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      <title>Padlet História A- Diogo Soares by Diogo Soares</title>
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      <description>O meu nome é Diogo Soares e faço parte do curso de Línguas e Humanidades do 11º ano da escola secundária Frei Rosa Viterbo. Neste padlet está resumida toda a matéria lecionada nas aulas de História A do ano letivo 2020/2021.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-05 09:12:03 UTC</pubDate>
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         <title>Mercantilismo (geral):</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Princípios gerais do mercantilismo:</mark></strong><br>- A riqueza dos países assentava na acumulação de metais preciosos;<br>- Com a diminuição das importações houve mais dificuldade para a saída de metais preciosos;<br>- Defendia uma balança comercial favorável;<br>- Promover a autossuficiência através da produção interna e do consumo de produtos nacionais;<br>- O desenvolvimento da produção manufatureira.<br>Medidas do mercantilismo:<br>- Incentivar a exportação de bens manufaturados;<br>- Promoção ao consumo de produtos nacionais;<br>- Aplicação de taxas sobre as importações;<br>- Criação de companhias comerciais monopolistas;<br>- Criação de manufaturas;<br>- Adoção de leis protecionistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 17:12:30 UTC</pubDate>
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         <title>Mercantilismo francês- Colbert:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/972398816</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A França estava dependente da Holanda em produtos estrangeiros, desta forma Colbert decidiu então implementar algumas medidas e formou então uma nova doutrina económica assente nas manufaturas chamada de <strong>mercantilismo.</strong></li></ul><div><strong><mark>Essas medidas que foram:</mark></strong></div><div>- Evitar as importações;<br>- Introduzir novas indústrias;<br>- Importação de técnicas e mão de obra estrangeiras que ensinariam aos técnicos franceses técnicas de fabrico;<br>- Fundação das manufaturas reais que podiam ser dirigidas diretamente pelo Estado;<br>- Impedimento de técnicos franceses saírem do reino;<br>- Os produtos produzidos em França eram protegidos com a aplicação de impostos mais favoráveis;<br>- Taxou os produtos importados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 17:26:18 UTC</pubDate>
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         <title>Mercantilismo inglês- Cromwell:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/972456663</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O mercantilismo também foi implementado na Inglaterra mas de forma mais faseada. Cromwell desenvolveu o comércio da marinha, fortaleceu a economia através de exportações e conquista de novos mercados e desenvolveu também uma política protecionista.</li><li>As principais medidas aplicadas foram os Atos de Navegação, isto é, todos os produtos que fossem de origem estrangeira teriam de chegar em navios do país de origem e também todos os produtos oriundos da Ásia, de África e da América apenas podiam ser transportados  para Inglaterra ou para as suas colónias apenas em barcos ingleses ou das suas colónias.</li><li>Estas medidas contribuíram muito para o desenvolvimento da frota inglesa e procuravam enfraquecer o poder do comércio holandês e da sua frota.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 17:37:01 UTC</pubDate>
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         <title>A hegemonia económica britânica condições de sucesso e arranque industrial:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/972558496</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A Inglaterra dispunha de fatores naturais como minas de ferro e carvão, bons portos, canais e rios navegáveis  que contribuíram para dinamizar a economia e para afirmar a hegemonia do seu Império.</li></ul><div><strong><mark>Progressos na agricultura- Inovações técnicas de cultivo:</mark></strong></div><ul><li>Houve a eliminação do pousio, substituição do afolhamento trienal pelo quadrienal, transformação das terras pantanosas e a seleção de sementes.</li><li>Com estas inovações, a agricultura inglesa conseguiu  alimentar as necessidades crescentes de uma população não agrícola, libertar a mão de obra, provocando o êxodo rural, em direção às cidades e zonas industriais e a acumulação de capitais. A dimensão de todas estas transformações levou à <strong>Revolução Industrial</strong>.<br><br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 17:55:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O arranque da Revolução Industrial: O pioneirismo inglês:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/972632605</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na primeira metade do século XVIII, a Inglaterra foi a primeira potência europeia a entrar na época industrial. A Revolução Industrial significou a transformação qualitativa e quantitativa da produção através da utilização de máquinas, marcando, assim, o início da maquinofatura, da produção mais rápida e barata.</li><li>A Inglaterra foi pioneira na industrialização porque reunia vários fatores ou <strong>condições de sucesso.</strong></li></ul><div><strong><mark>Condições de sucesso: Criação de um amplo mercado interno:</mark></strong></div><ul><li>As transformações  na agricultura e o aumento populacional foram as condições necessárias para a criação de um mercado interno:</li></ul><div>- A crescente população urbana podia aumentar o consumo graças à maior quantidade e variedade de produtos;<br>- O aumento da procura fomentava o desenvolvimento do mercado interno;´<br>- A circulação de produtos foi facilitada devido à melhoria da rede de estradas.<br><strong><mark>Condições de sucesso: mercado externo e colonial:</mark></strong></div><ul><li>Devido ao aumento da necessidade de e consumo interno, juntou-se o alargamento do mercado colonial e externo, ou seja, das colónias vinham matérias primas baratas, para as colónias escoavam-se os produtos manufaturados; para os países europeus as exportações aumentaram, os lucros avultados eram reinvestidos nas atividades económicas.</li></ul><div><strong><mark>Condições de sucesso: o sistema financeiro:</mark></strong></div><ul><li>A disponibilidade financeira foi fundamental para o dinamismo económico, e então Londres tornou-se o centro da finança inglesa, a atividade financeira consolidou-se com o surgimento de bancos privados e a acumulação de capital organizada permitiu canalizar recursos para o desenvolvimento económico. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 18:08:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Indústria têxtil: o setor de arranque da Revolução Industrial:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/972769062</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O setor têxtil foi considerado o motor da Revolução Industrial e o recente setor algodoeiro inovou e dinamizou a economia, porque não estava sujeito ao controlo das corporações. Algumas máquinas utilizadas no setor têxtil eram a lançadeira de volante de Jonh Kay, a spinning- jenny de James Hargreaves, a water-frame de Richard Horkwright, o tear mecânico de Edmund Cartwright e por fim  a mul-jenny de Samuel Crompton.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 18:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O setor da metalurgia no arranque da Revolução Industrial:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/972794401</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O setor da metalurgia foi considerado o segundo setor de arranque da industrialização, a aplicação de novas técnicas permitiu a utilização do coque, que atingia temperaturas mais elevadas e por fim a máquina a vapor foi adaptada ao setor têxtil e ao setor metalúrgico aumentando assim a produção.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 18:38:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Crise económica de 1670 a 1690 em Portugal:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/977709434</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Os fatores que levaram à crise económica em Portugal foram:</mark></strong></div><div>- Conjuntura internacional  adversa ao comércio colonial português;<br>- Concorrência dos holandeses e dos franceses que levou ao declínio da hegemonia portuguesa; <br>- A produção de açúcar e do tabaco nas Antilhas por parte dos franceses e dos holandeses que conduziu à queda dos preços;<br>- As guerras da Restauração e as despesas elevadas tornaram Portugal mais dependente da Inglaterra;<br>- A navegação portuguesa sofreu ataques corsários;<br>- Com a adoção de políticas mercantilistas protecionistas na França e Inglaterra houve um encerramento dos mercados aos produtos portugueses.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 21:14:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A descoberta do ouro brasileiro e a sua apropriação pelo mercado britânico:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/977755142</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>No final do século XVII, existiam várias jazidas no interior do Brasil em Minas.</li><li>Os bandeirantes organizaram bandeiras com o objetivo de:</li></ul><div>- Encontrar novas riquezas no interior do Brasil;<br>- Fornecer novas fontes de rendimento com o objetivo de fazer frente à crise económica;<br>- Explorar o interior do Brasil e delimitar as fronteiras do território brasileiro.</div><ul><li><strong>A descoberta do ouro brasileiro veio dar um novo fôlego à economia portuguesa entre 1697 e 1750 e o afluxo de metal precioso permitiu resolver alguns problemas económicos.</strong></li><li>Tudo isto permitiu um período de prosperidade , visto que aumentou a moeda em circulação, possibilitou o recurso às importações e também contribuiu para o abandono das políticas de fomento a produção interna.</li><li><mark>Portugal tornou-se num ponto de passagem do metal precioso</mark>, devido ao aumento das importações e também porque Inglaterra acabou por ser o destino preferencial do ouro do Brasil.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 21:29:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tratado de Methuen (1703):</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/977816678</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Com a assinatura do Tratado de Methuen, estabeleceram-se as relações económicas entre Portugal e Inglaterra. </strong>Consagrou a admissão, sem restrições, dos tecidos de lã ingleses, no mercado português e permitiu a entrada de vinhos portugueses em Inglaterra. </li><li>Portugal abandonou as restrições às importações, minimizou o surto manufatureiro e o défice da balança comercial aumentou, visto que se importava mais do que se exportava e isso era pago com o ouro brasileiro. <strong>Mais tarde o ouro brasileiro acabou e como as importações eram pagas com esses ouro, Portugal voltou a entrar num período de crise.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 21:50:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A política económica e social Pombalina:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/979049152</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><mark>Em 1750, a conjuntura económica era adversa:</mark></li></ul><div>- Excessiva dependência da Inglaterra;<br>- Elevado défice da balança comercial;<br>- Diminuição do afluxo do ouro e dos diamantes;<br>- Dificuldade da colocação de produtos coloniais nos mercados estrangeiros;<br>- Produção manufatureira fraca devido à concorrência inglesa;<br>- Agricultura atrasada e pouco produtiva;<br>- Os vinhos perdem a qualidade e ficam mais baratos.</div><ul><li><mark>D. José ascendeu ao trono e procedeu a reformas económicas com o objetivo de:</mark></li></ul><div>-  Diminuir as importações e equilibrar a balança comercial;<br>- Desenvolver a produção manufatureira e reduzir a dependência face a Inglaterra;<br>- Retirar o controlo do comércio nacional das mãos dos estrangeiros e aumentar a produção agrícola;<br>- Dotar o comércio colonial de uma maior rentabilidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 09:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>Criação de Companhias:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/980010238</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Para a concretização dos objetivos das reformas económicas, Sebastião de Carvalho e Melo aplicou medidas mercantilistas no domínio do comércio e da indústria  com a criação de companhias monopolistas apoiadas pelo Estado.</li><li><mark>Na metrópole, criaram-se as seguintes companhias:</mark></li></ul><div>- Companhia para a Agricultura das Vinhas do Alto Douro (1756);<br>- Companhia Geral das Reais Pescas do Algarve (1756).</div><ul><li><mark>Para o comércio ultramarino também foram criadas companhias:</mark></li></ul><div>- Companhia da Ásia (1753), para o comércio do Oriente;<br>- Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão (1755);<br>- Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba (1759).</div><ul><li>Com o sucesso destas companhias comerciais monopolistas, houve a criação da Junta do Comércio em 1755 que:</li></ul><div>- regulava e fiscalizava as práticas mercantilistas e o comércio do ultramar;<br>- garantia e supervisionava a atividade mercantil, fiscalizando os contrabandos;<br>- melhorou a organização do comércio, possibilitou o aumento da produção e fez crescer as exportações.</div><ul><li>Marquês de Pombal dedicou especial atenção aos setores produtivos, ou seja, fomentou o desenvolvimento de manufaturas e criou novas fábricas recorrendo à mão de obra especializada.</li><li>Com o aumento das manufaturas, houve uma diminuição da dependência para com  França e a Inglaterra, desenvolvendo a produção e diminuindo as importações.