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      <title>LINHA DO TEMPO - VIVÊNCIAS by ROSSANA MADEIRA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-20 20:46:46 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-21 00:57:29 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Linha do Tempo - Vivências com Deficiência </title>
         <author>rossananutry</author>
         <link>https://padlet.com/rossananutry/vptlxkhqxclk6stk/wish/3227157344</link>
         <description><![CDATA[<p>■ Infância (6-8 anos): Conheci uma mulher surda e muda que trabalhava com minha mãe. Tinha curiosidade de compreendê-la, mas não sabia como me comunicar.</p><p><br/></p><p>■ Ensino Fundamental (10-12 anos): Percebi a ausência de alunos com deficiência na escola e questionei a falta de acessibilidade.</p><p><br/></p><p>■ Ensino Médio (15-16 anos): Assistimos a um vídeo sobre inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.</p><p>■ Fiz cursos de Libras por interesse na área.</p><p>■ Universidade: Participei de uma formação sobre educação inclusiva, entendendo melhor as barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência.</p><p><strong>Reflexão Sobre a  Linha do Tempo </strong></p><p><strong><em>A)  Em que momento ocorreu?</em></strong></p><p>Minha primeira experiência marcante aconteceu na infância, quando conheci uma mulher surda e muda que trabalhava com minha mãe. Durante a convivência, senti uma profunda vontade de compreender sua forma de se comunicar, mas percebia minha própria limitação, assim como a da sociedade ao meu redor.</p><p><strong><em>B) O que você guardou desta situação, considerando as questões estudadas?</em></strong></p><p>O sentimento principal que aflorou foi a curiosidade e, posteriormente, um leve incômodo ao perceber que eu não sabia como me comunicar com ela. Ao longo dos anos, esta situação ficou marcada como uma primeira noção de que nem todas as pessoas têm as mesmas oportunidades ou acessos, principalmente na comunicação e no ambiente escolar.</p><p><strong><em>C) Quais impactos destes sentimentos na minha trajetória pessoal e profissional?</em></strong></p><p> Essa vivência inicial e outras ao longo do meu percurso formaram a base para minha sensibilidade em relação à inclusão. Reconhecer as barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência, como as comunicacionais, me motivou a buscar mais conhecimento na universidade, onde explorei as práticas de acessibilidade, como o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Isso tem influenciado diretamente minha formação enquanto futuro educador, reforçando a importância de promover a inclusão e de criar um ambiente escolar acessível.</p><p><br/></p><p><strong>Fundamentação Teórica </strong></p><p>■ A experiência relatada conecta-se ao Modelo Social da Deficiência, que propõe que as barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência não estão na deficiência em si, mas nas limitações impostas pela sociedade (MELLO, 2016). No caso da mulher surda e muda, as barreiras comunicacionais ilustram como a ausência de recursos e de preparo social exclui essas pessoas. A BNCC reforça o papel do educador em promover a equidade e valorizar a diversidade, proporcionando ambientes acessíveis para todos.</p><p><br/></p><p>■ Ao refletir sobre minha formação, percebo como essas experiências moldaram meu compromisso com a Educação Inclusiva, que busca eliminar barreiras atitudinais, comunicacionais e físicas (BRASIL, 2008). Além disso, a convivência com essa mulher surda e muda exemplifica como a comunicação é central na interação humana, corroborando a importância de estratégias como a Libras para inclusão educacional e social.</p><p><br/></p><p><strong>Referências</strong> </p><p>■ BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, MEC/SEESP, 2008.</p><p>■ MELLO, A. G. Modelos de Deficiência: perspectivas para a educação inclusiva. Revista Brasileira de Educação, v. 21, n. 64, 2016.</p><p>■ BNCC – Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 2017.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 00:55:39 UTC</pubDate>
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