consigo uma série de eventos e situações. Vemos ele com cartas, viagens, denúncias e encontros. O nome Domingos tem uma carga simbólica e predestinada. Domingos é levado a um destino trágico. Mas de repente, ele é apontado para a forca em um campo chamado São Domingos, e seus quartos são salgados, indicando uma provável execução ou punição severa. Por fim é sugerido que todos os domingos subsequentes se tornaram domingos de prisão, implicando que a liberdade e a felicidade se perderam para o personagem central.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:51:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos com os dias atuais</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594856099</link>
         <description><![CDATA[<div>É possível concluir que através de palavras escolhidas de maneira específicas, se é capaz de controlar multidões, fato que muito comumente vemos em políticos. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:51:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594857624</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema retrata uma situação de desilusão, solidão e abandono por parte de alguém que dedicou seu trabalho e esforço em prol dos outros, mas que no final não recebe reconhecimento ou apoio. Embora o poema não especifique os contextos ou as circunstâncias específicas, suas temáticas podem ser relacionadas a várias situações atuais como:&nbsp;<br><br>Solidão e isolamento: a sensação de solidão e perda de conexão com os outros pode ser relacionada à atualidade, na qual muitas pessoas se sentem desconectadas, mesmo em meio à era da hiperconectividade. Com a predominância das interações digitais e o distanciamento social causado pela pandemia, é comum sentir-se perdido ou negligenciado pelos outros.<br><br>Desvalorização do trabalho e da dedicação: O poema aborda a falta de reconhecimento por parte daqueles que se beneficiam do trabalho árduo de outra pessoa. Isso pode ser relacionado à situação de trabalhadores que se sentem explorados, desvalorizados ou subvalorizados em suas profissões, especialmente quando seus esforços não são reconhecidos ou recompensados adequadamente.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:53:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrando o poema </title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594857702</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Havia uma mulher chamada Marília, imagina que tristeza, ela escrevia em uma folha de papel, a carta que não escreveu, que verso não improvisou, entre cifras se discute e se deixa imortal, não ela, mas só suas palavras.&nbsp;<br>Pensando em riqueza, todas as moedas e cifrões, grande quantidade de dinheiro antigos guardados pelas paredes de um lugar, prêmios conseguidos por traições junto a dor de tantos condenados.&nbsp;<br>Eles dão ordem pra Marilia escrever seu testamento, pensa pra que viver se a morte é a única saída, se para a morte caminha, em sua carruagem lenta de tempo.&nbsp;<br>Suas gentilezas que dão adeus ao mundo, deixa lembranças amáveis, morrendo e agonizando.<br>O que vão ser as minas de ouro escondidas no tão profundo oceano de Deus.&nbsp;<br>A herança e o dinheiro vão ser divididos, os ouros de tantas ambições. Tanto de amor que foi separado, entre provocações e injustiças.<br>E aqui agora tendo historias para contar nas missas.&nbsp;<br>É de tamanha tristeza, Marilia triste que escreve, viveu por uma idade longa, grande e sofrida para uma vida tão breve. Muitas missas, espera-se que a terra seja leve com você</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:53:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência Artística</title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594861391</link>
         <description><![CDATA[<div>Trailer V de vinganca</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=IHVzzxrPt1c" />
         <pubDate>2023-05-17 14:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594863376</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema aborda a sensação de solidão e perda de conexão com os outros, e com a predominância das interações digitais e o distanciamento social causado pela pandemia, é comum sentir-se perdido ou negligenciado pelos outros e é sobre isso que o video aborda, os problemas na saude mental causado pela pandemia por conta da solidao e distanciamento. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.unifesp.br/reitoria/dci/noticias-anteriores-dci/item/4395-quais-os-principais-efeitos-da-pandemia-na-saude-mental" />
         <pubDate>2023-05-17 14:57:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narre com suas palavras</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594863584</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um jovem chamado Alferes, cujo destino o levou por um caminho sombrio e trágico. Ele era conhecido por muitos na cidade, desde os militares e religiosos até os comerciantes e cidadãos comuns. Alferes carregava consigo lembranças dolorosas: promessas quebradas, mentiras, traições e rostos que o haviam enganado. As imagens passavam em sua mente, enquanto ele avançava solitário para o cadafalso, onde enfrentaria sua morte. As pessoas se perguntavam onde estavam aqueles que antes o protegiam e lhe ofereciam ajuda. Seriam todos ingratos e fracos?Os sinos tocavam e as igrejas rezavam, mas nenhum santo ou intercessor poderia salvá-lo. Alferes estava condenado, e sua única companhia eram seus pensamentos e a multidão assombrada que o observava.Era como se fosse partido em pedaços, erguido em postes altos, um espetáculo macabro aos olhos de Deus e do povo.Alferes se aproximava da forca. Era uma triste história de um jovem cujo destino foi selado, onde não havia perdão nem escape. Uma narrativa que nos lembra das injustiças e crueldades do passado, e nos faz refletir sobre o valor da compaixão e da misericórdia em nossa própria jornada.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:57:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594863645</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos ver isso com os preconceitos formados atualmente por conta de nomes. As pessoas acabam apenas prestando atenção apenas na primeira característica vista como o nome e nem se prestam a entender mais ou conhecer num geral. Assim as pessoas se deixam levar por estereótipos ou pressupostos negativos associados a seus nomes, origens étnicas, religiões, crenças políticas, entre outros.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:57:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594866390</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme: "Doze homens e uma Sentença"<br>O filme conta a história de um jovem que foi acusado de ter matado o próprio pai. Mesmo provando que é inocente, o jovem foi acusado e punido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:59:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594866610</link>
         <description><![CDATA[<div>Em Maio, outra vez em maio,<br>depois de anos de terror.<br>Não mais guardas nem correntes<br>de ordem do Governador;<br>não mais, por serras e bosques,<br>longo caminho de dor;<br><br>não mais escuras masmorras,<br>não mais perguntas de algoz;<br>não mais a nau do degredo,<br>não mais o tempo anterior.<br>- Juliana de Mascarenhas<br>desposa o antigo Ouvidor.<br><br>Pela Sé de Moçambique<br>murmuram a meia-voz:<br>“Não tinha amor... Nunca o teve...<br>Loucura que já passou.<br>Tudo eram sonhos de Arcádia,<br>ilusões da vida em flor...<br>Palavras postas em verso,<br>doce, melodioso som...<br>Festival em prados verdes<br>com o ouro a crescer ao sol.”<br><br>Em maio, outra vez em maio,<br>depois de anos de terror.<br>Juliana de Mascarenhas<br>levantou-se do altar-mor.<br>Sobre os Santos Evangelhos,<br>o antigo noivo jurou.<br>(É certo que hoje está sendo&nbsp;<br>alguém que outrora não foi.<br>O coração que já teve,<br>quem lho tirou e onde o pôs?)<br><br>Eis que a voz murmuradeira<br>recomeça o seu rumor:<br>“Como era aquele vestido<br>que com sua mão bordou?<br>Todo de cetim precioso<br>recamado de esplendor?<br>O dedal com que o bordava,<br>no seqüestro se encontrou!”<br><br>Mas outros vão respondendo<br>à murmuradeira voz:<br>“Bordado só de quimeras,<br>com suspiros em redor...<br>“Dizem que muito pesava<br>tão portentoso lavor...<br><br>“Ai, pesava como ferro,<br>e era tudo vento e pó!”.<br><br>Em maio, outra vez em maio,<br>quando o mundo é todo amor!<br>Maio que vais e que voltas,<br>quanto tempo já passou!<br>Pelas Minas enganosas,<br>quem soluçará de dor?<br><br>Levantai-vos, negros montes,<br>faze-te, oceano, maior!<br>- Tomás Antônio Gonzaga,<br>longe, no exílio, casou.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:59:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rei leão </title>
         <author>sophiavicente</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594866870</link>
         <description><![CDATA[<div>O rei leão mostra&nbsp;a indignação&nbsp;do irmão do rei que já morreu a deixar o trono ao seu filho criança do que ao seu irmão que sempre sonhou em ser rei, sabendo disso, no poema fariam qualquer coisa para terem oque acham que merecem da herança deixada. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 14:59:35 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594866966</link>
         <description><![CDATA[<div>No mundo atual, embora não tenhamos mais execuções públicas na forca, ainda podemos encontrar histórias de injustiça e sofrimento. Assim como Alferes, muitas pessoas enfrentam um caminho difícil, carregando o peso de promessas quebradas, traições e desilusões.<br>Apesar dos avanços da nossa sociedade, ainda existem casos de injustiças e desigualdades que persistem. As vozes dos oprimidos e marginalizados muitas vezes passam despercebidas ou são ignoradas. E assim como a Bandeira da Misericórdia não podia salvar Alferes, as soluções fáceis e rápidas nem sempre estão disponíveis para aqueles que mais precisam.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 14:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondencia artistica</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594867242</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma música que se relaciona com essa narrativa sombria e trágica é "Hurt", interpretada por Johnny Cash. Embora a música original seja de autoria de Trent Reznor, a versão de Cash transmite uma sensação de solidão, remorso e reflexão, que ressoa com a história de Alferes.<br>A letra de "Hurt" aborda temas de dor emocional, arrependimento e o peso das escolhas feitas ao longo da vida. Ela nos faz refletir sobre as consequências de nossas ações e sobre como lidamos com as adversidades. A música evoca uma sensação de isolamento e desespero, enquanto o protagonista encara as consequências de suas decisões passadas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/8AHCfZTRGiI" />
         <pubDate>2023-05-17 14:59:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Correspondência artística </title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594867979</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos ver isso com a mini serie ''olhos que condenam'' que fala sobre 5 meninos que foram presos unicamente por que eram negros. Da mesma maneira que no poema, eles são julgados por estereotipos impostos e ficam presos por anos por um crime que nunca cometeram.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:00:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Romance LXXVII ou da música de Maria Ifigênia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594868107</link>