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 14:56:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>No domínio social:</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/980109259</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><mark>No domínio social, Marquês de Pombal:</mark></li></ul><div>- valorizou a alta burguesia, considerada a base social do do desenvolvimento económico;<br>- defendeu os interesses dos grandes comerciantes;<br>- promoveu a criação de uma nova nobreza;<br>- aboliu a distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos.<br>A burguesia pombalina, apoiada pelo Estado, desempenhou um papel social e económico fundamental.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-02 15:16:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O método experimental e o progresso do conhecimento do Homem e da Natureza</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1024511735</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Foi durante os séculos XVII e XVIII que se estabeleceram os fundamentos da ciência moderna.</li><li>Os contributos herdados do século XVI levaram à valorização da observação direta e do experiencialismo.</li><li>As observações de Galileu, baseadas na experiência e no conhecimento matemático, abriram um novo caminho à construção do conhecimento científico. As suas descobertas puseram em causa o saber tradicional e as convicções defendidas pela Igreja. Através da utilização da  luneta astronómica, comprovou a Teoria Coperniciana , defendendo o heliocentrismo e não o geocentrismo. Isto valeu-lhe a condenação, em 1633, pela Inquisição.</li><li>A evolução do espírito científico também se deveu ao inglês Francis Bacon e ao francês René Descartes.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 16:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>René Descartes e o Método Cartesiano</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1024573705</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>René Descartes teve um papel relevante na construção do pensamento científico. Como forma de reduzir o seu pensamento ao sentido mais puro, procurou anular as influências do que aprendera e foi nesta medida que formulou a famosa proposição "Penso, logo existo", ou seja, a certeza do pensamento racionalista. Os princípios racionalistas para o conhecimento do Homem e do mundo que o rodeia, foram importantes para o desenvolvimento de um método para chegar à verdade.</li><li><strong><em>O </em></strong><strong><mark>método cartesiano </mark></strong><strong>era composto por quatro etapas:´</strong></li></ul><div>- a<mark> </mark><strong><mark>primeira (evidência)</mark></strong> consistia em não aceitar como verdadeiro algo que a razão não conhecesse como tal;<br>- a <strong><mark>segunda (análise)</mark></strong><strong> </strong>residia na decomposição do problema em várias partes;<br>- a<strong><mark> terceira (síntese)</mark></strong><strong> </strong>consistia em reunir as diferentes partes e em ordenar as observações começando pelos mais fáceis para os mais difíceis;<br>- a<mark> </mark><strong><mark>quarta (enumeração)</mark></strong> garantia, depois do processo realizado, que nada havia sido omitido ou ficara de fora.</div><ul><li>O método carteiano basicamente tinha como objetivo encontrar uma crença básica que se pudesse justificar a ela própria e distinguir o que é verdadeiro e o que é falso, contribuindo indubitavelmente para o progresso do conhecimento do Homem e da natureza.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 16:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>A Filosofia das Luzes</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1160342876</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O Iluminismo foi um movimento intelectual, filosófico e científico, que teve origem na Europa na segunda metade do século XVII e se prolongou durante o século XVIII. Este movimento valorizava a razão e a tolerância. Os iluministas  acreditavam no progresso de cada indivíduo tanto no conhecimento como na liberdade, necessários para atingir a felicidade.</li><li>A luz simbolizava o conhecimento e a clareza de espírito que fazia despertar o Homem do obscurantismo e também a passagem das "trevas" para a "luz" era alcançada através da razão.</li><li>O Iluminismo preconizava a liberdade de pensamento orientada pelo uso da razão; o progresso material e espiritual do Homem; o desenvolvimento de várias áreas do conhecimento, contra a ignorância e o fanatismo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-03 18:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>Meios de difusão do Iluminismo</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>As ideias iluministas divulgaram-se pela Europa através dos seguintes meios de difusão:</li></ul><div>- <strong>as academias:</strong> sociedades formais e com objetivos científicos, destinadas a promover e a divulgar a ciência, as artes, as letras e outros ramos do conhecimento;<br>- <strong>as bibliotecas:</strong> que colecionavam os trabalhos científicos e, por vezes, exibiam coleções de objetos arqueológicos e de raridades;<br>- <strong>a língua francesa:</strong> institui-se como língua universal para expansão da ideia das luzes;<br>- <strong>os cafés: </strong>sendo que o mais conhecido era o café <em>Procope, </em>em Paris, onde se reuniam, entre outros, Voltaire e Diderot, nos quais se debatiam as novas ideias;<em> <br>- </em>a imprensa: foi fundamental para a divulgação das ideias iluministas;<br>- <strong>os salões: </strong>locais de convívio onde se reuniam os artistas, os sábios, os poetas, os filósofos com o objetivo de se debaterem conteúdos específicos.<br>- <strong>a </strong><strong><em>Enciclopédia</em></strong><em>: </em>entre 1751 e 1772 foi publicada a <em>Encyclopédie, </em>em35 volumes, dirigida por Denis Diderot (1713-1784) e Jean le Rond D Alembert(1717-1783)que reunia os mais importantes vultos do Iluminismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-03 18:54:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Apologia da Razão, do Processo e do Valor do Indivíduo</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>O Iluminismo ficou conhecido como a "Idade da Razão" porque defendia:</li></ul><div>- o uso da razão, considerada como guia, aplicada a todos os domínios do conhecimento;<br>- a razão, de que todos os Homens eram dotados;<br>- o uso da razão como motor do progresso e do desenvolvimento da humanidade.<br>A apologia da razão humana estava aliada à fé inabalável no progresso:<br>- o uso da razão foi importante no desenvolvimento do conhecimento científico;<br>- a ideia de progresso possibilitava o desenvolvimento da humanidade;<br>- o progresso assentava na virtude que conduzia à felicidade.</div><ul><li>O valor do indivíduo passou a centrar-se no mérito de cada um e não no nascimento.</li><li>A valorização do indivíduo levou à defesa da tolerância como um valor fundamental.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-03 19:15:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Defesa do direito natural, do contrato social e da separação dos poderes</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A ideia de direito natural ganhou especial relevância durante o período das luzes. John Locke defendeu a liberdade e a igualdade entre os Homens como direitos naturais.</li><li>Também Montesqieu e Jean-Jacques Rosseau consideravam a existência de leis naturais anteriores ao Estado, pelo que o direito natural se assumia como um sistema comum a todo o ser humano.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-03 19:30:29 UTC</pubDate>
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         <title>Rosseau</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>De acordo com Rosseau, o contrato social consistia na conciliação da vontade particular, isto é, do indivíduo, com a vontade geral (da maioria).</li><li>Neste sentido, da ideia de contrato social decorria a convicção de que o povo se assumia como detentor do poder que partilhava, através do contrato, com o soberano.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-03 19:58:24 UTC</pubDate>
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         <title>Montesquieu </title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Montesquieu considerava que a boa organização social decorria da divisão dos poderes (legislativo, executivo e judicial).</li><li>Achava então, que o respeito dos direitos só era possível mediante o exercício partilhado do poder político, consequentemente via no absolutismo monárquico, baseado na origem divina, um regime condenável, visto que o exercício dos poderes políticos estavam centrados.</li><li>Neste sentido, Montesquieu foi um defensor da necessidade de limitar os regimes políticos por considerar que se não houvesse um limite para a ação dos governos, estes provocariam a desordem.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-03 20:08:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As Vagas Revolucionárias Liberais e Nacionais</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1299716360</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A França durante o período napoleónico conheceu uma fase de conquista territorial da Península Ibérica à Rússia. Os ideais da Revolução Francesa foram então propagados por toda Europa.</li><li>A derrota de Napoleão Bonaparte permitiu que as potência vencedoras restaurassem a antiga ordem com o objetivo de garantir a autoridade das monarquias e também o equilíbrio entre as potências.</li><li>Foi com este objetivo que em 1814-1815 se reuniu o Congresso de Viena onde estiveram representadas as nações vencedoras no qual foram estabelecidos diversos objetivos como restabelecer as antigas fronteiras, pôr fim às ameaças que a revolução representava, traçar um novo mapa da Europa, engradecer o poder dos seus Estados e por fim pôr termo aos ideias revolucionários.</li><li>Foi através disto que surgiu a Santa Aliança assinada entre a Rússia, a Áustria, Prússia. Mais tarde a Inglaterra juntou-se e formou-se a Quádrupla Aliança.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 18:55:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Após o Congresso de Viena</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Apesar dos esforços das monarquias, os ideias da Revolução Francesa mantiveram-se.</li><li>Na Europa surgiram revoluções do tipo liberal e do tipo nacionalista.</li><li>Estas revoluções procuravam alterar o regime político e as revoluções nacionalistas pretendiam libertar os povos do domínio imperial valorizando a identidade nacional.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 19:09:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os Movimentos Revolucionários Liberais e Nacionalistas: Três Vagas</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Primeira Vaga:</mark></strong></div><ul><li>Na primeira metade do século XIX, foram três as ondas revolucionárias que ocorreram na Europa e na América Latina.</li></ul><div>A <strong>primeira vaga</strong> revolucionária foi na década de 1820.</div><ul><li>Na Europa, os movimentos revolucionários de cariz liberal tiveram lugar em vários reinos como na Espanha, Nápoles, Piemonte e Portugal. No entanto, acabaram por ser controlados pelos poderes absolutistas.</li><li>Na Grécia, em 1821, surgiu uma revolta de cariz nacionalista, em que os gregos conseguiram a sua independência.</li><li>Na década de 20 do século XIX assistiu-se a movimentos independentistas, essencialmente na América Latina, de cariz nacionalista.</li></ul>]]></description>
         <pubDate>2021-03-11 19:14:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1299918586</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Segunda Vaga:<br></mark></strong>A <strong>segunda vaga </strong>revolucionária ocorreu na década de 1830.</div><ul><li>Em França assistiu-se a uma insurreição liberal que permitiu  subida ao trono de Luís Filipe de Orleães, que se assumiu como rei constitucional.</li><li>Esta onda revolucionária expandiu-se para a Alemanha e Itália cuja revoltas foram dizimadas pelo absolutismo austríaco.</li><li>As revoltas nacionalistas aconteceram também na Bélgica e na Polónia.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 19:35:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1299933294</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Terceira Vaga:<br></mark></strong>A <strong>terceira e última vaga </strong>revolucionária decorreu em 1848, foi o movimento conhecido como<strong> "Primavera dos Povos".</strong></div><ul><li>Em França, a monarquia constitucional de Luís Filipe I foi abolida e foi instaurada a segunda República francesa.</li><li>Em Viena surgiram também revoltas que protestavam por um governo mais liberal.</li><li>Um pouco por toda a Europa, as potências do Congresso acabaram por sufocar as tentativas revolucionárias liberais e nacionalistas.</li><li>Apesar do insucesso destas revoluções, o sentimento de liberdade, o desejo de construção de nações independentes continuou alastrar.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 19:38:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Implantação do Liberalismo em Portugal- Antecedentes e Conjuntura (1807 a 1820)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1303964387</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>No início do século XIX, Portugal encontrava-se no meio de uma encruzilhada de interesses político-militares das duas maiores potência da Europa, a França e a Inglaterra. </li><li>Portugal tentou então manter-se neutro perante o Bloqueio Continental ordenado por Napoleão Bonaparte, mas a França acabou então por invadir o reino português.</li></ul><div><strong><mark>Primeira Invasão- </mark></strong>A primeira invasão foi comandada pelo general Junot. A família real portuguesa transferiu a sede da monarquia para o Brasil; a Inglaterra optou por auxiliar Portugal e o duque de Wellington, com a ajuda das tropas portuguesas, venceu os franceses nas batalhas da Roliça e do Vimeiro. Os franceses assinam a paz em 1808 através da Convenção de Sintra.