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      <title>Portfólio by Leticia Souza</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-06 01:58:13 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-08 20:01:23 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>leticiasouza64</author>
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         <description><![CDATA[<p>Bem-vindo(a)! Me chamo Letícia, tenho 25 anos e sou natural de Maceió/AL. Gosto muito de arte, de viajar e de estar atualizada sobre as notícias sobre o mundo. Tento ao máximo ser a minha melhor versão todos os dias e considero um bom momento aquele em que eu estou com os meus amigos. Pra mim, ser desafiada é o que me move e confesso que a faculdade de medicina tem sido um enorme desafio. Noites mal dormidas, ansiedade com as mudanças, medo de não corresponder as expectativas são alguns dos sentimentos que me cercam agora. No entanto,&nbsp; nunca estive tão realizada com o ambiente em que estou inserida; vir até a faculdade é um percurso divertido e que me surpreende todos os dias. É um cansaço alegre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 01:46:42 UTC</pubDate>
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         <title>Prazer, Kauã!</title>
         <author>kauasilva17</author>
         <link>https://padlet.com/leticiasouza64/vr7rq37gzt1ye47n/wish/3515386045</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Kauã Vitor, tenho 19 anos, moro em Maceió e sou estudante de medicina. Sou uma pessoa que gosta de conversar, de rir e de fazer os outros rirem. Tenho um grande apreço pelas relações humanas e me realizo ajudando quem está ao meu redor. Gosto de música brasileira, especialmente quando ela tem sentido, profundidade e algo a dizer.</p><p>Sou alguém que se cobra muito, que observa e pensa demais. Tenho um lado tranquilo, mas também um lado inquieto, que não se acomoda. Gosto de aprender, de crescer, mas confesso que tenho dificuldade para me desapegar do passado. Guardo com carinho as memórias e às vezes me apego tanto a elas que tenho dificuldade em encerrar ciclos, mesmo entendendo que isso é necessário.</p><p>Me esforço para ser melhor todos os dias. Pelos outros e por mim. E mesmo com as pressões que eu mesmo me coloco, busco me conhecer, me entender e evoluir. Por isso, acredito que a música que mais me representa é “Apesar de Você”, do Chico Buarque. Porque, assim como ela, mesmo em tempos difíceis, sigo com fé, esperança e vontade de fazer o amanhã ser diferente. Eu continuo acreditando, até porque 🎶"Amanhã vai ser outro dia..."🎶</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 01:51:13 UTC</pubDate>
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         <title>Prazer, Levino!</title>
         <author>levinosantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Levino Manoel, tenho 20 anos e nasci aqui mesmo em maceio, entretanto passei toda a minha infância e adolescência em uma cidade do interior do estado chamada Matriz de Camaragibe. Sou alguém de poucos hobbys, gosto de sair com os amigos, jogar vídeo game e assistir um bom jogo de futebol. Esse momento que estou em minha vida é bem desafiador, morar em uma capital sozinho, rotina pesada e carga horaria extensa, além de provas e trabalhos a todo instante, mas fazer parte de algo tão especial faz tudo valer a pena. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 23:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>Prazer, Lucas </title>
         <author>lucascardoso25</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Lucas Cardoso, tenho 20 anos, atualmente moro em Maceió, mas cresci e me criei no sertão de Alagoas, em São José da Tapera. Gosto muito de praticar todos os tipos de esportes, em especial futebol, também gosto muito de estar com minha família e com amigos. Nesses últimos meses vem sendo bem desafiadores já que houve uma grande mudança na minha vida, porém, mesmo sendo dias bem difíceis, estou muito realizado pois isso foi o que sempre sonhei e meus familiares também, em especial minha mãe, o que acaba sendo um grande e o principal combustível na luta diária. Sou uma pessoa que se cobra bastante e isso tanto me atrapalha, por gerar ansiedade, quanto me ajuda, pois sempre estou disposto a aprender e melhorar em tudo o que faço.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 23:59:13 UTC</pubDate>
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         <title>Portfólio de Ética - Aula 10/06: Apresentação e diálogos.</title>
         <author>lucascardoso25</author>
