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      <title>Paulão e Pauletes- Evolução das plantas  by Paulão e as Pauletes</title>
      <link>https://padlet.com/Pauletes/vqx3dmdputax</link>
      <description>Integrantes: Ana Beatriz N° 02/ Barbara Dias N° 05/ Cecília Aguilar N° 09/ Paulo Henrique N° 32/ Suzana N° 33     3° G
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-08-12 12:05:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alineglavina</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-08-13 15:49:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alineglavina</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá Amores. O vídeo ficou bom, com avaliação em 3 estrelas. Não esqueçam que não podemos fazer propagandas partidárias dentro deste material. Vamos ser éticos. # escola apartidária porém não despolitizada. Bjs.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-13 15:54:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste trabalho, serão abordados conteúdos sobre <strong><em><mark>Botânica, especificamente sobre a evolução das plantas .<br></mark></em></strong>Dentre este tema seram discutidos os seguintes tópicos:<br>-Briófitas <br>-Pteridófitas <br>-Gimniospermas <br>-Angiosperma<br>-Musgos<br>Junto destes assuntos abordados, serão explicados as fases N e 2N, grupos principais e seu ciclo reprodutivo.<br><br><strong><em>VOCÊ CONHECE AS PLANTAS?<br></em></strong>Você sabia que as plantas vieram da água igual o ser humano? <br>Um fato curioso também é que as plantas têm relações sexuais assexuadas, porém, sua grande maioria realiza relações sexuais sexuadas com a troca de matéria genética.<br>Com a troca sexuada ocorre troca de material genético, e elas utilizam da polinização. Quanto mais colorida a flor mais chance no sucesso da polinização<br>Já na relação assexuada, não há troca de material genético.  <br><strong><em>CURIOSIDADES <br></em></strong>- A vitória régia é a planta aquática que aguenta mais peso, ela pode aguentar em média 40Kg.<br>- A planta mais venenosa do mundo é a <em>OLEANDRO (</em>Nerium oleandro), embora tenha uma aparência belíssima, ingerir uma simples folha desta planta, pode ocasionar a morte de uma pessoa já na fase adulta  <br>- A planta mais rara do mundo é a <em>WELWÍTSCHIA, </em>ela só pode ser encontrada no extremo deserto de Nambibe.<br>- A flor mais fedorenta do mundo também é uma das maiores. A rafflesia arnoldii possuí um desagradável cheiro de carne podre. Com diâmetro de até 90 cm.<br><br>Essas informações entre outra, poderá ver aqui na próxima mensagem <strong><em><br></em></strong><br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-19 12:01:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alineglavina</author>
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         <description><![CDATA[<div>Introdução 4 estrelas. Só tome cuidado: planta não faz relação sexual. Vcs abordam este tema apenas como reprodução sexuada e assexuada 😘😘</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-19 17:28:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
         <link>https://padlet.com/Pauletes/vqx3dmdputax/wish/379011477</link>
         <description><![CDATA[<div> As plantas são seres pluricelulares e eucariontes, levando isso em conta elas são semelhantes aos animais e a muitos tipos de fungos,  entretanto, têm uma característica que as distingue desses seres, Elas são autotróficas, seres autotróficos (aqueles que produzem o próprio alimento pelo processo da fotossíntese). Utilizando a luz, ou seja, a energia luminosa, as plantas produzem a glicose, matéria orgânica formada a partir da água e do gás carbônico que obtêm do alimento, e liberam o gás oxigênio. <br><br>As plantas, juntamente com outros seres fotossintetizantes (seres vivos que utilizam da fotossíntese para a sobrevivência), são produtoras de matéria orgânica que nutre a maioria dos seres vivos da Terra, atuando na base das cadeias alimentares. Ao fornecer o gás oxigênio ao ambiente, as plantas também contribuem para a manutenção da vida dos seres que, assim como elas próprias, utilizam esse gás na respiração. As plantas conquistaram quase todos os ambientes da superfície da Terra <br><br>Segundo a hipótese mais aceita, elas evoluíram a partir de ancestrais protistas. Provavelmente, esses ancestrais seriam tipos de algas pertencentes ao grupo dos protistas que se desenvolveram na água. Foram observadas semelhanças entre alguns tipos de clorofila que existem tanto nas algas verdes como nas plantas, foi observado também, uma semelhança entre as algas verdes aquáticas, tendo isso em mente, se supõe que são ancestrais diretas das plantas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 23:37:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Briófitas<br><br>Briófitas são plantas pequenas, geralmente<br>com poucos centímetros de altura,<br>que vivem preferencialmente em locais<br>úmidos e sombreados.