         <description><![CDATA[<div>Ecos do Rio das Mortes,<br>repeti com doce agrado<br>o exercício mal seguro<br>que anda naquele teclado.<br>Duas mãozinhas pequenas<br>procuram de cada lado<br>o sigiloso caminho<br>que está na solfa indicado.<br>Ai, como parece certo!...<br>E como vai todo errado...<br><br>Ecos do Rio das Mortes,<br>este som desafinado,<br>este nervoso manejo,<br>têm destino assinalado,<br>Triste menina, a que estuda<br>com tão penoso cuidado...<br>Tratada como Princesa,<br>para que estranho reinado?<br>Vai ver sua mãe demente,<br>vai ver seu pai degredado...<br><br>Ecos do Rio das Mortes,<br>são mais felizes, no prado,<br>o vento, em redor das flores,<br>a luz, em redor do gado,<br>o arroio que canta espumas<br>em suas lajes deitado...<br>E os brancos pombos redondos,<br>em cada curvo telhado;<br>e os ruidosos papagaios<br>gaguejando seu recado...&nbsp;<br><br>Ecos do Rio das Mortes,<br>recordai com doce agrado<br>o exercício vagaroso<br>que em breve será parado.<br>Frágeis dedos, tênues pulsos,<br>qual será vosso pecado?<br>Antes fôsseis cavalinhos<br>em trevo fino e orvalhado;<br>antes fôsseis borboletas<br>no horizontal descampado.<br><br>Ecos do Rio das Mortes,<br>nesse piano do passado,<br>fica uma infância perdida,<br>um trabalho inexplicado.<br><br>Mãos de Maria Ifigênia,<br>fantasma inocente e alado...<br>- vosso compasso perdeu-se<br>por um tempo desgraçado...<br><br>(Ébano e marfim, que fostes?<br>Cemitério delicado.)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:00:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Retrato de Marília em Antônio Dias </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594868196</link>
         <description><![CDATA[<div>(Essa, que sobe vagarosa<br>a ladeira da sua igreja,<br>embora já não mais o seja,<br>foi clara, nacarada rosa.<br>E seu cabelo destrançado,<br>ao clarão da amorosa aurora,<br>não era esta prata de agora,<br>mas negro veludo ondulado.<br>A que se inclina pensativa,<br>e sobre a missa os olhos cerra,<br>já não pertence mais à terra:<br>é só na morte que está viva.<br>Contemplam todas as mulheres<br>a mansidão das suas ruínas,<br>sustentada em vozes latinas<br>de réquiens e de misereres.<br>Corpo quase sem pensamento,<br>amortalhado em seda escura,<br>com lábios de cinza murmura<br>“memento, memento, memento...”,<br>ajoelhada no pavimento<br>que vai ser sua sepultura.)&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:00:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Narrativa do poema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594869938</link>
         <description><![CDATA[<div>Descrevemos ma mulher sobe a ladeira em direção à igreja. Seu corpo envelhecido e seus cabelos grisalhos contrastam com a sua expressão pensativa. Durante a missa, ela se curva, perdida em suas lembranças. As mulheres ao redor observam sua serenidade enquanto ela murmura palavras de lembrança. Ajoelhada no chão, ela parece estar se preparando para sua sepultura.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:01:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais:</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594870079</link>
         <description><![CDATA[<div>O que ocorreu com Marília e Dirceu, essa separação forçada, ainda pode ocorrer com diversos casais. Devido a questões de deportação, ou de refugiados. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:01:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narração do poema</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594871749</link>
         <description><![CDATA[<div>Se não fosse por vossa pusilanimidade, lembraríeis dos sonhos grandiosos nos campos, das conversas nos caminhos floridos, da liberdade nos córregos dourados. Confessaríeis palavras de esperança murmuradas pelas varandas, rezas feitas com fervor e promessas diante dos altares. Mas escolhestes o caminho covarde, denunciando e fugindo, levando vossa glória à obscuridade. O passado julga vossos atos e homens novos clamam por vossa esterilidade. A voz do tempo ecoa o desprezo, enquanto o luto eterno palpita nos céus. Sois os pusilânimes, eternamente lembrados em vossa tristeza.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:03:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594872560</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:03:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>correspondencia artistica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594873944</link>
         <description><![CDATA[<div>escolhi esse filme por conta de se tratar de um cassino com uma especie de "roubo"</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:04:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594874316</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema retrata a história de Juliana de Mascarenhas e o antigo Ouvidor que após anos de sofrimento, eles finalmente encontram a liberdade e decidem se casar. A cerimônia ocorre na Sé de Moçambique. As pessoas comentam que Juliana não tinha amor e que seu casamento é apenas uma ilusão romântica. Mesmo com os murmúrios e especulações, Juliana e o Ouvidor seguem adiante e fazem seus votos no altar. A narrativa então muda de perspectiva, mencionando as Minas Gerais, onde alguém sofrerá em meio a enganos e traições. O poema termina mencionando Tomás Antônio Gonzaga, distante em seu exílio, que também se casou.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:05:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos com os dias atuais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594874458</link>
         <description><![CDATA[<div>A história da mulher que sobe a ladeira em direção à igreja pode ser comparada com a busca espiritual e a reflexão pessoal que muitas pessoas ainda enfrentam nos dias de hoje. Assim como ela, muitas pessoas encontram conforto e solenidade em suas práticas religiosas. A cena de contemplação e murmúrios reflete a necessidade de momentos de introspecção e conexão com algo maior, mesmo em meio às adversidades do mundo moderno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:05:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594874647</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez uma princesa que tinha seu futuro traçado para subir no trono, que cresce no meio de intrigas, nobres, criados, conversa com santos e que não gostava de pecados. Ela sabia como ligar com tudo, tinha os vestidos mais caros, se o vestido não tivesse ouro teria prata, tinha uma feição triste. Fez seu juramento com alguns palpites, ela era muito piedosa, chorava com a dor dos outros. Para a princesa era muito mais importante a arte, ciência e os pensamentos do que a guerra. Sua família foi morta e algo esperava ela para ser a ultima vitima. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:05:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narração do poema</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594874843</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas terras negras da África, onde os horrores se entrelaçam, a liberdade é uma utopia distante. A coragem sucumbe e a morte chega prematura, trazida pelas febres que consomem. É um litoral assombrado pelos medos mais profundos.<br>Entre essas terras, a audácia encontra seu fim, e qualquer apelo se cala. É uma selva de pesadelos, onde os sonhos se debatem como reflexos distorcidos em espelhos curvos.<br>Lágrimas rolam de longe em direção ao horizonte negro, carregando a saudade como pena de morte, cumprindo-se no exílio forçado. Seu peso é imensurável.<br>Oh, terras negras da África, céu de angústia e segredo, és como uma laje de sombras sobre os suspiros dos prisioneiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:05:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594874973</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Assim como a menina é tratada como uma princesa em seu estranho reinado, podemos refletir sobre como a sociedade muitas vezes coloca pressão e expectativas irreais sobre os indivíduos, seja no ambiente escolar, profissional ou familiar. A busca por sucesso e perfeição pode resultar em um trabalho árduo e incessante, onde a infância e a inocência são perdidas.Nos dias atuais, é importante lembrar que a busca pela perfeição pode ter consequências negativas, como estresse, ansiedade e perda da própria essência. É necessário valorizar a jornada, permitir momentos de descanso e preservar a inocência e a liberdade que nos permitem ser verdadeiramente humanos.&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:05:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Analise do conteúdo</title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594875421</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema retrata a morte do Príncipe, causando grande comoção e questionamentos sobre como um filho de Rainha poderia falecer tão jovem. Há especulações de que ele morreu de varíola ou foi envenenado pelos ministros para evitar que assumisse o trono.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:05:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais </title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594875679</link>
         <description><![CDATA[<div>Ray Breslin é a maior autoridade que existe quando se trata de segurança. Após analisar diversas prisões de segurança máxima, ele desenvolve um modelo à prova de fugas. Escolhi esse filme pois se relaciona muito com os soldados cercando a casa do padre e ele fugindo pelos muros e cercas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=etWeYkQ_KLw" />
         <pubDate>2023-05-17 15:06:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594876233</link>
         <description><![CDATA[<div>Vejo-te passando<br>por aquela rua<br>mais aquele amigo<br>que encontraram morto.<br>E pergunto quando<br>poderei ser tua,<br>se vens ter comigo,<br>{de tão negro porto.<br><br>Ah, quem põe cadeias<br>também nos meus braços?<br>Quem minha alma assombra<br>com tanto perigo?<br>Em sonho rodeias<br>meus ocultos passos.<br>Ouve a tua sombra<br>o que, longe, digo?<br><br>Vejo-te na igreja,<br>vejo-te na ponte,<br>{vejo-te na sala...<br>Todo o meu castigo<br>é que não me veja,<br>{também, no horizonte.<br>Que ouça a tua fala<br>sem me ver contigo.<br><br>Na minha janela,<br>pousa a luz da lua.<br>lá não mais consigo<br>descanso em meu sono.<br>Pela noite bela,&nbsp;<br>{o amor continua.<br>Deita-me consigo<br>aos pés do seu dono.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:06:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594876233</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594876312</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A letra música fala sobre a busca pela paz interior e a importância de refletir sobre si mesmo. Ela traz uma mensagem de tranquilidade e autoconhecimento, que se conecta com a jornada espiritual e a busca por significado presentes na narrativa. Além disso, a melodia suave e os arranjos envolventes transmitem uma sensação de serenidade, reforçando a ideia de encontrar paz em meio aos desafios da vida.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=aipWGQeX2JY" />
         <pubDate>2023-05-17 15:06:38 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre o poema e a correspondência artística </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594876529</link>