<br><strong><mark>Segunda Invasão-</mark></strong> A segunda invasão francesa, que decorreu em 1809, foi liderada pelo marechal Soult. Atingiram o Porto, mas as tropas luso-inglesas conseguiram retrair as tropas francesas.<br><strong><mark>Terceira Invasão- </mark></strong>A terceira invasão decorreu em 1810 e foi dirigida pelo marechal Massena. Os confrontos decorreram no Buçaco e os franceses não conseguiram passar as Linhas de Torres Vedras e retiraram-se em março de 1811.</div><ul><li>Estas invasões afetaram a agricultura, o comércio, a indústria e houve também mais fatores que causaram a insatisfação entre os portugueses como a ausência da família real no Brasil; a elevação do Brasil a reino e a abertura do comércio aos  portos ingleses.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 19:10:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Revolução de 1820</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1304042603</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>No dia 24 de agosto de 1820, no Porto pronunciou-se o início de uma revolução liberal. Estavam reunidas as condições favoráveis à revolução de 1820.</li><li>Formou-se a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino que exigiu a nova governação do país, a convocação de cortes e a elaboração de uma Constituição.</li><li>A 28 de setembro, a Junta do Porto e o Governo Interino de Lisboa uniram-se e formaram a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino que preparou as eleições para as Cortes Constituintes.</li><li>As <strong>Cortes Constituintes</strong> elaboram a <mark>Constituição  </mark>que era a lei fundamental que estabelecia a soberania e definia as liberdades individuais e também o vintismo que foi a primeira tendência ideológica do liberalismo português que vigorou entre agosto de 1820 e abril de 1823.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 19:30:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Dificuldades de Implantação da Ordem Liberal </title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1304102801</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Este processo ficou marcado pela resistência absolutista onde ocorreram diversos golpes contrarrevolucionários liderados por D. Carlota Joaquina e por D.  Miguel. Golpes estes que foram o golpe em Vila Real a 23 de fevereiro de 1823, a Vila-Francada em março de 1823, a Abrilada a 230 de abril de 1824 que instaurou um clima de terror. O rei D. João VI prometeu uma Constituição mais moderada suspendendo a Constituição de 1822.</li><li>Com a morte de D. João VI, D. Pedro, ausente no Brasil, torna-se rei de Portugal com o título de D. Pedro IV.</li><li>D. Miguel devia jurar Carta, assumindo o cargo de regente mas não respeitou os compromissos e dissolveu as Cortes , sendo aclamado rei absoluto.</li><li>Foi desencadeada a <strong>guerra civil </strong>entre absolutistas e liberais que durou até 1834.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 19:46:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Liberalismo em Portugal- Guerra Civil</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1304221539</link>
         <description><![CDATA[<div>A 11 de agosto de 1829 ocorre o combate na Vila da Praia da Vitória e em 1832 D. Pedro chega aos Açores, depois de ter abdicado do trono do Brasil, passando a liderar a causa liberal.</div><ul><li>Há a organização da expedição de uma esquadra de cerca de 7500 homens que partem em direção ao reino.</li><li>Em julho de 1832 dá-se o<strong> desembarque do Mindelo</strong> sem resistência das tropas miguelistas, e os liberais entram na cidade do Porto. </li><li>Entre julho de 1832 e agosto de 1833, os liberais ficaram cercados pelos absolutistas e ficou conhecido como o <strong>cerco do Porto.</strong></li><li>O cerco do Porto foi levantados e as tropas miguelistas seguiram em direção a Lisboa. Foram derrotadas na batalha de Almoster a fevereiro de 1834 ena batalha de Asseiceira  a maio e 1834.</li><li>Chega o fim da guerra civil em Portugal e D. Miguel é obrigado ao exílio.</li><li>Triunfa então o liberalismo que se instaurou definitivamente.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 20:26:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Desagragação do Império Atlântico</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Depois da Revolução de 1820, e durante o trabalho das Cortes Constituintes, as relações entre Portugal e Brasil ganharam uma nova importância e alguma tensão política.</li><li>As Cortes portuguesas estavam então  encarregues de encontrar uma solução que conciliasse os interesses entre os dois reinos. </li><li>As medidas tomadas não agradaram aos brasileiros e então<strong> não se encontrou uma solução conciliatória</strong>, visto que os brasileiros achavam que os seus direitos estavam a ser limitados. Uma das medidas foi que obrigaram D. João VI a regressar a Portugal; também exigiram que D. Pedro regressasse à Europa; exigiram a extinção dos tribunais e defenderam a submissão a Portugal das tropas estacionadas no Brasil.</li><li>A fixação da família real no Brasil, 1808 , e a adoção de várias medidas permitiram a autonomia económica da colónia, criando um sentimento autonomista.</li><li>D. Pedro não aceitou as exigência das Cortes e permaneceu no Brasil convocando a reunião de Cortes no Brasil a julho de 1822, com a possibilidade de encontrar uma solução que satisfazesse os portugueses e os brasileiros.</li><li><strong>O processo de desagregação do Império Atlântico culminou com a proclamação da independência do Brasil pelo célebre "grito do Ipiranga", em 1822.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 14:17:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Constituição de 1822 e a Carta Constitucional de 1826</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1305432537</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong><mark>Constituição de 1822 </mark></strong>foi a primeira Constituição Portuguesa e consagrou:<br>- a monarquia constitucional; a divisão de poderes e respetivas competências; o sistema unicameral; o sufrágio era direto e universal; consagrava os direitos de liberdade, de segurança e propriedade e também a igualdade perante a lei e no acesso aos cargos públicos.<br>A<strong><mark> Carta Constitucional de 1826 </mark></strong>foi outorgada pelo rei D. Pedro e surgiu como uma tentativa de conciliar os liberais com os realistas. As suas características eram:<br>- o regime monárquico, hereditário  e representativo; a separação dos poderes políticos; o rei detinha o direito de veto; o sistema bicameral das Cortes; o voto censitário e por fim garantia os direitos do indivíduo a nível da liberdade, segurança e propriedade.<strong><mark><br></mark></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 14:43:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Importância dos Projetos Setembrista e Cabralista</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1305457973</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O período entre 1836 e 1851 foi marcado por forte instabilidade política opondo vintistas e cartistas, que se traduziu em dois projetos, o setembrismo, entre 1836 e 1842, defensor do vintismo e o cabralismo, entre 1842 e 1851,  defensor do projeto cartista.</li><li><strong><mark>O setembrismo:</mark></strong></li></ul><div>- revogou a Carta de 1826, repôs a Constituição de 1822 e adotou a Constituição de 1838;<br>- procedeu a uma reforma educativa;<br>- adotou a pauta aduaneira de janeiro de 1837;<br>- protegeu a indústria e o comércio;<br>- publicou o Código Administrativo de 1836;<br>- tentou reduzir a despesa pública.</div><ul><li><strong><mark>O cabralismo:</mark></strong></li></ul><div>- restaurou a Carta Constitucional;<br>- defendeu a ordem pública;<br>- publicou o Código Administrativo de 1842;<br>- criou o Banco de Portugal;<br>- assinou um novo Tratado de Comércio com a Inglaterra;<br>- criou a décima industrial;<br>- criou a Companhia das Obras Públicas de Portugal;<br>. criou o Tribunal de Contas;<br>- publicou as "leis de saúde" que proibiam os enterros nas igrejas.</div><div>Com o afastamento de Costa Cabral do poder, em 1851 iniciou-se uma nova fase do liberalismo em Portugal- <strong>a Regeneração.</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 15:01:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1311775930</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>2º Período</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 16:58:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Revoluções Americana e Francesa</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1311783793</link>
         <description><![CDATA[<div>Para este tópico da matéria, o meu professor de História A sugeriu a realização de um trabalho numa plataforma digital no qual fossem resumidas estas duas revoluções e referidos os acontecimentos considerados mais importantes . No link abaixo podem aceder ao trabalho realizado por mim e pela minha colega acerca destas duas revoluções que foram umas das mais importantes de toda a história.</div><div><br>https://docs.google.com/presentation/d/1tISO0YH35QzILUE98DHAe3yDlFD7S69y0Y-EHguOpXU/edit#slide=id.p1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 17:00:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Legado do Liberalismo na Primeira Metade do século XIX</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1312027936</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O Estado como garante da Ordem Liberal</strong></div><ul><li>Durante o século XIX implantou-se um novo sistema político, económico, cultural e social, o<strong> Liberalismo.</strong></li><li>A implantação do Liberalismo levou ao desaparecimento do Antigo Regime  e ao início da Idade Contemporânea. O Liberalismo defende os direitos do indivíduo.</li><li>O Estado Geral garante os direitos e liberdade individuais, as liberdades económicas, do pensamento político e de expressão e opinião. </li><li>A organização do Estadoa ssentava na ideia de representação e de separação de poderes.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 17:42:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Secularização das Instituições</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1312079277</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O liberalismo, enquanto defensor da liberdade de pensamento, rejeitava dogmas e quaisquer foras de dominação. Nesta medidas, a Igreja deixou de ter um papel dominante e houve o separo entre o Estado e a Igreja.</li><li>Para os liberais o Estado é laico, o temporal separa-se do espiritual e<strong> as instituições são secularizadas.</strong></li><li>Criaram o registo civil (nascimentos, casamentos, óbitos) que no Antigo Regime estas responsabilidades pertenciam à Igreja. Desenvolveram também uma rede de ensino e de assistência.</li><li>Devido à secularização a Igreja perdeu os seus privilégios.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 17:52:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Liberalismo Económico; O direito à propriedade privada e à livre iniciativa</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1312161915</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os Estados liberais foram também defensores do liberalismo económico. O liberalismo económico designa a doutrina económica que defende a liberdade no domínio económico, assente no comércio livre, nas regras de mercado, com base na defesa da propriedade, no desenvolvimento económico e social de livre iniciativa.</li><li>Este liberalismo económico foi fruto das ideias de Adam Smith, Quesnay e Gournay.</li><li>Adam Smith foi o fundador e defendia que o trabalho era a verdadeira fonte de riqueza, que a riqueza do Estado depende de cada individual e que a vantagem pessoal identifica-se com o interesse da coletividade.</li><li>O liberalismo económico defendeu a propriedade livre de entraves, o fim dos obstáculo feudais e das barreiras à livre circulação.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 18:08:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os limites da universalidade dos direitos humanos; a problemática da abolição da escravatura</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1312222570</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os liberais definiram a liberdade, a igualdade e a propriedade como direitos humanos universais mas na realidade não garantiu nenhuma dessa universalidade.</li><li>Foi desde os meados do século XVIII que o problema da escravatura começou&nbsp; a ser mais debatido, visto que ia contra o princípio das luzes. O que contribuiu para este debate foi a filosofia das luzes e a defesa dos direitos humanos.</li><li>Com a defesa da abolição da escravatura na França, na Grã-Bretanha e nos EUA levou ao aparecimento das associações abolicionistas que questionavam as condições de vida dos escravos.</li><li>Portugal por sua parte agiu e como potência signatária do Congresso de Viana e como aliado da Grã-Bretanha aboliu o tráfico de escravos.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 18:20:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3º PERÍODO</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1591073663</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo;</strong></li><li><strong>A Sociedade Industrial e Urbana</strong></li><li><strong>Evolução Democrática, Nacionalismo e Imperialismo;</strong></li><li><strong>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente;</strong></li><li><strong>Os Caminhos da Cultura.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 20:41:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (A Explosão Populacional):</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1591080309</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Houve um grande crescimento da população mundial em 50% da qual cerca de 1/4 era de origem europeia.