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      <title>ÉTICA 2 - Memórias em construção by Ana Pereira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-15 00:28:52 UTC</pubDate>
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         <title>Construindo Redes que Curam</title>
         <author>anabeatriz63</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, nós fomos convidados a participar de uma dinâmica interativa com o desafio de formar uma rede de conexões humana, de forma espontânea e colaborativa. A atividade iniciou-se sem instruções rígidas, permitindo  explorássemos livremente nossas formas de se conectar com os colegas. Ao longo do processo, foram realizadas pequenas avaliações internas entre os participantes dos grupos, em que cada integrante podia refletir e propor ajustes para que a rede se tornasse mais coesa, funcional e significativa.</p><p>Essas avaliações não tinham caráter competitivo, mas sim formativo, com foco no aprimoramento coletivo da rede. À medida que as conexões se fortaleciam e se reorganizavam, nós percebíamos a importância de ouvir, observar, adaptar e contribuir ativamente para o bem comum. O ambiente da sala foi se transformando em um espaço de escuta ativa, empatia e construção mútua.</p><p>Durante a discussão posterior, refletiu-se sobre como uma boa rede de conexões não é apenas uma estrutura física ou organizacional, mas envolve qualidade nos vínculos, comunicação efetiva, confiança e propósito compartilhado. Foram abordados conceitos como interdependência, inteligência coletiva e dinâmica de grupos, enfatizando como uma rede bem estruturada é capaz de enfrentar desafios complexos com mais resiliência e criatividade.</p><p>Ao transpor essa vivência para a prática médica, pensamos sobre a importância de construir e manter redes sólidas dentro do ambiente de saúde: entre profissionais, com os pacientes e com a comunidade. Em um contexto clínico, uma rede bem integrada pode representar <strong>d</strong>iagnósticos mais precisos, condutas mais seguras, prevenção mais eficaz e cuidado mais humano. A medicina contemporânea exige não apenas competência técnica, mas também capacidade de colaboração, respeito interdisciplinar e comunicação empática — pilares de uma rede funcional.</p><ol><li><p>Em um ambiente hospitalar, como a ausência de uma rede de conexões eficaz pode impactar diretamente na segurança e na qualidade do atendimento ao paciente?</p></li><li><p>Que habilidades interpessoais são fundamentais para que um futuro médico construa redes colaborativas saudáveis, e como elas podem ser desenvolvidas durante a formação acadêmica?</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 00:51:12 UTC</pubDate>
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         <title>Sinal estável</title>
         <author>anabeatriz63</author>
         <link>https://padlet.com/anabeatriz63/vpi3fkh4g7lauxf5/wish/3519373022</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira aula do segundo período foi marcada por uma circunstância singular: por motivos institucionais, ela precisou ocorrer de forma online, via plataforma digital. Curiosamente, essa necessidade coincidiu com o início de um dos principais temas do semestre — a teoria das redes — o que nos proporcionou uma oportunidade simbólica e altamente significativa de iniciar esse percurso reflexivo já <em>dentro</em> de uma rede: a rede de internet, uma das expressões mais concretas e cotidianas daquilo que viríamos a estudar.</p><p>Na abertura da aula, essa coincidência foi usada como ponto de partida para despertar a curiosidade dos alunos. Foi proposto que observassem e questionassem a própria estrutura que nos permitia estarmos juntos naquele momento, mesmo em espaços físicos distintos. A rede digital, formada por nós, conexões e fluxos de informação, serviu como metáfora viva e funcional para introduzir os elementos básicos da teoria das redes.</p><p>Exploramos os conceitos de nós (ou vértices), arestas (ou ligações), centralidade, resiliência, densidade e distribuição, refletindo como esses princípios se aplicam tanto às redes tecnológicas quanto às redes humanas, sociais e profissionais. Discutimos ainda como uma rede pode ser mais eficaz quando há conectividade significativa, fluxo eficiente e diversidade de interações.</p><p>Ao trazer esse conteúdo para o contexto da formação médica, destacamos a importância de compreender a saúde — e o cuidado — como algo que se organiza em rede: rede de atenção à saúde, rede de relações entre profissionais, rede de apoio ao paciente, rede de saberes compartilhados. Assim como a internet conecta dados para gerar conhecimento, a prática médica demanda conexões humanas e estruturais para gerar cuidado com qualidade.</p><p>Essa aula nos mostrou, desde o primeiro encontro do semestre, que estamos inseridos em redes o tempo todo, e que compreender essa lógica é essencial para atuar de maneira crítica, colaborativa e eficaz, tanto na formação acadêmica quanto no exercício profissional.</p><ol><li><p>De que forma a compreensão da teoria das redes pode transformar a maneira como enxergamos os sistemas de saúde e a atuação médica dentro deles?</p></li><li><p>Você considera que a sua formação pessoal e acadêmica tem se desenvolvido dentro de uma rede saudável e funcional? O que ainda pode ser ajustado para fortalecer essa estrutura?</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 01:20:52 UTC</pubDate>