         <description><![CDATA[<div>Ambas as obras exploram a ideia de buscar uma verdade maior, seja através da fé ou da busca pessoal por respostas. Tanto no filme quanto no poema, os personagens enfrentam momentos de incerteza e dúvida, sendo desafiados a confrontar suas próprias convicções e a encontrar um sentido mais profundo em suas vidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:06:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594877499</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um poeta e doutor que veio morar nas Minas Gerais, no Brasil. Ele era habilidoso tanto com as leis quanto com as rimas. Casado com uma moça da região, ele desfrutava da riqueza das minas de ouro, mas o ouro, que corrompe os homens, perturbava sua vida tranquila e o levava a sonhar com lugares distantes. No entanto, a inveja, o ódio, a confusão e a perversidade fizeram com que ele fosse preso. Sua esposa, Bárbara, quem ele chamava de "Estrela do Norte", não foi capaz de salvar ele ou direcionar sua vida durante esse período difícil. Por fim, ele foi levado à morte em uma terra desconhecida e hostil. Ele havia desfrutado de nobreza, orgulho e riquezas, mas agora só restava a vida na prisão. Todos murmuravam sobre como ele era covarde e indigno de respeito. Então, o mesmo fechou os olhos em saudade e deu tudo o que tinha, sua vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:07:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação com os dias atuais </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594878152</link>
         <description><![CDATA[<div>Este texto tem relação com os dias atuais no sentido de mostrar como a realeza e a nobreza estão presentes ainda hoje em muitas sociedades. Além disso, a princesa é retratada como uma pessoa piedosa e preocupada com a dor dos outros, valores que ainda são importantes na sociedade atual. Por outro lado, a princesa valorizava mais a arte, a ciência e o pensamento do que a guerra, o que pode ser visto como uma crítica à cultura da violência e do conflito que ainda persiste em muitos lugares do mundo. Finalmente, a ideia de que a princesa é a última vítima pode ser lida como uma reflexão sobre a fragilidade da vida humana e a necessidade de proteger os mais vulneráveis em nossa sociedade.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:07:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com dias atuais </title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594879424</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;No poema, há especulações sobre as circunstâncias da morte do Príncipe, com diferentes versões sendo disseminadas. Esse aspecto pode ser relacionado às teorias conspiratórias que frequentemente surgem nos dias atuais, especialmente com o avanço das redes sociais e da disseminação rápida de informações.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:08:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Correspondência Artística</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594879440</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto o poema quanto a música encorajam as pessoas a se expressarem, acreditarem em si mesmas e a encontrarem a sua própria voz. A letra da música fala sobre aceitar quem somos, mesmo diante dos desafios e das críticas. Ela retrata a ideia de ser verdadeiro consigo mesmo e abraçar a individualidade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=CjxugyZCfuw" />
         <pubDate>2023-05-17 15:08:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594880603</link>
         <description><![CDATA[<div>No jardim que foi de Gonzaga,<br>a pedra é triste, a flor é débil,<br>há na luz uma cor amarga.<br>Os espinhos selvagens crescem,<br>única sorte destas árvores<br>destituídas de primavera,<br>secas, na seca terra ingrata,<br>que é uma cinza de inúteis ervas<br>solta sob os pés de quem passa.<br>No jardim que foi de Gonzaga,<br>oscila o candeeiro sem lume,<br>apodrece a fonte sem água.<br>Longas aranhas fulvinegras<br>flutuam nas moles alfombras<br>do antípoda universo aéreo.<br>Um flácido silêncio adeja<br>sobre esses restos de uma história<br>de sonho, amor, prisões, seqüestros,<br>degredos, morte, acabamento...<br>Vagas mulheres sem notícias,<br>pobres meninos inocentes<br>circulam por essas escadas,<br>pisam as folhas secas, mostram<br>portas de anil desmoronado...<br>A névoa que enche os aposentos<br>não vem do dia nem da noite:<br>vem da cegueira: ninguém sente<br>o ranger da pena, na sombra,&nbsp;<br>o luzir da seda das véstias,<br>à luz de altos caules de cera...<br>Ninguém vê nenhum livro aberto.<br>Ninguém vê mão nenhuma erguida,<br>com fios de ouro sobre o mundo,<br>para um bordado sem destino,<br>improvável e incompreensível<br>remate de fátuo vestido...<br>Apenas um cacho de rosas,<br>que nascem pálidas e murchas,<br>habita um desvão solitário,<br>quer falar, porque veio a custo<br>de antigas lágrimas guardadas<br>num chão sem ouro nem diamantes...<br>Mas inclina-se à tarde, ao vento,<br>e como um rosto humano morre,<br>sem dizer nada, inerme e triste,<br>ao peso do seu pensamento,<br>- como acontece entre os amantes.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:09:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Correspondencia artisticas</title>
         <author>brunovarella2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594881039</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma música atual que se relaciona com o tema é "Human" do cantor e compositor Rag'n'Bone Man. A letra da música aborda a pressão e as expectativas da sociedade sobre os indivíduos, lembrando-nos da importância de abraçar nossa humanidade e aceitar nossas imperfeições.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/L3wKzyIN1yk" />
         <pubDate>2023-05-17 15:10:06 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594881723</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos estabelecer que atualmente isso está presente no abuso de poder e opressão. O poema sugere que o protagonista foi preso injustamente devido ao ódio, inveja e perversidade. Isso se reflete em situações em que pessoas são vítimas de abuso de poder por parte de autoridades, instituições ou indivíduos com influência.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:10:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Correspondência artística </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594881766</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lobo de Wall Street" (2013), retrata a história real de Jordan Belfort, um corretor da bolsa de valores que se envolve em práticas fraudulentas e excessos financeiros. Ao longo da narrativa, somos confrontados com a ganância e o materialismo desenfreado, nos levando a repensar nossas atitudes em relação ao dinheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:10:36 UTC</pubDate>
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         <title>Romance LXVIII ou de outro Maio fatal </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594881789</link>
         <description><![CDATA[<div>Era em Maio, foi em maio,<br>sem calhandra ou rouxinol,<br>quando se acaba nos campos<br>da roxa quaresma a cor,<br>e às negras montanhas frias<br>vagaroso sobe o sol,<br>embuçado em névoa fina,<br>sem vestígio de arrebol.<br><br>Era em maio, foi por maio,<br>quando a ti, pobre pastor,<br>te vieram cercar a casa,<br>de prisão dando-te voz.<br><br>Iguais corriam as fontes,<br>como em dias de primor:<br>mas seu chorar, sob os líquens,<br>pareceria maior,<br>e em teus ouvidos iria<br>como suspiro de amor,<br>que o resto eram rudes ordens,<br>que o resto era o duro som<br>de algemas patas e bulha<br>de mazombos e reinóis.<br><br>Era em maio, foi por maio,<br>sem calhandra ou rouxinol:<br>somente o correr das fontes<br>nos tanques largos da dor,<br>entre a fala dos amigos<br>e as palavras do traidor.<br>Saudoso sussurro de água&nbsp;<br>nas pedras úmidas, por<br>onde os olhos dos cavalos<br>pousam como branda flor.<br><br>Adeus, adeus, Vila Rica,<br>onde é de ouro o próprio pó!<br>Adeus, que tudo nos tira<br>o bravo tempo agressor.<br>Adeus, que já vêm meirinhos<br>com seus papéis para o rol<br>dos seqüestros... Nada fica,<br>seja qual seja o valor.<br><br>Adeus, pontes sonolentas<br>adeus, riachos torcidos,<br>de malsinado esplendor.<br>Adeus, montes levantados...<br>Voltarão meus passos ou<br>dessas profundas masmorras<br>já não se volta, depois?<br><br>Veio maio, foi-se maio,<br>sem calhandra ou rouxinol.<br><br>As pedras das fortalezas<br>são as de pesada mó,<br>comprimindo, comprimindo<br>num desgraçado torpor<br>o coração contra o tempo<br>que o Amor faria veloz.<br><br>Ai, como ao pé destas penhas<br>roda o mar e escuma, triste,<br>com boca cheia de dó!<br>Noite e dia pisados<br>pelo sinistro rumor<br>dos passos do carcereiro;<br>e em sonhos assoma a forma<br>indefinida do algoz.&nbsp;<br><br>Veio maio, foi-se maio,<br>sem calhandra ou rouxinol.<br>Apagou-se pelas matas<br>da quaresma a triste cor.<br>Quantos anos já passaram,<br>espelho desilusor?<br>O corpo sempre mais gasto,<br>sempre a saudade maior.<br>Quem sou, que me não conheço?<br>Já não me encontro: onde estou?<br>Onde é que ficava a Arcádia?<br>Que é feito do seu pastor?<br><br>Era em maio, foi por maio,<br>sem calhandra ou rouxinol,<br>depois da forca e da festa,<br>com soldados em redor.<br><br>Lá vai a nau pelos mares,<br>sem adeuses nem clamor.<br>(Este era o vento da alheta?<br>Quem o pudera supor! )<br>Que porto espera no Oriente<br>o réu que navega só,<br>com seu silêncio no peito,<br>e a angústia do que se foi?<br><br>(Ouro nas Minas fechado,<br>dizem que és o causador<br>destes males, desta pena,<br>deste severo rigor...)<br><br>Era em maio, foi por maio,<br>sem calhandra ou rouxinol:<br>quando choram as amadas<br>e blasona o delator.<br>Quando as ondas vão passando<br>e broslam, com seu lavor,&nbsp;<br>a quilha da nau que leva<br>para o degredo, o Ouvidor.<br><br>Como tudo agora fica<br>tão separado de nós!<br>Os negros, pelo cascalho,<br>misturando ouro e suor;<br>nos jardins, o alto relógio<br>do amarelo girassol;<br>as fontes gorjeando às pedras<br>seu transparente frescor<br>os santos falando aos anjos<br>nos canteiros do altar-mor;<br>as mulheres esvaídas<br>em silencioso estupor;<br>os homens mentindo aos homens,<br>entre canalhas e heróis.<br><br>Em maio! Fora por maio!<br>Mundo de fraco valor...<br>Quem de novo te salvara!<br>mas ah! nem Deus te salvou..<br>Olhos de água.... fonte de água...<br>Agua do mar... Amargor.<br>Semana Santa na Vila.<br>O Mártir no seu andor...<br><br>(Por este mar de agonia<br>com minha cruz também vou.)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:10:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conteudo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594882155</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O poema retrata a experiência de uma criança que estuda música, provavelmente piano, e expressa o conflito entre a disciplina e a liberdade, a expectativa e a realidade, e o contraste entre a vida urbana e o mundo natural.</div><div><br>O poema faz referência ao "Rio das Mortes", um rio localizado no estado de Minas Gerais, Brasil. A menção a esse rio pode sugerir um contraste entre a vivacidade da natureza e a realidade opressiva da vida urbana.<br><br></div><div>O poema começa com o narrador expressando prazer em repetir o exercício musical, mesmo que de forma insegura. O uso da palavra "Ecos"&nbsp; no início do poema pode ser interpretado como uma alusão ao som do piano que ressoa e ecoa na mente do narrador, criando um contraponto entre a melodia do piano e as reflexões interiores.<br><br></div><div>O eu lírico menciona "duas mãozinhas pequenas" que buscam o caminho musical indicado nas partituras, mas ele descreve o processo como errado e desafinado. Isso pode ser interpretado como uma metáfora para a dificuldade de encontrar o próprio caminho na vida e a luta contra as expectativas impostas pelos outros.</div><div><br>O poema também aborda a condição da menina que estuda música, retratando-a como alguém que é tratada como princesa, mas cujos pais têm problemas. Essa dualidade entre o tratamento privilegiado e a realidade difícil cria uma sensação de contraste e conflito na vida da personagem.</div><div><br></div><div>O poema termina com a pergunta sobre o que aconteceu com as teclas do piano, fazendo referência ao ébano e ao marfim, que representam as teclas pretas e brancas do instrumento. Essa pergunta pode ser interpretada como uma reflexão sobre o destino das crianças que se dedicam a algo com tanto empenho, mas cujo resultado muitas vezes é incerto e doloroso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:10:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594884596</link>