</li><li>Este crescimento demográfico deu-se devido à redução da mortalidade, ao aumento da esperança média de vida e&nbsp; a taxa de natalidade manteve-se.</li><li>Provocou então uma explosão demográfica.</li><li>No início do século XX, a Europa era o continente mais densamente povoado.&nbsp;</li><li>Esta densidade populacional ocorreu devido a vários fatores como:</li></ul><div>- <mark>Progressos na medicina: </mark>as doenças infeciosas regrediram significativamente, o desenvolvimento de vacinas, nomeadamente a da varíola e da raiva e também as melhorias nos cuidados materno-infantis.<br>- <mark>Progressos&nbsp; na higiene:</mark> uso de vestuários de algodão e do sabão, melhoria das redes de saneamento e no abastecimento de água.<br>- <mark>Progressos na alimentação:</mark> os alimentos eram em maior quantidade e existia maior variedade devido à melhoria da produção agrícola; com a melhoria dos transportes tornou-se mais fácil o abastecimento das populações e por fim houve uma melhoria na conservação dos alimentos devido à descoberta dos enlatados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 20:45:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (A Expansão Urbana e o Novo Urbanismo):</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1591105049</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Vários fatores promoveram à concentração da população nas cidades como o desenvolvimento da industrialização, a possibilidade de fluxos migratórios (êxodo rural e a emigração), o desenvolvimento dos transportes e também a procura de melhores condições de vida.</li><li>O desenvolvimento não se concentrou apenas no progresso da industrialização mas também à expansão do setor bancário e ao surgimento de novas profissões e oportunidades de emprego associados a bens e serviços.</li><li>Com toda esta concentração surgiram novos desafios às autoridades governamentais e citadinas, como por exemplo, o planeamento e organização das cidades e solucionar problemas como as condições de habitação, abastecimento, limpeza, iluminação e espaços de circulação.&nbsp;</li></ul><div><strong>O Novo Urbanismo:</strong></div><ul><li>As estruturas urbanas alteraram-se devido às transformações ocorridas na economia, ou seja:</li></ul><div>- as cidades expandiram-se para a periferia;<br>- aparecimento de um urbanismo mais geométrico, ruas mais amplas e retilíneas;<br>- os edifícios alinhavam-se simetricamente;<br>- os caminhos de ferro foram essenciais&nbsp; como portas de entrada e de saídas das cidades;<br>- utilização dos materiais mais modernos da época como o ferro, o aço e o vidro.</div><ul><li>A cidade do século XIX era uma cidade de grandes contrastes sociais, isto é, existia a burguesia que residia em bairros luxuosos no centro das cidades (área onde se tratava dos negócios, finanças, comércio) e do outro lado tínhamos os bairros operários, que se situavam na periferia e eram zonas onde as condições de habitação e de higiene era muito fracas. Esta situação entre ricos e pobres acentuava-se cada vez mais.</li><li>Os Estados Unidos da América começou a elevar-se em altura, com os métodos de construção que abrangiam os arranha-céus.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 21:01:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (Migrações Internas e Emigração):</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1591146574</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O século XIX ficou marcado pelos fluxos migratórios quer intranacionais quer internacionais, ou seja, dividiram-se em dois tipos, as <strong>migrações internas</strong>, quando ocorriam dentro do país e a <strong>emigração</strong>, quando era realizada de um país para o outro.</li></ul><div>- Relativamente às migrações internas, estas ocorreram devido ao desenvolvimento industrial que obrigava à procura de trabalho e recursos, quando escasseavam no campo. Estas podiam ser sazonais de acordo com o calendário agrícola.<br>- Já no que toca às emigrações, os fatores que justificaram a emigração de povos de um país para o outro foram a explosão demográfica que provocou pressões demográficas em vários países. As crises económicas cíclicas que levaram mais de 20 milhões de pessoas a procurar melhores condições de vida.&nbsp;</div><ul><li>Os motivos políticos foram outra razão, visto que em inúmeros países da Europa era notável&nbsp; a pressão das ondas revolucionárias e por fim temos a intolerância religiosa, isto é,&nbsp; vários povos eram perseguidos levando-os assim a refugiarem-se noutras regiões.</li><li>Estas emigrações dividiram-se em duas grandes vagas. A primeira de decorreu desde 1846 a 1880 e a segunda que decorreu entre 1880 e 1914.</li><li>A emigração portuguesa aumentou desde a segunda metade do século XIX até ao ano de 1900 sendo Brasil o principal destino destas emigrações.</li></ul><div><strong><br>Índices de emigração, 1840-1910</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 21:30:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A Expansão da Revolução Industrial)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1593413989</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Foi na segunda metade do século XIX que a Revolução Industrial deu um grande salto que beneficiou de desenvolvimentos técnicos e de descobertas científicas.&nbsp;</li><li>Com esta industrialização assistiu-se à expansão geográfica para outros continentes, porém desenvolveu-se a ritmos diferenciados.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:34:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (Novos Inventos e Novas Fontes de Energia)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1593425942</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Em meados do século XIX a indústria deparou-se com uma série de inovações técnicas em vários fatores.</li><li>Esta segunda fase da Revolução Industrial teve como indústrias impulsionadoras a siderurgia e a química.</li></ul><div>- Assistiu-se a uma <strong>produção gradual do aço</strong> , porque era mais maleável, resistente e duradouro o que permitia aplicações diversificadas.</div><div>No campo da <strong>metalurgia</strong> assistiu-se à difusão do cobre, que funcionava sobretudo como condutor elétrico.<br>- Na <strong><mark>indústria química</mark></strong>, entre os vários avanços destacou-se o desenvolvimento de inseticidas e medicamentos, nomeadamente os adubos e fertilizantes e a aspirina.<br>- No que toca à<mark> </mark><strong><mark>eletricidade</mark></strong>, Marcel Deprez conseguiu a transmissão de energia elétrica, através de uma corrente contínuas que permitiu a transmissão de eletricidade a grandes distâncias.<br>- O domínio dos<strong><mark> transportes</mark></strong> sofreu uma grande transformação&nbsp; quer em espaço e velocidade. As duas inovações que marcaram&nbsp; este desenvolvimento foi a locomotiva e o barco a vapor. A <strong>locomotiva </strong>permitiu o encurtamento de distâncias e foi fundamental no transporte de pessoas e mercadorias. O <strong>barco a vapor </strong>generalizou-se, porque era mais veloz no transporte de pessoas e mercadorias.<br>- No domínio das <strong><mark>telecomunicações</mark></strong>, destacou-se o <strong>telégrafo elétrico </strong>que permitiu a transmissão e informação de forma quase instantânea.</div><ul><li>Podemos concluir então que a indústria conheceu diversos desenvolvimentos que permitiram aumentar a produção, reduzir os custos e consolidou o capitalismo industrial.</li></ul><div><strong>Locomotiva do século XIX</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:38:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A Ligação Ciência-Técnica)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1593498135</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Todo este desenvolvimento tomou outro patamar e surgiu uma ligação entre a ciência e a técnica, ou seja, os progressos técnicos tomaram um carácter mais científico.</li><li>A eletricidade é um dos exemplos que ilustra esta ligação entre a técnica e a indústria, quando com a colaboração de dois engenheiros (Aristide Bergès e Marcel Deprez), produziram eletricidade a partir da força da água que se constituiu como um dos progressos cumulativos (descobertas científicas e técnicas que conduziram a uma séria de outros progressos).</li><li>A industrialização em meados do século XIX ficou então marcada por uma série de progressos cumulativos que se desenvolveram a partir do surgimento de novos produtos e indústrias.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 17:03:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (Concentração Industrial e Bancária)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1593537831</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O desenvolvimento da Indústria implicou a necessidade de investimentos de capital e para conseguir esses capitais, os empresários recorreram aos bancos (empréstimos) ou então a duas ou mais empresas.</li><li>A competitividade que existia entre empresas para garantir mais lucro levou a uma concentração industrial que se dividiu em duas formas:</li></ul><div>- <strong>Concentração vertical: </strong>Este tipo de concentração foi mais utilizado na indústria metalúrgica em que grandes grupos concentravam todo o processo de produção ajudando então À formação de monopólios.<br>- <strong>Concentração horizontal: </strong>&nbsp;Esta concentração dava-se quando empresas se associavam para eliminar a concorrência (<em>trust</em>).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 17:17:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A Racionalização do Trabalho)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1595876784</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Com o alargamento dos mercados e o aumento da procura foi necessário desenvolver métodos para a organização racional do trabalho com o objetivo de tirar o maior proveito do rendimento do trabalhador e da máquina e Frederick W. Taylor assim o fez.</li><li>Surgiu então m modelo de produção conhecido como<strong> taylorismo</strong>, no qual a empresa estava dividida em secções especializadas, onde cada trabalhador executava apenas uma tarefa sequencial e repetitiva e uma tarefa de deveria ser realizada num determinado espaço de tempo.</li><li>Henry Ford aplicou este método de racionalização de trabalho na produção das suas fábricas automóveis e desta forma pôde ser produzido uma carro que fosse acessível às classes médias (Ford modelo T).</li><li>Foi possível produzir em série, de forma uniformizada através da estandardização que era a uniformização dos modelos de produção fabricado em série em grandes quantidades.&nbsp;</li></ul><div><strong>Linha de produção do veículo Ford modelo T de Henry Ford</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 14:16:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A Geografia da Industrialização)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1595950798</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A Inglaterra que desde 1750 foi o líder do desenvolvimento industrial, viu surgir novos países a iniciarem a sua industrialização destacando-se a Bélgica; a França; a Alemanha; os EUA e o Japão.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 14:41:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A Hegemonia Inglesa)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1595957700</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A Grã-Bretanha, desde os finais do século&nbsp; XVIII até à década de 1880, assumiu-se como uma potência industrial hegemónica, mas começou a mostrar-se fragilizada com o avanço do processo de industrialização da Alemanha e os EUA. </li><li>Com todas as novas técnicas&nbsp; que estavam a ser utilizadas por estes países, deu para ver o quão a indústria britânica estava fraca.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 14:43:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A afirmação de novas potências)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596013607</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A partir de 1840, alguns países iniciaram o seu processo de industrialização e afirmando-se como novas potências tirando proveito das potencialidades particulares de cada um, como por exemplo:</li></ul><div>- <strong>França:</strong>&nbsp; em&nbsp; França, a industrialização fez-se a par do desenvolvimento dos caminhos de ferro e a partir de 1851 assistiu-se a um crescimento industrial mais acelerado. A indústria siderúrgica desenvolveu-se mais tarde e a indústria têxtil afirmou-se como um dos setores de arranque.<br>- <strong>&nbsp;Alemanha: </strong>o desenvolvimento industrial alemão assentou, essencialmente, na indústria pesada, visto que possuía recursos naturais em abundância como o carvão e o ferro. Afirmou-se também no setor da indústria química e tornou-se o país líder neste setor. <br>- <strong>Estados Unidos da América:</strong> os fatores que favoreceram a industrialização neste país foram vários como o progresso nos caminhos de ferro; a criação de um mercado nacional; a abundância de matérias primas; o desenvolvimento de novas tecnologias; o forte crescimento populacional; implementação de um sistema de ensino primário gratuito. O desenvolvimento dos EUA&nbsp; foi impulsionado pela indústria siderúrgica, e algodoeira, indústria automóvel e elétrica. Afirmaram-se como a primeira potência mundial.<br>- <strong>Japão</strong>: foi em 1868 que se iniciou o processo de industrialização do Japão. Os fatores que favoreceram o arranque industrial foram o facto de o crescimento demográfico proporcionar mão de obra abundante; incentivo do Estado à modernização da agricultura e indústrias e a existência de capitais e a facilidade de pedir empréstimos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:02:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A Permanência de Formas de Economia Tradicional)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596145954</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Apesar do rápido desenvolvimento industrial, a industrialização não se generalizou em termos mundiais.&nbsp;</li><li>Temos o exemplo das regiões da Europa do Sul, Norte, Central e Oriental não conheceram um ritmo de industrialização acelerado.</li><li>Desta forma, a distinção entre os países industrializados e não industrializados centrou-se num conjunto de fatores dos quais o crescimento demográfico, a formação de um sólido mercado interno, as estruturas socias, a mentalidade empreendedora, a disponibilidade financeira, o apoio governamental, as inovações técnicas e as características geográficas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:49:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A Agudização das Diferenças)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596194212</link>