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         <title>Entre o Dado e o Entendido</title>
         <author>anabeatriz63</author>
         <link>https://padlet.com/anabeatriz63/vpi3fkh4g7lauxf5/wish/3519431330</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, propusemos um mergulho nas camadas que compõem nossa maneira de compreender o mundo. A partir daí, desdobramos três noções fundamentais que estruturam nossa relação com a realidade:<strong> percepção, perspectiva e paradigma.</strong></p><p>Exploramos a percepção como nosso primeiro contato com o mundo externo - uma resposta direta aos estímulos captados pelos sentidos. No entanto, deixamos claro que essa experiência sensorial não é neutra: ela é filtrada e interpretada. É aí que entra a perspectiva, o “óculos” através do qual damos significado ao que percebemos, moldado por nossa história de vida, cultura, crenças e emoções.</p><p>Ampliando esse olhar, discutimos o conceito de paradigma como o pano de fundo coletivo que influencia e sustenta essas perspectivas individuais. Paradigmas são estruturas invisíveis que definem o que uma sociedade considera possível, certo, verdadeiro. São, portanto, poderosos filtros que atuam silenciosamente sobre como enxergamos o mundo - e também sobre o que escolhemos ignorar.</p><p>A aula mostrou que esses três níveis - percepção, perspectiva e paradigma - não são compartimentos isolados, mas sim partes de um mesmo processo: a construção da realidade. Entender essa estrutura nos ajuda a reconhecer limites e possibilidades do nosso olhar, favorecendo a empatia, o pensamento crítico e a prática médica consciente.</p><ol><li><p>Como a consciência dos paradigmas que moldam nossa formação pode nos tornar profissionais de saúde mais sensíveis e abertos ao novo?</p></li></ol><ol><li><p>Em que momentos da sua vida acadêmica você percebeu que sua perspectiva foi transformada por uma mudança de paradigma?</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 01:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>A REALIDADE EM MÚLTIPLOS OLHARES</title>
         <author>rayssafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anabeatriz63/vpi3fkh4g7lauxf5/wish/3519438974</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Ao iniciarmos a aula foi discutida a importância das diferentes perspectivas na forma como percebemos e interpretamos o mundo. A reflexão partiu da análise de uma imagem ambígua que pode ser vista tanto como uma jovem quanto como uma senhora. Cada pessoa enxerga algo diferente, dependendo do olhar, da experiência e do foco. Essa imagem foi utilizada como metáfora para mostrar que a realidade não é única ou absoluta, mas pode variar conforme o ponto de vista de quem observa. Esse exercício nos levou a refletir sobre como julgamentos, opiniões e interpretações são influenciados por fatores individuais, e como isso impacta a convivência, o diálogo e as decisões éticas. Compreender que cada um enxerga o mundo de uma maneira particular é fundamental para desenvolver empatia, respeito e escuta, valores essenciais para uma convivência ética em qualquer contexto social. Ao trazermos para a realidade médica, reconhecer que há mais de uma maneira válida de enxergar uma situação é essencial para o exercício de uma medicina ética e centrada no cuidado.</p><p><br></p><ol><li><p>Como as diferentes formas de ver uma mesma situação podem influenciar nossos julgamentos e decisões éticas no dia a dia?</p></li><li><p>De que maneira reconhecer e respeitar o ponto de vista do outro contribui para uma convivência mais ética e justa?</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 01:58:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Do Fragmento ao Todo: O Iluminar Sistêmico</title>
         <author>rayssafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anabeatriz63/vpi3fkh4g7lauxf5/wish/3519442646</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula foram assistidos fragmentos do filme <em>Ponto de Mutação</em>, que apresenta uma profunda reflexão sobre os paradigmas que moldam a sociedade contemporânea. Por meio de um diálogo entre três personagens: um político, um poeta e uma cientista. O filme aborda questões como a fragmentação do conhecimento, a crise ambiental e a necessidade de uma nova forma de pensar, mais holística e interconectada. Essa perspectiva, conhecida como pensamento sistêmico, propõe que os problemas éticos, sociais e ambientais não podem ser compreendidos isoladamente, mas sim dentro de um contexto maior de interdependência. Ao relacionar essas ideias com a prática médica, destaca-se a importância de enxergar o paciente de forma integral, considerando não apenas os aspectos biológicos da doença, mas também os fatores psicológicos, sociais e ambientais.