         <description><![CDATA[<div>Um paralelo com o feminismo em relação ao poema pode ser encontrado na luta das mulheres por sua voz, liberdade e igualdade.</div><div>No poema, há uma menção específica a Juliana de Mascarenhas, uma mulher que se casa com o antigo Ouvidor após anos de terror. Esse casamento pode ser interpretado como um ato de empoderamento feminino, onde Juliana quebra as correntes da opressão e reivindica sua própria felicidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:12:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relação entre o poema e a correspondência </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594884693</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto o poema quanto o filme nos convidam a refletir sobre as consequências de nossas ações em relação ao dinheiro e ao poder. Eles destacam os efeitos negativos do comportamento mesquinho e ganancioso, questionando os valores distorcidos que permeiam o mundo financeiro e incentivando uma análise crítica de nossas próprias atitudes em relação ao dinheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:12:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>narre com suas palavras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594884833</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O protagonista, um pobre pastor, é cercado por forças opressivas que o aprisionam em sua própria casa, privando-o de sua liberdade e voz. A narrativa revela a falta de justiça e o abuso de poder, retratando um contexto em que a água corre pelas fontes com um sentimento de maior tristeza, e o sol surge lentamente, sem o brilho do amanhecer.<br><br></div><div>Há referências à Vila Rica, lugar de riqueza e esplendor, mas que é corroído pelo tempo e pela ação dos meirinhos, que confiscam bens e provocam perdas irreparáveis. A despedida da cidade é marcada pela sensação de que tudo está sendo tirado pela ação implacável do tempo, que também afeta as construções e as paisagens, transformando-as em ruínas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:12:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594884935</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=9y2xB90A0CY" />
         <pubDate>2023-05-17 15:12:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594885034</link>
         <description><![CDATA[<div>O jardim de Gonzaga é triste e frágil, com pedras e flores melancólicas. A luz é amarga, espinhos selvagens crescem nas árvores desprovidas de primavera. O candeeiro oscila sem chama, a fonte apodrece. Aranhas flutuam no ar, um silêncio triste paira sobre uma história de sonhos, prisões e decadência. Mulheres vazias e crianças perambulam pelas escadas, mostrando portas desgastadas. Ninguém vê livros abertos, mãos bordando ouro. Apenas um cacho de rosas pálidas fala, mas morre ao vento, como um rosto humano triste.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:12:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa do conteúdo</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594885060</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez, um homem que sempre criava uma serenata com uma mulher. Ele sempre se pergunta quando ela será sua. Ele consegue vê-la em todos os lugares, na igreja, na ponte, na sala.... O seu castigo é escutar a fala dela, sem se verem juntos. Não consegue descansar o seu sono, quando ela deitar com ele, ele irá se sentir completo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:12:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594885647</link>
         <description><![CDATA[<div>Música: "Serenata de Amor"- Pedro Bento e Zé da Estrada<br>A música explica como foi a serenata que eles fizeram para suas mulheres e o quanto eles são apaixonados por elas. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=jw2qB2hv1xk" />
         <pubDate>2023-05-17 15:13:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marinamonzillo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>paralelo com a atualidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594887925</link>
         <description><![CDATA[<div>A narrativa retrata um cenário de opressão, traição e desespero, onde a liberdade é suprimida e a esperança parece distante.<br><br></div><div><br>Podemos relacionar essa atmosfera de opressão com situações contemporâneas de violações dos direitos humanos, repressão política, crises sociais e conflitos. O poema aborda a perda da liberdade, a corrupção e a desilusão diante da crueldade do mundo. Esses temas são infelizmente ainda muito presentes em nossa sociedade atual.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:15:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author>guilhermesalem</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu escolhi a musica O caminho mais fácil-alarme, a musica conta como a pessoa preferiu escolher o caminho mais fácil do que enfrentar o seu destino</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.letras.mus.br/alarme/1661778/" />
         <pubDate>2023-05-17 15:15:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paralelo da narrativa com os dias atuais</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594888142</link>
         <description><![CDATA[<div>O paralelo entre esse poema e os dias atuais pode ser encontrado na representação da decadência, da tristeza e da falta de sentido que permeiam tanto o jardim descrito como a realidade contemporânea. Assim como o jardim de Gonzaga é marcado pela ausência de vitalidade, pelo abandono e pelo desgaste, podemos refletir sobre os desafios e problemas enfrentados pela sociedade atual.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:15:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance LXXXIV ou dos cavalos da inconfidência </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594888251</link>
         <description><![CDATA[<div>Eles eram muitos cavalos,<br>ao longo dessas grandes serras,<br>de crinas abertas ao vento,<br>a galope entre águas e pedras.<br>Eles eram muitos cavalos,<br>donos dos ares e das ervas,<br>com tranqüilos olhos macios,<br>habituados às densas névoas,<br>aos verdes, prados ondulosos,<br>às encostas de árduas arestas;<br>à cor das auroras nas nuvens,<br>ao tempo de ipês e quaresmas.<br>Eles eram muitos cavalos<br>nas margens desses grandes rios<br>por onde os escravos cantavam<br>músicas cheias de suspiros.<br>Eles eram muitos cavalos<br>e guardavam no fino ouvido<br>o som das catas e dos cantos,<br>a voz de amigos e inimigos;<br>- calados, ao peso da sela,<br>picados de insetos e espinhos,<br>desabafando o seu cansaço<br>em crepusculares relinchos.<br>Eles eram muitos cavalos,<br>- rijos, destemidos, velozes -<br>entre Mariana e Serro Frio,<br>Vila Rica e Rio das Mortes.<br>Eles eram muitos cavalos,<br>transportando no seu galope&nbsp;<br>coronéis, magistrados, poetas,<br>furriéis, alferes, sacerdotes.<br>E ouviam segredos e intrigas,<br>e sonetos e liras e odes:<br>testemunhas sem depoimento,<br>diante de equívocos enormes.<br>Eles eram muitos cavalos,<br>entre Mantiqueira e Ouro Branco<br>desmanchado o xisto nos cascos,<br>ao sol e à chuva, pelos campos,<br>levando esperanças, mensagens,<br>transmitidas de rancho em rancho.<br>Eles eram muitos cavalos,<br>entre sonhos e contrabandos,<br>alheios às paixões dos donos,<br>pousando os mesmos olhos mansos<br>nas grotas, repletas de escravos,<br>nas igrejas, cheias de santos.<br>Eles eram muitos cavalos:<br>e uns viram correntes e algemas,<br>outros, o sangue sobre a forca,<br>outros, o crime e as recompensas.<br>Eles eram muitos cavalos:<br>e alguns foram postos à venda,<br>outros ficaram nos seus pastos,<br>e houve uns que, depois da sentença<br>levaram o Alferes cortado<br>em braços, pernas e cabeça.<br>E partiram com sua carga<br>na mais dolorosa inocência.<br>Eles eram muitos cavalos.<br>E morreram por esses montes,<br>esses campos, esses abismos,<br>tendo servido a tantos homens.<br>Eles eram muitos cavalos,<br>mas ninguém mais sabe os seus nomes&nbsp;<br>sua pelagem, sua origem...<br>E iam tão alto, e iam tão longe!<br>E por eles se suspirava,<br>consultando o imenso horizonte!<br>- Morreram seus flancos robustos,<br>que pareciam de ouro e bronze.<br>Eles eram muitos cavalos.<br>E jazem por aí, caídos,<br>misturados às bravas serras,<br>misturados ao quartzo e ao xisto,<br>à frescura aquosa das lapas,<br>ao verdor do trevo florido.<br>E nunca pensaram na morte.<br>E nunca souberam de exílios.<br>Eles eram muitos cavalos,<br>cumprindo seu duro serviço.<br>A cinza de seus cavaleiros<br>neles aprendeu tempo e ritmo,<br>e a subir aos picos do mundo...<br>e a rolar pelos precipícios...&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência Artística</title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594888738</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim como o poema, "Hallelujah" permite uma reflexão sobre perdas, oportunidades perdidas e a natureza imprevisível da vida.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=y8AWFf7EAc4" />
         <pubDate>2023-05-17 15:15:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594890901</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.letras.mus.br/gwen-stefani/150165/traducao.html" />
         <pubDate>2023-05-17 15:16:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author>guilhermesalem</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594890964</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi a música&nbsp;<strong><em>Ilê Ayê</em></strong><em>&nbsp;de Gilberto Gil,pois essa música possui uma profunda conexão com o povo africano</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?embeds_referring_euri=http%3A%2F%2Fwww.afreaka.com.br%2F&amp;source_ve_path=MTY0OTksMjg2NjQsMTY0NTAz&amp;feature=emb_share&amp;v=yozNoeqos9A" />
         <pubDate>2023-05-17 15:16:58 UTC</pubDate>