         <description><![CDATA[<div>A expansão da industrialização ocorreu em ritmos diferentes nos vários países e desenvolveu-se no contexto do capitalismo, um sistema económico caracterizado pela procura do lucro máximo, num mercado em que a circulação e a concorrência eram livres.</div><ul><li>Criou-se um verdadeiro mercado mundial em que as matérias-primas, os dinheiros, pessoas, etc se moviam se ter em conta fronteiras políticas.&nbsp;</li></ul><div><strong>Porto de Bombaim, 1890</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 16:06:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (A Confiança nos Mecanismos Autorreguladores do Mercado)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596225128</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>De acordo com Adam Smith o mercado livre, determinava os preços e as condições de troca.&nbsp;</li><li>O mercado era autorregulador e sem a intervenção do Estado, ficando apenas ao poder dos que compravam (procura) e vendiam (oferta).</li><li>O mercado oscilava entre fases de expansão e de crise. Os defensores do liberalismo económico, ou seja, que acreditavam na autorregulação, defendiam que as crises serviam como mecanismos naturais autorreguladores de mercados desajustados.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 16:16:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (As Crises do Capitalismo)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596250701</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O sistema económico do capitalismo liberal atravessou fases de prosperidade e fases de crise ou depressão.</li><li>As crises capitalistas, contrárias às crises do Antigo Regime, eram crises de superprodução provocadas pela liberdade económica e pela não regulação.</li><li>Os economistas aperceberam-se então, que nas crises cíclicas existia uma <strong>fase A</strong> marcada pela prosperidade e subida de preços e uma <strong>fase B </strong>que era de estagnação ou regressão.</li><li>Clément Juglar dividiu os ciclos económicos em três categorias:</li></ul><div>- <strong>ciclo curto:</strong> tinha uma duração de três a cinco anos;<br>- <strong>ciclo médio ou de Juglar: </strong>tinha uma duração de seis a onze anos que se identificavaem quatro fases distintas: <strong>recuperação, expansão</strong> (aumento da produção e dos preços; <strong>depressão </strong>(abrandamento da economia); <strong>contração</strong> (acumulação de stocks, diminuição dos precos e do desemprego e diminuição dos salários).<br>- <strong>ciclo de ondas largas ou de Kondratieff: </strong>durava de 40 a 60 anos, marcado pela fase A e fase B referidas acima.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 16:25:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Transformações Económicas na Europa e no Mundo (O Mercado Internacional e a Divisão Internacional do Trabalho)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596288778</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Até ao século XIX o mundo estava muito unificado, isto porque cada região desempenhava o seu papel e a afirmação da sua especialização no mundo.</li><li>Os países europeus mais industrializados importavam mais do que exportavam, tendo uma balança de pagamentos favorável, mas uma balança comercial desfavorável.</li><li>A exportação dos produtos fabricados pelos europeus era o que pagava uma parte das importações e a outra parte era través de <em>exportações invisíveis.</em></li><li>Com o desenvolvimento do mercado internacional foi necessária a criação de novas práticas económicas e foi aí que surgiu o <strong>livre- cambismo </strong>que substituiu o protecionismo económico.</li><li>Esta prática económica estava assente na liberdade de circulação de produtos entre os mercados, sem qualquer taxa alfandegária.</li><li>A Inglaterra foi o primeiro país adotar o livre-cambismo e os Estados Unidos da América foi um país que não adotou estas práticas livre-cambistas, porque os homens de negócios viam no livre-cambismo um modelo que favorecia maioritariamente a Inglaterra.</li><li>A economia tornou-se internacional e abarcava o mundo inteiro, sendo que o comércio mundial acabou por crescer exponencialmente.</li><li>A dependência no mercado internacional dos quatro países mais industrializados fez com que se agudizassem as diferenças face aos países menos industrializados.</li></ul><div><strong>A repartição mundial da economia</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 16:39:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (Unidade e diversidade da sociedade Oitocentista)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596372516</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na sociedade Oitocentista, o lugar de cada indivíduo na sociedade era diferenciado com base na sua riqueza, em consequência da função económica desempenhada, ocupavam então classes sociais diferenciadas.</li><li>Generalizou-se um novo tipo de sociedade, a <strong>sociedade de classes</strong>.</li><li>A sociedade Oitocentista assentava em diversas características como o facto de que considerava que todos os homens eram livres e iguais perante a lei; era uma sociedade desigual onde supostamente o prestígio era alcançado pelo trabalho.</li></ul><div><br><strong>Edgar Degas, </strong><strong><em>Escritório do algodão em Nova Orleães</em></strong><strong>, 1873</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:10:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (A Condição Burguesa)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596400938</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O século XIX correspondeu ao tempo de afirmação da burguesia.</li><li>No topo da hierarquia estava a alta burguesia, era a que tinha mais fortuna e detentora de capitais. Mais abaixo encontrava-se a média e pequena burguesia , que não era possuidora de grande fortuna.</li><li>O desenvolvimento económico e financeiro permitiu à alta burguesia ocupar um lugar de liderança na política e na sociedade.</li><li>O poder da alta burguesia permitia que a riqueza e os negócios fossem transmitidos de pais para filhos.</li><li>A burguesia perpetuou-se como classe dominante constituindo "dinastias" que continuavam com a sucessão.</li></ul><div><br><strong>Modo de vida da alta burguesia, século XIX</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:20:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (Proliferação do terciário e incremento das classes médias)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596430402</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>No final do século XIX, o setor terciário desenvolveu-se e consequentemente surgiram novas profissões.</li><li>O que contribuiu para esse crescimento foi a especialização de serviços, a divisão do trabalho e os meios cada vez mais sofisticados de contabilidade, de registo de operações comerciais, de venda e distribuição de produtos.</li><li>Os serviços ligados ao setor terciário exigiram a constituição de um conjunto de empregados que fossem mais ou menos especializados.</li><li>Este grupo diversificado constituía as classes médias, onde se enquadravam os elementos da média e pequena burguesia.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:30:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (Valores e Comportamentos)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596448351</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A burguesia pautava-se por valores bem definidos, assentes no trabalho, no mérito, na poupança e na virtude, na defesa da propriedade individual e da livre iniciativa, como forma de alcançar a riqueza.</li><li>Os papeis na família burguesa era bem definidos, ou seja, o homem era o chefe de família, o marido e o pai e nele residia a independência económica e autoridade. Já a mulher era a dona de casa, mãe e esposa, a quem cabia o bem-estar do marido&nbsp; e a educação dos filhos.&nbsp;</li><li>A casa burguesa era um local confortável , com objetos decorativos e o gosto burguês procurava a beleza através desses mesmos objetos.</li><li>As classes médias (média e pequena burguesia) eram heterogéneas e partilhavam um conjunto de valores de entre os quais o conservadorismo, o trabalho e o estudo; prezavam a ordem e harmonia social; preocupavam-se com a reputação e opinião dos outros; demonstravam sobriedade e respeitabilidade nos atos e por fim limitavam a vida pública às cerimónias em família, que eram momentos de grande significado.</li></ul><div><strong><br>Reunião da família da média e pequena burguesia, século XIX</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:37:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (A Condição Operária: Salários e Modos de Vida)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596506342</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na sociedade Oitocentista existia também a classe operária que era aquela que apresentava piores condições de trabalho.</li><li>A situação do proletariado agravava-se durante as crises cíclicas, quando os empresários, devido à diminuição do lucro, tinham de reduzir os salários ou despedir.</li><li>O trabalho fabril foi alargado Às mulheres e às crianças, visto que era mais barata e poderiam fazer o mesmo trabalho do homem sem nenhuma exigência de regalias.</li><li>Os horários de trabalho ia das 12 a 16 horas diárias, para além do facto que as condições de trabalho do operariado eram miseráveis. As instalações não eram arejadas, não tinham condições de higiene e no caso de invalidez ou doença o operário era despedido.</li><li>As condições de vida operariado também não eram boas.&nbsp;</li><li>Devido aos baixos salários existia subnutrição.&nbsp;</li><li>As condições de alojamento contribuíam para a propagação de doenças.</li><li>A taxa de mortalidade era elevada, sobretudo infantil e nos bairros operários também existiam problemas sociais.</li><li>A partir da segunda metade do século, houve uma ligeira melhoria nas condições de vida e de trabalho do operariado.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (Associativismo e Sindicalismo)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596550146</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>As duras condições de trabalho e baixos salários desencadeou o descontentamento do operariado.</li><li>As melhorias das suas condições foi depois de toda uma luta para ser reconhecido os seus direitos.</li><li>Surgiu então as associações mutualistas de operários;, destinadas a auxiliar em casos de acidentes, doenças, velhice e desemprego.</li><li>Na Inglaterra houve a criação de associações, as <em>Trade Unions</em> ou sindicatos que lutaram por melhores salários e condições de trabalho.</li><li>O sindicalismo tornou-se o movimento operário que acabou por ganhar dimensão internacional, apoiado em novas ideias políticas que defendiam a causa social e política do operariado.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 18:18:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sociedade Industrial e Urbana (As Propostas Socialistas de Transformação Revolucionária da Sociedade)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1596576224</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Com todos os movimentos que decorreram a par do movimento associativista e sindicalista deram origem a novas propostas para transformar a sociedade, que se integram no socialismo.</li><li>As primeiras medidas integraram-se no chamado socialismo utópico.&nbsp;</li><li>Os socialistas utópicos pretendiam criar comunidades ideias, sem defenderem a apropriação do Estado por parte das classes trabalhadoras.</li><li>Ao socialismo utópico contrapôs-se uma nova forma de pensamento sobre a sociedade e a sua transformação, o <strong>marxismo</strong>, que teve como figuras Friedrich Engels e Karl Max.</li><li>O marxismo assentava na sucessão dos modos de produção através da luta de classes, ou seja, defendia a tomada do poder pelo operariado através da ditadura do proletariado.</li><li>As ideias de Karl Marx e Friedrich Engels foram divulgadas através do <em>Manifesto Comum</em>, publicado no ano de 1848.</li><li>As divisões internas entre as propostas socialistas de Karl Marx e de Mikhail Bakunine conduziram à desagregação da I Internacional, em 1876.</li><li>As negociações no sentido de restabelecer a Internacional Operária concretizou-se em 1889 no Congresso de Paria, com a formação da II Internacional ou Internacional Socialista.</li><li>As propostas socialistas de transformação revolucionária da sociedade foram revistas no final do século XIX, por Eduard Bernstein, um dos líderes do partido Social-Democrata alemão e então nas suas obras rejeitou as ideias de Marx e Engels.</li></ul><div><br><strong>Retrato de Karl Marx, século XIX</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 18:30:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evolução Democrática, Nacionalismo e Imperialismo (As Transformações Políticas)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1598718873</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Ao longo do século XIX, os princípios liberais afirmaram-se na Europa Ocidental.