         <link>https://padlet.com/leticiasouza64/vr7rq37gzt1ye47n/wish/3519174668</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>No primeiro contato com aula de ética na faculdade, iniciou-se com uma apresentação de cada aluno ( seu nome, idade, de onde veio), após isso, teve um espaço para conversa sobre a origem do seu nome, quem que escolheu e história por trás da escolha, em seguida, foi separado em duplas com pessoas que nós tínhamos pouca ou nenhuma afinidade, para conversarmos sobre nossas vidas e com ênfase nos nossos temores e expectativas com relação a FAMED, no diálogo percebi que grande parte dos meus temores e expectativas eram recíprocos com a da colega e vice-versa, depois disso foi necessário mostrar aos nossos colegas sobre o que foi debatido entre a gente, a professora identificou e expôs no quadro o que cada dupla apontou, no decorrer das respostas foi visto que grande parte dos medos e temores eram linkados com nós mesmos e havia uma certa reciprocidade em relação a todos os alunos, como o medo de não suportar toda cobrança, deixar de lado coisas importantes como o lazer, não conseguir se dar bem em algumas áreas, e expectativas como viver a famed, aproveitar a família, criar novos vínculos e amizades verdadeiras para o resto de nossas vidas, se tornar um ótimo profissional, etc. No fim, foi deixado para a próxima aula um debate e uma reflexão acerca do que foi elencado na aula, no caso, sobre os nossos temores e expectativas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 21:10:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Portfólio de Ética- Aula 17/06</title>
         <author>levinosantos</author>
         <link>https://padlet.com/leticiasouza64/vr7rq37gzt1ye47n/wish/3519189051</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossa segunda aula começou com uma recapitulação do que havia sido abordado na aula anterior, sobre expectativas e temores. Nesse dia, foi-nos apresentada a imagem de um rapaz com uma mochila, em uma montanha, olhando para o horizonte. A partir dessa imagem, foi feita uma pergunta: "Será que ele está indo para uma nova jornada com novos desafios, ou está olhando para o que já percorreu até aquele momento?"</p><p>Na continuação da aula, tivemos um momento assíncrono em que foi proposto um texto, acompanhado da tarefa de elaborar duas perguntas, que deveriam ser levadas para a aula seguinte. Inicialmente, nos foi informado que as perguntas seriam embaralhadas para que cada aluno respondesse à questão de outro colega. No entanto, o que de fato ocorreu foi a formação de grupos, nos quais os participantes apresentaram suas perguntas e escolheram, em conjunto, aquelas que representavam um senso comum entre eles.</p><p>Por fim, não discutimos apenas as perguntas em si, mas principalmente a importância da escuta. Aprender a ouvir é tão essencial quanto saber falar&nbsp;e&nbsp;ensinar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 21:57:50 UTC</pubDate>
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         <title>Portfólio de Ética - Aula 01/07: Ouvir e escutar.</title>
         <author>leticiasouza64</author>
         <link>https://padlet.com/leticiasouza64/vr7rq37gzt1ye47n/wish/3519227796</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de um feriadão, voltamos às aulas de ética cum pouco sem ritmo, mas já animados para continuar a trocar ideias entre a gente. Nosso grupo, apesar de ser bem misturado, consegue ter uma boa troca nas dinâmicas. Foi bom ouvir e refletir sobre o ato de escutar e sobre o que isso representa no cotidiano e no contexto social em que estamos envolvidos. Agir como profissionais aptos a escutar o outro é, de certo modo, um ato político. Tirar o indivíduo que está do outro lado da mesa do papel de inferior ou, até mesmo, de invisível, ao dar vazão as suas queixas é empodera-lo. Interessante também poder construir laços com o pessoal da sala, entendê-los como companheiros de jornada e exercitar a própria escuta dentro do ambiente de aprendizagem. Sinto que estamos crescendo juntos, construindo nossa identidade como coletivo. Alguns grupos focaram,também, na fala sobre a diferenciação entre o ouvir e o escutar, o que implica a necessidade de entendimento do outro e de escuta ativa, ferramentas interessantíssimas a serem incorporadas no cotidiano e na prática profissional. Ao final, foi destrinchado o funcionamento do portfólio, suas bases educacionais e debatido um pouco sobre a mudança curricular ocorrida na grade do curso de medicina, a qual revolucionou (e revoluciona) o pensamento crítico do corpo discente, a fim de formar médicos generalistas e dotados de valores humanistas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 23:41:24 UTC</pubDate>
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         <title>Portfólio de Ética – Aula 08/07: Compromisso com a Verdade e os Valores Humanos</title>
         <author>kauasilva17</author>
         <link>https://padlet.com/leticiasouza64/vr7rq37gzt1ye47n/wish/3519252022</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula começou com uma pergunta que não precisava de resposta: “Qual é o seu compromisso com a verdade?” Uma pergunta que caiu como uma pedra no lago calmo da nossa rotina, criando ondas internas difíceis de ignorar. A professora Carmen não queria respostas prontas, queria que a questão nos perturbasse, nos fizesse pensar. E conseguiu.</p><p>Nosso grupo refletiu que o compromisso com a verdade vai muito além de ser sincero com os outros; começa por ser honesto consigo mesmo. Porque quando a pessoa mente para si, ela constrói uma realidade falsa, e tudo que ela projeta para fora é distorcido. A verdade, nesse contexto, se torna um valor fundante – é sobre integridade, é sobre não se esconder. Ser verdadeiro é um exercício contínuo de coragem.