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         <title>Fala Inicial </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Não posso mover meus passos,<br>por esse atroz labirinto<br>de esquecimento e cegueira<br>em que amores e ódios vão:<br>- pois sinto bater os sinos,<br>percebo o roçar das rezas,<br>vejo o arrepio da morte,<br>à voz da condenação;<br>- avisto a negra masmorra<br>e a sombra do carcereiro<br>que transita sobre angústias,<br>com chaves no coração;<br>- descubro as altas madeiras<br>do excessivo cadafalso<br>e, por muros e janelas,<br>o pasmo da multidão.<br><br>Batem patas de cavalos.<br>Suam soldados imóveis.<br>Na frente dos oratórios,<br>que vale mais a oração?<br>Vale a voz do Brigadeiro<br>sobre o povo e sobre a tropa,<br>louvando a augusta Rainha,<br>- já louca e fora do trono -<br>na sua proclamação.<br><br>Ó meio-dia confuso,<br>ó vinte-e-um de abril sinistro,<br>que intrigas de ouro e de sonho<br>houve em tua formação?<br>Quem ordena, julga e pune?&nbsp;<br><br>Quem é culpado e inocente?<br>Na mesma cova do tempo<br>cai o castigo e o perdão.<br>Morre a tinta das sentenças<br>e o sangue dos enforcados...<br>- liras, espadas e cruzes<br>pura cinza agora são.<br>Na mesma cova, as palavras,<br>o secreto pensamento,<br>as coroas e os machados,<br>mentira e verdade estão.<br><br>Aqui, além, pelo mundo<br>ossos, nomes, letras, poeira...<br>Onde, os rostos? onde, as almas?<br>Nem os herdeiros recordam<br>rastro nenhum pelo chão.<br>Ó grandes muros sem eco,<br>presídios de sal e treva<br>onde os homens padeceram<br>sua vasta solidão...<br>Não choraremos o que houve,<br>nem os que chorar queremos:<br>contra rocas de ignorância<br>rebenta a nossa aflição.<br><br>Choramos esse mistério,<br>esse esquema sobre-humano,<br>a força, o jogo, o acidente<br>da indizível conjunção<br>que ordena vidas e mundos<br>em pólos inexoráveis<br>de ruína e de exaltação<br>Ó silenciosas vertentes<br>por onde se precipitam<br>inexplicáveis torrentes<br>por eterna escuridão!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:17:08 UTC</pubDate>
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         <title>Conteudo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594891352</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse poema apresenta uma atmosfera sombria e reflexiva sobre temas como esquecimento, cegueira, amor, ódio, morte, condenação e injustiça. O eu lírico descreve-se preso em um labirinto opressivo, incapaz de mover-se livremente. Há referências a sinos batendo, rezas, morte, condenação, masmorra, carcereiro e cadafalso, que evocam imagens de opressão, punição e angústia.</div><div><br>O poema menciona também a voz do Brigadeiro, possivelmente uma figura de autoridade, louvando uma Rainha enlouquecida e fora do trono. Há uma crítica implícita à manipulação do poder e à influência da política sobre o povo e a tropa. O dia específico mencionado, "vinte-e-um de abril", pode ter alguma relação histórica ou simbólica, mas sem mais contexto é difícil determinar com precisão.</div><div><br>O eu lírico questiona a natureza do julgamento e da punição, bem como a existência de culpados e inocentes. Ele reflete sobre a efemeridade das sentenças, o sangue dos enforcados e a transformação do poder e da autoridade em cinzas.<br><br></div><div>Há uma percepção de transitoriedade e esquecimento ao longo do poema, como se os rostos e almas dos indivíduos se perdessem no tempo. O eu lírico expressa a aflição diante da ignorância e da opressão, lamentando a falta de reconhecimento e a dor causada por esse mistério indescritível que governa a vida e o mundo.<br><br></div><div>O poema utiliza uma linguagem poética densa, com metáforas e imagens intensas para transmitir um sentimento de angústia, injustiça e impotência diante de forças maiores e incompreensíveis. Cada verso carrega um peso emocional, e o poeta explora o contraste entre a ruína e a exaltação, a escuridão e a luz, a opressão e a liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:17:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Correspondência Artística</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594892252</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema critica a nobreza e a opressão, enquanto a música "Royals" questiona a noção de que o sucesso e a felicidade estão ligados ao status social e material. A música aborda a ideia de rejeitar a ostentação e o materialismo associados à cultura das celebridades e da riqueza.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=nlcIKh6sBtc" />
         <pubDate>2023-05-17 15:17:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística:</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594892313</link>
         <description><![CDATA[<div>No filme "Brooklyn", uma garota irlandesa vai para os Estados Unidos, e se apaixona por um rapaz chamado Tony. Quando ela precisa retornar para Irlanda, acaba tendo de se afastar de seu amado, e quando tenta voltar enfrenta problemas de imigração fazendo com que adie sua estadia e prolongue os sentimentos de saudades e tristeza.&nbsp;<br>Se relaciona com o poema, já que Dirceu não podia voltar, já que foi exilado, e Marília estava com saudades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:18:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>correspondência artística</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594892361</link>
         <description><![CDATA[<div>escolhi esse filme por retratar a opressão, intolerância religiosa e a traiçao</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:18:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa </title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594894475</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez diversos cavalos espalhados pelas grandes serras, rios e campos. Eles eram donos dos ares e das ervas, habituados às densas névoas e aos verdes prados. Transportavam pessoas importantes, como coronéis, magistrados, poetas e sacerdotes, ouvindo segredos, intrigas, sonetos e liras. Foram testemunhas sem depoimento diante de equívocos enormes. Foram usados para transportar contrabandos e escravos, e muitos viram correntes e algemas, ou o sangue sobre a forca. Eles morreram por esses montes, campos e abismos, tendo servido a tantos homens. Eles morreram se misturando com a terra que habitavam. Mas eles cumpriram seu duro serviço, e a cinza de seus cavaleiros aprendeu tempo e ritmo, a subir aos picos do mundo e rolar pelos precipícios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:19:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594894574</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=jw2qB2hv1xk" />
         <pubDate>2023-05-17 15:19:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Romance  37 De Maio de 1789</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594896849</link>
         <description><![CDATA[<div>Romance XXXVII ou de Maio de 1789<br>Maio das frias neblinas,<br>maio das grandes canseiras.<br>Os coronéis suspirando<br>à vaga luz das candeias;<br>os poetas mirando versos<br>e hipotéticas idéias;<br>Joaquim Silvério sonhando<br>dinheiro, mercês, comendas...<br>Vão cavalos, vêm cavalos,<br>por cima da Mantiqueira.<br>Donas espreitando as ruas,<br>pelas grades de urupema.<br>Padres escrevendo cartas,<br>doutores lendo Gazetas...<br>Uns querendo ouro e diamantes,<br>outros, liberdade, apenas..<br>Ó maio dos grandes sustos<br>por barrancos e ladeiras!<br>Avisos a toda a pressa!<br>Dissimulações e senhas.<br>Soldados, pelos caminhos.<br>Caras e cartas suspeitas.<br>Os oratórios dos santos<br>com altas velas acesas.<br>Primeiro de Maio<br>Passou por aqui o Alferes?<br>Sim, passou, mas já vai longe.<br>Quem vem agora atrás dele?&nbsp;<br>Quem voa pelo horizonte?<br>Dizem que é Joaquim Silvério!<br>(Maldito seja tal homem:<br>tem vilania de Judas<br>com arrogância de Conde.)<br>Mesmo na Semana Santa,<br>esteve escolhendo os nomes<br>dos que vão ser perseguidos.<br>E venceu vales e montes<br>no encalço de um condenado,<br>para que de perto o aponte<br>(e o Tempo, que é só memória,<br>com sua sombra se assombre).<br>Nove de Maio<br>Toda a cidade já sabe<br>que o Alferes anda fugido.<br>- No sótão de que sobrado?<br>Em que fazenda? Em que sítio?<br>Embarcado em que canoa?<br>Atravessando que rio?<br>Por detrás de que montanha?<br>Por cima de que perigo?<br>Quebrados anjos de prata<br>miraram seu rosto aflito:<br>entre espadins e fivelas,<br>castiçais e crucifixos,<br>parou - tristemente humano,<br>tristemente perseguido.<br>Tinha o mundo todo na alma<br>- e mendigava um abrigo!<br>Dez de Maio<br>Noite escura. Duros passos.<br>Já se sabe quem foi preso.&nbsp;<br>Ninguém dorme. Todos falam,<br>todos se benzem de medo.<br>Passos da escolta nas ruas<br>- que grandes passos, no Tempo!<br>Mas o homem que vão levando<br>é quase só pensamento:<br>- Minas da minha esperança,<br>Minas do meu desespero!<br>Agarraram-me os soldados,<br>como qualquer bandoleiro.<br>Vim trabalhar para todos,<br>e abandonado me vejo.<br>Todos tremem. Todos fogem.<br>A quem dediquei meu zelo?<br>Meados de Maio<br>Furriel, ordenança, alferes,<br>soldado, porta-estandarte,<br>quem vai por léguas e léguas<br>propagando a novidade?<br>Por onde passa a notícia,<br>com guardas por toda a parte,<br>com sentinelas severas<br>nas saídas da cidade?<br>Se é fogueira, quem a acende<br>com tanta fidelidade?<br>Se é mensageiro, com que ordem,<br>com que propósito parte?<br>Por que as Minas estremecem<br>com dolorosa ansiedade'?<br>- Foi preso um simples Alferes,<br>que só tinha um bacamarte.<br>Fim de Maio<br>Andam as quatro comarcas&nbsp;<br>em grande desassossego:<br>vão soldados, vêm soldados;<br>tremem os brancos e os negros.<br>Se já levaram Gonzaga<br>e Alvarenga, mais Toledo!<br>Se a Cláudio mandam recados<br>para que se esconda a tempo!<br>Sentam-se na cama, os doentes.<br>Choram de susto, os meninos.<br>Mil portadores galopam.<br>Há mil corações aflitos.<br>Por aqui brilhava a Arcádia,<br>com flores, versos, idílios...<br>(Que querem dizer amores,<br>aos ouvidos dos meirinhos?) &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:21:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondência artística </title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594896920</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A escultura "O Pensador" representa um homem imerso em profundos pensamentos, com o corpo repleto de tensão e expressão concentrada. Essa obra de arte pode ser associada com o poema devido à sua temática introspectiva e reflexiva, assim como a descrição do poeta sobre o peso do pensamento que leva à tristeza.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:21:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Analise do conteudo </title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594897373</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema narra a história de um homem que sai de uma casa durante a noite, carregando uma crisólita em suas mãos. A crisólita é uma pedra preciosa que não pôde ser lapidada, uma joia frustrada cuja origem e destino são desconhecidos. O protagonista caminha pelas ruas escuras da cidade, carregando o peso da pedra e enfrentando os segredos e medos da noite.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:22:03 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594897399</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora o poema tenha sido escrito em um contexto histórico específico, é possível estabelecer algumas conexões com os dias atuais como:&nbsp;<br>Força, jogo e acidente da conjunção: O poema aborda a existência de um esquema sobre-humano que ordena vidas e mundos, envolvendo força, jogo e acidentes. Isso pode ser interpretado como uma referência às forças complexas que moldam nossas vidas e sociedade, onde eventos imprevisíveis e incontroláveis podem ocorrer. Hoje em dia, estamos sujeitos a uma série de fatores sociais, políticos e econômicos que influenciam nossas vidas de maneira imprevisível.<br>Roças de ignorância: O poema menciona que a aflição dos personagens explode contra as rocas de ignorância. Isso pode ser relacionado com a luta contra a ignorância, a desinformação e a resistência ao conhecimento em nossos tempos. Em um mundo inundado de informações, a busca pela verdade e pelo conhecimento se torna cada vez mais importante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:22:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594898031</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Romance XXXVII ou de Maio de 1789" retrata o clima de tensão e agitação vivido no mês de maio desse ano. O cenário descrito é o de Minas Gerais, no Brasil colonial. O poema aborda a atmosfera política e social da época, marcada por descontentamento e desejos contraditórios.