<br>O corpo do musgo é formado basicamente<br>de três partes ou estruturas:<br><br>rizoides- filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais<br>disponíveis neste ambiente;<br><br>cauloide- pequena haste de onde partem os filoides;<br><br>filoides- estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese.<br><br>Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a<br>mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por<br>exemplo, vasos condutores especializados<br>no transporte de nutrientes, como a água.<br>Na organização das raízes, caules e folhas<br>verdadeiras verifica-se a presença de vasos<br>condutores de nutrientes.<br><br>Devido a ausência de vasos condutores de<br>nutrientes, a água absorvida do ambiente e<br>é transportada nas plantas de célula<br>para célula, ao longo do corpo do vegetal<br>Esse tipo de transporte é relativamente lento<br>e limita o desenvolvimento de plantas de<br>grande porte. Assim, as briófitas são sempre<br>pequenas, baixas.<br><br>Musgos e hepáticas são os principais<br>representantes das briófitas. O nome<br>hepáticas vem do grego hepathos, que<br>significa fígado; essas plantas são assim<br>chamadas porque o corpo delas lembra a<br>forma de um fígado.<br>Os musgos são plantas eretas; as hepáticas<br>crescem "deitadas" no solo. Algumas<br>briófitas vivem em água doce, mas não se<br>conhece nenhuma espécie marinha.<br><br>Reprodução das briófitas<br><br>Os musgos verdes que vemos num solo<br>úmido são plantas sexuadas, que representam a fase chamada<br>gametófito, isto é, a fase produtora de<br>gametas.<br>Nas briófitas, os gametófitos em geral, têm sexos separados. Em certas épocas, os<br>gametófitos produzem uma pequena<br>estrutura, geralmente na região apical onde<br>terminam os filoides. Ali os gametas são<br>produzidos. Os gametófitos masculinos<br>produzem gametas móveis, com flagelos: os<br>anterozoides. Já os gametófitos femininos<br>produzem gametas imóveis, chamados<br>oosferas. Uma vez produzidos na planta<br>masculina, os anterozoides podem ser<br>levados até uma planta feminina com<br>pingos de água da chuva que caem e<br>respingam.<br>Na planta feminina, os anterozoides nadam<br>em direção à oosfera, da união entre um<br>anterozoide e uma oosfera surge o zigoto,<br>que se desenvolve e forma um embrião<br>sobre a planta feminina. Em seguida, o<br>embrião se desenvolve e origina uma fase<br>assexuada chamada esporófito, isto é, a<br>fase produtora de esporos.<br>No esporófito possui uma haste e uma<br>cápsula. No interior da cápsula formam-se<br>os esporos. Quando maduros, os esporos<br>são liberados e podem germinar no solo<br>úmido. Cada esporo, então, pode se<br>desenvolver e originar um novo musgo verde<br>a fase sexuada chamada gametófito.<br>Como você pode perceber, as briófitas<br>dependem da água para a reprodução, pois<br>os anterozoides precisam dela para se<br>deslocar e alcançar a oosfera<br>O musgo verde, clorofilado, constitui, como<br>vimos, a fase denominada gametófito,<br>considerada duradoura porque o musgo se<br>mantém vivo após a produção de gametas.<br>Já a fase denominada esporófito não tem<br>clorofila; ela é nutrida pela planta feminina<br>sobre a qual cresce. O esporófito é<br>considerado uma fase passageira porque<br>morre logo após produzir esporos.<br><br>Referências: site "Só Biologia" e livro didático do 3° ano do ensino médio</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 01:00:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
         <link>https://padlet.com/Pauletes/vqx3dmdputax/wish/379023262</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>BRIÓFITAS; </em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 01:08:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
         <link>https://padlet.com/Pauletes/vqx3dmdputax/wish/379023590</link>
         <description><![CDATA[<div>Os musgos<br><br>Os musgos são as primeiras plantas a surgirem no processo de sucessão ecológica e são responsáveis por preparar o solo para o desenvolvimento de outros vegetais. São plantas pequenas e sem sementes que crescem em locais úmidos e com sombra. Possuem mais de 10 mil espécies e tipos de musgos no mundo inteiro. São pertencentes ao grupo das briófitas. Sua estrutura é composta por três partes: Rizóide, cauloide e filóide.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 01:10:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