</li><li>O sistema político que predominou até 1914 foi o da monarquia constitucional.</li><li>A afirmação dos princípios liberais conduziu a um alargamento dos direitos políticos e das liberdades dos cidadãos.</li><li>Porém a ordem liberal começou a ser contestada, sobretudo a partir de meados de Oitocentos, que pretendia a revindicação do princípio da universalidade e da igualdade relativamente ao direito de voto e também pretendia-se a abolição do voto censitário e afirmava-se a ideia democrática que recusava as distinções e as restrições políticas com base na riqueza.</li><li>Neste contexto foi implementado o sufrágio universal na França, em 1848 que designa a extensão do direito de voto a todos os indivíduos maiores de idade e sem distinção de raça.</li><li>Outros progressos no sistema político foi o facto de o voto se ter tornado secreto;&nbsp; o número de cidadãos que podiam ser eleitos para desempenhar cargos políticos aumentou e os partidos ganharam cada vez mais importância.</li></ul><div><br><strong>Alfred H. Bramtot, </strong><strong><em>O Sufrágio Universal</em></strong><strong>, 1890</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 14:33:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evolução Democrática, Nacionalismo e Imperialismo (Os Excluídos da Democracia Representativa)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1598770806</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Apesar de ter havido um alargamento do direito de voto, mesmo assim existiam alguns casos que continuavam restritos, visto que este sufrágio universal foi apenas para os homens.</li><li>As mulheres, por exemplo, estavam impedidas de votar nos países da Nova Zelândia, Dinamarca e Noruega.</li><li>Para além da limitação das mulheres no que tocava ao direito de voto, também estavam impedidas de desempenhar cargos políticos, não sendo consideradas elegíveis.</li><li>No grupo dos excluídos, é também de destacar o caso da população negra nos EUA, que só em meados do século XX é que lhes foi permitido o direito de voto.</li><li>O direito&nbsp; de voto universal teve um longo percurso até ser totalmente alcançado.</li></ul><div><strong><br>Luta pelo sufrágio universal, século XIX</strong>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 14:51:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evolução Democrática, Nacionalismo e Imperialismo (As aspirações de Liberdade nos Estados Autoritários e os Movimentos de Unificação Nacional)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1598791166</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na Europa Central e Oriental, na segunda metade do século XIX, continuaram&nbsp; dominar as autocracias, regimes em que o soberano exercia um poder absoluto apoiado nos grupos privilegiados.</li><li>A governação autocrática no Império Russo, no Império Austro-Húngaro, no reino da Prússia e na Confederação Germânica foi contestada, para que se implementassem formas de governo mais liberais.</li><li>Na segunda metade do século XIX, surgiram em maior força as aspirações de liberdade de povos submetidos ao poder dos Estados autoritários, através do nacionalismo, que foi um movimento político que procura constituir como nação, à qual corresponde um Estado independente.</li><li>Neste sentido, a maior parte dos Estados europeus debateu-se com o problema das nacionalidades.</li><li>O nacionalismo assumiu duas formas diferenciadas: na primeira e na segunda forma de nacionalismo.</li><li>Na segunda metade do século XIX, o nacionalismo de segunda foi o que triunfou. em que a ideia nacional e de partilha de laços comuns provocou a unificação de diferentes Estados num nação.</li><li>A<strong> unificação italiana</strong> que se deu em 1861 com a proclamação do reino de Itália e Victor Emanuel II é coroado rei.&nbsp;</li><li>No Império alemão foi elaborada a constituição da Confederação que mais tarde foi substituída pela Alemanha unificada (Reich), após a vitória da Prússia na guerra contra a França dando-se a <strong>unificação alemã.</strong></li></ul><div><br><strong>Unificação alemã, 1871</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 14:58:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evolução Democrática, Nacionalismo e Imperialismo (Os Afrontamentos Imperialistas: o Domínio da Europa Sobre o Mundo)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1598930785</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A Europa, nas vésperas da Primeira Guerra Mundial, era o continente que dominava o mundo devido a vários fatores:</li></ul><div>- detinha o maior peso demográfico;<br>- a Europa era responsável por uma parte significativa da produção industrial mundial;<br>- detinha a superioridade financeira, investindo capitais por todo o mundo;<br>- era o centro de decisão no que tocava às relações internacionais.</div><ul><li>O desenvolvimento da Europa impulsionou a expansão para novos territórios em busca de matérias-primas.</li><li>Uma das formas de expansão e conquista territorial tinha em visto estabelecimento de colónias<strong> (colonialismo)</strong>, que designa o domínio económico, político, social e cultural, sobre um território separado geograficamente, assente numa relação desigual entre a metrópole e colónia.</li><li>Com o crescimento económico e industrial e com as rivalidades crescentes entre as potências mundiais surgiu o<strong> imperialismo</strong> que basicamente era o processo de expansão e de domínio político, económico, cultural e social sobre outros territórios, que no século XIX, correspondeu à conquista de domínios territoriais em África.</li><li>Em 1884 foi realizada a Conferência de Berlim na qual foi determinado que as potências coloniais deviam tomar posse efetiva dos territórios ocupados.</li><li>As rivalidades coloniais acabam por revelar as fragilidades do equilíbrio europeu.</li><li>De 1890 a 1914, uma série de conflitos demonstram as rivalidades existentes entre várias potências mundiais .</li><li>Formaram-se então alianças entre os países europeus: a<strong> Tríplice Aliança</strong> que abarcava a Alemanha, o Império Austro-Húngaro e o reino da Itália; a <strong>Tríplice Entente </strong>que continha a França, a Inglaterra e a Rússia.</li><li>Toda esta tensão acentuou-se e acabou por provocar o assassinato do arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro. Foi este acontecimento que desencadeou a Primeira Guerra Mundial.</li></ul><div><br><strong>O Imperialismo no mundo, 1900</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 15:49:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (A Regeneração Entre o Livre-Cambismo e o Protecionismo)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599000154</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Com o início da Regeneração, a economia de Portugal conheceu um período de estabilização política e de pacificação.</li><li>Foi este o período em que se afirmou o capitalismo e a burguesia.</li><li>Os traços do Antigo Regime foram apagados, o país modernizou-se e houve um crescimento económico significativo, sendo que Portugal foi integrado na dinâmica do mercado livre, através de uma política económica promotora de medidas que oscilaram entre o livre-cambismo e o protecionismo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 16:15:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (O Desenvolvimento de Infraestruturas)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599294433</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O período da Regeneração ficou marcado pelo <strong>fontismo</strong>, que foi o desenvolvimento de infraestruturas e "melhoramentos materiais" por parte de<strong> Fontes Pereira de Melo.</strong></li><li>O objetivo do programa de Pereira de Melo era a criação de uma ampla rede de transportes e de comunicações que unisse todos os pontos do país, daí ter havido um desenvolvimento nas vias terrestres e marítimas, dinamizando a circulação dos produtos e a aproximação das populações.</li></ul><div><strong><br>Retrato de Fontes Pereira de Melo, século XIX</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 18:07:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (Plano de desenvolvimento de Fontes Pereira de Melo)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599313969</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><mark>No domínio dos transportes </mark></strong>houve a criação de novas infraestruturas e o melhoramento das já existentes:</li></ul><div>-<strong> Estradas:</strong> até meados do século XIX, a redes viária não era suficiente para satisfazer às necessidades da população(220km), foi então feita a construção de novas estradas que em 1900 já chegava aos 9000km de rede viária.&nbsp;</div><div>-<strong> Caminhos de ferro:</strong> constitui-se como um dos principais elementos de modernização e de progresso nacional. A rede de caminhos de ferro, para além das ligações nacionais, permitiu também a ligação do reino com a Espanha em 1882. <br>-<strong> Portos:</strong> as comunicações fluviais e marítimas beneficiaram também da construção de faróis que garantissem a segurança da navegabilidade. Procedeu-se à construção de novos portos e ao melhoramento de já existentes.<br>- <strong>Pontes:</strong> a sua construção foi determinante para o aumento da circulação rodoviária e ferroviária.</div><ul><li><strong><mark>No domínio das comunicações </mark></strong>as distâncias encurtaram-se com o desenvolvimento e introdução de novos meios de comunicação:</li></ul><div>-<strong> Telégrafo: </strong>a sua introdução foi feita em 1855, mas a apresentação ao público foi em 1857. Em 1860 já contava com 108 estações. Foram também lançados cabos submarinos que faziam a ligação a outros países como o Brasil e Cabo Verde.<br>- <strong>Telefone:</strong> a sua introdução foi feita em 1882, tornando Portugal um dos primeiros países a adotar este meio de comunicação.<br>- <strong>Correios:</strong> a reforma do selo postal possibilitou o pagamento prévio através dos selos de franquia e dos bilhetes pessoais.</div><ul><li><strong><mark>No domínio do urbanismo :</mark></strong></li></ul><div>- procedeu-se a uma melhoria dos esgotos;<br>- instalou-se iluminação na cidade de Lisboa;<br>- abertura de novas ruas e avenidas.</div><ul><li>Verificamos então que todos estes progressos nos transportes e nas comunicações provocaram transformações ao nível da economia, da sociedade de da mentalidade. As distâncias tornaram-se mais pequenas, o preço das viagens diminuiu, as ligações com o exterior permitiu que as novas ideias chegasse mais rapidamente e consolidou-se o mercado interno nacional.</li></ul><div><br><strong>Telégrafo elétrico, 1855</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 18:15:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (A Dinamização da Atividade Produtiva)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599367389</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Até 1850 a economia portuguesa assentava essencialmente no setor primário e&nbsp; o setor secundário (indústria) era pouco desenvolvida e sem concorrência.</li><li>A estabilidade política alcançada com a Regeneração permitiu a transição de um sistema económico protecionista para um sistema económico livre-cambista.</li><li>No setor agrícola, os métodos de produção ainda eram muito tradicionais, por isso era necessário um melhoramento neste setor, visto que a maior parte do rendimento vinha da agricultura.</li><li>Foi então entre 1860 e 1880 que se assistiu a um desenvolvimento da agricultura, marcado pelo aumento da produtividade e pelo crescimento do volume de produção tanto em quantidade com em qualidade que se deveu&nbsp; a fatores como:</li></ul><div>- o fim das estruturas fundiárias do Antigo Regime com a extinção definitiva dos morgadios;<br>- a desamortização dos bens das corporações e dos baldios;<br>- introdução de novos processos de trabalho e novas técnicas nomeadamente a utilização de adubos químicos e fertilizantes;<br>- novos instrumentos foram divulgados;<br>- novos métodos de cultura foram introduzidos.</div><ul><li>Eram levantados obstáculos à colocação dos produtos agrícolas no exterior devido à concorrência e à falta de capacidade de investimento.</li><li>Apesar dos momentos de dificuldade pelos quais a agricultura passou na segunda metade do século XIX, pode-se afirmar que entre 1850 e 1900, a produção agrícola cresceu ao ritmo de 1% ao ano e a produtividade aumentou entre 0,6% e 0,8%.</li><li>Conclui-se então que o setor agrícola contribuiu para o crescimento da economia nacional em grande escala nos ano 90 do século XIX.</li></ul><div><br><strong>Silva Porto, </strong><strong><em>Chameca de Belas ao pôr do sol</em></strong><strong>, 1879</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 18:40:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (A Indústria)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599424524</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os progressos industriais beneficiaram das políticas de fomento implementadas durante a Regeneração.&nbsp;</li><li>Fontes Pereira de Melo defendeu a revisão das pautas alfandegárias como forma de diminuir os impostos sobre a importação de matérias-primas, com o objetivo de reduzir os custos de produção.</li><li>Consequentemente a indústria portuguesa registou um crescimento de 6,4% ao ano.</li><li>Apesar do crescimento da procura interna, foi o mercado externo que mais contribuiu para o aumento da atividade industrial.</li><li>A indústria portuguesa abarcava diferentes fatores como o setor dos tabacos, o setor têxtil, o setor dos lanifícios, a cerâmica, as fábricas de papel, as cortiças e por fim o setor químico.