<br>O mês de maio é descrito como um período de neblinas frias e grandes cansaços. Os coronéis suspiram à luz das candeias, os poetas contemplam versos e ideias hipotéticas, e Joaquim Silvério sonha com dinheiro, favores e honrarias. Cavalos vão e vêm pela região da Mantiqueira, enquanto mulheres observam pelas grades de Urupema. Padres escrevem cartas, doutores leem Gazetas. Alguns almejam ouro e diamantes, enquanto outros desejam apenas liberdade.<br>O poema menciona o Alferes, um personagem que já passou pela cidade, mas agora está fugindo. O rumor é de que Joaquim Silvério está perseguindo-o, sendo descrito como uma figura maldita, com a vilania de Judas e a arrogância de um Conde. Mesmo durante a Semana Santa, Joaquim Silvério esteve escolhendo os nomes daqueles que seriam perseguidos. Ele persegue o Alferes incansavelmente, marcando o tempo com sua sombra.<br>Chega o dia 9 de maio, e toda a cidade já sabe que o Alferes está fugindo. As pessoas se perguntam onde ele está escondido, em que sótão, fazenda, sítio, canoa, rio ou montanha. O Alferes é descrito como um homem aflito, perseguido e solitário, que carrega o mundo em sua alma e mendiga abrigo.<br>Na noite escura do dia 10 de maio, é revelado que o Alferes foi preso. A cidade se agita, ninguém dorme, todos falam e se benzem de medo. Os passos da escolta ressoam pelas ruas, enquanto o homem que é levado é quase só pensamento. Ele lamenta o abandono e se pergunta a quem dedicou seu zelo.<br>No período de meados de maio, a notícia da prisão do Alferes se espalha. Mensageiros percorrem léguas e léguas propagando a novidade. A cidade está cheia de guardas e sentinelas, e há uma ansiedade dolorosa que abala as Minas Gerais. A notícia é de que um simples Alferes, que tinha apenas um bacamarte, foi preso.<br>No final de maio, as quatro comarcas estão agitadas. Soldados vão e vêm, brancos e negros tremem. Gonzaga, Alvarenga e Toledo também foram levados, e Cláudio recebe recados para se esconder a tempo. Os doentes se sentam em suas camas, as crianças choram de medo, mil portadores galopam, e inúmeros corações estão aflitos. O poema menciona a Arcádia, um movimento literário da época, que brilhava com flores, versos e idílios.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:22:36 UTC</pubDate>
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         <title>Relação com os dias atuais</title>
         <author>marinamonzillo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594898297</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse texto não tem relação direta com os dias atuais, mas faz uma reflexão sobre a importância e a história dos cavalos ao longo do tempo, desde as suas origens nas grandes serras, rios e campos até o seu uso como meio de transporte e trabalho, sendo testemunhas de muitos eventos históricos e sociais, tanto positivos como negativos. O texto também destaca a relação íntima entre esses animais e a natureza, mostrando que eles se misturaram com a terra que habitavam e deixaram sua marca na história.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:22:50 UTC</pubDate>
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         <title>conteúdo audio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594898380</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:22:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594899296</link>
         <description><![CDATA[<div>Nove padres vão rezando<br>- e com que tristeza rezam! -<br>atrás de um pequeno vulto,<br>mirrado corpo, que levam<br>pela nave, além das grades,<br>e ao pé do altar-mor enterram.<br>Dona Bárbara Heliodora,<br>tão altiva e tão cantada,<br>que foi Bueno e foi Silveira,<br>dama de tão alta casta<br>que em toda a terra das Minas<br>a ninguém se comparara,<br>lá vai para a fria campa,<br>já sem nome, voz nem peso,<br>entre palavras latinas,<br>velas brancas, panos negros,<br>- lá vai para as longas praias<br>do sobre-humano degredo.<br>Nove padres vão rezando...<br>(Dizei-me se ainda é preciso!...<br>Fundos calabouços frios<br>devoraram-lhe o marido.<br>Quatro punhais teve n'alma,<br>na sorte de cada filho.<br>E, conforme a cor da lua,<br>viram-na, exaltada e brava<br>falar às paredes mudas&nbsp;<br>da casa desesperada,<br>invocar Reis e Rainhas,<br>clamar ás pedras de Ambaca.)<br>Ela era a Estrela do Norte,<br>ela era Bárbara, a bela...<br>(Secava-lhe a tosse o peito,<br>queimava-lhe a febre a testa.)<br>Agora, deitam-na, exausta,<br>num simples colchão de terra.<br>Nove padres vão rezando<br>sobre o seu pálido corpo.<br>E os vultos já se retiram,<br>e a pedra cobre-lhe o sono,<br>e os missais já estão fechados<br>e as velas secam seu choro.<br>Dona Bárbara Heliodora<br>toma vida noutros mundos.<br>Grita a amigos e parentes<br>quer saber de seus defuntos:<br>ronda igrejas e presídios,<br>fala aos santos mais obscuros.<br>Transparente de água e lua,<br>velha poeira em sonho de asa,<br>Dona Bárbara Heliodora<br>move seu débil fantasma<br>entre o túmulo e a memória:<br>mariposa na vidraça.<br>Nove padres já rezaram.<br>Já vão longe, os nove padres.<br>Uma porta vai rodando,<br>vão rodando grossas chaves.<br>Fica o silêncio pensando,<br>nessa pedra, além das grades.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:23:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ou da Rainha Morta</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594899496</link>
         <description><![CDATA[<div>Ah! Nem mais rogo nem promessa<br>nem procissão nem ladainha:<br>somente a voz do sino grande<br>que brada: “Está morta a Rainha!”<br><br>Ai, a neta de Dom João Quinto!<br>Ai, a filha da Marianinha!<br>Tão gasta pela idade, apenas<br>a amarga loucura a sustinha.<br><br>E eram ecos da artilharia,<br>dos navios, das fortalezas...<br>Bandeiras tristes, vasto pranto<br>de criados, fidalgos, princesas...<br>No altar, a cruz a abrir os braços<br>para a miséria das grandezas.<br>Em redor da cama, os tocheiros,<br>com chorosas tochas acesas.<br><br>Ordens de Cristo, Avis, São Tiago,<br>cobrindo-lhe o negro vestido.<br>Manto de veludo encarnado,<br>de estrelas de ouro guarnecido.<br>O braço esquerdo, sobre o peito,<br>O outro, nas sedas estendido:<br>e toda a corte prosternada,<br>nesse beija-mão comovido.<br><br>Em caixões de lhama e de chumbo,<br>foi seu velho corpo guardado.<br>Mil perfumes o socorriam<br>para manter-se embalsamado.&nbsp;<br><br>E o resto eram franjas e borlas<br>e veludo preto agaloado<br>e o cetro e a coroa marcando<br>o fim de um trágico reinado.<br><br>Era o clero, a nobreza, o povo<br>e, entre aspersões e responsórios,<br>estolas, reverências, velas,<br>a oscilação dos incensórios.<br>E cavalos de mantas pretas<br>levando a vagos territórios<br>um pequeno corpo sozinho,<br>perdido em régios envoltórios.<br><br>O resto era a noite, a lembrança<br>daquela mão, póstuma e pura,<br>que causara degredo e morte<br>com sua breve assinatura,<br>e logo lavara o seu gesto<br>no eterno fogo da loucura.<br><br>Coches negros nas ruas negras.<br>Lento ritmo de negros vultos.<br>Deslizava o enterro solene.<br>E, no enorme silêncio ocultos,<br>os pensamentos recordavam<br>tempos e rostos insepultos...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:23:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Narre com suas palavras</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Atravessando colinas serenas e tranquilas,<br>Contemplei o gado pastando nas esmeraldas,<br>Enquanto nuvens pairavam silenciosas no céu.<br>Um cenário de sonho se revelava à minha frente.<br><br></div><div>Rios largos repousavam serenos sobre a tarde,<br>Eram sonhos intermináveis em ambos os lados.<br>Mas entre colinas, nuvens e correntezas,<br>Uma angústia de amor ecoava na imensidão deserta.<br><br></div><div>Que vento, que cavalo, que saudade intensa<br>Me levava a esse deserto, a adorar o sofrimento?<br>Caminhei entre grutas escuras e riachos secos,<br>Onde o ouro já havia sido todo descoberto.<br><br></div><div>As mesmas salas me acolheram com abraços,<br>Onde as faces dos homens antigos brilharam,<br>Iluminadas pelo orvalho aflito da emoção.<br>Compartilhei dores e esperanças com igual coragem.<br><br></div><div>Vencendo o tempo, repleto de mudanças,<br>Conversei docemente com as mesmas fontes,<br>E encontrei nas lembranças um laço comum.<br>Das sombras sombrias aos montes sinuosos,<br>Do solo desgastado aos anjos de ouro no céu,<br>Tudo me fala e compreendo o tesouro arrancado<br>Dessas Minas traiçoeiras, tingido de sangue,<br>Pelas espadas, cruzes e louros.<br><br></div><div>Tudo me fala e compreendo: ouço as rosas<br>E os girassóis desses jardins que um dia foram<br>Terras áridas e dolorosas,<br>Onde o passo da ambição rugia,<br>Onde o mártir sofria sem direito à agonia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:23:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com dias atuais </title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594900266</link>
         <description><![CDATA[<div>Em um paralelo com os dias atuais, o poema pode ser interpretado como uma reflexão sobre a luta por liberdade e justiça, que muitas vezes é esquecida ou distorcida ao longo do tempo.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:24:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594900370</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema se relaciona com o video pois ambos fazem refencia com a luta contra a desinformacao, o video mostrando a uniao europeia, possivelmente o maior bloco economico mundial lutando contra a desinformacao e no texto ao mencionar que a aflição dos personagens explode contra as rocas de ignorância.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://eurocid.mne.gov.pt/artigos/uniao-europeia-e-o-combate-desinformacao" />
         <pubDate>2023-05-17 15:24:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>áudio paralelo com os dias atuais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594900467</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:24:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>correspondencia artística </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594901193</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelos com os dias atuais</title>
         <author>mariaantonia15</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594902622</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos correlacionar o poema com o mundo que vivemos ao levarmos em consideração a atual situação do Reino Unido, em que 13,400 morreram devido ao frio em 2021/2022, que não tinham fundos monetários para pagar aquecimento. Enquanto a realeza britânica promovia coroações e funerais reais, com dinheiro público.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:25:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativa </title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594902792</link>