         <link>https://padlet.com/Pauletes/vqx3dmdputax/wish/379023961</link>
         <description><![CDATA[<div>Classificação dos musgos:<br><br>Os musgos são divididos em três classes:<br>Andreaeidae (musgo-de-granito), Sphagnidae (musgos-de-turfeira) e Bryidae (chamados de "musgos verdadeiros") <br><br><br>Andreaeidae ( musgo-de-granito): São presentes em regiões montanhosas ou árticas, normalmente sob rochas graníticas. <br><br>Sphagnidae (musgos-de-turfeira): Dominam grandes áreas, cerca de 1% da superfície terrestre. É uma das plantas mais abundantes do mundo e possuem grande quantidade de carbono.<br><br>Bryidae ("musgos verdadeiros"): Estão inseridas em grande maioria das espécies. Em algumas estão inseridas um cordão de células condutoras que são parecidas com tecidos condutores encontrados em fosseis de plantas vasculares. <br><br>Referência bibliográfica:<br>2. Biologia (Ensino Médio) - Capítulo 6: Evolução e classificação das plantas<br>Disponível em: &lt;https://www.todamateria.com.br/musgos/&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 01:13:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
         <link>https://padlet.com/Pauletes/vqx3dmdputax/wish/379024081</link>
         <description><![CDATA[<div>Ciclo de vida dos Musgos<br><br>Os musgos se dividem em gametófitos masculinos e femininos. Os gametófitos são localizados na região apical da planta. A planta masculina possui o anterídio e a feminina o arquegônio. No anterídio se formam os anterozóides e no arquegônio se forma a oosfera. Em ambas, os gametas são gerados pela mitose e, como os gametófitos, são haplóides. A fecundação ocorre por meio da chuva. Quando as gotas caem no ápice do gametófito masculino, fazem com que os anterozóides sejam lançados para fora da planta, caindo na planta feminina, onde há água acumulada. Os anterozóides nadam até a oosfera,  atraídos pelo líquido que se forma no arquegônio. Quando entram em contato com a oosfera, ocorre a fecundação, gerando um zigoto diplóide (2n). O zigoto se desenvolve no arquegônio, na planta feminina. O zigoto desenvolve o esporófito (2n), que continua no ápice da planta  feminina. O zigoto depende do gametófito feminino para sua nutrição. Os esporos se formam pela meiose, dentro de uma cápsula, que é correspondente a um esporângio. Os esporos são, dessa forma, haplóides. Quando a capsula se abre, os esporos saem e ao caírem em um substrato, que seja adequado, germinam, dando origem ao gametófito. Ao crescer e amadurecer, o ciclo se reinicia. <br><br>Referência bibliográfica:<br><br>2. Biologia (Ensino Médio) - Capítulo 6: Evolução e classificação das plantas</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 01:13:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
         <link>https://padlet.com/Pauletes/vqx3dmdputax/wish/379026739</link>
         <description><![CDATA[<div>  Pteridófitas <br>As pteridófitas são plantas que não possuem sementes, e apresentam vasos condutores de seiva, chamados de xilema e floema. Essas estruturas de condução surgiram graças a lignina, que dá resistência aos elementos do xilema e as células do esclerênquima, e é por isso que as plantas pteridófitas possuem um porte maior em relação às briófitas.<br>Dentre várias espécies de pteridófitas, as mais conhecidas são as samambaias, avencas e cavalinhas. <br>Elas costumam ser terrestres, e vivem em ambientes úmidos, porém, existem espécies que conseguem habitar ambientes áridos e semiáridos, como desertos e caatingas. Nestes ambientes secos, elas se reproduzem somente em épocas de chuva ou quando há um aumento na umidade do ar.<br>O motivo pelo qual a grande maioria das pteridófitas preferem locais úmidos à secos, se refere à fecundação. Elas precisam de água para que a fecundação ocorra, pois os gametas masculinos precisam nadar até o gametófito feminino para fecundarem a oosfera (gameta feminino).<br><br>      Estrutura das Pteridófitas <br>As pteridófitas possuem raíz, caule e folha. Geralmente, o caule é subterrâneo e se desenvolvem na horizontal, porém em algumas espécies como o xaxim, o caule é aéreo. Cada folha dessas plantas dividem-se em várias partes menores, chamadas de folíolos.<br><br>                        Reprodução <br>As pteridófitas se reproduzem num ciclo que apresenta uma fase sexuada e outra assexuada. <br>No ciclo de reprodução da samambaia Polypodium vulgare, como exemplo:<br>É uma planta assexuada que produz esporos, e é por isso que ela representa a fase chamada "esporófito". Durante a época de reprodução, é possível identificar pequenos pontinhos pretos na superfície inferior de suas folhas, que são os chamados "soros", e em cada um deles são produzidos inúmeros esporos.