&nbsp;</p><p><br></p><ol><li><p>Como o pensamento sistêmico pode influenciar a forma como o médico se relaciona com o paciente e o ambiente em que atua?</p></li><li><p>De que maneira a fragmentação do saber pode impactar negativamente o exercício ético da medicina?</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 02:00:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>União</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Montar o portfólio em dupla, com a nossa maior companhia durante o cotidiano da faculdade, nos deu a oportunidade de refletir sobre todos os aprendizados que tivemos até agora na disciplina e as diferentes maneiras que absorvemos isso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 11:39:04 UTC</pubDate>
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         <title>Bia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Ana Beatriz Pereira, tenho 19 anos e atualmente equilibro o segundo período de medicina com algumas muitas ocupações. Tenho como passatempos preferidos a leitura, de vários gêneros, e escutar música, também de vários estilos - eclética em muitos sentidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 11:43:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ray</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Rayssa Fonseca, tenho 25 anos e sou estudante de Medicina. Acredito que a ética é uma parte fundamental da formação médica, pois envolve não apenas o saber técnico, mas principalmente a responsabilidade humana diante do outro. A disciplina de Ética tem sido essencial nesse processo, pois me convida a refletir sobre valores, dilemas morais e responsabilidades que fazem parte da prática médica, e este portfólio é a materialização disso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 11:45:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rayssafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anabeatriz63/vpi3fkh4g7lauxf5/wish/3578783637</link>
         <description><![CDATA[<p>Aqui tivemos um momento de reflexão e conversa sobre como estávamos nos sentindo em relação à faculdade de Medicina. Foi compartilhado que, no P2, o ritmo já parece um pouco mais leve, pois a adaptação do primeiro período ficou para trás. Discutimos também sobre a importância dos “nãos” que precisamos colocar em prática: aqueles que nos ajudam a priorizar os estudos e, ao mesmo tempo, preservar nossa saúde mental. A conversa foi voltada para o autoconhecimento, o cuidado com o bem-estar e a forma como lidamos com as pressões da rotina acadêmica, trazendo mais leveza para nossa trajetória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 20:05:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rayssafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anabeatriz63/vpi3fkh4g7lauxf5/wish/3578786786</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula tivemos uma discussão a partir do filme Duelo de Titãs, que retrata a integração racial nos Estados Unidos na década de 1970. O enredo mostra como um time de futebol americano escolar foi obrigado a reunir jogadores brancos e negros em meio à resistência da comunidade e ao racismo ainda muito presente.A história mostra como a convivência, o respeito e a cooperação podem transformar não apenas um grupo, mas também todo o ambiente ao redor.&nbsp; Na tirinha, o “doente” não é apenas um mas o próprio mundo, representado pelo globo. Isso simboliza os problemas coletivos e sociais que, muitas vezes, parecem invisíveis, mas adoecem a todos nós. Ao decorrer da aula a professora foi fazendo algumas perguntas relacionando diversos temas ao filme e nós fomos interagindo. Assim como debatido a partir do filme, a imagem reforça que o racismo e a segregação não prejudicam apenas indivíduos, mas afetam toda a sociedade. O filme evidencia que apenas impor mudanças não é suficiente: é preciso transformar mentalidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 20:09:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anabeatriz63/vpi3fkh4g7lauxf5/wish/3589619577</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula explora a formação do Eu (Ego) a partir de duas perspectivas distintas, as de Freud e Lacan.</p><p>Freud explica que a libido do bebê é adquirida de forma fragmentada. Como o bebê não tem uma noção integrada de si mesmo, ele é capaz apenas de processar diferentes fontes de prazer de forma fragmentada.</p><p>Ele introduz o conceito de Sua Majestade, o Bebê, no qual o bebê se sente o centro de tudo, pois todas as suas necessidades são atendidas. Isso cria uma espécie de amor próprio, mas sem um senso de "próprio" definido.</p><p>Estádio do Espelho. Nesse momento, o Eu Ideal (Ideal Ego) se forma quando a criança se vê pela primeira vez de forma completa no espelho, unindo suas sensações fragmentadas em uma única imagem. A libido, que antes era focada na satisfação de necessidades, passa a ser direcionada à essa nova imagem integrada, formando a identificação fundamental que responde à pergunta "quem sou eu?"