         <description><![CDATA[<div>Dona Bárbara Heliodora, uma mulher nobre e trágica, é acompanhada por nove padres até seu túmulo. Seu espírito perdura, buscando conexões além da morte. O poema evoca solidão e reflexão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:26:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelos</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594902870</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Romance XXXVII ou de Maio de 1789" retrata os acontecimentos e tensões vividos no período da Inconfidência Mineira, especificamente no mês de maio de 1789. Fazendo um paralelo com os dias atuais, podemos identificar algumas semelhanças e diferenças com as tensões políticas e sociais, assim como no poema, os dias atuais também são marcados por tensões políticas e sociais. A busca por direitos, liberdades e justiça ainda são temas presentes na sociedade, embora em contextos diferentes dos da época retratada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:26:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594903693</link>
         <description><![CDATA[<div>Eis a estrada, eis a ponte, eis a montanha<br>sobre a qual se recorta a igreja branca.<br><br>Eis o cavalo pela verde encosta.<br>Eis a soleira, o pátio, e a mesma porta.<br><br>E a direção do olhar. E o espaço antigo<br>para a forma do gesto e do vestido.<br><br>E o lugar da esperança. E a fonte. E a Sombra.<br>E a voz que já não fala, e se prolonga.<br><br>E eis a névoa que chega, envolve as ruas,<br>move a ilusão de tempos e figuras.<br><br>- A névoa que se adensa e vai formando<br>nublados reinos de saudade e pranto.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:26:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>áudio conteúdo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594904152</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:27:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo da narrativa com os dias atuais</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594904293</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema retrata a despedida de Dona Bárbara Heliodora e seu legado persistente após a morte. Podemos fazer um paralelo com os dias atuais ao refletir sobre como as histórias e memórias das pessoas continuam a ecoar mesmo depois de sua partida. Além disso, o tema da solidão e da busca por conexões transcendentais pode ecoar nas experiências contemporâneas de isolamento social e busca por significado nas adversidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Conteudo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594905052</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O poema retrata uma paisagem, provavelmente rural, com elementos como estrada, ponte, montanha, igreja branca e cavalo na encosta verde. Também menciona a soleira, o pátio e uma porta, sugerindo a presença de uma casa. O poeta descreve o olhar direcionado para um espaço antigo, indicando uma sensação de familiaridade e nostalgia. Há menção à esperança, à fonte e à sombra, elementos que podem evocar diferentes emoções e significados.</div><div><br>No último trecho, o poema introduz a névoa, que chega e envolve as ruas, criando uma atmosfera de ilusão e sugerindo a transformação do tempo e das figuras presentes. A névoa se adensa, formando "nublados reinos de saudade e pranto", indicando a criação de uma atmosfera melancólica e nostálgica.<br><br></div><div>No geral, o poema parece explorar a interação entre elementos naturais e humanos, bem como a passagem do tempo e as emoções associadas à memória e à nostalgia. O uso de imagens visuais e sensoriais contribui para criar uma atmosfera evocativa e sugestiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:27:42 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>manueladupas</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594906277</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez, uma Rainha louca em uma cidade triste, ela já viu pessoas morrerem na forca. Batedores e lacaios, camaristas, cavaleiros, todos estão nesses estranhos passeios. Tinha noites que a Rainha não conseguia dormir, por conta da ansiedade. A Rainha se sentia no Inferno, como se ela vivesse no Inferno. A Rainha se lembra de nada, apenas do medo que tem do seu próprio fogo. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:28:40 UTC</pubDate>
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         <title>áudio paralelo com os dias atuais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594906582</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:28:54 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência artística</title>
         <author>eduardofilippo1</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594907551</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa obra retrata um evento religioso no qual o Conde de Orgaz é enterrado com grande devoção e reverência por clérigos e figuras divinas. A composição da pintura, com seus tons sombrios, figuras místicas e atmosfera solene, transmite a mesma sensação de despedida e transcendência presente no poema.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:29:41 UTC</pubDate>
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         <title>Inconfidência Mineira (filme)</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594907986</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>Inconfidência Mineira é um filme brasileiro clássico, lançado em 1948, que retrata de forma heroica os acontecimentos que levaram à morte do alferes<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes"> Joaquim José da Silva Xavier</a> na forca, em<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Rica"> Vila Rica</a>, no século XVIII, pela sua participação na<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Inconfid%C3%AAncia_Mineira"> Inconfidência Mineira</a> (ou Conjuração Mineira).</div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:29:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594908089</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.uol.com.br/videos/?id=o-grande-truque-the-prestige-040268D8C103C6" />
         <pubDate>2023-05-17 15:30:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Correspondência artística</title>
         <author>carolinemello</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594908484</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=VYOjWnS4cMY<br><br>''This is America'' é uma música que fala sobre como os policiais usam da sua autoridade para passar do limite e seguirem o que acreditam e não fazendo seu trabalho da maneira que deveriam. Ou seja, prendendo ou condenando aqueles que não deveriam, assim como no poema</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=VYOjWnS4cMY" />
         <pubDate>2023-05-17 15:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Romance 57 ou Dos Vãos Embargos </title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594909072</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:30:51 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa do conteúdo</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594910371</link>
         <description><![CDATA[<div>A rainha morreu. Maria I de Portugal, apesar de ter reinado com loucura e criado instabilidades, a nação ficou de luto. Bandeiras tristes foram erguidas, a noite ficou melancólica. Seu corpo foi colocado em um caixão de chumbo, envolto de perfumes. O clero, a nobreza, o povo faziam reverências, mas mesmo assim havia lembranças das mortes causadas por sua assinatura e demandas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:31:55 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594910417</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema descreve uma cena tranquila e contemplativa, com elementos da natureza, arquitetura e atmosfera.&nbsp;<br><br>O poema retrata uma paisagem estável e familiar, com uma igreja branca, um cavalo na encosta verde e uma névoa que envolve as ruas. Esses elementos podem evocar uma sensação de calma e conexão com a natureza, algo que muitas vezes é valorizado em tempos de agitação e incerteza.<br><br>O poema menciona a voz que já não fala, mas se prolonga. Isso pode sugerir uma reflexão sobre a passagem do tempo, a memória e a continuidade histórica. Nas épocas atuais, em que a tecnologia nos permite registrar e compartilhar informações de forma mais ampla do que nunca, a ideia de uma voz que se prolonga pode ser relacionada às narrativas e histórias transmitidas ao longo do tempo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:31:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594910640</link>
         <description><![CDATA[<div>“Este é o homem loquaz<br>e sem reputação,<br>sem créditos nem bens<br>que o tornassem capaz<br>de semelhante ação.<br>Só por indiscrição,<br>quiméricas idéias<br>proferiu - sem escolha<br>de tempo ou de lugar,<br>- e pela condição<br>de temerário insano<br>que se deve perdoar.<br>Pois assim reza a Lei<br>desses imperadores<br>Teodósio, Arádio, Honório,<br>- quanto àqueles que vão<br>maldizendo do Rei<br>por fúria da razão.<br>Ficava para trás,<br>por sério e desvalido,<br>em toda promoção.<br>Era um homem loquaz,<br>e quis fazer das Minas<br>uma grande Nação.”<br>(Ninguém faz o que quer.<br>Ninguém sabe o que faz.<br>E os culpados quem são?)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:32:08 UTC</pubDate>
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         <title>Dialogo entre vídeo e poema </title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594912348</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.ted.com/talks/maria_constantino_a_verdadeira_causa_dos_problemas_ambientais" />
         <pubDate>2023-05-17 15:33:27 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594913439</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Romance LVII ou dos vãos embargos" narra a história de um homem loquaz e sem reputação que se envolve em uma ação imprudente. Ele é descrito como alguém sem créditos nem bens que o tornassem capaz de tal ato. Suas ideias são consideradas quiméricas e, por falta de discernimento quanto ao momento e lugar adequados, ele as expressa sem restrições.<br>Devido a essa indiscrição e temeridade, o homem é considerado um insano temerário. A narrativa menciona que a lei dos imperadores Teodósio, Arádio e Honório estabelece que aqueles que difamam o rei por fúria da razão devem ser perdoados.<br>No entanto, o homem permanecia à margem, sendo ignorado em todas as promoções por ser considerado sério e desamparado. Apesar disso, ele alimentava a ambição de transformar as Minas em uma grande Nação.<br>O poema finaliza com uma reflexão sobre a falta de controle que temos sobre nossas ações e o desconhecimento das consequências delas. Questiona-se quem são os culpados por esses eventos, deixando a ideia de que nem sempre é fácil identificar os responsáveis pelas situações que ocorrem.<br>A narrativa sugere uma crítica à sociedade e à falta de discernimento das autoridades em lidar com indivíduos que expressam opiniões desafiadoras ou pouco convencionais. Também destaca a complexidade das relações de poder e como a reputação e a influência podem determinar o tratamento recebido por uma pessoa.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-17 15:34:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594913477</link>
         <description><![CDATA[<div>A morte da Rainha Elizabeth II, pode se relacionar a morte da rainha louca retratada no poema. Nem todos no Reino Unido, concordam com a monarquia ou com as atitudes da rainha, mas houve um funeral televisionado para todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:34:23 UTC</pubDate>
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         <title>Correspondência artística</title>
         <author>dimitriduarte</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594914055</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim como o poema, a música aborda temas como opressão, tristeza e frustração.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=33-bMTOlvx0" />