<br>Quando os esporos estão maduros eles se abrem, e caem no solo úmido. Cada esporo pode germinar e formar um protalo, que é uma planta sexuada produtora de gametas, e representa a fase chamada de gametófito<br>O protalo das samambaias contém estruturas onde se formam anterozoides e oosferas. No interior do protalo existe água em quantidade suficiente para que o anterozoide se desloque em meio líquido e "nade" em direção à oosfera, fecundado-a. Surge então o zigoto, que se desenvolve e forma o embrião.<br>O embrião, por sua vez, se desenvolve e forma uma nova samambaia, isto é, um novo esporófito. Quando adulta, as samambaias formam soros, iniciando novo ciclo de reprodução. <br><br>                       Ciclo de Vida<br>O ciclo de vida das pteridófitas, assim como o de outros vegetais, apresenta uma fase haploide (n) e uma fase diploide (2n). A fase de esporófito é dominante e diploide, enquanto a fase de gametófito é haploide e de curta duração.<br><br>As pteridófitas podem apresentar dois tipos de ciclo de vida: a homosporia e a heterosporia. Nas pteridófitas homosporadas, é produzido um tipo de esporo que germina e dá origem a gametófitos bissexuados. Já nas pteridófitas heterosporadas, são produzidos esporos diferenciados (micrósporos e megásporos), os quais germinam e dão origem a gametófitos de sexos separados (microgametófitos e megagametófitos).<br><br><br>Na folha das samambaias (2n) existem soros, estruturas especializadas que aparecem como pequenos pontos pretos na superfície foliar. Nesses soros, os esporos (n) são produzidos por meiose. Após a liberação dos esporos, eles caem em um local propício e germinam, formando um gametófito bissexuado (n), verde e com formato semelhante a um coração. Além dessas características, é possível observar a presença de rizoides que garantem a permanência do gametófito no substrato.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 01:32:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
         <link>https://padlet.com/Pauletes/vqx3dmdputax/wish/379026924</link>
         <description><![CDATA[<div>Angiospermas<br><br>Atualmente são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas. Desse total, mais de 250 mil são angiospermas.<br><br>A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae ou Metaphyta.<br>Flores e frutos: aquisições evolutivas<br><br>As angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. Considerando essas estruturas, perceba que, em relação às gimnospermas, as angiospermas apresentam duas "novidades": as flores e os frutos.<br><br><br>As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odor agradável e produzem um líquido açucarado - o néctar - que serve de alimento para as abelhas e outros animais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar.<br><br>Coloridas e perfumadas ou não, é das flores que as angiospermas produzem sementes e frutos.<br>As partes da flor<br>Órgãos de suporte<br><br>Órgãos que sustentam a flor, tais como:<br><br>    pedúnculo – liga a flor ao resto do ramo.<br>    receptáculo – dilatação na zona terminal do pedúnculo, onde se inserem as restantes peças florais.<br><br>Órgãos de proteção<br><br>Órgãos que envolvem as peças reprodutoras propriamente ditas, protegendo-as e ajudando a atrair animais polinizadores. O conjunto dos órgãos de proteção designa-se perianto. Uma flor sem perianto diz-se nua.<br><br>    cálice – conjunto de sépalas, as peças florais mais parecidas com folhas, pois geralmente são verdes. A sua função é proteger a flor quando em botão. A flor sem sépalas diz-se assépala. Se todo o perianto apresentar o mesmo aspecto (tépalas), e for semelhante a sépalas diz-se sepaloide. Neste caso diz-se que o perianto é indiferenciado.<br>    corola – conjunto de pétalas, peças florais geralmente coloridas e perfumadas, com glândulas produtoras de néctar na sua base, para atrair animais. A flor sem pétalas diz-se apétala. Se todo o perianto for igual (tépalas), e for semelhante a pétalas diz-se petaloide. Também neste caso, o perianto se designa indiferenciado.<br><br>Órgãos de reprodução<br><br>Folhas férteis modificadas, localizadas mais ao centro da flor e designadas esporófilos. As folhas férteis masculinas formam o anel mais externo e as folhas férteis femininas o interno.