</p><p>A partir do Eu Ideal, surge o Ideal do Eu (Ego Ideal), que corresponde à internalização das normas, valores e expectativas externas. O amor-próprio passa a existir quando a pessoa se conforma a essa realidade. O Ideal do Eu, portanto, se torna o Superego, que age como um guia crítico para a autoestima e as ações da criança.</p><p>Diferença entre Eu Ideal e Ideal do Eu</p><p>• O Ideal do Eu é visto como um caminho que o sujeito segue, mas que já não o satisfaz, pois é imposto por expectativas externas inflexíveis. A incapacidade de atingir essas expectativas causa sofrimento e faz com que o sujeito se sinta "inválido".</p><p>• O Eu Ideal, em contraste, é alcançado quando o sujeito renuncia ao caminho imposto e busca uma nova noção de si mesmo, mais alinhada às suas próprias necessidades e prazeres. Esse caminho busca criar uma realidade de conforto e satisfação.</p><p>A atividade final da aula, proposta pela professora Carmen, é identificar o Eu Ideal e o Ideal do Eu na música "Caminhos do Coração"</p><p>1. Em que medida a busca por um 'Ideal do Eu' pode ser vista no dia a dia de um estudante de medicina?</p><p>2. Refletindo sobre sua própria vida, você consegue identificar um momento em que sentiu a necessidade de abdicar de um 'Ideal do Eu' para buscar um 'Eu Ideal'?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 10:44:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anabeatriz63/vpi3fkh4g7lauxf5/wish/3589625979</link>
         <description><![CDATA[<p>A Teoria de William Schutz funciona como um mapa para navegar nas complexas águas das relações humanas. Segundo sua taxonomia FIRO (Orientação Fundamental das Relações Interpessoais), o nosso comportamento social é movido por três necessidades primárias: inclusão, controle e afeição.</p><p>Schutz nos ensina que a forma como nos relacionamos se manifesta em duas vias: o comportamento expresso — aquilo que você inicia em uma interação — e o comportamento desejado — o que você espera que o outro faça por você. E é a dança entre essas duas vias que guia o desenvolvimento de qualquer grupo, que, como um ser vivo, passa por quatro fases distintas.</p><p>As Quatro Fases da Jornada de um Grupo e o Cotidiano do Estudante de Medicina</p><p>1. A Fase da Inclusão marca o início dessa jornada. É o momento em que os membros do grupo tateiam o terreno, buscando um lugar para pertencer e se entender. No contexto da medicina, pense no primeiro dia de uma nova turma, de um novo estágio ou da formação de um grupo de estudo. É uma etapa de cautela, onde todos tentam aprender mais sobre os outros para construir os primeiros laços de respeito e confiança. A comunicação ainda é tensa, e pode haver uma sensação incômoda de estar "perdendo tempo" enquanto a estrutura se forma.</p><p>2. A Fase do Controle é a tempestade que vem logo depois. Com os laços ainda frágeis, o grupo entra em um período conturbado, onde conflitos por dominância explodem. Na vida acadêmica, isso pode se manifestar na competição por notas, no debate sobre a liderança de um trabalho em grupo ou na busca por destaque em uma rotação clínica. É uma verdadeira luta por espaço, com subgrupos se formando e competindo para "manter seu terreno". A sensibilidade dá lugar a uma frieza, tornando difícil manter a harmonia.</p><p>3. A Fase da Afeição é o sol que surge após a tempestade. O grupo finalmente atinge seu ápice de coesão, com os laços se fortalecendo e a harmonia florescendo. Isso pode ser visto em uma equipe de internato que já passou por crises, mas que agora opera de forma integrada, respeitando e valorizando a individualidade de cada um. Os membros alcançam um estado de verdadeira sintonia, sabendo que podem contar uns com os outros.</p><p>4. A Fase da Separação é o fim da linha. O grupo se desfaz, seja por motivos internos ou externos. Na medicina, isso é um ciclo constante: o fim de um semestre, a conclusão de um internato ou a formatura. O nível de sofrimento nessa etapa é um reflexo direto da afinidade que foi construída: quanto mais apegado o grupo estava, maior a dor. Para evitar essa dor, a separação é frequentemente mascarada com uma falsa indiferença ou até mesmo hostilidade, especialmente se a jornada não foi bem concluída.</p><p><br></p><p><br></p><p>1. A teoria de Schutz aponta que o sofrimento da Fase de Separação pode ser evitado com uma falsa indiferença ou até hostilidade. Como você percebe essa "fuga do sofrimento" no contexto da medicina, como no fim de um rodízio de internato ou de um grupo de estudo? </p><p>2. Pense em um grupo do qual você fez parte. Em qual das quatro fases do modelo de Schutz (Inclusão, Controle, Afeição ou Separação) você acredita que o grupo se encontra atualmente, ou se encontrou em um momento marcante? Descreva o grupo e explique os comportamentos e sentimentos que justificam sua resposta, usando os conceitos da teoria de William Schutz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 10:49:45 UTC</pubDate>
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