</li><li>A indústria portuguesa foi sempre frágil, que enfrentou problemas estruturais difíceis de resolver como:</li></ul><div>- a ausência de recursos naturais (ferro e carvão);<br>- fraca capacidade de exportação, mercado interno demasiado pequeno;<br>- os produtos portugueses não eram competitivos;<br>- a insuficiência de capitais;<br>- os investimentos em vias de comunicação canalizavam quase todo o crédito disponível;<br>- a indústria portuguesa dependia do Estado.<br><br><strong><em>A Fábrica de tabacos de Xabregas 1859</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 19:09:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (A Necessidade de Capitais e os Mecanismos da Dependência)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599491105</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Todo os "melhoramentos materiais" feitos pelo Estado exigiu um financiamento avultado do qual o país não dispunha.</li><li>Os governos foram obrigados a recorrer a medidas que possibilitassem a obtenção de maior número de receitas e então a medida principal aplicada por eles foi o aumentos dos impostos tanto diretos como indiretos.</li><li>Foram lançados vários<strong> impostos indiretos</strong>, que eram 50% a receita do Estados dos quais:</li></ul><div>- direitos de importação e direitos de exportação;<br>- imposto do real d`água (sobre a carne e bebidas alcoólicas);<br>- impostos de consumo sobre diversos produtos;<br>. direitos de carga e descarga sobre os navios nos portos nacionais;<br>- impostos sobre a fabricação de alguns produtos;<br>- direitos sanitários sobre as carne.</div><ul><li>Quanto aos<strong> impostos diretos</strong> eram:</li></ul><div>- manutenção da décima;<br>- contribuição especial para as estradas;<br>reposição da contribuição predial;<br>- contribuição de juros e criação do imposto sumptuário;<br>- criação do imposto de rendimento.</div><ul><li>Apesar de tudo, a rentabilidade não foi a desejada, o que obrigava ao Estado a recorrer sempre ao crédito, tornando-se num ciclo vicioso.</li><li>As importações continuavam a ser superiores às exportações o que provocava o agravamento do défice comercial.</li></ul><div><strong><br>Quantidade das importações e das exportações,1866-1904</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 19:45:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (Entre a Depressão e a Expansão 1880-1914)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599516942</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A conjuntura internacional favorável à obtenção de créditos e de capitais, o crescimento do afluxo das remessa dos emigrantes no Brasil permitiram manter a estabilidade financeira, mas iria se manter a curto prazo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 20:00:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (A Crise Financeira de 1880-1890)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599522433</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O final do século XIX foi marcado por uma crise financeira que resultou no aumento da dívida pública.</li><li>Na década de 90 esta situação acentuou-se devido a fatores como a redução das exportações do vinho; a diminuição das remessas dos emigrantes; desvalorização monetária no Brasil; e dificuldade do acesso ao crédito externo.</li><li>A crise vivida nos mercados internacionais piorou com a crise no banco<em> Baring Brothers </em>(banco inglês), visto que era a instituição financeira que mais emprestava dinheiro a Portugal.</li><li>A quantidade de dinheiro em circulação era inferior relativamente à dívida contraída.</li><li>Entre janeiro de 1891 e janeiro de 1892, a precaridade financeira agravou-se.</li><li>Em 1892 Portugal suspendeu a amortização da dívida pública e entrou em bancarrota parcial.</li><li>Como forma de solucionar este problema, o governo aumentou os impostos, reduziu os salários em 20% e diminuiu os gastos da dívida pública em 30%.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 20:03:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (O Surto Industrial de  Final do Século)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599552367</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Como resposta à grave crise de 1891-92, foi fixada uma nova pauta, marcadamente protecionista.</li><li>A crise económica trouxe a intensificação do protecionismo e a constituição de grande companhias monopolistas.</li><li>O final do século XIX foi o tempo em que se afirmaram novos setores de atividade como a<strong> CUF (Companhia União Fabril)</strong>, criada em 1907 por Alfredo da Silva, cujo trabalho foi dedicado ao fabrico de óleos para produção de sabões, à laminagem de chumbo,&nbsp; à produção de soda, magnésio, de ácidos, de adubos e refinação do óleo de coco.</li><li>O<strong> setor dos tabacos</strong> continuou a ser uma atividade muito lucrativa.</li><li>A criação da Companhia Portuguesa de Fósforos que se dedicava exclusivamente ao fabrico deste produto.</li><li>A tendência do desenvolvimento industrial, assentou na concentração de empresas, de forma a reforçar o domínio dos mercados e a integração de capitais, num processo em que o controlo do capital estrangeiro era cada vez mais dominante.</li></ul><div><br><strong>CUF- Companhia União Fabril, 1907</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 20:20:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (As Transformações do Regime Político na Viragem do Século)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599603943</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O período entre 1851 e 1906, foi caracterizado por um regime de monarquia constitucional, em que o exercício do poder executivo foi assegurado pela alternância no poder de governos apoiados por forças políticas organizadas em partidos de "notáveis".</li><li>A política portuguesa, na segunda metade do século XIX, foi dominada pelo rotativismo.</li><li>Nos atos eleitorais os resultados eram manipulados com vista à obtenção de maiorias parlamentares.</li><li>Em 1875 formou-se o<strong> Partido Socialista Português</strong> e no ano seguinte, o <strong>Partido Republicano Português</strong>. Estes dois partidos provocaram a rutura com os partidos monárquicos de "notáveis", uma vez que se constituíam como partidos de massas.</li><li>Em 1906, o rotativismo revelou as suas fragilidades.</li><li>O rei D. Carlos demitiu o governo, dissolveu o Parlamento e entregou o poder a João Franco.</li><li>O Partido Republicano começou a ganhar cada vez mais voz e a conquistar peso político e eleitoral.</li></ul><div><br><strong>Retrato de João Franco</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 20:54:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599603943</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (Os Problemas da Sociedade Portuguesa e a Contestação da Monarquia)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599625673</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>As alterações políticas que decorreram da instauração do liberalismo e das convulsões políticas que se seguiram provocaram uma transformação social.</li><li>Devido à crise económica e ao aumento de impostos, a&nbsp; 1 de janeiro de 1868 ocorreu a revolta da Janeirinha e cada vez mais era contestada a monarquia.</li><li>Os republicanos recorreram a uma intensa propaganda política de contestação à monarquia na imprensa e através de manifestações públicas.</li><li>Somaram-se mais problemas políticos à crise económica e financeira, como por exemplo, o <em>Ultimatum</em>, lançado pela Inglaterra, que obrigava Portugal a renunciar o projeto que tinha de criar uma faixa territorial para unir Angola e Moçambique, como estava estipulado no mapa cor-de-rosa e também a cedência por parte de D. Carlos e do governo aos interesses dos ingleses que originou uma onda de contestação contra esta cedência.</li><li>A 31 de janeiro de 1891, os republicanos levaram a cabo uma revolta no Porto, com o objetivo de instaurar a República, mas que fracassou.</li><li>João Franco restringiu a liberdade de imprensa, dissolveu as Cortes e com o consentimento do rei governou em ditadura até 1908.</li><li>A oposição a esta ditadura fez com que os republicanos lançassem uma conspiração contra João Franco e o rei que deu origem a um atentado à família real, na qual morreu D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís.</li><li>D. Manuel II sobe ao trono e permitiu a ascensão do Partido Republicano.</li><li>A revolta contra a monarquia estava assim em marcha.</li></ul><div><br><strong>Ultimato de Inglaterra a Portugal,1890</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 21:10:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (A Solução Republicana e Parlamentar- A Primeira República)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599649576</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>No dia 5 de outubro de 1910, a monarquia foi abaixo e implementou-se a República Portuguesa.</li><li>A afirmação do Partido Republicano no poder levou à formação de um Governo Provisório, chefiado por Teófilo e Braga.</li><li>O Governo Provisório começou a pôr em prática as medidas do programa Republicano, para as eleições da Assembleia Nacional Constituinte para elaborar uma nova Constituição.</li><li>Era necessário abolir os símbolos do regime monárquico, portanto foram dissolvidos todos os partidos monárquicos e houve a alteração dos símbolos da identidade nacional.</li><li>O novo regime republicano, através do Governo Provisório implementou um conjunto de medidas, com vista a concretizar alguns princípios defendidos pelo Partido Republicano.</li></ul><div>- <strong>em matéria religiosa: </strong>promoveu a laicização do Estado; promulgou a Lei da Separação do Estado da Igreja; e criou a lei do divórcio e a Lei do Registo Civil.<br>-<strong> em matéria social:</strong> foi estabelecido um dia de descanso semanal, o domingo; regulamentou o horário de trabalho; direito à greve foi decretado.<br>- <strong>em matéria de educação: </strong>ensino laico e descentralizado; o ensino primário tornou-se obrigatório e gratuito para as crianças dos 7 aos 10 anos; a nível do ensino superior foram criadas novas universidades.<br>- <strong>a nível da saúde e da assistência pública: </strong>criou a Direção-Geral de Saúde; aprovou legislação no âmbito da saúde e assistência pública; e a criação de dispensários materno-infantis.<br><strong><br><br>Implantação da República Portuguesa, 5 de outubro de 1910</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 21:28:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente (A Constituição de 1911)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599679253</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>As eleições para a Assembleia Constituinte realizaram-se a 28 de maio de 1911.</li><li>Após a aprovação da Constituição a 21 de agosto de 1911, foi eleito pela Assembleia Nacional Constituinte o primeiro Presidente da República, Dr. Manuel de Arriaga, por sufrágio secreto.</li><li>A Constituição de 1911 estava assente na divisão de três poderes políticos:</li></ul><div>- <strong>o poder legislativo</strong>, que cabia ao Congresso da República, formado pela Câmara de Deputados e pelo Senado, cujos membros eram eleitos por sufrágio direto;<br>- <strong>o poder executivo</strong>, que era exercido pelo Presidente da República e pelos ministros, num mandato de quatro anos;<br>- <strong>o poder judicial</strong>, que cabia aos juízes.<br>A Constituição de 1911 deu mais importância ao poder legislativo do que ao executivo, o que acabou por levar a crises governamentais.</div><ul><li>O princípio da igualdade foi consagrado tal como a liberdade religiosa e a laicização do Estado. Garantiu-se os direitos e a liberdades fundamentais do indivíduo.</li><li>Houve uma divisão do seio republicano, visto que&nbsp; havia uma ala mais radical e revolucionária, liderada por Afonso da Costa e uma ala mais moderada, dirigida por José de Almeida e Brito Camacho.</li><li>O Partido Republicano dividiu-se com o surgimento de novos partidos, como o Partido Democrático liderado por Afonso da Costa, o Partido Evolucionista no qual estava à frente José e Almeida e por fim o Partido Unionista de Brito Camacho.</li><li>A instabilidade política e todas as ameaças de golpes monárquicos e militares durante os primeiros anos acabaram por fragilizar a Primeira República Portuguesa.</li></ul><div><br><strong>Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue, primeiro Presidente da República Portuguesa, 21 de agosto de 1911</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 21:52:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (A Confiança no Progresso Científico)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599702245</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O final do século XIX foi o culminar de um conjunto de progressos científicos sobretudo na ciência como uma nova noção do mundo, do Homem e do universo.</li><li>Foi então, o século em que se afirmou o cientismo, ou seja, a crença na ciência como chave do progresso e da felicidade, na medida em que considera os benefícios da humanidade como consequência da ciência.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 22:12:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (Avanço das Ciências Exatas e Emergência das Ciência Sociais)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599718979</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Desde meados de Oitocentos as ciências exatas como a Matemática, a Química e a Física, adquiriram maior destaque no panorama intelectual.</li><li><strong>No domínio da Química</strong>, assistiu-se à descoberta de novos elementos químicos e foi também possível a produção de novas substâncias químicas e, em 1869, Dimitri Ivanovich Mendeleiev ciou a primeira tabela periódica.</li><li><strong>No domínio das Ciências da Vida</strong>, afirmaram-se novos ramos do saber como a citologia, a fisiologia, a medicina experimental, a microbiologia, a genética e a ecologia.