<br><br>    androceu – parte masculina da flor, é o conjunto dos estames. Os estames são folhas modificadas, ou esporófilos, pois sustentam esporângios. São constituídas por um filete (corresponde ao pecíolo da folha) e pela antera (corresponde ao limbo da folha);<br>    gineceu – parte feminina da flor, é o conjunto de carpelos. Cada carpelo, ou esporófilo feminino, é constituído por uma zona alargada oca inferior designada ovário, local que contém óvulos. Após a fecundação, as paredes do ovário formam o fruto. O carpelo prolonga-se por uma zona estreita, o estilete, e termina numa zona alargada que recebe os grãos de pólen, designada estigma. Geralmente o estigma é mais alto que as anteras, de modo a dificultar a autopolinização.<br><br>Os frutos contêm e protegem as sementes e auxiliam na dispersão na natureza. Muitas vezes eles são coloridos, suculentos e atraem animais diversos, que os utiliza como alimento. As sementes engolidas pelos animais costumam atravessar o tubo digestivo intactas e são eliminadas no ambiente com as fezes, em geral em locais distantes da planta-mãe, pelo vento, por exemplo. Isso favorece a espécie na conquista de novos territórios<br><br>Os dois grandes grupos de angiospermas<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 01:33:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ciclo de vida das pteridófitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-09 12:42:54 UTC</pubDate>
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         <author>Pauletes</author>
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         <pubDate>2019-09-09 13:15:25 UTC</pubDate>
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         <author>Pauletes</author>
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         <pubDate>2019-09-09 13:15:34 UTC</pubDate>
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         <author>Pauletes</author>
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         <pubDate>2019-09-09 13:15:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
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         <description><![CDATA[<div>*Gimnospermas*<br><br>As gimnospermas (do grego Gymnos: 'nu'; e sperma: 'semente') são plantas terrestres que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nesse grupo incluem-se plantas como pinheiros, as sequoias e os ciprestes.<br><br>As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequoias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como cones - o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas.<br>Há produção de sementes: elas se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas sementes são "nuas", ou seja, não ficam encerradas em frutos.<br><br>*Reprodução das gimnospermas*<br><br>Vamos usar o pinheiro-do-paraná (Araucária angustifólia) como modelo para explicar a reprodução das gimnospermas. Nessa planta os sexos são separados: a que possui estróbilos masculinos não possuem estróbilos femininos e vice-versa. Em outras gimnospermas, os dois tipos de estróbilos podem ocorrer numa mesma planta.<br><br>O estróbilo masculino produz pequenos esporos chamados grãos de pólen. O estróbilo feminino produz estruturas denominadas óvulos. No interior de um óvulo maduro surge um grande esporo.<br><br>Quando um estróbilo masculino se abre e libera grande quantidade de grãos de pólen, esses grãos se espalham no ambiente e podem ser levados pelo vento até o estróbilo feminino. Então, um grão de pólen pode formar uma espécie de tubo, o tubo polínico, onde se origina o núcleo espermático, que é o gameta masculino. O tubo polínico cresce até alcançar o óvulo, no qual introduz o núcleo espermático.<br><br>No interior do óvulo, o grande esporo que ele abriga se desenvolve e forma uma estrutura que guarda a oosfera, o gameta feminino. Uma vez no interior do óvulo, o núcleo espermático fecunda a oosfera, formando o zigoto.<br>Este, por sua vez, se desenvolve, originando um embrião. À medida que o embrião se forma, o óvulo se transforma em semente, estrutura que contém e protege o embrião<br>Nos pinheiros, as sementes são chamadas pinhões. Uma vez formados os pinhões, o cone feminino passa a ser chamado pinha. Se espalhadas na natureza por algum agente disseminador, as sementes podem germinar. Ao germinar, cada semente origina uma nova planta.<br><br>A semente pode ser entendida como uma espécie de "fortaleza biológica", que abriga e protege o embrião contra desidratação, calor, frio e ação de certos parasitas. Além disso, as sementes armazenam reservas nutritivas, que alimentam o embrião e garantem o seu desenvolvimento até que as primeiras folhas sejam formadas. A partir daí, a nova planta fabrica seu próprio alimento pela fotossíntese.<br><br>*Flores e frutos: aquisições evolutivas*<br><br>As angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. Considerando essas estruturas, perceba que, em relação às gimnospermas, as angiospermas apresentam duas "novidades": as flores e os frutos.