         <pubDate>2023-05-17 15:34:51 UTC</pubDate>
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         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594914887</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos fazer um paralelo com os dias atuais, onde muitos de nós também buscamos momentos de paz e contemplação em meio à agitação do mundo moderno.<br><br></div><div><br>Assim como o eu lírico que se depara com o gado pastando e os rios tranquilos, podemos encontrar refúgio na natureza, buscando conexão com o ambiente ao nosso redor. Nos dias atuais, em que estamos cada vez mais conectados virtualmente e imersos em uma realidade digital, é importante lembrar da importância de momentos de tranquilidade e contato com a natureza para restaurar nossa calma interior.<br><br>Em meio a uma sociedade agitada e repleta de pressões e responsabilidades, é comum sentir-se sobrecarregado e angustiado. A busca pelo equilíbrio emocional e pela conexão com nossos sentimentos torna-se essencial para enfrentar essas adversidades.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:35:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Correspondência artística</title>
         <author>marianahaddad4</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594915283</link>
         <description><![CDATA[<div>A série "The Crown" se relaciona com o poema ao retratar a monarquia inglesa e a vida da rainha Elizabeth, é uma história dramática e conturbada assim como da rainha louca.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=dFZC-_T_irA" />
         <pubDate>2023-05-17 15:35:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paralelos</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594915376</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Romance LVII ou dos vãos embargos" aborda temas que ainda são relevantes nos dias atuais. Ao fazer um paralelo com a contemporaneidade, podemos identificar algumas semelhanças como a liberdade de expressão: O poema destaca o homem loquaz e suas ideias quiméricas, que o levam a proferir palavras imprudentes. Hoje em dia, a liberdade de expressão é um tema importante, porém, também há discussões sobre os limites e consequências das palavras ditas publicamente. Ações irresponsáveis nas redes sociais, por exemplo, podem ter impactos significativos na reputação das pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:35:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondencia artistica</title>
         <author>joaobiagiolli</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594916889</link>
         <description><![CDATA[<div>obra do pintor romântico Caspar David Friedrich. Assim como o poema nos transporta para uma paisagem tranquila e introspectiva, as pinturas de Friedrich, como "O Viajante Contemplando uma Paisagem de Ruínas" ou "O Mar de Gelo", retratam a solidão humana diante da imensidão da natureza.<br>Tanto o poema quanto as obras de Friedrich exploram a relação entre o ser humano e o mundo ao seu redor, enfatizando a insignificância do indivíduo diante da grandiosidade da natureza. Ambos nos convidam a refletir sobre nossa conexão com o mundo natural, despertando um senso de contemplação e reflexão.<br><br>Através de suas imagens vívidas e atmosferas carregadas de emoção, o poema e as pinturas de Friedrich nos transportam para um estado de introspecção, onde podemos explorar nossos próprios sentimentos e anseios. Ambas as expressões artísticas nos convidam a encontrar significado e beleza nas paisagens ao nosso redor, bem como a confrontar as angústias e incertezas que permeiam nossas vidas.</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:37:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594917342</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:37:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594919093</link>
         <description><![CDATA[<div>A musica e o poema se relacionam pois ambos falam sobre alguem que esta buscando a calma e paz no ambiente rural </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:38:36 UTC</pubDate>
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         <title>Romance LXXV ou de Dona Bárbara Heliodora</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594919213</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Há três donzelas sentadas<br>na verde, imensa campina.<br>O arroio que passa perto,<br>com palavra cristalina,<br>ri-se para Policena,<br>beija os dedos de Umbelina;<br>diante da terceira, chora,<br>porque é Bárbara Heliodora.<br>Córrego, tu por que sofres,<br>diante daquela menina?<br>Semelha o cisne, entre as águas;<br>na relva, é igual à bonina;<br>a seus olhos de princesa<br>o campo em festa se inclina:<br>vê-la é ver a própria Flora,<br>pois é Bárbara Heliodora!<br>(Donzela de tal prosápia,<br>de graça tão peregrina,<br>oxalá não merecera<br>a aflição que lhe destina<br>a grande estrela funesta<br>que sua face ilumina.<br>Fosseis sempre esta de agora,<br>Dona Bárbara Heliodora!<br>Mas a sorte é diferente<br>de tudo que se imagina.<br>E eu vejo a triste donzela<br>toda em lágrimas e ruína,<br>clamando aos céus, em loucura,&nbsp;<br>sua desditosa sina.<br>Perde-se quanto se adora,<br>Dona Bárbara Heliodora!)<br>Das três donzelas sentadas<br>naquela verde campina,<br>ela era a mais excelente,<br>a mais delicada e fina.<br>Era o engaste, era a coroa,<br>era a pedra diamantina...<br>Rolaram sombras na terra,<br>como súbita cortina.<br>Partiu-se a estrela da aurora:<br>Dona Bárbara Heliodora!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:38:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>diálogo entre vídeo e poema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594922437</link>
         <description><![CDATA[<div>o vídeo  fala que um dos principais problemas ambientais é o desmatamento e o poema também fala sobre isso e esse desmatamento é causado principalmente pela produção exagerada de recursos e o poema também fala sobre isso  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:41:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Narrativa</title>
         <author>thomazvitale</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594924052</link>
         <description><![CDATA[<div>No poema "Romance LXXV ou de Dona Bárbara Heliodora", encontramos três donzelas sentadas em uma ampla campina verde. Um riacho que passa por perto, com suas palavras cristalinas, ri para Policena e beija os dedos de Umbelina. No entanto, diante da terceira donzela, ele chora, pois essa donzela é Bárbara Heliodora.<br><br></div><div><br>O riacho parece sofrer diante da presença de Bárbara Heliodora. Ela é comparada a um cisne majestoso nadando entre as águas e igual à bonina na relva. O campo se curva diante de seus olhos de princesa, como se estivesse em festa. Vê-la é como ver a própria Flora, pois ela é Bárbara Heliodora.<br><br></div><div><br>Entretanto, há um tom de tristeza e preocupação na narrativa. O poeta expressa seu desejo de que Bárbara Heliodora não tivesse merecido a aflição que a grande estrela funesta lhe destinou, pois sua graça e nobreza são incomparáveis. Ele lamenta que a donzela esteja enfrentando um destino tão cruel, representado pela estrela que ilumina sua face.<br><br></div><div><br>A sorte de Bárbara Heliodora é descrita como diferente de tudo que se poderia imaginar. Ela é retratada como uma donzela triste, em lágrimas e ruína, clamando aos céus em desespero pela sua trágica sina. O poeta expressa sua tristeza diante da perda daquilo que é adorado, referindo-se a Dona Bárbara Heliodora.<br><br></div><div><br>Dona Bárbara Heliodora é apresentada como a mais excelente, delicada e fina das três donzelas na campina. Ela é descrita como uma jóia preciosa, uma coroa e uma pedra diamantina. No entanto, sombras caem sobre a terra, como uma cortina súbita, indicando que algo terrível aconteceu. A estrela da aurora se parte, simbolizando a desgraça que se abate sobre Dona Bárbara Heliodora.<br><br></div><div><br>Assim, o poema transmite um sentimento de tristeza e lamentação diante do destino infeliz de Dona Bárbara Heliodora, uma donzela nobre e graciosa que enfrenta adversidades em sua vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:41:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>áudio diálogo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:42:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>diálogo entre vídeo e poema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594928167</link>
         <description><![CDATA[<div>a relação entre  o vídeo e o poema é que o vídeo fala sobre as desigualdades sociais atualmente  e o poema também fala sobre desigualdades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:44:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>áudio da relação do vídeo com o poema </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-17 15:50:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Gisa desculpe não colocar as postagens na ordem no meu computador não estou conseguindo mudar. Se conseguir arrumar para mim eu agradeço muito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 15:52:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Relação entre vídeo e poema </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-17 15:55:03 UTC</pubDate>
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         <title>áudio conteúdo </title>
         <author></author>
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         <title>áudio paralelo com os dias atuais </title>
         <author></author>
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      <item>
         <title>áudio relação do vídeo e poema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2594949294</link>
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         <pubDate>2023-05-17 16:00:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conteúdo</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema descreve a noite escura nos montes e reflete sobre as emoções humanas lavadas pelo tempo. Aborda a complexidade da vida, com orgulho, audácia, fingimento e covardia expostos. Questiona o destino daqueles exaustos pelo crime e dos purificados.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 16:51:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paralelo com os dias atuais</title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2595017284</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema se relaciona com os dias atuais pois cita temas atemporais relacionados às emoções humanas e à complexidade da vida. Embora tenha sido escrito em um contexto específico, sua essência pode ser relacionada aos dias atuais. A reflexão sobre as emoções e comportamentos humanos, como amor, inveja, ódio e covardia, continua sendo relevante em nossa sociedade atual.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 16:56:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>relação filme e poema </title>
         <author>victoriaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/vshymylq8895aauu/wish/2595032091</link>
         <description><![CDATA[<div>Amor e Inocência" (2007) - O filme retrata a vida do escritor inglês e seu relacionamento com um jovem advogado, e faz relação com o poema pois explora questões de amor, orgulho e a busca pela verdadeira felicidade, que é o assunto do poema.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 17:08:25 UTC</pubDate>
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