&nbsp; Charles Darwin publicou<em> A Origem das Espécies</em>, onde defendeu que os seres vivos evoluíram através de um processo gradual de seleção natural.</li><li>A filosofia positivista assentava na crença otimista do progresso, em que a investigação científica contribuía para o progresso do Homem e das sociedades.</li><li>Outras ciências que se afirmaram foram a Psicologia e a Arqueologia.</li></ul><div><br><strong>Charles Darwin, escritor da obra</strong><strong><em> A Origem das Espécies</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 22:27:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (A Progressiva Generalização do Ensino Público)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1599734815</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A afirmação da democracia liberal e o desenvolvimento das sociedades industrializadas, no decorrer do século XIX, exigiu o alargamento do ensino público.</li><li>Este processo teve alguma resistência por parte da alta burguesia que nem sempre viu com bons olhos o desenvolvimento cultural das classes trabalhadoras.</li><li>Daí que, os sindicatos, na segunda metade do século XIX, tenham defendido a instrução dos operários.</li><li>A escolaridade alargada permitiu obter uma homogeneidade cultural que interessava aos liberais, pois possibilitava integrar política e socialmente as classes populares.</li><li>A escola tornou-se laica veiculando valores seculares, liberais e democráticos.</li><li>Coube ao Estado um papel importante no alargamento da educação, na construção de escolas e na formação de professores.</li><li>A valorização cultural do indivíduo representou uma forma de integração social e permitiu o esclarecimento público.</li><li>O papel desempenhado pelo Estado na formação do indivíduo foi determinante para a construção de escolas, a formação de professores e contribuiu também para o desenvolvimento dos próprios Estados.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 22:42:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (O Interesse pela Realidade Social na Literatura e nas Artes)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601587698</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>As mudanças ocorridas em Oitocentos levaram o Homem a repensar em formas de expressão artística anteriores.</li><li>Consolidou-se o<strong> Realismo</strong>, que designa o movimento literário e artístico do século XIX que captava de modo objetivo e rigoroso a realidade, opondo-se à emoção e à subjetividade do romantismo, rejeitando qualquer forma de artificialidade.</li><li>O Realismo fez um registo fiel da vida e da sociedade contemporâneas.</li><li>Na pintura, o Realismo operou uma profunda transformação face ao Neoclassicismo e ao Romantismo.</li><li>Gustave Coubert foi considerado o percussor do Realismo com a obra <em>Os Britadores de Pedra.</em><ul><li>A representação que Coubert fez da realidade baseava-se na experiência e não em algo que desconhecia.</li><li>Na música, a ópera italiana adotou a versão do Realismo/Naturalismo através do <em>verismo, </em>que significa verdade.</li></ul></li></ul><div><br><strong>Gustave Coubert, </strong><strong><em>Autorretrato</em></strong><strong>, 1844-1845</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 17:23:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (As Novas Correntes Estéticas na Viragem do Século)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601641545</link>
         <description><![CDATA[<div>A dimensão do Homem e do artista ganhou uma nova amplitude que levou à necessidade de refletir sobre o mundo.<br>No final do século XIX, afirmaram-se novas correntes artísticas como o <strong>Impressionismo</strong>, o <strong>Simbolismo</strong> e a <strong>Arte Nova</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 17:48:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (Impressionismo)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601663259</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O Impressionismo estudava os diferentes efeitos de luz produzidos pela natureza, transpondo-os para a tela, combinando cores justapostas que não se misturam entre si, mas apenas através do olhar do observador.</li><li>Esta arte do século XIX que se opõe&nbsp; ao Realismo, que se baseia na preocupação em captar os efeitos da atmosfera e da luz.</li><li><strong>A pintura</strong>, exigia uma técnica rápida, com pinceladas curtas, a temática privilegia as cenas do mundo urbano e burguês e ao pintar ao ar livre, o artista viva e experimentava essa mesma "impressão" de forma única.</li><li>De entre os pintores impressionistas, os que se destacaram foram Pierre-<strong>Auguste Renoir,</strong> que pintou cenas ao ar livre e a burguesia nos seus momentos de lazer e<strong> Edgar Egas</strong>, que se distinguiu dos seus pares pelos temas representados, como as aulas de dança, mas também pelas perspetivas em diagonal que aprecem fugir do quadro.</li><li><strong>Na música</strong>, tal como na pintura, as harmonias e as sonoridades são revestidas de um forte colorido que evocavam estados de espírito e "impressões"</li><li><strong>Na escultura, </strong>foi trazida por Auguste Rodin a modernidade e imprimiu às suas obras uma tensão plástica, com os seus efeitos de regularidade.</li></ul><div><strong><br>Pierre-Auguste Renoir, </strong><strong><em>As Duas Irmãs na Varanda</em></strong><strong>, 1881</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 17:59:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (Simbolismo)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601725512</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O Simbolismo foi um movimento artístico que surgiu em França cerca de 1886 e que se manifestou na literatura e na arte.</li><li>Este foi um movimento literário e artístico o final do século XIX, que centra a sua atenção na interioridade da obra, nos seus signos e na subjetividade.</li><li>Ao contrário do movimento do Realismo/Naturalismo e do Impressionismo, o Simbolismo procurou dotar a arte de um sentido espiritual, ideal e simbólico.&nbsp;</li><li><strong>Na literatura</strong>, surgiram autores como Stépahne Mallarmé; Paul Verlaine e Arthur Rimbaud, com a sua poesia.</li><li><strong>Na pintura</strong>, destacaram-se Gustave Moreau, Odilon Redon e Pierre Puvis de Chavannes, cujas obras procuraram a interioridade e uma reflexão acerca da profundidade do ser e do que está para além da vista humana.</li></ul><div><br><strong>Gustave Moreau, </strong><strong><em>A Aparição, </em></strong><strong>c.1875</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 18:35:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (Arte Nova)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601749834</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A Arte Nova caraterizou-se pelas suas formas sinuosas, leves e elegantes, onde o ornamento adquiriu um lugar fundamental.</li><li>Arte Nova é a forma de expressão artística que assume particular destaque na arquitetura, na decoração e nas artes plásticas no final do século XIX.</li><li><strong>Na arquitetura</strong>, o ferro e o vidro contorceram-se para conferir beleza à cidade e ao mundo industrial. Dois materiais que combinavam entre si para dar leveza e dinamismo às construções, destacando-se, em França, Hector Guimard.</li><li><strong>Nas artes decorativas</strong>, a Arte Nova emprestou beleza aos objetos do quotidiano, enriquecendo-os com formas sumptuosas, sendo o francês Émille Gallé um dos mais marcantes.</li><li><strong>Nas artes gráficas,</strong> destacaram-se Aubrey Beardsley, ilustrador inglês, o checo Alphons Maria Mucha e o francês Henri de Toulouse-Lautrec.</li><li><strong>Na pintura,</strong> o austríaco Gustv Klimt combinou a riqueza de cores com os fundos dourados.</li></ul><div><br><strong>Hector Guimard, </strong><strong><em>Estação Porte Dauphine</em></strong><strong>, Paris, 1900</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 18:49:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (As Ruturas da Pintura na Viragem do Século)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601777309</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>No final do século XIX, surgiram três pintores que levaram ainda mais longe a rutura da arte académica e que transformaram por completo a arte, esses que foram <strong>Paul Cézanne</strong>, <strong>Vincent van Gogh</strong> e<strong> Paul Gauguin</strong>.</li><li><strong>Paul Cézanne</strong> inovou a pintura concebendo um novo tratamento das cores, das formas e do espaço. Encontrou formas que o inspiravam: a esfera, o cilindro e o cone, que no seu entender, estes três elementos permitiam representar a essência da realidade e conceber as figuras de acordo com diferentes prismas.&nbsp;</li><li><strong>Vincent van Gogh </strong>conferiu à pintura um dinamismo que se revelou através do ondulado da pincelada. Na sua paleta de cores encontravam-se cores mais vibrantes e ao contrário de Cézanne, a pintura de Van Gogh centrava-se na emoção e na rapidez, fazendo surgir nas suas telas sentimentos e estados de espírito.</li><li><strong>Paul Gauguin </strong>empreendeu uma rutura nas artes plásticas. O sentido do primitivo e o afastamento da civilização europeia, levaram-no a procurar o mito do bom selvagem, experimentando novas formas de entender a vida.</li></ul><div><strong><br>Paul Cézanne,</strong><strong><em> Natureza Morta</em></strong><strong>, 1877-1879</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 19:08:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (Portugal: O Dinamismo Cultural do Último Terço do Século)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601822185</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O desejo de viver a modernidade europeia foi comungada por um grupo de jovens estudantes de Coimbra da década de 1870.</li><li>O objetivo era aproximar Portugal da modernidade europeia, não só através uma um utilização estética e filosófica, mas também pelo despertar de novas formas literárias.</li><li>A oposição entre os "novos" intelectuais e aqueles que se encontravam estabelecidos no panorama literário português ficou conhecida como a<em> Questão Coimbrã.</em></li><li>A<em> Questão Coimbrã ve</em>io marcar o início de um novo período da cultura portuguesa, contribuindo para o fim do modelo romântico que há muito se arrastava.</li><li>Em 1866, Eça de Queirós, Antero Quental, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro e Jaime Batalha formaram o grupo "cenáculo".</li><li>Este grupo foi dominado "Geração de 70" e revelava um espírito racionalista, antimonárquico, anticlerical, positivista e defensor do cientismo.</li><li>Mais tarde este grupo viu as suas aspirações goradas, sendo que um certo tom de desilusão e de frustração, fez com que oliveira Martins os denominasse de "<em>Os Vencidos da Vida".</em></li></ul><div><br><strong>Eça de Queirós</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 19:38:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (A Pintura: do tardo-romantismo à preparação da modernidade)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601867282</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A pintura assumiu três momentos que evocavam escolas e correntes artísticas distintas: o tardo-romantismo, o realismo/ naturalismo e o simbolismo.</li><li>Numa primeira fase, o tardo-romantismo na pintura de Francisco Metrass, na qual pintavam cenas rurais pitorescas que desvendavam a ruralidade de um povo simples.</li><li>Em simultâneo com o tardo-romantismo, surgiram os primeiros elementos que caracterizaram a segunda fase: o realismo/naturalismo.</li><li>O Realismo/Naturalismo em Portugal centrou-se na pintura de exterior que fixava na tela o retrato de um povo, afastado dos avanços da industrialização de muitos dos países europeus.</li></ul><div><strong><br>D. Carlos, </strong><strong><em>Farol da Guia</em></strong><strong>, 1900</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 20:12:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (A Escultura)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601876035</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A partir da segunda metade do século XIX, assistiu-se ao desenvolvimento da escultura pública que dedicou de se restringir aos chefes políticos e passou a retratar os heróis da cultura nacional.</li><li>Obra ímpar desta época foi<em> O Desterrado</em>, em 1872, de Soares dos Reis, que de ponto de vista formal, evoca elementos classicizantes articulados num realismo que conferem a expressão máxima da figura.</li></ul><div><strong><br>Soares dos Reis, </strong><strong><em>O Desterrado</em></strong><strong>, 1872</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 20:19:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (Arquitetura)</title>
         <author>Diogo10</author>
         <link>https://padlet.com/diogo10/vr325vora1eqacrg/wish/1601882101</link>
         <description><![CDATA[<div>O final do século XIX conheceu um conjunto de inovações arquitetónicas que resultaram das novas técnicas de engenharia, bem como a arte do ferro.<br>Destacaram-se como arquitetos deste período José Luís Monteiro e José Luís Parente.<br><strong><br>José Luís Monteiro, </strong><strong><em>Hotel Avenida Palace</em></strong><strong>, 1890-1892</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 20:24:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Caminhos da Cultura (Música)</title>
         <author>Diogo10</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A inauguração do Conservatório de Lisboa e o desenvolvimento do ensino particular contribuíram para a formação de um gosto musical.</li><li>De entre os compositores desta época salientam-se Francisco Norberto dos Santos Pinto e Vianna da Motta.</li></ul><div><br><strong>Conservatório de Lisboa</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 20:27:58 UTC</pubDate>
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