<br>As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odor agradável e produzem um líquido açucarado - o néctar - que serve de alimento para as abelhas e outros animais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar.<br><br>Coloridas e perfumadas ou não, é das flores que as angiospermas produzem sementes e frutos.<br><br>*As partes da flor* <br><br>Orgãos de suporte que sustentam a flor, tais como:<br>pedúnculo – liga a flor ao resto do ramo.<br>receptáculo – dilatação na zona terminal do pedúnculo, onde se inserem as restantes peças florais.<br>Órgãos de proteção:<br>órgãos que envolvem as peças reprodutoras propriamente ditas, protegendo-as e ajudando a atrair animais polinizadores. O conjunto dos órgãos de proteção designa-se perianto. Uma flor sem perianto diz-se nua.<br><br>cálice – conjunto de sépalas, as peças florais mais parecidas com folhas, pois geralmente são verdes. A sua função é proteger a flor quando em botão. A flor sem sépalas diz-se assépala. Se todo o perianto apresentar o mesmo aspecto (tépalas), e for semelhante a sépalas diz-se sepaloide. Neste caso diz-se que o perianto é indiferenciado.<br>corola – conjunto de pétalas, peças florais geralmente coloridas e perfumadas, com glândulas produtoras de néctar na sua base, para atrair animais. A flor sem pétalas diz-se apétala. Se todo o perianto for igual (tépalas), e for semelhante a pétalas diz-se petaloide. Também neste caso, o perianto se designa indiferenciado.<br><br>*Órgãos de reprodução*<br><br>Folhas férteis modificadas, localizadas mais ao centro da flor e designadas esporófilos. As folhas férteis masculinas formam o anel mais externo e as folhas férteis femininas o interno.<br><br>Androceu – parte masculina da flor, é o conjunto dos estames. Os estames são folhas modificadas, ou esporófilos, pois sustentam esporângios. São constituídas por um filete (corresponde ao pecíolo da folha) e pela antera (corresponde ao limbo da folha);<br>gineceu – parte feminina da flor, é o conjunto de carpelos. Cada carpelo, ou esporófilo feminino, é constituído por uma zona alargada oca inferior designada ovário, local que contém óvulos. Após a fecundação, as paredes do ovário formam o fruto. O carpelo prolonga-se por uma zona estreita, o estilete, e termina numa zona alargada que recebe os grãos de pólen, designada estigma. Geralmente o estigma é mais alto que as anteras, de modo a dificultar a autopolinização.<br>Os frutos contêm e protegem as sementes e auxiliam na dispersão na natureza. Muitas vezes eles são coloridos, suculentos e atraem animais diversos, que os utiliza como alimento. As sementes engolidas pelos animais costumam atravessar o tubo digestivo intactas e são eliminadas no ambiente com as fezes, em geral em locais distantes da planta-mãe, pelo vento, por exemplo. Isso favorece a espécie na conquista de novos territórios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-09 21:06:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Pauletes</author>
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         <description><![CDATA[<div>*Conclusão*<br>No que se refere a origem das plantas pode-se concluir que elas são extremamente relevantes a vida na terra. Elas são a base da cadeia alimentar, servindo de alimento para os animais, além de produzirem oxigênio, por serem fotossintetizantes. As plantas são classificadas em quatro grupos: Briófitas, Pteridófitas, Angiospermas, e Gimnospermas. <br>O Que diferencia os grupos de plantas é a presença do sistema vascular ou não e o ciclo de vida reprodutivo. As briófitas, por exemplo, não possuem esse sistema e foi a partir das pteridófitas que os grupos de plantas desenvolveram os vasos condutores de seiva. Já no ciclo reprodutivo, existem as plantas que precisam de água, e aquelas que se tornaram independentes, foi a partir das angiospermas que elas se tornaram independentes.  Os grupos que precisam de água para reprodução são as briófitas e pteridófitas, já as que possuem independência de água nesse quesito, são as angiospermas e gimnospermas. Além desses pontos, suas estruturas são diferentes e os ciclos de vida.<br>Em síntese, as plantas existentes são pertencentes aos grupos citados acima. Apesar das diferenças entre os mesmos, suas semelhanças é que todas elas seguiram uma linha de evolução por um longo tempo e devido a isso, hoje, o planeta possui uma extensa variedade de plantas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-22 23:07:28 UTC</pubDate>
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