</p><p>Essa reflexão foi seguida de outra pergunta feita pela professora, o que são valores?</p><p>São convicções? Vivências? Foram colocadas opiniões divergentes. Alguns argumentaram que os valores se constroem com base nas experiências, os “pontos de decisão” da vida. Outros, porém, defenderam que há algo intrínseco no ser humano, uma bússola interna que guia mesmo quem vive em ambientes adversos.</p><p>No meio desse debate, ficou claro que talvez os valores sejam, na verdade, esse diálogo constante entre o que somos por dentro e o que vivemos por fora. A influência externa não é determinante, mas sim uma provocação, é o cenário onde nossos valores se revelam, para o bem ou para o mal.</p><p>Fizemos uma dinâmica de escolha de valores. De um conjunto de dez que cada um escolheu individualmente, o grupo precisou eleger dois. Houve divergências e, ao mesmo tempo, conexões. Palavras como honestidade, verdade, competência, família, amizade, excelência – todas elas pulsaram com força. No fim, escolhemos a excelência como valor representativo do nosso grupo. Não como perfeccionismo, mas como esforço genuíno: dar o melhor de si, mesmo quando o resultado não é ideal. A excelência como comprometimento com aquilo que fazemos, com as pessoas com quem convivemos, com os caminhos que escolhemos trilhar.</p><p>Outros grupos trouxeram valores como afeição, relações interpessoais, harmonia interior, sabedoria. Em comum, quase todos os grupos citaram a importância da família, desse apoio que nos sustenta e molda nossa jornada. A professora provocou a turma: seriam esses os valores que estampariam a turma B? A resposta foi unânime: sim. Nos reconhecemos ali.</p><p>Depois, fomos apresentados a um quadrinho da Mafalda. Nele, ela fala sobre uma vozinha interna que a impede de fazer algo errado. Essa voz é a ética. A diferença entre moral e ética ficou ainda mais clara pra mim: a moral é seguir regras porque é o que se espera; a ética é seguir princípios porque eles fazem sentido para mim. É aquela “vozinha” que nos guia, mesmo quando ninguém está olhando.</p><p>Com a contribuição do professor Valdemar, mergulhamos em conceitos mais complexos, como o biopoder de Foucault, a questão da soberania e os valores negativos, como a violência. Foi uma virada de chave. Passamos de valores idealizados para os conflitos humanos que nascem quando esses valores são ignorados ou corrompidos. A violência, por exemplo, é um valor negativo, mas em algumas situações é usada como defesa. O problema está na banalização dessa violência, na normalização do mal.</p><p>Falamos das guerras, na Palestina, na Faixa de Gaza, na Ucrânia. Realidades tão brutais quanto invisibilizadas. Vidas destruídas por disputas que mascaram ganância com ideologia. Foi impossível não lembrar da música “Rosa de Hiroshima” dos Secos e Molhados, que diz: “Pensem nas crianças mudas, telepáticas / Pensem nas meninas cegas, inexatas”. Essa música é um grito poético contra a desumanização, contra a indiferença. Porque a guerra mais perigosa é aquela que deixa de chocar.</p><p>Discutimos também sobre a tortura, física e emocional, e sua inadmissibilidade. A Professora trouxe um relato marcante de uma entrevista a um ex-preso político da ditadura brasileira que sobreviveu à dor física, mas quase foi destruído pela dor emocional. Isso nos mostrou que a crueldade nem sempre grita, às vezes ela sussurra e consome em silêncio.</p><p>A aula terminou em roda, com cada aluno escolhendo uma palavra para descrever como se sentia. Alguns estavam reflexivos, outros tristes, outros impotentes. E esse sentimento de impotência diante da dor do mundo é real. Mas, ao mesmo tempo, entender tudo isso é o primeiro passo para mudar. Como futuros profissionais da saúde, temos a responsabilidade de transformar conhecimento em ação.</p><p>Esse encontro nos marcou. Saímos de lá com mais perguntas do que respostas, e talvez isso seja o mais importante. Como diz a própria Mafalda: “O problema é que há mais pessoas interessadas em construir muros do que em construir pontes.” No fim das contas, ser ético talvez seja isso: escolher ser ponte, mesmo quando o mundo parece desabar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 00:08:12 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação da equipe E</title>
         <author>kamillesilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nós gostamos bastante da ideia de escrever o portifólio como um "diário" das aulas, pois trouxe uma visão bem pessoal do que foi passado, revelando como a mudança do espectador pode transformar um relato. Foi ótimo também conhecer um pouco mais de cada integrante nas apresentações. Parabéns!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 01:02:34 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha Crítica </title>
         <author>leticiasouza64</author>
         <link>https://padlet.com/leticiasouza64/vr7rq37gzt1ye47n/wish/3563982205</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 01:47:10 UTC</pubDate>
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